The Blood of Olympus
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Quando o passado revive - Myrella Inoue

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Quando o passado revive - Myrella Inoue

Mensagem por Myrella Inoue em Ter Maio 23, 2017 6:45 pm

Eu era uma semideusa romana como outra qualquer, apesar de estar desejando que logo eu fosse capaz de orgulhar minha mãe e mostrar que nós não éramos ruins. Talvez fossemos um pouco estranhos à primeira vista, mas em geral não somos realmente maus ou algo assim, a menos que tivéssemos motivos para isso - que os semideuses em geral insistem em nos dar. Seja como fosse, essa noite era para ser como qualquer outra, onde a minha única preocupação seria descansar bem para ter energias para o dia seguinte. Estava deitada na desconfortável cama da I Coorte, admirando minha tatuagem com símbolo da senhora minha mãe. Eu era filha de Nox e membra da corte dita como a melhor do Acampamento Jupiter. O que mais poderia desejar? Talvez meu pai ali comigo, mas não era algo que eu poderia ter, eu sabia. Então precisava me acostumar com o que eu tinha comigo ali e como eu poderia sobreviver àquela aparente solidão. Havia os meus meios irmãos ali e eu sabia que, no Acampamento Meio-Sangue, eu tinha tios, filhos de Athena, uma vez que meu pai era filho da mesma de acordo com o que ele me contara antes de eu precisar me virar para encontrar Lupa e poder finalmente receber o treinamento adequado. Com esforço sobre-humano, eu fui aceita por Lupa após muito treinamento. Agora eu era uma guerreira romana e desejava honrar meus pais, esperando um dia ser capaz de dar orgulho para eles.

Em meio a esses pensamentos e também com a preocupação sobre as ações de minha mãe, que já havia atacado os Acampamentos apesar de não ter tido sucesso e na ameaça constante existente entre eles, eu não percebi quando cai nos domínios de meu irmão Somnus, mas agora eu perambulava sem controle pelos domínios dele e de meu sobrinho Somnia, que me abençoara naquele dia com um sonho imensamente agradável. Eu estava com meu pai em Nova York e nós conversávamos sobre banalidades e riamos, enquanto estávamos jogando um pouco de batalha naval. Havia ali os cheiros da minha infância: lavanda, café sendo coado e também o cheiro de grama recém-cortada e de fumaça de carros, onde esses dois últimos entravam pela janela aberta da sala. Ambos estávamos felizes e tudo parecia tão bem, tão certo... E então alguém chegou à porta da sala e falou com a voz rouca.


Irmã, ai está você! Há quanto tempo não te vejo. — Me assustei ao vê-lo e me levantei em um salto. Meu irmão estava morto! Eu havia matado ele, não havia a menor chance dele estar ali... Apesar de parte de mim saber que era apenas um sonho, outra parte acreditava mesmo que aquilo era real e estava chocada com a presença dele.

Co-como você está aqui?! Isso é impossível. Você... — Está morto, pensei, mas não tive coragem de falar. Olhava-o boquiaberta e ele parecia tão bem, apesar de ainda aparentar ter a idade que tinha ao morrer, ou seja, oito anos. Olhei novamente para meu pai, que no sonho parecia achar aquilo supernormal e depois olhei de novo para meu irmão, que disse.

Os deuses foram bons comigo e me deixaram voltar! — Ele contou, animado e foi até mim, me abraçando. Eu achei aquilo muito estranho vindo dele e o abracei de volta. Estava tremendo um pouco e me sentia assustada, temerosa do por que daquilo. Mas aos poucos a consciência de que aquilo era um sonho se chegou e eu deslizei dos domínios do Sono e dos Sonhos para a realidade fria, mas estranhamente confortável, do quarto compartilhado no Acampamento Jupiter, onde eu tinha a segurança de saber que nada demais havia ocorrido.

Eu me sentei na cama de baixo do beliche e olhei ao redor. Haviam outras duas garotas adormecidas além de Luna. Eu me arrastei para fora da cama e sai um pouco do quarto, tentando ser silenciosa e pensei em respirar um pouco de ar fresco da noite. Precisava me acalmar um pouco antes de tentar dormir novamente. Quando sai e vi o céu noturno, uma brisa fresca me atingiu e eu notei que minha pele estava molhada de suor, provavelmente pelo nervosismo do sonho, e passei a mão no rosto para tirar da reta dos olhos.

Vários minutos após de acordar, eu voltei para a cama e me deitei, abraçando o travesseiro. Adormecer havia sido um sacrifício enorme, mas eu havia conseguido, finalmente. Dessa vez, não houve sonhos ou nenhuma outra coisa assustadora. Quando acordei pela manhã para as tarefas usuais, estava cansada e com sono pela noite mal dormida, mas nada que não pudesse suportar.

Mas o que eu não sabia ou poderia imaginar era que meu tormento estava apenas por começar e eu ainda teria muito que sofrer e passar antes de tudo aquilo ficar bem novamente. Eu esperava que fosse capaz de superar tudo aquilo sem sofrer mais do que pudesse suportar e que os danos sofridos não fossem irreparáveis.

[/b]
★★★


Nos dias que se seguiram ao pesadelo eu já não sabia mais o que deveria esperar ou como esperar. Alguns dias eram tranquilos, sem sonhos a noite, bilhetes, alucinações, vozes que não compreendia, pessoas olhando diferente e não acordava gritando no meio da madrugada após ver algo que não sabia explicar. Eu havia visto, por mais de uma vez, meu irmão jogado nos Campos de Punição implorando para que eu o salvasse e pedindo desculpas por tudo que ele havia feito. Outras, ele estava em algum lugar conhecido por nós e marcava um encontro comigo.

Os bilhetes? Sempre com a letra dele e marcando um encontro. As vozes? Pedindo para que eu encontrasse-o. Eu achava que estava ficando louca e mesmo quando eu pedia para os Curandeiros verificarem meu estado físico e emocional eles apenas me diziam que eu estava exausta demais. Eles me faziam dormir e descansar ainda na enfermaria e por mais de uma vez fui proibida de treinar e coisas assim para me recuperar. Mas o sono não me fazia bem. Ele piorava minha situação e eu temia-o. Dormir era encontrar o passado e por algum motivo acreditava que o passado queria o meu mal. Ninguém parecia entender direito o que era aquilo e havia outras pessoas com problemas parecidos com o meu. De todo o modo, eu sabia que só existia uma maneira de me livrar daquele problema: indo até o lugar do encontro.

Eu estava preocupada que aquilo pudesse ser uma armadilha e eu orava aos deuses diariamente para que me libertassem daquilo. Havia feito oferendas, também, mas não tinha dado mais resultado do que daria pedir a uma pequena grama para me livrar dos sonhos. Eu já não sabia mais o que poderia fazer e estava começando a perder totalmente as esperanças. Em um ato de desespero, eu perdi completamente o receio de ser uma armadilha e decidi partir. Peguei uma mochila – aquela que eu havia usado outrora para carregar minhas coisas enquanto ia para o Acampamento – e lancei sobre ela um encantamento para caber mais coisas nela do que deveria e guardei nela tudo o que eu podia. Roupas, sapatos, algo para comer... Peguei minha espada e sai em minha busca perigosa por paz.


★★★


Eu havia solicitado liberação das atividades ao Senado e me afastei do Acampamento, indo para a casa de meu pai em Manhattan, Nova York. Quando cheguei à nova casa dele, fiquei aliviada em constatar que não havia nenhum sinal de meu irmão ali. Meu pai havia feito um quarto só para mim na casa e eu deixei minhas coisas lá, arrumadas ao rígido estilo militar do Acampamento Júpiter, e desci para a sala para ficar com meu pai.

— [b]Parece preocupada com algo, querida.
— Meu pai falou após me olhar com alguma calma. Ele estava certo. Realmente algo me preocupava e, como semideus, eu sabia que ele poderia me entender. E não acharia que eu estava louca. Porém talvez procurasse uma explicação lógica para o que me afligia há tanto tempo.

Tenho tido sonhos estranhos, papai. Com meu irmão... Ele sempre aparece, às vezes dizendo que voltou e outras implorando para que eu não acredite. Pedro queria um encontro no Central Park, daqui a duas noites. Eu não sei se eu deveria ir...

Meu pai olhou-me por um tempo em silencio e suspirou. Eu podia ver o que ele estava pensando e sabia que não ia gostar nem um pouco quando ele proferisse as palavras que vieram logo em seguida. Por algum motivo, ouvi-las sendo expressas não me afetavam tanto quanto pensar nelas, ou pelo menos pensar nelas no começo daquilo. Acho que eu já havia aceitado a ideia de que aquilo era uma possibilidade constante em nosso universo.

Sabe que isso pode ser uma armadilha, não é? Não deveria ir, não sozinha pelo menos. — Eu concordei com a cabeça, olhando o chão cabisbaixa antes de falar com a voz baixa.

Eu sei, mas ninguém no Acampamento pode me ajudar. Nenhum Curandeiro, nenhuma Feiticeira, nenhum filho de Nox e nem os semideuses do sono e sonhos souberam o que fazer. Eu preciso dar um jeito nisso, papai! — Minha voz refletiu o quão desesperada eu estava. Minhas mãos tremiam um pouco quando falei, enquanto eu apertei minha própria roupa, olhando-o com os olhos preocupados. Pela primeira vez, eu parecia uma criança frágil novamente e meu pai saiba que nada podia ser feito para me ajudar, uma vez que eu já havia procurado todas as ajudas possíveis no Acampamento.

Por fim, ele havia cedido e, até a noite do encontro chegar, eu tentei levar uma vida mais ou menos normal ali com ele. Claro que nunca seria completamente normal devido ao que eu sabia e a qualquer momento os monstros iam aparecer, porém torcia para aquilo demorar o máximo possível. E então a noite finalmente chegou e notei o quanto eu estava desesperada para que tudo aquilo finalmente se resolvesse.

Vestida com um short jeans, a camiseta roxa do Acampamento e all star de cano médio, sai de casa pouco após a meia noite, indo para o Central Park. Meu pai fora me deixar lá, mas eu entrei no mesmo e me embrenhei sozinha no meio das arvores. “Onde íamos para ficarmos sozinhos”, ele havia dito. E eu sabia que reconheceria aquelas arvores ao vê-las. Caminhando no meio da noite, tomava cuidado para não tropeçar ou pisar em nada que não devesse.

Eu tomara cuidado de pedir a permissão de Fauno/Silvano, Pã, Ártemis e Diana antes de entrar naquele ambiente sem problemas. Também pedi a benção de Dione antes de entrar também, para que as ninfas não me achassem uma inimiga delas e pudessem fazer algo contra mim. Naquela noite, não me importava se eram deuses gregos ou romanos, ou a relação divina deles comigo. Apenas queria que soubessem que não queria o mal deles e nem irrita-los.


Quando cheguei ao lugar do encontro, lá estava ele me aguardando, parado. Queria correr, gritar e chorar, mas também queria fugir e bater nele. Meu peito doía em um misto de dor, medo, duvida e completa confusão. Ele realmente estava vivo, mas como ele havia enviado as mensagens para mim? Não sabia. Seus olhos cruzaram-se com os meus e ele sorriu de modo até cruel, se aproximando um pouco de mim. Aquele era o mesmo sorriso de quando ele ia me bater, mas eu sabia quem de nós dois era o mais capacitado ali. Ele poderia ter vivido no mundo inferior, mas lá não precisava lutar contra monstros. Mas eu não queria lutar contra ele. Eu queria ter meu irmão de volta, eu queria poder levar ele para casa e dizer ao papai que poderíamos ser uma família.

Queria perdoar meu irmão, de novo, por tudo o que ele havia feito e dizer, olhando em seus olhos, que o passado não importava mais e agora poderíamos recomeçar tudo. Pedro poderia ir comigo ao Acampamento Jupiter e se tornar um legionário. Eu mesma faria uma carta de recomendação para ele, treinaríamos juntos e ele se perceberia forte e capacitado. Poderiam lá cuidar dos problemas dele e tudo estaria bem, estaria resolvido. Quer dizer... Os Curandeiros e Mentalistas podiam cuidar daquilo certo? Ou eu poderá tentar fazer alguma coisa aos deuses e eles, quem sabe, pudessem conferir aquela benção ao meu irmão. Não teríamos mais problemas com nada daquilo.

Você veio, depois de todos esses anos. Depois de tudo o que eu lhe fez... Por que me olha desse modo? Tem alguma coisa errada comigo? Não reconhece mais seu irmão gêmeo ou tem problemas comigo ainda parecer uma criança?

Não, não tem nada a ver com isso! Eu estava pensando... Você está de volta. Poderíamos ir para o Acampamento Júpiter. Você se daria bem lá. Mas conte-me, irmão, como está? Como voltou? Você me perdoa pelo que eu fiz?

Meu irmão sorriu fracamente e então começou a me responder, parecendo um pouco... Afetado por aquela situação toda.

Não acho que eu possa ser aceito no Acampamento, irmã, sinto muito. Eu quero que saiba, irmã, tudo o que eu fiz não foi por mal. Nunca quis, de verdade, te ferir. Eu estava... Louco. E você não tem que pedir desculpas. Eu fiz coisas horríveis com você e apenas devolveu tudo o que lhe dei em anos. — Eu sabia que não era culpa dele antes que ele falasse e por isso já havia sido perdoado por mim. Abracei-o apertado, sentindo lagrimas quentes vindo em meu rosto. Meu irmão abraçou-me com força e murmuramos doces palavras. Eu iria perder ele mais uma vez, pensei. E sem poder fazer coisa alguma além de assistir.

Nunca lhe odiei, irmão, nunca! Só queria entender o porquê de isso tudo ter ocorrido com você... E dizer que eu te amo. Nunca havia dito isso antes. — Falei baixo, com os olhos cheios de lagrimas enquanto o olhava e ele sorriu para mim, parecendo triste e feliz ao mesmo tempo. O rapaz me contou como havia passado aqueles anos e como era o submundo e tudo o que vira lá e eu contei a ele sobre o Acampamento, os treinos... Pela primeira vez, eu senti ter um irmão e estávamos sorrindo um para o outro, felizes, sem temer.

Poderes Passivos {Filha de Nyx e Legado de Athena}:
Nome do poder: Bom Magico I
Descrição: O semideus tem certa habilidade com magia, e aprende com muita facilidade conforme se desenvolve. Nesse nível, essa habilidade permite que o semideus consiga executar seus feitiços com mais precisão, ganhando uma pontaria melhor, e podendo executa-los com mais facilidade.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Ganha 10% de força em seus feitiços (em poderes ativos).
Dano: +5% de dano se os feitiços acertarem.

Nome do poder: Visão Noturna
Descrição: Têm sua íris dilatada, aumentando o foco, e consequentemente a distância a que se pode enxergar. O personagem toma posse da concentração para que consiga perceber se há pessoas no local através de pontos cegos, sendo capazes de detectar inimigos através de suas sombras. A sombra durante a noite, torna o corpo ainda mais vulnerável, e para os filhos de Nyx/Nox ela se tinge de negro no corpo dos inimigos. Assim sendo, quando essa visão está ativa, eles conseguem detectar essa sombra, e rastrear seus inimigos, mesmo que eles estejam invisíveis.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Conseguirão detectar até mesmo inimigos invisíveis, desde que não estejam protegidos por uma magia, ou poder de nível superior ao seu.
Dano: Nenhum

Nome do poder: Pericia com Laminas I
Descrição: O semideus filho de Atena se sente completamente confortável para atacar e defender-se com lâminas. Espadas, adagas, armas de arremesso como facas, qualquer lamina de curto ou longo alcance pode virar uma arma mortal na mão do semideus filho de Athena. Por serem inteligentes, aprendem a manuseá-las mais rapidamente.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +10% de assertividade no manuseio de laminas de mão (facas, espadas, adagas, punhais, lanças, etc)
Dano: + 5% de dano ao ser acertado pela arma do semideus, pois a precisão será mais certeira.

Nome do poder: Estrategia.
Descrição: O campista é bom em elaborar planos e estratégias de batalha, o que torna a chance de erro para ataques diretos, ou criação de armadilhas maior, ou seja, a margem de erro será menor.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +10% de acerto em ataques planejados previamente.
Dano: ----

Tatuagem SPQR:
Tatuagem SPQR [Tatuagem de coloração negra feita na parte inferior do antebraço direito. Possui o desenho de um cajado, seguido abaixo pelas letras SPQR, um risco para cada ano servindo a Legião e escrito I Coorte. Uma vez por missão/evento, os poderes ativos utilizados pelo semideus membro da 1ª Coorte, dobram de força durante três turnos. Não pode ser removida do braço do semideus nem mesmo através da utilização de magia, sendo para sempre marcado como um romano.]

Arma:
*Ghost: A espada curta e irregular - com cabo de couro e lâmina de ferro estígio-, possui a habilidade de, basicamente, se adaptar ao usuário em relação ao seu peso e equilíbrio. Envolta por energia negra, a arma pode facilmente 'incrementar' as habilidades dos filhos de Nyx, fazendo com que este não precise 'criar' a energia para poder usá-la. (Só pode usar a energia negra da arma 3 vezes por missão/PvP/MvP){By Nyx}
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Re: Quando o passado revive - Myrella Inoue

Mensagem por Quione em Ter Maio 23, 2017 9:38 pm


O passado se torna o presente


Método de Avaliação

Spoiler:
Essa primeira parte é bastante ligada a trama do personagem e ao clímax do encontro entre o personagem e alguém que já foi importante, de alguma forma, na vida dele e não pertence mais a esse plano. Portanto, será avaliado os seguintes quesitos:

• Escrita: Será avaliado a gramática, a concordância e a fluidez de escrita.

• Criatividade e coerência: Será avaliado aqui o modo como você fez a postagem, se há coerência entre seu personagem e a proposta do evento, se o nível condiz com o que você diz.

• Desenvolvimento da trama: Nenhuma trama pessoal é melhor do que a outra, entretanto, aqui será avaliado o enredo como um todo. Se houve riqueza de detalhes, se houve realidade de escrita, se a personalidade de seu personagem é visível, se houve coerência nas interações desenvolvidas etc

Exp: A primeira parte recebe a metade da experiência total divulgada no post sobre o evento.
Do nível 1 ao 10: 2.500

Dracmas: A primeira parte recebe 5 mil dracmas.
Item: Recebe apenas no final, na avaliação da segunda parte..

Avaliação

Experiência: 2.500
Dracmas: 5.000
Comentário:
Myrella... eu espero que você consiga lidar com o monstro que lhe será designado. No geral, devo dizer que sua escrita é fluida e bastante satisfatória. Se possível, eu pediria no máximo que usasse fonte um pouco maior.


Segunda Parte

Aquele reencontro não acabaria bem. Ao menos foi o que Myrella teve certeza ao notar uma figura que, por sua simples presença intimidava-a e intrigava-a bastante. Pôde sentir o coração falhar algumas batidas ao notar a longa faca curva que estava na mão do ser. Sua felicidade ia se dissolvendo enquanto tudo ia ficando mais real. Ela realmente iria perder o irmão outra vez.


Instruções e explicações

• Nyx/Nox é tida como primeira rainha do submundo, antes que os outros deuses surgissem e tomassem esse posto, teve o poder suficiente para invocar esses mortos e fazê-los entrar em contato com o semideus. Este é um verdadeiro ataque psicológico, pois, mesmo tendo retornado eles têm um prazo para retornarem para o submundo novamente.

• O dia do encontro é o prazo final e eles dizem isso ao semideus com um medo intenso, pois um monstro estaria encarregado de levar o morto de volta para o submundo, por bem ou por mal.

• Escolha a ser feita: Caso eles sejam mortos por esse monstro, eles cairiam nos campos de sofrimento eternamente. Caso eles voltem por vontade própria, eles seguiriam para o Elísio. Cabe ao semideus e seguir sua trama: deixar que o revivido morra pelas mãos do monstro e sofra por toda a eternidade; ou salvá-lo ao derrotar o monstro, permitindo que o morto retorne ao submundo em paz. Ele só consegue retornar dessa forma depois que o monstro seja derrotado.

• Caso seja a primeira opção, ele assistirá passivo a morte da pessoa ou fazer com que o revivido morra em algum momento da batalha. Porém terá de derrotar o monstro depois disso, pois não contente a fera também tentará levar o semideus para o inferno. Caso o semideus escolha a segunda opção, ele terá a chance de salvar o revivido e dar um último adeus, sabendo que a alma dele estará em um paraíso.

• O monstro é uma lâmia. Abaixo seguirá uma descrição mais detalhada do monstro. O nível de tal criatura está em seu controle.

Sobre a lâmia (Retirado do Bestiário):

Lâmia era, há muito tempo, uma poderosa rainha da Líbia filha de Poseidon e Hécate. Após tornar-se amante de Zeus e ter com ele diversos filhos, foi amaldiçoada por Hera a tornar-se uma criatura demoníaca, com presas de serpente e formas ofídicas. Condenada à imortalidade em sua forma maléfica, Lâmia foi induzida por Hera à matar seus próprios filhos, e a reviver para sempre em sua mente, o momento dos assassinatos, sem poder cerrar seus olhos. Desde então, refugiou-se em uma caverna longe da civilização. Apiedado de sua condição, Zeus deu-lhe a habilidade de remover os próprios olhos, para que pudesse descansar da tortura. Com o tempo, outras lâmias surgiram, todas filhas da criatura original, e Zeus. Devoradoras de crianças, são seres de aspecto vampírico até a cintura, e corpo de serpente como sua mãe, abaixo disso. Chupam o sangue das suas vítimas adultas, e podem utilizar magia negra, envolvendo sombras e uma forma sombria de eletricidade, herdade de Zeus e sua avó, Hécate.


Poderes Passivos:

► Remoção Ocular: Lâmias podem remover os próprios olhos, guiando-se apenas pelo cheiro e pelo calor de suas vítimas. Efeitos de cegueira ou ofuscamento não funcionam contra tal criatura.

► Ódio aos Devotos: Lâmias ressentem-se de Hera, com fervoroso ódio. Sempre perseguirão e preferirão os Devotos como alvos, em detrimento de outros.

► Imunidade à Sono: Lâmias são amaldiçoadas a nunca dormirem. Esta mesma maldição impede magias e objetos encantados com sono, de surtirem efeito nas mesmas.

► Imunidade à Veneno: Criatura ofídicas e extremamente venenosas, lâmias são imunes à venenos.

► Respiração Subaquática: Lâmias podem respirar embaixo d'água.

► Resistência: Criaturas do deserto, são resistentes ao calor e podem se mover com facilidade por terrenos ardentes. São fisicamente mais resistentes à fome e à sede.


Poderes Ativos

► Vampirismo: Lâmias se alimentam de sangue para curar os próprios ferimentos e recuperar sua força mágica.

► Eletrocinese Básica: Lâmias podem emitir pequenas rajadas elétricas, com coloração avermelhada. Nem todas possuem este dom de Zeus. A Lâmia Original pode lançar raios maiores, e mais duradouros.

► Umbracinese básica: Lâmias podem invocar chicotes de sombras e esfaras sombrias para atacar os inimigos. Nem todas possuem esse dom. A Lâmia Original pode provocar efeitos maiores com sua magia obscura.

► Garras: As garras de uma lâmia podem atravessar qualquer armadura ou escudo de couro, madeira ou ferro comum. Apenas metais como o aço em diante são fortes o bastante para contê-las.

► Cuspe Venenoso: Como algumas espécies de serpentes, lâmias podem cuspir filetes de veneno à uma velcodiade de 5km/h.


Armamento:

► Escudo e Lança de Ouro (raramente)

► Colares de Pedras Preciosas.

► Pulseiras e Braceletes de Ouro.

► Garras Afiadas.


Regras

- Prazo de postagem: 20 dias
- O revivido não irá, de forma alguma, permanecer no plano humano. Obrigatoriamente ele irá retornar para o submundo, por bem ou por mal (isso é de sua escolha)
- Irá notar que eu não descrevi nível ou barra de hp/mp da lâmia, por ser One-Post, você deverá narrar o nível de dificuldade do monstro de maneira realista a sua personagem e ambiente.
- Boa sorte.



xιόνη
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is coming
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Re: Quando o passado revive - Myrella Inoue

Mensagem por Myrella Inoue em Sab Maio 27, 2017 2:40 pm

★ segunda parte;
Meu irmão jamais seria levado por aquela criatura sem que eu resistisse a ela o máximo que pudesse. Olhei aquela criatura e me coloquei entre ela e meu irmão, desembainhando minha espada. Mesmo sem saber o que resultaria a decisão de defender ele ou não, estava certa que era minha função protege-lo - e assim salvaria ele do sofrimento eterno. Segurando a arma com firmeza, falei com a voz clara e alta. O olhar, frio e indiferente, estava focado nela e eu sabia bem o que deveria fazer para o bem de minha família.

É melhor ir embora se quiser ficar viva, não vai conseguir levar-nos para os domínios de Hades. — Mesmo que para garantir isso eu precise lutar com você e usar tudo o que eu tenho para te transformar em pó. A "mulher" olhou com um sorriso nos lábios levemente arroxeados, como de um vampiro, e arqueou uma sobrancelha para mim.

Uma simples semideusa como você não irá causar problemas a mim.

Uma semideusa como eu? Isso fez meu sangue ferver, despertando o lado de mim que eu me esforçava bastante para conter. Que lado? O lado ruim, aquele que representava os terrores e o mal da noite. Eu havia aprendido no Acampamento que, da mesma forma que minha mãe podia ser boa e dar aos humanos presentes e salvar os deuses de um tirano, poderia dar tantos males e crueldade a nós que em pouco tempo não haveria mais rastros do que outrora foi a humanidade e seus heróis, a menos que alguém de igual poder a detivesse. Indignada com a falta de respeito daquela criatura, estava determinada a derrota-la. Para garantir um melhor sucesso, usei Incumbo em mim mesma com o intuito de compreender os ataques e movimentos dela e conseguir, assim, derrota-la com o mínimo possível de ferimentos sofridos.

Ela parecia não querer usar habilidades que havia lido em algum lugar que ela possuía, ou apenas quisesse ficar mais forte para drenar-me o sangue, não sabia dizer. Movia-se com velocidade mediana em minha direção, com as garras alongadas prontas para me atingir. Eu sabia que aquilo seria realmente danoso para mim e, no entanto, eu também tinha consciência que precisava estar perto para ser capaz de feri-la mesmo que pouco. Meu irmão, atrás de mim, parecia um pouco assustado e até preocupado com aquilo, duvidando, talvez, de minha capacidade de defender ele daquela criatura esquisita que se movia em nossa direção. Claro que eu entendia o motivo do medo dele, afinal nunca havia me visto lutando e aquela criatura realmente poderia causar medo até em mim se eu não fosse, também, uma legionária e soubesse que deveria enfrentar o que viesse pela honra da I Coorte.

Entretanto, eu sabia que havia meios de obter alguma vantagem naquele combate, de modo a me dar chances de vencer minha oponente. Quando ela estava próxima o suficiente para com um “passe de ajuste” pudesse entrar no alcance da arma mas longe o suficiente para que ela ainda não pudesse me atacar, comecei a cantar a música Safe and Sound (Taylor Swift feat Civil Wars) com a melhor voz que eu consegui fazer, tentando não desafinar o máximo que eu podia e manter o ritmo calmo que havia na música. O som pareceu atordoar um pouco a Lamia, fazendo-a olhar um tanto confusa para mim enquanto terminava de cobrir o espaço entre nós e tentava ataca-la com a espada.

Ao realizar a tentativa de ataque, eu descrevi um arco de cima para baixo da esquerda para a direita no corpo da criatura. Devido à confusão criada pela minha música, a Lamia não conseguiu se defender muito bem do golpe de espada e isso causou um corte nela. Não fora o corte mais profundo ou poderoso do universo, mas havia causado alguma dor e um ferimento, o que já era lucro para mim. A dor do corte pareceu retira-la do transe e então ela tentou me atacar com as garras longas, o que eu já esperava e estava preparada, jogando-me para o lado a tempo de não ser destroçada pelas garras, porém não rápido o suficiente para não receber nenhum dano.

Um corte doloroso existia em meu braço esquerdo e eu praguejei e xinguei em latim devido a isso. Eu recuei para sair do alcance das garras dela, na esperança disso me ajudar a pensar um pouco no que iria fazer também. Avaliando bem as ações dela, a criatura não parecia muito disposta a usar algumas habilidades dela, tal como, por exemplo, não usara o vampirismo para se recuperar. Talvez ela não estivesse tão mal assim e isso me preocupou um pouco. Porém, eu sabia que a duvida e o medo iriam me prejudicar e afastei-os da mente. Precisava manter-me fria e concentrada no que eu devia fazer caso planejasse salvar a mim e ao meu irmão, o que me deu forças para superar parcialmente a dor e continuar a lutar.

A criatura pareceu estar preparando-se para cuspir algo, como se reunisse saliva para fazer isso. Eu não queria esperar para saber o que era e joguei-me contra ela quase imediatamente ao vê-la preparando o cuspe, usando meu peso somado a força cinética do movimento colidindo e se somando com o peso dela para joga-la no chão. Isso pareceu desconcentra-la e os filetes de veneno que ela soltou não me atingiram. Pensei ter ouvido meu irmão gritar de dor, mas fora um som muito distante em minha mente, apesar dele estar fisicamente próximo a mim. Como assim? Eu sabia da presença dele devido ao déficit de atenção que me informava que havia alguém ali e eu reconhecia ser meu próprio irmão. E por que eu achava que soara distante? Minha mente estava ocupada com outra coisa, em outro lugar, de modo que as coisas que não estavam relacionadas diretamente a ficar viva em combate pareciam menos importantes, ocorrendo em um plano diferente. Eu estava consciente do mundo ao meu redor apenas o suficiente para não ser atacada de surpresa e me dar chances.

Levantei-me com dificuldade após rolar no chão para longe dela. Furiosa, a meio cobra se levantou com ainda mais problemas do que eu. Havia fúria em seu olhar e pouca calma em sua postura para ser capaz de planejar bem seus ataques, o que poderia ser muito bom para mim ou muito ruim. Furiosa, ela poderia atacar de forma descuidada e irracional, mas ao mesmo tempo poderia usar tudo o que tinha para me destruir. Esperava que eu aguentasse o suficiente para ser capaz de mata-la e, assim, devolver-lhe ao Tártaro, de onde jamais deveria ter saído. A criatura ergueu a mão e, usando as trevas do lugar, criou estacas de sombras para me atacar. As mesmas voaram em minha direção e tentei desviar o máximo possível, me abaixando, girando para o lado, saltando para o outro e tentando coisas parecidas enquanto me aproximava... Mas ainda sim eu havia me ferido e estava com as roupas rasgadas devido às estacas. Quando cheguei próxima da mulher meio cobra e meio vampira, fingi que iria golpeá-la na altura da cintura com uma estocada. Ela moveu-se para tentar segurar a arma com uma mão e me atacar com as garras com as outras, entretanto já esperava algo do tipo e, na última hora, abaixei-me e cortei a cauda dela.

O grito de dor encheu a noite e eu compartilhava também a sensação da dor que ela. Aproveitei esse momento para, novamente, usar Canção Suave, dessa vez cantando uma velha música que a baba cantava para mim e meu irmão dormirmos quando éramos menores. Ela pareceu tentar resistir mais dessa vez, uma vez que já conhecia o truque, porém minha habilidade ainda conseguiu subjugá-la, apesar de achar que teria um efeito menor que na vez anterior. Aproveitando os poucos segundos que teria antes dela se libertar, segurei a espada com ambas às mãos e apliquei um corte abaixo dos seios dela, nas costelas. Queria na realidade atacar ela no ombro, porém a lâmia era mais alta que eu e isso dificultava o ataque no lugar.

Quando a lamina cortou a pele dela, ela saiu do transe e feriu-me no ombro direito com as garras, além de usar seu toque recuperar-se de parte dos ferimentos. Gemendo alto de dor pelo corte e furiosa com o fato dela ter se curado, estava pensando em como revidar aquilo... Foi quando ouvi meu irmão, atrás de mim, gritando.

MYRELLA, ABAIXA!

Me abaixei enquanto me jogava para a direita, enquanto o garoto começou a lançar pedras na lamia. A atenção do monstro voltou-se para ele e sabia que meu irmão estaria encrencado. Levantando-me, olhei rápido para ele e notei que os filetes de veneno haviam o atingido, ferindo-o nos braços. Talvez isso tivesse despertado nele o espirito guerreiro. Aproveitando a distração dela, ataquei-a pelas costas. Eu não tinha força o suficiente para enfiar a espada toda nela, mas a superfície irregular da lamina ferindo-a na pele desprotegida das costas havia causado ferimentos interessantes. Ela moveu a cauda e derrubou-me no chão, fazendo-me cair de costas e virando para me atacar e matar, uma vez que estava atordoada pela queda em que batera com as costas no chão e em pequenas pedras existentes nele. O ar havia faltado de meus pulmões, roubando um arfar de mim.

Meu irmão pegou uma pedra tão grande quanto podia, rodou para pegar força cinética e arremessou contra a cabeça dela com toda a força que possuía e havia adquirido com o movimento. Agora havíamos confundido e deixado ela ainda mais irritada. A cabeça dela sangrava e visivelmente estava confusa, devido ao forte impacto que havia recebido na mesma. Quando o ar voltou aos meus pulmões, tentei me levantar o melhor que podia. A dor da queda espalhava-se por todo meu corpo e minha noção de profundidade estava afetada, mas não o suficiente para me impedir de recuperar a espada que havia soltado e ido até ela, meio mancando e dolorida demais para fazer isso rápido demais. Com a arma em punho, golpeei o mostro de perto aproveitando seu estado. Meus braços gritavam de dor com o esforço, minha cabeça doía e eu temia que em algum lugar estivesse sangrando... Sabia que eu estaria cheia de hematoma muito em breve, além dos cortes.

Devido aos cortes no ombro, o golpe fora desajeitado e provocara uma dor tremenda em mim. Mesmo com a dor e toda a dificuldade, além do sangue escorrendo pelo ferimento, eu sabia que deveria continuar e reuni forças para continuar. Lagrimas de dor escorriam por minha face e eu tremia um pouco por causa disso. Reunindo toda a minha força de vontade e capacidade de enfrentar aquela criatura, eu golpeei-a mais duas vezes, apesar dela ter me ferido também nesse processo com uma adaga feita de sombras. Por fim, a criatura virou pó, que espalhou-se com a brisa noturna enquanto eu caia de joelhos no chão, exausta e ferida demais para realizar esforços muito grandes.

Nós conseguimos... Você me salvou! — Olhei-o e sorri fracamente, enquanto ele ia até mim e se ajoelhou em minha frente.

Apenas queria que soubesse que... eu estava... falando a verdade ao dizer... que te perdoei. — Falei com bastante dificuldade devido ao meu estado e ele olhou para mim compreendendo e sorrindo. Mas antes que algo mais fosse dito, uma criatura saiu de meio as sombras e, antes que eu me levantasse para fazer algo, percebi que era um “humano” e não um monstro.

Vim buscar Pedro. Ordens de Thanatos. — Meus olhos estavam cheios de lagrimas, mas eu sabia que não estava em condições de enfrentar um ceifador. Estava ferida e cansada demais para ser capaz de impedir.

Sei que talvez você não possa dizer ou não saiba, mas ele vai para um lugar bom?

A expressão séria do ceifador não me dizia nada quando ele respondeu para mim com indiferença. Eu havia dado sorte que ao menos ele estava disposto a responder, o que talvez tivesse relação com o fato de Pedro estar disposto a ir com ele por vontade própria.

A coragem de vocês pode, talvez, contar a favor deles, mas não afirmarei ou negarei nada. Se me dão licença...

Eu sabia que o rapaz faria o trabalho dele de qualquer jeito, então, enfrentando a dor e o cansaço, abracei meu irmão e beijei-o no rosto. Seria minha última chance de fazer uma despedida adequada.

Adeus, meu irmão! Fique feliz e bem lá, aproveite como puder. Não se preocupe comigo, certo? Estarei bem e feliz aqui também, se souber que tudo está bem contigo. Vá, mas saiba que lhe amo e perdoo por tudo. Papai também ama você, e não está ressentido com o que aconteceu. — Ele deu um sorriso e beijou-me no rosto, abraçando-me de volta antes de falar.

Também lhe amo, minha irmã, e adeus. Espero poder lhe ver quando sua hora chegar. — Ele proferiu e então nos abraçamos. O ceifador levou-o para o Submundo e, após um tempo indeterminado que pareceu estático em minha mente, eu voltei para casa, exausta e dolorida. Desmaiei assim que entrara em casa e meu pai levara-me para o quarto em algum momento. Pouco tempo após me recuperar, voltei para o Acampamento Júpiter.



Controle de Combate - Myrella:

Inicio do Combate:
HP: 100/100
MP: 100/100

Fim do Combate:
HP: 30/100
MP: 65/100

Controle de Combate - Lamia:

Inicio do Combate:
HP: 250/250
MP: 250/250

Fim do Combate:
HP: 0/255
MP: 185/255

Poderes Ativos {Filha de Nyx e Legado de Athena}:
Feitiço: Incumbo
Descrição: Um feitiço para auxiliar em sua concentração. Pode ser bem útil se utilizado durante uma batalha que necessite de muito foco ou antes de um ritual que exija precisão.
Gasto de Mp: - 15 de MP.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Caso seja realizado durante a lua nova, há uma chance de +30% de que ele funcione corretamente.
Dano: Nenhum.
Extra: Com certo treino, pode ser utilizado não verbalmente.

Nome do poder: Canção suave
Descrição: Atena também é a deusa das artes, seus filhos não ficam para trás nesse quesito. Com essa canção, pode-se fazer qualquer ser vivo, seja monstro ou semideus ficar quase inofensivo sem vontade de atacar. Quanto maior seu nível, melhor o efeito. (Pode atordoar inimigos mais fortes, mas não afeta-los por completo.).
Gasto de Mp: -10 por rodada usada
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: 5 HP
Extra: O poder aumenta em +2 HP de efeito ao subir de nível, assim no nível 2 o dano vira 7 HP, e vai subindo conforme o semideus for evoluindo.

Poderes Passivos {Filha de Nyx e Legado de Athena}:
Nome do poder: Bom Magico I
Descrição: O semideus tem certa habilidade com magia, e aprende com muita facilidade conforme se desenvolve. Nesse nível, essa habilidade permite que o semideus consiga executar seus feitiços com mais precisão, ganhando uma pontaria melhor, e podendo executa-los com mais facilidade.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Ganha 10% de força em seus feitiços (em poderes ativos).
Dano: +5% de dano se os feitiços acertarem.

Nome do poder: Visão Noturna
Descrição: Têm sua íris dilatada, aumentando o foco, e consequentemente a distância a que se pode enxergar. O personagem toma posse da concentração para que consiga perceber se há pessoas no local através de pontos cegos, sendo capazes de detectar inimigos através de suas sombras. A sombra durante a noite, torna o corpo ainda mais vulnerável, e para os filhos de Nyx/Nox ela se tinge de negro no corpo dos inimigos. Assim sendo, quando essa visão está ativa, eles conseguem detectar essa sombra, e rastrear seus inimigos, mesmo que eles estejam invisíveis.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Conseguirão detectar até mesmo inimigos invisíveis, desde que não estejam protegidos por uma magia, ou poder de nível superior ao seu.
Dano: Nenhum

Nome do poder: Pericia com Laminas I
Descrição: O semideus filho de Atena se sente completamente confortável para atacar e defender-se com lâminas. Espadas, adagas, armas de arremesso como facas, qualquer lamina de curto ou longo alcance pode virar uma arma mortal na mão do semideus filho de Athena. Por serem inteligentes, aprendem a manuseá-las mais rapidamente.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +10% de assertividade no manuseio de laminas de mão (facas, espadas, adagas, punhais, lanças, etc)
Dano: + 5% de dano ao ser acertado pela arma do semideus, pois a precisão será mais certeira.

Nome do poder: Estrategia.
Descrição: O campista é bom em elaborar planos e estratégias de batalha, o que torna a chance de erro para ataques diretos, ou criação de armadilhas maior, ou seja, a margem de erro será menor.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +10% de acerto em ataques planejados previamente.
Dano: ----

Tatuagem SPQR:
Tatuagem SPQR [Tatuagem de coloração negra feita na parte inferior do antebraço direito. Possui o desenho de um cajado, seguido abaixo pelas letras SPQR, um risco para cada ano servindo a Legião e escrito I Coorte. Uma vez por missão/evento, os poderes ativos utilizados pelo semideus membro da 1ª Coorte, dobram de força durante três turnos. Não pode ser removida do braço do semideus nem mesmo através da utilização de magia, sendo para sempre marcado como um romano.]

Arma:
*Ghost: A espada curta e irregular - com cabo de couro e lâmina de ferro estígio-, possui a habilidade de, basicamente, se adaptar ao usuário em relação ao seu peso e equilíbrio. Envolta por energia negra, a arma pode facilmente 'incrementar' as habilidades dos filhos de Nyx, fazendo com que este não precise 'criar' a energia para poder usá-la. (Só pode usar a energia negra da arma 3 vezes por missão/PvP/MvP){By Nyx}


 
Myrella "My" Inoue

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Re: Quando o passado revive - Myrella Inoue

Mensagem por Quione em Sab Maio 27, 2017 3:39 pm


O passado se torna o presente


Método de Avaliação

Spoiler:
Essa primeira parte é bastante ligada a trama do personagem e ao clímax do encontro entre o personagem e alguém que já foi importante, de alguma forma, na vida dele e não pertence mais a esse plano. Portanto, será avaliado os seguintes quesitos:

• Escrita: Será avaliado a gramática, a concordância e a fluidez de escrita.

• Criatividade e coerência: Será avaliado aqui o modo como você fez a postagem, se há coerência entre seu personagem e a proposta do evento, se o nível condiz com o que você diz.

• Desenvolvimento da trama: Nenhuma trama pessoal é melhor do que a outra, entretanto, aqui será avaliado o enredo como um todo. Se houve riqueza de detalhes, se houve realidade de escrita, se a personalidade de seu personagem é visível, se houve coerência nas interações desenvolvidas etc

• Realidade de Combate: Uma análise geral de como foi seu combate, se os movimentos estavam claros e não confusos, análise de sua estratégia etc.


Exp: A primeira parte recebe a metade da experiência total divulgada no post sobre o evento.
Do nível 1 ao 10: 2.500

Dracmas: A primeira parte recebe 5 mil dracmas.

Avaliação
Exp: 2.500
Dracmas: 5.000
comentário:
Ah, Myrella, fico muito contente de poder notar que sua escrita é sempre bastante agradável. Meus parabéns pela coragem, isso conta muitos pontos,
semideusa.

Item

Nesse evento, por ser particular de cada um e cada um ter desenvolvido de forma diferente, nada mais justo do que o item também ser único para cada um. Porém, para não ser injusta nas minhas escolhas, o item desse evento será montado por você! Veja a lista abaixo, faça suas escolhas e mande por MP para mim o item final!


Tipo: Escolha o seu tipo de item abaixo, acrescente uma descrição específica caso queira, é apenas o visual da arma e o seu tipo. Caso não descreva, será usado o padrão da loja, com tamanho e demais informações. Caso queira Arco ou Besta, ele virá automaticamente com um pacote de 30 dardos/flechas.

• Espada [escolha o seu tipo]
• Faca de Caça
• Adaga
• Arco [escolha o seu tipo]
• Besta [escolha o seu tipo]
• Lança [curta ou longa]
• Foice
• Chicote
• Escudo


Material: Escolha o material que você deseja que sua arma tenha, é possível apenas a escolha de um material. A escolha do material interfere diretamente no dano que a arma vai provocar, assim como o bônus natural do material.

• Ferro estígio
• Bronze Celestial
• Ouro Imperial
• Oricalcio


Efeito 1: Poderá escolher um dos efeitos elementais abaixo. Apesar de estar descrito “arma”, o efeito irá adaptar-se ao tipo dela. Exemplo: serão as flechas a serem encantadas.

• Fogo [a arma será coberta por chamas, provocando 20% a mais de dano e tendo chance de provocar queimaduras]

• Ar [a arma é revestida por uma fina corrente de ar, tão fina que acaba permitindo um corte mais afiado, provocando 20% a mais de dano e dobra as chances de causar danos a materiais de resistência superior]

• Elétrico [a arma é revestida pelo elemento raio, provocando 20% a mais de dano e tendo a chance de provocar paralisia pelo choque]

• Veneno [a arma é coberta por veneno, provocando 20% a mais de dano e tendo a chance de envenenar caso atinja a corrente sanguínea, causando -15HP por 4 turnos]

• Gelo [a arma é revestida por uma fina e dura camada de gelo, provocando 20% a mais de dano e tendo a chance de provocar lentidão no movimento]

Efeito 2: Poderá escolher apenas um dos efeitos abaixo

• Acessório: escolha um acessório que a arma poderá se transformar, especificando qual.
• Ligação com o dono: a arma sempre irá retornar para o dono, aparecendo ao seu lado.



xιόνη
winter
is coming
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Quione
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Re: Quando o passado revive - Myrella Inoue

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