The Blood of Olympus
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Festival das Estações (Outono)

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Re: Festival das Estações (Outono)

Mensagem por Kang Pipper em Dom Jun 18, 2017 4:43 pm

Trolls, grr
As notícias corriam mais rápido que o bater de asas de um pequeno beija-flor, anunciando a tragédia que havia ocorrido na ilha: uma pequena criança, de apenas doze anos e prole de um Deus ainda desconhecido havia desaparecido na manhã daquele mesmo dia. Outros afirmavam que o ato havia ocorrido durante a noite, onde criaturas o arrastaram para dentro do solo. Alguns ainda afirmavam que viram o menino ser levado por aves gigantes e completamente feitas de gelo. A única certeza que possuíam se encontrava em um cartaz colado em um mural de avisos, justamente no centro da ilha, onde algumas casas improvisadas se erguiam. Ali estava apenas a informação sobre o desaparecimento de Joseph – a pequena criança. Assim como uma fotografia desatualizada, afinal aquela criança parecia ter cinco anos e não doze, e um retrato falado. Pipper havia corrido para o centro do vilarejo assim que escutou a notícia ao acaso enquanto mordiscava um picolé de doce de leite em uma sorveteria.

Se sentindo terrivelmente tentada a ir atrás de tal criança, afinal aquele menino parecia indefeso, apesar de ser um semideus. E, levando em consideração os monstros que ali habitavam, Pipper não duvidada que, na realidade, o menino houvesse sido raptado por um, afim de servir como alimento. Nesse caso o tempo poderia ser crucial, pois Joseph poderia já estar morto, caso houvesse desaparecido pela noite. Ela sacolejou a cabeça, livrando-se de tais pensamentos. Passando a conferir os equipamentos que carregava consigo, afinal os velhos hábitos de estar sempre armada lhes eram uteis. Concluindo que a Ghost – uma espada um pouco estranha – e a Estrela de Davi deveriam dar conta. Com isso ela passou a se mover, decidindo começar as buscas pelo lado gelado da ilha. Pois temia que, caso ele houvesse realmente se perdido, pudesse morrer de frio.

No entanto, após horas revirando a neve, árvores e cavernas, a adolescente concluiu que o menino não havia estado ali.  Assumindo uma expressão cada vez mais preocupada ao analisar que havia perdido ao todo três horas só em uma das estações. A adolescente estava voltando correndo, o mais rápido que podia, para o centro da cidade, passando a diminuir a velocidade a cada metro que cobria, afim de não acabar colidindo com as pessoas, quando sentiu o corpo ser abraçado. Reconhecendo a namorada de imediato, as linhas de preocupação diminuindo consideravelmente do rosto da adolescente. Ainda que continuassem ali. Pipper engoliu em seco ao ouvir a namorada se pronunciar sobre o garoto desaparecido.

- Então, eu estava procurando por ele... ele não está na parte de gelo, Hel.

Murmurou, enfiando o rosto no ombro da mais velha, buscando consolo para a situação que parecia péssima. E, de alguma forma, a sugestão de Hela associada à sua própria presença, foram capazes de mitigar a preocupação de Pipper, que imediatamente afastou o corpo da outra adolescente a segurando pelos ombros assim que bebeu as explicações da mesma.

- Isso é fácil, veja só.

A Kang anunciou, puxando a mais velha pelo pulso em direção ao mural de avisos, apontando para o mapa que estava preso em uma espécie de mural a parte, protegido por uma caixa de vidro (como se isso fosse deter semideuses). Se esgueirando para perto do anuncio de desaparecendo e surrupiando a foto do garoto com uma habilidade que deixaria os filhos de Hermes orgulhosos.

- Isso serve? – Pipper questionou, aparecendo do lado de Hela, exibindo a foto do jovem rapaz.

A risada da prole de Hécate lhe provocava uma felicidade mais do que genuína, de maneira que a adolescente sorriu, abraçando a mais velha pela cintura enquanto se moviam pela rua. Possivelmente indo em direção a um local privado, sendo surpreendida ao analisar o local que Hela estava hospedada, se sentando na cama enquanto observava o ritual ser feito. Buscando nos bolsos um pouco de ambrosia ao ver o corte na mão da mais velha.

- Droga.

Ela murmurou para si mesma ao perceber que não havia levado consigo o costumeiro pacote com suprimentos para quando fosse necessário, se contentando em observar a magia ser concluída. Recuando em susto quando observou o fogo consumir o mapa, apagando após alguns segundos, as revelando o local.

- Bem... Eu acho que é um pouco perigoso, esse lugar. Mas vamos, ele ainda pode estar vivo. – Pipper anunciou, esfregando as palmas adornadas de suor nas calças, para se livrar de tal liquido.

Obviamente estar perto de Hela lhe dava a sensação de estar vivendo emoções distintas de formas simultâneas, por um lado estava completamente preocupada com a situação do jovem rapaz, porém não conseguia impedir-se de se sentir extasiada ao estar ao lado da mais velha. Ainda que a situação não fosse das melhores. Não evitando sorrir ao passar pela porta.

- Eu estava pensando em comer alguns doces mais tarde, depois de salvar o menino.

Pipper deu ombros, tentando soar positiva a medida que se aproximavam do bosque. Não haviam como saber se estavam ou não próximas, ao menos para ela, no entanto o ambiente parcialmente ausente de vida e canto distante dos pássaros não soava exatamente animador, de maneira que ela sacou a escada – Ghost – do cinto preso a cintura. Mudando a postura, antes relaxada e calma, observando o solo e as sombras provocadas pelas arvores, quase entrando em um silencio profundo.

- Eu não sinto coisas exatamente boas...

Logo os olhos da prole de Nyx se fixaram na caverna que Hela havia indicado, arqueando as sobrancelhas em pura preocupação, certamente aquilo não significava nada de bom. O que explicava o motivo dos seus instintos internos estarem indo a loucura. Afinal sempre que se aproximava de monstros algo parecia sugerir que ela fugisse ou não fosse morta. Pipper sabia que havia monstros lá dentro. Ela torceu os lábios em um biquinho, claramente se preparando para uma batalha – que não era a da fofura, por favor. E adentrou na caverna com toda a coragem que tinha.

Observando com determinada dose se assombro quando notou o ambiente, vislumbrando uma fogueira no centro, enquanto uma troll fêmea aquecia o grande caldeirão, urrando como um animal. Estava escuro, é claro, mas Pipper podia enxergar no escuro, vislumbrando celas mais ao fundo e o que seriam dois trolls machos, fazendo tanto barulho quanto a fêmea enquanto montavam uma espécie de ronda. Imediatamente o corpo da semideusa se tornou invisível, apertando a mão de Hela em uma comunicação muda de confiança.

- Por favor, você pode criar uma distração, eu vou soltar ele e volto para te ajudar.

Ela sussurrou, se aproximando da orelha da semideusa mais velha, tendo a própria voz abafada pelo barulho dos trolls e, sem esperar por resposta, a adolescente atravessou os monstros, sendo ocultada pelo corpo transparente e barulho. A Kang quase sorria ao visualizar a criança em uma das celas. Ela aproximou-se da cela no canto, segurando o grosso cadeado com a mão livre, já que a outra estava segurando a espada.

- Non vos me. – Ela sussurrou para o cadeado, que se abriu de imediato.

No início da caverna, Pipper ouvia os sons de batalha, um indicativo que Hela havia conseguido – de alguma forma – atrair os trolls para si mesma. Imediatamente a semideusa tornou o corpo visível, assim que percebeu que a criança parecia assustada e prestes a gritar ao ter a cela sendo aberta por “algo” invisível.

- Eu sou uma semideusa, calma, estou aqui para te salvar! – Pipper indicou, abrindo um sorriso e oferecendo a mão para a criança.

O pequeno agarrou a mão da adolescente, mas logo Joseph apontou para outra cela e Pipper foi surpreendida ao encontrar a líder das caçadoras de Ártemis ali, imediatamente a semideusa se aproximou do cadeado, repetindo o encantamento anterior, fazendo com que o mesmo se abrisse de imediato.

- Bem, é bom ver você, Manu. – Pipper deu ombros, pedindo que Joseph ficasse ali, no canto das celas enquanto elas lidavam com os trolls. O coitadinho mal era capaz de parar de tremer, mas naquele momento, a Kang precisava lutar, para ajudar Hela e Manu – que já havia se lançado a batalha.

Imediatamente a semideusa retirou o selo do pescoço, abrindo as longas asas escuras que possuía nas costas saindo do chão a medida que o corpo se tornava invisível, vislumbrando a troll que parecia determinada a esmagar Hela enquanto ela se concentrava no outro troll, na entrada na caverna. Pipper se lançou contra ela, ganhando velocidade e desferindo um chute na cabeça da mesma, sendo garras crescem nos dedos, assim como a seu foco passou a ser a fêmea troll. Que a buscava no ar, dando golpes como se Pipper fosse uma mosca minúscula a atrapalhando. De forma que a semideusa brandiu a espada, avançando novamente, passando a desferir uma série de golpes. Sequer escolhendo o lugar para atingir, pouco se importando com a própria integridade ao desferir tamanhos golpes, só parando quando sentiu o monstro explodir em pequenas partículas de pó dourado. Imediatamente a semideusa se sentou no chão, tornando o corpo visível novamente e desativando o selo das asas. Se deitando no chão enquanto sentia as unhas voltarem ao normal, assim como seus olhos.

Informações:
Poderes:
Ativos:
Feitiço: Non vos me.
Descrição: Esse feitiço pode te livrar de prisões, correntes e algemas que não seja encantadas magicamente.
Gasto de Mp: - 40 de MP.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Caso seja realizado durante a lua crescente, há uma chance de +30% de que ele funcione corretamente.
Dano: Nenhum.
Extra: Apenas verbal.

Nome do poder: Invisibilidade Noturna II
Descrição: Durante a noite, o filho de Nyx/Nox consegue manipular a energia ao redor do seu corpo, e ficar totalmente invisível, sem ser detectado. Caso não faça barulho, ou não seja detectado pelo cheiro, não poderá ser encontrado. Poderes oculares não ajudarão a detectar o filho de Nyx, pois, sua magia é quase perfeita.
Gasto de Mp: 15 MP por turno ativo
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum
Extra: Nenhum

Asas demoníacas (Poder permite que a semideusa a partir de um selo - Losango negro - na nuca, abra asas negras de um demônio. Permite o semideus voar a até 100 Km/h sem prejuízo nenhum, sem gasto de MP.)

Fúria Sangrenta: Os olhos do semideus se tornam vermelhos escarlate, garras crescem no lugar de suas unhas e caninos crescem. Todas as capacidades corpóreas da pessoa são dobradas por 3 turnos. Gasto 50 de MP. Uma vez a cada 5 turnos.

Passivos:
Nome do poder: Imunidade abaixo de 0º
Descrição: Por mais que os semideuses estejam em algum lugar em que o clima esteja abaixo de zero, eles não são afetados, sentem frio, mas não chegam a ser afetados como os filhos de outros deuses, acostumando-se com facilidade as mudanças bruscas.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: A mudança brusca de temperatura não o afeta tanto
Dano: Nenhum

Nome do poder: Proteção
Descrição: Nyx/Nox é uma mãe zelosa quando se trata dos filhos, e concede a eles uma proteção invejável. Seus corpos tem um escudo e resistência natural, que impede criaturas, e espíritos malignos, bem como demônios, de tomarem seu corpo e sua mente.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Qualquer criatura que tentar violar o corpo do filho de Nyx/Nox de maneira baixa, será expulso, e terá uma parte da alma machucada.
Dano: 10% de dano na barra de HP (retirado do total), da criatura que tentar violar o corpo do filho de Nyx/Nox.

Nome do poder: Pericia com Laminas II
Descrição: Conforme o treinamento do semideus evoluiu, sua precisão com laminas se tornou ainda mais evidente. Agora, outros tipos de laminas também se tornam perfeitas em suas mãos, e mesmo sem nunca ter manejado essa arma, terá certa facilidade em lutar com elas. Espadas longas e lanças, podem virar armas tão mortais em suas mãos, que é melhor seus inimigos se afastarem.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +70% de assertividade no manuseio de laminas (adagas, espadas, lanças, e etc).
Dano: +35% de dano se o oponente for acertado pela arma do semideus.

Nome do poder: Premonição
Descrição:  Quando o filho de Nyx/Nox está correndo algum risco de serem atacados ou mortos de surpresa, eles têm uma premonição, um sentimento de perigo sobre o que irá acontecer. Este sentimento o alerta e pode mantê-lo vivo, pois, permite ao personagem antecipar durante um único turno – de sua escolha – o movimento do inimigo, e bloqueá-lo. (Só pode ser usado uma vez por missão, luta ou evento).
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Pode afirmar os movimentos do adversário durante um único turno, podendo bloqueá-los nesse mesmo turno.
Dano: Nenhum.

Armas:
*Ghost: A espada curta e irregular - com cabo de couro e lâmina de ferro estígio-, possui a habilidade de, basicamente, se adaptar ao usuário em relação ao seu peso e equilíbrio. Envolta por energia negra, a arma pode facilmente \\\'incrementar\\\' as habilidades dos filhos de Nyx, fazendo com que este não precise \\\'criar\\\' a energia para poder usá-la. (Só pode usar a energia negra da arma 3 vezes por missão/PvP/MvP){By Nyx}

3. Estrela de Davi: Um pequeno pingente de prata preso a uma corrente. A estrela apresenta seis pontas, mas apenas 3 delas servem para algo. Quando ativo transforma-se em uma das três armas a seguir: Arco e flecha da lua (feitos de prata lunar e com flechas mais finas e rápidas que o normal perfuram mais fundo do que qualquer outro arco, se a pessoa retirar a flecha do corpo ao ser atingido o estrago será maior). Espada de prata (feito de prata lunar assim como arco, a espada se ajusta perfeitamente a mão do usuário, sempre será leve para o portador tornando seu manuseio ainda mais fácil, inscrições de grego antigo adornam a arma, e se alguém for atingido duas vezes seguidas pela espada o terceiro golpe será ainda mais letal, a arma dobra a força e o peso, e ao atingir o corpo causa cortes mais profundos). Escudo refletor: Aparentemente um escudo/espelho (Ao ser ativado surge na frente do corpo do semideus, quando ativo o escudo é capaz de proteger qualquer ataque mental desferido contra o portador da arma, tais ataques serão refletidos e retornam a pessoa que lançou, o escudo não protege ataques físicos, apenas mentais). Quando inativo volta a ser a corrente.


Recompensas até: 5.000 XP – 5.000 Dracmas – 3 folhas secas e 1 gota de chuva

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Re: Festival das Estações (Outono)

Mensagem por Emmanuelle S. Henz em Dom Jun 18, 2017 8:15 pm



Investigação
Vamos fingir que sabemos amar e quem sabe um dia poderemos aprender
Manu não tivera um minuto de descanso desde que colocara os pés naquela ilha e estava mais uma vez responsável pelas rondas da manhã. Tinha designado boa parte das caçadoras para vasculhar o perímetro quando aconteceu, mas não pode fazer nada. A jovem mal tinha dormido, a confusão da noite anterior ainda mexia com ela, anões invadindo festas, só numa ilha maluca para isso acontecer.

— Idade aproximada? — Ela perguntou a irmã mais velha do garoto, buscando as pistas que precisava para poder encontra-lo.

— 12 anos, mas parece ter dez pelo tamanho — Ela estava aflita, respondia rápido e seu tom alto denunciava seu nervosismo.

Manu assentiu, anotando a informação junto as características físicas do garoto, gostos e o último lugar onde fora visto, então partiu. As caçadoras já tinham sido submetidas a diferentes pontos do bosque da primavera e deveriam enviar sinais ou recados caso encontrassem algo, mas isso claro, não aconteceu. Uma hora mais tarde Manu estava mais ao fundo do bosque, tinha encontrado pistas suficientes ao seguir o rastro de sangue do garoto e o fedor do Troll, mas não era só isso, tinha mais.

Os animais naquela parte da ilha recuavam a qualquer barulho, estavam com medo, assustados. Galhos e folhas permaneciam ao chão quebrados ao meio, e pegadas gigantes na lama denunciavam que sim, o Troll tinha passado por ali. Manu já tinha enfrentado um deles antes, logo sabia como eram e como se comportavam, não foi difícil para ela encontrar a trilha. O cheiro ao redor era podre, sua audição lhe permitia captar todos os ruídos possíveis a poucos metros de distância, mas ainda assim... a garota sentia que estava andando em círculos, e que algo muito maior do que ela estava prestes a acontecer. Aquele frio na espinha lhe era bastante familiar, pois denunciava que o perigo estava por perto, se já não tivesse chegado.

A garota cheirou o ar e recuou no minuto seguinte, o fedor ali era tão intenso que chegou a fazer seus olhos lacrimejarem. Ela puxou uma flecha negra da aljava, posicionou-a no arco e se preparou, mas nada aconteceu, eles não estavam por perto. A jovem relaxou a postura, deu mais passos para frente e se infiltrou mais a fundo dentro da floresta, cada passo uma armadilha diferente. Ela não estava gostando daquilo, sentia-se tensa dos pés à cabeça, mas não recuou, o cheiro de sangue tinha ficado mais forte, e era justamente isso que a guiava, seu instinto, seu faro.

Manu trincou os dentes, farejou o ar mais uma vez e deixou que mais lagrimas escapassem dos seus olhos. Deuses, aquilo era tremendamente forte para ela, tinha a afetado tanto a ponto de fazer sua vista embaçar. Ela se distraiu com isso, mesmo que por um curto período de tempo, e foi aí que o gigante apareceu. Manu fora pega de surpresa, e acabou levando uma bela paulada na cabeça – se é que assim podemos definir o bastão que lhe acertou a parte de trás do crânio – o mundo escureceu no minuto seguinte, e ela nada mais viu.

...

Urros e risadas ecoavam por todos os cantos daquele lugar, mas Manu não conseguia definir de fato o que estava acontecendo. A cabeça latejava forte, seu corpo estava duro contra o chão de terra daquele lugar e seus olhos piscavam diversas vezes para tentar focar em algo, quando conseguiu, se arrependeu profundamente. Estava dentro de uma caverna, presa em uma espécie de cela muito malcheirosa e com ossos no chão, seu arco não estava com ela, e para piorar mais a frente estava o inimigo.

Manu evitou se mexer a princípio, levou os dedos a nuca e constatou que ainda estava sangrando, mas que o corte também era superficial. Fez uma careta, sentou-se e analisou sua situação. Estava sem o arco, praticamente desarmada e com três inimigos a frente, sim três, era uma família inteira de Troll’s e não apenas um, para piorar o menino que fora raptado não parecia estar em parte alguma, e ela não estava gostando disso. A jovem procurou mais a fundo, e quando encontrou o menino em uma segunda cela, respirou aliviada, para só então levar a mão a canela e constatar que ainda tinha sua faca. Ali viu a chance perfeita para lutar, só precisava aguardar o momento certo, estava machucada e não era tola, não ia se arriscar sem ter qualquer vantagem para se salvar e salvar o garoto.

Acontece que todos os seus planos se tornaram desnecessários em algum momento, e tudo porque a caverna tinha sido invadida por uma dupla que ela não esperava ver tão cedo. Pipper e Hela, instrutoras do acampamento meio sangue. Manu surpreendeu-se com esse fato, mas permaneceu calada, puxou a faca e preparou-se, aguardando pela ação mesmo sabendo que não precisaria fazer muito dali para frente, e tudo porque ambas as jovens – apesar da idade – eram tão ou mais habilidosas do que ela. Hela percebeu a semideusa ali antes mesmo de todos os outros, mas Manu levou dois dedos aos lábios num pedido mudo para que ela não comentasse nada, afinal, ainda precisavam de um trunfo na manga. A jovem balançou a cabeça em concordância, então atirou-se de cabeça na batalha contra um dos Troll’s. Pipper por sua vez tinha libertado o garoto, e agora seguia em sua direção para libera-la tão rapidamente quanto fizera com o primeiro.

— Acho que sou eu quem tenho que dizer isso — Manu sorriu fracamente, então fitou o mais novo. — Obrigada, aos dois, agora, fique atrás de nós sim? Vamos proteger você — Ela prometeu antes de esquivar-se para o lago e puxar a faca, gritando para o Troll da esquerda para chamar atenção. — Ei idiota, vê se pega alguém do seu tamanho! — Manu sorriu ao perceber que tinha conseguido roubar a atenção do monstro para si, e se preparou, pois sabia que não podia derrota-lo desarmada como estava, mas podia liberar um truque ou outro. O Troll se virou em sua direção, e Manu não perdeu tempo, lançou a faca em sua mão em direção ao olho da criatura, acertando o direito e o cegando. A cena era nojenta, mas ela já tinha visto coisas piores de qualquer maneira.

Aproveitando-se dessa distração a garota concentrou a espera em suas mãos, ajeitou a energia que precisava e então canalizou a luz antes de lançar todos os 20 filetes de energia em direção ao monstro, o desintegrando. Ao erguer a cabeça percebeu que Hela e Pipper já tinham se livrado dos outros dois monstros na caverna, e isso lhe permitiu relaxar a postura. Manu suspirou, recolheu seu arco favorito e sua aljava e então saiu da caverna junto com as duas garotas, tinha sido um dia cheio, ela só desejava um bom – e longo – banho.

TRIPLICADOR:

• Play Plus – Sua sorte triplicada? Isso mesmo, toda postagem executada por seu personagem nos próximos 3 dias terá a XP triplicada. (Valido até 19/06/2017)
DRACMAS DOBRADOS:

• Coin – O coin é um pequeno bichinho da sorte que pode torna-lo mais rico, toda postagem executada por você nos próximos 5 dias ganha dracmas dobrados (Valido até 21/06/2017).
Ativos:

> Greatest Caution - O semideus concentra a própria energia em suas mãos, disparando 20 filetes de energia, que atingem o inimigo, causando perfurações com 20 de dano CADA UMA e uma poderosa onda de choque no local, que causa 50 de dano a qualquer inimigo próximo. Uma vez por evento. [30 MP]
Passivos:

Nível 60
Nome do poder: Perícia com Facas e Adagas IV.
Descrição: Nesse nível as caçadoras de tal Deusa desenvolvem uma pericia com facas e adagas (itens necessários durante uma caçada), independente da arma.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: +100% de assertividade no manuseio de facas e adagas.
Dano: + 50 de dano ao ser acertado pela arma da semideusa, pois a precisão será mais certeira.

Nível 27
Nome do poder: Resistência
Descrição: Como imortais e habituadas a movimentação extrema as caçadoras passam a desenvolver uma resistência acima da média, podendo passar mais tempo em corridas e em batalhas, sendo difícil cansa-las.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: + 30% em resistência.
Dano: Nenhum.

Nível 30
Nome do poder: Habilidade em batalha
Descrição: Tais semideuses tornam-se habilidosas em batalhas, conhecendo pontos fracos de monstros, assim como seus movimentos passam a ser limpos e rápidos, tanto utilizando arcos como facas/adagas. Sendo extremamente evasivas no combate corporal, assim como assertivas.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: + 50% de velocidade em combates corporais.
Dano: Nenhum.

Nível 17
Nome do poder: Instintos
Descrição: Habituadas a vida longe de grandes cidades, as caçadoras desenvolvem ao máximo os seus instintos – que são uteis em batalhas e caçadas –, passando a pressentir quando o perigo se aproxima.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Nenhum.
Dano: Nenhum.

Nível 12
Nome do poder: Conhecimento Bélico
Descrição: As caçadoras naturalmente acabam adquirindo um grande conhecimento sobre armas, sejam brancas ou de fogo.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Nenhum.
Dano: Nenhum.

Nível 13
Nome do poder: Força
Descrição: Ao lutarem em um ambiente natural, como florestas, a força da semideusa se torna maior, pois estão no local que as fortalece. Sendo mais difícil derrota-las.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: + 30% de força ao lutarem em florestas.
Dano: Nenhum.


Nível 2
Nome do poder: Habilidade de Caça
Descrição: Ao se tornarem seguidoras da Deusa da Lua as semideusas desenvolvem habilidades de caça, como observação e paciência. Podendo seguir rastros de presas estudando o ambiente e localizando pegadas, sangue etc.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: + 15% de percepção.
Dano: Nenhum.

Nível 3
Nome do poder: Sobrevivência
Descrição: Desde o momento que se juntaram a caçada, tais semideusas se tornam habituadas a vida em meio a florestas, passando a identificar plantas e frutas.  Podendo avaliar aspectos de grama, árvores, vegetais e ambientes que podem dar uma localização exata de onde a semideusa poderia estar.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Nenhum.
Dano: Nenhum.

Nível 1
Nome do poder: Sentidos Aguçados
Descrição: Os sentidos são essenciais em uma caçada, de maneira que, tais semideuses, ao juntarem-se a Ártemis, desenvolvem os sentidos, passando a enxergar, ouvir, sentir etc. muito bem, seja durante o dia ou durante a noite.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: +15% em todos os sentidos.
Dano: Nenhum.
Thanks Panda



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Re: Festival das Estações (Outono)

Mensagem por Hela A. Deverich em Dom Jun 18, 2017 9:15 pm


Trolls na floresta
 ♦ listening xxx with xxx♦ words: xxx ♦


Hela ouvia os boatos e via os cartazes. É claro que via. Ela não era burra, nem de longe. Mas sentia-se preocupada, com uma sensação estranha de que algo estava errado.

Alguns campistas organizavam buscas, mas todas elas pareciam não ter nenhum sucesso, afinal, o menino continuava tão desaparecido quanto antes.

Hela saiu andando pelo local, havia um tempo que não via a namorada e começava a se preocupar: e se ela estivesse desaparecida também? Mas não estava. Para a felicidade de Hela, a morena só precisou andar por alguns poucos metros até ver a tão familiar cabeleira negra. — Pips. — chamou a mais nova, puxando-a para um abraço. — Esse garoto… será que ele ainda está…? — “vivo”. A palavra apenas pairou no ar com certo peso.

Ao ouvir a resposta da garota, Hela assentiu, bastante pensativa. Os dedos passando suavemente por entre os fios escuros da mais nova enquanto considerava o que fazer. — Eu tive um ideia. Posso fazer um ritual de rastreamento… — estreitou os olhos, fixando o olhar num ponto além. — Só vamos precisar de um mapa da ilha e… algo que seja desse garoto. Vai levar uns minutos pra eu conseguir fazer… mas é melhor do que ir de estação em estação.

Apertou um pouco os braços ao redor do corpo da menor. Hela não costumava se meter nessas coisas, mas o garoto devia ter amigos e ela própria ficaria agoniada se alguém que ama desaparecesse.

Por um momento, a mais velha ficou apenas confusa. A testa de franziu, sem nada compreender. O que Pipper iria fazer?

Essa pergunta só foi respondida quando a garota voltou com a foto de menino, arrancando uma risada baixa da filha da magia. — Serve. Bem, tem que servir. — disse de maneira convincente, ou tão convincente quanto podia.

Para ser sincera, Hela nunca usara aquela habilidade antes. Apenas sentia que podia. — Tenho um mapa daqui na minha mochila. — passou o braço pelo ombro da namorada, puxando-a consigo em direção ao local onde estava “hospedada” durante aquele festival. Adentraram o pequeno espaço com Hela olhando ao redor de maneira atenta.

Pegou o mapa no bolso externo da mochila, o punhal e o isqueiro. Olhou para a menina mais nova, como se pensasse numa forma fácil de explicar porque carregava o isqueiro consigo, acabando por apenas balançar a cabeça e pegar a foto.

Fez um corte na mão com o punhal e deixou que o sangue pingasse nas costas da fotografia, olhando o mapa que havia sido meticulosamente estendido no chão. — Espero que ele não ligue de perder a foto. — resmungou, para ninguém específico enquanto acendia o isqueiro e aproximava a chama do papel fino do mapa. — “Amisso iam facere quod perierat”. — a frase foi finalizada no exato momento em que as chamas já consumiam o mapa.

Por fim, elas ficaram ali, esperando que o fogo se extinguisse para poderem ver o ponto em que o jovem se localizava. — Pips, olha… — apontou para o ponto negro em algum lugar do bosque de outono.

Enrolou a mão em um lenço qualquer. Aquele ritual era uma habilidade que lhe custava caro, e Hela podia sentir que precisava de algo para repor as energias, sendo assim, buscou um pedaço de ambrosia na mochila e o ingeriu.  

Um pouco perigoso, mas o quanto pode ser ruim ir em uma missão suicida, não é mesmo? — por mais que tentasse falar sério, sua voz saiu como a de alguém que tentava conter uma risada.

Hela pegou a espada de ferro estígio e a faca de caça, prendendo-a no cano da bota. — Estou pronta, senhorita! — fez uma mesura ao abrir a porta, deixando que a menina passasse antes de si.

Esse era o tipo de coisa que era ela costumava - e até preferia - fazer sozinha. Mas sabia que Pipper nunca iria aceitar. Era parte da natureza da menina tentar ajudar a todo mundo.

A filha de Hécate entrelaçou os dedos aos da menina quando segurou em sua mão, olhando ao redor conforme se aproximavam do ponto indicado.

Os pelos da nuca de Hela continuavam a se arrepiam de maneira constante enquanto prosseguiam e, algo dizia que, não era frio.

Podemos comer doces quando voltarmos, deitar naquela cama velha, assistindo a filmes em um tipo de TV mais velho ainda… — sorriu minimamente.

Hela apenas soltou a mão da menor, puxando a espada e se colocando com guarda alta, focando-se no ambiente ao redor.

Daqui não vai sair nada de bom. — falou enquanto olhava ao redor, vendo uma caverna não muito distante. — Olha só aquilo ali… — murmurou, pigarreando baixo.


Hela continuava atenta, ainda seguindo em direção a caverna, parando na entrada, forçando os olhos a observarem o local.

Continuaram andando de maneira sorrateira até que se encontravam ali dentro. Observou as coisas e apenas sentiu o aperto em sua mão, ouvindo o pedido, mesmo que não pudesse ver a mais nova. Certo. Ela ainda podia fazer algo a respeito.

Enquanto pensava em agir, ela viu Emanuelle, a tenente das caçadoras, que lhe pediu para não falar nada. Ela não falaria. — Merda. O que vocês tem contra banhos? — a semideusa disse o mais alto que conseguiu.

Já havia lutado contra trolls antes e poderia facilmente destruir aquele que avançou - ok, não tão fácil, mas poderia fazer rápido -, porém ela precisava de entreter os outros dois. e assim, ela ouviu um rugido da fêmea que deveria significar “Pegue ela, seu idiota.”

Então, Hela começou a correr e a investir contra o monstro com a faca de caça. Se esquivava por entre as pernas dele e tentava cortar a couraça dura. Quando ele tentava esmagá-la, ela simplesmente rolava para o lado.

Os outros dois até chegaram a avançar contra Hela ao ver que ela era mais escorregadia do que parecia ser, mas não duraram muito porque logo Pipper pegou a fêmea e Emanuelle se incumbiu do outro paspalho.

Hela então fincou os dedos na terra e fez com que gavinhas espinhosas prendessem o troll. Os espinhos eram, inicialmente, apenas hologramas, mas quando se cravavam no monstro, tornavam-se rijos cresciam cada vez mais pelas entranhas do bicho que, não demorou muito para explodir em pó.

Hela sentia o peito subir e descer pesadamente ao deixar os olhos percorrerem o local em busca da caçadora e da prole da noite. Aproximou-se da mais nova e a olhou com atenção, conferindo se ela conseguiria andar antes de chamar o semideus mais novo e a caçadora para saírem dali.

Hela:

Poderes Usados:

Poderes dos Necromantes:

Ativos:

Nível 28
Nome do poder: Umbracinese V
Descrição: Em tal nível o semideus poderá invocar um noite, ausente de estrelas, no entanto a mesma irá durar dois turnos. O controle das sombras e escuridão atinge seu máximo.
Gasto de Mp: - 60 de MP (invocação da noite) ou - 40 de MP.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Nenhum.
Dano: - 60 de HP.
Extra: Nenhum.
Passivos:

Nível 18
Nome do poder: Ponto Fraco II.
Descrição: O necromante é capaz de, ao entrar numa batalha durante a escuridão, conseguir identificar possíveis pontos fracos do seu inimigo. Em tal nível o semideus consegue identificar possíveis três pontos fracos.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum
Extra: Nenhum.

Nível 20
Nome do poder: Trucidar
Descrição: Ao entrar numa batalha o necromante se torna capaz de lidar com danos físicos com uma facilidade maior, aguentando determinados danos sem se desviar do seu foco.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum
Extra: Nenhum.

Nível 23
Nome do poder: Benção da Escuridão.
Descrição: Quando o necromante está no mais completo breu sua força e velocidade são melhorados.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: +15% em força e velocidade.
Dano: Nenhum
Extra: Nenhum.

Nível 25
Nome do poder: Perícia com Foice e Correntes VIII.
Descrição: Os Necromantes de Érebus possuem uma facilidade natural com o manejo de tais armas, podendo rapidamente usá-las em uma ofensiva quanto na defensiva.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: +50% de assertividade no manuseio de Foices e Correntes.
Dano: + 45 de dano ao ser acertado pela arma do semideus, pois a precisão será mais certeira.
Extra: Nenhum.

Nível 27
Nome do poder: Sentidos aguçados II
Descrição: Quando a escuridão é estabelecida o semideus poderá ter seus sentidos (com exceção da visão) aguçados, sentindo cheiros com maior facilidade etc. Entretanto o necromante não irá se tornar um rastreador nato, por exemplo.
Gasto de Mp:
Gasto de Hp:
Bônus: +30% em todos os sentidos.
Dano: Nenhum
Extra: Nenhum.

Nível 30
Nome do poder: Respiração Sombria IV
Descrição: O semideus torna-se capaz de suspender a respiração por um longo período de tempo (até quatro horas), porém tal habilidade pode torna-se falha quando o semideus está em domínios além, como o tártaro.
Gasto de Mp: Nenhum..
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum
Extra: Nenhum.

Nível 45
Nome do poder: Emoções III
Descrição: Quando a escurição é estabelecida os necromantes de Érebus poderão não ser afetados por ataques mentais ou emocionais, entretanto há um risco de falha a depender do estado emocional do necromante.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: +30% de Resistência a ataques mentais.
Dano: Nenhum
Extra: Nenhum.

Nome do poder: Perícia com Lâminas IV.
Descrição: Nesse nível os afiliados de tal Deus desenvolvem uma pericia com lâminas em geral, independente da arma.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: +50% de assertividade no manuseio de lâminas.
Dano: + 50 de dano ao ser acertado pela arma do semideus, pois a precisão será mais certeira.
Extra: Tal poder não pode ser combinado ao poder denominado "Perícia com Foice e Correntes".
Poderes de Hecate:

Ativos:

Nível 35
Ritual: Rastreamento.
Descrição: Esse ritual serve para localizar pessoas desaparecidas. Precisará de um objeto pessoal do desaparecido, seu próprio sangue, um mapa e fogo.
Passe seu sangue no objeto e o coloque sobre o mapa, em qualquer lugar. Em seguida, coloque fogo no mapa enquanto diz a frase:

"Amisso iam facere quod perierat."

Ao final do ritual a cidade onde a pessoa se encontra estará gravada no objeto.
Gasto de Mp: - 50 de MP.
Gasto de Hp: - 30 de HP.
Bônus: Caso seja realizado durante a lua nova, há uma chance de +30% de que ele funcione corretamente.
Dano: Nenhum.
Extra: Apenas verbal. Itens podem ser conseguidos em missão.
Passivos:

Nível 33
Nome do poder: Pericia com Punhais III
Descrição: Você se tornou um mestre no manejo de punhais, essa arma em suas mãos, não é apenas mortal, mas também perfeita. Você consegue usa-la para diminuir seu gasto de energia, e acertar pontos críticos com ela.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +100% de assertividade no manuseio de punhais. Consegue diminuir o gasto de MP desde que use o punhal para realizar os rituais de sangue. A MP então será reduzida pela metade, sendo que, se o gasto era de 20, gastara apenas 10.
Dano:  +20% de dano se o inimigo for acertado pela arma do semideus.

Nível 40
Nome do poder: Pericia com Varinhas III
Descrição: Você andou treinando, e agora além de ter conseguido entender o funcionamento e a importância da varinha, também consegue usá-la para a batalha, manejando-o para atacar e se defender com uma precisão impressionante.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +75% de assertividade ao lutar com essa arma. O semideus que usar a varinha para executar o feitiço, reduzindo o gasto de MP pela metade, assim sendo, um feitiço que gasta 10 MP para ser realizado, na posse de uma varinha só gastaria 5 MP. (O semideus deverá lançar o feitiço pela varinha, ou o gasto ainda será o mesmo).
Dano: +15% de dano se for acertado pela magia executada pela arma do semideus.

Nível 50
Nome do poder: Progresso em rituais
Descrição: Magia é poder, e quando envolve rituais de usuários e varinhas, isso fica ainda mais forte. O filho de Hecate/Trivia, trabalha para desenvolver sua magia e fica mais forte, potencializando seus atributos e indo muito além do esperado. Ao desenvolver o progresso de rituais, também consegue realiza-los fora do tempo, isso permite ao semideus conseguir realizar qualquer ritual independente da lua no céu, porém, seus rituais terão uma força diminuída em 50% se forem realizados fora do período equivalente.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Pode realizar rituais fora do período da lua exigido, porém a força do poder é reduzida em 50%.
Dano: Nenhum
Armas:

§ - Sword of the Vacuum - Uma espada com a lamina negra, que quando o jovem a utiliza, ela pode lançar uma rajada de vácuo, que ai invés de jogar o alvo para longe, faz com que o local acertado seja contraído/esmagado de certa forma (não esmaga completo, apenas causa grande dor).

• Faca de Caça [ Uma faca de caça feita em ouro imperial. Sua lâmina é curta, tendo cerca de 20cm, e seu cabo se encaixa perfeitamente na mão do usuário, dando equilíbrio perfeito para um bom manuseio. A faca possui uma ligação com o dono e, não importa onde foi perdida, sempre reaparece ao seu lado. | A arma contém a lâmina envenenada, provocando 20% a mais de dano e tendo chance de envenenar caso atinja a corrente sanguínea causando -15HP por 4 turnos. | Ouro imperial | Espaço para uma gema simples. | Beta | Status 100%, sem danos. | Épica | Nível 5 | Quando o passado revive.]


Triplicador de XP:

• Play Plus – Sua sorte triplicada? Isso mesmo, toda postagem executada por seu personagem nos próximos 3 dias terá a XP triplicada. (Válido até 20/06/2017)

Duplicador de Dracmas:

• Coin – O coin é um pequeno bichinho da sorte que pode torná-lo mais rico, toda postagem executada por você nos próximos 5 dias ganha dracmas dobrados (Válido até 22/06/2017).





Recompensas até: 5.000 XP – 5.000 Dracmas – 3 folhas secas e 1 gota de chuva

Avaliado por Belona - 4.000xp (x3) = 12.000  - 4.500 (x2) = 9.000 dracmas - 3 folhas secas e 1 gota de chuva
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Re: Festival das Estações (Outono)

Mensagem por Kang Pipper em Dom Jun 18, 2017 10:45 pm

Batalha
Os boatos de que trolls – criaturas selvagens e completamente violentas, além de exatamente fortes – andavam a solta pelas florestas não surpreenderam a semideusa. Afinal havia enfrentando uma família inteira de trolls juntamente a Emmanuelle, uma caçadora de Ártemis que admirava pela imensa força e integridade, e Hela – prole de Hécate e namorada da asiática. De maneira que Pipper não mais temia tais criaturas, conhecendo a força que possuíam e o que eram capazes de fazer. De maneira que ela não possuía problemas em ir até a floresta de outono e lidar com um troll, como havia pedido para que ela fizesse, oferecendo uma boa recompensa em dracmas. Naturalmente ela estava com o colar, estrela de Davi, em torno do pescoço, trajando calças jeans, um moletom e all-stars. Com os dedos dentro dos bolsos, olhando atentamente pela paisagem. Ouvindo os barulhos provocados pelo troll – provavelmente sozinho – que pareciam se propagar por toda a mata. Certamente talvez esse fosse o motivo de sentirem tanto medo da criatura: ele destruía as coisas e fazia muito barulho.

A medida que caminhava ela percebeu que haviam árvores arrancadas pelas raízes e grandes pedras em locais estranhos, como se um furacão houvesse passado por ali. E, no centro do pandemônio, sujo de terra e brandindo uma clava de madeira, estava o troll. Como todos os monstros, ele parecia sentir a presença da semideusa, a localizando em cima de um tronco de árvore arrancado. Não havia muita racionalidade naquele animal, porém Pipper sabia como lidar com aquela falta de inteligente e lerdeza do troll. Obviamente os usando ao seu favor. Imediatamente o monstro avançou contra ela, brandindo a clava, visando – provavelmente – parti-la no meio. Mas a Kang não ficaria parada, naturalmente.

De forma que ela desviou, rolando para o lado no último instante, percebendo que o troll era uma espécie de mino-tauro mais feio. Visto que ele não conseguia mudar de direção uma vez que havia investido em uma só. E, sem mais tempo a perder, a semideusa retirou o colar do pescoço enquanto se movia para longe de mais uma investida do monstro, transformando a estrela de Davi em uma espada. Ao mesmo tempo em que os olhos de Pipper se tornavam rubros e garras substituíam suas unhas. Ela entreabriu um sorriso cheio de dentes e esperou o troll investir, saltando para o lado no momento oportuno e deferindo um golpe na altura do abdômen do monstro, abrindo um corte feio na pele do mesmo, graças a sua força triplicada. No entanto ela foi atingida em seguida, possivelmente por um golpe de reflexo do monstro, que lhe deu um tapa que a fez bater com tudo contra uma árvore. Ela tornou o corpo adornado de estrelas no último momento, mas mesmo assim parte dos danos ainda foram infligidos. Ao menos sabia que o troll havia sofrido também, visto que segurava a barriga como se pudesse a colar no lugar.

A adolescente se ergueu com dificuldade, sentindo a coluna doer, assim como a vontade de permanecer parada e ter um bom desmaio, porém se o fizesse na certa aquele troll ou outros iriam a devorar. Enfim, ela avançou contra o monstro, ainda com os olhos brilhando em vermelho, enterrando a espada na altura do peito do monstro que reagiu de imediato, dando um soco na terra – que provavelmente era para ter acertado a semideusa, porém se estivesse certa a visão do mesmo estava começando a falhar, sinal que estava morrendo. Ela sentiu o chão tremer ao seu lado e puxou espada de volta, porém o monstro a puxou pela perna, a sacolejando de um lado a outro enquanto morria e urrada de dor. Sujando a semideusa com o liquido esverdeado que era o sangue dos monstros e, por fim, o troll desapareceu em uma explosão de pó dourado. Fazendo Pipper colidir com o chão não tão macio. Permanecendo no mesmo por um tempo, gemendo de dor.

Informações:
Poderes:
Ativos:
Fúria Sangrenta: Os olhos do semideus se tornam vermelhos escarlate, garras crescem no lugar de suas unhas e caninos crescem. Todas as capacidades corpóreas da pessoa são dobradas por 3 turnos. Gasto 50 de MP. Uma vez a cada 5 turnos.

Nome do poder: Corpo Estrelado
Descrição: O filho de Nyx/Nox consegue transmutar sua pele por completo, deixando-a semelhante ao manto de sua mãe. Esse poder consiste em mudar a pele, a deixando azul como o céu noturno, e coberto por pequenas estrelas reluzentes. Essa pele serve como uma espécie de camada protetora, que impede o filho de Nyx/Nox de sofrer ataques físicos e mentais durante dois turnos. Nesses dois turnos, os ataques mentais são reduzidos pela metade. E os físicos simplesmente não surtem efeito. Os danos são sugados pelas pequenas estrelas presentes no corpo da prole de Nyx/Nox, e ao final dos dois turnos, desaparecem junto com o corpo estrelado, deixando apenas uma camada de poeira sobre os pés da prole da deusa.
Gasto de Mp:  70 por rodada ativo
Gasto de Hp:  Nenhum
Bônus: Ataques mentais reduzem o dano em 50%, e ataques físicos tem o dano reduzido em 100% tornando-se nulo por dois turnos.
Dano: Nenhum
Extra: Só pode ser usado uma vez por luta, missão, ou evento.

Passivos:
Nome do poder: Imunidade abaixo de 0º
Descrição: Por mais que os semideuses estejam em algum lugar em que o clima esteja abaixo de zero, eles não são afetados, sentem frio, mas não chegam a ser afetados como os filhos de outros deuses, acostumando-se com facilidade as mudanças bruscas.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: A mudança brusca de temperatura não o afeta tanto
Dano: Nenhum

Nome do poder: Proteção
Descrição: Nyx/Nox é uma mãe zelosa quando se trata dos filhos, e concede a eles uma proteção invejável. Seus corpos tem um escudo e resistência natural, que impede criaturas, e espíritos malignos, bem como demônios, de tomarem seu corpo e sua mente.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Qualquer criatura que tentar violar o corpo do filho de Nyx/Nox de maneira baixa, será expulso, e terá uma parte da alma machucada.
Dano: 10% de dano na barra de HP (retirado do total), da criatura que tentar violar o corpo do filho de Nyx/Nox.

Nome do poder: Pericia com Laminas II
Descrição: Conforme o treinamento do semideus evoluiu, sua precisão com laminas se tornou ainda mais evidente. Agora, outros tipos de laminas também se tornam perfeitas em suas mãos, e mesmo sem nunca ter manejado essa arma, terá certa facilidade em lutar com elas. Espadas longas e lanças, podem virar armas tão mortais em suas mãos, que é melhor seus inimigos se afastarem.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +70% de assertividade no manuseio de laminas (adagas, espadas, lanças, e etc).
Dano: +35% de dano se o oponente for acertado pela arma do semideus.

Nome do poder: Premonição
Descrição:  Quando o filho de Nyx/Nox está correndo algum risco de serem atacados ou mortos de surpresa, eles têm uma premonição, um sentimento de perigo sobre o que irá acontecer. Este sentimento o alerta e pode mantê-lo vivo, pois, permite ao personagem antecipar durante um único turno – de sua escolha – o movimento do inimigo, e bloqueá-lo. (Só pode ser usado uma vez por missão, luta ou evento).
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Pode afirmar os movimentos do adversário durante um único turno, podendo bloqueá-los nesse mesmo turno.
Dano: Nenhum.

Armas:
3. Estrela de Davi: Um pequeno pingente de prata preso a uma corrente. A estrela apresenta seis pontas, mas apenas 3 delas servem para algo. Quando ativo transforma-se em uma das três armas a seguir: Arco e flecha da lua (feitos de prata lunar e com flechas mais finas e rápidas que o normal perfuram mais fundo do que qualquer outro arco, se a pessoa retirar a flecha do corpo ao ser atingido o estrago será maior). Espada de prata (feito de prata lunar assim como arco, a espada se ajusta perfeitamente a mão do usuário, sempre será leve para o portador tornando seu manuseio ainda mais fácil, inscrições de grego antigo adornam a arma, e se alguém for atingido duas vezes seguidas pela espada o terceiro golpe será ainda mais letal, a arma dobra a força e o peso, e ao atingir o corpo causa cortes mais profundos). Escudo refletor: Aparentemente um escudo/espelho (Ao ser ativado surge na frente do corpo do semideus, quando ativo o escudo é capaz de proteger qualquer ataque mental desferido contra o portador da arma, tais ataques serão refletidos e retornam a pessoa que lançou, o escudo não protege ataques físicos, apenas mentais). Quando inativo volta a ser a corrente.


7.400 x 3 = 22.200 XP - 7.500 dracmas - 4 folhas secas

Atualizada por Quione


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Re: Festival das Estações (Outono)

Mensagem por Peter C. Gallagher em Seg Jun 19, 2017 3:24 am

fómhar

Divindades eram seres genuinamente estranhos. Não entendia o sentido daquelas festividades, mas o que se dizia era que os deuses apenas acharam adequado realizar um Festival de Estações. Das poucas coisas que sabia sobre eles e suas características, não me surpreenderia que houvesse organizado aquilo sem razão específica, apenas porque os divertia. Sem reclamações da minha parte, entretanto, pois eu realmente precisava daquilo.

Puxei a camiseta para cima, avaliei as manchas roxas que se espalhavam pela minha derme como lembranças de uma batalha dolorida. A calça cobria o pior ferimento, um corte de dezessete centímetros na parte frontal da coxa. Eu estava vivo, apesar disso. Saighead, felizmente, estava bem, apesar dos seguidores de Asclépio terem recomendado descanso a ele. Suspirei e meneei a cabeça para distanciar os pensamentos daquele dia.

Quando abri o guarda roupa para pegar um casaco, eu vi o envelope entre algumas peças, um pouco amassado. Deveria ter destruído aquilo, rasgado, jogado fora, queimado. Mas um sentimento estranho – e incômodo – de apego me impedia de fazê-lo e o mantinha ali, acompanhado de uma sensação sem nome específico (talvez medo, tristeza ou rancor) que o preservava ainda lacrado.

“Pet, leia isso”, estava escrito a caneta preta, em uma caligrafia de letras finas e estreitas, palavras transcritas de forma apressada.

Bati a porta do móvel, determinado a ignorar mais uma vez aquela carta, certo de que deveria apenas me esquivar de tudo aquilo.


A tarde já se despedia. Assim que eu atravessara o portal já me materializara naquele local específico, um lugar aberto, com colchões dispostos pelo espaço, uma imensa tela de projeção a frente de todos eles, com alguma película já sendo exibida.

Aproximei-me dos cartazes, observando quais seriam os próximos filmes a serem exibidos. Não poderia crer que demorara tanto tempo para descobrir aquele lugar, um cinema ao ar livre com incríveis produções programadas para serem exibidas. A lista era extensa, o filme que era transmitido já estava quase em seu final e uma sensação de desconforto tomou meu estômago quando eu li o nome.

O Leitor.

O Alex me apresentara aquele filme, ele adorava. Rolei os olhos e pensei em ir embora, mas ao perceber que eu estava deixando de aproveitar meu momento de relaxamento por conta dele, decidi permanecer, era minha forma de mostrar que eu não estava sendo afetado por todo aquele turbilhão.

Pena que eu era melhor mentindo para os outros do que para mim mesmo.

Sentei-me em um dos colchões mais ao meio, envolvi-me na coberta e depositei o suéter sobre as minhas pernas cruzadas. Nem me interessara em olhar qual seria o próximo longa a ser exibido. Não fazia diferença. Só precisava de qualquer coisa que me mantivesse distraído.

Wake me slowly Or watch me fall;


Última edição por Peter C. Gallagher em Seg Jun 19, 2017 3:31 am, editado 1 vez(es)
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Re: Festival das Estações (Outono)

Mensagem por Victor Phendragon em Seg Jun 19, 2017 3:29 am

Hipnose das folhas

No bosque do outono as folhas estão sempre a cair e, em uma parte afastada que não deve ser frequentada, as árvores são mágicas, causando hipnose em todos que se aproximam. As folhas são tão hipnotizantes que mantêm uma pessoa ali por horas e podem até causar “convulsões”. Você notou que a quantidade de pessoas naquela parte estava diminuindo de maneira estranha visto que as pessoas não estavam mais sendo vistas em nenhum outro local. Então, curioso como é, resolveu ir investigar.
Narre como chegou ao local e como resistiu ao encanto das folhas, além de livrar os que estavam presos ali.

Recompensa até: 2.000XP – 2.300 dracmas – 2 folhas secas



Missão Fixa
.

Hipnose das Folhas
 

A área do outono, a despeito das outras, é minha área favorita na ilha das estações, com seus belos bosques com folhas em  constante queda, diversos tons de folhas envelhecidas, um agradável clima ameno e uma paz natural que me deixa relaxado, calmo.... até de mais.  É comum eu estar por esta parte da ilha , sentado de baixo de alguma arvore lendo algum livro de assuntos gerais ou mitologia, para me por a par das atuais circunstancias mitológicas de minha vida, além de outras coisas como ficção ou algum romance. É um ótimo local para ficar e descansar. Mas acho que tem algumas pessoas levando isto a sério de mais. Já faz umas 4 horas que estou sentado de baixo desta arvore lendo meu livro, quase no fim, quando me dou conta que 7 pessoas já passaram por mim indo em direção ao tal “Bosque Sonolento”, mas ainda não voltaram.

Intrigado, fecho meu livro após marcar com uma fita a pagina que eu estava e o coloco em minha mochila mágica, junto com meus outros pertences. Desde que coloquei minhas pulseiras de pericia, que as moças da lojinha da ilha garantiram fazer verdadeiros milagres na hora de uma luta, eu não as utilizei, e ultimamente um combate cairia bem, para treinar minhas habilidades.

Me levanto de onde eu estava e vou em direção ao tal bosque conhecido por quase todos, já que avisaram que era perigoso ir até lá. Segundo eles, as folhas que caem das árvores mágicas nos fazem dormir. Eu não acreditava mito nisto, mas nunca cheguei a me aproximar, com medo de algum monstro muito acima de meu nível estar lá e eu não ser capaz de enfrentá-lo. Respiro fundo e sigo meu caminho, me preparando para sacar Angel e iniciar um combate. Noto em minha caminhada que não ouso mais o som de pássaro, animais, e até no o farfalhar das folhas agitadas pelo vendo é quase inaudível. E conforme adentro no local, esta sensação aumenta, assim como um leve cansaço que estou sentindo.  Bocejo, e quando me dou conta olho ao lado, no chão, um passarinho caído, que em uma analise mais detalhada percebo que está dormindo. Logo após dele uma raposa e mais a frente uma garota, caída no chão. Assusto-me, pois acho que tão poderia acabar pegando no sono neste lugar, mas não sinto mais nada do que um leve pesar em meu corpo, como se estivesse cansado por ter acordado cedo para ir ao colégio ou algo assim, o que nunca me incomodou muito. Contudo, noto que aqueles ali caídos estão ferrados no sono. Lembro-me então do que Quiron me disse. Os filhos de Eros são bons com ilusões e manipulação dos sentimentos, e consequentemente são mais resistentes a ilusões, ainda mais aquelas que visam mudar seus sentimentos. Ironicamente, logo eu, um preguiçoso, sou imune ao sono da floresta que freqüento para relaxar e até tentar pegar no sono quando tenho noites mal dormidas devido aos Pesadelos de Arthur. Isto me faz rir.

Como me é possível tento remover as pessoas que encontro na floresta, o que se torna cansativo pois não sou tão forte e elas não são tão leve quanto Arthur, quando o carreguei, mas que após uma hora consigo o fazer, assim como tento tirar o Maximo de animais que encontro nesta região, de sua prisão do  sono. Me pergunto se isto teria sido obra de Morpheu ou este seria seu bosque particular para relaxar, assim como Quinoe vem ao lado congelado da ilha, para se divertir.

Estou um pouco cansado, mas os agradecimentos daqueles que ajudei a sair da área de sono me valem de bom prêmio. Além disto, catei algumas folhas que estavam caindo, um pedaço grosso de tronco que achei caído enquanto salvava um rapaz e umas fritinhas que peguei de uma arvore do bosque. Não sei ao certo se elas possuem alguma característica sonífera, se a perdem quando são removidas do bosque ou se podem ser forjadas e utilizadas no preparo de poções armas e itens, mas vou tentar encontrar uma utilidade para elas Smile

poderes Passivos de Eros:
Nível 10
Nome do poder: Imunidade Psíquica
Descrição: Filhos de Eros são imunes a qualquer tipo de jogo mental e emocional de nível igual ou inferior, pelo simples fato de serem ligados com esse tipo de atitude e saberem como lidar com tais armadilhas.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Jogos mentais de nível inferior ou igual ao do filho de Eros, não surtem efeito contra ele. Níveis maiores ainda poderão afeta-lo.
Dano: Nenhum

Nível 29
Nome do poder: Imunidade Parcial
Descrição: Os filhos de Eros/Cupido entendem de ilusões, podendo inclusive utilizar-se dessas para seu bel prazer, e até mesmo cria-las. Assim sendo, por entenderem o funcionamento dessas, dificilmente caem nas mesmas, o dano relacionado a ilusões com eles, é consideravelmente menor.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Ilusões que gerem dano são 50% menos eficazes nas proles de Eros/Cupido.
Dano: Nenhum

PoderBelona:
Nível 5
Nome do poder: Corpo Guerreiro I
Descrição: O filho de Belona tem o corpo preparado para a guerra e combates de longa duração. Seu metabolismo e funcionamento é diferente de qualquer outro semideus, tendo assim os componentes biológicos potencializados. Isso oferece maior resistência corporal (diminui o cansaço físico e a dor de impactos no corpo), imunológica e permite que a hipercinesia não cause sobrecarga cerebral ou muscular.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +15% em resistência corporal, +20% de imunidade a infecções e venenos.
Dano: Nenhum




Se possível, gostaria de poder pegar um pedaço de madeira, frutas e folhas do bosque para utilizar em manufatura de produtos, se tiverem propriedades soníferas ou proteção contra efeitos de sono.


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Re: Festival das Estações (Outono)

Mensagem por Victor Phendragon em Ter Jun 20, 2017 5:01 am

Antes de tudo quero dizer que é uma maldade uma missão assim. Reescrevi umas 3 vezes antes de ver este video que coloquei o link no post e ter a ideia. Além de ninguém mais querer fazer esta missão em dupla, foi beeem difícil pensar em algo. Credo D:


Uma peça para dois

As fadas do bosque adoram uma boa peça de teatro, mas precisa de um casal para protagonizar romeu e julieta. Elas estão cansadas da atuação das fadas do teatro, que para elas, já se tornou um clichê, logo pediram sua ajuda de um casal de semideuses para realizar a cena do balcão, a mais famosa cena de romeu e julieta, quando os amantes se encontram e selam seu amor com um beijo. E ai, você vai ser o protagonista dessa peça? Sua missão é entreter as fadas com a cena romântica, e você e seu parceiro vão ser os protagonistas!
Requisito – Mínimo nível 1.
Recompensas até: 3.000 XP – 3.000 Dracmas –  2 flores e 2 folhas secas.



Missão Fixa
.

Uma peça para dois


Não sei se vocês ainda lembram daquela fadinha que ajudou a mim e ao Arthur naquela batalha contras os trolls, Pixie, como descobri ser seu nome. Esta manhã ela veio chamar a mim e a Arthur para assistirmos uma apresentação especial da peça Romeu e Julieta, apresentada por elas, como um agradecimento por termos derrotado o mini pé-grande que as caçava e causava tumulto no bosque outonal. Bem, vou lhes contar como foi.

Ainda era de manhã quando a pequenina adentrou pela janela de meu quarto, me avisando que a rainha das fadas gostaria de me agradecer por ter salvado suas irmãs ao derrotarmos o pé-grande, que nem era tão grande assim. Na verdade era menor que eu. Um pé-grande anão, eu diria. A rainha nos convidou para a apresentação de uma peça teatral que as fadas gostam muito, contudo Arthur não poderia ir, pois iria treinar arco com um filho de Apolo durante todo o dia.

Apenas eu fui a tal peça teatral das fadas, que iriam encenar uma peça de Shakespeare, Romeu e Julieta, para ser mais exato. Eu confesso ter ficado ansioso, assim como as fadinhas.
A peça começa e me decepciono. Todo aquele linguajar antiquado e estranha que eu mal entendia. Até fico feliz quando a fadinha que interpreta Julieta tem um ataque alérgico em pleno palco e não pode mais dar continuidade a peça, deixando a rainha bastante irritada. Quem diria, uma fada alérgica ao pó das fadas? A pobrezinha espirrou tanto que acabou desmaiando, sem fôlego. Até me preocuparia se não tivesse sido avisado que isto era rotineiro.... Beeem rotineiro.

Contudo, a rainha estava furiosa e envergonhada, pois eu havia sido convidado para uma apresentação que não aconteceria.

- Não se preocupe. Talvez eu possa dar um jeito nisto. –

Falo para a rainha me dividindo em cinco e estalando os dedos simultaneamente, fazendo um lindo vestido do florido aparecer em um(Julieta), um vestido azul .de senhora em outro (Mãe de Julieta), roupas de adolescentes para outro (Mercúcio), roupas de senhor como calça, suspensórios e um casaquinho para outro (Pai de Julieta), outras roupas masculinas para outro (Teobaldo), roupas femininas  em outro (Amiga de julieta) enquanto minhas roupas mudam para algo mais jovial, uma calça jeans e uma camiseta.  Peço licença e subo ao palco de apresentações, que era bem diminuto. Apenas meu clone usando o vestido subiu. Apesar de não saber a peça de cór, como esperam as fadas, a antológica cena do balcão é conhecida por todos, inclusive por mim, que vi uma apresentação sobre a peça no orfanato. Cultura é sempre importante como diziam as freiras. Puxo de memória algumas das falas importantes do que me lembro da peça, apenas para ter uma base para improvisar, e então começo.

Vídeo do texto a ser interpretado: https://youtu.be/7slyymVHtR4

Confesso que fico animado com as risadas que ouço do palco e a empolgação de Rainha, que está vermelha de tanto rir.

Ao falar com as fadas, fico sabendo que sempre encenam a mesma peça teatral e mudar ela um pouco é algo que as deixou animadas, ainda mais a deixando engraçada e animadora. A rainha me convida para, quando eu quiser, ir lhes visitar, e o farei futuramente.



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Victor Phendragon
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Re: Festival das Estações (Outono)

Mensagem por Victor Phendragon em Ter Jun 20, 2017 10:17 am

Demônios à solta
Nyx/Nox não ficou feliz com a comemoração dos semideuses, ela tem se infiltrado aos poucos nos corações dos semideuses e vem conquistando uma boa parte de seguidores, mas é claro, que ela não perderia a chance de acabar com a festa. Assim sendo soltou alguns demônios pela ilha, mas não qualquer tipo de demônio, esses em especiais se instalam em corpos para sobreviver, ou seja, eles estão tomando os animais a força, invadindo seus corpos e tomando suas mentes. Nas últimas duas horas já foram registradas três mortes em diferentes partes da ilha, e claro, que o rumor de que algo maligno se instalou no local já correu por todas as estações, deixando os semideuses mais afoitos, desesperados e inquietos. Ninguém consegue descobrir o mal, pois eles estão muito bem escondidos, e só se revelam na hora do ataque, logo, desvendar esse mistério não é tão fácil. Sua missão é descobrir quem são os animais que foram tomados pelos demônios (são dois demônios, irmãos gêmeos) e obriga-los a deixar os corpos, tomando suas formas originais para serem mortos, salvar os animais que foram possuídos, e melhor, salvar os habitantes da ilha.
Requisito: Mínimo nível 15
Recompensas até: 8.000 XP + 8.000 Dracmas + 2 flores, 1 floco de neve, 1 folha seca, 1 gota de chuva.


Missão Fixa
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Demônios a solta

Sabe quando dizem que noticias ruins correm a cavalo? Bem, estou sabendo desta por um centauro, então não acho que este ditado seja de todo uma besteira.

- É como eu disse. Três semideuses foram mortos, um em cada estação. – Fala o centauro, alarmado.

- Ué, um em cada estação? – Pergunto, já que são quatro estações e apenas três corpos.

- Sim, apenas o outono não teve uma vitima. –

- E o que eu posso fazer para ajudar? – Pergunto.

- Estamos montando um grupo para investigar isto, e como se mostrou bastante prestativo e forte, gostaria de lhe perguntar se poderia nos ajudar. –

- Mas é claro, podem contar comigo. – Respondo de forma energética. – Não posso perdoar alguém que esteja por ai matando semideues. – Falo.

- Então. Não é alguém, em si. Aparentemente foram ataques de animais. –

- Em duas horas? – Pergunto duvidoso. – Como estava a situação dos corpos? –

- Aparentemente foram atacados de surpresa e não puderam se defender. Tiveram sua garganta ou estomago cortados e definharam. –

- Huuummm.... – Cruzo meus braços, pensativo, antes de chegar a uma hipótese. – São muitos ataques simultâneos em pouco tempo para serem animais. Além disto, são em lugares diferentes da ilha. Animais tem habitat e não saem dele com facilidade. Se os ataques fossem ao longo de dias até daria para pensar nisto. Por fim, você disse que eles definharam até morrer. Animais atacam para se defender ou se alimentar, e nos dois casos eles matam sua vitima de forma direta, não a deixam definhar, alem de comerem seu corpo. Isto possui requinte de crueldade. Aposto minha descendência divina que tem interferência de alguém nisto daí. – Concluo, indignado.  – Não posso perdoar alguém assim. –

- Você tem razão. Animais não fariam isto. Não desta forma. – O centuro coloca a mão sobre meu ombro e sorri. – É bom ter você no nosso grupo. Vamos suba. Vou te levar até os outros. – Fala ele, me pedindo para que eu sente no seu... Lombo? Apesar da duvida, não hesito e subo no Centauro, que me leva até outros dois semideuses, Adeline, a filha de Iris e curandeira de Asclépio, e Enthanni, filho de Ares, portando seu escudo de corpo, lança e com sua espada longa na cintura.

- Trouxe mais um para o grupo. – Fala o centauro.

- Ótimo, podemos começar. Estou louco para chutar quem fez isto. –Fala o filho de Ares.

- Menos Ethonni, nem sabemos que animais fizeram isto, como vamos poder chutar eles? – Fala a Adelline.

- Quando os encontrarmos, né. – Retruca o garoto, revirando os olhos.

- Não são animais. – Interrompo. – O comportamento não é de um animal. Acho que pode ser alguém transformado em animal. – Explico.

- Ah é? E como chegou a está conclusão? – Pergunta o filho de Ares, hostil.

- A distancia entre os ataques é muito grande para ser um animal em tão pouco tempo. Além disto, e um em cada uma das estações, menos o outono. Duvido que animais gostem de mudar de lugar pra atacar alguém. Por fim, animais só atacam pra se alimentar ou serem atacados, e sempre coem seu alvo. Os corpos estavam lá, sem sinais de tentativas de serem devorados, não é? – Tento explicar.

- Conversa. Alguém usaria uma arma ou algo do tipo. – Replica o filho de Ares.

- Ele está certo. Existe um padrão nisto. E animais sempre devoram seus alvos.  Só temos que achar o próximo alvo e tentar impedir sua morte. –  Me defende a curandeira.

- Sou capaz de apostar minha mão, como o próximo ataque será no outono. – Comento. – Só precisamos dar um jeito de vigiar a região. -

- Acho que posso dar um jeito nisto, invocando alguns abutres pra sobrevoar a região. – Anuncia o filho de Ares.

- Ótimo. – Comenta o Centauro. – Então vamos.

Eu, o centauro e os outros dois semideuses nos dirigimos para os bosque outonais a galope, literalmente. Eu  montado no centauro e Adelline e Ethanni em um pegasus de pelagem negra, da semideusa. Não demora muito para que cheguemos a região.

- Não vamos achar outros semideuses por aqui, já que estão assustados e pedi que nem um dos semideuses viesse para cá. – Fala o centauro, Sagitá.

- Ótimo, isto nos evita confusões. – Comento. – Ethanni, pode começar. –

- Eu sei, eu sei. Hunf. – Fala o semideus, erguendo sua lança ao alto e invocando cinco abutres que se dispensam pela região. – Se algum deles ver algo, voltará para o seguirmos.

- Ok. Então vamos seguir em silencio, todos atentos. O barulho pode denunciar nossa presença. – Fala Sagitá, e ambos o seguimos.

Passamos horas na procura de nossos oponentes, mas o fim da tarde se aproxima e nada achamos.

- Eu disse que deveríamos nos separar. – Fala o Filho de ares, Irado.

- Se nos separarmos ficaremos vulneráveis, tapado. – Fala Adelline.

- Chega crianças. Vamos manter o foco. – Intervém Sagitá. – Adelline, vá com Victor por aquela direção. – Aponta o centauro. – Eu e Ethanni  vamos por aqui.  Um corvo vai sobrevoar de olho em vocês, e se alço acontecer ele nos avisa e nós os achamos. – Explica.

Eu e Adelline consentimos com a cabeça e seguimos pelo local indicado. O tempo passa e notamos que, não sei como, estamos sendo vigiados. Posso sentir. É uma sensação estranha, uma aura de ódio tão grande próxima a mim que quase se espalha pela região, em tons negros e purpúreos.
“Estamos sendo seguidos.” Afirma Adelline, em minha mente.

“Percebi. É uma aura tão pesada que mesmo de costas posso sentir.” Respondo mentalmente a garota.

“Você também lê auras? Que legal!” Comenta ela, meio que quebrando o clima pesado que se instalou.

Contudo, um creck de um galho se quebrando nos alarma e nos viramos defensivamente. Um lobo cinzento suma sobre mim, irando suas presas em meus pescoço e babando sobre meu peito. Simultaneamente um urso tenta atacar Adelline, mas rápida a garota consegue desviar a o atacar com uma esfera de energia. Forço meus braços contra o animal lupino segurando seu corpo  evitando ser mordido, para então colocar meu pé em baixo de seu corpo e me impulsiono para trás, girando meu corpo sobre minhas costas e chutando o lobo para longe, atrás de mim, comigo girando e ficando de frente para ele após levantar, sacando Angel em minhas mãos.

- Bastardinho de Eros. Acho que pode com nós? – Fala o lobo, o que denuncia minha hipótese de não serem simples animais. Apesar de ele estar quase em meu rosto, babando e rosnando, tentando morder eu pescoço, apenas agora noto seus olhos totalmente negros, sem pupilas.

Adelline é mais esperta e com suas habilidades cega o urso momentaneamente e o ataca com outra esfera de energia radiante.

- Quem são vocês? – Pergunto, quase gritando.

- Demônios. E como Demônios, não gostamos  de todas estas festinhas e risadas que se espalharam por aqui. – Fala o anima, entre um rosnar e outro.

Olho para Adelline com minha sobrancelha erguida, sem entender o que ele dizia.

- Demônios e Nyx. Seguidores da deusa da noite e das trevas. – Explica ela entre um salto e outro, com sua adaga de bronze nas mãos.

Enfim entendo o que acontece, mas o lobo usa este momento de duvida para me dar um bote, quando uso Angel e tento lhe golpear.

- Não seja burro, irmão. Se morrermos nesta forma, não voltaremos. –

Fala o urso em sua voz grossa, se soltando do urso que possuía e revelando seu corpo cinzento, grande e monstruoso, com garras como laminas e boca asquerosamente deformada, com mandíbula entreaberta do tamanho de uma armadilha de ursos.  O lobo então salta para trás e uma criatura cinzenta, magra, esquelética, com ossos bem visíveis, corpo alto e garras do tamanho de laminas, além de espinhos por todo o corpo. Criaturas horripilantes, dignas de pesadelos.

Adelline salta para trás e eu também, nos juntando.  A figura cheia de espinhos os joga contra nós, ficando com seu corpo liso dos mesmos. Tanto eu como Adelline desviamos e quando o fizemos as criaturras correm em nossa direção, a agra contra Adelline, que fica invisível deixando o demônio confuso e reaparecendo atrás de si, usando sua adaga para tentar o perfurar, mas caba pisando em folhas que denunciam sua posição, sendo jogada de lado e batendo em uma arvore, mas o cortando no braço, fazendo com que uma gota do sangue do demônio caia sobre sua mão, a queimando como acido. A garota geme com a dor, e a criatura ri maliciosamente, com seus espinhos crescendo de novo em seu corpo. Já que sou atacado pelo maior, que me ataca com suas fortes garras, me obrigando a me defender com minha espada, chocando-a contra suas garras agressivas e afiadas. Quando noto, sua mandíbula se desloca e curvando seu corpo ele tenta morder toda minha cabeça. Salto para trás em desvio. Apesar de conseguir segurar seus golpes, me sinto lutando contra a mãe troll e sua força absurda.

Adelline está acuada, caída ao pé de uma arvore e com a mão ferida. A criatura sorri sadicamente e dispara mais uma saraivada contra a garota que fecha os olhos apenas esperando seu fim, quando ouve o tilintar frenético dos espinhos a sua frente, em uma peça de metal. Ao abrir os olhos, Ethanni está a sua frente, com seu escudo de corpo posicionado e aparando os espinhos disparados. Ele olha para a garota e dá uma piscadela corridente, antes de enfezar sua cara e se levantar com escudo e lança em mãos.

- Pra chegar nela, vai ter que passar por mim, filhote de cruz-credo – Fala a Prole de ares batendo sua lança em seu escudo e bradando, furioso.

O segundo demônio corre em minha direção com suas garras e mandíbula prontas para me acertar, mas é logo atingido em seu peito robusto por três flechas que se chocam contra seu corpo, mas não perfuram. Ao olhar, vejo o centauro com seu arco em mãos.

- Cavalo idiota, armas normais não funcionam com Demônios. Ainda mais comigo, que sou mais resistente. - Se gama o demônio.

Sagitá corri, pegando outra flecha em sua aljava e a lançando contra o Demônio, que confiante está de peito aberto a espera da flecha que se crava na altura de seu ombro violentamente, o fazendo hesitar para traz.

- Garanto que uma flecha de ferro stigie o afeta. -  Fala o centauro já puxando outra  fecha.

O Demônio musculoso grunhi e com um puxão arranca a flecha de seu peito e a joga no chão, com o sangue escorrendo pelo buraco e banhando suas garras neste. Ele corre em minha direção trocamos golpes, lamina VS espada, com meus braços sendo punidos por sua força sobre humana. Outra flecha é lançada por trás de minha, passando ao lado de minha bochecha e visando o peito do oponente que desvia de lado.

Adelline aproveita o tempo ganho por Ethanni para curar sua mão, quando sua outra mão emite uma luz esverdeada e curativa. Já Ethan está em um combate digno de filmes, com o Demônio lhe atacando severamente com suas garras e ele defendendo com seu grande escudo, usando jogo de corpo para tentar desequilibrar o demônio sem sucesso e o atacando ferozmente com sua lança. É notório a visão de faíscas entre o choque das garras contra o escudo e da lança contra as garras, quando uma mão de plasma se forma abaixo do da luta, oculta pelos movimentos ágeis dos dois duelistas, e se agarra a perna do demônio o puxando para trás, o fazendo desequilibrar e a lança da prole de ares perfurar o braço do Demônio, sangrando severamente.  

- Lamina abençoada pelo próprio deus da Guerra, capaz de matar e perfurar quais quer ser! – Se vangloria a o filho de Ares, orgulhoso da arma abençoada por seu pai após uma missão bem sucedida a pedido de seu pai.
O Demônio grunhi ferido e joga espinhos no filho de ares. Acuados, ambos os Demônios se jogam para trás e correm em direção a uma parte mais escura do bosque. Conforme corríamos em busca de nossos alvos, não notamos quando a noite caiu e tudo se tornou mais escuro. Da lateral de uma arvore, um disco de luz negra acerta a testa de Sagitá violentamente, o fazendo cair desmaiado. Nos assustamos e entramos em posição de defesa, quando Adelline cria um foco de luz, revelando as criaturas de pele completamente negra. Ethanni não perde tempo e lança sua lança contra o corpo deles, que desviam rapidamente. A prole de ares mantém sua mão esticada para que sua arma retorne a sua mão e avança, assim como eu, contra os Demônios.

- Adelline, nos de cobertura. – Grito, com a filha de Iris se colocando em posição para nos ajudar.

Novamente a criatura cheia de espinhos se coloca contra Ethanni, e o musculoso contra mim. A batalha titânica é retomada. As faíscas entre a luta de Ethanni e o Demônio saltam entre eles, com golpes rápidos e furiosos. Já eu uso minha agilidade maior para desviar as garras do Demônio que enfrento para não sofrer tanto com o impacto de nossos golpes. Conforme a luta cresce, sinto que eles estão mais fortes do que antes e isto me coloca em desvantagem. Salto para trás e me clono, criando mais dois de mim, para atacarmos em simultâneo e colocar mais pressão sobre o monstro. Ethanni está usando seus poderes para melhorar suas habilidades físicas e aplicar golpes pesados em seu oponente que está hesitando. Finalmente consigo cortar meu alvo que grunhi com sua ferida aberta e soltando fumaça.

- Maldito. Uma lamina sagrada. – Fala o demônio, agonizando com sua ferida.

- Presentinho do papai. – Ironizo.

O combate se estende por mais um pouco comigo e com Ethanni pressionado os Demônios, quando ambos saltam para trás.

- Não te jeito. Vamos fazer. – Fala o magricelo cheio de espinhos.

- Vamos.- Fala o musculosos.

Em uma visão bizarra e monstruosa, ambos de unem em um único ser monstruoso e bestial, com voz dupla e vários membros.

Eu e Ethanni hesitamos, mas não nos acovardamos. Junto de Ethanni me sinto mais forte para lutar.

- Eu cuido da defesa, você cuida de os cortar, ok? – Fala a prole de Eros se dirigindo a mim, que respondo com um sorriso confiante.

Ambos partimos em direção ao oponente, com Adelline disparando bolas de luz atrás de nós.  Tento golpear a fera, que apesar de grande e monstruosa, é rápida, e quase sou golpeado, sendo protegido por Ethanni que posiciona seu escudo me defendendo.  Sou capaz de sentir os fortes sentimentos de Ethanni, alguns deles por Adelline, e me revigoro. Aparentemente estão apaixonados. Me sinto mais forte, mais rápido, mais poderoso.... e Ethanni e Adelline também.

Abro minhas assas e tomo os céus, atacando por pontos cegos de meu oponente e lhe ferindo em cortes pequenos para o tamanho de seu corpo, enquanto Ethanni segura a criatura, que, em um único golpe com sua lança, explode energia a sua frente e joga a criatura para trás. É minha chance. Fecho meus olhos o observo seus pontos de energia como pontos de luz em seus corpos. Dispara com Angel em mãos golpeando o corpo desequilibrado da criatura que urra, para então cair para trás e desvanecer em cinzas, sobrando apenas os dois Demônios novamente. Ethanni, sem perdão e aproveitando a fraqueza do oponente,  dispara sua lança a jogando contra o musculoso, que tem seu coração varado pela arma da prole de Ares, enquanto eu salto com minhas assas e dispara uma rajada de penas para combater os espinhos jogados contra mim, que em um rasante próximo ao corpo do Demônio magricelo, o golpeio abaixo do queixo violentamente com minha espada, decapitando o demônio, com as duas figuras desvanecendo em cinzas que são sopradas pelo vento.

Ethanni e eu estamos exausto. Apesar de nos revigorarmos lutando juntos, foi uma batalha exaustiva e cansativa, mas nossa preocupação com Sagitá era maior do que nosso cansaço.

- Ele está bem, devido ao impacto, mas logo vai acordar. – Adelline reúne as mãos as esfregando e colocando sobre o peito desnudo do centauro que estremece todo seu corpo com a carga de energia e acorda, agitado.

- Relaxa velho, a luta acabou. – Fala Ethanni, sem energias nem para seu mau humor rotineiro.

O Centauro então se recompõem e alguns minutos depois retornamos aos nosso alojamentos no entanto.

- Fale de seus sentimentos para ela. – Falo para Ethanni, indo montado em seu Pegassus.

- Está falando do que? – Responde de forma ríspida, tentando desviar o assunto.

- Não me venha com esta. Sou filho de Eros. Sentimentos são como uma placa de neon para mim, e no seu coração tem um outdoor de neon com o nome dela. – Despejo.

- Porra cara. – Fala ele, sem jeito. – Uma garota como ela nunca se interessaria por um cara como eu. –

- Será? – Respondo em tom sarcástico, implantando a duvida nele.

- Está? – Ele se vira me olhando espantado.

- Fale com ela e descubra. Garanto que ambos sairão bem satisfeitos com esta conversa. – afirmo sorridente, dando uma piscadela para Ethanni. –

- Porra cara. Valeu. – Fala ele, todo animado.

Quando chegamos aos alojamentos, passamos na enfermaria para ver a mão de Adelline e a cabeça de Sagitá, mas está tudo bem finalmente. Ao fim já poderemos voltar para nossos quartos, mas vejo que Adelline e Ethanni já se despedem de mim estando de mãos dadas. Faço um coraçãozinho com as mãos para eles, deixando Ethanni  vermelho e envergonhado, e saio rindo da situação que se formou. Mais um casal unido.

Passivos de Belona:
Passivos de Belona:
Nível 1
Nome do poder: A arte da guerra
Descrição:  Filhos da deusa da fúria da guerra, esses semideuses possuem um conhecimento apurado em estratégias básicas e de sobrevivência. É similar a um instinto, uma intuição, uma sequência de pensamentos que permitiam ao romano a analisar o combate como se fosse uma arte. Graças a isso, raramente entra em estado de desespero quando situações de risco surgem.
Gasto de Mp:  Nenhum
Gasto de Hp:  Nenhum
Bônus:  Conseguem elaborar planos e estratégias, assim como não são abalados com a eminência de um combate ou situações de perigo.
Dano: Nenhum
Nível 2
Nome do poder: Perícia com Espadas I
Descrição: Constantemente o atributo de Belona é a espada. Filhos dessa deusa possuem facilidade com esse tipo de arma e suas derivações. Mesmo sem nunca terem usado uma espada, o semideus conseguirá se sair bem em seu manejo e no improviso.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +15% de assertividade no manuseio da Espada.
Dano: + 10% de dano ao ser acertado pela arma do semideus.
Nível 3
Nome do poder: Combate não Armado
Descrição: A prole da deusa Belona tem um vasto conhecimento sobre combates. Seu corpo e seu espíritos foram forjados para o combate. Assim, eles possuem a capacidade de luta corporal muito elevada, sabendo técnicas marciais mesmo que nunca tenha realizado uma aula sequer antes. As técnicas podem ser utilizadas para a elaboração de movimentos complexos, como mortais, piruetas, ataques acrobáticos e golpes que requeiram uma grande elasticidade.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum
Nível 4
Nome do poder: Ambidestria
Descrição: A ambidestria nada mais é do que a capacidade de se usar ambas as mãos como predominantes. Tanto a mão destra quanto a canhota possuem um desenvolvimento motor elevado, permitindo o manejo de equipamentos e, principalmente, armas. Assim sendo, filhos da deusa da guerra conseguem manusear com perícia duas armas ao mesmo tempo ou alternando as mãos.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Conseguira manusear duas armas com naturalidade, desde que essas não precisem das duas mãos para ser empunhadas (ex: podem usar uma espada curta em cada mão, dois machados mais leves, duas adagas), lutando com a mesma destreza que lutaria apenas com uma arma.
Dano: Nenhum.
Nível 5
Nome do poder: Corpo Guerreiro I
Descrição: O filho de Belona tem o corpo preparado para a guerra e combates de longa duração. Seu metabolismo e funcionamento é diferente de qualquer outro semideus, tendo assim os componentes biológicos potencializados. Isso oferece maior resistência corporal (diminui o cansaço físico e a dor de impactos no corpo), imunológica e permite que a hipercinesia não cause sobrecarga cerebral ou muscular.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +15% em resistência corporal, +20% de imunidade a infecções e venenos.
Dano: Nenhum
Ativos de Eros:
Ativos de Eros
Nível 22
Nome do poder: Rompimento de Energia I
Descrição: Ao ativar a habilidade “combate dos cegos”, o semideus passa a enxergar através dos sentimentos, vendo apenas a aura, e a alma do seu oponente, seus pontos preciso de energia e sentimento. O corpo é guiado por uma parte dessa energia, e ao entender isso, a prole de Eros/Cupido, poderá manipula-la ao seu favor. Ativando essa habilidade, ele acertara pontos precisos no corpo do usuário, rompendo parte de sua energia acumulada, de forma que, parte dos membros que guiam os poderes ativos de seu oponente, fiquem congelados. Isso quer dizer que, o usuário se torna incapaz de usar parte de seus poderes ativos, até que o efeito passe.
Gasto de Mp: 50 MP
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: O oponente do usuário tem o dano se seus poderes ativos reduzidos em 50%, pois seu uso fica limitado, de forma que, ao utiliza-los, não serão mais tão eficazes. (Dura 2 turnos e não funciona sem a passiva combate dos cegos ativa).

Nível 23
Nome do poder: Asas II
Descrição: As asas dos filhos de Eros/Cupido, cresceram conforme o esperado, seu desenvolvimento foi grande, e ele ficou mais forte, assim como suas asas. Agora, quando elas se abrem, se expandem de forma grandiosa, brancas e reluzentes, te deixando com a aparência semelhante à de um anjo, tais asas, possuem uma força considerável, e seu brilho, causa certa dificuldade aos inimigos que olham para você. Eles ficam encantados pela estranha aura emanada pelas suas asas, agora já consegue voar livremente.
Gasto de Mp: 20 MP por turno ativo.
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: 3 HP por turno ativo (só afeta se os inimigos te encararem diretamente, pois o dano, é nos olhos, no rosto, causa queimação e incomodo).
Extra: Nenhum
Nível 24
Nome do poder: clonagem
Descrição: Os filhos de Eros são capazes de criar copias de si mesmo. Contudo, só conseguem criar duas copias, sendo que, tais clones, irão compartilhar de parte do HP do semideus, ou seja, a vida do mesmo será divida em 3 e todo aprendizado do clone, quando esses voltarem ao corpo original, passa a ser também do filho de Eros.
Gasto de Mp: 20 MP por clone
Gasto de Hp: O HP do semideus é divido de acordo com a quantidade de clones em campo. Ou seja, se seu HP total é 200, passara a ser apenas 100, e os outros 100 HP, serão transferidos para o clone dele.
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum
Extra: Os clones só são capazes de utilizar habilidades ativas e passivas até o nível 10.
Nível 30
Nome do poder: Chuva de Penas
Descrição: Com o crescimento de suas asas, o semideus passa a descobrir outros tipos de ataque/defesa, provindos dessa. Nesse nível, já consegue disparar uma sequência de penas cortantes de suas asas. Elas se soltam, e voam em direção ao inimigo – algo semelhante a dardos, só que feitos de pena – o atingindo, e causando um dano considerável.
Gasto de Mp: 3 MP por pena
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: 5 HP por pena
Extra: Só consegue lançar no máximo, 10 penas.

Passivos de Eros:
Passivos de Eros
Nível 5
Nome do poder: Pequeno Corajoso
Descrição: Filhos de Eros/Cupido são extremamente audazes, ousados e destemidos. Não importa o inimigo os semideuses não se sentirão intimidados pela aparência ou potencial do inimigo.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Poderes relacionados a intimidação e medo, são 50% menos efetivos com filhos de Eros.
Dano: Nenhum
Nível 7
Nome do poder: Omnisciência romântica
Descrição: Cupido/Eros, sempre sabe quando alguém está realmente apaixonado, e por sua vez, também consegue descobrir quem é a pessoa com um simples olhar. Assim como seu pai, as crias desse deus sempre saberão quando alguém está amando de forma verdadeira, sendo impossível engana-lo com relação a sentimentos. Estará tudo ali, presente no olhar.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Sempre saberá ver quando alguém está apaixonado.
Nível 25
Nome do poder: Mania de Amar
Descrição: Eros/Cupido é filho de Afrodite/Vênus, por essa circunstância, os filhos do amor conseguem criar uma aura do amor que excita seus aliados a tomarem coragem de fazerem algo, mesmo que imprudente. Se os colegas do filho de Eros estiverem ao lado de quem amam, melhores serão seus atos e mais eficazes seja no que for. Assim sendo, ao lutar ao lado de quem ama, o filho de Eros/Cupido ganha um bônus de força, e de dano em seus poderes ativos, o mesmo acontece se ele estiver lutando ao lado de um casal que se ama. Tanto ele, quanto o casal, ficarão mais fortes.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +20% de força em seus poderes ativos, e força física, para si, para seu amado, e para o casal caso esteja lutando ao lado de um.
Dano:  +10% de dano em seus poderes ativos.


Nível 33
Nome do poder: Combate dos Cegos
Descrição: A prole de Eros/Cupido, durante um confronto direito com um monstro/semideus dotado de emoções, poderá renunciar a própria visão - afinal determinados sentimentos são cegos, como o próprio Eros/Cupido. Vindo a sentir a áurea do inimigo, podendo se guiar através disso, no entanto, assim como irá sentir a áurea irá também sentir as emoções que mais tomam conta do oponente no momento. Como raiva, ódio etc. Podendo utilizar disso ao seu favor, caso use tal habilidade com sabedoria.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Para ser eficaz em combate, deve ser combinada com a habilidade rompimento de energia, assim sua luta fica ainda mais forte.
Dano: Nenhum


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Victor Phendragon
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Re: Festival das Estações (Outono)

Mensagem por Tavy Falworth em Ter Jun 20, 2017 4:46 pm

Got nothing to lose and nothing to prove!
Sometimes you have to accept the fact that certain things will never go back to how they used to be.
Eu ficaria bem desde que permanecesse longe dos perseguidores, já que nos últimos dois dias vinha enfrentado batalhas e mais batalhas sem sentido algum e tudo porque os legionários de Roma acreditavam que eu precisava provar algo. Digo a vocês que não preciso, não quero ser o mais forte, o mais rápido ou o mais mortal, mas acredito que serei testado de todas as maneiras possíveis apenas por fazer parte desse estranho mundo de deuses e meio deuses, ou seja lá o que eu for.

Aquela ilha era dividida entre estações diversas, e isso quer dizer que em um mesmo lugar e em um mesmo momento é possível fazer frio, chover, ficar muito calor ou ter uma temperatura agradável e gostosa enquanto seu rosto fica a mercê dos ventos. Acredito que isso é algo relativo a magia do lugar, que até então tem sido uma ótima saída de escape. Meus novos amigos vão para o verão e então fujo para a trilha do outono, eles me seguem e eu passo a pertencer a primavera, e assim vou indo, andando por ai um tanto perdido sem conseguir aproveitar muito das festividades.

Acontece que algo mudou para mim naquela tarde, ou manhã, não sei ver o tempo por aqui ainda e não possuo nenhum relógio ou dispositivo para me guiar, logo, me sinto perdido em boa parte do tempo. O outono era a estação mais aconchegante da ilha, o cinema estava mais ao centro e milhares de colchoes e cobertores estavam espalhados pelo local, deixando o ambiente com o clima agradável e aconchegante. Eu me sentia em casa em locais como aquele, mesmo estando na metade do dia e sem um teto sobre minha cabeça.

Tinha me acomodado a alguns minutos para assistir a próxima sessão de filmes do dia, estava embrulhado dos pés à cabeça por uma coberta emprestada, tinha um balde de pipocas ao lado do meu corpo, pousado delicadamente sobre uma badeja de doces ao lado de uma caneca de café. Como eu disse antes, estava em casa. Um garoto se sentou ao meu lado em algum momento, um desconhecido que por sinal tinha um perfume delicioso, foi inevitável, meu olhar foi atraído por ele, e quando dei por mim já o encarava. A aura do garoto era forte, o que tornava difícil não nota-lo, não sei dizer porque isso aconteceu, talvez fosse algo ligado ao deus que gerou tal criança.

— Sabe qual o próximo filme? — Me peguei abordando o garoto, o motivo não sei dizer, mas gostava da companhia dele, da sensação estranha que ele me passava apenas por ficar por perto, como disse, deve ser algo relacionado ao seu progenitor. — Aliais, quer pipoca? Estão distribuindo por aqui, estou a um bom tempo sentado, acho que meu traseiro ficou quadrado — Brinquei apenas para descontrair o clima, éramos desconhecidos, e fazer piada é sempre um bom jeito de quebrar o gelo entre uma pessoa e outra, ajuda a fazer amizade mais fácil.



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Re: Festival das Estações (Outono)

Mensagem por Peter C. Gallagher em Ter Jun 20, 2017 10:38 pm

fómhar

Eu e Alex tínhamos gostos distintos quanto ao ato do filme que mais nos agradava. Ele apreciava especialmente o começo, em que os protagonistas se conheciam, mas mais me encantava os instantes próximos ao final, quando informações sobre a personagem da Kate Winslet eram reveladas e seu julgamento ocorria.

Fazia sentido nossas diferenças. Alexander entendia bem de encontros sexuais fortuitos que jamais deveriam ter ocorrido. Eu agora sabia como era uma pessoa mentir – e consequentemente enfrentar as consequências dessa mentira – por vergonha de ocultar um fato anterior do qual não se orgulhava. Eu estava novamente perdido em pensamentos (ultimamente minha mente já não era mais um refúgio para mim para se tornar uma prisão) quando ouvi uma voz próxima.

Tive sorte de não ter levado um susto, não sabia como fora incapaz de perceber que havia alguém a meu lado.

– Não, não sei. – Respondi de modo breve à pergunta dele.

Ele alcançou um balde ao seu lado e o estendeu em minha direção. “Aliás, quer pipoca?”, ele disse e eu me preparava para apenas menear a cabeça negativamente e mudar de lugar quando ele complementou sua fala com uma frase quase patética. Mas não era o tipo negativo de patético. Era algo bobo, mas leve, despretensioso e extrovertido. Um sorri se desenhou em minha face e a piada dele me deixara um pouco mais relaxado, distante das minhas lembranças incômodas.

Peguei a pipoca dele e levei a boca.

Obrigado. – Falei, com a boca cheia.

Avaliei-o buscando não ser muito invasivo. Não conseguia ver o seu corpo direito porque ele se encontrava abraçado a um cobertor, mas seu rosto era bonito, com traços simétricos que davam a ele um ar nobre, poderoso e quase intimidador não fosse a sua personalidade aparentemente divertida. A barba era constante e maior do que a minha e desenhava bem seus lábios e mandíbula.

Seus olhos pareciam infinitos. Tinha fixação com olhos, definitivamente. Os dele eram notáveis: em contraste à pele vagamente alabastrina, havia aquele par de orbes tão escuras que era impossível discernir a pupila da íris. O rapaz parecia ser alguém de contrastes, no geral. Estendi minha mão a ele.

Peter Gallagher, filho de Eros. – Franzi os olhos e adiantei-me antes que ele respondesse à apresentação. – Deixa eu adivinhar... filho de Érebus?

Não sabia se minha dedução estava correta, mas o moço lembrava-me os deuses noturnos.

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Re: Festival das Estações (Outono)

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