The Blood of Olympus
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The clock is ticking!

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The clock is ticking!

Mensagem por Coraline Hölms Petrovich em Sab Dez 16, 2017 9:35 pm

I know you
And you've got to

Tópico destinado à trama da personagem! A cada nova evolução, será atualizado aqui neste primeiro post! (Caso hajam pessoas que desejem acompanhar)




Última edição por Coraline Hölms Petrovich em Qui Out 11, 2018 2:33 pm, editado 3 vez(es)


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Re: The clock is ticking!

Mensagem por Coraline Hölms Petrovich em Ter Dez 26, 2017 1:08 pm




“PRÓLOGO”

 
Um avião avançava com uma velocidade impressionante, mergulhando no chão. O zumbido alto e ensurdecedor seguido de uma explosão de faz todo o cenário de deserto e guerra se encobrir de fumaça e fogo. A cabeça girava e ecoava como nunca, era como se estivesse surdo. Uma prece é feita aos céus, não à Deus como natural de ser feito, mas uma prece à Zeus, o rei dos céus. Ele queria viver, mas já era tarde demais. A este ponto, a visão lhe escurece já não é possível ouvir mais nada. Teria ele sido rejeitado pelo próprio pai? O que teria lhe provocado tanta angústia e sofrimento? O nascimento de uma semideusa da Discórdia? Éris, aquele era o nome da mãe, a deusa da discórdia.

Coraline acorda na cama do pesadelo, com o suor manchando os lençóis, além de lágrimas que corriam incessantemente pelo rosto. - Que porra foi essa? - Resmunga completamente perdida no que acontecia. Dia vinte e seis de dezembro, aquele era o aniversário de morte do seu pai. Que segundo o que muitos dizem, morreu em combate durante a guerra do Vietnam, servindo ao EUA como o principal piloto da força aérea. O relógio ao lado da cama ainda marcava 3:40 da manhã, mas a necessidade de relaxar de Coraline é maior do que o sono depois de tal sonho.

Após um banho rápido, ela sem nem se preocupar em abrir janelas, apenas acende um cigarro de maconha e leva imediatamente à boca. Aquele era o escape dela, aquele era o refúgio desde que morava no orfanato. E sem dúvidas, aquele era a chave para o mundo dos sonhos bons. Em menos de uma hora, Coraline já estava entrando em um sono profundo e tranquilo, totalmente diferente do que tivera antes.




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Re: The clock is ticking!

Mensagem por Coraline Hölms Petrovich em Sex Dez 29, 2017 2:06 pm




“ZEUS NOS AJUDE”

O chamado à casa grande nunca era bom sinal. E se eu, Coraline estava sendo chamada lá de duas uma: ou alguma merda eu fiz, -dessa vez sou inocente- e não fiquei sabendo, ou eles simplesmente arrumaram uma merda pra eu fazer. - Que não seja limpar o lixão do quarto do Dionísio. - Falo baixo ao revirar os olhos, subindo as escadas de madeira que rangiam e passando pela porta grande. A primeira pessoa que me deparo com é nada mais nada menos, do que o próprio deus do vinho. Maldita boca. - Achei que não viesse, Carolina. - Ele nunca acertava o meu nome, mas pouco ligo para o que ele me chama, velho caduco. Pelo menos ninguém saberia quem era caso eu resolvesse fazer mais alguma merda.

- Alguns pirralhos foram sequestrados, acho que você pode muito bem ir lá salvá-los. - Estreito os olhos para o Deus e então dou uma risada com a piada contada. - Mas nem fodendo! - Eu não conseguia controlar minha boca nem mesmo na frente de um Deus, no mínimo aquilo me renderia uma noite sem ter direito a beber vinho. O olhar de repreensão do Deus e a latinha de coca diet em sua mão me fazem parar de rir, passando a olhar para baixo, e então, Quíron sai de uma das salas, parecia temer que Dionísio agisse de má fé comigo.

- Coraline, venha comigo. - Passo pelo Deus que cheirava a álcool, provavelmente um daqueles bêbados de praça, nada muito diferente do que eu era, e sigo Quíron, o centauro que se fizesse a barba, cortasse o cabelo e tivesse corpo humano, seria até que bonitinho. - Precisamos que você vá a Washington. Crianças foram raptadas pela Seita, são nossas crianças. Uma delas é sua irmã, ela tem só quatro anos e não tem controle algum dos poderes. - Meus olhos param no canto da sala e os braços se cruzam, eu não considerava mesmo ninguém como minha família. E não seria agora que começaria. A chantagem emocional não funciona, volto a olhar Quíron, esperando que continuasse com uma careta claramente desgostosa com a situação. - O que eu ganho arriscando a minha vida para salvar a dos pirralhos? - Arqueio uma sobrancelha olhando diretamente aos olhos do centauro.

- Podemos conversar sobre isso se você fizer uma boa missão e trazer todas a salvo. E recomendo que aproveite essa chance, é a única que você terá se recusar. - A oportunidade de sair daquele inferno chamado acampamento começa a me fazer pensar a respeito do assunto. Minha expressão não mais era de pura ironia. Agora trazia um ar de curiosidade e até mesmo vontade. Talvez se eu saísse e encontrasse algum outro lugar para ficar, seguindo Nyx e servindo à ela, mesmo sem me unir com os demônios. Talvez eu fosse feliz assim, Levi iria me procurar, eu tinha certeza, e além do mais, eu sabia que não iriamos ficar longe de qualquer forma. - Tá. Eu vou. - Falo antes do velho abrir a boca de novo. - Onde eles estão? Alguma pista? - Pergunto de maneira apressada, quanto antes saísse, mais cedo teria minha liberdade.

- A sede do Exército Americano é onde suspeitamos que seja a central da Seita, afinal, o exército é a grande cabeça dessa guerra travada em estudar vocês, semideuses.  Mas tome cuidado, Coraline. - O olhar de preocupação que tinha sobre o meu corpo agora começava a me fazer pressão. Claro, eu sentia medo da “seita” e eu sabia que toda a merda só estava acontecendo por causa daquela maldita guerra contra os monstros idiotas. Por que mesmo que Thanatos provocou tanta confusão? Ah é, pra nos foder mais uma vez.

- Como chego até lá? - Eu perguntava de maneira financeira. Eu não tinha como bancar uma passagem de avião, muito menos um taxi ou passagens de ônibus. Todo o dinheiro que eu tinha eram dracmas, só dracmas. - As três irmãs são um transporte bastante interessante, e expresso. Você tem bastante dracmas? - A ideia de pegar um taxi com três bruxas doidas me deixava um tanto quanto enjoada, mas se aquela era a única maneira de chegar à Washington D.C. então, eu me arriscaria. - E como eu faço para chamar elas? - Pergunto à Quíron com a dúvida estampada na minha face, claramente confusa em relação a como o transporte seria requisitado.

(...)

O taxi era uma loucura. Quando elas não estavam discutindo, estavam quase batendo nos carros e árvores dos caminhos que cortamos. Elas falavam tanto que minha cabeça começava a latejar. As reviradas de olhos que já eram constantes para mim, ficam ainda mais frequentes. Eu só queria chegar logo à famosa capital dos Estados Unidos da América.

- A garota revira os olhos, sabiam? - Uma diz. - Pelo menos ela tem olhos! - Diz a outra. - E que olhos elétricos, parecem até com os do avô, atidude igualzinha a da mãe! - Diz a que dirigia e tinha um dos olhos encaixado no buraco, que as outras não tinham. Tudo o que elas me diziam parecia ser besteira, elas mal me conheciam, e viviam dizendo coisas sobre eletricidade e choques estáticos que sentiam conforme eu e movia no taxi. Velhas estúpidas.

- O que querem dizer com isso? - Pergunto somente para ver até onde elas iriam, e droga elas não caem na minha rede. - Ih, ela quer saber mais. - A primeira diz. - Mas ela não pode saber mais, nós que sabemos demais. - A segunda completa. - Ele não ficaria nada feliz caso ela descobrisse. - A que dirigia completa. E continuo insistindo, a viagem era longa demais para eu não me aproveitar daquelas mulheres chatas que não paravam de falar. - Quem é "Ele"? - Pergunto como se não quisesse nada demais, eu estava extraindo informações delas sem que percebessem. - A o rei. - A primeira começa. - Aquele que controla as tempestades. - A segunda complementa. - Calem a boca ou o Rei dos Céus não vai ficar feliz com isso. Vamos ter que cobrar extra por isso. - A que dirigia termina.

Zeus? Estavam falando de Zeus? Bufo contente com a resposta que somente me deixa mais intrigada. Flashs do meu sonho ecoavam em minha mente, ver meu pai morrendo era doloroso o suficiente, e agora elas me enchiam com todas aquelas informações inúteis. O que Zeus tinha a ver com o que acontecera com o meu pai? Me recordava perfeitamente de como tudo no meu sonho aconteceu. Estava tudo perfeitamente fresco em minha memória, a noite passada foi agitada, e agora, eu estava indo em missão, não podia escolher momento pior para sair do acampamento.

O carro para de supetão, me fazendo quase voar para frente, segurando na traseira do banco da frente e exclamando assustada. Estávamos na frente da casa branca, e elas estavam prontas para me cobrar. Enfio a mão dentro do bolso da minha jaqueta de couro e dela, retiro alguns dracmas. Coloco na mão da que esperava e por fim, saio do carro, a porta se abria imediatamente, eu nem precisava tocá-la, era só eu me virar e eu já estava fora do carro, praticamente sendo expulsa de dentro dele. - Velhas. - Falo quando o carro some pela rua. Meus olhos iam para a casa branca, aquele era o lugar que eu deveria estar? Talvez não. Mas eu precisava me camuflar entre as pessoas normais. Felizmente, minha jaqueta conseguia esconder a minha faca de guerra muito bem no bolso.

Resolvo começar a andar e seguir meus instintos. Eu não tinha ideia de onde ir ou de o que fazer. Então, resolvo ir para a casa branca, eu sabia que aquela era uma instituição do governo, e sabia que existiam semideuses trabalhando ali, mas a questão era: Eles haviam sido capturados pela seita, assim como os demais semideuses, ou haviam se camuflado tão bem a ponto de não serem pegos? Logo na portaria, sou barrada. - Somente pessoas com acesso especial podem entrar, garota. - O guardinha baixinho e gordinho me dizia de dentro da cabine dele. Alguns seguranças se moviam de forma agressiva para impedir que eu tentasse entrar mesmo assim.

Minha mente começa a trabalhar a todo vapor. - Senhor, eu tenho uma entrevista de emprego para fazer hoje. Pretendo trabalhar como secretária, eu havia me candidatado à alguns meses atrás, e eles me ligaram dizendo que eu precisaria vir até aqui para que a entrevista fosse realizada. - Ele parecia não acreditar ainda em mim. - Não há entrevista de emprego nenhuma acontecendo aqui hoje, pode por favor, se retirar, senhorita? Ou teremos que retirá-la a força? - Meus olhos vão em direção aos dois gigantes logo na minha frente e então um sorriso amarelo surge em meus lábios. - Não. Hm, não se preocupe, senhor. Acho que me enganei, eu deveria estar na sede do exército, na verdade. Sabe me dizer como faço para chegar até lá? Meu pai trabalhou lá por um tempo, mas infelizmente faleceu em guerra. - Uso somente a verdade desta vez. Quem sabe agora não funcionaria?

- Um ônibus passa aqui a cada três horas. Acho que o próximo chega em meia hora. Quem era seu pai? - Perfeito. Dou um sorriso e então continuo a conversa, seria bom jogar um pouco de papo fora antes de pegar o ônibus, ou antes de ser capturada por monstros ou pela seita. - Klaus Petrovich. Morreu por causa de um acidente aéreo no Vietnam à quinze anos atrás, completou quinze anos hoje. - Faziam anos desde que eu não tocava no nome do meu pai, era estranho pensar que ele um dia fora um reconhecido piloto do exército americano. - Está falando sério? - O porteiro me pergunta com tom de surpresa, ele o conhecia? - O cara era extraordinário. Eu não sei como, mas ele sempre dava um jeito se sair de cada emboscada! - O mais estranho era sentir o meu coração se aquecer e bater mais forte com aquilo que era falado.

- Eu costumava trabalhar como porteiro lá, ele sempre me ajudava quando a luz faltava, antes de ser piloto ele era eletricista. - Ele se apressa em dizer ao ver minha cara de confusão. - Ah, legal. - Sorrio novamente, tendo um pressentimento nada bom, um cheiro de monstro me atingia em cheio, era diferente do cheiro de madeira que o porteiro trazia. Os guardas que antes estavam na minha frente, agora haviam sumido. Nada bom. Nada, nada bom. - Hey, foi bom te conhecer. Vou ficar no ponto de ônibus. Até! - Aceno brevemente antes de correr para o local apontado como ponto de ônibus. Eu esperava que o mesmo chegasse logo e que o papo trocado tivesse passado pelo menos cinco dos trinta minutos que eu deveria esperar.

- Coraline Petrovich? - Uma voz ressoa atrás de mim, era um dos seguranças, mas desta vez, ele parecia muito mais bonito, ou eu que não havia reparado na sua beleza antes? - Como sabe o meu nome? - Pergunto dando um passo para trás e já levando a mão para o bolso da minha jaqueta, tentando prestar atenção na pessoa atrás de mim, seria um membro da Seita ou um monstro? O cheiro era muito forte para negar. Era um monstro. Forço minha visão através da névoa, mas não consigo, é muito forte. Tudo o que eu conseguia ver através das minhas lentes eram pequenos chifres na testa, um demônio? Demônios de Nyx não tinham chifres, muito menos me atacariam.

- O que você quer? - Pergunto tentando ganhar tempo, mas o monstro avança em mim como se estivesse prestes a me beijar. Ele tinha a mesma pose de beijo, pelo menos a mesma pose que geralmente é usada quando você vai beijar alguém. Em minha jaqueta saco minha apple of discord e enfio na barriga dele quando ele está próximo o suficiente. Mas ele e arranha direto no rosto, era um golpe de pura crueldade e brutalidade. Retiro minha faca de dentro do corpo do monstro e então o encaro no fundo dos olhos. Meu rosto ardia pra cacete quando me dou conta de que estávamos em público e que qualquer um poderia ver aquela briga como uma briga entre segurança e uma garota doida que esfaqueou o segurança.

O tumulto ao nosso redor já começava. Merda. Eu precisava acabar com aquele monstro e dar o fora imediatamente. Os ataques contra o meu corpo continuavam, ele tentava se aproximar para me beijar e me arranhar, mas a minha faca não parava um segundo sem atacar o guarda/monstro em diversos lugares, mas ele parecia não morrer nunca. - Nem parece neta de um dos três grandes, é mesmo uma fraca como Éris. - O tom de deboche sedutor me deixava com a nova pulga atrás da orelha, além de uma raiva que somente crescia conforme as palavras era proferidas. Mas que merda ele estava falando? - Cala a porra da sua boca, monstro desgraçado! - Grito com puro ódio e fúria em meus olhos, que agora brilhavam elétricos e perigosos. O golpe final foi dado na jugular do monstro, fazendo com que sua cabeça rolasse no chão. Assim como fiz com os zumbis durante a invasão no acampamento.

Eu ria o monstro que agora era puro pó. Eu sentia o gosto se ferro em minha boca pela quantidade de sangue que escorria dos arranhões na minha bochecha. Dei sorte de não ter acertado meu olho. Guardo minha arma novamente em minha jaqueta, e então me preparo para correr. Os comentários sobre o que aconteceu pelas pessoas envolvia tanto a agressividade, quanto sobre meus olhos. - Eles pareciam faíscas! - E sabia que tinha lindos olhos, não era novidade. Mas aquilo estava estranho demais.

Minha cabeça girava entre os comentários que recebi no taxi, até o porteiro, ao monstro e por fim, meu sonho. “As preces á Zeus não foram suficientes, o que teria ele feito para causar tanta fúria do seu próprio pai, a ponto de decidir matá-lo?” Aquela era a frase que ecoou na minha mente enquanto eu sonhava e até mesmo depois de acordar do maldito sonho. - Zeus? Neta de Zeus? Eu? - Os olhares em minha direção ficavam mais constantes e mais temerosos. Começo a correr para longe da multidão, que se abria por medo de mim. Tudo na minha fuga corria muito bem, até que sou barrada por uma parede de policiais, que me seguram em grupo, me imobilizando e injetam algo em meu pescoço. Minha visão se esvai de pouco em pouco, assim como os meus demais sentidos. Eu estava morta? Aquele era o fim para mim? Meu tempo em terra tinha acabado?




Considerações:
Esta CCFY foi feita com o intuito de conseguir legado de Zeus, ela é curta e terá continuação para o pedido de um grupo extra, porém, não será continuada neste tópico, e sim na trama de outra pessoa. Coraline NÃO está morta, apenas recebeu uma dose de tranquilizante para a Seita (policiais) conseguirem levar ela para a sede do Exército em Washington, que é onde as crianças estão presas e estudos são feitos constantemente com os semideuses!

O monstro enfrentado foi o Inccubus/Succubus.

• Esta trama envolve a Seita e os fatos ocorridos após a Cidade dos Monstros, o que me dá o bônus de +50% na bonificação final, como dizaqui.

Obrigada desde já!

Itens levados:
Purgatory Armor [Uma armadura ajustável ao corpo de cada semideus, essa armadura é totalmente preta, já que é feita de ferro estígio, fornecendo uma grande defesa ao semideus. A armadura é coberta – nas ombreiras e joelheiras – por elevações que tem o formato de espinho. Quando não usada vira uma jaqueta de couro. | Efeito 1: De acordo com a vontade da semideusa a armadura pode se tornar uma jaqueta de couro escuro – sintético – e vice-versa. | Ferro estígio | Sem espaço para gemas | Beta | Status: 100% sem danos | Mágico | Arsenal do Acampamento]

• Apple of Discord [ Faca de guerra, tem o tamanho médio, chegando à 25 cm de comprimento e 5 cm de largura, é bem leve ao toque e bastante resistente, é inteira feita de bronze celestial. Possui corte duplo na lâmina, que faz movimentos de ondas nas laterais. O cabo é todo entalhado com frases em grego sobre a discórdia e no final do mesmo possui o detalhe em formato de maçã, representando o pomo da discórdia. | Efeito 1: Resistência à magia de ilusão, qualquer poder de ilusão, medo ou charme lançado contra o portador dessa arma, terá o efeito reduzido em 50%. Efeito 2: Sempre retorna ao bolso do dono na forma de um dracma com desenhos especiais que lhe trazem lembranças únicas para o seu personagem. O desenho sempre muda, nunca é o mesmo. | Bronze Celestial | Espaço para 2 gemas | Alfa | Status: 100% Sem danos | Necessário nível 10 para domínio completo da arma | Épica | Evento Cidade dos Monstros]

Lentes Danadinhas [Lentes de contato que mudam de cor conforme a vontade do portador, ou seja, podem virar vermelhas, azuis, amarelas, roxas, ou qualquer outra cor desejada. Tais lentes foram banhadas e enfeitiçadas com runas magicas, que dão ao portador a propriedade de ver além das roupas, distinguir o corpo através do tecido, e até mesmo, através da pele, estudando a estrutura óssea. É boa para sacanagem de quem gosta de ver o que não devia, e para estudos em batalha, afinal, distinguir o inimigo é essencial | Resistência: Sigma | Status 100%, sem danos | Mágico | Encantado por Pandora, comprado no Pandevie Magie]

Poderes Passivos - Filhos de Éris:
Nome do poder:  Apreciadores da Discórdia
Descrição: Os filhos de Éris/Discórdia são parcialmente conhecidos por serem bastante impiedosos, do tipo que gostam de ver “o circo pegar fogo”, ainda mais se forem eles mesmo que causaram o “incêndio”. (Isso depende muito da pessoa, alguns de seus filhos podem ter não herdado sua maldade.)
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum

Nome do poder: Energia
Descrição: Caso haja um clima de discórdia, vingança ou ira no campo de batalha, você irá se sentir mais forte e revigorado.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: + 5 de HP e + 5 de MP.
Dano: Nenhum

Nome do poder: Perícia com facas e lanças I
Descrição: Os filhos de Éris/Discórdia possuem habilidade tanto com armas que conferem certa distância quanto com armas de curto alcance. Nesse nível ainda é algo muito simples e sua habilidade se destaca, mas está longa da perfeição.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: +20% de assertividade no uso de uma dessas armas.
Dano: +5% de dano.

Nome do poder: Ambidestria
Descrição: Éris/Discórida era braço direito de Ares, por isso - ao menos com armas - seus filhos são ambidestros. Tendo habilidade de manuseio com ambas as mãos.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Mesmo estando com uma arma na mão dominante, conseguira usar outra na mão oposta sem qualquer problema.
Dano: Nenhum

Nome do poder: Causador de Discórdia I
Descrição: As proles dessa deusa são ardilosas e, nesse nível, contam mentiras que parecem muito verídicas, podendo fazer o oponente ficar levemente confuso.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Torna poderes de ilusão, mentiras e discórdia através de palavras e da mente 15% mais fortes.
Dano: +5% de dano se o semideus conseguir fazer com que caiam em sua teia de mentiras e ilusões.

Nome do poder: Bom ator
Descrição: Devido a sua habilidade em contar mentiras, você acaba sendo um improvisador nato e essa habilidade pode lhe ser muito útil para sair de momentos difíceis.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +10% de força em poderes ativos que necessitem de persuasão, ilusão ou mentiras. +15% de chance de sair de uma situação complicada usando tal habilidade.
Dano: Nenhum

Nome do poder: Aprimoramento de força
Descrição: Como Éris/Discórdia acompanhava Ares/Marte em batalha, seus filhos conseguem aumentar sua força de modo que ela se compara a da prole do senhor da guerra, ficando abaixo apenas de tais crias.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +15% de força em batalha.
Dano:  +5% de dano se os golpes acertarem.

Nome do poder: Estrategista Habilidoso
Descrição: De tanto criar mentiras você começa a se tornar um bom estrategista, sendo capaz de criar estratégias de batalha quase tão eficientes quanto a das proles de Atena.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +20% de chance de que seus planos funcionem conforme o esperado.
Dano: Nenhum

Nome do poder: Perícia com facas e lanças II
Descrição: Agora a sua habilidade começa a se aperfeiçoar ainda mais e você com toda certeza passa a ser um dos destaques no uso de ambas as armas.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: +35% de assertividade no uso de uma dessas armas.
Dano: +15% de dano.

Nome do poder: Furtividade I
Descrição: Os filhos de Eris/Discórdia tendem a ser bastante espertos, furtivos, devido as palavras venenosas e da má sorte que instalam ao seu redor. Isso faz com que consigam se esquivar mais facilmente, e se locomover sem serem notados com facilidade, podendo evitar fazer barulhos, ou serem detectados.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +15% de furtividade em luta. +20% de chance de pegar o inimigo de surpresa.
Dano: Nenhum

Poderes Ativos - Legado de Zeus:
Nome do poder: Intimidação
Descrição: A prole de Zeus/Júpiter possui um olhar penetrante e, quando enfurecido, os olhos da prole tornam-se – aparentemente – elétricos avisando a inimigos que um golpe logo irá ocorrer. E, quando isso ocorre, o próximo golpe do semideus causa +10 de dano.
Gasto de Mp: -10 de MP
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: +10 de dano.
Dano: Nenhum.
Extra: Nenhum.


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Re: The clock is ticking!

Mensagem por Zeus em Seg Jan 01, 2018 11:49 am


Coraline


Método de Avaliação:

Valores máximos que podem ser obtidos
5.000 XP + 5.000 Dracmas

Ortografia/Gramática: 30%
Desenvolvimento da História: 40% XP
Ações realizadas: 40%

Avaliação
Ortografia/Gramática: 18%
Desenvolvimento da História: 40% XP
Ações realizadas: 35%

RECOMPENSAS: 4150 + 50% = 6.225 (XP e DRACMAS)


Comentário:

Coraline, gostei bastante da personalidade da sua personagem, você a explora bem e isso a torna alguém bastante marcante. Levei suas considerações finais em conta e por isso, apesar de considerar a historia incompleta, estou dando o legado, mas descontando pontos de criatividade, porque sua personagem está descobrindo o legado de uma forma que eu acredito poderia ser mais bem explorada. São informações dadas por monstros e as três irmãs cinzentas que eu acho você poderia ter explorado melhor, embarcando em uma jornada em busca de respostas talvez? Eu não sei, mas no geral gostei bastante. Também estou tirando um pouco de pontos nas ações realizadas devido a falta de coerência ao enfrentar um deus, no geral, acabamos sendo explosivos com nossas personalidades e seu comportamento explosivo poderia ter te feito ganhar uma maldição. O que compreendo também como personalidade e por isso estou lhe dando a tão merecida recompensa apesar dos pequenos descontos.



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Re: The clock is ticking!

Mensagem por Coraline Hölms Petrovich em Seg Abr 16, 2018 8:37 am




“FREEDOM”

- Monstros! Vocês mataram ela! - A garota ruiva foi a primeira a gritar ao grupo de policiais. E logo uma multidão inteira se revoltava contra o ocorrido na frente da Casa Branca minutos atrás. - Ela só estava se defendendo, não viram o quanto aquele segurança estúpido machucou ela? - De pouco em pouco, toda a multidão que estava ali começava a ofender os policiais que sequestraram a filha de Éris. Aquele não seria o fim para ela, mas talvez fosse o começo de uma revolta da população contra os membros da Seita. Era óbvio, todos viram o quanto Coraline estava machucada antes de ser dopada, todos viram que ela estava em um momento frágil. Porém, aquilo não impediu que os carros da polícia levassem-a até a sede da Seita em Washington DC.

(...)

Os dias se passavam repletos de torturas físicas e mentais, além de testes para descobrir a fonte de eletricidade do corpo da semideusa. Tudo o que os soldados alimentavam-a era uma maçã. Sim, uma simples maçã. Mal sabiam eles, que esta maçã era a única coisa que a ajudava a se recuperar dos ferimentos causados pelas torturas. Diferente de como agia fora dali, Coraline se mostrava completamente participativa em entregar informações, falsas, fingindo serem verdadeiras e evitando, assim, castigos mais cruéis e ameaçadores. Ela torcia para que alguém aparecesse para tirá-la dali, sem mais esperanças de que seu parceiro e enfermeiro particular, Levi, surgisse para levá-la.

Coraline passava os dias quieta, apenas se mantinha viva. Os pesadelos sobre a morte do pai ainda a atormentava dia e noite, mas aquilo era o que menos a preocupava. Ela se sentia novamente presa no orfanato com aquelas crianças puxa-saco da senhora LeBleau, mas pelo menos agora, sabia onde as crianças do acampamento estavam, mesmo que não tivesse ideia de como escapar de lá com todas elas. Ao menos ainda tinha todas as suas armas consigo, afinal, todas estavam disfarçadas.

Um dia, sem saber exatamente a hora ou quantos dias haviam se passado desde que fora sequestrada, Coraline recebe uma surpresa imensa e cheia de esperança. A princípio não sabia se era pegadinha, ou se realmente as portas das celas se abriram sem que nenhum soldado a fizesse. Estava livre! Mas uma sensação de que aquilo poderia ser uma armadilha a faz hesitar, somente saindo da cela quando nota todos os outros semideuses presos ali, também deixando seus lugares.

Agarrando-se àquela oportunidade única, acompanhando o fluxo de semideuses, finalmente se encontra com as crianças que havia prometido salvar quando saiu do acampamento. A adrenalina era tanta que mal se importou em procurar quem realizou aquele feitio, pelo menos não naquele momento. Apenas subia as escadas com pressa, acompanhando todas as crianças e fazendo questão de se certificar que nenhuma ficaria para trás, haviam algumas mais velhas, mas outras incrivelmente novas, estas quais deveriam ser as crianças que Quíron comentou a respeito, uma delas era a irmã mais nova de Coraline.

Sair da base militar e correr para a floresta deu uma sensação de liberdade para todo o grupo de sequestrados, mas uma forte explosão fez com que todos parassem e olhassem para trás. O prédio tinha explodido. Mas a responsável pelo feitio havia aparecido também, junto com um homem que começava a guiar todo o grupo de semideuses. Elena, filha de Afrodite era a salvadora do dia, a neta de Zeus a reconhece imediatamente pela bunda, mesmo que no uniforme militar. E que bunda. A semideusa sente pena dela ao notar que em suas mãos havia um cinto e em sua face, uma expressão clara de perda.

Mas não ousa chegar mais perto, por mais que sentisse por ela, coisa que dificilmente aconteceria se fosse com outra pessoa, porém, Coraline pegou afeição à moça desde o treino de Nyx. Trilhando, assim, o caminho para o acampamento, acompanhando o grupo de crianças que ela deveria ter salvado, falhando em sua própria missão, mas saindo vitoriosa, já que todos estavam livres, inclusive ela mesma.

A finalização desta parte da trama é só uma abertura para o início de outra. A trama toda foi baseada na trama da Elena, que supostamente iriam acontecer mutuamente, portanto, me aproveitei dela (com a permissão da dona da trama) para justificar o meu "escape" da sede da Seita em Washington DC, coisa que vai ser extremamente importante para meus planos futuros de conseguir um grupo extra.

Esta parte da CCFY não precisa ser avaliada, pois não é nada relevante para a Coraline conseguir nenhuma recompensa, é apenas uma forma que encontrei de arrumar a situação em que ela se encontrava.

Trama da Elena - A ascensão da Rosa.



Itens levados:
Purgatory Armor [Uma armadura ajustável ao corpo de cada semideus, essa armadura é totalmente preta, já que é feita de ferro estígio, fornecendo uma grande defesa ao semideus. A armadura é coberta – nas ombreiras e joelheiras – por elevações que tem o formato de espinho. Quando não usada vira uma jaqueta de couro. | Efeito 1: De acordo com a vontade da semideusa a armadura pode se tornar uma jaqueta de couro escuro – sintético – e vice-versa. | Ferro estígio | Sem espaço para gemas | Beta | Status: 100% sem danos | Mágico | Arsenal do Acampamento]

• Apple of Discord [ Faca de guerra, tem o tamanho médio, chegando à 25 cm de comprimento e 5 cm de largura, é bem leve ao toque e bastante resistente, é inteira feita de bronze celestial. Possui corte duplo na lâmina, que faz movimentos de ondas nas laterais. O cabo é todo entalhado com frases em grego sobre a discórdia e no final do mesmo possui o detalhe em formato de maçã, representando o pomo da discórdia. | Efeito 1: Resistência à magia de ilusão, qualquer poder de ilusão, medo ou charme lançado contra o portador dessa arma, terá o efeito reduzido em 50%. Efeito 2: Sempre retorna ao bolso do dono na forma de um dracma com desenhos especiais que lhe trazem lembranças únicas para o seu personagem. O desenho sempre muda, nunca é o mesmo. | Bronze Celestial | Espaço para 2 gemas | Alfa | Status: 100% Sem danos | Necessário nível 10 para domínio completo da arma | Épica | Evento Cidade dos Monstros]

Lentes Danadinhas [Lentes de contato que mudam de cor conforme a vontade do portador, ou seja, podem virar vermelhas, azuis, amarelas, roxas, ou qualquer outra cor desejada. Tais lentes foram banhadas e enfeitiçadas com runas magicas, que dão ao portador a propriedade de ver além das roupas, distinguir o corpo através do tecido, e até mesmo, através da pele, estudando a estrutura óssea. É boa para sacanagem de quem gosta de ver o que não devia, e para estudos em batalha, afinal, distinguir o inimigo é essencial | Resistência: Sigma | Status 100%, sem danos | Mágico | Encantado por Pandora, comprado no Pandevie Magie]

Poderes Passivos - Filhos de Éris:
Nome do poder: Cura do Pomo I
Descrição: Inicialmente comer uma maçã - um dos símbolos de sua mãe - poderá lhe dar um pouco mais de energia e fazer você se sentir revigorado, mas nesse nível não é nada muito elaborado.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: + 10 HP e + 10 de MP
Dano: Nenhum

Nome do poder: Bom ator
Descrição: Devido a sua habilidade em contar mentiras, você acaba sendo um improvisador nato e essa habilidade pode lhe ser muito útil para sair de momentos difíceis.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +10% de força em poderes ativos que necessitem de persuasão, ilusão ou mentiras. +15% de chance de sair de uma situação complicada usando tal habilidade.
Dano: Nenhum

Nome do poder: Sobrevivente
Descrição: O filho de Eris/Discórdia, não sofre como outras pessoas a torturas relacionadas a fome, sendo capaz de passar mais de 10 dias sem comer e ainda assim – apesar de muito fraco – permanecer vivo.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Mesmo com uma fome infernal, poderá se manter vivo por um longo período de tempo.
Dano: Nenhum

Poderes Passivos - Legado de Zeus:
Nome do poder: Seguido
Descrição: Naturalmente a prole de Zeus/Júpiter possui uma aura de líder que faz com que os campistas e demais semideuses aliados os sigam naturalmente, esperando ordens e afins. No entanto, vale ressaltar que, dificilmente campistas de nível superior ou com grande força mental sejam afetados.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Nenhum.
Dano: Nenhum.


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Coraline Hölms Petrovich
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