The Blood of Olympus
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[CCFY] — Barely breathing

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[CCFY] — Barely breathing

Mensagem por Joyce Karin Overwhite em Dom Jul 09, 2017 2:39 pm


It's a beautiful place to be, lost in misery with the one you love. That should be enough. Yes, it hurts so good. We'd try to stop if we could. It's taken over. Killing us slower. We surrounded our lives. I can hear the angels calling.

Os membros da Palestina andavam preocupados com possíveis ataques ao alto escalão cristão, onde sacerdotes e inclusive o Papa eram o grande foco das atenções. A presunção de uma crença onde o reino dos Céus é um lugar de salvação vinha desandando. Crentes pondo a fé em questão por trocadilhos lazarentos, orações antigas rogadas aos deuses consagrados após a mitologia nórdica eram o ápice do mundo atual. Até parecia coisa de filme, andar por ai e dar de cara com tantos semideuses em processo de reclamação, que Joyce chegava a imaginar se algum escritor ocioso andava praticando dedilhadas no teclado, afogando o tédio com estórias ressalvas pelo mártir e fúria dos deuses. A liturgia de sua própria história vinha retomando novos ares, consciência e coerência tomavam proporções completamente distintas, provando-se mais do que compreensível o fator-chave de que aquelas duas coisas jamais estariam juntas na mesma situação. Para completar, sentia falta das impertinências acometidas por Allyria, a quem passava por uma jornada náufraga no inferno. É claro, não ousaria vociferar aquele pensamento em um tom mais alto que um sussurro furtivo na própria mente, o que não lhe impedia de sentir aquilo numa realidade alternativa.

Uma viagem para renovar a mente e limpar os espasmos de uma batalha recém enfrentada levara a filha de Thânatos para um local fora das demarcações de suas poucas viagens já feitas. Estava recostada sobre uma árvore, aproveitando a sombra e o sopro do inverno que se aproximava vindo da costa norte, bem onde o porto Itálico abrigava embarcações deslumbrantes. O litoral era gélido ali, assim como era em Clovelly, o que fizera uma breve lembrança de casa retornar aos pensamentos longínquos da semideusa. Negou com a cabeça, encostando a ponta da caneta sobre a linha pontilhada no mapa comprado numa lojinha de conveniência. ‒ Maldito italiota de quinta. ‒ Resmungou quando um pequeno furo abriu-se onde tinha pressionado a ponta redonda da esferográfica azul. Antes de promover mais alguma ofensa, um rangir de correntes denunciava a atracagem de uma embarcação no grande píer e esta era bem diferente das demais.

O nome S. S. St. Melissandre estava desbotando, a tinta num vermelho-alaranjado com crostas de ferrugem fermentando um tom bronzeado em algumas letras confundiam a real cor do que um dia fora o nome da embarcação. Não era um iate, muito menos um barco de luxo. Era quase um catamarã gigante, adaptado quase como uma balsa. Tinha convés, uma cabine tão desgastada que era duvidoso a capacidade de navegar para longe e manter-se seguro de tempestades ali dentro. Era de um azul bebê, mas haviam pontos mais escuros, como se o nome não fosse a única coisa desbotando ali. Um marinheiro ao melhor estilo viés de um dramaturgo apareceu, encostando o pé em uma das afiadas laterais. ‒ Esse deve ser amigo íntimo de Poseidon. ‒ Só assim para se manter vivo em até mesmo um curto trajeto do píer até a boia situada a alguns metros dali. A perna de pau era chamativa, talhada com desenhos marinhos aleatórios; tartarugas, raias e até mesmo o que seria um tubarão. Alguns, mais precisamente três marujos, saíram da cabine com vassouras e baldes com sebo brilhando nos cabelos. A barba parecia quilométrica nas faces cansadas, os olhos tão mortos quanto a vontade de dar o passo seguinte a cada vez que avançavam.

"Não deixe a névoa embaçar seus olhos, criança. És filha do divino, ver com os olhos mundanos não é sua escolha."

Um cachimbo beirava a boca do capitão, que pulou para o píer, fazendo um barulho alto ecoar. Não procurou saber de onde aquela voz tinha vindo, pois no momento seguinte deparou-se com um olho de vidro fitando-a em par com outro olho castanho-escuro. O tabaco fumegava na central do vão do cachimbo, enquanto o velho afastava-se para perto de seus homens.

"A provação lhe espera, caminhe para o seu destino. Proteja a sua guarda, traças andam por ai preparadas para o último golpe." Foi tudo o que ouviu mais uma vez. No momento seguinte, era como se um GPS interno fosse ativado, roteando informações de para onde tinha de seguir.  


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Giardino Bardini, Costa S. Giorgio, 2, 50125 Firenze, Itália. Certamente nunca havia entrado num jardim fora de uma área residencial, quem dirá num lustroso comporte de quatro hectares com doze tipos de flores diferentes, atingindo o ápice de diversificação dentre os meses mais frios tal como o atual. O resultado eclético de rara beleza era misto ao ambiente tranquilo, onde conectar-se com a natureza era de extrema facilidade. ‒ Ser guardiã está começando a fazer sentido. ‒ comentou, perplexa com o ar vívido e neutralizante em meio às flores.

Mal pisou no segundo vão, e fora engolida por um galho talhado, jogada num monte de folhas secas untadas. Bastou um piscar de olhos para bolar no chão como se fosse um veículo prestes a capotar no acostamento. O corpo chocou-se contra uma parede verdosa e molhada, como se a grama tivesse crescido o suficiente para formar aquilo. A neblina tomou conta, e ficou impossível de se ver algo por um longo instante. Joyce não sabia onde estava, muito menos o que estava acontecendo. Procurou recorrer aos olhos atentos ao que poderia estar ali, escondendo-se entre as paredes vastas do que agora mostrava-se claro. Um labirinto. Não precisou forçar a vista para dar vislumbrar o Ciclope não muito distante, farejando o cheiro da nova presença.

O rugido liberto pelo gigante caolho fizera inclinar a cabeça para a esquerda, puxando uma respiração profunda. ‒ É sério, isso? ‒ Ela poderia sorrir, se não estivesse tão nervosa. Havia praticado às escondidas, treinando o básico. Tivera a ajuda de alguns veteranos de Deméter, para ter alguma frente do que fazer. Começou a andar em direção do bastardo grandalhão, que havia encontrado o cheiro, mas seguia para uma direção contrária. Achando estranho, Joyce precaveu-se antes de segui-lo, olhando para onde ele ia. Teve a impressão de que algo muito errado estava para acontecer e quando adentrou no campo de visão mais á frente, recebera um golpe certeiro na lateral do corpo.

Foi tão forte, que ser arremessada para longe não foi algo difícil de imaginar estar passando. Ainda que devesse se preocupar com o estado físico do próprio corpo, não conseguia parar de pensar no fato de que os pés do Ciclope machucavam o solo, com seu peso exagerado, causando danos ao jardim em cada novo passo que dava. Aquilo revigorava a fúria interna da jovem semideusa, que presa aos instintos de guardiã, não aceitava o que via. Apoiou uma das mãos no chão, sentindo as costas protelarem contra o movimento brusco, revirando os olhos. ‒ Deveria me surpreender, mas não tem como. É claro que me liberariam para uma viagem sem nenhuma burocracia. ‒ Mas ela não imaginava que aquilo não tinha nada a ver com o Acampamento.

Alguns ossos estalaram em protesto, quando ela colocou-se de pé. Estava tão disposta a derrubar aquele ciclope, que não fazia ideia do que lhe aguardava. Caminhou para frente, vendo-o andar para uma nova parte do labirinto, como se quisesse se esconder e promover um jogo de gato e rato. Sendo uma guardiã, podia observar as formas de calor do monstro, seguindo um pouco mais de longe.  

Precisava compreender qual era a necessidade do Ciclope em estar se afastando. Não vislumbrava nenhum outro corpo além do dele. Não precisou de muita demora para saber, quando o corpo em forma de calor agarrou uma marreta de madeira grossa na extremidade, fina no cabo. Era desregular para a mão enorme do monstro, mas ele executou um manuseio espetacular para quem não tinha uma visão muito boa. No instante seguinte, teve que agir com muito vigor, já que ele lançou a arma em direção da semideusa, que executou uma acrobacia em salto lateral. Motivo? A maldita marreta girou quando aproximou-se dela, com pinos afiados e brilhantes aparecendo repentinamente.

Olhou para trás só para se certificar de que tinha se livrado da marreta, quando o viu dar a volta no ar e retornar com mais rapidez. Derrapou, se jogando no chão para não colidir, mas se surpreendeu quando a arma pairou sobre sua cabeça, obrigando-a a girar de um lado para o outro, escapando das marretadas que dava. A marreta voltou para a mão do ciclope, que choramingou pelos erros, soltando grunhidos aleatórios. Os braceletes negros com a insígnia de maçã foram ativados ao momento em que os nomeou, tornando-os em lâminas dentadas feitas de ouro, enquanto Joyce inclinava a cabeça para o lado, cerceando os próprios pensamentos para agir de verdade. Começou a correr em direção do Ciclope, que dava passos rápidos, como se todo o seu corpo o jogasse para frente no lugar de simplesmente tentar correr. Como se ele não aguentasse o próprio peso.

Viu o momento em que ele lançaria a marreta outra vez, forçando as pernas a correrem mais rápido, conseguindo passar por baixo de suas pernas. Ele pulou, quase esmagando a semideusa com pisoteadas, que aproveitara a situação, desferindo golpes com as lâminas. Aquilo servira de mais teor raivoso quando o ciclope começou a destruir tudo o que via pela frente, como se aquela atitude fosse amparar sua dor. O gigante caolho começou a marretar o ar, acertando as paredes do labirinto, verdosas e com galhos arbóreos que mantinham sua vitalidade. E foi como se tudo começasse a brochar com a destruição de uma parte do monumento, causando um horror tão absurdo na guardiã, que jamais havia sentido algo tão aterrorizante.

O coturno desprovido de cadarço fora retirado de seus pés com bastante agilidade, enquanto o ciclope ainda dava círculos de destruição. No exato momento em que alcançou o solo, uma força superior canalizou o corpo da morena, sacrificando suas habilidades vindas do submundo provisoriamente, fazendo-a ter uma conexão extrema com a vida que rondava o jardim. Gaia lhe concedia a força que precisava para derrubar um gigante, deixando-a fazer o resto por conta própria. ‒ A festa acabou. ‒ o maxilar travado constipava a raiva eminente da semideusa, que ordenhava o próximo golpe. Numa língua antiga e desconhecida até pela própria semideusa, fez com que quatro raízes surgissem por entre as paredes do labirinto que mantinham os galhos projetados em seu interior para ramificar as folhas que cresciam, desformando alguns pedaços. Com uma, fez com que a marreta do ciclope se prendesse entre uma das paredes, perdendo-se no interior dela. Parecendo ter vida própria, a arma parecia ser empurrada por uma força superior, forçando-se contra a raiz que dava voltas e mais voltas para impedir sua saída dali.

O ciclope finalmente conseguiu correr, dando passadas desengonçadas em direção da semideusa, que ordenhou uma das raízes a ficar estirada de um uma parede a outra, derrubando-o quando o gigante não mediu o obstáculo. Teve que correr para escapar da caída do grande corpo enquanto outras duas raízes prendiam as mãos pesadas. Quando viu que o monstro começou a balançar as mãos para livrar-se das amarras, viu que aquilo não terminaria bem, afinal ele poderia muito bem puxar com força o suficiente para arrancar as paredes do labirinto. Fez o que lhe dera na mente, lançando uma das lâminas contra o único olho do ciclope. O urro poderia ser ouvido em qualquer parte do mundo, com tamanha dor causada com a ferida ocular, cegando-o completamente. Porém, tinha perdido duas de suas raízes ao vê-lo se remexer até lançar para longe duas das paredes arbóreas do labirinto.

Sem mais, começou a cantar. O som era remetido ao cântico das Hespérides. Era angelical, sedutor e hipnotizante. Fatal, pois, bastou o ruído chegar aos ouvidos do ciclope para que este se encontrasse preso ao som reproduzido, deixando de se agitar para livrar-se dos restos das amarras das raízes para prestar atenção. Joyce mantinha-se cantando, canalizando a força da natureza para assimilar sons. Mais algum tempo e o gigante estava paralisado. Estava ciente da morada de pequenos animais naquele labirinto, todos assustados e escondidos com a ameaça. Esperavam pelo protetor, confiando a Joyce o dever de mantê-los seguros a qualquer custo. E ela não precisava saber disso para continuar executando sua tarefa. O fato de vê-lo destruindo a vida presente naquele lugar era um escape suficiente.

A canção era capaz de deixá-lo tranquilo, inerte e fora de si para perceber qualquer investida desde que continuasse cantando. E ela o fazia. Era contra a morte, naquela circunstância, mas a destruição causada pelo ciclope a obrigava a tomar uma atitude. Fechou os olhos, puxando o ar para dentro dos pulmões, sem parar de cantar. Esticou as mãos, erguendo-as um pouco até a altura do próprio quadril, concentrando-se em começar a causar um tremor oscilante, que aos poucos abria uma cavidade gigante bem onde o gigante encontrava-se. Sentia o sangue pulsar entre as veias, o coração bater descompensado e num ritmo novo, como se suas fibras incrementassem o poder de controle sobre a terra. Sentia o poder correr pelo corpo, renovando as forças, dando-lhe gás para findar o perigo. Ainda cantava, enquanto a cavidade transformava-se num buraco cada vez mais fundo.

Quando estava encaixado no buraco térreo, começou a se aproximar. Já não mais cantava, agora. Ainda sim, não comprometia o efeito paralisante. O gigante de olho ferido parecia hipnotizado por uma força natural, e talvez ainda ouvisse o eco vindo das árvores, repercutindo o cântico baixinho com pássaros e bichinhos ressoando juntos. Joyce deslizou pela terra até chegar em cima do peito do ciclope, que parecia adormecer aos poucos. Ele podia sentir o cheiro vindo dela, o perigo que aquilo lhe proporcionava, mas não tinha muito o que fazer se não manter-se afundado na inércia dos próprios sentidos. Agora com a lança na mão direita, suspirou, erguendo-a até a garganta do ciclope. Quando ouviu o último suspiro ao estar caído em sono profundo, concedeu-lhe uma morte silenciosa, sem dores ou espasmos. Afundou a ponta na garganta, empurrando até que apenas a pontinha restasse de fora, atravessando os músculos e pele do monstro com força. Moveu-se para puxá-la de volta e repetir o golpe várias e várias vezes por toda a garganta, vendo o sangue negro brotar até que uma névoa negra se fizesse presente e a semideusa caísse entre um monte de terra e pedregulhos no buraco.

Levou alguns minutos para se recuperar do ato frio, mas estava satisfeita por proteger o jardim e os bichinhos residentes daquele esplêndido logradouro de uma rica beleza natural. Moveu o solo para restaurar o buraco e transformá-lo na mesma terra plana que era, assim como restaurava as paredes do labirinto destruídas no embate ao erguer uma barreira de folhagens com ramos enraizados ao solo. Quando acabou, o corpo caiu ao chão, as energias esgotadas por aquele dia. Tinha cumprido seu propósito, descobrindo a força dos próprios poderes e o que aquilo poderia causar em si mesma. Era difícil nivelar a ordem entre morte e vida dentro do próprio corpo, sentindo demais enquanto servia como guardiã, conectando-se com a vida em forma da própria natureza quando se era filha da morte no literal. E ainda sim, podia separar as duas coisas, como se fosse o perfeito equilíbrio entre ambos. Deitou-se na terra, fechando os olhos, libertando-se de tudo para estar conectada, unicamente, com a vida.

Tinha feito um trabalho árduo para proteger o ambiente e todo o tipo de vida presente nele, colocando a própria em risco para tal feitoria. Sem pestanejar ou duvidar das próprias capacidades. Sabia que aquilo tinha ligações com a nova atribuição designada pelas Hespérides e sua guarda. Mas, Joyce perguntava-se se aquilo seria feito em outras ocasiões. Para proteger outros guardiões, outras vidas. Adormeceu quando a afirmativa lhe viera como resposta, libertando-a de uma grande parte de seu passado onde tantas vidas foram tiradas por suas próprias mãos. Era o caminho para o perdão? Ela não sabia, e também não fazia ideia do que havia sido restaurado em seu próprio interior.





H A B I L I D A D E S

✤  NÍVEL 13: Olhos de vigia: Por precisarem de proteger os limites dos mundos, os guardiões necessitam de conseguir visualizar todos aqueles que se aproximam, estando mortos ou vivos. Quando qualquer ser se aproximar de uma região delimitada pelo guardião como "não autorizada", esses semideuses serão capazes de visualizar o indivíduo, mesmo que ele seja um fantasma ou esteja invisível. Tal habilidade também é válida quando o guardião estiver em combate e o ser em questão estiver tentando se esconder.

✤ Corpo acrobático: As Hespérides fazem a dança das horas, no caso modificando o tempo de estadia solar de acordo com as estações. Pelos longos treinamentos e graça natural de seus corpos, os guardiões são capazes de desferir acrobacias com grande esmero, tendo mais chances de desviar através de esquivas. As acrobacias ainda podem ser feitas para ajudar em ataques e etc.

✤ Força da Terra: Ao estarem com seus pés sobre o solo, os guardiões ganham de Gaia um aumento em sua força física e na força de seus poderes. Tendo o dobro de suas capacidades naturais, desferem golpes mais poderosos, tendo mais chances de derrotarem seus adversários.

✤  Nível 1: Raízes da esperança: Estando em um lugar fértil, o guardião é capaz de invocar á ajuda de raízes. Tais raízes crescerão ao redor do alvo, em um total máximo de quatro raízes de 1 metro cada. Podendo ser utilizado para mobilizar o adversário ou atacar como chicotes, duram por dois turnos ou até serem destruídas. Podem atacar um único alvo por vez e invocadas uma vez a cada três turnos.

✤  Nível 9: Canção das árvores: Os guardiões são capazes de produzir um belo cantar, fazendo com que os seres que estiverem em um raio de quinze metros e que escutarem seu cântico, fiquem paralisados como árvores durante um turno. Pode ser utilizado uma vez por missão/evento.

✤ Canção das cachoeiras: Os guardiões são capazes de produzir um belo cantar, fazendo com que os seres que estiverem em um raio de quinze metros e que escutarem seu cântico, fiquem tranquilos e desprovidos de qualquer sentimento de raiva, medo, angústia ou que afete agressivamente o indivíduo. O efeito tranquilizante possui duração de três turnos e pode ser utilizado duas vezes por missão/evento.

✤  Nível 22: Controle elemental III: Chegando ao ápice de seu controle, os guardiões conseguem controlar qualquer quantidade de matéria elementar existente em meio á natureza, podendo molda-la como bem desejar. Podendo ser utilizado para defesa e ataque (fazer uma barreira de fogo, causar incêndio e etc), não funciona infelizmente com os elementos criado pelo próprio semideus, e se restringem aos quatro elementos primordiais da natureza (água, terra, fogo e ar).



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Joyce Karin Overwhite
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Re: [CCFY] — Barely breathing

Mensagem por Zeus em Qua Jul 12, 2017 7:22 pm

Seu teste foi aceito, seja bem vinda.
Recompensas: 3.500 xp + 3.500 Dracmas + Liderança dos guardiões, parabéns.
Como não existem mais aulas disponíveis, você deverá realizar qualquer outra atividade durante o mês para sua fiscalização. Bem vinda.


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