The Blood of Olympus
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Missão Narrada para Victor Phendragon

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Missão Narrada para Victor Phendragon

Mensagem por Evie Farrier em Seg Jul 10, 2017 11:17 pm


O Pacote de Hermes


uma missão para o deus mensageiro



Os passos eram ligeiros. Realmente ligeiros. O som ecoava por toda a Casa Grande de maneira irritante e irregular, Dionísio já estava prestes a lançar a primeira latinha de Diet Coke na cabeça de seu visitante se ele não parasse com aquilo.

-Isso é um ultraje! – Hermes exclamava para ninguém exatamente, ainda andando de um lado para o outro – Eu não tenho tempo para essas coisas, como eles se atrevem a errar assim? – o deus mensageiro virou em direção ao diretor do Acampamento Meio-Sangue – Você precisa me ajudar Dionísio! Escolha um de seus minions para essa missão!

-Se é uma missão sua, vá e escolha você mesmo – o deus do vinho apenas deu de ombros entendido.

Mesmo tendo uma resposta na ponta da língua, Hermes respirou profundamente e caminhou a passos largos para a porta da mansão no meio do mato. Ele a escancarou e tomou a varanda, seus olhos encarando os jovens que passavam pela construção.

Não, muito franzino.

Não... O que ele está fazendo, limpando o nariz?! Não deveria estar aprendendo a empunhar uma espada?!

Ah, vai ser esse aqui mesmo.


-Hey, jovem rapaz! – o deus em sua forma humana chamou o garoto que passava. Era alto, talvez um pouco mais de um metro e oitenta. Pele clara e olhos azuis, o seu porte podia ser magro, mas descava um pouco de músculos. É, ele deveria servir! – Venha aqui, se aproxime. Eu tenho uma proposta para você!

Ele não esperou pela reação do garoto, apenas voltou a entrar na enorme casa e tirar o celular do bolso. Mexeu na tela touchscreeam até escutar a porta da casa fechando-se novamente. Ergueu o olhar e sorriu de canto ao ver que o rapaz tinha o seguido.

-Parabéns! Você acaba de ganhar uma importante missão. Eu sou Hermes, sim, O Hermes – o deus ladrão falava rapidamente – Eu preciso que você vá atrás de um pacote muito importante para mim que foi enviado para um endereço completamente errado. Eu não posso mandar qualquer pessoa, então você foi escolhido especialmente para esse serviço certo Dionísio? – o deus ligeiro encarou o deus do vinho que apenas bufou e revirou os olhos – Veja, ele concorda! Agora, aqui está o endereço – Hermes falava e agia rapidamente, tirando do bolso de seu paletó um pedaço de papel. Ele segurou a mão do garoto come se o estivesse cumprimentando, deixando que o papel ficasse sobre a palma do semideus – Lembre-se meu jovem, não importa o que, é preciso que você retorne para o acampamento com esse pacote! Boa sorte garoto!

E fora isso. O garoto semideus estava parado ali, no meio da sala da Casa Grande, tendo conhecido um deus que havia lhe passado uma missão sem nem ao menos questionar o seu nome. Ele encarou Dionísio que apenas resmungou qualquer coisa:

-Pegue suas coisas e parta, você recebeu uma missão direta de um deus rapaz, vá e será ao menos reconhecido. Teste suas capacidades e volte vivo!

Fora as únicas coisas que o diretor disse antes de se afastar e ir para algum recanto da Casa Grande.



Status

Victor
HP: 620/620
MP: 620/620



Instruções


• Você estará passando pela Casa Grande por qualquer motivo, ao ser parado por Hermes.
• No papel, há um endereço em uma área perigosa do Queens.
• É importante que nesse seu post contenha a interpretação com o deus Hermes, indo até o chalé pegando os itens de sua missão e partindo para o endereço.
• Você poderá escolher os meios de viagem: ônibus, táxi, táxi das irmãs cinzentas, voando etc.


Regras


• Essa é uma missão narrada, em que recebi uma exceção as regras (para líderes é permitido passar missões OPs) para auxiliar a staff.
• É possível levar até 4 itens consigo, escolha cuidadosamente. Itens gêmeos contam como 1 só.
• Todas as armas escolhidas devem estar em spoiler e devem ser mencionadas em seu post, elas não surgirão do nada no meio da batalha, sempre estarão com você.
• Poderes e habilidades devem estar sempre em spoiler no final da narração.
• Mínimo de 7 linhas
• Prazo de 48h para postagem, caso não post no prazo sem aviso prévio por MP será penalizado de acordo com o tempo de atraso. Ou seja, quanto mais demorar, maior será a penalidade.
• Um atraso de uma semana sem post levará ao cancelamento da missão.




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Re: Missão Narrada para Victor Phendragon

Mensagem por Victor Phendragon em Ter Jul 11, 2017 2:18 am



Um pedido de Hermes.
.

Rumo ao Queens.

A cinco meses, quando fugi do orfanato onde fui criado e acabei vindo parar aqui no acampamento meio-sangue, eu tinha um objetivo que me movia e me dava forças. Saber mais de minha história me motivou a sair do Canadá e vir para os Estados Unidos, sozinho e sem absolutamente nada comigo além das roupas que eu estava usando. Fiz isto tudo em busca de informações sobre meu passado e quem eram meus pais, mas até agora, apenas sei que sou um semideus e que meu pai é Eros. Não que ser semideus seja quais quer coisa, mas sei lá.  Sequer tive dez segundos para poder ver meu pai, ver se eu me parecia com ele, ver como ele era ou saber mais sobre a minha mãe ou por que fui deixado em um orfanato. Nada sei dele além do que li em livros de mitologia ou do que eu mesmo imaginei, idealizando aquele que seria meu pai, baseado nas coisas que li e um pouco de mim, já que imagino ser parecido com ele.  Até agora, dois meses depois de vir para o acampamento, eu ainda não tive resposta nem uma do que eu vim buscar e isto está me incomodando bastante. Afinal de contas, de onde eu vim, quem são meus pais e por que eu fui largado em um orfanato? Qual a minha origem?

Tomado por uma necessidade de sanar minhas duvidas e preencher este vazio que se formou dentro de mim ao longo dos anos, tomo o rumo da casa grande, decidido a questionar o senhor D, para que, se não puder me dar respostas, pelo menos me desse uma chance de encontrar quem as pudesse me dar, meu pai.

A passos largos e firmes saio do meu quarto no chalé de Eros e me direciono a casa grande, mais distante dos chalés, cruzando a distancia entre ambos a passos ligeiros e decididos, até ser abordado por um homem magro, quase da minha altura e cabelos ondulados, que de forma inesperada me fala sobre uma proposta. Inicialmente estranharia, já que ele apenas se virou e saiu andando, mas como ele ia até a casa grande, assim como eu, segui atrás dele.

Para minha surpresa, assim que adentro na casa, sou recepcionado por um sorriso do homem, que de forma animada e rápida me explica a situação. Eu estava diante de um deus, o deus mensageiro, além do senhor D, ali com suas latinhas de cola, nada feliz.

- Mas eu? – Me surpreendo com a proposta. – O senhor é o Deus mensageiro, não poderia fazer isto em um piscar de olhos, literalmente? –

Porém, sou plenamente ignorado pelo deus, que como um rapper, fala rapidamente me cumprimentando e me passando um endereço em um papel no meio do movimento, sem me dar tempo de falar ou dizer se eu aceito ou não a missão e então se vai, tão rápido quanto me abordou, entrou e falou.

Encaro o o diretor do acampamento com uma sobrancelha arqueada e o papel em mãos, sem nem ao menos  saber do conteúdo que eu deveria buscar no endereço que me foi entregue, quase cansado pelo tanto que Hermes falou, como se fosse eu a ter ficado sem folego apenas de ter o ouvido.

- Ele é sempre... Assim? – Pergunto, meio confuso, mas aparentemente o Deus do vinho não está muito animado hoje, sendo bem direto e enfático em suas palavras.

Contudo, ele estava certo. Um deus me passou pessoalmente uma missão, que se eu cumprir, terei algum reconhecimento e isto talvez chame a atenção do meu pai e o faça vir até mim, já que eu não posso ir até o Olímpio atrás dele..... Ou talvez eu possa? Talvez, só talvez, ao completar esta missão, Hermes que é o mensageiro e patrono dos viajantes poderia me quebrar este galho e me levar até meu pai, ou dar um jeitinho para que eu possa ir até o Olímpio falar com ele. Não era uma certeza, mas era melhor do que nada.

Assim como ordenado por Dionísio, me dirijo ao meu quarto e pego algumas coisas. Apanho minha mochila e coloco meu arco e minha aljava magica dentro dela, aproveitando seu interior mágico pra disfarçar e facilitar o transporte da arma. Já estava usando meu colar dourado com o pingente de gatinho e meu smartphone divino não saia do meu bolso, que por sorte. possui  uma bateria bastante duradoura até para um smartphone mágico. Uso o aparelho para tirar uma foto do papel com o endereço e já jogo o endereço no GPS do aparelho que indica o local. Queens. Um dos distritos de Nova York. Apesar de normalmente, eu e Angel sermos inseparáveis, decido não levar a espada, já que não pretendo entrar em combate, apenas pegar a encomenda novamente e retornar para o acampamento o mais rápido o possível. Era minha primeira missão fora do acampamento e não queria acabar me envolvendo em um combate de proximidade com nem um mostro, para não acabar todo arrebentado como na minha luta contra a quimera. Por tal motivo, julgo o arco, uma arma de distancia cujo adquiri uma impressionante maestria em seu manuseio, uma melhor escolha. Até por que eu posso invocar armar custas a quais quer instante, basta que eu queria. (Off: Santo legado de Belona uhasuahsuhas)

Preparo minhas coisas e me apresento ao senhor D, para a missão. Não sei se eles fazem algum tipo de registro para isto ou não. Seguro de vida, talvez? Porém, ele apenas me diz que posso usar o Taxi das irmãs cinzentas e colocar na conta de Hermes, com um sorriso malicioso no rosto. Não deixo de me perguntar quanto custará esta corrida, para ele fazer isto, mas nada falo, apenas agradeço e as chamo pelo aplicativo do meu smartphone já colocando o endereço de destino no aplicativo, tipo Uber, enquanto pesquiso rapidamente na internet sobre o bairro e possíveis monstros e perigos na Wikipédia dos semideuses. Não que eu esteja muito preocupado com isto, já que meu colar esconde boa parte da minha presença semidivina e por minhas habilidades dou conta de esconder tranquilamente o restante dela, mas o aviso do senhor D me deixou um pouquinho aflito.

- Volte vivo? Que diabos de conselho é este? – Resmungo enquanto espero meu taxi chegar, nos limites da barreira mágica ao redor do acampamento.

Passiva de Eros:
Nível 6
Nome do poder: Perfume Inebriante
Descrição:  Seu cheiro natural é um perfume delicioso para qualquer ser. Todos os seres vivos ficam com o humor melhor perto de você, monstros nunca te detectaram, pois seu perfume lembra a eles cheiros dos seus habitats naturais.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Não será rastreado por monstros. Pode confundir o inimigo em luta, inclusive, o fazendo hesitar ao sentir seu perfume, errando ataques durante um turno.
Dano: Nenhum

Itens de utilidade:
• Mochila sem fundo [Mochila de prata com material simples, sem bolsos laterais, com um único zíper, uma única entrada e uma única saída.| A mochila não possui fundo, foi encantada para caber inúmeros objetos, ou seja, seu espaço é infinito, tudo que você colocar dentro dela permanece ali, desde que passe pela parte de cima, ou seja, você precisa conseguir colocar o item pelo buraco, que é largo o suficiente para passar até uma panela de pressão. Para pegar o item de volta basta colocar a mão dentro da mochila e pensar nele, e ele retorna para suas mãos.| Indefinido | Sem espaço para gemas | Alfa | Status: 100% sem danos |Lendário e mágico | Loja especial do dia dos namorados]

Golden Magic [Um colar que possui um pingente em forma de gatinho. Seu formato ou estilo em nada se compara a magia que está presente nesse acessório | Efeito: Ele esconde em 75% a presença semidivina do usuário, permitindo que ele passe despercebido por monstros e use até mesmo tecnologia mais avançada. Monstros superiores e mais poderosos ainda conseguem reconhecer o usuário do colar como um semideus, mesmo que leve um tempo para distinguir a aura | Prata ou Ouro | Sem espaço para gemas | Gama | 100% sem danos | Mágico | Comprada na Pandevie Magie]

Smartphone Divino [Um smartphone feito especialmente para os semideuses. Ainda é um aparelho tecnológico, sendo necessário ter uma passiva que permita uso de tecnologia ou um item com o mesmo objetivo. O smartphone possui um sistema operacional próprio e mais avançado do que os conhecidos Android e iOS. Ele vem com aplicativos especiais para o meio-sangue: bestiário; mapa de locais mitológicos conhecidos; visão de raio-x; identificador de monstros; locais mais próximos seguros (estabelecimentos ou semideuses adultos que oferecem abrigo); disk taxi das irmãs cinzentas; mensagens de íris ao colocar um dracma contra o sensor de objetos na parte traseira do smartphone; identificador de itens ao passar pela câmera, podendo dizer material e propriedades. | Efeitos: Além de ter todos os programas populares de um smartphone, possui aplicativos exclusivos para semideuses; Efeito 1: possui runas de resistência e renovação, permitindo que o celular se reconstrua caso quebrado | Resistência Beta | Sem espaços para gemas | Status: 100%, sem danos | Mágico | Comprado no Pandevie Magie]

Armas:

Considero os dois itens como um, por serem um par e ser preciso um para usar o outro.

Aljava mágica [Uma aljava feita de couro escuro, com capacidade de 30 flechas. Essas flechas foram previamente encantadas, possuindo propriedades mágicas. 15 flechas são feitas de bronze celestial e as outras 15 são feitas de ferro estígio | Efeito 1: A aljava depois de esvaziada, ou seja, quando as flechas acabam, leva 1 turno para ser preenchida novamente com 15 flechas. Ao todo, são 2 turnos para que a aljava esteja completa com as 30 flechas | Efeito 2: As flechas de ferro estígio estão encantadas com runas de fogo, conferindo dano de fogo e chance de +20% de dano se atingir um ponto crítico. As flechas de bronze celestial estão encantadas com runas de ar, as tornando mais afiadas e rápidas, atingindo o dobro de distância que uma flecha comum atingiria, além de chance de +20% de dano se atingir um ponto crítico. | Madeira, couro, ferro estígio e bronze celestial | Um espaço para gema | Beta | Status 100%, sem danos. | Mágico | Comprado no Pandevie Magie]

Arco Superior [Um arco de bronze celestial com escritos em ouro imperial. Sua corda é mais resistente que o comum, e suas flechas – também feitas de bronze celestial – tem a ponta um pouco mais fina. | Efeitos: Metade das flechas presentes nesse arco foram impregnadas com veneno, o que faz com que aqueles que forem perfurados pela ponta de tais flechas, sofram hemorragia constante enquanto o veneno estiver presente na corrente sanguínea. A outra metade foi banhada em elixir de prometeu e selada com a runa Naudhiz o que faz com que elas se incendeiem assim que deixam o arco, soltando pequenas labaredas de fogo que causam queimaduras pequenas. | Material do arco: BC e Ouro Imperial; material das flechas: madeira e BC | Espaço para duas gemas | Beta | Status: 100%, sem danos | Mágico | Encantado por Pandora, comprado no Pandevie Magie]




Se puder me dar informações uteis da pesquisa que faço, eu agradeço Smile

Não narrei as falas ou o completo temperamento dos Deuses pq nao os conheço em on o suficiente para isto e nem acho que tenha algum staff os controlando, então preferi não o fazer para não tirar a graça de, futuramente, acabar postando junto a eles e eles terem personalidades muito distintas do que eu possa ter interpretado aqui.


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Re: Missão Narrada para Victor Phendragon

Mensagem por Evie Farrier em Qui Jul 13, 2017 12:04 am


O Pacote de Hermes


uma missão para o deus mensageiro



O táxi havia chegado, o pagamento foi feito e a viagem foi uma loucura. Sem hipérboles ou metáforas, viajar com três irmãs disputando um olho enquanto dirigiam... Sim, era uma aventura. Elas chegaram no endereço dito pelo filho de Eros, parando bem a frente de um parque simples, com uma quadra de basquete e um playground para crianças. Elas praticamente o expulsou de lar.

Ao redor do parque existiam pequenas casas, porém poucas. Elas pareciam abandonadas, tal qual quanto o parque. Apenas três pareciam ter algum tipo de vida pelo último ano, sem ter tetos ou paredes quebradas. Dispostas na mesma rua com uma distância considerável, as três casas – apesar de velhas – estavam intactas. Ao olhar novamente no endereço fornecido, não havia nenhum número. Como ele saberia qual era a casa em que o pacote estava? Ele provavelmente teria de tentar de uma em uma!

A casa a esquerda, a do início da rua, era a que possuía o jardim mais conservado. Era pintada de verde com detalhes em amarelo, envelhecido com o tempo. A porta era de madeira escura, estava rachada e uma das janelas ao lado possuía o vidro quebrado.

A casa do meio era a mais conservada, porém com o jardim inteiramente morto, como se a própria morte tivesse passado por ali e as plantas tivessem morrido só com sua presença. A parede era branca, mas estava suja e empoeirada. Não era possível ver nada do que estava dentro através das janelas, porque elas possuíam pesadas cortinas em seu interior.

A última casa da rua possuía um cercado. Era novo e pintado, mesmo que todo o piso da varanda estivesse estraçalhado. Havia material de construção encostado na parede, o que indicava que estava em reforma. Entretanto, na lateral da parede, havia um amassado como se algo tivesse sido jogado ali com força suficiente para provocar aquele estrago.

Qual casa Victor escolheria investigar primeiro?

Status

Victor
HP: 620/620
MP: 620/620



Instruções


• É necessário escolher uma casa para iniciar a investigação. Deixe claro qual e como foi a sua abordagem!


Regras


• Essa é uma missão narrada, em que recebi uma exceção as regras (para líderes é permitido passar missões OPs) para auxiliar a staff.
• Todas as armas escolhidas devem estar em spoiler e devem ser mencionadas em seu post, elas não surgirão do nada no meio da batalha, sempre estarão com você.
• Poderes e habilidades devem estar sempre em spoiler no final da narração.
• Mínimo de 7 linhas
• Prazo de 48h para postagem, caso não post no prazo sem aviso prévio por MP será penalizado de acordo com o tempo de atraso. Ou seja, quanto mais demorar, maior será a penalidade.
• Um atraso de uma semana sem post levará ao cancelamento da missão.




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Re: Missão Narrada para Victor Phendragon

Mensagem por Victor Phendragon em Sex Jul 14, 2017 7:08 pm



Um pedido de Hermes
.

Uni, duni, tê!

Após algum tempo de espera, as irmãs cinzentas aparecem bastante irritadas. Elas sempre estão irritadas, já que não param de brigar pelo único olho que possuem.

- Entra logo garoto, não temos o dia todo.  – Fala a primeira, que deu um tapa na parte de trás da cabeça de sua irmã maior e fez o olho saltar para sua mão, o colocando na cavidade de sua orbita direita.

- Devolve meu olho. – A mais alta se joga sobre a primeira tentando pegar o olho novamente, mas é a mais baixinha que tem sorte, quando o olho salta da cabeça da outra e bate no vidro do carro, com ela o tomando em mãos.

- Anda garoto, ta esperando convite? – Fala novamente a média, ligando  a chave na ignição do taxi.

Respiro fundo e deslizo a mão por meu rosto como um clássico FacePalm.

“Deuses, eu vou morrer.”

Honestamente? Eu quase morri. Esta foi, definitivamente, a viagem mais louca da minha vida. Nem mesmo a viagem de carro de quando eu cheguei ao acampamento, se assemelhou a isto. O taxi andava a uma velocidade impressionante, com toda a paisagem passando como vultos ao meu redor. O velocímetro girava constantemente, como uma roda de bicicleta em pleno rodar, enquanto o taxi fazia movimentos absurdamente ousados desviando de veículos, postes e edifícios, junto a curvas sinuosas e até de cabeça pra baixo, quando entramos em um túnel e quase demos de frente com um caminhão de combustível. Meu corpo sacolejou tanto dentro do taxi que eu quase coloquei o que eu tinha comido no café da manhã pra fora, quando estava prensado no vidro da porta traseira direita pela força centrifuga dos movimentos enquanto as irmãs brigavam pelo olho que, tenho certeza, uma hora voou na minha testa, o que foi estopim para meu enjôo de viagem.

A parada foi brusca e se não fosse meu cinto de segurança, eu teria voado do meu acento até o vidro da frente do taxi e certamente teria parado do outro lado da pracinha. Contudo, eu ainda estava vivo.

- Anda, anda. Sai logo, temos outro para pegar. – Fala a irmã baixinha.

- Desta vez é no Olímpio. Deve ser Afrodite dando mais uma escapadinha. – Cochicha a mais alta, rindo debochadamente com a mão a frente da boca.

- Não falem disto assim. Tem gente aqui. – A terceira irmã aperta um botão no painel do carro e se vira em minha direção, com o olho em sua mão, quase o colocando na minha cara. – Anda garoto. Ta fazendo o que, que ainda não foi? – A porta ao meu lado se abre e o cinto se destrava, com ela me dando empurrões para sair do carro. Mal coloco o pé pra fora do automóvel e o taxi dispara para além do que minha visão é capaz de acompanhar.

Recomponho-me da viagem e espero um minuto para que meu estomago se acalme para então voltar o foco a minha missão. Olho ao redor e o que vejo é um parque meio detonado, boa parte dele em concreto com duas arvores secas aos cantos e alguns bancos de cimento, meio destruídos. Existe uma quadra de basquete ao centro, com aros destruídos e luminárias estragadas. Além disto, várias pequenas casas estão ao redor, bem destruídas, com paredes e telhados tombados, além de portas e janelas destruídas. Contudo, três casas chamam minha atenção.

A primeira, verde com detalhes em amarelo, apesar da porta e janelas rachadas, possuía um belo jardim, o que indica que alguém cuida dele.

A segunda, que parecia ser a de melhor estrutura, mesmo que com suas paredes brancas e empoeiradas, cortinas bloqueando totalmente a visão, tinha o jardim completamente morto, descuidado e com um certo ar mórbido. Se alguém vive ali, certamente não gosta de pessoas, plantas e quer ficar bem isolado.

A terceira, casa parecia em reforma, com um grande amassado na parede, mas uma cerca novinha ao redor dela, recém pintada, além de materiais para concertar a varanda destruída.

- To vendo que vou ter problemas. – Falo comigo mesmo, sabendo que nada, absolutamente nada, no mundo dos semideuses, era tão simples quanto bater na porta e pegar a encomenda novamente.

Provavelmente, o estardalhaço das irmãs cinzentas tenha denunciado minha chegada e eu já esteja sendo observado. Saco meu Smartphone divino e coloco na opção da câmera para, usando a câmera de raio-x, ver através das paredes o que iria me esperar dentro das residências. Usando o zoom da câmera, analiso com detalhes seu interior, usando o identificador de monstros para ver se alguma coisa ali dentro poderia me ser uma ameaça, além do identificador de itens, que mesmo sem saber qual era o item em especifico que eu vim buscar, o aparelho certamente identificaria seus materiais, efeitos mágicos e utilidades.  

Além disto, se eu achar monstros ou pessoas ali dentro, uso minhas habilidade, o combate dos cegos para, mesmo através das paredes, ver a aura de meus oponentes e saber suas intenções, seus sentimentos e identificar se seriam perigosos para mim ou não.

Como descendente de Belona, mesmo sem ainda saber disto, a guerra está no meu sangue. Conhecer e me adaptar a ela é natural para mim, assim como me preparar para a mesma, criando planos, analisando a situação e escolhendo as melhores formas de agir antes do verdadeiro embate. Os perigos do campo e de meus oponentes se revelam aos meus olhos e posso claramente ver as melhores formas e estratégias para abordar meus alvos e agir. Muitas guerras tem seus resultados definidos antes mesmo do primeiro tilintar de espadas, unicamente analisando os alvos, o campo e os desafios, planejando cuidadosamente como os enfrentar da melhor forma e alcançar a vitória sem derramar uma única gota de sangue. Estratégia

Passivo de Belona:
Nível 1
Nome do poder: A arte da guerra
Descrição:  Filhos da deusa da fúria da guerra, esses semideuses possuem um conhecimento apurado em estratégias básicas e de sobrevivência. É similar a um instinto, uma intuição, uma sequência de pensamentos que permitiam ao romano a analisar o combate como se fosse uma arte. Graças a isso, raramente entra em estado de desespero quando situações de risco surgem.
Gasto de Mp:  Nenhum
Gasto de Hp:  Nenhum
Bônus:  Conseguem elaborar planos e estratégias, assim como não são abalados com a eminência de um combate ou situações de perigo.
Dano: Nenhum
Passivo de Eros:
Nível 33
Nome do poder: Combate dos Cegos
Descrição: A prole de Eros/Cupido, durante um confronto direito com um monstro/semideus dotado de emoções, poderá renunciar a própria visão - afinal determinados sentimentos são cegos, como o próprio Eros/Cupido. Vindo a sentir a áurea do inimigo, podendo se guiar através disso, no entanto, assim como irá sentir a áurea irá também sentir as emoções que mais tomam conta do oponente no momento. Como raiva, ódio etc. Podendo utilizar disso ao seu favor, caso use tal habilidade com sabedoria.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Para ser eficaz em combate, deve ser combinada com a habilidade rompimento de energia, assim sua luta fica ainda mais forte.
Dano: Nenhum




simplificando as ações. :
Bem, primeiro analiso o local e os perigos dentro dele, usando o smartphone e o combate dos cegos, além de usar a passiva de Belona que me da vantagens de estratégias e analise apurada em combate, mas como serve para a guerra e como Belona prefere evitar os combates, antes de cair com tudo neles, estrategiar antes de sair fazendo besteira me parece um uso adequado para esta habilidade.

Por enquanto, apenas analisando as melhores opções.

Espero ter algumas respostas, além de uma ajudinha da narradora para melhor identificar uma estratégia para agir, já que eu não sou um estrategista nato como meu personagem Razz

Não sei se é preciso colocar o que eu já tinha colocado de passivos e itens usados no post anterior, mas se for preciso, me dá um toque que eu coloco.


Última edição por Victor Phendragon em Sab Set 09, 2017 1:52 pm, editado 2 vez(es)


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Re: Missão Narrada para Victor Phendragon

Mensagem por Evie Farrier em Seg Jul 17, 2017 11:34 am


O Pacote de Hermes


uma missão para o deus mensageiro



A prole do deus alado estava sendo cauteloso, mas ainda assim, manteve-se exposto na rua. Com seu smartphone apontado para as casas, o semideus procurava pistas ou indícios de qual seria a melhor residência para que pudesse fazer a abordagem mais precisa. Porém, mesmo que o aparelho eletrônico tivesse funcionalidades que outros de similar aparência não tivesse, levava um pouco de tempo para analisar todas as casas, cômodo por cômodo a busca de monstros ou qualquer coisa estranha.

A sensação de estar sendo observado não foi infundada. Mesmo se fosse uma situação corriqueira, havia um garoto apontando o celular na direção de uma residência por tempo demais. Um estrondo veio da direção da casa do início da rua, alto o suficiente para chamar a atenção de qualquer um. No entanto, a imagem de perigo que saiu de lá foi a de uma senhora baixinha, usando um vestido floral com um avental rosado. Seus cabelos brancos eram curtos e provavelmente sua aparência normalmente fosse a de uma bondosa vovó. Mas aquela mulher idosa estava portando uma arma extremamente perigosa: um rolo de massa sujo com farinha de trigo.

-Ei você! O que pensa que está fazendo com esse troço na mão?! – ela esbravejou sem esconder o seu incomodo e raiva – Esses jovens não param de bisbilhotar e acham que podem fazer tudo! – ela avançava a passos engraçados por tentar ser rápida, mas a saia do vestido não permitia tanta mobilidade – Sabe o que é isso? Falta de pulso firme dos pais! Saia daqui! Ninguém precisa de uma criança enxerida! Deixe os Donnel em paz, eles já tiveram muito!


Status

Victor
HP: 620/620
MP: 620/620



Instruções


• Reaja a presença da senhora indignada de acordo com seu personagem, há inúmeras possibilidades! Suas escolhas vão levar a situações diferentes.


Dicas



Abri esse ponto para passar dicas para te ajudar a melhorar ok? Algumas são apenas sugestões, outras são do tipo “faça ou o narrador pode te ferrar”.

As dicas Wink:
• Sempre deixe em spoilers as informações que contém no seu post, inclusive dos itens que você está com você. Pode colar e copiar do primeiro post, não tem problema!

• Se você tem alguma passiva que te ajuda com ataques surpresas, ou um atributo corporal como reflexo deixe em spoiler também. Isso ajuda o narrador a saber como seu personagem reagiria a um ataque repentino, se ele esquivaria por puro reflexo, se ele sentiria algum incomodo, se ele receberia todo o ataque ou parcial dele por ter estado naturalmente em alerta... Essas coisas. Em resumo, se você quer que o narrador preste atenção em alguma passiva que você tem para o post dele, coloque até em destaque, pois as vezes a lista se torna muito grande e pode passar despercebido em meio a tantas habilidades (eu costumo colocar na cor vermelha o nome da habilidade e um PS no início do spoiler).

• Eu sei que não só o smartphone, mas como muitos outros itens aqui tem muitos efeitos. Mas tome cuidado! Nem sempre eles funcionam ao mesmo tempo e tem condições para serem usados. Veja esse recorte da descrição do smartphone: “identificador de itens ao passar pela câmera, podendo dizer material e propriedades.” Isso já deixa claro que o item tem de estar próximo da câmera para fazer a análise! Eu apenas ignorei que você tentou achar itens de longe, mas outro narrador poderia, por exemplo, dizer que você demorou tentando entender a funcionalidade daquilo e se distraiu o suficiente para receber um golpe (sem saber os seus atributos físicos, tanto de aulas quanto de passivas, o narrador provavelmente colocaria que o golpe foi certeiro! Por isso a importância da dica anterior).

• Cuidado com o tempo relativo. O que eu to chamando de tempo relativo aqui é a sensação de tempo que você deixa na sua narrativa. Em minha interpretação, você saiu do táxi, fez uma análise rápida do playground e das casas – até mesmo para notar que elas são diferentes – sacou o celular e ficou analisando as coisas. Isso dá uma noção de que seu personagem ficou paradão no meio da calçada sem nem ao menos preparar algum tipo de defesa ou ser discreto. Aqui é uma sugestão: sempre pense no tempo de ação e reação!

Regras



• Essa é uma missão narrada, em que recebi uma exceção as regras (para líderes é permitido passar missões OPs) para auxiliar a staff.
• Todas as armas escolhidas devem estar em spoiler e devem ser mencionadas em seu post, elas não surgirão do nada no meio da batalha, sempre estarão com você.
• Poderes e habilidades devem estar sempre em spoiler no final da narração.
• Mínimo de 7 linhas
• Prazo de 48h para postagem, caso não post no prazo sem aviso prévio por MP será penalizado de acordo com o tempo de atraso. Ou seja, quanto mais demorar, maior será a penalidade.
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EVIE FARRIER
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Evie Farrier
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Re: Missão Narrada para Victor Phendragon

Mensagem por Victor Phendragon em Sex Jul 21, 2017 12:33 pm



Um pedido de Hermes

Cuidado, ela tem um rolo de macarrão!

O barulho vindo da casa verde com detalhes em amarelo, no inicio da rua, me alarma. Viro rápido usando o celular para identificar se a figura que vinha em minha direção era um monstro. (Se for, gostaria de mudar a ação.)

No entanto, a figura que se aproximava era uma senhorinha, com um rolo de maçarão sujo com farinha branca a passos engraçados, com seu vestido restringindo sua mobilidade e dando um ar engraçado ao seu andar. Victor sorri para a senhora que vinha em sua direção, para então abaixar o aparelho. Sua face jovial e seu jeito juvenil lhe dão um ar nada agressivo, mas gracioso e afetuoso. Usando de seu charme natural, o garoto fala com a senhora visando usar de carisma e palavras suaves para evitar problemas e quem sabe conseguir alguma informação útil. Além disto, seu perfume natural lhe dava certa cobertura tornando-a menos agressiva, seja monstro ou humano.

- Ah, olá. – Falo sorrindo, olhando nos olhos da senhora, então faço uma cara triste. – Desculpe incomodar. Sou estagiário em uma empresa de entregas, a (Adicione um nome conhecido de uma empresa americana aqui.), e meu chefe mandou uma entrega errado pra cá. Agora eu tenho que achar onde foi parar o pacote, ou serei demitido e meu pai vai ficar muito bravo comigo se eu perder meu estagio. O Pior que nem sei que pacote é este, nem pra onde ele mandou, só sei que veio parar nesta rua. Tava tirando umas fotos das casas pra mandar pra ele pra ver se ele sabia qual era a casa, pra pegar o pacote, mas ele não está me respondendo. – Falo quase choroso, olhando para a senhora com uma cara de gatinho pidão, olhos grandes e emotivos. – A senhora poderia me ajudar a achar? Não posso perder este emprego ou meu pai vai me matar. – lala

Eros é filho da riqueza e da pobreza, se fazer de coitadinho e cativar a atenção e piedade alheia é natural da prole do deus alado, e Victor se aproveita disto.

Poder ativo de Eros NÃO UTILIZADO. Apenas usando a descrição da habilidade como base para o que foi dito no post, não para usar a habilidade em si. :
Nível 4
Nome do poder: Beleza Divina
Descrição: O filho de Eros/Cupido, é naturalmente bonito. A beleza de seu pai era comparada a de um anjo, sendo ele mesmo semelhante a um. Assim como Eros/Cupido, seus filhos são extremamente bonitos, charmosos, e graciosos, e quando entram em batalha, é difícil olhar para outro canto que não seja eles, pois, naturalmente se tornam o centro das atenções. Os inimigos do semideus, podem se sentir intimidados, ou admirados pela beleza do filho de Eros/Cupido, e em um combate, isso os deixa confusos.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Pode fazer o inimigo hesitar em te atacar durante um turno, geralmente, o inicial.
Dano: Nenhum


Passivas de Eros:
Nível 6
Nome do poder: Perfume Inebriante
Descrição:  Seu cheiro natural é um perfume delicioso para qualquer ser. Todos os seres vivos ficam com o humor melhor perto de você, monstros nunca te detectaram, pois seu perfume lembra a eles cheiros dos seus habitats naturais.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Não será rastreado por monstros. Pode confundir o inimigo em luta, inclusive, o fazendo hesitar ao sentir seu perfume, errando ataques durante um turno.
Dano: Nenhum

Nível 4
Nome do poder: Esteticista
Descrição: Eros/cupido é filho da pobreza e da riqueza. Portanto, seus filhos podem transformar sua aparência de acordo com seus objetivos e com a conveniência, podendo tornar suas vestimentas sofisticadas e de marca, manter sua beleza ao extremo e seus acessórios todos esbanjando riqueza, mas também pode tornar sua aparência deplorável, sujo, hirsuto e descalço, afim de se disfarçar ou de provocar pena.
Gasto de Mp: -30 MP
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum
Extra: Nenhum


Itens de utilidade:
• Mochila sem fundo [Mochila de prata com material simples, sem bolsos laterais, com um único zíper, uma única entrada e uma única saída.| A mochila não possui fundo, foi encantada para caber inúmeros objetos, ou seja, seu espaço é infinito, tudo que você colocar dentro dela permanece ali, desde que passe pela parte de cima, ou seja, você precisa conseguir colocar o item pelo buraco, que é largo o suficiente para passar até uma panela de pressão. Para pegar o item de volta basta colocar a mão dentro da mochila e pensar nele, e ele retorna para suas mãos.| Indefinido | Sem espaço para gemas | Alfa | Status: 100% sem danos |Lendário e mágico | Loja especial do dia dos namorados]

Golden Magic [Um colar que possui um pingente em forma de gatinho. Seu formato ou estilo em nada se compara a magia que está presente nesse acessório | Efeito: Ele esconde em 75% a presença semidivina do usuário, permitindo que ele passe despercebido por monstros e use até mesmo tecnologia mais avançada. Monstros superiores e mais poderosos ainda conseguem reconhecer o usuário do colar como um semideus, mesmo que leve um tempo para distinguir a aura | Prata ou Ouro | Sem espaço para gemas | Gama | 100% sem danos | Mágico | Comprada na Pandevie Magie]

Smartphone Divino [Um smartphone feito especialmente para os semideuses. Ainda é um aparelho tecnológico, sendo necessário ter uma passiva que permita uso de tecnologia ou um item com o mesmo objetivo. O smartphone possui um sistema operacional próprio e mais avançado do que os conhecidos Android e iOS. Ele vem com aplicativos especiais para o meio-sangue: bestiário; mapa de locais mitológicos conhecidos; visão de raio-x; identificador de monstros; locais mais próximos seguros (estabelecimentos ou semideuses adultos que oferecem abrigo); disk taxi das irmãs cinzentas; mensagens de íris ao colocar um dracma contra o sensor de objetos na parte traseira do smartphone; identificador de itens ao passar pela câmera, podendo dizer material e propriedades. | Efeitos: Além de ter todos os programas populares de um smartphone, possui aplicativos exclusivos para semideuses; Efeito 1: possui runas de resistência e renovação, permitindo que o celular se reconstrua caso quebrado | Resistência Beta | Sem espaços para gemas | Status: 100%, sem danos | Mágico | Comprado no Pandevie Magie]

Armas.:
Aljava mágica [Uma aljava feita de couro escuro, com capacidade de 30 flechas. Essas flechas foram previamente encantadas, possuindo propriedades mágicas. 15 flechas são feitas de bronze celestial e as outras 15 são feitas de ferro estígio | Efeito 1: A aljava depois de esvaziada, ou seja, quando as flechas acabam, leva 1 turno para ser preenchida novamente com 15 flechas. Ao todo, são 2 turnos para que a aljava esteja completa com as 30 flechas | Efeito 2: As flechas de ferro estígio estão encantadas com runas de fogo, conferindo dano de fogo e chance de +20% de dano se atingir um ponto crítico. As flechas de bronze celestial estão encantadas com runas de ar, as tornando mais afiadas e rápidas, atingindo o dobro de distância que uma flecha comum atingiria, além de chance de +20% de dano se atingir um ponto crítico. | Madeira, couro, ferro estígio e bronze celestial | Um espaço para gema | Beta | Status 100%, sem danos. | Mágico | Comprado no Pandevie Magie]

Arco Superior [Um arco de bronze celestial com escritos em ouro imperial. Sua corda é mais resistente que o comum, e suas flechas – também feitas de bronze celestial – tem a ponta um pouco mais fina. | Efeitos: Metade das flechas presentes nesse arco foram impregnadas com veneno, o que faz com que aqueles que forem perfurados pela ponta de tais flechas, sofram hemorragia constante enquanto o veneno estiver presente na corrente sanguínea. A outra metade foi banhada em elixir de prometeu e selada com a runa Naudhiz o que faz com que elas se incendeiem assim que deixam o arco, soltando pequenas labaredas de fogo que causam queimaduras pequenas. | Material do arco: BC e Ouro Imperial; material das flechas: madeira e BC | Espaço para duas gemas | Beta | Status: 100%, sem danos | Mágico | Encantado por Pandora, comprado no Pandevie Magie]



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Re: Missão Narrada para Victor Phendragon

Mensagem por Victor Phendragon em Qui Out 26, 2017 1:12 pm



Um pedido de Hermes
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E por fim, uma surpresa.
Como esperado, minhas habilidades surtem efeito, cativando a senhoria que...

- Calmo garoto. Você fala de mais, vai acabar se engasgando assim. – Ela então cruza os braços, segurando o rolo de macarrão de lado e olhando para os lados. – Vou tentar te ajudar, só por que você me lembra meu netinho. Tem um tempo que não vejo meu netinho. Ele mora em Los Angeles com meu filho e sua esposa e já tem dois verões que não o vejo. Ele anda muito ocupado com sua faculdade. No ultimo verão que nos vimos,  tricotei um suéter azul para ele, mas acho que já deve estar curto. Tenho que tricotar outro. – Fala a senhora, que como uma típica senhorinha, começa a falar de sua vida aleatoriamente sem focar no meu pedido.

- Um suéter? Adoro suéter. Mas não posso usar, sou alérgico a lã. Espero que não tenha lã no pacote que tenho que achar. – Falo, tentado guiar a conversa para outro caminho sem parecer rude.

- Quem mandaria um pacote de lã pelos correios? – Pergunta a senhorinha, me olhando de cima a baixo. – Que pena, tão bonito. Com um dos meus suéteres ia ficar ainda mais bonito. – Ela então se vira para a casa dos Donnel. – Eu não recebi nada dos correios por estes dias, mas vi o entregador deixando um pacote na casa dos Donnel esta manhã e um na casa dos Erishs, mas eles não são muito sociáveis. – Me fala a senhora. – Eles estão sempre de mau humor e juro que ouvi o filho deles rosnando pra mim. Acho que ele invade meu jardim pra fuçar na minha horta. Foi ele que quebrou minha janela com aqueles brinquedos doidos dele. – Conta ela, se dirigindo a casa dos Donnel.

- Nossa, que família estranha, não é? Que tipo de criança rosna para os outros? – Falo, me lembrando de quantos monstros já rosnaram pra mim nos últimos tempos. – Bem, a senhora falou que os Donnel já tiveram muito. Muito o que?- Pergunto, tentando descobrir algo a mais sobre eles.

- Eles estavam no centro da cidade, quando aconteceu... – Me fala a senhora, em tom de segredo. – Quando aqueles punks estavam destruindo tudo. Eles contaram que uma garota explodiu o carro deles com lasers saindo dos olhos e levitou uma vaca com o poder da mente. – A senhora se agita, me contando sobre a situação.

Por um segundo penso e como diabos teria uma vaca no meio de Nova York? Bem, as pessoas costumam inventar coisas, mas... Será que não foi a névoa que deve ter transformado um Minotauro em vaca na visão dos mortais? Poderia ser isto.

- Uma vaca? Com o poder da mente? Que bizarro. – Falo, chegando no portão dos Donnel, da casa do meio. A cara possuía paredes brancas, bastante empoeiradas com cerca, portas e janelas marrons. O jardim era inteiramente morto, parecendo mais os arredores do chalé de Hades, lá no acampamento. Noto uma aura estranha no lugar, como se a própria morte vivesse ali, mas não sabia dizer bem o que era isto. Adentro o terreno com a senhorinha e me preparo para tocar a campainha, quando sou acertado por uma bolinha de brinquedo disparada por um estilingue de madeira na mão do garoto.

- Não faça isto, eles são uns monstros. Eerrsh. – Me fala um garoto sujo de terra, com um estilingue em uma mão e uma tampa de lixo metálica na outra, como um escudo. E sim, ele rosnou. Bem, não foi bem um rosnar, mas uma espécie de ronronar... Eu acho.

- Monstros é? – Pego o a bolinha plástica de brinquedo na mão, que apesar de ser apenas um brinquedo, me machucou mesmo. Podia sentir meu braço dolorido, mas tentei não dar muita atenção a isto. – To tipo com dentes grandes, pelos e rabo é? – Falo brincando.

- Não, do tipo com um cão enorme e preto que cospe fogo, magricelas, com asas estranhas no lugar dos braços, carecas e com garras nos pés, dentes pontudos e orelhas estranhas. – Fala o garoto, me olhando com convicção no que dizia, mas um pouco assustado ao notar que a senhora estava apertando a campainha, se escondendo atrás da cerca de grades de madeira pintadas de marrom.

- O que!?- Falo, reconhecendo os traços das criaturas que aquele garoto descrevia. Era um cão infernal e fúrias. Quando noto o tocar da campainha, me afasto da porta, que ao ser aberta é atendida por um homem e uma mulher que aparentavam uns trinta anos e roupas arrumadinhas de mais para pessoas que moram no Queens,  Junto a um mastiff adulto. Porem, mais um piscar de olhos e a névoa oscila, me revelando um casal de fúrias e um cão do inferno realmente grande, que conforme saía da casa, se tornava cada fez maior, do tamanho de uma caminhonete grande, respirando fogo e exalando cinzas pelas narinas. Noto então que a poeira na parede não era poeira, mas sim cinzas espalhadas. É por isto que aquele jardim parecia tão morto, ali estavam criaturas do inferno.

- Olá senhora McDoor. – A mulher me olha com seus olhos em chamas e seu marido a acompanha, quase que robóticamente. – Vejo que a senhora nos trouxe um lanchinho. – Fala a mulher, passando sua língua bifurcada por seus dentes.

- Não desta vez sem biscoitos. Este garoto queria Sab...– Tenta falar a senhora quando a pego pela cintura e corro com ela no colo. tinha  sensação de que o lanchinho  qual ela se referia era eu. Agora entendo o medo daquele garoto e o motivo dele agir estranho. Ele podia ver através da névoa. Bem, é raro, mas alguns conseguem. Em geral, descendentes de semideuses.  

Quando corro, as fúrias abrem suas assas e ganham os céus atrás de mim, e o cão infernal corre atrás de mim, rosnando e babando chamas. Uma das fúrias grunhe ao ser atingida nos olhos por uma pedra lançada pelo estilingue do garoto, que a faz cambalear e se bater na outra fúria de lado, as atrasando. O pequeno então corre de lado, vindo em minha direção.

- Eu disse que eram monstros, ninguém acredita em mim. – Fala o garoto, correndo e pegando uma bombinha de asma em seu bolso e inalando. Só então noto que o tal rosnado dele é o chiar de sua respiração, devido a algum problema de respiração.

- E você também consegue os ver não é? – Falo, também pegando ele pelo braço.– Bem, vamos dar uma volta. – Minhas asas alvas e brilhantes então se abrem revelando minha essência divina um pouco mal interpretada pelo garoto que vê em mim algo mais celestial do que realmente sou.

- Um anjo. – Comenta ele, boquiaberto.

- É, quase isto, pequeno. – Voando, os levo até uma casinha de brinquedos no playground mais ao meio da rua, e os coloco lá. Então noto que a senhora estava adormecida. Talvez tivesse sido eu os monstros, não sei ao certo, mas ele tinha desmaiado.  Assustado na possibilidade de ter matado a senhora, tento ver seu pulso.

- Relaxa, ela está dormindo. Ela sempre dorme do nada. – Fala o garoto, preparando seu estilingue com umas pedras que ele tinha enfiado nos bolsos.

- Uffa. Bem, tenho que cuidar destes caras. – Falo, saltando da casinha do playground e pegando meu arco e uma flecha em minha mochila sem fundo. – Consegue me dar cobertura, garoto? – Falo, obviamente brincando, mas me surpreendo com sua resposta.

- Mas é claro. – Ele então atira outra pedra que atinge o cão infernal, sem lhe causar danos.

- É isto ai. – Digo, preparando uma flecha e a disparando contra uma das fúrias, transpassando sua asa a altura do ombro, a fazendo sumir em cinzas. A flecha utilizada era de minha aljava mágica, feita de ferro estígio que causa mais danos em seres do inferno, que junto a minha mira e habilidades quase perfeitas com o arco, além de uma chance maior de causar um dano critico pela flecha, incineram a fúria quando a flecha se incendiou a levando novamente para o inferno.

- Pirrrralho malllldito. – Grita a outra fúria, com um forte sotaque que desconheço. Ela avança em minha direção, desta vez em evasiva. Uso minhas asas para ganhar os céus, tornando esta uma batalha alada. Com mais uma flecha de ferro estígio, tento acertar a outra fúria, mas ela desvia e rapidamente ganha terreno em minha direção. Tento me desviar, mas de surpresa sou pego pelo cão infernal que saltou uns cinco metros e me mordeu na perna, me puxando para baixo com violência. Pude sentir seus dentre pútridos e seu hálito flamejante em minha carne.

Tento usar minhas asas, para com um forte bater das mesmas, amenizar minha queda, mas logo sou jogado de lado pelo cão infernal. Saio rolando parque a fora, com a fúria voando em meu encalço. Quando finalmente me recupero do golpe e tento me equilibrar para voltar ao combate, minha perna vacila e caio novamente de joelhos, sobre a perna ferida. Noto os furos chamuscados em minhas calças e o dano que tomei, mas isto ficou em segundo plano, quando noto a fúria a toda avançando pra cima de mim e me pegando de guarda baixa. Suas garras se cravam no chão e prendem meus braços, deixando sua boca cheia de dentes livre ameaçando me estraçalhar.  

- Horrrrra do lanchinho. – Fala a fúria.

Tento me desvencilhar dela, mas com meus braços presos e sem conseguir a alcançar com minhas pernas, sou presa fácil da fedorenta investida de sua boca cheia de presas fétidas contra minha cabeça. Desvio meu pescoço para o lado, no que ela erra sua investida, mas duvido que evitasse outra, já que ela mira diretamente a base do meus pescoço. Preparo-me para ser degolado, mas em um impulso que não sabia de onde vinha (Salve legado de Belona.) uso minhas pernas erguidas de alavanca e as forço em direção ao chão, ganhando um pouco de impulso para dar uma cabeçada na fúria, que aturdida cambaleia e afrouxa um pouco a pressão que fazia em meu braço direito. Tendo um movimento com ele, mas ainda não tenho mobilidade para nada. A fúria tenta uma terceira investida quando uma pedra atinge a perna meio solta em meu braço e com a dor, ela a ergue, me dando liberdade de movimento para, com a mão agora livre, canalizar energia do amor reverso e rancoroso em minha palma, e lançar uma esfera rubra com traços alaranjados ao seu redor contra a criatura, que é jogada longe, com queimaduras no corpo e grunhido de dor.

- Isto! – Comemora o garoto, com seu estilingue em mãos, que acabou de me salvar da fúria furiosa (Eita trocadilho ruim.)

Porém, não me perco na luta. Noto que o cão infernal, apesar de lento, é muito forte e estava se aproximando, babando fogo e rosnando monstruosamente em minha direção. Com um impulso de minhas asas e forçando minhas pernas, que logo me faz lembrar da dor do ferimento anterior em minha perna, ganho novamente os céus, mas agora, mais acima do que o possível para o cão me pegar, o que o faz ficar pulando, tentando me pegar, sem conseguir, causando tremores no local.

Raivosa e machucada, a fúria se volta contra o garoto na casinha do playground. –Pirrrrrralho malllllldito. – Avança ela, raivosa, em direção ao garoto. Ele prepara mais uma pedra em seu estilingue e a dispara, mas ela desvia desta com facilidade, porém, o pequeno não se entrega e junta todas as pedras em sua mão, jogando contra ela quando esta se aproxima. Talvez por reflexo defensivo, ela fecha as asas ao redor do corpo para evitar as pedras, o que me dá tempo para, com meu arco em mãos, díspar outra flecha de ferro estígo que transpassa seu corpo sem problemas se cravando na lateral da casinha e incinerando a fúria ao entrar em combustão. O garoto se assusta, recuando um pouco, mas com o fim das chamas e da fúria que se desfaz e em cinzas , volta a olhar o ocorrido.

O cão infernal nota o fim da fúria e para de saltar em minha direção, começando a correr em direção da casinha. Então me preparo e disparo rapidamente uma sequência de flechas que o próprio Robin Wood ficaria com inveja, Ferro Estigío, Ouro Imperial, Bronze Celeste, tudo. O Cão infernal fica tão cravejado de flechas que antes de chegar a casinha, cai de lado, como um touro ao fim de sua sangria na tourada, para depois arder em chamas e desaparecer em uma nuvem de cinzas. Até parece um carro explodindo, pelo tamanho das chamas, que logo se extinguem.

- Que legal. – Fala o garoto, ao fim de tudo, descendo da casinha.

- Nem tanto. – Comento, sentindo o ferimento em minha perna ao pousar próximo a ele. O sangue escorria, mas com o fim do cão infernal, sentia que meu ferimento estava diminuindo, doendo menos que antes.

- Então, se você não é um anjo, o que você é? – Pergunta o garoto, eufórico.

-Bem, é complicado explicar. Digamos que sou um semideus. Filho de um deus grego... Um Herói. – Concluo, achando que um herói seria mais fácil de ele aceitar.

- Como Hercules? Tipo, filho de Zeus, Poseidon e tals, como nos cards de Mitomagia? – Fala o garoto, entusiasmado com a situação.

- Mito o que? – Pergunto, mas me toco de que ele falava de um jogo. – É, acho que isto. –

- Caramba, que legal. E o que você está fazendo por aqui? –

A pergunta do menino me lembra que após toda esta luta, eu não tinha achado aquilo que vim procurar.

- Ai caramba. Minha missão.  Vim buscar algo que perderam por aqui, mas não sei onde está. –

Com o garoto a tira colo, vou até a casa dos Connel ver se acho algum pacote, mas nada acho a não ser um pacote com bifes de búfalo descongelando na pia da cozinha.

- O que você está procurando? – Pergunta o menino, após revirarmos a casa.

- Um pacote. – Falo ao garoto. – Hermes, o deus mensageiro tem uma empresa de correios e perdeu um pacote importante por aqui e eu preciso achar ele. –

- É um pacote meio grande, com uma bicicleta com asas desenhada no papel? – Fala o garoto, me fazendo revirar os olhos, ao perceber que nada daquilo ali precisaria ter acontecido.

-É, tenho quase certeza que é isto. –

Rapidamente vamos até a casa do garoto e encontro um pacote da Hermes Express, na sala. Ele havia recebido pela manhã, e logo noto que ele está sozinho em casa.

- A onde estão seus pais? – Pergunto, um pouco preocupado de um garoto de pouco mais de sete anos estar ali, sozinho em casa.

- Mortos, ou algo assim. – Diz o garoto. – Moro com meus tios, mas eles não ligam muito pra mim. Acho que sou mais um problema para eles, do que outra coisa. –

Aquelas palavras me emocionam um pouco. Sei como é crescer sem os pais, mas mesmo ele tendo os tios, se sentir assim é mais ou menos como eu me sentia no orfanato. Entendo completamente como ele se sente.

- Por que sua casa está assim? – Pergunto ao rapaz.

- Aquele cachorro. Ele estava me perseguindo um dia destes, mas consegui fugir. Meus tios acham que fui eu que fiz aquilo, por isto estou de castigo. – Me conta o pequeno, meio tristonho.

- Entendo. – Falo, coçando a nuca com minha mão, pensando no que fazer. – Bem, talvez eu possa te ajudar.  – Falo, pegando meu smartphone divino e um dracma no meu bolso, que posiciono atrás do aparelho, no sensor de objetos.

- Ò Íris, aceite minha oferenda. Conecte-me ao deus Hermes. – Falo, fechando os olhos.

- O que é isto? – Me pergunta o garoto ao ver a moeda sumir, mas sua atenção se volta ao assunto.

- Ò, garoto, é você?  Achou meu pacote? – Fala Hermes, analisando uma enorme pilha de papéis de entregas, com seu caduceu transformado em carimbo, com suas serpentes serpenteando ao redor do cabo.

- Encontrei sim, Senhor. – Mostrei o pacote a ele, pela câmera frontal do celular, como em um vídeo conferencia. – Mas também encontrei algo bem interessante. – Mostrei o garoto ao fundo, tentando olhar a situação.

- Hum... E quem é este garotinho? – Pergunta Hermes, me dando uns segundos de sua atenção.

- Acho que é um dos seus, senhor. E se não for, deveria ser, pois é bastante corajoso e me ajudou a dar conta de duas fúrias e um cão infernal adulto com um estilingue e pedras. Criativo ele, não? – Falo, tentando chamar a atenção de Hermes para o garoto.

- Meu é? – Hermes passa a mão por sua barba mal feita e rala e analisa a situação.

- O Sssssnhor acha que é seu? – Fala uma das serpentes.

- Ssssssó acredite com o tesssssste de DNA, senhor. – Fala a outra serpente.

Hermes ignora ambas.

- Sim, seu. Os pais estão mortos e ele mora com tios que não são nada legais com ele. Além de ser capaz de ver monstros. – Falo, tentando convencer Hermes. Sabia que forçar esta história de que ele seria um possível filho de Hermes era complicado, ainda mais forçando ela contra o Deus dos ladrões e mais hábil ludibriador do Olímpio, mas sabe como é...

- Entendo. – Hermes me encara com um sorrisinho um de lado em seu rosto, meio que aprovando minha atitude. – Talvez ele seja um trisneto ou algo assim...- Me fala Hermes em latim, que entendo perfeitamente – Um favor pelo outro, não é? – Comenta Hermes, com aquela lábia que só o Deus dos comerciantes e viajantes poderia ter.

- O que e um trisneto? – Pergunta o garoto, o que faz eu e Hermes o olharem de lado.

- É, pode dizer ao meu irmão que tem a minha benção.  – Fala Hermes, se referindo ao senhor D, Dionísio, após ver a pericia natural do garoto em latim.

- Obrigado senhor Hermes. – Falo, agradecendo ao Deus, que está sendo bastante generoso em sua proposta.

- Já pode levar ele consigo. Vou dar um jeito nos tios dele. – Hermes se levanta e pega um papel na mesinha de trás, que após rápidas rabiscadas com sua letral, se converte em um documento oficial que vai para a mão de algum juiz, após desaparecer magicamente.  – O orfanato e acampamento meio sangue acabam de ganhar mais um membro. – Fala o Deus dos atletas. – Bem, agora tenho que ir. Boa sorte em sua viagem de volta. –

A ligação então se encerra, com o garoto ao meu lado.

- O que é um Tristento? – Pergunta ele, novamente, o que me faz rir, por ter entendido a conversa em latim.

- Já, já eu te explico. Mas primeiro, gostaria de ir morar onde eu moro? É uma espécie de acampamento cheio de crianças e heróis e tudo mais. Lá você poderia treinar para se tornar um herói também, o que acha? – Falo para o pequeno, me colocando na altura dele.

- Que?  Sério? Quero sim. Só de não ter que morar com meus tios eu já estou satisfeito. –

- Então é isto. Vá lá pegar suas coisas. – Falo, pegando o pacote de Hermes em meus braços e saindo da casa, quando noto a senhorinha ao lado de fora, meio perdida.

- E os Connel? – Pergunta ela.

- Éeer, eles vão viajar. Disseram que estavam se mudando a trabalho ou algo assim, não entendi direito.- Falo, infectando uma desculpa.

- Ah, estão se mudando? Deve ter sido aquilo no centro da cidade. Devem estar querendo se afastar dos baderneiros. – Conclui ela.

- É isto ai. – Falo, concordando com ela, que após dizer aquilo, volta pra sua casa.

Com meu Smartphone divino, chamo as irmãs cinzentas novamente e seu taxi da tormenta, que logo chegam. Apesar de seus tios, o garoto não tinha quase nada consigo, quando adentra comigo no Taxi.

- Se segura, a viagem é bem agitada. – Falo, após colocarmos as correntes..... Digo, cintos de segurança.

No caminho, conto sobre o que estava acontecendo, explicando a situação, onde ele iria morar, os riscos dos monstros, mais sobre o mundo dos semideuses e tudo o que eu pudesse me lembrar, o que aparentemente, só animou ainda mais o garoto.

Ao chegarmos ao acampamento, falei com o senhor D, que não ficou nada animado com a noticia. Na verdade, a tratou com a mesma displicência de sempre, mas só aceitou, pois recebeu uma ligação de Hermes dando aval para isto. Ele então foi direcionado para a sala de vídeo onde veria o vídeo de explicações e iniciação do acampamento e seria direcionado ao chalé de Hermes.

Após isto, entrego o pacote a Quiron, que me diz que iria remeter ele novamente a Hermes e que eu tinha me saído muito bem e minha missão, ainda mais pelo meu “Achado” o que lhes poupou o trabalho de buscadores. Segundo ele, os tais Connel já estavam ali de olhos no Jonny, mas que por sua pouca idade, não tinha um cheio muito forte e ainda não atraia tanta atenção dos monstros. Eles provavelmente não sabiam que ele era um semideus, apenas que havia algum na região. Dito isto, Quiron apenas me lembrou do treino de arquearia no dia seguinte, de que seria interessante minha presença no local, já que, atualmente, eu era um dos melhores arqueiros do acampamento, superando até alguns filhos de Apolo, o Deus dos Arqueiros.  

Contente pelos elogios, pela minha missão bem sucedida e por poder ter ajudado Jonny, vou contente até a enfermaria, tratar de minha perna e após isto, para meu chalé, tomar um banho e descansar um pouco, para o treino do dia seguinte.

Poderes Passivos de Eros:
Nível 5
Nome do poder: Pequeno Corajoso
Descrição: Filhos de Eros/Cupido são extremamente audazes, ousados e destemidos. Não importa o inimigo os semideuses não se sentirão intimidados pela aparência ou potencial do inimigo.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Poderes relacionados a intimidação e medo, são 50% menos efetivos com filhos de Eros.
Dano: Nenhum
Nível 8
Nome do poder: Mira do Cupido
Descrição: A principal arma de Eros/Cupido e sua mais famosa era o arco-e-flecha, no qual Eros/Cupido acertava os deuses e mortais, criando e desfazendo casais. Por conta disto, os filhos de Eros/Cupido possuem uma mira muito boa, comparada a dos filhos/seguidores dos Gêmeos Arqueiros. Isso não funciona apenas com flechas, mas com facas, e armas de arremesso.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +30% de chance de acertar pontos críticos em lançamento de armas, arremesso de armas, como facas, adagas, lanças e flechas.
Dano: Nenhum
Nível 43
Nome do poder: Pericia com Arcos IV
Descrição: Você se tornou um mestre no manuseio do arco, seus movimentos são impressionantes, atira mais de uma flecha simultaneamente, e acerta alvos que estão atrás de outras coisas, podendo acertar pontos críticos em batalha sem qualquer problema.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +100% de assertividade no manuseio do arco.
Dano: +45% de dano se a arma do semideus acertar.
Poderes Ativos de Eros:
Nível 3
Nome do poder: Fire
Descrição: Ódio e amor andam lado a lado. A prole de Eros/Cupido não é diferente disso. Quando sua raiva é despertada, seu corpo adquire uma aura avermelhado com leves toques de laranja. Essa aura é a aura do amor reverso, uma rajada de sentimentos envenenados se acumula nas mãos do filho de Eros/Cupido, tomando a forma de uma esfera de poder estranha. Essa esfera, poderá ser lançada pela prole do deus em direção ao seu oponente, causando um estrago razoável.
Gasto de Mp: 10 MP (Por esfera criada).
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: 15 HP (Por esfera que atingir o alvo).
Extra: Nenhum

Nível 23
Nome do poder: Asas II
Descrição: As asas dos filhos de Eros/Cupido, cresceram conforme o esperado, seu desenvolvimento foi grande, e ele ficou mais forte, assim como suas asas. Agora, quando elas se abrem, se expandem de forma grandiosa, brancas e reluzentes, te deixando com a aparência semelhante à de um anjo, tais asas, possuem uma força considerável, e seu brilho, causa certa dificuldade aos inimigos que olham para você. Eles ficam encantados pela estranha aura emanada pelas suas asas, agora já consegue voar livremente.
Gasto de Mp: 20 MP por turno ativo.
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: 3 HP por turno ativo (só afeta se os inimigos te encararem diretamente, pois o dano, é nos olhos, no rosto, causa queimação e incomodo).
Extra: Nenhum

Poderes Passivos de Belona:
Nível 1
Nome do poder: A arte da guerra
Descrição:  Filhos da deusa da fúria da guerra, esses semideuses possuem um conhecimento apurado em estratégias básicas e de sobrevivência. É similar a um instinto, uma intuição, uma sequência de pensamentos que permitiam ao romano a analisar o combate como se fosse uma arte. Graças a isso, raramente entra em estado de desespero quando situações de risco surgem.
Gasto de Mp:  Nenhum
Gasto de Hp:  Nenhum
Bônus:  Conseguem elaborar planos e estratégias, assim como não são abalados com a eminência de um combate ou situações de perigo.
Dano: Nenhum
Nível 3
Nome do poder: Combate não Armado
Descrição: A prole da deusa Belona tem um vasto conhecimento sobre combates. Seu corpo e seu espíritos foram forjados para o combate. Assim, eles possuem a capacidade de luta corporal muito elevada, sabendo técnicas marciais mesmo que nunca tenha realizado uma aula sequer antes. As técnicas podem ser utilizadas para a elaboração de movimentos complexos, como mortais, piruetas, ataques acrobáticos e golpes que requeiram uma grande elasticidade.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum

Nível 4
Nome do poder: Ambidestria
Descrição: A ambidestria nada mais é do que a capacidade de se usar ambas as mãos como predominantes. Tanto a mão destra quanto a canhota possuem um desenvolvimento motor elevado, permitindo o manejo de equipamentos e, principalmente, armas. Assim sendo, filhos da deusa da guerra conseguem manusear com perícia duas armas ao mesmo tempo ou alternando as mãos.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Conseguira manusear duas armas com naturalidade, desde que essas não precisem das duas mãos para ser empunhadas (ex: podem usar uma espada curta em cada mão, dois machados mais leves, duas adagas), lutando com a mesma destreza que lutaria apenas com uma arma.
Dano: Nenhum.

Nível 5
Nome do poder: Corpo Guerreiro I
Descrição: O filho de Belona tem o corpo preparado para a guerra e combates de longa duração. Seu metabolismo e funcionamento é diferente de qualquer outro semideus, tendo assim os componentes biológicos potencializados. Isso oferece maior resistência corporal (diminui o cansaço físico e a dor de impactos no corpo), imunológica e permite que a hipercinesia não cause sobrecarga cerebral ou muscular.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +15% em resistência corporal, +20% de imunidade a infecções e venenos.
Dano: Nenhum
Itens de Utilidade:
• Mochila sem fundo [Mochila de prata com material simples, sem bolsos laterais, com um único zíper, uma única entrada e uma única saída.| A mochila não possui fundo, foi encantada para caber inúmeros objetos, ou seja, seu espaço é infinito, tudo que você colocar dentro dela permanece ali, desde que passe pela parte de cima, ou seja, você precisa conseguir colocar o item pelo buraco, que é largo o suficiente para passar até uma panela de pressão. Para pegar o item de volta basta colocar a mão dentro da mochila e pensar nele, e ele retorna para suas mãos.| Indefinido | Sem espaço para gemas | Alfa | Status: 100% sem danos |Lendário e mágico | Loja especial do dia dos namorados]

Golden Magic [Um colar que possui um pingente em forma de gatinho. Seu formato ou estilo em nada se compara a magia que está presente nesse acessório | Efeito: Ele esconde em 75% a presença semidivina do usuário, permitindo que ele passe despercebido por monstros e use até mesmo tecnologia mais avançada. Monstros superiores e mais poderosos ainda conseguem reconhecer o usuário do colar como um semideus, mesmo que leve um tempo para distinguir a aura | Prata ou Ouro | Sem espaço para gemas | Gama | 100% sem danos | Mágico | Comprada na Pandevie Magie]

Smartphone Divino [Um smartphone feito especialmente para os semideuses. Ainda é um aparelho tecnológico, sendo necessário ter uma passiva que permita uso de tecnologia ou um item com o mesmo objetivo. O smartphone possui um sistema operacional próprio e mais avançado do que os conhecidos Android e iOS. Ele vem com aplicativos especiais para o meio-sangue: bestiário; mapa de locais mitológicos conhecidos; visão de raio-x; identificador de monstros; locais mais próximos seguros (estabelecimentos ou semideuses adultos que oferecem abrigo); disk taxi das irmãs cinzentas; mensagens de íris ao colocar um dracma contra o sensor de objetos na parte traseira do smartphone; identificador de itens ao passar pela câmera, podendo dizer material e propriedades. | Efeitos: Além de ter todos os programas populares de um smartphone, possui aplicativos exclusivos para semideuses; Efeito 1: possui runas de resistência e renovação, permitindo que o celular se reconstrua caso quebrado | Resistência Beta | Sem espaços para gemas | Status: 100%, sem danos | Mágico | Comprado no Pandevie Magie]
Armas:
Considero os dois itens como um, por serem um par e ser preciso um para usar o outro.

Aljava mágica [Uma aljava feita de couro escuro, com capacidade de 30 flechas. Essas flechas foram previamente encantadas, possuindo propriedades mágicas. 15 flechas são feitas de bronze celestial e as outras 15 são feitas de ferro estígio | Efeito 1: A aljava depois de esvaziada, ou seja, quando as flechas acabam, leva 1 turno para ser preenchida novamente com 15 flechas. Ao todo, são 2 turnos para que a aljava esteja completa com as 30 flechas | Efeito 2: As flechas de ferro estígio estão encantadas com runas de fogo, conferindo dano de fogo e chance de +20% de dano se atingir um ponto crítico. As flechas de bronze celestial estão encantadas com runas de ar, as tornando mais afiadas e rápidas, atingindo o dobro de distância que uma flecha comum atingiria, além de chance de +20% de dano se atingir um ponto crítico. | Madeira, couro, ferro estígio e bronze celestial | Um espaço para gema | Beta | Status 100%, sem danos. | Mágico | Comprado no Pandevie Magie]

Arco Superior [Um arco de bronze celestial com escritos em ouro imperial. Sua corda é mais resistente que o comum, e suas flechas – também feitas de bronze celestial – tem a ponta um pouco mais fina. | Efeitos: Metade das flechas presentes nesse arco foram impregnadas com veneno, o que faz com que aqueles que forem perfurados pela ponta de tais flechas, sofram hemorragia constante enquanto o veneno estiver presente na corrente sanguínea. A outra metade foi banhada em elixir de prometeu e selada com a runa Naudhiz o que faz com que elas se incendeiem assim que deixam o arco, soltando pequenas labaredas de fogo que causam queimaduras pequenas. | Material do arco: BC e Ouro Imperial; material das flechas: madeira e BC | Espaço para duas gemas | Beta | Status: 100%, sem danos | Mágico | Encantado por Pandora, comprado no Pandevie Magie]
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Victor Phendragon
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Re: Missão Narrada para Victor Phendragon

Mensagem por Marte em Sab Out 28, 2017 3:10 pm

E aí, Victor Phendragon. Tudo bem? Chega de papo furado, vamos à sua avaliação. Leia atentamente, pois não vou responder nada que já esteja explicado aqui (as perguntas em sua avaliação são retóricas, caso não fique claro).

Como não existe um limite de quanto missões narradas ou one-post podem resultar em pontos de experiência ao personagem, e como sou bonzinho, o máximo que você poderá ganhar aqui será 10.000 XP, ok? Mas há um detalhe que vem desde antes da avaliação: você não perguntou se podia terminar essa missão como one-post, ninguém disse que podia. Você tem todo o direito de protestar devido à demora do deus que assumiu sua missão após a pretora, dou-lhe absoluta razão neste ponto, mas você podia ter pedido para outro deus assumir a missão (nós, estagiários, não teríamos nos importado), ou apenas questionado se podia concluir ela como one-post. Devido a isso, o máximo que você poderá ganhar passa a ser 7.000 XP.

Com isso, seguem os critérios de avaliação que usarei, com as notas máximas para cada um. Após, vou detalhar como você se saiu em cada um desses critérios para que você possa entender sua pontuação:

♦️ Enredo, coerência de batalha: 3.500 XP
♦️ Gramática: 1.400 XP
♦️ Criatividade: 2.100 XP
_____________ 7.000 XP  


Sobre a coerência e enredo:


• Mochila sem fundo [Mochila de prata com material simples, sem bolsos laterais, com um único zíper, uma única entrada e uma única saída.| A mochila não possui fundo, foi encantada para caber inúmeros objetos, ou seja, seu espaço é infinito, tudo que você colocar dentro dela permanece ali, desde que passe pela parte de cima, ou seja, você precisa conseguir colocar o item pelo buraco, que é largo o suficiente para passar até uma panela de pressão. Para pegar o item de volta basta colocar a mão dentro da mochila e pensar nele, e ele retorna para suas mãos.| Indefinido | Sem espaço para gemas | Alfa | Status: 100% sem danos |Lendário e mágico | Loja especial do dia dos namorados] |  Amigo, você estava limitado a apenas 4 itens. Pode me explicar que utilidade tinha essa mochila se você não ia levar nada dentro dela além de outras 3 coisas?  — 70

"decido não levar a espada, já que não pretendo entrar em combate, apenas pegar a encomenda novamente e retornar para o acampamento o mais rápido o possível." / Cara, você é um semideus. As coisas VÃO dar errado. Você VAI TER que entrar em combate. —30

"- Entra logo garoto, não temos o dia todo."  / Erro de interpretação. As irmãs cinzentas são gananciosas, não é à toa que trabalham com um serviço de táxi caro e exclusivo. Portanto, não iriam tratar mal um passageiro, pois querem ser chamadas mais vezes. O único perigo do táxi é a briga constante delas pelo único olho que possuem. — 100

"Desta vez é no Olímpio. Deve ser Afrodite dando mais uma escapadinha." / Outro erro de interpretação. Acha mesmo que Afrodite ia usar o serviço das Irmãs Cinzentas, em um táxi que qualquer semideus senta, para dar uma escapadinha? — 70

"Além disto, se eu achar monstros ou pessoas ali dentro, uso minhas habilidade, o combate dos cegos para, mesmo através das paredes, ver a aura de meus oponentes" / Tá bom, mas quem sabe não damos uma olhadinha na descrição desse poder?

Nome do poder: Combate dos Cegos
Descrição: A prole de Eros/Cupido, durante um confronto direito com um monstro/semideus dotado de emoções, poderá renunciar a própria visão - afinal determinados sentimentos são cegos, como o próprio Eros/Cupido. Vindo a sentir a áurea do inimigo, podendo se guiar através disso, no entanto, assim como irá sentir a áurea irá também sentir as emoções que mais tomam conta do oponente no momento. Como raiva, ódio etc. Podendo utilizar disso ao seu favor, caso use tal habilidade com sabedoria.
Bem, parece que NÃO funciona assim. Como destaquei, só funciona em combate, não apenas ficando parado e olhando pras paredes. —200

"Saco meu Smartphone divino e coloco na opção da câmera para, usando a câmera de raio-x, ver através das paredes o que iria me esperar dentro das residências. Usando o zoom da câmera, analiso com detalhes seu interior, usando o identificador de monstros para ver se alguma coisa ali dentro poderia me ser uma ameaça, além do identificador de itens, que mesmo sem saber qual era o item em especifico que eu vim buscar, o aparelho certamente identificaria seus materiais, efeitos mágicos e utilidades."  /  Vou reprisar o que Evie Farrier lhe disse sobre isso: "você saiu do táxi, fez uma análise rápida do playground e das casas – até mesmo para notar que elas são diferentes – sacou o celular e ficou analisando as coisas. Isso dá uma noção de que seu personagem ficou paradão no meio da calçada sem nem ao menos preparar algum tipo de defesa ou ser discreto".  Além da explicação sobre a funcionalidade do aparelho celular não funcionar com uma distância tão grande assim. —200

"(Se for, gostaria de mudar a ação.)" / Não. O narrador já lhe dá o que você precisa saber. E você usou comentários off no meio do texto outra vez. — 200

• Você traz um casal de fúrias como seus inimigos nessa missão. Mas você sabia que só existem três Fúrias e que elas são do sexo feminino? E você sabia que elas não ficam no mundo mortal, mas no Submundo? Elas são servas de Hades, e estão lá para garantir a ordem entre os Campos Elíseos, Campos Asfódelos e Campos da Punição, garantindo que nenhuma alma condenada vai pular de um lugar para o outro. Está tudo neste link. Elas não saem do Submundo assim e resolver alugar uma casa no Queens. A única vez que uma delas saiu do Submundo foi em Percy Jackson e o Ladrão de Raios, mas por uma razão muito específica: o raio-mestre de Zeus. — 300

• Cães infernais não cospem fogo. Isso também está descrito aqui. — 100

"Digo, preparando uma flecha e a disparando contra uma das fúrias, transpassando sua asa a altura do ombro, a fazendo sumir em cinzas." / "o que me dá tempo para, com meu arco em mãos, díspar outra flecha de ferro estígo que transpassa seu corpo sem problemas se cravando na lateral da casinha e incinerando a fúria ao entrar em combustão" / "Então me preparo e disparo rapidamente uma sequência de flechas que o próprio Robin Wood ficaria com inveja, Ferro Estigío, Ouro Imperial, Bronze Celeste, tudo." / Não importa se você já tem perícia máxima com o arco e 100% de assertividade. Descrever apenas isso, quase como um "mirei, atirei e acertei" não basta. Você tem que descrever o arco, como o segurou, a flecha escolhida, como mirou, tudo isso. Uma frase apenas não basta para dizer que disparou uma flecha e acertou seu alvo. Se bastasse, porque teríamos aula de arquearia? Falando nisso, aqui vai o que Emmanuelle descreve em suas aulas e que servem para todos os arqueiros:  —700

Emmanuelle S. Henz escreveu:
Introdução: Arquearia consiste basicamente em qualquer tipo de movimento com o arco, seja curvar, dar forma, manejo dentre outros. Como introdução para as aulas de arquearia não temos muito a fazer, basta saberem que coloquei abaixo algumas dicas de como manusear o arco, para melhor desenvolvimento da aula, de forma que, os campistas podem estar aprimorando seu conhecimento, se alguns já não o tinham, e adquirindo novas tendência. O arqueiro perfeito não é aquele que tem pericia ou facilidade com a arma, mas que aquele que treina com ela continuamente, e se aprimora em usa-la.

Dicas de Astucia para aula: O arco é uma arma de longa distancia, portanto, é normal que muitos se sintam intimidados por não saberem bem como comporta-la. Até porque um arqueiro precisa de certa habilidade, treino, postura dentre outras coisas que podem auxilia-lo para um melhor disparo. Muitos não fazem, ou não treinam arquearia por não saberem o que descrever sobre tal armamento, e convenhamos que dizer, miro, atiro, acerto o alvo se torna algo chato e monômio. Portando, preparei algumas dicas que podem ajuda-lo a descrever sua arma, postura, e deixar a aula minimamente mais interessante.
Manual aqui, ou dicas:

 Descrever altura da arma, peso, a forma com que ela se equilibra em sua mão, arcos tendem a ser diferentes entre si, algumas cortas são mais pesadas e mais rijas, outras mais soltas e maleáveis, depende muito do material com que é fabricada. Descreva a madeira, se ela pesa em suas mãos ou se é de fácil manuseio, algumas fazem aquela curva graciosa, e tem detalhes que as diferem dos demais.

 As flechas e a aljava, um conjunto completo para um arqueiro perfeito, geralmente a aljava do arco é feita de couro, um material resistente o suficiente com uma tira para circular e prender no ombro, tronco ou corpo, algo que permite rápido movimento do arqueiro em campo de batalha. Alguns tem peso mediano, outros são tão leves que quase se tornam imperceptíveis, descreve-los ajuda o narrador a entender a forma com que você se porta diante da batalha.

 Flechas, tipos e tamanhos, existem flechas comuns, especiais, moderadas, moldadas, com veneno, sem veneno, que podem pegar fogo em meio ao ar, incendiar as penas da calda. Cada flecha foi criada com uma percepção diferente, apesar de parecerem semelhantes para muitos, elas não são, tem detalhes que as diferem, como a ponta, que pode ser mais fina, mais rija, mais detalhada. Ou o final dela, que dependendo da forma pode torna-la mais rápida, mais lenta ou mais pesada. Para treinamentos usamos flechas comuns, geralmente de peso médio, por que assim os semideuses podem se acostumar a um peso mediano, e não estranhar quando são tão mais leves ou tão mais pesadas.

 Postura, pernas separadas, geralmente uma um paço em frente a outra, o primeiro joelho dobra o segundo nem tanto. O arqueiro não deve levantar tanto o ombro, e sim mantê-lo em uma posição considerada confortável. O cotovelo deve estar em altura media, e usar o queixo para apoiar o arco pode ser uma ótima saída para sempre acertar o alvo. Mire com apenas um olho, respire fundo e solte, é questão de técnica. Lembre-se de sempre manter a postura firme, o que lhe permite melhor acerto de alvos.

 O alvo, a maioria dos alvos tanto de treino quanto fora tem tendência a ser móvel, isso porque o inimigo não fica parado esperando que você o acerte, na vida real não é assim que funciona. Contabilizar e calcular o tempo da flecha antes de acerta-lo pode ser uma saída de mestre. Tente mentalizar a forma com que ele se move, calculando o tempo que a flecha leva para acertar seu alvo, e só então atire.

 Dica de astucia. O Arco é uma arma de longa distancia, mas nem sempre teremos essa ao nosso favor, por isso, use tudo que estiver ao alcance para vencer uma batalha. Não pode atirar as flechas? Crave-as em seu inimigo, isso mesmo, a use de faca, use as mãos e finque em pontos que alcançar. Não pode usar o arco para atirar? Use ele de porrete, acerte o rosto, tronco, pernas, ele pode ser usado de outras maneiras também. Ser criativo pode ser a diferença entre vida e morte.

• Sim, foi uma ousadia imensa ir supondo que Hermes podia ser o pai da criança. Se ele quisesse, podia facilmente ter incinerado você. Além do mais, não havia necessidade alguma em dizer isso para o deus mensageiro. —30

TOTAL: 3.500 — 1.800 = 1.700

Sobre a gramática e ortografia:


• "A cinco meses" / cinco meses.  —30

• "Não que ser semideus seja quais quer coisa" / Cara, NÃO separe essa palavra e NÃO invente plural. Quaisquer é plural de qualquer: "Não que ser semideus seja QUALQUER coisa".  —100

• "ou por que fui deixado em um orfanato" / Uso dos porquês: http://portugues.uol.com.br/gramatica/uso-dos-porques.html. — 30

• "não tive resposta nem uma do que eu vim buscar" / Está novamente separando palavras sem necessidade. É nenhuma. —30

• "A passos largos e firmes saio do meu quarto no chalé de Eros e me direciono a casa grande, mais distante dos chalés, cruzando a distancia entre ambos a passos ligeiros e decididos" / Qual era a utilidade de descrever seus passos duas vezes na mesma frase? —30

"(Off: Santo legado de Belona uhasuahsuhas)" / "(Salve legado de Belona.)" / "(Eita trocadilho ruim.)"  /?????? Sem comentários em off no texto. Se quiser, coloque no final em spoiler. No meio do texto NÃO. — 200

"Sou estagiário em uma empresa de entregas, a (Adicione um nome conhecido de uma empresa americana aqui.)" Isso era pro leitor? Não mesmo, você que precisa incluir. — 50

"A senhora poderia me ajudar a achar? Não posso perder este emprego ou meu pai vai me matar. " / GIFs no meio do texto?? Se você não consegue descrever a expressão do seu rosto e quer usar gifs, tudo bem, coloque no final com uma observação dentro dos spoilers, mas NÃO no meio do texto. — 300

"A onde estão seus pais?" / "Onde estão seus pais?". —30

Uso de verbos no presente. Quando você está contando uma história a alguém, como você fala?
(A) "Essa manhã foi bem cansativa. Tive aula até meio-dia, almocei correndo e peguei o ônibus atrasado pro serviço".
(B) "Este dia é bem cansativo. Tenho aula até meio-dia, almoço correndo e então pego o ônibus e me atraso para o serviço".
Dica: a resposta certa é a A.
—300.

• Há diversos outros erros de pontuação (uso da vírgula), acentuação (ausência dela), erros de digitação que não foram revisados e frases longas [ —200 ], mas não os pontuei diretamente aqui para não me alongar muito neste critério.


TOTAL: 1.400 — 1.300 = 100

Sobre a criatividade:

Aqui não vou trazer pontos do seu texto para explicar a redução da nota, pois não seria possível. Acredito que muitas partes da sua missão ficaram genéricas, uma fórmula facilmente executável por qualquer semideus, sem trazer a personalidade do seu personagem como alguém único e especial dentro de sua própria história. Mas preciso elogiar sua tática com a velhinha da primeira casa, se passando por um estagiário de uma empresa para obter a sua ajuda. Isso sim foi inespserado, fora do comum, e foi fácil justificar o auxílio dela dessa forma. Você também utilizou muito bem os NPCs, tirando a centralidade do seu personagem para dar espaço a outras presenças importantes que foram essenciais à sua história. Parabéns.

Aqui você recebe metade da pontuação, 1.050 XP.

Com isso...

Notas alcançadas:
♦️ Enredo, coerência de batalha: 1.700 XP
♦️ Gramática: 100 XP
♦️ Criatividade: 1.050 XP
____________ 2.850 XP + 2.500 dracmas


Embora possa ter soado muito duro em sua avaliação, saiba que é porque acredito no seu potencial para melhorar sua narrativa e nos apresentar textos cada vez melhores. Espero poder acompanhar o desenvolvimento do seu personagem e vê-lo em situações ainda mais desafiadoras.

EDIT: Após falar com os deuses responsáveis por esta missão anteriormente, decidimos que seria justo restituir os 3.000 XP pela conclusão da missão em forma de one-post. Pedimos desculpas pelo mal entendido envolvendo a situação.
TOTAL ATUALIZADO: 5.850 XP



"Eu sou o deus de Roma, criança. Eu sou o deus da força militar usada para uma causa justa. Eu protejo as legiões. Eu fico feliz em esmagar meus inimigos sob meus pés, mas eu não luto sem razão. Eu não quero guerra sem fim."

Marte Ultor


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Re: Missão Narrada para Victor Phendragon

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