The Blood of Olympus
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RP Ilha de Natal -//- Max Rayes

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RP Ilha de Natal -//- Max Rayes

Mensagem por Max Hayes em Qua Dez 13, 2017 1:47 pm

Fixas de Natal
Abaixo seguem as missões fixas do evento de natal. Todas elas serão sinalizadas com algumas informações no início para localização e tipo de missão.


Maxine Hayes


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Max Hayes
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Re: RP Ilha de Natal -//- Max Rayes

Mensagem por Max Hayes em Qua Dez 13, 2017 11:18 pm






Sobre a fixa:
Temporada de festas – As temporadas de festas sempre veem recheada de algumas pequenas surpresas e festas, então porque agora séria diferente? Chegou ao ouvido de alguns famosos que a seita os está caçando, afinal, como diria nosso bom e velho Quiron todos ficariam surpresos se ele revelasse alguns nomes de semideuses famosos. Dessa vez, nós vamos revelar! Dois cantores famosos estarão realizando um show beneficente de natal na Broadway e pediram ajuda de Quiron/Lupa para despistar monstros e integrantes da seita. Você foi contratado para servir de segurança durante a noite e deve proteger os dois cantores, conte-nos como foi essa aventura! (Ex de cantores: Ed Sheeran, Beyonce, etc.. vocês podem definir de quem eles seriam filhos)
Objetivo: Servir de segurança para os dois cantores famosos sem compromete-los no mundo mortal. Salvando-o de possíveis confusões durante a noite, como monstros atacando ou a seita descobrindo algo que não deveria.
Recompensas: 5.000 XP + 5.000 Dracmas (+50% de bônus pelo envolvimento da seita, mas o semideus deverá explicar a participação dela em sua história, do contrário, não recebe o bônus).  + 8 Estrelas.

Max possuía uma nova noção para fantástico, inacreditável e mágico. Tinha encontrado monstros e criaturas etéreas, bonitas ou bizarras. Mas em nenhum momento de sua nova jornada pensou que realmente estaria ali, recebendo aquele tipo de missão. Escutava o que o centurião falava, piscava lentamente e seus neurônios teimavam em não acreditar nas frases que eram formadas por palavras tão distantes de sua realidade. — Espera, espera — pediu balançando a mão em um pedido simbólico de “pare”. O garoto parou de falar e encarou Maxine em uma expressão nada feliz — Você disse que vou conhecer Dua Lipa e a Pink?

Você vai ser seguranças delas — o centurião parecia estar reunindo todas as dosagens de educação que possuía — É uma missão, não se esqueça! Elas são semideusas e com a loucura que está é preciso de outro semideus para protege-las. Elas vão tocar na Broadway no natal, esteja preparada!

Espera, você está fumando algo muito bom para vim com essa brisa — Max cruzou os braços, o olhar azul elétrico encarando o superior sem temor algum — Esqueceu de quem eu sou filha? Eu chamo a atenção só de respirar! Estando perto delas eu só as colocaria em perigo, atraindo mais monstros!

Não faríamos essa escolha se não estivéssemos prontos para executá-la, Hayes! — o centurião massageou o topo do nariz — Você receberá todas as instruções antes de sair do Acampamento. E, pelo amor de Vênus, coloque roupas adequadas!

A filha de Júpiter estreitou o olhar sem esconder o descontentamento com aquela crítica direta ao seu estilo. Se era para ser uma garota problema, precisava ser uma como mandava o figurino! O centurião fez um gesto para que ela saísse e Max apenas revirou os olhos, batendo a porta atrás de si com certa força. Mas assim que esteve protegida daquele olhar crítico, os lábios foram repuxando em um sorriso quase infantil. Iria conhecer duas de suas cantoras favoritas!

-//-

Proles dos três grandes eram crianças amaldiçoadas a terem uma presença marcante. Para os monstros, eles simplesmente eram mais gostosos, saborosos e cheirosos. Se sobreviver no mundo como um meio-sangue comum era difícil, essa tarefa parecia multiplicar ainda mais quando se tinha o azar de nascer com sangue divino de um dos três reis. Max não errou ao explanar sua preocupação em fazer a segurança de duas figuras públicas, quando só a existência dela parecia atrair o próprio perigo. Os romanos também não pareciam ter se esquecido desse detalhe. — Esse é um anel que está temporariamente enfeitiçado. Amanhã logo ele será um acessório comum, sem nenhum efeito — dizia o centurião — Ele vai suprimir boa parte de sua presença divina.

Enfeitiçado, tipo, magia mesmo? Real oficial? — Max indagou agitada, encarando o anel que já repousava sobre o seu dedo anelar da mão destra. Era bem comum e ela não sentia nada diferente — Se eu tivesse um desses alguns anos atrás... — sentiu o olhar do centurião quase amansar com sua fala meio tristonha, por isso logo deu de ombros e balançou a mão como se fosse nada demais — Bom, acho que tenho de ir certo? Juro que manterei os corpos lindos daquelas divas intactos ou não me chamo Maxine!

O ponto de encontro era próximo da saída do túnel. Segundo as instruções que tinha recebido, Maxine acompanharia as duas cantoras ao mesmo tempo durante toda a viagem de São Francisco para New York, mais especificamente até a Broadway. Um dos motivos pelo qual foi escolhida era, além de sua recente conexão com as amazonas, o fato de ser filha de Júpiter. No ar, eles não seriam atacados, a presença da semideusa filha do rei dos céus garantia a segurança de todos no avião. Hayes não se importava de não ter sido escolhida por sua força ou real capacidade, no fundo acreditava ainda ser alguém bastante comum, mesmo tendo enfrentado um monstro ou outro.

Ao chegar o ponto de encontro, estava em estado de nervoso. Estaria dentro de um veículo com duas incríveis artistas, mundialmente conhecidas e que particularmente adorava. Quando o enorme carro parou a sua frente, preto e nada discreto, engoliu em seco antes de abrir a porta que deslizava pela lateral e quase enfartar ao vê-las realmente ali. — Ele estava falando sério! — disse impulsivamente, os olhos azuis dobrando de tamanho — Eu não acreditava que vocês também eram semideusas!

Apenas legados — Dua Lipa deu de ombros e abriu um sorriso divertido com a reação expontanea da garota loira — Entre! Temos um longo voo para pegar em uma classe A.

Como se fosse difícil viajar em classe A! — Pink exclamou ao lado da garota morena.

Maxine adentrou o veículo pensando que tinha tirado a sorte grande. E por muitas horas realmente foi assim. O carro era guiado por um segurança, ao que tinha entendido um humano que tinha percepção através da névoa. Até ali ela não sabia que existiam humanos resistentes ao disfarce do mundo mitológico! Ele era o segurança particular de Dua Lipa, tão jovem que se passava como um simples membro da staff, mas que estava ali para ajuda-la a perceber as coisas estranhas que acontecia no mundo dos meios-sangues. Chamava-se Ian e tinha um pouco de sangue russo correndo em suas veias, o que justificava o seu tamanho e olhos acinzentados.

Para embarcar no avião as cantoras usaram um disfarce previamente levado pela prole de Júpiter. Tinha recebido o material do centurião, simples acessórios e maquiagens que podiam mudar toda a aparência de quem as usava. Já embarcadas, as cantoras pegaram pelo menos duas horas para descansarem nas camas – sim, camas! Ali era a primeira classe afinal – enquanto Maxine devorava a comida oferecida. Depois, a primeira a acordar foi Dua Lipa e elas conversaram por um longo momento. A cantora falava de como era difícil ser legado de Apolo e Atena, pois apesar de ter desenvolvido pouco os genes divinos, ela sempre se questionava se era realmente o seu esforço ou apenas o dom advindo do deus da música. — Não leve a mal, mas você está sofrendo a toa — Max interviu naquele momento terminando de beber seu refrigerante de limão, ela amava coisas feitas com aquela fruta apesar de não gostar da fruta em si — Certo, nós recebemos determinados dons. Você canta e eu naturalmente me meto em confusão. Isso só pode ser um talento herdado por ser filha do chefão — Dua não conseguiu manter-se séria naquele momento, não quando Max era bastante expressiva e enfática enquanto falava — Mas no fundo, ter o dom não faz muita diferença. O que você faz com isso sim, é de sua responsabilidade. Ninguém te obrigou a cantar porque você podia cantar. Depois de toda a conversa que tivemos, eu sei que você faz porque você gosta, porque se sente bem. Então isso vem de você, não dele e de ninguém mais.

Então você entra em encrenca porque quer? — Pink apareceu por trás, aparentemente tendo escutado boa parte da conversa — Já que disse que é um talento e que nós agimos com o talento que temos.

Claro! — a loira exclamou com um enorme sorriso — A vida seria muito chata sem as encrencas e confusões. Aceitei isso como parte de meu cotidiano e parei de questionar por que eu? Por que isso? Por que aquilo? É uma perca de tempo para mim, pois eu poderia estar fazendo algo muito mais emocionante!

Acha que consegue ganhar de nós duas em alguma competição?

Bastou aquilo para que os olhos de Hayes brilhassem. O restante da viagem foi regada a brincadeiras, algumas de tabuleiros, outros de desafios ridículos. Chegaram a fazer muitas selfies, Dua prometeu postar no Instagram, obrigando Maxine a criar uma conta. A romana não era muito ligada em redes sociais porque, bem, não se dava bem com tecnologia.

Em terras nova-iorquinas, Ian era mais uma vez o motorista. O carro escolhido era um modelo grande e, diferente da primeira vez, em tom vermelho escuro. Segundo Ian o preto chamava a atenção por ser utilizado por muitas celebridades ou pessoas importantes. Estavam uma hora adiantados, o que fazia Max quase relaxar em seu lugar. Mas tudo o que era bom, durava muito pouco. — Estamos sendo seguidos — Ian alertou ajeitando o vidro retrovisor. Automaticamente três cabeças femininas voltaram-se para trás. Havia um carro escuro há poucos metros de distância. Ian virou a direita, ele também o fez, depois a esquerda e lá estava o perseguidor — Deuses, eu acho que são da seita!

Max engoliu em seco. Era impossível não saber sobre a Seita naquela altura do campeonato. Todos estavam assustados e alarmados com o grupo do governo criado especificamente para caçar meios-sangues e criaturas divinas. — Vá para uma rua mais vazia, nem que tenha de sair da cidade! — a filha de Júpiter instruiu para Ian.

O que pretende fazer?! — Pink questionou sem esconder o tom de preocupação de sua voz.

Exercer o meu dom e trabalho — Max selecionou um botão para que o teto do carro se locomovesse, abençoado fosse esses novos e modernos modelos de veículos — Arranjando confusão para proteger vocês. Vê como as coisas se encaixam no final?

A garota loira piscou um olho de maneira sapeca antes de impulsionar o corpo para o alto e ficar literalmente no topo do carro. Olhou para os lados, notando que estavam em um bairro um tanto suspeito, mas exatamente como pedira: sem sinais de movimento. Isso deu a segurança que Hayes precisava de que não teria espectadores para as coisas que iria fazer a seguir. Equilibrou-se de pé apenas por poucos segundos, apenas o suficiente para encarar o vidro escuro do carro inimigo e saltar. Usou da sua capacidade de voar para guiar o seu pouso no capô do veículo escuro, seus pés provocando amassados fortes na lataria. Em suas mãos estavam as luvas de acaju. Antes que deslizasse com um movimento brusco que o adversário fizesse, ativou as garras e as fincou sobre o metal. Só então liberou uma descarga de eletricidade, tentando atingir diretamente o motor e fazer o carro quebrar, parar ou no mínimo explodir por dentro. Para usar de sua manipulação elétrica, usou a própria bateria do carro!

O veículo parou bruscamente e a lei da física fez-se imutável. O corpo de Max tendeu a continuar em movimento, sendo jogado para trás com o cessar do avanço. A dor sentida no ombro teve de ser ignorada, pois enquanto ela tentava levantar do asfalto, dois homens saíram de dentro do veículo. Eles não usavam armas de fogo, mas vestiam roupas que quaisquer mercenários em filmes hollywoodianos vestiriam. Suas armas eram facas de caça, os sorrisos deles deixavam claro que para eles, aquela batalha era algo fácil. Maxine ergueu o corpo, o sorriso também se fazendo presente em seus lábios antes de cuspir no chão. Retraiu as garras e posicionou-se com sua noção de pugilismo, aprendido recentemente com as amazonas. — É só uma fedelha, Timmy, vamos captura-la e levar para o chefe – o mercenário da direita disse em tom de deboche e descaso — Ela não é o nosso alvo, mas pode vim como bônus.

O que parecia ser o Timmy apenas fez um som estranho e girou a faca antes de avançar. Sua postura era rígida, os músculos de seus braços faziam a manga de sua blusa parecer quase estourar.  Max ergueu melhor os punhos, mantendo os pés levemente separados, joelhos flexionados e o olhar preso no adversário. Timmy veio agressivo, seus golpes diretos deixavam claro o seu intuito de terminar aquilo rapidamente. Porém a pequena e magra garota desviou de seu corte na horizontal, abaixando o corpo e deslizando para o lado. Escapou de seu soco direto, recuando um passo para trás. Irritado, ele aplicou mais golpes poderosos, conseguindo apenas dois cortes, um em cada braço. A abertura que Max precisava veio repentinamente, quando ele errou a troca de base dos pés. A garota não hesitou em erguer a perna em um chute certeiro... Bem no meio das pernas dele. Quando o adversário começou a cair em dor, Max aplicou dois socos seguidos. Um na lateral, próximo a têmpora, outro na altura da mandíbula.

O outro mercenário avançou sem dar tempo para que Max se vangloriasse. O chute na altura de seu peito fora inevitável, assim como a consequência do ar escapando totalmente de seus pulmões sem sua permissão. Ela cuspiu, cambaleou mais ainda e quase caiu. O mercenário sobrevivente avançou novamente, pronto para atacar quando Hayes esticou a mão com a palma aberta, liberando uma única bola de energia bem rente a face do homem. Inevitavelmente, a bola acertou o rosto dele, o atordoando e produzindo pequenas queimaduras. Com a mesma palma, Max permitiu que suas unhas crescessem, tornando-se garras como as de uma ave de rapina. Foi graças a isso que ela pode aplicar dois cortes ferozes no homem. Um em seu peito, o outro em seu rosto, o marcando provavelmente para sempre. Ele caiu ao chão, sentindo dor enquanto sangrava.

A romana começou a afastar-se quando o carro vermelho parou a sua frente derrapando, a porta se abrindo enquanto Pink e Dua faziam gestos urgentes para que ela entrasse logo. Max praticamente correu e se jogou lá dentro. Ian arrastou pneus para correr para longe dali. As cantoras estiveram preocupadas, lançaram várias perguntas enquanto Dua fazia os primeiros socorros, afinal ainda era filha de Apolo. No fundo, Maxine gostava desse tipo de atenção, pelo menos uma vez na vida sendo cuidada depois de cair em uma baita confusão.

Depois dali, o show na Broadway. Nenhum mais incidentes aconteceram, Max pode aproveitar não só a participação das duas garotas, mas como todo o festival no melhor lugar que poderiam lhe oferecer. Seu trabalho havia sido realizado com sucesso, um pouco dolorida no diafragma por conta do chute e com dois curativos, um em cada braço. Mas valia a pena, não por ter salvado apenas duas garotas, mas por ter o número delas no final!


Poderes:
Júpiter:
Nome do poder: Imunidade parcial
Descrição: A prole de Zeus/Júpiter, por ser prole de tal divindade, possui uma resistência mais acentuada contra eletricidade podendo suportar descargas altíssimas sem acabar falecendo, no entanto o mesmo não é imune a eletricidade. De maneira que, uma descarga que poderia matar um ser humano, apenas deixa a prole de Zeus/Júpiter fora de combate por alguns turnos (a depender da descarga recebida e do narrador).
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Nenhum.
Dano: Nenhum.

Nível 2
Nome do poder: Ouro Imperial
Descrição: O ouro imperial é o material perfeito para Zeus/Júpiter, o olimpo é feito de ouro, suas armas são feitas de ouro, e se duvidarmos, Zeus/Júpiter reluz em ouro. Com isso, os filhos de Zeus/Júpiter ganham um bônus de batalha ao lutarem com armas feitas de ouro imperial, pois tem facilidade em lidar com elas.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Quando o semideus lutar com armas feitas de ouro imperial ganha +10% de força
Dano: 5% de dano a mais se o adversário for acertado pela arma do semideus.

Nível 3
Nome do poder: Seguido
Descrição: Naturalmente a prole de Zeus/Júpiter possui uma aura de líder que faz com que os campistas e demais semideuses aliados os sigam naturalmente, esperando ordens e afins. No entanto, vale ressaltar que, dificilmente campistas de nível superior ou com grande força mental sejam afetados.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Nenhum.
Dano: Nenhum.

Nível 7
Nome do poder: Proteção
Descrição: Ao entrarem nos domínios dos céus a prole de Zeus/Júpiter será protegida, diminuindo as chances de que algum acidente aéreo ocorra, assim como monstros terão mais receio em atacar tal semideus em pleno ar.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Tal poder funciona apenas quando o semideus está viajando pelo ar, seja em aviões, pégasos ou outro meio de transporte..
Dano: Nenhum.

Nível 12
Nome do poder: Força I
Descrição: Zeus/Júpiter é um deus que tem uma força superior a boa parte dos outros deuses, chegando a ser comparado com Ares. Seu irmão, Hércules, era um dos semideuses mais fortes a ser conhecido, e assim como ele você adquire uma força superior a boa parte dos campistas.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +15% de força
Dano: +10% de Dano se o ataque do semideus atingir.

Nome do poder: Respiração
Descrição: O filho de Zeus/Júpiter é mais resistente que a maioria dos campistas, e dificilmente fica cansado em batalha, podendo aguentar treinamentos mais árduos, e batalhas mais longas sem necessidade de parar.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +20% de resistência em batalha
Dano: Nenhum

Ativos de Júpiter

Nome do poder: Parentesco I
Descrição: Assim como águias, as unhas do semideus tornam-se quase impossíveis de quebrar, afiadas e grandes (até 5 cm), podendo arranhar e ferir semideuses, mesmo que superficialmente.
Gasto de Mp: - 5 de MP por turno que estiver ativa.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Nenhum.
Dano: - 25 de HP.
Extra: Nenhum.

Nível 5
Nome do poder: Voo II
Descrição: O semideus aprendeu a controlar a gravidade ao redor do corpo, e ao compreender o que o mantem preso na superfície, também é capaz de solta-la e molda-la da maneira que quiser. Agora já consegue ficar mais tempo, voar mais rapidamente e se erguer em altitudes mais elevadas. Podendo permanecer por mais tempo no céu. Seu controle também melhorou.
Gasto de Mp: 10 MP por turno ativo
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum
Extra: Já pode se erguer até 2 metros do chão.

Nome do poder: Bolas de Energia
Descrição: O semideus consegue acumular sobre a ponta dos dedos, cinco esferas de energia pequena, e atira-las contra o inimigo como se fossem balas – só que mais rápidas – que ao baterem contra o corpo do inimigo, deixando a sensação de dormência no local atingido, e o membro ou parte do corpo formigando de uma forma irritante, o deixando mais lento, e atordoado durante um turno inteiro.
Gasto de Mp: 5 MP por esfera de energia
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: 7 HP por esfera que atingir o corpo, totalizando 35 HP
Extra: Nenhum

Nível 9
Nome do poder: Descarga Inicial
Descrição: A prole de Zeus/Júpiter em tal nível poderá manipular a eletricidade, fazendo com que a mesma seja disparada contra um alvo, por exemplo, antes que a mesma seja dissipada. No entanto, é preciso que exista alguma fonte de eletricidade no local.
Gasto de Mp: -15 de MP
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Nenhum.
Dano: - 25 de HP, no entanto se o alvo estiver molhado ou com a pele rompida o dano poderá duplicar ou triplicar.
Extra: Nenhum.
Amazonas:
Passivos Amazonas

Nível 1
Nome do poder: Instinto Guerreiro
Descrição: Agora que é uma guerreira Amazona, a jovem semideusa sente-se mais próxima da guerra como se essa arte sempre tivesse feito parte de si. Sendo parte de um grupo que inicialmente foi abençoado por Ares/Marte, a jovem agora começa a desenvolver um instinto guerreiro, aprendendo a manusear armas que nunca usou, aprendendo a desenvolver estratégias em batalha e sabendo o básico de táticas de sobrevivência.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Tem facilidade para manusear armas, bolar estratégias e técnicas de sobrevivência;
Dano: Nenhum

Nível 2
Nome do poder: Perícia com Lâminas I
Descrição: A guerreira Amazona aprende desde o início a utilizar lâminas curtas, como facas, adagas e espadas curtas. Esse tipo de arma parece ter o equilíbrio e peso ideal em suas mãos, facilitando o uso e execução de golpes.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +10% de assertividade no manuseio de lâminas
Dano: +5% de dano se o adversário for atingido pelo semideus

Nível 4
Nome do poder: Esquiva I
Descrição: Com os reflexos apurados devido ao treinamento recebido, as Amazonas têm mais facilidade para esquivar e desviar de ataques diretos e físicos. Por ainda ser pouco experiente, pode acabar sendo atingida se não for rápida o bastante.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +15% em esquiva
Dano: Nenhum

Nível 5
Nome do poder: Força I
Descrição: A força é, sem dúvida alguma, a primeira arma da guerreira, que a faz vencer seus inimigos mesmo que esteja desarmada. Com o treinamento inicial recebido pela Amazona e independente de seu porte físico, a semideusa já começa a perceber a diferença em sua força, sendo capaz de suportar mais peso que antes, bem como causar danos maiores em seus golpes.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +10% de força
Dano: +5% de dano se o ataque da amazona atingir o adversário

Nível 7
Nome do poder: Agilidade I
Descrição: Através da perícia corporal que começa a adquirir, o corpo da Amazona torna-se mais ágil para executar movimentos mais complicados e mais rápidos que o normal.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +20% de agilidade
Dano: Nenhum

Nível 11
Nome do poder: Pugilista
Descrição: Durante as batalhas, muitas vezes os combatentes ficam desprovidos de armas ou munições, tendo que recorrer à força bruta para buscar uma vitória. Devido ao treinamento constante das Amazonas, com e sem armas, elas aprendem noções básicas de pugilismo, sabendo usar os próprios punhos como poderosas armas de impacto. Golpes só serão descontados de dano se atingirem áreas sem armaduras. Em caso de golpe em armadura de couro ou golpes de raspão, dano reduzido em 50%.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus:
Dano: +20

Nível 14
Nome do poder: Resistência Corporal I
Descrição: Durante o período de guerra, os exércitos muitas vezes combatem a grandes distâncias do local aonde residem, sendo obrigados a enfrentarem dificuldades para marcharem, como falta de alimento, temperaturas climáticas inconstantes, terreno acidentado e etc. Devido à adaptação e resistência física desenvolvidos pelas Amazonas, seus corpos estão fisiologicamente mais preparados, sendo capazes de ficar até cinco dias sem comer, três dias sem beber água, podem passar por montanhas e pântanos sem dificuldades e efeitos climáticos serão 50% menores sobre si.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +35% em resistência corporal; é afetada em -50% por efeitos climáticos
Dano: Nenhum

Nome do poder: Regeneração Vitoriosa I
Descrição: O corpo da Amazona começa a se acostumar com a guerra, levando-a a seguir naturalmente o seus instintos de combate e tornar-se melhor a cada inimigo derrotado. Para continuar sempre batalhando e vencedor, a cada inimigo que cai ou desiste, a guerrira ganha HP e MP, conseguindo energias e vitalidade para permanecer sempre vencendo em combate.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +25 de HP e MP a cada vitória.
Dano: Nenhum

Nível 15
Nome do poder: Ambidestria
Descrição: A ambidestria é do que a capacidade de se usar ambas as mãos como predominantes. Tanto a mão destra quanto a canhota possuem um desenvolvimento motor elevado, permitindo o manejo de equipamentos e, principalmente, armas. Dessa forma, essas guerreiras conseguem manusear com perícia duas armas ao mesmo tempo ou alternando as mãos.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum
Arma:
• Luva do carcaju [Feita completamente de um couro sintético (salve os animais!) e com feitiços especiais que impedem a mesma de acumular calor em contato com a pele, tal luva parece perfeita para ser utilizada em um combate, afinal a mesma permite que você crie garras no punho (Wolverine pode estar com inveja). | Efeito 1: Ao ativar o efeito, a luva irá fazer crescer quatro garras de ouro imperial em seu punho (fechado, por favor). | Efeito 2: A luva irá permanecer sempre em uma temperatura agradável, mesmo que você esteja visitando o tártaro ou fazendo uma tour pelo Olimpo. | Ouro Imperial e tecido mágico de couro sintético. | Sem espaço para gemas | Beta | Status: 100% sem danos | Mágico | Arsenal do acampamento]
EXP DUPLICADO:
Nome: Pacote intermediário de XP - Nível 2
Descrição: Por 1 mês em OFF, todo ganho de XP do semideus é duplicado. (Valido até 13/01/2018)



– Em um lugar – Com Alguém –Em um dia ai


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Max Hayes
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Re: RP Ilha de Natal -//- Max Rayes

Mensagem por Max Hayes em Qui Dez 14, 2017 7:59 pm






Sobre a fixa:
Ajudante do Papai Noel – Com as confusões que aconteceram durante a noite o Papai Noel não conseguiu partir a tempo para entregar os presentes, ele está há uma hora atrasado e agora precisa de ajuda. Como tal, convocou semideuses para servirem de ajudantes na entrega de presentes e agora, você terá que pilotar um treno e entregar ao menos 3 presentes em sua cidade. Em uma única noite você precisa aprender a conduzir renas, descer pelas chaminés de casas desconhecidas e espalhar a alegria e a esperança para aqueles que serão presenteados com o embrulho que você deve entregar. As historias dessas crianças, podem te surpreender.

Objetivo: Entregar 3 presentes de natal para crianças em uma cidade de sua escolha. No caminho pode escolher enfrentar – ou não alguma criatura – mas deve criar algum desafio para si mesmo, afinal, existem seres ruins querendo atrapalhar sua pequena jornada. As crianças você escolhe, suas historias e presentes também, surpreenda-nos.

Recompensas: 5.000 XP + 5.000 Dracmas + 8 Estrelas.

Eles estavam atrasados. Max sabia que estava errando o conto, mas não conseguia deixar de imaginar um coelho com um relógio enquanto observava duendes e anões correndo de um lado para o outro pela fábrica. Tinha acabado de ajudar a embalar aqueles presentes natalinos e, agora, eles precisavam ser entregues. Mas estavam atrasados. — Ei você! — um anão veio correndo de maneira engraçada em direção a Hayes — Vai ter de ser você mesmo, precisamos de ajuda! Talvez Noel não consiga entregar todos os presentes a tempo. Isso seria uma catástrofe! Por isso estamos montando uma unidade reserva. Parabéns, você agora faz parte das forças especiais de Natal, sinta-se honrada ou azarada, você escolhe. Pegue isso e isto aqui, boa sorte!

O anão falava tão rapidamente e parecia tão aflito que Max perdeu tempo tentando entende-lo para poder contestar. Quando deu por si, tinha um saco vermelho ao seu lado e roupas estranhas em suas mãos. Assim que esticou a veste a sua frente, ela começou a tremer como se tivesse vida própria. De repente, ela tornou-se uma leve camada de brilho e foi em direção ao seu corpo. Em um piscar de olhos ela estava vestida como o Papai Noel. — Ah que porra, vocês são bem legais de deixar a gente escolher se quer ou não! — Mas até mesmo reclamar já era algo tardio, pois o anão já estava longe.

Sem ter tempo para resmungar, Max teve de saltar para o lado quando viu um trenó vindo em sua direção a toda velocidade. O coração disparado não negava o susto que levou ao ver quatro renas correndo loucas para cima de si. Um anão mais robusto e mais feio saltou do trenó, jogando uma espécie de chaves para a filha de Júpiter. — O botão vermelho aciona o mecanismo de voo, o azul é para freio rápido. Boa sorte! — foi o que ele disse antes de correr para outro afazer. Hayes olhou das chaves para o trenó, do trenó para as quatro cabeças de animais que lhe encaravam de volta em expectativa. — Se não pode contra eles, junte-se a zoação — foi o que disse antes de pegar o saco vermelho.

No trenó sentiu-se como uma criança. Tinha algumas poucas lembranças de natais felizes, as principais quando ainda era uma criança bem pequena, o que a fazia pecar na riqueza de detalhes. Mas lembrava-se do sentimento gostoso de ter a família reunida, de brincar com o irmão humano mais velho quando não existia malícia e amargura em seu coração. De ver os pais contentes, vestindo vermelho e verde. Dos mimos que recebia de seus avos e tios, mesmo que volta e meia a família Hayes adentrasse em uma discussão boba e alguém saísse chateado. Mas lembrava-se dos presentes, da ansiedade e expectativa que a criança Max sentia no dia vinte e quatro. — Olha só, tem um GPS aqui — disse analisando um painel pequeno, mas digital e funcional — Suponho que tenham os nossos destinos. Vamos nessa, temos crianças para atender e biscoitos natalinos para roubar!

Apesar da fala empolgada, as renas retribuíam com um olhar de tédio, sem mover um músculo sequer. Max bateu a mão na testa, sem esconder a frustração repentina. Desceu a mão para o queixo, olhando para o painel com alguns botões e lembrou do que o segundo anão disse. Deu de ombros, o que de mal poderia acontecer? Apertou o botão vermelho com a mão espalmada. Todo o trenó começou a tremer e a sacudir, a obrigando a se segurar em uma barra a sua frente. Apenas o trenó começou a flutuar e a perder a estabilidade! Com medo tremendo de cair e passar ainda mais vergonha perante os funcionários da fábrica, Maxine apertou o botão vermelho novamente com certo desespero. O que resultou em uma queda brusca do trenó no chão. Porém, foi por causa desse pequeno desastre que as rédeas finalmente saltaram chamando a atenção da jovem romana.

Pigarreando para disfarçar o rubor que lhe cobria a face, Maxine ajeitou a postura e segurou as rédeas. Bateu uma, duas vezes e as renas finalmente começaram a correr! Um sorriso infantil e sincero pintou seus lábios, os repuxando como a muito tempo não o fazia. As renas correram para o lado de fora, seguindo sozinhas para uma espécie de pista. Assim que a primeira começou a flutuar, Max preparou a mão sobre o bendito botão vermelho. Cada vez mais rápido, com as renas ganhando inclinação em pleno ar.... A garota loira finalmente apertou o botão da maneira correta.

De todas as coisas maravilhosas que Max agora podia fazer, voar era uma de suas favoritas. Não era a sua capacidade de dar choques – mesmo que a maioria seja sem querer – ou os treinos de combate que aprendia com as amazonas. Voar lhe parecia a personificação de tudo o que pensou sobre liberdade e paz. Então, quando atingiu uma grande altitude, ela pode contemplar o céu noturno. Inspirou fundo, deixando que o ar puro adentrasse seu corpo, revigorando cada célula e seu espírito. — Vamos brincar de verdade! — exclamou antes de incitar as renas a irem mais rápido — É só isso que podem fazer? Aposto que o Rudolph era mais rápido! — se elas a compreendia, Maxine jamais poderia saber, porém, poderia jurar que depois da menção a rena de nariz vermelho, elas praticamente duplicaram a velocidade!

-//-

O primeiro desafio depois da decolagem.... foi o pouso. Max tinha de guiar as renas com as rédeas, algo que não tinha costume nenhum. Amaldiçoou o momento em que preferiu ficar jogando com os amigos do que participar das aulas de equitação que Joseph – seu irmão humano – fazia. Aos trancos e barrancos, a semideusa finalmente tinha conseguido parar em um enorme quintal. No dispositivo, o GPS indicava que ela tinha chegado ao seu local.

Pegou o saco vermelho e o jogou por sobre o ombro, saltando para fora daquele veículo inusitado. Ao encarar a residência, abriu um sorriso ao ver a chaminé. Bem, se fosse para fazer aquele papel, o faria muito bem feito, como mandava as regras! Olhou para os lados para checar se não havia nenhum olhar alheio voltado para si. Correu alguns passos e impulsionou o corpo para o alto, dando um salto gracioso para iniciar o voo. O corpo envolto em uma fantasia de papai Noel sobrevoou a noite até a chaminé, permitindo a entrada fácil de Maxine naquele local.

O que dizer dessa experiência? Tinha gosto de madeira e brasa. Cair sobre as cinzas da lareira não foi uma de suas melhores ideias, nem quase ficar cega quando a poeira ergueu-se ao seu redor. Saiu do espaço pequeno da lareira tentando tossir baixo, sentindo o rosto sujo e o nariz coçando. Xingou e resmungou quando finalmente viu a árvore de natal. Selecionou o presente indicado para aquela casa e colocou debaixo do enfeite, sem conseguir evitar de pegar os biscoitos e o leite que a criança tinha deixado para o bom velhinho. Bem, não era o idoso bondoso, mas estava fazendo o trabalho dele, então não deveria ter problemas! Para sair daquela casa, Maxine apenas abriu a janela pelo lado de dentro e saltou para fora.

A segunda residência poderia ter sido o verdadeiro problema, pelo motivo de que ela não tinha chaminé para entrar fácil. Porém, ao analisar direito o lugar, a romana percebeu que a porta possuía uma trava que precisava digitar números. Ou seja, era digital, consequentemente movido a energia. Max não conteve o sorriso travesso quando apenas apoiou a mão sobre o painel pequeno e deixou escapar uma pequena descarga de energia. Ela quebrou o sistema da porta e ela simplesmente se abriu. — Abra-te Sésamo! — exclamou em um tom baixo.

Nessa casa haviam três presentes a serem deixados. Ao que parecia, aquelas crianças eram verdadeiras pestinhas, pois o local estava uma bagunça. Menos perto da árvore de natal. O lado vantajoso daquela residência? Eles deixaram um verdadeiro pedaço de torta de chocolate, o que pareceu uma recompensa boa o suficiente para todo o trabalho que estava tendo. Max deixou os presentes debaixo da árvore e até sentou sobre a mesa para degustar da sobremesa, balançando os pés.

A terceira residência a presentou as mesmas características que a segunda. A novata amazona não hesitou em usar a mesma estratégia. Era uma casa simples e bem no estilo americano de ser. Um andar, cômodos bonitos e aconchegantes, mas pequenos. Ela precisou apenas se guiar pelas luzes piscantes para encontrar a sala de estar e a bela árvore de natal. Aquela tinha sido a mais bonita dentre as outras duas. Jogou o saco no chão, para pegar o presente e finalizar o seu trabalho, já que aquele era o último nome de sua lista. Estava distraída o suficiente para não escutar os passos pequenos e rápidos, vindos da escada atrás de si. Por isso, quando as luzes se acenderam repentinamente, saltou e mordeu a língua. Ao menos isso evitou que ela xingasse em voz alta. Saltitando e com uma expressão de dor, Max virou o corpo apenas para deparar-se com uma bela menininha.

Ela não devia ter mais do que sete anos. Cabelos castanhos claros, mas não ao ponto de serem loiros, mas sim um tom caramelado. Os olhos verdes mais grandes e bonitos que Max já encontrou em uma criança. A pequena colocou a mão na boca com vontade de gritar de animação, porém o que mais surpreendeu a filha de Júpiter foi o ato da menor. A criança apenas correu e se jogou contra suas pernas, a abraçando tão forte que quase a fez perder o equilíbrio. — Papai Noel, eu sabia que você existia! — O coração de Maxine derreteu no mesmo instante. Sabia que a roupa que usava a fazia ver o velho bondoso que imaginava, tinha visto o seu reflexo em uma das casas anteriores.

E alguma vez você duvidou disso? — perguntou no seu melhor tom manso. Max segurou nos ombros dela para afastar a pequena de si, para poder assim abaixar o corpo e nivelar os olhares — Olá Daniela!

Você sabe o meu nome! — ela abriu ainda mais os olhos.

Sim, claro que sei! É o que aparece na sua cartinha, não é mesmo? — Max não podia negar que estava se divertindo.

Eu pensei que você não ia vim esse ano – Dani jogou-se nos braços de Hayes — Eu fiquei com medo de que isso acontecesse!

Por que eu não viria pequena?

Mamãe morreu. Papai disse que eu precisava crescer agora e deixar de acreditar em contos de fadas. Ele disse que apenas monstros existiam e que eles levaram a mamãe naquela noite assustadora meses atrás.

Maxine não estava em São Francisco ou New York quando os ataques aconteceram. Nem ao menos sabia ainda que era uma semideusa. Mas o mundo inteiro soube que um enorme ataque terrorista tinha coberto as ruas das duas capitais americanas em terror, destruição e mortes. Ao chegar no Acampamento Júpiter, ela finalmente entendeu que foi um ataque dos monstros e que naquele dia a névoa – a camada protetora que escondia o que era mitológico – tinha falhado. Os humanos tiveram um vislumbre do pior do mundo dos meios-sangues.

O que importa é que eu estou aqui e trouxe um presente para você, Dani — gentilmente depositou um beijo sobre a testa da criança — Vou entrega-lo diretamente para você!

Os olhos verdes brilharam como dois faróis. Hayes pegou o presente de tamanho mediano e entregou para a menina. Não sabia o conteúdo, afinal estava responsável apenas pela entrega, mas esperava que fosse algo muito bom. No entanto, toda a animação de Daniela foi sumindo e uma ruga de preocupação surgiu entre suas sobrancelhas. Ela esticou novamente o presente em direção a Maxine. — Eu posso trocar meu presente por um pedido? — aparentemente a expressão da semideusa foi o suficiente para que a criança entendesse o grande “Por que? Como assim?” que passava na mente dela — Eu prefiro pedir que papai sempre volte para casa. Ele está trabalhando para o governo agora, lutando contra os monstros maus para impedir que outras mamães, como a minha, morram. Ele é como um herói! Mas isso é perigoso... Papai Noel, você poderia protege-lo, por favor? Eu juro que me comporto durante três anos inteirinhos e nunca tiro uma nota baixa!

Um misto de sentimentos e pensamentos afundaram Maxine em uma confusão. Aquela pequena criatura estava negando um presente de natal para pedir pela segurança de seu pai. Pai este que, aparentemente.... Poderia ser um membro da seita! E pelo que a criança contava, não era a toa que ele tinha se aliado ao grupo que estava investigando de maneira agressiva o mundo escondido dos humanos. Muitos morreram naquele ataque, homens, mulheres, criaturas e monstros. Ao que parecia, a mãe daquela criancinha era uma delas. Maxine soltou a respiração, não se perderia em pensamentos inúteis, deixaria que suas emoções focassem em apenas uma coisa. Daniela.

Pequena, as escolhas que seu pai faz podem ser perigosas. Mas há algo que você pode fazer para ajudar, que tal isso? — falou manso, acariciando o topo da cabeça dela — Seja uma boa menina para ele, tenha paciência quando ele parecer bravo e sempre, sempre, diga que o ama! Ele precisa lembrar que sentimentos bons como o amor podem ser dados de graça e que eles existem. Esse pode ser o presente mais valioso que um pai poderia receber de uma filha.

Você acha? — Daniela perguntou incerta.

Eu sou o Papai Noel — Max disse sorrindo e erguendo o corpo — Estou sempre certo. Agora pequena, tenho outros presentes para entregar. Comporte-se e nos veremos ano que vem!

Obrigada! Eu também amo você! Muito, muito, muito!

Max fez um último carinho no ombro da pequena antes de sair para o quintal, onde tinha deixado as renas. Não precisou olhar para saber que Daniela a observava, provavelmente encantada com o trenó. Porém, Max saiu daquela residência o mais rápido que podia, pois se aquele pai fosse mesmo um membro da seita, ela estaria correndo risco em estar ali!

Informações:
Nível 5
Nome do poder: Voo II
Descrição: O semideus aprendeu a controlar a gravidade ao redor do corpo, e ao compreender o que o mantem preso na superfície, também é capaz de solta-la e molda-la da maneira que quiser. Agora já consegue ficar mais tempo, voar mais rapidamente e se erguer em altitudes mais elevadas. Podendo permanecer por mais tempo no céu. Seu controle também melhorou.
Gasto de Mp: 10 MP por turno ativo
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum
Extra: Já pode se erguer até 2 metros do chão.

Nível 9
Nome do poder: Descarga Inicial
Descrição: A prole de Zeus/Júpiter em tal nível poderá manipular a eletricidade, fazendo com que a mesma seja disparada contra um alvo, por exemplo, antes que a mesma seja dissipada. No entanto, é preciso que exista alguma fonte de eletricidade no local.
Gasto de Mp: -15 de MP
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Nenhum.
Dano: - 25 de HP, no entanto se o alvo estiver molhado ou com a pele rompida o dano poderá duplicar ou triplicar.
Extra: Nenhum.
EXP DUPLICADO:
Nome: Pacote intermediário de XP - Nível 2
Descrição: Por 1 mês em OFF, todo ganho de XP do semideus é duplicado. (Valido até 13/01/2018)

+50% por ter usado a trama do RPG??



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Re: RP Ilha de Natal -//- Max Rayes

Mensagem por Júpiter em Qui Dez 14, 2017 9:46 pm

1ª FIXA:

Modelo de Avaliação


Método de Avaliação:

Valores máximos que podem ser obtidos

Máximo de XP da missão: 5.000 XP (cada missão fixa tem um valor pré-determinado que pode ser alcançado; confiram corretamente)

Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Realidade de postagem + Ações realizadas: 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc: 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência: 30%


RECOMPENSAS: 5.000 XP(+2.500 pelos 50% = 7.500 ) (x2) 15.000 XP + 5.000 dracmas + 8 estrelas

Comentários:

Max, eu adorei o jeito que você narra, é sério. O modo engraçado e “desleixado” me chama atenção e me envolve cada vez mais. Confesso que poderia ter aberto um leque maior nessa missão, mas o que fez ficou ótimo.


2ª FIXA:

Modelo de Avaliação


Método de Avaliação:

Valores máximos que podem ser obtidos

Máximo de XP da missão: 5.000 XP

Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Realidade de postagem + Ações realizadas: 47%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc: 18%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência: 30%


RECOMPENSAS: 4.750 XP(+ 2.375 pelos 50% = 7.125 ) (x2) 14.250 XP + 4.750 dracmas + 8 estrelas.

Comentários:

Max, Max, Maxine... Se você me fizesse chorar com a pequena Dani, eu descontaria 50% do teu ganho, que não foi pouco. Encontrei um erro de escrita “mais grandes”, onde deveria ser “maior”. Outro erro que me deixou confuso foi na casa da Daniela, onde você diz que a casa possuía apenas um andar e ela desce as escadas, por isso os pequenos descontos.

Outra coisa que notei foi as várias vezes que você cita seu nome, o qual poderia ser trocado por: Heroína, semideusa, amazona, romana, etc. Assim não ficaria tão pesado com tantas vezes “Max isso”, “Max aquilo”, “Maxine acolá”. Cuide isso, linda.

Fora essas observações, eu adorei essa missão.



STATUS FINAIS:

HP: 240/240
MP: 180/240 (- 35 1ª ) (- 25 2ª )

GANHOS TOTAIS COM AS DUAS MISSÕES:


15.000 (1ª) + 14.250 (2ª) = 29.250 XP
5.000 (1ª) + 4750 (2ª) = 9750 DRÁCMAS
8 (1ª) + 8 (2º) = 16 ESTRELAS



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Re: RP Ilha de Natal -//- Max Rayes

Mensagem por Max Hayes em Ter Dez 19, 2017 12:42 am





Sobre a fixa:

Liberando os duendes - Os principais ajudantes do natal são os duendes, mas todos sabemos que eles são uns pestinhas! Capture alguns duendes na floresta e liberte-os nas coortes ou chalés e espalhe a desordem.

Objetivo: Capturar os duendes na floresta para fazê-los causar desordem no acampamento.
Recompensas: 2.500 XP, 2.500 dracmas e 4 estrelas

PS: Missão foi feita com a Becka, o mesmo enredo pode ser encontrado na RP dela

Havia um sentimento que a prole de Júpiter odiava e repudiava. Porém, era algo frequente, com o qual ela deveria lutar quase que diariamente. Quando dominada por ele, sentia-se sufocar e perder a esperança de um mundo melhor. Qual seria tal emoção tão infame e depreciada pela jovem garota?

Tédio.

Aquele sentimento a dominava, naquele dia em especial, parecia indomável e imbatível. No entanto, Maxine não dar-se-ia por vencida. Sabia que seria uma derrota permanecer parada, como a encrenca a encontraria se ficasse apenas em casa ouvindo as fofocas de sua mãe sobre os moradores do bairro romano? Decidida a fazer algo para livrar-se da sensação de inutilidade, a loira pegou uma mochila com algumas coisas para explorar a floresta do acampamento. Com sua nova profissão, era demasiadamente importante conhecer todos os pontos bons de venda e negociação, principalmente aqueles que não levantavam suspeitas. Porém, sabia que a floresta apresentava riscos e perigos, ocasionando em sua decisão de levar dentro da mochila tudo o que um bom escoteiro precisava. Faca. Corda. Isqueiro. Maço de Cigarro. Quer dizer, o último era apenas um adendo pessoal da garota.

Não passava das dez horas quando ela adentrou a floresta, o corpo já refletindo a animação que sentia em explorar uma área. Passeou por uma boa parte do rio, explorou a área leste da floresta que ainda desconhecia e quase uma hora e meia depois estava sentada debaixo de uma árvore, apenas apreciando a brisa do dia sobre uma sombra fresca. Para melhorar, tinha o seu Lucky Strike, sua marca favorita de cigarro, sabor mentolado.

Estava pronta para acender o seu segundo cigarro com o seu isqueiro Zippo, quando algo bateu forte contra a costa de sua mão, a fazendo largar automaticamente o item. Alarmada, Max pegou a faca que estava em sua cintura, esquecendo completamente o cigarro. Seu corpo moveu-se para que estivesse de pé nos segundos seguintes, porém, ao olhar ao redor, não conseguia distinguir nada à primeira vista. Tinha certeza que tinha sido atacada, então o invasor não deveria estar tão distante caso não tivesse fugido. Inspirou profundamente o ar para dentro de seus pulmões, para que então liberasse oxigênio por seu corpo, acalmando-se como consequência. Ela tinha uma visão treinada para avaliar o ambiente em 180º, além de ter aprendido a usar melhor os seus sentidos desde que tinha adentrado ao grupo das amazonas. Mas, com certeza, as chances de ser pega pelo mesmo golpe eram cada vez menores com o treinamento que recebia das donzelas guerreiras.

Graças a esse conjunto de fatores, quando a pedrinha veio em sua direção, na altura de sua cabeça, Max já tinha escutado e percebido o seu agressor a sua esquerda. Abaixou o corpo, mais por instinto do que por estratégia, avançando na direção a qual a pedra tinha sido atirada. Passando um arbusto, pulado uma raiz grande, ela finalmente avistou o pequeno pestinha. Verde e vestindo vermelho, não tinha mais do que um metro de altura! Um duende trabalhador, talvez fugindo de seu serviço. Irritada por ter sido apedrejada sem motivo, Max apertou o passo até conseguir jogar-se na pequena criatura, o derrubando no chão por muito pouco. Enquanto o duende se debatia, a filha de Júpiter eletrizou a sua faca e pressionou o cabo no meio das costas da criatura, dando uma sequência de choques que a deixou atordoada.

Peguei você, filho da puta — resmungou irritada, erguendo-se e o levantando pelo moletom vermelho — De que fabrica de natal você escapou? E porque me ata... AUCH! — gritou assim que sentiu uma dor absurda em seu traseiro. Automaticamente soltou o duende e, ao girar em seus calcanhares, encontrou um outro duende — Você. Mordeu. Minha. Bunda?!

A irritação da legionária transcendeu seu corpo e se tornou evidente em seu olhar. Quase que literalmente, pois seus olhos azuis tornaram-se ainda mais brilhantes, quase faiscantes. Ela estava intimidando a criatura, que passou a tremer um pouco antes de tentar fugir. Mas Maxine o segurou pela gola de trás da camisa verde com renas, o segurando e tocando a faca ainda eletrizada em seu pescoço, o deixando atordoado também.

Rapidamente, a jovem pegou a corda de dentro da mochila que ainda residia em suas costas para amarrar aqueles delinquentes esverdeados. — Que merda vocês têm na cabeça? — questionou quando eles a fitaram mais lúcidos — Eu estava bastante calma e curtindo a vibe, sabia?!

Estávamos entediados! — o de blusa vermelha exclamou — Por favor, não nos mate, não queremos ir para o Tártaro.

Somos jovens, não sabemos nada da vida, aprenderemos e seremos bonzinhos! Prometemos explodir menos coisas a partir de agora!

Max revirou os olhos. Ao que parecia, aqueles dois pequenos seres estavam apenas sofrendo do mesmo mal que a própria garota enfrentara uma hora atrás. Compadecida com aqueles dois pequenos pestinhas, uma ideia atravessou sua mente, tão perigosa e mortal quanto uma flecha do cupido. Um sorriso sapeca se tornou crescente em seus lábios. — Eu tenho uma ideia, mas manterei vocês presos só por precaução. Vou ensinar vocês a fazer uma bagunça de verdade.

-//-
Estavam na lateral do alojamento, uma jovem loira com duas criaturas de orelhas pontudas e pele esverdeadas, com olhares nada saudáveis para a sanidade de alguma autoridade. Maxine encontrava-se agachada, perto de uma das enormes janelas do alojamento da II Coorte, tentando descobrir quantas pessoas haviam ali dentro. Não passava um pouco mais da hora do almoço, muitos legionários encontravam-se descansando ou se preparando para as atividades vespertinas.

Planejava a melhor forma de jogar aqueles pestinhas esverdeados dentro da Segunda Coorte com a única missão de provocar o caos e a calamidade. Tudo isso enquanto assistia de longe, em segurança, mas morrendo de rir por dentro da travessura que tinha feito. Sua concentração estava voltada em analisar o ambiente, por isso a jovem loira não percebeu a aproximação da outra romana.

Sabia que espionar membros de outra coorte é um crime grave contra a legião?

Max saltou no lugar e girou de mal jeito, caindo sentada no chão. Os duendes tentaram se esconder atrás dela, a usando como escudo. A prole de Júpiter teria os xingado de covardes, se ela mesma não estivesse com esse mesmo ímpeto de se esconder. Estava tempo o suficiente para saber quem era aquela garota. A pretora do acampamento, Becka!

Eu só estava fazendo uma análise estratégica! — falou a primeira coisa que veio a mente — Tenho certeza de que... de que... poderia aprender como vencer o inimigo o... o observando!

De todas as reações pensadas pela garota acuada, nenhuma delas foi sequer próximo do que realmente aconteceu. A pretora começou a rir. Ou melhor, a gargalhar! A expressão de Max foi caindo aos poucos, antes de afastar o corpo para o lado bruscamente ao ver que a outra romana estava jogando algo ao seu lado. Mas eram apenas outros duendes, que logo se agitaram ao encontrar o próprio par que tinha capturado. Então veio a proposta da líder, tão inusitada quanto a sua reação. Ela tinha o mesmo propósito que Hayes, liberar os duendes dentro da segunda coorte!

Se me perguntarem, direi apenas que estava auxiliando você — Max avisou, retornando a sorrir da mesma forma sapeca. Finalmente ajustou a postura, tornando a espionar o alojamento — Se formos fazer algo, temos de fazer agora, logo eles vão começar a sair para fazer as coisas chatas... digo, os trabalhos maravilhosos que os campistas devem fazer. Tem algum plano em mente já?

Becka estava mais preparada do que Maxine para aquele momento. Trouxera uma pastilha e logo tratou de explicar a novata legionária que aquilo iria deixar os pestinhas ainda mais agitados, ou seja, mais pestinhas ainda. O auxilio que a pretora pediu parecia fácil a princípio, segurar os pequenos seres para que ela fizesse eles engolirem o suplemento. Max capturou o seu duende de moletom vermelho, segurando o queixo dele e o forçando para baixo, permitindo que a outra romana fizesse o que tinha proposto. O segundo duende, escolheu um dos dela, o pegando e já estava pronta para abrir a boca dele...

CARA...lhooo — começou a xingar alto, mas lembrou que estavam ali secretamente, ficando vermelha para não gritar com aquela pequena criatura atrevida. Deu um tapa na cabeça dele, antes de apontar o dedo na direção dele — Ou você vai abrir isso por bem, ou por mal, se me fizer escolher medidas drásticas talvez não consiga nunca mais sentar na sua vida. Qual vai ser?

Depois disso, todos colaboraram com a tarefa. Os quatro começavam a ficar agitados, querendo falar alto, mas se impedindo ao começar a bater um nos outros. Becka fez a proposta de jogá-los pela janela, depois ir para a floresta ou entrar pela porta da frente. — De que adianta colocar nossos rabos em risco se não fizermos isso direito? Você é a pretora, qualquer desculpa para estar ali será ótima. Eu prefiro rir na cara deles, é mais honesto! Quem disse que não há honra em aprontar com as outras pessoas? — Hayes concluiu o seu pequeno discurso motivacional para as encrencas com uma piscadela travessa, pegando o anão mais próximo — Vamos no três, vocês estejam preparados para provocar a calamidade ali dentro.

Dito o aviso, Maxine olhou para Becka e contou até três apenas movendo os lábios, sem pronunciar as palavras. No instante reservado para a largada, ela jogou junto com a líder do acampamento os pequenos monstrinhos. Algo que se repetiu com os dois últimos! O barulho de vidro quebrando certamente chamou a atenção dos legionários da segunda coorte, porém Max não tinha ficado naquela janela a toa. Sabia que pessoas poderosas residiam na segunda coorte. Propositalmente ela escolheu a janela onde, aparentemente, haviam novatos. A sua teoria se comprovou verdadeira quando os gritos começaram, fazendo ser difícil a tarefa de segurar a risada. Hayes tocou no ombro da pretora, correndo para a entrada e a esperando para a grande entrada, ansiosa para ver os resultados obtidos naqueles curtos segundos. Rezava para que fossem o suficiente para que os duendes provocassem um verdadeiro inferno no alojamento.

Dentro de um curto espaço de tempo, Max tinha sido surpreendida mais de três vezes pela outra romana. Mas aquele tinha sido o ato que a tinha deixado atordoada. Não, não tinha recebido um choque como fizera com os duendes, mas sim um selinho. Um encostar de lábios repentinos que a fez abrir os olhos surpresa, mas logo estava rindo ao notar o jeito travesso da outra. Não levou na maldade, pois sabia que alguns atos impulsivos vinham sem malícia, apenas uma demonstração de animação extrema.

Quando a porta do alojamento se abriu, os olhos de Maxine finalmente brilharam. A sensação de missão cumprida foi plena e bastante satisfatória. O interior do alojamento estava uma bagunça extrema, os campistas tentavam segurar os duendes energéticos enquanto eles saiam rindo e destruindo as coisas. O tédio havia passado longe da jovem Hayes no início daquela tarde.

Habilidades usadas:
Passivas Amazonas

Nível 10
Nome do poder: Sentidos Bélicos I
Descrição: Todos os sentidos tornam-se essenciais ao estar em batalha e as guerreiras sabem aproveitar cada um deles ao máximo. Visão não é apenas visão quando utilizada atentamente para esquadrinhar todo o ambiente, olfato não é apenas olfato quando utilizado com atenção para rastrear um alvo ou identificar irregularidades no ambiente, assim como audição não é apenas audição quando é essencial para identificar a aproximação do inimigo e evitar emboscadas. Dessa forma, visão, audição e olfato são aprimorados em 20% sobre as Amazonas quando estiverem em batalha ou guerra.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +20% de audição, olfato e visão;
Dano: Nenhum

Nome do poder: Aprendizagem de Batalha I
Descrição: Ao participar de uma batalha contra alguém, a guerreira rapidamente aprende sobre os golpes e estratégias do inimigo. Depois de receber um golpe, raramente o mesmo golpe atingirá a Amazona uma segunda vez, pois ela aprende como o inimigo se move e comporta ao realizar o ataque, pegando os indícios nos primeiros movimentos.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +50% de chance de bloquear ou esquivar do mesmo golpe que já tenha recebido ou presenciado a execução.
Dano: Nenhum

Nome do poder: Conhecedora do Bestiário
Descrição: As Amazonas sabem que conhecer os inimigos é tão importante quanto conhecer a si mesmas. Por isso, seus estudos levaram elas a conhecerem os monstros mitológicos catalogados por elas próprias e sabem as melhores alternativas para derrotá-los.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum
Extra: Válido para o Bestiário do BO ou monstros utilizados em eventos do fórum; Se necessário, narrador tem que dar alguma informação sobre o monstro

Nível 22
Nome do poder: Esquiva II
Descrição: Com os reflexos apurados devido ao treinamento recebido, as Amazonas têm mais facilidade para esquivar e desviar de ataques diretos e físicos. Com mais treinamento e capacidade física aprimorada, a Amazona tem 40% mais chance de desviar de um ataque com sucesso.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +40% de esquiva
Dano: Nenhum

Nome do poder: 180 Graus
Descrição: Quando em combate, a guerreira consegue ter percepção do ambiente em um ângulo de 180 graus. Assim, aumenta a esquiva e reduz as chances de ser pego de surpresa.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +50% de chance de esquiva em um ataque surpresa.
Dano: Nenhum


Nível 29
Nome do poder: Agilidade II
Descrição: Através da perícia corporal que começa a adquirir, o corpo da Amazona torna-se mais ágil para executar movimentos mais complicados e mais rápidos que o normal.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +40% de agilidade
Dano: Nenhum


Ativa de Zeus

Nível 4
Nome do poder: Intimidação
Descrição: A prole de Zeus/Júpiter possui um olhar penetrante e, quando enfurecido, os olhos da prole tornam-se – aparentemente – elétricos avisando a inimigos que um golpe logo irá ocorrer. E, quando isso ocorre, o próximo golpe do semideus causa +10 de dano.
Gasto de Mp: -10 de MP
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: +10 de dano.
Dano: Nenhum.
Extra: Nenhum.
Duplicador:
Nome: Pacote intermediário de XP - Nível 2
Descrição: Por 1 mês em OFF, todo ganho de XP do semideus é duplicado. (Valido até 13/01/2018)


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Re: RP Ilha de Natal -//- Max Rayes

Mensagem por Nêmesis em Ter Dez 19, 2017 1:32 pm


Liberando Os Duendes
Por Max Hayes

Método de Avaliação:

Valores máximos que podem ser obtidos:

Máximo de XP da missão:  2.500 XP    (cada missão fixa tem um valor pré-determinado que pode ser alcançado; confiram corretamente)

Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Realidade de postagem + Ações realizadas: 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc: 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência: 30%


RECOMPENSAS: 2.500 [x2] = 5.000 + 2.500 dracmas + 4 estrelas.

Comentários:
Maxine, fiquei impressionada com a sua escrita. É impecável. Está de parabéns. Espero que continue assim.

Atualizado por Baco.



Take a look in the mirror and what do you see? Do you see it clearer or are you deceived In what you believe? You're only human after all. Don't put the blame on me
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Re: RP Ilha de Natal -//- Max Rayes

Mensagem por Max Hayes em Ter Dez 19, 2017 2:05 pm






PS: Essa missão fixa é a Temporada de Festas, eu já a realizei antes e, para fazê-la de novo, será como uma continuidade ao enredo. Portanto, caso seja necessário, só ler a fixa anterior para entender alguns pontos.


O festival de música daquele natal estava dando a Max lembranças que ela nunca esqueceria. As colocaria em um potinho especial e cuidaria com todo o carinho, pois foi uma das poucas vezes em que se sentiu feliz por tanto tempo, desde que tinha completado dez anos de idade. Os artistas ainda estavam realizando suas apresentações, cantores que ela amava ou passou a amar depois de um par de músicas cantadas. Depois de tanto pular e gritar, naturalmente seu corpo exigiu um pouco do líquido mais vital do planeta, água. Hayes saiu cantarolando da área VIP, oferecida pela própria Dua Lipa depois de protege-la durante a viagem até a Broadway.

Encontrou um bebedouro em um corredor nos bastidores e já estava inclinando o corpo para aproximar o rosto do local onde saia a água quando seus olhos flagraram algo inusitado e suspeito. Graças aquele ângulo, ela conseguiu ver quatro marcas vermelhas no canto de uma porta de um dos camarins. As marcas eram similares a alguém que tivesse usado os quatro dedos da mão para passar sombras vermelhas ao redor dos olhos ou... — Merda! — exclamou baixinho, ajeitando a postura e se aproximando da porta. Ao erguer o olhar para a estrela no centro da madeira, onde continha escrito de quem era aquele camarim, seu coração disparou automaticamente. The Neighbourhood! Abriu a porta com certo descuidado, encontrando um garoto caído sobre o sofá e o restante do camarim destruído. — Cara, é melhor que você não esteja morto! — Suplicou antes de se aproximar do rapaz caído no sofá, semiconsciente e com um belo hematoma no rosto e o lábio partido — Ei, acorda, ei!

O que?! — O garoto saltou com os punhos prontos para socar qualquer coisa, sendo a coisa mais próxima a própria filha de Júpiter. Por muito pouco ela escapou do golpe, lançando um olhar zangado para o desconhecido machucado — Quem é você? Onde eles estão? MERDA LEVARAM ELES.

Você fique calmo! — Max o empurrou de volta para o sofá assim que ele tentou erguer-se —Eles quem?

Eu preciso impedir que um desastre aconteça! — Ele gritou e apontou em direção a porta —Eles vão ser levados, você não entende!

Foi nesse momento que Hayes viu a tatuagem no antebraço do garoto. Um legionário. Soltou um suspiro e puxou a própria jaqueta, exibindo a tatuagem que também possuía. — Agora fala coisa com coisa porra, estamos perdendo tempo aqui. — Esbravejou baixo para o garoto.

Eu estava protegendo eles, Jesse Rutherford e Zach Abels, eles possuem um grau divino muito baixo, seus avós eram semideuses, mas eles começaram a virar alvo da seita e me contrataram — o garoto finalmente explicou — Mas eles sugiram aqui do nada, fizeram do Zach um refém, eu não tive alternativas, eu... eu preciso salvá-los! — Assim que o jovem tentou erguer-se, gritou de dor e sentou de vez no estofado, encolhendo como se estivesse morrendo de dentro para fora — Meu pé, eles acertaram o meu pé!

Max bateu a mão no rosto, a frustração e receio a dominando por breves segundos. Jesse e Zach eram membros fundamentais da banda de rock alternativo, sendo o primeiro o vocalista e o seguindo o guitarrista. Aquele garoto tinha perdido eles para a seita e sabe-se lá qual parte do que os semideuses sussurravam sobre aquela organização era verdade. Por um breve instante, a mente da romana ponderou sobre não fazer nada, manter-se segura e curtindo o restante do festiva.

Nem fodendo, inconsciente! Aquela era uma de suas bandas favoritas e seu lado inconsequente clamava por uma boa luta, estava cansada daquela organização estragando o seu dia!

Como eles são e para onde eles foram?

Foi tudo o que a amazona questionou para o garoto. Eram três homens, todo vestidos de pretos e usando roupas comuns para se misturarem a multidão. Usavam blusas com estampas dos clássicos do rock. Um deles uma touca na cabeça, os outros dois tão altos que poderiam chegar aos dois metros. O legionário contou ter escutado eles falarem de garagem subterrânea, antes de quase perder os sentidos. Tendo apenas essas informações em mãos, Hayes levantou e deixou o garoto lambendo as feridas, enquanto partia para o resgate.

Por sorte, assim que saiu do camarim, deparou-se com Ian. Era o motorista humano que tinha guiado Max e as cantoras até a Broadway, ele conseguia ver através da névoa, o que o fazia ser constantemente contratado por legados e outros semideuses. — Ian! Você sabe de alguma garagem subterrânea?!

Há uma assim para a entrada e saída de artistas mais famosos, que não conseguiriam adentrar os teatros por conta dos fãs. O que aconteceu?

Onde fica? Preciso encontrar esse lugar, tem pessoas em perigo.

Siga esse corredor, não pegue o elevador e desça pela escada da esquerda, não a da direita.

Obrigada, você é meu herói hoje. Ah, tem um palerma ali dentro, ajude-o se puder!

Maxine ficou na ponta dos pés para dar um beijo estalado na bochecha do garoto com aparência russa antes de sair correndo pelo caminho indicado. Seguir pelo corredor, descer as escadas da esquerda. Ian apenas não tinha mencionado o quanto ela teria de descer! A sensação era de que a escadaria não tinha mais fim, ou talvez fosse apenas a sensação de urgência distorcendo as noções que a garota tinha. Quando finalmente deparou-se com uma porta vermelha de metal, a empurrou com força.

A cena que viu fez o seu sangue correr mais rápido em seu corpo, sendo o combustível a raiva e o desprezo por criaturas como aquela. O cantor e o guitarrista estavam amarrados contra uma das pilastras que sustentavam a garagem no subterrâneo. Eles riam e estavam jogando alguma bebida na cabeça do Rutherford. Eles só mantinham a cabeça baixa, Max de longe notava as mãos fechadas em punhos, como se estivessem segurando o que restava de dignidade com todas as forças.

A descrição batia completamente com o que o legionário tinha dito. Hayes respirou fundo e estralou os dedos das mãos, sabendo que iria apanhar um pouco já que era três contra uma, mas levaria aqueles caras ao chão. Assim que avançou um pouco mais, a porta de metal bateu atrás de si chamando a atenção dos membros da seita. Eles se encararam e sorrisos doentios apareceram em seus lábios.

Olha só, temos uma pequena corajosa aqui. Veio se divertir, magrela? — o mercenário com touca na cabeça falou, ele era o mais baixinho dos três.

Prometo que vai gostar muito da diversão que temos para te dar. Vamos deixar você bem satisfeita! — um dos homens altos falou.

Max não conseguiu sentir nada mais do que nojo daqueles homens. E depois questionavam as amazonas quando diziam que aquelas criaturas eram desnecessárias para a sobrevivência. Não que todos fossem ruins, haviam homens na Amazon, eles só não eram fundamentais. Ainda mais quando existiam espécies como aquela, que precisavam inferiorizar alguém para demonstrar sua força e masculinidade. Hayes apenas encheu o peito e cuspiu no chão, erguendo os punhos para colocar-se em pose de batalha.

Deixe-me dar uma surra nessa fedelha para aprender uma lição valiosa — o terceiro finalmente se manifestou, avançando em sua direção.

O mercenário avançou com confiança, Maxine não fazia ideia das capacidades dele ou seu estilo de luta, preferindo permanecer na defensiva. Quando ele se aproximou, tentou um golpe direto, a obrigando a desviar para o lado. Mas era apenas uma armadilha, pois ele tinha previsto o seu movimento, vindo com o punho do outro lado para acertá-la diretamente em sua cabeça. A amazona cambaleou para o lado e por breves segundos tudo girou ao seu redor, dando a sensação de embriaguez intensa. Cambaleante, ela não teve como se defender do chute que veio em suas costas, com força suficiente para coloca-la de joelhos, os ossos batendo diretamente no chão provocando uma sensação de choque doloroso por todo o seu corpo. Quando ele ia dar mais um golpe em sua cabeça com o punho, Max conseguiu finalmente reagir. Fez um movimento de meia lua com o braço, desviando o golpe ao bater o antebraço na altura do pulso do homem. Isso o fez avançar inevitavelmente e perder um pouco do seu equilíbrio corporal. Por estar de joelhos, o golpe seguinte teve todas as vantagens que a legionária poderia precisar. Contraiu o braço livre para trás, fechando a mão em punho antes de jogar para a frente, acertando em cheio as bolas daquele homenzarrão.

Não importava o tamanho do macho, ele sempre seria vulnerável naquela área.

Com isso, o primeiro de três estava ao chão se contorcendo de dor, inutilizado por um tempo. Hayes ergue-se enquanto via o segundo mercenário vim em sua direção, aparentemente enfurecido. Estaria ele zangado pelo amigo ou apenas ultrajado que ela atingiu o centro da masculinidade? Por conta da dor que ainda sentia e com o braço latejando por ter defendido um soco poderoso, a amazona não pode evitar ser empurrada com força para trás. As costas colidiram contra o metal de um carro qualquer e o mercenário fez algo inusitado. Ele retirou um aparelho de choque e o exibiu como se fosse uma arma eficaz para um algoz do nível dele. Max conteve o sorriso e, dessa vez, fez nada para se defender. O membro da seita veio e aplicou a arma em sua cintura com força exagerada, o som de eletricidade e choque repercutindo por toda a garagem. Maxine ainda fez o favor de fingir estar sendo eletrocutada, debatendo o corpo até parar... E começar a rir.

Obrigada, idiota!

A carga elétrica que recebeu curou parte de seu corpo, a enchendo de energia e dando um fôlego maior para seu espírito briguento. Mais que isso, aquela arma de choque era um provedor do seu principal elemento. Assim que deixou a mão próxima do item, conseguiu extrair a eletricidade dele e manipulá-la em direção ao mercenário, não perdendo tempo em nenhum de seus movimentos. O golpe elétrico o fez saltitar sobre o mesmo lugar, o corpo enorme tremendo de forma engraçada enquanto algumas faíscas passavam pela roupa e principalmente cabelo. Ao cair no chão, ainda estava vivo, mas atordoado demais para se mover. Hayes abaixou o corpo apenas para pegar o aparelho de choque e, finalmente, ser aquela que avançava em direção ao inimigo.

Tinha restado apenas um. O que usava uma touca e era o mais baixo. Ele olhava para Maxine com os olhos bem abertos, arregalados em surpresa e um pouco de temor. A névoa estaria funcionando naquele momento? O que o humano estaria enxergando? A amazona pouco se importava, pois precisava finalizá-lo rapidamente. Acionou a arma de choque para usá-la como fonte de sua descarga. Acumulou a energia elemental em sua mão e disparou contra o humano quando este começou a virar-se para fugir, o acertando em cheio nas costas. Tendo finalizado com os humanos, deixou que a arma de choque caísse no chão depois de limpar suas digitais. Não queria ser perseguida por aqueles monstros futuramente, afinal.

Ei caras — Maxine cumprimentou os artistas quando abaixou-se para finalmente libertá-los — Não se preocupem, vou soltar vocês e logo iremos para lá. Acha que conseguem fazer o show?

Se não fizermos teremos de responder perguntas complicadas — Jesse Rutherford falou, apesar de aparentar estar assustado — Você é uma... uma...

Semideusa — a romana sorriu de lado e deu uma piscadela sapeca — Não estou ao seu dispor, mas é um prazer conhece-lo, sou uma fã de suas músicas, então é bom fazer uma ótima apresentação, porque coloquei meu rostinho em risco por você.

Ela é muito foda! — Zach Abels ria enquanto massageava o pulso — O outro cara tá ok?

Está vivo. Agora vamos, vou acompanha-los só para ter certeza.

Os dois levantaram e, surpreendentemente, abraçaram Max como forma de agradecimento. O resultado daquela pequena aventura? Tinha agora também os números pessoais de dois membros de uma de suas bandas favoritas.




Júpiter:
Nome do poder: Imunidade parcial
Descrição: A prole de Zeus/Júpiter, por ser prole de tal divindade, possui uma resistência mais acentuada contra eletricidade podendo suportar descargas altíssimas sem acabar falecendo, no entanto o mesmo não é imune a eletricidade. De maneira que, uma descarga que poderia matar um ser humano, apenas deixa a prole de Zeus/Júpiter fora de combate por alguns turnos (a depender da descarga recebida e do narrador).
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Nenhum.
Dano: Nenhum.


Nível 12
Nome do poder: Força I
Descrição: Zeus/Júpiter é um deus que tem uma força superior a boa parte dos outros deuses, chegando a ser comparado com Ares. Seu irmão, Hércules, era um dos semideuses mais fortes a ser conhecido, e assim como ele você adquire uma força superior a boa parte dos campistas.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +15% de força
Dano: +10% de Dano se o ataque do semideus atingir.


Nível 19
Nome do poder: Cura Elétrica II
Descrição: Indícios de eletricidade significam restauração e força para o filho de Zeus/Júpiter. Agora, ao entrar em contato direto com ela, o semideus consegue restaurar uma parte maior de sua energia, feridas maiores começam a se fechar e viram pequenas cicatrizes, além disso, as feridas menores desaparecem por completo, e uma parte de sua energia é restaurada. (Só pode ser usado uma vez a cada 3 turnos e a cura só ocorre se a corrente/eletricidade que entrar em contato com o semideus seja igual ou menor a 20mA).
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Recupera +50 de HP e 10 de MP
Dano: Nenhum

Nível 27
Nome do poder: Velocidade II
Descrição: Você ficou ainda mais rápido conforme evoluiu em seu treinamento, e com isso, também consegue se esquivar, e lutar com mais destreza, para outros semideuses em campo de batalha fica difícil acompanhar o seu ritmo.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +20% de Velocidade
Dano: Nenhum


Ativos

Nível 2
Nome do poder: Extração
Descrição: O semideus, em tal nível, poderá extrair eletricidade de objetos ou casas, no entanto não irá absorver tal eletricidade. Apenas poderá extrair e manipula-la. Sendo que a mesma irá se dissipar em poucos segundos.
Gasto de Mp: 5 de MP.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Nenhum.
Dano: Nenhum.
Extra: Nenhum.

Nível 9
Nome do poder: Descarga Inicial
Descrição: A prole de Zeus/Júpiter em tal nível poderá manipular a eletricidade, fazendo com que a mesma seja disparada contra um alvo, por exemplo, antes que a mesma seja dissipada. No entanto, é preciso que exista alguma fonte de eletricidade no local.
Gasto de Mp: -15 de MP
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Nenhum.
Dano: - 25 de HP, no entanto se o alvo estiver molhado ou com a pele rompida o dano poderá duplicar ou triplicar.
Extra: Nenhum.
Amazonas:
Amazonas Passivos

Nível 29
Nome do poder: Agilidade II
Descrição: Através da perícia corporal que começa a adquirir, o corpo da Amazona torna-se mais ágil para executar movimentos mais complicados e mais rápidos que o normal.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +40% de agilidade
Dano: Nenhum

Nível 25
Nome do poder: Resistência corporal II
Descrição: Tendo um corpo mais forte e resistente devido aos treinamentos aos quais as Amazonas são submetidas, as guerreiras têm maior capacidade de ignorar a dor, podendo lutar normalmente mesmo se estiverem com luxação, dedos quebrado ou ferimento profundo e não letal. Nesse nível, caso o golpe incapacite um membro do semideus, a dor poderá ser ignorada durante três turnos.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +50% resistência corporal; +40% imunidade à dor;
Dano: Nenhum
Extra: Podem ignorar a dor de queimaduras de grau médio, desde que não sejam em grande escala de estrago, luxações, cãimbras, pequenas fraturas e etc. Apesar de serem afetadas e sentirem dor, conseguem ignorá-la e continuar lutando.

Nível 22
Nome do poder: Esquiva II
Descrição: Com os reflexos apurados devido ao treinamento recebido, as Amazonas têm mais facilidade para esquivar e desviar de ataques diretos e físicos. Com mais treinamento e capacidade física aprimorada, a Amazona tem 40% mais chance de desviar de um ataque com sucesso.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +40% de esquiva
Dano: Nenhum

Nível 21
Nome do poder: Força II
Descrição: As Amazonas ficam cada vez mais fortes conforme desenvolvem seus rigorosos treinamentos, de modo que sua força física se desenvolve ainda mais e ela já pode perceber a diferença ao enfrentar seus adversários conforme ela se desenvolve, cresce e treina.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +20% de força
Dano: +10% de dano se o ataque da amazona atingir o adversário

Nível 17
Nome do poder: Flexibilidade Corporal
Descrição: A flexibilidade e elasticidade corporal das guerreiras Amazonas é desenvolvida desde o início em seus treinamentos rigorosos, de modo que aprendem a executar movimentos tão perfeitos quanto ginastas profissionais. Seus movimentos são bem pensados e precisos, assim como os músculos parecem responder ao mínimo comando. É quase impossível para um guerreiro mediano e iniciante acertá-las.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +25% em elasticidade e flexibilidade
Dano: Nenhum


Nome do poder: Regeneração Vitoriosa I
Descrição: O corpo da Amazona começa a se acostumar com a guerra, levando-a a seguir naturalmente o seus instintos de combate e tornar-se melhor a cada inimigo derrotado. Para continuar sempre batalhando e vencedor, a cada inimigo que cai ou desiste, a guerrira ganha HP e MP, conseguindo energias e vitalidade para permanecer sempre vencendo em combate.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +25 de HP e MP a cada vitória.
Dano: Nenhum


Nível 11
Nome do poder: Pugilista
Descrição: Durante as batalhas, muitas vezes os combatentes ficam desprovidos de armas ou munições, tendo que recorrer à força bruta para buscar uma vitória. Devido ao treinamento constante das Amazonas, com e sem armas, elas aprendem noções básicas de pugilismo, sabendo usar os próprios punhos como poderosas armas de impacto. Golpes só serão descontados de dano se atingirem áreas sem armaduras. Em caso de golpe em armadura de couro ou golpes de raspão, dano reduzido em 50%.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus:
Dano: +20
Duplicador:
Nome: Pacote intermediário de XP - Nível 2
Descrição: Por 1 mês em OFF, todo ganho de XP do semideus é duplicado. (Valido até 13/01/2018)


– Em um lugar – Com Alguém –Em um dia ai


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Maxine Hayes


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Re: RP Ilha de Natal -//- Max Rayes

Mensagem por Diana em Ter Dez 19, 2017 8:00 pm


Temporada de Festas
Por Max Hayes

Método de Avaliação:

Valores máximos que podem ser obtidos:

Máximo de XP da missão:  2.500 XP    (cada missão fixa tem um valor pré-determinado que pode ser alcançado; confiram corretamente)

Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Realidade de postagem + Ações realizadas: 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc: 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência: 30%


RECOMPENSAS: 5.000 [x2] = 10.000 ( + 2.500 dos 50 % da seita ) = 12.500 + 5.000 dracmas +  8 estrelas.

Comentários:
Maxine, achei interessante a continuação da missão bem como a forma que foi executada.  


Atualizado por Baco.
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Diana
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Re: RP Ilha de Natal -//- Max Rayes

Mensagem por Max Hayes em Qua Dez 20, 2017 12:33 pm





sobre a fixa:
As renas perdidas - Papai Noel perdeu duas de suas renas pela ilha de Natal e não consegue achá-las de modo algum, para isso, ele pediu que você, semideus, procure pelas renas e as leve de volta para a porta da fábrica de presentes. Você não deve ferir as renas e nem mesmo usar de força bruta, afinal, elas precisam estar intactas para fazerem a viagem ao redor do globo junto do bom velhinho. Você deve criar um enredo criativo e enfrentar ao menos um monstro em sua jornada enquanto explica o que aconteceu, como aconteceu e de que forma as renas foram perdidas.
Objetivo: Encontrar/Resgatar e levar as renas de volta para o Papai Noel inteiras.
Recompensas - 3.000 xp – 3.000 dracmas – 5 estrelas

Já faziam dois anos que Maxine não comemorava realmente o natal. Mas, naquele mês de dezembro, não só estava vivenciando uma experiência inigualável de se descobrir uma semideusa, como também tendo o natal mais louco de sua vida. Trabalhar em uma fábrica embalando presentes, realizar uma corrida rápida com as renas, distribuir os presentes nas casas das crianças, pilotando um verdadeiro trenó. E agora uma ilha de Natal. Coberta pela neve, com iluminação característica da época. Não era aleatório que a prole de Júpiter se sentia uma criança de 10 anos novamente, em seu momento mais feliz e ingênuo.

Estava sentada sobre a neve, construindo não um boneco de neve, em sua mente aquilo era um mega e poderoso construto de neve. Um outro nível de brincadeira. Distraída, não percebeu a aproximação de um homem alto e robusto, com trajes vermelhos com detalhes brancos. Quando a sombra do desconhecido passou por seu corpo, o susto foi inevitável ao ponto de fazê-la saltar e virar-se bruscamente, colocando a mão bem no meio da barriga de sua construção. Max geralmente estaria xingando e exibindo sua raiva genuína, mas, assim que seus olhos azuis fixaram no culpado, eles esqueceram que aquele homem era o provocador da destruição de sua criatura de neve.

Papai... Noel? – Questionou em dúvida, sem acreditar em sua percepção.

Finalmente encontrei alguém – O bom velhinho pareceu cansado em sua fala arrastada, ele tirou o gorro e coçou o cabelo branco bagunçado – Preciso de ajuda, eu vim pegar o restante dos presentes e duas de minhas renas escaparam! Não consigo encontra-las e sem elas não consigo retornar a viagem, o natal está ameaçado!

Se fosse em qualquer outro período do ano, em que Max não vivenciou as experiências que teve nas últimas horas, ela acharia aquilo um absurdo cômico. Estaria gargalhando e pedindo a mesma erva que o senhor tinha consumido, pois era das boas. Porém, estava em uma ilha, tinha visto e feito coisas que nunca tinha pensado. E, depois dela mesma ter entregado alguns presentes, sabia da importância do natal para algumas crianças.

Ela não deixaria o natal ser ameaçado.

Hayes ergueu-se em um salto, quase deslizando na neve com o movimento abrupto. No entanto, quando erguida, encarou o Noel com determinação. – Eu vou ajudar, onde você as viu pela última vez?

Eu estava voltando para a fábrica quando eu as vi correndo em direção a floresta. Por favor, seja rápida!

A romana bateu continência, como um soldado dedicado e orgulhoso faria. Tinha gostado das renas desde que tinha realizado a corrida e dado muita sorte com a sua parceira quadrupede. Além delas serem fofas, ela tinha uma fraqueza imensa com animais fofos. Determinada, Maxine deu o rumo de seus passos à floresta. O local era formado basicamente por pinheiros e árvores altas, repletas de folhagem finas e cobertas por neve. Algumas árvores possuíam apenas galhos nus, finos e um tanto sinistros, apropriados para longa-metragem de temas de terror. A cada passo que dava para dentro do local, sentia as botas afundarem uns bons centímetros na camada de neve.

Isso acabou se tornando uma vantagem para a amazona. O ambiente, por causa da neve, tornava-se um pouco mais fácil de ler e identificar as pegadas das renas. O problema foi encontra-las. Max passou a caminhar sem um rumo certo, atenta a geografia do cenário, tentando localizar qualquer pista que lhe oferecesse um bom norte. Algo que aconteceu apenas quase quinze minutos depois.

Havia uma bagunça nos rastros deixados. Era possível distinguir uma pegada similar aos que os equinos possuíam, fortes e levantando pedaços de terra, como se estivessem correndo desesperadas. Assim como era possível ver patas com garras, ferindo a neve até alcançar a terra por baixo. Ao redor haviam galhos quebrados e alguns até caídos ao chão. O mal pressentimento que perpetuou a espinha da semideusa pareceu coincidentemente com os sons de perigo. Graças ao treino em seus sentidos com as amazonas, Maxine conseguia potencializá-los e, consequentemente, usá-los a seu favor. O que reverberou em seus ouvidos foram rosnados, ganidos assustados. Como o de um predador encurralando suas presas.

Ela não esperou para confirmar ou ter absoluta certeza de um perigo que podia ser eminente. A amazona ergueu o corpo e correu em direção ao som suspeito que captava, ativando as suas luvas para que as garras de ouro imperial crescessem. Ela nunca agradeceu aos seus instintos quanto naquele momento. As renas encontravam-se acuadas contra uma grande parede rochosa, enquanto isso um cão infernal parecia divertir-se com o medo delas. A besta estava de costas para Hayes, enquanto encarava as suas presas assustadas. Max foi impulsiva, correndo em direção a ele ao mesmo tempo em que abençoava o ouro imperial com eletricidade. Próxima o suficiente, o cão infernal tinha notado sua presença e já se preparava para girar e enfrenta-la, mas já era tarde demais. A loira pulou sobre o lombo da criatura, fincando ambas as garras no topo das costas. O cão infernal debateu-se, rosnou e ganiu em dor, tornando-se uma espécie de touro bravo ao começar a pular para livrar-se de quem ousava montá-lo e feri-lo.

Em um determinado momento, ela não conseguiu mais equilibrar-se sobre a besta que estava ferida e enfurecida. Caiu ao chão, a neve amortecendo o impacto de suas costas, mas sendo incapaz de auxiliá-la pelo que estava por vir. O enorme cão negro e de olhos vermelhos pulou sobre ela, as patas ficando rente ao seu corpo. Max não negou o medo que sentiu naquele momento, afinal tinha um cachorro vindo diretamente do inferno a encurralando no chão, rosnando e com o ódio refletido na cor rubra de seu olhar. Ele abriu a boca, exibindo ameaçadoramente os dentes, a deixando levemente tonta com o bafo de morte e carnificina. Instintivamente, Max ergueu o braço quando o cão tentou morder a sua jugular, fazendo com que ao invés de abocanhar seu pescoço, os dentes adentrassem profundamente em seu braço. Gritou em pura agonia, o sangue escorrendo das feridas caindo sobre seu rosto e corpo. Poderia ter se distraído só com aquilo, ter medo de morrer naquele exato momento. Mas, apesar da dor que sentia, havia aprendido a ignorá-la para continuar batalhando.

Ergueu o punho da mão que estava livre e fez um golpe quase desesperado, jogando os punhos com as lâminas da luva na direção da cabeça do monstro. Teve de aplicar mais força do que tinha usado no início, para fazer as lâminas perfurarem o crânio e atravessarem por completo. O monstro caiu para o lado, a fazendo arfar mais ainda pois ele não tinha largado o seu braço. Coisa que aconteceu apenas quando ele se transformou em poeira dourada.

Maxine permaneceu deitada na neve maculada pelo vermelho de seu sangue. Arfava forte enquanto lutava bravamente para não chorar. Aquilo havia sido assustador! Por mais que tivesse treinado e o cão infernal não fosse o seu primeiro monstro, tinha sido aterrorizante encarar dentes afiados e sofrer um ataque imprevisível como aquele. Porém, surpreendentemente, recebeu um ato de carinho. As renas tinham se aproximado e uma delas lambeu o seu rosto, o empurrando de levinho com o nariz como se dissesse “levante, você consegue”. Com todas as caretas que poderia exibir em seu rosto, a jovem loira ergueu-se com certa dificuldade. O braço recuperava-se pouco a pouco, pois desde que tinha se tornado uma amazona, a cada vez que tinha uma vitória seu corpo se curava mais rapidamente. Como isso funcionava? Não fazia ideia, mas apenas agradecia.

Hora de voltar – Disse para as renas enquanto apoiava-se em uma delas – É bom vocês fazerem um ótimo trabalho hoje a noite, eu estraguei minha melhor blusa nessa batalha!

Por mais que fingisse uma reclamação, estava sorrindo, contente por dentro. Afinal, tinha conseguido salvar aquelas duas criaturas. Max odiava alguns comportamentos humanos, mas nunca deixaria de derreter por animais. Principalmente os fofos.


poderes passivos:

Nome do poder: Regeneração Vitoriosa II
Descrição: O corpo da Amazona começa a se acostumar com a guerra, levando-a a seguir naturalmente o seus instintos de combate e tornar-se melhor a cada inimigo derrotado. Para continuar sempre batalhando e vencedor, a cada inimigo que cai ou desiste, a guerreira ganha HP e MP, conseguindo energias e vitalidade para permanecer sempre vencendo em combate.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +50 de HP e MP a cada vitória
Dano: Nenhum

Nível 28
Nome do poder: Agricultura e Agropecuária
Descrição: As Amazonas da Antiguidade formavam uma sociedade de administração feminina, autossuficiente em todos os aspectos. Para subsistir, essas mulheres não podiam depender apenas da guerra, de modo de cultivavam sua terra e pastoreavam seus rebanhos, mantendo-se assim graças a agricultura e pecuária. Tal conhecimento é adquirido pelas Amazonas atuais, para que em caso de necessidade não venham passar trabalho e saibam sobreviver.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum

Nível 25
Nome do poder: Resistência corporal II
Descrição: Tendo um corpo mais forte e resistente devido aos treinamentos aos quais as Amazonas são submetidas, as guerreiras têm maior capacidade de ignorar a dor, podendo lutar normalmente mesmo se estiverem com luxação, dedos quebrado ou ferimento profundo e não letal. Nesse nível, caso o golpe incapacite um membro do semideus, a dor poderá ser ignorada durante três turnos.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +50% resistência corporal; +40% imunidade à dor;
Dano: Nenhum
Extra: Podem ignorar a dor de queimaduras de grau médio, desde que não sejam em grande escala de estrago, luxações, cãimbras, pequenas fraturas e etc. Apesar de serem afetadas e sentirem dor, conseguem ignorá-la e continuar lutando.

Nível 30
Nome do poder: Sentidos Bélicos II
Descrição: Descansar em campo de batalha nunca é opção para uma Amazona, de modo que elas sempre estão atentas ao ambiente mesmo que tudo pareça tranquilo. Devido aos seus sentidos mais aguçados, elas são capazes de notar com mais precisão sinais de aproximação, como sons, e possuem um sexto sentido bélico, de modo que se forem alvos de um ataque direta ou indiretamente irão pressentir o perigo e se preparar ou evitar uma emboscada.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum
Extra: Poderão, durante um único turno, pressentir o inimigo se aproximando, podendo saber de onde o ataque virá, e se preparar para ele.

Nome do poder: Adestramento Selvagem I
Descrição: As Amazonas adquirem maior facilidade em domar – momentaneamente – um animal, graças ao conhecimento ancestral das primeiras guerreiras mulheres que se sustentavam através da pecuária. O animal a auxiliará, seja oferecendo-se como guia, apontando para dicas ou ajudando em combate. Mas nesse nível inicial, a habilidade funciona melhor com animais pequenos ou de baixa inteligência.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +50% de chances de um animal de pequeno porte ou de baixa inteligência o obedecer/ajudar. +30% de chance dos outros animais fazerem o mesmo. Não funciona em animais mitológicos.
Dano: Nenhum
Extra: O efeito dura no máximo dois turno; apenas um animal pode ajudar.

Nome do poder: Conhecimento para Sobrevivência
Descrição: As Amazonas adquirem conhecimento suficiente para não serem derrotadas pelas intempéries do clima ou do ambiente, de modo que conseguem, pelo menos minimamente, identificar plantas e frutas, avaliar aspectos de grama, árvores, vegetais e ambientes que podem dar uma localização exata de onde a guerreira pode estar.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum

Nível 8
Nome do poder: Geografia da Guerra
Descrição: Devido ao conhecimento bélico que começa a adquirir, a Amazona aprende que uma batalha é mais do que o embate físico entre dois adversários, tendo diversas outras variáveis a serem aproveitadas. A guerreira aprende a analisar o terreno de sua batalha para saber tirar melhor proveito dele, além de reconhecer as condições climáticas de um ambiente e usar isso em seu favor.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum
Extra: O narrador precisa dar alguma informação a respeito do terreno ou do clima

poderes ativos:
Nível 10
Nome do poder: Eletric Aiser
Descrição: Esse poder permite ao semideus filho de Zeus/Júpiter, descarregar uma ponta de energia sobre sua arma, deixando-a eletrizada durante dois turnos. Enquanto a arma do semideus estiver carregada com a potência de raio, faíscas saltarão da lamina, e sua força no impacto terá um efeito maior.
Gasto de Mp: 30 MP
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: A arma fica eletrizada por dois turnos inteiros, e o dano no impacto aumenta.
Dano: 35 HP
Extra: Nenhum
armas:
• Luva do carcaju [Feita completamente de um couro sintético (salve os animais!) e com feitiços especiais que impedem a mesma de acumular calor em contato com a pele, tal luva parece perfeita para ser utilizada em um combate, afinal a mesma permite que você crie garras no punho (Wolverine pode estar com inveja). | Efeito 1: Ao ativar o efeito, a luva irá fazer crescer quatro garras de ouro imperial em seu punho (fechado, por favor). | Efeito 2: A luva irá permanecer sempre em uma temperatura agradável, mesmo que você esteja visitando o tártaro ou fazendo uma tour pelo Olimpo. | Ouro Imperial e tecido mágico de couro sintético. | Sem espaço para gemas | Beta | Status: 100% sem danos | Mágico | Arsenal do acampamento]
Duplicador:
Nome: Pacote intermediário de XP - Nível 2
Descrição: Por 1 mês em OFF, todo ganho de XP do semideus é duplicado. (Valido até 13/01/2018)


– Em um lugar – Com Alguém –Em um dia ai


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Maxine Hayes


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Re: RP Ilha de Natal -//- Max Rayes

Mensagem por Poseidon em Sab Dez 23, 2017 3:14 pm


Avaliação

Método de Avaliação:

Valores máximos que podem ser obtidos

Máximo de XP da missão: 3000 XP

Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Realidade de postagem + Ações realizadas: 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc: 18%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência: 30%

Recompensa: 2940 x 2= 5880 XP + 2940 Dracmas + 5 estrelas

Comentários:
Foi uma boa missão, entretanto foram descontados dois por cento devido a falta de algumas palavras que poderiam ter complementado as frase. Parabéns!



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Re: RP Ilha de Natal -//- Max Rayes

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