The Blood of Olympus
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[MISSÃO OP] Sementes Ruins - Ella

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[MISSÃO OP] Sementes Ruins - Ella

Mensagem por Lauren L. Hill em Qui Nov 23, 2017 4:33 am


Sementes Ruins
Delphi Strawberry Service é o nome de fachada do Acampamento Meio-Sangue. Para cobrir os gastos com os semideuses, o Acampamento produz, com a ajuda dos filhos de Dionísio, uma colheita saudável e consistente de morangos todos os anos, que é distribuída por todo o país. O problema surgiu quando o último carregamento desapareceu. Uma semana atrás, a harpia que era responsável pela entrega deixou de dar sinais, e sua van não retornou até então. Temendo que a van tivesse sido interceptada, Quíron designou Ella para garantir a segurança do próximo carregamento.


Regras da Missão:


  • Deve narrar desde seu encontro com Quíron até o retorno ao Acampamento.
  • Você sairá do Acampamento na van de entrega de morangos, na companhia de uma harpia. A van será interditada no meio do caminho por um grupo de 3 inimigos. Quem são, fica a seu critério. Lide com eles e descubra para onde levaram o carregamento roubado. Volte para o Acampamento com a harpia capturada sã e salva.
  • Narração de combate é obrigatório.
  • Você tem um prazo de duas semanas para postar. Ele vai até o dia 20/04 às 20h00min.
  • Coloque armas, itens e poderes utilizados em spoiler no final dos post.
  • Número mínimo de 30 linhas em Arial 12.
  • Caso tenha alguma dúvida, envie uma MP.








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Re: [MISSÃO OP] Sementes Ruins - Ella

Mensagem por Lauren L. Hill em Sex Dez 08, 2017 3:34 pm


Sementes Ruins
Estou estendendo o prazo da missão para mais uma semana, Mirabella terá de postar até o dia 14/12 às 20h00min.







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Re: [MISSÃO OP] Sementes Ruins - Ella

Mensagem por Macária em Seg Fev 05, 2018 12:26 pm

Movida para a reciclagem.



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Re: [MISSÃO OP] Sementes Ruins - Ella

Mensagem por Hélio em Seg Abr 02, 2018 7:30 pm

Missão reciclada por Ella Grace Harris. Informações, assim como o prazo, alteradas.





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Re: [MISSÃO OP] Sementes Ruins - Ella

Mensagem por Ella Grace Harris em Seg Abr 02, 2018 10:17 pm


Sequestrated Chicken
Being Angeline Jolie


Eu estava quieta no meu canto, cuidando da minha deliciosa vida. Quíron é aquele tipo de cavalo que não te deixa em paz.

Com minhas curvas para o alto, um biquíni encravado fundo. Assim eu me deliciava no sol daquele dia, torrando minha pele um pouco mais. – Sabe, um dia sinto que terei a chance de conhecê-lo. – Digo para as minhas companheiras filhas de Afrodite. Eu sonhava com o Zack Efron e naquele bumbum de neném passeando pelo quarto depois de ter me possuído toda. O que poderia ser dito? Eu estava apaixonada por ele!

Os cascos vieram e aquele corpanzil tampou o sol. – Que bloqueou meu astro? – Pergunto levantando o rosto. Encontro aquelas barbas e o cabelo longo. Logo pensei que talvez fosse a geral no quarto de Dionísio de novo, ainda nem havia esquecido o fedor daquelas cuecas. Quíron tossiu novamente e como sinal, todas foram se afastando, cada qual com uma desculpa pior que a outra. – Voltem aqui! Vocês não me explicaram como que se faz a borboleta paraguaia ainda. – Mas não houve jeito. Sentei-me tampando minha barriga com um pedaço de pano e foco naquele rosto sexy de cavalo mal pastado. – O senhor quer falar comigo?

- Você não deveria está treinando? – Pergunta Quíron. – Ou criando “coisas” com os seus irmãos? Enfim, tenho algo para você. – Abro logo os olhos contentes. Quando dizem que possuem algo para mim, quase sempre é comida. – Não é nada de comer, Ella. É uma missão!


Infelizmente que nasceu para ser preta escrava, jamais será Lady Gaga. Eu estava na fronteira do acampamento com uma prancheta na mão, ordenava as harpias a encher a van com o carregamento de morangos. – Vê se pode, agora sou supervisora de frutas. – Olho para uma harpia que parou pra me olhar. – Não é nada com você não, minha filha. Volte ao trabalho senão a chibata come. – Não havia nenhum chicote comigo, mas o machado de guerra pendurado nas minhas costas passava o recado. – Isso está demorando. Tenho coisas para fazer, pelos para dourar, sapa para raspar. Sabe há quanto tempo não cuido da Gretchen?

Com um pouco de encorajamento a van logo se encheu e estava pronta para partir. O centauro havia sido bem específico; cuidar das harpias, do morango e descobrir que havia “surrupiado” o carregamento passado. Entro dentro do carro e logo anuncio. – Vamos logo, povo. Próxima parada, hortifrúti da dona Cândida. – Bato no metal da porta e logo a única harpia que iria comigo liga o automóvel, iniciando a partida.

Aos poucos o acampamento vai ficando ao longe, distante. Eu confesso que não me imaginei pensando naquele lugar como um lar, mas agora era. Minha barriga ronca e aproveitando que estou na parte traseira, começo a devorar algumas frutas. – Isso tem um gosto bom. – Eu detestava frutas, aliás, não gostava de qualquer coisa que não tivesse calorias suficientes para me manter no peso. A nuvem de poeira deixada para trás pelas rodas logo esconde a colina meio sangue e quando volto a ver, só havia a estrada. Era apenas eu, frutas e uma harpia amedrontada. – Querida, ninguém vai te fazer mal. Prometo! – Mal termino de fazer a promessa e a mesma freia bruscamente, rodando com o carro na estrada e me fazendo voar por cima dos caixotes e sentando em cima de um carregamento. Quem me mandou querer ser discreta e ir atrás da van?

A harpia solta um grito seguido de um barulho de tiro. Se fosse no bairro onde eu cresci, naquela altura eu estaria jogada debaixo da cama rezando para Santa Lasanha de Queijo me proteger. Porém, eu era uma semideusa quase treinada, isso me deixava com cinco porcento parecida com a Angelina Jolie no filme Sr e Sra Smith. Olho de esgueira e observo três homens, um ao centro com a arma e outros armados de ancinho. Ancinho? Era a revolta do fazendeiros? A harpia desce assustada, as pernas feito gelatina. Me abaixo e fico esperando o momento de algum deles abrir o carro.

Assim que sinto  maçaneta sendo forçada e uma fresta de luz entrando, me preparo. O homem com a arma estava atrás, na frente uma isca pronta para verificar o novo roubo. Quando a porta se abre, urro feito uma chipanzé e pulo na direção dos dois, levando o primeiro e o segundo comigo. Graças ao meu peso, sinto o dois em cima de mim. – COMO É QUE É? – Soco o primeiro embaixo de mim, enquanto o com a arma procura se esquivar e se levantar. – Você fica quieto ai. – Tomo a arma e deixo eles se levantarem. Aponto para eles a arma. – Quem são vocês? – Pergunto embora a roupa de fazendeiro fosse suficiente como resposta. O terceiro aquela altura havia se perdido desembestado pelas plantações de trigo. – Então são vocês que estão roubando a van da minha fazenda. – Com a arma apontada. – Miseráveis, cadê a minha colega que sumiu semana passada? Vocês vão falando ou vou encher o rabo de vocês de tiro. – Olho para a arma. – De chumbinho. Quem usa arma de chumbinho ainda?

Olho para a harpia “tremelenta” e aponto para o lado oposto. Um lugar onde ao longe havia uma fumaça de chaminé. Encosto a arma no peito do primeiro homem e o empurro. – Vamos lá. Me leve até a outra raptada senão o bagulho vai ficar sinistro pra vocês. Olha que eu com fome um capeta. – Vou seguindo eles. – Fica aqui com a van, qualquer coisa grita. – Digo para a harpia. Entro entre os trigos torcendo para não ter cobra, sendo guiada. O terceiro individuo havia me deixando cabreira, ele poderia ter ido pedir ajuda. Mas, uma garota como eu que já aguentou três caras na cama, não vai amarelar por pouco. – Anda, cabra.

Sou levada até o centro de uma fazenda. Uma casa pequena e um celeiro ao longe e aparentemente eu e os dois homens. Pego a arma e jogo o mais longe que consigo e seguro o meu machado. – Cadê ela? – Um deles me aponta o celeiro. Vou até o lugar, encontrando uma pobre mulher-galinha amarrada. O que eles viam quando olhavam para aquela criatura? Eu sabia que a névoa inebriava os sentidos humanos. Ela grita amordaçada e olha para o lado. Automaticamente sinto um movimento nas minhas costas e me viro. Sou acertada no peito com um soco. Minha primeira reação foi pegar um caixote e quebrar na cabeça do meu atacante. Reconheço o terceiro homem. Vou até a harpia a solto. – Você não é um monstro mitológico? Como foi pega por humanos? Burra! – Nem consigo ouvir a resposta. Os tiros recomeçaram. – CORRE GALINHA! – Seguro nas mãos-garras do monstro e corro a puxando para o lado oposto. A porta me levou novamente para os campos de trigo.

Correndo com ela, me jogo no mato. – Shiu! – Ordeno. Fico abaixada, quieta. Eu não era nem um pouco discreta pelo meu tamanho, mas o mato me cobria direito. Ouço as vozes.

- Elas foram por aqui. – Um dos homens grita. – Quero aquela gorda presa. Ninguém vai tirar as minhas vendas. -

Eles nem vendiam morangos, pensei comigo. Mas, o fato de me chamarem de gorda, significava que eles iriam sofrer. Vou me arrastando bem lentamente, enquanto perco a harpia de vista. Ouço um barulho próximo e vejo na minha frente um dos homens, puxo-o pelo pé e desço meu punho fechado na cara. – Gorda é a sua mãe. Eu sou Suculenta! – Golpeio o seu rosto cinco vezes seguido. Vejo o sangue em minhas mãos, mas aparentemente ele estava apenas desmaiado e ferido. O próximo passo seria o segundo.

A espingarda que ele carregava tinha uma grande concentração de metal, eu poderia senti-la no meu sangue. Assim que vejo a oportunidade, ergo minhas mãos e vejo a arma voando longe. Assustado, ele me olha. Corro na sua direção e pulo em uma voadora muito mal feita, mas que graças ao meu corpo pesado o empurra para trás. Ele cai e logo sento em cima dele. – Olha aqui, compadre. – Aponto o dedo na sua cara. – Eu vim do gueto, sou perigosa. Meu carro vai passar aqui sempre que for preciso para vender os meus produtos. Se você ou qualquer outro dessa bosta de fazenda fazer qualquer coisa, volto aqui com a minha família e a polícia. Se ouvir uma manada de peso se aproximando, são meus irmãos. Ouviu? – Dou uma tapa na sua cara. – Está ouvindo? – Ele assenti que sim. Me levanto de cima dele e limpo minha calça suja de mato. Cruzo os braços e vou caminhando em direção a estrada. Me perco um pouco do caminho, mas consigo me localizar graças a poeira.

Encontro as duas harpias assustadas, uma tentando acalmar a outra. Me viro para a sequestrada. – Se eu tiver que voltar aqui de novo porque você foi sequestrada, você vira pó. Entendeu? Eu hein, nem parece uma galinha adulta. – Entro dentro da van. – E vamos logo com isso, temos que vender essas frutas. – O carro segue em direção a cidade.

Em cinco paradas estratégicas, as mercadorias são entregues. Uma das senhoras responsáveis por um supermercado me olha intrigada.

- Ué, não é o Sr. Lino que vem entregar, não? – Ela me pergunta curiosa,

- Minha senhora. – respondo. – Esse safado roubou meu carregamento da semana passada. Ele deve ter vendido como se fosse dele. Eu sou a dona responsável pelos morangos. É um negócio de família. A senhora tem salgados ai? – Pergunto. Três horas depois, dois salgados, duas coca-colas, e nós estávamos voltando para o acampamento meio sangue. Exausta eu estava, contente pelo dever cumprido.

Sou abordada logo de cara por Quíron e alguns campistas curiosos, isso sem contar a “família” da harpia raptada. Jogo-me no corrimão da escada da casa grande e respiro fundo para ganhar fôlego. – Eram fazendeiros que não queriam perder as vendas para concorrentes. – Olho para a minha mão. – Mas, dei uma lição neles e eles vão nos deixar em paz por ora. O carregamento passado foi vendido por eles e desconfio que a essa altura a van também tenha sido desmontada e vendida. É isso. – Olho para o céu já escuro, triste por ter perdido um dia de sol e marquinhas de biquíni. – Posso ir? – Pergunto. Sendo liberada por Quíron, volto para o chalé de Hefesto. No trajeto encontro as falsianes de Afrodite, todas curiosas para saber o que eu havia feito. – Agora não. – Levanto as mãos. – No jantar conto para vocês.    
     

 
Habilidades Utilizadas:
Passivas de Hefesto:
Nome do poder: Força I
Descrição: O filho de Hefesto/Vulcano é mais forte que um semideus comum, podendo inclusive ser comparado a Ares/Vulcano, ou se igualar a eles nos primeiros anos de treinamento – os filhos de Ares/Marte ainda podem supera-los na força – e isso tudo devido ao trabalho continuo nas forjas. Os meninos geralmente ganham músculos avantajados, e mesmo que não o tenham, sua força ainda é superior, as meninas idem, mesmo sem os músculos.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +10% de força.
Dano: +5% de dano em golpes físicos relacionados pelo semideus, ou que exijam a forja avantajada.
Ativos de Hefesto:

Nome do poder: Magnetismo I
Descrição: É a habilidade que permite aos filhos de Hefesto/Vulcano, controlarem o magnetismo. Nesse nível, ainda não são tão desenvolvidos, mas podem fazer pequenos metais que forem atirados em sua direção, mudar o curso, ou até mesmo voltar-se contra aquele que o lançou.
Gasto de Mp: 10 MP por turno ativo
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum
Extra: Só funciona com objetos relativamente pequenos, como porcas e parafusos, ou objetos de até 20kg. O dano será a critério do narrador, e da forma com que o poder foi utilizado.

Armas Levadas:
• Mordor [Um machado de guerra com cerca de setenta centímetros de cumprimento, mais pesado do que um machado comum e com as duas extremidade afiadas. É necessário usar as duas mãos para melhorar o manejo da arma. | Efeito 1: O machado possui veneno em sua lâmina que, ao entrar em contato (através do corte) com o oponente irá paralisar o local atingido (como a mão, o antebraço etc), durando até dois turnos, sendo que, ao ser atingido mais do que duas vezes pelo veneno durante uma batalha o semideus/monstro atingido ficara imune a ele temporariamente. | Efeito 2: O machado pode diminuir, assim como aumentar caso seja o desejo do seu portador, podendo ser encaixado em pulseiras, colares etc. | Ouro imperial. | Sem espaço para gemas. | Beta. | Status 100%, sem danos. | Mágica. | Arsenal do acampamento]
 
Habilidades Extra:
Nome: Prática de Asanas
Descrição: O corpo é tão jovem quanto flexível. Exercícios de yoga enfatizam a saúde da coluna vertebral, a sua força, equilíbrio e flexibilidade. A prática dos Asanas (exercícios de Yoga) aumenta esses três atributos do semideus.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +30% em equilíbrio e flexibilidade.
Extra: + 10% em Força.

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Ella Grace Harris
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Re: [MISSÃO OP] Sementes Ruins - Ella

Mensagem por Hélio em Ter Abr 03, 2018 8:07 pm


Ella Grace Harris
Sua personalidade é muito carismática e engraçada, minha jovem. Achei que você soube dar um ar completamente diferente para o enredo, tornando-o leve e agradável de se ler. Minha única crítica vai para a falta de revisão do texto, ou que pelo menos imagino que tenha acontecido. Muitas palavras digitadas erradas, como por exemplo ao fim da postagem em uma fala onde você diz "ora" ao invés de "hora".

Recompensas: 3.000 XP e dracmas.






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Re: [MISSÃO OP] Sementes Ruins - Ella

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