The Blood of Olympus
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☼ Between Worlds ☼

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☼ Between Worlds ☼

Mensagem por Frannie A. Blackwell em Seg Out 30, 2017 2:17 pm


Trama Pessoal



Este tópico será reservado para a trama pessoal Between Worlds. Ela contará o início da trajetória de Frannie sobre sua verdadeira origem, sendo um conto cheio de aventuras e descobertas inesperadas. Esse post poderá ser editado continuas vezes, resumindo o que foi feito até o momento.



Última edição por Frannie A. Blackwell em Ter Nov 14, 2017 12:21 pm, editado 1 vez(es)


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Frannie A. Blackwell
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Re: ☼ Between Worlds ☼

Mensagem por Frannie A. Blackwell em Seg Out 30, 2017 2:31 pm


Blackwell



Não importava se ela não tinha sido tão presente em minha vida ou se não deu tanto amor quanto deveria. Naquele momento, tudo o que eu mais almejava, tudo o que eu necessitava... Era de minha mãe.

Estava tudo fora do lugar, como se o caos tivesse envolvido a minha mente com seus dedos longos e a estivesse esmagando. Tudo parecia errado, o mundo dava voltas e mais voltas ao meu redor como se toda definição de correto tivesse entrado em um loop constante. A confusão passou a ser a sombra que me acompanhava vinte e quatro horas. O motivo causador desse caleidoscópio? Charlotte me beijou. Não um beijo de boa noite em minha bochecha, ou um selinho amistoso como dava quando pequena em minha mãe. Fora um beijo em minha boca, um beijo simples até, mas um beijo que quebrava toda a barreira carinhosa e adentrava um âmbito perigoso de se pensar. O verdadeiro problema? Eu retribuí, para logo depois parar e deixar que Charlotte fugisse. Desde então não nos falamos.

Isso faziam exatas duas semanas.

Mal tínhamos nos visto e, ainda assim, evitávamos que nossos olhares cruzassem um com o outro. Mesmo que todo o meu ser implorasse para que me aproximasse e perguntasse se ela estava bem, uma parte de mim criava raízes no chão e me impedia de avançar um passo que fosse em direção a ela. E, bem, Charlotte também não vinha ao meu encontro. Cansada e confusa, finalmente me permiti assumir que precisava de alguma coisa, mesmo que fosse um singelo conforto. Fora por isso que decidi sair do Acampamento Meio-Sangue, mesmo que essa fosse uma época tenebrosa para estar fora do perímetro do local mais seguro para um semideus.

Porém eu não estava sendo procurada pelo governo, assim como usava um colar que inibia a minha presença divina perante os monstros. Por isso o caminho até a casa fora relativamente tranquilo, apesar de possuir uma carga ansiosa rondando todo o meu corpo. Não passava das oito horas da noite quando usei minha chave para entrar na residência, olhando ao redor em busca de sinais de que Amélia estava ali. Minha mãe era uma humana tida como incrível. Neurocirurgiã, havia salvado inúmeras vidas e realizados feitos médicos considerado até mesmo milagrosos. Popular no meio acadêmico, admirada pelos novatos, ganhava bastante dinheiro com suas pesquisas... Mas não sabia muito bem como ser uma boa mãe. Ausente, impaciente e carinhosa na medida certa para sustentar aquele fino laço que mantinha a família relativamente bem.

- Mãe? – chamei em um alto tom para que ela pudesse me ouvir de qualquer cômodo – Mama, estou em casa! A senhora está por ai?

Funcionou mais do que eu esperava. Uma parte de mim imaginava que ela estaria em um plantão e eu teria de esperar pela figura materna por longas horas. Mas, para a minha surpresa, a mulher apareceu correndo do que seria a nossa cozinha. Ela soltou um sonoro suspiro, avançou e me agarrou em seus braços, me apertando como podia. Algo que ela não fazia há... sei lá, anos!

- Você sumiu! Você e Charlie! Estão bem? Está machucada ainda? Eu tenho alguns remédios se estiver e---

- Mãe! – a segurei e afastei um passo para poder respirar – Calma, olha para mim e não surta. Eu estou bem! Charlie também está, o acampamento é um local seguro!

Finalmente eu idealizava como deveriam estar sendo as coisas para a minha mãe. A última vez em que tínhamos nos falado tinha sido no hospital, no ápice do ataque dos monstros em Nova York. Ela me viu batalhar de perto, me machucar e ainda assim persistir em proteger os pacientes dela enquanto ela os transferia para um local mais seguro. Depois disso eu tinha apenas me despedido dizendo que precisava proteger algumas pessoas, assim como ela também o estava fazendo. Isso faziam três semanas! A culpa afligiu o meu peito, fazendo-me abraça-la mais uma vez e ficar murmurando que estava tudo bem, ainda mais quando a médica me apertou contra si e apertou-me em seus braços com uma força que eu não sabia que ela possuía.

Longos minutos depois, eu a arrastei para a sala, a fazendo sentar sobre o sofá. Amélia tinha por volta dos 37 anos e era bastante jovem para uma médica do cacife dela. O cabelo loiro escuro possuía um corte curto e elegante, seus olhos castanhos como o da Charlie estavam cansados e com olheiras bastante marcantes. Ela era extremamente linda e cativante em sua aparência, mas agora? Parecia ter envelhecido dez anos em poucos dias.

- Isso tudo tem a ver com seu pai, não é? – Amélia fungou e encarou as próprias mãos – Eu via os sinais, mas me fazia de cega. Eu sabia que aquele homem não era... comum, por isso ele me atraiu tanto a princípio.

- Sim, tem a ver com o papa – suspirei e mordi o lábio inferior sem saber até que ponto eu devia contar – Mas estamos bem mamãe, o acampamento prepara pessoas como eu e a Charlie para enfrentar a realidade e viver bem.

- Você parecia a She-Ra quando apareceu na minha sala, sabia? – Amélia atreveu-se a sorrir.

- Quem?!

- Vocês crianças não sabem de nada, no fim das contas!

- Mama!

- Mas conte-me o mais importante, porque você e a Charlie brigaram dessa vez?

- Como a senhora....!!! – olhei para ela completamente surpresa por ela ter acertado em cheio.

- Apesar de tudo eu conheço bem as duas! Ainda mais quando uma briga acontece.

- Aconteceu algo confuso entre nós duas e... não nos falamos desde então. É muito... confuso!

- Percebo isso – Amélia não conteve um pouco da ironia, mas logo me fazia deitar em seu colo como acontecia as vezes quando éramos crianças – Tudo vai acabar bem querida, vocês duas se amam e nunca passaram mais do que três dias brigadas. Descanse, amanhã cedo preciso de sua ajuda para arrumar o depósito!

Soltei um longo suspiro e fechei os olhos em uma tentativa inútil de conter o choro. Faziam quatorze dias e eu não via uma solução para o problema em questão. Sim, eu a amava. Mas, talvez, eu a amasse demais.

☼☼☼

Descobri que Amélia estava falando sério quando, as oito horas da manhã, ela estava literalmente me expulsando da cama. Em compensação, ela preparou um café da manhã reforçado e pediu para saber um pouco sobre o acampamento. A neurocirurgiã não questionou sobre quem era de fato meu pai ou se os monstros foram reais ou não, apenas aceitava de bom agrado o que eu dizia. Se eu iria questionar esse momento? Talvez, no futuro, mas não agora quando estava sendo tão gostoso estar com a minha mãe em um raro momento de paz. Bom, não foi tão longo quanto eu almejava, pois logo estávamos trabalhando no depósito.

O depósito continha ainda coisas da Austrália empacotadas. Eram os itens menos necessários que fomos deixando de lado até esquecê-los por um bom tempo. Minha mãe permaneceu por apenas trinta minutos, pois logo seu celular tocava. Ela me olhou com um semblante culpado, mas logo eu a expulsei dizendo que uma vida podia depender daquela chamada. Já tinha visto isso acontecendo tantas vezes! A loira mais velha depositou um beijo em minha bochecha e saiu do depósito, deixando-me sozinha com caixas e mais caixas.

O lugar em si não era muito grande. Possuía uma grande janela no topo que fora recentemente aberta para tirar o cheiro de mofo do ambiente. Estava cantarolando e abrindo uma caixa para checar o que tinha dentro e para onde teria de leva-la quando o sol fez algo brilhar a minha esquerda. A cantoria cessou com o nascer de minha curiosidade. Ajeitei os óculos sobre meu rosto, aproximando do item que refletia a luz solar bem sobre o meu rosto, apenas para encontrar um pequeno baú com um cadeado antigo aberto. A luz batia bem sobre o metal que ornamentava o baú escondido, provavelmente se fosse em outro momento do dia eu jamais o teria encontrado ali. Por nunca o ter visto antes, a curiosidade moveu todo o meu corpo, fazendo-me abrir o cadeado e erguer a tampa do baú.

Lá dentro havia um único item: um livro antigo. Por que aquele livro estaria em um baú que supostamente deveria estar trancado? Sentei encostada contra a parede, deixando minhas pernas na posição de índio. Pousei o livro entre minhas coxas e o abri. As folhas estavam amareladas e desgastada, mas ele não cheirava como um item antigo. A fragrância que o acompanhava era estranhamente similar a de uma campina. Sim, exatamente, uma campina! Ao começar a folhear, percebei que era um livro escrito a mão e que era de uma língua completamente diferente.

Aproximei o livro para tentar compreender a origem linguística, mas quanto mais me concentrava mais os símbolos começavam a embaralhar a minha frente. Pisquei e fechei os olhos ao sentir uma pontada na parte detrás de minha cabeça, estava para desistir da leitura quando meus olhos se voltaram para as linhas... E tudo começou a fazer sentido! Franzi o cenho encarando o papel com certa surpresa. Eu não sabia como, mas era similar ao grego. Nunca o havia estudado, porém quando me deparava com qualquer coisa escrita em grego ou escutava eu o compreendia.

- “Esse é o único diário que me resta, assim como também parece ser o mais importante” – li em voz alta – “Aqui está descrito a parte de minha vida como uma nova Alyss, uma verdadeira e mais feliz, mesmo que os desafios tenham se mostrado maiores e que meu peito esteja pesado por ter deixado para trás o meu lar. Desde já eu posso afirmar algo: eu sou livre para amar quem meu estúpido e tolo coração realmente escolheu. E, graças a isso, eu posso me permitir ser quem eu realmente quero ser e não quem eu devo ser. Se alguém por ventura estiver a ler esses rabiscos e o compreender, que seja você minha querida filha, ou algum de seus descendentes, pois encontrará descrito nessas páginas contos sobre de onde eu vim e de como eu vivi até o momento em que minha mão foi capaz de segurar esta coisa útil que eles chamam de caneta”.

Alyss? Franzi o cenho por um longo tempo, enquanto minha mente ainda pensava se seria coincidência ou não que aquele também fosse o meu nome do meio. Sim, poderia ter sido apenas o acaso. Mas... Por que aquele diário estava ali, bem na minha casa então? Extremamente curiosa, folheei o diário até chegar em uma das últimas páginas onde havia um desenho muito bonito e no estilo tribal. Era uma flecha em um arco, um desenho pequeno e de traços marcantes.


Não resisti a vontade de tocá-lo e, assim que o fiz, senti meus dedos formigarem. Afastei a mão um tanto surpresa, ficando mais ainda quando vi o desenho ressaltar um brilho sutil e quase imperceptível. Sem resistir, o toquei novamente e suportei um pouco daquele formigar sobre minha falange. O brilho retornou, ficando cada vez mais intenso e assumindo uma cor esverdeada. Estava encantada e um princípio de sorriso começou a se formar... Até que tudo começou a mudar. O brilho tornou-se filetes de luz, atingindo em cheio a palma de minha mão provocando uma sensação de queimadura. Soltei o diário gemendo em agonia, balançando a mão tentando fazer parar aquela conexão inesperada e assustadora. Minha cabeça começou a doer e a sensação de que minha palma queimava era exponencial, logo eu estava travando a minha garganta para não gritar. Segurei o meu pulso, meus olhos fixados no que acontecia sobre minha mão. A tortura durou quase um minuto inteiro até finalmente formar o desenho que outrora eu admirava.

- Mas o que...?! – indaguei ofegante, minha mão ainda quente e dolorida. Capturei o diário e o abri com certo nervoso – O desenho sumiu?! O que... inferno... está....---

Antes mesmo de terminar a minha frase, uma tontura se apossou de meu corpo. Meus olhos reviraram antes de minha consciência ter sido nocauteada.

☼☼☼

Ao acordar, eu estava em meu antigo quarto. Minha mente girou uma vez como se estivesse em um loop de uma montanha russa. Gemi baixinho, segurando minha cabeça como se assim fosse possível mantê-la no lugar. A sensação não tardou a passar, logo eu estava sentando sobre o meu colchão e encarando a parede um tanto perdida. Eu lembrava de estar em casa, de ter um bom momento com minha mãe. No dia seguinte eu a ajudei a abrir algumas caixas antigas ainda de nossa mudança, encontrando o diário de Alyss... OH O DIÁRIO!

Encarei a minha mão e resmunguei ao ver a tatuagem ainda ali. Foi nesse exato momento que a porta se abriu e minha mãe apareceu. Eu saltei na cama, passando a suar frio quando notei que ela encarava diretamente a minha mão.

- Eu posso explicar! Não me mata por ter uma tatuagem, a culpa não foi minha! – exclamei quase em desespero, mesmo sem saber como explicaria aquilo para ela.

- Frannie... Está ok – ela murmurou um tanto cabisbaixa, aproximando-se e sentando também em meu colchão – Creio que a culpa seja por causa disso...

Ela então esticou o diário em minha direção. Meus olhos poderia ter triplicado de tamanho naquele momento. A encarei incrédula e confusa, arrancando um sorriso amarelo de minha mãe.

- Por favor, antes de tudo, me perdoe e não me odeie! Eu nunca contei isso para você por ter medo... – ela deixou o diário sobre a minha escrivaninha, voltou a sentar e começou a mexer nas mãos de maneira nervosa – Eu sei que eu devia ter contado antes, mas pensar em sua reação me apavorava! Eu não queria ser menos importante em sua vida, o que é irônico pois isso me fez afastar um pouco... Eu sinto muito Francesca!

- Mãe! – a segurei nos ombros, eu a via tão aflita que eu não conseguia me chatear. Deixei que minha aura da tranquilidade se tornasse mais presente no ambiente, observando minha mãe respirando normal pouco a pouco – Conte-me, não se preocupe tanto. Não vamos saber como vamos reagir a isso sem que você fale de fato o que é...

- Eu amo você, minha pequena. Só não esqueça disso ok? – ela pediu e eu acabei sorrindo, Amélia não falava muito isso, mas quando o fazia eu sempre sentia um calor dentro de meu peito – Eu era uma outra pessoa antes de você e Charlotte entrarem em minha vida. Muito dedicada, muito genial, mas ainda assim, despreocupada e desleixada.

- Fizeram lavagem cerebral em você depois que a gente nasceu mãe? – brinquei arqueando uma sobrancelha.

- Querida, eu ainda posso deixa-la de castigo – ela ameaçou prontamente, o que me fez lutar bravamente para não rir. Mas ela soltou um longo suspiro – Sua irmã tinha completado um pouco mais de dois anos e minha rotina finalmente estava conciliando meus estudos com o fato de que eu era mãe. Eu lembro como ontem que foi em uma noite bastante agradável que seu pai apareceu a minha porta – eu estava para fazer um comentário espirituoso quando percebi que na verdade minha mãe estava prestes a chorar – Eu o recepcionei com um tapa no rosto antes de mais nada, ele tinha simplesmente sumido de minha vida! Mas... Ele não estava sozinho. Mesmo tendo apanhado, aquele homem sorriu tristonho e finalmente mostrou o que tinha em mãos e pediu para adentrar em minha casa. Eu estava surpresa demais para dizer não e-eu... e-eu não conseguiria dizer não depois de ver aquilo!

Ela interrompeu a fala e levantou abruptamente, meu coração se apertava e nenhuma palavra era proferida de minha boca.

- Ele me disse que eu precisava aceitar aquilo. Que ele não conseguia pensar em ninguém melhor para proteger aquele pequeno tesouro. Se eu não aceitasse, iria passar por perigos ainda maiores por entrar em um sistema cruel. Eu... Eu pensei em dizer não, imaginei primeiro como ficaria minha carreira, não mentirei quanto a isso. Mas ao imaginar como seria minha vida ao lado do que ele me oferecia... Eu não consegui dizer não. Claro que discutimos bastante, seu pai era péssimo argumentando e tentando se explicar. Mas eu via a preocupação e o temor dele como os sentimentos mais sinceros que ele já tinha me demonstrado.

- Mãe... O que ele te entregou?

- Ele me deu... Você.

Pisquei lentamente. Minha mente processava a frase, mas não a compreendia completamente. O que ela queria dizer com aquilo? Olhei para minha mãe que estava em um verdadeiro estado de nervoso, até que algo veio a minha mente e arrancou uma careta de nojo.

- Mãe, não precisa entrar nos detalhes de que me concebeu naquela noite!

- Não querida... E-ele me deu você. E-ele a segurava com tanto zelo que eu v-vi o quanto machucou soltá-la. Eu o compreendi quando eu... eu te segurei nos braços. Tão pequena e frágil, envolta em um manto amarelado cheio de sois laranjas.

Minha mente estava entrando em pane pouco a pouco. Meu pai, Apolo, me trouxe para minha mãe. Ele me carregava, ele não me fez com ela. Então... Isso queria dizer que...

Meu corpo deu um salto na cama.

Eu sentia meu coração disparando enquanto minha mente finalmente entendia o que aquilo significava.

- Não! – exclamei em total negação – Isso não tem graça mãe!

- Eu estou dizendo a verdade, eu não tive coragem de contar antes. Eu sei que deveria, eu sei que não poderia esconder isso de você. Mas quanto mais você crescia, mas eu tinha medo! Medo de que você me odiasse e... e... Por favor me perdoe! Eu sou sua mãe, eu fui sua mãe todos esses anos! Eu posso não ter concebido você, mas você foi como um presente do destino para mim!

- Não! Pare com isso! Pare de dizer isso!

- Ele veio, entregou você e disse que sua mãe verdadeira estava... Eu sinto muito querida, ela tinha morrido e deixado você. Então tudo o que restava de sua família verdadeira era esse diário. Seu pai disse que você encontraria o diário quando fosse o momento certo!

Eu já não conseguia falar mais nada. O ar travava em minha garganta, dando a sensação de que estava sufocando. Amélia dizia, com todas as letras e de diferentes formas, que eu não era sua filha biológica. Em algum momento, nós duas começamos a chorar ao ponto de soluçarmos. Ela me abraçou e eu não tive forças para afastá-la. Eu tive a esperança de entrar naquela casa e encontrar conforto para a confusão que sentia antes, mas tudo o que eu encontrei foi uma verdade pela qual eu não estava preparada: eu não era, de fato, uma Blackwell.

☼☼☼

Obs: Essa é apenas uma introdução, por isso não há batalhas. Porém, ela é necessária para entender o que vem pela frente. Se possível e for merecedora, eu só gostaria de receber o diário como recompensa! Acho que ficaria mais ou menos assim:

☼ Diário de Alyss [Um diário escrito em uma língua não humana, pertencente a avó de Frannie. Nesse diário está descrito a história de Alyss, desde a sua origem e sua vida depois de suas escolhas | Efeito: Só pode ser lido por quem pertence a cultura | Couro e papel | Sem espaço para gemas | Sigma | Status: 100%, sem danos | Comum | Ganhado em Trama Pessoal]

A tatuagem faz referência a esse item, ele será ativado futuramente:
• Elanor [ Um conjunto de arco e aljava com flechas. O arco possui uma cor similar à prata, com marcas em relevo que lembram desenhos tribais. Sua forma é singular, uma variação entre um arco do tipo composto e o arco recurvo. Possui 1.45m de comprimento, sendo este o tamanho ideal para a filha de Apolo. A tatuagem referente ao arco é uma flecha bem desenhada e rica em detalhes. A aljava é um item adaptável, podendo ser usado nas costas ou na lateral do corpo. Dentro da aljava encontra-se exatas 20 flechas, feitas do mesmo material que o arco. 10 dessas flechas possuem a seta padrão, outras 5 possuem sinalizadores, sendo feitas de uma seta menor que se fixa e perde o corpo assim que atinge o alvo. As últimas 5 flechas são mais pesadas, porém possuem a seta circular, feita especialmente para atordoar e não perfurar. A aljava é infinita, sendo que sempre terá flechas dentro dela. Esses projéteis não caem independentemente da posição em que estejam. | Efeito 1: A arma se encaixa perfeitamente na mão do seu portador, assim sendo, quando esse escolhe batalhar com essa arma, eles ficam ligados de uma maneira única, e durante os dois primeiros turnos do combate, todo dano causado por essa arma contra os oponentes do semideus, terão 50% dos danos revertidos em HP para o seu portador. Ex: O semideus retirou 100 HP da vida do seu oponente, 50 são revertidos em vida para o portador da arma. Efeito 2: O semideus pode usar a arma para converter seu corpo em magia de teletransporte, usando-a para se mover de um canto a outro, contudo, a arma só consegue leva-lo para até 500 metros de distância do ponto de partida, além disso, cada vez que usar o poder, perdera 50 MP. Efeito 3: Transforma-se em uma tatuagem que ficará fixa na palma do semideus, sumindo após um tempo, para ativa-la, o semideus só precisa cortar o dedo polegar e pingar uma gota de sangue sobre a palma da mão dominante, a arma ativa automaticamente, aparecendo em sua mão. (Não é possível colocar mais efeitos nessa arma). | Vibranium | Espaço para 3 gemas | Alfa Prime | Status: 100% Sem danos | Necessário nível 20 para domínio completo da arma | Lendária | Evento Cidade dos Monstros]


Com: Charlotte ☼ Música Havana ♫ CLICK♪


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Re: ☼ Between Worlds ☼

Mensagem por Baco em Sex Nov 03, 2017 1:40 am


Frannie A. Blackwell


Método de Avaliação:

Valores máximos que podem ser obtidos

Total de XP de acordo com o nível do semideus: 8.000 XP

Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Enredo e coerência de batalha: 48%
Gramática e ortografia: 10%
Criatividade: 30%

RECOMPENSAS: 7.040 XP + 7.040 Dracmas

Comentários:
The Fray,

Que introdução fantástica e emotiva! Mas vamos por partes, começando pelas ruins uma vez que aprendi que se come o que menos gostamos no prato primeiro. Você pecou bastante na digitação, semideusa, fiquei surpreso pois isso não é de seu feitio. Como está bem evoluída, se comparada ao início do último evento onde tivemos nosso primeiro contato 'avaliado-avaliador', precisei pegar mais no seu pé quanto a isto. Repetição de palavras, como por exemplo no trecho: ...ainda mais quando a médica me apertou contra si e apertou-me em seus braços com uma..., onde você usou abusou do verbo apertar. Pontuação faltando no geral, principalmente a crase, que teve a ausência percebida no 'as vezes' que escreveu. Além disso, uma dica, o certo é: fazia tanto tempo. Falo isto porque reparei que você utiliza bastante essa medição de tempo para situar o leitor.

Tirando os comentários acima, sua narrativa foi perfeita e me prendeu de maneira prazerosa. Estive ocupado esses dias e, portanto, voltar lendo algo desse nível me deixou bastante feliz. Não deve ser nada fácil tentar entender o que sente por sua irmã, e descobrir quase que ao mesmo tempo que na verdade se é adotada. Por sinal, eu consegui imaginar perfeitamente a cena do diálogo final, a entonação e as expressões faciais de sua mãe - ainda que você tenha focado mais em descrever o que a Frannie sentia na hora. Então, com isso, meus parabéns e não vejo a hora de poder ler o restante de sua jornada.

Item adquirido: ☼ Diário de Alyss [Um diário escrito em uma língua não humana, pertencente a avó de Frannie. Nesse diário está descrito a história de Alyss, desde a sua origem e sua vida depois de suas escolhas | Efeito: Só pode ser lido por quem pertence a cultura | Couro e papel | Sem espaço para gemas | Sigma | Status: 100%, sem danos | Mágico | Ganhado em Trama Pessoal]


Atualizado.


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