The Blood of Olympus
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Festival das Estações (Inverno)

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Re: Festival das Estações (Inverno)

Mensagem por Elena C. García em Sex Jun 16, 2017 2:56 pm


O golen de gelo



Importante:

Favor considerar que comprei o Play Plus.
• Play Plus – Sua sorte triplicada? Isso mesmo, toda postagem executada por seu personagem nos próximos 3 dias terá a XP triplicada. (Data será colocada no perfil)

Eu decididamente odiava aquela região invernal da ilha. Era absurdamente frio, a neve marcava meus sapatos e o vento era tão gélido que chegava e machucar a pele quando ventava com maior intensidade. O inverno porto-riquenho não era tão rigoroso, mas aquele lugar já era um exagero. Só havia um motivo para eu enfrentar o frio ardente daquela região: encontrar Gerrard. Havíamos nos desencontrado durante o festival, e eu preferia passar mais tempo junto aos meus irmãos, filhos de Deméter e os semideuses de Perséfone na região da primavera. Mesmo mantendo apenas o rosto exposto ao frio, ainda sentia-me congelar aos poucos.

Como eu frequentava pouco aquela região da ilha, não estava familiarizada com ela, então já devia ter dado incontáveis voltas em torno do mesmo lugar antes de parar para pensar. Com o cair da noite, a maioria dos semideuses preferia participar das festividades na região primaveril ou do verão, onde o clima era mais agradável e as atividades mais interessantes, então estava começando a ficar vazio ali. Após mais alguns minutos, só ouvia o som dos meus passos esmagando a neve a cada segundo.

O silêncio tornou-se palpável em poucos minutos, e ali escurecia cedo, embora o relógio não tivesse marcado seis da tarde ainda. Parei de caminhar para dar uma boa olhada ao redor, vislumbrando o ambiente e pensando em sair daquela região antes que escurecesse mais e eu ficasse sozinha ali, mal sabendo que tipo de criaturas aquela estação abrigava.

Antes de dar meia-volta e retomar o caminho pela trilha do outono, ouvi vozes de crianças rindo em meio ao que deveria ser uma guerra de bolinhas de neve. Franzi o cenho ao escutá-las e, com o mesmo receio de que elas ficassem sozinhas no anoitecer daquela ilha, fui na direção do som de suas gargalhadas cobertas de diversão. Não foi difícil encontrá-las, mas desmanchei o sorriso de meu semblante ao vê-las.

▬ Parem já com isso! - gritei sobrepondo minha voz aos seus risos, o que fez minha garganta arder devido ao ar frio. Eles realmente estavam fazendo uma guerra de bolinhas de neve, mas não entre si, estavam atingindo um espesso amontoado de neve. Com meu brado, eles pararam imediatamente e até deixarem algumas bolinhas de neve caírem de volta ao chão branco. Encarei-os firmemente e concluí que não eram crianças gregas, só podiam ser legados que vieram com os pais de Nova Roma ou jovens legionários em probatio. Algo mais aconteceu quando gritei: o amontoado de neve começou a se mexer.

Eu imaginava que algo assim pudesse acontecer se os garotos continuassem provocando a neve, mas não esperava que acontecesse ao mandá-los parar. As crianças, que tinham uma média de 11 anos, interromperam as brincadeiras e observaram o amontoado de neve se mover, levantando-se e revelando-se como um golen invernal, uma criatura feita puramente de neve e, agora, mergulhada em fúria. ▬ Ih, vam’bora! - um dos garotos gritou, e todos começaram a correr nas mais diferentes direções, fugindo e deixando-me a sós com a criatura.

Ok, aquilo não seria problema. Eu poderia fazê-lo se acalmar e não me ver como uma ameaça, em alguns minutos ele estaria dormindo como um amontoado de neve de novo. Só que aquele tempo perdido andando por aquela região da ilha e o comportamento daqueles crianças romanas já haviam me tirado do sério. Então quer saber? ▬ Ah, que se foda essa merda - resmunguei, desembainhando minha espada e ativando meu anel, fazendo-o se transformar em escudo. Já estava entediada mesmo.

O golen atendeu à minha provocação e emitiu um tipo de rugido para mim, agitando o ar em minha direção e provocando um vento gélido em direção ao meu rosto. Tentei proteger-me com o antebraço, mas ainda assim parecia sentir o frio arranhando meu rosto e cortando superficialmente minha pele com ardência. Quando ele fechou a boca, o ar parou, mas eu sentia floquinhos de neve presos aos meus cílios que incomodavam até para piscar.

Sem muito o que pensar, avancei para atacá-lo, erguendo a lâmina da espada na altura do ombro e estocando-o. Ele nem sentiu cócegas. Você já tentou picar neve com uma faca? Pois é, é inútil. Levantei o olhar na direção do que seria o rosto do monstro de neve e ele parecia ter uma expressão de quem diz “Sério isso?”. E, como se quisesse mostrar o que é um ataque de verdade, ergueu o punho, cujas garras eram formadas por neve cristalizada, e moveu-o em minha direção. Sem muito tempo para pensar, apenas coloquei o escudo em posição para absorver o impacto e concentrei a força em minhas pernas para não cair ou ser levada para longe.

“Isso é mais que um anel. Vai te proteger em qualquer situação”, meu avô havia dito quando me deu aquele anel com o símbolo de nossa família. E a Garza protectora realmente cumprira seu papel. Quando o monstro me atingiu, senti o impacto em uma fração de segundos, conseguindo me manter no lugar, mas logo o peso do seu braço pareceu sumir. O escudo protegeu-me não apenas com seu disco de bronze celestial, mas também com labaredas de fogo na parte frontal, que fez o braço do monstro derreter. ▬ Ah rá! - gritei na sua direção, zombando de sua cara. Ele emitiu outro rugido feroz, gesticulando apenas um braço com irritação.

Eu já imaginava que ele não fosse um monstro muito inteligente, mas tive certeza quando ele usou o outro braço para me golpear novamente, em um ímpeto de raiva. O mesmo fato se repetiu, com as chamas do meu escudo fazendo derreter seu outro braço, fazendo-o emitir outro rugido de irritação. Apesar de desmembrado, ele ainda era capaz de agitar o ar ao nosso redor provocando rajadas de vento gélidas em minha direção, o que me mantinha protegendo o rosto e me impedia de atacar.

Levei o escudo à frente do corpo, protegendo-me da fria e cortante ventania provocada por ele, e fazendo o escudo manter-se em chamas para enfraquecê-lo. ▬ Raaaawr! - ele gritava, irritado e provocando rajadas de vento, mas agora sem conseguir me afetar. Após seu rugido cessar, levantei-me com o escudo diante do corpo e aproximei-me dele. Sabendo que aquele disco de bronze celestial poderia ser a causa de sua morte, o monstro de neve vacilou e recuou um passo desequilibrado para trás. Aquilo deu-me uma ideia e reagi adotando-a rapidamente. Batendo a lâmina da espada contra o escudo e gritando, apressei o passo para me aproximar dele, o que o assustou e fez recuar mais um passo. Mas, pela falta do equilíbrio proporcionado pelos braços, ele cambaleou e caiu em um sploft, misturando-se com a neve do chão.

Empunhando o escudo como um disco, semelhante a um herói de quadrinhos, levei-o à altura do ombro e arremessei-o na direção do que restou do monstro de neve, deixando que o fogo emitido pelo disco de bronze celestial desse fim a ele. E, assim, o pequeno gigante de neve foi reduzido a uma poça de água, mas talvez sua essência tivesse sido transportada ao Tártaro.

Suspirei com cansaço quando, enfim, vi-me livre daquele monstro, e fui em direção à poça d’água para recuperar meu escudo. Não foi com alegria que molhei meus sapatos na poça que outrora fora um monstro, mas eu não ficaria sem meu anel por nada nesse mundo. Segurando o disco, transformei-o em um anel outra vez, acariciando com a ponta do dedo o brasão de minha família esculpido ali antes de colocar o adorno em meu anelar novamente. ▬ Elena! - ouvi a voz de Gerrard me chamar com preocupação, aproximando-se sem se importar em encharcar os sapatos na água. Poupei-o de toda a história, apenas dando-lhe um beijo no rosto e tomando-o pela mão para nos dirigimos ao baile promovido na região primaveril da ilha.

Festival das Estações / Com crianças romanas, belzebor e Gerrard / Vestindo





Elena C.{Castillo} Garcia

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Elena C. García
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Re: Festival das Estações (Inverno)

Mensagem por Emmanuelle S. Henz em Sab Jun 17, 2017 8:20 pm



Oh My God
Vamos fingir que sabemos amar e quem sabe um dia poderemos aprender
O bosque do inverno era talvez o ambiente mais agradável para os filhos de Poseidon, pois o frio – apesar de intenso – não os afetava como a maioria. Manu sentia as mãos gelando de leve, e gostava de ver a fumacinha aparecer no ar quando respirava. Ela se pegou imaginando como seria atirar-se sobre um dos montes fofos e mexer os braços para formar anjos de neve contra o solo, mas não fez nada disso. A filha de Poseidon não teve uma infância comum e brincadeiras como aquela ainda a deixavam envergonhada, mas seu espirito ainda a obrigava a voar longe e deixava sua imaginação mais solta do que deveria. Suspirou, riu sozinha e balançou a cabeça em negativa antes de voltar a olhar os patinadores, estava responsável por supervisionar a atividade, e tinha que admitir que estava se divertindo.

As crianças riam, corriam e empurravam umas às outras, mas não se machucavam de fato. Bolas de neve eram atiradas de lá para cá a todo momento e o riso rolava solto, era claro, um ambiente bastante agradável para uma festa. Manu tinha se deparado com inúmeras situações naquela ilha, das mais bizarras as mais esquisitas, sim, só tinham encontrados coisas que beiravam o sobrenatural, e para ela, estar inserida em um meio comum a fazia quase – só quase – se sentir normal. Ela não era normal, nem nunca seria, mas sonhar não custa nada certo? A jovem relaxou no assento, descansou a cabeça e se permitiu fechar os olhos por alguns poucos minutos, minutos esses que se transformaram em uma verdadeira catástrofe.

Manu não viu exatamente como aconteceu, mas ouviu os gritos e se levantou apressadamente. O gelo tinha rachado em uma parte da pista e duas crianças tinham afundado dentro da água, fazendo os semideuses ao redor entrarem em desespero. — Merda — Manu resmungou e correu até a borda onde finalmente abriu as asas para evitar pisar no gelo e avançou até a fissura, onde pode analisar o estrago melhor. As crianças já tinham desaparecido na água àquela altura, mas os gritos não tinham cessado, e não estavam deixando pensar. — Silencio! — A semideusa gritou, então desfez a asa e deixou o corpo cair na água sem pensar duas vezes, sabendo que para ela aquilo não faria a menor diferença.

A temperatura não lhe afetava em nada, ela não tinha problemas de respirar embaixo da água e de certa forma sua aliada também lhe fortalecia. Á agua era seu ambiente natural e perfeito, então aquela missão não seria exatamente complicada para ela, mas sim para as crianças que agora provavelmente estariam congelando devido à baixa temperatura causada pelo frio e pelo gelo. Manu nadou mais para o fundo, olhando rápido para os lados enquanto buscava a criança. Encontrou a primeira se debatendo mais acima, tentando quebrar parte do gelo em puro desespero, mas fraca demais para conseguir provocar qualquer dano. A jovem nadou até ela rapidamente, criou uma bolha de ar ao redor de sua cabeça então apoiou seu corpo, usando apenas as pernas para guiar ambas para fora do lado e depositar a criança as margens do rio, onde receberia os cuidados necessários que a ajudariam a ficar bem.

— Cuide dela — A caçadora pediu a um desconhecido antes de retornar para a água, onde sua busca recomeçou. Manu não tinha tempo a perder, estava agindo rapidamente utilizando-se da velocidade e de todos os atributos que possuía junto a vantagem de estar dentro da água, e assim, não demorou muito a encontrar o menino desafogado. Ela o pegou rapidamente, criou uma bolha ao redor de sua cabeça e foi rápida ao tira-lo da água e deposita-lo as margens, mas diferente do que fizera com a primeira criança, fez questão de cuidar daquela, sabendo que seria muito mais rápida do que qualquer paramédico. Primeiro, extraiu a água do pulmão, o fazendo voltar a respirar, depois apoiou as mãos em seu peito e utilizou-se dos poderes de cura para transferir parte de sua energia e doar para o menino, até desperta-lo novamente. Ao terminar desabou ao seu lado, arfante e sem energia, pois de todos os poderes que possuía nas mangas da camisa, aquele certamente era o que lhe causava a maior destruição.

TRIPLICADOR:

• Play Plus – Sua sorte triplicada? Isso mesmo, toda postagem executada por seu personagem nos próximos 3 dias terá a XP triplicada. (Valido até 19/06/2017)
DRACMAS DOBRADOS:

• Coin – O coin é um pequeno bichinho da sorte que pode torna-lo mais rico, toda postagem executada por você nos próximos 5 dias ganha dracmas dobrados (Valido até 21/06/2017).
Benção:

O poder do anjo branco: A caçadora de Artemis não se importou em momento algum em morrer por sua irmã se colocando em risco ao enfrentar um titã ou jogar-se em frente de uma arma mortal para salvar a vida de uma deusa, ela provou sua lealdade a sua família e aos deuses do olimpo, sua bravura também despertou a lealdade de uma das pedras, a tornando a terceira dos quatro guardiões de delfos. Suas asas porem são brancas, como as de um verdadeiro anjo, emitem um brilho azulado quando são libertadas, fazendo os inimigos temerem seu poder, são longas e afiadas, podendo resistir a tudo ao seu redor, porem o poder não poderá ser usado por mais de 24 horas se assim ele abusar do poder as asas desaparecerão falhando para com ela, são muito poderosas.
Ativos:

Nível 9
Nome do poder: Bolha de Ar
Descrição: A prole de Poseidon/Netuno, caso deseje, poderá criar uma especie de bolha de ar que ira revestir o corpo de algum aliado. Fazendo com que o mesmo seja capaz de respirar o ar presente na bolha mesmo em baixo d'água. O poder irá funcionar em até dois outros semideuses/humanos de uma vez.
Gasto de Mp: - 15 de MP.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum
Extra: Nenhum.

Nome do poder: Sacrifício
Descrição: Quando uma caçadora está a beira da morte, ou um aliado/amigo se encontra na mesma situação, a tenente poderá um movimento único que poderá salvar a vida do outro ser. A tenente sacrifica parte de sua vida e a doa ao seu aliado, amigo ou pessoa amada, de forma a restaurar parte da energia vital de outro ser.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: O mesmo da quantidade doada. Exemplo: Se a caçadora restaurar 50 HP da vida da outra pessoa, perdera 50 HP.
Tipo: Ativo
Bônus: Restaura a quantidade de vida que doar para a outra pessoa, mas perdera a mesma quantidade em sua barra de vida.
Dano: Nenhum
Extra: Deve-se tomar cuidado ao usar esse poder, pois a depender da quantidade de vida que doar e de sua barra de status, pode acabar morrendo.
Passivos:

Nome do poder: Respiração Aquática
Descrição:  Por seu pai ser o deus dos mares, o filho de Poseidon/Netuno pode respirar tão bem embaixo da água como em terra, a água não o incomoda. Essa habilidade serve tanto para águas doce, quanto para águas salgadas e águas poluídas. No caso da água poluída, deve-se tomar um pouco mais de cuidado. Quanto mais tempo se passar submergido nessas, mais força e energia vai se perdendo, ao passo em que pode vir a adoecer. Essa habilidade não surte efeito em águas magicas – impregnadas com algo maligno – ou envenenadas, o semideus ainda poderá ser afetado por elas.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum

Nível 5
Nome do poder: Pressão
Descrição: Ao contrário dos demais semideus e pessoas normais, a prole de Poseidon/Netuno possui a habilidade de não ser afetado pela pressão da água, a profundidade passa a não ter importância, e o desconforto pode não existir. Mas, quanto maior a pressão da água, maior o zumbido nos ouvidos do semideus, apesar de não a sentir, em águas que não pertencem ao reino de seu pai, ele ainda pode acabar se sentindo desconfortável, pois não terá o mesmo controle.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum

Nível 11
Nome do poder: Imperador I
Descrição: Nenhum animal equino ou criaturas marinhas ousara atacar o semideus, pois o respeitam. Essa habilidade não é válida para monstros marinhos ou criaturas mitológicas como o Kraken.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Essa habilidade também permite que o semideus consiga se comunicar com criaturas marinhas e entende-las. Assim também podera obter informações.
Dano: Nenhum

Nível 47
Nome do poder: Movimentação Aquática II
Descrição: O semideus passa a se movimentar melhor em água do que em terra. Nadando, ele adquire semelhança aos movimentos de um tritão. Basicamente, passa a possuir agilidade e velocidade embaixo da água
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +25% de força e velocidade quando o semideus lutar em água.
Dano: +20% de dano quando o inimigo for atingido pelos poderes ativos do semideus.

Nível 12
Nome do poder: Temperatura
Descrição: A temperatura da água não afeta o semideus, independentemente de estar quente, fria, ou congelada, para ele não fara diferença, pois não sente da mesma forma que os demais semideuses, humanos, monstros e etc.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp:  Nenhum
Bônus: Não é afetado pelas mudanças bruscas na temperatura da água.
Dano: Nenhum

Nível 33
Nome do poder: Cura III
Descrição: O processo de cura se acelerou, e agora feridas que levavam um bom tempo para se fechar se tornam cicatrizes em poucos minutos. Além disso, parece que a água agora lhe torna quase imbatível, pois ajuda a restaurar uma parte maior de suas forças, além de te deixar mais forte em combate. (Só pode ser usado uma vez a cada 3 turnos).
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Recupera +75 de HP e 75 de MP
Dano: Nenhum
Thanks Panda


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Re: Festival das Estações (Inverno)

Mensagem por Hela A. Deverich em Dom Jun 18, 2017 8:33 pm


Belzebor
 ♦ listening xxx with xxx♦ words: xxx ♦


Depois de se meter em encrenca na primavera e no outono, Hela decidiu ir para o inverno. Afinal, o que podia dar errado, certo?

E quase como se os deuses zombassem de sua cara, ela ouviu um rugido grotesco não muito longe dali. — Qual é, cara. — resmungou, gemendo com certo ódio. Puxou a espada de lâmina negra - sua fiel companheira -.

Não sabia bem o que fazer, ou por onde começar, tinha uma ideia. Enfurecer o monstro de maneira cega até levá-lo ao verão.

Guardou a espada de volta e pegou uma grande quantidade de neve, moldando-a até que uma bola de neve do tamanho de seus dois punhos unidos se formou. Lançou-a contra o monstro, gritando enquanto agitava os braços. — Hey, bobão! Vem me pegar!

Correu o máximo que pôde em direção ao verão. Podia sentir o chão estremecer de leve e seus pés e pernas afundarem na neve fofa, o que a deixava mais lenta do que ela gostaria de admitir.

Quando cruzou a divisa inexistente para o outono, ficou surpresa ao ver que o monstro não reduzira, será que conseguiria?

A resposta veio logo que ele arrancou uma das árvores e rebateu Hela de volta para o lado do inverno.

A filha da magia apenas se sentiu ser dominada pela dor aguda no lado direito do corpo e a falta de ar. Obrigando-se a se colocar de pé, a menina olhou o gigante. O que faria agora que tinha falhado?

Fogo. Ela tinha fogo. Mas acender um isqueiro no meio da neve iria fazer alguma diferença?

Faria diferença se ela tivesse álcool e, bem, Hela tinha um histórico de delinquência.

Correu em direção ao bar, pegando garrafas de bebida alcoólica e tirou a jaqueta, começando a rasgar a regata. Um coquetel molotov poderia ser uma boa arma.

Montando a “bomba”, a menina acendeu o pano que estava pendurado do gargalo e lançou a garrafa contra o monstro, vendo que esta se estilhaçara e começara a queimar. E queimaria mesmo, enquanto o álcool existisse.

Fez isso com as outras três garrafas que encontrara e por fim, sacou a espada de volta. Avançaria contra o monstro que, iria se encontrar enfraquecido pelo fogo e preso por sombras sólidas.

Estava ofegante, cansada, machucada e sem muitas condições de um corpo a corpo enquanto o ser se “derretia” aos poucos e lutava para se soltar. Girou a espada e bateu contra a perna do gigante, ouvindo-a se rachar.

Respirou fundo e concentrou todo seu poder nas mãos, vendo os punhos ganharem uma coloração brilhosa, ela soltou a espada, fechando as mãos como se fosse desferir socos contra o monstrengo e viu que várias esferas de energia disparavam contra pontos para onde ela mirava.

Por fim, o gigante acabou cedendo e explodiu em um monte de neve fofa.

Hela sequer teve tempo de pensar na vitória enquanto caía inconsciente no chão. Muito poder. Muito cansaço.

Poderes utilizados:

Nível 50
Nome do poder: Tríplice de Poder
Descrição: Usando esse poder seu punho ficarão de uma coloração brilhosa e totalmente arroxeada, então explodirão uma sequência de bolas magicas de energia contra o adversário, semelhante a tiros – só que com tamanho maior – que ao colidirem contra o corpo do inimigo, causam um dano considerável devido a força do impacto. Consegue liberar no máximo 20 bolas de energia.
Gasto de Mp: 5 MP por bola de energia (gasto total é de 100 MP)
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: 10 HP por bola de energia (dano total 200 HP).
Extra: Nenhum

Nível 28
Nome do poder: Umbracinese V
Descrição: Em tal nível o semideus poderá invocar um noite, ausente de estrelas, no entanto a mesma irá durar dois turnos. O controle das sombras e escuridão atinge seu máximo.
Gasto de Mp: - 60 de MP (invocação da noite) ou - 40 de MP.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Nenhum.
Dano: - 60 de HP.
Extra: Nenhum.


Triplicador de XP:

• Play Plus – Sua sorte triplicada? Isso mesmo, toda postagem executada por seu personagem nos próximos 3 dias terá a XP triplicada. (Válido até 20/06/2017)

Duplicador de Dracmas:

• Coin – O coin é um pequeno bichinho da sorte que pode torná-lo mais rico, toda postagem executada por você nos próximos 5 dias ganha dracmas dobrados (Válido até 22/06/2017).




Avaliada por Vênus
2.000 xp (x3) = 6.000 + 2.000 dracmas (x2) = 4.000 xp + 2 flocos de neve.
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Re: Festival das Estações (Inverno)

Mensagem por Kang Pipper em Dom Jun 18, 2017 9:05 pm

Batalha
As tragédias que envolviam a estação de inverno estavam começando a deixar a semideusa com determinada dose de preocupação, de maneira que ela resolveu ocupar o local durante um período integral, percorrendo o perímetro gelado acompanhada da estrela de Davi em forma de espada. Metade do dia passou repleta de normalidade. No entanto, assim que o horário de almoço chegou, Pipper notou uma movimentação estranha perto de um lago congelado. Pessoas e mais pessoas estavam nas margens do mesmo e, tal agrupamento parecia longe de ser descrito como feliz. Ela franziu o cenho e interrompeu a multidão, notando que havia uma pequena garotinha, que tinha no máximo três anos caída próxima a uma rachadura grotesca no gelo, de onde brotava uma mão de um provável gigante de gelo. Se fosse possível a expressão de preocupação da semideusa teria se agravado. Imediatamente ela removeu o selo que mantinha suas asas negras ocultadas, as liberando e planando acima dos demais semideuses. Imediatamente ela fez com que a espada voltasse a ser um pingente.

Sabia que qualquer peso extra no gelo poderia levar a criança para o fundo do lago gelado e, na pior das hipóteses, diretamente para a boca do monstro. De maneira que ela precisava agir rápido e tira-la dali, depois daria um jeito naquele gigante de gelo. Imediatamente ela ensaiou um mergulho aéreo, indo em direção a pequena criança, puxando a menina pelo braço e a mantendo em um abraço, receosa que acabasse por derrubar a criança que parecia apavorada demais até para chorar. Pipper a deixou com algumas pessoas à beira do lago que pareciam desesperadas, assumindo que eram parte da família da garota. Logo voltando a voar. Enquanto estivera a deixando em segurança o gelo havia cedido quase por completo deixando visível um mini gigante de gelo, que parecia, bem, não muito feliz por ter perdido o seu almoço.

A adolescente percebeu que as pessoas passaram a correr pelo ambiente, indo em direção a única construção existente na estação: o baile de inverno. Naturalmente Pipper iria para lá depois, mas naquele momento ela precisava lutar. Ela juntou as mãos, se concentrando enquanto criava pequenas bolas de energia utilizando as palmas das mãos, tais esferas eram escuras e Pipper sentia que eram feitas de fogo negro, que se propagava pela própria pele, sem machuca-la. Imediatamente ela criou cinco daquelas, as lançando contra o pequeno gigante. Que pareceu desgostar da situação, reagindo de imediato: ele criou estacas de gelo, as lançando contra Pipper. Porém a vantagem estava ao lado dela. Aquele filhote de gigante era pesado, mal conseguiria desviar de seus ataques, porém ela pesava menos do que tais estacas, suspeitava. Desviando com facilidade.

Ela continuou no ar, planando, enquanto o pequeno gigante jogava bolas de neve, junto a estacas de gelo puro. E, mesmo que algumas bolas de neve a acertassem, Pipper continuava a desviar das estacas, criando mais bolas de fogo negro, as rumando contra o gigante. Que parecia estar cada vez mais irritado, o que não importava, afinal Pipper estava no ar e não haviam pessoas além dela para ele atingir. E a adolescente sabia que não adiantaria fugir do mesmo, pois aquelas criaturas não possuíam princípios, logo era provável que ele fosse em busca de outros humanos. Com um suspiro ela fixou os olhos no pequeno pescoço do gigante, imaginando a cabeça separada do corpo, pronunciando:

- Et abcissi! – E, assim que ela o disse, a cabeça do gigante filhote deslizou, afundando no lago enquanto seu corpo permanecia visível.

O que ela não notou foi que o monstro ainda havia enviado uma última estaca, que a atingiu no segundo seguinte, a derrubando no chão com um estrondo abafado pela neve.

Informações:
Poderes:
Ativos:
Feitiço: Et abcissi
Descrição: Um feitiço que permite fazer - sem uso de nenhuma arma - um corte limpo no oponente.
Gasto de Mp: - 50 de MP.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Caso seja realizado durante a lua minguante, há uma chance de +30% de que ele funcione corretamente.
Dano: - 60 de HP.
Extra: Com certo treino, pode ser utilizado apenas com o olhar.

Nome do poder: Criação das Chamas Negras II
Descrição: Agora o filho de Nyx/Nox poderá lançar até cinco bolas ou uma única bola enorme de fogo negro e controlá-las durante o trajeto. Agora suas mãos e seus braços ficarão tomados pelas chamas, e quem encostá-lo também sentirá extrema dor. A pele começará a ficar negra, como se estivesse morrendo.
Gasto de Mp: 35 MP por bola de energia
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: 40 por bola de energia (dano total 200 HP). Se tocar no braço do filho de Nyx a perda é de 30 HP.
Extra: Nenhum

Passivos:
Nome do poder: Imunidade abaixo de 0º
Descrição: Por mais que os semideuses estejam em algum lugar em que o clima esteja abaixo de zero, eles não são afetados, sentem frio, mas não chegam a ser afetados como os filhos de outros deuses, acostumando-se com facilidade as mudanças bruscas.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: A mudança brusca de temperatura não o afeta tanto
Dano: Nenhum

Nome do poder: Proteção
Descrição: Nyx/Nox é uma mãe zelosa quando se trata dos filhos, e concede a eles uma proteção invejável. Seus corpos tem um escudo e resistência natural, que impede criaturas, e espíritos malignos, bem como demônios, de tomarem seu corpo e sua mente.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Qualquer criatura que tentar violar o corpo do filho de Nyx/Nox de maneira baixa, será expulso, e terá uma parte da alma machucada.
Dano: 10% de dano na barra de HP (retirado do total), da criatura que tentar violar o corpo do filho de Nyx/Nox.

Nome do poder: Pericia com Laminas II
Descrição: Conforme o treinamento do semideus evoluiu, sua precisão com laminas se tornou ainda mais evidente. Agora, outros tipos de laminas também se tornam perfeitas em suas mãos, e mesmo sem nunca ter manejado essa arma, terá certa facilidade em lutar com elas. Espadas longas e lanças, podem virar armas tão mortais em suas mãos, que é melhor seus inimigos se afastarem.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +70% de assertividade no manuseio de laminas (adagas, espadas, lanças, e etc).
Dano: +35% de dano se o oponente for acertado pela arma do semideus.

Nome do poder: Premonição
Descrição:  Quando o filho de Nyx/Nox está correndo algum risco de serem atacados ou mortos de surpresa, eles têm uma premonição, um sentimento de perigo sobre o que irá acontecer. Este sentimento o alerta e pode mantê-lo vivo, pois, permite ao personagem antecipar durante um único turno – de sua escolha – o movimento do inimigo, e bloqueá-lo. (Só pode ser usado uma vez por missão, luta ou evento).
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Pode afirmar os movimentos do adversário durante um único turno, podendo bloqueá-los nesse mesmo turno.
Dano: Nenhum.

Armas:
3. Estrela de Davi: Um pequeno pingente de prata preso a uma corrente. A estrela apresenta seis pontas, mas apenas 3 delas servem para algo. Quando ativo transforma-se em uma das três armas a seguir: Arco e flecha da lua (feitos de prata lunar e com flechas mais finas e rápidas que o normal perfuram mais fundo do que qualquer outro arco, se a pessoa retirar a flecha do corpo ao ser atingido o estrago será maior). Espada de prata (feito de prata lunar assim como arco, a espada se ajusta perfeitamente a mão do usuário, sempre será leve para o portador tornando seu manuseio ainda mais fácil, inscrições de grego antigo adornam a arma, e se alguém for atingido duas vezes seguidas pela espada o terceiro golpe será ainda mais letal, a arma dobra a força e o peso, e ao atingir o corpo causa cortes mais profundos). Escudo refletor: Aparentemente um escudo/espelho (Ao ser ativado surge na frente do corpo do semideus, quando ativo o escudo é capaz de proteger qualquer ataque mental desferido contra o portador da arma, tais ataques serão refletidos e retornam a pessoa que lançou, o escudo não protege ataques físicos, apenas mentais). Quando inativo volta a ser a corrente.


2.500 x 3 = 7.500 XP - 3.000 dracmas - 3 flocos de neve

Atualizada por Quione


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Re: Festival das Estações (Inverno)

Mensagem por Victor Phendragon em Seg Jun 19, 2017 2:24 am

O ladrão do gelo

Os objetos de diversos campistas que têm participado das atividades no bosque gelado estão sumindo sem nenhuma razão aparente. Você foi designado por uma das ninfas que ali trabalham para ajudá-la a resolver essa confusão e acalmar os ânimos daqueles mais nervosinhos que ameaçam causar confusão.

Recompensa até: 900XP – 1.450 dracmas – 1 floco de neve



Missão Fixa
.

O Ladrão do Gelo
 

Aparentemente, meus feitos na ilha das estações estão se tornando mais conhecidos, pois já tem alguns dias que estou sendo requisitado par cumprir algumas tarefas e até sendo pago por elas, mesmo isto não sendo necessário.

Desta vez, uma esbelta ninfa de pele azulada e olhos com de âmbar me pede um favor. Alguém está roubando pertences perto do ringue de patinação no gelo o que tem deixado algumas pessoas irritadas.

- Poderia nos ajudar? Hoje um campista quase teve um faniquito por causa de sua adaga que foi levada e não sabemos para onde. – Fala a Ninfa, aflita.

-Tudo bem, investigo isto. – Falo sorridente. – apenas me leve até o local a onde aconteceram os roubos. E sem demora sou levado até o lago congelado.

- Aqui. Quando as pessoas deixam suas coisas aqui, próximo ao lago para poderem ir patinar, são surpreendidos na volta, quando algum pertence seu é evado. – Me explica a ninfa.
- Hum, entendo. Então é um crime pontual, sempre com um mesmo local. -  Cruzo um de meus braços e o outro levo ao eu queixo, acariciando uma barba imaginária com cara de pensativo. – Já sei o que farei. Irei ficar aqui, de tocaia até descobrir quem anda pegando seus pertences. – Falo animado como se já tivesse solucionado o caso com minha brilhante idéia.

Um pouco desconfiada a ninfa me olha aflita, erguendo uma de suas sobrancelhas. – Apenas montar guarda? Não vai investigar ou algo assim? – Pergunta a ninfa, duvidosa perante minhas capacidades de resolver este mistério.

- Não é preciso. Como dizem na TV, um criminoso sempre vota a cena do crime. Se os crimes ocorreram todos aqui, apenas me basta esperar que o criminosos virá novamente tentar afanar alguma coisa enquanto todos estão distraídos se divertindo. Eu ficarei atrás daquela arvore. – Aponto. – De olho em tudo, e pronto para o pegar no flagra. –

- Ah, entendi. Então vai esperar para pegá-lo com a mão na massa e poder provar seus crimes.  – Fala ela, orgulhosa de seu raciocínio e acompanhando o meu, que afirmo positivamente com a cabeça.

Tudo está preparado, estou em meu local, em posição de observação e apenas espero. Uma, duas horas se passam e nada acontece, até que um casal se aproxima para patinar no gelo e ambos deixam suas mochilas na lateral do lago, na neve fofa. Observo atentamente pois sei que um crime está prestes a acontecer, mas nada acontece nos próximos minutos. Apenas observo os amantes se beijando, abraçando e se divertindo com seus patins de gelo, fazendo manobras e danças sobre o lago congelado. Tudo parecia bem até que dois amigos se aproxima, implicantes entre si, empurrando e dando soquinhos no braço um do outro, mas sorridentes, alegres. Ambos estão com bastões de roquei no gelo e discos de roquei, preparados para jogar do outro lado do lago onde o casal não estava, mas deixam suas mochilas ali e saindo da ponta de uma delas um  chaveiro brilhante. Não demora muito nem cinco minutos para que uma sombra se aproximasse vinda do céu e com ela, em um rasante, uma coruja da neve, de plumagem branca e alguns pontos pretos no corpos, passasse com suas garras afiadas e tomasse a mochila para si, a levando para sue ninho, na arvore ao lado.

Me levante curioso com a situação, me lembrando de uma reportagem que vi dizendo que corujas são fascinadas por coisas brilhantes, o que explica a adaga roubada e outros pertences. Sigo seu voo até seu ninho, onde após uma escalada de onze metros a encontro, com vários objetos afanados. Apesar de não ser agressivo, ela se assusta com minha presença, mas após invocar uma pequena lira e tocar para a acalmar, conforme tento a acalmar, ela fica menos agressiva e dócil, por fim se aproximando de mim e aceitando o carinho que faço. Enfim desço com os pertences roubados e a coruja e segue, se apuleirando em meu ombro. Apesar de possuir quase três metros de envergadura em suas assas, ela é pequena e leve, sentindo pouco o seu peso. Assim que encontro a ninfa, entrego os objetos e explico o ocorrido.
- Então, aqui está seu ladrão. – Falo para a ninfa que me olha, procurando alguém.

- Quem? – Pergunta ela.

- Aqui ó. – Aponto para a coruja em meu ombro. Corujas são curiosas e espertas por natureza. Coisas brilhantes atraem sua atenção, o que as instiga a ir ver sobre o que se trata e pegam para si.  Não é bem um roubo, pois elas apenas pegam para ver, para saber o que é, mas acontece. – Explico para a ninfa que curiosa com a ninfa tenta falar com ela. Sim, ninfas conseguem falar com animais. Eu, honestamente, não entendo nada do que  elas falam, mas aparentemente tudo se resolveu.

Passivos de Eros:
Nível 20
Nome do poder: Mania de Domador
Descrição: Filhos de Eros são extremamente hábeis quando se trata da dominação de animais, por enquanto, você consegue dominar com grande facilidade animais normais que sejam selvagens, como ursos, cavalos selvagens, lobos e felinos. Não funciona contra as criaturas que voam ou que habitam ambientes aquáticos.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Terão facilidade em lidar com criaturas, sendo naturalmente mandões, podendo inclusive, doma-las e controla-las por um tempo considerável. Em batalha, pode impedi-los de lhe atacar durante 3 turnos.
Dano: Nenhum


Ativo de Eros:

Nível 27
Nome do poder: Serenata
Descrição: O filho de Eros/Cupido, conseguem invocar em suas mãos uma pequena Lira. Ao tocar tal instrumento, uma melodia suave tomara o campo, e fara com que qualquer animal – não semideus – ou monstro domesticável (como um cão infernal), lhe obedeça durante um curto período de tempo. Tal animal se tornam moldável aos encantos da prole de Eros/Cupido, sendo domado por ele, podendo inclusive, tornar-se um aliado, e evitar de atacar a prole do deus do amor.
Gasto de Mp: 50 HP
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum
Extra: O efeito domesticável dura quatro turnos, mas o filho de Eros/Cupido, precisa continuar tocando a Lira, ou o efeito é desfeito.



Porém, se possível, gostaria de requerir um pet coruja para que eu possa o treinar. Posso? Se não puder ela apenas volta para sua vida corujosa normal.


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Re: Festival das Estações (Inverno)

Mensagem por Victor Phendragon em Seg Jun 19, 2017 7:53 am

Febre congelante

Os gigantes do bosque de gelo não estão gostando nada das comemorações recentes. Eles deixaram seu habitat natural para se juntar a festa e causar confusão, assim sendo, três deles invadiram a festa para causar tumulto, estão lançando rajadas de gelo sobre os campistas, atirando bolas de neve e estacas congeladas, e machucando aqueles que não são capazes de se defender. Eles têm cerca de 2 metros de altura, são fortes, mas não são rápidos. Defenda o território da festa na neve e destrua seus invasores, afinal, a festa precisa continuar.
Requisito – Mínimo nível 8.
Recompensas até: 4.000 XP – 4.000 Dracmas – 4 flocos de neve.



Missão Fixa
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Febre Congelante
 

Os últimos dias na ilha das estações estão sendo corridos, vários problemas brotam de todos os lugares e muitos deles são difíceis de resolver. As vezes me pergunto se este reduto mágico que deveria servir pra que nos divertíssemos, na verdade não é um grande teste dos deuses para nos testar, ou se tem alguém organizando todos estes problemas de propósito. No entanto, não tenho muito tempo para pensar. Acabei de ser jogado sobre uma mesa de petiscos por um gigante de gelo, mas tenho que retomar meu fôlego antes de voltar ao combate.

Mas deixe-me contar a vocês como tudo isto começou.

A baile de inverno estava acontecendo normalmente, pessoas dançando, se divertindo e até dançando sobre uma pista de patinação no gelo. Tudo estava maravilhoso para os semideuses..... Mas como eu disse, apenas para os semideuses. Nos bosques da estação de inverno vivem alguns gigantes de gelo, que por natureza são mal humorados, agressivos e odeiam ver quais quer ser feliz ao seu redor e esperam resolver tudo na base da força bruta. Estes gigantes não estavam nada contentes com a atual alegria e animações da festa dos semideuses, por isto decidiram atrapalhar as festividades.

A dupla co cerca de dois metros de altura chegou a festa assustando alguns dos semideuses e causando destruição e caos, usando sua força para virar mesas e atrapalhar as festas. Alguns semideuses tentaram intervir, as avançando como cães mortos de fome, foram congelados por um jato de gelo. Para minha sorte ou azar eu presenciei tudo isto, e agora preciso intervir.

Ambos os gigantes são muito fortes, mas também são muito lentos, o que me permite lutar de forma mais livre. Saco minha Angel a frente deles e os encaro. Apesar de ser menor e fisicamente mais fraco, sou bastante corajoso e habilidoso para enfrentar a dupla, e é o que faço. Inicialmente espero um movimento dos gigantes, que me dispararam bolas de gelo com muita força. Tento desviar das bolas de gelo rolando e esquivando, mas enquanto um tenta me acertar a distancia, o outro,  pula em minha direção e defendo seu poderoso soco com minha Angel, o que com muita força me joga para trás, contra uma mesinha de doces.

Irritado, e levanto com minha espada em mãos e corro pela porta de saída da festa, a espera de que eles me sigam, como acontece. Do lado de fora posso lutar melhor de forma mais livre e sem me preocupar de proteger mais ninguém. Estou mais tranquilo. Começo com uma disputa de espada contra punhos, que ganho, já que levo vantagem em meu armamento e em habilidades que possuo e que me fazem combater de melhor forma.

A luta parecia vencida para mim quando o outro gigante dispara uma torrente de gelo em minha direção, que congela superficialmente a lamina de minha espada. Fico preocupado, pois não dou conta de lutar contra os dois em simultâneo, até que, juro que não sei como, eu me dividi e outro igualzinho a mim apareceu ao meu lado, meu clone. A partir do momento que não preciso manter o foco em dois oponentes a luta se torna mais fácil. Enquanto continuo meu dueloa Espada VS punhos, que venho ganhando, um duelo entre disparos de energia, adagas explosivas, raios de gelo e bolas de neve se inicia. Para minha sorte estou indo bem em ambas as lutas, e por fim finalizo meus oponentes quase ao mesmo tempo. O primeiro com uma espada varando seu peito e o. O segundo utiliza agia e dispara ondas de sentimentos negativos contra os gigantes de gelo, levando a maior.

Apesar do desafio, finamente podemos curtir o inverno sem ais interrupções.

Ativos de Belona:
Nível 3
Nome do poder: Bombas de Energia I
Descrição: Ao tocar um objeto qualquer – de sua escolha – poderá fazê-lo se transformar numa espécie de explosivo. O objeto será rodeado por uma aura vermelha, e ao atingir o inimigo explode causando um dano considerável. Nesse nível só consegue fazer pequenos objetos vivarem explosivos – como pregos, parafusos, pedras pequenas ou etc – que funcionam como bombinhas e não causam muitos ferimentos.
Gasto de Mp: 10 MP (cada vez)
Gasto de Hp:Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: 15 (Cada uma)
Extra: Nenhum

Nível 5
Nome do poder: Summon Weapons I
Descrição: Belona era conhecida pela sua capacidade de invocar armas durante suas batalhas. A prole da deusa nesse nível consegue invocar armas pequenas e de resistência sigma. As armas irão retirar os danos referentes ao metal que a constitui e apareceram próximo do corpo do semideus. Essa habilidade é possível graças a telumkinesis. Duração de 2 turnos.
Gasto de Mp: 10MP (por arma invocada)
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum
Extra: Consegue invocar armas pequenas como adagas e facas, realizando no máximo 2 invocações por turno.

Passivos de Belona:
Nível 1
Nome do poder: A arte da guerra
Descrição:  Filhos da deusa da fúria da guerra, esses semideuses possuem um conhecimento apurado em estratégias básicas e de sobrevivência. É similar a um instinto, uma intuição, uma sequência de pensamentos que permitiam ao romano a analisar o combate como se fosse uma arte. Graças a isso, raramente entra em estado de desespero quando situações de risco surgem.
Gasto de Mp:  Nenhum
Gasto de Hp:  Nenhum
Bônus:  Conseguem elaborar planos e estratégias, assim como não são abalados com a eminência de um combate ou situações de perigo.
Dano: Nenhum
Nível 2
Nome do poder: Perícia com Espadas I
Descrição: Constantemente o atributo de Belona é a espada. Filhos dessa deusa possuem facilidade com esse tipo de arma e suas derivações. Mesmo sem nunca terem usado uma espada, o semideus conseguirá se sair bem em seu manejo e no improviso.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +15% de assertividade no manuseio da Espada.
Dano: + 10% de dano ao ser acertado pela arma do semideus.
Nível 3
Nome do poder: Combate não Armado
Descrição: A prole da deusa Belona tem um vasto conhecimento sobre combates. Seu corpo e seu espíritos foram forjados para o combate. Assim, eles possuem a capacidade de luta corporal muito elevada, sabendo técnicas marciais mesmo que nunca tenha realizado uma aula sequer antes. As técnicas podem ser utilizadas para a elaboração de movimentos complexos, como mortais, piruetas, ataques acrobáticos e golpes que requeiram uma grande elasticidade.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum
Nível 4
Nome do poder: Ambidestria
Descrição: A ambidestria nada mais é do que a capacidade de se usar ambas as mãos como predominantes. Tanto a mão destra quanto a canhota possuem um desenvolvimento motor elevado, permitindo o manejo de equipamentos e, principalmente, armas. Assim sendo, filhos da deusa da guerra conseguem manusear com perícia duas armas ao mesmo tempo ou alternando as mãos.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Conseguira manusear duas armas com naturalidade, desde que essas não precisem das duas mãos para ser empunhadas (ex: podem usar uma espada curta em cada mão, dois machados mais leves, duas adagas), lutando com a mesma destreza que lutaria apenas com uma arma.
Dano: Nenhum.
Nível 5
Nome do poder: Corpo Guerreiro I
Descrição: O filho de Belona tem o corpo preparado para a guerra e combates de longa duração. Seu metabolismo e funcionamento é diferente de qualquer outro semideus, tendo assim os componentes biológicos potencializados. Isso oferece maior resistência corporal (diminui o cansaço físico e a dor de impactos no corpo), imunológica e permite que a hipercinesia não cause sobrecarga cerebral ou muscular.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +15% em resistência corporal, +20% de imunidade a infecções e venenos.
Dano: Nenhum

Ativos de Eros:
Nível 3
Nome do poder: Fire
Descrição: Ódio e amor andam lado a lado. A prole de Eros/Cupido não é diferente disso. Quando sua raiva é despertada, seu corpo adquire uma aura avermelhado com leves toques de laranja. Essa aura é a aura do amor reverso, uma rajada de sentimentos envenenados se acumula nas mãos do filho de Eros/Cupido, tomando a forma de uma esfera de poder estranha. Essa esfera, poderá ser lançada pela prole do deus em direção ao seu oponente, causando um estrago razoável.
Gasto de Mp: 10 MP (Por esfera criada).
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: 15 HP (Por esfera que atingir o alvo).
Extra: Nenhum



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Re: Festival das Estações (Inverno)

Mensagem por Emmanuelle S. Henz em Seg Jun 19, 2017 9:22 pm



A campeã dos campeões
Vamos fingir que sabemos amar e quem sabe um dia poderemos aprender
A temperatura já passa dos três graus negativos ao redor da ilha, a tempestade é tão intensa que os responsáveis pelos jogos de inverno pediram a todos os semideuses para se recolher. A neve ao redor do chalé principal é forte, e a nevoa que circula as janelas impede a maioria de ver o que acontece do lado de fora. Alguns semideuses ficaram perdidos em meio a tempestade e poucos semideuses – apenas os mais resistentes – foram escalados para encontrar os perdidos antes da tempestade piorar.

— Sinto que perdi um rim, acho que ele congelou — Hanna estava ao lado de Emmanuelle na trilha do Norte, as duas formavam um par e tanto, mas a filha de Apolo não estava em seu melhor humor.

— Isso é praticamente impossível — A mais velha arqueou a sobrancelha e fechou mais o casaco ao seu redor, sentia-se congelando de dentro para fora, mas era resistente como qualquer outra caçadora, Hanna também era, e podia se aquecer – mesmo que com um gasto de energia considerável – se quisesse, já que era filha de Apolo e naturalmente muito quente.

— Estou falando sério, eu não brincaria com isso, aposto que alguém está querendo vender meus órgãos no mercado negro — Ela estava brincando como sempre fazia em situações desesperadoras, mas Manu agradecia por isso, já que não estava fácil para elas avançar em meio a tempestade sem tropeçar, cair ou deslizar a cada nova passada. O clima não ajudava, a nevoa ao redor estava piorando e o vento era tão forte que seu rosto já tinha ganhado pequenos cortes na região das bochechas.

— Eu acredito em você — Manu sorriu de leve, e elas voltaram a ficar em silencio. As duas tinham sido designadas para encontrar o grupo que rumara para o vale do outono, mas não tinham chego ao seu destino. Isso já fazia mais de três horas, e as buscas tinham começado a apenas uma. Nenhuma delas encontrou rastros que ajudassem a desvendar o mistério, por conta da tempestade, qualquer esperança de que as pegadas permanecem intactas pareciam vãs, elas tinham sumido a muito tempo.

— Estou sentindo cheiro de sangue — Manu ergueu a cabeça ao perceber que Hanna tinha captado algo, olhou em sua direção e então farejou o ar, buscando pelo odor que ela tinha detectado.

— Não consigo sentir nada — A mais velha respondeu, pois tudo que conseguia sentir eram seus pulmões rasgando a cada tragada mais forte no ar congelado.

— Venha, é por aqui — Emmanuelle seguiu a garota sem pensar muito, confiaria sua vida em qualquer uma das seguidoras de Ártemis sem pensar duas vezes, e tudo porque a ligação entre elas eram uma força inexplicável.

As duas seguiram por uma inclinação íngreme ao redor da montanha, desceram em direção ao vale e chegaram a uma espécie de morro, onde o ar parecia mais pesado e a neblina densa cobria tudo ao redor. Dali seguiram o rastro de sangue até encarar o que parecia ter sido um desmoronamento, e foi ali que também encontraram todos os cinco desaparecidos, dois desacordados, um sangrando pelo nariz, e todos congelados da cabeça para baixo.

— Merda — Manu praguejou correndo em direção a eles, Hanna fez o mesmo, mas foi rápida do que ela, sendo filha de Apolo também era uma ótima curandeira, afinal, era a responsável por manter todas as caçadoras sem ferimentos.

— Se ficarem aqui eles vão morrer, a temperatura está baixando muito rápido, Dylan está tendo hemorragia — Hanna tocou-lhe um ponto no pescoço, chegou sua testa e então murmurou algo em grego antigo, mas a fala era tão baixa que Manu não pode identificar. — Consegue mover o gelo? — A filha de Apolo perguntou, Manu assentiu e então concentrou-se antes de mover a palma das mãos em direção a montanha, buscando modelar o gelo a fim de desenterrar os atolados o mais rápido que conseguisse, mas nada aconteceu. Ela tentou uma segunda e uma terceira vez, até entender que aquela magia era muito mais forte do que ela.

— Não entendo — Ela murmurou baixinho, olhou para as mãos e então tentou uma quarta vez. — Hanna, tem algo errado, não importa o quanto eu force, o gelo não quer se mover, parece que meus poderes estão falhando comigo... — Ela estava assustada com essa perspectiva, sentia-se levemente perdida por não conseguir executar uma tarefa relativamente fácil, então partiu para o meio convencional e começou a cavar. Isso também não foi efetivo, toda neve que ela puxava voltava para o lugar. Era como magia... ou, outra coisa.

— Eu acho que sei o que aconteceu — Hanna mordeu o lábio, olhou em direção a tenente e então falou. — Quione amaldiçoou todos eles, Dylan está tentando dizer algo, mas só consegui identificar o nome da deusa — A jovem de Apolo voltou a trabalhar, tentava mantê-los vivos com seus dons de cura, e aquecidos através dos dons de Apolo, mas Manu sabia que aquilo não era suficiente.

As nuvens limparam o céu em algum momento, a nevoa baixou quando ela se ergueu e olhou ao redor, e foi aí que a garota percebeu o pequeno palácio do outro lado do vale, o mais irônico de tudo é que bastava atravessar uma ponte para que tivesse acesso aquele lugar. Estava tudo fácil demais, Manu não estava gostando disso.

— Hanna — Manu chamou, a garota mais nova ergueu a cabeça, então arfou. — Eu acho que sei o que aconteceu — Manu engoliu em seco, então olhou de volta em direção a amiga. — Eu vou até lá, vou tentar encontrar um meio de libertar todos eles, consegue mantê-los vivos e aquecidos até eu voltar? — A filha de Apolo assentiu, confiou nela, Manu não podia decepciona-la.

...

O palácio de Quione estava repleto de estatuas de pessoas, animais e criaturas congeladas. Manu tinha entrado em Narnia, mas a protagonista já não era a rainha branca, era muito pior. Manu conhecia aquela deusa, a três anos atrás vencera um campeonato e fora abençoada por ela, mas assim como qualquer outro semideus, não era imune aos seus poderes, ao seu charme, ou a sua raiva. A jovem tinha invadido seu palácio sem pedir permissão, e não demorou muito para que fosse abordada por sua moradora. A garota não teve chance de se defender quando os gigantes apareceram e nem o faria por puro respeito a deusa que os enviara. Assim sendo não reclamou ao ser arrastada pelos braços – já que tinha sido presa por ambos os lados – em direção a sala dos tronos.

— Olha só o que temos por aqui — A deusa do gelo foi a primeira a se pronunciar, estava belíssima em suas vestes invernais, com o rosto de boneca inexpressivo e os cabelos flamejantes dançando ao redor dos ombros.

— Lady Quione — Manu baixou a cabeça a reverenciando de forma breve, mostrando-se respeitosa perante a divindade.

— Soltem-na — A deusa ordenou, e ambos os gigantes libertaram a caçadora, a fazendo suspirar em puro alivio.

— Obrigada — A jovem ajeitou o corpo, posicionando-se melhor em meio ao salão da deusa. — Preciso de ajuda — Manu não era de enrolar, então claro, fora direta. — Os semideuses ali fora são minha missão, e creio que foram congelados por conta da tempestade, não consigo solta-los — Manu explicou de forma rápida e direta, não podia enrolar nem perder tempo, e sabia que aquilo teria um preço.

— Sei disso, eu os congelei — A deusa sorriu, sentou-se em seu trono e então encarou a garota. — Eu tinha oferecido algo a eles, mas eles falharam, agora ofereço a você — As unhas da deusa batiam contra o trono de gelo, e seu sorriso era tão estranho e tremendamente assustador. — Mas deve ser fácil para você, já fez isso antes — Manu trincou os dentes, sabendo bem a que ela se referia. — Mostre-me que ainda é digna de ser a campeã de gelo, derrote dois dos meus servos mais legais, em troca, eu descongelo seus amigos, do contrário, retiro sua benção e deixo eles virarem estatuas para completar minha coleção — A jovem engoliu seco, sabendo o que estava em jogo.

— Eu aceito — Ela sabia que estava encrencada, mas não podia recuar.

...

O palácio tinha sua própria arena congelada, com direito a plateia e tudo. Quione tinha convocado parte de seus soldados de gelo para assistirem a derrota de sua mais nova escolhida. Essa por sua vez se encontrava sentada acima da arquibancada, e dava ordens aos seus servos a fim de iniciar a luta. Manu esperava ao centro da arena de gelo, já tinha analisado todo o campo e constatara que não tinha nenhuma vantagem por ali, muito pelo contrário, estava cercada e encrencada.

— As regras são simples — A voz de Quione prendeu sua atenção por um momento, a fez olhar para cima enquanto ouvia a deusa. — Primeiro, você poderá escolher apenas uma arma, não mais que isso, se quebrar a regra perde a batalha — Manu assentiu, concordando com aquilo. — Segundo, a batalha é até cair, quem cair duas vezes primeiro, ou cair e não conseguir se levantar, perde, agora, comecem! — A deusa ordenou que as portas fossem abertas, e assim foi feito. Do outro lado da arena o lacre foi rompido e por ali o primeiro desafiante de Emmanuelle adentrou a arena. Era um gigante de gelo, ou melhor, um filhote, pois esse não tinha mais de três metros, e não parecia tão forte. Carregava uma clava e urrava, ganhando aplausos dos seguidores da deusa do gelo. Manu revirou os olhos, puxou o colar do pescoço e armou sua espada, a escolhida para o duelo.

As portas foram fechadas, selaram os dois desafiantes dentro da arena, e então, o gigante avançou. Manu se preparou, aguardou que ele se aproximasse o suficiente, então correu em sua direção e deslizou para o chão, ganhando velocidade antes de passar por baixo das pernas do gigante, ou melhor, por entre elas, erguer a espada e cortar parte de sua coxa. Ao levantar-se não perdeu tempo, cortou a parte de trás do joelho esquerdo do monstro, perfurando a mesma perna uma segunda vez, então girou nos calcanhares e o atingiu no tornozelo. O gigante caiu ajoelhado na arena, urrou em pura irã e congelou o chão ao redor. Manu saltou para trás, preparando-se para a segunda rodada de ataques, pois estava com a vantagem no momento, tinha derrubado a fera uma vez, mais uma e ele estaria fora.

— Levante-se! — A garota gritou, o gigante urrou, tentou ficar de pé, mas não conseguiu. A filha de Poseidon tinha cortado todos os pontos possíveis do monstro e o impossibilitara de se levantar sozinho, acabando assim com seu primeiro duelo.

— Vitoria de Emmanuelle Henz! — O locutor gritou ao longe, a plateia vaiou a semideusa e o gigante foi retirado da arena, deixando-a sozinha para aguardar seu segundo desafio.

Manu virou-se em direção as portas um tanto ansiosa, queria terminar logo com aquilo, e achava que seu primeiro duelo tinha sido fácil demais, assim, quando o lobo branco adentrou a arena, soube o porquê de ter acabado com o gigante tão rapidamente. A fera de olhos vermelhos era um velho conhecido da garota, tinha sido seu desafio final no duelo de gladiadores, e quase a destroçara quando mais nova, o que podia fazer com ela agora? Manu esperava que continuasse o mesmo, pois assim tinha uma chance de acabar com tudo mais rapidamente. Ela já não era mais a mesma.

— Fenrir... — Manu murmurou o nome do lobo imortal, colocou a espada em frente ao corpo e aguardou. O lobo a encarou de frente, passou as patas dianteiras no chão e então uivou. Não era o lobo nórdico da lenda, era apenas um lobo de gelo extremamente forte, mas fora batizado dessa maneira por ser tão mortal e destruidor quanto o outro, mesmo com poderes muito inferiores a ele.

— Acabe logo com isso! — Quione ordenou da bancada, e o lobo avançou. Manu ergueu a espada para apertar o primeiro golpe, a fera era rápida, saltou sobre ela e chocou a pata direita contra sua espada. A jovem firmou as mãos ao redor do cabo, mas as garras do lobo se fincaram em seu ombro e a jogaram contra o chão. Manu engoliu seco quando a fera se aproximou dela, o focinho ficou muito perto de seu rosto, os dentes ficaram expostos, e as garras arranharam o gelo ao lado de seu ombro. A garota trincou os dentes, segurou mais firme o cabo da espada, e aproveitou-se da brecha deixada pela criatura para erguer a espada contra sua barriga – visto que estava abaixo dela, presa por seu corpo – e afunda-la na carne da fera. O lobo uivou mais uma vez, tentou se mexer e livrar-se da lamina de Emmanuelle, mas ela não deixou, e quando lobo voltou a se mexer a garota usou de toda sua força e poder restante para trazer a lamina mais para frente, e assim dividir parte do seu corpo em dois.

O sangue manchou suas vestes, o lobo desabou sobre seu corpo e o peso sobre si a fez arfar de puxo nojo. Ela empurrou a criatura para o lado, se levantou mesmo coberta pelo liquido viscoso e encarou a deusa. Quione sorriu, mas seus olhos demonstravam seu descontentamento. — Eu cumpri seu desafio, agora cumpra sua promessa — A garota a encarou de maneira firme, sabendo que apesar de ser uma deusa fria, Quione não voltaria atrás com sua palavra. A deusa assentiu, ergueu as mãos e recitou algo em grego antigo, quando terminou voltou a encarar a semideusa. — Está feito — Manu assentiu, correu para fora do salão e não olhou para trás. Seu trabalho ali tinha terminado.
TRIPLICADOR:

• Play Plus – Sua sorte triplicada? Isso mesmo, toda postagem executada por seu personagem nos próximos 3 dias terá a XP triplicada. (Valido até 19/06/2017)
DRACMAS DOBRADOS:

• Coin – O coin é um pequeno bichinho da sorte que pode torna-lo mais rico, toda postagem executada por você nos próximos 5 dias ganha dracmas dobrados (Valido até 21/06/2017).
Passivos:

Nível 27
Nome do poder: Resistência
Descrição: Como imortais e habituadas a movimentação extrema as caçadoras passam a desenvolver uma resistência acima da média, podendo passar mais tempo em corridas e em batalhas, sendo difícil cansa-las.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: + 30% em resistência.
Dano: Nenhum.

Nível 30
Nome do poder: Habilidade em batalha
Descrição: Tais semideuses tornam-se habilidosas em batalhas, conhecendo pontos fracos de monstros, assim como seus movimentos passam a ser limpos e rápidos, tanto utilizando arcos como facas/adagas. Sendo extremamente evasivas no combate corporal, assim como assertivas.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: + 50% de velocidade em combates corporais.
Dano: Nenhum.

Nível 17
Nome do poder: Instintos
Descrição: Habituadas a vida longe de grandes cidades, as caçadoras desenvolvem ao máximo os seus instintos – que são uteis em batalhas e caçadas –, passando a pressentir quando o perigo se aproxima.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Nenhum.
Dano: Nenhum.

Nível 12
Nome do poder: Conhecimento Bélico
Descrição: As caçadoras naturalmente acabam adquirindo um grande conhecimento sobre armas, sejam brancas ou de fogo.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Nenhum.
Dano: Nenhum..

Nível 2
Nome do poder: Bronze celestial
Descrição: Esse é dos matérias principais usados nas armas de Poseidon/Netuno, por ser um material comum para armamentos dos mares e não adquirem ferrugem, o filho de Poseidon/Netuno que lutar com armas de bronze celestial ganhara um bônus de força em campo de batalha.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Quando o semideus lutar com armas feitas de bronze celestial ganha +10% de força
Dano: 5% de dano a mais se o adversário for acertado pela arma do semideus.

Nível 12
Nome do poder: Temperatura
Descrição: A temperatura da água não afeta o semideus, independentemente de estar quente, fria, ou congelada, para ele não fara diferença, pois não sente da mesma forma que os demais semideuses, humanos, monstros e etc.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp:  Nenhum
Bônus: Não é afetado pelas mudanças bruscas na temperatura da água.
Dano: Nenhum

Nível 42
Nome do poder: Pericia com Espadas III
Descrição: Você se tornou um mestre com essa lamina e agora pode usa-la para atacar se defender, também consegue desarmar inimigos com mais facilidade e dificilmente deixa que tirem a lamina de suas mãos.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +100% de assertividade no manuseio da espada.
Dano: + 45% de dano ao ser acertado pela arma do semideus.
Benção de gelo:

Cartas de dominação: Como campeã do campeonato realizado pela deusa do gelo, a semideusa adquiriu uma nova arma. Trata-se de três cartas que dão a menina o poder de dominar o gelo, podendo transforma-lo em arma ou usa-lo de outra forma. A primeira carta é a utilizada para que se transforme o gelo em arma. A segunda é a dominação do gelo, podendo esculpi-lo no que se bem desejar. A terceira e mais poderosa é a que da ao portador a habilidade de se tornar um semi rei do gelo, fazendo com que o mesmo domine todas as formas de tal elemento.
Thanks Panda


------------------------------------

Avaliação :
Achei a sua ideia ótima! Incrível como vocês conseguem sempre matar alguma coisa! Querida, seu post está muito bom, acho que se confundiu em algumas cores no início, mas isso não entra na avaliação.
O critério seguido foi:
Enredo e coerência de batalha – 50%
Gramática – 20%
Criatividade – 30%

Querida, você foi 100%


Recompensa até: 15.000XP 9.000 dracmas 4 flocos de neve

P.S.:  Todos os bônus já quantificados.

ATUALIZADO POR BELONA



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Re: Festival das Estações (Inverno)

Mensagem por Victor Phendragon em Seg Jun 19, 2017 10:32 pm

Lago descongelado

O gelo do lago de patinação acabou cedendo sobre os pés de algumas crianças – semideuses com não mais de 10 anos de idade, três ao todo – e elas acabaram afundando na água congelada. O gelo ainda está se rompendo, e qualquer um que tente se aproximar pode acabar indo junto para o fundo do lago. Sua missão é salvar todas as três antes que elas se afoguem, ou pior, congelem.
Requisito – Mínimo nível 2.
Recompensas até: 1.500 XP – 1.500 Dracmas – 2 flocos de neve.




Missão Fixa
.

Lago Descongelado

Os dias na ilha estavam cada vez mais intensos devido a todos os incidentes que aconteciam. Estou certo de que isto não passa de um teste dos deuses para nos testar, mas ainda não sei como e nem o porquê disto. Eram muitos acidentes e problemas acontecendo em um único lugar, e vários deles ao meu redor. Não posso deixar de me sentir momentaneamente culpado por isto, mas de quais quer jeito tento evitar tais pensamentos e vou ao bosque do gelo, relaxar e ler um bom livro a presença de algumas crianças. Arthur não ira comigo, já que está envolvido na limpeza dos quartos, como um dos lideres do local o pediu para fazer, o que me deixa com todo o dia de folga para simplesmente curtir e apreciar o clima gélido que tanto me agrada.

Apesar de ser um pouco mais resistente ao frio e gostar de tal clima, uso calças grossas, camiseta de manga longa, aquela estampada com uma taça de sorvete que usei quando conheci Ab e convencemos Quinoe a não congelar os semideuses. Por sinal, espero não encontrar ela tão cedo. Ela parece ter um humor bem volátil e não estou afim de ter que cuidar de seus caprichos. Pego minha jaqueta de couro negro e me direciono ao bosque, ao lago de gelo, mais especificamente. O lugar é bonito, com um largo lago cristalino e congelado, arvores esbranquiçadas pela neve fofa e cristais de gelos pingando de seus galhos secos e sem folhas, pós outono, Um paraíso de gelo como aqueles dos globos de neve, encontrados em lojinhas de lembrancinhas. Tudo parecia maravilhosamente bem, as crianças jogavam hoquei sobre o lago congelado, se divertindo e rindo bastante, enquanto eu lia meu livro, recostado em uma arvore. Tudo estava bem, bem até de mais.

Minha leitura é interrompida por um gritinho feminino após um estalar no gelo do lago. Lago meu livro de lado e observo a situação. Alguns garotos riem da menina que se assustou e voltam a brincar, mas noto que ela está com medo de se mexer, chorosa. Dois garotos, uns dez anos de idade, estimo, assim como a garota, vão até ela ver o acontecido e outro barulho de rachadura é ouvido. Largo o livro de lado e me levanto de meu lugar preocupado com a situação. Todos os garotos no gelo se assustam até que um deles grita para todos correrem, Seguindo sua idéia, as crianças correm desesperadas para fora do lago, assim como os 3 próximos a rachadura, que com o movimento brusco se rompe por completo os fazendo cair.

Sequer tenho tempo para pensar quando ouço os gritos de desespero dos garotos caindo na gélida água do lago congelado, com certeza abaixo de zero. De imediato abro minhas asas e em um único bater destas, ganho os céus. Com o Maximo de velocidade que posso alcançar, me direciono ao gelo partido pegando um dos garotos pela mão estendida e se debatendo no lago. Apesar de ser apenas uma criança, nunca tentei levar alguém comigo durante o vôo, e com fortes movimentos com minhas asas as bato até conseguir erguer o garoto e o levar a margem do lago a salvo. Ele está congelando de frio. Peço para que outros garotos usem seus casacos para ajudar a secar e esquentar o pequeno antes que congele.

Novamente disparo para o lago e tento pegar a garota pela mão, mas ela se debate tanto que isto é quase impossível. Pouso sobre o gelo e com certa dificuldade a pego pelos cabelos úmidos, o que deve doer, mas é a única coisa que consigo alcançar até pegá-la pela blusa, a puxando para fora do gelo e novamente ganhando os ares para a levar até as margens do lago. Seu queixo treme bastante, mas logo ela é acudida pelos outros garotos, incluindo um jovem filhos de Apolo, que com suas mãos quentes está ajudando a esquentar seus colegas.

Me volto no vamente ao lago e noto que este está vazio. Lembro nitidamente de ver três crianças se debatendo em suas águas geladas. Estou confuso, mas sim que pergunto sobre a outra criança, sou informado de que ela não sabe nadar. Sem pensar, vôo até o local e me alço em mergulho ao lago, procurando pelo garoto. Suas águas frias e a camada de selo sobre sua superfície atrapalham minha visão, estou praticamente sem enxergar. Fecho meus olhos, inúteis neste local escuro, e tento me guiar por minha audição, meu tato, sentindo e ouvindo gritos, o ondular da água tocar ao meu corpo aos movimentos do garoto se debatendo, mas nada ouço, nada sinto. A água, quanto mais fria, mais suas moléculas se tornam lentas e com mais dificuldade dão vazão a movimentos e propagação dos sons. Estou preocupado. Enfim abro meus olhos novamente mas nada vejo. Estou cego.
Desesperado, quase perdendo as esperanças, por fim sou guiado por uma voz masculina em minha mente, que pela primeira vez fala comigo.

“Seus sentimentos são puros, meu filho. Use-os ao seu favor. Para nós, eles são tão fáceis de se ler quanto uma placa de neon.”

Não tenho duvidas, pois quando noto vejo abaixo de um uma luz em tons de amarelo escuro. Meu pai estava falando comigo. Mesmo que pouco, só uma frase, mas estava. Mergulho até a aura amarelo escuro abaixo de mim usando o resto de fôlego que me resta e noto ao chegar perto, o garoto inconsciente, já sem respirar. O pego pelo braço e usando minhas forças nado até a superfície. Meu fôlego já está no fim, no entanto, não acho mais a saída. Apenas uma camada de gelo acima de mim, nos mantendo submersos. Já estou sem ar, e este garoto está em uma situação pior que a minha. Nada mais penso além de invocar duas adagas em minha mão e as cravar no gelo, imprimindo minha energia nelas e me afastando um pouco, até que explodam e revelem um pouco de luz, uma saída. Usando toda minha força elevo o garoto com meu braço, para fora do lago o jogando, literalmente, para fora daquela água gélida, e em seguida me segura nas bordas do gelo, saindo também.  

Tento recobrar meu fôlego e tirar o pequeno daquela área de risco, o levando até a margem, mas noto que ele não voltou a respirar, sua pele esta pálida e fria. Apesar da situação, não estou triste, não sou capaz de chorar neste momento e usar minhas lagrimas para tentar curar algo que nem sei se tem cura. Faço a única coisa que posso, inspiro uma grande quantidade de ar, seguro as narinas do garoto e sopro ar por seus lábios, tocando meus lábios nos dele e enchendo seus pulmões. Segura duas narinas por mais um segundo antes de as soltar e me direcionar ao seu peito, juntando minhas mãos sobre seu torax e pressionado uma, duas, três, dez vezes. Noto um pequeno espasmo em seu corpo, mas ainda não é o suficiente para fazer com que retorne a respirar. Novamente inflo meus pulmões e seguro as narinas do garoto, espirando o ar de meu pulmão para o seu, através de nossos lábios. Noto que seu corpo estremece e em um reflexo ele regurgita um pouco de água engolida, tossindo um pouco e sorvendo ar de forma desesperada. O coloco sentado e dou tapas e suas costas, para que tussa e cuspa a água em seus pulmões, o que dá certo. Enfim retiro meu casaco que mesmo molhado evita que o garoto peque a fria brisa invernal e sue corpo, até que a prole de Apolo se aproxima e com suas mãos o esquenta, até secar o casaco e o garoto não mais sentir frio.

Por fim, após todos a salvo,  os levo a enfermaria para que possam ser examinados e recebam uns antigripais para não ficarem gripados, o que não adianta muito, já que todos já estávamos espirrando. A enfermeira comenta como eu passo mais tempo na enfermaria do que no restante da ilha, e infelizmente sou obrigado a concordar aos som  das risadas infantis. Enfim, estamos todos bem.

Poderes Passivos de Eros:
Nível 33
Nome do poder: Combate dos Cegos
Descrição: A prole de Eros/Cupido, durante um confronto direito com um monstro/semideus dotado de emoções, poderá renunciar a própria visão - afinal determinados sentimentos são cegos, como o próprio Eros/Cupido. Vindo a sentir a áura do inimigo, podendo se guiar através disso, no entanto, assim como irá sentir a áurea irá também sentir as emoções que mais tomam conta do oponente no momento. Como raiva, ódio etc. Podendo utilizar disso ao seu favor, caso use tal habilidade com sabedoria.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Para ser eficaz em combate, deve ser combinada com a habilidade rompimento de energia, assim sua luta fica ainda mais forte.
Dano: Nenhum
Poderes Ativos de Eros:
Nível 23
Nome do poder: Asas II
Descrição: As asas dos filhos de Eros/Cupido, cresceram conforme o esperado, seu desenvolvimento foi grande, e ele ficou mais forte, assim como suas asas. Agora, quando elas se abrem, se expandem de forma grandiosa, brancas e reluzentes, te deixando com a aparência semelhante à de um anjo, tais asas, possuem uma força considerável, e seu brilho, causa certa dificuldade aos inimigos que olham para você. Eles ficam encantados pela estranha aura emanada pelas suas asas, agora já consegue voar livremente.
Gasto de Mp: 20 MP por turno ativo.
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: 3 HP por turno ativo (só afeta se os inimigos te encararem diretamente, pois o dano, é nos olhos, no rosto, causa queimação e incomodo).
Extra: Nenhum


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Re: Festival das Estações (Inverno)

Mensagem por Hela A. Deverich em Ter Jun 20, 2017 10:00 pm


Let it… snow?
 ♦ listening xxx with xxx♦ words: xxx ♦


Qual é a deusa mais temperamental de todas? Por que Quione?

Certamente você deve estar se questionando o porquê de a deusa da neve estar sendo chamada de temperamental.

Acontece que, era pra ser só mais um dia qualquer naquele festival que já parecia durar uma eternidade, mas de repente os campistas pareciam sumir ao passear pelas florestas de coníferas daquela parte gelada.

Então, como a boa curiosa que era, a necromante caminhou por entre os bosques frios em busca de respostas, não tardando a encontrar um círculo de semideuses parados nas mais diversas posições. Eles poderiam até estar apenas brincando de “estátua” se não fosse pela expressão de súplica em seus rostos. — Mas o que é isso? — a menina estendeu a canhota, tocando o rosto de uma ruiva.

Linda, não é? — a voz era fria, sem nenhuma emoção. E a pessoa chegara tão sorrateiramente que Hela deu um sobressalto. — Deuses! Quem é você? Eu poderia…

Ter me machucado? Acho que não. Você nem tem nenhuma arma. E eu, minha querida, sou Quione. — Hela torceu a careta em desgosto. Odiava deuses. — Lady Quione. Claro. Como se sente nesse lindo e congelante dia, mademoiselle?

A deusa pareceu surpresa por um instante. — Você pode falar em francês? — a deusa a questionou, possivelmente em seu “idioma natal”. Mas Hela apenas deu de ombros. — Um pouco, realmente. — respondeu, no mesmo idioma em que fora questionada.

Era verdade. Havia tido aulas de francês na escola. Assim como de espanhol. Embora, ela não fosse - nem de longe - fluente como era com o inglês ou coreano. — Isso é interessante… então. O que acha? Ficarão lindos em minha coleção, não?

Se me permite… por que pegar semideuses? Digo… esses daí sequer são os mais poderosos. Não acrescentariam em nada em sua coleção. Além do mais, isso de ter estátuas de pessoa ficou para trás. Nos tempo da antiga Grécia. — a semideusa disse com fingido interesse, notando que a curiosidade da deusa aumentava. Elas haviam, agora, voltado para o inglês. — Continue.

Se me permite dizer, chérie, atualmente dão muito mais valor para obras pintadas. Telas com tinta. Como ‘Jardin des Tuileries de Manet. — continuou, passando as pontas da destra pelo braço de um menino com pouco mais de doze anos.

Amo arte… e… onde eu posso encontrar uma dessas… hm… telas? — Hela olhou para a deusa com um sorriso divertido. — Lhe conto. Desde que solte essas pobres almas miseráveis.

A deusa pareceu pensar um pouco. Estreitando os olhos, como se desconfiasse da capacidade da menina de cumprir com a promessa. — Eu estou sendo sincera, por favor. Não duvide. Acontece que… bem… se eu os largar aqui com a senhorita, eu serei responsabilizada. Não quero ter problemas por causa de seres tão insignificantes.

E por que acha que é melhor que eles? Eu poderia muito bem lhe transformar também! — Hela sorriu, simplista. — Bem, você poderia. E assim tornaria a minha vida muito mais fácil. É realmente tentador ficar congelada pela eternidade… sem me envolver em brigas… guerra… sem tomar partido. Aliás, fazes isto para que eles aprendam a lhe temer, correto?

Eles nunca me respeitaram. — disse por fim. — E nem vão. Você os transforma em estátuas. Eles não precisam se arriscar ou lutar. Não sofrem nas mãos do destino. Temem os outros porque eles tornam suas vidas complicadas. Você às facilita.

A deusa sibilou baixo, um palavrão em francês. — Tem razão. — resmungou por fim antes de, com um aceno de mão, descongelar os semideuses e, por fim, desaparecer fazendo com que Hela pudesse abandonar a compostura.

O que houve…? — perguntou uma das vítimas. — Vai por mim… melhor nem saber.

Triplicador de XP:

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Duplicador de Dracmas:

• Coin – O coin é um pequeno bichinho da sorte que pode torná-lo mais rico, toda postagem executada por você nos próximos 5 dias ganha dracmas dobrados (Válido até 22/06/2017).




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5.000 x 3 = 15.000 exp
4.500 x2 = 9.000 dracmas
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Re: Festival das Estações (Inverno)

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