The Blood of Olympus
Para visualizar o forum é necessário estar cadastrado, por favor registre-se no rpg ou entre em sua conta. É necessário estar cadastrado para ver as informações contidas no forum. Lembre-se de usar nome e sobrenome, não se cadastrar usando nomes geralmente utilizados por Hacker. Exemplo: "Barum" "Hakye" e por ai vai. Bem vindos.

Quando o Passado Revive - Alexis Carter Chwe

Ver o tópico anterior Ver o tópico seguinte Ir em baixo

Quando o Passado Revive - Alexis Carter Chwe

Mensagem por Alexis C. Chwe em Sex Jun 02, 2017 12:09 am

Spoiler:
Primeiramente deixo nota de que Belona está ciente da data de postagem posterior ao prazo, pois conversei antes com ela e tive permissão para postar um dia depois do prazo final por conta de dificuldades em logar para postar.

Logo em seguida agradeço por ela ter deixado eu postar, porque é importante pra trama da Lex. Tiau


TRUTH OR DARE.

Desde o caso com a mãe Alexis tinha um sério problema. Geralmente ela lidava bem com esses acontecimentos, sempre motivava os outros e via o lado bom das coisas. Era muito difícil a filha de Apolo ficar triste ou mesmo pouco para baixo, então quando acontecia as coisas eram extremas de forma que todo mundo notava. E nesse momento não podia ser diferente, afinal.

Todos os dias pela manhã ela cumpria suas obrigações, fazia seus treinos e sempre distribuía sorrisos para os semideuses de seu chalé ou os que encontrava no dia à dia. Se você não a conhecesse direito seria uma missão impossível notar a alteração de humor da pequena, porque o sorriso brotava em sua face de maneira quase automática para encobrir a dor que sentia e isso preocupava os mais próximos a ela.
 
Para completar as coisas estavam difíceis, alguns comentários de semideuses maldosos a deixaram tensa e tudo o que acontecia era ela se cobrar. Se questionava por coisas pessoais, se questionava como guerreira, se questionava de tantas maneiras que o stress latente a fazia quase explodir.
 
 
“Você não precisa dar bola pra eles" Hela dizia, a observando treinar arduamente com uma espada emprestada, o olhar preocupado expressão o que a necromante não deixava a face demonstrar. “Eu acredito no seu potencial, Alexis. E muita gente acredita. Você não precisa provar pra ninguém que é uma boa guerreira.”
 
 
“Não, unni. Você sabe!” a cria de Apolo gritou de volta, parando de se mover e arfando para normalizar a respiração e se permitir falar. “Você sabe muito bem o que dizem. ‘Filha de Apolo e fofinha, é uma gracinha’, claro porque ninguém me leva à sério.”
 
 
“É coisa da sua cabeça” retrucou a mais velha, negando novamente com a cabeça aquelas coisas que Lex dizia. Hela suspirou pesadamente e se aproximou da coreana que se jogou sentada no chão e largou a espada de qualquer jeito, abraçando os joelhos. “Você sabe muito bem onde pode chegar.” Ela dissera, sentando do lado da mais nova e apoiando a destra em seu ombro.
 
 
“Eu não sei nem onde quero chegar, entende?” a Carter se lamentava, tinha tanta coisa a perturbando que provavelmente ela não teria ideia de como dar o primeiro passo pra fazer parar.
 
 
“As coisas vão se ajeitar, acredite.”
 
 
“Como você pode ter tanta certeza?”
 
 
“Eu tenho. Só tenho.”
 
 

– x –

 
 
A noite parecia calma, mesmo que a garota tivesse ido se deitar apenas no meio da madrugada. Lex fitava o teto, piscando várias vezes e tentando localizar um pensamento pacífico o bastante para pegar no tão necessário sono.
 
“Mãe...” ela murmurou baixinho, abraçando o travesseiro e virando de lado. A saudade apertava o seu peito e os olhos se enchiam de lágrimas que teimavam em escorrer silenciosamente por sua face. Com um suspiro pesado aos poucos a garota foi relaxando, seus ombros baixando e o corpo ficando mais pesado, a envolvendo no sono que veio quase como mágica.
 
Ao fundo ela podia ouvir uma voz suave e familiar, as cantigas de ninar típicas coreanas seguiam uma atrás da outra e quando deu por si já sentia a carícia delicada em seus cabelos. Procurou pelo travesseiro, apalpando ao redor sem abrir os olhos. Desde quando seu travesseiro se parecia com pernas e era feito de pele? Alexis respirou fundo, contou até três e abriu os olhos vagarosamente, virando o rosto para cima e sentindo o coração falhar um pouquinho ao encontrar aqueles olhos lindos cor de chocolate quente que, vez ou outra, mudavam de cor em tons lindos e misteriosos.
 

“Mãe...”
 

Estava ali, em um mundo que tinha certeza que era o dos sonhos, no colo da mãe e sentindo-a perto de maneira tão real que poderia sentir o coração falhar aos poucos. As lágrimas começaram a brotar em seus olhos e tudo o que sentia vontade de fazer era se encolher e sentir-se a garotinha de 5 anos de idade que havia se perdido da mãe no meio do bosque, que acabara de encontrar novamente a sua proteção.

 
“Lex...” a voz de Charlotte ecoou distante, assim como sua canção, o que chamou a atenção de sua filha que fixou o olhar na face bela da filha de Afrodite. “Você precisa me encontrar, sim? Eu tenho pouco tempo e muita coisa pra te dizer.”

 
“Como assim?” a pequena retrucou, sentando-se de imediato de frente para a mãe e arfando por a respiração lhe falhar por alguns segundos. “Mãe, onde você está?” A cria de Apolo estendeu a mão, tentando tocar a face da mais velha sem conseguir. Ela repetiu o ato, estendendo ambas as mãos e tentando segurar o rosto de sua progenitora, que fechou os olhos e suspirou com uma expressão triste, sua imagem pouco a pouco se dissipando.
 

“Vá para o chalé de praia. Aquele que a vovó tem. Não conte para o Evan, por mais que seja na casa da mãe dele. Precisamos conversar eu e você.”
 

“Mãe... Eu não... Eu não entendo!”
 

“Alexis, confia em mim! Você precisa me encontrar!”

 
“Mas mãe... Eu não posso ir sozinha, eu não consigo.”
 
 
“Alexis Carter Chwe.” Char entoou severamente, a olhando enquanto os últimos resquícios de sua face iam se dissipando. “Você é uma grande guerreira. Você pode e vai me encontrar... Estou te esperando.”
 
 
Diferente de outros sonhos que Lexi já tivera a menina acordou calmamente, piscando algumas vezes e sentindo o corpo despertar pouco a pouco. Ergueu-se, se espreguiçando e olhando à volta com a visão ainda embaçada pelo sono.
 

“Bom dia!” ouviu Hans dizer de forma carinhosa, se aproximando com Pietro ao seu lado e parando em frente à sua cama. “Você parece ter dormido bem, melhor do que as outras noites.” O irmão comentou analisando a sua face, o que fez pouco a pouco Lexis refletir sobre o que havia acontecido nessa madrugada, aos poucos captando novamente os detalhes da presença de Charlotte ali.
 

“É bom ver que você descansou direito, Alexis.” Pietro afirmou, lhe chamando a atenção. Seus olhos se encontraram aos dele, logo parando nos de Hans e buscando a sua volta por Derek. Aqueles malditos poderes de filhos de Apolo que compartilham os pensamentos poderiam ser menos explícitos, porque logo viu que todos eles sentiam sobre aquele sonho tão real.

Os passos de Derek apressado em sua direção comprovaram isso, porque ele a analisou em silêncio enquanto ela pensava no que dizer.
 

“Eu...” balbuciou, meneando a cabeça para colocar as ideias no lugar, esfregando os olhos com as costas das mãos. Hans segurou sua destra com delicadeza e Pietro a sua canhota. Quando buscou por ajuda, os olhos de seus irmãos passavam a tranquilidade e segurança que achava que não teriam em si.
 

“Vá.” Derek proclamou, sorrindo para ela de maneira incentivadora. “Você consegue. E precisa.”

 
“Sis, vai!” Hans indicou, tendo a afirmação do seu namorado com a cabeça.

 
“A gente arruma sua cama, pode ir arrumar suas coisas!” Pietro apontou, os dois prontamente se erguendo e pegando os lençóis, os puxando da líder do chalé.

 
“Rápido.”

 
Rápido.


A menina ergueu o corpo com pressa, sentindo-se grata e motivada pela presença e confiança de seus irmãos. Pegou seus pertences e sua mochila, vestindo um agasalho de moletom com capuz por cima da camiseta do acampamento e calçando os tênis de qualquer forma. Enfiou a mão no bolso do jeans, pegando algum dinheiro mortal e enfiando nos bolsos da mochila por precaução. A coreana pegou um saquitel de dracmas e, sendo encoberta por seus irmãos, partiu correndo para a fronteira do acampamento meio-sangue porque obviamente não pediria permissão para isso. Tinha certeza que poderia se resolver com Quíron depois, era um caso extremo.

Assim que a garota atravessou a fronteira do acampamento, passando pelo pinheiro de Thalia, uma série de pensamentos lhe tomaram a mente, tentando lhe consumir. Era demais para si, mas o objetivo de achar a mãe era tão maior que a falta de confiança que nunca conseguiu ignorar tanto os truques que sua própria mente pregava em si. A ideia era arrumar uma forma de se locomover rapidamente, mas algo seguro. A única coisa que lhe ocorreu seria pedir essa carona (remunerada) ao táxi mais peculiar e perturbador de todos os tempos.
O veículo das irmãs cinzentas chegou rasgando, o cheiro dos pneus se arrastando no solo logo tomou as narinas de Alexis completamente, a fazendo expressar uma careta. Ela adentrou o carro apressada, estendendo os dracmas e ditando logo o destino.



"Para Santa Monica, bairro de Los Angeles."


"Dessa vez eu que pego o olho" uma das velhas resmungou, batendo na barriga da irmã e pegando o único olho das três de dentro da cavidade da face alheia. Ela enfiou o olho na própria face e riu alto. "Ainda bem que não sou eu quem dirige."


A arrancada foi tão brusca que as costas de Alexis bateram abruptamente no banco, a fazendo resmungar de dor e se segurar com força. Ela tinha ouvido falar sobre essa viagem, mas não achou que fosse algo tão desgovernado. Passou muitos momentos de aperto e desespero naquele veículo, mas após uns minutos pode ver o seu caminho de casa ser deixado para atrás. Em breve encontraria a mãe e contava muito com isso.



– x –


O bairro, o pier, o mar. Tudo parecia igual quando a menina desceu do carro - mesmo meio zonza - e olhou à sua volta. Sentia aquela sensação de nostalgia, dos tempos de criança em que a mãe e o padrasto ainda achavam seguro a levar para passear, pouco antes de resolverem se isolar em um vilarejo onde Lexi cresceu e passou a maior parte da vida, saindo apenas para ir ao acampamento e, ainda assim, mais tarde do que deveria em sua concepção.
Depois de refletir muito sobre diversas coisas de sua vida, tentando achar explicação para o que houve com a sua mãe, a Carter reparou que muitas dessas coisas não tinham explicação lógica, nenhum detalhe ou fato comprovado. Os seus pais simplesmente fugiram de Los Angeles depois de um tempo, deixando a sua vovó - mãe de Evan - morando sozinha em sua casa veraneia e nunca mais voltaram, só ficavam escondidos sempre, mesmo que os dois não a deixassem perceber isso. Só parando para pensar que ela constatou: eles viviam fugindo. E isso era tão confuso quanto Deimos e Fobos terem se metido em algo relacionado aos deuses para poder levar a vida de sua mãe.


E era ela quem precisava encontrar.


Os passos foram rápidos, o caminho era muito conhecido. Atravessou três quarteirões depois do pier. 'Próximo o suficiente da praia, próximo o suficiente do parque do pier', dizia sua vovó e ela concordava plenamente. Entrou na rua certa apertando o passo cada vez mais, até que se viu correndo pelo bairro de Santa Mônica em direção da casa onde passou os seus momentos mais livres, onde teve mais segurança e viveu a única parte normal de sua vida. Ao se aproximar da faixada da grande residência viu as janelas abertas e continuou a correr, indo em direção da porta aos tropeços. Parou em frente a porta principal, tomando fôlego e segurando na maçaneta de entrada, precisava se controlar para não surtar, precisava estar preparada caso fosse uma armadilha ou uma decepção. Precisava estar pronta para tudo, como uma guerreira. Ela contou até três e, enfim, abriu a porta. Seu rosto foi tomado por uma grande surpresa e o sorriso que se instalou na face da menina logo foi se desfazendo, dando espaço para uma face chorosa e lágrimas escorrendo pelo rosto da garotinha que via a mãe após meses de sua 'partida'.


"O-Omma..." a menor resmungou, correndo para os braços da mãe que estava sentada no grande sofá branco de frente para lareira e olhando pela janela. Seus soluços a faziam tremer um pouco, mas o toque dos braços de Charlotte ao redor de seu corpo fizeram com que Alexis Carter Chwe, a filha de Apolo e líder do chalé 7 se tornasse apenas a menininha filha de Charlotte, a filha de Afrodite mais linda que já vira na vida.

Os olhos carinhosos tinham aquele olhar de calma que apenas uma mãe tinha, seus dedos percorriam todo o rosto de sua filhinha para capturar suas lágrimas e o secar para olhá-lo melhor. Seria ótimo, seria perfeito, mas não era definitivo. Era um momento passageiro e curto, totalmente voltado para esclarecimentos.


"Lex" a mãe a chamou em tom mais sério, centrada no que deveria fazer. Alexis fitou o chão, evitando olhar em seus olhos, mas Charlotte repetiu em tom repreensivo. "Alexis." A menina olhou para sua mãe de forma hesitante, suspirando pesadamente e mexendo nos dedos de receio. Estava inquieta e tinha medo do que viria, mas sabia que saber de tudo iria resolver parte dos problemas de sua vida. "Você precisa saber o porque de me levarem."


E saberia, se aquele momento não tivesse mais envolvidos do que deveria.




The sun goes down, the stars come out






I've got sunshine on a cloudy day
When daylight's fading I'm gonna play in the dark until it's golden again. And now it feels so amazing, can see it coming, and I'll never grow old again, you'll find me chasing the sun.
avatar
Alexis C. Chwe
Lider de Apolo
Lider de Apolo

Mensagens : 117
Data de inscrição : 18/12/2016
Idade : 18
Localização : Cabin 7, Camp Half Blood

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Quando o Passado Revive - Alexis Carter Chwe

Mensagem por Belona em Sab Jun 03, 2017 6:05 pm


O passado se torna o presente


Método de Avaliação

Spoiler:
Essa primeira parte é bastante ligada a trama do personagem e ao clímax do encontro entre o personagem e alguém que já foi importante, de alguma forma, na vida dele e não pertence mais a esse plano. Portanto, será avaliado os seguintes quesitos:

• Escrita: Será avaliado a gramática, a concordância e a fluidez de escrita.

• Criatividade e coerência: Será avaliado aqui o modo como você fez a postagem, se há coerência entre seu personagem e a proposta do evento, se o nível condiz com o que você diz.

• Desenvolvimento da trama: Nenhuma trama pessoal é melhor do que a outra, entretanto, aqui será avaliado o enredo como um todo. Se houve riqueza de detalhes, se houve realidade de escrita, se a personalidade de seu personagem é visível, se houve coerência nas interações desenvolvidas etc

Exp: A primeira parte recebe a metade da experiência total divulgada no post sobre o evento.
Do nível 30+: 9.000

Dracmas: A primeira parte recebe 5 mil dracmas.
Item: Recebe apenas no final, na avaliação da segunda parte..

Avaliação

Experiência: 9.000
Dracmas: 5.000
Comentário:
Alexis, eu gostei muito da sua narrativa, e não tenho nada a ressaltar quanto a sua missão, ficou ótima, contudo, gostaria que cuidasse nas cores que usa para diferir as falas, algumas ficaram claras demais e acabaram sumindo junto ao fundo branco, tente usar tons mais escuros da próxima vez.


Segunda Parte

Alexis revia a sua mãe e esta parecia ter uma grande revelação para fazer. Porém, o destino não parecia querer colaborar para que as coisas fossem mais fáceis. As janelas da casa começaram a bater, um estrondo vindo do fundo e um rugir felino pode ser escutado. A mãe de Alexis parecia assustada o suficiente para deixar duas coisas claras: era algo perigoso e ela sabia o que era. A genitora procurou explicar em rápidas palavras a sua condição em estar ali, deixando nas mãos de Alexis uma decisão a ser feita.

Caso a mãe sobreviva, talvez a conversa finalmente pudesse acontecer sem o puxar das cordas do Destino.


Instruções e explicações

• Nyx/Nox é tida como primeira rainha do submundo, antes que os outros deuses surgissem e tomassem esse posto, teve o poder suficiente para invocar esses mortos e fazê-los entrar em contato com o semideus. Este é um verdadeiro ataque psicológico, pois, mesmo tendo retornado eles têm um prazo para retornarem para o submundo novamente.

• O dia do encontro é o prazo final e eles dizem isso ao semideus com um medo intenso, pois um monstro estaria encarregado de levar o morto de volta para o submundo, por bem ou por mal.

• Escolha a ser feita: Caso eles sejam mortos por esse monstro, eles cairiam nos campos de sofrimento eternamente. Caso eles voltem por vontade própria, eles seguiriam para o Elísio. Cabe ao semideus e seguir sua trama: deixar que o revivido morra pelas mãos do monstro e sofra por toda a eternidade; ou salvá-lo ao derrotar o monstro, permitindo que o morto retorne ao submundo em paz. Ele só consegue retornar dessa forma depois que o monstro seja derrotado.

• Caso seja a primeira opção, ele assistirá passivo a morte da pessoa ou fazer com que o revivido morra em algum momento da batalha. Porém terá de derrotar o monstro depois disso, pois não contente a fera também tentará levar o semideus para o inferno. Caso o semideus escolha a segunda opção, ele terá a chance de salvar o revivido e dar um último adeus, sabendo que a alma dele estará em um paraíso.

• O monstro é uma Lâmia, um ser poderoso e dotado de magia e ferocidade, ela está com duas adagas, uma feita de titânio e outra de prata, extremamente afiadas e uma delas está banhada em veneno. Ela aparecerá derrubando uma porta e proclamando o seu dever de levar a alma da revivida de volta para o submundo.

Lâmia Comum

Sobre a Lâmia :
Descrição: Lamias eram monstruosidades perigosas que viveram para trazer conflito e sofrimento ao mundo. Eram seres cruéis e sedutores que atraíam suas vítimas mais perto do destino com ilusões de beleza. A maioria das lamias parecia ser mulheres bonitas da cintura para cima, mas tinha os corpos de leões poderosos da cintura para baixo. No entanto, estas foram as formas mais fracas de lamia. s poderosa das lamias poderia mudar seus corpos inferiores tão facilmente quanto um ser mortal muda suas roupas. Lamias eram criaturas sinistras que viviam em ruínas do deserto. Eles se sustentavam comendo carne humana. Eles usam uma variedade de habilidades, incluindo sedução, disfarce, ventriloquismo, ilusões, miragens, imagens espelhadas e outras coisas semelhantes, para atrair, seduzir e confundir aqueles que vagaram em seu meio em situações perigosas. Quando eles conseguiram a vítima, eles fizeram um banquete com punhais curvados. Lamias não usava nenhuma forma de roupa ou outro adorno. Eles pareciam dedicados ao caos e à destruição em seus habitats nativos. A sociedade Lamia era matriarcal, acreditando que os machos não eram bons para nada além de criação e trabalho escravo.


Poderes e Habilidades

Passivos

- Sedução
- Persuasão
- Resistência a magia
- Perícia com punhais, facas e adagas

Ativos

- Toque Intoxicante: É um ataque mágico baseado em maldição através do toque. O alvo sofre uma maldição que cresce o azar, comprometendo a assertividade de seus ataques e o que deixa com os sentidos confusos por dois turnos. A lâmia só poderá usar a mesma maldição novamente depois de 3 turnos (ou 20 min). Funciona apenas através do toque.




Regras

- Prazo de postagem: 20 dias
- O revivido não irá, de forma alguma, permanecer no plano humano. Obrigatoriamente ele irá retornar para o submundo, por bem ou por mal (isso é de sua escolha)
- Irá notar que eu não descrevi nível ou barra de hp/mp da Lâmia , por ser One-Post, você deverá narrar o nível de dificuldade do monstro de maneira realista a sua personagem e ambiente.
- Boa sorte.




Belona
Somente os mortos conhecem o fim da guerra-
avatar
Belona
Deuses Menores
Deuses Menores

Mensagens : 236
Data de inscrição : 23/01/2015
Localização : Em toda, e qualquer guerra.

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Quando o Passado Revive - Alexis Carter Chwe

Mensagem por Alexis C. Chwe em Seg Jun 26, 2017 4:51 pm

Sobre prazo de postagem:
Mais uma vez já deixando justificado que Belona foi informada sobre o prazo de postagem, já que estive ausente por problemas off.


TRUTH OR DARE.


A semideusa tinha plena consciência de que suas respostas não viriam fácil, o assunto era sério demais para que pudesse tê-las assim, em suas mãos. Porém nunca poderia imaginar que aquele momento seria interrompido de forma tão brutal. Aguardava a resposta da mãe com tanta ansiedade que não pôde atentar-se a mais nada, os barulhos à sua volta pareciam intensos demais, as janelas tremiam e batiam e um estrondo muito alto se fez presente, seguido de um rugido que fez o corpo da menina estremecer. Ela se colocou de pé imediatamente, assumindo postura de batalha em frente a mãe. A mão tocou o colar, tomando o arco em mãos e, tratou de procurar o pingente que levava consigo, acionando a aljava especialmente feita para si, a colocando no ombro e mirando para o corredor de entrada, de onde o barulho viera.

Charlotte também havia se erguido, as mãos procurando habilmente alguma forma de defesa, lembrando-se do presente para a filha ao chama-la. “Alexis, me dê sua adaga!”. A menina acenou com a cabeça para a mochila e sua mãe procurou a lâmina de forma quase desesperada, ela parecia saber o que estava por vir. Levaram poucos segundos para que Lex também pudesse descobrir o que estava vindo em sua direção, ainda mais levando em conta que a Lâmia feroz adentrou o cômodo destruindo parte da parede e olhando ao redor em busca de suas presas.

“Se esconde!” a filha de Apolo gritou para a mãe, puxando uma flecha sônica de bronze celestial da aljava encantada e atirando em direção da fera de imediato, fazendo o ruído alto em seu percurso de alta velocidade e um estrondo que desnorteou a criatura por alguns segundos ao atingi-la. “Anda logo!” ela gritou novamente, dando alguns passos para atrás e olhando por cima do ombro enquanto Charlotte corria escada acima levando a sua mochila. A menor olhou bem para onde a mãe ia, tendo certeza que deveria levar a criatura para o lado oposto, nesse caso a porta dos fundos que dava para o quintal.


Não tinha nenhuma intenção de destruir a casa de sua avó, mas assim que a lâmia recobrou os sentidos foi inevitável. A fera partiu em direção da semideusa, que pulou por cima do sofá e correu para o cômodo seguinte, a cozinha, saltando por cima do balcão dali. Aquela criatura não tinha pudor nenhum, corria derrubando móveis e arrancando lascas da parede ao passar com seus baques. Ela rugiu alto, encarando a semideusa e quase rindo com aquela situação.


“Não adianta tudo isso” ela advertiu, fazendo Lex a olhar confusa “Por bem ou por mal eu vou levar sua mãe de volta, cria do sol. São ordens da noite que ela fique lá e ninguém vai deixar de cumprir!” um rugido seguiu sua fala e uma faca foi atirada na direção de Alexis, que abaixou atrás do balcão por reflexo e por pura bobagem, pois a fera saltou por cima do mármore do balcão e avançou nela enquanto a pequena estava no chão. Com um grito de susto a menina ergueu o arco, usando a lâmina do limbo para ferir o braço da lâmia que tentava a pegar e rolar para o lado. Tinha uma sensação latente de que aquela criatura não poderia a tocar, aquela aura era perigosa demais e qualquer bobagem que fizesse botaria tudo a perder.

Ela varou pela porta do quintal, correndo para perto da cerca e analisando o redor enquanto tomava fôlego. A lâmia a seguiu de imediato, mas dessa vez fora atacada por uma flecha de ferro estígio, que explodiu próxima ao seu peito após ser encantada com o anel da filha do sol. Lex puxou uma flecha novamente, mirando nos braços da criatura e atirando o máximo que podia. Acertou o ombro da lâmia com uma flecha de ouro paralisante, torcendo para que o efeito fosse ao menos relevante em diminuir a velocidade de ataque com as mãos da criatura. Com a mão livre a lâmia atirou outra faca, essa surpreendendo Alexis que reclamou de dor ao se jogar para o lado. Os olhos da menina capturaram a janela do segundo andar da casa, onde a mãe estava apontando para uma grande espada na bainha.

“A espada do Evan...” Lexi murmurou para si, olhando para o arco e se arrastando de novo em direção da casa. Ao perceber seus movimentos a lâmia também se moveu. A criatura tomou impulso e saltou, caindo em cima das telhas da varanda de entrada dos fundos para a casa, poucos metros distantes da janela que Charlotte estava. Parecia ter decidido que era melhor levar a mãe antes de derrotar a filha e isso alarmou a semideusa. “Mãe!” gritou olhando para cima, vendo Charlotte se afastar do vidro no mesmo momento em que aquele monstro entrou pela janela, quebrando tudo por ali.

Tudo o que Alexis podia fazer era correr. Correu para dentro, deslizando pela velocidade toda vez que tinha que fazer uma curva. Segurou no corrimão que levava para o segundo andar e subiu pulando de dois em dois degrais, praguejando em grego e torcendo para que a mãe soubesse o que fazer. Nunca vira Char em combate de verdade, sabia que ela era uma guerreira, mas por estar de volta à vida não sabia a que ponto chegaria. Graças aos deuses ela estava em forma, porque assim que Lex alcançou o corredor pode ver Charlotte brandindo a espada na direção da criatura enquanto desviava de seus golpes.


“LEX!” a mulher gritou e a filha armou uma nova flecha, a atirando sem efeitos em direção daquele bicho, acertando de raspão em sua orelha e chamando a atenção dela.


“É o destino! Ela vai ter que voltar, sua tola!”


“Se voltar não vai ser você quem vai levar!” a menina retrucou, atirando outra flecha e avançando para o cômodo enquanto sua mãe se afastava.


“Alexis, eu preciso te falar sobre-“


“Não dá agora!”


A lâmia avançou para cima da filha de Afrodite, alarmando sua criança e fazendo-a avançar de forma impensada, foi empurrada para longe com o baque da parte de leão do monstro em seu corpo, o arco caindo para o corredor e aquele monstro prendendo sua mãe embaixo de si.


“Conte agora, Charlotte. Vai ser divertido ver a reação de sua filha.” O monstro provocou, o que deixou a pequena de Apolo ainda mais raivosa. Ou aquela criatura desprezível estava blefando ou até ela sabia o que Char tinha à dizer. “Seria uma decepção ela saber que Nyx decidiu por sua morte por você ser inútil, não?”



“CALE A BOCA!” Charlotte protestou, as lágrimas nos olhos e a expressão totalmente abalada.


Alexis observou-a um pouco antes de conseguir se mover, já era demais para si a quantidade de brincadeiras que deuses e monstros faziam com ela para falar sobre esse tal destino de sua mãe e sua família. Era ridículo, ela não poderia se submeter à isso.


“Quieta, bafo de leão!” protestou, erguendo-se e correndo em direção ao monstro, batendo o corpo contra a traseira de leão e caindo para o lado.


“Você deveria pensar mais antes de agir. Sua mãe também não pensou ao se aliar a Nyx!”



As palavras daquela voz monstruosa ecoaram por seus ouvidos de forma distante. Levantou o corpo mais uma vez, desnorteada e olhando para o redor em busca de ajuda, de algo que a fizesse entender o que era aquilo. Era mentira, não era possível.


“MENTIRA!”


“Quer que eu deixe que você ouça de forma que a decepcione mais? Eu posso ser cruel já que vou devorar as duas de qualquer forma!” A lâmia cuspiu, jogando o corpo de Charlotte em direção da filha. A cria de Afrodite ergueu o olhar envergonhada, os olhos suplicando por compreensão de Alexis, encontrando os castanhos da filha que transbordavam diversas emoções misturadas.


“É mentira...” Lex sussurrou, tocando o rosto da mãe com os dedos trêmulos. “Jure pelo estíge que é mentira...”


Charlotte se manteve em silêncio por uns momentos, negando com a cabeça e suspirando pesadamente.


“Eu me aliei à Nyx antes mesmo de você nascer... Eu era apenas uma infiltrada, dava informações para os aliados dela sobre tudo o que acontecia. Mas quando eu tive você... Ela me cobrou lealdade e que eu a fizesse ir por esse caminho também. Ela sabia que Evan faria o que eu pedisse, então não cobrou isso sobre ele... Mas ela queria que você fosse comigo, não fosse para o acampamento. Lex, eu... Eu não tinha planos para largar as ideias dela. Eu vi Cronos tentar derrubar o Olimpo, eu vi Gaia tentar fazer o mesmo, eu os via como vilões e sempre vi a senhora Nyx como uma referência de deusa, mas quando ela falou recentemente o que planejava eu entrei em conflito, eu não sabia... Eu não sei ainda... Evan é fiel ao Olimpo na mesma proporção que à mim, mas eu não sei o que faria sobre você...”


“Você se negou a me convencer sobre...”


“Você tem direito à suas próprias escolhas, filha... E eu... Eu fiz escolhas ruins.”


“Mãe, você...”


“Ah, mas que gracinha! Agora chega dessa palhaçada, eu estou faminta!”



A voz horrenda despertou Alexis que segurou as mãos da mãe, puxando-a assim que ela foi agarrada pelo monstro e arrastada para perto dele.


“EU NÃO VOU TE SOLTAR DESSA VEZ. EU NÃO VOU SOLTAR!” ela gritava, colocando toda força para puxar a mãe que suplicava para que ela a perdoasse. Era tudo muito confuso, eram muitas informações para serem assimiladas e toda a sua vida dependia de compreender àquilo. Salvar sua mãe dependia de se focar no momento e não se abalar por tais pensamentos.


O monstro puxou Charlotte com mais força, jogando seu corpo com um baque na parede e a fazendo cair inconsciente. O corpo de Alexis tremeu de raiva, ela realmente não tinha estruturas para nada que inclua sua mãe e a primeira reação foi pegar a espada de Evan, mesmo que não soubesse manuseá-la corretamente, e avançar para a lâmia, a atacando na lateral do tronco humano. A perfurou de forma superficial, a espada era muito pesada e seu corpo não estava em equilíbrio para a usar. A criatura urrou, a acertando e a jogando de canto novamente, mas dessa vez ela usou o metal pesado para se equilibrar, o apoiando no chão e mantendo o corpo em pé.

Respirou fundo, pedindo mentalmente a ajuda dos deuses, principalmente de Ares, e voltou a avançar, dessa vez a adrenalina a ajudando a erguer a arma sem percepção total de seu peso. Foi bloqueada na primeira vez, atacando novamente e conseguindo mover o corpo com agilidade em uma terceira tentativa, ferindo a parte de leão de forma significativa. Usou a espada para afastar a criatura de sua mãe, indo em direção de onde estava seu arco.

Assim que o avistou, decidiu dar passos para atrás e tomar impulso, correndo e se atirando ao chão, para deslizar em direção ao corredor, a espada erguida para se defender de qualquer ataque. Largou a arma pesada assim que passou pela criatura, segurando o arco e já armando uma nova flecha sônica, a atirando bem na lateral da cabeça da criatura. Com a lâmia urrando e atordoada, deu passos em sua direção, a fúria em seus olhos e a determinação de acabar com aquilo. Sentia-se cansada física e psicologicamente, tinha dores imensas e seu corpo pedia por socorro a cada passo que dava. Ignorou tudo, erguendo o arco brandindo seus limbos em ataques diretos, ferindo a criatura na extensão de seu corpo e tentando bloquear os ataques que recebia, se mantendo firme mesmo quando era ferida.

A filha de Apolo moveu a arma enfincando o limbo inferior na barriga da criatura e armando uma flecha, inclinando o corpo e a atirando diretamente no queixo da lâmia, atravessando sua cabeça e derrubando o monstro no chão. Exausta, arrancou o arco dali, indo em direção à espada e a segurando firmemente. Ergueu-a e com toda a sua força desferiu o último golpe no corpo da fera, ofegando e caindo para o lado, tentando normalizar a respiração. Só após toda aquela dose de adrenalina que pode perceber seu braço e a região da barriga sangrando e pouco à pouco sentiu os olhos pesarem e o corpo desligando-se de sua mente, que foi se apagando juntamente com o restante.



Lex acordou confusa. Sua visão estava turva, o corpo dolorido. Tentava se erguer de forma apressada assim que a mente despertou, precisava entender o que era tudo o que havia acontecido, tinha ainda muitas perguntas. Moveu o corpo, apoiando os cotovelos no chão e logo sendo empurrada de volta para baixo.


"Quietinha aí, garotinha." ouviu a voz do padrasto, a advertindo e segurando seu corpo onde estava. As mãos seguraram delicadamente, porém com firmeza.


"Evan..." ela murmurou baixo, piscando algumas vezes e procurando em volta, a cabeça doendo demais para se manter totalmente quieta.


"Ta tudo bem, Lex. Ela voltou por vontade própria... Queria evitar mais problemas." o homem afirmou, acariciando sua testa e tirando alguns fios de cabelo de seu rosto, arrumando a mecha atrás da orelha da enteada. "Você deveria ter me chamado antes..."


"Eu precisava perguntar algumas coisas! Ela... Ela jogou muita informação em mim, appa! Eu não consigo assimilar!" os olhos da coreana se apertaram, fazendo as lágrimas que se acumulavam correrem por seu rosto. Ela soluçou algumas vezes, se encolhendo e virando o rosto para o corpo do homem que a acolheu com carinho.


"Sh, calma... Eu sei, eu realmente sei. Eu vou te explicar, eu vou te ajudar. Mas isso fica para outro momento, ok? Agora você precisa descansar. Eu vou te levar para casa."


A pequena assentiu, fechando os olhos novamente e se encolhendo ainda mais próxima dele.


"Eu não quero voltar para o acampamento agora, appa..." pediu baixinho, os dedos buscando apoio nas roupas masculinas.


Ele sorriu, acariciando seus cabelos e curvando o corpo para beijar a testa feminina. "Com casa eu quis dizer nossa casa. Estou muito solitário lá e temos coisas a resolver em família, certo? Eu converso com Quíron depois." respondeu-lhe protetor, pegando a mochila da menina e colocando nas costas. O filho de Ares embainhou sua espada e a ajeitou junto à si, logo passando as mãos para erguer o corpo da 'filha' em si e a erguendo em seu colo. "Vamos, eu vou fazer chocolate quente com marshmallow para você."




The sun goes down, the stars come out






Considerações:
Adquiri o triplicador, que consta em minha conta. Se for válido aplicá-lo, gostaria de utilizar.

Item:
O item que eu gostaria foi citado na própria postagem, porém está em descrição detalhada abaixo para avaliação e possível validação. Seria uma herança.

• Fury of War [Espada tipo medieval longa, lâmina de fio duplo feita de bronze celestial, com um fio de ouro desenhado em sua extensão. Cabo de ouro, revestido com couro apenas no apoio para mãos | A espada é abençoada pelo próprio deus de guerra, se adaptando e balanceando ao uso do portador oficial. O dono da espada só conseguirá a usar corretamente se tiver ligação de sangue ou bênção para acionar seu efeito de balanço, ligado diretamente à sua perícia. | Bronze celestial, ouro e couro | Evento "Quando o Passado Revive"]

Em efeito gostaria que a lâmina tivesse veneno, porém como não sei aplicar dano e etc deixo a critério da lady Belona ou quem avaliar aplicar isso. As demais especificações deixei por conta de vocês decidirem também. Isso caso validem a arma.
Para utilização desta arma já pedi a missão sobre a bênção de Ares, então entra em minha trama aaaa. Desde já agradeço!



I've got sunshine on a cloudy day
When daylight's fading I'm gonna play in the dark until it's golden again. And now it feels so amazing, can see it coming, and I'll never grow old again, you'll find me chasing the sun.
avatar
Alexis C. Chwe
Lider de Apolo
Lider de Apolo

Mensagens : 117
Data de inscrição : 18/12/2016
Idade : 18
Localização : Cabin 7, Camp Half Blood

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Quando o Passado Revive - Alexis Carter Chwe

Mensagem por Macária em Sab Jul 08, 2017 7:37 pm


O passado se torna o presente


Método de Avaliação

Spoiler:
Essa primeira parte é bastante ligada a trama do personagem e ao clímax do encontro entre o personagem e alguém que já foi importante, de alguma forma, na vida dele e não pertence mais a esse plano. Portanto, será avaliado os seguintes quesitos:

• Escrita: Será avaliado a gramática, a concordância e a fluidez de escrita.

• Criatividade e coerência: Será avaliado aqui o modo como você fez a postagem, se há coerência entre seu personagem e a proposta do evento, se o nível condiz com o que você diz.

• Desenvolvimento da trama: Nenhuma trama pessoal é melhor do que a outra, entretanto, aqui será avaliado o enredo como um todo. Se houve riqueza de detalhes, se houve realidade de escrita, se a personalidade de seu personagem é visível, se houve coerência nas interações desenvolvidas etc

Exp: A primeira parte recebe a metade da experiência total divulgada no post sobre o evento.
Dracmas: A primeira parte recebe 5 mil dracmas.
Item: Recebe apenas no final, na avaliação da segunda parte..

Avaliação

Experiência: 9.000 x3 = 27.000
Dracmas: 5.000
Comentário:
Parabéns, Alexis! Você está se mostrando uma ótima guerreira. Fico contente de poder avaliá-la, uma filha de Apolo que realmente mostra a que veio. Uma narrativa envolvente. Sinto muito por sua mãe, mas ela está melhor agora.

Item

Nesse evento, por ser particular de cada um e cada um ter desenvolvido de forma diferente, nada mais justo do que o item também ser único para cada um. Porém, para não ser injusta nas minhas escolhas, o item desse evento será montado por você! Veja a lista abaixo, faça suas escolhas e mande por MP para mim o item final!


Tipo: Escolha o seu tipo de item abaixo, acrescente uma descrição específica caso queira, é apenas o visual da arma e o seu tipo. Caso não descreva, será usado o padrão da loja, com tamanho e demais informações. Caso queira Arco ou Besta, ele virá automaticamente com um pacote de 30 dardos/flechas.

• Espada [escolha o seu tipo]
• Faca de Caça
• Adaga
• Arco [escolha o seu tipo]
• Besta [escolha o seu tipo]
• Lança [curta ou longa]
• Foice
• Chicote
• Escudo


Material: Escolha o material que você deseja que sua arma tenha, é possível apenas a escolha de um material. A escolha do material interfere diretamente no dano que a arma vai provocar, assim como o bônus natural do material.

• Ferro estígio
• Bronze Celestial
• Ouro Imperial
• Oricalcio


Efeito 1: Poderá escolher um dos efeitos elementais abaixo. Apesar de estar descrito “arma”, o efeito irá adaptar-se ao tipo dela. Exemplo: serão as flechas a serem encantadas.

• Fogo [a arma será coberta por chamas, provocando 20% a mais de dano e tendo chance de provocar queimaduras]

• Ar [a arma é revestida por uma fina corrente de ar, tão fina que acaba permitindo um corte mais afiado, provocando 20% a mais de dano e dobra as chances de causar danos a materiais de resistência superior]

• Elétrico [a arma é revestida pelo elemento raio, provocando 20% a mais de dano e tendo a chance de provocar paralisia pelo choque]

• Veneno [a arma é coberta por veneno, provocando 20% a mais de dano e tendo a chance de envenenar caso atinja a corrente sanguínea, causando -15HP por 4 turnos]

• Gelo [a arma é revestida por uma fina e dura camada de gelo, provocando 20% a mais de dano e tendo a chance de provocar lentidão no movimento]

Efeito 2: Poderá escolher apenas um dos efeitos abaixo

• Acessório: escolha um acessório que a arma poderá se transformar, especificando qual.
• Ligação com o dono: a arma sempre irá retornar para o dono, aparecendo ao seu lado.



this a good death
NOBODY SEEMS TO RECOGNIZE ME IN THE CROWD

avatar
Macária
Deuses Menores
Deuses Menores

Mensagens : 29
Data de inscrição : 27/12/2014
Localização : Em qualquer lugar

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Quando o Passado Revive - Alexis Carter Chwe

Mensagem por Conteúdo patrocinado


Conteúdo patrocinado


Voltar ao Topo Ir em baixo

Ver o tópico anterior Ver o tópico seguinte Voltar ao Topo

- Tópicos similares

 
Permissão deste fórum:
Você não pode responder aos tópicos neste fórum