The Blood of Olympus
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Promoção de Aniversário - CCFY Sayuki Hitomi Koga

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Promoção de Aniversário - CCFY Sayuki Hitomi Koga

Mensagem por Sayuki Hitomi Koga em Seg Maio 29, 2017 12:33 am

O Despertar de uma rosa
A promessa que você escreveu, com o delineador fala a língua dos olhos. O meu lenço ostenta, os traços dos seus lábios.
Suas palavras detém a fragrância de uma bebida intoxicante. Você chegou como o vento quente do verão. Venha para mim enquanto estou pronta e esperando por você.




Minha paz espiritual foi destruída. Pare de me encarar!
As pessoas da sua cidade estão sendo destruídas por isso!



No céu havia poucas nuvens, algo estranho para aquela época do ano no Japão. Era inverno. Todo o clã Koga mantinha-se em calados de forma a esperar por algo, treze filas estavam dispostas no grande pátio do local e todos aguardavam ansiosamente por algo que nem mesmo os céus entendiam o porquê, mas sequer ousavam esconder a beleza da lua que imperava nos céus revelando sua luz dourada para todos. O silêncio reinava naquele local, sequer grilos cantavam naquele momento. Os minutos pareciam tornar-se horas e as horas pareciam tornar-se uma eternidade.  Um ruído baixo parecia ser ouvido de uma das casas que ficavam mais afastadas, o ruído foi aumentando aos poucos e logo todos puderam ouvir; alguns assustados, outros aliviados, mas todos puderam ouvir.
— É uma menina— Gritava um homem segurando a pequena recém-nascida em seus braços e a apresentando para as treze filas dispostas no grande pátio. Todos logo aplaudiram a pequena e logo se dispersaram. No relógio passava-se das três da manha e todos precisavam dormir depois daquele complicado parto. Naquele mesmo dia a mãe acabara sumindo, mas Misuke sabia o porquê dela ter desaparecido e já havia tomado às providências para que a pequena Sayuki Hitomi não ficasse sem seus nutrientes iniciais.  Misuke Koga era filho de Belona, a deusa Romana da Guerra e com um grande orgulho serviu a Coorte I como legionário; Sequer conseguia entender como ou porque uma deusa havia se apaixonado por ele. Em seus sonhos Belona havia advertido que o mundo seria muito mais perigoso para a criança que um dia poderia ser gerada no ventre daquela mulher, mas ele sequer ligava para tal advertência da mãe e sabia dos perigos que ambos correriam a partir daquele momento.
— Você deveria estar orgulhosa, mãe. Você tem uma neta agora. — Dizia olhando para a escuridão esperando que Belona lhe ouvisse de alguma forma.  A pequena chorou uma vez mais e Misuke tentava acalmar a mesma para que não chamasse a atenção ou acordasse algum dos integrantes do clã.

Nova York, EUA, Julho, 18, 2017.

Haviam se passado cerca de 19 anos desde o nascimento da pequena Sayuki, o clã koga havia ficado para traz sendo comandado por seu tio Daisuke, também filho de Belona.  Misuke havia achado melhor levar a menina para outro local, longe do clã para não por os outros em perigo, visto que Daisuke permanecia lá para proteger a todos. Dracaenaes , Harpias e ciclopes eram as coisas que mais perseguiam Misuke e Sayuki devido a forte aura que a menina tinha, era algo quase impossível de se explicar para algumas pessoas, mas Misuke sabia muito bem o porquê ela era constantemente atacada. Sua descendência divina era muito mais forte do que a grande maioria dos semideuses eram um caso muito raro de se acontecer. Um semideus se apaixonar por uma deusa e ela aceitar a convivência, gerando assim um filho possuindo dois tipos de essências divinas. Sayuki era um dos casos. A casa com poucos cômodos abrigava os dois semideuses, a mesma tinha um grande pátio onde estavam dispostos muitos equipamentos para treinos de força física e resistência, além de um pequeno laboratório onde a menina aprendia mais sobre diversas plantas e seus poderes nocivos e curativos. Sayuki tem agora seus 19 anos e tentava esconder-se do pai durante o pequeno treino. Ela precisava mostrar a ele que poderia viver sozinha antes de ser mandada para o acampamento meio sangue, era o local completamente diferente do qual Misuke estava acostumado, mas sua filha precisava estar segura até ter força suficiente para voltar para o mundo externo.

— Sabe que precisa se esconder melhor Hitomi, Sua vida sempre dependerá de você mesma— Dizia Misuke enquanto caminhava em direção à filha para retirar de seu braço a pequena faca que lhe foi atirada.

— Mas como meu pai? Sequer sei lidar com minha própria harmonia interna, ainda preciso dela para conseguir sobreviver— Respondia a menina de longas madeixas negras e traços orientais. Hitomi não tinha muitos atributos femininos e sequer gostava de adornar-se e demonstrar a beleza que tinha, preferia esconder-se nas sombras como todos os outros de seu clã.  Misuke chegou mais próximo da menina e com um pequeno sorriso afagou os cabelos da mesma — Minha pequena, assim como eu, você tem um enorme poder escondido dentro de si, minha mãe, Belona deve estar orgulhosa por eu ter dado-lhe uma filha tão bela e ao mesmo tempo cheia de virtudes. Você deverá aprender a sobreviver, da mesma forma que aprendi no acampamento júpiter, usando também os ensinamentos de nosso clã. Com completa certeza, você vai sobreviver pequena. — Ele afagava os fios de Hitomi e a mesma tentava entender o porquê de todo aquele cuidado para com ela, já que sequer havia visto sua mãe ou até mesmo sua avó em algum momento da vida.
O treinamento seguia calmo e tranquilo, a noite demonstrava seu véu aos poucos trazendo consigo as estrelas do local. O jantar foi calmo, peixe e arroz além de outras coisas que a menina gostava. Misuke estava estranho naquele dia e Hitomi não sabia bem o porquê.  Passava da meia noite, a menina foi para o quarto e acima de sua cama havia uma pequena caixa de coloração Negra com rosas no lugar do laço. Sem entender o porquê seus olhos encheram-se de lágrimas e uma estranha vontade de correr para aquela caixa preencheu todo o interior da menina que assim o fez; suas mãos estavam trêmulas, sua visão um pouco turva devido às lágrimas e uma estranha presença era sentida pela mesma. Suas mãos passavam delicadamente pela caixa com certo receio de abrir a mesma, mas sua curiosidade era maior. 

Tocou com calma as rosas e as mesmas foram se desmanchando, como se Hitomi pudesse controlar as mesmas. Hesitante, Hitomi não queria saber o conteúdo daquela caixa, talvez sequer fosse para a garota, mas o barulho da porta correndo fez à mesma o abrir de forma rápida demais — Feliz aniversário, Minha princesa— Era a voz de seu pai naquele momento, dentro da caixa havia um par de luvas completamente negras e um colar com um pingente de rosas de cores diversas — Sua mãe me pediu para guardar essa caixa e só entregar na hora certa, acho que a hora chegou. — Hitomi deixou as lágrimas caírem ao ouvir aquilo e logo sorriu para o pai que estava parado na porta aguardando qualquer outra reação da menina.  Sem esperar, Hitomi colocou em si mesma o colar e achou melhor guardar as luvas, já que não sabia exatamente a propriedade das mesmas. 

—Pai?— Finalmente falou a pequena

—Sim, Sayuki—

—Como era minha mãe? E quem ela é?— Essa era a primeira vez que a garota perguntava sobre a mãe para ter mais informações para saciar sua curiosidade. Os olhos da menina pareciam brilhar com a possibilidade de saber um pouco mais sobre sua própria mãe, Misuke então entrou no quarto e sentou-se ao lado da menina abraçando-a primeiro.

— Sua mãe é Perséfone, minha pequena. Era uma mulher belíssima, os cabelos negros contrastavam com a pele branca da mesma. Ela tinha um estranho magnetismo natural que atraía muitos olhares para si e muitos disputavam a atenção da mesma. Você tem a mesma beleza impactante e possivelmente possa passar pelos mesmos problemas. — Misuke riu de forma que Sayuki não havia visto.

— O que o senhor quer dizer com mesmos problemas?— Indagou Sayuki confusa.

— Um dia você entenderá pequena. —
Ele afagou novamente os fios negros da menina que acabou sorrindo um pouco.

— E minha avó? Como ela é e quem ela é— Indagou novamente a menina querendo saber sobre a mãe de seu pai.

— Bem, Minha mãe é Belona. É uma mulher forte e muito feroz na batalha, também conhecida como deusa da guerra.— 

— Mas não seria Ares, o deus da Guerra?— a menina indagou interrompendo o pai.

— Ela é a Deusa da Guerra romana, minha pequena. Sei que é complicado de entender, mas com o tempo entenderá que existem mais deuses do que podemos imaginar. — ele finalizava levantando—se e olhando para a janela e em seguida para o relógio acima da mesa. — Apronte uma mochila com somente o que você precisar para viver um tempo fora. Vou levar—lhe para o acampamento Meio-Sangue. —

Sayuki assim o fez, levantou-se da cama e foi logo arrumar uma pequena mala para que fosse para o tal acampamento. Um nervosismo correu por todo o seu corpo, estava excitada por finalmente poder sair daquele local e conhecer novas pessoas, com talvez os mesmos poderes que ela ou até mesmo diferentes.  Seu pai havia saído do local e deixado à mesma ficar solitária enquanto fazia as malas, mas pouco tempo depois um grande estrondo acabou por retirar a atenção da menina e ela logo correu para a origem do som.   Misuke estava trajando uma vestimenta branca e em suas mãos estava uma grande espada feita de um material que Sayuki sequer havia conhecimento, havia uma estranha fumaça que tomou todo o local e a menina acabou tossindo pela quantidade de poeira levantada. Um som ensurdecedor agrediu os ouvidos da menina deixando-a aterrorizada no momento em que notou a grande figura que havia emergido da fumaça.  Uma figura que sequer parecia-se com um humano, com longas asas cheias de penas e garras nas pontas, no lugar de seus pés havia patas de pássaro com garras muito afiadas.

—SAYUKI, SAIA DAQUI. PEGUE SUAS COISAS E CORRA PARA O LESTE —
Misuke gritava para a garota enquanto mantinha os olhos na grande criatura, ele parecia esperar qualquer movimentação daquela criatura. Sayuki parecia estar hipnotizada pela grande visão, seu corpo tremia completamente e ela sentia como se a morte estivesse parada diante de seus olhos.

—P. Pai, o que raios são ISSO!— Sayuki Gritou chamando a atenção da Harpia para si própria

—SOMENTE CORRA SAYUKI!—
Misuke gritava enquanto a Harpia ameaçava atacar a garota que ainda encontrava-se estática observando a grande criatura.

— VINCULUM!— Sayuki gritou de forma instintiva, era a primeira vez que usava seus poderes de forma a prender a Harpia no ar. Surpresa ela correu para perto do pai com a mochila — O que eu fiz?— indagava a menina para o pai. 

— Sobrevivência minha pequena. Agora me prove que você está capacitada para viver longe de minhas asas, enfrente esse animal, sem minha ajuda.— 

— O senhor tem certeza?— Ela perguntava sem confiança nenhuma em suas habilidades, mesmo sabendo das mesmas. Misuke somente assentiu de forma afirmativa para a menina. De seu bolso ela pegou o par de luvas que havia ganhado de sua mãe e sequer sabia o que aconteceria com ela usando aquilo; suas mãos brilharam de forma arroxeada, as luvas simples se transformaram em pequenas garras semelhantes à de felinos noturnos. — Isso é novidade para min.— Um pequeno sorriso se abriu nos lábios de Hitomi e logo ela notou que a Harpia estava mais próxima do que ela pode notar. Um arranhado surgiu em seu braço, à mesma chiou de dor e notou seu sangue escorrer pela pequena ferida.

Sayuki esperou um pouco, a grande fera se aproximou e como um grande instinto a mesma abaixou-se tendo tempo somente para puxar uma pequena pena da cauda da Harpia, a criatura chiou ao sentir a falta da pena e o sorriso que estava estampado no rosto da menina se alargou um pouco mais — Então você também sente dor?— a menina proferiu perante a grande fera.  Era a primeira vez que lutaria de forma solitária e sabia que precisaria de toda a força que tinha para combater aquela grande fera.
Um novo ataque, a garota concentrou-se e achou uma pequena brecha a qual usou inicialmente para ferir a fera com suas garras, talvez não fosse algo grande o suficiente para que ferisse a fera, mas era algo que ela precisava tentar. O local atingido estava entre a asa e o corpo, era pequeno demais o espaço, mas seria o suficiente para que ela atingisse. Infelizmente ela acabou também levando um pequeno golpe que acabou lançando-a para longe, indo de encontro à parede.

—SAYUKI!— Gritara o pai preocupado. Seus punhos fecharam de forma forte, mas sabia que se não se mantivesse parado observando a filha naquela luta, a garota não poderia aprender a sobreviver sozinha. "— Mãe, a senhora que me deu vida e poder, por favor, proteja minha pequena flor para que ela possa crescer bela como aquela que domou uma vez o meu coração—".


A cabeça da menina girava, havia uma estranha sensação de conforto em seu corpo, seria a morte chegando? A dor do impacto veio mais rápido devido à queda de algumas pedras sobre seu corpo. Seus músculos estavam trabalhando de forma mais acelerada, sua respiração estava um pouco mais lenta do que o costumeiro, Sayuki estava feliz com aquela luta e sabia bem que um leve deslize poderia custar sua vida. "— Droga, justo na frente de meu pai eu preciso fazer besteiras assim? Se eu tivesse algo mais afiado para combater esse bicho... —". A menina pensava enquanto tentava levantar-se em meio ao buraco que foi deixado em uma das paredes da casa. Seus punhos se cerraram, a palma da mão parecia esquentar de forma estranha ganhando um brilho avermelhado muito fraco; duas pequenas facas apareceram em suas mãos, Sayuki não entendia como aquilo havia acontecido, mas a mesma aproveitou a chance para poder usar tudo o que aprendera contra aquela ave de tamanho gigante.
Um novo ataque da harpia veio em direção à filha de Perséfone, desta vez a menina conseguiu pular para cima da ave e jogar ambas as facas no animal, causando um ferimento pequeno nas asas, mas que poderia piorar com o tempo e o desenrolar daquele pequeno embate. A criatura chiou de dor e por um pequeno momento fraquejou, mas novamente investiu na direção da menina que novamente foi jogada para longe, desta vez para a direção da floresta de bambu que havia próximo de sua casa. Mas para tristeza da criatura, aquele era um habitat que Sayuki estava acostumada a lidar e com uma grande facilidade. A noite dificultava um pouco à visão de ambas as lutadoras, era a desvantagem que Hitomi temia lutar no escuro; um novo golpe acabou atingindo-a — Galinha maldita— Praguejou enquanto levantava-se e fintava a escuridão parecia que agora começava a ver um pouco mais claro, mas ainda sim ela tinha dificuldades para enxergar.  Fechou os olhos momentaneamente para ouvir o local, o bater de asas parecia estar dobrado agora — Merda! — praguejou uma vez mais buscando conforto em uma das pequenas cavernas escondidas enquanto pensava em uma forma melhor de combater as criaturas. 

— Ok, isso não estava nos meus planos, mas eu preciso enfrentar essas duas coisas enormes, sozinha e com o pouco conhecimento que meu próprio pai e mestre me passou durante esses anos todos— Sayuki pela primeira vez sentiu medo da morte, mas lembrou-se que todos os ninjas de seu clã deveriam ser furtivos e rasteiros como a noite, levantou-se um pouco e juntou as mãos realizando pequenos para acalmar-se de forma a se concentrar melhor do que antes — Que a noite seja meu véu, que os inimigo temam a morte , aqueles que enfrentam o clã Koga enfrentam a própria morte. Serei uma arma para meu clã, morrerei por ele se preciso, e qualquer método será adotado para se conseguir chegar aos interesses reais do clã. — enquanto falava, Sayuki sentia seu corpo voltando ao estado normal, ainda estava ferida pelos golpes, mas sentia-se mais forte do que antes — Que o nome Koga perpetue por toda a eternidade, e que leve a morte onde for necessário —  Sem entender muito bem como, sentia uma esfera formando-se em suas mãos e como o instinto lhe dizia, concentrou-se de forma a jogar a mesma na direção das criaturas, já que conseguia ver ambas com a mais perfeita claridade. 

— Deus das trevas que me rodeia, ajuda-me a vencer meus inimigos e continuar viva de forma a perpetuar o nome de meu clã e se assim for vossa vontade, vosso nome também — a garota pronunciava olhando fixamente para as criaturas. Uma capa escura cobriu-lhe o corpo, uma foice apareceu pela escuridão e tão claro quanto o dia o nome daquele que lhe ajudava no momento de dificuldade amostrava-se em sua mente — Érebus? — indagou curiosa lançando uma nova bola de energia escura em sua presa. A primeira caiu completamente desfalecida no chão. A primeira criatura se enfureceu e atacou Hitomi que moveu a arma na direção da criatura, sem entender como, a cabeça da mesma caiu de um lado e o corpo desfaleceu do outro.
Cortando a cabeça da anterior, Hitomi caminhou de volta para próximo de seu pai e sem mais forças acabou por desfalecer de cansaço no chão com um sorriso vitorioso no rosto. Misuke por sua vez correu para próximo da menina e sorriu ao notar que a mesma ainda estava viva — Você realmente é uma joia a ser lapidada, minha filha—. Foi a ultima coisa que Hitomi ouviu antes de desmaiar completamente.




Poderes e afins dos envolvidos:

Misuke Koga = 1300 /1300 HP    1300/1300 MP ( Nível 40)
Sayuki H. Koga =  50/ 130 HP  0/130 MP (nível 5 )
Harpia 1 = 0/130 HP  130/130 MP ( nível 5 )
Harpia 2 = 0/130 HP  130/130 MP ( nível 5 )

Coisas da Hitomi:


Poderes usado:


poderes da prole de Perséfone:

Ativos:

Nível 3
Feitiço: Vinculum
Descrição: O atingido se vê preso por cordas imaginárias, a ilusão um turno, sendo real o suficiente para que ele comece a tentar se soltar. Nesse turno, fica impedido de atacar.
Gasto de Mp: 15 MP
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Caso seja realizado durante a lua cheia, há uma chance de +30% de que ele funcione corretamente.
Dano: Nenhum
Extra: Com certo treino, pode ser utilizado não verbalmente.

Passivos:

Nível 1
Nome do poder: Beleza incomum I
Descrição: Os filhos de Perséfone possuem uma beleza bastante incomum. Belos como uma rosa, os mesmos possuem uma aura sombria que os torna bastante obscuros. Isso faz com que monstros e/ou semideuses sintam certa hesitação em avançar.
Gasto de MP: Nenhum
Gasto de HP: Nenhum
Bônus: Irão evitar atacar o filho da deusa das flores no primeiro turno.
Dano: Nenhum

Nível 2
Nome do poder: Botânico
Descrição: Por sua mãe ser a deusa das flores, e da estação primaveril, o semideus consegue distinguir as diferenças entre uma flor e outra, seja pelo perfume, o formato, ou qualquer coisa. Ele sempre saber que flor é, e caso ela tenha algum efeito, veneno, gás, ou apresente perigo, também saberá identifica-los.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Saberá sobre as flores, e propriedades da mesma.
Dano: Nenhum

Nível 3
Nome do poder: Pericia com Cajados I
Descrição: O semideus tem certa facilidade em lidar com cajados, tendo parte da ligação da magia de sua mãe. Contudo, não é tão bom quanto um filho de uma verdadeira feiticeira, e nesse nível, só consegue executar pequenos movimentos.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +10% de assertividade ao lutar com a arma.
Dano: 5% de dano se for acertado pela magia do semideus.

Nível 4
Nome do poder: Pericia com Espadas I
Descrição: O semideus tem certa facilidade em lidar com espadas, tanto curtas quanto longas, e mesmo sem nunca ter usado uma espada em batalha, saberá o que fazer, mesmo que cometa alguns erros.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +10% de assertividade no manuseio de espadas.
Dano: +5% de dano se o oponente for atingido pela arma do semideus.

Nível 5
Nome do poder: Ligação Mágica
Descrição: O semideus é ligado pela magia aos filhos de Hecate/Trivia, e portanto, quando lutam ao lado desses, também se tornam mais fortes. Suas magias ficam mais potentes, e sua destreza em campo também é aumentada.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +10% de força e assertividade ao lutarem ao lado de um filho de Hecate/Trivia.
Dano: +10% de dano em poderes ativos, e em feitiços, se acertarem o alvo.
Belona:

Ativos:
Nível 1
Nome do poder: Odikinesis I
Descrição: Habilidade de manipular as emoções de guerra, tais como ódio, raiva e fúria. Com isso, o semideus filho de Belona consegue implantar uma emoção no inimigo, o atingindo como uma onda inexplicável do sentimento. É preciso estar tocando ou mantendo contato visual para que a habilidade funcione.
Gasto de Mp: 5MP (por turno ativo)
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum
Extra: Consegue afetar apenas uma pessoa.

Nível 2
Nome do poder: Brechas
Descrição: Ao concentrar o olhar no ataque dos inimigos o semideus consegue invocar uma aura ao redor do corpo que serve como uma espécie de radar, e então ao conseguir invocar essa aura poderá detectar uma brecha ou um ponto fraco no armamento do inimigo, e desarma-lo.
Gasto de Mp: 30 MP
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: A critério do narrador
Extra: Nenhum


Nível 4
Nome da Habilidade: Super Salto
Descrição: Ao juntar energia nos pés, o filho de Belona pode realizar um salto que alcançaria em média cinco metros de altura. Isso é possível apenas graças as habilidades corporais e a desenvoltura muscular que o filho da deusa da guerra possui.
Gasto de Mp: 10MP (por salto)
Gasto de Hp: 5HP
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum
Extra: Nenhum

Nível 5
Nome do poder: Summon Weapons I
Descrição: Belona era conhecida pela sua capacidade de invocar armas durante suas batalhas. A prole da deusa nesse nível consegue invocar armas pequenas e de resistência sigma. As armas irão retirar os danos referentes ao metal que a constitui e apareceram próximo do corpo do semideus. Essa habilidade é possível graças a telumkinesis. Duração de 2 turnos.
Gasto de Mp: 10MP (por arma invocada)
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum
Extra: Consegue invocar armas pequenas como adagas e facas, realizando no máximo 2 invocações por turno.


passivos:

Nível 1
Nome do poder: A arte da guerra
Descrição:  Filhos da deusa da fúria da guerra, esses semideuses possuem um conhecimento apurado em estratégias básicas e de sobrevivência. É similar a um instinto, uma intuição, uma sequência de pensamentos que permitiam ao romano a analisar o combate como se fosse uma arte. Graças a isso, raramente entra em estado de desespero quando situações de risco surgem.
Gasto de Mp:  Nenhum
Gasto de Hp:  Nenhum
Bônus:  Conseguem elaborar planos e estratégias, assim como não são abalados com a eminência de um combate ou situações de perigo.
Dano: Nenhum

Nível 2
Nome do poder: Perícia com Espadas I
Descrição: Constantemente o atributo de Belona é a espada. Filhos dessa deusa possuem facilidade com esse tipo de arma e suas derivações. Mesmo sem nunca terem usado uma espada, o semideus conseguirá se sair bem em seu manejo e no improviso.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +15% de assertividade no manuseio da Espada.
Dano: + 10% de dano ao ser acertado pela arma do semideus.

Nível 3
Nome do poder: Combate não Armado
Descrição: A prole da deusa Belona tem um vasto conhecimento sobre combates. Seu corpo e seu espíritos foram forjados para o combate. Assim, eles possuem a capacidade de luta corporal muito elevada, sabendo técnicas marciais mesmo que nunca tenha realizado uma aula sequer antes. As técnicas podem ser utilizadas para a elaboração de movimentos complexos, como mortais, piruetas, ataques acrobáticos e golpes que requeiram uma grande elasticidade.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum

Nível 4
Nome do poder: Ambidestria
Descrição: A ambidestria nada mais é do que a capacidade de se usar ambas as mãos como predominantes. Tanto a mão destra quanto a canhota possuem um desenvolvimento motor elevado, permitindo o manejo de equipamentos e, principalmente, armas. Assim sendo, filhos da deusa da guerra conseguem manusear com perícia duas armas ao mesmo tempo ou alternando as mãos.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Conseguira manusear duas armas com naturalidade, desde que essas não precisem das duas mãos para ser empunhadas (ex: podem usar uma espada curta em cada mão, dois machados mais leves, duas adagas), lutando com a mesma destreza que lutaria apenas com uma arma.
Dano: Nenhum.

Nível 5
Nome do poder: Corpo Guerreiro I
Descrição: O filho de Belona tem o corpo preparado para a guerra e combates de longa duração. Seu metabolismo e funcionamento é diferente de qualquer outro semideus, tendo assim os componentes biológicos potencializados. Isso oferece maior resistência corporal (diminui o cansaço físico e a dor de impactos no corpo), imunológica e permite que a hipercinesia não cause sobrecarga cerebral ou muscular.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +15% em resistência corporal, +20% de imunidade a infecções e venenos.
Dano: Nenhum
Necromante de Érebus:

Ativos:
 
Nível 4

Nome do poder: Umbracinese II
Descrição: Ao concentrar-se, os necromantes, poderão fazer com que a escuridão existente em determinado local se expanda. Ou poderão cria-la nas palmas das mãos, podendo molda-la para formar bolas de energia. Entretanto é necessária concentração.
Gasto de Mp: - 15 de MP.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Nenhum
Dano: Causam -25 de HP ao entrar em contanto com monstros e/ou semideuses (na forma de esfera de energia).
Extra: Nenhum.

Passivos:

Nível 1
Nome do poder: Visão das trevas I
Descrição: Por Érebus ser o Deus Primordial que personifica as trevas e a escuridão é possível que os Necromantes tal Deus consigam enxergar em qualquer ambiente que não haja iluminação em um raio de vinte (20) metros.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum
Extra: Nenhum.

Nome do poder: Perícia com Foice e Correntes I.
Descrição: Os Necromantes de Érebus possuem uma facilidade natural com o manejo de tais armas, podendo rapidamente usá-las em uma ofensiva quanto na defensiva. Entretanto é necessário ressaltar que a facilidade com as armas não garante que o manuseio seja perfeito, é preciso praticar.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: +10% de assertividade no manuseio de Foices e Correntes.
Dano: + 5 de dano ao ser acertado pela arma do semideus, pois a precisão será mais certeira.
Extra: Em níveis baixos onde nunca houve a prática antes é possível que o semideus cometa erros ao utilizar tal passiva.

Nível 2
Nome do poder: Sensibilidade I
Descrição: O semideus é capaz de pressentir – apenas na escuridão – e desvendar os sentimentos mais fortes daqueles que o rodeiam. Porém o necromante de Érebus terá mais facilidade com outros semideuses do que com monstros (que possuem a capacidade de sentir) e Deuses.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Nenhum.
Dano: Nenhum.
Extra: Nenhum.

Nome do poder: Desavenças Naturais  
Descrição: Como Necromante de Érebus você nutre certa desavença por filhos de Hades, Zeus e Nyx. Pois tais Deuses foram os responsáveis por prender Érebus no tártaro – apesar de Nyx ser irmã gêmea e esposa de tal Deus primordial. Vale ressaltar que o sentimento de implicar e/ou tirar sarro existe, mas cabe ao semideus segui-lo ou não.  
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Nenhum.
Dano: Nenhum.
Extra: Nenhum.

Nível 3
Nome do poder: Olhos dos Cosmo I
Descrição: Por Érebus tratar-se também do Deus do cosmo seus afiliados são capazes de não sofrerem o impacto visual resultante de pequenas explosões e a iluminação dos astros não é capaz de afeta-lo (por exemplo, iluminação natural do Sol).  
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Nenhum.
Dano: Nenhum.
Extra: Nenhum.

Nome do poder: Perícia com Foice e Correntes II.
Descrição: Os Necromantes de Érebus possuem uma facilidade natural com o manejo de tais armas, podendo rapidamente usá-las em uma ofensiva quanto na defensiva.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: +15% de assertividade no manuseio de Foices e Correntes.
Dano: + 10 de dano ao ser acertado pela arma do semideus, pois a precisão será mais certeira.
Extra: Nenhum.

Nível 4
Nome do poder: Respiração Sombria I
Descrição: Por Érebus ser o Deus Primordial do vácuo os semideuses afiliados a tal Deus poderão respirar menos, suspender a respiração por até dez (10) minutos ou não encontrar dificuldade para respirar em locais altos.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Nenhum.
Dano: Nenhum.
Extra: Nenhum.

Nível 5
Nome do poder: Desejo de Vingança.
Descrição: Movidos pelo desejo de vingança do próprio Érebus, os semideuses são capazes de nutrir profundas desavenças com os filhos de Nyx. Muitas vezes tal raiva e desejo de vingar não possuem motivos sólidos. Vale ressaltar que o sentimento de implicar e/ou tirar sarro existe, mas cabe ao semideus segui-lo ou não.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Nenhum.
Dano: Nenhum.
Extra: Nenhum.

Nome do poder: Perícia com Foice e Correntes III.
Descrição: Os Necromantes de Érebus possuem uma facilidade natural com o manejo de tais armas, podendo rapidamente usá-las em uma ofensiva quanto na defensiva.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: +20% de assertividade no manuseio de Foices e Correntes.
Dano: + 15 de dano ao ser acertado pela arma do semideus, pois a precisão será mais certeira.
Extra: Nenhum.

Nota de ação, morte da primeira Harpia:
Pode ter ficado um pouco confusa a morte do primeiro animal, mas visto que o presente escolhido pelo lado de Perséfone causa o status de envenenamentos no contato com o alvo, levei em consideração que a Harpia tomava um pequeno dano a cada momento que passava-se dentro da narrativa. Caso o mesmo tenha sido usado de forma errada, favor explicar método de utilização do mesmo






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Re: Promoção de Aniversário - CCFY Sayuki Hitomi Koga

Mensagem por Hades em Ter Maio 30, 2017 7:56 am

AVALIAÇÃO.

Sua ficha conta com uma história distinta, desse modo você foi aceita como prole de Perséfone/Proserpina e Legado de Belona. No entanto não será possível aprova-la como Necromante de Érebus. Acredito que sua ficha tenha pecado em alguns momentos, como ausência de explicações sobre Perséfone, o que criou uma confusão a respeito de quem seria sua mãe Divina. Assim como alguns erros gráficos. Você escreve bem, acredito que deva prestar atenção a grafia, ao posicionar a virgula - por exemplo - próxima ao texto e não separada.

1.950 de XP + 1.000 Dracmas + Reclamação como filha de Perséfone e Legado de Belona.


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