The Blood of Olympus
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12 caminhos, milhões de incertezas - Trama pessoal

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12 caminhos, milhões de incertezas - Trama pessoal

Mensagem por Emmanuelle S. Henz em Dom Nov 26, 2017 3:25 pm


Prologo.


Existem 12 caminhos e inúmeras incertezas. Existem varias tarefas e missões impossíveis, existem profecias infundadas e cidades esquecidas. E existe você, que ira protagonizar essa historia e tentar sobreviver mais uma vez a um futuro incerto.



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Re: 12 caminhos, milhões de incertezas - Trama pessoal

Mensagem por Emmanuelle S. Henz em Qui Dez 07, 2017 2:18 pm




O caminho para a incerteza
Acho que nada acontece por acaso, sabe?Que no fundo as coisas têm seu plano secreto, embora nós não entendamos.


PROLOGO

A nevoa que cobria aquele lugar impedia os turistas de verem o verdadeiro paraíso naquele canto do mundo. O olhar humano é verdadeiramente cego... e é justamente por isso, que turistas jamais acreditariam nos moradores da cidade, que acostumados ao horror, já podiam ver a destruição diante de seus olhos. Bibury costumava ser o vilarejo perfeito, um pedaço do paraíso sobre a terra, onde as pessoas cantavam e os animais eram felizes.

A floresta fazia parte das casas de pedra, e as flores que cresciam ao seu redor lhe davam um charme delicado, natural e bonito. O lago da cidade era de um tom de azul piscina que permitia que qualquer um visse o fundo, e os peixes coloridos que ali habitavam davam um ar um tanto mágico aquele lugar. Tudo ali brilhava e irradiava felicidade, até que um dia... não brilhou mais.

Bibury era o lar de uma ninfa guardiã chamada Daphine, a escolhida para manter a vida da floresta e a energia mágica ao redor do vilarejo. Diferente das outras, possuía poderes para controlar as plantas, as flores, as arvores e os lagos, uma única Ninfa para proteger tudo, cuidar dos animais e da vida na floresta, deveria manter o equilíbrio e a ordem. Não conseguiu.

Foi a cerca de um século que as coisas desandaram e o vilarejo começou a morrer. Daphine foi capturada por um inimigo antigo, encoberto pelas sombras e pelo mal, seu nome era Buldar e ele era o prisioneiro da penumbra que permanecia na parte obscura da cidade, um canto esquecido em um lugar qualquer da floresta. Buldar, corrompido pela inveja e pelo ódio, capturou e levou a Ninfa, então a escondeu dentro de seu castelo e a prendeu em uma rosa. Para salvar o vilarejo, é preciso salvar a rosa... libertar seu espirito e restaurar o lugar.

Quando a centésima decima pétala da rosa deixar de brilhar..

O paraíso na terra já não existira...

Se a heroína escolhida Buldar enfrentar...

O espirito de Daphine enfim irá retornar...

...

“— Eu me comprometo com Ártemis. Dou as costas para a companhia dos homens, aceito a virgindade eterna e me junto a Caçada.

Uma escolha pode mudar toda uma vida. Outrora quando garota, aquela menina tinha mudado o rumo e a trajetória de seu destino, talvez ainda não soubesse que um dia poderia vir a desistir de tudo aquilo que obtinha no agora. Naquele momento, ela não sabia o que estava fazendo, porque também não sabia quem era ela.”


Dezembro, 2017
Inglaterra, Bibury.

— Agora entendo o que as pessoas querem dizer quando comentam sobre propaganda enganosa. — Gabi encarava o vilarejo com o cenho franzido, segurava um panfleto de agencia de viagens que dava boas-vindas a Bibury e parecia cem por cento decepcionada com o que via a frente.

Manu não a culpava, entendia exatamente o sentimento que perpassava por ela naquele momento, até porque de certa forma se sentia da mesma maneira. Bibury era descrito como paraíso, mas de paraíso, não tinha nada. A verdade é que a cidade lembrava – mesmo que vagamente – um lugar abandonado, triste e sem qualquer vida. A vila parecia mal-assombrada, as janelas das casas eram todas cinzentas, as portas estavam fechadas para impedir a ventilação. Os animais não pareciam saudáveis e as plantas... estavam morrendo.

— Me pergunto o que aconteceu por aqui, me sinto angustiada e estou com uma sensação ruim... — Tori comentou baixinho, e ao olhar para ela, Manu percebeu que angustiada era pouco para descreve-la. Seus olhos verdes pareciam opacos e perdidos, sua pele estava pálida e sua boca estava torta, demonstrando seu desgosto.

Manu suspirou.

— Bem, vamos armar acampamento dentro da floresta e o mais longe possível do vilarejo, podemos ficar as margens do riacho do outro lado.— A caçadora ponderou. — Se Lady Ártemis nos mandou para cá, alguma coisa deve ter acontecido. — A jovem deu de ombros, ajustou a mochila nas costas e então se virou, evitando encarar a paisagem enquanto se distanciava do vilarejo.

Manu conhecia parte das escolhas da deusa, sabia que sua senhora andava procurando lugares menos movimentados para manter a caça em movimento, evitando assim ataques relacionados a seita. Os semideuses estavam sendo procurados em algumas partes do mundo, a notícia de que seres sobrenaturais com poderes extraordinários habitavam a terra tinha corrido rápido. Agora, até viver tinha se tornado uma tarefa difícil. A deusa da lua, sabendo disso, procurava ajudar os vilarejos espalhados pelo mundo, buscando lendas e criaturas que pudessem estar afetando esses lugares, no fim, acabava achando coisas extraordinárias e bizarras.

Bubary era um deles. Um vilarejo da Inglaterra com pouco menos de 600 habitantes, cujo os pedidos de ajuda estavam sendo prontamente ignorados pelo restante do mundo. Ninguém acreditava na lenda do lugar, tão pouco se atrevia a tentar encontrar a verdade por trás de tanta tristeza, para a maioria, o vilarejo era um paraíso e a nevoa densa garantia que esse paraíso fosse visto como uma verdade absoluta para aqueles que não faziam parte da maldição. Contudo, isso não acontecia com as três garotas ali presentes, afinal, a nevoa não afetava as caçadoras como afetava a maioria dos semideuses, o que se mostrava uma tremenda vantagem para elas.

— Você anda quieta. — Gabi se pronunciou em algum momento.

Àquela altura as garotas já armavam acampamento e se preparavam para dividir os turnos da noite. Manu ficaria com o ultimo turno, dormiria os dois primeiros.
— Impressão sua. — Ela revidou, terminando de ajustar a barraca antes de checar o lado de dentro.

— Tem a ver com a garota mentalista? — A jovem insistiu, fazendo a morena trincar o maxilar, evitando olhar para ela.

— Não. — Respondeu de maneira firme. Aquilo não tinha nada a ver com Ariel.

— MENINAS! — Tori gritou do lado de fora, desviando a atenção da conversa completamente. Gabi foi atrás dela e Manu saiu logo em seguida, olhando as duas com curiosidade.

— O que foi? — Perguntou ela.

— Tem alguém nos observando. — Tori estava em alerta, olhando a floresta com um misto de curiosidade e desespero.

— Não tem nada ali. — Gabi resmungou.

E realmente, não tinha nada ali. A floresta ainda parecia morta, as folhas das arvores não eram verdes, tinham um tom feio de marrom com manchas amarelas nas pontas, os troncos e galhos da maioria das arvores era seco, e a terra mais parecia lama. Fora isso, nada parecia fora do normal.

Um arrepio percorreu a espinha de Emmanuelle, que desviou o olhar para um outro lugar da floresta, e por um momento, pode ver um ponto brilhante.

— Fiquem alertas — A jovem murmurou. — Tori pode ter razão, não estamos sozinhas.

...

“— Não posso aceitar — A voz da morena não passava de um sussurro naquele quarto. — Meu compromisso é com Lady Ártemis, não posso pertencer a ninguém quando sei que fiz um juramento a ela — Flores... tudo no quarto cheirava a flores, mas tudo que ela via era um par de olhos negros desolados. Olhos esses, que nunca conseguiu esquecer.”

Algumas horas depois.

Manu despertou ofegante, suava e não respirava direito, sentia-se exausta mesmo depois de dormir por longas horas seguidas. Do lado de fora, o sol já brilhava e iluminava parte da relva manchada pelo lodo, denunciando que a muito o dia tinha nascido. Por quanto tempo dormira? Porque ninguém lhe acordara?

A caçadora gemeu baixinho e encarou o teto da barraca, ainda se sentia presa entre sonhos que mais lhe pareciam lembranças, mas sempre se mesclavam a imagens desconhecidas de coisas que ela ainda não vivenciara. Estaria mesmo sonhando ou alguém lhe alertava que algo estava prestes a acontecer?

Tantas perguntas... nenhuma resposta, isso lhe parecia estranhamente familiar. Emmanuelle jogou as cobertas para o lado e se levantou de qualquer jeito, arrumou as vestes e escovou os dentes, então saiu para se juntar as amigas, que pareciam estranhamente sorridentes pela manhã.

— Porque não me acordaram? — Questionou ela. Ainda se sentia um tanto perdida.

— Você não dorme a dias e nós duas votamos, como somos a maioria e a democracia vence, deixamos você descansar. — Gabi deu de ombros, Manu revirou os olhos. As duas eram pateticamente fofas as vezes.

— Além disso, enquanto a sereia adormecia eu fui a cidade e encontrei algo. — Tori completou, para em seguida atirar um livro encadernado em couro em direção a Emmanuelle. — Consegui com uma garotinha na biblioteca do vilarejo, são lendas escritas por alguém chamado DOC, mas parecem mais relatos, um diário cheio de garranchos talvez. — A filha de Deméter completou antes de voltar a dar atenção a maça entre seus dedos, ao qual agora mordia com vontade.

— Desde quando confiamos em crianças? — Perguntou baixinho.

— Crianças não mentem. — Ela não podia discutir ou argumentar contra isso.

— E o que mais ela disse? — Manu se virou para a amiga, que franziu o nariz de um jeito charmoso antes de completar.

— Algo como: Vovô diz que a floresta está morrendo porque seu espirito foi capturado... não sei dizer, mas eu posso fazer melhor, se o mistério tem a ver com a floresta, então eu posso dar um jeito da floresta me contar o que aconteceu. — Tori sorria abertamente para as duas caçadoras, que gemeram em conjunto antes de se deixarem escorregar por entre os troncos, sujando parte das vestes de barro.

— Ela vai fazer de novo, não é? — Gabi perguntou. Tori sorriu mais ainda, se afastou das duas e abraçou a arvore mais próxima.

— Ela vai. — Manu confirmou, a filha de Deméter começou a falar.

Para qualquer pessoa “normal” que visse aquela cena de fora, ficaria sem entender o que de fato acontecia, e pior! Acabaria deduzindo que Tori era uma pessoa louca e não era para menos dada a sua situação. A loirinha estava totalmente agarrada a arvore, beijava seu tronco e sussurrava coisas, para em seguida, colar o ouvido no tronco da plantação morta e fingir surpresa como se tivesse acabado de descobrir a fofoca do ano. O melhor de tudo eram suas reações, caretas surgiam em seu rosto, sua voz soava animada e baixa ao mesmo tempo, então ela ria escandalosamente como se estivesse mesmo conversando com uma velha amiga. Bizarramente esquisito para uma meio sangue, mas não para Tori.

— EURECA! DESCOBRI! — Dez minutos mais tarde o acampamento estava desfeito e Tori finalmente tinha soltado a arvore.

— E o que você descobriu? — O tom de voz usado por Gabi era bastante irônico, mas se Tori percebeu, nada comentou.

— Eu descobri tudo que aconteceu. — A loirinha sorria abertamente.

— Que seria? — Manu ajustou as duas mochilas, fechou o zíper e jogou uma em direção a Tori.

— As arvores não dançam mais, o botão de rosa sumiu e a ligação está sendo quebrada, agora... — Tori franziu a testa. — Acho que tinha algo a ver com marido, não com traição! Namorado! — Tori afirmou. — Definitivamente traição...

— A arvore traiu outra arvore? — Manu perguntou confusa. Gabi desandou a dar risada, gargalhava tanto que deixou o rosto de Tori todo vermelho.

— Não! Você não ouviu nada do que eu disse? — As mãos da garota mais nova foram de encontro a cintura em uma pose clara de quem estava ralhando com ela.

— Na verdade, eu não entendi nada do que você disse. — Manu sorriu constrangida, Gabi riu mais ainda.

Tori deu de ombros, pegou sua mochila e começou a andar. As duas garotas a seguiram de perto, confusas com o que tinha acabado de acontecer. Tori definitivamente estava ficando louca.

— Foi há muito tempo... — Ela sussurrou do nada, seus olhos tinham mudado e sua postura estava diferente, a cor era cintilante feito esmeralda e a expressão era perdida. — O botão mais lindo, o anjo mais sincero... o poder vinculado ao equilíbrio em uma terra qualquer, eles a chamaram de Daphine. — Manu se inclinou mais para o lado, seus passos diminuíram o ritmo e estranhamente, ela ficou mais atenta. — A vida desse lugar era a vida do botão, era a vida de Daphine, até que um dia deixou de ser...

— O que aconteceu? — Gabi também parecia interessada àquela altura.

— Alguém a levou. — Tori parou bruscamente e se virou em direção a Emmanuelle. Que fez a tão temida pergunta.

— Quem a levou?

— A mesma criatura que está vindo nos buscar.

...

“Se tivessem sido mais espertas... aquelas garotas teriam que percebido antes que algo estava errado, teriam visto a fumaça subindo pelos dedos da terceira integrante da equipe. Teriam notado seus olhos ficando opacos por um único momento antes de tudo retornar ao normal.”

— Tori você está me assustando, para com isso! Não tem a menor graça! — Gabi recuou dois passos ao perceber que sua amiga estava diferente. Os olhos de Tori já não brilhavam e tinham sido ofuscados pelo que pareciam sombras. O tom de verde outrora tão bonito já não existia, seus olhos eram negros, totalmente negros.

Manu puxou a garota pelo braço e a encarou de frente, estranhamente não sentia medo, a adrenalina fazia seu corpo reagir e a obrigava a lutar. Era amiga daquela garota, não desistiria dela até ter certeza de que tudo estava perdido. — Tori! — Manu chamou, a loira gargalhou sadicamente e agarrou Emmanuelle pelos ombros, Manu sentiu as garras dela se fincando em sua carne. Oh deuses! Há quanto tempo ela não cortava as unhas?

— Tori! Se você está aí, me escute, não o deixe te controlar! — Manu insistiu, sua expressão era uma mistura de dor e agonia, mas ela não se importava, pois, estava decidida a ignorar o ferimento e ajudar a loirinha que tanto adorava. — Tori? — Chamou de novo, Tori abriu um sorriso cruel... a expressão não combinava com ela, distorcia seu rosto de anjo.

— Ele está vindo, ele está vindo. — Cantarolou feliz da vida, seu corpo todo tremia, gargalhadas lhe escapavam pelos lábios e suas unhas continuavam a se afundar no corpo da morena.

— Manu... você... — A garota balançou a cabeça em negativa, não lhe importava o que Gabi dissesse, a jovem a frente ainda era Tori. Ainda era a amiga delas.

— Tori... — Manu nunca foi capaz de terminar aquela frase, o ar sumiu de seus pulmões no exato momento em que o joelho da garota lhe acertou em cheio o estomago. Manu caiu de joelhos com a visão embaçada e Tori lhe agarrou pelos cabelos, no minuto seguinte a voz de Gabi preencheu o ar e Manu pensou ter ouvido um “foda-se” antes da loirinha sumir da sua frente.

Piscou meio tonta e ergueu o rosto para tentar entender o que acontecia, e foi bem a tempo de ver a filha de Apolo apagando a prole de Deméter antes de correr em sua direção. A mais velha arregalou os olhos, tentou se apoiar entre os joelhos, mas acabou fazendo uma careta ao perceber o quanto aquilo doía. Merda, nunca tinha sido acertada daquele jeito... agora entendia porque Tessa tinha ficado tão furiosa com ela quando chutara sua barriga.

— Você teria feito o mesmo. — Gabi tentou se justificar.

— Não, eu não teria. — Manu rebateu, fazendo uma careta em desgosto.

— Tem razão, não teria e por isso sou tão necessária nesse grupo. — Gabi sorriu maliciosa, e então...

Um grito preencheu o ar.

As duas garotas se viraram ao mesmo tempo. Tori se debatia no chão como se estivesse tendo um ataque, fumaça saia por sua boca e um espirito se formava ao redor, junto a ele, a neblina crescia pela relva e começava a cercar o restante do grupo.

— Merda! Isso não parece nada bom. — Gabi praguejou.

Manu ficou de pé e puxou o colar do pescoço, ativando a espada antes de se aproximar do corpo da melhor amiga. Tori não respirava direito, continuava a se debater enquanto seus olhos reviraram diversas vezes. Manu trincou os dentes, largou a espada e pressionou seus ombros sobre a grama, então fez a coisa mais inusitada que poderia naquele momento e lhe desferiu um tapa ardido contra a face rosada.

Estranhamente funcionou.

A fumaça sumiu toda de uma vez e Tori caiu inerte sobre a grama, em meio a isso, ela pode ouvir Gabi praguejando mais uma vez e o zumbido de uma flecha cortar o ar. Quando se virou, percebeu o motivo de tamanho alarde, pois, ao seu redor a neblina tinha crescido gradualmente, e junto a ela, seres sombrios as confrontavam prontos para iniciar uma batalha.

A caçadora trincou os dentes, pegou a espada e tentou acertar o monstro mais próximo com um chute, algo que não funcionou. O pé de Emmanuelle atravessou o corpo do espectro, que grunhiu a avançou contra ela, a obrigando a erguer a espada. Manu agitou a lamina a sua frente, o espectro hesitou, mais quebrou a distância que os separava e ergueu o que deveria ser uma garra monstruosa, ao mesmo tempo, a Morena afundou a espada em seu corpo de nevoa, fazendo a criatura se debater e gritar antes de puxa-la e agarra-la com força. A jovem entendeu ali que não podia toca-la, mas que o inverso não acontecia, tinha entrado em uma batalha sem chance de vitória, e pior, levara duas das subordinadas consigo. Que tipo de líder era ela?

Não devia ser líder de nada.

...

“Quando pequena, o escuro a deixava inquieta, o pequeno baú era apertado e uma outra criança chorava baixinho. O barulho no andar de baixo a deixava tensa, ainda mais quando...

— Ele chegou. — Tessa sussurrou para ela.

— Se esconda, não saia daqui, vai ficar tudo bem. — A pequena respondeu baixinho, tinha coragem sim, mas também tinha medo.

Tinha muito medo.”


Tinham sido capturadas e a única certeza que Emmanuelle possuía, era que algo estava tremendamente errado com ela. Gabi tinha gritado o tempo todo enquanto inutilmente a jovem tentava se defender, acontece, que não conseguia tocar naqueles espectros, que para ela mais pareciam feitos de fumaça. Para piorar tudo, durante a batalha Tori permaneceu desmaiada e quando acordou, as três já estavam dentro de uma cela. Gabi estava furiosa – e com razão – tinha sido a única que tivera alguma utilidade naquela batalha, a única que conseguira derrotar metade dos monstros antes de também ser dominada por eles, e então...

— O que há de errado com você? — Perguntou furiosa, Manu ergueu o olhar.

Estava a pelo menos cinco minutos encarando as próprias mãos, sem saber o que fazer, sem saber o que estava acontecendo e o motivo de ter sido tão inútil durante a batalha. Qual é! Ela era filha do rei dos mares, era seguidora da Lady da lua, era forte... ou pensava ser.

— Eu não sei. — Respondeu sincera, um suspiro frustrado escapando de seus lábios. — Era como se fossem feitos de fumaça, não consigo tocar neles como não consegui tocar em... — Manu arregalou os olhos ao entender, ergueu o olhar e sorriu de canto. — É isso! Eles são feitos de trevas, como sombras intangíveis, toda vez que os toco desaparecem, mas você é filha de Apolo e controla a luz, por isso consegue toca-los. — Seu raciocínio seguiu para mais além. — Se eu estiver certa, não poderei toca-los, mas talvez consiga manipular o estado das sombras como faço com o vapor e então congela-los. — A jovem desviou o olhar para as barras, estavam gastas e velhas, não seria problema para elas sair dali.

— Não acho que seja isso. — Tori se pronunciou pela primeira vez, estava silenciosa e envergonhada por ter sido possuída, mas tudo porque ainda podia sentir o frio, o medo e a incerteza a respeito do futuro. Algo naquelas criaturas ia além da compreensão das três caçadoras ali presentes.

— Decidiu ajudar agora!? — Gabi rosnou. Manu a fuzilou com o olhar, Tori não tivera culpa de nada do que acontecera.

— Continue. — A filha de Poseidon encorajou, precisavam das informações se quisessem derrotar o inimigo, ainda mais agora que estavam sobre custodia dele, presas e sem suporte – sem as mochilas também, já que tinham tirado delas em algum momento – e com toda certeza, sem uma maneira de pedir ajuda.

— Eu acho que se alimentam de algo, e que esse algo está em você Manu. — Tori franziu a testa. — Eu podia sentir parte deles dentro de mim, a incerteza, o frio, o medo... era como se do nada eu já não soubesse quem eu era.

Manu estremeceu.

— De qualquer forma, não podemos ficar aqui paradas esperando eles voltarem, um ataque surpresa pode dar a vantagem que precisamos para derrotar os inimigos, somos três e eles são milhares, mas ainda somos melhores que eles! — Gabi se levantou e andou em direção as barras, então forçou algumas vezes, apenas para descobrir que aquilo não romperia a base da força.

— Fique de olho no corredor. — Manu foi atrás dela e Tori se levantou em seguida, ela testou as barras como a primeira garota, mas diferente desta, não foi para tentar quebra-las e sim para ir através.

A jovem manipulou e transformou o corpo, até virar água e atravessas as barras como se nada tivesse acontecido, quando voltou ao normal já estava do lado de fora sorrindo largamente para a dupla presa, que agora pareciam um tanto quanto surpresas e bobas. Ambas tinham a boca aberta e os olhos meio esbulhados, seguravam as barras com força e nem piscavam direito, Manu revirou os olhos.

— Vou pegar as chaves, façam silencio! — Pediu baixinho, então encarou os dois lados do corredor.

O lugar estava estranhamente quieto, nenhum guarda a vista e nenhuma sombra por perto. Era estranho e claro que Manu iria desconfiar, coisas fáceis demais vinham com preço alto e ela não queria descobrir qual seria o dela naquele momento. A mais nova puxou o molho de chaves dependurado perto das escadas e voltou em silencio para a cela das meninas, então abriu a porta e libertou ambas. Nos minutos seguintes as três jovens bolaram um plano rápido, ainda tinham parte do armamento escondido sobre as vestes. Manu a espada, Gabi o arco e Tori um par de adagas e um bracelete, não era muito, mas o suficiente para que atacassem e derrubassem uma grande parte dos inimigos para poder fugir dali.

Gabi foi na frente e Manu estava prestes a segui-la quando a filha de Deméter a segurou pelo braço.

— Eles querem você, não iam me machucar, só estavam tentando chegar até você, achei que precisava saber disso. — Tori sussurrou baixinho, fazendo mais arrepios subirem pela espinha de Manu, que assentiu brevemente antes de deixa-la subir escada acima.

A filha de Poseidon tinha tentado ignorar aquela sensação desde que pusera os pés no pequeno vilarejo, jogara o sentimento para longe e escondera das outras duas que se sentia estranha, como se de alguma maneira, alguém lhe chamasse. Ela estava ligada aquela terra tanto quanto Tessa estava ligada a ela, e de alguma forma sabia... algo estava prestes a mudar.

...

Manu tinha tido breves vislumbres daquela construção antes de ser arrastada para dentro. O lugar lembrava um castelo medieval e negro, era repleto de espinhos e sombras e tinha uma nevoa densa que o protegia de ser visto direito. O lado de dentro cheirava a mofo, era feito de tijolos e a deixava inquieta, e tudo porque quanto mais passos davas para dentro daquele lugar, mais o descobria, mais o desvendava, e mais sentia que alguém as estava observando. Era como se o castelo tivesse vida, e pior, tinha certeza de ter visto parte dos quadros a acompanhando com o olhar.

Medonho.

Horrível.

— Está tudo muito quieto.

— Não estou gostando disso.

Tori e Gabi se pronunciaram ao mesmo tempo, elas tinham chego a um salão amplo de baile, com um palco improvisado, candelabros apagados e cortinas grossas cobrindo as janelas. As extremidades estavam cheias de mesas, cadeiras e teias de aranhas.
Manu odiava aranhas, sempre odiou.

A jovem fechou os dedos no pingente em seu pescoço, virou-se para frente e então o notou. A criatura ainda estava de costas para ela, era obviamente muito mais alto e usava uma capa negra que cobria todo seu corpo.

Mais arrepios percorreram sua pele, e de repente, Manu estava fria.

— Finalmente encontrou o que procurava, eu a estive esperando por quase um século. — Criaturas e deuses eram exagerados quando se tratava do tempo, para eles, um século na verdade podia não passar de uma hora.

Gabi se agitou ao lado de Emmanuelle, deu dois passos a frente e ergueu o arco, mirando uma flecha em direção ao ser encapuzado que falara, estranhamente, sua voz a fazia lembrar de alguém, mas ao mesmo tempo não fazia. Era como se de alguma maneira mais de uma voz se propagasse pelo ambiente.
Tori estava paralisada e Manu ainda não tinha se movido.

— O que há de errado com vocês? — Gabi trincou os dentes, mas continuava com o olhar fixo em direção ao senhor daquele castelo.

Em meio a isso, as sombras começaram a aparecer para encurralar as três no meio do salão de baile. Vinham do chão, das janelas e das paredes, não davam escolhas, não falavam nada, afinal, as garotas já tinham caído na armadilha e o inimigo não precisava fazer muito mais para vencer a batalha.

— Quem é você? — Manu perguntou, pondo-se a frente das outras três como se assim pudesse protege-las, e de relance pode ver Gabi relaxando e adotando uma postura mais corajosa por saber que não estava sozinha. Elas estavam juntas naquela e assim estariam até o fim.

Uma risada alta ecoou pelo cômodo e se propagou pelas janelas. As luzes se acenderam e as pernas de Manu começaram a tremer.

— Eu sou o início.

— Eu sou a escolha.


Duas vozes, uma masculina e uma feminina, as mãos da criatura surgiram através da capa e foram em direção ao capuz.

— Eu tenho muitos nomes.

— Eu abro milhares de caminhos.

A cena parecia digna daqueles filmes que começavam a rodar em câmera lenta. O coração disparou no peito e sua garganta ficou repentinamente seca, ela não piscava, estava com o olhar fixo nos dedos da criatura puxando a capa para baixo e revelando um par de rostos virados em direção opostas, um masculino e um feminino, ambos adoráveis, mas ligados a um único corpo. Era bizarro, esquisito, pavoroso.

— Eu sou a chave para o seu destino. — Eles concluíram ao mesmo tempo, virando-se em direção ao trio para fazer o coração de Manu subir pela garganta, que repentinamente, se sentia muito tonta.

Algo estava errado com ela. Seu corpo estava tremulo, suor se acumulava em sua testa e por algum motivo Manu não conseguia respirar. Caiu de joelhos e ouviu um grito, então Tori pousou as mãos em seus ombros e um zumbido deu lugar as vozes que berravam umas com as outras naquele lugar.

— O que fez com ela?

— Maldito!

— Vou acabar com você.

O mundo estava girando, as sombras pareciam mais nítidas e ganharam rostos. Manu viu a mãe, a irmã, o padrasto e a rosa.

A rosa!

Piscou repetidas vezes, levou a mão ao rosto e tentou focar naquela imagem, mais sombras apareceram e uma garotinha risonha começou a gargalhar, Manu focou naquela imagem e esqueceu da rosa por um momento. Olhou ao redor, e percebeu que as sombras não eram sombras, eram lembranças, suas lembranças se misturando e confundindo sua mente e por isso ela não podia toca-las.

Ofegou e respirou fundo, o coração disparou mais rápido e o ar entrou queimando para dentro de seus pulmões.

— Ela descobriu. — Uma gargalhada alta ecoou pelo ambiente e uma flecha cortou o ar, mas foi detida pelas mãos da criatura de duas cabeças.

— A rosa... Tori a rosa, você tem que encontrar a rosa. — Manu tentou dizer a garota ao seu lado, que se abaixou para tentar entende-la.

— A sombra do meio, perto de Gabi, acerte a sombra do meio. — Manu pediu baixinho, sentindo-se mais tonta do que antes. Estava com frio, estava com medo e encolhia feito uma criança durante a noite, e a culpa, era toda das sombras. De alguma maneira era a única a ser afetada por elas, Gabi e Tori não sofriam com seus efeitos e a segunda parecia ainda mais forte contra elas, talvez pelo fato de que outrora tivesse sido possuída.

Tori se moveu e sumiu por entre as sombras. Manu piscou novamente e focou em outras mais próximas, eram pessoas desconhecidas agora, flores, seres da natureza e heróis batalhando com espadas. Navios inteiros de guerra, homens armados, mulheres aos gritos. Tais lembranças não pertenciam a ela, mas sim ao destino que retratava escolhas.

Ela sabia quem o encapuzado era.

Agora sabia.

— Jano. — Sua voz não passou de um sussurro. — Você é Jano — Tentou de novo, ergue-se por entre os joelhos e forçou-se a ficar de pé, a mão fechada ao redor do pingente, os cabelos grudados sobre a testa.

— Você fez isso com eles. — Jano sorriu, Gabi olhou de um para o outro sem entender nada, então... cansada de tentar se ater sobre o que acontecia, atacou. Era impulsiva e movida pela adrenalina acabou traçando o próprio destino, atacou a sombra mais próxima e passou a brigar de alguma maneira, em meio a isso, Jano encarou Emmanuelle e Tori continuou desaparecida.

— Porque? — Era a única pergunta que conseguia formular naquele momento, sentia-se tão fraca... tão inútil.

— Você sabe o porque. — A voz feminina a provocou.

— Não...

— Diga em voz alta! — A cabeça da direita – a face do homem – zombou dela.

— Não... — O coração de Manu palpitou de leve e uma voz brincou em sua cabeça, dando-lhe a tão temida resposta desejada por Jano.

— DIGA! — Ele gritou de novo, Manu puxou o cordão e ativou a espada, então gritou.

AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAHHHH

O vento quebrou as janelas e um brilho prateado tomou conta do lugar. Os olhos de Emmanuelle se tornaram tempestuosos e cinzentos, como o mar em fúria um dia a derrubar milhares de navios e cargueiros. Então a garota se moveu, mas ao contrario do que Jano esperava, não foi atacado por ela, mas suas sombras assim. Manu congelava e cortava as mais próximas com uma intensidade medonha. Seus pés pareciam borrões pelo salão, seus movimentos eram ágeis e suas mãos dançavam delicadas enquanto a lamina fina passava ao redor das criaturas. Gritos esganiçados preenchiam o ambiente e o tilintar da espada lhe fazia parecer que estava em um campo de guerra, cortando fios e prisões relacionadas ao destino e as escolhas.

Escolhas erradas.

Então ela viu, a maldita rosa presa numa sombra distinta das demais. Era menor, mais esquiva e parecia inquieta, não se afastava e lutava contra algo que pareciam ser círculos de vidro. Manu cortou e abriu caminho em direção a ela, até perceber um rastro de luz se formando ao seu redor. Soube o que precisava fazer mesmo com a voz atrapalhando seus pensamentos e foi assim, que cortou a sombra da rosa e trouxe a vida de volta a floresta.

Ela não viu, mas sentiu o ambiente mudando ao seu redor.

As nuvens se abriram, as flores voltaram a crescer e algo se acendeu em seu interno. Seu coração se acalmou e o corpo já não se sentia cansado. As sombras ao seu redor sumiram, Tori apareceu por entre elas e seus olhos ganharam foco novamente, Gabi piscou atordoada, e em meio a isso, Jano pareceu sorrir novamente.

Manu soltou a espada e encarou as mãos tremulas por um curto momento, então sentiu mãos delicadas lhe cobrindo a face e quando voltou a erguer o olhar, pode vislumbrar a criatura mais bela que já tivera o prazer de conhecer. Era uma jovem de aparência delicada, com pele de porcelana e cabelos avermelhados, seus olhos eram uma mistura de violeta e flores coloridas que desabrochavam na primavera, seus lábios tinham o tom exato do botão de rosa que ainda estava para florescer. Ela era macia e brilhava tanto, mas tanto...

— Obrigada. — Uma única palavra, soprada como um sussurro ao vento e então nada. A criatura desapareceu.

— Okay, tudo isso é muito legal, muito esquisito. — Gabi rosnou, jogou o arco de qualquer jeito no chão e então encarou todo mundo sem entender nada, Manu não a culpava. — QUE DIABOS TA ACONTECENDO AQUI? — Ela não perguntou, gritou mesmo.

— Diga. — As vozes – masculina e feminina – de Jano, incentivaram mais uma vez.

Manu suspirou e virou-se em direção ao deus e as duas amigas.

— Diga...

—  Não sei quem sou, isso aconteceu, eu não me conheço. — A voz em seu interno dizia mais, mas ela não seria capaz de pronunciar aquilo em voz alta.

— E por isso não toca as prímulas, por isso não as vê. — Gabi encarou o deus incrédula.

— Você não estava vendo aquelas Ninfas? — Manu balançou a cabeça em negativa. — Que diabos estava vendo?

— Sombras. — Manu suspirou. — Espectros...

— Via as duas formas, por isso fui tomada. — Tori deu de ombros.

— Então agora sabe. — Jano ergueu a chave e estendeu-a em direção a Emmanuelle. — Sou seu início, e esse, é seu convite para conhecer o que o destino lhe reserva, libertar Daphine foi apenas o primeiro passo, ainda há muito que você precisava ver.

— Espera! Espera! — Gabi apontou o dedo para o deus dos caminhos. — Você é Buldar? — Jano fez uma careta.

— Não é o melhor nome que já me deram, mas os humanos costumam ser bastante criativo em suas histórias. — Ele explicou.

— Porque prendeu a Ninfa?

— As escolhas dela a prenderam, a trouxeram até aqui...

Gabi revirou os olhos, jamais entenderia os deuses.

— Emmanuelle? — Jano chamou, Manu ergueu o olhar, ainda encarava a chave como se ela – a qualquer momento – pudesse lhe morder.

— E se eu não quiser? — Ela não tinha certeza do que queria.

— A escolha é sua, eu não posso interferir no destino, mas posso te dar alternativas que a farão conhece-lo por si mesma, se... e só se... aceitar meu convite... — Ele respondeu.

Ela nunca entenderia os deuses, mas pior que isso, os conhecia o suficiente para saber que nenhum deus fazia algo a troco de nada. Porque Jano seria diferente? Porque ela?!

Ainda assim...

Manu deu um passo a frente e estendeu a palma da mão, Jano virou a dele e deslizou a chave para a palma dela e pela primeira vez. Manu soube que estava no lugar certo.

...

Eram doze as marcas sobre sua pele, eram doze olimpianos, eram doze destinos, doze aprendizados. Apenas uma escolha.

Legenda
Apenas para explicar, as frases descritas entre asteriscos e feitas em itálico, são na verdade passagens de tempo, flashblack's da Manu ou de outra personagem para explicar os cortes mais brucos.

Explicação: Tudo que ficou em aberto ainda será explicado em outras CCFY, essa é apenas a introdução, a primeira mesmo, por isso pode parecer "vaga".
Armas:

• Durendal [Uma espada de 90 cm de cumprimento, tendo 75cm de lâmina. É uma arma que pode ser usada com duas mãos ou apenas uma, possuindo os dois gumes bastante afiados. Graças a poção de luz, a lâmina irradia um brilho sutil e delicado | Efeito mecânico: a espada se transforma em um pingente no formato de meia-lua | Efeito 1: graças a poção de luz, a espada provoca 30% de dano a mais contra criaturas das sombras/trevas. | Efeito 2: a espada absorveu a poção de vento, ganhando 50% de imunidade ao elemento e possuindo pequenas chances de repelir o elemento durante a defesa. Também deixou o item levemente invisível, o vento ao redor impede que a lâmina seja detectada por completo, ou seja, fica difícil dizer que arma ela realmente é | Bônus de forja: +25% de resistência; +20% de força; +15% de dano | Bônus lendário: + 30% de dano crítico.| Oricalcio | Beta | Gema: Rubi Imperial (+40 de dano), espaço para 2 gemas | Status 100%, sem danos | Lendário | Forjado e encantado por Nikolaev]
Duplicador:

Tubo Pack especial: (Em duas postagens de sua escolha – valido para qualquer missão, evento, mvp, pvp, e afins – o semideus terá a xp duplicada pelo avaliador, lembrando que é necessário colocar esse prêmio em spoiler caso deseje que sua xp seja duplicada. Não tem prazo, mas só poderá ser usado duas vezes). Situação: Cheio 0/2, não foi utilizado.

Fantasminha Camarada –  O fantasminha camarada gostou mesmo de você, em sua próxima postagem, o XP ganho por seu personagem, terá um acréscimo de +50% sobre o valor em questão, assim sendo, se ganhou 100 XP pela sua postagem, +50 XP serão creditados sobre esse valor. Legal não é mesmo? Valido apenas para a próxima postagem. (Primeira postagem)
Kyra



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Re: 12 caminhos, milhões de incertezas - Trama pessoal

Mensagem por Selene em Sex Dez 08, 2017 7:04 pm


Emmanuelle Sophie Henz

Método de Avaliação:

Valores máximos que podem ser obtidos

Total de XP e Dracmas: 25.000  

Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%


Enredo e coerência de batalha: 45%
Gramática e ortografia: 18%
Criatividade: 30%

RECOMPENSAS:  23.250 + 50% = 34.875 (x2) = 69.750 xp e 23.250 dracmas


Comentários:
Emmanuelle Sophie Henz,
Realmente, ficou um pouco vaga e algumas partes soaram um tantinho confusas. Mas no geral, eu amei a ideia de base da narrativa. Você é uma lenda e não é para menos, Emmanuelle. Creio que se descobrir lhe renda bons frutos, afinal, ninguém nunca perde por saber mais de si mesmo.
Boa sorte em sua jornada, caçadora.


Selene
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Selene
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Re: 12 caminhos, milhões de incertezas - Trama pessoal

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