The Blood of Olympus
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Promoção Aniversário - Elyse D'Ávila

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Promoção Aniversário - Elyse D'Ávila

Mensagem por Elyse D'Ávila em Dom Maio 28, 2017 10:42 am


Promoção

Rescue.

Aos meus doze anos foi quando tudo começou. Bom... Não tudo, é claro, mas, pelo menos boa parte do que eu sou hoje começou a parti dali, dos treinamentos árduos providos pelo meu pai. Homem este cujo eu devia muito da minha vida a ele. Me ensinou muitas coisas e principalmente a como ser uma guerreira, uma sobrevivente e acima de tudo, vencedora.

Tudo isso aconteceu em diversos dias em que íamos durante a manhã treinar coisas aprendidas pelos soldados do exército, como tiro ao alvo ou técnicas de combate. Quanto a tarde, caçar a única carne que entrava naquela casa. Ah... Aquela casa... Eu não conheci nada fora dela até meus dezoito anos. Tudo isso porque meus pais acharam que era o melhor para mim, ficar distante de todo aquele caos da metrópole que é Nova York.

Eu nunca havia questionado muito sobre por confiar muito em suas palavras, mas, hoje eu sei o motivo de tanta preocupação. O mundo que eu conhecia não era o mesmo do qual eu conheço hoje. Um mundo em que mitologias são verdadeiras e os perigos são muito piores do que imaginava. Vivíamos no campo, levando uma vida tranquila até que então um minotauro atacou a nossa casa e destruiu tudo. Saímos vivos por pouco, é claro.

Entretanto, a pouco tempo atrás – em torno de algumas horas – eu havia descoberto que a minha madrasta estava na verdade morta e que meu pai havia sido raptado por monstros. Eu não tinha muito o que fazer senão o orientado pela minha querida, e agora falecida, mãe. Seu conselho foi para que eu procurasse por ajuda antes de ir de encontro ao meu pai e foi isso o que eu fiz.

Eu havia acabado de chegar ao Acampamento Meio-Sangue utilizando a Carruagem da Danação e fui correndo direto para a Casa Grande. Não demorei muito para que encontrasse o Quíron lá analisando aquelas imensas pilhas de papelada. Eu ainda estava completamente molhada e suja de lama. Algo de que as Irmãs Cinzentas reclamaram bastante quando entrei em seu táxi.

— Quíron! — Gritei desesperada. — Eu preciso de ajuda.

Finalmente eu havia agachado um pouco enquanto botava as mãos em meu joelho, para me fornecer um certo apoio. Tentei recuperar o meu fôlego o mais rápido possível para que pudesse explicá-lo a situação. A expressão do Quíron era de pura preocupação. Ele aproximou-se com a sua cadeira de rodas mágica que usava para esconder a metade cavalo de seu corpo e gesticulava para que eu me acalmasse.

— Ow ow ow... Calma, garota. Respire e depois fale. — Sua voz era calma, porém, preocupante.

Respirei fundo uma, duas e até mesmo três vezes para começar a explicá-lo.

— Quíron... Eu descobri que a minha madrasta faleceu. — Meus olhos encheram de lágrimas mais uma vez, entretanto fui um pouco mais forte que antes e não as derramei. — E meu pai... Ele corre grande perigo. Foi raptado por monstros e está sendo mantido em uma espécie de alojamento próximo ao Empire States.

— Já era de se esperar... — Ele coçou a barba. — Coisas estranhas vêm acontecendo ultimamente, Elyse. Lamento pela sua madrasta. Tens amigos de confiança?

Ele perguntou e brevemente lembrei-me do Gordo, da Lill e da Jill que haviam ido em uma missão anteriormente comigo.

— Sim, não sei se o senhor se lembra dos meus companheiros da última missão.

— Ah sim! Chame-os e parta para o resgate de seu pai. Tenha muito cuidado, por favor. Não mandarei muitos outros semideuses porque o acampamento vem sofrido grande ameaça ultimamente por conta da Nyx. Precisamos nos manter preparados para possíveis ataques.

Assenti com a cabeça e sai dali rapidamente. Entretanto, algo me incomodava. Seria Nyx a responsável por todos esses acontecimentos? A morte da minha madrasta e ainda por cima o sequestro do meu pai? Porque ela sequestraria meu pai, afinal? O que estava acontecendo no momento era de fato muito confuso e eu tinha de descobrir do que se tratava. Porém, antes eu ia chamar por ajuda.

Pus-me a correr novamente e fui para o local onde eu quase sempre encontrava o Gordo. O anfiteatro. Ele é um filho de Dionísio muito característico, devo dizer. Possuía uma barba sempre muito bem-feita e um porte físico peculiar para um campista, entretanto, ainda assim era bastante estiloso.

Não demorou muito para que eu chegasse lá, mais uma vez ofegante e já pude vê-lo sentado em um lugar na arquibancada.

— Gordo! — Chamei por ele e todos presentes ali me encararam.

Normalmente, eu estaria completamente corada agora pelo meu estado imundo. Molhada e suja de lama. Entretanto, eu não tinha tempo para pensar nisso agora. Tudo em que eu conseguia pensar era no bem-estar do meu pai e o quanto eu precisava resgatá-lo.

— Elyse! — Ele dizia enquanto se aproximava de mim com uma expressão preocupada. — O que aconteceu?

— Bom... É uma longa história, eu preciso da sua ajuda... — Falei com a voz trêmula e depois peguei um pouco de ar para continuar. — Meu pai... Foi sequestrado.

Ele entrou em estado de choque. Sua boca ficou entreaberta por alguns segundos e então num instante ele voltou a reagir.

— Vamos logo! O que estamos esperando? — Perguntou ele, quase tão desesperado quanto eu.

Assim que saímos do anfiteatro, fomos em direção ao chalé de Afrodite. Provavelmente encontraríamos a Jill e a Lill lá, provavelmente se arrumando, escolhendo roupas ou tons de maquiagem para passarem o resto do dia. E como o pensado, assim que chegamos lá, lá estavam elas, sentadas em suas caminhas com um kit de maquiagens conversando provavelmente sobre algumas fofocas.

— Lill, Jill! Eu preciso de vocês.

A minha entrada desesperada e ao mesmo tempo dramática no chalé despertou a atenção das semideusas que logo se postaram de pé e não fizeram nenhum questionamento. Apenas pegaram seus equipamentos e me seguiram. Era o que eu mais apreciava naquelas pessoas. Sua confiança e lealdade a mim e eu sabia que sempre que precisasse, poderia contar com eles.

Eu pensei em chamar a Samanta... Eu poderia chamá-la, mas não queria ser um incomodo. Sei que era uma urgência e que era um ente querido meu em perigo. Entretanto, ela era Conselheira do Chalé e tenho certeza que tinha muitas obrigações. Além disso, acho que eu e o meu pequeno grupo daríamos conta do recado.

Assim que saímos do Chalé, demos de cara com o Quíron mais uma vez.

— Peguem pégasos no estábulo. Tenho certeza que a Lill e a Jill já tem certas experiências com aqueles animais. — Ele suspirou enquanto ajeitava o seu bastão no seu colo. — Crianças... Desejo-lhes sorte. Gostaria de poder ajudá-los mais, entretanto, não posso. E Elyse, prepare o seu coração pois provavelmente vai passar a conhecer um lado de seu pai que não conhecia anteriormente.

— Obrigada, Quíron.

Meu agradecimento foi sincero. No fundo, eu sabia que realmente o Quíron não podia fazer muito além de fornecer alguns pégasos temporariamente para que fossemos ao nosso destino. O Acampamento Meio-Sangue sofria grandes ameaças de ataques pela deusa primordial Nyx, e por isso ele estava muito ocupado para lidar com uma situação em individual.

Suas últimas palavras quanto ao meu pai realmente me deixaram bastante preocupada e curiosa. Mas, acho que para descobrir, a única maneira era salvá-lo.


Voamos durante algumas horas com aqueles pégasos. Criaturas adoráveis, devo dizer. Muito amigáveis e o mais legal de tudo: eu conseguia entendê-los. Lill estava comigo em um e a Jill estava com o Gordo no outro. Elas eram de fato muito habilidosas em controlá-los, mas, sem querer me gabar, a minha presença ali ajudou bastante a passar confiança a eles.

— Onde você quer descer, xuxu? — O nosso Pégaso me perguntou mentalmente.

Eu ainda não havia pensado nisso direito... O que eu sabia era que o local era um alojamento perto do Empire States, mas a sua localidade ainda era incerta para mim.

— Em frente ao Empire States, por favor.

Não seria um problema descer ali. Felizmente, a névoa funcionava perfeitamente bem com os humanos. Provavelmente eles nem perceberiam a nossa nova presença naquele lugar, seria como se nós estivéssemos sempre ali.

E assim foi. Logo estávamos no chão e desnorteados, sem saber para onde ir. Quanto aos pégasos, voltaram sozinhos para o Acampamento Meio-Sangue, afinal, suas tarefas haviam se encerrado por ali.

— E agora? — Lill e Jill perguntaram em conjunto.

Odiava quando faziam aquilo, mas era algo que acontecia frequentemente, então já estava um pouco acostumada.

— E agora... Não sei. — Dei de ombros. — Acho que devemos esperar e procurar alguma movimentação estranha.

— Odeio esperar. — Gordo bufou.

— Não temos outra escolha. — Contorci o lábio enquanto o encarava, como se estivesse lamentando.

Por fim, fomos em dupla cada uma para um canto, não muito longe uma da outra. Algumas horas se passaram e pessoas iam, pessoas vinham, mas nada de muito diferente além do cotidiano chato dos mortais. Lill e Jill camuflavam bastante o nosso cheiro por serem filhas de Afrodite, nos tornando indetectáveis pelos monstros.

Naquele momento, o Gordo havia visto algo interessante. Ele acenou para a gente e logo depois apontou em uma direção. Quando olhamos para lá, havia uma mulher encapuzada que olhava desconfiadamente para os lados havia acabado de entrar em um estabelecimento que ficava numa esquina não muito longe dali.

Talvez fosse suicídio entrar ali, por ser um alojamento de monstros, mas era o meu pai e eu teria de fazer esse sacrifício por ele. O homem que me criou tão bem durante tanto tempo, não podia deixar que ele simplesmente se fosse ou ficasse sobre o domínio de forças malignas.

Nos reagrupamos para bolar um plano e então disfarçadamente, sentados em um banquinho ali perto começamos a conversar.

— Okay... Qual o plano? — O Gordo perguntou. — Acho que não podemos lutar contra eles, mas, talvez consigamos pegar o seu pai e sair vivo, Elyse.

Assenti com a cabeça, concordando com o garoto.

— Sim. Pensem bem, temos nossos poderes para nos auxiliar. Tudo o que precisamos é sorte, estratégia e... Quem sabe ajuda de uma força exterior. Espero que alguém esteja nos observando neste exato momento, pois vamos precisar de toda ajuda possível.

— Mas Elyse... Deuses não podem interferir na vida dos mortais. Esta é uma das regras, certo? — A Lill perguntou.

— De fato... Mas, não custa nada tentar. — Dei de ombros mais uma vez e me levantei. — O cheiro de vocês vai nos camuflar por um tempo. Lill e Jill, assim que entrarmos no local, prendam os inimigos com suas rosas. Sei que vocês conseguem. Quanto a você, Gordo, precisarei que venha comigo.

— Legal! — Jill batia palmas e todos a observamos com uma expressão séria no rosto. — Que foi gente? Desculpa... É que me senti num filme de ação.

— Certo... Agora que todos sabem suas tarefas, vamos lá.

Eu estava tentando ser uma boa líder. Aquelas vidas ali presente comigo estavam em minhas mãos. Querendo ou não, eu havia envolvido eles nisso e eu me sentiria eternamente responsável por suas mortes caso viesse acontecer. Mas, se tudo ocorresse como o planejado, nada de mal aconteceria. Ao menos, assim eu esperava.

Enquanto seguíamos em direção ao alojamento, rezei algumas vezes para a minha mãe, Nike para que nos desse sorte e além de tudo coragem, afinal, iriamos precisar naquele cenário. Não sabíamos o que iriamos encontrar ali exatamente. O que tínhamos certeza é de que seria algo extremamente difícil e ao mesmo tempo talvez impossível.

— Só para lembrar... Para irmos embora daqui, chamaremos a Carruagem da Danação, ok? — Olhei para todos uma última vez antes de adentrar aquele lugar.

Poucos segundos antes de dar o primeiro passo dentro do alojamento, já havia pressionado o meu anel e uma pequena adaga fora invocada em minha mão destra. Estranhamente, não havia nenhum monstro ou sinal de vida naquele cômodo.

Numa sala mais a frente, podíamos ouvir vozes provindas da mesma. Caso a Lill e a Jill não estivessem ali, certamente já havíamos sido descobertos. Nos mantemos agachados e silenciosos enquanto andávamos dentro daquele local. Chegamos mais perto da porta, que estava fechada e então pudemos ouvir as vozes cada vez mais claras.

— Você jura lealdade a Nyx, semideus? — Perguntou uma voz feminina.

— NÃO! — Outra voz respondeu. Desta vez, uma voz familiar... Seria... Meu pai? — Nunca jurarei lealdade a Nyx. Nem mesmo depois de morto.

Não pode ser... É ele mesmo... O meu pai! Minha mente ficou confusa no momento, afinal, a voz havia se referido a ele como semideus? Será que era sobre isso que o Quíron estava falando mais cedo? Sobre o lado misterioso do meu pai que ainda não conhecia?

— Grrrr... VAMOS MATÁ-LO! O QUE ESTAMOS ESPERANDO? — Uma outra voz perguntou já enfurecida. — Não está vendo que ele não vai ceder?

— Cala a boca imbecil! — Pude ouvir um tapa. — A Nyx disse que ele é de extrema importância para o seu exército. Mas... Não significa que não podemos machucá-lo.

Alguns segundos se passaram e então pude ouvir o meu pai gritar. Droga. Estavam torturando ele? Malditas! Vão pagar caro por isso.

Sem aguentar mais um segundo permanecer de fora daquela sala enquanto o meu pai estava em sofrimento, afastei-me um pouco para então dar um chutão na porta, arrombando-a. A Lill e a Jill entraram no local e logo depois o Gordo, para que somente então eu entrasse. Assim que entrei na sala já pude ver as rosas da Lill e da Jill envolvendo as diversas harpias que estavam ali presentes e prendendo-as ao chão, sem que pudessem sequer se mover. Elas eram tão poderosas e nem mesma eu tinha conhecimento disso.

Meu pai estava amarrado e não demorou para que o Gordo cortasse suas cordas.

— NÃO! O QUE ESTÃO FAZENDO? — Uma das Harpias perguntou desesperada. — Vocês vão estragar nossos planos!

— E eu tenho cara de quem ligo? — Arremessei a adaga em seu crânio, o que a fez com que explodisse em pó dourado. Olhei para as outras harpias com uma expressão mais que maléfica. — Que isso sirva de recado.

Por fim, saímos daquela sala enquanto carregávamos o meu pai. O Gordo de um lado e eu do outro. Teríamos de ser rápidos, afinal, sabíamos que as rosas da Lill e da Jill não segurariam as Harpias durante muito tempo.

— Você está bem? — Perguntei ao meu pai.

— S-sim, filha... Só... Estou exausto, mas feliz em lhe ver. — Quando terminou a sua fala, ele acabou desmaiando.

Poucos passos depois de sair daquele alojamento, as Harpias vinham logo atrás. Felizmente, o Gordo já havia jogado uma moeda no chão e a carruagem já estava emergindo.

De repente, algo atravessou a região entre o peito e o ombro do meu pai. Era uma das penas das Harpias. Algo que poucos achariam que machucaria alguém, mas de fato elas eram afiadas e agora... Meu pai estava sangrando. Mais e mais delas surgiram ali e assim que percebi que iriam utilizar ainda mais de suas penas para nos atacar, utilizei uma de minhas habilidades e pus um holograma a nossa frente para receber todo aquele dano.

Por fim, entramos naquele táxi rapidamente e eu já gritava ao mesmo tempo. — VAI, VAI, VAI! — E assim as Irmãs Cinzentas fizeram ao pisar fundo no acelerador.

— Putz grila em garota, você nos dá trabalho. — Uma delas comentou.

— Acampamento Meio-Sangue! DEPRESSA! — Gritei enquanto mais uma vez rasgava minha blusa ao meio.

Naquele momento, comecei a rezar para Asclépio me dar sabedoria e calma para poder cuidar do meu pai e... por alguns segundos pude sentir clareza e algo como se fosse uma bênção. Será que... Não pode ser... Será que Asclépio havia me considerado uma de suas curandeiras?

Entretanto, tentei não pensar muito naquilo – claro que seria ótimo se fosse isso mesmo que tivesse acontecido, mas havia coisas mais importantes agora. – e continuei o processo. Arranquei a pena que estava encravada naquela parte que felizmente não havia pegado em nenhum ponto vital, como o coração. Quase que ao mesmo tempo, pus o pano no local de sangramento, estacando o sangue que saia. Precisava de um kit de primeiros socorros que eu não tinha ali no momento, portanto teríamos de esperar chegar até o Acampamento.

— Shh... Você vai ficar bem, papai. Eu prometo. — Falava para ele, mesmo sabendo que ele estava desacordado e acariciava o seu cabelo de forma afetuosa e carinhosa. Eu o amava e queria que sobrevivesse. E ele iria, disso eu tinha certeza.

As Irmãs Cinzentas pisavam fundo no acelerador e desviavam feito loucas profissionais dos obstáculos. Logo, estávamos no Acampamento Meio-Sangue e o Gordo ajudou-me a carregar o meu pai para a enfermaria enquanto eu ainda pressionava o pano – que já estava vermelho – em seu ferimento.

— D-desculpe, filha.... — Ele havia acordado brevemente e falou com dificuldades enquanto o carregávamos. — Eu deveria ter lhe contado antes que você é neta de Éo...

— Shh papai. Isso não tem importância agora. — O interrompi, mas já sabia o que ele iria dizer.

Eu sou neta de Éolo, o que muita coisa fazia sentido agora. Minha “intimidade” com o vento e a maneira que gosto de senti-lo ou a maneira em que eu sei como ele vai se comportar em determinados momentos... Talvez aquele fosse um dos grandes pontos para eu ser uma eximia atiradora ou usuária de arcos...

Por fim, havíamos chegado na enfermaria e os responsáveis pela mesma tomaram meu pai de meus braços. Não restava muito o que fazer ali além de esperar. Eu não podia ficar na sala, pois estava um pouco chocada com a situação e aquilo estava muito claro na minha face. Obviamente, a ferida do meu pai não era tão grave, entretanto... Saber que ele era uma peça para o jogo da Nyx me deixou furiosa e ainda mais vingativa, pelo o que aconteceu com a minha madrasta que não tinha nada a ver com a história.

Eu irei lutar contra as forças de Nyx. Essa é, a minha única certeza.

PODERES PASSIVOS:
Nível 4

+ Precisão Aguçada: Combatentes vitoriosos precisam ter uma boa precisão quando em uma peleja. Filhos de Nice sabem movimentar o corpo e golpear seus oponentes com boa pericia, quase não  errando seus golpes em situações normais. A partir do nível 10 essa Aguçada precisão passa a faze-los mais preciso do que os demais semideuses.
PODERES ATIVOS:
Nível 2
Peça de Xadrez - Peão: Nice representa a vitória como um todo, e sempre está ao lado de Athena. Apesar de serem bons em todos os jogos, os filhos da deusa alada possuem uma facilidade especial com o xadrez, jogo que representa o ápice da aliança entre a estratégia  e vitória. Uma vez por missão, esses semideuses são capazes de gerar um holograma vermelho de um peão, peça de xadrez. Esse peão poderá ser ativado como um escudo, se sacrificando pelo semideus ao tomar para si um golpe, absorvendo todo o dano que o mesmo causaria sobre seu dono.
HABILIDADE:
Nome: Perícia em Mira
Descrição: Mirar é a capacidade de usar de seus movimentos corporais e visualização de um objeto para atingi-lo. Ao fazer essa aula, o campista possui o treino o básico para acertar um alvo parado ou em movimento com diferentes objetos, desde armas a qualquer item corriqueiro. É necessário atentar-se para a equação de: quanto mais concentrado, mais precisa é a mira.
Gasto de MP: Nenhum
Gasto de HP: Nenhum
Bônus: +30% em mira
Dano: Nenhum
Extra: Uma vez por missão, você pode solicitar o Acerto Perfeito, acertando o alvo caso ele esteja a menos de 100m de distância. O post também deverá conter a narrativa de como foi realizada a mira. Ações como “mirei e acertei” serão invalidadas.
EQUIPAMENTO:
✧Anel de Nice- o anel de Nice é um anel especial, apesar de ser um dos anéis mais simples é o que contém mais poder. Sendo feito em ouro divino o anel se transforma em qualquer objetos cortantes pequenos de bronze celestial que o semideus desejar como canivetes e facas pequenas ou até uma adaga menor, dardos.

Legenda:

✧ FALAS DA ELYSE
✧ FALAS DAS HARPIAS, IRMÃS CINZENTAS & PÉGASO
✧ FALAS DO PAI DA ELYSE
✧ FALAS DO QUÍRON
✧ FALAS DA LILL
✧ FALAS DA JILL
✧ FALAS DO GORDO

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Re: Promoção Aniversário - Elyse D'Ávila

Mensagem por Hades em Ter Maio 30, 2017 8:36 am

AVALIAÇÃO.

Certamente você fez bem na sua CCFY. Sem erros gritantes e com uma ótima narração. De maneira que seja bem-vinda aos curandeiros de Asclépio.
3.500 de XP + 3.000 Dracmas.


Ἅιδης
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