The Blood of Olympus
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[TESTE - ELYSE & LUNA] Como salvar vidas.

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[TESTE - ELYSE & LUNA] Como salvar vidas.

Mensagem por Asclépio em Ter Dez 05, 2017 9:53 pm


Como salvar vidas.

As semideusas não sabiam como e nem o porquê se se encontrarem em um hospital bastante limpo e claro. Ambas usavam jalecos e tinham em suas mãos uma prancheta. Uma para cada uma e, quando a olharam mais atentamente, puderam notar a presença de três prontuários médicos – uma prencheta para cada uma, com três folhas cada –.

Um homem de aspecto tão limpo e bem cuidado quanto o prédio surgiu por detrás de uma cortina e olhou as garotas. – Chegaram! Finalmente. Já não era sem tempo. Deixe-me ver... Luna! Está com ótima saúde, seus bebês estão saudáveis e bem próximos do nascimento, não?! E... Elyse, ah, sim! Ótima forma, saudável, fisicamente muito apta. Evite friagens, querida, seus pulmões estão um tanto... sensíveis. – disse pensativamente o deus, então, por fim, começou a andar pelo longo corredor.

Era acompanhado de perto pelas garotas, falando em um tom suave. – Bem, cada uma de vocês tem três pacientes. Eu os resgatei de uma zona de guerra. Resgatei muitos mortais e, claro, alguns semideuses. Que são esses por quem vocês estão responsáveis. Preciso que cuidem deles para mim enquanto eu cuido dos mortais, sim? – sorriu um pouco, erguendo o polegar para as jovens. – Boa sorte, minhas aprendizes.

As instruções eram breves e, sendo assim, Asclépio saiu, deixando as garotas se encarando por um tempo.

Informações:

• Por mais que os regatados sejam de zonas de guerra, nem todos eles têm ferimentos de guerra.

• Será a líder do grupo aquela que atingir ao menos 90% de aproveitamento nesse teste. Caso ambas atinjam esse valor, aquela que teve maior aproveitamento permanece no cargo.

Para Elyse:

Seus pacientes são os seguintes:
• Lauren, 13 anos, fratura exposta na perna, mandíbula deslocada, filha de Atena.
• Andrew, 7 anos, pneumonia, laceração na mão esquerda, filho de Hipnos.
• Joseph, 20 anos, septicemia, braço quebrado, fratura no quadril, filho de Thanatos.

Para Luna:

Eis aqui seus pacientes:
• Tamara, 18 anos, anemia profunda, estresse pós-traumático, pé deslocado, filha de Melinoe.
• Daphne, 6 anos, queimaduras de terceiro grau no braço esquerdo e parte do tronco, corte mediano na face, filha de Poseidon.
• Alison, 24 anos, está gestante de quatro meses, bacia deslocada, ombro deslocado, braço quebrado em três lugares, filha de Afrodite.

• Acho que o objetivo é claro: curem os feridos da melhor forma possível, todos eles estão em estado crítico, tentem – ao menos – estabilizar isso.

• É vetado o uso de quaisquer poderes ativos além dos poderes dos Curandeiros.

• Todo e qualquer instrumento que precisarem se encontra a disposição no hospital.

• O prazo para postarem acaba às 21h55 (horário de Brasília) do dia 05/01/2018.

• Boa sorte e sejam coerentes.
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Re: [TESTE - ELYSE & LUNA] Como salvar vidas.

Mensagem por Luna Minn em Sex Dez 15, 2017 12:06 am




How To

Save lives



Um chamado um tanto diferente é feito no chalé de Asclépio. Estávamos todos acostumados em receber pedidos de emergência e até mesmo pedidos inusitados vindos de pessoas que jamais esperaríamos encontrar em toda a vida. E desta vez não era diferente. O pedido da vez era do próprio Asclépio, a quem eu era devota e fiel à alguns meses e me dedicava na arte em que ele era mestre, o dom da Cura. Não só eu, como Elyse também tinha sido chamada para esta missão, mas algo me dizia que não se tratava de uma simples missão. Asclépio não nos chamaria se não fosse caso de vida ou morte.

O jaleco que eu usava era confortável e tão limpo quanto o corredor pelo qual passávamos. Meu cabelo se mantinha preso em um coque, deixando-me livre para atender as emergências e também manter a higiene constantemente. Em minhas mãos, uma prancheta com três folhas, prontuários, eu os reconheceria até mesmo de longe, já estava acostumada com aquele tipo de documento. Eu me mantinha ao lado da atual líder dos curandeiros, me sentia nervosa em tentar puxar assunto com a mesma, apesar de sermos colegas de trabalho e equipe, nossa relação não ia nada além do profissional e da devoção ao mesmo Deus.

Meu olhar passeava pelo corredor branco e tão limpo que poderia-se fazer uma refeição ali mesmo no chão, sem prato, somente o chão. Um movimento de uma cortina a se abrir e uma figura de homem que definitivamente combinava com o ambiente, aparece bem na nossa frente, chamando minha atenção imediatamente. Eu não sabia o motivo, mas sentia um frio na barriga, e não era culpa dos gêmeos.

– Chegaram! Finalmente. Já não era sem tempo. Deixe-me ver... Luna! Está com ótima saúde, seus bebês estão saudáveis e bem próximos do nascimento, não?! E... Elyse, ah, sim! Ótima forma, saudável, fisicamente muito apta. Evite friagens, querida, seus pulmões estão um tanto... sensíveis. – Dou um sorriso largo ao ouvir que meus filhos estavam bem e saudáveis, eu estava mesmo apenas esperando pelo grande dia. Aquele era Asclépio em sua figura humana, claro, como eu pude me esquecer de sua figura humana tão rápido? A preocupação com a saúde de Elyse me deixa um pouco aflita, seria aquele um sinal de que talvez ela estivesse com alguma doença que poderia ser desencadeada pelas friagens?

Meu olhar ia da garota ruiva de volta para o Deus da cura, prestando atenção no que ele tinha para dizer sobre nossa missão. Eu havia checado os prontuários minutos antes da aparição e sabia que uma das pacientes estava em condição extremamente crítica. Acompanho Asclépio assim que ele começa a dar passos pelo longo corredor.

– Bem, cada uma de vocês tem três pacientes. Eu os resgatei de uma zona de guerra. Resgatei muitos mortais e, claro, alguns semideuses. Que são esses por quem vocês estão responsáveis. Preciso que cuidem deles para mim enquanto eu cuido dos mortais, sim? – Assinto com a cabeça positivamente com as informações recebidas. Então estávamos em meio de um regate de guerra, aquilo não era muito bom, a situação dos pacientes tanto física quanto psicológica pode estar bastante comprometida. Mas eu iria deixar Asclépio orgulhoso e provar que ele fez a escolha certa em me permitir aprender sobre seus ensinamentos.

– Boa sorte, minhas aprendizes. – Dou um sorriso e um breve aceno com a mão que não segurava a prancheta. Elyse ao me lado parecia tão perdida quanto eu, mas as instruções foram claras, precisávamos cuidar dos semideuses feridos, e precisávamos entrar em cena rápido. - Bom, boa sorte para nós! Caso precise de ajuda, pode me chamar! - Falo para a líder antes de seguir pelo corredor em direção à sala de pacientes críticos. Eu checava constantemente o prontuário, ansiosa em poder ajudá-los o quanto antes, fazia notas mentais das principais informações.

Eu tinha três garotas todas em faixa etárias diferentes, uma criança, Daphne de 6 anos, uma adolescente, Tamara de 18 anos, e por fim, a jovem-adulta que trazia consigo uma outra vida em seu ventre, Alison de 24 anos. Todas estavam em estado crítico, era praticamente impossível dizer qual delas estava em pior situação que a outra, em minha cabeça, táticas de melhor atendimento rodavam e se formavam aos poucos até que finalmente decido o que eu faria.

Eu tinha sorte de saber a respeito dos ferimentos e idades, tornava muito mais fácil a identificação das pacientes. A sala com três macas, e três diferentes pacientes já cada um em seu leito, separadas por uma cortina branca  para privacidade pessoal e para evitar piora nos estados já críticos. Eu ouvia gemidos e choros de dor por duas das partes, uma delas simplesmente estava estática.

Passo pelo primeiro leito, o leito da garota grávida, as outras duas pacientes eram tão importantes quanto, mas neste caso não era somente ela que corria perigo. Havia um bebê em jogo, uma vida que nem ao menos teve a chance de conhecer o mundo. Eu podia me identificar com ela, seria meu pior pesadelo acabar em uma situação como aquela grávida dos meus dois filhos. - Olá, meu nome é Luna, sou curandeira, você e seu bebê estão em boas mãos, vou te ajudar. - Falo apenas para me apresentar, eu sabia que Alison deveria estar mais preocupada com o próprio filho do que com si própria, ela chorava, mas não parecia estar preocupada consigo mesma.

Dou uma última olhada no prontuário dela, bacia e ombro deslocado, três fraturas diferentes no braço e por fim, grávida. A bacia era o que mais me preocupava por conta do bebê, então me preparo mentalmente para voltar a bacia ao local correto. Ela olhava para a minha barriga enorme por conta dos gêmeos, provavelmente suspeitando das minhas habilidades. - Não se preocupe, melhor do que ninguém, você deve saber que estar grávida não nos impede de salvar vidas. - Dou um sorriso gentil para a semideusa loira, analisando o lado para que o quadril havia se deslocado, e planejando uma tática mais efetiva e menos dolorosa de se trabalhar com.

- Consegue se levantar sozinha? - Pergunto já me prontificando para ajudá-la, mas então, a garota faz um esforço e apesar da barriga e da dor, consegue se levantar, eu apenas dou apoio à coluna dela. - Não vai doer tanto quanto doeu quando você se machucou, prometo. - Dou um breve sorriso e indico onde ela deveria ficar em pé. Ela era alta, e eu somente havia notado isso agora. Tinha o corpo típico das filhas de Afrodite, cheio de curvas avantajadas, mas eu notava claramente o desnivelamento da bacia.

- Vou tocar esta área, peço para que aguente a dor, pelo seu bebê, ele vai agradece quando tiver mais espaço para se espalhar em seu ventre. - Respiro fundo e então começo a medir o desalinhamento da bacia, na frente e atrás, inicialmente para puro conhecimento. Eu estava focada no que eu fazia, mas ouvir os gemidos da criança com queimaduras começava a partir o meu coração.

Me apresso em arrumar a bacia deslocada, passando a agora com as pontas dos dedos, arrumar delicadamente a posição da bacia em torno da coluna, e logo depois com as mãos inteiras na lombar, mexo a bacia para que ela ficasse em sua posição natural, movimentos lentos e gentis. Eu me lembrava dos livros lidos e das minhas experiências passadas. Quando meço de novo a diferença de nivelamento, noto que já estava muito melhor, quase inexistente, assim como as reclamações de dor desta.

Para finalizar aquela área, com as mãos da lateral do quadril da garota, começo a fazer os mesmos movimentos com as mãos, até que esta fica perfeitamente recolocada. Coloco a mão na barriga da garota para sentir como o bebê estava. A condição era perfeita, mas a mãe ainda precisava de mais cuidados.

Antes de recolocar o ombro no lugar, eu precisava lidar com as fraturas, caso contrário só deixaria tudo pior. Ajudo-a a se sentar novamente, tomando o máximo de cuidado para não mexer muito no braço machucado. Com minha visão de raio-x procuro pelas fraturas, e então, posicionando minhas mãos entre a primeira e a última, faço com que os ossos se unam novamente. Eu via as fraturas se recuperando rapidamente, o que era um alívio gigante para mim.

Agora somente precisava cuidar do ombro deslocado, e ela estaria estável. Arrumo a posição da maca para completamente reta, deitada, e retiro o travesseiro antes de pedir com um toque na coluna. - Pode se deitar, Alison. - Me lembro do dia em que Asclépio me visitou em um momento de devaneios após minha luta contra uma Lâmia em São Francisco, e do jovem semideus que tive que recolocar o ombro no lugar. Aquela situação toda me parecia muito igual. Três semideuses em minhas mãos.

Me concentro em posicionar a garota completamente reta na maca, com o braço dobrado em 90º, ficando de frente com a garota, segurando o pulso com a mão que estava do lado da maca e o cotovelo com a que estava do lado de fora. Puxo o pulso lentamente, mas com firmeza, sentindo em minhas mãos, a cabeça do úmero voltando ao seu lugar habitual. - Muito bem, acabamos por aqui. - Falo colocando o braço delicadamente na maca. - Você vai sentir fraqueza com esse braço por um tempo ainda, portanto, fique aqui deitada e evite fazer muitos movimentos. Descanse! - Pego o travesseiro, colocando-o sob a cabeça loira da filha de Afrodite, fazendo-a ficar confortável.

Respiro fundo ao deixar a garota ali sozinha, e partir para a maca do lado, a criança que chorava com as queimaduras sérias pelo corpo todo. Ela era tão pequena que me fazia repensar a possibilidade de deixar meus filhos treinarem ou até mesmo acompanhar a mim e Isaac no acampamento e em outras situações que planejamos passar juntos. - Daphne, olá! Eu sou a Luna e sou curandeira, vou fazer os dodóis melhorarem, certo? - Falo chegando próxima da garotinha. Realmente os machucados eram sérios e bastante feios.

- Dói muito! - A garotinha reclama e volta a chorar a lágrima entrando no corte no rosto fazendo queimar ainda mais o local, me sinto completamente mal por ela. Minha primeira ação era tirar a blusa chamuscada da garota, colocando ao lado da maca, assim como outros objetos como acessórios e joias. - Poderá pegar novamente assim que estiver melhor, certo? - Minha barriga não e atrapalhava em nada até então com as curas, e não ia ser agora que passaria a atrapalhar, mas obstruia um pouco da minha visão da situação.

Noto que as queimaduras se estendiam do braço esquerdo até parte do tronco, as queimaduras eram bem sérias, e eu precisava começar o tratamento imediatamente. Eu não via nenhuma outra opção a não ser manipular a energia da criança, o ideal em situações normais seria reidratar o paciente e mudar a dieta com proteínas, porém, era um processo lento, e eu precisava de efetividade agora.

Seguro a pequena mão direita da criança, onde a situação era perfeita, e me foco em manipular a energia vital, meus olhos acompanhavam o progresso da queimadura se hidratando e aos poucos, a carne e a pele se recuperava, até que os ferimentos começam a ficar quase inexistentes, passando do vermelho escuro para vermelho vivo e aos poucos clareando, ficando rosado e até se tornar uma simples cicatriz quase imperceptível. O corte no rosto também sumia, deixando para trás apenas o sangue que escorria do mesmo anteriormente. Nada que não pudesse ser limpado com um pouco de água e sabão.

- Como você está se sentindo, Daphne? Melhor? - Pergunto dando um sorriso grande para a garotinha, ela tinha até mesmo mais cor às bochechas rosadas envoltas pelos cachinhos morenos que moldavam o rosto delicado. - Bem melhor! - Até mesmo a voz dela era mais adorável, menos sofrida e mais carinhosa. - Fico muito feliz em saber disso, querida. Preciso ajudar as outras pessoas, você pode ficar aqui descansando um pouco? Não acho que é seguro você deixar a enfermaria ainda. Só mais um pouco e voltarei para checar sua condição okay? - Passo carinhosamente a mão direita na cabeça da filha de Poseidon, como um “até logo!”.

Passo para a terceira e última das minhas pacientes em estado grave, eu me perguntava como Elyse estava se saindo com as pacientes dela, eu esperava que bem. Mas ela não tinha me chamado ainda, o que era um bom sinal até então.

Quando chego até o leito da última paciente, noto o olhar aterrorizado para mim. - Tamara? - Chamo-a pelo nome, evitando me aproximar de uma só vez, ela estava traumatizada, qualquer ato súbito feito por mim traria à garota lembranças sobre o ocorrido. Ela começa a chorar no exato momento em que eu me aproximava dela, e decido que aquela era a hora de primeiro cuidar do emocional, antes de cuidar do físico, que era igualmente ruim.

- Meu nome é Luna. - Começo a tranquilizá-la com a minha aura apaziguadora. - Eu sou curandeira e vou cuidar de você. Posso te pedir para que confie em mim? - Pergunto me aproximando com passos lentos e nada hesitantes, apenas para não assustá-la com coisas repentinas, aquela era hora também de eu desacelerar um pouco. As crianças pareciam estar dormindo pois não se moveram muito desde que cheguei ao hospital, e estavam me deixando trabalhar muito bem.

A resposta que recebo é apenas um choramingo, ela ainda não estava completamente tranquila, talvez fosse necessário apagá-la para eu poder trabalhar sem piorar as coisas para ela. Imediatamente, continuo com a conversa. - Eu vou cuidar muito bem de você, não se preocupe, vai estar muito melhor quando acordar. - A morfina em minha voz era liberada tanto quando eu cantava quanto quando eu conversava com a paciente. A adolescente começa a apagar aos pouquinhos, até que seus olhos se fecham por inteiro, e agora eu podia começar a tratar os ferimentos físicos. Ela não corria o risco de ter pesadelos ou lembranças ruins sobre o trauma pois a morfina não a deixava ter consciência do que acontecia.

- O que eu faço primeiro com você? - Pergunto em um sussurro e procuro o meu prontuário, que noto ter esquecido no primeiro leito, com Alison. Antes de retornar ao leito da garota grávida, busco uma tipóia no armário de utensílios médicos. Retorno para o leito dela enquanto Tamara estava em sono profundo, e falo dando um breve sorriso. - Vim imobilizar o seu braço, assim você fica livre para se movimentar sozinha sem risco. - Ajudo-a com cuidado a colocar o instrumento de imobilização e recuperação do ombro. - Luna? - Ouço-a falar pela primeira vez o meu nome. A olho como se a encorajasse a continuar com o que ela falava. - Sim? - Pergunto pegando a minha prancheta. - Muito obrigada! - Confesso que momentos como aquele me deixavam com lágrimas nos olhos, mas eu me mostraria forte na frente da minha paciente e me aguentaria, apenas dando um sorriso sincero e falando antes de me retirar de volta para o outro leito. - Não há de quer, Alison. Espero que seu bebê possa crescer forte e saudável!

Aquela era como a minha despedida para a garota. Por mais que ela não fosse sair já do hospital, meu trabalho com ela já havia se encerrado. Quando passo na frente do leito da garotinha de seis anos, noto que ela estava em pé, fora da maca, parecia querer algo. - Tia? - Ela me chama pois provavelmente não se lembrava do meu nome, e chamar de tia a fazia se sentir próxima de mim. - O que foi, querida? - Pergunto colocando uma das mãos sobre a minha barriga, os bebês se mexiam um pouco. - Pode me dar água? - Ouço a pergunta e dou uma leve risada, sabendo que aquilo não era somente sede, mas também um certo receio de não estar 100% curada. Os filhos de Poseidon se curavam ao ter contato com água.indo até uma mesinha com um jarro de água fresca e copos descartáveis ao lado.

Coloco água em um dos copos e entrego à garotinha que permanecia em seu leito. - Pronto, se deite e descanse quando acabar. Deixe o copo na mesinha ao seu lado, e tente não molhar tudo, certo? - Dou um sorriso um tanto maternal para a garota e finalmente, consigo voltar ao leito da jovem com problemas bem além dos físicos. Fecho a cortina ao nosso redor, eu não queria ser interrompida com aquela paciente, o estado dela era mais grave no sentido de sequelas. Leio que o único problema físico dela, além da clara anemia, era o deslocamento do pé. Ela não estava nada bem. Passo a pensar bem sobre qual era a melhor maneira de fazer o pé retornar ao seu devido local.

Quanto à anemia profunda, fazer uma transfusão do meu sangue para ela seria o suficiente para deixar as coisas um pouco melhores. Respiro fundo e então começo o trabalho de recolocação do pé em seu devido lugar. Noto que ele estava levemente torto para o lado de dentro, como se estivesse constantemente torcido. Era ali que eu iria trabalhar. Pego a perna da garota que estava em sono profundo e então começo a sentir a forma que ele saia de sua posição habitual. Olhando para o pé, eu sentia aflição, eu conseguia imaginar a dor que ela sentia, mas não reclamava pois a dor psicológica era muito maior.

Uma das minhas mãos segurava a panturrilha, e a outra ficava no calcanhar. Faço movimentos suaves e precisos como se puxasse o pé para mim e depois o colocasse em seu lugar. Faço isso apenas duas vezes, eu sabia que ela estaria gritando se estivesse acordada, aquela recolocação era a mais dolorosa dentre as que fiz hoje. Massageio o local com a ponta dos dedos apenas para ter certeza de que tudo estava devidamente colocado e funcionando bem. Era engraçado sentir os ossos se encaixando nas cartilagens que os separavam de outros ossos. Meus movimentos constantemente delicados e firmes tinham uma explicação: se os movimentos fossem muito bruscos, o risco de afetar negativamente uma musculatura ou algum tendão era muito maior, e eu não queria apenas dificultar as coisas para aquelas pessoas, eu queria simplesmente ajudá-las.

Agora a parte que eu precisava cuidar mais do que tudo. O sangue da filha de Melinoe. Graças à Asclépio, o meu sangue era compatível com todos os tipos sanguíneos do mundo, além de ter uma propriedade curativa extremamente grande e eficaz. Deixo a filha de Melinoe sozinha por um momento, indo para o estoque para me preparar para transferir meu sangue para o dela. Pego do estoque: Uma seringa média com ampola à vácuo, uma seringa média com agulha média, quatro pedaços de algodão, um vidro pequeno de álcool, dois curativos, e por fim, luvas cirúrgicas, estas que visto imediatamente. Com tudo em uma bandeja de inox em minhas mãos, volto para onde a semideusa se encontrava adormecida.

Primeiramente, cuido da retirada do meu sangue. Após umedecer um pedaço de algodão com álcool, passo no local de onde eu tiraria o meu sangue na dobra interna do cotovelo. Minhas veias eram fáceis de se encontrar, então, desencapado a agulha da ampola à vácuo e respirando fundo me preparando psicologicamente, enfio a agulha no meu braço. Meu braço arde um pouco, mas logo a ardência é esquecida, eu ficava fascinada com a ampola enchendo-se tão rapidamente com o meu sangue. Era até bonito, como uma obra de arte. Agora eu deveria correr o máximo que eu conseguia antes que meu sangue coagulasse. Pego o pedaço de algodão sem nada e pressiono forte no buraco de onde a agulha saía, fechando o braço para segurar o algodão em seu lugar antes de pegar outro pedaço de algodão com álcool e limpar o mesmo local do braço da garota, precisava agir rápido.

Passo o sangue da ampola para a outra seringa, que seria usada para aplicar o sangue na garota. Uma ruga de concentração aparecia entre minhas sobrancelhas, enquanto eu tirava o ar da seringa com dois pequenos petelecos na seringa. Escolho bem a artéria que eu usaria para injetar o sangue, e assim que consigo vê-la, perfuro a pele da garota morena com a agulha e com o dedão, injeto meu sangue no corpo dela. - Ótimo! - Falo com certo alívio, e pegando um novo algodão, completamente limpo, retiro a agulha e pressiono no local um pouco. Primeiro retiro o algodão do braço dela e o substituo pelo curativo circular, logo fazendo o mesmo com o meu. Jogo todo o material que usei, menos o que restava do álcool no lixo de materiais hospitalares e então fico me perguntando quando é que Tamara acordaria, e se acordaria bem.

Noto pela pele da garota que ela já parecia mais viva, tinha mais cor tanto nas bochechas quanto na boca. Aquele momento seria o perfeito momento para ela acordar. Mas como eu sabia que nada era no tempo que queríamos, decido dar mais uma checada nas outras pacientes. A começar pela criança que eu sabia que estava se corroendo para poder sair do hospital imediatamente. Mas antes de ir para o leito que ela ocupava, vou para o estoque buscar lencinhos umidecidos para dar um banho instantâneo nela.

Volto ao leito com um pacote de lencinhos com cheiro de bebê, ela parecia olhar para aquilo cheia de curiosidade, mas não diz nada. - Vou te ajudar a limpar esse sangue todo. É chato ficar aqui sozinha, não é? - Franzo o nariz com a ideia de ficar sozinha trancada em um hospital, sem ter o que fazer ou com quem conversar. - Quer cheirar? - Pergunto quando abro o pacote e puxo um dos lencinhos, assim como um banquinho para eu me sentar de frente com a criança, entregando-a o lencinho para ela sentir o cheiro antes de tomá-lo de volta. Começo a passar o tecido delicadamente pelo rosto dela, tomando o cuidado de afastar os cachinhos com uma mão.

Tivemos várias conversas sobre o nosso parentesco divino e sobre o que éramos capazes de fazer. Daphne era a que mais falava, eu somente escutava as histórias de aventura que ela mesmo com tão pouca idade já havia passado. - Você é muito corajosa! Espero que meus filhos passam ser tão corajosos quanto você! - Falo descartando mais um lecinho, e trocando por outro. Desta vez eu já estava no tronco que antes estava queimado, e agora estava completamente recuperado e em perfeitas condições. Aquela seria uma marca espólio de guerra, uma marca que ela poderia ficar orgulhosa de dizer que já havia enfrentado.

Meus filhos finalmente pareciam acordar, começavam a se mexer dentro de mim, cada vez mais constantemente. Não tinha como se negar que ambos eram filhos da prole de Morfeu. Quando termino de limpar o sangue seco no pequenino corpo, dou um beijo na testa dela e a ajudo a sair da maca. - Venha aqui, vou te ajudar a se vestir! - Pego a blusa que estava queimada, infelizmente não tínhamos outra opção senão retornar a blusa ao dono. Coloco também a pulseira e o colar que eu havia retirado, por incrível que pareça, estavam intactos, apenas um pouco pretos pelo calor intenso, mas tirando isso, perfeitos.

- Pode ir embora se tiver para onde ir, certo? Tem alguém responsável por você aqui? - Pergunto preocupada em vê-la sozinha em uma situação como aquela, era aterrorizante, ainda mais com a Seita à nossa espreita a todo momento. - Se não tiver, você me espera e vamos para o Acampamento Meio-Sangue juntas. Combinado? - Eu a olhava pela primeira vez extremamente séria, não queria que a minha supervisionada menor de idade sumisse pelo mundo, sozinha. - Tudo bem, tia Luna! - Ela dá um sorriso típico de uma criança feliz e saudável, aquilo me deixa com o coração aquecido.

- Vou terminar de cuidar das outras pessoa, tudo bem? - Ela faz que sim com a cabeça, e eu a deixo sozinha ali. Levando comigo o pacote com lencinhos umedecidos, até o primeiro leito, onde Alison repousava. - Como está? - Pergunto gentilmente assim que ela me nota entrando pelas cortinas. - Muito melhor, a dor no ombro está muito melhor mesmo! - Dou um sorriso amigável e então ouço um barulho do terceiro leito, o que eu havia deixado sozinho. - Com licença. - Falo antes de avançar rapidamente para o leito de Tamara, colocando minhas mãos nos ombros dela e dando suaves palmadinhas para acalmá-la.

- Sh, está tudo bem. Você está segura aqui! - Minha aura apaziguadora parece finalmente funcionar com a garota. Era claro que ela estava muito melhor do que antes. Inclusive já tinha forças para se sentar e para reclamar dos pesadelos repentinos. - Você quer me contar sobre o que aconteceu? - Me encosto na maca quase me sentando ao lado da garota, sem retirar minhas mãos de perto dela. Querendo ajudá-la agora de maneira psicológica, já que a física estava muito bem.

Tamara com um pouco de relutância finalmente me conta sobre tudo o que havia acontecido. Quando ela começava a entrar em leve ansiedade, eu já a segurava pela mão e tranquilizava-a com a minha aura. Conforme íamos conversando, ela parecia ficar mais tranquila. Até chegarmos a um ponto em que eu conseguia me apresentar normalmente, e ela conseguia falar sobre o assunto sem muitos problemas. - Bom, agora que eu já sei sobre a sua história, preciso que me diga uma coisa. Está com dores no seu pé? - Pergunto apontando para o pé que antes estava deslocado.

- Huum, não muito. - Ela mexe o pé para os lados e inclusive os dedos, o que me deixa completamente aliviada, nenhum tendão havia se afetado. Um sorriso se abre em meus lábios e então volto a pegar o pacote de lenços umedecidos do meu colo, para me levantar e unir este com o álcool que eu havia me esquecido de guardar. - Vou guardar essas coisas e volto em um instante com um analgésico para você. - Me apresso em guardar as coisas e volto com uma cartela de analgésicos e dois copos com água. Um seria para ela, outro para a filha de Afrodite.

Quando apareço com a cartela de remédio, peço para que ela estenda a mão. Destaco um dos comprimidos e deixo-o cair na mão aberta a garota, logo em seguida, entrego um copo de água. - Você terá que ficar em observação por alguns dias, certo? Temos um psicólogo para te ajudar a trabalhar melhor esta questão da sua história, tenho certeza que ele vai te ajudar muito! - Dou um sorriso e então espero-a engolir o remédio e deixar o copo vazio na mesa ao lado da cama. - Espero poder te encontrar um dia saudável, Tamara! Até logo! - Dou um sorriso e com esta despedida, volto ao leito da Alison.

Entrego primeiro o copo de água e então, peço para que ela abra a boca para eu colocar o outro comprimido na boca, facilitando o trabalho dela. - Abra a boca, é um analgésico para a sua dor. Vai melhorar em um dia ou dois! - Um sorriso simples e sincero fica em meus lábios enquanto a olhava tomando a água e engolindo o remédio que coloquei sobre a língua da loira. Quando ela faz menção de me entregar o copo, faço que não com a mão inteira aberta. - Guarde! Este é o seu copo. Caso precise de algo, poderá chamar pelas enfermeiras que ficaram por aqui. Infelizmente precisarei ir embora agora, o dever me chama. - Uma risada breve de ambas as partes preenche o ar. - Até logo, Luna! - Fecho os olhos e abro-os logo em seguida, fazendo que sim com a cabeça. - Até, Alison!

Deixo o leito daquela garota e vou para o de Daphne, que brincava sozinha de fazer trancinhas no próprio cabelo e cantarolava uma música pop conhecida atualmente. Eu estava a tanto tempo fora do ar neste sentido que nem a reconheci. - Está pronta para ir embora? - Pergunto dando a mão para ela descer da maca e me acompanhar. Ela parece hesitar um pouco, parecia ter algo a dizer.

- Luna, eu estou esperando a minha mamãe. Ela me disse que viria me buscar. - Fico mais tranquila ao ouvir a notícia e então dou um sorriso colocando todo o peso do meu corpo em uma só perna. - Tudo bem então. Até mais, Daphne, continue crescendo e se torne uma heroína incrível que eu sei que você é! - Aceno com a mão brevemente. Eu me sentia muito bem em saber que mesmo necessitando de maior observação, as minhas três pacientes estavam recuperadas, e o melhor de tudo, estavam vivas!

Notando que Elyse continuava ausente com as curas, vou até a sala em que Asclépio havia nos deixado. Começo a procurar por ele, passando por pessoas perfeitamente curadas, e outras nem tanto. Quando o encontro, imediatamente me mostro preparada para oferecer mais ajuda. - Doutor, por onde posso começar? - Arrumo o meu jaleco principalmente na barriga que se movia constantemente agora. Eu tinha consciência de que desta vez tudo deveria ser feito discretamente, e usando métodos antigos e naturais. Meu trabalho mais uma vez se inicia com os pedidos do Deus ao qual eu me devotava há alguns meses já.


teste para liderança dos curandeiros



Duplicador:
Nome: Pacote intermediário de XP - Nível 3
Descrição: Por 2 meses em OFF, todo ganho de XP do semideus é duplicado. (Valido até 12/02/2017)

Poderes Passivos - Curandeiros de Asclépio:
Nome do poder: Mãos gentis
Descrição: Suas mãos são leves e delicadas para tratar de feridos. A dor que você causa é mínima, e você saberá muito bem como colocar ataduras, talas, bandagens, torniquetes e etc. no lugar correto, do jeito correto, e com o mínimo de tempo e dor possível.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum

Nome do poder: Aura apaziguadora
Descrição: Um bom curandeiro tem que apaziguar o coração dos feridos e familiares, portanto você possui uma aura pacifista que acalenta os corações dos enfermos e familiares.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: O poder irá apenas funcionar caso o indivíduo esteja possuído.
Dano: Nenhum.

Nome do poder: Percepção energética
Descrição: Todos os corpos são constituídos de energia, os curandeiros tem a capacidade de perceber essa energia, onde ela está mais forte ou mais fraca, assim como se essa energia está danificada ou não segue seu fluxo normal. Dessa maneira, um curandeiro pode perceber que há algo de errado com a energia vital de alguém
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Permite perceber e localizar onde a energia vital está sendo perdida ou danificada, mas sem muita precisão. Pode notar que existe uma energia negativa ou interrupção da fluidez da energia em um braço ou no tórax.
Dano: Nenhum

Nome do poder: Conhecimento de anatomia
Descrição: O corpo humano não é um segredo para você, o nome de cada veia e por onde ela passa, levando o que pra onde, cada ínfimo detalhe dos músculos, ossos e demais tecidos são conhecidos por você.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Consegue tratar o paciente com maior precisão.
Dano: Nenhum.
Extra: – 10% de chance de causar danos colaterais na hora de tratar ferimentos.

Nome do poder: Perícia com materiais hospitalares I
Descrição: Agulhas, estetoscópios, pinças... as principais ferramentas médicas não são um mistério para você, será capaz de manusear ferramentas hospitalares, exceto as ferramentas cirúrgicas com precisão.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: + 10% de eficácia em tratamentos que envolvam esses materiais.
Dano: Nenhum

Nome do poder: Agilidade I
Descrição: Os procedimentos médicos exigem certa agilidade, portanto, curandeiros são um pouco mais ágeis que os humanos normais.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: 10% agilidade
Dano: Nenhum.

Nome do poder: Doador universal
Descrição: Os curandeiros podem doar sangue para qualquer semideus sem causar nenhum tipo de reação adversa, além disso, o sangue dos curandeiros possuem propriedades curativas.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: + 5% de HP e MP para quem for transfundido com sangue do curandeiro.
Dano: Nenhum.
Extra: Os curandeiros não ficam casados ou sofrem qualquer efeito colateral por doar sangue.

Nome do poder: Perícia com materiais hospitalares II
Descrição: Seu conhecimento médico aumentou. Agora, além das ferramentas de atendimento básico, é capaz de manusear instrumentos cirúrgico com precisão.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: + 20% de eficácia em tratamentos que envolvam esses materiais.
Dano: Nenhum

Nome do poder: Agilidade II
Descrição: Os procedimentos médicos exigem certa agilidade, portanto, curandeiros são um pouco mais ágeis que os humanos normais.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: 15% agilidade
Dano: Nenhum.

Nome do poder: Força aprimorada
Descrição: Carregar pacientes e imobilizar pacientes em estado de eclampsia e epilepsia exige força, por isso, os abençoados do deus Asclépio são mais fortes que o comum.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: 15% Força
Dano: Nenhum.

Nome do poder: Convicção Inabalável
Descrição: Médicos não podem deixar-se abalar por nada: eles dificilmente ficarão assustados ou abalados com algo, assim como serão surpreendidos com menos eficácia e nenhuma mentira lhes escapa, embora às vezes os mentirosos mais hábeis, como os filhos de Éris, consigam ocultar em parte sua mentira. Omissão não é afetada, pois não é uma mentira.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Capazes de detectar facilmente mentiras de semideuses com nível igual ou inferior, exceto os semideuses com habilidades para tal.
Dano: Nenhum

Poderes Ativos - Curandeiros de Asclépio:
Nome do poder: Visão de Raio X
Descrição: Conhecer o estado de seus pacientes é vital para um curandeiro, para checar com mais acurácia e sem precisar de aparelhos, Asclépio abençoa seus seguidores com a habilidade de enxergar através da pele, como um raio X.
Gasto de Mp: 10 MP
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum
Extra: Nenhum

Nome do poder: Osteogênese
Descrição: Capaz de induzir o crescimento ósseo dos pacientes, restaurando ossos quebrados com apenas um toque.
Gasto de Mp: 30 MP
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum
Extra: Nenhum

Nome do poder: Voz de Morfina
Descrição: O curandeiro poderá amenizar a dor de seus pacientes cantando uma melodia qualquer, inclusive induzir um paciente ao sono e ao coma induzido, mantendo-o num estado de dormência, como se o mesmo houvesse ingerido morfina.
Gasto de Mp: 30 MP
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Induz estado de sonolência e inibe a dor.
Dano: Nenhum
Extra: Nenhum

Nome do poder: Manipulação energética IV
Descrição: Além de perceber a energia vital, os curandeiros podem manipula-la e restaura-la. Conforme evoluiu em seu treinamento, também aprendeu a manipular a energia do corpo de forma a poder restaurar completamente ossos quebrados, infecções, parar hemorragias feias e curar doenças mais sérias, que outrora não conseguia.
Gasto de Mp: 20 de MP.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: + 50% de HP e MP por uso.
Dano: Nenhum.
Extra: Nenhum.


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Luna Minn
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Re: [TESTE - ELYSE & LUNA] Como salvar vidas.

Mensagem por Asclépio em Sab Jan 06, 2018 5:59 pm


Luna

Método de Avaliação:

Valores máximos que podem ser obtidos

Total de XP e Dracmas: 3.000 XP e Dracmas

Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

RECOMPENSAS:  6.0000 XP e 3.000 Dracmas

LÍDER DEFINITIVA DOS CURANDEIROS

Luna,
Não estou surpreso com o seu rendimento. Você demonstrou mesmo grande habilidade, empatia suficiente e humanidade para lidar com seus pacientes. O meu maior desejo era ver a humanidade através de seus cuidados e não só as suas técnicas, também perfeitas. Eu não fui sequer rigoroso quanto a gramática, pois esse era o meu menor foco e seria apenas critério de desempate. O que não foi necessário pela falta de postagem de sua companheira. É uma honra ter uma jovem como você ao meu lado.
Meus parabéns, Luna Minn.

Atualizado por Selene
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Asclépio
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Re: [TESTE - ELYSE & LUNA] Como salvar vidas.

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