The Blood of Olympus
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Quando o Passado Revive – Sun Hee

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Quando o Passado Revive – Sun Hee

Mensagem por Sun Hee em Seg Maio 29, 2017 9:20 pm

When the past lives again...

"I'd do anything to have her to myself..."

Acreditamos a maior parte do tempo que sabemos o que desejamos para nossas vidas ou o que precisamos para alcançar nossos objetivos. Passamos boa parte dela correndo atrás do rabo, nadando contra a correnteza, caindo e levantando sem ao menos saber o motivo do mundo nos quebrar tantas vezes.

Somos destruídos e reconstruídos dia após dia, remontados de uma forma diferente a cada rodada. Passado o tempo, nos tornamos um mero reflexo do que acreditávamos que seríamos. E no fim, nunca teremos orgulho do que vamos nos tornar, porque os sujeitos ingênuos que somos hoje e que acreditam, esses sujeitos vão ser pouco a pouco apagados pelo tempo até serem erradicados.

Nos deixamos aliviar pelos vícios, cedemos aos medos que achávamos terríveis, sucumbimos aos maus hábitos da vida adulta que não conseguiríamos entender a alguns anos atrás. A verdade sobre a nossa juventude? Ainda não tivemos que bater contra a parede até expor os ossos, não tivemos que desnutrir nossos sonhos para pagar nossa realidade e esgotar nossa fé até os deuses pararem de testá-la.

Porquanto não encaramos, com o rosto lívido, a face cadavérica de Leto, vamos perseguindo objetivos aleatórios para nos ocupar em existir. Vamos chamar os desejos de sentido e vamos nos moldar a eles, à essa adaptação chamaremos de vida e esses sentidos serão desfeitos pelo universo, macerados à poeira cósmica, diante de nossos olhos, só para o destino provar que você não passa da penumbra de átomos unidos ao acaso.

Um em bilhões, um que não tem um mínimo valor... O que acontece quando a luz da sua vida acaba? Terra e canções ruins, lágrimas e mentiras sensíveis. Quantos abraços falsos, quantas palavras superficiais e infames são necessárias para manchar a luz da sua existência de uma memória? Se eu passasse mais algumas horas abraçadas ao seu corpo gélido, você me perdoaria?

Se eu a apertasse mais forte, se eu tivesse te envolvido melhor, poderia ter-lhe dado a minha vida em troca da sua inércia? Ou se eu tivesse tentado mais, se de alguma forma eu pudesse invocar sua alma das minhas lembranças, você viria por baixo de um arco-íris para abrir o sorriso inocente dos bons e iluminar qualquer pedaço fragmentado de bem na minha alma?

A sua ausência me tornou suja. Quando o sol se abre, mil feridas se expõem e cada hora brilhante se estende como milhões de agulhas sobre a minha pele. Bem, podemos dizer que seu peso paira sobre minhas costas como o céu sobre Atlas. Podemos, ainda, dizer que o meu peso silenciou o seu coração e não me resta dignidade ao menos para dizer que sinto sua falta.

- Miane¹...

Acontece que eu nunca fui forte, eu nunca estive na posição de te proteger, ao invés, invoquei para você uma morte lenta, vazia e suja num chão qualquer. E - Como uma piada ruim que a gente repete na cabeça e não ri mais – eu sabia, mas não dei luz à razão. Acontece que os deuses nunca nos protegeram.

“Mas no fundo eu acreditava...”

Acontece que não há amor pela criatura, apenas pelo ato da criação.

“Mas no fundo eu me deixei crer de todo o coração...”

De resto... somos fados e responsabilidades, ou somos meios e armamento para suas vontades. Por fim, nos matamos por ideais que nos devoram vivos e nos matam tarde demais.

Eu gostaria de dizer para você que eu sou mais forte, que toda a sua ausência me tornou mais brava, que eu sei como caminhar.

“Eu me deixei acreditar, agora meu único deus é a sua ausência.”

Mas a verdade por trás de toda a dor: ela nos deixa mais feios e mais falsos. Quando você acorda e olha no espelho, ainda é você ali, só você e vai ser só isso não importe o quanto você derrame lágrimas... e...

- Keena?

Ali estava a face dela aprisionada no espelho, ao meu lado. Nem chorava, nem sorria... não havia aura, não havia vida ou a avidez da juventude que a tornava tão peculiar. As palavras estavam presas na minha garganta e eu só queria saber o que estava acontecendo, nada atrás, nada palpável. Eu teria chegado ao fim do túnel da sanidade?

- Miane, Dongsaeng!² Miane...

Minha mente estava fragmentada, meu corpo tombou sobre os joelhos e o choro veio como uma convulsão, fazendo meu corpo tremer sob os braços da culpa. Quando tudo parece ser feito para durar, você descobre-se um jarro frágil diante dos vendavais. O seu fantasma vinha cobrar o preço dos meus erros?

Alguns minutos passaram e desgastaram meu corpo como fossem anos. Quando ergui novamente o rosto, ela ainda estava lá, parada, observando... Contudo, seu rosto, antes inexpressivo, estava tomado de uma dor caridosa.

“Eu não entendi nada do que você falou.”

Os pensamentos dela ecoaram na minha mente, fazendo meu estômago revirar-se ante a casualidade com que as palavras soavam. Diferente de mim, quebrada e vazia, Keena seguia a mesma, com seu bom e velho TDAH, nítido na forma como ela dispersou-se de mim para observar a decoração do quarto.

O seu rosto continuava jovem, eu havia envelhecido um ano por cada dia que se passou.

O seu gosto para roupas continuava o mesmo, eu me assemelhava aos sátiros de Roma.

O seu sorriso ainda acreditava, acreditava em mim?

“Eu venho tentando conversar...”

Sim, era verdade. Uma carta deixada na minha caixa de correio e a assinatura dela causaram-me dois dias de pranto convulsivo. Mais sinais: pesadelos, mensagens de íris sendo ativadas sem meu consentimento e com muita interferência, rabiscos... uma série de pequenos sinais haviam me levado àquele pequeno momento de isolamento, tristeza e pânico.

Nem Renly, Nem Yokie, Nem mesmo o meu autômato... Naquele momento qualquer ilusão que conversasse comigo seria a minha única companhia. A Keena em morte e alegria me sorria através do espelho. Eu em vida e apatia a olhava de volta.

Quantas vezes você pode ser quebrado? Eu já havia chegado ao limite da insanidade ou aquilo era real e ela estava ali diante dos meus olhos? Minhas pernas ergueram-se sem um comando central, um passo e depois outro até que minhas mãos tocassem o vidro gelado do espelho, de alguma forma ela estava ali dentro.

Meus olhos profundamente marcados com olheiras escuras esquadrinhavam o reflexo do quarto. Por um segundo, meus olhos se fecharam e o meu corpo girou no eixo, lentamente – não se tem pressa para descobrir verdades que doem – e no mesmo ritmo abri novamente os olhos, focando-me no ponto onde ela deveria estar em pé me observando, segundo o reflexo do meu espelho.

Encontrei vazio e água salgada.

- Por quê? O que você quer? Eu não sei como trazer você de volta pra mim! Eu não sei como mudar tudo! Keena, o que você quer de mim?  - Gritei com a imagem no espelho, enquanto chorava e fungava, eu já estava novamente ajoelhada, com as mãos no espelho, esmurrando o chão, até minhas juntas estarem em frangalhos, como o meu coração. Em seguida olhei para o teto, porque do alto vinham as punições divinas, seus caprichos e suas bênçãos maliciosas. e choraminguei para os deuses, não mais para ela. – O que vocês esperam de mim? O que resta para destruir? O que ainda tem aqui? O quê?

Meus gritos inconsoláveis, minha voz embargada em lágrimas e uma frustração doentia não ajudavam. Nem ela sumia do espelho, nem minha alma silenciava-se. De fato, minhas reações passionais pareciam perturbar a imagem diante de mim.

“Está tudo bem, Sunny...”

Ela era gentil, deuses... ela ainda era gentil.

“Não foi sua culpa, não tinha como sabermos e o importante é que conseguimos realizar a missão, eu morri de forma honrada!”

E eu lhes pergunto: O que é uma causa nobre? Os casos de família dos deuses? A divindade tinha uma limitação engraçada para resolver seus próprios problemas para quem possui o poder de criar ou destruir o mundo em suas intempéries.

Mas a juventude crê, crê porque ainda não viveu o bastante para ver cada um de seus ideais afogados pelas responsabilidades de respirar mais um dia. Keena morreu acreditando até seu último suspiro e seguia assim mesmo após a morte.

- Como?

Eram tantas as questões, tantas dúvidas além do medo de piscar e perde-la outra vez, mas o mais importante não era aquilo...

- Por que você está tentando se comunicar? – A frase ainda aparecia cortada com suspiros e soluços, a voz emaranhada com o choro, o corpo exaurido tentando processar os eventos.

“Precisamos nos encontrar, é muito sério!”

Os pensamentos vieram com urgência e um pouco de agonia. Pelo visto, mais uma vez os deuses precisavam da nossa vida para resolver suas questões. Mas por ser Keena, por ser a minha menina mais nova, eu não hesitaria e honraria seu esforço, o que não pude fazer por ela em vida.
Até porque, minha vida pertencia a ela, minha alma e cada coisa que eu havia feitodesde o dia que eu a assassinei com minha imprudência. Não fosse por mim, seus olhos ainda brilhariam sob o sol?

- Onde?

Eu perguntei, mas a resposta veio em minha mente como um endereço, o lugar? Um conhecido hotel de Vancouver... de onde eu fui resgatada por um demônio de Nyx...

E novamente eu voei para lá com Yokie, dessa vez vestida com minha capa, minha blusa de aniversário, meu colar unicórnio, minha katana nova, meu escudo relógio, minha culpa e o peso das lembranças. Da primeira vez, havia sido ansiedade e curiosidade.

Restava em mim um pouco de nada, eu estava tão fragmentada que quando a vi no terraço do hotel só pude entregar a ela minha Katana e pedir – sinceramente – que ela cobrasse de mim a vida que eu devia. Aquela era uma das atitudes mais egoístas que eu já havia tomado, no final das contas, eu só precisava que aquela dor acabasse...

1. Miane = Forma íntima de pedir desculpa (Coreano)
2. Dongsaeng = Irmão (a) mais novo (a)
"She seemed dressed in all of me, stretched across my shame. All the torment and the pain leaked through and covered me..."

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triste... eu serei a

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Re: Quando o Passado Revive – Sun Hee

Mensagem por Belona em Qui Jun 01, 2017 12:26 am


O passado se torna o presente


Método de Avaliação

Spoiler:
Essa primeira parte é bastante ligada a trama do personagem e ao clímax do encontro entre o personagem e alguém que já foi importante, de alguma forma, na vida dele e não pertence mais a esse plano. Portanto, será avaliado os seguintes quesitos:

• Escrita: Será avaliado a gramática, a concordância e a fluidez de escrita.

• Criatividade e coerência: Será avaliado aqui o modo como você fez a postagem, se há coerência entre seu personagem e a proposta do evento, se o nível condiz com o que você diz.

• Desenvolvimento da trama: Nenhuma trama pessoal é melhor do que a outra, entretanto, aqui será avaliado o enredo como um todo. Se houve riqueza de detalhes, se houve realidade de escrita, se a personalidade de seu personagem é visível, se houve coerência nas interações desenvolvidas etc

Exp: A primeira parte recebe a metade da experiência total divulgada no post sobre o evento.
Do nível 21 ao 30 - 7.500 de experiência


Dracmas: A primeira parte recebe 5 mil dracmas.
Item: Recebe apenas no final, na avaliação da segunda parte..

Avaliação

Experiência: 7.500
Dracmas: 5.000
Comentário:
Como alguém que vem acompanhando de perto a sua desenvoltura em missões, devo dizer que esse post foi um dos melhores que eu já li. Você poderia tê-lo usado melhor, porém. A primeira parte envolvia a chance de um diálogo com o revivido e você não colocou essa parte :/


Segunda Parte

Sun Hee visitava um lugar perigoso para a sua mente. Aquele hotel parecia ser amaldiçoado para a menina... E quem sabe não o era de fato? Ao chegar lá, no mesmo local onde perdera a irmã grega, Sun Hee depara-se com a jovem espirituosa e alegre Keena. Foi um breve reencontro, breve até demais. Da janela, um ser alado e monstruoso invadiu, proclamando que recebera ordens de levar a revivida de volta para o submundo. Keena tenta falar rápido as condições de sua situação ali, dando apenas alguns segundos para que Sun Hee tomasse a grande decisão.

Instruções e explicações

• Nyx/Nox é tida como primeira rainha do submundo, antes que os outros deuses surgissem e tomassem esse posto, teve o poder suficiente para invocar esses mortos e fazê-los entrar em contato com o semideus. Este é um verdadeiro ataque psicológico, pois, mesmo tendo retornado eles têm um prazo para retornarem para o submundo novamente.

• O dia do encontro é o prazo final e eles dizem isso ao semideus com um medo intenso, pois um monstro estaria encarregado de levar o morto de volta para o submundo, por bem ou por mal.

• Escolha a ser feita: Caso eles sejam mortos por esse monstro, eles cairiam nos campos de sofrimento eternamente. Caso eles voltem por vontade própria, eles seguiriam para o Elísio. Cabe ao semideus e seguir sua trama: deixar que o revivido morra pelas mãos do monstro e sofra por toda a eternidade; ou salvá-lo ao derrotar o monstro, permitindo que o morto retorne ao submundo em paz. Ele só consegue retornar dessa forma depois que o monstro seja derrotado.

• Caso seja a primeira opção, ele assistirá passivo a morte da pessoa ou fazer com que o revivido morra em algum momento da batalha. Porém terá de derrotar o monstro depois disso, pois não contente a fera também tentará levar o semideus para o inferno. Caso o semideus escolha a segunda opção, ele terá a chance de salvar o revivido e dar um último adeus, sabendo que a alma dele estará em um paraíso.

• O monstro é uma das fúrias, em específico a Tisífone. Ela estará com um chicote que tem a cauda com 4m de comprimento.

• Você poderá ter uma conversa com sua irmã, caso consiga derrotar o monstro e apenas depois.


Regras

- Prazo de postagem: 20 dias
- O revivido não irá, de forma alguma, permanecer no plano humano. Obrigatoriamente ele irá retornar para o submundo, por bem ou por mal (isso é de sua escolha)
- Irá notar que eu não descrevi nível ou barra de hp/mp da lâmia, por ser One-Post, você deverá narrar o nível de dificuldade do monstro de maneira realista a sua personagem e ambiente.
- Boa sorte.




Belona
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Re: Quando o Passado Revive – Sun Hee

Mensagem por Sun Hee em Sex Jun 16, 2017 6:22 pm

When the past lives again...

"I'd do anything to have her to myself..."

Keena não queria vingança, sua alma continuava pura e doce, da mesma forma como eu a havia deixado em um dos quartos daquele hotel. Ao invés de me cortar a cabeça com minha própria espada, ela me puxou pelo braço e tentou explicar que estava sendo perseguida por um monstro.

Na verdade, ela não conseguiu explicar muita coisa... fomos interrompidas por uma fúria. Instintivamente, eu a protegi, colocando meu corpo entre ela e o monstro. Eu devia admitir, estava com medo... a batalha seria melhor a dois, mas eu não conseguiria suportar vê-la morrendo outra vez por minha incompetência.

Ao ver o sorriso monstruoso da Tisífone, que coincidentemente ou talvez não... era a fúria responsável por punir quem comente fratricídio. Meu coração gelou, era uma luta mais justa a três, mas o amor desconhece limite de justiça.

- Miane¹. – Falei para minha irmã, com urgência, então usei as minhas habilidades para alterar as cores da minha íris em um padrão hipnótico, então dei um comando para ela. – Monte Yokie e voe para longe da batalha.

Hipnotizada, Keena seguiu – sem qualquer expressão facial – até o unicórnio que bufou insatisfeito com a minha decisão.

- Não a traga de volta até eu dizer que é seguro e se eu nada disser, a leve até Lupa. – Comandei o unicórnio.

Eu malmente havia terminado meu comando quando ouvi o som do chicote cortando o ar, olhei de canto e percebi que o golpe ia na direção do unicórnio, rapidamente criei uma barreira de plasma colorido entre o chicote e o meu mascote. O golpe atingiu a criação de plasma e a partiu em vários fragmentos, porém, protegeu Yokie e Keena que agora partiam pelos céus. Empunhei a lâmina prismática, meus olhos fixos em Tisífone.

- Eu serei sua adversária, agora. – Disse em tom de desafio.

A fúria, olhou Yokie já distante e então de volta para mim, não se importando muito com a minha existência. Na mente dela, a vitória estava garantida. Eu seria apenas uma perda de tempo, uma pedrinha do percurso. Eu, por outro lado, trazia em mente a consciência de que não havia feito minha melhor escolha, mas limitei-me a pensar um tempo por vez, naquele instante era preciso enfrentar a fúria e proteger a minha irmã ou ao menos dar tempo para que ela pudesse ser protegida por outros campistas.

O monstro lançou o chicote sobre mim, era um chicote extenso e isso dificultava e facilitava a minha vida. Por ser muito grande, o impulso dado pelo monstro era maior – dessa maneira o tempo entre o barulho do braço da fúria se movimentando e o estalar do chicote na minha direção era maior. – Contudo, era difícil desviar de um golpe com tanta extensão.

A fúria não precisava estar perto de mim, mas eu precisava estar dela. Ao rolar lateralmente me saindo do primeiro golpe do chicote – valendo-me da minha agilidade, velocidade e flexibilidade – corri em direção ao monstro e alcei voo com a minha capa. A fúria certamente não esperava me ver voar, mas isso não a tirou do foco por muito tempo, mas o suficiente para me dar uma brecha.

Ela enlaçou o chicote na minha espada e a jogou para o lado. Não resisti a esse ataque. Assim que o chicote se enrolou na lâmina prismática, a soltei. Tisífone tombou um pouco para o lado ao usar uma força maior do que a necessária para puxar minha katana e eu segui velozmente na direção dela, criando uma lâmina de fótons para ataca-la. O monstro arregalou os olhos de surpresa e por muito pouco desviou o golpe, minha lâmina colorida a atingiu transversalmente no ombro e ela contra golpeou com um soco.

O soco de uma fúria era um estrago desproporcional no meu pequeno corpo pequeno e magrelo. A Fallen Angel me protegeu do impacto direto, mas a força da fúria me arremessou contra o chão. Bati de costas, sendo mais uma vez protegida do impacto direto pela capa, mas ainda assim o choque contra o chão foi forte e machucou minhas costelas. Tossi um pouco e puxei o ar de volta para os meus pulmões. Aparentemente não havia nada quebrado, apesar da dor que eu sentia no dorso.

Não tive tempo de me recompor, ouvi novamente o barulho do chicote cortando o ar. Ativei meu escudo, antes preso a um formato de relógio no meu pulso, e segurei o golpe que me arrastou alguns metros para trás.

Joguei meu escudo na direção da fúria, então tornei-me invisível e voei alguns metros acima dela. O monstro ainda me procurava quando eu materializei uma lança com plasma colorido e me movi com toda a velocidade num voo rasante na direção do monstro.

Ergui a lança, para que a lâmina colorida chegasse ao monstro antes de mim e cravei a minha criação nas costas de Tisífone, apoiando meus pés nas costas dela e pegando impulso para cair na direção oposta ao monstro.

Plantei meus pés no concreto e flexionei os joelhos, impulsionando o corpo para frente a fim de reduzir o movimento de deslizar para trás que a força do impulso contra minha adversária havia provocado.

Era noite, portanto, minhas habilidades estavam reduzidas, apesar das centenas de luzes de Vancouver, e eu já havia perdido o efeito de invisibilidade quando caí no chão. A fúria estava possessa, meu último golpe não havia sido o bastante para derrotar o monstro que girava e tentava remover a lança das costas.

Desistindo de tirar o objeto antes de me atacar, o monstro pegou impulso e lançou o chicote contra mim. Rolei para a esquerda, mas o chicote enroscou-se no meu pé e eu fui jogada contra o elevador da cobertura.

Senti o gosto do sangue escorrer pela minha boca, o impacto contra a porta metálica foi ensurdecedor e minha cabeça girava. Eu sabia que a Fallen Angel havia me protegido, do contrário, não estaria viva para sentir como se minha alma estivesse tentando me deixar.

Para minha sorte, minha adversária me tomou por abatida e concentrou-se em remover a lança de si mesma. Eu piscava, lutando contra o meu instinto de fechar os olhos e me deixar levar pelos servos de Leto.

“Keena ainda está em perigo.”

Uma voz ecoou na minha cabeça, respirei fundo – tentando encontrar foco – e a dor lancinante causada pelo movimento de respiração me despertou do estupor. A fúria havia removido a lança das costas e seguia na minha direção, estalando o chicote no chão, furiosa.

- Como ousa, semideus? – A voz monstruosa preenchia meus ouvidos. – Como uma criatura tão pequena ousa desafiar Tisífone, a vingadora dos assassinatos? Quem você pensa que é?

A criatura veio até mim, segurando-me pelo pescoço. As garras imensas ao redor do meu pescoço fino, cortavam e apertavam. Eu não conseguia respirar... Não pude deixar de associar, aquela fora a posição em que minha irmã havia sido morta pela Mantícora, aquela era uma posição cujo fim era justo para mim.

Entretanto, em algum lugar dos céus, Keena e Yokie corriam por suas vidas. Eu não poderia falhar outra vez. Absorvi a luz do ambiente, ativando minha habilidade de pele iluminada. Tisífone riu ao me ver brilhar, provavelmente associando o brilho da minha pele ao fim da minha vida, visto que monstros viravam pó dourado quando sua forma material se encerrava.

Sádica, minha adversária fechou o punho e socou meu estômago. O golpe não me feriu, mas a pressão obrigou meu corpo ferido a se curvar e uma bola de sangue veio à minha boca. Cuspi o sangue para frente, o mesmo jorrou no rosto da fúria que o lambeu com satisfação.

“Miane, Keena...”

Eu estava prestes a desistir quando a luz de um apartamento – de algum dos prédios mais altos – nos iluminou. A luz me trazia um pouco de paz e me trouxe à mente uma forma de me livrar da fúria.

Fixei meu olhar meio morto, nos olhos brilhosos do monstro, enquanto isso, acima de nós, condessei a luz que incidia na gente, montando uma nova criação de plasma colorido, uma guilhotina. Prendi a respiração e usei minha força restante para empurrar Tisífone com ambos os pés, criando uma certa distância entre nós.

Assim que consegui um pouco de distância, deixei a lâmina cair e recolhi os pés rapidamente. A lâmina atravessou o espaço entre nossos corpos, decepando as mãos do monstro, tanto que me apertava o estômago quanto a que me sufocava.

A criatura gemeu de dor, andando para trás desesperada pela ausência dos membros, eu caída no chão, voltei a respirar normalmente. Peguei o chicote do monstro e com ele tentei capturar minha lâmina de volta, sem sucesso. Eu não tinha perícia nem forças para pegar a lâmina prismática de volta.

Tentei me por de pé, consegui. Olhei na direção da lâmina, mas ela havia desaparecido...

- Acredito que esteja procurando por isso. – Uma voz masculina soou ao meu lado.

Quando olhei, um dos demônios de Nyx que haviam me resgatado anteriormente  – no mesmo lugar – estava ali, ao meu lado, segurando minha katana. Várias questões assolaram minha mente, mas não era hora de discutir os detalhes, empunhei minha espada e andei até Tisífone. A Fallen Angel ajudava a sustentar o peso do meu corpo, meus passos abatidos eram lentos, mas porque a fúria não fugia? Enfiei a lâmina prismática no abdómen do monstro e a vi tornar-se pó diante dos meus olhos.

A força do golpe, havia sido minha última reserva energética, portanto, meu corpo lançou-se em queda livre para o chão. Os tentáculos negros que antes impediam a fúria de fugir – estava aí a explicação... – passaram a envolver meu corpo. O demônio me deitou gentilmente no chão. Seu rosto continha uma expressão de deleite e surpresa.

- Você é mais forte do que parece, garota. Só precisa de um pouco mais de sorte. – Ele disse. – A propósito, como é a segunda vez que nos encontramos, já a considero digna de saber meu nome. Memphis, filho de Thânatos, servo de Nyx.

Ele sorriu enquanto observava minha expressão ferida, então bagunçou meus cabelos como um irmão mais velho faria com sua menor.

- Chame-a de volta, vocês não têm muito tempo até ela retornar.

Dito isso, o demônio desapareceu entre as sombras. Mesmo que ele não houvesse sido claro, eu sabia que referia-se a Keena. Toquei no  meu brinco de segundo furo e sumonei o meu unicórnio de volta à cobertura do hotel.

Yokie surgiu nos céus, carregando uma Keena sóbria e muito brava sobre seu lombo. Assim que o animal aterrissou, Keena correu ao meu encontro, checando meus sinais vitais de uma forma atrapalhada que me causava mais dor do que ajudava realmente.

- Por que não me deixou ajudar? – Ela reclamou assim que percebeu que eu estava viva e completou sua demonstração de insatisfação com um tapa – bem desnecessário – no meu ombro machucado.

- Eu não suportaria... – As palavras estavam perdidas em algum lugar da minha mente, mas foram inundadas por um festival de lágrimas de alívio e dor.

- Sunny, o que aconteceu não foi sua culpa. Estávamos em uma missão e fomos pegas de surpresa por algo inesperado. Claro que era inesperado ou então não seria de surpresa... – a menina perdeu-se nos próprios comentários.

Yokie bufou com certa urgência, eu não entendi o motivo. A filha de Íris começou, então, a me explicar calmamente como havia escapado do submundo e porque estava sendo perseguida por uma fúria. Contou-me a respeito do seu destino inevitável e da sua obrigação de voltar para o abraço gélido da morte.

- Mas...

As palavras que morreram na minha garganta eram: eu lutei por você, daria minha vida para que ficasse. Por que tem que voltar? O que eu preciso fazer para que fique?

A sensação era a de que todo o esforço era inútil, minha vida já havia iniciado condenada, por mais que eu desejasse seguir um caminho brilhante e pacífico, a guerra e a morte me encontrariam. Por mais que eu me esforçasse e tentasse ser mais forte, nada seria o bastante. Tudo isso porque parte de mim era fruto de uma divindade e as divindades nos usavam como peões em seu jogo de xadrez.

Chorei como uma criança enquanto a menor acariciava meus cabelos e tentava me consolar quanto ao destino inexorável. Não tenho noção de quanto tempo eu passei ali, sendo consolada pela menina, mas foi o bastante para que minha consciência fosse dominada pelo cansaço.

- Fique bem, irmã, eu tenho muito orgulho de você. Fique bem, eu vou estar também.

A textura dos lábios dela estalando-se contra a minha testa foi a última coisa que senti antes de fechar os olhos. Na próxima vez que os abri, estava deitada – transversalmente – sobre Yokie e voando devagar, de volta ao acampamento.

1. Miane = Forma íntima de pedir desculpa (Coreano)
Informações:
• Play Play – Play é a sua jogabilidade e sorte melhorada, toda postagem executada por seu personagem nos próximos 7 dias (uma semana) terá XP dobrado. (20/06/2017).
Habilidades Passivas:
Nível 1
Nome do poder: Paciência Gloriosa
Descrição: O filho da Deusa possui uma paciência inabalável, assim nenhum insulto o atingirá, nem mesmo dos filhos de Ares/Marte, e ele prosperará harmonia. Essa calmaria geralmente atinge o inimigo de uma maneira que pode fazer com que ele não queira atacar o filho de Iris/Arcus.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Por uma rodada o inimigo pode se sentir tão calmo, a ponto de hesitar em atacar. Atordoamento temporário.
Dano: Nenhum

Nome do poder: Aparência inofensiva
Descrição: Por serem coloridos e muitas vezes fofos, os filhos da deusa mensageira aparentam ser inofensivos, isso faz com que o inimigo o subestime, podendo até ser ignorado pelo inimigo, se ele não for o alvo principal.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Por uma rodada o inimigo pode ignorá-lo ou perder um ataque para desdenhar da aparência do semideus.
Dano: Nenhum

Nível 2
Nome do poder: Flexibilidade Nata I
Descrição: Devido ao arco-íris está ligado as serpentes que se trançam no ar, os filhos de Íris/Arcus podem tornar-se flexíveis. O seu corpo parece moldar a lugares pequenos e suas agilidades podem aumentar. Isso faz com que se desviar dos inimigos, ou golpes seja mais fácil, pois ele se torna mais esquivo.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +20% de chance de esquivar-se de um ataque.
Dano: Nenhum

Nível 10
Nome do poder: Velocidade I
Descrição: O filho de Íris/Arcus pode se mover em uma velocidade fora do normal, chegando a quase se comparar a velocidade de um filho de Hermes/Mercúrio quando corre pelo o nível ser iniciante. Assim como o deus dos ladrões, sua mãe também é uma mensageira, e por isso é muito veloz, porém, os poderes dos semideuses são um pouco limitados.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +15% de velocidade
Dano: Nenhum

Nível 16
Nome do poder: Pericia com espadas II
Descrição: Suas habilidades estão melhorando, com a pratica e o treino você conseguiu aprender a empunhar uma espada com mais facilidade, e agora consegue fazer movimentos mais rápidos e precisos, suas estocadas também ficaram mais fortes.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +25% de assertividade no manuseio da espada.
Dano: + 10% de dano ao ser acertado pela arma do semideus.


Nível 22
Nome do poder: Agilidade I
Descrição: O filho de Íris/Arcus pode se mover em uma agilidade fora do normal. Assim como o deus dos ladrões, sua mãe também é uma mensageira, e por isso é ágil e se move com tanta graça, leveza e rapidez quanto um beija-flor, porém, os poderes dos semideuses ainda são um pouco limitados.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +15% de esquiva
Dano: Nenhum
Habilidades Ativas:
Nível 3
Nome do poder: Criações de plasma
Descrição: Capaz de criar mãos, pés, chicotes ou garras de plasma multi-colorido. Duração de 1 turno.
Gasto de Mp: 20
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum.

Nível 5
Nome do poder: Pele iluminada
Descrição: O semideuse ficará coberto por filamentos luminosos e imune a danos por duas rodadas.
Gasto de Mp: 20
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Imune a qualquer dano físico por duas rodadas.
Dano: Nenhum

Nível 09
Nome do poder: Espada de Fótons
Descrição: Uma espada feita de pura luz se materializa nas mãos dos filhos de Íris/Arcus. O alvo quando atingido sofrerá cortes cauterizados como os dos sabres de luz.
Gasto de Mp: 30
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: -20 HP

Nível 14
Nome do poder: Invisibilidade I
Descrição: Manipule as partículas e espectros da luz para se tornar invisível por uma rodada.
Gasto de Mp: 20
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum

Nível 18
Nome do poder: Criações de Plasma II
Descrição: Capaz de criar mãos, pés, chicotes ou garras de plasma multi-colorido. Duração de 3 turno.

Gasto de Mp: 30
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum

Nível 20
Nome do poder: Íris hipnotizante
Descrição: Um filho de Íris/Arcus pode mudar a cor de sua íris em padrões alucinantes e com essa habilidade, adversários suscetíveis, poderão ser hipnotizados pelo semideus para cumprir uma ordem. Duração: 1 turno.
Gasto de Mp: 30
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum

Nível 24
Nome do poder: Invisibilidade II
Descrição: Os filhos da deusa alada poderão manipular a luz em volta de si, assim, fazendo com que as partículas de luzes camuflem-no em onde ele estiver.
Gasto de Mp: 40
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Invisível por três turnos.
Dano: Nenhum
Itens:

Escudo da paz: Um escudo grande e redondo feito de cristal e bronze, com alguns pégasos entalhado no bronze. Quando a luz do sol reflete nos cristais, pode-se ver um pouco de luz multi-color (raramente causando um pouco de desconcentração no oponente). Desativado, se transforma em um relógio com pulseiras que brilham no escuro e mudam de cor a cada instante.

Colar Unicórnio [Uma correntinha de ouro branco, discreta, com um pingente de unicórnio. Foi encantado com um feitiço para confundir a mente, ocultar a presença e mudar a aparência, fazendo seu portador parecer alguém completamente normal. | Efeito: impede os monstros de sentirem seu cheiro, ou a identificarem como uma semideusa. Aos olhos deles a semideusa simplesmente não existe, passa despercebida, e o mesmo acontece com seres que lhe rodeiam, como Ninfas e Satiros, e inclusive, semideuses. | Ouro branco | Resistência: Gama | Status: 100%, sem danos | Mágica |Presente de Evie, Encantado por Pandora]

Sangue e Suga [Um par de brincos para segundo furo, que fora banhado em sangue de unicórnio e misturado ao sangue da prole de Iris que foi unificado com uma runa de ligação e selado com um feitiço de invocação. | Efeito: Permite a semideusa invocar seu mascote para o campo sempre que estiver correndo perigo, precisar de um transporte rápido ou de ajuda. Para invocar o unicórnio a semideusa precisa doar uma pequena gota do seu próprio sangue e ativar a magia do brinco.| Ouro branco | Resistência: Gama | Status: 100%, sem danos | Mágica | Encantado por Pandora]

Fallen Angel [Uma capa baseada na vestimenta de doutor estranho. Até a metade é lisa, depois se abrem com penas longas – semelhantes às de um anjo ou de uma ave maior . | Efeito: as penas se apagam ou se iluminam ao comando da semideusa, além de deixarem seus inimigos numa paz estranha, permitindo a ela uma distração por um turno, o que lhe permite evitar um confronto ou fugir de uma batalha. Além disso, ao comando da semideusa, essa poderá fazê-la flutuar e voar, pois o feitiço presente na capa deixa a semideusa leve como um fantasma o que lhe permite levantar do chão e voar livremente da maneira que desejar. Quando a capa for fechada ao seu redor, também poderá protege-la de ataques físicos – nas alas cobertas – por dois turnos inteiros. Os efeitos gastos da capa são: 10 MP por turno no voo, 20 MP para ativar a proteção.| Tecido Mágico | Resistência: Gama | Status: 100%, sem danos | Mágica | Encantado por Pandora, presente dado por Renly]

Lâmina Prismática [A bainha desta magnífica espada foi pintada de roxo cromado e é feita de Vibranium, assim como a lâmina, possibilitando à portadora bloquear ataques sem que precise sacar sua espada. O punho da espada é grande e feito em madeira, com faixas roxas, tendo cerca de 30 centímetros, possibilitando um manejo sem debilidade, podendo ser usada com ambas as mãos ou com apenas uma. A lâmina de 73 cm foi forjada com a mistura de dois materiais, o Vibranium e Arambarium, tendo assim uma espessura de 2 centímetros podendo cortar coisas resistentes com facilidade. A lâmina fora energizada com uma Runa de coloração feita por Evie Farrier, fazendo com que a lâmina mude de cor variante a luminosidade local. Também há uma gema contida dentro da "Tsuka", um Topázio real, criando eletricidade ao redor da lâmina sempre que seu portador quiser.  Na ponta do cabo há uma corrente com um pingente de unicórnio colorido | Efeito: Elétrico | Vibranium e Arambarium | Topázio Real | Resistência: Super Alfa| Status: 100%, sem danos. | Mágico | Nível mínimo para manejo: 15 |Forjado por Andrew J. Parker] [Presente de Aniversário de Sun Hee por Samanta Sink]

"She seemed dressed in all of me, stretched across my shame. All the torment and the pain leaked through and covered me..."

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Re: Quando o Passado Revive – Sun Hee

Mensagem por Hades em Seg Jun 19, 2017 2:23 pm


O passado se torna o presente


Método de Avaliação

Spoiler:
Essa primeira parte é bastante ligada a trama do personagem e ao clímax do encontro entre o personagem e alguém que já foi importante, de alguma forma, na vida dele e não pertence mais a esse plano. Portanto, será avaliado os seguintes quesitos:

• Escrita: Será avaliado a gramática, a concordância e a fluidez de escrita.

• Criatividade e coerência: Será avaliado aqui o modo como você fez a postagem, se há coerência entre seu personagem e a proposta do evento, se o nível condiz com o que você diz.

• Desenvolvimento da trama: Nenhuma trama pessoal é melhor do que a outra, entretanto, aqui será avaliado o enredo como um todo. Se houve riqueza de detalhes, se houve realidade de escrita, se a personalidade de seu personagem é visível, se houve coerência nas interações desenvolvidas etc

Exp: A segunda parte recebe a metade da experiência total divulgada no post sobre o evento.
Dracmas: A segunda parteparte recebe 5 mil dracmas.
Item: Recebe apenas no final, na avaliação da segunda parte..

Avaliação

Experiência: 7.500 x2 = 15.000 de XP
Dracmas: 5.000
Comentário:
Certamente você escreve bem, Sun Hee. Uma forma de escrita bastante peculiar e direta. Acredito que você tenha ido muito bem na segunda parte do evento, não há o que falar, apenas parabéns.

Item

Nesse evento, por ser particular de cada um e cada um ter desenvolvido de forma diferente, nada mais justo do que o item também ser único para cada um. Porém, para não ser injusta nas minhas escolhas, o item desse evento será montado por você! Veja a lista abaixo, faça suas escolhas e mande por MP para mim o item final!


Tipo: Escolha o seu tipo de item abaixo, acrescente uma descrição específica caso queira, é apenas o visual da arma e o seu tipo. Caso não descreva, será usado o padrão da loja, com tamanho e demais informações. Caso queira Arco ou Besta, ele virá automaticamente com um pacote de 30 dardos/flechas.

• Espada [escolha o seu tipo]
• Faca de Caça
• Adaga
• Arco [escolha o seu tipo]
• Besta [escolha o seu tipo]
• Lança [curta ou longa]
• Foice
• Chicote
• Escudo


Material: Escolha o material que você deseja que sua arma tenha, é possível apenas a escolha de um material. A escolha do material interfere diretamente no dano que a arma vai provocar, assim como o bônus natural do material.

• Ferro estígio
• Bronze Celestial
• Ouro Imperial
• Oricalcio


Efeito 1: Poderá escolher um dos efeitos elementais abaixo. Apesar de estar descrito “arma”, o efeito irá adaptar-se ao tipo dela. Exemplo: serão as flechas a serem encantadas.

• Fogo [a arma será coberta por chamas, provocando 20% a mais de dano e tendo chance de provocar queimaduras]

• Ar [a arma é revestida por uma fina corrente de ar, tão fina que acaba permitindo um corte mais afiado, provocando 20% a mais de dano e dobra as chances de causar danos a materiais de resistência superior]

• Elétrico [a arma é revestida pelo elemento raio, provocando 20% a mais de dano e tendo a chance de provocar paralisia pelo choque]

• Veneno [a arma é coberta por veneno, provocando 20% a mais de dano e tendo a chance de envenenar caso atinja a corrente sanguínea, causando -15HP por 4 turnos]

• Gelo [a arma é revestida por uma fina e dura camada de gelo, provocando 20% a mais de dano e tendo a chance de provocar lentidão no movimento]

Efeito 2: Poderá escolher apenas um dos efeitos abaixo

• Acessório: escolha um acessório que a arma poderá se transformar, especificando qual.
• Ligação com o dono: a arma sempre irá retornar para o dono, aparecendo ao seu lado.


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Re: Quando o Passado Revive – Sun Hee

Mensagem por Sun Hee em Seg Jun 19, 2017 11:43 pm

Adaga, ferro estígio e veneno, que vire uma tornozeleira de metal pretinha, fininha com um solzinho de pingente!



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Re: Quando o Passado Revive – Sun Hee

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