The Blood of Olympus
Para visualizar o forum é necessário estar cadastrado, por favor registre-se no rpg ou entre em sua conta. É necessário estar cadastrado para ver as informações contidas no forum. Lembre-se de usar nome e sobrenome, não se cadastrar usando nomes geralmente utilizados por Hacker. Exemplo: "Barum" "Hakye" e por ai vai. Bem vindos.

Quando o passado revive — Lauren L. Hill

Ver o tópico anterior Ver o tópico seguinte Ir em baixo

Quando o passado revive — Lauren L. Hill

Mensagem por Lauren L. Hill em Ter Maio 23, 2017 7:11 pm

I still got time?
May 22th, 2017; Camp Half-Blood;
01:14AM

Aquela dia havia sido extremamente exaustivo. Desde a hora que acordei, às 9 horas da manhã, eu não havia parado, mal havia me alimentado e uma angustia tomava conta do meu peito desde a hora que havia aberto meus olhos. Mais uma dia, assim como todos os outros desde que havia partido para o Acampamento Meio-Sangue, meus pensamentos eram tomados com imagens do meu irmão, Lucky, mas especialmente aquele dia, a figura forte dele magoado comigo estava me atormentando.

O dia inteiro, cada minuto que se passava, conseguia apenas ouvir Lucky gritando comigo, furioso e com tanto ódio no que dizia como se ele estivesse ao meu lado, fazendo meu coração doer me proporcionando a sensação de que ele estava sendo esmagado, brigando comigo por ter feito algo de errado que fosse contra seus valores. Não que eu não tivesse feito, o prometi nunca abandoná-lo e com seus quatorze anos de idade, quebrei a minha única promessa àquele jovem.

Me doía pensar que nunca havia tido a chance de me despedir do meu pequeno irmão; ele já tinha quatorze anos e mesmo assim ainda o protegia como se ele ainda fosse a criança com dois anos de idade.  

E, assim como o resto da noite, mais uma vez me revirei na cama inquieta, suando frio. Lucky estava bem à minha frente, de joelhos, com uma adaga rente em sua jugular, prestes a ser morto enquanto me olhava desesperado clamando por ajuda. A única coisa que eu sentia eram meus braços presos com tanta força que minhas juntas doíam, meus ombros gritavam de dor, latejando, assim como a minha garganta enquanto eu gritava implorando para que o deixassem vivo. Não precisavam enfiar uma adaga em meu peito quando a sensação de vê-lo com a vida comprometida por minha causa, naquele momento, era igual ou superior àquela dor.

Quando vi movimentar a adaga em sua jugular e o sangue espirrar em meu rosto, assim como o mesmo deslizava pela roupa do garoto, fechei meus olhos com tanta força que senti minhas pálpebras arderem e, automaticamente, as lágrimas deslizaram pelo meu rosto se misturando ao sangue do meu considerado irmão. — Venha me ver, Lauren. Ainda estou no mesmo lugar que me deixou na última vez que nos vimos, venha me dizer adeus. Eu sinto saudade de nós. — ele sussurrou em meu ouvido, como um sopro, num fio de voz, cheio de tristeza e desespero na voz. Naquele minuto, pude jurar que ele estava no quarto comigo.


04:17AM

Acordei em um pulo na cama, sentindo o suor frio molhar a camiseta preta qual usava para dormir, assim como as gotículas de suor que se misturavam às lágrimas reais que deslizavam pelas minhas bochechas. Meu peito apertou ao notar que estava dormindo sozinha ainda, percebendo que Pandora ainda não havia saído do laboratório. Minha respiração estava ofegante e meu coração acelerado como se fosse sair pela boca, me dando a sensação que eu estava sendo sufocada. Minhas juntas doíam como se toda aquela cena realmente houvesse acontecido e aquele olhar de Lucky permanecia fixo em minha mente.

Nunca um sonho meu havia sido tão real como aquele. Eu precisava vê-lo, sabia muito bem aonde estava depois de sua informação implícita em meias palavras. A primeira coisa que fiz ao levantar daquela cama na mansão de Pandora foi tomar um copo gelado de água e, em seguida, tomar um banho quente e longo tentando me recuperar e me acalmar, aliviar a tensão e ansiedade que me faziam trincar o maxilar de nervosismo.

A água quente me fez colocar em ordem meus pensamentos, tramando uma lista de coisas que esclareceria durante aquele período que desapareci. Eu sabia exatamente o que havia acontecido aquela noite, sabia qual o propósito que estava me levando à ele uma última vez e não iria hesitar. Precisei encontrar Pandora naquela noite, fazê-la criar um portal – ou o que fosse mais rápido - até Newcastle. Não menti meus propósitos para aquela pequena visita e mesmo que ela implorasse para me acompanhar, não a deixei ir. Era um assunto familiar e eu não a colocaria no meio disso caso houvesse algum incidente.  


May 22th, 2017; Exhibition Park, Newcastle;
08:45AM


Me vi parada em frente ao coreto qual passava horas com Lucky nas manhas e parcialmente nas tardes de sábado. Aquelas horas eram os nossos momentos, ali fazíamos nossas confissões, planejávamos o futuro e conseguíamos ter um tempo de paz fora de toda a guerra que vivenciamos dentro de casa entre o nosso padrasto e minha mãe.

Limpei uma lágrima que percorreu por uma bochecha e respirei fundo vendo Lucky de costas, arrumando meus óculos de sol no rosto, o observei apoiado com os cotovelos no corrimão da cerca do coreto. Meus primeiros passos foram insuportavelmente dolorosos, sentia como se aquela fosse a nossa eterna despedida, mas por mais dolorosa que fosse, eu deveria partir. — Bro? — o chamei timidamente e coloquei minhas mãos nos bolsos da jaqueta de couro, sem saber muito bem o que fazer com elas. Girando nos pés, ele ficou de frente pra mim. Havia crescido mais do que imaginava, estava quase feito um homem de verdade e exatamente da minha altura, provavelmente cresceria muito mais.

Seu sorriso com dentes brancos e perfeitos surgiram nos lábios finos, os curvando em tamanha felicidade. Meu coração acelerou e errou uma batida quando senti seus braços me puxarem para um abraço apertado. Céus, como sentia falta daqueles braços me apertando. — Lauren! — ele disse num tom melancólico e afoito, enfiando o rosto em meu pescoço; eu fiz o mesmo, rodeei sua cintura com força e fechei os olhos, escondendo meu rosto em seu pescoço, chorando silenciosamente enquanto me deixava matar a saudade do meu irmão. — Por que, Laur? Por que fingir que nunca exis... — neguei com a cabeça freneticamente enquanto ele disparava, me assustando com a voz grossa que agora o denunciava adolescente, soltando-me do seu abraço ao ouvi-lo me acusando de coisas que nunca fiz.

Apontei o dedo em sua direção pedindo em um gesto para que se calasse e assim ele fez. Deixei meus ombros caírem cansados e olhei para o chão, tomando coragem para começar a dizer algo. — Eu nunca fingi que você não existia, Lucky. Pelo amor! Não me diga isso! Eu tenho tanta coisa pra te dizer, pra te explicar. Mas não posso aqui, não agora. — tentei me explicar com o tom de voz calmo e cocei minha testa suspirando baixinho. — Me perdoa por te abandonar? Bro, eu nunca quis... eu fui obrigada, entende? Minha vida agora é totalmente diferente, eu não pertenço à Newcastle mais. Nunca pertenci, bro. Eu quis levar você, quis te buscar, mas eu não pude e continuo não podendo... — falei me aproximando do meu irmão, pegando em suas mãos e levando-as até meu peito. — Mesmo assim, sempre zelei pela sua segurança, eu sempre, de alguma forma, estive te protegendo. Nunca te deixei, Lewis Hill. — afirmei ao retirar meus óculos escuros, denunciando minhas olheiras e o olhar de cansaço, mas demonstrando total sinceridade ao cruzar os meus olhos verdes com os dele.

— Eu perdoo, mas, Lauren... o que está acontecendo com você? — de primeira instância, respirei aliviada e ao notá-lo pausar dramaticamente o que estava falando, prendi o ar novamente. Ele jogou aquela pergunta em direção a mim e me desmontou, toda a estrutura que havia criado para não desabar em frente à ele e demonstrar que tudo estava bem, fora por água abaixo. Ainda assim, me mantive firme. Respirei fundo e fechei os olhos para me deixar sorrir fraco. — É uma longa história. Acredita em mitologia? — questionei e ele assentiu com a cabeça. — Então vamos até um lugar que eu te explico tudo. — pedi sutilmente o puxando pela mão, nos guiando até um galpão abandonado próximo do parque qual frequentava antigamente com conhecidos da época em que tudo era considerado "normal" na minha vida.


The Armstrong Building, Newcastle;
09:00AM


Durante o curto caminho até o galpão apenas troquei olhares e sorrisos com Lucky, ficamos abraçados lateralmente durante todo o percurso. Sem muito custo, empurrei o grande portão de correr que ainda ficava aberto até os dias atuais e dei passagem para meu irmão entrando logo atrás dele depois de olhar ao redor, garantindo que não havíamos sido seguidos. Fechei o portão novamente e suspirei baixinho. Não precisava de luz, as frestas de iluminação do sol fraco naquele dia que entravam pelas janelas superiores próximas ao teto eram suficientes.

— Acho que você tem muita coisa pra me explicar... — ele disse grosseiramente mencionando discretamente a força que não havia usado para abrir o portão. Eu apenas me permiti rir fraco e cruzei meus braços assentindo com a cabeça, sem graça. — Primeiro: o dia em que sofri o atentado no meio da rua, voltando do colégio, foi quando descobri tudo. No dia anterior, eu e você havíamos discutido e não lembro muito bem porquê, mas novamente, me desculpe. — pedi sincera o encarando fixamente. Ele assentiu lentamente e a decepção estampada em seu rosto quebrou mais um pouco do meu coração. Respirei fundo, finalmente tomando coragem para contar toda a verdade. — Conhece o deus da guerra, Ares? Um dos deuses da mitologia grega? É meu pai, Lucky. Nossa mãe teve um romance com Ares e, bom... cá estou eu. Uma semideusa. Humana, obra-prima de um deus com uma humana. Isso explica minha força com coisas "pesadas" demais para vocês. — falei sarcasticamente divertida, o fazendo soltar um riso anasalado. — Desde que desapareci foi para me manter em segurança no Acampamento Meio-Sangue. Lá, tenho treinado todos os dias, treinado para sobreviver, treinado para aprender estratégias de luta. Estou correndo perigo aqui com você, irmão, mas não me importo. Só vim para me despedir e te garantir que estou bem, garantir que você está bem. — terminei de explicar e me reaproximei dele que se mantinha em pé, agora com uma expressão de preocupação.

Ele me abraçou mais uma vez e aqueles braços musculosos me rodeando me doeram como nunca. Tentei sorrir largo, animada enquanto retribuía o aperto em seu corpo magrelo e definido. — Não se preocupe, estou bem, cuidando do nosso padrasto e ele cuidando de mim, estamos até que nos saindo bem para dois homens morando sozinhos. — Lucky comentou e eu me permiti gargalhar. — Sinto falta dela, Lauren... — comprimi meus lábios ao ouvi-lo dizer aquilo com melancolia e a saudade que sentia todos os dias preencheu meu peito, a culpa que havia parado de sentir e o peso de tê-la matado, mesmo que indiretamente, pesaram em meus ombros. — Eu também, Lucky, me perdoa mais uma vez. A culpa é minha. — sussurrei me afastando, abraçando meu corpo sentindo virando de costas para meu irmão, o peso da culpa, da responsabilidade e do fardo que carregaria o resto da vida. — Tudo que acontece com vocês é minha culpa. Talvez seja melhor mesmo ficar longe de vocês, assim eu permito que sejam felizes. — murmurei baixinho em meio ao choro doído me ajoelhando no chão, sentindo o impacto repentino fazer doer meus joelhos.

Os minutos que se passaram foram silenciosos, tudo o que eu podia ouvir era meu coração batendo acelerado e desesperado, meu peito ardia enquanto eu tentava procurar por ar, sentindo-o desaparecer em meu pulmão a cada inspiração que eu dava; no minuto seguinte, senti o ambiente ficar escuro, perder a luminosidade mesmo que eu estivesse de olhos fechados. Não senti mais a presença do meu irmão, o clima pesou ficando tenso e eu podia sentir que não estava sozinha mesmo que Lucky tivesse indo embora. Como? Eu não fazia ideia, só tinha a plena certeza que meu irmão havia me deixado.

— Ora ora Lauren, se arrependendo de algo? Quando olhei em seus olhos no dia que jurou lealdade à mim, não vi arrependimento algum. Não finja para seu irmão que é um demônio sem alma, você não carrega culpa alguma pelo o que fez. — ouvi sua voz forte, audível, grossa mas ainda assim afeminada e me pus de pé passando as mãos em meus cabelos de maneira apreensiva. Abri meus olhos e encarei os blocos de tijolos que sustentavam aquele grande galpão. Respirei fundo para me recompor e de alguma maneira tentei controlar os batimentos cardíacos, fingindo que tudo estava bem.

— Não sou um completo monstro como vo...— ela me cortou rindo alto e irônica. Fechei meus punhos e senti a palma da mão arder quando minhas unhas fincaram tão forte na pele que me fez afrouxar o punho. Me virei de frente para à ela e pude vê-la na pose soberba, prepotente e imbatível; o ar de carregado de arrogância e o olhar pretensioso perfurando minhas íris verdes. — Não minta pra si, Lauren. O espírito do submundo predomina em seu sangue. Por mais que queira lutar contra isso... sabe que é impossível. — ela proliferou calmamente cheia de convicção e eu, depois de longos minutos, pude notar que ela estava com as mãos firmes nos ombros de Lucky posicionado de joelhos, o impedindo que ele viesse até mim.

As suas unhas compridas e finas nas pontas pintadas em um esmalte preto – que só complementava ainda mais seu ar misterioso – da mão destra subiram firmes pela extensão do pescoço do mais novo e eu pude perceber seu queixo tremular. A unha do dedo indicador desenhou a linha lateral do maxilar do meu irmão enquanto ela olhava fixamente para ele com um sorriso divertido, tratando aquela cena toda como uma simples brincadeira. Minhas pernas bambearam e quando tentei me aproximar, senti como se correntes invisíveis prendessem meus pés e amarrassem minhas mãos. Grunhi baixinho, por mais que tentassem, não conseguiria anular o poder da deusa sobre mim. — Não, não, não... o sonho está se repetindo... — murmurei baixinho para mim mesma e balancei a cabeça fechando os olhos, tentando inutilmente acordar daquela imaginação.

Mas não era. Não era sonho. Não era imaginação. Era a realidade bem em minha frente e eu pude sentir o medo e a angustia percorrer todo o meu corpo, me fazendo ficar desesperada perdendo completamente a pose de "durona" que estava tentando manter. — Por que ele? Eu te jurei, eu te juro lealdade, fidelidade, não precisa dis...— engasguei dizendo quando ela desviou seu olhar para mim. Um olhar frio carregado de ódio, me fazendo engolir em seco. — Cale a boca, Lauren! Se divirta comigo, aproveite o momento! — a mais velha disse curvando os lábios pintados de um batom vermelho forte num sorriso irônico e pelo pescoço, obrigou Lucky a se levantar.

A deusa desferiu um chute poderoso na parte de trás do joelho do pequeno desencarnado e, este, em resposta, caiu de joelhos no chão. A deusa da noite segurou os cabelos e trouxe cabeça dele para trás, expondo o pescoço e, neste momento, eu sabia exatamente o que aconteceria, mas não conseguia reagir. Era como se o meu corpo não fosse meu. Eu simplesmente não podia me mexer. Enxergava toda a cena de outro lugar. Era como um filme.

— Manda lembranças ao Hades por mim... — a deusa soou impiedosa e deslizou as próprias unhas pela carne do mundano. Ele se desfez em pó prateado, até sumir como uma névoa gélida. — Entenda, Lauren, que para ser a minha mão direita... você precisa ser forte... — a Primordial caminhou até mim, filha de Ares, e circulou à minha volta. — Você não pode hesitar... — disse a poucos centímetros do meu ouvido direito. — Não deve ter receios... — falou próximo ao ouvido oposto. — Deve se desprender de tudo o que é mundano... de tudo o que te impede de seguir o nosso objetivo. — a deusa parou em frente a mim, segurou minhas bochechas e trouxe meu olhar para cima. Fitei as íris de Nyx, vendo constelações inteiras ali, como se fosse sugada lentamente por um buraco negro. — É o nosso objetivo, não é? Foi por isso que se aliou a mim... — a deusa percebeu minha falta de reação e, então, se distanciou. — Se não reagir... morrerá para o meu campeão, mas se quiser me seguir... pode descontar toda a sua raiva no meu monstro... e prove que deixou tudo isso para trás e ascendeu acima do que é mundano... — ela saiu caminhando, deixando à mim prostrada ali, perdida com as imagens de meu pequeno irmão sendo obliterado, mandado de volta ao tártaro para eterno sofrimento. — Acima da imperfeição criada por Zeus.

Com a sua conotação final, pude sentir a raiva percorrer em minhas veias, o ódio, a vontade de lutar por mim, pela minha vida, por mais uma chance. Eu senti tudo aquilo se transformar apenas em uma coisa: vontade de guerra e sede de vingança. Estava pronta para o que quer que fosse que Nyx estivesse preparando para mim. Eu levaria a cabeça do que quer que fosse que me atacasse até ela, deixaria um pequeno presente posto em cima do seu travesseiro como agradecimento a maldição que havia herdado sendo sua leal.


Bênção:
Ovinho da Sorte – Na próxima postagem realizada pelo semideus (apenas postagens que vale xp, como missões fixas, one post, treinamentos ou CCFY) a xp do semideus será duplicada. Lembrando que é valido apenas para UMA única postagem, e só a PRÓXIMA, não é qualquer postagem, será conferido.

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Quando o passado revive — Lauren L. Hill

Mensagem por Belona em Qua Maio 24, 2017 3:10 pm


O passado se torna o presente


Método de Avaliação

Spoiler:
Essa primeira parte é bastante ligada a trama do personagem e ao clímax do encontro entre o personagem e alguém que já foi importante, de alguma forma, na vida dele e não pertence mais a esse plano. Portanto, será avaliado os seguintes quesitos:

• Escrita: Será avaliado a gramática, a concordância e a fluidez de escrita.

• Criatividade e coerência: Será avaliado aqui o modo como você fez a postagem, se há coerência entre seu personagem e a proposta do evento, se o nível condiz com o que você diz.

• Desenvolvimento da trama: Nenhuma trama pessoal é melhor do que a outra, entretanto, aqui será avaliado o enredo como um todo. Se houve riqueza de detalhes, se houve realidade de escrita, se a personalidade de seu personagem é visível, se houve coerência nas interações desenvolvidas etc

Exp: A primeira parte recebe a metade da experiência total divulgada no post sobre o evento.
Do nível 30+:9.000

Dracmas: A primeira parte recebe 5 mil dracmas.
Item: Recebe apenas no final, na avaliação da segunda parte..

Avaliação

Experiência: 6.000 x 2 = 12000
Dracmas: 4.000
Comentário:
O seu enredo foi ótimo e sua escrita é bastante fluída, não cansa e instiga ler cada vez mais. Porém você fugiu a proposta da primeira parte do evento. Girl, você matou o revivido que deveria morrer só na segunda parte! kkkk .


Segunda Parte

A sua segunda parte será diferente de todos, por não ter seguido corretamente a primeira parte. Nessa segunda, você enfrentará o campeão de Nyx e, pela condição proposta por você mesma, se o derrotar conseguirá sair do grupo dos demônios sem morrer. Porém, caso sua batalha não seja satisfatória, sofrerá com uma maldição por virar-se contra sua mestra.

O chão irá tremer a sua frente e uma rachadura vinda diretamente do inferno será aberta, como uma fenda. Das profundezas do submundo o demônio campeão de Nyx irá surgir para enfrenta-la. Porém a deusa não perdoava quem a desafiava e preparou uma surpresa cruel para a filha de Ares: O demônio poderia ter todas as características de um capeta, mas seus traços faciais eram idênticos ao de Lucky.

Monstro: Demônio Campeão

Descrição: Pele pálida, altura mediana, chifres na cabeça e uma cauda de demônio. Essa é a aparência básica de um demônio superior. Ele tem a face do irmão de Lauren, porém seus olhos são totalmente negros, a parte branca sendo tomada por total negritude. Seus dentes possuem presas e havia sempre um sorriso de escárnio. O peito desnudo permitia ver cicatrizes brilhantes em preto e vermelho. Ele usava apenas uma calça velha e estava descalço. Seus pés e mãos possuíam unhas grandes e negras como garras. Em suas mãos ele possuía duas espadas, ambas encantadas com o fogo.

Poderes e Habilidades

Passivos

- Atributos corporais aprimorados: ele é extremamente rápido, forte e ágil.
- Pele resistente: apesar de não ser invulnerável, a pele do demônio é mais grossa do que a pele de um humano.
- Olhos demoníacos: os olhos do demônio inspiram medo e terror, se permanecer olhando-os poderá ser levada por essas emoções.
- Resistência ao fogo
- Resistência a ataques sombrios

Ativos

-Sombras prisioneiras: consegue prender alguém pelas sombras por um turno, apenas um turno.
- Berserker sombrio: em um surto de raiva, ira e sentimentos negativos, o demônio campeão passa a atacar descontroladamente por dois turnos com tudo o que tem. Porém, no fim, fica extremamente cansado.


Regras

- Prazo de postagem: 20 dias
- Irá notar que eu não descrevi nível ou barra de hp/mp do demônio, por ser One-Post, você deverá narrar o nível de dificuldade do monstro de maneira realista a sua personagem e ambiente.
- Boa sorte.




Belona
Somente os mortos conhecem o fim da guerra-
avatar
Belona
Deuses Menores
Deuses Menores

Mensagens : 236
Data de inscrição : 23/01/2015
Localização : Em toda, e qualquer guerra.

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Quando o passado revive — Lauren L. Hill

Mensagem por Lauren L. Hill em Sex Maio 26, 2017 11:58 pm

I still got time?
May 22th, 2017; The Armstrong Building, Newcastle;
10:30AM

O ar estava gélido e nem mesmo meu sobretudo preto me esquentava. Aquele frio era só detalhe, quando o medo que me tomava ao ver os olhos do meu irmão se tornarem maléficos e um sorriso literalmente demoníaco curvar seus lábios; meu primeiro instinto foi pegar minha espada, que momentaneamente ainda era disfarçada em uma lança normal presa ao meu cinto.

Não acreditei no que estava vendo. Primeiro, porque eu não sabia se aquilo era uma trapaça da minha imaginação por conta do meu emocional abalado pela recente morte do meu irmão, ou, se eu já estava suficientemente louca para ser internada numa clínica; segundo, porque ainda estava literalmente nas mãos de Nyx, e mesmo que eu não quisesse, a deusa tinha poder sobre mim e meu psicológico; terceiro, porque eu estava considerando fortemente que aquele Lucky era apenas um holograma.

Eu senti um calafrio percorrer minha coluna vertebral, o que me fez ronronar baixinho, como quando um leão está prestes a atacar sua presa, mas não fiz. Os olhos negros de Lucky me fizeram dar alguns passos para trás quando percebi que ele começava a caminhar em minha direção, sua cauda balançava como a de um animal que espera sedento por sua presa, e eu só notei que meu espaço havia acabado quando bati o quadril contra a viga velha atrás de mim, viga a qual sustentava o galpão antigo. Alguns farelos caíram sobre mim e meu olhar subiu, merda!... Eu poderia derrubar aquele lugar caso lutasse com Lucky mesmo sem querer chamar a atenção.

Apenas um detalhe não me fazia correr sem olhar para trás naquele momento: a ira incontrolável começava a correr pelo meu sangue, borbulhava em minhas veias e artérias me fazendo, automaticamente, trincar o maxilar e fechar a cara instantaneamente. A cauda pontiaguda veio certeira em meu rosto, mas, por pura sorte, meu reflexo estava bom o bastante para me fazer dar um pulo para o lado, desviando do seu pequeno ataque. Aquele demônio estava usando a face do meu irmão, meu ente querido, meu pequeno irmão, que tinha virado cinzas. Isso era imperdoável.

Havia traçado um pequeno plano em minha mente nos breves segundos que tive para desviar do seu singelo ataque, respirei fundo e soltei o ar calmamente pelas narinas quando apressei meus passos e dei pulo para, só então, pegar impulso com o pé esquerdo na viga da frente, à qual havia sido prensada, ganhando altura. Girei 180º graus com o corpo retirando a espada do cinto e, ao desferir um ataque rente em seu ombro para imobilizá-lo, senti um grande impacto vindo diretamente na boca do meu estômago, me jogando metros longe do demônio.

Xinguei mentalmente todos os nomes de deuses gregos, repetindo-os com seus respectivos nomes romanos, mas em momento algum fiz cara de dor, minha expressão era fria e estranhamente um sorriso era desenhado nos meus lábios enquanto o meu olhar era fixo naquele demônio. A sede de matá-lo apenas crescia ainda mais por ele usar a face de alguém que tanto amei. Naquela hora, eu estava agindo mais pelo impulso de ódio e vingança do que pelo emocional. Eu poderia dizer que senti dor, mas seria mentira; apenas senti o impacto do corrimão que ligava as vigas em minhas costelas e cai desajeitadamente no chão, respirando fundo ao observá-lo vir em minha direção batendo os pés. Ele não corria, mas andava rápido o suficiente para tropeçar nos próprios pés, e enquanto ele fazia isso, eu evitava olhar em seus olhos, me concentrando apenas em seus movimentos.

O ódio anestesiava qualquer ferida aberta ou dor naquele momento. Me pus de pé quando percebi que ele estava perto demais, erguendo a mão para fincar suas garras em meu rosto, ergui a espada de encontro ao seu antebraço e brigamos por ataque, disputando força de demônio, com toda a força que tinha joguei seu braço para trás fazendo-o cambalear rapidamente para trás. Aproveitei do seu pequeno momento de fraqueza para juntar toda a força que pude naquele momento e apunhalar o seu oblíquo externo que passou até o reto do seu abdômen, verticalmente, abrindo com muita dificuldade uma ferida maior que meu pulso. Péssimo ataque, Lauren... veio à mente ao torcer os lábios e me afastar em passos rápidos ainda de costas, me virando para correr do demônio que deixava a saliva pingar da sua boca; ao me aproximar do final do corredor – dos muitos outros que existiam no Armstrong –, dei um impulso na velha porta de madeira que ali existia para dar outro passo na mesma madeira, impulsionando com o calcanhar direito para dar um mortal para trás. Errado, Lauren! Pensei ao sentir suas garrafas fincarem em minha panturrilha me puxando para bater lateralmente contra uma terceira viga do recinto, a entortando e fazendo com que o teto abalasse um pouco. Parabéns, o recinto estava perdendo sua estrutura estável.

Como se não fosse suficiente, ele agarrou enfiando as garras em meu quadril e costelas com força me imobilizando de maneira covarde e me jogou, novamente, contra a quarta e última viga, deixando-me para cair contra o chão novamente, instantaneamente imóvel. A estrutura superficial do galpão mais uma vez havia se movido, sujando à nós dois com farelos de concreto, como se jogassem farinha em ambos. Minha visão estava levemente turva por tantas pancadas, mas isso só me fazia focar ainda mais na visão do demônio em minha frente. Podia notá-lo me atacando fúria, ira, completamente descontrolado, se aproveitando de um desleixo meu o enfurecendo para abusar de sua força e agilidade.

— Filho da put...! —  o xinguei em um grito ligeiramente grosso para a minha voz "afeminada". Se quer me atacar, que não me ataque covardemente, praticamente imóvel no chão, prensada contra o concreto. Não era tão fácil assim me cansar, não quando se usava o rosto do meu irmão para me atacar. O demônio ajoelhou em meu abdômen quando, simultaneamente, me segurou contra o gélido e empoeirado chão com suas garras fincadas em meu peito, rasgando minha camiseta preta à medida que pressionava ainda mais suas unhas. Sua longas garrafas abriam feridas em minha pele que ardiam, mas meu sangue quente não me deixou senti-las naquele momento. — Assim não, sua besta! — cuspi em seu rosto, o enfurecendo ainda mais, ele rugiu e com a mão livre, arranhou meu rosto tão profundamente que eu pude sentir o sangue descendo pela lateral esquerda da minha face, me dando o gostinho de poder experimentar meu sangue. Esbocei um sorriso maléfico, eu poderia ser tão bela quanto maldosa e, naquele momento, o desgraçado havia despertado o pior de mim. A espada estava a dois braços de alcance das minhas mãos e, visto que o demônio tinha o dobro da minha força, não cogitei em pegá-la naquele momento.

Ele estava sobre mim, por um longo e doloroso minuto, eu pude sentir duas costelas minhas quebrarem enquanto ele mantinha seu peso que acumulado à sua força nas pernas sobre mim, causaram as fraturas. Era uma tortura, por um momento pensei que poderia ter perdido a luta, mas a cada minuto em que ele enfiava as garras em mim, eu podia senti-lo desfrouxar perdendo sua força e estabilidade pouco a pouco, seu braço fraquejava enquanto apoiado sobre meu peitoral e eu me aproveitei daquela fraqueza para atrair minha espada até mim. Sorri vitoriosa e, abusando da agilidade herdada do meu pai, o Deus da Guerra, deixei a lamina rente em seu pescoço conforme meu sorriso crescia; sem pensar muito, desferi um corte forte e impulsivo carregado de fúria e ira no pescoço do demônio.

— Lucky... — murmurei o nome do meu irmão quando senti o sangue do mesmo despejar em minha roupa. Cuspi o pouco que havia caído em minha boca para o lado, sujando o chão, e retirei o corpo do demônio sobre mim, jogando-o para o lado, fazendo com que assim sua cabeça pendesse para o lado junto do corpo e rolasse até que fosse parada pelo corrimão que impedia da mesma continuar "seu caminho". Me pus de pé e próxima da porta de madeira, me apoiei cuidadosamente na mesma olhando para o rosto do demônio friamente enquanto tentava puxava o ar que faltava em meus pulmões. As costelas quebradas não ajudavam, dificultavam minha respiração, fazendo com que cada inspiração doesse como um soco.

Instantes depois, minha espada havia voltado a ser uma lança e eu a prendi em meu cinto novamente, andando com dificuldade para pegar a cabeça do demônio pelos cabelos, então andei um pouco mais para à direita, e foi ai que pude pegar pelo braço o corpo que restou daquele desgraçado que Nyx havia me mandado. Eu sabia que não estava segura e mesmo assim, criei uma passagem livre, praticamente por conta da pouca segurança que havia feito a dimensão para o Palácio de Nyx, era comparado à uma fenda.

— Espero que goste do presente, minha rainha... — sussurrei num tom de voz baixo ao chegar em frente à porta do seu quarto, como líder, eu tinha a total liberdade do que estava fazendo. Era o braço direito da deusa assim como ela mesma havia dito e não precisava de maiores permissões para o que estava prestes a fazer naquele momento. Montei o corpo como se fosse vivo em um lado da cama de repouso da deusa e cuspi em cima do demônio antes de me retirar do recinto.

Pela última vez, abusei dos meus poderes para criar a fenda que me direcionaria até o chalé de Ares. [...] Parecia muito, mas muito tempo que eu não dormia, que eu não pregava os olhos e que não tinha uma bela noite de descanso mas, que, depois de tanto tempo estaria concedida à essas regalias, finalmente poderia dormir de consciência limpa.


Poderes de Nyx:
Poderes Passivos:
Nível 3
Nome do poder:
Alma Ambígua
Descrição:
Por diversas vezes Nyx/Nox foi descrita como uma divindade de personalidade indecifrável, podendo ser tão bela e gentil quanto a noite ou tão cruel quanto as criaturas que a habitam o tártaro. Sendo assim, os demônios têm grande facilidade em mascarar seus sentimentos e, na maior parte das vezes, são extremamente bipolares.

Nível 5
Nome do poder:
Passagem Livre
Descrição:
Os demônios de Nyx/Nox ganham passagem para os arredores do palácio da deusa da noite, sendo uma deusa primordial, Nyx/Nox garante segurança aos seus demônios ao caminharem pelo tártaro, e em seu palácio, esses semideuses ganham passagem livre.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Não serão atacados no tártaro desde que se mantenham nos territórios de Nyx, monstros e criaturas mais fortes que você – fora do território de Nyx – ainda poderão querer ataca-lo, o que não acontece com criaturas mais fracas, elas lhe respeitam.
Dano: Nenhum

Nível 23
Nome do poder:
Perícia com Lâminas II.
Descrição:
Nesse nível os afiliados de tal Deusa desenvolvem uma pericia com lâminas em geral, independente da arma.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: +20% de assertividade no manuseio de lâminas.
Dano: + 20 de dano ao ser acertado pela arma do semideus, pois a precisão será mais certeira.
Extra: Tal poder não pode ser combinado ao poder denominado "Perícia com Punhais e Adagas".

Poderes Ativos:
Nível 35
Nome do poder:
Fenda
Descrição:
Essa habilidade permite que o demônio crie uma espécie de passagem, fenda, para qualquer lugar que ele queira. Isso também permite que o demônio seja capaz de viajar entre dimensões – mas, não lhe mantem seguro – incluindo a dimensão dos demônios, e o tártaro, consegue abrir fendas para o palácio de Nyx.
Gasto de Mp: 100 MP
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum
Extra: Isso permite que ele viaje entre uma dimensão e outra – incluindo para mundos paralelos, a dimensão de demônio e o reino dos monstros (onde eles nascem), mas não garantem a segurança deles.

Nível 36
Nome do poder:
Invocação de Demônios Menores I
Descrição:
Esse poder permite ao servo de Nyx/Nox invocar até dois demônios menores para ajudá-lo em batalha. Esses demônios só atacam, não tem pensamentos próprios, e só obedecem ao seguidor da deusa da noite. São criaturas bastante burras e impulsivas, mas também destrutivas. Nesse nível só consegue invocar demônios rastejantes, semelhantes a repteis – totalmente negros e cheios de esporas pelo corpo – com cerca de 60 centímetros de altura.
Gasto de Mp: 40 MP por demônio
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Permanecem em campo até serem mortos, suas esporas causam ardência como corte de laminas finas, e perfuram da mesma maneira. Essas esporas são usadas em combate direto, quando o demônio se joga, e bate contra o corpo do oponente, ou lhe acerta com o rabo.
Dano: 25 HP por ataque de esporar que acertarem seu corpo.
Extra: Cada demônio tem 30 HP

Poderes de Ares:
Ativos:
Nível 9
Nome do poder:
Esquiva Perfeita
Descrição:
Graças ao grande treinamento obtido através de seu esforço, o filho de Ares/Marte consegue evitar um ataque o qual tenha percebido. Esquivando utilizando sua agilidade, pode evitar ser acertado por dois golpes simultâneos, sejam eles socos e chutes, um ataque mágico/Elemental, ou de algum projétil lançado contra si. Pode ser utilizado uma vez a cada cinco turnos.
Gasto de Mp: 20 MP
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Pode se esquivar de um golpe (desde que tenha percebido ele), uma vez a cada cinco turnos.
Dano: Nenhum

Nível 20
Nome do poder:
Atração II
Descrição:
O semideus aprendeu que seu corpo e sua mente são ligados a armamentos antigos, e agora consegue reverter esse poder – gerando um imã de atração diferente – que permite ao semideus atrair a própria arma até ele. Ou seja, caso o semideus seja desarmado, ou perca sua arma em um combate, ainda será capaz de atraia-la para si, basta mover de leve as mãos, ou imaginar a arma vindo até ele. Ela vira.
Gasto de Mp: 20 HP
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Pode atrair a própria arma de novo para as mãos.
Dano: Nenhum
Passivos:
Nível 6
Nome do poder:
Sexto Sentido
Descrição:
Em meio a um campo de batalha, descansar não é opção e os filhos de Ares/Marte sempre estão atentos. Além de conseguirem notar com mais precisão e facilidade sinais de aproximação (como sons) esses semideuses possuem uma espécie de sexto sentido, de modo que ao serem alvo de um ataque direta ou indiretamente, pressentirão o perigo, podendo se prepararem melhor para o combate e evitarem serem emboscados.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Poderão durante um único turno, pressentir o inimigo se aproximando, podendo saber de onde o ataque vira, e se preparar para ele.
Dano: Nenhum

Nível 8
Nome do poder:
Velocidade Atlética.
Descrição:
Um bom combatente sempre está preparado fisicamente para os futuros combates, sendo que as proles do deus da guerra levam a sério seus treinamentos rígidos, buscando sempre serem melhores. Devido a condição física e biológica natural do semideus, e de seu empenho nos treinamentos, são quase tão rápidos e ágeis quanto filhos de Hermes, conseguindo correr longas metragens sem se cansarem. Movimentos de finta, esquiva e outros que requeiram velocidade/agilidade, sempre possuem mais chances de funcionar contra inimigos mais lentos, além de perderem em uma corrida apenas para seres tão velozes quanto filhos do deus mensageiro.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: 50% de chance de conseguir se esquivar, pular, e saltar em uma luta com inimigos mais fracos, ou mais lentos.
Dano: Nenhum

Nível 12
Nome do poder:
Regeneração I
Descrição:
Os filhos de Ares/Marte ao estarem em combate podem recuperar parte de seu HP e MP, mas para isso precisam derrotar seus inimigos. Isso funciona da seguinte maneira, para cada soldado, monstro, semideus ou inimigo derrubado em batalha pelo semideus (derrotado, não precisa estar morto) parte do HP e MP são restaurados e transferidos, ou seja, o HP e MP do inimigo vem para você. Ele perde, mas você ganha não somente a batalha, como também mais poder mais energia, ficando mais forte.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: A cada inimigo derrotado em batalha +50 HP e 50 MP são restaurados em sua barra de status.
Dano: Nenhum

Nível 21
Nome do poder:
Disciplina
Descrição:
Os campistas de Ares/Marte são os mais disciplinados e focados. Com isso, sua resistência a poderes/habilidades que envolvam alterações emocionais ou na personalidade do campista é bastante forte. Poderes mentais possuem e de persuasão tem o efeito reduzido no filho de Ares/Marte, assim sendo dificilmente o semideus irá deixar que distrações tirem de si o foco em sua missão.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Poderes relacionados a charme, ilusão, ou jogos mentais, terão o efeito reduzido em 50% nos filhos de Ares/Marte. Se o dano ou efeito era de 100, será apenas de 50 no campista de Marte/Ares.
Dano: Nenhum

Nível 32
Nome do poder:
Ignorando a dor II
Descrição:
Já fortificados e com o corpo repleto de cicatrizes e demais sinais de combate, os filhos de Ares/Marte melhoram a capacidade de ignorarem a dor de ferimentos, podendo lutar normalmente mesmo se estiverem com luxação, dedos quebrado ou ferimento profundo e não mortal. Nesse nível, caso o golpe incapacite um membro do semideus, a dor poderá ser ignorada apenas durante três turnos.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Podem ignorar a dor de queimaduras de grau médio, desde que não sejam em grande escala de estrago, luxações, câimbras, fraturas em dedos e etc. Apesar de serem afetados, e sentirem dor, conseguem continuar lutando. Fraturas em braços, pernas, costelas e outros membros não entram nesse poder.
Dano: Nenhum

Nível 33
Nome do poder:
Resistência
Descrição:
Após tantas batalhas, tantos treinamentos e por levarem sempre seus corpos ao limite, os filhos de Ares/Marte possuem um corpo calejado, acostumado a apanhar e sofrer desgastes físicos. Ao sofrerem ataques físicos, os semideuses sofrerão danos menores, sendo capazes de suportar por um tempo maior os combates contra seus oponentes.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: 15%  de resistência a mais no corpo em ataques fisicos (socos, chutes, bater a cabeça dele em algum lugar, acerta-lo com bastões e etc), terão 15% a menos de dano.
Dano: Nenhum

Equipamentos:
♈ Arsenal [Anel brilhante feito em aço polido, com uma pedra preciosa esbranquiçada minúscula em seu centro. Possui o efeito de alterar uma arma, mudando assim sua forma, detalhes, e qualquer outra coisa que o portador desejar, desde que as alterações sejam apenas físicas. Ou seja, utilizando o efeito do anel, é possível transformar uma lança em uma espada ou faca, ou qualquer outro item de ataque. Um escudo circular pode ser transformado em um broquel, ou um escudo de corpo. Os materiais dos itens podem ser alterados, mas seus efeitos sempre serão os mesmos (exemplo: uma espada elétrica ainda causaria dano por eletricidade se transformada em uma lança).]

♈ Rage [Espada longa, com cerca de um metro de comprimento e largura consideravelmente grande. A lâmina é feita de bronze celestial, tão afiada que um mero toque é capaz de causar ferimentos, possuindo setenta centímetros da ponta à base. Abaixo da base, a guarda da arma é o entalhe da cabeça de um javali, feita em ferro e com dois rubis em seus olhos, aparentemente foscos e apagados. O punho é feito de madeira, e seu design permite que a espada seja segurada com uma ou duas mãos – embora a força exigida seja bem maior caso seja empunhada com apenas uma. Quando o dono da espada entra em combate, as joias do javali começam a brilhar em um tom intenso de vermelho. Sempre que a espada causa dano em um inimigo, ela suga parte da vida retirada – 25% - e passa para o portador, caso este esteja ferido, restaurando assim parte da sua vida.]

Lança Mortífera: Essa lança é feita da madeira das lanças de várias guerras mortais; sua ponta é feita de bronze celestial e é banhada com o sangue de vários generais. Se o adversário estiver perto, o dano é menor. Mas se ele estiver longe e for um alvo fácil, o dano sera maior.

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Quando o passado revive — Lauren L. Hill

Mensagem por Hades em Sab Maio 27, 2017 11:59 pm


O passado se torna o presente


Método de Avaliação

Spoiler:
Essa primeira parte é bastante ligada a trama do personagem e ao clímax do encontro entre o personagem e alguém que já foi importante, de alguma forma, na vida dele e não pertence mais a esse plano. Portanto, será avaliado os seguintes quesitos:

• Escrita: Será avaliado a gramática, a concordância e a fluidez de escrita.

• Criatividade e coerência: Será avaliado aqui o modo como você fez a postagem, se há coerência entre seu personagem e a proposta do evento, se o nível condiz com o que você diz.

• Desenvolvimento da trama: Nenhuma trama pessoal é melhor do que a outra, entretanto, aqui será avaliado o enredo como um todo. Se houve riqueza de detalhes, se houve realidade de escrita, se a personalidade de seu personagem é visível, se houve coerência nas interações desenvolvidas etc

• Realidade de Combate: Uma análise geral de como foi seu combate, se os movimentos estavam claros e não confusos, análise de sua estratégia etc.


Exp: A primeira parte recebe a metade da experiência total divulgada no post sobre o evento.
Nível 30+: 9.000

Dracmas: A primeira parte recebe 5 mil dracmas.

Avaliação
Exp: 9.000 x 2 = 18.000
Dracmas: 5.000
comentário:
Como sua primeira parte foi um tanto diferente, eu preciso dizer que a segunda parte também não ficou "convecional", ainda sim, Lauren, você se saiu muito bem com o campeão de sua senhora. Levou uma bela surra e eu não estaria surpresa se ganhasse algumas cicatrizes, minha recomendação é para que cuide de seus ferimentos e não abuse da sorte. No mais, você se saiu muito bem, cria de Ares. É preciso bastante jogo de cintura para derrotar alguém com a face de um ente querido.

Item

Nesse evento, por ser particular de cada um e cada um ter desenvolvido de forma diferente, nada mais justo do que o item também ser único para cada um. Porém, para não ser injusta nas minhas escolhas, o item desse evento será montado por você! Veja a lista abaixo, faça suas escolhas e mande por MP para mim o item final!


Tipo: Escolha o seu tipo de item abaixo, acrescente uma descrição específica caso queira, é apenas o visual da arma e o seu tipo. Caso não descreva, será usado o padrão da loja, com tamanho e demais informações. Caso queira Arco ou Besta, ele virá automaticamente com um pacote de 30 dardos/flechas.

• Espada [escolha o seu tipo]
• Faca de Caça
• Adaga
• Arco [escolha o seu tipo]
• Besta [escolha o seu tipo]
• Lança [curta ou longa]
• Foice
• Chicote
• Escudo


Material: Escolha o material que você deseja que sua arma tenha, é possível apenas a escolha de um material. A escolha do material interfere diretamente no dano que a arma vai provocar, assim como o bônus natural do material.

• Ferro estígio
• Bronze Celestial
• Ouro Imperial
• Oricalcio


Efeito 1: Poderá escolher um dos efeitos elementais abaixo. Apesar de estar descrito “arma”, o efeito irá adaptar-se ao tipo dela. Exemplo: serão as flechas a serem encantadas.

• Fogo [a arma será coberta por chamas, provocando 20% a mais de dano e tendo chance de provocar queimaduras]

• Ar [a arma é revestida por uma fina corrente de ar, tão fina que acaba permitindo um corte mais afiado, provocando 20% a mais de dano e dobra as chances de causar danos a materiais de resistência superior]

• Elétrico [a arma é revestida pelo elemento raio, provocando 20% a mais de dano e tendo a chance de provocar paralisia pelo choque]

• Veneno [a arma é coberta por veneno, provocando 20% a mais de dano e tendo a chance de envenenar caso atinja a corrente sanguínea, causando -15HP por 4 turnos]

• Gelo [a arma é revestida por uma fina e dura camada de gelo, provocando 20% a mais de dano e tendo a chance de provocar lentidão no movimento]

Efeito 2: Poderá escolher apenas um dos efeitos abaixo

• Acessório: escolha um acessório que a arma poderá se transformar, especificando qual.
• Ligação com o dono: a arma sempre irá retornar para o dono, aparecendo ao seu lado.



Ἅιδης
avatar
Hades
Deuses Olimpianos
Deuses Olimpianos

Mensagens : 561
Data de inscrição : 25/06/2013
Localização : Importa? A morte ainda será capaz de te achar.

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Quando o passado revive — Lauren L. Hill

Mensagem por Conteúdo patrocinado


Conteúdo patrocinado


Voltar ao Topo Ir em baixo

Ver o tópico anterior Ver o tópico seguinte Voltar ao Topo

- Tópicos similares

 
Permissão deste fórum:
Você não pode responder aos tópicos neste fórum