The Blood of Olympus
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[Missão Narrada] The Bloody Minstrel - Missão para Eiva Dähl Bouwknech

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[Missão Narrada] The Bloody Minstrel - Missão para Eiva Dähl Bouwknech

Mensagem por Érebus em Qui Jul 13, 2017 4:42 am


The Bloody Minstrel
O crepúsculo vespertino parecia clamar pelo anoitecer. Eiva caminhava lentamente até a parte mais sombria da floresta, visto que havia marcado um encontro com Nyx, para tratar sobre seus objetivos de pesquisa e infiltração no acampamento. Ao menos era isso que suspeitava, não havia pego nenhuma missão oficial desde que tinha feito seu juramento, se tornando um demônio, mas esperava que aquela terça-feira fria e nebulosa levasse algo de mais perigoso e emociante para sua vida. Seus passos não eram exatamente silenciosos, mas aparentemente todos os proprietários dos olhos alheios, voltados a garota, pareciam pensar duas vezes antes de mais nada. Ela segurou o bilhete com força, amaçando-o em expectativa. Sua mente ainda se embaçava com a leitura do bilhete, mesmo que por tanto tempo tivesse praticado, quando criança:

"Encontre-me na floresta, vinte minutos andando em linha reta e vai encontrar uma clareira. Vá sozinha e ao anoitecer.

- N"

Ela não podia garantir totalmente que se tratava de Nyx, contudo, seus instintos diziam que se essa situação estivesse sendo criada por um farsante, a assinatura do bilhete provavelmente entregaria a deusa de alguma maneira, para que a própria Eiva acreditasse em suas palavras. Bem, era isso que a prole do céu acreditava: "Se fosse alguém tentando se passar por ela, teriam sido muito mais subjetivos", pensava, enquanto a sua caminhada chegava ao fim. A luz da lua começava a substituir o céu alaranjado, que agora mais parecia tomar um tom roxo. Fitou a floresta de dentro da clareira, só podia ser aquela ou estava completamente perdida. Esperou até que o céu ficasse completamente escuro e que a lua tomasse sua posição. Eiva começou a ficar apreensiva, ou a deusa estava atrasada ou iria ser surpreendida. Instintivamente levou a mão até sua foice, para só então notar que ela não estava lá: - Droga Eiva, você é uma idiota. - Disse pra si.

Então, logo em seguida, foi surpreendida por uma sensação horripilante. Não como se tivesse visto Jason em pessoa, o monstrengo de "Sexta-feira 13", mas sim como se tivesse sido jogada em uma geleira. Todos os pelos de seu corpo se arrepiaram e Eiva mordeu o lábio em aflição. Meio segundo depois uma forma nuveada atravessou seu corpo, se postando bem a sua frente. A semideusa estava pensando ter enlouquecido de uma vez por todas, pois só isso explicara um ser transparente, com seus quarenta anos e olhos intensamente azuis, ter passado por dentro dela, e não da maneira positiva, pois o homem não era feio, mas sim de uma forma extremamente desgostosa: - Que isso menina! Eu sei que você achou que ia encontrar sua deusinha aqui, mas não precisa se xingar. - Avisou o homem de estatura mediana, da maneira como flutuava e aparentava ter vivido a vida inteira dentro de um buraco, a filha de Zeus já criava as hipóteses dele ser um fantasma.

- Você acha que isso é algum tipo de brincadeira? - Questionou, com uma expressão de quase fúria, Eiva havia crescido nas ruas, sabia quando estavam tentando lhe passar a perna. Ela se desencostou do tronco em que havia se escorado e fitou com energia o fantasma.

- E-eu? - Retrucou o outro, não com medo, mas com uma expressão falsa de surpresa, como se tivesse sido acusado de um crime gravíssimo. - Jamais! Eu sou Lucian N-anders - Continuou o homem, dando ênfase no "N" em uma tentativa de se justificar. Com um sorriso caloroso até demais ele continuou. - Eu não estou aqui para lhe enganar, se é o que pensa. Contudo, sei que estava procurando algum agito e devo dizer que este agito sou eu. - Completou o tal do "Nanders", dando uma piscadinha para ela. A forma como se movia, seu jeito de falar, agir e principalmente sorrir, era de muitas maneiras suspeita e nostálgica, como se já tivesse encontrado o homem. A semideusa cogitou que talvez ele fosse algum artista morto que tivesse visto em alguma vitrine, outdoor ou comercial, enquanto ela mesma lutava pela sua sobrevivência, mas logo descartou a possibilidade.

A semideusa suspirou: - Você é filho de A... - Começou ela, e então revirou os olhos. - Olha, se não tem nenhum recado útil da minha senhora, então está perdendo o nosso tempo. - Avisou a semideusa e driblou a arvore que estava bem na entrada clareira. A semideusa se manteve completamente decida a sair, chegou até a se virar e neste momento, mesmo que a semideusa não estivesse vendo-o, o filho morto do sol gesticulou irritado.

- Sim! Sou filho de Apolo sim. - Disse ele, assim que atravessou a semideusa pela segunda vez, fazendo-a ficar estática e irritada, postou-se a sua frente de novo. - E antes que vá embora. - Continuava ele, ficando em frente a semideusa. - Eu tenho que te dizer que sua missão está decidida, não por sua senhora, nem por mim, mas sim pelo destino. - Insistiu ele, sendo muito persuasivo, não de uma maneira muito positiva, mas sim como um manipulador ensandecido por poder, como ela muitas vezes já havia visto em outra pessoas. Todavia ele tinha um ponto, havia prendido atenção da semideusa com seu jogo de palavras. Sabia que estava caindo em uma armadilha, mas não moveu um centímetro do corpo sequer e teve menos vontade ainda de ir embora quando escutou a voz de sua patrona, ecoando em sua mente:

"Odeio admitir, mas este maldito está certo, você já tem um destino."

A semideusa cerrou o punho e encarou o fantasma a sua frente, meio consciente meio não, sua pele se tornou completamente negra, até mesmo seus olhos, e ela fez um corte intenso em sua mão cravando as unhas em sua pele, pressionando e fechando o punho em seguida para fazer seu sangue escorrer ácido. O filho fantasmagórico de Apolo não parecia ter um sorriso tão caloroso agora. - Tudo bem, mas é melhor que os joguinhos se encerrem. - Avisou ela, sentindo o cheiro do acido que escorria corroendo o chão. - Pois só nós, os demônios de Nyx, somos capazes de mostrar o verdadeiro inferno. - Completou, com um leve sorriso sádico entre os lábios. Assim que o nome da deusa primordial foi pronunciado, as trevas se intensificaram.

Situação:
Bem, em um resumo: Aqui é a parte onde eu sou completamente informal, ou não, para lhe explicar exatamente o que foi que rolou em palavras resumidas, ou não. Dito isso, tome ciência que 'Situação' vai desde o que aconteceu até quais são suas opções ou afins. Além disso, as dicas que eu for criando durante a narrativa, que não se encaixarem como regra, vão sendo adicionadas aqui, tanto em off quanto em on! Vamos lá:

Eiva recebeu um bilhete durante o dia, em seu chalé, que dizia que ela deveria ir até o local lá (O bilhete ta escrito ali em cima, btw). Ela se prepara e passa o dia pensando no encontro com a deusa, contudo, como bem apreciado, você não encontra com a deusa e sim um fantasminha não tão camarada assim. Ele faz o enrolation dele lá e Eiva tem suas primeiras empresões, sim, empresões pq to afim. Aqui que entra parte roterizada que você deve seguir: A proposta do semideus é que ela viaje até boston para encontrar um artefato poderoso que só pode ser reclamado por um demônio de Nyx, que lá ela encontraria sua profecia sobre esta missão e uma luz inspiradora sobre tudo que viria a fazer a seguir, que ele fora proibido pelo seu pai Apolo e que seu destino era, meio as cegas, enfrentar seu destino. Ela resolve partir para a missão e então volta para seu chalé, pegando todas as suas coisas e partindo em seguida, ainda de madrugada, onde você é mais forte, para boston. Você deve para sua narrativa aonde tenta conseguir seu transporte. E obrigatoriamente você tem que começara a narrar depois da sua fala ali em cima, a final, até sua tentativa de arranjar um transporte para rodoviaria, onde pegaria um onibus para boston. Você tem uma brecha pra tentar qualquer coisa de meio transporte, mas quem dira se deu certo ou não vai ser eu, e mais, você tem uma brecha pra tudo.

Acho que não ficou nada muito confuso, ou eu espero ao menos, mas qualquer duvida, mando o zap hahaha.

Boa sorte semideusa.

EIVA DÄHL BOUWKNECH:

Nível: 8
HP: 170/170
MP: 170/170
Situação Pessoal: Perfeitamente saudável.

Regras da Missão:


  • A criatividade para toda a missão vem de você e bem, eu dei meu melhor criando essa missão, agora você tem que dar seu melhor com ela: Diálogos, cenas e cenários serão levados em conta, quando mais rico em detalhes, melhor.
  • Se esforce descrevendo os locais, imagine eles, e se precisar de inspiração, pode me chamar no Chatbox que mando imagens do que pensei a respeito dos locais, claro que você não tem de ser fiel ao que eu mandar, a descrição de como é tudo é de sua livre escolha, a perspectiva é tua: Eu posso narrar lindas colunas e você narrar entulhos de pedra.
  • Vocês tem prazo para postar, são três dias. Sim, um ótimo tempo, se até o dia 15/07 ás 20h00min você não tiver postado, essa missão será passada para frente para um(uns) outro(s) semideus(es). Claro que, se você tiver problemas off, pode me contatar, e mais, podemos até estender o prazo se for esse o caso. Para ser um acordo legal, se eu demorar mais que três dias para responder, a missão se torna atemporal.
  • Armas, itens e poderes, todos em spoiler no final dos post. Lembrando que eu dei uma brecha para você levar todos os itens desejados, podem até ter pego uma mochila pra não carregar as coisas na mão, vocês tem direito a duas armas não portáteis e quantas armas portáteis forem capaz de carregar.
  • Caso tenha alguma dúvida ou precisar de algum contato: MP ou WPP/Skype (Mande uma MP pedindo).
  • Você deve escolher de onde começar a narrar, da noite anterior, indo dormir ou sei lá, do momento que acorda, ou da onde quiser, já expliquei isso: Sua escolha! Eu só estou aqui pra julgar.
  • Por fim e mais importante: Boa sorte semideusa!



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Re: [Missão Narrada] The Bloody Minstrel - Missão para Eiva Dähl Bouwknech

Mensagem por Eiva Dähl Bouwknech em Dom Jul 16, 2017 1:19 pm


To the destiny.

Eiva ainda sentia o cheiro fétido do ácido que escorria de suas palmas. O fantasma que há poucos minutos havia a tratado com deboche e ironia, apenas havia desaparecido no ar como poeira, deixando a figura impaciente fitar o horizonte vazio.

Vários tópicos começaram a surgir em sua mente, começando pelo fato de ter escutado algo sobre seu destino. Era algo completamente assustador e sem sentindo para Eiv, pois mesmo sabendo sobre sua concepção e toda a magia que a cercava, nunca havia acreditado 100% nas coisas ditas sobre oráculos e profecias. Para ela, ainda continuava sendo uma garota de rua normal com problemas inusuais.

Enquanto caminhava de volta à formação de meia lua dos chalés, os mesmos olhares curiosos voltaram se para a garota, deixando que toda sua fúria se esvaísse em um segundo de insanidade. Parou bruscamente sua caminhada, girando o corpo para trás no intuito de procurar alguma confusão. Estava pronta para proferir algumas palavras de baixo calão quando a presença familiar lhe acalma instantaneamente. Os olhos curiosos, na verdade eram os protetores.
– O que está fazendo aqui? – Caim havia surgido das sombras e agarrado o pulso de Eiv no mesmo instante que percebera o sangramento negro em sua mão. – Está tarde. – Eiva desvencilhou o pulso da palma masculina e se colocou em uma postura pós-nervosa, respirando profundamente enquanto ainda não conseguia encarar as orbes escuras.
– É, tá tarde, né? – A ironia de Caim era uma das coisas que mais irritavam a prole de Zeus. – Tá tarde e nem você está dentro do chalé. Onde você foi? – O modo tirânico como seu gêmeo lhe proferia era completamente plausível. Seu rosto estava fechado em uma feição séria e irritada. Já havia algum tempo que Eiva não correspondia os afetos e nem à sentimentos fixos que ambos tinham, deixando seu anel de conexão muitas vezes descansar em cima de sua cama. Isso estava diretamente ligado à jura da seguidora da Noite, e apesar de não ser explícita para Caim, ele sabia.
– Eu fui andar, precisava pensar um pouco. – Clareou seus pensamentos com mentiras no intuito de não compartilhar seus sentimentos com o irmão, já que havia esquecido de tirar seu anel. – Estou voltando pro chalé, não precisa se preocupar. – Por mais relutante que estivesse, virou as costas para Caim e começou à seguir para o chalé número um. O sentimento de carência e saudade eram fortes, mas sua curiosidade e ansiedade falavam mais alto.
– Tudo bem. Eu vou com você. Tenho certeza que mais uma noite em seu chalé não vai me afetar em nada, não é? – Caim colocou-se a andar ao lado de Eiva, segurando suas mãos em suas costas enquanto dirigia seu olhar semicerrado ao horizonte de chalés, provavelmente a pressentindo.

Andaram por cerca de um minuto de modo silencioso até que a prole de Zeus desse um basta naquela situação, sentindo-se péssima por ter de usar tamanha persuasão em seu semelhante.
– Caim, não. – Parou sua caminha de forma brusca, elevando sua mão dominante até o queixo do irmão, fazendo com que ele a fixasse. – Eu estou perfeitamente bem e preciso de algum tempo sozinha. Sei que você vai me entender, afinal já passou por isso. – Molhou os lábios, sentindo sua segurança ser aumentada à medida que sorria de forma harmoniosa. – Sério, não é nada demais. Prometo te ver no café da manhã, tudo bem? – Suspirou, esvaindo-se de culpa.
Seu irmão demonstrou uma feição de confusão por alguns segundos antes de assentir lentamente, ainda com cautela. Não disse uma palavra sequer, apenas assumiu um expressão completamente chateada à medida que ia se afastando de Eiva para o chalé treze.
– Promete não tirar o anel, pelo menos? – Caim perguntou em um timbre baixo enquanto ainda olhava sua irmã. A garota efetuou uma concordância lenta, visualizando-o desaparecer nas sombras rapidamente.


Impulsionou a porta metálica e pesada de seu chalé de forma mansa, no intuito de não acordar seus irmãos. Passou pela estátua de seu pai com indiferença, assim como todas as vezes que o encontrava ali e colocou-se na direção das escrivaninhas enfileiradas da ala oposta à sua cama. O local esbranquiçado e nebuloso estava com uma quietude incomum. Todos seus parentes divinos apresentavam uma feição tranquila em seu sono, deixando-a mais aliviada para que pudesse ir em direção à seus pertences e calcular seus itens.

O primeiro objeto que tocou fora sua mochila sem fundo, seguido pela foice que havia esquecido de forma estúpida. Enquanto a colocava em sua bolsa, efetuou um movimento de negação com o crânio, sentindo-se tola pela forma que havia abandonado sua arma. Não era comum de sua parte ter lapsos de memória como o ocorrido, e isso a deixava mais impaciente ainda; Seu terceiro e quarto item foram o conjunto que sempre portava consigo, o anel elétrico que girou sobre seu anelar direito, e o colar negro que lhe davam uma ótima carga de eletricidade que era bastante útil em suas batalhas.

Parou suas ações por alguns segundos, encarando a escuridão do canto abandonado onde estava. Quis sentar-se por poucos momentos, mas algo naquelas sombras à diziam o contrário. “É claro. O manto.” Pensou para si, enquanto estralava seus dedos ao lembrar do item tão essencial que se encontrava dentro da mochila. Girou seu corpo, inclinando-se sobre a cadeira – onde estava a bolsa – e adentrou seus dedos na entrada de armazenamento, logo sentindo o tecido leve e gélido acariciar sua palma. Puxou o manto para fora da mochila, envolvendo-se na capa – mas não ficando invisível – e voltou seu olhar sobre a mesa, pensando em seu último item. A escolha demorou a ser efetuada, os mesmos pensamentos ansiosos que lhe foram a cabeça no momento em que voltava de seu encontro usual retornaram, deixando-a inquieta o suficiente para passar o dedo em sua adaga de bronze celestial, colocando em sua bolsa no mesmo instante que portou sua mochila nas costas, indo em direção à porta do chalé.

Parou por alguns instantes de frente à estátua imponente de seu pai, observando os traços efetuados em uma rocha rígida. Se pôs a pensar se o que estava fazendo era certo. Se ele realmente havia a abandonado para morrer por pura luxúria enquanto a garota passava por coisas absurdas e inumanas. Sua respiração ofegante era a única coisa audível no ambiente, as mechas escuras de seu cabelo movimentavam-se desde seu olho até sua boca, acariciando a pele alva em sincronia com o ar saindo de seus lábios. Os instantes se passaram, os olhos fixos se tornaram mais serenos à medida que observava o monumento se distanciando e o corpo magro se deslocou para fora do chalé, firmando sua ideia à medida que se escondia na noite, envolta em seu manto.


A viagem até o topo da colina fora completamente tranquila. Por estar invisível à olhos curiosos e invejosos, não se sentiu nervosa ou ao menos ansiosa, apenas queria completar logo sua missão para que entendesse melhor sobre seu destino, ou melhor, entendesse sobre sua existência.

Sua saída do acampamento fora efetuada com sucesso. Podia escutar o som de seus itens balançarem em sua mochila mágica de um modo impossível, ou supôs que era, à medida que ia descendo a colina em silêncio. Os passos inquietos amassando folhas secas enquanto uma leve brisa acariciava o manto, lhe traziam tranquilidade. Seus olhos atentos fitavam a escuridão em alerta, seu cheiro era mais do que o suficiente para atrair criaturas ou até mesmo a morte. As árvores balançavam-se de forma sinistra, como se estivessem em sincronia enquanto observavam a filha de Zeus chegar até o final de sua caminhada, colocando as mãos em sua cintura de modo que franzia o cenho e colocava-se a refletir.

“Merda.” Projetou o pensamento em sua mente, que ecoou a ideia de precisar pensar sobre um meio de transporte até a rodoviária. Estava em um empasse, entre um ônibus comum, um táxi ou até mesmo aquela carona insana que as irmãs esquisitas poderiam dar... Mas, felizmente, optou pelo táxi comum, indo em direção à via para buscar um livre. Não aguentaria sequer dez minutos junto daquelas criaturas.

itens:
• Faca de Bronze Celestial [ Uma faca de lâmina curta - cerca de 10 cm - com cabo em madeira envolvido em couro para tornar o manuseio melhor. | Não produz feridas em mortais. | Bronze celestial, madeira e couro. | Sem espaço para gemas. | Alfa. | Status 100%, sem danos. | Comum. | Nível 1. | Item inicial. ]

• Mochila sem fundo [Mochila de prata com material simples, sem bolsos laterais, com um único zíper, uma única entrada e uma única saída.| A mochila não possui fundo, foi encantada para caber inúmeros objetos, ou seja, seu espaço é infinito, tudo que você colocar dentro dela permanece ali, desde que passe pela parte de cima, ou seja, você precisa conseguir colocar o item pelo buraco, que é largo o suficiente para passar até uma panela de pressão. Para pegar o item de volta basta colocar a mão dentro da mochila e pensar nele, e ele retorna para suas mãos.| Indefinido | Sem espaço para gemas | Alfa | Status: 100% sem danos |Lendário e mágico | Loja especial do dia dos namorados]

ϟ Mini Raio Mestre - Um anel que permite ao prole de Zeus soltar mini raios infinitos. Tem ¼ do poder do Raio de Zeus, a corrente elétrica que há nele pode gerar mais alguns raios minúsculos que causam graves queimaduras.

ϟ Electrizer: Um colar de fio negro com uma pequena pilha como pingente. Este item adiciona cerca de 25% mais de dano à golpes baseados em eletricidade.

Capa da Noite: A capa de seda negra, extremamente leve e confortável, pode parecer apenas uma questão de vaidade... Mas a roupa, abençoada por Nyx, possui a propriedade de armadura, podendo reduzir até 50% do dano total causado em seu usuário, além de tornar o demônio praticamente invisível de noite. (Para a invisibilidade o portador deve deixar bem claro que usa essa habilidade, mas dependerá também do narrador - em casos de missão, PvP ou MvP -  se sentir convencido de que você está usando direito o presente. Caso esteja, poderá se esconder até seu próximo ataque ou até o narrador achar que falhou com sua descrição)  - Só pode ser retirada pelo dono - {By Tay}

Magnus: As foices duplas de ferro estígio tem, provavelmente, a metade do tamanho de uma foice normal, não passando de 40 cm. Mas para compensar, são extremamente leves, sendo armas inigualáveis nas mãos de campistas ágeis. Podem ser arremessadas sem qualquer problema, voltando para a mão do usuário como faria um boomerang, caso não fique presa em algum lugar. No caso de ficarem presas demoram apenas 2 turnos para voltarem na forma de uma corrente. - Quando desativadas viram, em conjunto, uma corrente com pingente em forma de estrela- Inquebrável - {By Tay}

habilidade usada em Caim:
Nível 3
Nome do poder: Alma Ambígua
Descrição: Por diversas vezes Nyx/Nox foi descrita como uma divindade de personalidade indecifrável, podendo ser tão bela e gentil quanto a noite ou tão cruel quanto as criaturas que a habitam o tártaro. Sendo assim, os demônios têm grande facilidade em mascarar seus sentimentos e, na maior parte das vezes, são extremamente bipolares.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Esse poder permite ao semideus adquirir um atributo de persuasão impressionante, sendo capaz de enganar inimigos e aliados com mais facilidades, pois conseguem mascarar os verdadeiros sentimentos, e demonstrar exatamente o que querem mostrar.
Dano: Nenhum

observação:
Bem, primeiramente peço desculpas pelo post. Você sabe o que ocorreu. Caso queira que eu mude algo, no template ou na trama, me avise! Me sairei melhor nos próximos. Em segundo lugar, o anel de conexão que eu me refiro sobre o Caim, é um item que ele já pediu transferência para mim, mas que ainda não chegou... Caso deseje que eu tire, eu farei isso.


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Re: [Missão Narrada] The Bloody Minstrel - Missão para Eiva Dähl Bouwknech

Mensagem por Érebus em Qua Jul 19, 2017 3:52 pm


The Bloody Minstrel
Eiva devia ter pensado melhor antes de ter a grande ideia de fazer todo o trajeto a pé. Se tivesse alguém lhe acompanhando, certamente teria sido alarmada, até mesmo idealizou a conversa em sua própria mente: " Você ta falando sério? Vai andar daqui até a autoestrada mais próxima?", e certamente, se tivesse escutado esse acompanhante inexistente, não estaria nessa enrascada. Seus pés já começavam a dar sinal de cansaço, sua mente começava a vagar para qualquer lugar. Estava andando sem parar a meia hora, e não sabia exatamente quantos metros ainda faltavam para que chegasse a um ponto onde pudesse de fato conseguir um transporte, seu humor começava a ficar irritado, havia definitivamente se esquecido como, em suas próprias palavras, o acampamento ficava isolado "pra caralho". A melhor opção era arranjar um meio de chegar lá mais rápido, ela podia se esconder seu corpo nas trevas, mas não seu cheiro, certamente logo uma filha dos grandes andando a deriva chamaria a atenção dos monstros que costumam rondar Long Island.

Situação:
Vei, tu cagou no pau em kkkkk. O acampamento é longe para carai das autoestradas, fica bem na região camponesa do bagulho. E pior, se você ficar andando por ai, mt "parada", vai acabar chamando atenção de monstros que serão capazes de alcançar você. Vou permitir que pense em outra coisa ou que pelo menos de um jeito de chegar lá mais rápido. A não ser que você tenha um mode god, tipo o kratos, melhor pensar em algo e rápido.

EIVA DÄHL BOUWKNECH:

Nível: 8
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Situação Pessoal: Perfeitamente saudável.

Regras da Missão:


  • A criatividade para toda a missão vem de você e bem, eu dei meu melhor criando essa missão, agora você tem que dar seu melhor com ela: Diálogos, cenas e cenários serão levados em conta, quando mais rico em detalhes, melhor.
  • Se esforce descrevendo os locais, imagine eles, e se precisar de inspiração, pode me chamar no Chatbox que mando imagens do que pensei a respeito dos locais, claro que você não tem de ser fiel ao que eu mandar, a descrição de como é tudo é de sua livre escolha, a perspectiva é tua: Eu posso narrar lindas colunas e você narrar entulhos de pedra.
  • Vocês tem prazo para postar, são três dias. Sim, um ótimo tempo, se até o dia 22/07 ás 20h00min você não tiver postado, essa missão será passada para frente para um(uns) outro(s) semideus(es). Claro que, se você tiver problemas off, pode me contatar, e mais, podemos até estender o prazo se for esse o caso. Para ser um acordo legal, se eu demorar mais que três dias para responder, a missão se torna atemporal.
  • Armas, itens e poderes, todos em spoiler no final dos post. Lembrando que eu dei uma brecha para você levar todos os itens desejados, podem até ter pego uma mochila pra não carregar as coisas na mão, vocês tem direito a duas armas não portáteis e quantas armas portáteis forem capaz de carregar.
  • Caso tenha alguma dúvida ou precisar de algum contato: MP ou WPP/Skype (Mande uma MP pedindo).
  • Você deve escolher de onde começar a narrar, da noite anterior, indo dormir ou sei lá, do momento que acorda, ou da onde quiser, já expliquei isso: Sua escolha! Eu só estou aqui pra julgar.
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Re: [Missão Narrada] The Bloody Minstrel - Missão para Eiva Dähl Bouwknech

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