The Blood of Olympus
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Festival das Estações (Inverno)

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Re: Festival das Estações (Inverno)

Mensagem por Luna Blackwood em Qui Jun 01, 2017 5:00 pm



Atolados
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OR NOT! THE NIGHT IS A BEAUTIFUL CHILD.




Talvez fosse o fato de eu ser filha da deusa da noite, aquela que muitos dizem ser normalmente fria por ser envolvida em trevas e isolar o mundo do calor do sol (além de muitos outros dramas que os poetas gostam de contar sobre minha mãe), mas o fato é que eu sempre me senti atraída por baixas temperaturas. Claro que não gosto daqueles dias em que o frio está absurdo, afinal eu nunca tive nenhuma resistência à baixas temperaturas, mas em geral eu sempre me senti bem mais atraída ao frio que pelo calor em si. Para mim foi sempre melhor, uma desculpa para abraçar alguém ou algo sem ser ainda mais estranha do que sempre fui, fora o fato de que toda comida quentinha parece que fica ainda mais agradável em temperaturas assim. Então é claro que quando eu soube do pequeno festival que haveria no lado do inverno, eu não pude deixar de ir. Afinal, trata-se duas das coisas que eu mais amo: frio e neve, sem contar que poderia ter algum chocolate quente por ali, o que só me fazia ter mais vontade de ir para essa festa!

Ainda que, sim, eu tenha colocado grossas roupas de frio para ta festa, pois eu não sou boba de dar mole para resfriado! Ainda assim, eu me sentia bonita. Mesmo com minha blusa de frio de lá azul e branca, ou meu cachecol combinando com minha calça grossa e escura, eu senti que estava bem. Ou ao menos aquecida, o que para mim já queria dizer que estava pronta para a festa no inverno!

Claro que eu meio que já havia sido obrigada à sair mais e me enturmar, então eu nem tinha mais muita escolha nessa ilha, pois foram minhas mestras que me empurraram até essa ilha, só para início de conversa. Tudo bem que isso era apenas um detalhe, pois eu queria mesmo visitar o lado frio da ilha, então por que não unir a meu dever (de sair da minha zona de conforto, ser mais extrovertida) com minha curiosidade quanto a parte que correspondia ao inverno?

Pois é, foi uma ótima decisão a minha, eu já sabia disso desde o início, mas tudo foi confirmado ao chegar no local e ver como é que tudo estava tão arrumado para a festa! Aquelas belas árvores congeladas, a ampla e chamativa pista de patinação com todo aquele seu gelo perfeito para brincarmos, as bebidas quentes do balcão, os petiscos... nossa, tanta coisa boa acontecendo que eu nem sabia por onde começar a curtir essa festa! Então acabei andando um pouco no local para poder colocar em ordem meus pensamentos, enquanto explorava as opções (talvez até decidisse por onde começar), e pensava em como poderia seguir naquele início de festa. Admito que pensei que faria tudo aquilo um pouco mais facilmente se estivesse aquecida por um pouco de chocolate quente, então não me demorei para ir em direção do balcão, para pegar meu chocolate quente com marshmallows (é, no plural, por que eu amo marshmallows de coração) antes de começar a pensar no que fazer hoje.

Porém, enquanto eu dava a volta pela pista de patinação (indo na direção do balcão com chocolate quente), eu acabei vendo uma coisa pelo canto do meu olho. Algo que inicialmente estranhei, por se parecer um pouco com um monte de neve envolvendo algumas cenouras e cachecóis. Nem precisava me preocupar, mas eu sentia também uma poderosa energia mística pulsando dali, mas só fui entendendo conforme me aproximava daquela parte razoavelmente afastada da pista de patinação.

Conforme eu cheguei mais e mais perto, deu para ver que as cenouras e os cachecóis faziam parte do que pareciam ser bonecos de neve, ou uma tentativa de fazê-los, pouco antes do monte de neve resolver derrubar tudo com seu peso. Mas foi só quando eu tentei puxar um dos cachecóis (apenas para ajudar a recolher aquelas coisas, dar menos trabalho para as tadinhas das faxineiras) que eu percebi que não eram apenas bonecos de neve que estavam soterrados ali, mas também pessoas reais! Claro que eu fiquei desesperada com aquilo, e tentei ao máximo cavar com minhas mãos a neve para tentar tirar as pobres almas dali de baixo, mas acabei logo percebendo duas coisas. Após cavar um pouco com minhas mãos, acabei vendo que os campistas ali estavam congelando e não seria fácil mesmo tirá-los dali, principalmente pela parte mais importante que eu percebi ali, que veio logo em seguida. Todo aquele poder que eu sentia emanar daquela neve, eu pude sentir com ainda mais intensidade e clareza agora, o que aos poucos ajudou-me a entender. Aquele era um poder que, apesar de ser incrível, não chegava a ser ameaçador, mas ainda transmitia aquele ar incrível de seriedade e frieza. O que fazia todo sentido. Principalmente por que, depois de sentir o poder incrível que emanava daquele monte de neve mortal acima dos campistas semicongelados, e seguir seu rastro pelo lençol branco que cobria toda paisagem, deparei-me com uma garota em meio às arvores congeladas da floresta ali perto.

Se tratava de uma garota de cabelos negros maravilhosos, bonitos assim como os seus olhos castanhos (que pareciam até café, o que é bom, pois eu amo café) e sua pele, que apesar de ser bem pálida, parecia ainda ser natural. Era como se sua pele tivesse a cor da neve, e combinava perfeitamente com seu belo vestido branco e a sua coroa de prata que enfeitava o topo de sua cabeça. Ela realmente era linda, e eu nem precisaria sentir aquele poder impressionante que parecia emanar dela e se misturar com a neve do ambiente (como se sua aura naturalmente demarcasse toda aquela neve e clima como seu domínio, ou simplesmente parte de seu poder) para saber o que ela era, pois aquela sua postura e sua aparência entregavam logo a sua divindade. Mas é claro, o seu poder deixou isso bem mais óbvio, principalmente para mim, que puxara o sentido místico de minha avó. E que por sinal havia sido ainda mais reforçado agora que eu havia encontrado o meu lugar entre as feiticeiras.

Pois é, tudo parecia ser obra daquela deusa, que não demorou para que eu entendesse de quem se tratava. Era a deusa da neve, Quione, e ela não parecia mesmo agradar-se muito com a minha presença. É, as coisas certamente não seriam fáceis de serem resolvidas, então eu teria que ir com calma com minhas ideias. Até por que, é sempre assim que tem que se portar diante de uma divindade, seja qual for, ou pode acabar como uma grande pilha de nada em instantes.

Enfim. Vendo que a deusa parecia ter me percebido, logo tentei falar com ela, pensando com cuidado em minhas palavras antes, é claro! Mas não demorei muito, pois tive medo da forma com a qual ela me analisava (como se estivesse se perguntando por que ainda deixava eu me mexendo à sua frente)- O-Olá, senhora Quione... –gaguejei, enquanto pensava em uma forma de falar com a deusa que fosse respeitosa mas sem puxar o seu saco, quase que me enrolando nas minhas primeiras palavras. Porém, por mais que eu tenha tentado ser gentil, a deusa não pareceu se importar muito- Pode levantar um pouco sua mão direita? –pediu (com uma ironia cruel aliás, uma falsa gentileza em resposta à minha, como se brincasse comigo), enquanto eu sentia um ar frio e intenso subindo pelo meu corpo. Eu sabia o que iria acontecer comigo, e inclusive imaginava que ela já querendo escolher a posição em que iria me congelar, mas é claro que eu não iria deixar, tinha que ao menos tentar conversar antes com ela. Então, por mais que ela não se importasse comigo, tentei puxar o assunto.

- E-Ei, espera! Eu não entendo... Por que é que você está congelando semideuses? –e levantei a minha mão para ela, suplicando com aquele gesto para que ela esperasse um pouco, reforçando minhas palavras. Ela não parou de fazer subir aquele ar frio pelo meu corpo (o que é claro que me causou vários espirros, que eu infelizmente não consegui controlar, e que pareciam irritar a deusa conforme continuavam), mas pelo lado bom não começou a me congelar, ao menos não ainda- Por que é divertido, obviamente! A melhor forma de arte. –resumiu- Gosto de ver a cara que os mortais fazem quando sabem que estão para congelar. Sem contar que também estou entediada, e coleciono estátuas de gelo, então... por que não? –deu de ombros. A forma fria com a qual ela falava e se divertia com o sofrimento alheio me deixou um tanto brava, pois aquilo não era certo, mas também estava com medo pois sentia o frio em volta de mim ficar mais e mais intenso, como se a qualquer momento eu fosse ser transformada em uma estátua de gelo também. Era como se ela esperasse só para saber se eu tinha algo de útil para falar, ou se iria fazer alguma expressão facial que ela adoraria eternizar em gelo. Então diante do desespero- Meu Deus, você detesta mesmo os mortais... Por que? –acabei deixando escapar, logo em seguida tentei tampar a minha boca para que palavras assim não saíssem mais sem supervisão do meu cérebro, mas já era tarde. Pelo lado bom, Quione não ficou zangada como aquilo, na realidade ela até parou de diminuir a temperatura ao redor do meu corpo para falar. O que eu agradeci silenciosamente, já que podia sentir os cristais de gelo começando a se formar por toda a minha roupa e cabelo...

- Como poderia gostar de um povo que nunca me deu valor? Nunca me honrou como fizeram com outras divindades, ou mesmo me amou de forma sincera mesmo na Antiguidade! –reclamou, bem zangada, e agora parecia que o frio aumentava em todo ambiente à nossa volta, começando aos poucos a congelar tudo sem distinção- No máximo mentem só para não virarem estátuas de gelo, mas a maioria é simplesmente amante do calor. –resmungou entredentes- Quem dá valor a neve, semideusa? Já viu o quanto falam que o frio e a neve são incômodos para vida da sociedade moderna? Atrapalhando o trânsito e destruindo plantações... -encerrou com a frieza de sempre em sua face. Era clara a forma intensa com a qual ela parecia ressentida com o mundo, mas também percebia outra coisa nela, algo que vinha de seu interior e parecia gritar para ser notada, por mais que seu rosto e seu comportamento em si continuassem frios como sempre foram. Ainda que a deusa parecesse estar mesmo zangada e guardar certo rancor da humanidade, eu notei pelo tom das suas palavras e principalmente, pelo seu olhar, que ela se sentia incompreendida e sozinha. Isso realmente me deixou um pouco triste...

Ela não era má ou fria simplesmente por que queria ou por que era deusa da neve, mas sim por que em todos esses anos nunca ninguém parou para lhe dar a atenção que ela merecia ou ansiava. O que não era motivo para qualquer um fazer mal a outro ser vivo, mas como sei que os deuses sempre se enxergam em um nível bem acima dos mortais e por isso quase sempre não valorizam nossas vidas, compreendia agora por que é que ela fazia tudo aquilo, ainda que estivesse longe de apoiá-la em seu passatempo... Por isso que acabei mesmo me identificando com ela, de verdade. E ainda que isso pudesse me matar, eu decidi que deixaria ela saber disso, seria sincera com ela, pois ela parecia querer isso também... ao menos no que se refere à sinceridade.

- Eu lhe entendo... –sussurrei de forma bem triste, cabisbaixa, enquanto sentia minhas pernas sendo lentamente envolvidas por gelo, assim como algumas árvores dali. E esse gelo subia pelo meu corpo, até que parou pouco antes de passar da metade da minha coxa, assim que eu disse aquelas três palavras. Estas que pareciam nunca terem sido ouvidas pela deusa da neve, pois ela imediatamente me olhou com certa surpresa e suspeita no olhar- Explique-se. –ordenou, enquanto parecia me analisar por inteira, como se procurasse em cada músculo de meu corpo qualquer sinal de mentira. Porém, é claro que eu lhe falava a verdade, infelizmente. Mas me dada a chance de falar, eu tentei não desperdiçar, e me abri com ela- Eu também sou uma rejeitada... Ainda que seja uma semideusa, e tenha sim minhas habilidades, eu sou muito desastrada, e mais atrapalho do que ajudo à qualquer um. –suspirei- Mas como posso culpar as pessoas por me evitarem? Eu sempre atraí monstros e morte antes de ir para a legião, e mesmo depois que cheguei nela eu... nunca fiz nada demais... Só fui salva, atrapalhei os times sempre que participei de jogos de guerra, e ainda sempre fui considerada abaixo da média. Mesmo quando eu me esforçava ao máximo, não era valorizada, e ainda assim eu entendo que nunca gostaram de me ter por perto pois eu realmente fui um estorvo para eles. Nem os culpo por não se importarem quando optei pelo intercâmbio com o acampamento grego, mas... –as lágrimas que teimavam em tentar escorrer pelas minhas bochechas acabavam congelando antes de chegar na metade (por conta do frio intenso que ainda se fazia presente), mas continuei- Ninguém...

Eu realmente me esforçava para não chorar, não queria entediar ou enraivecer ainda mais a deusa, mas era difícil diante daquela situação. Mas por sorte, o bater de dentes meu por conta de todo aquele gelo em contato com minhas roupas e aquele clima todo que a deusa proporcionara, acabou me impedindo de chorar demais, já que as lágrimas não demoravam para congelar em minha face. Logo que consegui me acalmar, eu continuei- Minha mãe nunca se esforçou para sequer falar comigo depois de me jogar para ser criada pelo meu pai, mesmo com todo seu poder. E eu nunca tive a chance de ter uma família por mais que alguns dias, pois era o tempo que monstros levavam para rastrear meu cheiro e matar quem ousasse me adotar... –disse ainda de forma bem triste, ainda olhando para baixo- Mesmo os mortais que conseguiam ficar um certo tempo comigo, me causavam dor... Então, é, eu compreendo o que você sente, lady Quione. Essa solidão, essa raiva da humanidade, e isso que sente quando honram ou valorizam outros deuses mas nunca a senhora... de um jeito diferente, eu a entendo... –foi então que o silencio reinou entre nós. Pois nada mais fez barulho por um certo tempo, mesmo o vento pareceu parar de soprar ali, como se inclusive ele quisesse deixar com que a deusa da neve tivesse seu tempo para pensar...

Quione não demonstrava qualquer emoção diante da minha história de vida, na verdade ela não podia aparentar se importar menos, eu via isso ao olhá-la de canto às vezes, mas... Só de ela cessar meu congelamento para me permitir falar, e aos poucos deixar o ambiente em sua temperatura normal para essa época, já me mostrava que ela não parecia estar tão agressiva quanto antes. Algo que eu havia dito realmente havia cessado sua vontade de me congelar, ou seja, houve algum progresso em nossa conversa, ainda que mínimo. Ela parecia ter se identificado comigo sim, ainda que não quisesse demonstrar, para não ser comparada com uma simples mortal. Isso, ou ela simplesmente havia percebido que eu seria uma estátua de gelo muito feia, o que também era possível, mas de toda forma valia para mim.

- Tá, e daí? –questionou de forma simples. Ela continuava querendo manter sua pose fria, mas eu podia perceber pelo seu olhar que havia lhe abalado um pouco. Porém, tentei continuar a conversa como se não houvesse notado tal característica em seus olhos- Recentemente, eu acabei encontrando pessoas que me compreendem, que gostam de me ter por perto, e com isso eu tenho amadurecido e mudado para melhor sabe? Então... estaria disposta à mudar um pouco também? –e Quione pareceu se desagradar com aquelas minhas palavras- Está querendo dizer que eu tenho que amadurecer, semideusa? –e logo fez a menção de voltar com seus ventos gélidos, mas tentei interrompê-la o quanto antes- Não! Só estou querendo dizer que... mudar ou melhorar é possível, mesmo para alguém como nós, e não há vergonha alguma nisso. Basta encontrar alguém que apoie você, que te ajude e lhe valorize como merece. E você já encontrou alguém assim! Euzinha. –encerrei com um sorriso, mas ela não podia estar mais confusa. Antes de continuar, me olhou de cima à baixo, como se não conseguisse acreditar na besteira que eu dizia- Está de brincadeira comigo semideusa? –arqueou sua sobrancelha após suas palavras irônicas- Não! Olha, confie em mim, tem outras formas de você se divertir com os mortais mais feiosos do que ocupar suas galerias de estátuas de gelo com eles, não concorda? –a deusa deu de ombros, como se nunca tivesse realmente pensado naquilo- Se me der a chance, eu posso te mostrar como, e ainda fazer em sua homenagem alguns jogos com semideuses! O que acha? Por que não ver alguns mortais sofrendo para te agradar um pouco? Só peço em troca que deixe aqueles semideuses soterrados sobreviverem até eu trazer alguns desses semideuses para os jogos. –implorei para ela, juntando ambas as mãos diante do meu rosto como se rezasse. E por mais que isso fosse humilhante, pareceu ter funcionado- Estou entediada mesmo. Tá, vai logo, mas não demore. –e então eu praticamente saí pulando de alegria, após ser libertada do gelo.

Estava feliz demais por ter conseguido conversar com Quione, e me sentia feliz em ver que havia sim uma chance de libertar aos semideuses, mas eu não fiquei totalmente confiante em minhas ideias depois de sair de perto da deusa. Afinal, um deslize meu e toda aquela parte da ilha poderia se tornar uma imensa montanha de neve e gelo, se assim a divindade quisesse... Mas eu tinha que arriscar, então daria meu melhor para isso!

Porém, eu sabia que não seria fácil, então teria que apelar um pouco. Por isso que eu decidi ir falar com os semideuses mais novos e inocentes dali, que eu via que realmente só estavam preocupados em se divertirem ali. Esses deviam ser mais fáceis de serem convencidos.

- E aí gente? Se divertindo com a neve né? –e praticamente todo grupinho afirmou, sem pararem com sua brincadeira de jogar bolas de neve uns nos outros. Claro que tiveram alguns que pararam para me olhar, pois pareceram se interessar só por eu ser uma garota, o que é claro que aproveitei- Então, o que acham de fazermos algo para agradecer a deusa que nos proporciona tudo isso? Uma homenagem em forma de brincadeira! Hm? –propus, mas eles não pareceram tão certos de que isso era uma boa ideia. Se olharam bastante antes de começarem a cochichar entre si, até que um deles tomou a dianteira- Não somos crianças, moça, não brincamos! Mas, nos fale mais disso... –pediu o mais velho dali, se aproximando com as mãos nos bolsos- Tudo bem, um desafio então! E eu pensei em algo divertido, emocionante e gelado... –então eu me abaixei para sussurrar no ouvido do maior do grupo, e lhe arranquei uma gostosa risada ao contar-lhe as minhas ideias. Em seguida, ele piscou para mim e confirmou com a cabeça, sem nem falar com seus amigos. Estava bem confiante, e eu adorei isso- Promessa é dívida ein? Mas tá bem moça, eu gostei da sua ideia! Vai ser divertido. Venham gente, podem confiar! Vão adorar a recompensa final... –e o grupo foi logo atrás dele, nos seguindo para uma parte mais afastada da pista de gelo.

Fazendo os jovens semideuses ali se arrumarem fora da neve, eles começaram com a primeira parte do desafio: ao se enfrentarem de dois em dois em cima do gelo, lutando uns contra os outros, e tudo isso depois de o mais velho incentivar aos amigos avisando que o vencedor dos jogos ali iria deixar a deusa muito feliz e... talvez ganhasse um beijo meu... Não imaginava que iriam ficar tão motivados, eu mesma não me acho lá grandes coisas, mas como eu vi os olhares que eles me deram quando eu me aproximei deles antes, bem... Por que não? De toda forma, avisei para o mais velho (que repassou aos demais) que iria ser um pouco humilhante escorregar no gelo de vez em quando, sem contar que iriam acabar caindo na água gelada debaixo da camada de gelo da pista, mas ninguém ali pareceu se importar. Na realidade, alguns até disseram que poderia fazer parte de seu treinamento militar (palavras que só legionários diriam, e eu percebi isso sem nem verificar seus braços em busca de tatuagens), o que me deixou impressionada. Diante disso, enquanto eles pulavam e bagunçavam naquela ponta da pista de gelo, me aproximei novamente de Quione, que se encontrava naturalmente camuflada na neve, observando aos jovens sem nem ser percebida.

- O que você fez? –questionou a deusa, curiosa- Ah, só os incentivei à fazerem uns jogos para esses lados em homenagem à ti. Claro que eles me pediram uma recompensa, mas... Também concordaram em se molhar e congelarem um pouquinho, consideraram isso até bom para o treinamento deles, então... –bastou o meu sorriso e meu olhar de garota arteira que Quione entendeu na hora. Então, com certa alegria no olhar (apenas no olhar, pois tentava mesmo fingir não se importar com o que estava para fazer, mas eu percebia que ela se divertia mais que eu) ela apontou na direção das crianças, e começou a controlar o gelo que se encontrava abaixo delas. Sem nem precisar abrir a boca, ela comandou o gelo para que ele rachasse e se abrisse todo aos pés das crianças, deixando no meio apenas um pedaço de gelo flutuante, o bastante para que as crianças ficassem de pé. As duas primeiras que viram aquilo acontecer, de repente ficaram assustadas, mas logo que me viram ali continuaram, talvez até pensando na recompensa que poderiam ter mais tarde. E para a minha felicidade, vi a deusa da neve dar sua primeira risada quando a uma das crianças caiu na água gelada abaixo da camada de gelo.

Inicialmente eu vi que foi um riso debochado, mas que aos poucos se tornou mais alegre ao ver que a criança ainda saía sorrindo da água gelada, mesmo que tremendo de frio. Ele deixava claro que se divertia ainda que houvesse frio em demasia naquela água, o que certamente deixou a deusa mais feliz, ainda que não admitisse. Então eu aproveitei para lhe sussurrar algo, enquanto que o garoto procurava se secar e se aquecer com a ajuda dos amigos- Acabei de lembrar, lady Quione, mas existem os Jogos Olímpicos de Inverno, sabe? Eles são lindos e adorados também, com esportes que só se podem ser praticados no frio. –lembrei, só para que ela não continuasse pensando que todos odiavam ao frio- Vê? Que nem esses diabinhos aí, nem todo mortal detesta o frio. O que acontece é que nenhum mortal é perfeito... –continuei, sorrindo para a deusa. Porém, ela se divertia tanto que eu até duvidava que ela estava me escutando. Coisa que não era importante também, pois queria apenas que ela aproveitasse do show que as crianças davam para ela. Ainda que nem tivessem percebido a deusa ali perto de mim, pois estavam concentrados em se eliminarem entre os jogos para saber quem seriam os finalistas.

- Ah, aliás, nos próximos jogos se você puder dar um toque seu, iria ser incrível! Digo, eles vão jogar bola de neve logo depois disso, os vencedores é claro. Se quiser transformar isso em uma versão congelante de queimado seria demais! Imagine só, as bolas de neve esfriando o corpo deles todos? –comentei, e agora ela me olhava com um sorriso no rosto, de alguém que realmente gostava do que estava ouvindo. Mas não falou nada ainda, e entendi isso como minha deixa para continuar- E podemos continuar com os jogos e fazê-los sentir bastante frio até sobrar o vencedor! Podemos inventar alguns desafios se quiser e... –falava, mas logo a deusa me interrompeu com um bater de palmas- Chega, tudo bem, eu gostei! –disse entre risadas- Você venceu, esse é um bom jeito de me divertir com os mortais sem que eu tenha que olhar as caras feias de alguns deles por toda eternidade. –e é claro que eu concordei, sorridente. Ainda que meu ombro aos poucos tivesse vários cristais de gelo por cima do tecido da minha roupa, pois a deusa depositara sua mão ali logo em seguida. Mas é claro que eu permaneci com ela ali, não a afastei (tenho amor à minha vida, dã)- Tá, pode levar os semideuses soterrados. Tenho mesmo que ser mais seletiva e colecionar mais estátuas de mortais que valham à pena. Vou começar a deixar de lado os mais feios e fracos. –e deu de ombros enquanto ria, descongelando os semideuses soterrados com um aceno.

Eu sentia-me finalmente vitoriosa, aliviada ao convencê-la a liberar os semideuses, mas ainda não havia acabado. Quione ainda não havia me soltado. Na realidade, sua mão deslizou pelo meu braço e foi até a minha mão (deixando um rastro de cristais de gelo pelo meu braço todo), me segurando antes que eu pudesse me afastar dela. Nesse momento eu voltei meu olhar para ela, assustada ao imaginar o que ela iria falar- Sabe, eu podia começar essa minha coleção com uma semideusa como você. Não é tão feia e nem me parece ser muito fraca... -essas palavras me fizeram sentir calafrios percorrerem toda minha espinha, e senti que por um momento meu coração parou, de medo- Mas não, seria um desperdício. Gostei de como você pensa, é uma das poucas que conseguiu me divertir, e até que você me entende... –só então que eu consegui voltar a respirar.

Aliviada, deixei-me levar e a respondi- Obrigada, acho legal nós ficarmos unidas. Não vou esquecer-me de ti lady Quione... –ela então me olhou com certa desconfiança- Promete? –e eu fiz que sim com a cabeça, antes de falar- Mas é claro! Vou lhe honrar também e oferecer parte das minhas refeições, se desejar, para que nunca mais sinta-se sozinha ou esquecida, como eu também me sentia antes da minha vida começar a mudar. –mas a deusa pareceu rir de forma diferente logo em seguida, como se debochasse de mim. Não sabia se havia dito algo bobo, ou se ela simplesmente não acreditava em mim, mas continuei calada esperando que ela continuasse- Vamos ver. De toda forma, eu vou ficar de olho em você, semideusa. É bom ter o contato de alguém com tanta criatividade. –foi aí que eu sorri, bem mais aliviada agora que estava tudo explicado. Ao ser solta por Quione, entendi que estava liberada, mas só por precaução eu falei- Certo, pode falar comigo sempre que quiser. Mas tudo bem agora eu ajudar aos que estavam soterrados? –a deusa fez que sim, se concentrando nas brincadeiras das crianças- Sim sim. Vai, que vou me divertir um pouco aqui. –e então começou a materializar bolas de neve com um pouco do seu poder.

É, ela parecia mesmo que iria querer fazer as crianças sofrerem um pouco ali, mas não parecia mais com tanta vontade de fazer esculturas... daquelas crianças não, pelo menos... De toda forma, havia resolvido o problema, agora tinha só que levar para um lugar quente os semideuses soterrados, os que estavam perdendo e ficando molhados dos joguinhos em homenagem à Quione, antes que qualquer um ali sofresse de hipotermia. Depois tiraria todo aquele gelo e neve das minhas roupas e... céus, acho que vou tomar um bom copo de chocolate quente, assim que eu puder...

Espero só não ficar resfriada...





Habilidades Usadas:
Nome do poder: Charme natural
Descrição: Ao se afiliarem a tal Deusa, tais mulheres passam a possuir determinado charme e brilho natural, sendo todas bastante bonitas e atraentes mesmo desarrumadas e após longas batalhas.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum.
Dano: Nenhum.

Nome do poder: Persuasão
Descrição: Circe é uma Deusa bastante persuasiva e manipuladora, suas palavras soam como veludo e são capazes de enevoar os sentidos até mesmo da mais inteligente das criaturas. E, como seguidoras de tal Deusa, as feiticeiras são dotadas de palavras persuasivas, no entanto não no mesmo nível que Circe. Conseguindo, por exemplo, que peguem um copo d'água ou, em meio a uma batalha, seus aliados sejam mais estimulados a lutar.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum.
Dano: Nenhum.


#01

Com: NPC's / Deusa Quione
Roupas: Blusa de frio azul e branca, cachecol e calças escuros como céu noturno, e botas bem claras.

everytime I think I'm closer to the heart.


4.800Xp - 4.500 dracmas - 4 flocos de neve

Quione
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Re: Festival das Estações (Inverno)

Mensagem por Robin A. Deverich em Sex Jun 02, 2017 2:10 pm

Be natural
w// Izzy (oh! God)

Para Robin, suas palavras ditas não passavam de comentários desnecessários que com certeza, a garota ao lado estava fazendo um enorme favor para si em apenas ouvi-la. Claro, ainda estava estranhando todo aquele fato, porém conversar com alguém que não seja seu corvo Poe resmungão, e Ravi, que apenas miava por carinho mesmo que seus pelos não facilitassem que este ato acontecesse.
Tomou um gole longo de seu chocolate novamente, esperando que seu estômago esquentasse e aliviasse ainda mais a pressão que se continha por causa do frio. Entretanto, achou graça as palavras da morena, abrindo um sorriso animador quando a ouviu falar com uma certeza tão grande e principalmente, porque o sorriso em seus lábios era recíproco.

Robin observou a garota sair de perto dela, pegar galhos de arvores e a torna-los armas improvisadas, aquilo a deixou incrivelmente curiosa que não evitou morder seus lábios ao conter o sorriso tão idiota que ainda se mantinha em seu rosto, logo ela entregou um dos galhos a sua mão. – Mas... – Soltou baixinho, ainda acompanhando a garota com o olhar. Aquilo era confuso, mas ainda assim, estava curiosa sobre o que poderia vir de alguém desconhecida. Apesar de que, surpresas não faziam parte do cotidiano da garota de cabelos coloridos, e ela odiava qualquer coisa do tipo.

- 33?– Ela apenas respondeu, parando para raciocinar a reposta da garota. – Sério? Eu adoraria um treino improvisado. – Falou com um tom diferente em sua voz, não reconhecendo de onde havia saído aquilo. Robin conhecia a si mesma perfeitamente, porém, fazia tempos a qual ela brincava ou sequer treinava com alguém que não seja um demônio ou um espirito de seu parentesco com raiva. De certa forma, ela seguiu animada para pegar seu par de patins do gelo e caminhou até a beira do lago, sentou-se sobre a neve para retirar as próprias botas e calça-los os novos. – Eu tive experiências sobre o gelo, mas, espero que seja seguro e não quebre. – De certa forma, aquela estava sendo uma oração, afinal, Robin era completamente hidrofóbica, e não havia aprendido a nadar, então caso caísse na água, provavelmente não sairia mais de lá.


— I am still in ruin
Nobody knows who i am.!


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Re: Festival das Estações (Inverno)

Mensagem por Sooyoung Moon em Sex Jun 02, 2017 6:54 pm




A



H

O
coração da menina batia mais rápido, mas ela continuava andando para dentro da floresta. Naquele momento a pequenina só precisava ficar sozinha. Veja, uma situação um pouco constrangedora acontecera com ela. Não que você precise saber, mas é sempre bom, certo? Então te contarei!

Moon caminhava pelo baile de inverno sozinha, com sua roupa de frio mais fofa e o cabelo com o rosa pastel recém retocado, esperando pelo melhor amigo com um sorriso gigante no rosto. Os olhinhos brilhavam e ela estava com tanta saudades que esquecera de todas as preocupações. Mas, quando viu o mais alto entrar acompanhado, ela teve um ataque de ciúmes. A garota era linda. Alta, com corpo escultural e o rosto perfeito. Era a mulher mais bonita que já vira em sua vida, se sentia pior a cada segundo que observava como os dois pareciam felizes.

E o pior de tudo não era ter o seu momento roubado por uma garota extremamente bonita, nem ter o melhor amigo tirado de si. Era a carta que segurava entre os dedos naquele momento. Era a carta do ano, o bilhete mais esperado durante os 6 anos da amizade dos dois. Era a declaração, que dizia que não conseguia mais esconder os seus sentimentos.

"E quais sentimentos seriam esses, narradora?" Você me pergunta. E eu vou responder-lhe agora: todos os bons que uma garota adolescente poderia sentir por um garoto. Ela gostava dele acima de tudo, não conseguia aguentar ver outra pessoa perto dele e não tinha coragem de magoá-lo. Ou seja, era paixão! Oras bolas!

Quanto mais ela se lembrava de tudo, mais as lágrimas desciam rapidamente. O envelope cor-de-rosa estava de volta na bolsa e insistia em empurrar os sentimentos o mais fundo que conseguiu. Se ele se sentia bem perto da Srta. Perfeita, não iria atrapalhar. A felicidade de Han era o que mais queria, mesmo se ela não fosse ao seu lado. Mesmo assim, tentando se convencer de tudo isso, uma pequena parte ainda torcia para que ela fosse irmã dele, ou que fosse tudo um mal entendido.  

Os soluços se tornavam mais altos pouco a pouco, mesmo com a tentativa, obviamente falha, de conter-se. As lágrimas que insistiam em sair eram limpadas com a ponta dos dedos, mas os olhos vermelhos não mentiam que ela tinha chorado.

A voz fria ecoou na cabeça da menina, mas os lábios da mulher em sua frente não pareciam se mexer, o que fez com que a coreana andasse alguns passos para trás, pensando em fugir. Além da mulher, existia um monte enorme de gelo em um lugar que mais parecia um lago congelado, deixando a menina mais confusa do que antes: "Chorando, querida?" Era algo sobrenatural e a filha de Hécate não acreditava no que estava acontecendo. Era uma beleza escultural, cabelos vermelhos como o fogo, que pareciam incendiar tudo, mesmo com o frio que fazia.

Coçou seus olhos rapidamente, ainda observando a mulher em sua frente: "Não tenha medo." Dessa vez, os lábios se moveram, mas a voz ainda parecia sair de sua própria cabeça. Respirava fundo, tentando acalmar o choro e também o medo. Era uma desconfiança, principalmente pelo fato dela ser muito mais bonita do que qualquer garota normal poderia ser. Só alguém com extremo poder poderia ser tão linda quanto a ruiva. Alguns nomes passaram por sua cabeça, mas nenhum deles era o certo.

Escutou, ao longe, um grito de socorro. Olhou para o monte de neve por puro instinto, vendo uma mão sair de lá. Antes que pudesse correr para ajudar, mais neve foi derramada sobre o monte. Moon reconheceu de onde vinha, arregalando os olhos para Quione: "Mas... SÃO PESSOAS!" Ela gritou, assutada. Agarrou-se no galho de árvore mais perto de si, esforçando-se para ficar de pé, graças ao susto: "Por que está fazendo isso? Aigoo¹!" Ela colocou a mão livre em seu coração, fazendo uma cara extremamente engraçada.

"Porque eu estou chateada, oras bolas! Meus filhos não me reconhecem. Nem você deve me reconhecer. Sou Quione." Soltou a árvore, indo para perto da deusa com um olhar petulante e raivoso: "Ah, faça-me o sagrado favor. Eu acabei de ver o menino que eu gosto do lado do outra, sorrindo pra ela e você tá chateada porque semideuses adolescentes não se importam com você?! Você é a mulher mais bonita do universo e todo mundo se ajoelha ao seus pés e você está brava com isso? Ah, me poupe! Aigoo, aigoo!" A coreana continuava a gritar, mas agora eram só palavrões aleatórios em coreano, fazendo com que a deusa soltasse uma risada alta, o que só irritou mais a pequena: "Salve aquelas crianças, não preciso ficar aqui escutando uma criancinha gritando comigo por causa de paixões adolescentes. Vou conversar com Afrodite sobre isso, ela está passando dos limites com esses triângulos." Antes de desaparecer, a deusa podia escutar a loira gritar: "NÃO É UM TRIÂNGULO, SOMOS SÓ EU E ELE! ELA É INTROMETIDA!" Após o surto de raiva passar, Moon ajudou os semideuses a voltarem para o baile, sem topar com o seu amado unilateral.




● ● ● ● Asshole

Essa é uma missão fixa, na floresta gelada da parte do inverno. Sooyoung está bem triste e brava, então se puder fazer o favor e deixá-la em paz, seria ótimo. Quione não é muito agradável, mas mesmo assim, Moon conseguiu lidar com a deusa. Ela está vestido isso aqui & Aigoo significa 'aff'. Boa leitura!   ● ● ● ●  @fallenangel






Ficou meio vago, querida. E muito fácil de resolver. Uma deusa das neves é uma deusa difícil e temperamental... não desistiria tão fácil.

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Re: Festival das Estações (Inverno)

Mensagem por Elyse D'Ávila em Dom Jun 04, 2017 7:51 am


Lago Descongelado

Reanimate

Eu havia acabado de bater um papo com a deusa Quione. Tudo isso apenas porque ela estava entediada e resolveu se divertir um pouco transformando semideuses em gelo. Eu tinha de admitir, aquele mundo/universo era realmente muito estranho e cruel.

Lá estava eu, me deliciando com um espetinho de frango – visto que a única coisa que eu sabia fazer naquela festa era comer – quando repentinamente pude ouvir chamados de socorro.

— Socorro! — Era a voz de uma criança desesperada e quando olhei em sua direção, vinha da pista de patinação.

Meu coração entrou em colapso quando viu que o gelo havia cedido e três crianças estavam afundando naquela água congelada. Larguei o petisco no balcão assim que vi aquela cena e liberei minhas asas, que acabaram rasgando parte da minha roupa para ultrapassarem.

Bati as asas o mais rápido que pude até onde a pista de gelo havia cedido e fiquei sobrevoando o local. Seria muito perigoso mergulhar ali, talvez eu mesma me botasse em risco, mas eu havia algo em mente. Concentrei-me em meu poder e criei um clone do meu lado que caiu diretamente na água. Por ser parte de mim, ele já sabia o que fazer.

Alguns segundos depois, a primeira criança surgiu na superfície, tossindo bastante. Rapidamente segurei-a pelas mãos e a trouxe para um lugar seguro, fora daquela superfície frágil. Logo depois retornei para a fissura e assim que cheguei, a outra criança surgiu na superfície puxando pesadamente o ar pela boca. Assim como a anterior, peguei-a pelas mãos e a levei para um lugar seguro.

A terceira e última criança não aparecia de jeito nenhum. Demorou um ou até mesmo dois minutos e ela finalmente surgiu desacordada e pálida na superfície juntamente com o meu clone que afundou na água desmaiado. Entretanto, ele não importava pois iria se desfazer em energia. Peguei a última criança e levei para o mesmo lugar. Era uma garotinha e certamente não tinha mais que dez anos.

Meu olhar era de pura preocupação e assim que a pus no chão, me ajoelhei ao seu lado. Minha asa foi desfeita e eu já havia começado a fazer uma massagem em minhas mãos carregando bastante energia. Iria precisar reanimá-la, com certeza. As outras crianças já recebiam a atenção de outros semideuses que haviam lhes dado seus agasalhos para não passarem mais frio.

Como curandeira, era o meu dever salvar aquela última criança e assim que minhas mãos haviam juntado carga o suficiente, pus sobre o peitoral da garota e descarreguei toda aquela energia naquela região de sua pele. Ela não havia reagido, portanto, massageei as mãos mais uma vez e repeti o processo. Seu olho arregalou-se e a cabeça foi inclinada para frente enquanto ela cuspia água pela boca. Virei-a para o lado, para facilitar o seu processo de recuperamento e agora ela apenas respirava intensamente.

Demorou alguns segundos até que ela estivesse ok novamente, mas quando finalmente estava, me abraçou fortemente. Os semideuses que estavam ali ao redor aplaudiram e fiquei levemente corada, apesar do frio.

— Obrigada! — Sua voz era trêmula, afinal, ela estava quase morrendo de frio.

Um semideus aproximou-se com um agasalho e entregou a ela.

— Por nada... Estava fazendo o que deveria. — Dei um sorrisinho meigo enquanto acariciava seus fios de cabelo molhado.

Foi um susto terrível, devo admitir. Se aquelas crianças tivessem morrido ali, eu não iria me perdoar. Chocolates quentes foram trazidos para as crianças que lentamente iam recuperando a sua cor de pele. Fiquei por perto, certificando-me de amenizar a dor que eles sentiam com meus poderes. Aquelas foram as primeiras vidas que eu havia salvo depois de ter virado Curandeira de Asclépio. Estava orgulhosa de mim mesma.

PODERES:
Nível 3

Clonagem - Curandeiros agora poderão criar apenas um clone idêntico. Possui a mesma força, agilidade e pensamentos, mas não possuem poderes. Seus clones possuem a mesma quantidade de HP que tal semideus.

Nível 13

Controle da Dor - Se seus oponentes forem feridos, curandeiros de Asclépio podem aumentar suas dores de acordo com sua vontade. Pode ser usado para aumentar o sofrimento de seus inimigos ou aliviar seus aliados ou até mesmo você.

Nível 14

Reanimar – Uma violenta e ainda mais excessiva descarga de energia diferente das anteriores é direcionada ao alvo (alcance corpo a corpo, mão na pele nua). Sua cor varia com o utilizador. Reanima seu alvo, caso ele estivesse dormindo, desmaiado, quase morrendo e afins, como o aparelho dos mortais.

Nível 16

Asas de honra: Nice sempre foi uma deusa representada com belas asas, e ao atingirem um nível maior de força  e conhecimento nesse nível, os filhos da deusa ganham um par de asas, que podem utilizar para voarem em uma altura máxima de 500 metros. As asas são formadas por uma breve camada de penas que recobrem o corpo do semideus, tendo a formação completa em três segundos. Não necessitando de serem ativadas, as asas aparecem quando o semideus precisa das mesmas (estando caindo por exemplo de algum lugar alto) e/ou quando o conciente elabora alguma estratégia em que elas serão necessárias. (Para desviar de um ataque, erguer vôo e etc).



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Re: Festival das Estações (Inverno)

Mensagem por Izzy Sawyer Blankenheim em Dom Jun 04, 2017 12:14 pm

☾ Batle ☽
Everyone has an untold story hidden behind closed doors. Try to understand that people are not always as they first seem.



“You can destroy your now by worrying about tomorrow.”

Pegar os patins fora uma tarefa fácil para as semideusas, aprender a usa-los? Nem tanto. Izzy já tinha calçado o próprio par, mas persistia sentada ao lado da garota de cabelos coloridos, hesitando antes de colocar sua ideia em pratica, e tudo porque ela nunca tinha andado de patins na vida, e temia parar um mico perante a semideusa. Não gostava de pensar vergonha, mas quem em sã consciência gostava? Suspirou, espantou o medo para longe e se colocou de pé, bem em frente a menina que conhecera a poucos minutos e já chamara para uma brincadeira qualquer e infantil.

– Não é exatamente um treinamento, veja isso como uma brincadeira e tente relaxar, só, tentar se divertir como todos os outros – Ela brincou, deu de ombros e abriu um sorriso tímido, sorriso esse que durou poucos segundos, já que como dito muitas vezes durante essa interação entre elas, Izzy não era um ser exatamente sociável, mas tentava ser. Izzy testou os patins antes de tomar coragem de caminhar com eles até o gelo, mas sem arriscar se aventurar pelo lago logo de cara.

Só então voltou-se para a menina, que descobrira naquele momento, nem sabia o nome. – O gelo não vai ceder tão fácil, o inverno é duro e rigoroso, e bem, acredito que se eu não socar ou chutar nada, ficaremos seguras – Isso claro era apenas uma piada interna, que se referia unicamente a força abrangente daquela menina, desconhecida para todos os outros, e totalmente – pelo menos ali – controlada por ela.

– Vem, eu não vou te deixar cair no lago, antes que o gelo pense em ceder eu te jogo para longe, e acredite ou não você se machucaria bem mais se eu fizesse isso – Era uma brincadeira para acalmar os ânimos, brincadeira que possuía um fundinho de verdade, Izzy podia mesmo arremessar a semideusa a ponto de machuca-la, mas claro que não faria isso. Não era doida, pelo menos, tentava não ser.





Everyone wants happiness without any pain, but you can't have a rainbow without a little rain.






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Re: Festival das Estações (Inverno)

Mensagem por Robin A. Deverich em Seg Jun 05, 2017 11:39 am

Be natural
w// Izzy (oh! God)

Seus olhos estavam sobre os próprios pés, que agora, possuíam os patins calçado e sua pequena bota ao seu lado. Robin estava temerosa, mas de certa forma, ansiosa por conta do convite inusitado de uma estranha, e como dito anteriormente, havia muito tempo em que alguém aproximava-se da pequena garota para uma conversa aberta, sem qualquer intervenção de um medo pela sua aura escura, isso é claro, quando não estavam na ala de treinamento que praticamente chovia apostas para um combate, que de fato, era decepcionante para ela.

- Tudo bem, uma forma de diversão com armas improvisadas. – Ela sorriu brevemente de forma engasgada. – Hilário. – Finalizou, observando-a levantar do seu lado, e caminhar até o gelo, admirando a coragem da morena estranha. Levantou-se também em sua tentativa de equilibrar-se, que por sorte, Robin pensou que quanto menor a pessoa, menor a queda, então, apenas usou seus dons de equilíbrio e manteve-se em pé próximo a garota.

Ela olhou para baixo, soltando um longo suspiro que pode ver o vento branco sair de seus lábios, ela queria se assegurar do gelo, cutucando-o com a ponta da espada improvisada, dando um sorriso infantil logo depois. – Ok. – Deu de ombros pela sugestão dela, pensando que preferia estar com um braço quebrado do que com os pulmões cheio de gelo. – Qualquer coisa, uma pode salvar a vida da outra, não é mesmo? – Retrucou, movimentando-se em passos pequenos para tomar uma distância bastante calculada, estando uma posição como se estivesse prestes a uma luta de esgrima. – Vamos lá? – Retirou qualquer expressão de seu rosto, apenas se tornando concentrada quanto ao jogo sugerido por ela. – Aliás, me chamo Robin. -



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Re: Festival das Estações (Inverno)

Mensagem por Illidan Braum Wrynn em Ter Jun 06, 2017 12:07 am


Febre Congelante



Estava há alguns dias sem forjar nenhum equipamento, pois estava com uns dias de folga, e decidi aproveitar esse tempo de folga para curtir um pouco a festa que estava tendo com os semideuses. Fui o responsável da festa a trazer as carnes para fazer o churrasco da festa. Colocava algumas carnes no fogo para assar e enquanto isso observava ao longe as semideusas admirandas suas curvas. Não era muito sociável com mulheres, por achar elas problemáticas, talvez a maioria não gostasse de forja e coisas do tipo.

Mas tinha algumas que chamavam a minha atenção, eram as filhas do deus das forjas, meu pai, Hefesto, apesar de naturalmente serem minhas irmãs, elas tinham naturalmente seu charme, e estavam na pista de dança se requebrando, algumas chamavam a atenção por seu corpo. Porém eu me mantinha focado na carne, com a espátula revirava algumas carnes a deixando assar até ficar no ponto e assim distribuía para os semideuses que vinham pegar mais carne.

Tudo estava muito tranquilo, e todos estavam curtindo a festa, seja em grupo ou individualmente, a música era ouvida por todos, e para minha alegria, era o meu estilo de música com o qual eu me identificava muito, era o rock. Sabia tocar baixo e bateria, pois gostava desses instrumentos, e por obra do destino, tinha uma banda na festa que estava tocando os clássicos do rock. Fui até lá e pedi para que o baterista me deixasse tocar um pouco, pois fazia tempo que não tocava. Quando estava dando o ritmo, batendo as baquetas uma sobre a outra em semicolcheia, aconteceu algo inesperado.

Tremores eram ouvidos a quilômetros de distancia, e a cada segundo que se passava o tremor estava mais próximo ainda da festa. Uma gota de suor de minha testa descia até o meu queixo, o tremor se aproximava ainda mais aumentando temporariamente a tensão e a paralisação parcial de membros de alguns semideuses, tais como braços e pernas.  Três criaturas de aproximados dois metros de altura se aproximavam, estavam trajados com uma roupa típica do inverno com um diferencial, eles estavam atacando os semideuses participantes da festa.

Já tinha lidado com um ciclope antes de adentrar o acampamento dos semideuses, mas esses eram nada mais do que gigantes que atacavam usando rajadas estacas e bolas de gelo, aquilo estava virando uma bagunça sem precedentes, se deixássemos aquilo acontecer não teria mais festa para a comemoração dos semideuses. Alguns fugiam, e outros ficaram para batalhar com os três gigantes e eu era um desses teríamos que destruí-los e assim forçar a saída deles da festa por bem ou por mal.
Um gigante estava a uma distância de quinze metros de mim e ele estava atacando alvos aleatórios e também inocentes.

Braum:
-Por favor distraiam eles para que eu possa programar o fogo para ataca-los.

Os que estavam perto de mim, ouviram meu pedido e de prontidão atenderão. Os três filhos de Hermes começavam a correr entre os gigantes ao redor deles tentando-os confundir. Os três gigantes estavam com um machado feito de aço de cerca de um metro de altura, e eles tentavam acertar os filhos do deus mensageiro mais erravam seus golpes, pois os semideuses eram rápidos demais.
Enquanto isso observava ao longe uma estaca de trinta centímetros vindo em minha direção eu usava a churrasqueira como escudo, fazendo com que a estaca batesse e se destruísse devido ao contato com a churrasqueira. Pegava um pouco do fogo da churrasqueira mais infelizmente ele estava apagado, só tinha o carvão seco e a churrasqueira desligada. Retirava de meu bolso um isqueiro e o acendia, transferindo o fogo para minha mão de forma que não queimasse ela. Aumentava o fogo ao tamanho de uma tocha média e começava a bolar uma estratégia em minha mente, vi ao fundo perto de uma árvore enorme, alguns filhos do deus das forjas construindo uma espécie de canhão improvisado para usar nos gigantes.
Corria velozmente em direção a eles com alguns saltos acrobáticos me desviando dos ataques dos gigantes, e conseguia chegar onde eles estavam.

Camilly:
-Pessoal, conseguimos fazer o canhão mais não temos munição, precisamos de fogo para usar uma rajada de fogo para espanta-los.

Ao ouvir isso pegava o fogo do isqueiro e amplificava ao tamanho de uma tocha média e deixava a mostra para meus outros irmãos.

Braum:
-Liguem o canhão e ataquem os gigantes, o gás que vocês colocaram amplificará meu fogo. E isso pode acabar com eles.

Afastava minha mão completamente do fogo, mais o deixava parado a distância perto da boca do canhão. Os filhos de Hefesto começavam a atirar com o canhão, as rajadas de gelo feitas pelos gigantes eram combatidas com o fogo os fazendo derreterem ao se colidirem um com o outro. Algumas rajadas de fogo acertavam dois gigantes em sua cabeça, e eles ficavam enfurecidos e começavam a direcionar seus ataques para nós. Usávamos o fogo a nosso favor e consequentemente estávamos ganhando, atingíamos uma rajada potente no rosto de um deles e ele caía no chão causando um estrondo ensurdecedor. Os outros dois começavam a atacar cerca de vinte estacas de gelo em direção aos meus irmãos os quais usavam seus escudos para protegerem a si e aos outros. E eu estava sendo protegido por um de meus irmãos, no total, estávamos em dez. Tínhamos conseguido derrubar um mais ainda faltava os outros dois, eles atacavam enormes bolas de neve em outros semideuses inocentes os quais conseguiam acertar e machucar mais alguns.

Um dos gigantes avançada e com sua força avantajada lançava seu enorme machado que saía girando em direção ao grupo dos filhos do deus das forjas, por obra do destino ou apenas sorte o grande machado do gigante destruiu uma árvore e seus destroços atingiram alguns de nossos irmãos os reduzindo para cinco. Isso me deixou enfurecido e eu estendia minha mão direita sobre o gigante que os atacou e fiz invocar do chão, ligas metálicas que seguravam a criatura humanoide de dois metros de altura. As ligas se prendiam as pernas do gigante, minha habilidade não iria durar muito tempo, pois eu tentava manter as ligas metálicas presas na perna do gigante.
Os meus irmãos que sobravam, voltaram para o canhão construído para abater os gigantes, pedia cobertura, pois estava segurando o fogo e as ligas metálicas e estavam com ambas as mãos ocupadas ‘’segurando’’ os poderes. Eles usavam seus próprios poderes e amplificaram o fogo fazendo com que uma rajada incessante de fogo saísse da boca do canhão e atingisse todo o corpo do gigante. Os filhos de Hermes para ajudar os meus irmãos, pegavam coisas como pequenas cadeiras copos e atacavam nos gigantes também. O gigante atingido pela grande rajada de fogo caiu morto, pois a rajada chegou a uma quantia elevada em Celsius que acabou o matando-o.

Agora só restava um, ele canalizava em sua mão direita uma estaca enorme e pesada tanto quanto a criatura, e ele lançava em direção a mim a enorme estaca de gelo. Mesmo com meus poderes de fogo eu não daria conta de conseguir derreter uma coisa daquela, eu estava temporariamente em choque, porém cerca de três irmãos me acordavam e um deles me empurrava me jogando para longe, com essa atitude esse irmão meu tinha se sacrificado por mim. Isso me deixava enfurecido e com muita raiva, perdi mais alguns de meus irmãos e minha face agora era seca e fria, eu iria acabar com o último gigante restante, os filhos de Hefesto que sobravam me orientavam, dizendo que esse era o mais forte que os outros dois.
Pedi que eles me auxiliassem amplificando todo seu poder de fogo eu queria que aquele gigante queimasse até virar cinzas, minhas ligas metálicas se prendiam as pernas do gigante que se esforçava para sair e eu também me esforçava para manter as correntes presas nele.

A cavalaria dos filhos de Zeus juntamente com mais filhos de Hefesto experientes do acampamento tinham chegado. Eles observavam minha dificuldade em manter o gigante preso e se juntavam comigo para prenderem o gigante. Cinco irmãos foram necessários para conter o gigante que por diversas vezes quebrava as ligas metálicas, porém, os mais experientes do acampamento conseguiam um feito ainda maior do que o meu, conseguiram envolver todo o gigante em enormes ligas metálicas muito mais evoluídas do que o que eu poderia fazer com meus poderes atuais.

O fogo produzido por três deles eram de fato surpreendente, que de fato envolvia todo o gigante em um mar de chamas, os filhos de Zeus começavam a atacar com diversos raios sobre o gigante envolvendo todo o seu corpo com diversos raios de diversos tamanhos. O gigante se ajoelhava e logo caía perante aos semideuses o estrago tinha sido grande, mais os três grandões tinham morrido enfim. A festa aos poucos se voltava ao normal, os feridos foram levados para o acampamento para serem tratados pelos médicos, e os filhos de ares tiravam os corpos dos gigantes dali, pois eles eram os mais fortes em força física dos semideuses.    





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Comentário:

Você estava indo bem, sua escrita melhorou bastante em comparação as suas primeiras postagens no forum, mas você se perdeu em algum momento. Primeiro, você queimou sua mão???? Eu fiquei bem confuso nessa parte, primeiro porque filhos de Hefesto não são TOTALMENTE imunes a fogo, são parcialmente imunes, e você simplesmente botou fogo na sua mão, isso deixaria a carne da sua mão podre em pouco tempo. A confusão no final do seu post foi tremenda, de onde apareceu um canhão do nada? Ficou mal explicado, outra coisa, os filhos de Hefesto para conseguir domínio completo do fogo precisam fazer uma missão especial, já que é um poder especial, e eu não vi seus poderes ou armas no fim do spoiler, o que deixou seu post sem qualquer coerência.


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Re: Festival das Estações (Inverno)

Mensagem por Freya Jarbeorn em Qui Jun 08, 2017 3:29 pm



The Winter is coming.



O vento soprava impiedoso, em um único sentido, trazendo consigo flocos de neve que insistiam em grudar em meus fios de cabelo e cílios. O frio era tão intenso que poderia ser palpável, mas por sorte eu sabia onde estava indo e já havia, até mesmo, preparado o vestuário para o local. O único local descoberto era o rosto. À minha frente um amontoado de pedras de puro gelo, que com minha aproximação se levantou aos poucos. Era um golem elemental de gelo, e o seu tamanho me fez estremecer.

— Perigoso... — Murmurei baixinho, e em resposta, quando já estava de pé, o monstro rugiu.

ROOOOOOOOOOOOOOOAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAR!

Segurei firme a adaga do Acampamento em meus dedos enquanto minha capa fazia o trabalho de me esconder nas sombras. A luz da lua era a única fonte de claridade no campo de batalha. Não seria tola de ir atrás de uma criatura destas de dia, com a claridade como sua aliada, além de toda a neve ao seu redor. Sua frustração era visível, enquanto golpeava o ar a esmo. Não estava em seu campo de alcance, por isso não me incomodei, apenas murmurei baixinho.

Silentium... — Com aquele feitiço me tornara quase indetectável.

Assim, indetectável, corri pela lateral do monstro, até as suas costas, e apontei a mão para elas, concentrando o máximo de minhas capacidades mágicas naquele único movimento. Podia sentir meu espírito queimar dentro de meu peito, enquanto uma sensação de calor ia de encontro às pontas de meus dedos. Eu sabia que o poder acumulado ali seria o suficiente para derrubar até mesmo um poderoso troll. Já o fizera antes e daquela vez não seria diferente.

Cadent! — Uma onda de explosão de vento escapou de minha mão, varrendo flocos de neve e deixando o ar momentaneamente parado. O monstro, por sua vez, caiu ao chão, foi o momento em que usei outros feitiços. Sternuntur! Tumultu!

O golem de gelo se debatia contra o chão, tentando escapar daquela prisão invisível que o mantinha colado ao solo. Corri até ele, subindo em seu corpo e pisando contra o seu peito, com cuidado. Me ajoelhei ali, aproveitando que não teria muito mais tempo, e levantei ambas as mãos acima da cabeça, segurando a Faca de Bronze, e desci violentamente contra o seu rosto.

Uma. Duas. Três. Quatro. Cinco... A criatura fez surgir de seu corpo diversos espinhos de gelo, mas estava desorientado pelo meu feitiço anterior, logo, errou miseravelmente, fazendo-os emergirem em diferentes pontos de sua anatomia, menos no peito, que era onde estava.

— AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAH! — Eu não sabia quantas estocadas havia dado no rosto daquele monstro, principalmente por ainda estar golpeando, mas meus braços doíam como o inferno.

Finalmente, após muitos instantes de luta, cada articulação do golém de gelo se desfez em pedaços diferentes. Estava sob uma pilha de pedras geladas, ofegante. Fumaça de condensação se formando a cada ofegada que dava. Estava cansada e com frio, mas podia dizer que obtivera o que viera buscar.


Equipamentos:
• Faca de Bronze Celestial [ Uma faca de lâmina curta - cerca de 10 cm - com cabo em madeira envolvido em couro para tornar o manuseio melhor. | Não produz feridas em mortais. | Bronze celestial, madeira e couro. | Sem espaço para gemas. | Alfa. | Status 100%, sem danos. | Comum. | Nível 1. | Item inicial. ]

+ Camiseta laranja do Acampamento Meio-Sangue/Camiseta roxa do Acampamento Júpiter.

+ Colar de contas do Acampamento.

☪ Arco Magico: Consiste em um arco de material escuro, tende-se a crer que seja ferro estígio. A corda da arma é de tom claro, quase transparente. Em toda a estenção do arco vê-se o nome do filho da Magia entalhado. As flechas são magicas, surgem ao esticar da corda, as mesma são envoltas por uma aura negra que é capaz de aumentar em 5% o dano causado no oponente. [Transforma-se em um colar.]

☪ Capa das Trevas: Uma capa negra, com um tecido mágico de textura semelhante à seda, que pode ser usado preso nos ombros. Quando ativado é capaz de esconder o semideus em sombras, tornando-o impossível de ser usado em lugares iluminados demais e, portanto, sem sombras.
Poderes Passivos:
Nível 15
Nome do poder: Descendente da Magia III
Descrição: Você andou praticando? O resultado do seu esforço e do seu treinamento lhe fizeram um feiticeiro experiente, e agora sua magia além de ter ficado mais forte, lhe tornou um bruxo experiente.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus:  Ganha 20% de força em seus feitiços (em poderes ativos).
Dano: +15% de dano se os feitiços acertarem.
Poderes Ativos:

Nível 5
Feitiço: Cadent
Descrição: Serve para empurrar ou derrubar pessoas, coisas e criaturas.
Gasto de Mp: -20 de MP.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Caso seja realizado durante a lua nova, há uma chance de +30% de que ele funcione corretamente.
Dano: -10 de HP.
Extra: Com certo treino, pode ser usado de forma não verbal.

Nível 10
Feitiço: Sternuntur
Descrição: Um feitiço que achata qualquer coisa que atingir, durando até dois turnos.
Gasto de Mp: - 15 de MP por turno.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Caso seja realizado durante a lua nova, há uma chance de +30% de que ele funcione corretamente.
Dano: - 10 de HP por turno.
Extra: Com certo treino, pode ser usado de forma não verbal.

Nível 13
Feitiço: Silentium
Descrição: Esse feitiço pode, por dois turnos, retirar o som das coisas, pessoas e seres ao seu redor.
Gasto de Mp: - 30 de MP.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Caso seja realizado durante a lua nova, há uma chance de +30% de que ele funcione corretamente.
Dano: Nenhum.
Extra: Com certo treino, pode ser feito não verbal.

Nível 19
Nível 19
Feitiço: Tumultu
Descrição: É um feitiço para confundir a mente da vítima de várias formas diferentes, o feitiço pode ser usado de inúmeras maneiras, seja para fazer alguém errar o que ia dizer, ou se confundir durante uma batalha, é um feitiço que envolve a confusão mental rápida de alguém e pode durar de um a dois turnos.
Gasto de Mp: - 25 de MP por turno.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Caso seja realizado durante a lua nova, há uma chance de +30% de que ele funcione corretamente.
Dano: Nenhum.
Extra: Pode ser realizado de forma não verbal, com algum treino.


Última edição por Arya Morgenstern em Qui Jun 08, 2017 10:25 pm, editado 1 vez(es)
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Re: Festival das Estações (Inverno)

Mensagem por Kang Pipper em Qui Jun 08, 2017 7:14 pm

Inverno
Apesar do inverno frio – que, quem era capaz de senti-lo o associava o frio da Sibéria –, os campistas não se acanhavam em sair da proteção que a construção, onde ocorria o baile de inverno, proporcionava. Perambulando pela nevasca como se estivessem em uma piscina de marshmallows, criando anjos de neve, assim como bonecos. Naturalmente a asiática compreendia que alguns, assim como ela, não sentiam o frio absoluto. Mas já havia presenciado uma garota batendo os dentes tão forte que poderia jurar que ela acabaria perdendo a arcada dentária. E ainda tinham aqueles que só de se expor minimamente ao gelo adquiriam um resfriado, de forma que tosses eram recorrentes no ambiente. E, enfim, Pipper sorveu o chocolate quente, rodopiando os olhos pelo salão, se fixando numa menina ruiva com cabelos ondulados até as costas. De onde estava conseguia ouvir com clareza a voz alheia e a mesma parecia possuir uma simpatia contagiante. Assim como Pipper, a moça não parecia afetada pelo gelo. Foi enquanto que a adolescente se lembrou o motivo de tal rosto ter lhe chamado a atenção. Afinal aquela era Kyra, uma menina que cheirava a magia do amor, com olhos inteligentes, que havia frequentado a sua última aula.

Apesar de ser um tanto intimidadora – principalmente pelo brilho de inteligência que possuía nos olhos –, a moça parecia ser uma boa pessoa, apesar de parecer reprimida, como se pensasse demais. E, de alguma forma, Pipper pretendia formar um vínculo de amizade com a menina mais velha. Com tais pensamentos a asiática ergueu-se do acento que ocupava, marchando até a ruiva, lhe oferecendo um sorriso cordial e cumprimentando os outros semideuses com que Kyra mantinha conversa anteriormente.

- Olá Kyra, estou bem e você? – Pipper murmurou, bebericando o chocolate quente que se mantinha aquecido dentro de uma enorme xicara de gatinhos. – Ah, o inverno é tão calmo.

A asiática contemplou, observando a sala, que era adornada por várias poltronas diferentes e quadros presos a parede estrategicamente, próximos a divãs e uma mesa redonda que lembrava a descrição da Távola Redonda no livro A Grande Rainha, da série As Brumas de Avalon. Algumas cadeiras confortáveis estavam dispostas ao redor da mesa esplendorosa, que davam um toque mais medieval. Uma grande estante em uma das paredes exibia montantes de doces e tabuleiros, assim como outros jogos preenchiam algumas mesas, sendo jogados por semideuses. Pipper ainda sabia que existiam outros locais, pois era possível ouvir uma música eletrônica que provinha de um quarto ao lado, talvez. No entanto, preferia tal ambiente.

- Você é boa com magia! – Pipper elogiou a se recordar dos olhos brilhantes da ruiva durante a aula, como se estivesse vendo a manifestação da mesma pela primeira vez.

A adolescente estava quase pronta para murmurar sobre o quanto a magia poderia influenciar positivamente em situações extremas, quando escutou as palavras pronunciadas por Kyra. Arqueando as sobrancelhas em uma dúvida que desapareceu assim que ela compreendeu o significado, sabia que haviam alguns dos seus irmãos que ainda não conhecia, mesmo que houvesse conhecido duas romanas recentemente. Suspeitava que talvez a ruiva se referisse a Evie, a pretora que apenas conhecia pelo nome. De maneira que o rosto da semideusa assumiu um tom avermelhado, pois sequer tinha conhecimento de todas as crianças que Nyx, ou Nox, havia gerado. Apertando a xicara de chocolate em frente ao corpo como se traçasse planos futuros, visando tornar-se próxima dos seus meio-irmãos.

- Ainda há uma porção irmãos que não conheço...

Ela falou com pesar, suspirando como se estivesse se lamentando do fato, entreabrindo os lábios para complementar. Porém antes que fosse capaz de pronunciar, uma espécie de rugido bestial pareceu dar cabo a todo murmúrio do ambiente, propagando a música que escutava em baixo volume. “She got a booty like a Cadillac” o som escoou, em um remix que a semideusa desconhecia. E, seus olhos se fixaram nas três criaturas feitas de gelo, que havia invadiam o local com uma facilidade invejável – naturalmente Pipper gostaria que pudesse ter a mesma facilidade para invadir locais, como a própria classe, de preferência no horário correto, afinal a dislexia a impedia até de saber com precisão das horas. Possuíam olhos amarelados e usavam madeira como arma, rugindo como se houvessem encontrando o final do arco-íris, só que ao invés de moedas de ouro, haviam semideuses suculentos como prato principal. “Wait a minute lemme take you there” a música continuou a tocar e a semideusa quase riu, achando a situação ridícula, porém ela se conteve, ainda que o rosto denunciasse sinais de divertimento.

- Bem, essa é a hora que nós criamos uma distração, levamos eles para fora e chutamos seus traseiros gelados com nossos pés de semideusas. – Pipper ofereceu, dando ombros, como se não pudesse pensar em uma solução melhor.

Imediatamente a adolescente ativou as asas demoníacas e de coloração escura, abrindo um sorriso cheio de dentes para a prole de Vênus, enquanto a mais velha se lançava contra o gigante da direita. Logo Pipper deixou o chão, imitando os sons dos gigantes, como se pudesse – de alguma forma – estabelecer algum contato com os mesmos, retirando os sapatos e jogando os mesmos contra os dois monstros restantes. Atingindo-o o primeiro no olho e o segundo no meio da testa. Não tardando que ela ensaiasse um voo, passando pelo meio das criaturas e quebrando uma janela com o próprio corpo e velocidade, contemplando a imensidão esbranquiçada e ausente de vegetação viva. Sentindo o hálito – se é que monstros feitos de gelo o tinham – que cheirava a peixe podre de um dos monstros as suas costas. E ela teve um pequeno vislumbre se que talvez estivesse prestes a ser engolida, passando a rodopiar pelo ar como se estivesse totalmente bêbada. Criando distração o suficiente, o que a permitiu sacar a espada – Ghost. Não tardando a virar-se contra seu oponente, deixando uma rachadura na testa do monstro assim que o golpeou.

Mas fazer aquilo não fora exatamente fácil, afinal era como golpear uma parede solida e que não sentia dor ou sangrava. Aqueles monstros continuaram a lutar com todo vigor, mesmo se lhe faltasse um braço ou a cabeça. Um deles rugiu, deixando-a surda momentaneamente, tentando a golpear com a clava como se ela fosse uma mosca desagradável. E, por mais que a situação parecesse péssima, tudo o que a adolescente pensava era em conseguir terminar de ouvir aquela música... Foi ai que ela lembrou que ainda estava segurando a xicara de chocolate quente que, por algum milagre divino – ou apenas um futuro muito bom como possível alcoólatra, afinal bêbados pareciam possuir o dom para nunca derramar o álcool no copo – ainda estava intocado, apesar das manobras que ela havia feito em pleno ar, assim como desvios.

E, você, caro leitor, deve estar pensando nas loucuras que uma criança pode cometer para conseguir tomar seu chocolate quente em paz, certo?! Bem, se sim, você não está exatamente enganado, já que a semideusa se sentou sobre a cabeça do gigante mais alto, enfiando a espada na cabeça do mesmo. Concluindo de imediato que ali não havia cérebro. Mas apenas o fez, pois, a Ghost serviria como um apoio para que ela pudesse se sentar com o mínimo de equilíbrio. Ainda mantendo as asas abertas. Logo bebericando o chocolate enquanto esperava que o outro gigante viesse a golpear o mais alto – o que ela estava sentada – coisa que não demorou a ocorrer, quase enviando o mesmo ao chão e, em contrapartida, o gigante mais alto parecia indignado, sem compreender onde é que Pipper havia ido parar, revidando o golpe do mais baixo. Ela tomou mais alguns goles do chocolate, sendo capaz de compreender o motivo das pessoas serem tão fixadas em lutas livres. Aquilo era bastante divertido e ela quase poderia ignorar o fato de estar sentada na cabeça de um.

- Pff, falta pouco para acabar o chocolate. – Pipper reclamou, sendo sacolejada de um lado a outro, segurando a espada com firmeza, sem realmente ver o que os gigantes faziam, só voltando a prestar atenção nos mesmos quando o chocolate chegou ao fim.

Observando o tanto quanto conseguia, vislumbrando que o menor parecia prestes a rachar, devido a forma do maior, mas ainda permanecia lutando bravamente, soltando urros de raiva contra o seu provável irmão. Sua clava havia sido reduzida a lascas de pau e bastou mais um golpe para que ele virasse um amontoado de gelo. E, ao ponderar, Pipper resolveu agir, jogando a xicara para o lado e retirando a espada – com certo esforço, devo citar – da cabeça do monstro, que ia em direção a floresta. Onde ela podia ver uma batalha bastante semelhante a própria, afinal Kyra estava controlando o monstro ao que parecia. Imediatamente a semideusa voou para longe do monstro, pousando em um dos galhos de uma arvore. Fazendo a afora de aquário com os braços e enviando uma camada de gelo contra o gigante, tornando-o um imenso bloco de gelo imóvel, tão grande quanto o iceberg do Titanic. Ainda sentia os olhos do gigante contra ela, porém sabia que ele não viria a mover-se tão cedo.

Ela sorriu, descendo da arvore enquanto sentia as asas voltarem para dentro do próprio corpo. Caminhando em direção a Kyra, girando a espada, pouco importando-se com a ausência de cor da própria pele. Afinal não sentir frio não implicava que ela estava imune as consequências do mesmo. O sorriso da semideusa abriu-se ainda mais com as palavras pronunciadas pela ruiva. Fazendo um legal com o dedo ao realmente considerar visita-las.

Poderes:
Passivos:
Nome do poder: Imunidade abaixo de 0º
Descrição: Por mais que os semideuses estejam em algum lugar em que o clima esteja abaixo de zero, eles não são afetados, sentem frio, mas não chegam a ser afetados como os filhos de outros deuses, acostumando-se com facilidade as mudanças bruscas.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: A mudança brusca de temperatura não o afeta tanto
Dano: Nenhum
Bênção:
~> Aurora Execution - A semideusa posiciona os braços em forma da ânfora de Aquário e dispara uma poderosa rajada de ar frio, em -273,15 °C, congelando tudo e qualquer coisa no caminho da rajada imediatamente pelos próximos 2 turnos. Essa habilidade não pode ser protegida por nenhum tipo de barreira ou escudo, e causa 50 de dano. [20 MP / 1 vez a cada 5 turnos]
Arma:
*Ghost: A espada curta e irregular - com cabo de couro e lâmina de ferro estígio-, possui a habilidade de, basicamente, se adaptar ao usuário em relação ao seu peso e equilíbrio. Envolta por energia negra, a arma pode facilmente \\\'incrementar\\\' as habilidades dos filhos de Nyx, fazendo com que este não precise \\\'criar\\\' a energia para poder usá-la. (Só pode usar a energia negra da arma 3 vezes por missão/PvP/MvP){By Nyx}


OBS: http://www.bloodolympus.org/t1880-transformador#41076


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Re: Festival das Estações (Inverno)

Mensagem por Kyra C. Ferreli em Qui Jun 08, 2017 8:47 pm




Febre Congelante
Só aqueles que desistiram de viver acham que os sonhos são impossíveis.

Alguns podem lançar bolas de fogo da ponta dos dedos, outros estralam os dedos e podem enfeitiçar alguém, ainda temos aqueles com dons voltados para a cura, que na minha opinião, são muito uteis, e por último, mas não menos importante, temos eu, que posso mudar as roupas com muita facilidade. Acreditem ou não esse é um dom extremamente útil quando o clima brusco te obriga a usar um casaco mais quente, basta um estalar de dedos e voa-la, estou pronta para qualquer tipo de festa.

O baile de inverno estava repleto de campistas, mas nem todos estavam com aquele humor agradável que se espera encontrar em uma festa como aquela, alguns tinham sido afetados pelo frio, e agora reclamavam. Eu tratava de ignorar todos esses, contente por poder aproveitar o chocolate quente e aqueles bolinhos que pareciam algodão derretendo na boca enquanto conversava com os jovens presentes em minha mesa. Não direi que o clima estava agradável, ele não estava, suportável seria a palavra ideal.

Evie tinha sumido em algum momento, me deixara na mesa para ir buscar alguém, que segundo ela, eu precisava – frisem essa última palavra – conhecer. Eu estava curiosa claro, mas também me sentia um tanto nervosa pelo jeito animado da minha namorada, ao mesmo tempo, me questionava quem seria aquela pessoa. Ainda assim tratei de deixar esse assunto de lado para prestar atenção as conversas da mesa. Um dos meninos mais ao longe – acredito que seu nome seja Tavy – comentava algo sobre as fadas, mas o jovem ao seu lado rebatia, dizendo que ele estava contando a história de um jeito errado. Eu? Me limitava a dar risada e degustar da boa comida servida pela festa.

Meu momento, contudo, foi interrompido pela chegada de uma jovem, mas não qualquer jovem, e sim uma em particular. Kang Pipper era a irmã da minha namorada pelo lado grego, e também tinha sido a responsável por me ensinar sobre magia a algumas semanas. Fiquei surpresa ao ver a garota ali ao meu lado, e por algum motivo desconhecido eu corei, deuses, a garotinha que não tinha mais de 14 anos de idade sorria para mim, e também era a minha cunhada, muito mais experiente, muito mais forte, e muito simpática.

— Oi, tudo bem? — Eu não sei o que me levou a ficar esquiva e sem graça, talvez fosse a constatação do obvio me atingindo em cheio, ou talvez algo mais, não sei dizer, só sei que alguma coisa em Kang Pipper me deixou realmente sem graça. Algo naquela asiática era estranho, de um jeito bom, porque sua aura era brilhante e rica, pura... natural, e me deixava estranha por ser tão familiar. Talvez o fato de Pipper ser irmã de Evie influenciava positivamente minha pessoa, eu sentia minha alma ligada à de Evie, então devia ser natural acabar gostando dos irmãos dela, mesmo que repudiasse sua mãe. — Estou bem — Respondi ao perceber que continuava a olhar a garota como uma completa boboca, algo estava errado comigo, e eu começava a desconfiar do clima. Afinal, não existe coisa melhor do que culpar o clima pelas coisas que você não entende, certo? Errado, mas fingiremos que está tudo bem.

— Não como você, é surpreendente ver como você tem controle do seu poder, me lembra alguém... — Ri baixinho, e sim, mais uma vez lá estava ela preenchendo meus pensamentos, Evie Farrier sempre estava em todos eles afinal, ou pelo menos, em boa parte. — Sua irmã também é muito talentosa com a magia, já me quebrou um galho ou dois estalando os dedos, mas nunca deixo de me surpreender — Dei de ombros, rindo baixinho antes de desviar o olhar.

Eu não esperava ver a criança amuada com minha informação, sim, criança, pois apesar do poder e das habilidades surpreendentes que Pipper possuía, ela ainda não tinha completado a maior idade e ainda estava naquela transição entre a criança e o adolescente. — Bem, acho que isso é normal no mundo em que vivemos, nunca conheci outra filha de Vênus, pelo menos não uma que estivesse viva — Dei de ombros como se não importasse, mas no fundo sentia aquela estranha curiosidade de saber mais sobre os meus irmãos, e quem sabe um dia vir a conhecer mais sobre eles, e sobre mim mesma.

Nossa conversa, contudo, foi interrompida por um rugido animalesco, que me fez desviar o olhar rapidamente em direção a floresta de neve. O cenário tinha sido invadido por criaturas estranhas, feitas de gelo, gigantes com olhos amarelados e o corpo humanoide carregando clavas de madeira. Arqueei a sobrancelha e busquei contar quantos eram, calculando também a quantidade de semideuses que tínhamos no local. Eram três gigantes, muitos semideuses, mas todos apavorados ou congelados no mesmo lugar, sem tomar a frente para lidar com a situação.

— Merda — Praguejei me levantando da mesa de qualquer jeito, pronta para me defender ou correr, mesmo sabendo que a segunda opção seria covardia, ainda me parecia sensata. — Que diabos está acontecendo? — Questionei para Pipper, tentando buscar mais informações para entender o que estava acontecendo.

Okay, a filha de Nox parecia animada com a situação, até mesmo conseguira fazer uma piada tosca relacionada a vida de semideusa, que me fizera rir. Estranhamente ela conseguira arrancar um riso baixo da minha pessoa, e sim, eu estava me divertindo com isso! Dios, nunca tinham me feito rir em uma situação de risco como aquela, normalmente sou seria quando se trata de batalhas e treinos, mas ali, em meio ao gelo e com aquela criança do meu lado eu quase podia dizer que aquilo era normal, que fazia parte de quem eu era agora.

— Então acho melhor irmos logo, ou seremos todos feitos de picolé humano — Brinquei, estremecendo ao ver uma jovem ser atirada para o outro lado da sala. — Eu pego o da direita — Pisquei para Pipper, puxando meu chaveiro em seguida para ativar os bastões lanças e correr em direção a ele. — Ei grandão, você precisa de um perfume! — Gritei para o primeiro deles, apenas para chamar sua atenção, tentava impregnar todo o chame da voz de um filho de Vênus naquelas palavras, sem saber como elas funcionaram com os monstros. Mas deu certo, de alguma estranha maneira aquilo tinha dado certo, um ponto para mim!

O monstro se virou e rugiu para minha pessoa, me fazendo arregalar os olhos e correr, e acreditem ou não, essa foi a coisa mais sensata que fiz naquela noite, porque depois disso, a coisa realmente ficou feia. Saltei pela parede de gelo mais próxima e corri para o lado de fora sem olhar para trás, não precisava, o peso da criatura e os rugidos animalescos que atingiam meus ouvidos denunciavam que ela estava bem atrás de mim. Resultado? Eu estava em apuros.

Parei em algum ponto afastado da floresta, onde as arvores me ajudariam a proteger meu corpo, qual é, ele é lindo, claro que meu desejo é mantê-lo intacto! A criatura já estava me alcançando, e eu não podia mais correr ou me esconder, a hora de lutar tinha chego e eu não tinha lá muitas alternativas. Meu primeiro movimento foi puxar a faca, sim! Eu tinha descoberto que era muito boa com elas, e andava treinando sozinha, indo a aulas, aprendido um truque ou dois com Hela, eles me seriam uteis naquele momento. Saquei a faca de arremesso e a atirei contra o joelho da criatura, perfurou fundo, afundou-se em seu corpo de neve o fez urrar, mas não de dor, era ódio, puro ódio.

Gemi baixinho, aquilo será mais difícil do que eu imaginava, ainda mais sabendo que minhas lanças produziam eletricidade, e água – gelo também era água, um dos muitos estados dela pelo menos – era um ótimo condutor para aquele poder em particular. Troquei a forma dos bastões para a de lança a fim de conseguir um metal cortante, então segurei o cabo pela lateral e girei o corpo em um ângulo de 90º graus para conseguir atingir parte da ponta no corpo da criatura, que já tinha se aproximado o suficiente para ser atingido por uma arma de longa distância. Minha lança era a arma naquele momento, ela me manteria segura, e... saltei para o lado a fim de desviar do bastão de madeira, teria sido partida ao meio se não tivesse conseguido desviar a tempo. A criatura era lenta, mas era forte o suficiente para fazer o chão tremer com o impacto dos seus golpes, eu não podia ser pega por ele de jeito nenhum, ou estaria verdadeiramente ferrada.

Nunca agradeci tanto por uma aula quanto naquele momento, fazer Parkur tinha me dado habilidades únicas, como saltar, pular, esquivar e desviar com mais facilidade do que qualquer outro semideus. Algo que para mim já era natural devido a dança, e que tinha se tornado um atributo bastante vantajoso para quem não possuía poderes surpreendentes, sou esse tipo de semideusa, que tem que contar com algo velocidade, esquiva, e inteligência para conseguir sobreviver, sem depender de poderes extraordinários como criar fogo ou congelar a água, meu melhor poder é trocar de roupa até o momento, mas não o subestimem! É uma qualidade admirável em uma filha de Vênus, afinal, sempre estamos bonitas e bem vestidas para a batalha.

— Dance! — Ordenei, gritando daquele jeito a impor minha voz e obriga-lo a fazer o que eu bem entendesse, mesmo que fosse por pouco tempo. — Pule! Gire! Bata com o bastão na sua cabeça! — Eu continuava a usar aquele tom enquanto saltava ao seu redor, desviando dos pés do gigante de gelo para não ser atingida, meu objetivo? Ir para trás de suas pernas e tentar corta-las na altura do joelho, impedindo-o assim de continuar a se mover. — Isso mesmo, bata na sua cabeça, bata na sua cabeça! — Eu continuava a gritar, falar e me mover e concentrar-me ao mesmo tempo, buscando impregnar a cabeça do gigante com meu charme, dependendo daquele poder ilusório para não ser atingida, e possivelmente, machuca-lo. — Mais forte!!! — Gritei ao perceber que ele tinha mesmo se atingindo com o bastão, e confesso, aquela cena me deixou com vontade de rir.

Consegui passar meu corpo para trás da criatura, que continuava se acertando ao comando de minha voz, ele não tinha controle do próprio corpo, e para mim isso era quase uma dadiva. Puxei a lança para cima e voltei a girar o corpo, colocando força num movimento até conseguir girar a lamina e cortar o ar para atingir a parte de trás do joelho do gigante, abrindo um talo no lugar. A fera urrou, despertou do transe provocado pelo meu charme e pendeu para frente, caindo por não ser capaz de sustentar o peso com uma perna só.

Aproveitei-me da deixa para correr até a arvore mais próxima, guiar a faca com a telecinese até mim e desenhar ali a runa de fogo que Pipper tinha me ensinado. Cortei a mão sem medo – dessa vez – e pinguei sobre a marca mágica para ativa-la, fazendo nascer ali uma bola brilhante, a qual lancei em direção a fera. O fogo o tornaria mais fraco, o derreteria, terminando meu trabalho antes mesmo que ele começasse de novo, a batalha estava encerrada. Rasguei parte da blusa para limpar o ferimento da mão e estancar o sangue, e só então voltei para o salão de baile, onde Pipper acabara de encerrar seus dois gigantes, me deixando impressionada com sua aura de poder. Aquela criança não decepcionava mesmo.

— Fascinante — Brinquei ao me aproximar, apenas para tocar seus cabelos e bagunça-los de leve. — Sua irmã teria orgulho de você, e aliais, se quiser conhece-la, meu apartamento está de portas abertas, ela é minha namorada — Corei, mas deixei passar essa, Pipper era uma criança, mas eu queria que ela sentisse que – se desejasse – podia ter uma família também. — Não é grande, mas tem um quarto sobrando, e é bem arejado e confortável, então, se quiser ir nos ver um dia, saiba que será muito bem-vinda — Eu me afastei um passo, e sorri, sorri porque senti que algo novo tinha começado, uma nova etapa na minha vida, uma que não era guiada pelo preconceito, ou pela dor.
Poderes:

Nível 16
Nome do poder: Voz Melodiosa
Descrição: Sua voz tem uma melodia que agrada aos ouvidos das outras pessoas. Nem todos escutam a sua voz com o mesmo timbre, será de acordo com aquilo que mais agrada ao ouvinte. Isso facilitará persuasão com pessoas do sexo oposto drasticamente, e com do mesmo sexo influenciará um pouco.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: O poder ativo “charme” do filho de Afrodite/Vênus, ao ser combinado com essa passiva ganha um bônus de força de 20%, podendo causar um estrago ainda maior.
Dano: Nenhum

Nível 11
Nome do poder: Indução ao toque I
Descrição: Ao tocar alguém, a prole da deusa do amor consegue transferir uma pequena quantidade de energia com as mãos para a vítima. Essa energia provoca excitação aguda, deixando a pessoa mais sugestiva a comandos e com desejo espontâneo e repentino pelo semideus. A nível inicial, é necessário um gasto de energia grande para deixar a pessoa com os hormônios sexuais aflorados e, consequentemente, com o lado lógico e do bom-senso afetados.
Gasto de MP: 20 (+10MP a cada turno ativado)
Gasto de HP: 5
Bônus: Nenhum.
Dano: Nenhum.
Extra: Habilidade funciona apenas através do toque, não precisa ser direto na pele. A vítima irá sentir um prazer absurdo e momentâneo. A partir do momento em que o contato é quebrado, a vítima recobra a compostura em um tempo que varia de 1 a 5 minutos.

Nível 12
Nome do poder: Charme II
Descrição: A sua voz começa a ser mais persuasiva, fazendo a pessoa fazer coisas um pouco grandiosas por você. Como: Fazer seus deveres, entrar em uma pequena briga. O efeito só dura dois turnos, depois disso a pessoa fica confusa e para de te obedecer, ao menos que você consiga convencer a pessoa mais uma vez.
Gasto de Mp: 30 MP por turno ativo
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum
Extra: Só consegue confundir e persuadir pessoas com nível inferior ou equivalente ao seu.

Nome do poder: Dicção
Descrição: O campista tem uma ótima dicção, podendo assim convencer monstros e pessoas sobre algo que ele queira.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +10% em poderes ativos que envolvam persuasão com palavras, ou na mente.
Dano: +5% no poder ativo, se funcionar.
Armas:

• Faca de Bronze Celestial [ Uma faca de lâmina curta - cerca de 10 cm - com cabo em madeira envolvido em couro para tornar o manuseio melhor. | Não produz feridas em mortais. | Bronze celestial, madeira e couro. | Sem espaço para gemas. | Alfa. | Status 100%, sem danos. | Comum. | Nível 1. | Item inicial. ]
• Storm [Essa é uma arma que possui quatro aparências distintas. A sua primeira forma é a de dois bastões tendo, por volta, 70 cm de cumprimento. Um bastão é feito de adamantino e o outro é de ouro imperial. Em suas pontas há um sistema integrado que permite a circulação de eletricidade em cerca de quinze centímetros da ponta da arma. Para acionar o sistema de eletricidade, há um botão a ser acionado pela portadora. Quando as bases dos bastões são ligadas, eles formam um único bastão com cerca de um metro e meio, tendo assim a sua segunda aparência e forma. Sua terceira aparência é a de uma lança de lâminas duplas, cada ponta com seu respectivo material (adamantino e ouro imperial). Para ativar essa terceira forma, é necessário segurar no meio do bastão, cada mão em cada pedaço de metal diferente, e girá-los em direções contrárias. Ao fazer isso, o bastão irá desdobrar nas pontas e deixar que as lâminas se formem. Sua última forma é a mais inofensiva, mas bastante útil para o transporte. A arma pode assumir a aparência de um chaveiro com pingente de coruja. Para acionar a arma, basta a usuária segurar o pingente contra a palma e apertá-lo. O pingente irá se desfazer e formar o bastão de um metro e meio | Efeitos: Eletricidade nas pontas quando em sua forma de dois bastões ou um bastão; capacidade de se transformar em um chaveiro de coruja; mutação de forma de um bastão para uma lança de duas lâminas. | Material: Ouro Imperial, Adamantino e Cobre | Resistência: Alfa e Beta | Status: 100%, sem danos | Comum| Forjado por Leo Valdez]
Habilidades aprendidas:

Nome: Perícia em Parkour
Descrição: Parkour é a capacidade de usar movimentos naturais do corpo humano como correr, saltar e escalar combinadas com técnicas específicas que melhoram o desempenho do praticante perante obstáculos do ambiente. Com essa habilidade, o semideus potencializa sua habilidade corporal podendo realizar movimentos complicados e acrobáticos por causa do treino. Pode realizar saltos complexos, pular de um ponto a outro (dentro dos limites lógicos), escalar paredes, andar em locais inclinados, passar por obstáculos do cenário, escalar mais rápido.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +30% em equilíbrio, velocidade e flexibilidade.
Dano: Nenhum

Habilidade: Runa Hagalaz: O semideus poderá fazer uso de tal runa sem ser necessário o uso do grimório, invocando uma bola de escuridão ao desenhar runa em algum local natural (o que inclui o corpo humano) a energizando com sangue. O fogo irá durar um turno. [-10 de hp por corte].
XP TRIPLICADA:

• Play Plus – Sua sorte triplicada? Isso mesmo, toda postagem executada por seu personagem nos próximos 3 dias terá a XP triplicada. (Valido até: 09/06/2017)
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Re: Festival das Estações (Inverno)

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