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Festival das Estações (Inverno)

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Re: Festival das Estações (Inverno)

Mensagem por Quione em Qui Jun 08, 2017 10:18 pm

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Re: Festival das Estações (Inverno)

Mensagem por Kyra C. Ferreli em Sex Jun 09, 2017 10:47 pm




Atolados
Só aqueles que desistiram de viver acham que os sonhos são impossíveis.

Minhas mãos permaneciam ocultas pelo bolço quente do casaco de inverno, minha respiração fazia pequenas rajadas de fumaça preencherem o ar, e minhas botas afundavam na neve a cada nova passada que eu dava sobre a trilha. O inverno na ilha castigava meu corpo, era algo muito diferente do inverno de Londres, mas tão frio quanto, o bosque era branco, e bem, tinha arvores brancas, flores brancas, lagos brancos, até o céu era branco! Tudo era branco naquele lugar, e frio... tão frio.

Eu estava a caminho do baile de inverno quando tudo aconteceu, devia encontrar Evie, beber chocolate quente e me aquecer de alguma maneira, afinal, mesmo protegida pelas vestimentas eu ainda sentia meu rosto virando picolé de dentro para fora. Meus lábios estavam rachados e cobertos por uma intensa coloração roxa, meus pés estavam tão duros dentro das botas, que eu sentia que podia perde-los, e não me chamem de dramática por isso, se eu tirasse minhas botas naquele momento, certamente veria dois cubos de gelo no lugar dos meus pés.

Mas não pensem que foi isso que me travou no meio do caminho, não é nada disso! Mesmo que meus pés tivessem virado gelo, eu ainda teria dado um jeito de esquiar ou rolar até a festa, só para encontrar Evie, mas claro, que minha vida é repleta de desafios, e eles tem sido bastante frequente nas últimas horas. Mais precisamente, desde que chegara a ilha já tinha me deparado com tantas situações estranhas que era surpreendente ainda estar viva, mas tudo bem, vivemos no presente, certo?

Então vamos ao motivo de eu ter parado bruscamente, no meio da floresta durante a noite – não são lobos, serio, é pior – o meu novo monstro, era um monte de neve bloqueando meu caminho, e ele não parecia querer se mover. Franzi a testa, procurei alternativas e quando dei por mim já estava escalando o monte fofo e congelando um pouco mais as minhas mãos. Deuses, eu vivaria um picolé ambulante em poucos minutos, e pior! Tinha plena consciência disso.

— Frio, Frio, frio — Escorreguei para o outro lado, e bati em algo duro, foi aí que o meu mundo mudou. Eu ergui o olhar para ver no que tinha batido, e me deparei com uma cabeça humana, e pior, ela olhava diretamente para minha pessoa. Gritei alto, e acho que atrai atenção de todos os monstros possíveis com aquilo, tamanho era meu espanto que não fui capaz de ser sutil, alguém tinha perdido a cabeça e ainda estava vivo!

— Porr..fa..voor me ajude! — Ela tremia, a cabeça tremia ao falar, e eu tremia mais ainda, mas de puro medo.

— Você é uma cabeça que fala! — Acusei, arregalando os olhos sem entender como alguém podia ficar vivo sem a cabeça.

— Meu corpo, embaixo... neve — Tentei entender o que ela queria dizer, mas suas palavras foram cortadas quando seus dentes bateram mais uma vez, mordi o lábio, e foi então que encarei a situação de fato, para também descobrir que aquela cabeça não era única. Junto a ela existiam outras duas pessoas, soterradas pelo monte de neve, com partes dos corpos encobertos e as cabeças de fora.

— Por Vênus! — Exclamei, levei as mãos a boca e comecei a cavar, tentando retira-los daqui, mas não funcionava, eu cavava, jogava neve, e ela simplesmente não diminuía, era como magia, estava muito além de mim.

— Não adianta, a deusa da neve nos prendeu aqui, não vai conseguir nos tirar — O garoto mais ao fundo, o que tinha a melhor aparência foi quem me respondeu, e eu, curiosa e tola como sou fiz questão de perguntar.

— Quem?

— Quione, a deusa da neve..

E ela foi invocada. Nomes no meu mundo tem muito poder, basta um pequeno chamado, e lá estão os monstros, os deuses, ou qualquer ser divino com um nome suficiente poderoso para aparecer – literalmente – do nada.

— Me chamaram? — Ela era diabolicamente linda, tinha um sorriso neutro na face, olhos brilhantes e cabelos vermelhos, assim como os meus. Seu vestido branco combinava perfeitamente com o restante do cenário, também branco, mas fazia mais do que isso, ele misturava a rainha de gelo ao cenário, e a tornava quase invisível. Espero que ela não possa ler pensamentos, pois duvido muito que goste dos meus.

— Milady... — Pronunciei, fazendo uma curta reverencia respeitosa, qual é, preciso tomar cuidado, é de uma deusa que estamos falando afinal. — Belo dia para transformar semideuses em picolé, não é mesmo? — Sim, eu estava cavando meu tumulo com isso, mas entendam, preciso tentar algo para ajudar os pobres coitados, mas se não der certo, ainda posso salvar minha vida.

— Brilhante! Não acha? — Assenti, eu que não ia discordar de uma deusa.

— Mas, você podia fazer melhor sabia? — Perguntei, meu cérebro trabalhando rápido em busca das palavras certas para convencer a deusa, uma pitada de charme, ou uma colherada toda de veludo para ficar mais persuasiva, e voá-la, eu estava pronta para tentar convencer Quione a soltar seus prisioneiros.

— Melhor que isso? Acha que minhas estatuas são ruins, semideusa? — Ela me questionou, estreitou os olhos em minha direção e me fez engolir seco, mas continuei assim mesmo.

— Não! Nunca, minha senhora, eu só acho que isso é pouco para o que eles merecem! Pense em tudo que pode fazer com eles se solta-los daqui, faça-os jurarem um favor a ti, eles ficariam em debito e não teriam como pagar por tamanha gratidão! Te deveriam favores, e se não cumprissem, você poderia matar todos! Transforma-los em estatuas eternas e rechear seu salão com a cabeça dos semideuses — Expliquei, usando meu charme para ampliar as palavras, e tentar persuadir a deusa de que aquela era a melhor escolha, claro, eu estava blefando, e claro, que sabia que a deusa não os libertaria sem nada em troca, mas não tinha sido eu a meter com ela, só estava ajudando.

— Isso me soa interessante, eu realmente preciso de semideuses para um servicinho ou dois, hum — Ela colocou as mãos no queixo, pensou por um momento, mas eu continuei.

— E eles são perfeitos para o trabalho, veja só, eles são semideuses, podem conseguir qualquer coisa, nascemos para isso certo? Servir os deuses, e se devemos favores, não temos como negar, ainda mais diante de uma presença tão fabulosa, poderosa, e única como a sua! — Eu esperava que aquilo funcionasse, estava rezando para que sim, pois se não, seria morta junto com todos os outros.

— Está certo, você me convenceu — Ela estalou os dedos e soltou todos os três, mas não pensem que foi assim tão simples, eu estava tremendo dos pés à cabeça, de medo, de frio, e do uso abusivo do charme e da voz, afinal, palavras tem poder, e as minhas vinham recheadas dele. — Vão, estão livres, mas não se esqueçam, vocês me devem — Ela avisou, e então olhou em minha direção, de um jeito que poderia ter congelado até mesmo a minha alma. — Nós veremos de novo minha cara, e eu espero que isso aconteça breve — Eu sentia que tinha cavado meu tumulo, e não podia escapar dele, não quando a promessa tinha vindo de uma deusa.
Poderes:

Nível 33
Nome do poder: Charme III
Descrição: Você sempre soube que poderia conquistar a perfeição, e que era um dominador nato, com um charme natural. Agora já consegue fazer as pessoas fazerem exatamente aquilo que você quiser, podendo engana-los com mais facilidade, pode fazer amigos se voltarem contra amigos e inimigos contra inimigos, sabendo usar as palavras, qualquer um entra no seu jogo.
Gasto de Mp: 40 MP por turno ativo
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano:Nenhum
Extra: Dura no máximo 3 turnos, depois as pessoas começam a ficar sem entender o porquê de estarem fazendo aquilo. Já consegue confundir qualquer um, independentemente do nível.

Nome do poder: Estrategia.
Descrição:  O campista é bom em elaborar planos e estratégias de batalha, o que torna a chance de erro para ataques diretos, ou criação de armadilhas maior, ou seja, a margem de erro será menor.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +10% de acerto em ataques planejados previamente.
Dano: ----

Nível 16
Nome do poder: Voz Melodiosa
Descrição: Sua voz tem uma melodia que agrada aos ouvidos das outras pessoas. Nem todos escutam a sua voz com o mesmo timbre, será de acordo com aquilo que mais agrada ao ouvinte. Isso facilitará persuasão com pessoas do sexo oposto drasticamente, e com do mesmo sexo influenciará um pouco.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: O poder ativo “charme” do filho de Afrodite/Vênus, ao ser combinado com essa passiva ganha um bônus de força de 20%, podendo causar um estrago ainda maior.
Dano: Nenhum
XP TRIPLICADA:

• Play Plus – Sua sorte triplicada? Isso mesmo, toda postagem executada por seu personagem nos próximos 3 dias terá a XP triplicada. (Valido até: 09/06/2017)
DRACMAS DUPLICADOS:

• Coin – O coin é um pequeno bichinho da sorte que pode torna-lo mais rico, toda postagem executada por você nos próximos 5 dias ganha dracmas dobrados (valido para postagens que valem dracmas, a data será acrescentada ao perfil). (Valido até: 14/06/2017)
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Re: Festival das Estações (Inverno)

Mensagem por Arcus em Sab Jun 10, 2017 1:06 pm

Avaliações da  Kyra C. Ferreli
Comentários e recompensas:

"Você é uma cabeça que fala!"
A titia não aguenta com essas coisas, quase infarta de rir.

Mas cuidado, minha pequenina, dever um favor a Quione pode ser tão ou mais mortal que virar um picolé. Estaria você fadando os semideuses a um destino cruel nas mãos caprichosas de Quione?

Sua narrativa, como esperado, muito prática e de resoluções rápidas, bem escrita, mas continha erros pequenos de digitação e uma ou outra coisinha.


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Re: Festival das Estações (Inverno)

Mensagem por Gerrard E. D'oppard em Sab Jun 10, 2017 4:14 pm

Are you afraid of  DEATH?!
Embrace the cold, embrace the shadows..




None Escape the shadow....


O inverno estava chegando naquela parte do grande festival, e quem disse que Gerrard estava triste com aquilo? Não havia época melhor que aquela, apesar de até algumas pessoas que conheciam discordar de seus gostos completamente esquisitos em relação ao clima, o que ele poderia fazer? Acabou sendo justamente filho de uma semideusa filha de Quione.

Ainda estava no seu quarto em um chalé que ele resolveu alugar, ser instrutor tinha lá suas vantagens, e por que não aproveitar delas? Saltou para fora da cama sutilmente, para não acordar sua companheira, deu um demorado beijo na testa dela, não queria acordar a mesma que estava completamente enrolada em seu edredom.  Gerrard tomou um banho demorado, para depois se vestir adequadamente. Colocou uma jaqueta de couro negra de meia manga, uma camisa negra por baixo, uma calça jeans em um tom embranquecido  e uma bota também negra.

O ceifador se perfumou, colocou sua aliança junto aos demais acessórios, e um único equipamento, que era um bracelete de prata no seu antebraço esquerdo, seu fiel e companheiro de todas as horas, seu escudo. Quando se removeu de seu cômodo quente e agradável, e deparou-se a grande massa colossal de neve que rodeava o chalé, um sorriso espontâneo abriu nos lábios do garoto, que caminhava tranquilamente sobre a neve, sem tremedeiras ou coisas do gênero. De espontâneo o jovem se atirou na neve, como se fosse sua mãe, que o acolhia em um abraço apertado e demorado, fazendo com que seus problemas fossem completamente drenados e a paz reinasse em seu interior, mas porque ele sentia que aquilo seria momentâneo? Que alguma coisa estava para acontecer, e não era das melhores.

Um sentimento de pânico, medo e aflição se instalou dentro do rapaz, como se pessoas estivessem gritando ao seu redor pedindo ajuda, mas, nada havia naquele lugar a não ser a neve, provavelmente era algo da sua mente, uma premonição? Poderia até ser, mas fizera com que um estado de alerta e atenção se instalasse na mente de Gerrard e nada fazia com que aquela sensação sumisse de sua mente. Os gritos por socorro faziam com que cada pelo do seu corpo se arrepiasse, o eco de suas vozes sofridas fazia com que o ceifador começasse a ter um pequeno surto psicótico, os joelhos foram de encontro à neve macia e fofa, suas mãos apertavam sua cabeça, iludindo-se de que aquilo faria com que o esquecimento viesse. Foi quando em um flash, seus instintos de ceifador veio à tona, ele começou a canalizar sua própria energia para fazer com que a sua calma viesse, e entender o motivo de todo aquele alvoroço. Não muito longe ali, havia uma pequena pilha de neve muito mal distribuída, e em passos calmos e leves ele dirigiu-se a ela, que fora onde suas respostas começaram a ser encontradas.

De dentro daquele monte de neve, as vozes clamavam por ajuda e socorro, a questão era, quanto tempo eles sobreviveriam naquele clima, um pequeno temor de que teria de agir logo passou por sua cabeça, mas, o que ele poderia fazer naquela situação? Ele mesmo sendo um legado da deusa Quione, não conseguiria mover aquele montante de neve, pelo menos não sozinho. Um soar tão frio como uma brisa gélida passou por sua mente, se ele bem entendia aquela situação, só havia uma maneira de revertê-la, teria de entrar em contato com quem criou aquilo, e ele tinha uma pista de quem poderia ter sido.

A caminhada fora árdua, ligeiramente árdua se fosse me perguntar até encontrar uma mulher com um semblante calmo e frio, que parecia aproveitar pacificamente todo aquele clima, melhor do que qualquer outra pessoa ou até mesmo um semideus. Por algum motivo, o ser ao levar os olhos de forma breve aos do ceifador, lembrou-se de uma pessoa e ficara boquiaberta por um curto período de tempo, até retomar o semblante frio, digno de uma rainha e Gerrard, bom, seu plebeu.  Uma reverência por parte do homem fora dada, até que em troca, recebera uma sonora risada de desdém? Talvez, mas o dedo indicador pousou levemente sobre o próprio queixo alvo da mulher que falou em um timbre de voz rouco, porém gélido. — Ora, ora. Então este é o filho de Julliet, Gerrard, não é isso, meu neto? –  Falou a divindade com uma pergunta retórica, e logo se sentando em um trono congelado, elegantemente dando continuidade a sua fala. [/color=#009999] — A única semelhança que tem com ela é a personalidade e esse olhar. Mas, suponho que não seja esse o motivo de sua vinda. [/color] – Finalizou a loira ainda fitando as irises do rapaz, que mantinha um olhar serene e calmo, como a de sua progenitora, filha de Quione, e talvez esse seja o motivo de tanto foco neles. — Lady Quione, perdoe minha insolência, mas, teria sido você quem possivelmente soterrou alguns semideuses à sudoeste daqui?

Outra risada passou pelo canal auditivo do ceifeiro, ele já sabia da resposta, agora a pergunta é como ele faria para convencê-la de que aquilo era errado, sabendo de seu temperamento forte? Um suspiro por parte de Gerrard fora dado, quando ele começou a falar em um tom calmo, propondo algo para a deusa. —Creio que o papel de uma divindade seria ajudar a nós, não acha? Soterrar criaturas que são indefesas a seus poderes não seria uma das coisas mais corretas a se fazer, há de concordar comigo. – A mulher maneou a cabeça em aceitação até que ela começou a retrucar. —Se você conseguir me retirar do tédio, poderá remover os semideuses de lá. – E com um estalo de dedos, Gerrard se vira de frente para um Golem de neve. Um sorriso passou pelos lábios do homem, enquanto garras sombrias de umbracinese eram feitas em ambas as mãos (Descrição detalhada no spoiler no fim da missão), as lâminas logo se ativaram, saltando por fora do engate, e o homem partiu para cima do golem enquanto vociferava “None escape the shadow!”.

A luta fora breve, em questão de um minuto o golem havia sido destruído, e o rapaz se quer teve ferimentos, ele sabia que ela não havia utilizado nem de um milésimo do seu poder, se não o mataria sem nem piscar, ele a reverenciou novamente esperando que cumprisse com o acordo. Fora feito, os semideuses logo foram transportados para perto da deusa. Gerrard ajoelhou-se em frente a sua avó, como agradecimento e logo retirou-se, estava cansado apesar de tudo, a única coisa que o reconfortava, era que ele conseguir salvar pelo menos algumas vidas inocentes.

Garras:



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Recompensas: 2.000 XP x2 = 4.000 XP + 2.000 Dracmas +2 flocos de neve
Observação: Coloquei o duplicador, mas nas próximas favor colocar em spoiler, considerei pelo pedido na atualização.
Comentario:

Gerrard, eu vou explicar o porquê dos meus descontos, buscando assim fazê-lo entender como melhorar e entender onde você errou. Comecemos pelas passagens de tempo confusas na sua história, em um momento você está no chalé, no momento seguinte pulando na neve, e aí já encontra semideuses e do nada está com Quione, sim do nada, porque não conto coisas como caminhei e encontrei a deusa como passagem de tempo. Como sabia que era ela? Porque ela faria isso e como a encontrou são perguntas que ainda me faço. Reli sua história duas vezes, mas simplesmente não encontrei suas explicações de forma coerente, foi para mim um resumo mal explicado de informações. Outro ponto, você encontrou pessoas totalmente embaixo da neve, e se elas estivessem mesmo soterradas dos pés a cabeça, como você descreveu, essas, já estariam mortas, pois não seriam capazes de respirar. Achei que você foi esperto na parte de entreter a deusa com uma batalha, mas achei pouco desenvolvida, além disso, a quantidade de erros, falta de acentos e palavras e frases confusas contribuíram para o desconto em sua missão. Espero que entenda os erros em sua história e busque melhorar mais.


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Re: Festival das Estações (Inverno)

Mensagem por Izzy Sawyer Blankenheim em Dom Jun 11, 2017 1:41 pm

☾ Batle ☽
Everyone has an untold story hidden behind closed doors. Try to understand that people are not always as they first seem.



“You can destroy your now by worrying about tomorrow.”


Ela tinha entrado no espírito do jogo, e isso para Isabelle bastava no momento. – Isso aí – Ela respondeu ao comentário do salvamento, então ergueu sua espada, valga-se um galho de arvore, e colocou-se em posição de batalha da melhor forma que conseguiu. Estava de patins em cima de uma superfície escorregadia, e isso dificultava um pouco as coisas. Izzy então ergueu o olhar e encarou sua oponente, que assim como ela já tinha se posicionado.

– Preparada? – Questionou a mais velha antes dela se apresentar, e surpresa por perceber que ela tinha sido educada o suficiente para falar seu nome, Izzy se viu na obrigação de fazer o mesmo. – Sou Isabelle, mas prefiro que me chame de Izzy – A mais velha sorriu, então avançou, sem dar chance da pequena recuar ou defender-se de forma correta.

Izzy bateu com o galho de arvore no dela, mediu a força e o girou, prendendo um sobre o outro antes de puxar e estocar novamente, procurando um meio de desarma-la. – Defenda-se! – Brincou ela, risonha por estar fazendo algo tão bobo, que inclusive, despertara a atenção e a curiosidade de alguns patinadores ali presentes.





Everyone wants happiness without any pain, but you can't have a rainbow without a little rain.






●Isabelle Luna Sawyer Blankenheim●
Gostaria que você soubesse que existe dentro de si uma força capaz de mudar sua vida, basta que lute e aguarde um novo amanhecer.
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Re: Festival das Estações (Inverno)

Mensagem por Gerrard E. D'oppard em Seg Jun 12, 2017 10:36 pm

Are you afraid of  DEATH?!
Embrace the cold, embrace the shadows..




None Escape the shadow....




Havia se passado alguns dias desde que Gerrard havia visitado as outras cabanas e voltado assim para a do chalé no clima temporal invernal. Ele não podia dizer que não estava satisfeito, aquele clima realmente condizia com sua personalidade fria e calma, até por que, a postura do líder não devia ser de forma imbecil, pois poderia diminuir o grupo, e esse era um preço que ele jamais estaria disposto a pagar.

O ceifador estava na cozinha, preparando duas canecas de chocolate quente, uma para ele próprio e outra para a sua amada Elena, que também já havia despertado e ficava junto de seu namorado observando a brisa gélida e flocos de neve cair, como se dançassem em pleno ar. Eles observavam toda essa “magia” no conforto e aconchego de sua cabana, como podiam imaginar que poderia ocorrer algo tão belo em baixo dos seus narizes e eles ocupados o suficiente para sequer notar?

Queria Gerrard continuar com sua amada naquela manhã, mas ele fora designado como o líder que cuidaria dos semideuses neste dia de neve, era como uma ronda entre aqueles que possuíam o pesado fardo de liderar um esquadrão ou chalé. Um último selinho fora partilhado entre o casal, antes que Gerrard estivesse devidamente equipado para que pudesse sair na neve. E lá foi o ceifeiro, com apenas os olhos e cabelos visíveis, trajava apenas de diferente um par de botas de neve, estava encoberto por seu capuz negro e roupas normais por baixo, uma camisa de meia manga e uma calça jeans.

O romano caminhava pelas escadas de madeira rústica, afastando-se da cabana aos poucos, deixando que seu aparato entrasse em contato com a neve fofa e macia abaixo de si, não precisou sequer de força para que seus pés se afundassem ali. A medida que caminhava via jovens que pareciam bastante felizes, rindo, atirando-se na neve, jogando esferas congeladas um nos outros, até que uma acidentalmente acertou a face do ceifeiro. Os olhos do moreno se fecharam brevemente enquanto o ser que arremessou o projétil começou a ter um ataque de pânico, a mão de Gerrard aberta fora apontada para o garoto, e balançou em seguida o indicador negativamente, dando um sorriso meio torto voltando assim a fazer sua ronda, o garoto começou a se acalmar aos poucos enquanto outros o rodeavam gritando praticamente em coro “Você ta maluco?!”. O homem alto já estava um pouco afastado dos demais garotos que estavam brincando outrora, ele estava vasculhando um local que estava estranhamente silencioso, silencioso até demais.  

A guarda de Gerrard instintivamente ficara fechada, passos milimetricamente calculados passaram a ser dados enquanto a mão esquerda encontrava-se dentro do bolso de sua calça jeans, segurando firmemente a caneta de tinteiro esmeralda. Não demorou muito para que o silêncio do local fosse quebrado e a tensão aumentasse, Gerrard em meio a suas passadas começou a ouvir pedidos de socorro, mas, de onde eles vinham e qual seria aquele motivo?  Ele só descobriria quando encontrasse de onde surgia as vozes.  Uma breve caminhada fora dada, até que encontrou alguns semideuses presos até os ombros por uma grossa camada de neve, o ceifador correu até eles já tentando acalmá-los. Enquanto dizia pausadamente. —  Se acalmem, por favor! Sou Gerrard, líder dos ceifadores de Thanatos, sou o responsável pela ronda aqui no inverno hoje. Aguentem firme, irei achar uma solução para removê-los daí, eu sozinho não posso fazê-lo, enquanto isso mantenham-se vivos, por favor! – Disse o homem em um tom calmo, porém extremamente preocupado com eles, todos tremiam pelo frio excessivo, mas assentiam com a cabeça concordando com a ideia.  Os ombros do romano começaram a ficar estranhamente pesados enquanto corria pela neve, tentando achar uma justificativa para aquilo, ou o autor. Ter a vida de jovens inocentes, que ainda não estão na hora da morte era algo relativamente ruim para seu ser, ele era acostumado a ceifar aqueles que têm a hora predestinada, o que não era o caso do jovem, então ele devia lutar, com todas as forças para fazer com que seus ponteiros continuem girando, até que ele ou outro benfeitor de sua profissão o carregue para o mundo dos mortos.

A sua corrida fora árdua, em meio a tropeços e quedas na neve, mas ele não desistia, se colocava de pé novamente e voltava a correr em ímpeto, até que acabara encontrando uma mulher no seu caminho, saltou para o lado desviando da pessoa, o que coincidiu no garoto rolando no gelo, Gerrard levava sua mão direita à testa, reclamando minimamente do impacto sofrido, enquanto a sua companhia começava a rir em um tom até agradável, por algum motivo o homem estranhou totalmente aquilo.  Enquanto o romano se colocava de pé, ele começava a fitar a mulher, era uma bela moça por volta de seus vinte e oito anos no máximo, cabelos ruivos encaracolados, pele alva e aparentemente fina, tinha uma estatura boa e trajava um longo vestido tão branco quanto a neve.

A medida que o homem removia a neve de seu capuz, aquela pessoa se aproximou deste e com um timbre de voz leve e doce começou a falar com ele. — Olá, meu jovem... Qual é o motivo de sua pressa, e... – Ela mesma interrompeu a própria fala, ao observar as irises esmeraldas do garoto, elas tinham o contraste perfeito e idênticas a de sua finada filha há alguns anos atrás, o lábio da deusa estremeceu por um momento, até que um semblante mais frio tomou conta de sua face antes adorável, o timbre de voz também fora alterado por um mais rouco e frio. — Você... você é o filho de Julliet, não? – Aquela pergunta fez com quem um suor frio escorresse pela testa do romano, que estava visivelmente em choque, como aquela pessoa conhecia sua mãe já finada há mais de vinte e dois anos? A única reação possível fora que o homem recuou dois passos, enquanto a entidade avançou três, como se esperasse por uma resposta. Após o rapaz engolir em seco e se firmar no solo macio e fofo da neve, ele respondeu a pergunta em um movimento com a cabeça em positivo, a mulher estreitou os olhos e logo entendeu, e falou no mesmo tom. —  Entendo. Então, você é o meu neto, não é? É de bom grado finalmente conhecê-lo, meu jovem. – A feição do jovem estava pasma, ele estava em frente á Quione? A deusa do gelo e da arquearia? Novamente engoliu em seco em um estado ainda maior de choque, só após uns minutos jogando uma conversa fora, foi quando ele se acalmou definitivamente. Fora onde lembrou dos semideuses e ele ajoelhou-se perante a deusa, falando como se pedisse por piedade. —  Lady Quione, por favor, eu tenho um pedido ao qual preciso muito de sua ajuda. Há alguns semideuses atolados na neve a alguns metros ao sul daqui. Sozinho eu sei que não posso ajudá-los, preciso de sua ajuda. A deusa arqueou a sobrancelha e um sorriso nos lábios pudera ser visto, fora onde alguns soldados armadurados carregando lanças feitos de pura neve se ergueram a sua frente, eram um total de cinco daqueles, ele compreendera o motivo daquele sorriso, ela queria uma luta para que ela pudesse ajudá-los.

O filho de Netuno logo entendeu o recado e se pôs em guarda, ativado seu escudo e com o braço esquerdo segurou firmemente a caneta que tomou a forma de seu tridente, a luta teve seu início. Ataques e defesas eram feitos, assim como movimentos ágeis por partes dos cavaleiros, o oponente deles ficou em uma posição única,parado defendendo-se e contra-atacando a uma distância média à longa com seu armamento de três pontas.

[...]

Gerrard estava no chão, ajoelhado e esbaforido, dos soldados nada restara, porém podia ser visto alguns cortes superficiais nos seus antebraços e coxas. Quione aplaudia o “espetáculo” e estalava os dedos, enquanto dizia. — Muito bom, garoto. Tornou-se bastante forte, apesar de que esses soldados não tinham um milésimo do meu poder, caso contrário você já estaria morto. – Deu uma pausa breve, apenas para que ele absorvesse aquela informação e prosseguiu — Os semideuses estão livres, pode descansar já, você matou minha tarde tediosa, até algum dia, Gerrard. Disse a deusa começando a desaparecer da vista das esmeraldas do garoto por entre a neve, que suspirava aliviado, ele conseguira cumprir sua difícil tarefa de manter os garotos vivos, mesmo tendo quase custado sua morte.

O ceifeiro se levantou e voltou a fazer sua patrulha, com novos ferimentos na conta e um espírito guerrilheiro ainda ativo e aceso dentro de si e lembrando-se brevemente do encontro que teve com sua mãe em um "evento" passado, ela realmente foi uma grande campista para ter ganho a admiração de uma deusa, ele esperava que pudesse um dia, alcançar seus feitos, quem sabe não é?

Duplicador:

• Play Play – Play é a sua jogabilidade e sorte melhorada, toda postagem executada por seu personagem nos próximos 7 dias (uma semana) terá XP dobrado. (18/06/2017).

Avaliado por Nyx
Recompensas:
3.500 xp x2 =7.000 + 3.500 dracmas + 4 flocos de neve.
Comentário:

Visto que avaliei sua última missão posso dizer que você melhorou muito comparada aquela, contudo, ainda encontrei alguns erros. Achei que Quione foi muito passiva com você, mesmo você sendo neto dela acredito que os deuses, ainda mais a deusa do gelo, não seja assim tão carinhosa, contudo, isso é questão de interpretação, então não tenho muito o que dizer.. Também esperava o desenvolvimento da sua batalha e não o vi e foi justamente isso, mesclado aos erros bobos de português, que me fez te dar uma pontuação menor.


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Re: Festival das Estações (Inverno)

Mensagem por Renly d'Alviano em Ter Jun 13, 2017 8:34 pm



walk the line

Sempre tem um dia em que ninguém quer levantar da cama - os motivos são variados, indo desde a depressão após a perda de alguém até a simples vontade de aproveitar a preguiça, o cansaço ou isso que, teoricamente, deveria ser nossas férias da vida estressante que é isso de ser um semideus. — Estou chegando a conclusão de que eu nasci mesmo foi pra me foder, não tem outra explicação. — O velho humor ranzinza, amargo e estúpido como sempre e agora ainda mais evidente por conta de ter sido acordado, retirado do meu quarto e enviado para salvar a bunda de alguns semideuses que inventaram de explorar a parte da ilha que corresponde ao inverno. — Vamos para uma ilha mágica, ela disse. Vai ser legal, ela disse. — Colocar a culpa do meu parcial sofrimento em Sun Hee não estava nos planos mas acho que meu humor estava mais que afetado para manter um pensamento descente que não acabasse por terminar em algum xingamento ou alguma reclamação sobre quaisquer coisas que estivesse ao meu redor. — Merda. — O frio estava se intensificando conforme eu subia a trilha feita pelos semideuses e isso me forçou a fechar ainda mais o casaco contra meu corpo, procurando esconder as mãos dentro do tecido pesado. O corpo dos lobos pode ser até mais quente que a da maioria dos semideuses mas eu não estou na minha forma lupina. — Eu podia.... — Então dei início a transformação na minha forma lupina, fungando e espirrando logo após a passagem de humano para lobo. Os cheiros estavam bem mais intensos, o frio não castigava tanto mas, ainda sim, causava um certo incômodo. — Hora de ir. — Sacudi o focinho gigante e ergui a cabeça para farejar o cheiro dos semideuses assustados, fora fácil até.

Eu não sei o que lhes causava mais medo, o fato de estarem começando a congelar ou encontrarem um lobo gigante diante de si enquanto muitos simplesmente não podiam se mover. Gritos começaram e isso fez com que eu revirasse os olhos ainda em minha forma lupina e desse início à regressão para a forma humana diante de três semideuses que, na hora, pararam de gritar e passavam a me olhar como se eu fosse o próprio Messias. — O que diabos vocês tinham na cabeça quando foram inventar de fazer essa merda? Cocô de galinha? — Perguntei enquanto vestia o casaco pesado de novo e via que o medo continuava presente neles como um cheiro tentador mas, se eu estou aqui e eles sabem que vim salvar-los, por que ainda tem medo? A resposta veio com o cessar imediato da nevasca que caía sobre os semideuses e com a presença logo atrás de mim. "Estive observando você durante todo o trajeto até aqui, Lobo. Você daria uma ótima escultura em sua forma lupina, sabia?" Meu rosto se virou e eu me peguei encarando a mulher de traços delicados com um olhar atento, alerta e quase agressivo devido a própria besta dentro de mim. Eu jamais saberia ou me lembraria do nome daquela mulher mas um dos semideuses atolados fez o favor de dizer seu nome, bom... Obrigado, coleguinha. — Lady Khione. — Eu a cumprimentei com calma - ainda que meus olhos expressassem outra coisa - e lhe fiz um pequena referência, mantendo a cabeça baixa por alguns segundos antes de erguer para ver a mulher abrir a mão e tentar me congelar. Eu saltei para o lado esquerdo, me afastando dos semideuses enquanto olhava para a Deusa que parecia estar se divertindo. Sou um semideus, sou um lobo mas... Então olhei para ela, vendo o gelo se formar em suas mãos e sabia que aquilo tinha um alvo preferencial. Isto é uma batalha que não dá pra vencer na mão. Conclui meu pensamento antes de erguer as duas mãos, um sinal claro de rendição. — Espera! Tenho uma proposta a fazer antes que me congele! — Eu vi o gelo em sua mão ceder, uma brecha talvez? Continuei com os braços erguido e sugeri com a cabeça uma chance de se aproximar da Deusa e esta abaixou a mão para que eu pudesse me aproximar. — Eu não sou muito de rodeios para negócios então vamos tratar de ser diretos, sim? O que você ganha prendendo os garotos ali? — Perguntei enquanto olhava para os semideuses com o canto dos olhos, estando de costas para estes e falando baixo, certamente nem deles iria me ouvir. "Está é sua proposta, semideus? Me perguntar o que ganho com mantendo os semideuses ali embaixo?" Ela perguntou e eu pudia sentir que a mulher podia variar sua personalidade e seu olhar como a neve, fofinha em uns momentos e terrivelmente fatal em outros. Eu resisti ao impulso de sacudir os ombros mas não consegui fazer o mesmo com relação a rir. — Dá pra notar em seu rosto que está entediada, assim como eu estou cansado. — Ela ergueu mais o queixo, uma postura altiva... Estava me dando atenção então? Isso era bom, me permitia dar de ombros e fora exatamente o que eu fiz antes de inclinar a cabeça na direção dos jovens. — Por que congelar apenas três se você pode congelar muitos mais? — A pergunta deixaria qualquer outro surpreso mas, olhando para a Deusa naquele instante, eu senti que surtiu um pequeno efeito e foi nessa brecha que trabalhei. — Se você os manter aqui, ninguém mais vai subir por que outros semideuses vão ficar com medo. Expedições de busca serão feitas e semideuses virão atrás de você prontos para o combate, ensandecidos e determinados a salvar seus amigos que estão presos por conta de seus caprichos mas... — Então eu me aproximei mais da Deusa e passei a circundar seu corpo, abrindo um sorriso enigmático e divertido durante minhas falas. — Agora, suponhamos que você tenha prendido alguns semideuses desta vez e que alguém tenha os libertos daqui. Eles vão ficar assustados? Vão. Vão falar para não virem para cá? Certamente mas e se um semideus disser que Khione fora embora deste lugar? — Então voltei a parar na frente da Deusa da Neve e voltei a sacudir minha cabeça enquanto balançava meus ombros. — Então semideuses voltaram a passar por aqui e você, novamente, vai poder se divertir com eles. — Houve um momento interessante e um tanto agonizante de espera. Eu não colocaria minha vida em risco por estes semideuses que estavam para morrer congelados. Uma coisa é lutar contra uma criatura de gelo agora, contra um Deus... Meu taco não está tão potente assim. Eu pensava e me concentrava na velocidade enquanto ela parecia analisar a proposta. "Pretende colocar a vida de outros semideuses em risco apenas para salvar estes poucos?" Então parei por alguns segundos, coçando o rosto enquanto ela continuava me encarando com seriedade. — A vida é feita de escolhas, não é mesmo? Não dá pra salvar todo mundo sem perder alguns. — Eu acabei dizendo sem medir minhas palavras, talvez isso tivesse soado de forma caótica, hum? Quem sabe. — Você sai do seu tédio, eu vou ter menos problemas e todo mundo sai feliz no final dessa história. O que me diz, hum? — Perguntei para a Deusa e o silêncio voltou a fazer parte dessa agonia que cantava a minha sentença de morte - ou não.

Por fim, Khione estalou os dedos e os semideuses começaram a ser libertos aos poucos. "Eu estava certa em achar você uma criatura realmente interessante, Lobo. Sinto que nos encontraremos mais vezes." Foram as últimas palavras que a Deusa da Neve disse antes de se transformar em um vórtex de neve e desaparecer para minha alegria. Nos encontrarem mais vezes. Suas palavras ainda ecoavam dentro de minha cabeça e eu me vi suspirando um arrepio breve antes de negar com a cabeça. — Vamos, crianças. Vocês já aprontaram merda demais por hoje. — Resmunguei para os semideuses antes de tomar o caminho da descida e me concentrar em qualquer outra coisa que não fosse esse aviso de Khione.
 

Ask me again if i give a fuck


Poderes utilizados:

Passivos de Mercúrio

Nível 4
Nome do poder: GPS Nato.
Descrição: Nesse nível os filhos de Hermes conseguem facilmente se localizar no globo terrestre. Eles também sempre sabem como chegar a qualquer lugar.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Sempre saberá onde está, ou como chegar em determinado local, ou seja, nunca fica perdido.
Dano: Nenhum

Nível 5
Nome do poder: Metabolismo Acelerado I
Descrição: Por serem tão rápidos, os filhos de Hermes têm um metabolismo extremamente acelerado que necessita de muita energia, no caso alimento, para se manter funcionando. Sendo assim, a recuperação do herói é muito mais rápida que a dos outros semideuses. Nesse nível, apenas funciona em ferimentos leves.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: + 15 de HP e +15 de MP
Dano: Nenhum

Nível 7
Nome do poder: Escorregadio I
Descrição: Você é muito bom em se esquivar, se camuflar e se esconder podendo usar disso para se livrar de confusão. Nesse nível é capaz de se esconder facilmente de mortais e monstros comuns.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +20% de esquiva e agilidade.
Dano: Nenhum

Nível 11
Nome do poder: Melhoria em Esquiva.
Descrição: Nesse nível o filho de Hermes/Mercúrio tem mais chances de se esquivar de um ataque, mas é bom que sempre tenha em mente que poderá ser acertado caso não utilize uma boa estratégia.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +20% de agilidade e esquiva.
Dano: Nenhum

Nível 13
Nome do poder: Gatuno
Descrição: Sendo filho do deus dos ladrões, você é capaz de roubar itens e dracmas de ouro de um inimigo e... quem sabe até mesmo de um companheiro? Sempre que você estiver na jogada, alguém sairá no prejuízo.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +20% de furtividade.
Dano: Nenhum

Nível 15
Nome do poder: Velocidade II
Descrição: Hermes/Mercúrio é o deus mensageiro, portanto, precisa ser rápido. Por isso a ele é atribuído o dom da velocidade. Seu personagem ficou ainda mais rápido, e tudo graças a sua agilidade em combate, continue praticando.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +30% de velocidade.
Dano: Nenhum

Ativos de Mercúrio

Nível 10
Nome do poder: Fugitivo
Descrição: Os filhos de Hermes/Mercúrio são extremamente ágeis e por essa razão, ao fazer uso de tal poder, conseguirão se tornar ainda mais esquivos, conseguindo fugir e/ou se esquivar de golpes com eficácia. (Uma vez por narrativa)
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Esquiva perfeita, Um turno de sua escolha te fara desviar de ataques lançados contra você.
Dano: Nenhum
Extra: Uma vez por missão ou evento, luta e etc.

Passivo dos Lycans (forma humana)

NVL 3

☬ Humor da Fera ~> Por natureza, os Lycans em sua forma humana são arrogantes, mal-humorados e extremamente alertas a tudo.

NVL 10

☬ A Batida III ~> Os Lycans podem ouvir um coração batendo a até 5km de distância.

Pericias

Nome: Perícia em combate às cegas
Descrição: O semideus recebeu treinamento para permanecer em ação mesmo sem o sentido da visão. Agora, quando privado desse sentido, os outros quatro potencializam para adaptar o semideus a condição de não enxergar. Assim, ele consegue guiar-se pelos sons, cheiros, gostos e toques, lidando com o ambiente e o inimigo.
Gasto de MP: Nenhum
Gasto de HP: Nenhum
Bônus: O paladar, o olfato, a audição e o tato são potencializados em 80%. Ainda há margens para falhas na captação de estímulos do ambiente.
Dano: Nenhum
Extra: Essa habilidade só funciona se o semideus estiver sem a visão, seja por vontade própria dele ou por um motivo externo e fora de seu controle.

[b][i]Obs.: Acredito que esta perícia funcione pela metade atualmente por conta de Renly se encontrar sem seu olho esquerdo.


Bônus:
Gostaria de deixar avisado aqui que o meu multiplicador de xp está ativo segundo a atualização feita aqui.

Atualizado por Nyx
5.000 XP x3 = 15.000 + 4500 dracmas +4 flocos de neve.
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Re: Festival das Estações (Inverno)

Mensagem por Abramov-Maciej Levitz em Qui Jun 15, 2017 4:16 am


Atolados
O Tédio de Quione
O semideus já estava cansado de tanta festa na ilha, e tudo que queria era sua cama de volta. Seus pensamentos estavam constantemente em Los Angeles, onde seus amigos provavelmente estariam reunidos no parque fazendo nada. O nada deles parecia tão mais atrativo que as intermináveis confusões em que tinha se metido naquele lugar. De início foi de fato divertido, poder conhecer os bosques das estações, a corrida desafiadora, as pequenas batalhas e até mesmo o rapaz que tinha sido transformado em um cisne. Mas de repente ele se viu tendo de lidar com Trolls vingativos, gigantes do inverno nada amigáveis, e até mesmo com o sumiço do Tempo.

"Saaaaco..." Abramov se revira na cama, enquanto tenta inutilmente cobrir seu rosto com o lençol. Já passava do meio dia e todos já tinham almoçado, incluindo ele, mas sua vontade de sair do quarto não era das maiores. Se dependesse dele, emendaria o sono dali mesmo até que o outro dia chegasse. Não entendia bem o motivo desse desânimo todo que sugira do nada. Talvez fosse estresse causado por todas as situações de risco em que esteve envolvido recentemente.

– Ab, tá ai? – Alguém bate à porta algumas vezes, mas o filho de Zeus não responde. – Eu sei que tá, anda, você não vai sair não?

– Nãããão... – Sua voz soa arrastada e manhosa, comumente utilizada numa conversa de casal, ou nesse caso, pela preguiça.

– Tu tá ai desde cedo. Aconteceu algo... você tá com alguém ai?

– Que? – Ele prontamente se levanta e senta no colchão. – Não, que ideia.

– Tem certeza? Porque não teria outro motivo pra você ficar enfurnado ai dentro esse tempo todo.

– Você tá maluca? – Ab abre a porta em um estalo. – Tá vendo? Não tem ninguém.

– Eu sei que não, bobão. Só fiz isso para você abrir a porta. Cara, como você é previsível. – Selena, filha de Afrodite e uma de suas melhores amigas, empurra a porta e adentra o recinto.

O semideus cora. – Pronto, entrou, uhul, agora sai.

– Não sem você. – Ela dá um tapa na testa dele e faz uma busca no quarto. – Isso aqui tá fedendo à pizza velha. Como vocês conseguem dormir nesse lugar? Deuses...

– Bem, eu costumo fechar os olhos e apagar. Mas normalmente preciso que ninguém fique enchendo o meu saco para acordar. – Se apoia na estante e encara a semideusa.

– Saquei. Agora põe uma calça e vamos sair, respirar ar fresco, caminhar, socializar... na real, quando foi a última vez que você fez um amigo novo mesmo?

– Ham? Ah sei lá, teve... – Ele arruma uma calça da estante e se veste às pressas. – Teve os dois que foram comigo caçar os demônios. Tem o Pedro, o Diego, aquele outro lá também.

– Você tá citando gente que participou de missão contigo, mas e quando foi que você foi falar com eles fora da ação?

– Não s... vem cá, virou interrogatório isso aqui agora?

– Não tá mais aqui quem perguntou. Agora anda, você até que tá bem arrumado. Gostei da camisa, a propósito. – Ela o puxa pelo braço e o tira do cômodo.

– Que? Que camisa? Pergunta, antes de ser arrastado para fora dali.

Seu quarto ia ficando para trás conforme ele andava à passos curtos e pesados ao lado de Selena. A filha de Afrodite era bastante íntima dele, caso contrário sua reação seria apenas de bater o pé no chão e se recusar à sair. Mas ele entendia a preocupação de sua amiga para com ele, na verdade, ele tinha a mesma preocupação. Sua vida de jovem astro lhe rendeu uma infância e pré-adolescência bastante conturbadas, com altos e baixos. Perdera as contas de quantas vezes tinha ficado em casa com princípio de depressão. Seu medo era voltar para aquela fossa em que viva constantemente, e por isso se cercava de amigos, tarefas e passatempos. Só que ali, tão longe de tudo e todos que conhecia, as coisas pareciam mais cruéis e reais, e olha que ele nem considerava o fato de ser filho de Zeus, e que monstros realmente existem. Portanto a presença de um conhecido era mais do que bem vinda, por isso decidiu deixar a carranca de lado e mostrar mais predisposição, ou pelo menos tentar.

– Para onde estamos indo, afinal?

– Sei lá, que tal a festa de inverno? A gente pode patinar no gelo.

– Da última vez que fui lá uns gigantes acabaram com a festa, me surpreende o pessoal continuar com ela.

– Me surpreende seu baixo astral não ter derretido toda a neve de lá, isso sim. Bora, eu to contigo dessa vez, vai ser divertido.

– Ok...

A dupla caminha pela ilha enquanto atrai olhares dos outros frequentadores. Isto porque o pijama que Abramov usava como camisa, tinha uma frase chamativa estampada em sua frente. Nela, a expressão 'Make America Gay Again' estava pintada com as cores do arco íris em um tecido inteiramente branco. O filho de Zeus não tinha se tocado de que a usava, e como a garota só lhe avisou já na rua, ele decidiu também vestir a camisa no sentido figurado. Assim, Ab fazia um sinal de positivo para todos que encaravam a mensagem, rindo logo em seguida junto de Selena. Era um momento descontraído e relaxante para os dois, que começam a chutar a neve conforme se aproximam do bosque do inverno. Mas é claro que como todos sabem, momentos de paz na vida de um semideus eram raros, e como eles não seria diferente.

– Alguém ajuda a gente! – Uma voz se sobressai em meio às risadas, vindo de um monte de neve mais à direita.

What a fuck...Diz, ao se ver de frente à um bando de semideuses atolados em neve.



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Re: Festival das Estações (Inverno)

Mensagem por Victor Phendragon em Qui Jun 15, 2017 4:42 am



Atolados: O tédio de Quinoe.
.

“Make America Gay Again'”.

Estava entediado em meu novo quarto no chalé de Eros. Apesar de adorar meu quarto e ter tipo... TODOS OS JOGOS DO MUNDO  pra jogar e me divertir, não é como no chalé de Eros, onde haviam mais pessoas e todos falavam, corriam e gritavam ao mesmo tempo, se divertido. Me reviro na cama, tentando amenizar esta sensação estranha que sentia, este sentimento de solidão que tomava conta de mim.

- Que saco! –

Fala comigo mesmo jogando um travesseiro em minha cara e gritando bem forte. Meu quarto era bem acústico e dificilmente alguém ouvira do lado de fora. Devagar, deslizo o travesseiro sobre meu rosto o jogando de lado e deixo minha cabeça pender o lado, olhando um globo de neve na estante. Tinha uma imagem de um boneco de neve dentro dele, com uma expressão risonha.

- Está rolando aquele baila do inverno.... Acho que vou dar uma passadinho por lá. –

Me levanto rapidamente e corro para o banheiro, onde me banho e escovo meus dentes. Olho para o espelho forçando meu dedo no canto da boca para olhar as perolas em minha boca e enfim fico satisfeito com minha higiene impecável. Jogo minha toalha em um canto quais quer e pego uma cueca, calça Jeans e uma camiseta preta com um desenho de uma taça de sorvete no meio, bem aleatório e uma jaqueta de couro preto com mangas de moletom cinza que ganhei junto ao quarto. Obviamente passo um bom desodorante e finalizo com perfume. Recentemente descobri que filhos de Eros possuem um perfume natural agradável a todos e que pode até excitar, mas um perfumezinho a mais não faria mal, não é mesmo?

Assim que chego à festa me sinto um pouco perdido, tento dançar um pouco, mas fazer estas coisas sozinho não é comigo.  Meio sem jeito vou para o lado de fora da festa, de mãos no bolso e soprando o hálito quente que saia em forma de fumaça da minha boca. É inevitável não pensar que esta festa seria maravilhosa com Henri aqui, as ele não está. Na verdade, apesar do intensos dois meses juntos, ele não sabia muito sobre mim, nem eu sobre ele..... Era frustrante.

Contudo, meus pensamentos são interrompidos por um pedido de ajuda que ouço mais ao longe. Ao me aproximar noto alguns semideuses atolados na neve e algumas pessoas ao redor. Uma em especial estava usando apenas uma camiseta branca com dizeres bem nada comuns.... “Make America Gay Again'”. Não consigo evitar e deixo uma risadinha escapar, mas logo tento me conter.

- Como vocês foram parar ai? – Pergunto aos atolados.


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Re: Festival das Estações (Inverno)

Mensagem por Abramov-Maciej Levitz em Qui Jun 15, 2017 4:57 am


Atolados
O Tédio de Quione
– A deusa Quione fez isso com a gente! – Um dos atolados responde. Sua voz era trêmula e sua pele pálida como a dos outros que estavam na mesma situação. – A gente tava só passando e do nada ela surgiu e fez isso.

Abramov e Selena percebem a aproximação de um outro rapaz, mas nada dizem. Isto porque ainda estavam incrédulos com a situação criada pela deusa. Ab por sua voz olha para os lados, e só depois de uns instantes se pronuncia.

– E cadê ela? – O semideus pergunta à uma das vítimas.

– Ela foi em direção ao lago, acho que foi procurar mais gente pra congelar. – O menininho responde batendo os dentes.

– Ab, eu vou tentar tirar eles dali, vai atrás da Quione para... sei lá, pedir pra ela parar com isso?

– Ham, tá bom. Você vem ou vai tentar ajudar ela? – Ele se dirige ao outro semideus que havia acabado de chegar. Não o conhecia mas qualquer ajuda era bem vinda.
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Re: Festival das Estações (Inverno)

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