The Blood of Olympus
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Festival das Estações (Outono)

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Re: Festival das Estações (Outono)

Mensagem por Joshua Dähl Bouwknech em Sex Jun 30, 2017 5:08 pm




everyone is a demon, hell is empty


No dia seguinte, Sofie acordou rodeada de Semideuses. Seu corpo estava estranho, com certeza teve uma hipotermia não-fatal, visto que sentiu arrepios e dormência antes de deitar.  A luz era bem forte, por quanto tempo ficou apagada..?

Tentou mover o corpo, avariada. Sua mão direita estava intacta, sem sequer cicatriz. - Caralho, que demora pra acordar. Tem noção do que são dois dias,
menina? -
comentou uma das vozes, desta vez de uma semideusa. Outras poderiam ser ouvidas, iam de comentários perguntando o estado até sussurros e julgamentos - a prole de Éris piscou os olhos. Sua boca estava seca e seu corpo, absolutamente dormente. Era uma sensação parecida com quando ela acordava após tomar seus medicamentos prescritos. Levantou-se devagar ignorando as vozes que falavam com ela, como se pouco importassem, e sentou-se na cama. O que aconteceu..?

Fechou os olhos, apoiando sua cabeça cabisbaixa  na mão. As vozes aumentavam mais, e ela não conseguia assimilar direito o que falavam. - CALEM A BOCA! - gritou, sentindo sua voz retaliar sua garganta como uma faca, graças à desidratação - provavelmente lhe forneceram água necessária para mantê-la viva enquanto estava apagada. As vozes cessaram. Agora.. o que aconteceu? Os Flashbacks vinham. Aquelas visões daquele massacre piscavam. A bela neve, pintado de vermelho. Ah, sim..

.. sete seres morreram. Quatro humanos, três gigantes de gelo. Ela foi.. a única sobrevivente, não? A única sobrevivente do grupo de semideuses que resolveu revidar aqueles humanoides grotescos que feriam crianças indefesas sem se importar. Deveria se sentir culpada? Sim, a culpa era dela, absolutamente dela. Mas  não sentia remorso, pesar ou algo do tipo. Apenas a mais pura indiferença. Não conhecia nenhum dos quatro, não é? Eram apenas mais cordeiros que eventualmente iriam para o abatedouro, não é? É..

.. ela apenas agiu como um ser humano. - ... ei... - .. mas será que isso significasse que ela estava se tornando um potencial perigo para Dakho? - ... Ei... - .. não queria ser um perigo para Dakho ou Taewoo, eram sua única família restante, não poderia machucá-los, ou então.. - .. EI!
-
e foi com um grito da mesma voz feminina de antes que Sofie saiu desse transe. Olhou ao redor, quatro semideuses. A garota que a chamou tinha provavelmente sua idade. Era ruiva, bem baixa e um pouco acima do peso. Mais ao fundo, uma garota com longos e lisos cabelos escuros e olhos verdes, acoada, imersa em pensamentos. Uma garotinha loira de cabelo curto também estava ali, deveria ter cerca de 7 anos. O último era um garoto negro de cabelos encaracolados, com machucados por todo o corpo.  Ele junto com a ruiva eram os que mais ficaram falando quando ela acordou, disso ela sabia. - Você tá bem..? - comentou a morena de olhos verdes, e depois a criança apenas sorriu para a prole de Éris. Sua cabeça girava um pouco e sua visão ainda estava turva.

A garota ruiva se aproximou. - A gente te achou na neve. Tu tava encharcada de sangue, toda ferida. E o resto da situação.. - ela vira a cara, um pouco enojada - .. você deve lembrar. A questão é, nós ouvimos os boatos do que aconteceu com o moleque que foi sequestrado. por trolls, e disseram que você que lidou com aqueles gigantes. Nós cuidamos de você enquanto tu tava apagada, até chamamos os curandeiros, então precisamos de sua ajuda com algo, e... - antes de completar, Sofie a interrompeu. - Não. Eu agradeço a hospitalidade, mas eu tenho uma vida à prezar. É a segunda vez que eu ajudo as pessoas e não recebo nada além da fama de assassina. Seja lá o que atacou o seu amigo, que é provavelmente disso que tu vai falar eu presumo, vocês se virem. Perdão, mas não vejo benefício nenhum em ajudar. - comenta, e se levanta, tentando esticar um pouco o corpo que estava realmente muito dormente. O garoto ficava quieto, mas não aparentava estar gostando muito da situação. A semideusa ruiva levantava-se também, enquanto as restantes ficavam quietas. - Você murmurou umas coisas bem bizarras enquanto tava apagada, sabia? Incluindo que tinha um irmão aqui. Três garotos já foram mortos por causa desses eventos e muitos saíram gravemente feridos, você sabe se teu irmão tá bem, hein? Nós vimos do que tu é capaz. A maioria das pessoas tem medo demais pra reagir.. - e assim, Sofie gelou.

Ela parou de ouvir tudo após ela comentar de Dakho. Ele estava bem? Será que tinha acontecido algo? Não era possível, não, não tinha como.. Sentiu o coração apertar, uma falta de ar iminente, seu corpo começou à tremer e lhe faltou ar. Não, não, não, não poderia nem cogitar viver sem seu irmão! - Tá. Você me pegou. O que eu preciso saber? - comentou, pressionando a mão sob seu peito, tentando controlar a respiração para melhorar a falta de ar e se acalmar. A garota de olhos verdes a encarou apreensiva, enquanto os outros aparentaram não notar nada. A ruiva continuou. - Os animais tão descontrolados, atacando gente sem razão nenhuma, e não podemos matá-los. Mas talvez você consiga descobrir tudo, já que conseguiu fazer proezas tão mirabolantes.. - comentou, o garoto ferido saiu da sala, comentando algo breve como "vou dormir". - Ignora, ele só tá exausto. - comentou a semideusa. Mas porque estavam perguntando aquilo para ela? Não existiam Semideuses mais capacitados na ilha? -  E porquê eu? Certamente não sou a mais forte aqui. - a ruiva sorriu em resposta. - Tá todo mundo meio disperso, com medo de circular entre as estações. Nós fomos atacados aqui mesmo onde você tá, na parte de outono. Não tem como se comunicar, então é melhor garantir a ajuda de alguém habilidosa como você. Nós não te vimos em ação, mas apostamos nossas fichas em ti.. - completou.

Sofie sorriu de forma irônica. Eles não viram a forma trapaceira como ela agiu, e deixou outros fazerem o serviço sujo enquanto ela apenas finalizou. Tsc.. mas se for pelo bem de seu mano, ela fará. Levantou-se, pediu um banho quente, comida e café. Era dia, e ela partiria à noite. Sempre soube lidar bem com animais, então iria tentar se virar. Imersa em pensamentos, realizou essas tarefas até, eventualmente, estar revigorada.

(...)


Lá fora, pisou calmamente nas folhas secas. A noite já estava ali, o breu sendo barrado pela iluminação da lua, o céu limpo, enfeitado com o brilho estelar. Começou à andar, cantarolando em um tom baixo. Engraçado que quando Dakho a chamou para ir até a Ilha sob a premissa de se divertir ele provavelmente estava considerando as festas, enquanto ela só sentiu algo verdadeiro enquanto lutava. Imersa em pensamentos, anestesiada por causa de pensar demais - as questões morais e filosóficas sobre humanidade que ela ponderava recentemente estavam sobrecarregando-a, então resolveu anestesiar-se emocionalmente disso por enquanto. Seu foco era completar a missão e descobrir se Dakho estava bem, apenas isso.


Após umas horas andando a esmo, ouviu o rosnar de um lobo. Virou-se, e ele rosnava, acuado. Era um Ômega velho,  expulso de sua alcateia e à julgar pela sua pálida pelagem, provavelmente provinha da região de inverno e vagou até aqui. A garota abaixou-se, sempre teve um indescritível jeito para lidar com animais. - Oi. - comentou, abaixando a arma e relaxando o corpo, encolhendo-se para não ameaçar o animal. Seu tom de voz era sereno e calmo, sem representar nenhum perigo. Sabia que logicamente, conversar com animais era idiotice, mas tinha esse costume desde pequena. - Os da sua raça te menosprezaram? Eles fizeram comigo também. Mas sabe, no fundo, é melhor. - ela começou à se afastar devagar. Ouviu algo pisando nas folhas secas atrás de si. Era alguma coisa sozinha, então não poderia ser o resto da alcateia do lobo. - Bom, garoto, você não me atacou, não deve ser dos animais loucos. Tchau, tchau. - e então levantou-se e virou as costas, e seguiu.

Secretamente, aproximou as mãos sombrias de sua Umbracinese das pernas do lobo. Se ele avançasse nela, o pararia - significa que os animais não estão agindo por instinto, mas sim com inteligência. E aí, significaria que estão sob influência externa e que ele é, sem sombra de dúvidas, um dos animais que estava excessivamente agressivo. Com essa estratégia, conseguiria obter mais uma informação: os animais aparentemente ficam individualizados, visto que ele estava desacompanhado.

E em questão de segundos, a prova real dos fatos. O que havia feito barulho antes se revelou na forma de um bode, bode este que corria ferozmente para cabecear Sofie. Ela sabia que bodes tinham costumes diurnos e era absolutamente anormal fazerem qualquer tipo de atividade noturna, e eles quase nunca atacam sem razão. Como ela estava longe, não fazia sentido ele a expulsa de seu território. E foi assistindo programas idiotas do Animal Planet que Sofie chegou à conclusão que um dos animais estranhos estava logo ali. E o lobo? Bem, mordeu sua isca. Logo que o bode avançou, ele também pulou nela - ou melhor, tentou pular nela. Dois animais anormais detectados.

Ela rolou, desviando da investida do bode e riu do lobo que foi parado. - Ah, garoto, você tentou me enganar, não? - e ele apenas rosnou em resposta. Bom, sabia que não podia matar os bichos - que é uma pena, seria bem mais fácil assim - e que tinha interferência interna. Algum tipo de magia, talvez? Ou algum encantador de animais? Esse tipo de coisa existia? Bom, a lógica a ajudou até agora. Mas..

.. só até agora. E assim, prosseguiu, enrolando os animais. De vez em quando jogava espinhos em regiões superficiais para tentar cansá-los a questão é que ela se cansava num passo muito maior. Não tinha opção se não feri-los de forma que sintam-se acuados o suficiente para, bom, talvez demonstrarem outra reação? Talvez quem está controlando eles à distância com algum tipo de feitiço apareça? Talvez encontre um ponto-chave que tem que destruir para recobrar a consciência dos monstros?

Correu, até chegar em uma árvore bem grande. Os animais era rápidos, e quase a alcançavam-na. E quando estavam quase chegando, ela  se jogou no chão e rolou, virou-se para eles e praticamente à queima-rouba, jogou espinhos neles - nos olhos, cada um, um olho. Ambos os animais urraram em dor, obviamente, e pararam. Talvez dor fosse a chave? Sofie considerou essa teoria por um bom tempo. Como ela teve esse "bom tempo"? Bem, os bichos ficaram estáticos por minutos depois disso. Após os urros breves de dor, eles se calaram e pararam. Deixando o sangramento ali, escorrendo. Ainda enxergava com um olho, sim, mas simplesmente pararam. Talvez estavam robotizados? Bom, a prole de Éris consideraria isso em sua linha de pensamento, se eles não começassem à se retorcer de forma grotesca. Ela até pensou que algo ia sair deles e..

.. bem... saiu. Após minutos estáticos e praticamente letárgicos, figuras eclodiam de seus corpos. Mesmo assim, os animais continuavam intactos: como se eles saíssem, e depois o buraco se fechasse sem mais nem menos. Na hora notou que eles tinham recobrado o controle, quando saíram correndo e gritando, acoados. Sofie não soube dizer se ficava aliviada por isso, sentia-se culpada por cegá-los de um olho ou se preocupava com as figuras que se formavam. E foi a terceira opção a mais relevante. Depois de um tempo, as figuras tomavam formas. Eram humanoides desprovidos de roupa, magros. Com uma feição humana, mas não possuíam nariz, eram carecas e com os membros bem mais largos e finos do que o normal. Sofie olhou para eles com repulsa.

- Esta é a primeira vez que nos avista, humana? - diz o monstro, com sua boca se abrindo - uma boca bizarra que ia de orelha à orelha, com dentes afiadíssimos. Eram dois - ambos com olhos azuis, se ela olhasse demais diria até que são espelhos do dela..

.. espelhos da humanidade. - Você avariou os corpos que usávamos, em cerca de cinquenta minutos e dezessete segundos secaremos. Nos hospedaremos em seu corpo. - as aberrações falavam em uníssono, quase como se fossem uma só consciência. Ambos andavam até a direção dela, tinham quase dois metros de altura mas não eram nada robustos como os gigantes. Andavam de forma desengonçadas, até que um olhou para o outro. - .. forma de vida bípede é ineficiente. Estamos adaptados ao estilo de vida quadrúpede, vamos retornar. - e então, bem.. eles apoiaram seus enormes e deformados braços no chão, e andaram usando os membros como quatro patas. Aquilo, sinceramente, foi bizarro, mas Sofie não se afetou. - Eu não sei o que vocês são, podem se chamar de demônios, bestas ou sei lá o quê. Parecem portar inteligência, mas... - ela sorri, sacando Purgatory Sword - .. lamento-lhes informar, minha espécie já roubou o posto e o título de demônio. Matar três pessoas? Pff. Eu mantei quatro por pura inconsequência. Vocês deveriam se envergonhar. - e então calmamente fez uma postura de luta. Os monstros tinham os braços e as pernas realmente muito grandes, por isso a fraqueza deles era muito óbvia. Eles se aproximavam andando sob quatro patas, deixando muito espaço para ela esquivar e deixando sua barriga exposta. Enquanto um veio e pulou nela, tentando a agarrar, ela apenas se encolheu e rolou - o espaço largo que ele deixava permitia uma esquiva fácil se você não ocupa muito espaço. Assim que ficou bem posicionada, simplesmente enfiou a lamina neles e saiu rasgando seu corpo franzino. O outro olhou para o seu parceiro com indiferença - aparentemente eram apáticos. Ele aproveitou que Sofie eliminou um, e atacou-a em sua brecha.

Aquilo foi doloroso. Ele atravessou sua pele como se fosse manteiga, rasgando ela com suas mãos que sequer tinham unhas. A garota gemeu de dor, mas novamente, adrenalina sempre resolve esse tipo de situação. Estava sangrando muito - seu estômago estava ferido -, mas seguiu. Usou a Umbracinese e o prendeu quando ele tentou pular nela para finalizá-la, e ele caiu no chão, reto. Ela simplesmente pulou com a espada e fincou em sua cabeça, finalizando a vida do suposto demônio.

No fim, não sabia se Dakho estava bem e estava com um ferimento mortal. No fim, realizou tudo de forma automática, sem questionar, graças à exaustão mental. Será que morreria ali? Será que aquilo fazia sentido? Viver fazia sentido? Será que..?

(...)

Será? A garota caiu após boa parte caminhando até o local de retorno. Sua memórias vagas eram dela sendo socorrida e tratada, de pessoas gritando que se não tivessem urgência ela morreria de hemorragia. Cada piscada era como se fosse apenas um segundo de consciência perante à minutos desacordada. Viu Dakho encará-la tristonho e chorando. Viu os semideuses parabenizando-a porque sua espada estava cheia de sangue mas sentindo muito por seu estado. Viu muitas coisas, e no fim apagou.

Sem perguntas, sem questões. Ela encarou a morte, e sorriu para ela - mas não era sua vez. Não, ainda não. Logo, acordaria novamente, era só questão de tempo...

... por hora, dever cumprido.

Spoiler:
Nível 1
Nome do poder:  Apreciadores da Discórdia
Descrição: Os filhos de Éris/Discórdia são parcialmente conhecidos por serem bastante impiedosos, do tipo que gostam de ver “o circo pegar fogo”, ainda mais se forem eles mesmo que causaram o “incêndio”. (Isso depende muito da pessoa, alguns de seus filhos podem ter não herdado sua maldade.)
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum

Nível 2
Nome do poder: Cura do Pomo I
Descrição: Inicialmente comer uma maçã - um dos símbolos de sua mãe - poderá lhe dar um pouco mais de energia e fazer você se sentir revigorado, mas nesse nível não é nada muito elaborado.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: + 10 HP e + 10 de MP
Dano: Nenhum

Nível 3
Nome do poder: Energia
Descrição: Caso haja um clima de discórdia, vingança ou ira no campo de batalha, você irá se sentir mais forte e revigorado.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: + 5 de HP e + 5 de MP.
Dano: Nenhum

Nível 4
Nome do poder: Perícia com facas e lanças I
Descrição: Os filhos de Éris/Discórdia possuem habilidade tanto com armas que conferem certa distância quanto com armas de curto alcance. Nesse nível ainda é algo muito simples e sua habilidade se destaca, mas está longa da perfeição.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: +20% de assertividade no uso de uma dessas armas.
Dano: +5% de dano.

Nível 5
Nome do poder: Ambidestria
Descrição: Éris/Discórida era braço direito de Ares, por isso - ao menos com armas - seus filhos são ambidestros. Tendo habilidade de manuseio com ambas as mãos.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Mesmo estando com uma arma na mão dominante, conseguira usar outra na mão oposta sem qualquer problema.
Dano: Nenhum

Nível 7
Nome do poder: Causador de Discórdia I
Descrição: As proles dessa deusa são ardilosas e, nesse nível, contam mentiras que parecem muito verídicas, podendo fazer o oponente ficar levemente confuso.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Torna poderes de ilusão, mentiras e discórdia através de palavras e da mente 15% mais fortes.
Dano: +5% de dano se o semideus conseguir fazer com que caiam em sua teia de mentiras e ilusões.

Nível 9
Nome do poder: Bom ator
Descrição: Devido a sua habilidade em contar mentiras, você acaba sendo um improvisador nato e essa habilidade pode lhe ser muito útil para sair de momentos difíceis.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +10% de força em poderes ativos que necessitem de persuasão, ilusão ou mentiras. +15% de chance de sair de uma situação complicada usando tal habilidade.
Dano: Nenhum

Nível 10
Nome do poder: Reconhecimento de mentiras
Descrição: Nada melhor do que um bom mentiroso para reconhecer outro, certo? Desde que o oponente não acredite na mentira que está contando, você poderá descobrir que a história dita não passa de uma falácia.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Não será afetado por mentiras, pois, sempre sabe quando alguém está mentindo ou tentando engana-lo.
Dano: Nenhum

Nível 12
Nome do poder: Aprimoramento de força
Descrição: Como Éris/Discórdia acompanhava Ares/Marte em batalha, seus filhos conseguem aumentar sua força de modo que ela se compara a da prole do senhor da guerra, ficando abaixo apenas de tais crias.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +15% de força em batalha.
Dano:  +5% de dano se os golpes acertarem.

Nível 13
Nome do poder: Estrategista Habilidoso
Descrição: De tanto criar mentiras você começa a se tornar um bom estrategista, sendo capaz de criar estratégias de batalha quase tão eficientes quanto a das proles de Atena.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +20% de chance de que seus planos funcionem conforme o esperado.
Dano: Nenhum

Nível 15
Nome do poder: Perícia com facas e lanças II
Descrição: Agora a sua habilidade começa a se aperfeiçoar ainda mais e você com toda certeza passa a ser um dos destaques no uso de ambas as armas.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: +35% de assertividade no uso de uma dessas armas.
Dano: +15% de dano.

Nível 16
Nome do poder: Furtividade I
Descrição: Os filhos de Eris/Discórdia tendem a ser bastante espertos, furtivos, devido as palavras venenosas e da má sorte que instalam ao seu redor. Isso faz com que consigam se esquivar mais facilmente, e se locomover sem serem notados com facilidade, podendo evitar fazer barulhos, ou serem detectados.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +15% de furtividade em luta. +20% de chance de pegar o inimigo de surpresa.
Dano: Nenhum

Nível 17
Nome do poder: Resistência à Pressão
Descrição: Como Éris/Discórdia foi ao Tártaro, seus filhos possuem a capacidade de suportar grandes pressões/variações bruscas de pressão sem sofrer algum tipo de dano colateral.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Podem resistir a grandes pressões sem sofrer danos.
Dano: Nenhum

[spoiler]Nível 14
Nome do poder: Umbracinese II
Descrição: O semideus aprimorou sua força, e aprendeu a controlar as sombras mais fervorosamente, consegue faze-las se enroscar entre as pernas de seu oponente, e prendê-lo até a cintura, enquanto estiver com o poder ativo, os membros inferiores do inimigo, ficarão totalmente imobilizados, ou seja, pernas, pés, e quadril, não conseguirão se mover enquanto estiverem presos pelas sombras. Ainda não consegue usar as sombras para ferir seus oponentes.
Gasto de Mp: 15 MP por turno ativo
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum
Extra: Nenhum

Nível 6
Nome do poder: Espinhos II
Descrição: O semideus consegue invocar espinhos medianos, feitos de energia sombria na ponta dos dedos, e lança-los em direção ao inimigo, causando um estrago maior.
Gasto de Mp: 5 MP cada espinho
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: 10 HP (cada espinho
Extra: Consegue criar até 3 espinhos por vez



valeu @ carol!



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Re: Festival das Estações (Outono)

Mensagem por Victor Phendragon em Sex Jun 30, 2017 5:30 pm

Demônios à solta
Nyx/Nox não ficou feliz com a comemoração dos semideuses, ela tem se infiltrado aos poucos nos corações dos semideuses e vem conquistando uma boa parte de seguidores, mas é claro, que ela não perderia a chance de acabar com a festa. Assim sendo soltou alguns demônios pela ilha, mas não qualquer tipo de demônio, esses em especiais se instalam em corpos para sobreviver, ou seja, eles estão tomando os animais a força, invadindo seus corpos e tomando suas mentes. Nas últimas duas horas já foram registradas três mortes em diferentes partes da ilha, e claro, que o rumor de que algo maligno se instalou no local já correu por todas as estações, deixando os semideuses mais afoitos, desesperados e inquietos. Ninguém consegue descobrir o mal, pois eles estão muito bem escondidos, e só se revelam na hora do ataque, logo, desvendar esse mistério não é tão fácil. Sua missão é descobrir quem são os animais que foram tomados pelos demônios (são dois demônios, irmãos gêmeos) e obriga-los a deixar os corpos, tomando suas formas originais para serem mortos, salvar os animais que foram possuídos, e melhor, salvar os habitantes da ilha.
Requisito: Mínimo nível 15
Recompensas até: 8.000 XP + 8.000 Dracmas + 2 flores, 1 floco de neve, 1 folha seca, 1 gota de chuva.



Missão Fixa
.

Demônios a solta

Desde os últimos ataques dos demônios ao senhor do tempo, me dispus a fazer uma ronda pela ilha em busca de causadores de problemas, que estão frequentemente rondando e atrapalhando a todos na ilha. Nyx não está muito contente com a alegria de todos na ilha  e está mandando seus demônios para atacar campistas indefesos. Meu dever é evitar estes ataques.

Eu já estava a pouco mais de duas horas, dando uma volta no bosque do outono com uma fadinha de guia, quando ouço gritos apavorados pedindo por ajuda. Corro o máximo que posso para o local e me deparo com a cena de dois lobos atacando uma garota após terem dado fim a outras três vítimas. A pequena, de cabelos rosáceos e vestindo um colete amarelo com sapatos coloridos está caída, indefesa. Não parece ter mais do que doze anos de idade. Os lobos a cercam, estão a emboscando para darem o bote, mas eu me antecipo e salto tomando os céus com minhas asas e disparando uma rajada de penas perfurantes contra os lobos. Algumas delas se cravam no solo mas a maioria se crava nos lobos.

Ao me ver em pleno ar, com minhas asas brilhantes e minha espada Angel em punho, a garota se sente mais calma, me olhando com um olhar agradecido e impressionado.

- Um anjo. – Ela balbucia, ainda sem acreditar, limpando seus olhos para ver se eu realmente era de verdade e estava ali para ajudá-la, não crendo no que via.

- Pequena fuja, eu cuido deles. – Falo para ela, planando a sua frente, como um escudo humano, enquanto a garota se levanta e sai correndo em direção aos alojamentos.

Os lobos recuam um pouco e com suas presas, retiram algumas das penas cravadas em seus corpos, deixando um pouco de sangue escorrer. Não joguei as penas com força, pois sei que estes animais estão apenas possuídos e que não possuem culpa disto. Não queria feri-los

- Vamos lá, quem são vocês desta vez? O Tico e o Teco? Sabem que dois lobinhos não vão dar conta. Saiam e briguem de verdade. – Falo de forma audaciosa e até provocante, os instigando a abandonar os lobos que estava possuindo.

- Então você sabe de nós? Entendi. – Fala um dos lobos quando uma sombra se desprende de seu corpo e se materializa em sua forma demoníaca, um humanóide comum, mas com laminas no lugar de braços e uma calda como um chicote. O segundo demônio deixa o corpo do outro lobo a partir de sua sombra, em uma forma mais animal que o outro, como um tigre cinzento e com uma cobra no lugar da calda.

Ambos se preparam para me atacar e se dividem, um vindo pela minha esquerda e outro pela minha direita. Espero que se aproximem de mim para realizar meu movimnto. Quando ambos que aproximam o suficiente,  invoco duas adagas e energizo-as com minhas forças bélicas e lanço contra meus inimigos. O humanóide usa a lamina do braço direito para desviar a arma, mas ao toca-la, esta explode levando o braço do demônios consigo. O tigre desvia do lançamento que explode ao atingir uma arvore atrás dele.

A criatura grunhi e agoniza sem seu braço, caindo no chão enquanto eu e o tigre travamos uma batalha feroz. Ele é rápido. Mais rápido que eu, o que me obriga a desviar e rolar o tempo todo, usando de agilidade nos és para garantir minha esquiva. Suas garras visam meu corpo constantemente enquanto sua calda tenta me atacar pelo pontos cegosde seus movimentos. De alguma forma reconheço seus padrões ardilosos de ataque e posso os evitar, até que vejo, como uma caminho luminoso uma forma de vencer meu oponente. Quando a calda em formato de cobra visa atingir meu pescoço, deslizo meu pé de lado, mantendo o direito no lugar, me colocando em uma base de espada mais baixa, agachando meu corpo e com um corte limpo, me ergo novamente com Angel em minhas mãos, forçando um corte reto, de baixo para cima que decepa a calda da fera.  Com a dor a criatura hesita e recua um pouco.

Neste momento sou alvejado pela lamina no braço de meu segundo oponente que me corta o braço de forma superficial, já que por sorte, desviei de lado quando notei o barulho do amassar das folhas secas caídas no solo atrás de mim. Trocamos golpes de espada que me obrigam a recuar. Ele é bastante habilidoso com sua arma e como um espadachim, não desvia os olhos de seu alvo, prevendo seu movimentos através do movimento de sua orbita ocular que oscila para o lado que vai atacar ou depfender acompanhando os movimentos do inimigo e apenas guia seu corpo para se ajustar ao oponente. Ele é um espadachim formidável, mas eu sou um semideus.   Uso minha habilidade ocular, herdada de meu pai, Eros, e meus olhos mudam de cor como caleidoscópios tornando-se rosáceos e hipnotizam meu alvo que tem suas narinas e olhos nublados por um aroma adocicado e forte, enquanto sua visão fica turva como se uma nuvem rosa tomasse a região. Me aproveito deste único instante de entorpecimento dos sentidos de meu oponente e corro em sua direção. Com sua audição ele nota minha aproximação e aplica um corte horizontal a frente que teria me decapitado se eu não tivesse me jogado no chão e me aproximado rolando para seus pés no último instante. Apoio meu pé firmando minha perna e meu joelho, erguendo minha espada em direção ao queixo de meu alvo e me levanto em um movimento súbito de estocada ascendente com minha espada, cravando minha lamina no crânio de meu oponente, dando fim a sua vida.

Com um salto me afasto de meu inimigo recém morto para evitar que seu sangue ácido escorra em mim, como anteriormente já aconteceu, e corroa meu corpo. Deixo Angel cravada em meu alvo para retirar de seu corpo quando ele cair. Porém, sou atacado pelas costas pelo segundo demônio que se parece com um tigre,  que salta e crava suas garras em minhas costas e quase me morde se não fosse eu ter me deixado derrubar e roladomeu corpo para frente junto ao dele, lutando no chão até nos chocarmos contra uma arvore e nos separarmos. Apesar de termos nos separado, bato minha cabeça na arvore com certa força e fico um pouco tonto. Tonto por tempo o suficiente que permite ao meu oponente saltar novamente sobre mim. Coloco meu pés a frente de seu salto, forçando seu peito para trás enquanto ele tenta me morder de forma feroz. Uso meus braços para segurar suas patas o quanto posso, mas estou ficando cansado. Tento um ultimo movimento antes que a força animalesca de meu oponente me vença. Invoco uma adaga em minha mão esquerda e com um jogo de corpo e um soco em meu oponente enfio a adaga energizada na boca que tentava me abocanhar a todo custo, cravando-a níveis de sua boca. Um dos dentes da feras rasga a carne de meu braço no processo, mas isto é o de menos.

Abraço sua cabeça contra meu peito para que não abra mais sua boca enquanto suas garras laceram a carne de meus braço e de minhas costas. Com minhas pernas me agarro o corpo de meu oponente até que minha adaga, com menos energia do que o normal, para que eu não seja atingido, explode dentro da boca de meu oponente, estourando seus miolos por dentro, sem romper o crânio. O solto rapidamente antes que o sangue que escorre por seus olhos, boca e narinas me atinja, e o deixo cair.

Me afasto de seu corpo que assim como o outro, se transforma em uma poça escura e gosmenta antes de sumir. Não posso não pensar em como isto é nojento. Angel está caída nas folhas, limpa, sem o sangue de meus alvos que desmaterializaram seu corpo após suas mortes. Apanho-a em minhas mãos limpando sua lâmina branca com um brilho vermelho de possíveis sujeiras e a guardo em minhas costas. Infelizmente, mais três garotos haviam morrido, mas consegui salvar a garota apesar das outras perdas. Ao chegar nos alojamentos, a pequena de cabelos rosados me agradece aosbchoris poucos antes de eu ir a enfermaria cuidar de meus ferimentos. Infelizmente não pude salvar os amigos dela, e ficarei com esta culpa pela eternidade.

Passivos de Belona:
Poderes Passivos
Nível 1
Nome do poder: A arte da guerra
Descrição:  Filhos da deusa da fúria da guerra, esses semideuses possuem um conhecimento apurado em estratégias básicas e de sobrevivência. É similar a um instinto, uma intuição, uma sequência de pensamentos que permitiam ao romano a analisar o combate como se fosse uma arte. Graças a isso, raramente entra em estado de desespero quando situações de risco surgem.
Gasto de Mp:  Nenhum
Gasto de Hp:  Nenhum
Bônus:  Conseguem elaborar planos e estratégias, assim como não são abalados com a eminência de um combate ou situações de perigo.
Dano: Nenhum
Nível 2
Nome do poder: Perícia com Espadas I
Descrição: Constantemente o atributo de Belona é a espada. Filhos dessa deusa possuem facilidade com esse tipo de arma e suas derivações. Mesmo sem nunca terem usado uma espada, o semideus conseguirá se sair bem em seu manejo e no improviso.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +15% de assertividade no manuseio da Espada.
Dano: + 10% de dano ao ser acertado pela arma do semideus.
Nível 3
Nome do poder: Combate não Armado
Descrição: A prole da deusa Belona tem um vasto conhecimento sobre combates. Seu corpo e seu espíritos foram forjados para o combate. Assim, eles possuem a capacidade de luta corporal muito elevada, sabendo técnicas marciais mesmo que nunca tenha realizado uma aula sequer antes. As técnicas podem ser utilizadas para a elaboração de movimentos complexos, como mortais, piruetas, ataques acrobáticos e golpes que requeiram uma grande elasticidade.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum
Nível 4
Nome do poder: Ambidestria
Descrição: A ambidestria nada mais é do que a capacidade de se usar ambas as mãos como predominantes. Tanto a mão destra quanto a canhota possuem um desenvolvimento motor elevado, permitindo o manejo de equipamentos e, principalmente, armas. Assim sendo, filhos da deusa da guerra conseguem manusear com perícia duas armas ao mesmo tempo ou alternando as mãos.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Conseguira manusear duas armas com naturalidade, desde que essas não precisem das duas mãos para ser empunhadas (ex: podem usar uma espada curta em cada mão, dois machados mais leves, duas adagas), lutando com a mesma destreza que lutaria apenas com uma arma.
Dano: Nenhum.
Nível 5
Nome do poder: Corpo Guerreiro I
Descrição: O filho de Belona tem o corpo preparado para a guerra e combates de longa duração. Seu metabolismo e funcionamento é diferente de qualquer outro semideus, tendo assim os componentes biológicos potencializados. Isso oferece maior resistência corporal (diminui o cansaço físico e a dor de impactos no corpo), imunológica e permite que a hipercinesia não cause sobrecarga cerebral ou muscular.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +15% em resistência corporal, +20% de imunidade a infecções e venenos.
Dano: Nenhum

Ativos de Belona:
Poderes Ativos
Nível 1
Nome do poder: Odikinesis I
Descrição: Habilidade de manipular as emoções de guerra, tais como ódio, raiva e fúria. Com isso, o semideus filho de Belona consegue implantar uma emoção no inimigo, o atingindo como uma onda inexplicável do sentimento. É preciso estar tocando ou mantendo contato visual para que a habilidade funcione.
Gasto de Mp: 5MP (por turno ativo)
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum
Extra: Consegue afetar apenas uma pessoa.
Nível 2
Nome do poder: Brechas
Descrição: Ao concentrar o olhar no ataque dos inimigos o semideus consegue invocar uma aura ao redor do corpo que serve como uma espécie de radar, e então ao conseguir invocar essa aura poderá detectar uma brecha ou um ponto fraco no armamento do inimigo, e desarma-lo.
Gasto de Mp: 30 MP
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: A critério do narrador
Extra: Nenhum
Nível 3
Nome do poder: Bombas de Energia I
Descrição: Ao tocar um objeto qualquer – de sua escolha – poderá fazê-lo se transformar numa espécie de explosivo. O objeto será rodeado por uma aura vermelha, e ao atingir o inimigo explode causando um dano considerável. Nesse nível só consegue fazer pequenos objetos vivarem explosivos – como pregos, parafusos, pedras pequenas ou etc – que funcionam como bombinhas e não causam muitos ferimentos.
Gasto de Mp: 10 MP (cada vez)
Gasto de Hp:Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: 15 (Cada uma)
Extra: Nenhum
Nível 5
Nome do poder: Summon Weapons I
Descrição: Belona era conhecida pela sua capacidade de invocar armas durante suas batalhas. A prole da deusa nesse nível consegue invocar armas pequenas e de resistência sigma. As armas irão retirar os danos referentes ao metal que a constitui e apareceram próximo do corpo do semideus. Essa habilidade é possível graças a telumkinesis. Duração de 2 turnos.
Gasto de Mp: 10MP (por arma invocada)
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum
Extra: Consegue invocar armas pequenas como adagas e facas, realizando no máximo 2 invocações por turno.

Passivos de Eros:
Poderes Passivos de Eros
Nível 5
Nome do poder: Pequeno Corajoso
Descrição: Filhos de Eros/Cupido são extremamente audazes, ousados e destemidos. Não importa o inimigo os semideuses não se sentirão intimidados pela aparência ou potencial do inimigo.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Poderes relacionados a intimidação e medo, são 50% menos efetivos com filhos de Eros.
Dano: Nenhum
Nível 8
Nome do poder: Mira do Cupido
Descrição: A principal arma de Eros/Cupido e sua mais famosa era o arco-e-flecha, no qual Eros/Cupido acertava os deuses e mortais, criando e desfazendo casais. Por conta disto, os filhos de Eros/Cupido possuem uma mira muito boa, comparada a dos filhos/seguidores dos Gêmeos Arqueiros. Isso não funciona apenas com flechas, mas com facas, e armas de arremesso.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +30% de chance de acertar pontos críticos em lançamento de armas, arremesso de armas, como facas, adagas, lanças e flechas.
Dano: Nenhum

Poderes Ativos de Eros:
Poderes ativos de Eros
Nível 23
Nome do poder: Asas II
Descrição: As asas dos filhos de Eros/Cupido, cresceram conforme o esperado, seu desenvolvimento foi grande, e ele ficou mais forte, assim como suas asas. Agora, quando elas se abrem, se expandem de forma grandiosa, brancas e reluzentes, te deixando com a aparência semelhante à de um anjo, tais asas, possuem uma força considerável, e seu brilho, causa certa dificuldade aos inimigos que olham para você. Eles ficam encantados pela estranha aura emanada pelas suas asas, agora já consegue voar livremente.
Gasto de Mp: 20 MP por turno ativo.
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: 3 HP por turno ativo (só afeta se os inimigos te encararem diretamente, pois o dano, é nos olhos, no rosto, causa queimação e incomodo).
Extra: Nenhum

Nível 30
Nome do poder: Chuva de Penas
Descrição: Com o crescimento de suas asas, o semideus passa a descobrir outros tipos de ataque/defesa, provindos dessa. Nesse nível, já consegue disparar uma sequência de penas cortantes de suas asas. Elas se soltam, e voam em direção ao inimigo – algo semelhante a dardos, só que feitos de pena – o atingindo, e causando um dano considerável.
Gasto de Mp: 3 MP por pena
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: 5 HP por pena
Extra: Só consegue lançar no máximo, 10 penas.

Nível 36
Nome do poder: Olhos de caleidoscópio III
Descrição: Eros/Cupido, possui a capacidade de mudar a cor de seus olhos, e assim como o pai, os filhos herdam essas características. Nesse nível, conseguem mudar a cor dos olhos para um azul intenso, muito claro e brilhante. Qualquer um quem olhar para os seus olhos nesse tom de rosa intenso, deixando a prole do deus do amor mais intenso. Um perfume afrodisíaco tomara conta das narinas do oponente da prole de Eros/Cupido, ao fitar seus olhos, e entorpecera seus sentidos, deixando seus olhos nublados, e o olfato prejudicado por um curto período de tempo.
Gasto de Mp: 40 MP
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: 15 HP
Extra: Só conseguira sentir o cheiro do perfume, de mais nada, a visão é reduzida em 50%.




Play Plus Ativo

Avaliação da Arcus
Comentários e avaliação:
Critérios de avaliação: à esquerda (◄) valores totais, à direita (►) valores recebidos.
50% - Enredo e coerência de batalha - 40% ► Alguns trechos me deixaram confusa, mas a sua escrita tem melhorado significativamente, meus parabéns!
20% - Gramática e ortografia - 5% ► Meu pequeno, você melhorou muito a sua escrita e narração, principalmente em questão de batalha, mas ainda está cometendo erros críticos com conjugação verbal, concordância verbal e nominal e alguns erros, que acredito eu, são de digitação.
30% - Criatividade - 30%


Recompensas:18.000 XP + 6.000 Dracmas + 2 flores, 1 floco de neve, 1 folha seca, 1 gota de chuva.

Triplicador contabilizado

Atualizado por Vênus


Última edição por Victor Phendragon em Sab Jul 01, 2017 9:31 am, editado 1 vez(es)


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Re: Festival das Estações (Outono)

Mensagem por Emmanuelle S. Henz em Sex Jun 30, 2017 8:27 pm



Incêndio
VAMOS FINGIR QUE SABEMOS AMAR E QUEM SABE UM DIA PODEREMOS APRENDER
São poucas as vezes que vemos semideuses como Emmanuelle relaxarem, mas a sensação de abrir as asas sem um rumo qualquer, é simplesmente libertadora. Manu não costuma agir assim, sair sem rumo e sem procurar por nada, abrir as asas por diversão, por gostar de sentir o vento acariciar seu rosto, sem saber o que vai encontrar pelo caminho, mas fez mesmo assim.  Algo a inspirou a dar um passeio naquela manhã, algo ainda desconhecido, uma sensação de paz, de conforto que a obrigou a abrir as asas e sair sem um destino previamente defino. O cheiro a fazia lembrar de casa, era pipoca, chá, chocolate... o frio era gostoso, pois não era violento dentro do outono, era apenas, reconfortante.

Manu esticou as asas, deu uma pirueta no ar apenas para se exibir, e então voltou a planar, abrindo os braços para sentir o vento bagunçar seus cabelos e lhe acariciar o rosto mais uma vez. Ela sorriu, um sorriso de canto que normalmente a deixava com um ar instigante e misterioso, fazendo as pessoas ao seu redor olha-la de uma maneira diferente, mais curiosa talvez.  Dali de cima Manu tinha uma visão completa do vale, podia ver o riacho próximo a clareira, podia ouvir os pássaros cantando acima das arvores, e podia observar os semideuses entretidos no cinema ao ar livre. Assim como podia descrever as cores gritantes que se formavam entre as folhas e as arvores, o amarelo meio queimado do lugar seco, o verde no gramado, a terra escura, os animais que por ali andavam, tudo era confusão estranha, engraçada e natural. Era lindo.

A jovem avançou e planou um pouco mais abaixo do território da montanha, e foi aí que acabou captando os sinais de fumaça e fogo na clareira perto do riacho. Curiosa acabou avançando de maneira mais rápida, obrigando as asas a forçarem um voo rápido em direção ao local afetado pelo fogo. Os gritos preencheram seus ouvidos no minuto em que seus pés pousaram sobre a terra, muito perto do lugar atingido pelo fogo. Uma semideusa mais nova grudou em seu braço e apontou a direção a uma criaturinha pequena, que lançava bolas de fogo contra alguns campistas que tentava intercede-la, ali estava o causador daquela confusão.

— Você, fique aqui tudo bem? Se afaste o máximo que conseguir, vou pegar a criatura e tentar conter as chamas, vá pedir ajuda, depressa! — Manu tinha acabado de entrar no modo líder, abandonando a postura relaxada e a deixando de lado até conter a situação. Não era simples, as chamas cresciam e se espalhavam ao redor da floresta rapidamente, e a falta de umidade do local só as incentivava para que elas se espalhassem mais rápido. A fumaça era densa, impedia a garota de respirar corretamente, mas se existia uma semideusa capaz de lidar com aquela situação, esse semideus seria Emmanuelle.

— Saiam daí! — Manu gritou, correndo em direção ao meio da campina para ajudar os outros semideuses. — Saiam depressa — A garota agia rápido, tomou a frente da situação em questão de segundos e invocou uma jaula de gelo para prender a criatura que estava causando a confusão. Os elementos eram opostos, logo, moldar o gelo e invoca-lo para deter o pequeno ser de fogo parecia algo que o seguraria por tempo suficiente para que Emmanuelle pudesse deter as chamas.

A garota era parcialmente imune ao fogo, mas poderia se ferir se fosse atingida por fumaça ou chamas demais, logo, não tinha tempo a perder pensando em saídas rápidas, precisa agir. A garota posicionou ambas as mãos sobre a terra, sentiu o ventre contrair e fisgar de um jeito doloroso, então fez força para invocar a maior quantidade de gelo que conseguia e guia-la em direção as folhas e as arvores para apagar o incêndio. Não foi algo simples, exigia muito poder de si, a fazia tremer dos pés à cabeça, deixava cada músculo do seu corpo dolorido, e também a fazia sangrar pelo nariz. Mas funcionou, as chamas foram contidas em pouco tempo, e Emmanuelle desabou sobre a terra, sendo amparada por uma desconhecida.

— Obrigado — A jovem murmurou, Manu acenou com a cabeça, ainda se recuperando pelo gasto em massa de energia. Não poderia usar as asas por bom tempo, e certamente precisaria chamar Molly ou Sandy para ajudá-la a voltar ao acampamento improvisado das caçadoras.

— O ser de fogo? — Foi a primeira coisa que Manu perguntou, afinal, apesar de tê-lo prendido, sabia que tinha sido uma solução temporária.

— Lidamos com ele, vamos devolve-lo a floresta do verão — Manu assentiu, e aceitou a ajuda da garota de bom grado, afinal, mesmo uma guerreira poderosa um dia podia ceder e cair, com ela, isso não era diferente.
Passivos:

Nível 2
Nome do poder: Bronze celestial
Descrição: Esse é dos matérias principais usados nas armas de Poseidon/Netuno, por ser um material comum para armamentos dos mares e não adquirem ferrugem, o filho de Poseidon/Netuno que lutar com armas de bronze celestial ganhara um bônus de força em campo de batalha.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Quando o semideus lutar com armas feitas de bronze celestial ganha +10% de força
Dano: 5% de dano a mais se o adversário for acertado pela arma do semideus.

Nível 12
Nome do poder: Temperatura
Descrição: A temperatura da água não afeta o semideus, independentemente de estar quente, fria, ou congelada, para ele não fara diferença, pois não sente da mesma forma que os demais semideuses, humanos, monstros e etc.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp:  Nenhum
Bônus: Não é afetado pelas mudanças bruscas na temperatura da água.
Dano: Nenhum

Nível 42
Nome do poder: Pericia com Espadas III
Descrição: Você se tornou um mestre com essa lamina e agora pode usa-la para atacar se defender, também consegue desarmar inimigos com mais facilidade e dificilmente deixa que tirem a lamina de suas mãos.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +100% de assertividade no manuseio da espada.
Dano: + 45% de dano ao ser acertado pela arma do semideus.

Nível 1
Nome do poder: Sentidos Aguçados
Descrição: Os sentidos são essenciais em uma caçada, de maneira que, tais semideuses, ao juntarem-se a Ártemis, desenvolvem os sentidos, passando a enxergar, ouvir, sentir etc. muito bem, seja durante o dia ou durante a noite.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: +15% em todos os sentidos.
Dano: Nenhum.

Nível 12
Nome do poder: Conhecimento Bélico
Descrição: As caçadoras naturalmente acabam adquirindo um grande conhecimento sobre armas, sejam brancas ou de fogo.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Nenhum.
Dano: Nenhum.

Nível 13
Nome do poder: Força
Descrição: Ao lutarem em um ambiente natural, como florestas, a força da semideusa se torna maior, pois estão no local que as fortalece. Sendo mais difícil derrota-las.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: + 30% de força ao lutarem em florestas.
Dano: Nenhum.

Nível 23
Nome do poder: Influencia da Lua
Descrição: Como seguidoras da Deusa Ártemis, as caçadoras se tornam, naturalmente, ligadas a lua. De maneira que, em cada fase da lua, a caçadora demonstra determinada aptidão distinta. Como se seu corpo seguisse o calendário lunar.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Lua nova: Período propício estudos, pesquisas, atividades em grupo, concentração, meditação, autoconhecimento, novas ideias, crescimento, expansão, emprego, etc.
Lua crescente: Magias que favoreçam desenvolvimento, crescimento, prosperidade, expansão, adiantamentos, começos, etc.
Lua cheia: Ótima para amor, fertilidade e obtenção de luz. A Lua Cheia é uma fase especial em que todo tipo de poder tem seu efeito potencializado.
Lua minguante: Momento de dissipar energias; desintegração, reflexão, exorcismos, etc. Durante a Lua Minguante não é aconselhável realizar nenhum tipo de magia relacionado a construção, amor, dinheiro, etc.
Dano: Nenhum.

Nível 27
Nome do poder: Resistência
Descrição: Como imortais e habituadas a movimentação extrema as caçadoras passam a desenvolver uma resistência acima da média, podendo passar mais tempo em corridas e em batalhas, sendo difícil cansa-las.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: + 30% em resistência.
Dano: Nenhum.

Nível 30
Nome do poder: Habilidade em batalha
Descrição: Tais semideuses tornam-se habilidosas em batalhas, conhecendo pontos fracos de monstros, assim como seus movimentos passam a ser limpos e rápidos, tanto utilizando arcos como facas/adagas. Sendo extremamente evasivas no combate corporal, assim como assertivas.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: + 50% de velocidade em combates corporais.
Dano: Nenhum.
Benção:

Cartas de dominação: Como campeã do campeonato realizado pela deusa do gelo, a semideusa adquiriu uma nova arma. Trata-se de três cartas que dão a menina o poder de dominar o gelo, podendo transforma-lo em arma ou usa-lo de outra forma. A primeira carta é a utilizada para que se transforme o gelo em arma. A segunda é a dominação do gelo, podendo esculpi-lo no que se bem desejar. A terceira e mais poderosa é a que da ao portador a habilidade de se tornar um semi rei do gelo, fazendo com que o mesmo domine todas as formas de tal elemento.
Triplicador:

• Play Plus – Sua sorte triplicada? Isso mesmo, toda postagem executada por seu personagem nos próximos 3 dias terá a XP triplicada. (Valido até 30/06/2017)

Thanks Panda


Avaliação da Arcus
Comentários e avaliação:
Critérios de avaliação: à esquerda (◄) valores totais, à direita (►) valores recebidos.
50% - Enredo e coerência de batalha - 50%
20% - Gramática e ortografia - 20%
30% - Criatividade - 30%

Recompensas: 10.500XP 3.500 dracmas 2 Folhas Secas e 1 Gota de chuva

Triplicador contabilizado

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Emmanuelle Sophie Henz
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Re: Festival das Estações (Outono)

Mensagem por Gerrard E. D'oppard em Sex Jun 30, 2017 8:50 pm

Are you afraid of  DEATH?!
Demônios a Solta!!




With: Elena C. García ...




O sol começou a raiar no bosque primaveril daquela ilha. Gerrard já estava de pé horas antes e no atual momento encontrava-se na cozinha, fazendo um delicioso café da manhã para sua amada Elena que se encontrava aconchegada, enrolada sob o edredom aproveitando o calor da cama que a impedia provavelmente de acordar. O ceifador pegou uma bandeja, e foi colocando o que havia preparado sobre o material de plástico. Uma panqueca doce com uma leve calda de chocolate sobre ela, uma pequena jarra de 600 ml de suco de laranja, algumas torradas que ele passou um pouco de manteiga, algumas frutas, e uma generosa xícara de café que acabara de ser feito.

O moreno segurou firmemente a bandeja enquanto se aproximava da cama a passos lentos. Colocou o recipiente com os alimentos acima do criado mudo para que pudesse acordar sua amada sem que derrubasse tudo em cima dela. Um beijo estalado fora dado na bochecha da latina e enquanto palavras de timbre calmo e feliz foram ditas baixinho.  — Acorde, meu amor. Já está na hora de sairmos e começarmos nossas atitudes rotineiras. – Ver a garota se espreguiçando e coçar os olhos como uma pequena criança fazia seu coração pulsar alegremente. Ele sempre sonhara com uma mulher meiga e amável para sua vida, e não é que havia acertado na escolha?  Não é que seu sonho se tornou real? Após ela ter se ajeitado na cama, o homem deslocou a bandeja para acima da cintura alheia a repousando ali, roubou um beijo de Elena antes que ela iniciasse o seu desjejum. Em seguida o ceifador dirigiu-se ao banheiro daquele chalé, para fazer sua higiene pessoal e trocar de roupa.

[...]

Ambos já estavam arrumados. Com passos lentos eles se distanciavam do chalé procurando o mural dos líderes para ver quais seriam as rotinas vagas daquele dia.  Diferente dos outros dias, o casal sentia um clima pesado no ar, não tinha uma descrição plausível para àquilo. A única coisa que podia ser dita era que a morte estava no ar que respiravam e, isso não havia nada haver com Thanatos, nem seus ceifadores. A caminhada não demorou mais para que achassem não só o mural que procuravam, mas sim todos os outros líderes. Por que infernos uma convenção de líderes de chalé estava sendo feita a esta hora da manha? Algo de muito errado estava acontecendo nos arredores, e eles necessitavam saber o quê.

Um dos líderes tomou à dianteira e começou a fazer um pequeno discurso, sobre mortes estranhas estarem ocorrendo por toda a ilha, o cheiro de sangue que pairava perto da residência dos moradores, o pânico que se instalava nos semideuses que não haviam sido as vítimas. A ilha que era para ser paradisíaca, pacífica, para que as férias fossem bem aproveitadas pelos semideuses, virou um parque do terror.

Gerrard instintivamente deu um passo à frente, mirando suas irises esmeraldas no seu colega e tomando a “liderança” de toda aquela discussão.  Começou a fazer seu discurso de forma rápida e com um timbre de voz sério. — Bom dia a todos. Primeiramente, sou Gerrard, líder dos Ceifadores de Thanatos. – Fez uma breve pausa para que todos absorvessem a informação. — E em relação às mortes, infelizmente não tenho informações. É algo que está além de minhas capacidades. –  Disse em um tom apreensivo, mas dando prosseguimento. —Tenho minhas suspeitas de quem ou o quê possa estar por trás disso, mas é apenas suspeitas não posso confirmar... – Suspirou pesadamente antes de prosseguir. — O que tenho como conselho é o seguinte. Vamos utilizar da formação de guerra estilo “Crane”. Vocês líderes, fiquem atentos a qualquer coisa que se aproximar. Animal, humano, vulto, QUALQUER COISA! E não permitam que os semideuses saiam dessa formação. Eu e Elena iremos investigar mais a fundo essas mortes e o provável motivo delas. Desejem-nos sorte. – Falou por último, antes de se retirar junto de sua companheira. A primeira coisa a ser feita naquela situação era observar os corpos das vítimas, ele queria analisar aquilo de perto e imaginar qual fora o motivo, causa e circunstância.

A caminhada até o local da morte do investigado fora silenciosa e demorada. Elena não parecia estar com um semblante agradável de ter que o acompanhar à visitação de um corpo, principalmente por ser filha de uma deusa do amor. Quando o homem pode ver dois seres cobertos por um manto negro perto de um corpo no chão, o ceifador girou nos calcanhares encarando a garota nos olhos. — Arme-se e me espere aqui. Você não faz parte desse mundo... Seria doloroso demais para você. – Disse o ceifador antes de se afastar, caminhando em rumo aos seres encapuzados.

Não demorou mais que cinco minutos para a aproximação completa, uma pequena lona preta cobria o corpo. Sangue já coagulado estava abaixo daquele pano escuro, o odor de podridão ressaltava que o incidente havia ocorrido faz tempo. Os homens de imediato reverenciaram o seu líder, apesar de Gerrard não gostar disso, não tinha muito que poderia ser feito. Ezequiel , um de seus ceifadores mais respeitados se aproximou dele.  Era um homem loiro, possuía belas irises azuis, quase da cor do céu.  Pedindo licença, ele logo iniciou uma fala com seu líder. . — Mestre Gerrard, era apenas uma criança...Ele provavelmente nem havia descoberto sua afinidade divina... –  Proferiu o homem, com um timbre de voz neutro e de forma pensativa, enquanto seu líder removia o pano que cobria o corpo da vítima.

Após a prole de Netuno ter removido por completo àquilo que cobria o corpo a sua frente, ele teve uma visão extremamente horrível. Havia marcas de mandíbulas grandes, como a de lobos ou tigres no pescoço e no peito daquela pobre criança. O homem trincou os dentes à medida que guiava seus olhos até seu companheiro de esquadrão.  Um timbre de voz visivelmente abalado preencheu o vazio sonoro do recinto. — Ezequiel, vá para próximo de Elena. Vigie todos os ângulos possíveis próximo a ela, não deixe que nada aconteça. E pare de me chamar de mestre, me chame pelo meu nome. – Deu uma breve pausa e trocou o olhar, agora encarava o outro ceifador enquanto cobria o corpo do garoto já morto, por fim pondo-se de pé. — É o que penso que é, não? Isso é um ataque dos demônios de Nyx.

Enquanto uma conversa fora iniciada e mantida entre os dois ceifeiros mais experientes, Ezequiel ficou a uma distância considerável para não perturbar a filha de Afrodite a fazendo uma reverência. O loiro carregava uma foice negra e parecia estar vigiando ao redor dela. Por algum motivo, nem como, quando Gerrard virou-se para trás, Elena e Ezequiel tinham simplesmente desaparecido.  Um suspiro fora dado por parte do moreno que apenas deu as ordens ao homem que estava ali cuidando daquele corpo, tinha mais o que fazer do que se aventurar procurando os dois. Não era hora de ele ser o Gerrard, e nem se esforçaria para tal.

O caminho que o romano seguiu era silencioso, havia árvores mortas e uma sensação de que algo o observava. Os passos do homem eram silenciosos, a sua expressão fácil era nula. Seus olhos semicerrados analisavam as coisas calmamente, com toda a paciência do mundo, provavelmente quem ele procurava estaria ali. Sempre que um atacava em um ponto outro tomava o caminho contrário, uma estratégia de guerra simples e eficaz. O ponto no qual o homem se encontrava, dava acesso para qualquer entrada da ilha o que seria uma ótima emboscada.

Em seu caminho um lobo bastante estranho aparecera em seu caminho, ele havia olhos tão rubros quanto rubis, pelos da cor da noite e uma aura macabra emanando de si. Gerrard manteve sua expressão neutra no rosto, enquanto encarava o animal com os olhos semicerrados deixando também que sua passiva, fizesse o medo ser injetado nas veias daquele animal.

Uma aura negra começou de imediato a se esvair do corpo do animal, que caia no chão morto, sua real cor de pelo era cinza, era um lobo muito bonito, uma pena seu fim ser justamente esse.  Aquela sombra pousou à uma distância de cinco metros na direita do ser coberto por um manto negro, ele logo tomou a forma de um semideus e começava a falar com um tom de voz irônico. — Ora ora, olha só quem é minha presa... Gerrard, o notório líder dos ceifadores de Thanatos. – Os olhos do homem acompanharam o demônio, enquanto seu corpo permanecia em estado de inércia. — Sabe, deve ser sorte eu ter o encontrado aqui. Eu mesmo poderei dar cabo de sua vida e... – O jovem empolgado fora interrompido por uma voz fria e neutra. — Desculpe. Não estou interessado em ouvir mais.

Os dentes do demônio se trincaram com a resposta vinda de seu oponente. Gerrard começava a virar seu corpo de frente para o demônio, abrindo seu cantil de água o deixando escorrer naquele solo que a devorava em cerimônias. Ambos os lutadores puderam sentir o aroma de terra úmida, o oponente do ceifador tomou o primeiro movimento fazendo sombras irem de encontro ao oponente, como pequenas lanças visando perfurar seu oponente.  Entretanto, um muro negro fora criado pelo atacado, bloqueando que as lanças atravessassem, era um combate de fogo contra fogo, e ele não perderia facilmente.

Gerrard definitivamente não estava com ânimo para aquela luta, principalmente por descobrir que a força daquela criatura era inferior a daquele que lutou, outrora numa base de Nyx. Seu pensamento fora interrompido quando o viu sendo cercado por uma intensa chama negra. Uma cúpula aquática ia se formando ao seu redor, até um redemoinho de chamar formar-se o engolindo por inteiro.

Uma gargalhada intensa era ecoada pelo demônio. —  Eu o matei! Finalmente matei o espião! Nyx irá me ado... – O demônio começou a mudar a expressão de alegre para perplexo,  fumaça de algo evaporando saia de dentro daquele redemoinho negro, o que seu oponente não sabia, é que havia um redemoinho aquático em senti anti-horário protegendo o romano. De repente tudo “explodiu”, criando brasas para todo o lado e uma grande fumaça se instalar no campo. No centro de toda aquele campo que mal podia se ver um palmo a frente do nariz estava o ceifador, completamente sereno com ambos os olhos fechados. Que finalmente resolveu começar a atacar.

Utilizou de sua umbracinese para se teleportar até a sombra do seu oponente de forma rápida e despercebida, assim sendo conjurou a quantidade de água que ele achava necessário e criou uma broca com esta de tamanho médio em seu braço a fincando na criatura sombria e a matando brevemente enquanto ouvia as últimas palavras. —  Se acha que acabou.. – Tossiu fortemente o demônio antes de prosseguir. —  Está enganado. Todos que você matou serão vingados. – Completou a criatura antes de cair sobre o solo.

A prole de Netuno devia agora retornar para o local onde a missão conversou. Em meio à silenciosa caminhada, uma clareira o chamou a atenção e nela uma figura estava ajoelhada, porque não se aproximar e verificar? Seu coração pesou quando pode distinguir a figura, era Elena, parecia estar muito mal. Utilizou novamente de seu meio de locomoção sombrio para aproximar-se da garota a envolvendo em um abraço. — Ficará tudo bem... Não se preocupe, estou aqui. – Ela estava aflita parecia tremer, oq eu será que havia acontecido? Ele havia um meio de descobrir, ela só não precisava saber, tocou seu braço levemente com o dedo indicador em meio ao abraço e absorveu para si os pensamentos e as visões que ela tivera anteriormente. Os pensamentos vieram à tona até serem escurecidos por uma forte penumbra, tão escura quanto a noite e ele não ter acesso mais a nada.

Por ser um bom espião e um bom ceifador, a garota sequer pode notar uma expressão facial de dor ou até mesmo suspeita na face de seu noivo, apenas sua habitual face nula que ela conseguia tornar em alegria espontânea quando queria. — Bom, você não está ferida, isso que importa, vamos para casa, irei preparar algo para você. – Falou dando um sorriso e deixou um comentário alto. — Espero que o novato tenha aprendido alguma lição de batalha com você, como você é forte e sabe se lidar sozinha em um combate e é paciente, seria o caso perfeito para ele, por isso o enviei. Se ele fosse comigo eu mesmo o mataria, sabe bem que não tenho paciência com nenhum outro além de você e Sink... Espero que não tenha sido grossa com o novato.

O homem se pôs de pé levantando a jovem e a forçando a caminhar normalmente, ele sabia que ela não era fraca e ela devia entender por si mesmo. Caminhou na frente como se a provocasse a o seguir mesmo cambaleante, enquanto ele murmurava para si próprio esperando que ela não ouvisse. — Eu não sei o que aconteceu, mas, cedo ou tarde descobrirei. Provavelmente para ter me impedido fora alguma divindade, mas qual? – Deu um suspiro breve e dando continuidade. — Pelo visto minha morte já foi traçada, e quem a fará será você, não é mesmo? – Concluiu antes de retornar o olhar para Elena e a dar um sorriso apaixonado, ele a jurou amor incondicional, e mesmo que significasse a própria destruição, ele prosseguiria.
 
utilidades:

Equipamentos:

*• The Sea: Tridente de um metro e setenta centímetros de comprimento feito de um metal com uma coloração esverdeada (no escuro brilha levemente iluminando ao redor). Quando outra pessoa segura à arma, a mesma torna-se extremamente pesada. Quando entra em contato com a água, a arma toma uma consistência gelatinosa, sendo assim possível triplicar seu tamanho durante um ataque. Quando a arma aumenta o tamanho torna-se sólida. As pontas nunca perdem o fio. Quando não utilizada toma a forma de uma caneta tinteiro verde. Sempre retorna ao dono.

*Capa Negra: Uma capa desfiada que cobre completamente o corpo do ceifador, escondendo sua identidade e tem a resistência de uma armadura. Protege em 40% dos ataques desferidos, não é possível outra pessoa retira-la apenas o ceifador pode.

• Ocean Wall [Um escudo cinza feito brutalmente de Vibranium, tendo suas bordas confeccionadas por Arambarium, quando não está em combate torna-se um bracelete no antebraço esquerdo do semideus portador. Sua aparência de combate é um escudo que mostra já ter sido utilizado em muitos combates e sofrido danos quase nulos. As pedras mágicas são localizadas no centro do escudo na área do losango vazado, e os outros atrás do escudo perto da área da guarda. Suas medidas são, um metro e cinqüenta centímetros de comprimento, sessenta centímetros de largura e três centímetros de espessura, mas, bastante leve por se tratar de um minério não tão pesado, porém diminuindo bastante a mobilidade daquele que o detém em combate. Foi realizado um encantamento que une o escudo a pulseiras de perícia avançada em escudos, acopladas na parte interna do escudo| Os efeitos do material são a absorção de 100% do dano causado por armas, ou golpes (ressaltando que não anula danos de impacto e colisão. Fora golpes mágicos ou rajadas.), e o aumento em 25% de qualquer magia que o escudo possa vir a obter (Seja por gemas ou não.). Graças a pulseira de perícias fixadas na parte interna, o portador do item recebe +50% de assertividade em escudos, provocando +30% de dano | Vibranium, arambarium e couro na parte interna | Resistência: super alfa | Espaço para uma gema | Status: 100%, Sem danos. | Mágico | Nível mínimo para manejo: 10| [Forjado por Andrew J. Parker, Encantado por Evie Farrier]

• Cantil de Água [Um cantil de metal estilo militar, suportando 1,5l de água. Ele foi encantado com três runas para obter um resultado mágico. | Efeito: Graças as runas Kenaz, Eihwaz e Sowelo seladas magicamente em seu metal, o cantil nunca estará vazio. Ou seja, a água contida ali dentro será sempre renovada ao se esgotar. Ela começa a se regenerar quando atinge 1/3 do cantil, passando a preenche-lo com o líquido novamente. | Alumínio | Resistência: Sigma | Sem espaço para gemas | Status: 100%, sem danos | Encantado por Evie Farrier, presente dado por Kyra]

The Water Rose Ring [ Aliança em ouro branco detalhada com topázio. A aliança feminina é decorada com um topázio rosa em formato de coração, e a masculina em topázio azul, também com um sutil formato de coração. Na parte interna da aliança de Elena, está gravado "I will always be in your shadow", e na de Gerrard diz "Já era amor antes de ser". | Ligação de Mentes: Faz com que os possuidores do anel criem uma ligação mental, e se comuniquem por pensamentos, sendo capazes de entender um ao outro perfeitamente. | Retorno: Magia de retorno para o anel, caso perca o objeto ele retorna para o bolso do dono depois de alguns segundos. | Ouro Branco | Elena e Gerrard ]

Poderes Utilizados (Netuno):

Ativos:

Nome do poder: Hydrokinesis IV
Descrição: Nesse nível o controle das águas atinge seu estagio máximo, sendo que o semideus poderá, caso deseje, levantar grandes quantidades de água, moldando-a como desejar, sendo que poderá joga-la sobre determinado inimigo, fazendo a água ter um peso maior etc. (Sendo que deverá existir uma fonte de água para que tal habilidade seja possível)
Gasto de Mp: - 35 de MP.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Nenhum
Dano: - 60 de HP.
Extra: Nenhum.

Poderes utilizados (Ceifadores):

Passivos:

ʡ Silenciosos – Quando os Ceifadores se mechem eles não fazem barulho os deixando menos propícios a ataques de monstros.

ʡ Hipercinese – Esta habilidade permite que o seu cérebro processar o movimento muito mais rápido do que as outras pessoas. Essa capacidade lhe permite melhores reflexos e excelente pontaria com armas de longo alcance ou com objetos atirados, bem como prever uma determinada trajetória.

ʡ Phobos e Deimos – Temor e Pânico. Se estas são características da guerra, são ainda mais da morte. Um ceifador ativa instintos e acelera qualquer coração. Sentir a proximidade da morte é uma tortura para quem guarda a vida, e retira deste ser a capacidade de agir perfeitamente ou com total determinação. O efeito aumenta conforme o uso (e o aumento de nível) de “Visão da Morte”.

ʡ Os Últimos Instantes – Ao tocar um ser, você é capaz rever toda sua vida em um segundo, junto a ele. Sendo presságio de morte para muitos, é também muito útil para o Ceifador conhecer pontos fracos e torturar a vítima.

Ativos:

ʡ Umbrocinese III – Capacidade de transportar-se entre as sombras, indo de um lugar a outro. [ -10MP por teleporte]

ʡ Umbocinese V – Manuseio avançado da energia escura, podendo, inclusive, moldar diversos tipos de armas. Pode transformar todo o corpo em sombra.


Play Plus:

• Play Plus – Sua sorte triplicada? Isso mesmo, toda postagem executada por seu personagem nos próximos 3 dias terá a XP triplicada. (30/06/2017).



OBS: Considerar esse o primeiro post da missão "Demônios a solta" com a Elena, a continuidade da história vem na dela. :3




AVALIADO POR PLUTÃO.
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Gerrard E. D'oppard
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Re: Festival das Estações (Outono)

Mensagem por Elena C. García em Sex Jun 30, 2017 9:21 pm



Demônios à solta




Play Plus:

• Play Plus – Sua sorte triplicada? Isso mesmo, toda postagem executada por seu personagem nos próximos 3 dias terá a XP triplicada. (30/06/2017).

Em meus sonhos, revivia um evento recente, mas ele não tinha o mesmo final feliz que eu conhecia.

Ajoelhada solenemente diante do Tempo, havia conquistado parcialmente sua confiança por meio da diplomacia para fazê-lo falar. Doente, com o nariz escorrendo, e com a face corada devido à febre, ele explicava a sua situação. ▬ Há uma entidade primordial, tão antiga quanto a existência do firmamento, que tem se mostrado insatisfeita com algumas coisas… Ela não está contente com as festividades aqui, e puniu a mim com esta doença - ele encerrava sua frase, tal qual como eu me lembrava, espirrando e provocando uma nova série de eventos climáticos. Aquela revelação por parte do deus do clima havia apertado meu coração, pois embora ele não tivesse revelado nomes, eu sentia que já sabia de quem ele falava e qual era a gravidade da situação.

No sonho, o espaço ao nosso redor começava a ser tomado pela escuridão da noite de uma forma anormal. O sol já estava caindo e a iluminação natural do dia diminuía paulatinamente, mas naquele momento as trevas noturnas eram quase palpáveis enquanto tomavam conta do ambiente. Assustada, procurei por Gerrard ao meu lado, mas a densidade da escuridão já haviam tomado conta do espaço e eu me via presa em uma cúpula negra, sem conseguir ver a ninfa que acompanhava o deus do Tempo ou qualquer coisa que formava a paisagem à minha volta.

O único ao alcance da minha visão era o Tempo, sentindo a sua gripe ficar pior enquanto tossia e curvava o seu corpo idoso para frente sem conseguir manter o ar em seus pulmões, até que ele caiu de joelhos tossindo. Corri em sua direção para ampará-lo, mas não consegui alcançá-lo, pois por mais que corresse, não chegava a lugar algum - como se o chão abaixo dos meus pés tivesse se transformado em uma esteira. Eu não podia ver o deus do Tempo morrer doente diante dos meus olhos… Não depois de todo o esforço para encontrá-lo e conquistar sua confiança… Não, deuses, não!

▬ Você conseguiu atrapalhar meus planos... - ouvi uma voz feminina dizer. ▬ Mas tenho outras cartas, e gostaria que você fosse uma delas - ouvi-a dizer, com um tom de voz audacioso, preenchendo todo o ambiente. Meu inconsciente compreendia que era um sonho, mas parecia ser tão real que me provocava arrepios.

A imagem que eu via em sonho pareceu de despedaçar em cacos como vidro quebrado, fazendo a última frase da deusa ecoar em meus pensamentos. “Gostaria que você fosse uma delas. Gostaria de que você fosse uma delas. Gostaria que você... ”. ▬ Acorde, meu amor. Já está na hora de sairmos e começarmos nossas atividades - ouvi a voz de Gerrard me despertar e retirar-me daquele pesadelo, com uma bandeja de café da manhã.


• • • ♥ • • •



Três mortes haviam ocorrido nas últimas horas, e aquilo era muito preocupante. Ao concluirmos que aquela situação certamente tinha proporções maiores, reunimos todos os representantes dos acampamentos grego e romano que conseguimos para tentar identificar o que estava acontecendo e como resolveríamos aquela situação. E nossa atuação tinha que ser rápida, pois quanto mais tempo perdessemos conversando, mais mortes podiam acontecer.

Com o ombro apoiado contra uma árvore distante do círculo principal, acompanhava a discussão sem plena atenção, sentindo que eu já sabia o que estava acontecendo desde que havia tido aquele sonho. Todos os envolvidos tinham pressa em deliberar alguma decisão e partir logo para a ação, mas ainda era difícil que gregos e troianos romanos se entendessem até chegar a um acordo relativo à atitude a ser tomada.

A discussão só conquistou minha plena atenção quando Gerrard tomou a palavra e determinou o que deveríamos fazer. ▬ … e não permitam que os semideuses saiam dessa formação. Eu e Elena iremos investigar mais a fundo essas mortes e o provável motivo delas. Desejem-nos sorte - ele disse, vindo em minha direção para tomarmos nosso rumo.


• • • ♥ • • •



Sendo Gerrard um dos ceifeiros do deus da morte, eu já sabia que a primeira pista que ele gostaria de investigar era o corpo de um dos semideuses mortos. Além de detestar a ideia, ainda era perturbada pelos pensamentos que ecoavam em minha mente desde o sonho daquela noite. Estava em um dia realmente péssimo, e ia piorar.

Gerrard pediu que eu aguardasse em um determinado ponto do bosque do Outono enquanto se aproximava do defunto para analisá-lo, sendo aguardado por dois garotos - provavelmente outros ceifadores. Como eu não queria ver nenhum corpo sem vida, não protestei quando meu noivo se afastou. Só não queria ter que ficar sozinha com meus pensamentos… No silêncio do bosque, o eco da voz que ouvi em meus sonhos parecia se amplificar e me instigar mais, provocando-me uma ansiedade e inquietude que eu não compreendia, apenas sentia.

▬ Quem é você? - perguntei, quando um garoto alto, loiro e robusto se aproximou, vindo da direção onde Gerrard estava. Com uma reverência antes de se pronunciar, ele respondeu: ▬ Meu nome é Ezequiel. Mestre Gerrard pediu para lhe fazer companhia. Arqueei uma sobrancelha olhando na direção do filho de Netuno, pois eu sabia que ele não havia mandado o ceifador apenas para “me fazer companhia”, mas para ser um tipo de guarda-costas. A ideia da companhia não era uma má ideia, mas Gerrard conseguira me irritar exatamente com o que eu mais odiava - subestimação e proteção desnecessária.

▬ Não preciso da sua companhia - disse ao garoto, com rispidez. Para minha maior irritação, percebia que Ezequiel não estava disposto a desobedecer a ordem de seu líder e não deixaria o posto como meu guarda-costas. Bufei e revirei os olhos. ▬ Se você realmente quer ser útil, me ajude a subir nesta árvore - disse ao garoto, mantendo o semblante sério e indisposta a aceitar uma resposta negativa. Felizmente, ele acatou o pedido.

Utilizando da altitude e visão privilegiada proporcionadas ao subir na árvore, conseguia enxergar um vasto trecho do bosque do Outono à minha direita. Eu e Gerrard éramos os únicos naquela região da ilha, pois os demais líderes haviam se deslocado para investigar outros locais. O bosque estava bastante calmo e pouco movimentado, pois não estava entre as estações favoritas em que os semideuses passavam a maior parte do dia, então foi bastante fácil perceber que algo estava em disformidade. Pássaros fugiram de algo que ocorria próximo dali e dispersaram o seu bando, e podia jurar que havia escutado um grito e um latido abafado. Algo estava errado...

Desci da árvore o mais rápido que pude, saltando ao chão quando já estava a menos de um metro e meio do solo, e corri naquela direção. Não havia tempo de avisar Gerrard ou os ceifadores que estavam com ele, pois outra vida podia estar em risco naquele momento. E eu podia lidar com aquela situação sozinha, diferente do que Gerrard pudesse achar.

Percorri pouco mais de um quilômetro até o local de onde a revoada de pássaros fugiu, tomando o cuidado necessário para não fazer barulho ao me aproximar. Era necessário ver do que se tratava antes de denunciar a minha presença. O estranho som de um rosnado chegou aos meus ouvidos, junto ao ruído que lobos ou cães furiosos produzem quando partem para o ataque a uma presa. Avancei para mais perto, e meus olhos descobriram do que se tratava: um jovem semideus, que não podia ter mais que 14 anos, estava em uma batalha desigual contra um lobo feroz.

Antes que minha presença fosse notada, posicionei-me atrás de uma árvore e retirei meu colar, fazendo-o se transformar em um formoso arco longo. Com o mesmo ato, a aljava encantada surgiu às minhas costas, e retirei uma flecha do seu interior posicionando-a no arco. Cada movimento realizado em uma aula de arquearia foi repetido naquele momento, sem muito a se pensar, apenas executar. Utilizei a ponta da flecha para cortar meu dedo superficialmente, fazendo um filete de sangue sair dali, depositando gotas de sangue sobre a ponta da flecha, que já era posicionada com o penacho junto ao cordel do arco, puxando toda a extensão que era possível.

Eu precisava aproveitar a vantagem de não ter sido visto ainda para acertar o animal antes que conseguisse matar o pequeno semideus. ▬ Deusa Quione, aceite minha oferenda e leve essa flecha com a sua bênção… - intercedi em um sussurro enquanto o indicador esquerdo posicionava a mira, com um dos olhos fechados.

A flecha assobiou atravessando o espaço da clareira, girando em torno de seu próprio eixo enquanto percorria o caminho até atingir o dorso do lobo. Sem tempo para ver o que o atingira, seus movimentos foram paralisando até ela congelar por completo, sendo recoberta por uma camada de gelo. Revelando, enfim, minha presença, corri na direção do semideus atacado para ver como ele estava. ▬ Oh, deuses, o que aconteceu com você? - perguntei aflita, quando vi a gravidade da hemorragia provocada por arranhões e mordidas do canídeo na carne do menino. Com o sangue perdido, ele já estava se sentindo fraco e cambaleava ao tentar caminhar, e provavelmente sua visão estava embaçada.

Ezequiel, o ceifador que deveria ser meu guarda-costas, havia me encontrado e me alcançado, surgindo na clareira desacompanhado. Imaginava que Gerrard e o outro seguidor de Tânatos haviam encontrado outro problema ou outro acontecimento para enfrentar, e tinha certeza que o filho de Netuno havia se irritado com seu fiel escudeiro por ter me deixado partir sozinha em busca de problemas. Esperava que, de fato, isso tivesse ocorrido. ▬ Ezequiel, leve esse semideus até um curandeiro, um filho de Apolo, qualquer ajuda que encontrar. E rápido! - ordenei, usando o melhor do tom de minha voz para não permitir que ele pensasse em protestar ou desobedecer. Ele só poderia ser idiota se, vendo o semideus perder sangue descontroladamente, se negasse a ajudar.

Tomando a criança nos braços, o rapaz se colocou a caminhar rapidamente atrás de ajuda, afastando-se de mim. Eu teria acompanhado o semideus até um curandeiro, mas além de querer evitar a companhia de meu “guarda-costas”, não queria ver o menino naquelas condições…

Me aproximei do lobo com a espada desembainhada, para que ele não voltasse a atacar ninguém quando a magia congelante o deixasse e restaurasse seus movimentos. Erguer a espada era fácil, o difícil era baixar a lâmina e retirar a vida de um animal que não era de todo mal ou culpado, apenas agia conforme seus instintos. Ao executá-lo, dei as costas sem apreciar a cena e estaria pronta para voltar ao ponto em que havia me separado de Gerrard.

Não muito longe dali, entre arbustos, uma garota baixa, com espessos cabelos negros enrolados em cachos, se levantou parecendo atordoada e zonza. Ao olhar em minha direção e para o lobo morto, ela virou-se e ia se colocar a correr, mas consegui ter uma reação rápida e provocar uma prisão de espinhos que a impedisse de se movimentar. Levei três segundos para reestabelecer minha respiração e começar a raciocinar.

Com todos aqueles fatos, só havia uma explicação razoável para tudo aquilo. Se eu sabia que Nyx era, de alguma forma, responsável pelo que estava acontecendo, e, como líder, eu conhecia a existência de demônios noturnos seguidores da deusa… Sir Arthur Conan Doyle, através de seu personagem mais icônico, dizia que por mais estranha que fosse a única conclusão possível, aquela era a certa. Então parece que eu havia conseguido prender o demônio que havia possuído o corpo do lobo e estava causando confusão.

A garota movia-se dentre os espinhos, mas era uma péssima ideia, pois os espinhos se ajustavam mais e mais, consumindo sua energia. Ela provavelmente já não estava no auge de suas condições físicas, considerando a energia dispensada para possuir o animal e matar através dele. Eu não precisaria fazer mais nada, pois os espinhos consumiriam a energia restante da garota até, talvez, provocar sua inconsciência ou sua morte. Eu queria não me preocupar mais com aquilo, mas não conseguiria ficar em paz.

Tal qual como acontecera em meu sonho, a escuridão tomou conta de todo o ambiente e envolveu a clareira em uma noite repentina. De repente, eu me senti uma criança que tinha medo da escuridão da noite e chorava para dormir no quarto do pai. Dessa vez, não era um sonho e eu estava realmente assustada…

▬ É a segunda vez que você me atrapalha, Elena García - uma voz feminina soou da escuridão, sem ainda se revelar. ▬ Mas em vez de matá-la, vou lhe fazer uma proposta diferente - ela continuou, para então revelar-se diante de meus olhos. De algum ponto da escuridão, uma mulher de pele alva e cabelos negros se aproximou, vestindo uma túnica púrpura. Sua expressão era séria, e apenas um louco ousaria enfrentá-la. Involuntariamente recuei um passo, pois a aura que ela emanava era intensamente desagradável. Com um sorriso, ela tentou amenizar sua expressão.

Cometi o descuido de olhar para os olhos negros e densos, e com aquele contato, ela transmitiu o que desejava. Nyx me fez ver os horrores provocados pelas guerras, e não apenas as Grandes Guerras, mas os conflitos atuais para os quais a nação norte-americana virava as costas, fingindo não ver. No Oriente Médio, meras disputas territoriais por uma região sagrada para três diferentes culturas provocavam mortes semana após semana. Nas ruas de Boston, um semideus estava mendigando, após perder sua mãe e sua família, sem que ninguém olhasse para ele. Outros inúmeros horrores passaram diante de meus olhos, algo cem vezes pior do que assistir um telejornal sensacionalista.

Arfei quando a visão terminou, caindo sobre os joelhos e involuntariamente tendo os olhos umedecidos pelas lágrimas. Não era fácil pensar em todas as coisas terríveis que aconteciam segundo após segundo em diferentes partes do mundo. ▬ O que os deuses fazem para evitar isso, Elena? - ela perguntou, instigando as pequenas indignações que tinha contra os deuses. Meus antecedentes mortos em guerras violentas, uma maldição que eu e meu pai ainda poderíamos sofrer, o fato de minha mãe nunca ter me dirigido alguma palavra ou me dado alguma atenção, e tantas outras coisas…

▬ Eu sei que eles têm seus erros, mas… - iniciei, com dificuldade para continuar depois do “mas”. Não queria me posicionar naquela situação, vendo que a deusa primordial pretendia causar uma revolução, era incapaz de me colocar contra o acampamento que me acolheu, e discordar das pessoas que amava… Queria apenas me desvencilhar da deusa da noite e correr para longe, mas não seria tão fácil. Eu já havia atrapalhado seus planos duas vezes, ela podia tirar minha vida ali mesmo.

▬ Mas - ela continuou, retomando minha última palavra e se aproximando de mim, provocando reviravoltas em meu estômago. ▬ Seu próprio tataravô amaldiçoou seus descendentes - ela revelou, fazendo parar as palpitações de meu coração. ▬ Ele sequer aceita você como descendente, não é? Nem ele nem sua mãe reconhecem suas habilidades… - ela ia dizendo, pegando uma mecha de meu cabelo enquanto caminhava ao meu redor. Suas palavras eram difíceis de ouvir… ▬ Mas eu reconheço! Você sabe ser uma perfeita diplomata, equilibra seus talentos em batalha… E eu quero tê-la ao meu favor - ela disse, terminando a volta que estava dando ao meu redor enquanto falava e colocando-se de novo à minha frente. ▬ Em troca, posso remover a maldição colocada sobre a sua família. Você não terá que perder o seu pai.

Ergui o olhar novamente em sua direção, pois agora sim ela tinha toda a minha atenção e todo o meu interesse. A profecia e a maldição diziam que eu ia perder meu pai em batalha de qualquer maneira, pois o fim da maldição dependia do nascimento de uma prole do amor e da guerra - sou eu, confere - e, de alguma forma, eu tinha que quebrar nossa maldição. Mas a perda do meu pai em guerra já estava profetizada, não havia nenhuma cláusula contratual que mudasse isso. Eu só podia tirar a maldição que afetaria a mim e os descendentes da família García, não meu pai... Nyx estava me prometendo retirar a maldição da minha família sem que eu tivesse que perdê-lo. Era tudo o que eu queria, então, ainda que tivesse dúvidas quanto àquilo, movi a cabeça afirmativa quando a deusa pediu uma resposta.

▬ Sim… - disse, com a voz fraca em um murmúrio que teria soado incompreensível a ouvidos comuns. ▬ Estou do seu lado, pelo fim da maldição da minha família e sem que meu pai precise morrer - respondi por fim, dessa vez com confiança, pois eu sabia o que queria em troca. Ela havia oferecido exatamente o que eu queria. Levantei-me, ainda tendo a deusa à minha frente. ▬ Ótimo - ela comentou apenas, mas com satisfação. ▬ Um aliado de Tânatos que você conhece têm me causado algumas incomodações… Continue mantendo as emoções sob controle, pois espero que não consiga livrá-lo - ela anunciou, desmanchando o sorriso de seu rosto e adquirindo um semblante duro e inexpressivo.

Respirei fundo profundamente com suas palavras. Aquela deusa era tão sábia e ardilosa que havia me feito esquecer de tudo e aceitar me juntar a ela pensando apenas em salvar meu pai da maldição familiar. Agora tinha que saber lidar com a discordância de Gerrard em relação aos objetivos de Nyx... ▬ Continue no acampamento normalmente. Não preciso de você como demônio, mas… Mantenha segredo. Volto a falar com você quando a hora chegar - ela disse, e ia virando as costas para mim e se afundando na escuridão que havia provocado. ▬ Ah, e não mate mais nenhum dos meus demônios - ela disse, virando o rosto em minha direção uma última vez antes de desaparecer junto à escuridão.

De repente, estava novamente naquela clareira na floresta do Outono. O corpo do lobo estava poucos metros à frente, e a prisão de espinhos havia desaparecido. Minha cabeça latejava com a experiência proporcionada pelo encontro com Nyx, de modo que meu corpo sentiu-se fraco e caí sobre os joelhos, amassando folhas secas ao cair. Concentrei-me em um método de respiração, enchendo ao máximo meus pulmões calmamente, e levando alguns segundos até esvaziá-lo devagar. Fiz aquilo até que as palpitações em meu peito voltassem ao normal.

Antes que percebesse a aproximação de Gerrard, o legionário me envolveu em um abraço tranquilizador, o que apertou o meu coração entre a caixa toráxica ainda mais… Os acontecimentos recentes e as palavras ditas pela deusa se repetiam em um looping contínuo em minhas lembranças, mas tentava pensar apenas no livramento de meu pai de nossa maldição. Todo o sacrifício valeria a pena.

▬ Bom, você não está ferida, isso que importa. Vamos para casa, irei preparar algo para você - ele disse, tentando me animar, e me esforcei para melhorar minha expressão. Gerrard comentou sobre a razão de ter dito a Ezequiel para me acompanhar, fazendo-me lembrar que o ceifador devia estar indo para alguma enfermaria com o menino ferido. Eu desconfiava que aquela não era a exata razão pela qual eu havia ganhado a companhia do novo ceifador, mas tentei aceitar os elogios. ▬ Na verdade, ele chegou meio atrasado. Mas deu tudo certo - disse a ele, mantendo um sorriso otimista e despreocupado no rosto, para tentar esquecer, ao menos por enquanto, tudo o que havia se passado.

Amanhã seria outro dia. Será que meus sonhos deixariam de me perturbar agora?

Armas & Itens:

♥ Arco Cupido - Arco com uma Aljava de flechas infinitas que nunca erram o alvo, se transforma em um Diadema ou um Colar.


Poderes & Habilidades:


Nome do poder: Passos de Cisnes (Nível 6)
Descrição: O semideus possui uma capacidade natural de se movimentar sem fazer barulho. Seus passos são leves, graciosos e charmosos, o que permite ao semideus se mover com facilidade sem ser detectado pela audição normal (audição aguçada ainda poderá captar o semideus se ele provocar ruídos através de folhas e galhos por exemplo).
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Não será detectado por inimigos que não possuam audição elevada.
Dano: Nenhum

Selo de Gelo
Descrição: Retirando um filete de sangue do polegar o semideus poderá criar um selo ao passa-lo na frente da flecha (como oferenda ou sacrifício, especificamente a deusa Quione). Selando a flecha dessa forma será capaz de “invocar” criar uma flecha gelada, a aparência será de uma flecha comum, porém ao atingir seu alvo o gelo se espalha na corrente sanguínea, deixando o alvo atingido rijo, duro, ou parado por um turno. Tal habilidade só poderá ser invocada uma única vez por missão, evento ou treino.
Gasto de Mp: 20 MP
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: 25 HP
Extra: Aquele que for acertado pela flecha de gelo, fica paralisado (congelado), durante um turno, geralmente, no turno em que foi atingido pela flecha.

Nome do poder: Prisão de Espinhos (Nível 19)
Descrição: O amor também possui um lado ruim, como tudo na vida, e toda rosa possui espinhos, dessa forma, a prole de Afrodite/Vênus poderá criar uma prisão de espinhos em torno do oponente como um casulo, o impedindo de se movimentar, entretanto o indivíduo irá sofrer danos apenas se tentar sair, caso permaneça parado nada irá ocorrer. A cúpula irá ter trinta espinhos em torno do oponente.
Gasto de Mp: - 40 de MP.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Nenhum.
Dano: Caso o inimigo tente escapar, cada espinho irá tirar 5 de HP.
Extra: Nenhum.

Nome do poder: Charme III (Nível 33)
Descrição: Você sempre soube que poderia conquistar a perfeição, e que era um dominador nato, com um charme natural. Agora já consegue fazer as pessoas fazerem exatamente aquilo que você quiser, podendo engana-los com mais facilidade, pode fazer amigos se voltarem contra amigos e inimigos contra inimigos, sabendo usar as palavras, qualquer um entra no seu jogo.
Gasto de Mp: 40 MP por turno ativo
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum
Extra: Dura no máximo 3 turnos, depois as pessoas começam a ficar sem entender o porquê de estarem fazendo aquilo. Já consegue confundir qualquer um, independentemente do nível.


Festival das Estações /Vestindo



AVALIADO POR PLUTÃO.
8.000XP + PLAY PLUS = 24.000XP - 8.000 Dracmas - 2 flores, 1 floco de neve, 1 folha seca, 1 gota de chuva.
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Elena C.{Castillo} Garcia

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Elena C. García
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Re: Festival das Estações (Outono)

Mensagem por Georgia Blanchard em Sex Jun 30, 2017 10:09 pm


DEMÔNIOS A SOLTA!
I can't help this awful energy


S
abe quando nos dizem que as noticias chegam correndo? Bem, Blanchard passou a acreditar nisto quando foi atropelada por um sátiro gorducho, que quase lhe derrubou no chão enquanto corria desesperado junto a uma garota.

Cacete!  Estão indo tirar o pai da forca? – Esbravejou enquanto as mãos gesticulavam nervosamente.

A dupla a olhou com espanto estampado nas faces coradas e olhos arregalados.  Georgia revirou as obres verdes e meneou a cabeça em sinal de negatividade, “eles sabem que você é doida”, disse uma vozinha brincalhona em sua mente e a jovem franziu a testa, crispando os lábios imediatamente. Queria manda-la calar a boca, mas aquilo só iria reforçar a sua brilhante reputação.

–  U-Um U-U-Urso. – Gaguejou a garota anônima, pôde notar que ela estava tremula e quase caindo de joelhos no chão, obviamente abalada e Georgia sabia que aquilo tudo não era medo de levar um socão na cara.

–  O que tem um urso? – Perguntou um tanto curiosa com a situação. Aquele era um acampamento de semideuses, as pessoas soltavam fogo pelas mãos e uma garota estava assustada com um mero urso? Quis rir, porém achou mais educado morder a parte interior das bochechas para que pudesse conter sua vontade.

–  Um urso nos atacou, e os  nossos amigos. Ele e um lobo, e... e.. – O sátiro gaguejava e seu desespero era visível. Blanchard cruzou os braços sobre o peito enquanto ouvia o resto da explicação. – Só tivemos tempo de correr e tentar buscar ajuda, mas alguns garotos acabaram ficando para trás. – Lagrimas escorreram de seus pequenos olhos e a jovem pôde notar que tanto ele quanto a garota não deveriam ter mais do que 14, 15 anos. Ainda eram muito jovens.

Vocês foram atacados por animais selvagens? – Indagou com a confusão tão explicita em seu rosto quanto um aviso em neon piscante.  Aquilo não fazia o menor sentido, animais selvagens comuns não costumam invadir o espaço alheio, preferiam as entranhas da ilha. E acima de tudo, qual o semideus que não consegue lidar com algo assim? Lidar com quadrupedes peludos e selvagens eram o que faziam praticamente todo santo dia! Algo ali estava errado. – Falem isso direito, por favor. – Pediu e mudou o peso do corpo para a perna esquerda enquanto aguardava a resposta.

–  Sim. Estávamos andando, explorando o bosque do outono e eles nos cercaram. Os quatro garotos ficaram lá, tentando segurá-los para que eu pudesse ajudar ela a fugir. – O sátiro respondeu apontando a garota com um movimento de cabeça. – Eles não eram animais normais. Eu sei disto. Eu sei. – Continuou como se falasse mais consigo mesmo do que com a filha de Morfeu.

- Acho que posso ajudar, se vocês quiserem é claro. – Acrescentou a ultima parte ao notar as expressões nos rostos deles. – Podem me mostrar onde eles estão?  – Questionou já ajustando  a alça da mochila nos ombros. Sempre andava com aquele assessório mágico depois que o ganhara de presente, era realmente muito útil em situações como aquela.

O sátiro apenas afirmou com a cabeça, enquanto a jovem firmava o laço dos cadarços dos tênis. Em um pique forte de corrida, foi levada pelo Sátiro ao lugar do acontecimento e não foram precisos mais de 3 segundos para a jovem perceber que a situação era pior do que parecia. Os dois garotos estavam caídos, um com a garganta rasgada, o sangue carmim acumulando-se numa poça ao seu lado enquanto o outro teve o peito dilacerado pelo que pareciam ser garras. Georgia fez careta e imediatamente desviou o olhar para trilha que havia acabado de percorrer, desejando poder fazer o caminho de volta, mas já era tarde demais para desistir.

Ao longe, duas formas humanas se faziam presentes. Estreitou os olhos e percebeu que uma delas pertencia a um garoto, aparentava ter por volta de uns 9 anos e estava segurando um escudo de bronze na mão, enquanto a outra forma pertencia a um adolescente por volta de seus 15 anos, sua espada era segurada frouxamente na mão ferida e seu corpo também estava ferido em consequência das batalhas, mas pelo menos se sustentava em pé; Georgia pôde notar que suas pernas estavam bambas. Mas sequer houve tempo para que se aproximasse para oferecer ajuda pois, de lugar nenhum, o tal urso avançou no garoto pequeno, jogando, com um golpe transversal aplicado com sua pata dianteira, a espada do semideus para longe. Assim o mamífero pôde agarrar a clavícula do semideus, erguendo-o e o chacoalhando-o como um boneco de pano..  Blanchard não conseguiu fazer nada além de assistir, horrorizada, o corpo do pobre coitado cair inerte no chão.

Um rosnado soou na clareira e com um movimento rápido de cabeça, Georgia pôde ver o lobo aproximando-se sorrateiramente, os dentes arreganhados para frente, pronto para dar o bote no outro rapaz. Ele fez uma tentativa de erguer a espada, porém com o gemido de dor, acabou derrubando-a no chão. Era obvio que não tinha mais forças para lutar e precisava de atendimento médico urgente.

Tire o menino daqui! Eu cuido disto. – Disse para o sátiro e logo em seguida, usando os poderes de metamorfose herdados do forjador de sonhos, Blanchard assumiu a forma de uma raposa de pelagem branca. Não eram necessários os atributos de audição e olfato serem melhorados para que notasse que os animais silvestres ali não eram normais.Algo estava muito errado.

O lobo recuou em suas patas traseiras, pronto para uma ataque, mas antes mesmo que seu salto pudesse alcançar o sátiro e o garoto ferido, ela saltou em sua frente. A cabeça se chocando contra as costelas lupinas. Houve um ruído agudo emitido pela fera quando ambos caíram no chão. A jovem tratou de se por em 4 patas novamente antes mesmo que ele se recuperasse da pancada. Podia dizer que estava atônito pela súbita mudança de forma de sua inimiga.

Com a audição aguçada, pôde ouvir quando seus aliados usaram sua deixa para fugir e rosnou para o lobo, recuando as orelhas para trás num sinal de agressividade. Se ele ousasse fazer qualquer tentativa de seguir o grupo, forças não seriam medidas para impedi-lo.

Insolente! – Georgia surpreendeu-se ao ouvir uma voz masculina muito profunda vindo do lobo, mesmo que sua mandíbula não se movesse. O que confirmava sua certeza de que aqueles animais estavam possuídos.

O urso, que até então parecia ocupado demais dilacerando o corpo da sua nova vítima, parou tudo o que estava fazendo para correr em direção ao grupo que fugia, mas foi em vão. Com o poder mental, Blanchard criou uma miragem onde uma arvore que estava ao canto, se duplicasse e bloqueasse seu caminho, fazendo com que diminuísse a velocidade de sua corrida.

Sem perder tempo ela desfez a metamorfose e abriu a mochila sem fundo, de onde tirou sua espada de ferro estígio. Movendo os braços em circulo a
frente do corpo, girou a lâmina como uma hélice por duas voltas, e em seguida esticou o braço com força para o lado, o som do ar sendo cortado com a força do movimento finalizando o ato.

Então não conseguimos lhe enganar, não é? – Uma segunda voz soou, tão profunda quanto a primeira. Era o urso, erguia-se na posição bípede e virava-se para encarar a filha de Morfeu com seus olhos vazios. Assim como o lobo, sua mandíbula não se movia com o som.

Acho que sou um pouco mais experiente do que um sátiro e um punhado de crianças. – A medida que falava podia ver com a visão periférica  o lobo cercando-a. Seu rosnado vindo do fundo do peito poderia até ser amedrontador se a jovem não estivesse tão irritada. Aqueles monstros eram demônios de Nyx sem dúvida alguma. Sua aura sombria os denunciava.

Notava aqueles movimentos mesmo que fossem silenciosos e só por precaução, deu um breve passo para o lado, sem descuidar-se do urso, que parecia mais ameaçador pelo seu tamanho colossal. No mero instante em que focou-se no animal bípede, uma massa cinzenta saltou em sua direção, rápida demais para seu  tamanho. Georgia usou a espada para se defender, segurando no cabo com as duas mãos e desferindo um golpe no lupino ao passo em que desviava de investida com um mero giro de corpo, e apesar do corte desferido na costela alheia, ele aterrissou sem problema algum. Parecia apenas irritado, mas o sangue começava a escorrer pelo ferimento.

Vão mesmo lutar assim? – Provocou utilizando de sua mais debochada expressão, pois desejava ver a verdadeira forma dos demônios.  – Posso fazer isso o dia todo. – Terminou a frase de um jeito risonho, arrancando rosnados dos seus inimigos.

Para a sua surpresa, o urso pareceu sorrir de forma bestial.

Realmente, lutar contra você nesta forma não é uma vantagem. – Então sem aviso prévio, o urso rugiu alto, arreganhando a boca para os céus. O lobo repetiu os movimentos e de ambas as cavidades orais, uma fumaça negra e espessa foi expelida. Inicialmente a filha de Morfeu pensou que eram metamorfos, assim como ela, mas quando os corpos dos animais caíram ao chão com um baque pesado foi que percebeu seu engano.

Esta forma a agrada, semideusa?  – Ironizou o humanoide que agora estava a poucos centímetros de distancia do lobo. Sua forma era esquelética e lembrava uma espécie de ghoul com a pele cinzenta e longos braços cuja os dedos terminavam em garras.
O urso, também possuía a pele acinzentada como cimento, porém era maior, mais alto e forte, realmente assimilando-se a um urso, só que sem pelos e com longas orelhas como as de um morcego. Também não possuía olhos e presas afiadas podiam ser vistas em sua boca.

Não muito. Preferia antes. Estão mais feios agora. – Provocou, e só depois percebeu que estava zoando com dois demônios enormes que não hesitaram em correr em sua direção, o maior, mesmo que aparentasse ter mais força, parecia ser mais lento, enquanto o mais esguio era rápido.

Tudo que pôde fazer foi mover seu corpo para a esquerda, desviando do ataque reto que o ex-lobo (se é que esse seria um termo adequado) desferia e novamente usou a espada para se defender do segundo golpe. Em seguida um salto para trás foi dado afim de evitar uma dentada.
“Eu estou muito fodida”, foi o que pensou milissegundos antes do urso se movimentar de forma bruta e acertar-lhe um soco tão forte que a fez voar para longe. Blanchard não teve forças ou habilidades o suficiente para cair em pé, a dor era muito forte. Então apenas deixou que seu corpo caísse a alguns metros de distancia, ralando os joelhos, cotovelos e costas mesmo com a proteção das roupas. Houve uma tentativa de se levantar, mas antes que pudesse realizar o movimento, o lobo já está praticamente em sua cara, investindo em um novo ataque. Porém houve tempo para que pudesse rolar duas vezes seguidas pelo chão antes de se posicionar direto e finalmente levantar para e se defender. Seus olhos verdes acompanharam a trajetória das garras do ser, cravando-se na terra como espadas se cravam na carne.  Foi a chance perfeita para que numa longa respirada, pudesse se concentrar  e deixar-los mais fracos, como se não tivessem dormido bem.

Seus adversários tomaram posições, mas mesmo com o cansaço estampado em suas feições humanoides, sabia que em um combate direto não teria chances. Eles eram dois demônios do submundo enquanto ela era uma menina magrela. Com isso em mente, um plano formou-se em sua cabeça. Ao longe, uma arvore folhosa com galos baixos e uma "moitinha" em suas raízes pés foi avistada. Rezando para Atena lhe abençoar naquele momento, correu em sua direção o mais rápido que pode. Era preciso ser rápida, pois os dois seres a perseguiam e seus membros longos davam-lhe a vantagem.
Mesmo que o elemento fosse pouco existente naquele solo, Blanchard dominou a areia e a lançou nos olhos de seus oponentes que, algo estúpido, pois eles não possuíam globos oculares. Pôde ouvir risadinhas das vozes em sua mente. “Se eles me matarem, vocês vão junto”, pensou em resposta e para sua surpresa elas silenciaram. Houve um estranho som de sufocamento que trouxe a semideusa de volta a realidade. A areia havia entrado pelas narinas dos demônios assim como em suas cavidades nasais, causando engasgo e uma crise de estranhos espirros. Era o suficiente para que eles diminuíssem a velocidade e ela pudesse alcançar a moita, onde deu a volta por sua formação folhosa e agarrou-se num galho com toda a força que podia. Com um impulso, fez seu melhor para escalar até que uma formação folhosa escondesse seu corpo, ao passo que uma ilusão de si mesma era criada á frente. A imagem parecia cansada, abatida e prestes a cair. “Sejam burros o suficiente”, pensou enquanto ocultava-se ainda mais em seu esconderijo.

Instantes depois dos seres pararem a perseguição, pôde notar que ambos pareciam deleitados com sua imagem, a espada caída, sem forças e fragilizada.

Achou mesmo que poderia fugir de nós, pirralha? – O ex-lobo  se aproximava com um sorriso bestial em sua...  É, aquilo podia ser chamado de boca.

Somos demônios de Nyx, caçadores de nossa deusa. Não seriamos enganados por uma pirralha como você. – O urso de aproximou junto e se coloca a frente do lobo usando de jogo de corpo para colocar o outro demônio de lado e poder saborear sua vitória enquanto rodeava a miragem.

Um sorrisinho brotou nos lábios da jovem ao perceber a rivalidade entre os monstros, que rosnaram um para o outro e pularam juntos sobre o corpo ilusório numa clara disputa. Porém, ambos deram de cara com o chão e um baque pôde ser escutado. Ela quis rir, porém permaneceu com o maxilar travado enquanto os humanoides brigavam

Babacas – Disse apenas com o movimento dos lábios, enquanto pegava uma pequena bola no bolso dos jeans e a arremessou contra seus oponentes, como um mestre Pokémon o faria. A esfera se abriu ainda no ar revelando uma rede de oito metros quadrados, que apanhou os dois demônios em sua área. Eles se debateram por meros segundos tentando sair da armadilha, mas a rede tinha propriedades mágicas e os segurou firme até que ambos estivessem no mundo dos pesadelos.

Saltou da árvore com leveza caindo ao lado da dupla. A textura da arvore havia lhe causado uma série de arranhões e farpas, porém aquilo não importava. Caminhou tranquilamente até o lugar que havia caído quando fora socada e lá estava sua lâmina negra, repousando sobre a grama. Curvou-se minimamente para apanhá-la e voltou para a rede, agora seu imenso volume totalmente parado. Sem o mínimo de hesitação, ergueu a arma e golpeou a cabeça dos demônios com a ponta da espada. Segundos silenciosos se passaram até que eles começassem a se desfazer em areia dourada. Sucesso!

Exausta e até mesmo desacreditada de suas ações, recolheu sua rede e deitou-se no chão da clareira, os olhos verdes grudados do céu. Não demorou muito até que o sátiro e a menina voltassem com um conselheiro e uma equipe de 4 campistas. Blanchard rapidamente lhe explicou o que havia acontecido e o fato dos animais terem sido possuídos por demônios de Nyx. Mas enquanto falava, não pôde deixar de notar com a visão periférica que a equipe levava os corpos em macas, ou ao menos o que restavam deles pois ela jurou ter visto um braço decepado sendo transportado junto. Ao final do discurso ela não sabia o que sentir. Em seu coração não havia pesar, tudo que sentia era um estranho sentimento de insuficiência. O pobre garotinho de 9 aos havia sido praticamente devorado... Nyx havia levado 3 numa mera tarde e aquilo fez suas entranhas borbulharem. Tinha ódio daquela entidade, mas aquele ódio fazia com que ela quisesse lutar, ser mais forte. Se fosse forte o suficiente poderia ter até mesmo evitado aquilo tudo.  O falatório do conselheiro passou como um zumbido em sua orelha, mas quando ele finalmente calou a boca, a jovem o acompanhou silenciosamente de volta para a parte segura da ilha.

Poderes:


×Nível 14
Nome do Poder: Hypnokinesis II
Descrição: O semideus ficou mais forte, e assim como ele seu poder também evoluiu. Com isso, agora possui a capacidade de induzir insônia alguém durante alguns turnos em batalha, retirando parte do descanso do corpo do outro semideus e o deixando cansado fisicamente e mentalmente falando. Isso torna o oponente do semideus mais fraco, e o deixa com uma vantagem tremenda.
Gasto de MP: 50 MP
Gasto de HP: Nenhum
Bônus: Reduz atributos físicos (força, velocidade e etc) em 20%.
Dano: 40 HP
Extra: Só pode ser usado uma vez a cada cinco turnos, o efeito não é cumulativo (perdeu 20% perde +20% somando 40%, não funciona assim). O efeito no oponente do semideus dura apenas dois turnos.

× Nível 12
Nome do Poder: Miragem I
Descrição: Pode trazer sonhos para a realidade e criar pequenas miragens ao redor que confundem o inimigo. Por exemplo, pode fazer que tenha dois de você em campo, quando na verdade tem apenas um. Pode fazer uma arvore surgir do nada, a imagem estará ali para o seu inimigo, mas para você nada irá mudar. Nesse nível só consegue provocar pequenas confusões, nada muito grandioso, e normalmente só consegue fazer miragens simples, como fazer surgir pedras no meio do caminho (só na mente da pessoa, não é real) arvores, se duplicar e etc.
Gasto de MP: 30 MP
Gasto de HP: Nenhum
Bônus: O inimigo realmente acredita no que está vendo, logo, pode ficar confuso, mas isso funciona melhor com inimigos mais fracos do que você.
Dano: Nenhum
Extra: O efeito só dura dois turnos.


× Nível 6
Nome do Poder: Metamorfose Animal I
Descrição: Seu pai é um deus metamorfo, logo, você também o é. Nesse nível consegue se transformar apenas em pequenas criaturas, como ratos, formigas, pássaros de porte pequeno, coelhos e gatos, mas não passa disso.
Gasto de MP: 15 MP por turno usado.
Gasto de HP: Nenhum
Bônus: Terá os mesmos atributos físicos que a criatura (visão melhorada, olfato melhorado, força, depende da criatura em que se transformar).
Dano: Nenhum
Extra: Nenhum

Nível 6
× Nome do Poder: Furtividade I
Descrição: Assim como Morfeu/Somnia penetra sonhos sem ser notado, sendo inclusive considerado um deus bastante discreto, seus filhos também o são. Eles conseguem se mover sem serem notados com facilidade.
Gasto de MP: Nenhum
Gasto de HP: Nenhum
Bônus: +10% de furtividade
Dano: Nenhum

Armamento:


× Mochila sem fundo [Mochila de prata com material simples, sem bolsos laterais, com um único zíper, uma única entrada e uma única saída.| A mochila não possui fundo, foi encantada para caber inúmeros objetos, ou seja, seu espaço é infinito, tudo que você colocar dentro dela permanece ali, desde que passe pela parte de cima, ou seja, você precisa conseguir colocar o item pelo buraco, que é largo o suficiente para passar até uma panela de pressão. Para pegar o item de volta basta colocar a mão dentro da mochila e pensar nele, e ele retorna para suas mãos.| Indefinido | Sem espaço para gemas | Alfa | Status: 100% sem danos |Lendário e mágico | Loja especial do dia dos namorados]

× Manto dos Pesadelos: um tipo de rede com uma área de 8 metros armazenada dentro de uma pequena bola. Quando arremessada, essa bola se abre e libera o manto. Tudo o que ficar abaixo do manto caíra em um profundo sono e terá pesadelos terríveis. O efeito só acaba quando a vítima fica livre do manto.

× Espada de Ferro [ Uma espada de lâmina reta com um fio duplo - ou seja, possui dois gumes - feita em ferro estígio, sua lâmina tem cerca de 90cm enquanto tiras de couro negro envolvem seu cabo. Possuindo em seu pomo um espaço para uma única gema.| A espada é coberta por veneno, provocando 20% a mais de dano e tendo a chance de envenenar caso atinja a corrente sanguínea, causando -15HP por 4 turnos | Ferro estígio| Espaço para uma gema| Beta | Status 100%, sem danos. | Mágico| Quando o passado revive.]

 PLAY PLUS:

Play Plus
– Sua sorte triplicada? Isso mesmo, toda postagem executada por seu personagem nos próximos 3 dias terá a XP triplicada. (02/07/2017)




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Georgia Blanchard
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Re: Festival das Estações (Outono)

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