The Blood of Olympus
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Forja Urso de Ferro

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Forja Urso de Ferro

Mensagem por Beorn Jarbeorn em Seg Jul 03, 2017 4:40 am

BEORN JARBEORN

Ferro, Fogo e Hidromel
A forja era pequena, um pequeno prédio de pedra bruta, com portas simples de madeira e janelas do mesmo material. Uma placa de madeira estava em cima da porta, indicando o nome da forja com letras num tom vermelho.

URSO DE FERRO

Por dentro, a forja mantém uma decoração bem rústica e simplista, com um belo chão de madeira, paredes de pedra, armas penduradas. Havia um salão pequeno onde se encontravam algumas cadeiras e mesas, assim com um balcão grande que dividia a forja no meio. Atrás desse balcão haviam alguns instrumentos para acabamentos, pedras de afiar, e kit para reparos rápidos. Também havia uma pequena cozinha e uma geladeira básica.

Poderia até parecer simples e estranho para uma forja, mas porque nunca viram uma portinhola no chão, bem no fundo do local. Ela dava acesso à verdadeira forja, uma bela caverna, de tamanho médio, cheia de estalagmites e estalactites, e uma pequena fonte termal. Por ela estavam espalhados fornos, utensílios, maquinários e mesas de trabalho. Pedaços de metais, ferramentas, projetos inacabados estavam espalhados pelo chão e paredes do recinto. Ao canto havia um pequeno sofá, uma mesinha com papéis e projetos, uma cafeteira, um frigobar e um pequeno estoque de barris de hidromel. Ao lado havia também um pequeno banheiro.

Então, caro cliente, entre, sinta-se à vontade para pedir o que quiser, sempre lhe atenderei com um sorriso e uma boa bebida. Acredite, a minha forja parece pequena, mas ela engana a todos.

Seja mais uma vez bem-vindo a Urso de Ferro!

Regras para Pedidos:

- Não precisar ter uma interação para pedido. Se quiser ter um não vejo problema e lhe servirei uma boa bebida. Se não, tudo bem também. ( se quiser a bebida é só pedir mesmo assim)

- Após sua postagem de pedido, lhe responderei com o valor, se tudo estiver de acordo começarei os trabalhos.

- Descontos podem ser negociados.

- Se seu pedido não for respondido em 36 horas, entre em contato comigo por MP. (Se eu não responder logo por MP, posso ter morrido, te espero no funeral)


Ficha de Pedido:

Nome:[ Nome do seu item]

Tipo:[Espada, adaga, escudo; Aqui também entra especificações como Katanas, Karambit, broqueis, etc.]

Material: [Metais, Gemas e outros que você queira]

Descrição: [ uma boa descrição de como quer seu item. Incluindo tamanho, dimensões, detalhes do item, detalhes de bainhas, punhos e afins. Uma imagem do mesmo seria bom também]

Efeitos:[ Aqui pode especificar algum tipo de mecanismo que queria para melhorar seu item. Por exemplo: Ele esquentar ou eletrificar, lançar adagas e espinhos surpresas, coisas do tipo. Efeito de retorno ao dono, adaptações e transformação em objetos como anéis, pingentes, pulseiras, canetas, aqui também. Efeitos Mágicos de verdade, por favor se dirigir ao Departamento 3, Feiticeiras, Filhos de Trívias e afins.]

Extras: [ Qualquer informação que queria dar, que não se encaixou nas categorias acima. Pode também pedir sua bebida aqui.]


Obs.:
No momento meu nível é baixo, mas se quiser arriscar e dar chance ao seu amigo, é só pedir, que farei meu melhor serviço.

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Re: Forja Urso de Ferro

Mensagem por Caim Dähl Bouwknech em Ter Jul 04, 2017 10:30 am

Nome: Light e Shadow

Tipo: Acessório (anéis)
Material: À escolha do ferreiro.

Descrição: http://www.genesisjoias.com.br/imagens_galeria/animacoes/yin_yang/galeria/3.JPG

Efeitos: Encanto para retorno.

Extras: [ Qualquer informação que queria dar, que não se encaixou nas categorias acima. Pode também pedir sua bebida aqui.]


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Re: Forja Urso de Ferro

Mensagem por Beorn Jarbeorn em Ter Jul 04, 2017 2:34 pm

Pedido Aceito, Caim. Vai sair tudo por 500 Dracmas. 300 de material e 200 de mão de obra. De acordo?


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Re: Forja Urso de Ferro

Mensagem por Caim Dähl Bouwknech em Ter Jul 04, 2017 3:19 pm

 De acordo, rapaz. Pode forjar e então ser feita a transferência.


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Re: Forja Urso de Ferro

Mensagem por Beorn Jarbeorn em Ter Jul 04, 2017 3:33 pm

BEORN JARBEORN

Ferro, Fogo e Hidromel
O dia estava raiando quando cheguei as forjas. Um pedido especial tinha sido feito e eu não queria decepcionar meu cliente. Entrei na Urso de Ferro, mas não abri logo, não sabia quanto tempo demoraria na minha empreitada. Como era muito delicado o trabalho, era preferível não ser interrompido.

Fui direto aos fundos do prédio e entrei alçapão que dava acesso à minha Forja-Carvena, tinha que arranjar um nome legal e impactante para ela, tipo bat-caverna, mas não tinha conseguido ainda. Liguei as luzes e fui ativando meus maquinários, alguns precisavam de um tempo de iniciação, e por mais que eu soubesse tudo que faria, as vezes me bate umas loucuras e acabava mudando os planos na hora.

Peguei uma boa dose de café, sentei-me ao sofá e comecei a estudar o desenho e os cálculos que já havia feito. Retifiquei alguns números, redimensionei algumas partes no desenho e tracei meu plano de trabalho. Então fui olhar meu pequeno experimento. Eu queria usar uma prata bem pura, porém, as vezes os lingotes de prata vem misturados com outros metais, então havia feito meu próprio sistema de purificação.

Dois dias atrás, havia colocado metade do lingote de prata numa solução morna de ácido nítrico, diluído a 80%. O ácido tinha que estar bem diluído, senão não funcionaria corretamente. Deixei a solução em banho-maria, acrescentando aos pouco água destilada, diluindo um pouco mais a solução. Quando voltei no outro dia, a prata havia se dissolvido no ácido, formando nitrato de prata, mas o mesmo tinha uma colocação azul-esverdeada.

Provavelmente a prata estava misturada com alumínio, latão ou cobre puro. Então coloquei um bastão de cobre e deixei ocorrer as reações químicas naturais. A prata foi sendo substituída por cobre na solução e começava a cair como resíduo sólido no fundo do pote. Eu já havia filtrado toda a prata do fundo, deixando ela secar.

Cheguei no meu cantinho alquímico e vi uma quantidade de pó esbranquiçado no recipiente. Essa era minha prata pura, agora poderia começar a trabalhar no anel. Me dirigi até meu forno pequeno. Eu tinha fornos de diferentes tamanhos ali, geralmente usava o maior, para fundição pesada e a tempera de lâminas e placas de metal. Mas também tinha o forno pequeno, onde eu poderia ter um controle maior da temperatura, evitando estragar meu material no processo. E como usaria uma prata bem refinada, todo cuidado era pouco.

Fiz um leito de pedras e areia no fundo do forno e enchi de carvão quase até a boca, deixando um espaço de 4 dedos. Acendi o fogo e fui espalhando aos poucos pelo carvão, até formar uma piscina incandescente de brasas. Cobri com mais uma camada de pedras. Enquanto elas esquentavam, coloquei meu pó de prata num recipiente de forja, com cobertura antiaderente, para não tirar a pureza da mesma.

As pedras já estavam avermelhadas, então coloquei o recipiente sobre as mesmas, para derreter e fundir novamente a prata.

Como essa etapa demoraria um pouco, foi o fogo estava baixo e o calor recebido era indireto, comecei a organizar minhas ferramentas para a malhação do anel. Um molde anelar, um molde circular, meu tenaz, pinça, martelos leves, lixas, esmeril, pedra abrasiva e meu maçarico portátil. Em outra mesa preparei meus instrumentos eletrônicos, para trabalhar num extra para o anel. E em outra, coloquei meu martelo e cinzel, esmeril circular elétrico, lapidador e pinças. Então peguei um pedaço de quartzo e outro de quartzo negro e os coloquei na terceira mesa.

Comecei a trabalhar na lapidação dos quartzos que serviriam de enfeite para o anel. Primeiro fui tirando pequenas lascas com o auxílio do martelo e do cinzel. Botei meus óculos com lentes de aumento, para poder ter uma visão melhor dos próximos passos.

Com a pinça, peguei essas lascas e fui passando no esmeril, dando um formato hexaédrico as mesmas. Os hexaedros de quartzo eram minúsculos, com cerca de 2 mm cada, eram cerca de 15 de cada material. Então as passei no lapidador, para dar o acabamento necessário as mesmas.

– Perfectas! - disse olhando cada um dos hexaedros – Agora vamos para minha pequena prata.

Esse processo levou cerca de 1 hora e meia. Tempo o suficiente para fundir a prata. Guardei as pedras lapidadas e fui em direção ao forno. Ela borbulhava lentamente dentro do recipiente, já mostrando seu brilho prateado. Ventilei um pouco mais o forno, para aumentar sua temperatura. Precisava da prata mais quente e liquefeita para poder ter uma boa molda da mesma.

– Minha garota está quase pronta, só mais uns minutinhos!

Me voltei, então, para minha mesa de eletrônicos. Minhas chaves, solda, ferro de solda, alicates e pinças estavam prontos. Alguns aparelhos eletrônicos velhos estavam lá também. Minha ideia era fazer pequenos emissores de sinal, para colocar nos anéis.

Comecei desmontando uns emissores de sinal velhos que eu tinha, eram sinalizadores que as pessoas colocavam em animais silvestres, para monitoramento. Eles eram pequenos, perfeitos para colocar no anéis. Antes de começar a trabalhar nisso, o meu temporizador começou a apitar, avisando que já estava no tempo da prata.

– Sabe aquela história do menino de ouro? Então, não é de ouro, mas dá um anel de qualquer jeito! – Falava alto e ria sozinho, enquanto me dirigia ao forno.

Com o auxílio do tenaz, tirei o recipiente da prata do forno, ela borbulhava um pouco mais que antes e também estava mais fluida. Rapidamente, despejei o metal no molde anelar e no molde circular, deixando um pouquinho no recipiente que voltou para o forno.

O molde anelar tinha 2 cm de diâmetro no seu centro, como cerca de 1 cm de espessura e 1,5 cm de altura, a quantidade de prata que eu coloquei lá foi o suficiente para cobrir tudo. O molde circular tinha cerca de 1 cm de diâmetro, com 5 mm de espessura. Teria que esperar cerca de 1 hora para solidificar e tomar a forma que eu queria, então deixei eles lá e voltei para os emissores de sinal.

Terminei de desmontar os sinalizadores e estudei suas placas de circuitos. O tamanho exato para o que eu queria. Um pequeno quadro com 4 mm de arestas e 2 mm de espessura. Retirei as placas e comecei a trabalhar na restauração. Refiz todo os ligamentos de solda, e troquei alguns microcomponentes, como transistores e reguladores.

Também ajustei o rastreador para uma frequência de ondas menor e mais compacta, isso diminuiria o alcance do sinal, porém evitaria que os monstros o encontrassem também. Feitos todos os ajustes necessários, verifiquei rapidamente nos meus aparelhos e o sinal estava sendo emitido perfeitamente.

O tempo de solidificação estava quase terminando, então guardei os transmissores e peguei um pequeno balde, cheio de água e gelo. Também peguei um bastão de aço no diâmetro do anel, ele serviria de base para poder malhar o anel. Desenformei o anel, e lá estava, um lindo e grosso anel, feito totalmente de prata pura. Era lindo. Ele estava um pouco opaco, mas ainda viria o processo de polimento para deixá-lo brilhando.

Agora viria o processo 3D: Difícil, Demorado e Delicado. Peguei um bom copo de hidromel gelado e tomei um gole, deixando o copo numa bancadinha lateral, ao meu alcance. Então peguei o anel com tenaz e o coloquei no fogo.

A desvantagem de trabalhar com uma prata tão pura assim, é que ela se torna frágil com a temperatura, e com impactos muito forte, quando quente. Eu tinha que esquentar ela até ela começar a ficar incandescente, então, malhar com firmeza e força moderada.

Aqueci o anel até ele ficar alaranjado e rapidamente o mergulhei no barril de água gelada. Uma nuvem enorme de vapor emergiu do ponto de contato, acompanhado de um chiado enorme.

Meu objetivo era terminar de purificar a prata, esquentando tudo e esfriando rápido, cristalizando qualquer coisa que não fosse prata, uma vez que a mesma tem um índice termodinâmico menor, comparado com outros metais que poderiam estar misturados. E lá estava, algumas crostas escuras na superfície do anel, aquilo eram impurezas. Passei uma escovinha de cerdas de aço e um lixa bem leve, limpando tudo. Então coloquei o anel no fogo novamente.

– Agora está na hora de bancar o Senhor do Escuro! – eu disse rindo, tirando o anel quando ele havia começado a ficar laranja e o apoiando em cima da bigorna. Peguei meu martelo mais leve e comecei a bater bem suave, fazendo o anel se compactar, mas sem deformar sua circunferência. – Um Anel para todos governar, Um Anel para encontrá-los, Um Anel para todos trazer e na escuridão aprisioná-los!

Repeti o processo de esquentar e bater mais algumas vezes, até conseguir deixar todo o anel uniforme. O que antes tinha 1,5 cm de altura, agora tinha cerca de 1 cm, deixando o mesmo com uma aparência mais robusta. Então voltei a esquentar o anel, mas dessa vez o encaixei na base circular de aço, onde comecei a compactar sua espessura e ajeitar as deformações da primeira etapa.

Não foi nada demorado, pois como havia tomado cuidado, ele não havia saído muito da sua forma e também só passei de 1 cm de espessura para 0,8 cm.

Então deixei o anel descansando e passei para a pequena moeda de prata. Repeti o mesmo processo de purificação, tirando tudo que não era prata. Então levei a moeda ao forno, até ela ficar alaranjada, e um o auxílio de um pequeno pedaço circular de madeira, comecei a afundar seu centro. Tal pedaço de madeira tinha 0,7 cm de diâmetro, assim afundando o metal, mas deixando uma pequena borda.

Esse processo foi delicado, tinha que bater bem fraco e fazendo a prata ceder aos poucos. Isso fez a prata começar a subir pelo pedaço de madeira, criando uma borda irregular, mas que seria facilmente ajeitado com um lixa. Afundei o centro da moeda cerca de 3 mm, deixando espaço suficiente para meus transmissores. Ao terminar essa parte, passei a lixa para aplainar as bordas. Também coloquei o resto da prata na forma da moeda, formou uma fina camada, não tinha muito, mas era o suficiente.

Bebi mais um gole do meu hidromel e me preparei para a próxima etapa. Liguei meu maçarico. Com pinças peguei o anel e a moeda. Esquentei uma área do anel e o fundo da moeda, até eles começarem a avermelhar, então juntei ambos e fiquei pressionando, até eles se fundirem, esquentei mais um pouco ainda pressionando para firmar mais a junção. E então comecei a lixar e aparar para dar a forma final do anel.

Agora era a hora de cortar. Peguei minha serrinha de diamante sintético. Fiz as medidas necessárias e as marcações para o corte. O corte teria com base um formato parecido de uma lágrima para a moeda, sendo dividido igualmente entre os dois lados. O resto do anel acompanharia tal corte, então, desenhei o caminho do corte não de um jeito tão reto, e sim algo como um quebra-cabeça, uma vez que os anéis se encaixariam novamente. Com tudo desenhado, comecei a cortar suavemente.

A serra de diamante sintético era tranquila para cortar materiais assim, era como cortar manteiga com uma faca quente. Então meu maior cuidado era não cortar demais.

Com os cortes prontos, mergulhei os anéis numa solução de proteção para prata. Tinha que trabalhar na parte de acabamento. Peguei a outra moeda que tinha deixado solidificando.

Ela tinha o mesmo tamanho da outra, porém só tinha cerca de 2 mm de espessura, mas era mais que o suficiente. Efetuei nela o processo de purificação com fogo e água gelada, então a cortei no mesmo formato de gota do anel. Eu havia deixado um espaço no corte, para virar e transformar na borda final e completar o anel. Com essa parte pronta, coloquei essas peças na mesma solução dos anéis.

Então peguei os anéis e comecei o processo de polimento, usando alguns pós abrasivos específicos, lixas e meu esmeril fino, para joias. Com cuidado fui passando cada um dos itens, lavando os anéis em água corrente a cada ferramenta nova. Ao final, o anel estava brilhando divinamente.

Peguei então um vidro de cola química especial, essa cola era feita para aguentar calor elevado, e só tinha uma fórmula para dissolvimento da mesma, uma mistura de ácido clorídrico e veneno de basilisco, era uma invenção de Vulcano, e de vez em quando ele ficava bonzinho e distribuía um pouco para seus filhos. Peguei meus microtransmissores e coloquei um pingo da cola em cada. Em seguida grudei eles no espaço aberto da gota dos anéis, e pressionei por uns instantes.

– Voíla! – sorri para minha obra. – Agora, as partes finais!

Tirei então as outras peças da solução e comecei a dar o acabamento, como foi com o anel. Então acendi novamente o maçarico e fundi as peças aos anéis, eram a tampa que faltava para fechar tudo. O ato de fundir havia deixado marcas e locais irregulares, então refiz o processo de polimentos, deixando tudo uniforme e brilhante, como se o anel já tivesse sido forjado exatamente daquele jeito. Agora só faltava a parte final de forja.

Peguei os hexaedros de quartzo e a cola um por um nos anéis. Um com os quartzos negros e outro com os brancos. Deixei secar um pouco e colei um preto no meio dos brancos e um branco no meio dos negros.

E assim, os anéis estavam prontos. Anéis conjuntos de prata, que unidos formavam o símbolo de Yin\Yang. Só efetuei mais uma lavagem e polimento para tirar aos resíduos de tudo e passei um limpador de prataria, para dar aquele brilho vibrante aos anéis.


Agora só faltava a etapa final. Bebi o resto do meu hidromel, para ter forças, e comecei a concentrar as minhas energias divinas, herança de Vulcano, sobre os anéis. E com isso infundi as propriedades de adaptabilidade, os anéis iam se adaptar ao tamanho do dedo do usuário; Retorno, eles sempre iam retorna para o bolso do seu dono e também uma carga de energia para manter o microtransmissor funcionando por um tempo, cerca de 1 ano.

– Agora sim, o equilíbrio está pronto.

Então guardei os anéis numa caixinha forrada de veludo e subi para entregar.


~~~~~~~~~~~~~xxx~~~~~~~~~~~~



“Shadow”:
• Shadow [Anéis conjuntos de prata, que quando unidos formam o símbolo de Yin\Yang. Lado Yin(Adorno de Quartzo Negro) | Efeitos: O anel sempre vai retornar ao bolso do usuário; O anel se adapta ao tamanho do dedo do usuário; O anel contem um microtransmissor que emite uma onda de baixa frequência e amplitude, que evita os radares monstruosos. Essa frequência pode ser encontrada por um leitor simples de onda, dando sempre a localização do seu usuário num raio de 100 metros. | Prata | Sem encaixe para gemas |Resistência: Gama | Status:100% |Classificação: Comum - Mágico| Forjado por Beorn Jarbeorn]


“Light”:
• Light [Anéis conjuntos de prata, que quando unidos formam o símbolo de Yin\Yang. Lado Yang(Adorno de Quartzo Branco) | Efeitos: O anel sempre vai retornar ao bolso do usuário; O anel se adapta ao tamanho do dedo do usuário; O anel contem um microtransmissor que emite uma onda de baixa frequência e amplitude, que evita os radares monstruosos. Essa frequência pode ser encontrada por um leitor simples de onda, dando sempre a localização do seu usuário num raio de 100 metros. | Prata | Sem encaixe para gemas |Resistência: Gama | Status:100% |Classificação: Comum - Mágico| Forjado por Beorn Jarbeorn]


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Poderes Utilizados:

Poderes Passivos:


Nível 3
Nome do poder: Tecnopatia
Descrição: É a capacidade de se comunicar e entender qualquer tipo de mecanismo, ou seja, filhos de Hefesto/Vulcano, podem se comunicar e entender as maquinas.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum

Nível 5
Nome do poder: Programar
Descrição: Além de criar os mecanismos você sabe bem como programa-los para que ajam de acordo com o planejado. Vale para autômatos, armadilhas com tempo de ativação e etc, conhecendo inclusive diversos softwares e sua linguagem.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Isso permite criar mecanismos mais fortes e mais elaborados. Autômatos feitos pelos filhos de Hefesto/Vulcano, tem uma média de falha menor.
Dano: Nenhum

Nível 6
Nome do poder: Forjador II
Descrição: Sua habilidade está melhorando, e conforme a pratica você está adquirindo uma perfeição. Aprendeu a modelar outros tipos de material, como prata e ouro, podendo molda-las e transforma-las como bem entender. Agora, além de ter aprendido a fabricar armas, também poderá encaixar gemas de poder nelas sem necessidade de remodelar/reforjar as armas. Isso acontece de forma natural, e funciona como magia, em suas mãos, a gema pode simplesmente se engatar a arma – se esse for seu desejo – basta um toque, e você conseguira encaixa-la mesmo sem ter reforjado a arma, e a deixara tão resistente quanto.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +15% de resistência e +10% de força em armas fabricadas pelo semideus. Além disso, as gemas nas mãos dos filhos de Hefesto não precisam ser reforjadas, ele encaixa sem precisar modelar a arma, e a deixa tão perfeita quanto. É algo extremamente natural.
Dano: +10% de dano as armas fabricadas pelo semideus de Vulcano/Hefesto.


Poderes Ativos:


Nível 2
Nome do poder: Controle do Fogo I
Descrição: O semideus filho de Hefesto pode controlar uma pequena quantidade de fogo. Isso quer dizer que ele pode move-lo, aumentar as chamas – pequena quantidade – ou algo semelhante, mas não o cria. Filhos de Hefesto/Vulcano com poderes para criar fogo são raros, a maioria apenas consegue fazer algo semelhante a isso. Nesse nível, o controle se resume a uma tocha de tamanho médio, ou o fogo baixo de uma lareira.
Gasto de Mp: -15 MP
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum
Extra: Nenhum


Link da Compra:


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Re: Forja Urso de Ferro

Mensagem por Perséfone em Ter Ago 01, 2017 7:24 pm

Avaliado
Recebe - 400 xp
Comentario:

Beorn, a parte da magia de ligação da aliança foi retirada pelo seguinte motivo, você não possui magia para realizar esse tipo de encantamento, eles são feitos no laboratório, além disso, no seu post não tem a explicação de como você faria isso, portanto, modifiquei o anel como está abaixo.
• Shadow [Anéis conjuntos de prata, que quando unidos formam o símbolo de Yin\Yang. Lado Yin(Adorno de Quartzo Negro) | Efeitos: O anel contem um microtransmissor que emite uma onda de baixa frequência e amplitude, que evita os radares monstruosos. Essa frequência pode ser encontrada por um leitor simples de onda, dando sempre a localização do seu usuário num raio de 100 metros. | Prata | Sem encaixe para gemas |Resistência: Gama | Status:100% |Classificação: Comum - Mágico| Forjado por Beorn Jarbeorn]
• Light [Anéis conjuntos de prata, que quando unidos formam o símbolo de Yin\Yang. Lado Yang(Adorno de Quartzo Branco) | Efeitos: O anel contem um microtransmissor que emite uma onda de baixa frequência e amplitude, que evita os radares monstruosos. Essa frequência pode ser encontrada por um leitor simples de onda, dando sempre a localização do seu usuário num raio de 100 metros. | Prata | Sem encaixe para gemas |Resistência: Gama | Status:100% |Classificação: Comum - Mágico| Forjado por Beorn Jarbeorn]



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Re: Forja Urso de Ferro

Mensagem por Luna Minn em Dom Out 15, 2017 10:02 pm

Nome:Sleepy Blossom
Tipo: Alianças
Material: Titânio
Descrição: Como são dois anéis, farei as descrições separadas.
Anel 1 - Um anel grosso e vistoso, nas laterais desenhos de rosas e "zzz" são intercalados em todo o perímetro. No centro do anel, na parte exposta, as iniciais "I & L" são gravados em letras cursivas.
Anel 2 - Um anel de largura média e vistoso, nas laterais desenhos de rosas e "zzz" são intercalados em todo o perímetro. No centro do anel, na parte exposta, as iniciais "I & L" são gravados em letras cursivas.
Efeitos: Se for possível, encanto de retorno
Extras: O primeiro anel deve ser colocado na mochila de Isaac Däh Bouwknech, e o segundo na minha. Obrigada, cunho!


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Re: Forja Urso de Ferro

Mensagem por Sayuki Hitomi Koga em Qua Out 18, 2017 12:21 am

Nome:Mauntenmoa (
マウンテンモア)


Tipo:Espada e Adaga

Material: Ferro estígio. Gemas : Rubi imperial e Ametista imperial  ( ambas colocadas em seu inventário. pedido aqui

Descrição: foto de referencia

Um conjunto de duas espadas e duas adagas completamente negras compõe a Mauntenmoa. As espadas tem exatamente um metro e cinquenta centímetros de comprimento. O cabo é recoberto de couro e o punho encaixa-se perfeitamente na mão de sua dona. As adagas tem cerca de cinquenta centímetros cada uma sendo também completamente negras e com couro em seu punho para dar um melhor manuseio ao portador. As adagas tem a propriedade de envenenar quando em contato direto com a pele de alguém, dando assim um aspecto mais arroxeado as laminas. Ambas as armas vem acompanhadas de uma proteção com entalhes de dragões e rosas do submundo, lembrando o país e ascendência divina da portadora.


Efeitos:Quando desativada, se tornariam uma pulseira com pingente de Dragão.




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Re: Forja Urso de Ferro

Mensagem por Beorn Jarbeorn em Sab Out 28, 2017 1:47 am

BEORN JARBEORN

Ferro, Fogo e Hidromel
Fazia um bom tempo que não ia ali. Desde que fui sequestrado. Estava com saudades da minha forja, e graças a Vulcano, tudo estava no lugar.

Verifiquei todas as minhas ferramentas, máquinas, forjas. Meus barris de hidromel e meu quarto especial. Até meu poço de lava e minha fonte termal. Tudo estava em sua devida ordem e lugar. Comecei a varrer e espanar, pois uma camada de sujeira e poeira estava por cima de tudo. Também dei ignição nas forjas e com meus poderes fiz o fogo começar a subir mais rápido.

Preparei as piscinas de carvão e liguei meu maquinário todo. Tinha que ver se tinha algo errado. E de fato tinha, meu pistão de pressão 20 ATM, minha solda galvânica e meu cortador de plasmas estavam desregulados, então peguei minhas ferramentas e foquei em concertar tudo.

Depois fui ver meu estoque, estava com todas as minhas últimas compras, e todas minhas coisas velhas. Tudo estava certo, tudo estava em paz.

Terminei a faxina e vistoria e fui pegar um pouco de hidromel na adega. Esses dois meses criaram uma safra realmente boa. Peguei um barril pequeno e enchi meu grande caneco de 1 litro, me dirigindo a minha mesa de projetos. Minha cunhada havia pedido alianças, e eu as faria, mas claro que não faria somente simples alianças.

Na primeira folha comecei a fazer o desenho técnico dos anéis, fazendo todo o dimensionamento e cálculos necessários. Depois comecei a projetar, equacionar e equilibrar um liga especial que faria. E por último, com a ajuda do meu computador, fiz o projeto e programação de uma coisinha legal.

Algumas horas se passaram nisso, então eu peguei um ramem instantâneo, coisa que Sayu-chan me mandou, justamente para esses dias que ficaria trabalhando por horas, e o fiz. Comendo enquanto começava a arrumar o que ia necessitar. Titânio, prata, alguns outros elementos e umas sucatas eletrônicas.

Arrumei também minhas mesas de trabalho. Uma para a forja, outra para a liga e a última para a construção do meu invento mais novo.

Meu primeiro trabalho seria a liga especial que criaria. Pois ia demorar mais, uns dois dias no mínimo. Então abri o frasco que estava a minha prata pura, que havia purificado depois dos anéis que fiz. Essa era o que tinha sobrado do lingote, então logo purifiquei. A coloquei em um recipiente protegido e botei no meu fogo pequeno, já coberto com uma camada de pedras incandescentes, no mesmo princípio de controle da temperatura.

Enquanto a prata derretia, comecei a preparar minha cama de fusão de corrente contante. Que consiste em uma bandeja de 70 cm³ de ferro fundido, com uma cobertura interna e externa de ouro, além de alguns pinos de ouro também, que passavam através do ferro. Tudo isso ligado a um sistema de transformador, alimentado por uma fonte de 220 volts. Esse sistema transforma a energia de entrada numa corrente constante de 2000 volts, usando um potencializador e um transformador.

Em seguida coloquei logo em cima da bandeja meu sistema de Eletroímãs. 5 ímãs circulares de 15 cm de diâmetros, ligados a um fonte de 110 volts, que quando ligada, faz os ímãs gerarem um campo de cerca de 0,5 teslas.

Essa preparação demorou um pouco, pois tinha que calcular a distância exata entre um aparelho e outro, para não gerar problemas entre eles. Também tive que fixar a bandeja, para não sofrer com ação magnética.

Feito isso, eu peguei 3 pequenos recipientes para forja e coloquei neles um pedaço de tungstênio, gálio e ferro. E os coloquei do lado da prata, que aos poucos já estava borbulhando. Também peguei os pedaços de césio e de magnésio que precisaria, e os coloquei uma pequena bancada aquecida à 45° Celsius. Com esses elementos eu tinha que ter cuidado, por ser muito volátil no caso do magnésio, e com potencial radioativo no caso do césio.

Enquanto ocorria essas etapas, fui para a bancada de eletrônicos. O trabalho ali seria delicado, mas se eu não fizesse nada errado, seria fácil. Peguei um pequeno pedaço de uma nanofibra, presente de Vulcano. Ela era superfina, parecia com a pele humana, e uma ótima condutora de circuitos. E onde ela grudasse, ficaria ali sem problemas. Separei e cortei dois pedaços delicadamente, na grossura que ficaria os anéis, de acordo com os meus cálculos. Com tudo bem cortado e parado, comecei a separar os microcomponentes necessários para fazer o medidor e o gatilho de microtensão.

Com cuidado e com a minha lente de aumento x15, comecei a colocar a primeira camada de componentes. O circuito e o processador. Fiz isso em cada pedado da nanofibra, usando pinças finas e delicadas. Após isso, coloquei o sistema sensor de ritmo cardíaco, que era somente uma faixa ultrafina, a ligando através de soldas ao processador. Acabando isso, coloquei um pequeno transistor, que libera uma corrente de 0,5 ampere, o suficiente para o que eu tinha em mente.

Tal transistor ai ter uma conexão direta com a liga de prata, servindo com recurso de emergência. O último passo era instalar o programa. Com cuidado, usei meu cabo de dados com conexão micro, conectando na entrada do processador. Com o auxílio do computador, preparei o sistema, e gerei os parâmetros de funcionamento para o mesmo, o convertendo para o arquivo necessário e gerando os Sistemas de Monitoramento Cardíaco(SMC) e o Sistema de Eletro Sinal Condutor (SESC). Assim que estavam completos e funcionais, transferi-os para os processadores dos mecanismos.

Isso poderia demorar um pouco, ainda mais que o cabo de dados não era de alta potência, e a própria transmissão tinha que ser lenta, pois os processadores eram fracos.

Fui olhar as coisas que havia deixado no forno, tudo estava borbulhando, e muito. Estranhei aquilo e olhei para o relógio. Eu havia passado 4 horas sentado fazendo aquelas porcarias minúsculas. 4 horas. Graças a Vulcano que tudo estava em fogo baixo, se não ia estragar completamente a situação.

Bem, agora viria uma parte bem difícil. Liguei minha cama de fusão, ao seu máximo. Correntes elétricas passavam correndo por ela toda, e o metal também ia esquentando, ganhando uma tonalidade avermelhada. Fui, então, diminuindo a corrente até desligar. Com velocidade e destreza, despejei a prata na bandeja ainda quente, para não perder o estado que estava. Alguns respingos caíram em minha mão, queimando como se fosse ferro em brasa, e criando uma vermelhidão enorme. Minha fraqueza Lycan.

Calcei minhas luvas de couro. Nunca tinha usado, mas nesse serviço seria necessário. Eu tinha que ser rápido e aproveitar o calor para misturar tudo antes de esfriar e eu ter que ligar a corrente. Joguei com cuidado o ferro e o tungstênio, misturando aos poucos com a prata. Esses metais irão servi de condutores, protetores e contenção térmica da liga. Em seguida joguei o magnésio, que serviria de equilíbrio e ligamento. O próximo foi o Gálio, que serviria de base para o último ingrediente, o Césio.

O segredo da Liga de Emissão de Pulso de Emergência(LEPE) era justamente esses metais em equilíbrio, ignição e proteção para o Césio, que não estava com ação radioativa no momento. Porém o trabalho da liga é justamente esse, a liberação controlada e específica de um pulso radioativo, que seria capitado por um pedaço dessa mesma liga ou um aparelho de medição radioativa. A ativação de tal pulso é feita através de aquecimento ou eletrificação, uma vez que o ferro e a prata vão aquecer se levar um choque. Dependendo da potência da energia(térmica ou elétrica) empregada, a força do pulso será maior, sendo assim, mais forte a reação a ser lida. Uma esfregada de mão no anel, pode aquecer ele a uns 40° /45° graus, gerando um pulso de alcance de 30 metros.

O sistema funciona da seguinte maneira. No momento que o pulso fosse gerado em um anel, o outro aquecerá na direção do pulso. Parecido como uma bússola. O anel aquecerá com o pulso, mas ficará mais quente quando tiver na direção correta. Quanto mais forte o pulso, mais quente ficará.

Terminando de misturar tudo, eu ligo de novo a corrente, com voltagem média, pois a liga seria forja através de uma fundição eletromagnética. Sendo assim, liguei também os meus eletroímãs, logo em cima, e suas polaridades variadas e constantes ajudariam na ligação e ativação da liga. Tal processo demoraria cerca de 40 horas, tempo para eu terminar de forjar os Anéis.

Peguei meio lingote de titânio e coloquei para derreter no forno maior. Pela dureza e pelo coeficiente térmico do mesmo, ia demorar um pouco. Usei meus poderes para controlar a chama e concentrar mais na área do caldeirão. Enquanto ele derretia, comecei a organizar as ferramentas para terminar de forjar o mesmo. Organizei os moldes anelares, um com 1,5 de altura e 3 mm de espessura e o outro com 2,5 cm de altura e 5 mm de espessura. Ajustei a bigorna, arrumei os martelos e os maçaricos.

Também peguei meus lápis de ferro e meu martelinho, assim como as luvas de couro de dragão. Eu faria os escritos com o metal ainda quente. Poderia mandar fazer tudo no meu maquinário, mas coisas assim, especiais, precisam da alma de um ferreiro para serem feitas, não uma máquina sem emoção. Também peguei minhas lixas, até a mais fina, para dar acabamento. Preparei meus líquidos de limpeza, fixação. Minhas ferramentas de acabamento e polimento. Além de uma resina especial antitérmica, que seria necessário.

Passado duas horas, o titânio finalmente borbulhava lentamente no caldeirão, indicando o ponto certo. Despejei o metal nos moldes, e coloquei numa morsa adaptada, apertando os mesmos numa pressão certa, para fixar e deixar o metal frio bem coeso e firme. Ativei o sistema de ventilação para agilizar o resfriamento do mesmo. 60 minutos depois, desenformei os círculos prateados, opacos e duros de titânio.

Eles estavam um pouco fora do formato planejado, mas era o esperado. Liguei meus maçaricos e peguei o menor com a pinça. Deixei-o no fogo até ficar laranja, o coloquei na bigorna e comecei a martelar com força, achatando e dando a forma final do mesmo. Depois de 3 esquentadas e muitas marteladas, ele estava pronto. O processo foi repetido no outro. Tal trabalho durou cerca de duas horas. Esquentei os dois novamente, e os joguei no líquido de limpeza, vendo uma grossa nuvem de vapor saindo

Me sentei no meu sofá e peguei um copo cheio de hidromel, precisava descansar, e aproveitaria o tempo de reação da limpeza. Deixei meus ombros relaxar e minha garganta se hidratar novamente, por 1 hora e meia.

Tirei os anéis com um pinça, afinal aquele líquido era um ácido muito forte, e os coloquei na bancada. Eles estavam mais prateados, sem dúvida. O trabalho seguinte era fazer as inscrições pedidas. Coloquei minhas luvas de couro de dragão e aqueci o primeiro anel, que seria o de Luna. Com o metal incandescente, comecei a escrever o que foi pedido, atravessando toda a largura do anel, “vazando” o mesmo com flores e a onomatopeia de sono “ZZZ”, no centro eu escrevi “I & L”, um pouco maior que o resto. No outro anel e fiz a mesma coisa.

Quando eles esfriaram, eu lixei todos as escritas, deixando tudo milimetricamente perfeito. O próximo passo seria o polimento, coisa que logo comecei com minha pedra abrasiva grossa e lixa 200, aparando qualquer imperfeição, antes de começar a polir de fato. Liguei meu esmeril fino, e comecei a passar um anel por vez nele, dando o brilho necessário e magnífico ao metal. Essa etapa ficaria só por isso, por enquanto.

Eu teria que preparar os anéis para desempenhar seu papel. Coloquei um enchimento de gesso, nas escrituras, para proteger o local, e mergulhei-os na resina antitérmica. Lá eles ficariam até quando o processo de fundição da liga terminasse. Essa resina protegerá e isolará o calor gerado, na emissão do pulso, do metal. Não causando, assim, desconforto ou ferimentos aos portadores. Outra vantagem é que a liga são preencheria as ranhuras, não todo o anel. A desvantagem é que escurecerá o metal.

Deixei tudo arrumado e seguro e me dirigi para meu quartinho, para dormir um pouco.

                            -x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-


Voltei a forja um dia e meio depois, estava quase na hora de finalizar a LEPE e os anéis.

A primeira coisa que eu fiz foi tirar os mesmos da resina, e como já era previsto, o metal que era prateado, encontrava-se negro, porém com um certo brilho ainda. Fiz uma lavagem rápida, para tirar o excesso e o gesso. Já comecei a trabalhar com meus pós de abrasão e lixas finas para lustrar, deixando um brilho magnífico naqueles círculos negros.

Agora era só finalizar a liga. Me aproximei da minha cama de tensão e vi o metal borbulhando com um brilho prata um pouco opaco, que se mexia em forma de ondas de acordo com a força magnética. Esse era o sinal que estava tudo perfeitamente misturado e coeso. O último passo era força e energizar ao máximo a liga. Aumentei a tensão e o magnetismo no máximo, e aos poucos o metal foi formando uma poça concentrada no centro, emitindo uma pequena luminosidade. Nesse momento, meu medidor de radiação apitou, indicando que estava no ponto.

Desliguei tudo rapidamente e peguei dois potes pequenos, enchendo com a liga e colocando os anéis dentro. Desse jeito tudo seria preenchido. Meia hora depois, já estava sólido o suficiente para não sair mais das ranhuras, então tirei-os dos potes e coloquei sob meu sistema de esfriamento. Era certo que somente os buracos estavam preenchidos, e nenhuma outra parte dos círculos tinha um grama de LEPE.

Com tudo devidamente duro, comecei a tirar os excessos e lixar tudo, deixando o anel da maneira mais uniforme possível, tanto interna quanto externamente. Mais uma sessão de polimento foi dado e pronto, os anéis estavam finalizados e brilhando.

- O da Luna será Flor de Cristal, e o do Isaac será Soneca! Agora só falta a última parte do sistema!

Fui até a bancada onde tinha deixado meus eletrônicos. Todo o sistema já estava introduzido nos dispositivos, e estavam em pleno funcionamento. Coloquei cada mecanismo em um anel, os grudando nos mesmos com uma cola especial. Tudo foi devidamente posicionado e com alguns pinos condutores em contato direto com a LEPE. Para finalizar, coloquei mais uma camada de nanofibra, para proteger o sistema. Eu precisava me preocupar com os anéis não entrarem por causa disso. O dispositivo de SMC e SESC tinha cerca de 2 mm somente, e eu tinha feito o calculo do tamanho do anel levando em consideração tudo isso.

Guardei minhas ferramentas e tudo que tinha sobrado. Os anéis estavam numa caixa de veludo.
E assim, as Alianças LuSak estavam prontas.

Flor de Cristal:
• Flor de Cristal [Um anel negro com inscrições prateadas. Largura média e vistoso, nas laterais desenhos de rosas e "zzz" são intercalados em todo o perímetro. No centro do anel, na parte exposta, as iniciais "I & L" são gravados em letras cursivas. Pertence a Luna Minn | Mecanismo 1: Liga de Emissão de Sinal de Emergência(LEPE) é uma liga a base de prata e Césio, que quando aquecida emite um Pulso Radioativo, que pode ser captado pela mesma liga ou um aparelho de leitura de radioatividade; alcance do pulso de 150 metros // Mecanismo 2: Mecanismo de Pulso de Emergência(MPE). O Mecanismo é programado para liberar uma descarga elétrica de 12 volts diretamente na LEPE toda vez que o batimento do portador chegar a 30 batimentos por minuto, liberando um Pulso por Minuto| Titânio com liga de prata | Sem espaço para gemas | Beta | Status: 100% |Comum | Forjado por Beorn Jarbeorn] ]

Soneca:
• Soneca [Um anel negro com inscrições prateadas. grosso e vistoso , nas laterais desenhos de rosas e "zzz" são intercalados em todo o perímetro. No centro do anel, na parte exposta, as iniciais "I & L" são gravados em letras cursivas. Pertence a Isaac Dähl Bouwknech | Mecanismo 1: Liga de Emissão de Sinal de Emergência(LEPE) é uma liga a base de prata e Césio, que quando aquecida emite um Pulso Radioativo, que pode ser captado pela mesma liga ou um aparelho de leitura de radioatividade; alcance do pulso de 150 metros // Mecanismo 2: Mecanismo de Pulso de Emergência(MPE). O Mecanismo é programado para liberar uma descarga elétrica de 12 volts diretamente na LEPE toda vez que o batimento do portador chegar a 30 batimentos por minuto, liberando um Pulso por Minuto| Titânio com liga de prata | Sem espaço para gemas | Beta | Status: 100% |Comum | Forjado por Beorn Jarbeorn]


thanks, ♛ and ▲



Poderes Utilizados:

Poderes Passivos:


Nível 3
Nome do poder: Tecnopatia
Descrição: É a capacidade de se comunicar e entender qualquer tipo de mecanismo, ou seja, filhos de Hefesto/Vulcano, podem se comunicar e entender as maquinas.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum

Nível 5
Nome do poder: Programar
Descrição: Além de criar os mecanismos você sabe bem como programa-los para que ajam de acordo com o planejado. Vale para autômatos, armadilhas com tempo de ativação e etc, conhecendo inclusive diversos softwares e sua linguagem.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Isso permite criar mecanismos mais fortes e mais elaborados. Autômatos feitos pelos filhos de Hefesto/Vulcano, tem uma média de falha menor.
Dano: Nenhum

Nível 6
Nome do poder: Forjador II
Descrição: Sua habilidade está melhorando, e conforme a pratica você está adquirindo uma perfeição. Aprendeu a modelar outros tipos de material, como prata e ouro, podendo molda-las e transforma-las como bem entender. Agora, além de ter aprendido a fabricar armas, também poderá encaixar gemas de poder nelas sem necessidade de remodelar/reforjar as armas. Isso acontece de forma natural, e funciona como magia, em suas mãos, a gema pode simplesmente se engatar a arma – se esse for seu desejo – basta um toque, e você conseguira encaixa-la mesmo sem ter reforjado a arma, e a deixara tão resistente quanto.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +15% de resistência e +10% de força em armas fabricadas pelo semideus. Além disso, as gemas nas mãos dos filhos de Hefesto não precisam ser reforjadas, ele encaixa sem precisar modelar a arma, e a deixa tão perfeita quanto. É algo extremamente natural.
Dano: +10% de dano as armas fabricadas pelo semideus de Vulcano/Hefesto.


Poderes Ativos:


Nível 2
Nome do poder: Controle do Fogo I
Descrição: O semideus filho de Hefesto pode controlar uma pequena quantidade de fogo. Isso quer dizer que ele pode move-lo, aumentar as chamas – pequena quantidade – ou algo semelhante, mas não o cria. Filhos de Hefesto/Vulcano com poderes para criar fogo são raros, a maioria apenas consegue fazer algo semelhante a isso. Nesse nível, o controle se resume a uma tocha de tamanho médio, ou o fogo baixo de uma lareira.
Gasto de Mp: -15 MP
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum
Extra: Nenhum


Link da Compra:


As vezes não existe nada pior que uma lua flamejante.

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Re: Forja Urso de Ferro

Mensagem por Thanatos em Sab Nov 11, 2017 5:10 pm

Boa tarde, Beorn. Serei o avaliador da sua forja e procurarei ser o mais breve possível em meus critérios, sim?

Filho, eu gosto muito da sua narrativa e desenvolvimento com suas forjas e criação de itens. É notável que você tem um talento e tanto para isso, meu rapaz! Você por acaso faz ou fez algum curso envolvendo esses conhecimentos? Outro comentário que gostaria de dizer dizer é que me perdi em alguns dos termos utilizados durante sua narrativa - nada que atrapalhe a evolução e andamento das suas ações, viste? São nomenclaturas estranhas para mim mas seu texto é bem explicado e não me deixa perder as informações.

Como um professor de gramática, seu texto tem erros bobos e repetitivos - literalmente, as vírgulas estão em excesso, meu rapaz. Atenha-se a isso mas não se preocupe bastante, você fez um bom trabalho e não precisa tomar isso como algo preocupante. Vamos a sia pontuação?

Critérios de avaliação:
Os filhos de Vulcano/Hefesto ganham xp pelos itens criados:
Item comum: 100 a 1.500 de XP (podendo ser acrescentado um bônus de até 800 xp no post de acordo com o desenvolvimento e escrita do personagem)
Item épico: 600 a 2000 de XP. (Bônus funciona igual.)
Item Lendário: 1000 a 2500 de XP.(Bônus funciona igual.)

Bônus de criação do item: 500 XP

Sua avaliação filho, por conta de seus erros de português, você receberá 1.200 XP + seus 500 de XP por conta da criação do item, tudo bem? Todos os valores bases estão no tópico de funcionamento das forjas, caso tenha dúvidas.

Total: 1.700 de XP e 2.000 dracmas.

Bom trabalho, rapaz.
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Thanatos
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Re: Forja Urso de Ferro

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