The Blood of Olympus
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CCFY - A Path to Magic

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CCFY - A Path to Magic

Mensagem por Lilya Schäfer em Seg Set 18, 2017 9:33 pm



Hey! It wasn't a dream...
It was a perfect illusion
Mesmo sendo ridiculamente suspeito, o semblante misterioso da semideusa era convidativo. Os olhos brilhavam em um roxo púrpuro e sua voz era extremamente persuasiva. Levando em consideração a curiosidade e os argumentos convincentes da mulher, não foi difícil convencer Lilya a seguir o pequeno e seleto grupo de campistas pelas trilhas da florestas no florescer daquela noite de sexta feira. Os passos firmes das mulheres ficavam em evidência frente aos característicos sons do local, causando em todas elas algo semelhante à sensação de isolamento, como se o grupo estivesse distante de todo e qualquer tipo de civilização.

A atenção da prole dos fantasmas era quase completa para o céu noturno. A lua cheia brilhava com esplendor tendo por companhia uma enorme quantidade de estrelas. Aquela imagem dava a Lilya um sentimento reconfortante, ainda que não soubesse dizer ao certo o motivo para sentir-se daquela maneira. Desde criança via o cenário noturno como uma verdadeira obra de arte, e ao descobrir a verdade sobre o mundo agradeceu diversas vezes aos deuses por terem deixado aos mortais e semi-mortais algo tão bonito quanto aquilo. No fim, acabou por se manter tão presa aos pensamentos que apenas notou a mudança climática quando o vento gelado uivou ao lado de seu corpo. Levando as mãos aos braços despidos, abraçou a si mesma e respirou fundo antes de soltar o ar e notar que uma fumaça esbranquiçada escapava de sua boca.

— Pensei que a temperatura no acampamento todo era controlada. —  comentou quebrando o silêncio que já perdurava por alguns minutos. As outras duas semideusas convidadas se limitaram a olhar para trás por um breve momento antes de voltar a encarar o caminho. A líder, entretanto, deu uma breve risada, mas nem mesmo se dignou a desviar o olhar de seu foco.

—  Isso faz parte do espetáculo. Mas não se preocupe, cuidarei para que não peguem um resfriado. —  respondeu a mulher dos olhos púrpuros.

"Algo me diz que esse seria o menor dos nossos problemas", Lilya pensou enquanto sentia seus braços cada vez mais frios. Felizmente, não demoraram a chegar em seu objetivo. A clareira onde o evento teria inicio exibia ao centro uma grande fogueira com alguns troncos em volta para que o grupo pudesse descansar. Nenhuma palavra precisou ser dita para que todas as garotas se sentassem e aguardassem por novas instruções. Àquele ponto, todas se perguntavam o motivo de terem aceitado participar de toda aquela loucura.

— Bem, vamos começar. Quero que fechem os olhos e respirem fundo. —  pediu a líder do grupo, sendo esta a única a permanecer de pé. Aguardou então até que todas cumprissem o que foi pedido antes de continuar. —  Muito bem. Agora mentalizem uma floresta diferente dessa. Vocês estão em um lugar muito, muito distante. Não fazem ideia de onde estão, mas o cenário é assustador. —  continuou a garota. De alguma maneira estranha, sua voz tornava-se cada vez mais baixa, até dar a impressão de que era apenas um sussurro dito aos pés do ouvido das semideusas. —  Qual é o seu maior medo? —  indagou. Desta vez a voz ecoou parecendo vir de todos os lados.

Frente ao silêncio que se fez presente, Lilya finalmente abriu os olhos. Estava de pé no centro de uma clareira em uma floresta completamente diferente, ainda pior do que a que havia mentalizado. Nuvens negras começavam a tomar conta do céu enquanto barulhos de trovão anunciavam com força a chegada iminente de uma tempestade. Um calafrio percorreu o corpo da filha de Melinoe ao notar que estava completamente sozinha. De fato, o frio já não incomodava mais tanto uma vez que sua mente estava concentrada em buscar por algum tipo de resposta ao que estava acontecendo. "Isso aqui não pode ser real. Eu estou sonhando", pensou consigo mesma enquanto começava a caminhar pelo lugar.

Mesmo que a chuva não tivesse iniciado, o solo do lugar parecia úmido, fazendo um barulho chato a cada passo cuidadoso da semideusa. Antes de sair da clareira, olhou para o céu mais uma vez e notou que os corpos celestes ganhavam cada vez mais um tom avermelhado. Um uivo de lobo cortou o ar vindo da direção para a qual estava indo, mas estava distante. Sem saber para onde ir, decidiu seguir seus instintos mais básicos e ir em busca do som, afinal, era o único sinal de vida no universo em que havia parado.

Após cerca de dois minutos de caminhada, Lilya chegou na beirada de um grande penhasco. Mesmo com o medo gritante e a voz em sua cabeça que mandava recuar, sabia que aquela era a direção do uivo. Arriscando alguns passos à frente, a garota tentou ver o que existia no final da grande queda, mas a única coisa visível era um tipo de névoa espessa e negra que parecia se espalhar e subir para a superfície lentamente. Recuando alguns passos com medo do que poderia ser aquilo, começou a caminhar não muito distante da beirada com certa pressa de encontrar algo que a levasse ao outro lado sem cair no grande abismo. Foi então que avistou um tronco caído que servia de passagem, mas parecia um caminho arriscado a se seguir.

"Não sei se é uma boa ideia", começou a pensar antes de ser interrompida por mais um uivo. Agora estava definitivamente mais perto, dando a garota o pingo de coragem ou insanidade que a levaram a decidir atravessar pelo tronco. Então, respirando fundo algumas vezes antes de continuar, colocou o primeiro dos pés sobre a árvore caída logo em seguida. Com passos absurdamente lentos guiados pelo temor da queda, atravessou sem olhar para baixo por sobre o grande vão até chegar à terra firme do outro lado. Sentia o corpo tremendo um pouco, mas não sabia dizer se era por conta da temperatura ou da mistura de sentimentos que tomavam conta de seu ser. Assim que seus pés tocaram a grama novamente, um trovão fez a garota dar um pequeno pulo de susto no lugar, sendo este seguido pelas primeiras gotas de chuva que começaram a atingir de uma só vez a semideusa.

— Mas que merda... — murmurou a filha de Melinoe antes de voltar a caminhar na direção de onde o uivo vinha. Em todos os momentos, sentia-se vulnerável. Era como se estivesse sendo observada segundo após segundo, como se fosse um alvo em movimento esperando pelo abate. Ao mesmo tempo, sentia que agarrar sua adaga e andar com ela em mãos não serviria de nada, e talvez atrapalhasse sua única chance de fuga. Levando em conta este pensamento, optou por continuar do jeito que estava enquanto adentrava mais uma vez em um emaranhado de grandes árvores.

A partir dali não foi difícil chegar ao animal. Estando este deitado entre algumas árvores, assemelhava-se muito a um lobo albino, mas ao mesmo tempo era levemente translúcido, exalando um fraco brilho em resposta à luz da lua escarlate. Os olhos da criatura logo se voltaram para a semideusa, mas não eram nem um pouco agressivos. Por alguns momentos apenas a encarou, mas então começaram os primeiros movimentos. Colocando-se de pé, aguardou que Lilya se aproximasse para passar a caminhar em meio às árvores mais uma vez. Os passos de ambos eram quase uníssonos, e por mais que estivesse achando tudo aquilo uma grande loucura, a jovem não hesitou em momento algum em seguir canídeo.

Juntos a dupla caminhou por cerca de cindo minutos até mais uma clareira. Daquele lugar em especial, podia se ouvir barulhos semelhantes ao de uma cachoeira. Mesmo com as árvores altas atrapalhando boa parte da visão, era possível enxergar a grande montanha da qual se aproximavam cada vez mais. Entretanto, o ser fantasmagórico simplesmente parou, fazendo com que sua parceira fizesse o mesmo. Em seguida começou a farejar o ar e rosnar. Neste momento, mais um arrepio percorreu o corpo da garota. Assim, levando a mão ao seu colar, sentiu o coração bater acelerado enquanto seus medos tornavam-se realidade. Eles definitivamente não estavam sozinhos.

— Você não pode salvar o filho de Ares. E também não pode passar por mim, Lils. Não dessa vez. — disse uma voz que parecia vir de todos os lados da clareira antes de soltar uma risada verdadeiramente macabra. Em resposta à provocação, o lobo começou a demonstrar sinais estranhos que indicavam algo muito errado. Então, sem mais nem menos a criatura simplesmente veio ao chão em uma semi-consciência enquanto lutava para respirar. Com medo de perder seu único companheiro, Lilya correu até ele e começou a procurar desesperadamente por algo que pudesse salvá-lo, mas não conseguiu encontrar nem mesmo um ferimento visível. Assim, enquanto o ser lutava pela vida no chão, o verdadeiro inimigo deu as caras.

Os passos foram nitidamente escutados, mesmo que a chuva estivesse muito mais intensa e piorando a cada segundo. Virando-se para ver quem era o predador, notou que era um homem aparentemente comum. Tinha cabelos loiros bagunçados que caíam sobre a face por conta das condições em que se encontravam, pele branca, olhos esverdeados idênticos ao da filha de Melinoe e algo próximo de um e oitenta de altura. A voz que agora era totalmente reconhecível foi como uma facada nas costas da semideusa. Ela conhecia aquele homem, mas por algum motivo não conseguia se lembrar de onde.

— Quem é você? — perguntou a jovem enquanto começava a tremer mais em resposta ao frio. A água gelada escorria e pingava de seu corpo enquanto se levantava de punhos cerrados para encarar o homem. — E por que faz eu me sentir assim?

— Como pode não se lembrar de mim, maninha? — perguntou o garoto com uma expressão sarcástica misturada à um olhar que demonstrava certa loucura. Com firmeza, ele tirou de sua bainha uma espada mediana que não parecia muito pesada. Os olhos permaneciam fixos em seu alvo. — Sabe, mana. A morte dói. E eu passei por isso por sua culpa. Tudo pra proteger o desgraçado do nosso pai. E o que ele fez por você? Em? — provocou o garoto enquanto dava os primeiros passos. — Você pode ter acabado comigo uma vez, mas não conseguiu salvá-lo. Ele mesmo não conseguiu se salvar! Acha que ele poderia te proteger? Acha que ele ao menos tentaria?! Vocês dois são fracos.

Enquanto as palavras do garoto atingiam Lilya, sua memória voltava a funcionar. Todas as partes de sua vida que estavam bloqueados por algum motivo simplesmente vieram à tona novamente. Lembrou-se de seu irmão, lembrou de seu pai, lembrou do seu mascote e finalmente entendeu porque o lobo simplesmente havia caído. Reviver aqueles momentos era o seu maior medo, e agora teria que encará-lo de frente mais uma vez. Superar seus traumas e seguir em frente. Pensando nisso, a expressão da garota se tornou séria. Enquanto algumas lágrimas silenciosas escorriam junto à chuva por sua face, dois machados táticos surgiram em seus punhos cerrados.

— Eu já fiz isso uma vez, Lewis. Não tenho medo de repetir. — disse de maneira seca enquanto sentia a arma cair como uma verdadeira luva em sua mão. Todo o seu treino com o item estava mais uma vez em sua mente, e de alguma forma conseguia se sentir mais habituada a ele do que à sua adaga de reclamação.

— Dessa vez o final vai ser diferente, maninha. Dessa vez você morre. — respondeu o homem antes de partir em disparada na direção de Lilya.

Seguindo seus instintos antes adormecidos, a semideusa rapidamente levantou o machado da mão direita para o céu na brecha de tempo entre a chegada de seu oponente e o primeiro ataque. Quando Lewis desferiu o primeiro golpe vertical com a espada, os machados de Lilya já haviam se cruzado em um "x", parando a lâmina desta na união dos cabos entre as partes perfurantes do machado. Feito isso, a semideusa se começou a se preparar para dar um chute, mas antes puxou seu machado para baixo prendendo a lâmina da espada do oponente no caminho. Com o espaço criado com seu movimento, ergueu rapidamente o joelho direito e chutou o irmão na altura da barriga empurrando-o para trás com toda a força que conseguia.

Lutando para não cair após o golpe, o homem recuou com o impulso deixando o corpo envergado com uma das mãos sobre o estômago onde havia recebido o golpe. E foi quando vieram os abutres. Os animais logo começaram a rodear o céu da clareira, procurando por uma brecha ou gatilho que os permitissem definir o inimigo. Enquanto isso, tratando de recuperar o fôlego, o semideus olhou rapidamente para o céu e esboçou uma risada que não chegou a sair.

— Aprendeu essa com o pai...? — indagou de forma debochada antes de se levantar e correr mais uma vez em direção à irmã. Desta vez fez um golpe diagonal pelo outro lado, girando o corpo em seu próprio eixo para aumentar o impacto de seu golpe.

A fim de aparar e contra-atacar, os olhos de Lilya se mantiveram fixos no corpo de seu irmão, exatamente no ponto em que pretendia atacar. Levando o machado esquerdo para o alto a fim de aparar o golpe do garoto, usou de imediato também o esquerdo em um golpe horizontal da direita para a esquerda na altura do pescoço do inimigo. A este ponto, os abutres começavam sua rota de queda em direção ao alvo mais do que definido, sedentos pelo sangue daquele que tentava ferir sua invocadora. Lewis, sem notar isso, deu um rápido pulo para trás para desviar da lâmina da irmã e então se abaixou dando com rapidez e precisão uma rasteira nesta, levando-a sem rodeios de costas ao chão.

Enquanto se preparava para finalizar a batalha, o primeiro pássaro o atingiu o semideus, cravando suas unhas no couro cabeludo dele enquanto tentava bicar seus olhos. Em sua própria defesa, o homem levou as mãos para a cabeça tentando afastar de maneira inútil o animal. Então chegou o segundo abutre, seguido também do terceiro e quarto. Estes tratavam de fazer voos rasantes para arranhar o oponente, focando sempre o braço armado em uma tentativa de obrigá-lo a largar a espada. O quinto estava focado em arranhar e bicar o rosto de Lewis em suas trajetórias de voo, prezando auxiliar o pássaro já instalado em sua cabeça.

Notando que seu irmão estava ocupado demais com as criaturas para entender o que acontecia, Lilya não hesitou. Usando o machado esquerdo e aproveitando seu posicionamento, cravou a parte perfurante do machado pouco acima do calcanhar do garoto, puxando-o de maneira a cair no chão também. Os pássaros se dispersaram por um breve segundo durante a queda, mas logo se amontoaram sobre o garoto arrancando com os bicos alguns pedaços de pele por todo o corpo. O homem gritava em agonia enquanto tentava afastar os pássaros, mas tendo a visão negada pelo constante ataque do primeiro abutre.

Largando o machado preso à perna do garoto, a filha de Melinoe levantou seu corpo até ficar ajoelhada, então levantou o machado e desceu com força sem hesitações contra o peito de seu irmão, exatamente sobre onde estaria seu coração. Assim que o fez, tanto o corpo quanto os pássaros se desfizeram em sombras, deixando a garota sozinha sobre a chuva com o lobo espiritual que continuava a respirar com dificuldades.

Aproximando-se ainda ofegante do companheiro canídeo, ajoelhou-se mais uma vez ao lado desse e começou a fazer carinho na criatura enquanto tentava esboçar um sorriso. Ainda que a situação tivesse sido extremamente bizarra, sentia-se bem por ter lembrado suas origens e encarado seu passado mais uma vez.

— Eu não pude te salvar na vida real, amigo. Me desculpe... — disse a garota enquanto uma lágrima escorria. — Mas tenho certeza de que você está em um lugar melhor agora. Vá, descanse, você fez muito bem o seu trabalho. Obrigada. — finalizou a garota enquanto dava um abraço no ser que também desapareceu logo em seguida. Assim que isso aconteceu, a fumaça negra que antes subia do abismo agora já rodeava a clareira em que estava.

Limitando-se a sentar sobre o solo molhado pela chuva, Lilya apenas aguardou de olhos fechado até que a nuvem a alcançasse. Assim que esta o fez, os sons da fogueira retornaram. Quando finalmente abriu os olhos novamente, estava de volta ao acampamento meio-sangue. Intacta, ainda sentada sobre o mesmo tronco de antes. De onde estava, encarou suas companheiras que também acordavam, levando então sua atenção para a líder que sorria para elas.

— Isso que eu fiz é só o começo do poder das feiticeiras, queridas. Encarar os medos é essencial para encontrar seu verdadeiro poder. Para aquelas que tiverem interesse, basta me procurar. Posso mostrar muito mais. — disse a mulher piscando um único olho para o grupo.


Considerações:

1. Apenas para auxiliar na confusão: A garota dos olhos arroxeados é uma feiticeira enviada ao acampamento para encontrar possíveis companheiras. Ela usou os poderes de ilusão e distorção da realidade para criar toda a cena citada acima.

2. Tudo que Lilya viu tem relação direta com seu passado, do qual não se lembrava mais por motivos que explicarei futuramente em outra CCFY. Usei isso de gancho para relembrar de seu legado e também introduzir o grupo das feiticeiras.

3. Essa missão tem como objetivo principal adicionar à semideusa legado comum de Ares (e com comum quero dizer que não será completo visto que quero entrar para as feiticeiras).

4. Acho que ficou claro, mas por via das dúvidas vou explicar: no passado ela vivia com o pai, o irmão e o lobo. Um dia por motivos que também pretendo explicar depois o irmão envenenou o mascote, matou o pai e mataria Lilya. Esta, por sua vez, acordou a tempo e conseguiu acabar com o irmão. O pai já estava morto e o lobo morrendo.

Itens Levados:


Ghostly Blade
— Presa à bainha na cintura.

Uma adaga de dois gumes, feita de prata e ouro branco. Seu cabo é feito de cristal, com um reservatório para almas recolhidas. Quando esse reservatório estiver cheio - máximo de sete almas -, a lâmina da adaga exalará um cheiro de carne putrefata, que matará o alvo com a ausência de oxigênio aos poucos; enquanto ainda não há almas suficientes para isso, a adaga se fortalece com cada alma recolhida.

Ghost Attack — Em formato de colar no pescoço.

Um colar que, quando ativado, transforma-se em uma corrente de dois metros de comprimento, feita de pura prata. Perfeita para o uso da prole de Melinoe, obedece somente ao dono quando este quer usá-la; caso contrário, ela explodirá na mão do ladrão e reaparecerá novamente na sua forma de colar junto ao dono. É leve e maleável, permitindo que a prole de Melinoe movimente-se com graça e leveza enquanto luta.

Poderes Passivos:

Melinoe

Nível 3
Nome do poder: Pericia com Adagas I
Descrição: O semideus tem certa facilidade em utilizar adagas, mesmo sem nunca ter tocado em uma, saberá o que fazer, podendo atacar com uma certa maestria, mesmo que ainda cometa erros.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +10% de assertividade ao lidar com a arma
Dano: +5% de dano se a arma do semideus acertar o oponente.

Nível 6
Nome do poder: Agilidade I
Descrição: São naturalmente mais ágeis do que boa parte dos campistas, e sua flexibilidade é impressionante, o que permite que eles consigam se esquivar mais facilmente, passar por buracos de um jeito que outros não conseguem, se soltar de cordas, e escapar de armadilhas com mais facilidade. Também permite que sejam esquivos, e em batalha, mais rápidos que outros campistas.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +10% de velocidade, agilidade, e flexibilidade.
Dano: Nenhum

Ares

Nível 1
Nome do poder:  Espírito de Guerra
Descrição: Ares/Marte é o deus da guerra, profundo amante de combates e um dos principais deuses amantes da morte. Seus filhos possuem um espírito parecido com o do deus, de modo que todos os conhecimentos referentes a guerra (Como sinais de comunicação, técnicas de sobrevivência básica, manuseio de armas e tudo mais o que tiver ligação direta com guerra), surgem naturalmente na mente do semideus, mesmo que ele jamais tenha passado por alguma situação de dificuldade.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Conseguem elaborar planos, ler mapas e criar estrategias com mais facilidade.
Dano: Nenhum

Nível 2
Nome do poder: Pericia com Machados I
Descrição: Filhos de Ares/Marte tem certa facilidade em trabalhar com armas violentas, e o machado sempre foi visto como algo macabro. Sua força sempre foi superior, então em suas mãos essa arma se torna ainda mais letal, mesmo sem nunca ter empunhado um machado, sentira certa facilidade em maneja-lo, mesmo que ainda cometa alguns erros.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +10% de assertividade no manuseio do Machado.
Dano: + 5% de dano ao ser acertado pela arma do semideus.

Nível 3
Nome do poder: Força I
Descrição: A força é sem dúvida alguma a principal arma de um guerreiro, que o faz vencer seus inimigos mesmo que precise utilizar apenas seus punhos. Independente do porte físico do filho de Ares/Marte e da sua idade, o semideus terá a força de um atleta de MMA profissional, sendo capaz de carregar forças superiores aos demais campistas, e causar danos maiores.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +10% de força
Dano: +5% de Dano se o ataque do semideus atingir.

Nível 5
Nome do poder: Mãos trocadas
Descrição: Graças a natural facilidade no manuseio de armas, as proles do deus da guerra conseguem manusear com extrema perícia duas armas ao mesmo tempo, sendo ambidestros por natureza. Seus golpes são potentes independente de com qual mão esteja segurando a arma, além de conseguir utilizar armamentos pesados de duas mãos utilizando apenas uma, como espadas montantes, machados de guerra, lanças e etc.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Conseguira manusear duas armas com naturalidade, desde que essas não precisem das duas mãos para ser empunhadas (ex: podem usar uma espada curta em cada mão, dois machados mais leves, duas adagas), lutando com a mesma destreza que lutaria apenas com uma arma.
Dano: Nenhum.
Poderes ativos:

Ares

Nível 2
Nome do poder: Nuvem de abutres
Descrição: O abutre é um dos símbolos de Ares/Marte, o pássaro carniceiro que degusta os restos mortais de animais e humanos falecidos. Os filhos do deus da guerra podem erguer uma de suas armas em direção aos céus, e cinco abutres completamente negros irão aparecer, sobrevoando em círculos a prole de Ares/Marte. Cada um desses animais possui 25 HP, podem atacar os oponentes com bicadas e arranhões e principalmente agirem como distração. Pode ser usado duas vezes por missão.
Gasto de Mp: 10 MP por abutre invocado
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: 15 HP por abutre que atacar o oponente.





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Re: CCFY - A Path to Magic

Mensagem por Baco em Qui Set 21, 2017 1:08 pm


Lilya Schäfer


Método de Avaliação:

Valores máximos que podem ser obtidos

Total de XP de acordo com o nível do semideus: 2.000 XP

Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Enredo e coerência de batalha: 45%
Gramática e ortografia: 20%
Criatividade: 30%

RECOMPENSAS: 1.900 XP + 1.900 Dracmas

Comentários:
Lilya Schäfer,

Lhe parabenizo logo de início pela sua excelente escrita. A impressão que tive foi de que não encontrei erros em sua CCFY, e isso é ótimo. Agora, quanto à narrativa, bem, apenas uma coisa ficou faltando. Ao passo que pude realmente imaginar todo o cenário (mais ainda por ter optado por ouvir a música que estava em seu perfil), não senti a emoção da descoberta ao fim. A questão nem foi não ter ficado claro o passado da personagem, pois era questão de raciocínio lógico para entender. E sim que ela pareceu não se importar muito com o que havia acabado de acontecer, por ter terminado de maneira tão rápido. Portanto, por mais que essa narrativa em si tenha ficado muito boa, ela não foi suficiente para conquistar o legado de Ares.

Contudo, por saber que você pode ir além disso, fica a proposta: faça essa CCFY do passado dela, que você comentou, explicando o motivo dela ter perdido a memória; talvez explicar um pouco mais do irmão e do pai e, o principal, a reação dela ao saber que de fato é um legado de Ares e no que isso implica.


Atualizado por Quione.


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