The Blood of Olympus
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CCFY de Aniversário - Lee chae-rin

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CCFY de Aniversário - Lee chae-rin

Mensagem por Lee Chae-rin em Seg Jun 12, 2017 9:35 am

De semideusa a Loba
O mar está vermelho vinho , Esta está a morte da beleza,Os pombos morreram
Os amantes mentiram

Quem atirou essa flecha em sua garganta? Quem perdeu a maçã carmesim?
Ela está fixa firmemente na arvore, acima da sua cabeça



Acampamento Júpiter - Tempos atuais

“É meu destino ter uma vida assim? Eu aguento... Mais tarde tentarei mudá-lo".
Era o que pensava toda a vez que acordava solitária naquele acampamento dentro do dormitório da Coorte I. Poucas vezes tinha paz em meus sonhos e a visão de Lori sendo morta bem diante de meus olhos repetia-se diversas vezes por noites a fim. As lágrimas que me acompanhavam juntamente com o despertar pesado eram costumeiros, os dizeres de força e companheirismo dentro daquela Coorte também, mas sempre soubera que tudo aquilo era falso "- Não confie assim tão fácil nas pessoas Lee – Ouvia a voz de meu pai ecoando em minha mente – Você é uma filha muito bonita, e algumas pessoas são interesseiras, só querem estar perto de você para te usar. Tome cuidado. –" E de certa forma ele parecia ter razão.  Muitas vezes as pessoas pareciam somente chegar próximas a min por conta de minha beleza física, mas sequer pareciam se importar com os sentimentos ou com o que havia dentro de minha mente.
– Os seres humanos são realmente seres desprezíveis ao se importar somente com o exterior– sussurrava para min mesma, estava solitária no dormitório da Coorte I, mas vez ou outra aparecia alguém procurando algo dentro de seus pertences.  Caminhei de forma calma até o banheiro do dormitório, estava cansada demais e ainda sim precisava de um banho frio para tentar por os pensamentos no lugar. Completamente vazio estava o banheiro, sem sequer uma alma viva naquele local – Ótimo, o local está perfeito... – a primeira peça retirada foi à blusa do acampamento, seguida pela calça jeans e demais peças de roupa que usava, a mão esquerda foi de encontro ao registro abrindo o mesmo de forma lenta até que o barulho da água ecoou no local, a mesma batia contra o chão de forma vagarosa e os poucos respingos que refletiam no chão iam para o lado de fora do Box sem um destino certo, algum até batendo contra minha pele quente reproduzindo pequenos arrepios na área a qual tocavam. "que sensação reconfortante" pensava enquanto sentia os pingos indo em direção à pele quente. Resolvi sentar embaixo do chuveiro para deixar a gélida água cair pesada sobre o corpo, fechei os olhos e tentei não pensar em absolutamente nada naquele momento, seria algo meu, sem ninguém para encher a pouca paciência que estava reunida em meu corpo.
A sensação causada pela água era como se toda a tristeza dentro de meu corpo estivesse aos poucos sendo aumentando , como um grande abraço de alguém muito querido. Não sabia por que, mas uma sensação de perigo parecia ter se armado em meu corpo, tudo parecia ser perigoso, que qualquer coisa poderia explodir a qualquer momento. Batidas de coração... Batidas de corações rápidos e lentos, calmos e compassados, eu sequer sabia de onde vinham aqueles sons e em meu interior algo dizia para simplesmente correr daquele local de forma a escapar do perigo iminente que estava por cair ali, mas que perigo seria esse?

O banho foi terminado de forma calma, estava saindo do Box quando olhei fixamente para o espelho por um grande tempo – Isso sequer é a aparência de uma verdadeira filha de Vênus. – Os dedos estalaram de forma calma, os olhos mudaram para uma coloração azulada e p cabelo que antes era longo e liso ficou completamente curto e de coloração rosada. As mãos foram de encontro aos novos fios e bagunçaram os mesmos dando um aspecto mais rebelde e desleixado aos mesmos – Agora sim estão condizentes – a risada saiu de meus lábios de forma espontânea. Alta e completamente cheia de arrogância. Antes de sair do banheiro havia uma garota batendo a porta, sequer dei atenção à mesma e fui terminar de vestir-me de forma correta.  Um casaco negro de vinil, um pouco apertado para meu gosto, mas era a melhor maneira de valorizar aquilo que se tinha de melhor no corpo, um short de mesma coloração e tecido, entretanto o mesmo era muito menor do que o costumeiro, mimetizando-se completamente com o casaco quase desaparecendo, além de botas de cano longo indo até a coxa com um salto pequeno, nada que atrapalhasse o andar em todo aquele acampamento.

O dia foi repleto de surpresas de forma a deixar também todos que me conheciam um tanto abismado, insultos saiam de meus lábios de forma constante, risadas estranhas vindas ao ver a desgraça de outras pessoas, além de vez ou outra alguém acabar levando uma pequena chicotada nas nádegas vindo propositalmente de minha direção – Ah, o que foi? não gosta de sentir dor? – era o que costumeiramente perguntava para aqueles que reclamavam das chicotadas. Estava me divertindo de uma forma tão diferente do normal que começava a gostar daquilo, mas a sensação de que algo errado iria acontecer sequer abandonara meu corpo deixando-me alerta e vez ou outra deixando o chicote estalar contra aqueles que me pegavam de surpresa, mesmo sendo quase difícil de isso acontecer.  Era estranho poder ouvir todos aqueles barulhos normalmente inaudíveis para semideuses comuns e eu sequer entendia como ou porque estava conseguindo ouvir aquilo, estava com medo e ao mesmo tempo extremamente confiante.
A noite depositava seu véu brilhante sobre nossas cabeças de forma lenta e gradativa, havia ido em direção ao dormitório que aparentemente estava vazio. Meu corpo pesou contra a cama macia e os olhos fecharam de forma tão rápida que sequer tive tempo de notar.

Floresta do acampamento Júpiter - Tempos atuais

O corpo estava ofegante, um calor tremendo enchia-o por completo sem razão ou motivo, uma dor incansável e sem causa aparente fez-me gritar e correr para longe do dormitório. Não queria pessoas perguntando o que sentia naquele momento. A floresta fora me local de descanso.
Tentava arranhar os braços de forma a cessar a dor, mas a mesma somente aumentava com o passar do tempo, sentia cada um dos músculos do meu corpo doer e latejar de forma estranha, até mesmo meus ossos doíam daquela forma. Os gritos não cessaram. A escuridão se fez presente uma vez mais, e não sabia se o que sentia agora era um sonho ou não. Estava correndo e sentia o vento por meu corpo, uma fome voraz percorreu meu corpo e agora conseguia sentir a tudo naquela floresta. O cheiro do sangue de um coelho machucado pareceu muito apetitoso e como um predador, esperei o momento certo para atacar o mesmo. Em meus dentes o mesmo chiou de dor e se contorceu até aceitar a morte por fim, me sentia completamente poderosa e diferente. "–Pelos Deuses, o que é isso –" perguntava ao sentir todo aquele poder estranho. Por fim lembrei que havia um riacho bem próximo e logo fui em sua direção para poder beber de suas águas, mas ao chegar lá além de haver uma Harpia, a imagem que apareceu no espelho do riacho causou um enorme choque que sequer tive tempo de sentir o ataque vindo do monstro. Um furioso rosnado saiu do que seria minha atual mandíbula e os olhos faiscaram pelo instinto que crescia dentro de min. Tudo o que pensava naquele momento era em matar aquela coisa com minhas próprias garras, mas como fazer isso? Não pensava direito, estava fora de min, à emoção da caça gigantesca a minha frente era maior do que qualquer coisa que já havia experimentado até aquele momento.
A lua cheia brilhava imponente no céu, comecei a circundar a fera com os olhos fixos na mesma, a harpia tinha seus olhos fixos em min, suas garras tinham o cheiro do meu sangue e tudo o que eu queria era vingança contra a mesma e poder sentir seu sangue. Um novo uivo escapou pela bocarra e dessa vez causou certo medo na criatura, deixando-a com receio de atacar, aquela foi à chance que precisava. Todo meu corpo saltou de uma única vez em direção à criatura mordendo então sua asa esquerda fixando os dentes ali; o sangue quente escorreu e jorrou um pouco em minha face, dando uma sensação maior daquele estranho poder que sentia. Mas tudo o que necessitava naquele momento era ver aquela coisa morta.
A mente nublada por uma vontade incansável de matar aquela coisa, acabar com todas as penas uma a uma e então deliciar-me com a carne ainda fresca da mesma, entretanto aquela sensação era mutua. A criatura chiou alto quando os dentes gravaram em sua carne, ela sacolejou forte tentando me arrancar de seu corpo e com muito esforço conseguiu, mas ainda sim tinha a vontade de lutar.  Um novo ataque veio da Harpia, justo com a mesma saltei em direção à outra asa, mas infelizmente uma pequena marca nas costas ganhei, suas garras deixaram-me mais furiosa e mais sedenta por seu sangue. Sem esperar um terceiro ataque saltei em direção ao pescoço da fera, sequer sabia o que estava fazendo naquele momento, mas somente queria sentir uma vez mais o sangue da criatura.
A mordida foi fatal, a criatura caiu ao chão chiando tentando lutar pela vida que havia sido-lhe roubada. Lobos começavam a chegar até aquele local, um pequeno grupo de lobos sedentos, mas antes que pudesse notar todos se transformaram em campistas que conhecia e a dor invadira meu corpo uma vez mais e havia voltado ao normal. Estava confusa, a adrenalina em meu corpo ainda era grande demais além do cheiro e do gosto de sangue em minha boca. Estava confusa e enjoada demais para pensar, e ver o corpo desfalecido da criatura deixou tudo àquilo pior.  Uma espécie de tecido foi jogada sobre meu corpo e a ultima coisa que ouvi antes de desmaiar foi à voz de um dos garotos – Bem vinda a alcateia, Filha de Vênus–.

Acampamento Júpiter - Dia seguinte

A cabeça latejava, as costas ardiam e a sensação do sangue estava muito menor em minha boca. Os olhos abriram-se de forma gradativa devido à luz que entrava pelas janelas da enfermaria naquele momento; não sabia como havia chegado àquele local, já que me lembrava de ter ido para o dormitório da Coorte I. Subitamente as lembranças da noite anterior me invadiram como uma espécie de sonho mal resolvido, ainda conseguia ouvir as batidas de coração das pessoas naquele acampamento. Indaguei então uma das enfermeiras que estava mais próxima, estava sentindo-me acuada demais e precisava entender tudo aquilo, –Timmor– Foi tudo que a mesma disse. Deixando-me grandes dúvidas, mas seria talvez um presente dos deuses tudo aquilo? Talvez com o tempo entendesse melhor toda aquela transformação e conseguisse conviver com a fera que agora morava dentro de min.

Sangue e MP:

Lee Chae-rin
HP = 100/150
MP= 110/150

Harpia =
HP=0/150
MP=150/150

poderes usados :


prole de Vênus:


Passivos:

Nível 1
Nome do poder: Beleza Natural
Descrição: Os filhos da deusa do amor são campistas naturalmente bonitos e charmosos. A beleza supera a de qualquer outro semideus no acampamento, sendo algo beirando ao sobrenatural. É simplesmente indescritível. Isso faz com que inimigos e aliados acabem se distraindo por sua beleza perturbadora, ou encantados pela mesma.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Pode deixar o inimigo atordoado durante o primeiro turno, evitando atacar logo de cara, ou se atacar (poderes que exijam miras, ou armas com a mesma característica), irão errar o alvo. Não acertarão o filho de Afrodite/Vênus, pois, de primeira, o inimigo não saberá porque não nutre o desejo de ataca-lo.
Dano: Nenhum


Nível 3
Nome do poder: Pericia com Chicotes I
Descrição: O filho de Afrodite/Vênus possui um manejo elevado com chicote e, além disso, é totalmente hábil em fazer manobras incríveis e incomuns com o mesmo, podendo envolver um membro específico do corpo de seus adversários com o chicote para comprometer sua respectiva movimentação. O semideus será bom com o manejo da arma, mesmo sem nunca a ter utilizado.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +10% de assertividade no Manejo de Chicotes.
Dano: +5% de dano se a arma do semideus acertar o oponente.

Ativos:

Nível 2
Nome do poder: Metamorfo I
Descrição: O filho de Afrodite/Vênus consegue modificar pequenas partes do corpo, da forma que bem entender ou se sentir mais atraído. Nesse nível, só é capaz de mudar a cor dos olhos, dos cabelos, também podendo modificar o cumprimento desses último, e das unhas.
Gasto de Mp: 10 MP
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum
Extra: Nenhum

Lycan de Tommor:


Forma humana:

Passivo:

NVL 5

☬ A Batida II ~> Os Lycans podem ouvir um coração batendo a até 2km de distância.

Ativo:

NVL 5

☬ A Transformação II ~> Emana uma aura de terror imensa, que impede qualquer ser ao redor de realizar um ataque que seja. O semideus então se transforma na sua forma bestial. Ele não poderá fazer NENHUMA outra ação junto com a ativação desse poder, e ficará nessa forma por no máximo 15 turnos. (1 vez por missão/combate) [20 MP]

Forma Bestial:

Passiva:

NVL 3

☬ Fúria Incontrolável I ~> As feras atacam com suas garras, dentes e força sobrenatural, dilacerando qualquer um a sua frente. Ele tem duas vezes mais velocidade que um semideus comum, e quase três vezes mais força.

☬ Mente Raivosa ~> Os Lycans não conseguem pensar nessa forma, e atacam qualquer um próximo, amigo ou inimigo. Além disso, eles não sentem medo de nada ou ninguém.

☬ Garras do Medo I ~> As garras do Lycan penetram até o escudo mais forte. Os ataques da fera só podem ser bloqueados por um inimigo de igual nível ou maior.

☬ Manto Medonho I ~> A aura de medo que circunda o Lycan é tão densa que consegue protegê-lo de ataques mágicos. Nesse nível, qualquer dano de habilidades ou poderes é cortado em 25%.

NVL 4

☬ Sadismo I ~> Cada vez que o Lycan é ferido de alguma forma, ele ganha 5 MP imediatamente. (1 vez a cada 3 turnos)

☬ Rugido Ameaçador I ~> Quando o Lycan rugir, os inimigos serão invadidos por um pavor penetrante, que tirará sua concentração por breves segundos. (1 vez a cada 2 turnos)

☬ O Cheiro da Presa I ~> A fera consegue farejar qualquer inimigo a até 1km de distância.

NVL 5

☬ Sombras Temerosas I ~> Ao ficar coberto por sombras, o Lycan recuperará 3 HP imediatamente.

Ativos:
NVL 4

☬ Rosnado Mental I ~> O Lycan emite um rosnado tanto físico quanto mental. Este invade a mente de um oponente em seu campo de visão, e desconcentra o mesmo brevemente. (1 vez a cada 2 turnos) [10 MP]

Thanks Tess
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Lee Chae-rin
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Re: CCFY de Aniversário - Lee chae-rin

Mensagem por Hades em Seg Jun 12, 2017 9:20 pm

Chae-rin, notei em sua escrita vários erros de grafia, dentre eles o mais gritante foi a palavra "min". Um dos requisitos para fichas de grupo secundário (que também é aplicado aqui), é uma boa grafia. Acreditamos também que a sua ficha tenha ficado confusa e que as suas ideias sobre tal grupo extra talvez estejam equivocadas, por esses motivos, além de leve falta de coerência e confusão, estamos negando sua ficha.
Com isso você irá receber o equivalente a 600 de XP e 600 dracmas pela narrativa.

Avaliada por Quione e Hades.

Aguardando Atualização.


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