The Blood of Olympus
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CCFY ~ Fuck you 007, WE ARE ROMANS!!!

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CCFY ~ Fuck you 007, WE ARE ROMANS!!!

Mensagem por Gerrard E. D'oppard em Qua Jun 14, 2017 8:25 pm

Are you afraid of  DEATH?!
Alright! Let's get into our enemy base! And when i say "enemy"...i mean NYX!!!!




With: Evie Farrier / Disneyworld/ (Parte 1).




Era mais um dia irritante o suficiente para que este saísse da cama. Os dois após o aniversário de Gerrard já havia passado, logo sua namorada não estava mais o fazendo companhia o que era algo realmente triste.  Caminhou calmamente até o banheiro para tomar um breve banho e fazer todas as suas tarefas.

Não fora bem como imaginara, após o banho este sentiu preguiça de ir treinar e fugiu para o alojamento onde podia praticar sua dança sem ser perturbado.

Estava trajando uma calça negra de ginástica que facilitava movimentos, um tênis que não tinha muita aderência ao chão de coloração branca com detalhes em verde, sem camisa e com um boné branco.  Iniciou a dançar uma coreografia que ele acabara de assistir em seu smartphone, este fazia a de um homem que trajava um boné branco no determinado grupo.  No fim desta achando que estava sozinho naquilo tudo fora surpreendido por uma voz bastante familiar. — LINDO! GOSTOSO! – Foram as palavras proferidas pela garota que sorrateiramente o vigiava. Gerrard Sorriu coçando a cabeça reconhecendo a silhueta a distância, era Evie, sua querida amiga pretora. Com agilidade ele subiu pelas escadas indo em rumo a sua colega dando um abraço apertando nesta e a girando no ar. Quando pois ela no chão, levantou seu braço esquerdo a girando ali e observou seu corpo e disse de forma travessa. — Pelo visto não sou o único gostoso aqui, minha cara.  Se eu não tivesse em um lance, te dava uns pegas. –  Riu em seguida e tratou de mostrar sua aliança de ouro em seu dedo anelar direito.

Depois da empolgação da filha de Nox em receber a notícia óbvia do início de um longo namoro, este questionou a ela levando o indicador ao próprio queixo.  — Bom... Eu sei que não veio aqui só para me ver dançar, tampouco me cortejar. O que lhe aflige minha pequena? – Questionou este, repousando suas irises esmeraldas nos olhos da garota esperando uma resposta convincente.

Ver a sua amiga novamente em seu estado de surpresa dessa vez pelo acessório em seu dedo e que o fez soltar uma pequena gargalhada, não contendo um abraço apertado e logo ouvindo a garota falar. — Deuses, Ger! Isso é uma ótima novidade! Estou feliz por você e terá de me contar depois. – Exclamou a pequena, porém como a animação e a felicidade estavam bastante imponentes no local tivera de ter um fim da mesma maneira que apareceu, rápido.

E era como este já imaginava, a sua pequena amiga realmente tinha um problema o clima já havia alertado sobre isso, cruzou seus braços na altura do tronco esperando que ela iniciasse a fala, e tomando a postura como um bom ceifador. Levou suas irises esmeraldas as azuladas da pretora vendo a tomar postura e logo suspirar profundamente, esse era o jeito que ele queria que ela tomasse — Pensou certo... eu vim para convocá-lo a uma missão A visão do rapaz seguia a garota que pelo visto começara a ter uma crise de nervoso, andando de um lado para o outro. Pensando em como falar algo? Provavelmente, mas ela esqueceu que seu colega de missão tinha um lado tão frio que não se abalaria facilmente?  Foi quando ela começou a falar ainda em estado de nervosismo. — Você sabe que desde que Nox fez sua cartada os Acampamentos estão desconfiados de um grande confronto está para acontecer. – Esta parou de andar, cruzando os braços também e prosseguindo após respirar. — Mas eu posso colocar a minha mão no fogo grego de que esse período de “calmaria” é apenas preparação para uma verdadeira guerra. Eu e Rebecka montamos grupos de inteligência e finalmente obtivemos alguns resultados. Há uma atividade estranha acontecendo em um local específico, secretamente, iremos lá investigar isso. E quando coloco o verbo no plural isso significa que nós estamos indo. Eu e você. – O sorriso da garota já havia matado ele ali, mas não pode esconder seu lado surpreso. Nunca ninguém havia o chamado para missões de tamanha importância, o que fez o príncipe das marés ficar devidamente excitado com tudo aquilo deixando transparecer com um breve sorriso e voltou a escutá-la — Perigoso. Ultrasecreto. Missão de infiltração, pesquisa e depois sair correndo. Acho que consegui resumir tudo.

A sua reação era transparente, apesar de querer esconder a empolgação e não conseguir. Trabalhar lado a lado com a pretora era tudo que ele poderia pedir, já queria mostrar para todos aqueles que o xingavam por ser um incompetente e um preguiçoso inútil que ele seria a grande muralha de Roma.  Ser a gárgula indomável e impiedoso com aqueles que devem á justiça. Por algum motivo viu um sorriso largo no rosto da morena que logo o desfazia lentamente voltando a tomar postura e dizendo.  — Sairemos em uma hora, me espere na frente do túnel Caldecott. Estarei com nosso equipamento de espionagem e tudo o mais. Leve o que achar necessário e se sentir confortável, ok? Se alguém perguntar, lembre-se de responder que é uma missão de resgate no Texas apenas.

Ela fez uma breve despedida cordial e retirou-se indo provavelmente preparar-se. Ajeitou o que tinha que ajeitar ali naquele recinto para caso alguém ache que ele estava ali não ter vestígios de ter sido aberto ou mesmo se quer usado para uma reunião de tamanha importância. Logo caminhou a passos largos ao seu dormitório para tomar uma ducha e preparar-se.

[...]

Voltou para o quarto com uma toalha envolta a cintura. Lá deixou que caísse, abrindo o guarda-roupa de forma rápida começando a se vestir. No fim vestindo uma camisa azul marinho de meia manga um pouco colada ao corpo, uma calça jeans negra e um All-Star também negro. Pois seu bracelete de prata em seu antebraço esquerdo, um pouco acima de seu rolex. Vestiu uma couraça de ferro específica que protegeria todo o seu tronco. Colocou a caneta-tridente em seu bolso direito, alçou o cantil o deixando nas suas costas um pouco acima da cintura e finalizou por vestir sua capa negra, cobrindo todo o corpo do jovem a não ser seus olhos e cabelo.

Estava preparado para sair, abriu a janela do seu quarto assobiando fortemente chamando seu fiel amigo Vaporeon e disparou em ímpeto até a entrada da Coorte II acenando para o animal alado que logo abaixa a altitude o suficiente para que Gerrar salta-se agarrando-se na crina branca do equino e ajeitasse em seu corpo  — Como vai, amigão? Quanto tempo não é meu garoto? Vejo que está mais forte e com mais músculos, andaram te treinando aqui nos estábulos do acampamento, não é?  Enfim. Me leve para o túnel Caldecott, sabe onde é não é meu querido? – O pégaso o observou como se não precisasse responder e relinchou em felicidade por estar viajando com seu companheiro uma vez mais.

O tempo se passou até que chegaram, Gerrard deitou no corpo do Pégaso que estava de pé esticando as asas dentro do túnel e o ceifador ficava refletindo sobre a missão. Se ele bem se lembrava, a pessoa que o senado menos confiava por ser filha justamente da Deusa que está causando todo esse estrago, é a própria Evie. A pressão que ela devia estar sofrendo devia ser sobre-humana. Todos desconfiando de sua lealdade, todos renegando até mesmo a sua existência sendo que era uma menina de caráter inigualável e uma ótima amiga de fato, uma das melhores que tem nesta vida. Ele precisava fazer algo em relação a isso, só não sabia o quê.

Talvez as respostas estavam começando a emergir quando ele iniciou um pensamento sobre espancar um dos centuriões que vivem atacando a pretora com palavras ofensivas sobre sua progenitora mas, aquilo sumiu quando ouviu um ronco motorizado, quando abrira levemente os olhos a garota já estava ao seu lado. Sorriu de forma meiga para ela e saltou do pégaso segurando o capacete e sem que ela conseguisse reagir a puxou pela cintura contra o seu corpo a dando um abraço apertado e dizendo. — Você ainda não respondeu a pergunta sobre o que lhe afligia. Mas, já tenho uma ideia do que seja. Saiba de uma coisa, independente de você ser filha de Nox, você é Evie Farrier. Você é a pretora regente deste acampamento, você sem dúvidas tem a capacidade de ser a melhor legionária que este lugar já teve, e aquele que eu pegar falando mal de sua pessoa deixarei em coma e sangrando perto do nosso querido escorpião.  Amo você, minha pequena. Eu estava até propondo em te adotar como minha irmã caçula, mas como bem sabe não sou o legionário mais bem reconhecido, todos os Centuriões me encaram de forma degradante pelas minhas atitudes. Creio que seria melhor que eu estivesse morto a estar aqui. E se fosse minha irmã caçula iria manchar sua reputação, compreende? Só saiba que estarei aqui quando você precisar, capiche? – Usou do seu sotaque, porém, antes que pudesse se sentar na moto ele acabara vendo que a garota respirava em um ritmo fora do normal, e o mirava com o cenho franzido e uma expressão um tanto quanto brava. — Ninguém aqui é perfeito Gerrard. Todos nós temos atitudes erradas e corretas, como reagimos depois de uma ação também é fundamental. Até mesmo eu já errei em minha trajetória. – O argumento que a sua irmã havia utilizado acabara atingindo o peito do Gerrard, ele sentira que ao invés de estar ajudando-a a complicou nesse quesito, fazendo com que ele sentasse na garupa da moto um tanto pensativo. — Não se preocupe em manchar minha reputação, minha própria mãe já fez isso. Você é alguém muito próximo de mim Gear, eu fico na verdade muito feliz de saber que o sentimento é recíproco. Agora vamos que temos de chegar a tempo para que cumpra a sua parte na missão. Segure-se firme!

Ouviu as palavras da pretora e finalizou acariciando uma última vez o focinho de Vaporeon pedindo que voltasse para o alojamento.  O equino alado cheirou a face de seu mestre e de Evie uma vez e a olhou como se pedisse proteção de seu dono, reconhecendo que ela era a mais forte entre os dois e galopou para o início do recinto batendo as asas fortemente e alçando voo de volta ao acampamento. Utilizou de três dedos, dando um "tapa" perto do joelho da garota como quem diria "vamos?" e esperou pela atitude da mulher, prendendo as partes inferiores das suas coxas nas posteriores na dela, e segurando firmemente nas alças traseiras da moto imaginando que aquilo tinha uma potência absurda.

[...]

Se ele pudesse controlar as próprias expressões involuntárias que sua face fazia, ele o faria sem pensar duas vezes. Ele via a maneira que Evie tinha de virar seu corpo para fitar o ceifador com os olhos brilhando, como se fosse uma criança indo a um parque de diversões. Aquela fora a primeira experiência de Gerrard em um local tão populoso, aquilo para um jovem que morou boa parte de sua vida em um palácio submarino e depois trancafiado em um acampamento militar, era um Olimpo, se fosse comparar.  Havia diversas pessoas fantasiadas comprimento a tudo e todos, havia vários castelos que alguns diziam ser do seriado de “Harry Potter”, na entrada pode ver certa construção, com uma frase em um letreiro em um gramado “Let the Memories Begin!”.

Era um lugar realmente magnífico, e ele devia manter-se concentrado para não perder-se no sentimentalismo do mundo humano e ter o foco em sua missão de espionagem. Mesmo assim sua face ainda virava-se para a pretora como uma criança fazendo milhões de questões e esperando resposta imediata para todas elas.  Enquanto os olhos de Gerrard viajavam por aquele universo novo e que ele estava prestes a conhecer muito próximo de si, o timbre de voz da garota a sua frente começou a ecoar nos seus tímpanos, fazendo com que sua atenção voltasse a ela.

— Se você parar para pensar é até brilhante. O público que vem a Disney é basicamente infanto-juvenil, a idade em que os poderes dos semideuses estão começando a aflorar. O mundo de fantasia permite que coisas esquisitas se tornem normais, fazendo com que um monstro possa passar até mesmo sem a névoa auxiliando. O movimento constante mesclaria os cheiros. O disfarce das fantasias e dos castelos... É um fucking esconderijo, eu tenho certeza disso. Crianças começaram a desaparecer aos redores, a polícia local não consegue relacionar ao parque porque a névoa cobre todos os rastros monstruosos. Mas tudo indica que algo está sendo feito lá dentro. Sua missão é de pesquisar durante o dia e se infiltrar durante a noite, de preferência de madrugada. –  Enquanto ele tentava assimilar tudo aquilo, sentira que uma mochila de couro fora jogada contra seu corpo, ouvindo o resto da fala de sua irmã do meio.   —Itens de espionagem estão ai dentro, tentei reunir as coisas mais úteis, use com sabedoria. Também há um pequeno item de alarme, o pressione apenas se precisar de reforço. Os tickets de entrada estão no bolso da frente. Estarei por perto para ser a cavalaria se for necessário. Tome cuidado Gear, o Mickey Mouse sempre pode ser um assassino no fim das contas e o Pluto um cão infernal...

A postura do ceifador finalmente veio a tona, mostrando um semblante sério, removendo sua capa para que pudesse parecer mais um turista, a medida que guardava o manto negro dentro da mochila observando os equipamentos de espionagem, ele falava pondo a alça no ombro direito. — Compreendo, farei o melhor em questão dessa invasão, poderá contar comigo. Em relação a esse parque temático, suspeito que alguns homens e mulheres aqui podem não demonstrar quem realmente são. Ficarei de olho a qualquer brecha dessas, avisarei caso precise de ajuda. – O filho de Netuno deu uma pausa breve para respirar e assim prosseguir. — Já estive uma vez em uma missão de espionagem em relação a Nyx... Fora uma missão onde liderei um grupo de ceifadores no submundo, mais precisamente no labirinto de Dédalos. – Outra pausa fora feita pelo homem, para que ela absorvesse a informação para assim prosseguir. — Creio que você não deva saber, mas, aqueles encontros misteriosos em relação aos mortos voltarem a vida, aquilo fora obra de Nyx. Ela conseguiu por algum método, um portal escondido nesse labirinto ligando o mundo dos vivos ao dos mortos, fora algo bastante engenhoso e bem secreto. Pergunto-me o que os deuses fizeram em relação a ele... –  O rapaz finalizou fazendo uma expressão pensativa, observando a face de Evie um tanto quanto surpresa , ambos tocaram os punhos cerrados, enquanto Gerrard infiltrava na multidão, atento a sua volta, não queria ser pego de surpresa e sequer decepcionar a Pretora. Aquela era sua segunda missão de infiltração e gostaria de fazer como a primeira, silencioso, preciso e sem falhas, esse era o seu principal objetivo!

Equipamentos:

*• The Sea: Tridente de um metro e setenta centímetros de comprimento feito de um metal com uma coloração esverdeada (no escuro brilha levemente iluminando ao redor). Quando outra pessoa segura à arma, a mesma torna-se extremamente pesada. Quando entra em contato com a água, a arma toma uma consistência gelatinosa, sendo assim possível triplicar seu tamanho durante um ataque. Quando a arma aumenta o tamanho torna-se sólida. As pontas nunca perdem o fio. Quando não utilizada toma a forma de uma caneta tinteiro verde. Sempre retorna ao dono.

*Capa Negra: Uma capa desfiada que cobre completamente o corpo do ceifador, escondendo sua identidade e tem a resistência de uma armadura. Protege em 40% dos ataques desferidos, não é possível outra pessoa retira-la apenas o ceifador pode.

• Ocean Wall: Um escudo cinza feito brutalmente de Vibranium, tendo suas bordas confeccionadas por Arambarium, quando não está em combate torna-se um bracelete no antebraço esquerdo do semideus portador. Sua aparência de combate é um escudo que mostra já ter sido utilizado em muitos combates e sofrido danos quase nulos. As pedras mágicas são localizadas no centro do escudo na área do losango vazado, e os outros atrás do escudo perto da área da guarda. Suas medidas são, um metro e cinqüenta centímetros de comprimento, sessenta centímetros de largura e três centímetros de espessura, mas, bastante leve por se tratar de um minério não tão pesado, porém diminuindo bastante a mobilidade daquele que o detém em combate. Os efeitos do material são a absorção de 100% do dano causado por armas, ou golpes (ressaltando que não anula danos de impacto e colisão. Fora golpes mágicos ou rajadas.), e o aumento em 25% de qualquer magia que o escudo possa vir a obter. (Seja por gemas ou não.) | Vibranium e Arambarium | Resistência: Super Alfa | Status: 100%, Sem danos. |Comum - Mágico | Nível mínimo para manejo: 10| [Forjado por Andrew J. Parker]

• Cantil de Água [Um cantil de metal estilo militar, suportando 1,5l de água. Ele foi encantado com três runas para obter um resultado mágico. | Efeito: Graças as runas Kenaz, Eihwaz e Sowelo seladas magicamente em seu metal, o cantil nunca estará vazio. Ou seja, a água contida ali dentro será sempre renovada ao se esgotar. Ela começa a se regenerar quando atinge 1/3 do cantil, passando a preenche-lo com o líquido novamente. | Alumínio | Resistência: Sigma | Sem espaço para gemas | Status: 100%, sem danos | Encantado por Evie Farrier, presente dado por Kyra]

The Water Rose Ring [ Aliança em ouro branco detalhada com topázio. A aliança feminina é decorada com um topázio rosa em formato de coração, e a masculina em topázio azul, também com um sutil formato de coração. Na parte interna da aliança de Elena, está gravado "I will always be in your shadow", e na de Gerrard diz "Já era amor antes de ser". | Ligação de Mentes: Faz com que os possuidores do anel criem uma ligação mental, e se comuniquem por pensamentos, sendo capazes de entender um ao outro perfeitamente. | Retorno: Magia de retorno para o anel, caso perca o objeto ele retorna para o bolso do dono depois de alguns segundos. | Ouro Branco | Elena e Gerrard ]

Duplicador:

• Play Play – Play é a sua jogabilidade e sorte melhorada, toda postagem executada por seu personagem nos próximos 7 dias (uma semana) terá XP dobrado. (18/06/2017).




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Re: CCFY ~ Fuck you 007, WE ARE ROMANS!!!

Mensagem por Evie Farrier em Qui Jun 15, 2017 1:53 pm




Operação Bond
Let's dance all night


O clima estava tenso no escritório da pretoria. Eu podia sentir os olhos castanhos de Rebecka cravados em minhas costas enquanto organizava alguns papeis espalhados sobre minha mesa. Não era um clima pesado por desentendimento ou desavenças com a filha de Baco. Era o clima que antecipava uma missão importante. Grandiosa o suficiente para ser classificada como confidencial. Era o olhar preocupado da jovem romana que acompanhava meus movimentos, gritando palavras em meu ouvido mesmo que sua boca estivesse fechada.

-Sua positividade tá encantadora hoje – comentei em um tom suave, terminando de colocar as passagens dentro de um envelope.

-Você não deveria ter aceitado – ela acusou pela centésima vez - É perigoso para os dois!

-Sou uma semideusa legionária como qualquer outro aqui, Becka. Não é porque estou em um cargo político que eu vou me esconder na politicagem – fechei a minha mochila assim que terminei de colocar o envelope ali, a ajeitando logo depois em meu ombro esquerdo – Vai estar tudo bem. Eu sempre volto e dessa vez só vou levá-lo até a missão. Confio nele o suficiente para descobrir o que precisamos.

Becka cruzou os braços e permaneceu encarando-me com o cenho franzido. Eu não a culpava, apesar de que sua preocupação estava começando a abalar um pouco toda a confiança que eu tinha erguido ao redor de mim. Aproximei da outra pretora, tocando seu ombro de uma maneira acolhedora e tenra.

-Não coloque o acampamento abaixo enquanto eu estiver fora. Mande uma equipe de busca se o garoto não retornar em três dias.

-Se vocês não retornarem, Farrier!

Dei de ombros como se esse detalhe não fosse tão importante. Duvidava que os senadores e políticos fossem gastar verbas para irem atrás de uma filha de Nox. Apesar deles terem aceitado rapidamente a minha candidatura para a missão secreta de alto risco.

Mais cedo, logo nas primeiras horas daquela manhã, havia acontecido uma reunião com os membros da Inteligência Romana. Não era bem um grupo formal e com um nome próprio, eu apenas os chamava assim por ser um encontro mensal das mentes mais brilhantes do Acampamento Romano. Desde que Nox havia atacado os acampamentos, aqueles encontros que eram antes facultativos passaram a ser obrigatórios. Agora, depois de tanto tempo, finalmente tínhamos uma boa pista a ser seguida. O problema? Eram os altos riscos que a missão oferecia por ser, nada mais nada menos, do que uma missão secreta de espionagem no lugar mais inusitado do mundo.

-Você deveria deixar-me ir com você – Becka protestou em meio a um resmungo.

-O acampamento precisa de uma de nós duas aqui – argumentei mais uma vez, ajeitando a mochila em meu ombro enquanto abria um sorriso de lado – E você sabe que eu já tenho alguém perfeito para cumprir a parte principal da missão.




Antes mesmo de adentrar o alojamento da II Coorte, eu escutava a música ressoando abafada. Abri um sorriso travesso, empurrando a porta que separava o cômodo do resto do mundo. Tive de mordiscar com força o lábio inferior, impedindo-me de produzir qualquer som que fosse denunciar a minha presença. Afinal, não era todo dia que iria ver um filho de Netuno de 1,90m de altura, dançando sem camisa e trajando uma calça de elástico preta, tênis extremamente branco e um boné de moleque na cabeça.

Gerrard era sempre surpreendente, quando eu pensava que já o tinha visto fazendo de tudo o um pouco, ali estava um momento para inovar a lista de tantos outros. Adentrei o lugar ainda de modo silencioso, observando os passos rápidos e ágeis que ele dava. Não podia deixar de admitir que ele dançava muito bem, apesar de ser engraçado a situação dele estar no meio do alojamento dançando praticamente escondido dos outros.

-Lindo! Gostosão! – exclamei assim que ele executou o último passo de dança, levando dois dedos a boca para produzir um assovio animado e forte – Pena que eu não trouxe nada para filmar.

Eu tinha um sorriso divertido nos lábios, esquecendo por alguns segundos o verdadeiro motivo de estar ali: convocar o filho de Netuno para uma missão secreta quase suicida. Oh sim, era ele a minha escolha e em minha mente, era a escolha perfeita para o que estávamos prestes a enfrentar.

Eu poderia apostar que meus olhos dobraram de tamanho ao ver a aliança no dedo de Gerrard. Estava surpresa, como não poderia estar? Eu nem ao menos tinha a informação de que ele estava vendo alguém mais a sério e agora ele estava até mesmo com uma aliança!

-Deuses Ger! Isso é uma ótima novidade! – exclamei sem conter-me – Estou feliz por você, terá de me contar depois como foi o pedido! – mas o período de animação não perdurou muito tempo, o filho de Netuno era esperto para saber que aquela não era uma visita qualquer. Soltei um longo suspiro, ordenando as informações na minha mente enquanto ajeitava a minha postura. Ali estava a pretora mais uma vez, não apenas uma amiga de coorte – Pensou certo... Eu vim para convoca-lo para uma missão.

Dei alguns passos para trás, começando a caminhar de um lado para o outro. Eu não poderia apenas obriga-lo a ir comigo. Apesar de realmente ter esse tipo de poder, eu tinha pleno conhecimento do quão perigoso era esse tipo de missão. Por isso, eu precisava explicar para o legionário e meu amigo o que ele estava aceitando.

-Você sabe que desde que Nox fez sua cartada os Acampamentos estão desconfiados de que um grande confronto está para acontecer – disse parando de andar e cruzando os braços – Mas eu posso colocar minha mão no fogo grego de que esse período de “calmaria” é apenas preparação para uma verdadeira guerra. Eu e Rebecka montamos grupos de inteligência e finalmente obtivemos alguns resultados. Há uma atividade estranha acontecendo em um lugar específico e, secretamente, iremos lá investigar isso. Infelizmente eu não poderei acompanhá-lo a todo o momento, meu rosto já se tornou conhecido como Pretora do Acampamento Júpiter e poderia acabar com o disfarce – sorri de lado, tombando a cabeça suavemente enquanto observava as reações do garoto – Perigoso. Ultrassecreto. Missão de infiltração, pesquisa e depois sair correndo. Acho que consegui resumir tudo.

E lá estava a reação positiva que eu esperava do grande garoto. Eu não precisava de alguém apenas para ter vantagem em uma luta em uma ilha. Eu precisava de alguém em quem confiar, em quem contar sem pensar duas vezes. A sensação de estar certa sobre minha escolha me fez sorrir grande antes de pigarrear e finalmente retornar a minha postura de líder dos romanos.

-Sairemos em uma hora, me espere na frente do túnel Caldecott. Estarei com o equipamento de espionagem e tudo o mais. Leve o que achar necessário e se sentir confortável, ok? Se alguém perguntar, lembre-se de responder que é uma missão de resgate no Texas apenas.

Uma última despedida e eu deixei o garoto para que ele pudesse preparar-se para a missão. Uma hora era relativamente pouco para preparar-se para uma missão como aquela, mas não tínhamos tempo a perder. Infelizmente, poderia haver um espião no acampamento romano, como já havia acontecido tantas outras vezes nos últimos embates olimpianos. Precisávamos agir antes que qualquer informação vazasse e desse tempo para o inimigo se reorganizar.






O ronco do motor da moto podia ser escutado de longe. Era impossível não atrair olhares de alguns jovens legionários enquanto pilotava a Destruidora. O nome que eu não havia escolhido, mas não poderia ter outro melhor para substitui-lo. Era no modelo Yamaha VMAX personalizado, um monstro de metal com poderes mágicos. Eu não podia mentir e dizer que não estava animada em usá-la pela primeira vez em uma missão. Oh merda, eu estava extremamente animada.

Como combinado, avistei Gerrard na entrada do túnel. Acelerei até o corpo grande do garoto, parando a moto ao seu lado. Retirei o capacete que usava, esticando na direção dele.

-Espero que goste de velocidade – foi o comentário que fiz enquanto aguardava ele aceitar o capacete – Use-o, a moto vai me proteger de qualquer maneira.

Para aquela missão, usaríamos a moto para chegar até o ponto mais próximo do objetivo. Em minhas costas havia uma mochila pronta com o equipamento de espionagem, feitos especialmente por filhos de Vulcano. Além de alguns outros itens que eu tinha e que eu considerei serem úteis para a missão. Fora isso, trajava calças jeans, coturnos, uma blusa branca e uma jaqueta escura. Em meus dedos, haviam vários anéis que davam uma aparência ainda mais “badass”, mas que não eram apenas simples acessórios, eram meus itens bélicos. Escondido na altura de meu tornozelo estava a minha kunai de bronze celestial. Em minha cintura, preso a uma bainha, a minha espada Supremacy.

Esperei Gerrard montar na moto, mordendo o lábio inferior para conter o riso. Era uma cena relativamente engraçada, já que eu com meus 1,65m estava pilotando a moto, enquanto ele com seus 1,90m estava atrás. Definitivamente, era uma cena e tanto, mas era o nosso meio de viagem mais rápido e relativamente seguro. Mas antes de fazê-lo, o garoto presenteou-me com um discurso que me fez arfar, franzir o cenho e depois ter uma expressão um tanto brava ao fitá-lo.

-Ninguém aqui é perfeito, Gerrard. Todos nós temos atitudes erradas e corretas, como reagimos depois de uma ação também é fundamental. Até mesmo eu já errei em minha trajetória - argumentei e soltei um longo suspiro, mesmo falando de maneria mais natural possível, ainda doía um pouco admitir em voz alta - Não se preocupe em manchar minha reputação, minha própria mãe já fez isso. Você é alguém muito próximo de mim Gear, eu fico na verdade muito feliz de saber que o sentimento é recíproco. Agora vamos que temos de chegar a tempo para que cumpra a sua parte na missão. Segure-se firme!

O garoto finalmente estava na garupa, despediu-se de seu belo mascote e a aventura de fato começou!




Eu tive de virar todo o meu corpo para observar de perto a reação de Gerrard ao ver onde nós estávamos. Viajar com a Destruidora, nome que Pandora abençoou o veículo, era terrivelmente mais rápido do que qualquer outro meio comum. Pela manhã deixávamos São Francisco, para no início da tarde já estarmos em um dos pontos mais famosos de todo o mundo: Disney World. Foi impossível não conter o riso com as caras e bocas que o filho de Netuno fazia, seu olhar inquisidor fazia mil perguntas em minha direção.

-Se você parar para pensar é até brilhante. O público que vem a Disney é basicamente infanto-juvenil, a idade em que os poderes dos semideuses estão começando a aflorar. O mundo de fantasia permite que coisas esquisitas se tornem normais, fazendo com que um monstro possa passar até mesmo sem a névoa auxiliando. O movimento constante mesclaria os cheiros. O disfarce das fantasias e dos castelos... É um fucking esconderijo, eu tenho certeza disso. Crianças começaram a desaparecer aos redores, a polícia local não consegue relacionar ao parque porque a névoa cobre todos os rastros monstruosos. Mas tudo indica que algo está sendo feito lá dentro. Sua missão é de pesquisar durante o dia e se infiltrar durante a noite, de preferência de madrugada - retirei a minha mochila e joguei na direção do garoto - Itens de espionagem estão ai dentro, tentei reunir as coisas mais úteis, use com sabedoria. Também há um pequeno item de alarme, o pressione apenas se precisar de reforço. Os tickets de entrada estão no bolso da frente. Estarei por perto para ser a cavalaria se for necessário. Tome cuidado Gear, o Mickey Mouse sempre pode ser um assassino no fim das contas e o Pluto um cão infernal...

Foi impossível manter-me séria enquanto fazia a piada no final de minha frase. Esperei que o rapaz tirasse todas as dúvidas para colocar o capacete e deixá-lo na porta do mais famoso parque temático do mundo. Assim como também escutei as informações importantes que ele tinha para passar, apesar de fazer algumas pequenas caretas só de imaginar como informar aquilo. Eu permaneceria no centro da cidade, aproveitando para rondar o local e descobrir sobre as atividades esquisitas que estavam acontecendo por ali, ou se isso havia sido apenas mais um exagero de um dos senadores paranoicos.


Obs: tenho o play plus.
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Re: CCFY ~ Fuck you 007, WE ARE ROMANS!!!

Mensagem por Zeus em Sab Jun 17, 2017 12:02 pm

Avaliado
Gerrard: 500 XP x2 = 1.000 + 500 Dracmas
Evie: 600 XP x3 =1.800 + 600 Dracmas
Comentário:
Bom primeiramente vamos ao porquê de minha nota ter sido tão baixa, é simples, para mim, lendo essa postagem, está claro que não passa de uma introdução de fatos e uma interação simples, e acredito que fui até generoso. Não vejo a missão desenvolvida, logo, não tenho como recompensar nenhum dos dois de outra forma que não está. Gerrard, sua ortografia melhorou bastante, contudo, ainda vejo erros significativos que me levam a descontar pontos de você sempre que leio seus textos, um exemplo disso é a palavra pois usada no lugar de pôs (referente a palavra por, de colocar alguém no chão, ou alguma coisa em algum lugar). Você tem excesso de palavras e ações repetitivas e isso acaba ficando muito cansativo para quem lê suas historias. Eu achei esse texto, de ambos, extremamente cansativo. Vocês estão postando em conjunto, não existe necessidade de copiar e colar as falas um do outro em seu próprio texto, eu leria os dois textos de qualquer maneira, e pegaria o sentido, para mim, vendo como narrador, isso é apenas uma maneira de deixar o texto maior e mais cansativo. Eu entendo que isso vai da escrita pessoal e individual de cada um, mas para o avaliador, isso só deixa o texto ainda mais pesado para ler. Estão postando em dupla, as interações de ambos devem ser contingentes e separadas, vocês são dois, não um, logo, se estão interagindo não a necessidade disso. Evie, eu acompanhei sua entrada no fórum e todo o seu desenvolvendo, sinto em dizer que nesse texto o seu desempenho caiu bastante, eu realmente esperava mais de ambas as partes. Espero que vejam minha crítica como um símbolo de melhoria e não como uma afronta pessoal, e antes de pedirem uma avaliação de missão, desenvolvam algo que não seja uma introdução de fatos, busque desenvolver mais da história antes de pedir a avaliação, assim seu texto ganhara mais pontos.

Se acreditam que minha avaliação foi injusta ou algo semelhante, peço que procurem um segundo ADM para reavaliação.


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Re: CCFY ~ Fuck you 007, WE ARE ROMANS!!!

Mensagem por Gerrard E. D'oppard em Sex Jun 30, 2017 2:04 am

Are you afraid of  DEATH?!
Alright! Let's get into our enemy base! And when i say "enemy"...i mean NYX!!!!




IN: Disneyworld (Parte 2).




Gerrard agora estava sozinho naquele parque temático. Sua companheira até aquele momento havia se retirado, indo vasculhar o centro da cidade de Orlando.

Sendo a sua primeira vez diante de uma multidão enorme, a pergunta que não se calava era “o que fazer agora?”. Aquela sensação era um pouco diferente das quais ele já tivera. Temor? Provavelmente. Nunca havia visto tamanha quantidade de pessoas em um só local, e aquilo era um tanto perturbador e invasivo. Um suspiro pesado fora dado por parte do ceifador, pondo um óculos de sol estilo aviador na face, e misturando-se a multidão analisando todo aquele novo “mundo” com calma, provavelmente teriam pessoas que não pareciam ser quem eram e seriam elas quem ele devia achar.  

Dentre sua caminhada, ele se deixou levar pelo “tráfego” das pessoas e acabara indo parar em um castelo absurdo de gigantesco, não tanto onde viveu parte de sua vida, mas definitivamente de uma altura admirável.  Pelos comentários de pessoas próximas a ele, aquele era o castelo de ‘Walt Disney’... mas quem era Walt Disney? Gerrard realmente estava muito perdido na cultura dos seres humanos. Apesar de ser metade um, ele não teve acesso a qualquer vestígio de sua cultura, não assistiu aquilo que chamam de desenhos, não praticou os esportes comuns deles, não fez nada.

A prole de Netuno resolvera se aproximar da construção, analisando-a calmamente antes de remover-se dali, pelo menos esse era o plano. De repente gritos foram ecoados por todas as partes, deixando o legionário fora de combate momentaneamente, com a visão turva. O rapaz piscou repetidas vezes os olhos e balançou a cabeça para identificar o porquê de todo aquele alvoroço, em sua opinião, desnecessário.  A gritaria era em rumo a alguns ícones, aparentemente fantasiados de personagens. Alguns havia semelhanças a camundongos, outros semelhantes a patos e aquilo definitivamente confundia ainda mais o senso do ceifador. Que tipo de criança assistiria àquilo?

Os seres acenavam gentilmente para ele e para todo aquele grupo imenso de pessoas. Se ele queria sair daquele lugar? Queria muito, mas infelizmente não podia. Enquanto todos estavam distraídos com aquelas figuras que por algum motivo desconhecido eram famosas, Gerrard avistou um homem com uma aparência já um pouco desgastada, cercado por ouro nos braços e pescoço. Não teria uma oportunidade melhor para fazer um furto rápido e, sem que ninguém percebesse. Aproximou-se do homem discretamente e, enquanto ele vigiava as crianças que corriam para abraçar os seres fantasiados, manteve a mão bastante leve assim como fazia com seus passos, na primeira brecha puxou a carteira de forma ágil e imperceptível do bolso de trás da calça social cinza dele. Pegou um total de mil e quinhentos dólares e devolveu à carteira que estava recheada de dinheiro, ele certamente não daria por falta daquela "mísera quantia". A prole de Netuno logo se afastou e se camuflou na multidão novamente, não gostava de saques, porém ele não possuía dinheiro que valesse de algo ali e precisava se alimentar não é mesmo?

A passagem das pessoas fantasiadas fora breve, graças a Thanatos, ele não estava com nenhuma paciência de aturar mais gritos ensurdecedores no pé de seu ouvido, o fazendo tontear por um motivo tão banal. O homem aproveitou o seu breve momento “silencioso” para dar uma boa observada no local. Até o presente momento nenhuma atividade suspeita fora encontrada, ou algo que o chamasse a atenção de forma espontânea. Pelo menos assim ele pensava, até avistar um esquadrão de homens com uma armadura branca, segurando uma espécie de rifle. A sua atenção logo fora voltada a uma criança que estava acompanhada de um responsável, e o pequeno gritava — Pai, pai, esses são os stormcoopers que você falou, não é?! –  Uma sonora risada pode ser ouvida da figura paterna, levando a palma da mão a cabeça do pequeno menino, como um afago. — Não, meu filho. Eles são chamados de Stormtroopers, entendeu? Voltando ao assunto, sim, esse é o esquadrão do Star Wars que lhe falei. – O jovenzinho sorri animadamente e foi correndo atrás dos soldados acompanhado de seu responsável que havia bastante temor dele se perder. Em meio àquilo tudo, o ceifador não conseguiu conter um sorriso por aquela criança tão inocente, e murmurou para si mesmo. — Stormtrooper’s, huh? Vamos dar uma olhada nisso...

Ele acompanhava todo aquele “esquadrão” a uma distância considerável, com ambas as mãos no bolso e os olhos esperançosos. Por algum motivo tinha grandes expectativas para aquele momento, o motivo? Nem mesmo ele saberia dizer, mas ele tinha. Mais cinco minutos e Gerrard pode ver um grande palco, as pessoas se amontoavam atrás de grades para assistir. Seria aquilo um espetáculo? A curiosidade do romano o aguçava cada vez mais. Algumas pessoas lutavam com espécies de sabres luminosos que fariam barulho ao se chocar, o que infernos eles realmente estavam fazendo? Uma sátira a guerreiros nobres? Ou uma brincadeira fútil? Uma curiosidade ao mesmo tempo de um repúdio grande crescia no interior do jovem que assistia aquilo com os olhos semicerrados por baixo de seu óculos de sol. Até que um anunciador interrompeu a batalha que estava ocorrendo e começou a chamar pessoas aleatórias para se juntar a apresentação, se ele bem entendera o que ele disse. E infelizmente uma das pessoas escolhidas fora o próprio Gerrard, as pessoas ao seu redor o aplaudiam como se ele fosse um gladiador, um sorriso brotou no rosto do romano, pelo único motivo de não chamar atenção. Acenou para todos enquanto pedia passagem educadamente, ou tentando ser educado.

Ele estava agora em uma espécie de camarim, sendo fantasiado. O vestiram com um roupão branco enorme que ia até os seus pés. Falaram algumas frases de efeito para que ele utilizasse, apesar de que Gerrard não se prestaria para esse serviço, ele apenas concordou, jamais falaria que “A força está comigo.” Era algo muito bizarro, se fosse parar para pensar. Por fim, lhe deram um aparato tecnológico que brilhava em uma coloração púrpura e assimilava-se a uma espada dupla, o ceifador girou o equipamento entre os dedos e esperou a hora que ele fosse entrar no placo. Ele iria enfrentar alguém de codinome de Darth Vader, enquanto a sua mente ecoava uma única coisa *O que caralhos era Darth Vader?!*.

A segunda apresentação havia terminado, eram dois homens fantasiados, um deles era como um robô com múltiplos membros superiores, ele se denominava “General Grievous” ou algo do gênero, e o outro, um homem de certa idade, denominado Obiwan. O romano não podia negar que achou interessante a batalha, apesar de ser unicamente uma brincadeira, força não foi sequer utilizada, só trocavam uma pequena farpa e se afastavam.  Era como uma atração de circo para pessoas ignorantes, e ele detestava esse tipo de coisa. Pensava se devia abandonar aquilo ali ou não, pena que fora tarde demais. Quando sua mente se dera conta, o homem musculoso já havia sido empurrado palco adentro. O povo o ovacionava deixando severos gritos e aplausos fazendo com que um sentimento intrigado surgisse em seu interior.

E logo a atração principal fora trocada, alguns daqueles soldados antes citados, os stormtroopers, entraram fazendo um corredor de seis pessoas, três a cada lado. As sobrancelhas do legionário logo foram arqueadas quando viu uma figura com uma armadura obscura e uma capa longa da mesma cor andar entre eles, simulando uma respiração pesada a cada três segundos. Da multidão podia ser ouvido entre os gritos de adoração “VADER! VADER! VADER!”. Então esse seria o seu oponente fictício? Um sorriso sarcástico abriu-se brevemente nos lábios do semideus.

O ser com todos aqueles aparatos e um capacete em um formato até engraçado deu duas passadas em direção ao seu oponente, em seguida apontando o dedo indicador da mão direita, e logo depois fechou o punho com força, novamente causando um arqueamento de sobrancelhas no romano. — Se você conhecesse o poder do lado negro…  Ajoelhe-se, e junte-se ao lado negro da força! –  Os olhos do ceifador logo se estreitaram com aquele insulto proferido, ele realmente não tinha ideia de com quem estava lidando. Ele controlou-se para não ser estupidamente grosso, poderiam ter pessoas ligadas a Nyx naquela multidão, e ele deveria se precaver de toda e qualquer forma. *Deuses, esse humano não sabe o que fala...* Fora o pensamento de Gerrard, antes de apontar sua arma de brinquedo para a face daquele provável “imperador” que empunhava um sabre também de luz, só que o dele era em uma tonalidade avermelhada.

Foi quando o combate teve início, ambos trocavam golpes onde as armas ecoavam um barulho como similar a gravidade sendo rompida ou algo do gênero. Depois de alguns golpes trocados, a arma do ceifador acabara voando para trás de si, fazendo com que esse se rendesse, como no roteiro, para o imperador do lado negro da força.  Fora algo até um tanto “cômico”. E o melhor de tudo, ele sequer chamou atenção, um dos motivos foi por ter controlado 100% de cada golpe seu. Nos bastidores ele pode conversar com o homem que interpretou o Darth Vader, agradecendo a presença naquela brincadeira toda, ganhou até de brinde a arma que usou.

O homem guardou a arma em uma sacola que recebera por um homem com um colete vermelho, parecia ser um dos organizadores de tudo aquilo, vai saber.  Agora o moreno tinha a tarde livre, e resolvera adentrar em uma espécie de loja que havia diversas figuras de pelúcia e brinquedos similares ao que ele ganhou na apresentação. Porque não presentear amigos que ele gostava aproveitando que estava ali?

Caminhou até o setor unicamente de pelúcias com um pequeno carrinho que servia para colocar suas compras, segundo um vendedor. Ele lembrou-se de um pedido de Elena, quando eles começaram a namorar, sobre um dia querer um boneco de gelo, e ali havia um até que fofinho. Possuía um nariz de cenoura e era uma pelúcia delicada, Olaf era seu nome e ele a pôs no carrinho. Logo ao seu lado havia um cachorro de pelos amarelos, uma coleira verde que o identificava como “Pluto”. Ele dera uma sonora risada, lembrando-se justamente da guerreira carmesim, vulgo Samanta, e o colocou no carrinho também. Esperava que ela fosse gostar.  Na sessão seguinte acabara achando um dragão que figura um filme de nome Mulan. Mushu era o seu nome. Ele pegou dois deles, ouvindo alguns comentários sobre ele de uma vendedora que o guiava no saguão. Era perfeito para o Renly e Evie.  

Em seguida, achou um lobo bípede, muito bem vestido em trajes de gala. O nome da pelúcia era “Fera”, ele riu ao comparar a aparência desta à forma lupina de Renly. Seria um presente ideal para a Sunny. Do outro lado do setor, achara uma pelúcia daquele que enfrentara mais cedo ,o icônico Darth Vader, e do lado uma pelúcia com nome de Hades, do filme Hércules. Pegou ambas e as colocou no carrinho, a do cavaleiro negro seria para sua outra companheira de Coorte, Mikhaela, já Hades, seria um bom presente para sua querida amiga ceifadora, Robin.

E por último mas não menos importante, ele acabou achando o que eles chamavam de “Action Figure” do Tio patinhas, um pato milionário. Ele lembrou-se justamente do mais novo membro dos ceifadores, Abramov e a colocou também no carrinho. Pagou as compras com o dinheiro furtado pela manhã e ainda sobrou 800 Dólares para fazer o que ele bem entendia. Agradeceu à atendente da loja pela atenção. Depois das compras já realizadas, ele fora procurar uma cafeteria, já havia passado da hora de que a real missão se iniciasse.

Sentou-se em um banco, tendo total certeza de não estar sendo seguido ou de haver alguém próximo. Abriu a mochila e retirou seu manto negro de lá, para ter visão do que ali havia. Evie realmente era um gênio. Lá havia diversos insetos robóticos que pareciam ter câmeras ao invés de olhos, e um tablet para que ele pudesse ter a captura do que os robôs filmavam à distância. Recolocou o manto dentro da mochila após retirar os seus pequenos espiões. Era hora de distribuí-los naquele grande parque. Foram os trinta minutos mais cansativos de sua vida. Durante a caminhada ele ativava os mini-robôs em esquinas que dariam acesso a largos corredores repletos de gente, eles conseguiriam se infiltrar com mais facilidade que ele, além de proporcionar uma visão mais “aberta” de todos os setores, podendo assim pensar em um esconderijo.  Gerard tendo concluído sua tarefa, partiu em rumo à praça de alimentação, adentrou o Starbucks e comprou um Cappuccino e um pedaço da Red Valvet, um bolo doce que era vendido no recinto. Procurou uma mesa um pouco mais distante do resto, sentou-se ali e buscou pelo Tablet na mochila para dar uma verificada no que os robôs já haviam conseguido filmar.

Mordeu levemente o dedo polegar, retirando um pequeno filete de sangue, passou ao redor da marca do aparelho eletrônico, onde uma runa mágica brilhou, aquilo impediria qualquer detecção de aura tecnológica por um período de tempo mais que necessário.  Ele agora poderia fazer sua busca tranquilamente, tendo até um lanche básico para não passar fome durante a invasão.

A situação em si era um pouco delicada, não era fácil distinguir quem era quem em uma multidão. Havia gente de todos os tipos de crenças, cores, jeitos, humores. Um suspiro pesado escapara por entre os lábios e narinas do semideus que bebericava um pouco mais de sua bebida quente, até que sentira sua calça sendo puxada levemente para baixo. O homem colocou seu aparelho eletrônico na mesa para identificar o motivo de sua peça de roupa ter se movido e era apenas uma criança, aparentemente perdida. O homem sorriu em direção à pequena criança que tinha o aspecto choroso e dissa baixinho para ele. — Tio, você conhece meu pai? Eu me perdi dele… e estou com fome, preciso dele…    

O coração do romano pesou por um instante, ele logo sentou a criança num banco e tratou de trazer um refrigerante, com dois pedaços generosos do mesmo cheesecake que ele estava a comer com adicional de alguns chocco cookies. Ele se ajoelhou próximo ao garoto e falou com um timbre de voz um tanto preocupado enquanto chamava a gerente para próximo a eles. —Ei, garotinho… Você pode pedir o que quiser para comer, certo? Apenas, por favor, diga-me seu nome, acharemos o seu pai, tudo bem? – Ele deu uma pausa rápida no que falava para que a criança compreendesse enquanto comia seu Cookie rapidamente. — Essa bela mulher ao meu lado é uma amiga minha. Ela pode falar com o seu pai através de todos os alto-falantes do parque, ele logo saberá que você está seguro, entendeu?

O brilho no olhar daquele pequeno homenzinho cativou o coração e afastou qualquer instinto assassino que rodeava o ceifador, pelo menos momentaneamente.  A criança respondeu dizendo seu nome e sobrenome, os adultos ali trocaram olhares e a gerente de imediato ligou para um dos gerentes do parque para que fizessem um anúncio. Não demorou mais que quarenta minutos para que um senhor de estatura alta entrasse, por volta de seus trinta e cinco anos, muito bem vestido para estar em um parque de diversões, principalmente a lazer.  O senhor logo abraçou o menino com um cuidado imenso, que começava a gritar “Pai, conegui achar você.”  

Um sorriso inegável brotou nos lábios do semideus, que quando estava prestes a voltar sua atenção ao seu tablet, uma mão fora estirada em sua direção. Era a do homem, pai da criança, ele parecia querer o agradecer. — Obrigado, meu jovem, que deus o abençoe! Existe algo que eu possa fazer por você? –  Gerrard apertou gentilmente a mão do homem sorrindo para ele, e depois negou com a cabeça. — Eu não fiz mais que minha obrigação, de verdade! E não, não é necessário fazer nada, o agradecimento já basta.

Em meio àquele toque de mãos que era para ser unicamente amigável, flashs começaram a passar pela mente de Gerrard como visões de outra pessoa.  Ele teve de controlar toda a expressão facial até a saída do pai e filho, foi quando ele pode abaixar a cabeça na mesa e a cobriu com os seus braços, permitindo às expressões de dor se aflorarem. Eram visões confusas e aleatórias vindo de uma criança que ele sequer conhecia, logo em seguida as visões foram à juventude, e depois à parte adulta. Foi quando notou que era o homem o qual tocara antes. Era isso, sua passiva da premonição havia se ativado, mas por que aquilo naquele momento? Foi onde Gerrard percebeu que em uma das últimas lembranças daquele homem, acabara presenciando a morte de dois assaltantes de um jeito macabro, uma aura sombria estava em volta daquele guarda-noturno, pela postura do homem o qual tocara recentemente, ele parecia ser o líder da segurança noturna do parque. Ele logo começou a interrogar o outro homem, que havia cometido os delitos.

 — Thomas, que porra você fez?! Você matou essas pessoas?! PORQUÊ?! – O homem logo virou-se para seu supervisor e a aura sumiu quase de imediato, era um ser alto, tinha lá alguns músculos em seu corpo, mas nada exagerado. Cabelos longos e loiros, e uma expressão facial bastante cruel. — Não se preocupe. Eles eram ladrões… Eu vou limpar a sujeira em um minuto. – A visão do ceifador voltou ao normal, ao mesmo tempo em que sua mente latejava com aquele esforço mental excessivo, mas pelo menos agora ele tinha uma pista!

Levantou-se para pagar a conta, esvaziando o copo com o cappuccino em seguida. Gerrard agora devia achar um local para guardar a mochila com os apetrechos tecnológicos e os presentes. Seria impossível invadir algo com tanta coisa consigo, chamaria atenção. Por que não subornar um recepcionista do hotel? O pôr do sol estava bastante próximo, e o romano, onde estava? Na porta de um hotel resort, e felizmente chegou justamente na hora da troca de turnos.  O homem fora abordado justamente por quem ele procurava, com um sorriso saudável e esplendoroso. “Olá senhor, em que posso ser útil?” Falou o rapaz de pouca idade. Gerrard removeu o óculos de sol da face e o guardou na mochila, em seguida removeu unicamente sua capa de lá. Entregou a mochila e as sacolas de compras, junto a um bolo de dólares que somava quinhentos no total. — Você poderia fazer a bondade de guardar minha mochila e essa sacola? Sei que é contra as regras, por isso estou te dando um presentinho... Pode ser, meu amigo?  Venho buscá-los pela madrugada. – Deu um sorriso amistoso para o rapaz, ele logo assentiu com a cabeça levando seus itens para uma ala especial única do pessoal da recepção.

O legionário se retirou do hotel, voltando a fazer a caminhada. Até que ele retornasse ao início, que era onde ele deveria estar quando a noite caísse.

[...]

Já era sete da noite, quando Gerrard caminhava livremente no pátio central. Seu alvo? Era algo óbvio, ele estava em uma caça ao tal guarda noturno de cabelos loiros. O tráfego de pessoas à noite era definitivamente menor, o que tornava assassinatos mais fáceis de serem executados.

Um grito feminino ecoou em um beco ali próximo, o ceifador mudou seu trajeto indo diretamente ao local de onde ouviu a voz. Os passos do romano eram apressados. Ele, infelizmente temia pelo pior, e fora justamente esse o ocorrido. No fim do corredor, o homem pôde ver um rastro de um liquido viscoso rubro, o fazendo de imediato seguir o rastro.  A caminhada até o seu destino levou um pouco mais de três minutos, a uma distância considerável podia se observar um homem alto, um tanto musculoso, com longos cabelos loiros. Era quem ele caçava. Ele arrastava uma mulher que ainda parecia chorar, com uma ferida grande em sua coxa esquerda.  

Gerrard caminhou em direção à luz, permitindo que a sua possível vítima pudesse ver uma penumbra aproximando-se à distância. Uma risada ecoou e algo similar a “Mais uma vítima para minha noite” pudera ser ouvido claramente, sendo direcionado obviamente ao ceifador. Uma aura negra estava nítida ao redor do guarda, mas por algum motivo não emanava poder o suficiente para fazer a prole do mar recuar por temor ou algo do gênero. Na mente do romano algo parecia estar errado, o homem não possuía uma aura ou algo que demonstrasse possuir poder para ser um demônio.

Uma pequena onda sombria fora arremessada em direção ao ceifador, que criou uma barreira a sua frente. Aí que suas dúvidas começaram a ser reais, sua habilidade defensiva não havia sofrido sequer um impacto digno. *É apenas um peão...* Ecoou na mente do moreno, enquanto semicerrava os olhos e se aproximava em passos largos. A única coisa que podia ser vista de seu corpo eram seus cabelos balançando ao vento e orbes esmeraldas frias transmitindo um único sentimento: desprezo.

Golpes foram criados pelo loiro em busca de acertar seu oponente, mas todos foram falhos enquanto simples esquivas eram dadas, então o homem misterioso recorreu ao combate físico. Sacou uma pequena katana e partiu em fúria contra o ceifador, que unicamente desviou do golpe segurando o pulso de seu oponente em seguida o torcendo, permitindo que a lâmina fosse ao chão em seguida.   — Quem é você?! – Perguntou o homem enraivecido, por baixo daquele manto sombrio uma voz fria era emitida, como se algo pontiagudo atravessasse seu oponente, principalmente pela diferença de força.  — A última pessoa que vai conhecer nessa vida. – Fora essa a resposta dada pelo moreno.

O homem agarrou o loiro pelo pescoço, começando a o erguer do chão e o remover de perto da mulher ferida que tinha um semblante de pânico no rosto. Arrastou-o para um local que houvesse mais sombras e onde ela não pudesse assistir o que viria a seguir.  No local apropriado, Gerrard largou o homem e deu uma joelhada em seu estômago, voltando a dizer curtas palavras. — Obrigado pelas informações dadas. Já sei onde fica a base que vocês escondem aqui, e sei que também é o mais fraco deles.  A sua existência já não é mais necessária. –  Disse o ceifador, sacando uma caneta do bolso, a ativando e formando um tridente, que fora fincado brutalmente com uma das pontas no pescoço, outra no tórax e a última no estômago, sentenciando seu oponente a uma morte rápida.  

A caminhada de volta até a moça ferida não fora demorada, ela estranhou por ter visto só o homem coberto por uma capa negra. — O que quer de mim? Eu não posso te oferecer nada! – Gerrard agachou-se próximo à mulher, rasgando a manga de sua camisa polo e utilizando-a como uma atadura para estancar o sangramento daquela pessoa. Após ter feito os “primeiros socorros” ele permitiu que ela ouvisse sua voz uma única vez.

— Não aconteceu nada aqui, compreendido? Vá procurar um hospital. – Falou o homem, levantando-se e caminhando em direção oposta a da mulher, concentrando-se agora nas visões que vinham em sua mente do finado loiro. Ele toda noite saia de dentro de um castelo branco e azul, onde possuía uma passagem escondida próximo à entrada, que guiava a um calabouço de incontáveis andares, os três primeiros apareciam em sua mente de forma turva, mas dava para distinguir seguranças apenas pelo fato que trajavam roupas negras idênticas a do homem que acabara de matar. Infelizmente Gerrard lembrava-se unicamente disso, então ele devia achar respostas, por si próprio, e felizmente sabia por onde começar.

Não demorou muito para que o líder dos ceifadores chegasse ao local almejado. O castelo ressoava uma aura de paz e tranqüilidade que não poderia ser descrita normalmente, pelo menos não por ele. Entretanto, alguma coisa tinha uma ponta de escuridão, uma ponta de crueldade e era disfarçado em toda aquela aura mágica. Gerrard fora seguindo as coordenadas que o seu cérebro conduzia, como um grande GPS. Ele agora estava em frente a um grande painel de vidro, com diversos papéis em seu interior presos por tachinhas, era um quadro de avisos. O ceifador abriu a escotilha do vidro e mexeu em alguns papéis, os removendo do quadro, revelando uma pequena caixa onde continha um teclado numérico, era uma senha de seis dígitos.

Com uma das mãos levadas ao queixo, o moreno começava a tentar “pescar” em sua mente qual era a senha, e depois de dois minutos ele estalou os dedos digitando “2-6-3-5-4-8”. Um painel de LED logo fez um barulho mínimo, brilhando em uma tonalidade esverdeada, e em resposta a isso uma pequena passagem escura e sombria se abrira no castelo. Realmente a aura que sentia de obscuridade vinha dali, mas onde aquilo o levaria? Teria de entrar para descobrir.    

Um aparato tecnológico logo fora acionado assim que ele entrou. Como também indicado por Evie, Gerrard acionou o botão que soava um alerta tanto para a pretora quanto para o setor de inteligência romano. Aquilo era um pedido de reforços para o acampamento e, se sua superiora lhe explicou bem durante a viagem, eu precisaria ganhar pelo menos uma hora para que eles estivessem lá. Esperava que conseguisse tal feito.  Um suspiro pesado fora dado por parte do legionário e rezava para que os deuses o guiassem e lhe dessem um caminho para que ele saísse dali vivo. Ou um exército. Acho que um exército seria melhor.

O primeiro andar estava ali próximo, pela sua lembrança, este não possuía sequer um guarda, mas era melhor prevenir do que remediar. O homem esgueirou-se até um pequeno vão que dava a um grande saguão, mostrou apenas uma flecha de sua testa e, com o olho esquerdo analisou a sala por completo. Ela estava vazia. Com os olhos estreitos e passos extremamente calmos, Gerrard adentrou aquele saguão que mais parecia uma grande prisão. Havia uma mesa grande que mais assemelhava a uma central de controle, alguns certos buracos com fechaduras idênticas com lâmpadas de LED acima, isto próximo a parede que ele antes estava escorado.

O teto fora devidamente vasculhado pelas irises estreitas do semideus, havia câmeras de segurança posicionadas de frente para grandes jaulas que estavam a quase vinte metros de distância. O que fora o mais correto a se fazer? Andar justamente abaixo das câmeras, para que ele não fosse notado e ainda assim pudesse vasculhar aquelas celas. Aquilo realmente faria com que o cérebro de Gerrard saltasse para fora do corpo.

Na primeira havia grifos de penugens completamente modificadas, eram todos negros, possuíam irises arroxeadas. Uma aura pútrida emanava daqueles seres que pareciam apenas implorar pela liberdade. Na segunda cela, havia um dragão todo coberto em uma armadura dourada, ele parecia ser já um ancião pelo seu tamanho abrupto e largura. Por algum motivo aquela fera o encarou no instante que ele a investigava, tentando o distinguir como um daqueles que o torturou e o aprisionou ali. Na última sala havia uma espécie de pássaro bastante exótico. Gerrard nunca havia visto nada parecido, ela emanava um clarão e um sentimento tão puro que chegava a machucar quem a admirasse muito, havia penugens azuis como a água e bastante neve ao seu redor.

Um suspiro demorado fora dado pelo semideus. Uma coisa era certa naquilo tudo: aquelas criaturas foram alvos de experimentos genéticos abusivos e, seja lá por qual motivo aquilo havia sido feito, ele pretendia dar a liberdade para esses pobres animais.  Quando trocou olhares novamente com aquele réptil alado, ele parecia emanar uma aura como se pedisse ajuda, o moreno fora unicamente capaz de assentir positivamente com a cabeça, procurando pela escadaria que daria acesso ao segundo andar do subsolo.

O andar abaixo parecia ser uma espécie de arsenal. Havia os mais variados itens, espadas, machados, armaduras completas, cajados receptores de magia, o que imaginasse ali tinha. E todas pareciam ter um estranho rubi em seu centro. Seria aquela uma gema nova desenvolvida unicamente pelos e para os demônios? Algo o fazia sentir calafrios e suspeitava que viesse das armas. Estranhamente no arsenal também não havia guardas, o ceifador apenas deu uma última vasculhada e prosseguiu para o terceiro andar.

Não demorou até que o espião chegasse até o fim do último jogo de escadas que davam ao andar abaixo do anterior. Ali a coisa já era um pouco mais diferente, pode ver uma ronda de dois homens no total e tinha mais o aspecto de uma prisão do que qualquer outra coisa. O romano utilizou uma habilidade vinda de sua avó, criando uma fina camada de gelo como uma lente de contato em seus olhos, permitindo uma visão aprimorada. Detectou em um dos guardas um molho de chaves em sua cintura, certamente seria as das celas não só deste andar como o do superior.  Estavam armados com lâminas semelhantes a do arsenal, a bainha encontrava-se na cintura de ambos, ele não sentia uma fisionomia nem um aspecto de força muito grande neles, deviam ser medianamente mais fortes que o guarda anteriormente assassinado.

O ceifador esperou pacientemente para que ambos os guardas ficassem juntos uma única vez, era tudo que ele precisava, e depois de dez minutos ele conseguiu, ambos pararam para conversar por algum motivo. Uma caneta de tinteiro verde fora sacada do bolso de Gerrard ,que logo se tornou seu tridente. Utilizou de um poder seu que permitia que ele se transportasse pelas sombras de um ponto ao outro. A reaparição do romano fora feita atrás do guarda que possuía as chaves que infelizmente não teve tempo nem de reagir, apenas sentiu três lâminas atravessando seu tronco brutalmente.  Em resposta imediata o companheiro dele sacou sua espada tentando fincá-la em seu oponente, o moreno apenas se locomovia de um lado para o outro esquivando dos golpes, realmente era como ele imaginava, por algum motivo os guardas no local eram unicamente os mais fracos.

Com o último golpe tendo sido desviado, um chute frontal fora aplicado no tórax do demônio, que recuou com o impacto, dando tempo para seu oponente remover o tridente do corpo do companheiro morto, e atravessasse o seu.  Ambos os guardas estavam no chão, mortos. Foi onde ele pode ouvir gritos vindos das celas, eram pessoas ali aprisionadas? Por quê?  Após o rapaz recolher as chaves do finado demônio ele caminho até as barras de ferro, havia aproximadamente vinte pessoas presas ali, a que mais o chamou a atenção era uma jovem de longos cabelos ruivos, sentada em posição de lótus até sentir a presença do semideus e instintivamente pular de alegria. — Olha, um ceifador de Thanatos! Tire-nos daqui, por favor. – Ela deu uma breve pausa para dar uma tosse. E no pouco tempo que teve, Gerrard pode analisar o corpo da jovem: tinha sinais de magreza excessiva, como se não se alimentasse direito, era uma visão horrenda. — Retire-nos daqui, meu querido, que podemos o ajudar com informações valiosas e... – Ela fora interrompida de forma natural pelo ceifador, que virou as costas caminhando até uma pequena central de controle, encaixando a chave em sua devida fechadura, abrindo-a e ativando todos os botões. Como um passe de mágica, as portas das celas se abriram permitindo a fuga de todos os vinte, que saiam de forma lenta indo em direção ao homem.

Cinco andares abaixo, Dentro de uma sala com pouca iluminação, repleta de televisores espalhados pela parede que transmitiam a gravação de cada câmera de segurança. Havia um grupo de cinco demônios. Quatro de pé e um sentado em uma poltrona bastante larga e confortável. Um dos que estava em pé se esticou para falar no pé do ouvido do provável líder. color=#9999FF] — Senhor, há um invasor causando um pequeno tumulto em nossa base. Permite-me acionar o alarme? [/color] – O homem mais experiente sorriu cerrando o punho. — Não é necessário. Esse rapaz está nos subestimando demais, está se vangloriando por ter assassinado peões. Ele está subestimando Nyx... Eu terei o prazer de esmagar sua confiança e seu corpo no solo, deixe o achar que está vencendo, por hora. – O soldado raso assentiu com a cabeça enquanto se afastou, mal sabia Gerrard a armadilha na qual ele havia caído, e quando descobrisse, seria tarde demais.

— Então, vocês são prisioneiros que foram capturados durante investigações feitas a Nyx? Eram espiões tais como eu? Compreendo... Bom, peço que fujam e... – Ele fora interrompido por um filho de Ares, bastante musculoso e alcançando quase seus dois metros e quarenta centímetros de altura. — Não! Nós iremos tacar o terror nessa base, ela é pequena em comparação as demais. Vamos lá semideuses, vamos acabar com essa guerra antes mesmo de ela começar! – Gerrard levou a palma da mão a face, aquela frase fora típica de um filho de Ares e o pior é que os demais apoiavam a ideia dele.  

O ceifador então reuniu todos os semideuses combatentes e disse uma única vez com seu tom de voz frio. — Querem lutar? Ótimo, armem-se primeiro. No andar acima tem um arsenal que pode ser utilizado por vocês. Eu vou subir, pois tenho de resolver umas pendências. – Falou por fim, subindo a escadaria de volta ao primeiro andar, carregando consigo as chaves, enquanto um barulho desordenado era emitido pelos vinte semideuses que iam buscar seus equipamentos, armarem-se e descer ara iniciar um combate brutal nos andares inferiores.

O romano estava de volta ao primeiro andar do subsolo, e ele fora acompanhado da ruiva. Ela era a única que tinha bom senso e armou-se unicamente com uma espada que seria útil para fugir dali. A diferença de um painel de controle para outro é que um estava em inglês e o outro na língua da noite, o que fazia a tradução ser um pouco mais demorada. Gerrard procurava algo com a palavra “hangar”, devia ter algo do gênero ali, não prenderiam criaturas aladas no subsolo sem uma rota de fuga, era suicídio. Depois de uma certa quantia de tempo perdido na tradução e busca, ele achou a palavra e apertou o seu devido botão, fazendo com que uma grande rota de fuga se abrisse nos fundos daquele grande saguão.  Agora era a parte difícil acalmar os animais.

O ceifador pediu para que ela ficasse e abrisse primeiro a cela dos grifos, ele iria tentar domar um dos dois que provavelmente estavam enfurecidos, este seria a carona dela para o acampamento meio-sangue. Gerrard levou a mão ao queixo pensativo, enquanto a porta ia se abrindo levemente. O grifo já havia o visto uma vez e eram criaturas bastante sábias, ele não o atacaria sem um bom motivo.

A cela foi aberta completamente, o romano estava parado em frente a ela já de braços cruzado, e mal sabia ele que estava sendo observado e estudado pelas câmeras. Um grifo saiu calmamente indo em direção ao jovem, um pouco arisco, passos lentos e demorados com os olhos semicerrados em direção ao semideus. O moreno não fez nenhum movimento brusco, apenas abriu os braços e permitiu, caso ela quisesse um ataque frontal. A criatura havia o visto antes e ele sentiu que sua aura era diferente das dos demônios. O grifo então parou a sua frente, ele parecia saber que o pediria um favor. Ele se agachou próximo ao animal, levando a mão a sua cabeça fazendo uma carícia breve enquanto dizia. — Amigão, me dói ver você assim, mas poderia me ajudar em uma coisa? – Disse ele olhando nos olhos da criatura, e logo depois apontando para a ruiva. — Poderia levá-la para o acampamento meio-sangue? Ela te dirá o caminho, depois disso você estará livre, pode ser? – O animal parecia ter aceitado o acordo, um gesto fora feito para a ruiva para que ela se aproximasse, o ceifador a colocou com todo o cuidado em cima do animal e falou brevemente. — Assim que chegar ao acampamento, relate toda a situação para Quíron, devem ter pessoas preocupadas com você. Não faça nada mais arriscado, quem sabe um dia a gente se encontre no submundo? – Falou antes de pedir para que o grifo alçasse voo, impedindo ela de responder, logo seguido pelo seu companheiro de cela, ganhando o céu com facilidade.

Agora só restavam as outras duas portas, com o dragão e com o pássaro. A segunda porta a ser aberta fora a do dragão, que logo caminhava para fora do cubículo onde fora preso e a primeira coisa que fez fora encarar o semideus proveniente dos mares.  Os olhos estreitos do dragão o causavam um pequeno semblante triste por ele ter aquela armadura pesada acoplada em seu corpo. Espere um segundo, aquilo era uma fúria da noite?! O que haviam feito com aquela criatura majestosa? O coração de Gerrard havia pesado como nenhuma vez naquela missão, o que era bastante bizarro. Ele não era o tipo de pessoa que sentia compaixão por humanos, mas com animais, era uma situação totalmente inversa.  Com passos lentos, a prole de Netuno tentou aproximar-se da criatura, com as mãos acima da cabeça, mostrando que realmente não havia intenção de feri-lo ou algo do gênero.  O dragão avançou um passo em direção ao semideus e abriu as asas, como se pedisse para que ele removesse aquela armadura pesada sobre ele. O homem procurou por feches, botões, qualquer coisa que fosse possível ser removido e nada, ele suspirou e balançou a cabeça negativamente, provavelmente a criatura já havia adivinhado o que aquilo significava.

O dragão tombou a cabeça para o lado direito, como se o perguntasse se ele precisaria de ajuda. Gerrard deu um sorriso confirmando, mas antes tinha que salvar a terceira e última criatura.  Abriu a última porta gradeada e adentrou o local onde estava o pássaro aparentemente imóvel, já o dragão ficou observando tudo pelo lado de fora. Com a aproximação do ceifador a ave apenas levantou um pouco a cabeça com um olhar desconfiado, com aquilo ele pudera ter certeza, além do tamanho e pelo jeito que se protegia, era um filhote, e aquilo estava longe de ser um pássaro comum. As irises daquele animal eram em uma tonalidade de verde água quase se aprofundando em um azul, era algo definitivamente belo.

O homem tomou aquela pequena criatura nos braços, recebendo algumas bicadas no braço de forma que ele já imaginava. Em meio ao seu sangue escorrendo por entre seus ferimentos, ele fitou a pequena criatura enquanto murmurava. — Não se preocupe, está segura agora. Irei cuidar de você. – Um sentimento paterno surgiu no interior do homem que carregava aquele pequeno filhote nos braços, agora um pouco mais calmo vendo que ele não o soltaria, mesmo se continuasse ferindo-o.

O homem de cabelos brancos levantou-se de sua poltrona, pedindo para que seus quatro acompanhantes preparassem o elevador, estava na hora a de eles visitarem o insolente fora de sua base, obviamente.

A fúria da noite pousava calmamente na entrada daquele castelo branco, de volta ao parque temático, Gerrard descia dele agradecendo a ajuda e obviamente a carona, sua missão estava acabada. Agora era hora unicamente de ele pegar suas bagagens e voltar para o acampamento romano, pelo menos ele pensava assim. Aplausos quebravam o silêncio do recinto, prendendo a atenção do homem e do dragão.

Um homem trajando um sobretudo marrom se aproximava, tinha suas mãos cobertas por um par de luvas de couro, cabelos arrepiados esbranquiçados, pele albina, era dez centímetros menor que o ceifador, mas tão musculoso quanto. Ele era seguido por quatro outros seres com trajes de gala, que não podiam muito bem ser identificados. Com os aplausos finalizados, o homem misterioso levou as mãos aos bolsos do roupão e falou em um tom irônico. — Ué. Mas, já está de saída, ceifador? Porque não fica para conversarmos? – Um sorriso sarcástico abriu-se nos lábios do mais baixo. — Saiba que quando visitamos a base de alguém, conversamos com os donos. – O que era aquela sensação de que o jovem devia sair dali naquele momento? Uma aura forte emanava do corpo daquele homem misterioso.

Antes que ambos os líderes pudessem fazer um movimento, a fúria da noite alçou voo, atirando uma esfera plasmática em direção aos quatro outros semideuses, que instintivamente fugiam. Pelo visto aquele era seu agradecimento por ter o salvo, deixar a luta de igual para igual, que assim seja.  Gerrard deixou a pequena fênix em um gramado não longe ali e caminhava em direção ao seu oponente.

Gerrard girou o tridente em ambas as mãos, enquanto seu oponente balançava seu sabre de lâmina negra.  Em um ímpeto feroz, ambos encararam-se e avançaram um contra o outro, sem medo da derrota, tamanha a confiança dos lutadores. Não tinham nada a perder, ou talvez fosse essa a impressão que desejava passar.  A troca de golpes fora iniciada. O tridente cortava o ar com uma estocada em rumo ao peito do seu oponente, mas ele era tão destro quanto Gerrard. Assim sendo, golpeou a arma de três pontas, desviando-a de seu peito. Aproveitando-se da inércia do golpe, levou a espada ás costas e desceu contra a cabeça do filho de Netuno. Ele por sua vez, pôs uma mão atrás do cabo da lâmina e o ergue horizontal à cabeça, bloqueando a lâmina do seu algoz.  Faíscas ganharam o ar com o bloqueio, mas eles não podiam analisá-las, por isso, Gerrard golpeou o abdômen do homem com uma joelhada, assim ganhando distância para que ambos pudessem ter um breve descanso e uma análise de seu oponente.

As respirações descompassadas foram corrigidas, a brisa que atravessava aquele campo levava o clima tenso para longe. E a batalhava teve seu recomeço, com agilidade o filho de Belona investiu contra o ceifador, baixando sua espada visando um golpe de baixo para cima na vertical. Feito isto, a prole do mar levou ambas as mãos ao cabo de sua arma, afastando seu corpo para trás e deixando que a lâmina novamente colidisse e fosse bloqueada. A medida que as faíscas voavam, um soco por parte do demônio fora desferido no abdômen de Gerrard, que recuou e retribuiu golpeando com um chute na altura de seu joelho, o desequilibrando e impedindo que continuasse novos ataques.

Gerrard girava seu tridente para manter o foco e a concentração, aquele realmente era um adversário magnífico. Seu abdômen ainda latejava pelo soco que recebera. Uma respiração pesada fora dada pelo ceifador, ele notava que o seu oponente também estava hesitante pelo golpe na perna.  Antes que ambos dessem conta, faíscas já cruzavam o ar novamente, e dessa vez em meio ao combate, ambas as armas voaram para longe de seus portadores. Ao invés de ambos correrem para buscá-las, ficaram se encarando dando passos ao lado, opostos um do outro.

O homem de cabelo albino removia seu sobretudo o jogando perto do gramado, enquanto Gerrard movia os braços em movimentos circulares, aquilo ali começaria a ser uma luta de combate físico, sem armas. Em empolgação uma música começou a tocar na mente do romano, o inspirando a dar 200% naquele combate.


O combate com os próprios punhos teve início. Gerrard aplicou um soco direto contra a face de seu oponente, que habilmente segurou o golpe, dando uma cotovelada no tórax de seu oponente com o braço livre, o afastando. Assim sendo, aproveitou-se do momento de afastamento para aplicar-lhe um chute com ambos os pés no tórax alvo, ambos os lutadores foram ao chão caindo com as costas sobre o concreto.  Gerrard fora o que mais demorou em levantar, fora golpeado duas vezes contra o peito e a falta de ar era evidente, aquele homem realmente era forte.

Quando o romano se pôs de pé, o homem sorriu brevemente e comentou antes que continuassem a luta. — Foi um erro ter invadido esta base, ceifador.  Você vai se encontrar com seu mestre em breve. – O albino estalou os dedos com punhos cerrados enquanto caminhava ao redor do semideus, e iniciou os novos golpes agora deixando sua força um pouco mais em evidência. Um chute que cortou o ar com violência fora aplicado, atingindo brutalmente o estômago de Gerrard. O homem fora arremessado dois metros para trás, caindo no chão. Um líquido rubro e viscoso escorria por entre os lábios do moreno, aquilo era sangue.

O ceifador novamente tentava colocar-se de pé, visivelmente desnorteado. O último golpe tinha uma força completamente diferente de antes, seu oponente estava apenas se segurando no início? Que bizarro... Cuspiu o sangue que acumulou durante o seu período pensativo, voltando a se pôr em guarda, não podia deixar mais nenhum ataque passar.  Fora então que Gerrard, mesmo em estado deplorável deu uma investida, rumando seu joelho contra o estômago do oponente. Seu oponente levantou a guarda e a coxa para defender-se do golpe, como o planejado, sem que ele pudesse perceber, um soco do braço musculoso do ceifador rumou-se a costela do demônio.  Êxito! O golpe havia funcionado, devia aproveitar-se do momento e concluiu seu movimento com um gancho com o punho esquerdo, que acertou o queixo do oponente, fazendo-o cair no chão.

A luta agora estava igualada, o demônio também cuspiu sangue à medida que se levantava, um sorriso insano foi estampado em seu rosto, enquanto Gerrard mantinha-se calmo, lembrando-se das palavras de seu mestre quando ingressou aos ceifadores. “Torne-se uma pessoa neutra, impassível. Esvazie a mente e a deixe em estado permanente de calmaria. Controle a si mesmo, que controlará o inimigo. ”. O legionário suspirou fundo enquanto o oponente vinha com uma aura sanguinária dessa vez, os olhos esmeraldas do semideus se semicerraram indo de encontro aos azuis de seu oponente, desviando de dois socos desferidos pelo lutador obviamente mais experiente, cravando seu joelho com dois golpes consecutivos em seu estômago. Porém, ele parecia não ter sentido os golpes, o resultado disso fora uma testada recebida e o moreno ser arremessado brutalmente contra uma pequena fonte que ali havia, quebrando a pequena estátua de gesso em seu centro com tamanho impacto.

Um grunhido de dor fora ressoado antes de um barulho vindo de algo desabando em terreno aquático ecoasse naquele silencioso local.  Enquanto Gerrard estava sob a água daquela fonte, uma sonora risada fora dada pelo seu adversário. O ceifeiro teve ferimentos críticos, podia sentir que duas de suas costelas haviam sido destruídas com aquele impacto, sua passiva curava os cortes que foram abertos em suas costas e nos braços. Que oponente terrível ele encontrou, talvez a morte fosse realmente algo inevitável naquele combate.  *Não, o que estou pensando? O que Thanatos pensaria de mim? O que todos que amo, os meus ceifadores diriam de mim? Um ceifador inútil que morreu nas mãos do inimigo?! Nunca! * Pensou o homem, inspirando-se para o combate que definitivamente valeria sua vida.

Cambaleante, o bravo guerreiro removeu-se de dentro daquela fonte dando duas passadas para ver se ainda estava em seu modo de consciência sã. Pelo visto, o golpe não havia atingido sua sanidade, estava lúcido, apesar de cambaleante.  Obviamente seu oponente não esperou total recuperação do romano, já golpeando sua face uma vez com um murro forte o suficiente para abrir ferir sua gengiva e criar um corte em sua bochecha direita.  O gosto de sangue novamente cobria toda a boca do moreno, se continuasse daquela maneira ele realmente ia morrer. O combate corporal não seria bem aproveitado contra ele, e por isso um plano fora feito.

Gerrard levantou-se cuspindo o sangue, ativando a magia contida em sua tatuagem dobrando sua força momentaneamente, e lançou-se contra seu oponente trocando golpes consecutivos. A cada golpe desferido independente de por quem, era feita uma bela evasiva ou um ótimo bloqueio antes de um contra-ataque quase simultâneo, até que ambos saltaram para trás, esbaforidos.  A prole de Netuno possuía hematomas em todas as partes possíveis do seu corpo dos golpes defendidos ou bloqueados, até que fora pegou em um golpe que ele não esperava. Era uma técnica chamada de “fake”, o demônio projetou seu corpo como se fosse dar um murro em sua face, quando na realidade era apenas um movimento falso, para dar um chute com boa parte de sua força contra a junção do braço esquerdo do homem, e funcionara perfeitamente. O resultado disso? Fora um grito de dor vindo por parte do ceifador e seu braço esquerdo inutilizado, ou melhor, quebrado.


O corpo do Gerrard com o impacto do golpe fora jogado novamente no solo, fazendo com que o seu oponente o perguntasse, vendo o se levantar novamente. — O que é você? O que o compele a ir tão longe? Como é capaz disso? Não consigo compreendê-lo. – Uma risada fora dada por parte de Gerrard, que se levantava com uma única mão, quase voltando ao solo por estar sem energias. — Porque o que vocês querem fazer vai muito além dos desejos de Thanatos, e eu, como líder de seus cavaleiros da morte, não posso deixar que destruam a balança natural da vida. – Uma gargalhada fora dada por parte de seu oponente, que balançava a cabeça negativamente para o que acabara de ouvir, por pena talvez? Provável que sim.

Antes que o oponente pudesse se aproveitar ainda mais da situação uma grande quantidade de água levantava-se indo a sua direção, o golpeando com uma força poderosa, o derrubando no chão enquanto tinha princípios de afogamento.  — Curta a viagem até o Tártaro, demônio. – Disse Gerrard, dessa vez conjurando uma grande broca de água sobre o corpo do homem de pele albina, a luta finalmente havia acabado, e o ceifador fizera o quê? Caíra no chão semi-inconsciente ouvindo um barulho de moto em eco.  Ele podia ouvir seu nome ser dito em eco, até que ele falou uma única vez antes de desmaiar nos braços de uma figura feminina e de longos cabelos negros. — Tem presentes em um certo hotel... Me leve até lá. E o romano desmaiou logo em seguida.

[...]


Gerrard parecia estar no hospital de Nova Roma, havia muitos curandeiros conhecidos. Evie estava próximo a si assim como Elena e um animal azul que ele não conseguia distinguir o que era. Piscou repetidas vezes e percebeu que aquele animal era a ave que estava trancafiada que ele libertou, o que ela fazia ali? Ele estava fraco demais para raciocinar, e teria de descansar novamente, uma hora ele entenderia o porquê aquele animal o acompanhou, mas não agora. No momento a única coisa aconselhável era um longo período de descanso, com mais uma missão de espionagem em êxito. A sua maior preocupação era ficar melhor logo, para que pudesse distribuir os presentes que fez questão de comprar e buscá-los, mesmo no pior estado físico possível.

OBS: Postarei as habilidades e considerações após.




Última edição por Gerrard E. D'oppard em Sex Jun 30, 2017 2:24 am, editado 2 vez(es)


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Re: CCFY ~ Fuck you 007, WE ARE ROMANS!!!

Mensagem por Gerrard E. D'oppard em Sex Jun 30, 2017 2:08 am

Are you afraid of  DEATH?!
Alright! Let's get into our enemy base! And when i say "enemy"...i mean NYX!!!!




IN: Disneyworld (Parte 2).



OBS: Não dava para postar no mesmo post os spoilers com utilidades, então criei esse novo...

OBS²: Caso sejam aceitos as compras das lembrancinhas... Me avisem para qual conta devo mandar a MP com a descrição das pelúcias e para cada qual player, por favor, grato. :3

OBS³: Caso meu prêmio seja aceito, avisem-me onde devo postar sua descrição para que seja avaliado.

Utilidades:


Equipamentos:

*• The Sea: Tridente de um metro e setenta centímetros de comprimento feito de um metal com uma coloração esverdeada (no escuro brilha levemente iluminando ao redor). Quando outra pessoa segura à arma, a mesma torna-se extremamente pesada. Quando entra em contato com a água, a arma toma uma consistência gelatinosa, sendo assim possível triplicar seu tamanho durante um ataque. Quando a arma aumenta o tamanho torna-se sólida. As pontas nunca perdem o fio. Quando não utilizada toma a forma de uma caneta tinteiro verde. Sempre retorna ao dono.

*Capa Negra: Uma capa desfiada que cobre completamente o corpo do ceifador, escondendo sua identidade e tem a resistência de uma armadura. Protege em 40% dos ataques desferidos, não é possível outra pessoa retira-la apenas o ceifador pode.

• Ocean Wall: Um escudo cinza feito brutalmente de Vibranium, tendo suas bordas confeccionadas por Arambarium, quando não está em combate torna-se um bracelete no antebraço esquerdo do semideus portador. Sua aparência de combate é um escudo que mostra já ter sido utilizado em muitos combates e sofrido danos quase nulos. As pedras mágicas são localizadas no centro do escudo na área do losango vazado, e os outros atrás do escudo perto da área da guarda. Suas medidas são, um metro e cinqüenta centímetros de comprimento, sessenta centímetros de largura e três centímetros de espessura, mas, bastante leve por se tratar de um minério não tão pesado, porém diminuindo bastante a mobilidade daquele que o detém em combate. Os efeitos do material são a absorção de 100% do dano causado por armas, ou golpes (ressaltando que não anula danos de impacto e colisão. Fora golpes mágicos ou rajadas.), e o aumento em 25% de qualquer magia que o escudo possa vir a obter. (Seja por gemas ou não.) | Vibranium e Arambarium | Resistência: Super Alfa | Status: 100%, Sem danos. |Comum - Mágico | Nível mínimo para manejo: 10| [Forjado por Andrew J. Parker]

• Cantil de Água [Um cantil de metal estilo militar, suportando 1,5l de água. Ele foi encantado com três runas para obter um resultado mágico. | Efeito: Graças as runas Kenaz, Eihwaz e Sowelo seladas magicamente em seu metal, o cantil nunca estará vazio. Ou seja, a água contida ali dentro será sempre renovada ao se esgotar. Ela começa a se regenerar quando atinge 1/3 do cantil, passando a preenche-lo com o líquido novamente. | Alumínio | Resistência: Sigma | Sem espaço para gemas | Status: 100%, sem danos | Encantado por Evie Farrier, presente dado por Kyra]

The Water Rose Ring [ Aliança em ouro branco detalhada com topázio. A aliança feminina é decorada com um topázio rosa em formato de coração, e a masculina em topázio azul, também com um sutil formato de coração. Na parte interna da aliança de Elena, está gravado "I will always be in your shadow", e na de Gerrard diz "Já era amor antes de ser". | Ligação de Mentes: Faz com que os possuidores do anel criem uma ligação mental, e se comuniquem por pensamentos, sendo capazes de entender um ao outro perfeitamente. | Retorno: Magia de retorno para o anel, caso perca o objeto ele retorna para o bolso do dono depois de alguns segundos. | Ouro Branco | Elena e Gerrard ]

Poderes (Netuno):


Passivos:


Nome do poder: Cura III
Descrição: O processo de cura se acelerou, e agora feridas que levavam um bom tempo para se fechar se tornam cicatrizes em poucos minutos. Além disso, parece que a água agora lhe torna quase imbatível, pois ajuda a restaurar uma parte maior de suas forças, além de te deixar mais forte em combate. (Só pode ser usado uma vez a cada 3 turnos).
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Recupera +75 de HP e 75 de MP
Dano: Nenhum

Nome do poder: Pericia com Tridentes III
Descrição: Essa é uma arma considerada mortal nas mãos de um filho de Poseidon/Netuno, eles a usam com uma facilidade tremenda, e também podem arremessa-las – a pontaria com elas é boa, diferente de sua pontaria com arco – ele se tornou mais forte, e agora seus movimentos são perfeitos.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +100% de assertividade no manuseio da espada.
Dano: + 45% de dano ao ser acertado pela arma do semideus.


Ativos:


Nome do poder: Hydrokinesis IV
Descrição: Nesse nível o controle das águas atinge seu estagio máximo, sendo que o semideus poderá, caso deseje, levantar grandes quantidades de água, moldando-a como desejar, sendo que poderá joga-la sobre determinado inimigo, fazendo a água ter um peso maior etc. (Sendo que deverá existir uma fonte de água para que tal habilidade seja possível)
Gasto de Mp: - 35 de MP.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Nenhum
Dano: - 60 de HP.
Extra: Nenhum.

Poderes (Quione):


Passivos:


Nome do poder:  Olhos Cristalinos I
Descrição: Seus olhos possuem uma fina camada de gelo que, nesse nível, servem apenas para aumentar o seu alcance de visão.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Nenhum.
Dano: Nenhum.

Poderes (Ceifadores):



Passivos:


ʡ The Blade - Sua habilidade com armas que possuem lamina como: Adagas, espadas, lanças e principalmente foices, são perfeitas podendo fazer cortes precisos sem nunca ter manuseado uma arma dessas antes.

ʡ  Visão Noturna – Seus olhos adquiriram a capacidade de ver no escuro, com ainda mais claridade e melhor percepção de tudo do que quando há luz.

ʡ Silenciosos – Quando os Ceifadores se mechem eles não fazem barulho os deixando menos propícios a ataques de monstros.

ʡ Sem Medo - Todos tem medo, de fato, mas os ceifadores sabem o quão psicológico o medo é. Desta forma eles são imunes ao medo criado por um inimigo, só o sentem quando a própria natureza o cria.

ʡ Besta Noturna – Basta a noite chegar para que os Ceifadores tenham seus sentidos mais aguçados, maior precisão e velocidade de ataque.

ʡ Hipercinese – Esta habilidade permite que o seu cérebro processar o movimento muito mais rápido do que as outras pessoas. Essa capacidade lhe permite melhores reflexos e excelente pontaria com armas de longo alcance ou com objetos atirados, bem como prever uma determinada trajetória.

ʡ Energia Natural - Concentra energia espiritual no seu corpo, impulsionando movimentos, acrobacias e velocidade em alto nível.

*ʡ Memória eidética II – Com a evolução desta habilidade é possível lembrar de 90% das coisas. Lendo livros de gramática e dicionários o personagem é capaz de falar qualquer língua em dias ou semanas.

ʡ Os Últimos Instantes – Ao tocar um ser, você é capaz rever toda sua vida em um segundo, junto a ele. Sendo presságio de morte para muitos, é também muito útil para o Ceifador conhecer pontos fracos e torturar a vítima.

Ativos:


ʡ Umbrocinese III – Capacidade de transportar-se entre as sombras, indo de um lugar a outro. [ -10MP por teleporte]

ʡ Umbocinese V – Manuseio avançado da energia escura, podendo, inclusive, moldar diversos tipos de armas. Pode transformar todo o corpo em sombra.

Tatuagem:


Tatuagem SPQR [Tatuagem de coloração negra feita na parte inferior do antebraço direito. Possui o desenho de um oceano de onde emergiam tentáculos segurando-se em uma geleira, seguido abaixo pelas letras SPQR, um risco para cada ano servindo a Legião e escrito II Coorte. Uma vez por missão/evento, os golpes que não utilizarem poderes ativos e forem proferidos pelo semideus membro da 2ª Coorte, dobram de força durante três turnos. [Não pode ser removida do braço do semideus nem mesmo através da utilização de magia, sendo para sempre marcado como um romano.]

Play Plus:

• Play Plus – Sua sorte triplicada? Isso mesmo, toda postagem executada por seu personagem nos próximos 3 dias terá a XP triplicada. (30/06/2017).







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Gerrard E. D'oppard
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Re: CCFY ~ Fuck you 007, WE ARE ROMANS!!!

Mensagem por Plutão em Sex Jun 30, 2017 3:45 pm


Avaliação


Critérios da Avaliação do Gerrard:

• Objetividade - 25%
• Coerência de batalha - 10%
• Enredo - 25%
• Gramática - 20%
• Criatividade - 20%

Gerrard E. D’oppard

Avaliação:

• Objetividade - 5%
• Coerência de batalha - 5%
• Enredo - 25%
• Gramática - 10%
• Criatividade - 20%

Recompensa Máxima: 4.500XP – 2.000 Dracmas.
Recompensa Ganha: 2.925 + Play Plus = 8.775XP – 2.000 Dracmas.

Comentário: Poucos erros de português dessa vez Gerrard, mas eles ainda existem. Devo admitir que essa foi uma leitura muito cansativa. Você pareceu escrever apenas para que aumentasse o tamanho a CCFY, o que não acrescenta a sua pontuação.

Por causa disso, fiz alguns ajustes no seu critério de avaliação para que eu pudesse descontar em sua objetividade sem afetar o que eu achei do enredo e da coerência da batalha. Visto que dessa ultima, retirarei alguns pontos porque você tinha o demônio em mãos e simplesmente do nada disse que já tinha as informações necessárias.

Sem contar outros erros encontrados. A missão ficou tão grande que se eu fosse lhe retirar pontuação por cada coisinha, sua pontuação chegaria a menos que 40% e, eu não quero fazer isso com você, porque acho que se esforçou bastante nessa CCFY. Lembrando que o maior motivo dessa pontuação foi o cansaço da leitura. Portanto, espero que compreenda a avaliação que teve. Desde já, agradeço. Qualquer duvida, pode ser enviada por MP.


Atualizado por Vênus
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Re: CCFY ~ Fuck you 007, WE ARE ROMANS!!!

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