The Blood of Olympus
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A espada perdida - Missão para Bae Zoey

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A espada perdida - Missão para Bae Zoey

Mensagem por Éter em Qui Dez 28, 2017 11:21 am


A Espada Perdida

O Subterrâneo do vale era composto por três finas camadas de terra, ligadas por saletas antigas cujo o tempo apagou do espaço original. Sua ligação era feita por meio de tuneis e porta, e quanto mais se descia por ela, mais perigoso ficava o caminho. Zoey tinha sido selecionada por sua patrona a reconhecer o terreno e recuperar um antigo tesouro, afinal, a terceira e ultima sala daquela pequena pirâmide interna também guardava uma espada. Só tinha um problema, os desafios ali contidos não seriam nada fáceis de superar e vencer, ela conseguiria?

Objetivo: Explorar o terreno do subterrâneo de forma a conhecer a pirâmide de 3 partes, recuperando a espada perdida no terceiro e último solo.
Informações:

• O primeiro andar é o mais simples de todos, é composto por guardiões simples, monstros semelhantes a Ninfas, mas totalmente selvagens, para avançar por essa sala é preciso derrotar os guardiões delas. O ambiente dessa sala pode ser todo criado por você, dentre as três, será a maior sala e também a mais irritante, porque preza quantidade e não qualidade ou poder.
• O segundo andar é um pouco menor que o primeiro, é composto por celas antigas, um corredor extenso cheio de prisioneiros em seu interno, é chamada de sala de sussurros, porque os presos ali tentam persuadia-la para serem soltos. Nem todos são ruins, alguns deles são bondosos e podem sim te ajudar, esses, estarão sofrendo sem reclamar dentro das celas, pode escolher um deles para enfrentar a fase final, a questão é: Em quem confiar?
• O terceiro andar é muito menor que os outros dois primeiros, fica cerca de 30 metros abaixo da terra e o ar ali é bastante escasso, dessa forma respirar ficou um pouco complicado para sua personagem. Essa sala tem um guardião e um desafio que deverão ser definidos por você, se derrota-los, sua recompensa será uma espada lendária, o objeto que precisa recuperar e levar para Ártemis.
Regras:

• Mínimo de 1.000 palavras para realizar essa jornada, e dada a quantidade de informações acho que você pode fazer muito mais.
• O prazo para realizar essa postagem é: 10/01/2018.
• Não é permitido usar mascotes.
• Armas e poderes ao final da postagem em spoiler.
• Duvidas pode me procurar por MP.
• Boa sorte.

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Éter
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Re: A espada perdida - Missão para Bae Zoey

Mensagem por Bae Zoey em Dom Jan 07, 2018 2:08 am


A espada perdida
"playing in the dark"


Um pedido nada usual de Ártemis havia me levado até um lugar completamente inusitado. Uma pirâmide inversa no subsolo. Segundo Ártemis eu deveria encontrar uma espada, era uma arma lendária e muito poderosa, eu não sabia exatamente qual era sua história ou quais eram os seus potenciais, mas com certeza era importante. Uma vez que a própria Ártemis havia me feito o pedido.

Eu ainda tentava superar a morte da minha irmã, Poppet, mas era muito difícil quando eu estava sozinha no acampamento, lugar que antes eu e ela exploramos cada cantinho juntas. Com o cabelo preso em um trança firme, me permitindo total campo de visão limpo, eu andava por entre uma floresta onde as coordenadas pareciam apontar, me dando tempo para pensar e repensar em minha irmã morta.

Quando finalmente a encontro, noto que a entrada daquela pirâmide, sem dúvidas era estranha. Como um buraco no solo, a escada de terra batida e pedras irregulares era um tanto perigosa, me fazendo descê-la com cuidado. O primeiro lance de escadas era bastante íngreme, me fazendo quase sentar nos degraus anteriores com medo de cair para frente. Quando avanço bastante pelo corredor estreito ao qual a escada havia me levado, noto que uma luz tremeluzente aparecia no final do corredor.

Me aproximo suficientemente daquele lugar, passando de lado pelo corredor extremamente estreito, o arco em minha mão era bem cuidado para não ser danificado ou ficar para trás. O anel em meu dedo começava a pegar fogo, sinal de perigo, monstros. Permanecendo atrás da parede do corredor, ao lado do arco que dava acesso à uma primeira saleta, eu tentava prender a respiração, o cheiro de terra e monstro ali misturados não era uma combinação das melhores.

Espiando através do arco que separava o corredor da sala, noto que no total, haviam vinte criaturas miúdas como ninfas, mas não se aparentavam muito à elas. Tentando ser o mais silenciosa possível, tiro uma flecha da minha aljava e lanço meu primeiro tiro com o arco. Mirando em uma que estava mais próxima de mim. Eu não tinha ideia de quantas haviam ali, mas não pararia enquanto não derrotasse todas. Ouço a movimentação dentro da sala aumentar, e então, preparo-me com mais outra flecha, e mais outra, seguida por mais dez. Lançando-as contra as criaturas que avançavam rapidamente na minha direção, que agora fora exposta por mim mesma, enquanto eu mirava certeiramente nas criaturas completamente selvagens.

Sete eram a sua quantidade total. Pode-se dizer que algumas das minhas flechas não acertaram as criaturas pois estavam soltas a chão, junto com os montes de pó dourado misturado com a terra. Quando avanço dentro da sala, noto que do outro lado do arco que dava acesso à outro corredor, uma última criatura sai correndo em minha direção. Me assusto mas imediatamente me preparo e fico na posição de acertá-la com a flecha de prata lunar. Esta acerta a criatura direto entre os olhos. Ela cai assim como os demais guardiões.

A sala em que eu estava agora era  bastante grande, alguns jarros de barro ficavam como enfeites, e tochas iluminavam todo o local com dificuldade para cobrir a área tão grande. O chão feito da mesma forma que a escadaria não tinha nada de espetacular, assim como as paredes de pedras irregulares que pareciam prestes a cair caso alguém tocasse nelas.

Algo no chão onde o monstro havia acabado de cair, me chama a atenção, era tão dourado e brilhante quanto ouro. Eu dava passos cuidadosos para o objeto, temendo ser alguma armadilha. Quando chego perto o suficiente, noto que aquilo era um bolo de chaves, pareciam antigas apesar do seu brilho magnífico, eu precisava seguir. Pego as chaves do chão colocando-as no bolso frontal da minha calça jeans. Não haviam mais outras entradas ou saídas, a não ser aquela pela qual entrei e aquela que estava na minha frente.

Mais corredores e escadarias.

Eu tentava ao máximo não pisar em falso naqueles degraus perigosíssimos. Pelo menos eu tinha a ajuda das paredes dos corredores para me apoiar, minha visão noturna começava a se ativar conforme íamos mais e mais fundo no solo, estando provavelmente à alguns bons metros do solo agora. Eu ouvia conversa, mas conversas não muito amigáveis ou sequer agradaveis aos ouvidos. A maioria das vozes era masculina, exceto por uma.

Chego até uma porta que parecia ser feita do mesmo material que a chave que e havia pegado somente minutos atrás. Graças à Ártemis, o corredor que eu passava era mais largo desta vez, me dando espaço para me esticar, relaxando com nervosismo da batalha anterior, que eu por sorte consegui ganhar.

Olho para dentro daquela saleta. Ela estava repleta de celas, literalmente celas feitas com barras de titânio grossas e impossíveis de serem quebradas. Tinham portas, mas eram uma diferente da outra. As fechaduras se diferenciavam entre si claramente. Cuidadosa, abro a primeira porta, aquela que me dava acesso à sala. Proteção nunca era muito contando que cada pessoa ali tinha um histórico criminal bastante pesado, e talvez outros nem tanto. Era possível dizer pelas expressões sofridas e psicopáticas.

O silêncio ali reinava, até que por fim, um dos presos começa a falar. – Olha só, nosso jantar chegou. – As risadas masculinas ecoam pela sala, eu tentava ignorar ao máximo o comentário e os que eram gerados com estes, sendo muito pornográficos e pouco agradáveis. Eu sabia que eu tinha em mim, uma grande beleza aparente, era culpa dos meus genes com Afrodite. Mas minha expressão se mantém a mesma de paisagem, enquanto eu passava cela por cela, estudando as faces e as pessoas que ali estavam, algumas se sentiam ameaçadas por conta da minha aura escura como filha de Nyx, mas outras somente zombavam.

Paro de andar quando finalmente encontro a mulher do grupo, que parecia desgostosa com os comentários porcos e sujos feitos anteriormente. – Quem é você? – Pergunto simplesmente com a voz firme e segura, ignorando as vozes e comentários vindos de todos os meus lados. Homens, estúpidos. – Meu nome é Helena. – Ela assim como eu tinha a fala firme e direta, como se se destacasse em meio à multidão, ainda assim ela me olhava com certa desconfiança. Ela parecia ser sim uma boa pessoa, alguém que eu pudesse confiar, mas eu ainda não estava pronta, muito menos me sentia segura em tê-la ali fora.

Os gritos tentavam chamar a minha atenção, mas eu os ignorava com certa dificuldade, perdendo um pouco da minha concentração, mas nem por isso demonstrando que eu estava ouvindo-os. – Como acabou aí? – Pergunto como quem não queria nada, me aproximando seguramente da cela.

– Longa história. – Ela não parecia querer colaborar, mas os outros presos agora me imploravam para destrancar as celas. Eles se misturavam entre o que pareciam ser piratas, ciganos, pessoas perigosas normais, alguns pareciam ser simplesmente pessoas normais. – Eu tenho todo o tempo do mundo. – Falo focando agora na mulher à minha frente, ela parecia claramente mais velha do que eu.

– A espada. Todos estão aqui pela espada. – Ela ria de maneira que a fizesse parecer tão pirada quanto aqueles outros presos, mas meu olhar e minha expressão continuavam a mesma coisa. – Pra que você quer a espada? – Pergunto tentando fazê-la ir direto ao ponto. Ela olha para o arco em minha mão e então me lança um sorriso sínico. – Caçadora? Eu já fui uma antes. – O olhar dela parece se perder em algum ponto atrás de mim, o sorriso já não estava mais nos lábios.

– Fiz a pergunta primeiro. – Eu era tão relutante quanto ela ao passar informações principalmente pessoais, troco o peso de perna e seguro mais firme meu arco. – Eles me pegaram quando tentei recuperar a espada, e pelo jeito, Ártemis não ficou muito feliz com o resultado. E bom, aqui estou eu. – Ela dá o suspiro mais longo que eu ouvi em muito tempo, mas aquilo ainda não era o suficiente para mim.

– Ficar presa não era bem como eu esperava que a minha missão acabasse, e… – Agora ela não mais olhava para mim, apenas mantinha os olhos fechados e os lábios duros, em uma linha reta. – Sinto falta das minhas irmãs de caça. Emmanuelle ainda é a líder? – O olhar que ela me lança agora é de pura tristeza, então ela era mesmo uma caçadora.

– Vai me ajudar? Você me deve uma! – Falo enquanto estudava o molho de chaves em minha mão, erguendo-o o suficiente para a garota também vê-lo. – Eu vou fazer tudo o que estiver ao meu alcance. – Um brilho de esperança aparecia nos olhos da Helena, e eu via isso cristalino como água.

– Certo, então vamos. – Começo a testar as chaves nas fechaduras, tentando achar a que tinha o metal mais parecido com o da cela em que a ex-caçadora estava. – Obrigada, mesmo! Talvez eu consiga me unir à Ártemis se explicar o que aconteceu, ela deve estar achando que eu traí ela e quebrei o meu voto por isso nunca retornei. – Ela começa a falar em uma respiração só e logo sua voz se esvai assim como seu ar.

Os outros presos iam à loucura com o fato de eu estar liberando a única mulher ali presente, me seguro ao máximo para não criticá-los com palavras duras e bem feias. – Você vai na frente. – Falo segurando a porta ainda com temendo ter feito a escolha errada. Com sorte aquela era a pessoa certa para me acompanhar, eu queria muito que fosse. Abro a porta para o último andar da pirâmide, respirando bem fundo. Eu não sabia quanto fundo aquilo podia ir e tinha medo de não conseguir respirar direito.

Meu pior medo era morrer sem ar.

Espero-a passar pela porta recém aberta e então passo por ela, Helena parecia ter confiança em seus passos, ela era um tanto mais alta que eu, e mais magra também, o que me faz me perguntar como eles se alimentavam ali em baixo.

– Sabe o que tem na outra sala? – Pergunto baixo temendo a resposta. – Dizem que um cão infernal guarda o tesouro. – Meu anel esquentava conforme andávamos com dificuldade nas pedras irregulares que formavam a escada e nos espremendo pelas paredes dos corredores. – Você sabe como se mata um? – Pergunto novamente, talvez eu estivesse confiando nela mais do que eu deveria, mas era a minha chance.

– A barriga. É o ponto fraco. Minha mãe piraria caso esse cachorro fosse dela. – A risada da garota ecoa pelo túnel, era assustadora de uma forma. A mãe dela? Segundo as histórias, Perséfone tinha como animais de estimação cães infernais gigantes. – Perséfone? – Pergunto sabendo que ela entenderia a pergunta sem problema algum.

– Sim, você? – A pergunta é direcionada a mim agora, e eu ainda hesitava ao falar sobre coisas do tipo, mas reúno coragem e falo me esforçando.

– Nyx.

– Legal, Nyx é ótima!

Uma risada sai agora dos meus lábios, cheia de ironia. Com tudo o que acontecia no olimpo e com minha mãe, era difícil decidir se ela era ótima ou não, mas eu ficaria ao lado de Ártemis, não importava o que iria acontecer.

Meu anel agora pegava fogo, a luz que andávamos até vez ou outra era coberta pela sombra de algo realmente grande. Nossos passos começam a diminuir de velocidade, eu estava aterrorizada com o que me esperava, mas eu tinha que enfrentar aquilo de cabeça.

– Consegue segurar ele? – Pergunto baixo parando de andar de vez, e esperando que Helena me olhasse também. – Consigo mirar melhor quando ele está parado. – Eu admitia as minhas fraquezas com facilidade, um dia eu seria ótima em arquearia, mas ainda estava aprendendo, não tinha nada de errado com aquilo.

– Sim, posso prendê-lo para não se mover, mas seja rápida. – Falávamos entre sussurros aqui e ali e então já me preparo, retirando uma das flechas da aljava e a preparava no arco. – Vamos. – Espero-a seguir  na frente, e então ela passa para o outro lado do arco, e aquilo havia chamado a atenção do guardião. Ele começava a rosnar de maneira aterrorizante. Eu rezava mentalmente para que meus atos fossem certeiros e eficazes.

Puxo a flecha antes mesmo de mirar no cão infernal, preparada para atacá-lo e me mantendo na posição correta para o tiro no alvo. Olho para Helena que esperava apenas a confirmação de que iríamos começar, e então faço um breve aceno com a cabeça. “Agora.” Pronuncio as palavras somente com a boca, sem som algum, apenas o movimento.

A filha de Perséfone então pronuncia a palavra em grego para ligamento, e algo realmente acontece. Quando uma movimentação diferente começa a acontecer, apareço pelo arco e mirando no peito e barriga do monstro, começo a atirar meia dúzia de flechas, sem parar, uma atrás da outra. Conforme o monstro tentava se mexer, as flechas que suportamente deveriam acertar seu peito, acertam lugares como patas e pescoço, deixando o guardião furioso.

Penso rápido e então, faço com que uma esfera de luz lunar comece a se formar na palma da minha mão direita, atacando o monstro direto na cabeça. Aquilo seria o suficiente para deixá-lo confuso, paralisado e com dor, perfeito.

Volto a pegar mais das minhas flechas e miro desta vez atirando-a perfeitamente na barriga do monstro, avançando mais pela saleta menor do que as outras passadas anteriormente. O monstro dessa vez não resiste e como se fosse feito só de poeira, ele se dissipa pelo ar. Eu tinha muita dificuldade para respirar, mas a ex-caçadora que me acompanhava não parecia sofrer com aquilo.

– Mandou bem! – Ela diz se aproximando de mim e olhando ao redor, provavelmente a procura da espada. Acompanho-a na jornada em busca da espada, procuro pelas coisas antigas ali dentro e mal encontro alguns dracmas jogados no chão, que deixo ali, não era meu, eu não iria tocar.

– Onde está essa espada? – Mordendo os lábios constantemente, finalmente olho para a parede. Helena parecia procurar por algo no chão, algo como um alçapão ou coisa do tipo. Claro como o dia e brilhante como a luz do luar, meus olhos captam na parede em um suporte de ouro coberto com um tecido de seda vermelho vinho, cheio de detalhes em dourado.

– Oh!? – Exclamo naturalmente assim que me aproximo mais e toco o tecido temendo não ser o objeto procurado. – Você consegue. – A filha de Perséfone fala se colocando ao meu lado e também observando o adorno com a mesma hesitação. Respiro fundo e então com delicadeza, seguro o tecido macio e puxo-o para baixo, revelando não uma espada, mas sim, um quebra cabeças.

Meus olhos se estreitam para o que eu acabo de encontrar. Era basicamente um labirinto com uma chave ligada à ele, eu estava ficando zonza pela falta de oxigênio ali no subsolo, mas eu tinha que aguentar firme. Quanto antes desvendasse a charada, mais rápido conseguiria sair dali. Noto que acima do mini labirinto, escritas em latim se mantinham:

“Dois iguais, personalidade contrária”.

Imediatamente olho para a minha acompanhante recém liberada da prisão e percebo que assim como eu, ela estava confusa, mas também lia as escritas. – Alguma ideia? – Pergunto enquanto lia novamente e olhava para o chão pensativa. – Dois iguais, personalidade contrária. – Volto meu olhar  para o labirinto e começo a estudar as possibilidades.

– Bipolar? – O chute da mulher era bastante concreto, mas não havia jeito algum de desenhar uma bipolaridade.

“Dois iguais”

Gêmeos?

A constelação de gêmeos era a chave?

Observo novamente o desenho do labirinto, e além dos caminhos confusos, um em especial me fazia ter convicção do meu palpite. Pego a chave e começo a movê-la, a garota toca em meu braço me fazendo parar e pergunta apreensiva. – Tem certeza? – A olho passando confiança e então engulo em seco, voltando a desenhar a constelação de gêmeos. – Veremos.

Continuo até o final do labirinto. Em momento algum a chave havia travado, mas nada tinha acontecido ali, me fazendo ficar nervosa. A minha respiração era pesada e eu sofria com uma dor de cabeça nada bem-vinda. – Será que..? – Começo a perguntar e quando olho para a filha de Perséfone, noto que esta não estava mais ao meu lado, e sim, olhava algo no canto extremo da sala, algo como uma mesa estava ali, e não estava antes.

– Hey, acho que achamos. – Ela me chamava mas os olhos não saíam do objeto em cima da mesa, avanço na direção e peço espaço para observar também o objeto em cima da mesa. – Achamos. – Falo simplesmente ao notar a espada nova e limpa como se jamais tivesse sido tocada em toda a sua existência. Com ambas as mãos, pego a espada do seu lugar e então colocando o sorriso no rosto e olhando para a filha de Perséfone volto a falar animada.

– Vamos! Precisamos entregar isso à Ártemis, essa missão já foi sua um dia, entregaremos juntas. – A garota tinha conseguido a minha confiança, custou para isso acontecer, mas ela provou ser confiável quando nem ousou sequer tocar na espada recém achada. Era um tiro no escuro o que eu dei, mas foi um tiro bem dado. Segurando a espada com cuidado mas firmemente, voltamos finalmente para os andares superiores. Passando por todos os antigos andares, até a saída da pirâmide. Os gritos dos presos já não me incomodavam mais, eu tinha conseguido. Volto para o acampamento junto com Helena, era hora de entregar a espada para a deusa que eu escolhi seguir.

Ambientação da pirâmide invertida:
Corredores e escadarias:
Túneis de pura terra e pedras, por vezes estreitos, outras vezes largos e confortáveis de se passar. Algumas vezes se tornam mais baixos, outras é impossível ver o fim. As escadarias possuem degraus feitos de pedra irregulares e estreitos, tornando o caminho difícil de se percorrer de maneira rápida, e muito propício para acidentes.

Andar 1:
Conhecido como o primeiro e mais amplo espaço da pirâmide, o primeiro andar é bastante simples. Em sua grande parte, as paredes parecem ser revestidas com pedras. No canto extremo oposto do que Bae entra é possível ver um arco que dá acesso aos primeiros túneis e escadarias. O andar é pouco iluminado por algumas tochas aqui e ali que não davam conta do recado e do espaço requisitado. Alguns jarros enfeitavam o ambiente, mas ainda assim, tudo era extremamente minimalista e simples.

Andar 2:
O segundo andar é um pouco menor e mais apertado. As tochas que iluminavam pareciam fazer um trabalho melhor desta vez. A iluminação era feita desta forma pois as celas que cobriam as laterais da saleta estava cheias de presos, alguns notavelmente ruins, outras com pessoas boas e que foram presas ali por motivos fúteis e errados, mas nem por isso, confiáveis. A porta do outro lado do extenso corredor agora, era composta por barras de o que parece ser ouro.

Andar 3:
O menor e mais profundo dos espaços. Como esta é a última sala, as paredes parecem mais inclinadas do que as demais. Mas o padrão de chão de terra e paredes de pedras se mantinha. O guardião, um cão infernal, aguarda no centro da sala, pronto para atacar qualquer um que ousasse atravessar o seu território.

Itens Levados:
• Arco e Flechas Lunares [Feitas de prata lunar, durante a noite o arco parece emitir uma luz semelhante à da lua, assim como suas flechas. | O arco e as flechas – que são infinitas, se enchendo na aljava sempre que estão perto de acabarem – são invisíveis e intangíveis, até que a semideusa estenda o braço no ar, sendo possível toca-lo e o tornando completamente visível. | Prata Lunar. | Não possui espaço para gemas. | O arco e as a flechas são indestrutíveis, entretanto caso a caçadora deixe a caçada ou quebre seus votos os mesmos irão se quebrar, em caso de morte o arco e a flechas não irão mais funcionar. | 100%, sem danos. | Nível 3. | Lendária. | Presente de Reclamação do grupo Caçadoras de Ártemis.]

Alertat [Um anel de ouro imperial delicadamente desenhado em um aro fino, com uma pequena pedra de topázio como adorno.| Efeito 1: Na presença de monstros, o topázio reage e esquenta de uma maneira incomoda, então adquire uma coloração vermelha, tornando-se cada vez mais intenso quanto mais próximo estiver o monstro. Volta ao seu estado normal quando o semideus está fora de perigo.|  Na presença de semideuses, fora dos Acampamentos, o topázio adquire uma cor verde, intensificando sua tonalidade conforme se aproxima do sangue semidivino. Ouro Imperial | Sem espaço para gemas | Beta | Status: 100% sem danos | Mágico | Comprado na Ferreli & García - Mode et style]

Dodge [ Blusa de seda e linho, na cor branca. | Efeito 1: A blusa é leve e agradável, além de ter um efeito mágico que melhora a esquiva do usuário em 30% | Efeito 2: O tecido não suja e não adquire manchas, permanecendo impecável e cheiroso independente das situações ao qual seja submetido | Seda e linho mágicos | Sem espaço para gemas | Beta | Status: 100% sem danos | Comprado na Ferreli & García - Mode et style ]

Poder Helena, filha de Perséfone:
Feitiço: Vinculum
Descrição: O atingido se vê preso por cordas imaginárias, a ilusão um turno, sendo real o suficiente para que ele comece a tentar se soltar. Nesse turno, fica impedido de atacar.
Gasto de Mp: 15 MP
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Caso seja realizado durante a lua cheia, há uma chance de +30% de que ele funcione corretamente.
Dano: Nenhum
Extra: Com certo treino, pode ser utilizado não verbalmente.

Bênçãos:
Nome: Imortalidade
Descrição: No momento em que uma mulher junta-se a Deusa Ártemis, seu corpo jamais irá envelhecer, tornando-se resistente a doenças – como gripes, febres etc. – não mais podendo falecer por causas naturais (doenças) ou velhice. Entretanto, caso o voto a tal Deusa seja quebrado, a adolescente se tornará mortal novamente, ou caso a caçadora venha a sofrer um golpe fatal durante uma batalha, a mesma irá morrer. Sendo essa a única maneira e interromper a vida de uma seguidora de Ártemis. Ao sofrerem os efeitos de um veneno as caçadoras irão ter febre e ficar de cama, como se estivessem com alguma virose. No entanto não irão morrer, não importa o teor do veneno.

Habilidade e Poderes:
Habilidade Adquirida:
Nome: Perícia em Ambidestria
Descrição: Depois de treinar, o semideus é capaz de usar ambas as mãos e pernas em combate, distribuindo força e equilíbrio necessário para já ter a mesma eficiência no uso. Será capaz de, por exemplo, usar duas armas ao mesmo tempo além de equilibrar-se mais fácil por ter ambas as pernas como dominantes.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +15% de força e equilíbrio.
Dano: Nenhum

Poderes Passivos:
Filhos de Nyx:
Nome do poder: Visão Noturna
Descrição: Têm sua íris dilatada, aumentando o foco, e consequentemente a distância a que se pode enxergar. O personagem toma posse da concentração para que consiga perceber se há pessoas no local através de pontos cegos, sendo capazes de detectar inimigos através de suas sombras. A sombra durante a noite, torna o corpo ainda mais vulnerável, e para os filhos de Nyx/Nox ela se tinge de negro no corpo dos inimigos. Assim sendo, quando essa visão está ativa, eles conseguem detectar essa sombra, e rastrear seus inimigos, mesmo que eles estejam invisíveis.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Conseguirão detectar até mesmo inimigos invisíveis, desde que não estejam protegidos por uma magia, ou poder de nível superior ao seu.
Dano: Nenhum

Nome do poder: Escritos antigos
Descrição: O semideus é diretamente ligado a línguas demoníacas antigas, bem como ensinamentos bruxos, o latim – de onde provem boa parte dos feitiços – e simbologia. Podendo traduzi-las e entende-las de forma perfeita, também conseguindo falar com perfeição.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Isso permite ao semideus descobrir novos feitiços e poderes, e inclusive executa-los, se for preciso.
Dano: Nenhum

Nome do poder: Aliado da Noite
Descrição: Quando lutam durante a noite os filhos de Nyx/Nox ganham uma força extra de campo, que permite que suas habilidades sejam aprimoradas de uma maneira surpreendente. Os atributos de força, agilidade, esquiva, e velocidade, são melhorados.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +25% de força, velocidade, agilidade, e esquiva.
Dano: Nenhum

Nome do poder: Imunidade Noturna
Descrição: À noite o corpo do filho de Nyx/Nox fica mais resistente a ataques que envolvam venenos, magias e ataques mentais que envolvam sua fisiologia e psicologia (habilidade que deixam tonto, paralisados, com medo, que obedeça a outros e etc.). Esse poder não funciona durante o dia.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Ataques relacionados a veneno, magia, ataques mentais, ou etc, terão o dano reduzido em 50% durante a noite. Não funciona durante o dia.
Dano: Nenhum


Nome do poder: Bom Magico III
Descrição: Mágicos menos experientes deveriam temer você. Sua magia vem ficando mais forte, ou você não notou que seus feitiços têm adquirido um dano dobrado? É, você é um semideus realmente surpreendente.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Ganha 30% de força em seus feitiços (em poderes ativos).
Dano: +15% de dano se os feitiços acertarem.

Legado de Afrodite:
Nome do poder: Beleza Natural
Descrição: Os filhos da deusa do amor são campistas naturalmente bonitos e charmosos. A beleza supera a de qualquer outro semideus no acampamento, sendo algo beirando ao sobrenatural. É simplesmente indescritível. Isso faz com que inimigos e aliados acabem se distraindo por sua beleza perturbadora, ou encantados pela mesma.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Pode deixar o inimigo atordoado durante o primeiro turno, evitando atacar logo de cara, ou se atacar (poderes que exijam miras, ou armas com a mesma característica), irão errar o alvo. Não acertarão o filho de Afrodite/Vênus, pois, de primeira, o inimigo não saberá porque não nutre o desejo de ataca-lo.
Dano: Nenhum

Caçadora de Ártemis:
Nome do poder: Sentidos Aguçados
Descrição: Os sentidos são essenciais em uma caçada, de maneira que, tais semideuses, ao juntarem-se a Ártemis, desenvolvem os sentidos, passando a enxergar, ouvir, sentir etc. muito bem, seja durante o dia ou durante a noite.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: +15% em todos os sentidos.
Dano: Nenhum.

Nome do poder: Perícia com Arco I.
Descrição: As Caçadoras de Ártemis possuem uma facilidade natural com o manejo de tal arma – por serem ligadas a Ártemis, podendo rapidamente usá-la em uma ofensiva quanto na defensiva. Entretanto é necessário ressaltar que a facilidade com a arma não garante que o manuseio seja perfeito, é preciso praticar.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: +10% de assertividade no manuseio de Arcos.
Dano: + 10 de dano ao ser acertado pela arma da semideusa, pois a precisão será mais certeira.

Nome do poder: Habilidade de Caça
Descrição: Ao se tornarem seguidoras da Deusa da Lua as semideusas desenvolvem habilidades de caça, como observação e paciência. Podendo seguir rastros de presas estudando o ambiente e localizando pegadas, sangue etc.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: + 15% de percepção.
Dano: Nenhum.

Nome do poder: Proteção Natural
Descrição: Quando lutarem contra oponentes do sexo masculino, dificilmente uma caçadora irá cair em sedução ou algum tipo de ilusão/persuasão.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: +30% de resistência contra ilusões/persuasões/sedução criada por homens.
Dano: Nenhum.

Nome do poder: Perícia com Arco II.
Descrição: As Caçadoras de Ártemis possuem uma facilidade natural com o manejo de tal arma, podendo rapidamente usá-la em uma ofensiva quanto na defensiva.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: +15% de assertividade no manuseio de Arcos.
Dano: + 15 de dano ao ser acertado pela arma da semideusa, pois a precisão será mais certeira.

Nome do poder: Frieza em Batalha
Descrição: Ao entrarem em batalha, as caçadoras adquirem uma espécie de foco e de frieza. Podendo lutar até ser a última a tombar no campo de guerra sem se abalar por possíveis mortes de companheiras e aliados. No entanto, isso não significa que, após a batalha, a caçadora não seja atingida pela dor da perda de companheiros.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Nenhum.
Dano: Nenhum.

Nome do poder: Motivação
Descrição: Frequentemente a Deusa Ártemis junta-se com as caçadoras em caçada. De forma que, ao lutarem ao lado da Deusa, as caçadoras tornam-se ainda mais resistentes e dificilmente cairiam em batalha.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: + 15% de resistência.
Dano: + 10% de dano ao utilizar arco.

Nome do poder: Conhecimento Bélico
Descrição: As caçadoras naturalmente acabam adquirindo um grande conhecimento sobre armas, sejam brancas ou de fogo.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Nenhum.
Dano: Nenhum.

Nome do poder: Força
Descrição: Ao lutarem em um ambiente natural, como florestas, a força da semideusa se torna maior, pois estão no local que as fortalece. Sendo mais difícil derrota-las.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: + 30% de força ao lutarem em florestas.
Dano: Nenhum.

Nome do poder: Perícia com Arco III.
Descrição: As Caçadoras de Ártemis possuem uma facilidade natural com o manejo de tal arma, podendo rapidamente usá-la em uma ofensiva quanto na defensiva.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: +20% de assertividade no manuseio de Arcos.
Dano: + 20 de dano ao ser acertado pela arma da semideusa, pois a precisão será mais certeira.

Nome do poder: Instintos
Descrição: Habituadas a vida longe de grandes cidades, as caçadoras desenvolvem ao máximo os seus instintos – que são uteis em batalhas e caçadas –, passando a pressentir quando o perigo se aproxima.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Nenhum.
Dano: Nenhum.

Poderes Ativos - Caçadora de Ártemis:
Nome do poder: Esfera Lunar II
Descrição: A caçadora de Ártemis poderá canalizar uma energia prateada forte nas mãos, semelhantes a esferas de luz brilhante, uma em cada palma, essa energia pode ser lançada em alta velocidade contra o oponente. Tais esferas, ao atingirem o alvo, causam não apenas um dano maior, como também podem deixa-lo paralisado, ou cego, por um curto período de tempo. (O efeito será decidido pelo narrador, podendo ser apenas um, ou outro, por vez).
Gasto de Mp: 20 MP (por esfera)
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: 30 HP (por esfera).
Extra: O efeito de cegueira, ou de paralisia, não é ao mesmo tempo, cada esfera é única, então, tal efeito, poderá ser decidido pelo narrador.




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Re: A espada perdida - Missão para Bae Zoey

Mensagem por Vênus em Qua Jan 10, 2018 12:15 pm


Bae Zoey 

Método de Avaliação:

Valores máximos que podem ser obtidos

Total de XP e Dracmas: 3.000 XP e 3.000 Dracmas.

Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%


Enredo e coerência de batalha: 40%
Gramática e ortografia: 20%
Criatividade: 25%

RECOMPENSAS:  2.550 XP e Dracmas.


Comentários:

De uma maneira geral eu confesso que pela ideia abordada por Éter eu esperava um pouco mais de sua personagem. A primeira sala não apresentou qualquer tipo de desafio na questão da batalha, que resumida em dois parágrafos a tornou extremamente fácil. Os monstros eram simples, verdade, contudo eram numerosos e mesmo você sendo uma combatente a distancia e rápida, pelo menos dois ou três deles teriam te alcançado antes que você fosse capaz de dar cabo do restante. Dessa forma, a batalha além de subjetiva, se tornou um pouco irrealista também. Na segunda sala a parte em que você encontra as chaves foi bastante aleatória, mas o que me chamou a atenção foi a questão da menina Helena. Os deuses são arrogantes sim, é verdade, e punem semideuses, mas acredito que não na situação em questão. Uma semideusa não terminaria presa por não cumprir seu objetivo, pois a deusa da lua convive com suas caçadoras o tempo todo, ela as entende e se iguala a elas. Mandaria reforços, ajuda, não descartaria alguém fácil assim. Fora que, no final, quando ela é liberta você tornou a situação ambígua, porque primeiro Helena diz que terminou ali porque Ártemis não ficou muito feliz com a missão, sendo que começou dizendo que ela foi pega quando tentou recuperar a espada. Já no final, ela diz que vai se explicar a Ártemis o motivo de nunca ter voltado, tornando assim toda a situação extremamente confusa. Já na terceira fase eu esperava um inimigo diferente, mas estou levando seu nível em consideração. Eu acredito que você poderia sim ter escolhido um monstro um pouco mais forte, afinal ele aparentemente guardava uma espada lendária e um cão infernal é uma criatura comum. O desafio a principio ficou confuso, e a espada apareceu de uma maneira aleatória também depois que você o resolveu, contudo, ficou compreensível. Eu não tenho muito o que dizer quanto a ortografia e a gramatica, além de palavras repetidas e erros de digitação não encontrei nada muito alarmante em seu texto, portanto não farei descontos referentes a isso. Por fim, não menos importante, estou lhe dando o cargo solicitado, contudo acredito que você precisa trabalhar melhor alguns pontos diversos em suas próximas narrativas, leve as coisas descritas acima como uma forma de aprendizado e qualquer dúvida me mande MP.





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Vênus
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Re: A espada perdida - Missão para Bae Zoey

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