The Blood of Olympus
Para visualizar o forum é necessário estar cadastrado, por favor registre-se no rpg ou entre em sua conta. É necessário estar cadastrado para ver as informações contidas no forum. Lembre-se de usar nome e sobrenome, não se cadastrar usando nomes geralmente utilizados por Hacker. Exemplo: "Barum" "Hakye" e por ai vai. Bem vindos.

Festival das Estações (Verão)

Página 1 de 5 1, 2, 3, 4, 5  Seguinte

Ver o tópico anterior Ver o tópico seguinte Ir em baixo

Festival das Estações (Verão)

Mensagem por Quione em Sex Maio 26, 2017 3:31 pm





Verão

Na parte de veraneio há uma casa de praia e um enorme lago, onde a música que toca é - majoritariamente - pop, para trazer a sensação de nostalgia das lembranças de verão ou das festas de “high school”.

A bebida é servida no bar da casa de verão e a comida se encontra nas mesas que estão pelo “jardim” da residência, assim como a grande piscina. Luzes coloridas piscam por toda parte e pulseiras neon são distribuídas para todos.



xιόνη
winter
is coming
avatar
Quione
Deuses Menores
Deuses Menores

Mensagens : 520
Data de inscrição : 12/07/2013

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Festival das Estações (Verão)

Mensagem por Convidado em Sab Maio 27, 2017 8:54 pm



The Funny Satyr

A cama do chalé de Hécate era estranhamente confortável, muito mais do que qualquer outra cama que eu estive em toda a minha vida, seja no lar reformatório para adolescentes problemáticos, na cama de algum estranho ou até mesmo da minha cama, em casa. Eu sentia como se ali fosse o meu verdadeiro lar, e aqueles novos irmãos já eram como os mais antigos do mundo. Tínhamos uma sinergia que ia para além da magia, eu não conseguia negar isso, nem comprovar de uma forma lógica... era apenas instintivo.

Irmãos de sangue, irmãos por conveniência. Era na jovem deusa do submundo que eu pensava enquanto observava a rosa negra dentro daquela cúpula de vidro bem redonda. Com um suspiro idiota, revirei os olhos e me levantei de onde estava, de bruços, e bati as roupas.

— Tira essa deusa da cabeça... Ela só foi gentil. — Eu nunca havia ganhado um presente tão significativo quanto aquele, então não conseguia parar de pensar. Deixei o corpo cair para trás, de novo, ficando agora deitada de barriga para cima. Estiquei a mão e peguei o panfleto do evento festivo que já estava acontecendo no Acampamento. — Vai pra essa festa... — Comentei, passando os olhos pelas linhas do panfleto. — Vai ser foda.

Me impulsionei para fora da cama, deixando o beliche levemente bagunçado, as colchas dobradas com algo semelhante ao formato do meu corpo, e fui em direção ao armário, pegando um biquíni preto, que contrastava bastante com minha pele. Na cintura amarrei uma canga roxa, um tanto transparente, arranjei óculos de modelo Aviador, calcei os chinelos e fui para a festa. Durante o caminho inteiro evitei olhares de semideuses, mas era difícil, principalmente quando se tem uma pele extremamente clara, que reflete o sol.

A casa ficava na beira do lago e haviam semideuses a dar com pau festejando, dançando alucinadamente e aproveitando o sol como se nunca mais fossem vê-lo. Enquanto alguns se atiravam no lago, outros aproveitavam a piscina do jardim para se refrescar. Exibiam seus corpos bem trabalhados das muitas horas de treinamento. O meu não era muito diferente, me peguei analisando-o, só era magro e reluzente demais, o que me obrigaria a me esconder dentro de casa.

Com isto em mente, me abriguei nas fundações.

Estava tudo perfeito, até que um jovem sátiro passou correndo por mim e deixou um sonoro tapa em minha bunda. Franzi o cenho, sentindo o músculo arder, sabendo que ficaria a marca e, possivelmente, um roxo na manhã seguinte.

[...]

Por diversas vezes aquele sátiro chato se pôs em meu caminho, atrapalhando minhas conversas com garotos e garotas, roubando minhas bebidas, batendo com uma clava na mesa ou passando com ela nas pernas das pessoas, simulando um bicho que subia devagar e pregando peças em todos no local da festa, e aquilo me impeliu a segurá-lo pelo braço e conduzi-lo para a rua, enquanto ele se debatia.

— Me solta, branquela! Eu vou bater com o meu porrete em você tão forte, mas tão forte, que você vai acordar só no outono! — Revirei os olhos com a ameaça e o virei para mim, prensando-o contra a cerca viva ao lado da mesa de comidas, e segurei suas bochechas com apenas uma mão, a palma em seu queixo barbudo.

— Escuta aqui, barbudinho. — Me aproximei mais ainda do filho de Pã, podendo sentir até mesmo o seu hálito de bode. — Deixa eu te fazer uma pergunta bem simples e, se o seu cérebro de cabrito permitir, me responde. — Segurei com mais firmeza o seu rosto. — O que estamos fazendo aqui?

— Você tá me ameaçando e eu to sendo ameaçado! SOCO...! — Cobri a sua boca e saquei uma faca da mesa, colocando-a em sua virilha.

— Você é retardado? Isso é uma festa! Estamos festejando! — Disse, com os dentes trincados. — E agora uma outra pergunta: Quem é o deus das festas? — Seus olhos se arregalaram.

Mmmm... mmmm... — Ele falou por baixo da minha mão, e eu o soltei, podendo, assim, ouvir a sua resposta. — Dionísio.

— Me pergunto qual seria a junção de um bode com um golfinho. — Entreguei a ele um sorriso malicioso, sádico. — Mas isso seria um problema apenas se alguém contasse a ele... porque, por enquanto, o seu problema sou eu... — Pressionei a faca contra a sua virilha, a parte sem fio, apenas para assustar.

— Aaaai... — Gemeu baixinho.

— E se você entende de anatomia, sabe que passa a artéria Femural bem aqui... Não daria tempo de te salvar.

— Você não me mataria... — Ele retrucou e eu apenas sorri.

— Quer apostar? Você é um filho de Nike? — Umedeci os lábios, dando uma risada anasalada ao final. — Garante que vai ganhar essa aposta? — Silêncio. — Foi o que eu pensei. — Pus a mão espalmada em seu rosto e falei minhas palavras preferidas. Frigus Reptant...

O corpo do Sátiro caiu para trás, sumindo entre as folhagens da cerca viva, e eu me virei, voltando para a festa com um sorriso satisfeito. Se aquele sátiro contasse alguma coisa para Dionísio eu estaria ferrada, mas eu não me importava. Agora eu poderia aproveitar a festa.


avatar
Convidado
Convidado


Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Festival das Estações (Verão)

Mensagem por Hades em Sab Maio 27, 2017 9:34 pm

Arya Morgenstern: Você escreve muito bem e seu texto condiz com a personalidade da sua personagem, foi uma boa fixa.

4.400XP – 4.000 dracmas – 3 Gotas de Chuva.


Ἅιδης
avatar
Hades
Deuses Olimpianos
Deuses Olimpianos

Mensagens : 548
Data de inscrição : 25/06/2013
Localização : Importa? A morte ainda será capaz de te achar.

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Festival das Estações (Verão)

Mensagem por Gerrard E. D'oppard em Seg Maio 29, 2017 11:55 pm

Are you afraid of  DEATH?!
The water resort! Sunny festival!




This fckin satyr is annoying!




Ah o verão, não havia época melhor ou tão maravilhosa para que ele pudesse aproveitar em toda sua vida, apesar de também ser amante do inverno, Gerrard gostava muito do verão. Não havia uma explicação muito lógica, ele podia escapar daquele calor desnecessário indo para o seu local preferido, o seu reino, o seu lar! A água!

Tomou uma ducha em seu apartamento para que pudesse relaxar o corpo, lembrando-se brevemente do panfleto que estava sendo entregue no acampamento Jupiter no dia anterior. Uma festa em um local conhecido por onde ficava o senhor do tempo, é... Possuía todos os quatro climas no mesmo recinto, o quão confuso aquilo deveria ser? Só quando chegasse lá saberia.

Após a ducha, foi até o closet que sua namorada arrumara no apartamento, procurando de forma confusa a parte que ficava suas roupas. Mulheres tinham dois dons magníficos, ser maravilhosas em tudo, e esconder as coisas de maneira impecável.  Não demorou “muito” até que achasse onde ficavam as suas roupas, era um pequeno corredor escondido com algumas prateleiras e gavetas simples e um espelho logo atrás.  Após trajar uma bermuda Jeans, passar óleo por todo o seu tórax nu, pegar seu óculos de sol de modelo aviador virou o rosto para uma prateleira mais ao fundo, ali ficavam seus equipamentos de forma organizada. Encarou a caneta esverdeada, pensando se deveria levá-la ou não. Calçou seu chinelo e começou ir em direção a porta, prendendo um bilhete onde dizia. “Meu amor, fui para a praia, qualquer coisa só me telefonar. Beijos e te amo.”

Desceu pelo elevador brincando com sua caneta a girando próximo a sua aliança, ele pensava que era sempre bom prevenir do que remediar alguém, e nesse caso, ele falava de ir desarmado. Ao desembarcar no térreo, percebeu um grande movimento entre os campistas, pareciam pegar uma van para se locomover do Palace Stardust até o local, a van tinha um panfleto misto com todos os climas, ele deu de ombros adentrando o veículo, até porque, por qual motivo ele não iria se aproveitar daquilo para descansar e refletir um pouco?

Não se passou muito tempo até que Gerrard, mesmo de olhos fechados, conseguiu ouvir barulhos dos passageiros descendo da locomoção, gritando e rindo, como se já estivessem festejando. As vezes ele se perguntava qual era o problema com aquela juventude retardada mental, mas ele fazia parte dela então porque não esquecer aquilo momentaneamente?

Foi até a geladeira pegar uma soda para si e ir deitar-se em um local que achara bem reservado, não havia bêbados ou sequer sóbrios, nem peixes ali havia, era só ele e a água. O prole da água deitou ali sem fazer quaisquer cerimônia, aproveitando-se do bom sol e da corrente bem calma e suave para boiar na água e dormir, aproveitando-se da bebida que o acompanhava.

A sua tranqüilidade e paz não durou muito. Podia se ouvir ao longe xingamentos e gritos de jovens campistas iradas com algo ou alguém, quando o rapaz fora procurar sua bebida, ela havia sumido, como um passe de mágica, se perguntou se teria bebido, jogado em uma lixeira e esquecido. Intrigado, levantou-se procurando por resíduos da garrafa, e nada encontrou. Ele deu de ombros, vai que essa garrafa sequer existiu desde o início?  Um suspiro pesado fora dado pelo homem que se pôs de pé, caminhando até o bar, vendo um sátiro bastante risonho provocando a todos próximo com uma espécie de taco, se ele pudesse o eliminaria naquele instante, mas a calma devia manter. Pegou outra garrafa da bebida gasificada e ingeriu parte dela de imediato, a fechou de volta e retornou ao seu antigo ponto de calmaria.

Sua calma permaneceu por um curto período de tempo, quando deu por si e foi pegar a garrafa para ingerir do refrigerante, onde estava a garrafa? Havia sumido novamente, e uma silhueta trotando com uma garrafa de mesmos valores em largura e altura situada em sua mão esquerda.  Algo que ele não podia descrever começou a tomar controle pelo seu corpo, como uma energia negativa pronta para explodir e ferir alguém no processo. Suas palpitações estavam descompassadas e adrenalina era injetada em suas correntes sanguínea o deixando ainda mais irado, se é que essa palavra poderia ser usada neste momento.  

Levantou-se à medida que os xingamentos se tornavam ainda maiores, e o sátiro parecia trocar ao redor de algumas moças rindo, estapeando suas bundas. Aquele ser era repugnante, o encarou com um semblante fechado e ativou um de seus muitos poderes, o Enjoo marítimo. Não demorou muito para que o bode começasse a sentir uma tontura inexplicável, e começar a se apoiar pelos cantos para tentar manter-se de pé, essa era a sua deixa. Com um sorriso animador aproximou-se do híbrido, cedendo seu ombro calmamente para que ele se apoiasse, mas o problema é que ele fora só perceber depois que o homem estava o guiando para longe da festa. Foi quando o animal começou com uma voz embriagada e um hálito de bebida alcoólica forte. — Hey, para onde você está me levando? Deu uma pausa antes de encarar bem o homem, e iniciando uma pergunta. — Espere um minuto, você não é aquele homem que estava sozinho como um anti-social esquisito no mar?

Os dentes do ceifador trincaram e em um movimento súbito, um soco com o punho cerrado direito fora desferido na face do sátiro que ainda estava meio zonzo pelo poder recebido, até que ele reclama esbravejando. — Qual o seu problema?! Isso doeu!

Gerrard estalou os dedos dos punhos cerrados em resposta a pergunta retórica dele.  Ele maneou levemente a cabeça para o lado em seguida, deixando que um sorriso ensandecido tomasse forma em seus lábios, seus olhos incluindo a esclerótica tornaram-se rubros como o sangue. Ele começou a falar, tendo o bode como alvo, dando uma pequena risada um tanto quanto perturbadora.   — Então, eu sou anti-social, e como é mesmo? Estranho, não é? Hahahaha... e ainda tem a pachorra de me perguntar qual o meu problema? Acho que vou te dar uma pequena lição, para que nunca esqueça e nunca mais cometa o erro de tentar estragar uma festa amigávle.

O sátiro quando ia pretendendo dizer, “Espere! Vamos Conv...” Fora interrompido recebendo um soco na face, e outros quatro seguidos até que ficou desacordado no solo, o punho de Gerrard doía, a face daquele ser era dura. Durante os murros teve o cuidado de não o desfigurar, apenas deixar alguns hematomas em regiões espalhas para quando acordasse se recordasse da merda cometida.

O ceifador retornou para a festa de forma calma, pegando uma Stella Artois no bar, abrindo a garrafa, e voltando para seu canto sossegado para aproveitar de sua bebida, do mar e sem dúvida da paisagem linda proporcionada por aquele “resort”.  






avatar
Gerrard E. D'oppard
II Coorte
II Coorte

Mensagens : 374
Data de inscrição : 19/12/2016
Idade : 22

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Festival das Estações (Verão)

Mensagem por Hades em Ter Maio 30, 2017 8:07 am

Gerrard E. D'oppard:
4.450XP – 4.000 dracmas – 3 Gotas de Chuva


Ἅιδης
avatar
Hades
Deuses Olimpianos
Deuses Olimpianos

Mensagens : 548
Data de inscrição : 25/06/2013
Localização : Importa? A morte ainda será capaz de te achar.

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Festival das Estações (Verão)

Mensagem por Gwen Smethwyck-Harle em Ter Maio 30, 2017 11:27 am

i. That's not funny, Mr. Satyr!

Estava colhendo flores na área da primavera quando alguém abraçou-lhe por trás, fazendo-a entreabrir os lábios e arregalar os olhos, exprimindo um arfar de surpresa no minuto seguinte. Estava pronta para atacar o ser atrevido com algumas plantas quando seus ouvidos captaram um riso familiar. Ela virou-se de imediato em direção ao som, reconhecendo as feições atraentes de sua prole de Afrodite. Dominique, após cessar com o riso, estendeu um folheto em direção à Gwendolyn. A prole de Perséfone arqueou uma sobrancelha, desviando seus olhos amendoados da morena para o papel que lhe era entregue, logo notando que as informações descritas ali referiam-se a uma festa, na estação do verão. A ruiva revirou os olhos, murmurando um ''Sério, Nique?'' antes de ser novamente abraçada e, sendo pega desprevenida pelos lábios da outra em seu rosto, fazendo-a rir brevemente. Embora soubesse que a filha de Afrodite fizera aquilo para convence-lá a ir para aquela estúpida festa, Gwen acabou não tendo outra opção a não ser aceitar o que lhe era proposto, através de sorriso gracioso em seus lábios rosados.

...

Certo, talvez a escolha feita por si não fora tão boa quanto havia pensado.
Ao chegarem na cerimônia, Gwen fora presenteada com uma música escandalosamente alta, aglomerações de semideuses consideradas acima do normal para a casa de verão onde estavam e, para piorar, o calor presente ali estava começando a incomodar sua pele sensível. Diante de tais constatações, fizera a menção de girar o corpo e voltar para o refúgio primaveril, sendo, infelizmente, impedida por Dominique. A morena fitou-lhe com uma expressão divertida, antes de avisar que iria até a mesa de bebidas, pegar um drinque para ambas, não sem antes dizer que a ruiva deveria permanecer ali, e aproveitar a festa consigo. Ela, apenas assentiu com o rosto, antes de novamente revirar os olhos, enquanto a morena sumia em meio aos campistas.
Gwen soltou um suspiro de exasperação, começando a pensar em como poderia aproveitar aquele mini pesadelo, quando seus olhos captaram algo que, tecnicamente não deveria estar ali: um sátiro surgira próximo a um pequeno grupo de campistas e, inesperadamente, começou a furtar as latas de refrigerante de alguns, enquanto lançava gracejos para as garotas que estavam em meio ao círculo daqueles que foram alvos da criatura. A prole de Perséfone franziu o cenho, não acreditando no atrevimento daquele sátiro. Para seu descosto, após testemunhar as ações do sátiro, ela acabou sendo alvo do mesmo, vendo-o surgir praticamente diante de seus olhos, dando-lhe um sorriso que deveria ser galanteador, mas que, para a jovem, causou apenas asco.
Após aquele primeiro contato, temeu que pudesse se encontrar com ele novamente; tal pensamento a fez, finalmente, mover o corpo naquele pandemônio, indo em buscas de Dominique. O arrependimento sentido anteriormente voltou com mais intensidade, à medida que ela transpassasse pela multidão, sentindo mãos audaciosas tocarem em sua cintura e abaixo dela, fazendo o rosto sardento tingir-se de uma vermelhidão que rapidamente parecia competir com a tonalidade de seus cabelos. Não obstante, a aparente paciência sumia gradativamente, enquanto notava que não estava conseguindo encontrar onde estava a área de bebidas, pois, seu senso de sensação, que naturalmente era ruim, estava deveras pior naquela situação. O estopim deu-se quando sentiu uma mão bater em sua nádega esquerda, fazendo-a virar o rosto imediatamente. Ah, o sátiro havia retornado. E lançado aquele sorriso horrível! Gwen crispou os lábios, fixando os olhos na criatura.
Aquela era a oportunidade perfeita para acabar com a confusão que ele estava a fazer. Dando-lhe um sorriso isento de amorosidade,rapidamente moveu suas mãos a ele: uma, agarrando-lhe o braço, outra surrupiando o bastão que ele agitava anteriormente. Já sem paciência alguma, começou a puxá-lo para a entrada da festa, não importando com o solhares surpresos que recebia ou, muito menos, os primeiros xingamentos que começava a receber do sátiro.

...

Uma vez chegado ao seu destino, Gwen continuou a segurá-lo, afim de impedi-lo de retornar para o recinto e continuar com a balbúrdia. Antes de que ele voltasse a soltar novos impropérios, a semideusa tornou a fitá-lo. Assim, utilizou-se de tal intento para aproximar-se do sátiro, até ficar em uma altura próxima ao mesmo. E então, uma vez o feito, ela iniciou suas ponderações:
— Para seu azar, eu não estou de bom humor hoje, meu querido. — O timbre ameno fê-lo engolir em seco, enquanto o semblante da garota assumia uma expressão calma, o que contrastava assustadoramente com as íris escarlates. — Você, com suas estripulias, está piorando meu humor. Logo, felizmente terei que puni-lo.— Findou, colocando o bastão ao seu lado, não deixando que ele o pegasse. O sátiro, por medo, passou a  dizer que se comportaria a partir daquele instante, caso ela não usasse aquela persuasão incômoda em si novamente. Sorrindo, a garota o soltou, pegando o bastão antes que ele o fizesse. — Não se preocupe, senhor sátiro. Caso se comporte, devolverei seu bastão ao final da festa. — Piscou para ele, descansando o objeto no ombro esquerdo. Ele, por fim, soltou um balido e correu para a multidão de campistas, sumido rapidamente após ultrapassar a entrada da casa. Ela riu com gosto, logo retornando para dentro da construção, afinal, além de vigiar aquele pequeno transgressor, deveria retomar sua busca a uma certa filha de Afrodite.

poderes utilizados:

Nome do poder: Luxúria I
Descrição: Perséfone/Prosérpina foi uma donzela bastante cobiçada e cortejada antes de se casar com Hades. Nesse nível, com o uso do toque e contato visual, seus filhos conseguem total atenção e - quase total - manipulação de seu alvo.
Gasto de Mp: 5 MP
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum
Extra: Poderão com poucas palavras, seduzir o alvo, distrai-lo, um toque, e um olhar, bastam para que ele caia no seu jogo.



— Beauty queen, had some trouble with herself,you wanna destroy me, but you're gonna deploy’IN THE END
avatar
Gwen Smethwyck-Harle
Filhos de Perséfone
Filhos de Perséfone

Mensagens : 118
Data de inscrição : 18/07/2016
Idade : 17
Localização : Chalé de Perséfone

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Festival das Estações (Verão)

Mensagem por Georgia Blanchard em Qui Jun 01, 2017 3:50 am


annoying satyr
I'm gonna catch you.


E
ra engraçado como toda festa em que Georgia colocava os pés alguma coisa dava errado.

Primeiro na festa do convento, onde foi perseguida por um cão infernal complexado; depois na festa da Evie, onde tivera um surto psicótico e foi resgatada pela líder do chalé de Ares totalmente chapada e agora aquela bagunça infernal na festa do lago. Até aquele momento, nenhum desastre real havia acontecido, mas tinha razões de sobra para estar atenta e desconfiada, esperando qualquer coisa explodir ou algo do gênero.

Come on, é uma festa! Deveria estar se divertindo. – Theo, seu novo amigo que agora lhe seguia como um cachorrinho depois que cumpriram uma patrulha juntos, dançava ao seu lado com um copo de sabe-se lá o que nas mãos. Georgia soltou um muxoxo e baixou os olhos para a grama, os braços cruzados fortemente sobre o peito. Queria muito sair dali e voltar para sua cama, tinha um verdadeiro quebra-cabeça sobre seu passado para resolver, porém sabia que ficar trancafiada num lugar escuro o dia inteiro só faria com que entrasse em crise novamente. Só aquele pensamento a fez balançar negativamente a cabeça, fazendo os longos fios platinados se balançarem ao seu redor. Definitivamente não deixaria tal coisa acontecer, depois do seu emocionante e assustador encontro com a finada mãe, ela tinha prometido a si mesma que tentaria segurar a barra. Naquela noite ela sabia que Eleonor lhe escondia algo, aquele breve esclarecimento sobre o cão infernal fora apenas um aperitivo, o banquete ainda estava por vir e era dele que Georgia tinha medo, mas não queria lidar com aquele problema agora. Finalmente sua mente estava se estabilizando, as crises de pânico e a ansiedade estavam melhor e agora ela até havia voltado a frequentar as aulas do acampamento! Ou pelo menos parte delas, mas mesmo assim era um feito memorável.

Desculpa, estou meio aérea. – Respondeu virando o rosto para o rapaz que dançava ao seu lado, porém evitava olhar diretamente em seus olhos. Theo era uma pessoa extremamente sensitiva, não sabia se era parte da herança de Aurora ou algo do gênero, mas ele tinha a mania irritante de sempre saber se a filha de Morfeu estava bem ou mal.

Posso perceber isso. – Ele virou o resto da bebida de uma só vez e jogou o copo de plástico numa pilha de lixo ali perto. – Vem, vamos andar ao redor do lago. Sei que lugares lotados não são bem a sua vibe. – Ele deu um sorriso assimétrico.

Georgia deu uma gargalhada, era engraçado como mesmo desejando matar o moreno na maior parte das vezes, era impossível desgostar totalmente dele, além do mais ele era uma boa companhia e sempre a fazia sentir-se mais leve.

Ambos tomaram rumo para longe do “auê”, e seguiram para a beira do lado, onde algumas náiades papeavam e um punhado de campistas estavam sentados aqui e acolá, observando o sol começar a se por. A luz dourada refletindo sobre a água e espalhando sua tonalidade cálida pelo lugar certamente tornava o cenário mais agradável.  

Ela e Theo decidiram catar pedrinhas coloridas na beira da água, então, Georgia tirou os tênis e os deixou sob o cuidado de umas náiades simpáticas antes de correr para a areia molhada, onde Theo já era visto com as costas curvadas e os dedos mergulhados na areia enquanto puxava algumas pedrinhas. A loira aproximou-se para ver melhor o achado do amigo.

Uh, essa daria um bom colar. – Comentou pegando uma pedrinha de coloração rósea e meio transparente, lembrava um cristal, mas ao mesmo tempo longe de ser aquilo.

É verdade, podemos fazer um dep...

A fala de Theo foi interrompida quando um vulto meio marrom passou correndo pela dupla e empurrou o rapaz de encontro a filha de Morfeu, e por um brevíssimo instante seus lábios se tocaram de forma desajeitada. Com um pulo e um xingamento eles se separaram e Georgia virou a cabeça para os lados freneticamente a procura do pobre infeliz que havia feito com que passasse por aquela situação constrangedora, mas graças aos deuses não teve muito trabalho. A poucos metros atrás de si havia um sátiro, obviamente bêbado, sem camisa, coberto por serpentinas e usando um copo como chapéu festivo. Ao notar que estava sendo observado, ele fez uma reverência dramática, como um maestro agradecendo os aplausos.

Você pode me agradecer mais tarde, Soneca! AHAHAHAHA! – Ele bateu os cascos um no outro antes de começar a saltitar para longe, porem a semideusa não perdeu tempo e ignorando completamente os avisos de Theo, correu desembestada atrás do mal feitor. Não teve dificuldades em alcança-lo, ele ainda saltitava bêbado ao redor de um grupo de amigos e balia como um animal demente, o que fez Georgia para apenas para projetar os lábios para frente numa espécie de careta. Mas que sujeito desagradável! Desde que tinha chegado à festa, ela o viu importunando outros campistas, subindo em mesas e brandindo seu bastão enquanto gritava como um Neandertal. "Criaturinha nojenta..."

Caminhou até o serzinho abominável com passos duros e decididos e quando a distância finalmente fora vencida, ela o puxou pelo braço enquanto ele estava acocorado ao lado de uma campista de cabelos cacheados que parecia extremamente constrangida.

ME SOLTA! Você já arrumou o seu, não empata o dos outros! – Ele reclamou enquanto tentava escapar, porém Georgia forçou ainda mais o aperto e o puxou para perto, de forma que seus narizes quase se tocaram. O imbecil abriu um sorriso que contrastava com a expressão séria da garota.– Oh, sim. Como não percebi antes! É a mim que você quer, não é, Soneca? – Ele fez um movimento repulsivo de beijo com os lábios e Georgia imediatamente deu uma joelhada no meio de suas pernas, fazendo com que ele dobrasse os joelhos e caísse de cara na areia com as mãos na área machucada, gemendo de dor. Com outro movimento rápido, Georgia o virou com a ponta do pé, de modo que as costas do sátiro estivessem contra a areia e ela pudesse encarar seu rosto meio sujo.

Quem você pensa que é? Imbecil! – Ela pontou a ultima palavra com uma bela pisada no peitoral magro do filho de Pã, que apenas baliu desesperado e atordoado pelo golpe em suas partes baixas. – Saindo por ai, criando confusão que nem um mendigo bêbado! Devia ter vergonha! – Fez mais força no pé e teve um gritinho dramático de dor em resposta.

O barulho abafado de passos atrás de si justamente com um ofego anunciou a chegada de Theo, porém Georgia manteve o foco, olhando fixamente para o sátiro aos seus pés. Não pretendia machuca-lo de verdade, mas queria ter certeza de que ele não iria mais incomodar ninguém por ali, mas para efeito de moral, sacou sua faca de bronze curvou-se o suficiente para que a ponta da arma pudesse encostar entre os olhos do bode, fazendo-o fez ficar vesgo de imediato e seu rosto assumiu uma expressão de pânico.

Veja só, quero que suma daqui e vá para sua toca, ou seja lá onde more. Se eu o vir novamente por essas bandas, farei questão de avisar a um certo senhor dos vinhos que um de seus servos anda pintando e bordando em festas e totalmente embriagado... – Houve uma breve pausa e a língua da garota deslizou para fora apenas para umedecer os lábios antes que um sorrisinho maldoso se formasse ali. – De vinho.

Sentiu sob a sola de seu pé descalço que os batimentos cardíacos do sátiro haviam aumentado, assim como sua respiração que se tornou ainda mais rasa.

Estamos combinados? – Perguntou fazendo menos do que o mínimo de força com a ponta da adaga entre os olhos dele e teve como resposta um breve aceno de cabeça. – Eu vou tirar meu pé bem devagar e você vai sair como um ser civilizado, sem gracinhas ou acabo com a sua raça aqui e agora. – Seu tom era ameaçador e seus olhos se mantinham cravados nos do bodinho, que apenas fez que sim com a cabeça.

Lentamente, Georgia removeu o pé do peito do sátiro e ele, olhando-a desconfiado, começou a se erguer com certa dificuldade. Seus olhos se moveram para o bastão ao lado da toalha da campista que antes era importunada e agora tinha os olhos vidrados na cena, assim como uma expressão chocada. A filha de Morfeu quis sorrir ao saber que sua performance havia sido boa daquele jeito, porém manteve a pose de durona.

Vá, pegue. – Disse dando permissão para que o sátiro recolhesse seu item e então começasse a mancar na direção da floresta, cabisbaixo e arrastando a ponta do bastão no chão. Era quase uma cena triste, mas Georgia sabia que ele havia feito por merecer, então apenas limpou os vestígios de areia das mãos no short jeans e virou-se para Theo, que lhe olhava com uma mistura de choque e divertimento estampado em seu rosto.
A loira lhe sorriu inocentemente.

Vem, vamos voltar para as pedrinhas. – Disse com um ar de riso na voz e assim, ambos voltaram a antiga atividade, agora em paz.




# your tags here, bitch

Lorde, The Hunger Games.


I'm fucking crazy, need my prescription filled

☀️
avatar
Georgia Blanchard
Filhos de Morfeu
Filhos de Morfeu

Mensagens : 131
Data de inscrição : 14/04/2017
Idade : 18

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Festival das Estações (Verão)

Mensagem por Hades em Qui Jun 01, 2017 1:34 pm

AVALIAÇÃO.

Gwen
4.450XP – 4.000 dracmas – 3 Gotas de Chuva

Georgia
4.000XP – 3.500 dracmas – 3 Gotas de Chuva


Ἅιδης
avatar
Hades
Deuses Olimpianos
Deuses Olimpianos

Mensagens : 548
Data de inscrição : 25/06/2013
Localização : Importa? A morte ainda será capaz de te achar.

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Festival das Estações (Verão)

Mensagem por Kyra C. Ferreli em Ter Jun 06, 2017 12:12 pm




O toque do Silencio
Só aqueles que desistiram de viver acham que os sonhos são impossíveis.

A festa deveria estar mais animada àquela altura, mas não estava, e tudo porque as criaturas da floresta tinham decidido embebedar um sátiro. Para entender a situação vamos voltar no tempo alguns poucos minutos, quando minha latinha de refrigerante misteriosamente desapareceu. Isso mesmo, foi do nada, em um momento ela estava ali, ao lado da minha espreguiçadeira, no minuto seguinte estava nas mãos de um sátiro sem vergonha, que cantava a garota deitada ao meu lado. Deixei passar sem querer causar tumulto por uma pequena lata, e acabei pedindo outra ao garçom que servia aos semideuses praianos naquela tarde enquanto eu me limitava a curtir o sol. Fazer muito caso por uma bebida não valia a pena, então era melhor simplesmente deixar passar.

Eu tinha feito isso, deixado quieto por tempo suficiente para me irritar, porque bem, a criatura não parou por aí, a minha latinha foi apenas uma dentre as milhares capturadas pelo sátiro que não parava quieto. Ele parecia fora de si, louco em meio ao amontoado de gente que se aglomerava ao redor da praia. — Não vai fazer nada? — Fay perguntou, me fazendo arquear a sobrancelha como se perguntasse que diabos eu tinha a ver com aquilo. — Você sabe que pode pará-lo com um simples toque dos dedos — Podia ser verdade, mas não totalmente, porque eu ainda não controlava aquela parte especifica do meu poder. Suspirei, balancei a cabeça em negativa e voltei a cobrir os olhos com os óculos de sol.

— Não posso fazer isso, primeiro porque não seria certo e segundo porque bem, o efeito não ia durar muito tempo, e não quero passar a tarde sendo encantadora de criaturas da floresta — Sorri sozinha, e voltei a relaxar na espreguiçadeira, fazendo minha amiga revirar os olhos e também se acomodar. Eu teria passado a tarde daquele jeito sem qualquer preocupação ou neura, mas voltei a ser incomodada em algum momento, e fora exatamente isso que me fizera agir. O sátiro tinha se aproximado de onde eu estava com Fay, mas eu não tinha sido o alvo de suas conquistas e barganhas, ela sim. Cogitei a ideia de rir da minha amiga, de não interferir na situação e deixar que ela se livrasse da criatura sozinha, mas não sou assim tão malvada.

— Kyra! — Ela rosnou em minha direção, me fazendo rir baixinho e retirar os óculos, os atirando contra a espreguiçadeira antes de me levantar.

— Então boneca, como vai ser nosso primeiro encontro — Ele mexia as sobrancelhas e agitava o rabo em direção a loira, que ainda se contorcia sobre a cadeira, claramente desconfortável com a situação. Fay era bonita, mais bonita do que uma filha de Vênus devo dizer, sua mãe era Proserpina, e sua beleza atípica era simplesmente magnifica. Sua pele bronzeada reluzia a luz do sol, e seus olhos claros estavam com aquele nítido brilho raivoso. Ergui as mãos me rendendo aos seus encantos e caminhei até o lado da criatura, me concentrando na ponta dos meus dedos.

Meu poder consistia em concentrar energia (chi) na ponta dos dedos da mão destra, até deixá-los levemente brilhantes, então ao tocar uma pessoa eu poderia passar sensações que... como posso dizer? Acalmariam, encantariam, e a fariam fazer o que eu quisesse? Bem, não era isso. O chi é a energia que deixa a pessoa vibrando com uma emoção semelhante a excitação, ela provoca mudanças corpóreas que fazem as pessoas acreditarem que estão sobre meu domínio, logo, podem me obedecer por um curto período de tempo.

Fay sabia disso, e foi por isso que me pediu para tomar conta da situação, pois ela causaria um estrago diferente, que perturbaria a paz e chamaria atenção, e não queríamos isso certo? — Vamos logo com isso, Kyra! — Ela rosnou, me fazendo revirar os olhos e tocar o ombro da criatura, tomando a atenção do sátiro para mim. O obriguei a fixar os olhos achocolatados nos meus verdes, e então peguei toda sua força de vontade para mim enquanto o fazia relaxar e ficar “manso”.

— Você não quer brincar com essas semideusas não é mesmo, querido? — Perguntei, subindo os dedos lentamente pela barba rala, sem nunca desviar o olhar. — Você quer ficar quietinho, sentado na beira da praia observando as ondas que quebram no mar, sem roubar ninguém, sem interferir na conversa das garotas, sem bancar o maluco com o seu bastão... Ah sim! O desejo mais profundo do seu coração é relaxar, se acalmar... — Eu podia sentir as mudanças que provocava no sátiro através da ponta dos dedos, seu olhar já estava perdido, seu corpo estava mole e mal sustentava o próprio peso. Ele estava entregue.Sorri sozinha ao vê-lo se afastar e sentar sobre a areia, tinha dado certo, mas por quanto tempo? Eu não sabia dizer.

Poderes:

Nível 16
Nome do poder: Voz Melodiosa
Descrição: Sua voz tem uma melodia que agrada aos ouvidos das outras pessoas. Nem todos escutam a sua voz com o mesmo timbre, será de acordo com aquilo que mais agrada ao ouvinte. Isso facilitará persuasão com pessoas do sexo oposto drasticamente, e com do mesmo sexo influenciará um pouco.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: O poder ativo “charme” do filho de Afrodite/Vênus, ao ser combinado com essa passiva ganha um bônus de força de 20%, podendo causar um estrago ainda maior.
Dano: Nenhum

Nível 11
Nome do poder: Indução ao toque I
Descrição: Ao tocar alguém, a prole da deusa do amor consegue transferir uma pequena quantidade de energia com as mãos para a vítima. Essa energia provoca excitação aguda, deixando a pessoa mais sugestiva a comandos e com desejo espontâneo e repentino pelo semideus. A nível inicial, é necessário um gasto de energia grande para deixar a pessoa com os hormônios sexuais aflorados e, consequentemente, com o lado lógico e do bom-senso afetados.
Gasto de MP: 20 (+10MP a cada turno ativado)
Gasto de HP: 5
Bônus: Nenhum.
Dano: Nenhum.
Extra: Habilidade funciona apenas através do toque, não precisa ser direto na pele. A vítima irá sentir um prazer absurdo e momentâneo. A partir do momento em que o contato é quebrado, a vítima recobra a compostura em um tempo que varia de 1 a 5 minutos.

Nível 12
Nome do poder: Charme II
Descrição: A sua voz começa a ser mais persuasiva, fazendo a pessoa fazer coisas um pouco grandiosas por você. Como: Fazer seus deveres, entrar em uma pequena briga. O efeito só dura dois turnos, depois disso a pessoa fica confusa e para de te obedecer, ao menos que você consiga convencer a pessoa mais uma vez.
Gasto de Mp: 30 MP por turno ativo
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum
Extra: Só consegue confundir e persuadir pessoas com nível inferior ou equivalente ao seu.

Nome do poder: Dicção
Descrição: O campista tem uma ótima dicção, podendo assim convencer monstros e pessoas sobre algo que ele queira.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +10% em poderes ativos que envolvam persuasão com palavras, ou na mente.
Dano: +5% no poder ativo, se funcionar.
XP TRIPLICADA:

• Play Plus – Sua sorte triplicada? Isso mesmo, toda postagem executada por seu personagem nos próximos 3 dias terá a XP triplicada. (Valido até: 09/06/2017)
Kyra


DO YOU EVER WONDER IF THE STARS SHINE OUT FOR YOU?
avatar
Kyra C. Ferreli
mentalistas de psique
mentalistas de psique

Mensagens : 349
Data de inscrição : 23/03/2017
Idade : 19

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Festival das Estações (Verão)

Mensagem por T'zza Roth em Ter Jun 06, 2017 10:25 pm


Don't you know? This is the future you've always
dreamed


A matemática para este caso é muito simples, na verdade; não é preciso ser um gênio da psicologia e guru espiritual do mundo moderno para saber que eu estaria disposto a aproveitar o meu tempo de folga na porção da ilha que faz jus ao verão, certo? Filho de Vulcano, forjas, fogo... Essas coisas fazem algum sentido pra você? Eu espero que façam por que, se não fizerem eu não vou poder ficar o dia todo aqui explicando não, viu? Os óculos escuros - como vocês já devem imaginar - faziam parte do meu figurino e eram quase como uma figurinha marcada neste álbum de figurinhas que também atende por T'zza Roth, vulgo eu. Rapaz... Eu me peguei sussurrando enquanto acompanhava com o canto dos olhos o caminhar de uma semideusa e precisei me controlar para não virar o rosto, torcendo este meu pescocinho barato por um rabo de saia. Gosto de me fazer de difícil embora a graça feminina tenha lá suas infinitas maneiras de me fazer cair em charme num simples estalar de dedos. Bingo. Eu estalei meus dedos sem estar olhando para alguma garota e então me peguei rindo, Deuses! Eu era alguém muito, muito fácil de ser comprado ou seduzido, não era possível.

Mas como vocês devem saber, o verão é legal, bacana e gostoso mas o calor resseca a garganta e nada melhor para molhar o bico do que uma cervejinha bem gelada, certo? Trincando, do jeitinho que o pai gosta. Ô, meu paladino! Desce um caneco pro seu amigo aqui, irmão! Quebra esse favor ai! Pedi ao atendente por trás do balcão que acabou caindo na risada com meu jeito de chamar pelo garçom ou simplesmente por que pudesse me atender; eu nunca fui como meus irmãos que são sempre na deles - eu sou do povão. Nascido e criado nas ruas do Queens, meu barato é fazer palhaçada e arrancar risadas - além de consertar umas coisas aqui e ali, inventar umas bugigangas... Sabe como é, né? Eu não resisto. Passei as mãos nas costas pra sentir a elevação da coluna sob a pele e suspirei com calma no momento que o caneco de cerveja foi posto na minha frente. Cara, é por isso que eu te amo... Já falei isso hoje? Hahaha! Então ergui o caneco para o rapaz como se agradecesse e me sentei de frente para a piscina, admirando os legionários que brincavam por ali e aproveitando esse banho de sol maravilhoso que eu, mesmo sendo filho de Vulcano, preciso vez ou outra, né? Todo mundo nasceu pra ter um lugar no sol. Sussurrei antes de tomar uma golada de cerveja e finalmente molhar meu bico.


Our memories will be lost in time... Like tears in the rain.
avatar
T'zza Roth
V Coorte
V Coorte

Mensagens : 43
Data de inscrição : 22/05/2017

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Festival das Estações (Verão)

Mensagem por Conteúdo patrocinado


Conteúdo patrocinado


Voltar ao Topo Ir em baixo

Página 1 de 5 1, 2, 3, 4, 5  Seguinte

Ver o tópico anterior Ver o tópico seguinte Voltar ao Topo

- Tópicos similares

 
Permissão deste fórum:
Você não pode responder aos tópicos neste fórum