The Blood of Olympus
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Missão Fixa - Escolta dos Senadores (São Francisco)

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Missão Fixa - Escolta dos Senadores (São Francisco)

Mensagem por Luna Blackwood em Dom Maio 21, 2017 9:56 am



Don't touch this!
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OR NOT! THE NIGHT IS A BEAUTIFUL CHILD.




Com tanta coisa acontecendo de diferente nesse acampamento, eu realmente já não fico mais surpresa com muita coisa, mas olha... hoje esses senadores se superaram!

Digo, tudo bem que a maioria das coisas que acontece no Acampamento de Júpiter não pode ser considerada normal (ao menos aos olhos dos mortais), eu sei muito bem disso, mas às vezes as coisas ficam ridículas sabe? E eu nem falei ainda do que os espíritos fizeram conosco na semana passada! Na realidade, aquilo foi muito legal, apesar do sério risco de vida que todas as pessoas do acampamento correram. Gostei de ter sido forçada a agir e pensar de maneira bem rápida e criativa, utilizando-me de tudo que eu havia aprendido até então sobre os meus poderes que eu herdei de minha mãe. Nunca me senti tão necessária e bem vinda em um lugar quanto nesse dia, com toda comemoração por eu ter conseguido salvar tanta gente… Sem falar que foi uma ótima sensação também ver que tantas pessoas estavam vivas por minha causa. Pode até ser um sinal de arrogância minha ou algo do tipo, mas eu não consegui deixar de gostar disso. Nem parecia eu!

Voltando ao assunto. Acontece que, sim, tive que enfrentar uma confusão danada com praticamente toda a primeira e segunda coorte do meu lado, mas acabou tudo bem! Porém, para a minha infelicidade, o acampamento não pareceu ter muito o que fazer após aquilo. Acredita nisso? Quase que a maioria da legião morreu afogada de uma só vez na mesma noite, e nada podíamos fazer com aos responsáveis, afinal de contas eram apenas espíritos inquietos. Não culpo ninguém por nada poder ser feito, mas isso me deixou um pouco revoltada sim. Porém, as coisas ainda pioraram, quando os senadores de repente decidiram do nada ir para a cidade...

Sério, com tanta coisa acontecendo conosco ultimamente, o sufoco com os espíritos e as intermináveis rondas exaustivas que toda legião é obrigada a fazer de forma constante, como é que eles pensaram que 'dar um passeio' por São Francisco era uma boa ideia de alguma forma? Claro que eu me senti honrada por ter sido uma das escolhidas para servir de segurança para os senadores, afinal é uma tarefa da qual é requerida uma certa confiança dos superiores, e eu havia sido muito bem recomendada por conta de meus últimos feitos recentemente, o que só me fez sentir ainda mais positiva quanto a minha relatividade no acampamento! Algo que anda mudando aos poucos, eu percebi isso recentemente, ao receber certas tarefas com um pouco mais de importância que antes, o que tem me ajudado com minha autoconfiança também. Mas, ainda que fosse bem legal receber tanta confiança, não pude deixar de ficar um pouco enraivecida por nem ter sido informada do motivo de eles desejarem tanto arriscarem nossas vidas para irem até a cidade.

Será que eles queriam pegar alguma informação importante para o acampamento? Precisavam verificar pessoalmente algo antes de levarem para discussão no senado? Ou queriam apenas ver como estão os shoppings atuais? Sendo sincera, eu não duvidava de nada, do jeito que esses políticos são arrogantes e autoritários. Mas não me contaram nada, então eu nem tentei levantar qualquer hipótese sobre isso, seria inútil. De um jeito ou de outro, eu não podia fazer nada além de seguir a ordem mesmo.

Na realidade, acabei comentando sobre isso apenas em um momento antes da missão, hoje de manhã, enquanto eu me armava para essa missão com minha colega da primeira coorte.

- Ainda não sei o que eles tem na cabeça... –soltei, tentando fazer passar por um comentário aleatório para a minha colega, que riu de mim- Nunca saberemos. É provável que tenham ar no lugar do cérebro, mas... –Victoria falara, com clara decepção em sua voz- ...eles são os chefes. Fazer o que, né? Manda quem pode e...você sabe o resto! –nem mesmo suas risadas ao fim dessa frase conseguiram me animar. Essa sua última frase resumia muita coisa que nos são impostas dentro do acampamento, as ordens dos superiores são absolutas, e eu quase nunca me irrito muito com isso, pois na maior parte do tempo os superiores sabem o que fazem, mas quando o assunto envolve esses políticos... Céus, eu nem queria me aprofundar muito nesse assunto para não me irritar, então tentei nem falar muito mais. Ao fim da frase de Victoria eu apenas suspirei, enquanto recolhia de cima da minha cama meu escudo e minha espada, colocando ambos em minhas costas, para que assim eu pudesse arrumar a minha cama. E eu bem que gostaria de me acalmar, mas bastou eu tocar nos meus leves e macios lençóis que eu senti ainda mais raiva por ter que sair por conta de um capricho de um casal de senadores... Mas ainda assim, como boa legionária que eu sou, arrumei a minha cama e ainda ajudei minha colega na saída- Só espero que eles sejam mais inteligentes do que eu imagino, que tenham um bom plano, por que tantos de nós andando pelo centro de São Francisco... –nem precisei terminar de falar para ver a expressão de preocupação no rosto da colega semideusa- É, não vai ser uma viajem tranquila. Vamos ter sorte se voltarmos inteiras... Mas acho que eles sabem o que fazem. Ou ao menos espero isso! –comentou, concordando comigo.

Logo depois, terminarmos de nos preparar, não demoramos para sair de nosso alojamento e encontrar com o restante do nosso grupo na saída do acampamento para o Túnel Caldecott. Mas ninguém parecia muito confiante com a decisão de ir em frente com essa missão...

Nosso grupo era formado por: um filho de Minerva, um filho de Marte e uma filha de Vulcano, isso sem contar comigo. Era uma boa variedade de habilidades que nós tínhamos ali, com alguma sorte nós realmente não teríamos muita dificuldade de escoltar aos senadores até o centro de São Francisco até de volta ao acampamento, mas isso é, se eles facilitassem para nós e fossem ágeis com o que quer que fossem fazer na cidade. Coisa que nós sabíamos que não iria acontecer, e talvez fosse por isso que todas nós estivéssemos preocupadas quando nos encontramos atravessando o túnel, caminhando lentamente para fora do território romano. Eu podia ver nos olhos de meus colegas ali, nenhum deles gostava da ideia de nos expormos tanto sem nem mesmo sabermos o motivo, mas ninguém queria ir contra as ordens de nossos superiores, então apenas seguimos nosso caminho enquanto nos entreolhamos.

Na saída do túnel nós já ficarmos em alerta, enquanto guiávamos os senadores para o carro que Victoria, a filha de Vulcano, havia preparado com antecedência para essa missão. Não era nada de especial, apenas um carro que havia sido abandonado na estrada e Victoria havia restaurado, seria perfeito para nós hoje, já que caminhar até São Francisco iria tomar muito de nosso tempo e... bem, quer arriscar espalhar o nosso cheiro por aí? Digo, eu sou bem cheirosa, quase tanto quanto uma filha de Deméter, mas... ah, você entendeu! Enfim, como partimos do túnel de carro até a cidade, não demoramos mais do que vinte minutos para chegar, mas mesmo o caminho até a cidade foi delicioso. Por que? Olha, eu já lhes contei que NUNCA andei de carro antes? Pois é, e minha primeira vez dentro de um desses foi com o ajuizado filho de Minerva no volante, o que tornou a viagem muito melhor, pois ele sabia o que estava fazendo. Mais do que isso, durante o caminho todo ele acelerava sim, mas fazia isso sem colocar a nossa vida em risco, diminuindo nos momentos certos e permitindo que nós até conversássemos bastante durante a viagem. Os senadores é claro que ficaram calados, pois pareciam estar concentrados em seus próprios planos para a cidade. Enquanto isso, nós quatro ficamos cantando algumas músicas infantis e até fizemos brincadeiras envolvendo a estrada, uma vez que não havia rádio no carro para nos distrair.

Mas a melhor parte para mim foi ver toda aquela paisagem de dentro do carro. Nossa, todas aquelas árvores passando por nós em alta velocidade, o vento entrando pelas janelas abertas e o sol contra o meu rosto... É, até mesmo eu, que prefiro a noite e a lua ao dia e o sol, estava amando ao belo dia ensolarado que nos saudava. Foi quase mágico! Principalmente quando eu me soltei e acabei colocando metade do meu corpo para fora da janela do carro, praticamente me sentando ali enquanto o carro acelerava mais e mais. Óbvio que eu só fiz isso por que vi que a estrada estava livre, não havia o risco de eu bater em nada, mas adorei me arriscar! Foi tão libertador sentir o vento bagunçar os meus cabelos, que eu nem me lembrei estar em uma caixa de metal que corria em alta velocidade pela estrada. Foi quase uma pena quando chegamos finalmente na cidade e eu fui puxada para dentro do carro, pois os senadores não queriam passar vergonha por causa de sua guarda inconsequente... Fiquei envergonhada, e um pouco zangada, mas me calei e tentei me concentrar só em terminar a nossa tarefa ali.

Quando entramos nos limites da cidade, o filho de Minerva diminuiu a velocidade e começou a dirigir com bastante calma, olhando para todos os cantos enquanto seguia com o caminho que um dos senadores indicava. Todos dentro do carro ficaram tensos, em alerta, preparados para o combate com qualquer criatura que poderia aparecer para nós ali, na cidade que por muitos de nós era conhecida como a pior cidade para os semideuses. Por sorte nós não esbarramos com nada enquanto seguíamos até o destino dos senadores, mas não ficamos muito contentes quando chegamos lá.

Estacionando na calçada do outro lado da rua, não encontramos nenhum monstro ou armadilha quando chegamos, mas nos irritamos quando vimos que eles nos levaram até uma simples livraria- O que é isso? –perguntei, tentando disfarçar ao máximo a minha raiva por estar arriscando a minha vida para comprar um livro novo para dois políticos mimados. E não, eu não era a única que parecia pensar da mesma forma. Porém, todos tivemos uma surpresa, quando ouvimos um dos senadores falar conosco antes de entrar na livraria- Vamos pegar uma coisa importante com nosso contato, um deus menor que requisitou nossa presença em específico, não saiam daqui e nem entrem sem pedir permissão antes. –e com aquelas palavras nós apenas nos entreolhamos antes de começar a nossa guarda. Agora fazia sentido o porquê de toda aquela missão com risco de vida, mas aquilo acabou atiçando mais a minha curiosidade...

O que eles poderiam estar vindo pegar o deus menor só podia entregar para eles? O que valeria à pena esse risco de vida? Aliás, por que tanto segredo com relação a tal objeto? E, principalmente, será que confiar em um deus menor era uma boa ideia? Afinal de contas, muita coisa nos tempos antigos não deu muito certo com pessoas que se envolviam muito com esses deuses menores... E apesar de tudo não consegui me calar- Pelo menos não viemos aqui à toa, mas ainda acho que isso vai acabar mal. –deixei escapar, enquanto olhava à nossa volta e via apenas um carro preto parado logo atrás do que havíamos usado para chegar até aqui. Bem, talvez fosse um tanto suspeito aqueles vidros tão escuros que impediam de ver seu interior, mas podia também não ser nada, era apenas um carro, então eu deixei isso de lado. Mas, logo que eu terminei de falar minhas palavras positivas para o nosso grupo, Victoria comentou- Uau, mas que otimista Luna! –brincou, entre risadas para mim- Relaxe, vai ficar tudo bem. É só ficarmos juntas. –falou, de forma positiva enquanto brincava com seu martelo de guerra. De todas ali, ela era a que mais parecia empolgada, ou ao menos conseguia fingir o bastante para contagiar ao resto, e eu realmente acho que era por isso que nenhum de nós surtou. O que foi essencial para a nossa guarda, pois na maior parte do tempo que ficamos ali nada aconteceu.

Ficamos por cerca de quarenta minutos ali, sem nada acontecer, até que de repente... o carro todo escuro se move, e dispara pela rua até sumir de nossa vista. Pelo jeito só eu havia prestado atenção naquilo, mas de início nem pareceu importante, então eu até acabei esquecendo também.. Claro, isso só até meia hora depois, quando esse mesmo carro voltou à toda velocidade pela avenida. E ele trazia uma companhia consigo, duas na realidade, e elas estavam realmente com suas mãos enterradas no metal da carroceria do carro negro- Górgonas! –avisei ao meu time, assim que avistei as duas criaturas tentando rasgar o carro em questão. Parando apenas quando começaram a farejar algo no ar, algo que... bem, nós sabíamos bem o que era, e isso não era nada bom para nós. Não entendemos o porquê de elas desejarem tanto pegar o motorista daquele carro, não fazia sentido aquela coincidência sem tamanho, mas nem precisamos tentar entender muito, pois logo as irmãs se soltaram do carro quando nos perceberam logo ali do outro lado da rua.

Com um salto do carro (que por sinal, continuou seu caminho em disparada logo depois de ser solto, sumindo de nossa vista mais uma vez), ambas se posicionaram no concreto, se erguendo com calma do mesmo logo após o ''pouso'', e olhando para nós como se fôssemos a melhor coisa de seu dia: seu almoço. Por sorte, todo o nosso grupo já se encontrava armado e em alerta, então não demoramos muito para estarmos preparados para o combate, o que me deixou bem mais tranquila. Mas não nos livrou de ouvir o deboche rotineiro dos monstros- Eu sabia que não havia sentido só aquele cheiro... Esses aqui parecem que valem ainda mais à pena! –uma delas falava com a outra, e me deixou com uma pulga atrás da orelha- Como assim? Há outro cheiro além do nosso aqui? –perguntei, curiosa para as irmãs monstros, que até estranharam o fato de eu estar tentando conversar com elas- Espera, foi por isso que vocês atacaram aquele carro? Ou apenas não tinham dinheiro para o táxi? –brinquei. Pois é, eu sabia que conversar com monstros nunca funcionava, mas não deu para evitar de soltar aquelas primeiras perguntas... bem, ao menos eu me lembrei logo da natureza dessas duas e voltei a trata-las como deveria.

E a minha tática de provoca-las para que atacassem logo funcionou bem depressa, pois as duas nem responderam à minha brincadeira antes de avançar contra mim. Por sorte eu estava com meu escudo já em meu braço, e graças a isso eu defendi-me da ofensiva inicial de uma delas, bloqueando seu soco com meu escudo. A manobra defensiva foi um sucesso parcial, pois meu escudo resistiu sim ao impacto (ele aparentemente é indestrutível, então isso não me surpreende), mas o golpe no escudo foi tão forte que o chute de uma das górgonas me fez praticamente levantar voo. Em um momento eu estava na beira da calçada, à frente do meu grupo, e no outro eu estava batendo com tudo contra o filho de Marte... Eu mesma achei que não doeria tanto bater em outra pessoa, mas quando eu tentei levantar logo após o golpe eu não segurei o resmungo- Ai... eu preferia ter batido no poste... como você é duro! –exclamei, entre dores, e acabando por permanecer deitada no chão me recuperando do golpe.

Fiquei envergonhada por isso, já que os outros ali não demoraram nada para irem ao combate, enquanto que eu já tentava recuperar meu fôlego após apenas um golpe das criaturas, que por sinal nem havia pego direito em mim. Porém, ainda que eu estivesse ali deitada, tentei fazer algo pelo meu grupo, e fiz um corte raso na palma da minha mão- Vamos ver se eu aprendi algo com a minha mãe... –foi a única coisa que eu disse antes de pingar algumas gotas do meu sangue no chão ao meu lado e começar a invocação. Ao tocar no solo, o sangue foi absorvido pelo mesmo, e fez a terra enegrecer-se aos poucos, por conta do efeito do meu sangue e do poder que eu utilizava... Em segundos, um caldeirão negro emergiu daquele ponto negro do solo que havia surgido com a queda das gotas do meu sangue, e da boca desse caldeirão começou a sair uma espeça nevoa, que cobriu tudo à cem metros. Podia não ser muita coisa, mas ao menos atrapalhara as górgonas, que aos poucos viraram a batalha contra os três semideuses que as enfrentavam.

Todos haviam ficado cegos dentro da área da nevoa, exceto eu, e isso foi ótimo pois eu pude ver a vantagem que tinha sobre as górgonas, pois até conseguia vê-las atrapalhando uma à outra em meio a nevoa. Aproveitando daquele momento (e da minha recente recuperação), levantei-me em um salto, e então parti para cima das duas, correndo à toda velocidade com Ghost pronta para ser utilizada! Mas as duas se debatiam demais, então por mais que eu tivesse a vantagem, havia ficado muito perigoso me aproximar delas, por isso eu acabei sendo forçada a atacar com certo cuidado. Em uma jogada arriscada, ataquei uma delas com minha espada, erguendo minha lâmina escura em meio à toda aquela nevoa enquanto elas nem faziam ideia do que estava para acontecer, e tive sucesso em meu ataque quando vi a lâmina atravessar a barriga de uma delas ao apunhala-la com toda minha força. Porém, quando a apunhalei, ela pareceu ficar furiosa e ainda mais agitada, e com um só golpe de seu braço acabou me jogando para longe mais uma vez. Agora eu havia batido com tudo contra o caldeirão que havia invocado, o que me deixou dolorida mais uma vez, mas o pior era ver que com aquele impacto forte o caldeirão havia até rolado para longe dali, e assim elas se livraram da minha invocação inicial.

- O que? É só isso? –elas perguntaram, antes de voltarem a erguer as suas espadas e atacar aos semideuses que estavam à sua frente, enquanto que eu tentava pensar em algo útil para fazer contra elas, mas sem muito sucesso... Minha espada havia conseguido passar pela pele de bronze delas, com muito esforço, mas agora eu estava desarmada e elas estavam acabando com a Victoria e o resto do grupo. O que eu podia fazer? Bem, estive tão frustrada e com raiva daquelas duas que... olha, não sei bem o que aconteceu, mas eu senti realmente a raiva tomar conta de mim. Isso acabou desencadeando em mim alguma reação com os meus poderes, pois eu fiz algo que até então eu nem sabia que era capaz de fazer- Luna, espera... por que os seus olhos de azuis foram para negros? –Victoria perguntou, com certo medo enquanto apontava para meus olhos, e ao mesmo tempo uma das górgonas (a que eu estava fitando, que estava mais à frente) começou a se atrapalhar mais do que antes. Ela pareceu ter ficado com certo medo e recuar, o que deu vantagem para meus amigos, mas ela só aumentou conforme eu continuava fitando-a com raiva, ignorando totalmente o que diziam dos meus olhos e o que acontecia de estranho naquele momento.

Aos poucos os efeitos na górgona pareciam piorar, e com isso não apenas ganhei tempo para me levantar, como o resto do meu grupo ganhou uma tremenda vantagem. E não sabia se era por conta dos incessantes golpes que o filho de Marte trocava com ela (enquanto que Victoria e o filho de Minerva ocupavam a outra monstra), mas a criatura acabou desmaiando após alguns minutos em que eu a olhei com toda aquela raiva. Com aquilo eu acabei finalmente me acalmando, e então eu percebi que havia muita coisa naquilo que era estranho... Pois, assim que a raiva passou, eu me senti um pouco cansada por algum motivo que eu não entendia bem, mas eu havia sido mesmo a causa para os males na górgona. Embasbacada, enquanto que o filho de Marte acabava com a vida da criatura desmaiada, eu só consegui dizer- Mas... que merda aconteceu? –e então recuei, entrando na loja em que os senadores haviam entrado. Por que? Bem, precisava acelerar logo aos senadores, antes que mais monstros notassem aquela nossa bagunça e resolvessem se juntar à festa! Afinal, agora eram três contra uma, então tinham mais chances, e talvez nem precisassem de mim, certo?

- Mas que diabos é isso? Eu falei que não quero qualquer um entrando na minha loja! –o homem gordo e baixinho resmungou, recuando até os fundos de sua loja enquanto arrumava a sua camisa rosa com pranchas de surf ilustradas por todo tecido- Vão embora daqui logo! Já tem a sua encomenda, agora vão! É melhor não estarem aí quando eu voltar do banheiro! –ele continuava dizendo furioso, e os senadores pareciam embasbacados com a minha audácia, mas eu simplesmente ignorei isso e tentei manter a minha curta paciência enquanto falava com eles- Vamos? –perguntei, e eles pareceram não entender o porquê da minha pressa. Isso foi perceptível quando ouvi um deles me dizer- O que aconteceu? Por que está tão ofegante? –e só depois de ele fazer aquela pergunta foi que eu notei o ambiente dentro daquela loja: todo escuro e principalmente, à prova de som, o que explicaria eles não terem ouvido absolutamente nada do que acontecera lá fora- Não importa! O que importa é que... –e antes de eu terminar de falar, fui interrompida por algo bem grande que bateu contra a vitrine escura da loja. Agora, não dava pra ver seu exterior dali, mas deu para perceber que o impacto havia sido violento, então eu e os dois senadores fomos até o lado de fora da loja para ver o que tinha acontecido.

Chegando lá, nos deparamos com uma cena terrível! O filho de Marte havia perdido a perna em um golpe da espada da criatura, Victoria estava toda machucada (parecia ter sido espancada, estava toda roxa e sangrando contra a parede da livraria, mas ao menos estava viva) e o filho de Minerva estava caído, prestes a ser pego pela górgona restante quando nós saímos da livraria. Mas eu não podia deixar, então tentei improvisar o mais depressa que consegui. Sem pensar muito, concentrei minha energia na palma da minha mão, e lancei na direção da monstra uma esfera de luz prateada, que acabou por atingir seu olho enquanto emitia sua ofuscante luz. Não era nada demais, mas atrapalhou-a tempo o suficiente para que eu pudesse lhe lançar um feitiço- Cadent! –gritei, apontando a palma da minha mão aberta para ela e fazendo-a cair para trás. Com aquela chance ganha, eu comecei a correr na sua direção, repetindo o feitiço mais duas vezes quando ela tentou se levantar, até que estava próxima o bastante dela para encostar em seus olhos com meus dedos (o que significa que eu realmente enfiei meus dedos nos seus olhos, os dedões de uma vez), enquanto que lutava para não ser mordida por nenhum de seus fios de cabelo em forma de cobra para lançar-lhe outro feitiço- Frigus reptant! –no momento seguinte a sua cabeça começou a ser congelada, lhe causando grande dor. Porém, ela ainda estava viva, e estava furiosa! Então ao se mover outra vez, tentou me golpear com seus punhos, mas eu fui rápida e aproveitei-me da sombra de um veículo próximo para me defender. Em um movimento rápido, as sombras do veículo vieram até meu corpo e fizeram uma espécie de proteção para mim, cobrindo todo meu corpo e absorvendo todo o dano, e desta vez eu não me machuquei muito quando novamente a górgona me lançou longe.

Mas eu ainda não havia acabado- Vão para o carro enquanto acabamos com essa daí! –disse pra os senadores, que sem demora obedeceram. E, enquanto a cabeça da górgona se descongelava, eu me concentrei e tentei repetir o meu feito desconhecido de antes, com o olhar. Demorou, mas quando ela finalmente estava livre do gelo, percebi que os efeitos que antes estavam em sua irmã agora lhe assombravam, atrapalhando um pouco sua reação ao combate. Aquilo já foi o suficiente pra abrir uma brecha pra Victória e o filho de Minerva, Gabriel, que atacaram em conjunto. Enquanto que Gabriel jogou sua lança de bronze na direção da criatura, Vic lançou seu martelo de guerra, que bateu na ponta da lança e lhe deu ainda mais força para atravessar o olho da górgona, com força o bastante para mata-la. E eu queria muito poder respirar após isso, mas estava muito receosa sobre o que mais poderia chegar para tentar nos matar, então mesmo após a batalha eu tentei continuar em alerta enquanto ajudava aos meus amigos...

- Droga, essa foi por pouco... –disse, ao mesmo triste por ver as feridas no meu grupo, e zangada, por termos que passar por aquilo... Mas assim que consegui recuperar o fôlego, manquei na direção de Vic e Gabriel- Vamos depressa para o acampamento, chamamos muita atenção já... –disse, um pouco ofegante ainda, enquanto auxiliava a filha de Vulcano a se mover, já que estava pior do que eu. Enquanto isso, Gabriel ajudou o filho de Marte que havia perdido a perna, guiando-o também até o carro... Porém, foi aí que algo ainda pior do que todo o resto do nosso dia aconteceu. Pois bastou Gabriel ligar o carro e começar a dirigir, que logo ouvimos o pior barulho que um semideus pode ouvir em sua vida: ''oink''. E não era um ''oink'' qualquer, mas sim um que vinha dos céus...

Eu demorei para perceber aquilo, infelizmente... Pois de primeira eu nem acreditei- Hahaha, gente, acho que bati muito forte a cabeça, ou usei muito os meus poderes... –disse entre risadas- Por que? –Victoria perguntou, tentando sorrir mesmo toda machucada- É que, eu acho que ouvi o barulho de um porco vindo do céu. –foi aí que eu comecei a rir mais alto, ao mesmo tempo que o sorriso da filha de Vulcano sumiu. Nem percebia, mas enquanto que o filho de marte sangrava comigo no banco de trás do carro, os senadores se entreolharam, e Gabriel acelerou tanto o carro que eu pude sentir a sua urgência... só não a entendia... Isso só até eles começarem a conversar- Onde ela está? DE ONDE ESTÁ VINDO VICTORIA? –o nosso motorista berrou com a filha de Vulcano, que assustada começava a olhar para todos os lados, procurando algo que eu ainda não fazia ideia do que podia ser- EU NÃO SEI! DROGA! Essa porca... por que aqui? Por que agora? –quando ouvi as suas palavras fiquei ainda mais confusa, então indaguei- Que porca é essa? Do que estão falando? –e pelo visto a minha pergunta novamente foi respondida pelos deuses, pois eis que ela surge...

De um ponto à nossa frente, no outro lado da avenida, eu pude ver aquela coisa fofa. Era uma porquinha muito linda, e com asas de penugem rosada assim como os pelos que a cobriam- Como a Peppa criou asas e saiu da TV? –brinquei, mas ninguém me respondeu. Todos estavam estáticos olhando para a porca, que voava desesperada em nossa direção, atropelando tudo em seu caminho. É, ela atropelava os carros, pisava neles e os amassava como se fossem feitos de isopor, só para pegar mais impulso enquanto voava em nossa direção! E ela era muito, muito veloz- Essa é a porca camoniana, garota! Heróis mais poderosos que nós e em melhor estado tentaram enfrenta-la, e em toda história ninguém conseguiu destruí-la! –um dos senadores disse para mim, assustado, enquanto que Gabriel fez tudo que pôde para recuar com o carro, voltando a avenida toda de ré, enquanto que a porca acelerava em nossa direção.

Para o nosso azar, um certo carro preto surgiu da esquina, no momento exato em que passamos por lá, e se chocou conosco. Não nos machucou muito, mas nos impediu de continuarmos com a nossa fuga- POR QUE? –perguntei ao infeliz, dali de dentro do carro mesmo, mas não tive nem tempo de ouvir a resposta dos passageiros daquele carro preto. Logo após o leve acidente, Victoria berrou uma ordem que salvou as nossas vidas- SAIAM DO CARRO! –e no momento seguinte a que saltamos do carro, a porca se chocou com o mesmo, pisoteando-o e reduzindo o automóvel a destroços. E não foi apenas ele, mas também o que estava logo atrás de nós, o carro negro, que acabou explodindo, e jogando todos para longe, além de nos ferir um pouco.

Alguns destroços haviam pegado em mim e em Victoria, nós estávamos cheias de vidro pelo corpo, mas pelo menos conseguíamos andar e estávamos vivas, mas os meninos... Bem, vivos estavam, mas haviam sido muito queimados pelas chamas da explosão, então não estavam muito bem... Em um pensamento rápido, verifiquei ao meu redor e percebi que a porca havia sido lançada ainda mais longe que nós, por ter estado no centro da explosão naquele momento, o que me deixou aliviada. Ela não havia morrido, com certeza (não havia visto nenhum pó dourado ali que fosse seu, então...), mas havia ganhado tempo para agir, então eu o fiz. Na verdade eu até pensei em fazer, mas quando eu pude que o motorista carro preto e seu passageiro haviam saltado do mesmo assim como nós saltamos do nosso (pouco antes da peppa pig chegar na voadora), não resisti à tentação de ver quem eram aqueles que estragaram o nosso dia de hoje- Vic, chama a carruagem da danação, eu já venho... –avisei, e então fui praticamente me arrastando até os dois acidentados.

E, para a minha surpresa, eu os reconheci! Estavam machucados por culpa dos destroços da explosão, mas era fácil reconhecer as suas faces, que só tornou ainda pior para o meu autocontrole naquele momento- Ei, vocês... são da quinta coorte... eu conheço vocês! Por que atraíram as górgonas até nós? O que querem conosco? –perguntei, furiosa enquanto agarrava os dois pela blusa. Mas a resposta dos dois me fez até entender o lado deles nessa conversa- As górgonas foram de propósito... Eu estava lá, em outra parte da cidade, procurando por uma criatura para jogar em vocês quando chegassem, e o meu irmão só veio me buscar quando consegui ligar para ele... Mas a porca, essa foi totalmente sem querer. Ela deve ter ouvido o barulho... -explicou um deles, todo fraco- Mas isso não era com vocês... só com os... senadores... Desculpem-nos, mas esses dois votaram contra uma missão de busca no ano passado, para procurar a nossa irmã, uma rastreadora...  –sussurrou todo envergonhado- Eles deram a palavra final, e queríamos nos vingar desses desgraçados por isso... Nossa irmã sumiu depois desse dia, e nem outros rastreadores conseguiram encontra-la desde então... –gaguejou o mais ferido, se sentando no asfalto. Eu fiquei até sem palavras para eles após aquilo, mas... bem, por sorte Victoria foi ainda mais eficiente do que eu imaginava, pois logo nossa carona (a carruagem da danação) chegou e interrompeu meus pensamentos. Com aquilo, conseguimos entrar no veículo antes da porca voltar (na realidade, quando o último de nós entrou no taxi, nós vimos a porca abrir um buraco em uma parede sólida do prédio ao nosso lado para tentar nos pegar, mas até aí já era tarde para ela), e levamos conosco até mesmo os dois traidores que tentaram matar aos senadores. Só que, eu ainda estava com um certo peso na consciência com o que faríamos depois...

Afinal, eles estavam totalmente errados com a decisão deles? Pois foi crueldade também não permitir que nem uma equipe de busca fosse enviada atrás da irmã desses dois... E se ela estivesse morta por culpa deles agora? É, eu não sabia o que faria no lugar deles, mas realmente compreendi por que é que haviam ido tão longe com suas atitudes...

Por sorte, não terei que julgar ninguém, esse dever seria do senado... Mas eu não quero ver como é que eles iriam ser punidos, de verdade. Eles já sofreram demais com a perda da irmã, mas algo me diz que o sofrimento deles só está começando...

Droga, queria poder fazer algo para ajudar.





Feitiços e Habilidades Usadas:
Nome do poder: Bom Magico I
Descrição: O semideus tem certa habilidade com magia, e aprende com muita facilidade conforme se desenvolve. Nesse nível, essa habilidade permite que o semideus consiga executar seus feitiços com mais precisão, ganhando uma pontaria melhor, e podendo executa-los com mais facilidade.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Ganha 10% de força em seus feitiços (em poderes ativos).
Dano: +5% de dano se os feitiços acertarem.

Nome do poder: Descendente da Magia I
Descrição: O filho de Hectare/Trivia é descendente direto da magia, ela corre por seu sangue, e para ele, age como um condutor natural. Essa ligação lhe permite uma aprendizagem rápida de feitiços, conhecimento de livros antigos, bem como realização dos mesmos. Ao aprender sobre magia, a prole de Hécate/Trivia, também fica mais forte.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus:  Ganha 10% de força em seus feitiços (em poderes ativos).
Dano: +5% de dano se os feitiços acertarem.  

Feitiço: Cadent
Descrição: Serve para empurrar ou derrubar pessoas, coisas e criaturas.
Gasto de Mp: -20 de MP.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Caso seja realizado durante a lua nova, há uma chance de +30% de que ele funcione corretamente.
Dano: -10 de HP.
Extra: Com certo treino, pode ser usado de forma não verbal.

Nome do poder: Brilho Estelar I
Descrição: O semideus consegue produzir uma esfera de luz prateada, semelhante ao brilho das estrelas, e disparar contra o inimigo. Nesse nível a esfera apenas ofusca a visão do oponente, o impedindo de ver durante um turno, mas não causa feridas graves.
Gasto de Mp:  10 MP
Gasto de Hp:  Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: 5 HP
Extra: Nenhum

Feitiço: Frigus reptant
Descrição: Congela o membro atingido por um turno.
Gasto de Mp: - 20 de MP.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Caso seja realizado durante a lua nova, há uma chance de +30% de que ele funcione corretamente.
Dano: - 15 de HP.
Extra: Com certo treino, pode ser realizado de forma não verbal.

Nome do poder: Invocação do Caldeirão Fumegante I
Descrição: O semideus corta a palma da mão e pinga gotinhas do próprio sangue sobre a terra, então invoca um caldeirão no meio do campo. O caldeirão é totalmente negro, e de seu interior começa a sair uma nevoa espeça que cobre toda a região impedindo qualquer um num raio de 100 metros de identificar qualquer coisa que não seja a nevoa. O único semideus em campo que não será afetado pelo poder, é o próprio filho de Hécate/Trivia.
Gasto de Mp: 20 MP
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum
Extra: O efeito em campo dura dois turnos

Nome do poder: Escudo Sombrio
Descrição: As sombras são magnificas armas de combate, mas também tão magnificas armas de defesa, em frente ao filho de Hécate/Trivia surgira um escudo de sombras totalmente negro que lhe protegerá de qualquer ataque físico enquanto permanecer ativo. Esse escudo resiste a qualquer tipo de ataque, e protege todo o corpo do filho de Hécate/Trivia, mas não é capaz de proteger mais de uma pessoa ao mesmo tempo.
Gasto de Mp: 20 MP por turno ativo
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum
Extra: Nenhum

Nome do Poder: Olhar Negro I
Descrição: A prole de Nyx/Nox ficará com as íris completamente negras e, ao fitar os olhos do oponente poderá causar certo medo e, até mesmo, uma dor razoável no inimigo.
Gasto de Mp: 10 MP
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus:  Nenhum
Dano:  20 HP
Extra: É necessário manter o contato visual para que isso funcione. O inimigo sentira-se desnorteado pelo medo, podendo chegar a respirar com certa dificuldade, se o poder se manter por mais de 3 turnos, o adversário entra em pânico, e pode chegar a desmaiar ou fugir da luta.

Itens Utilizados:
*Ghost: A espada curta e irregular - com cabo de couro e lâmina de ferro estígio-, possui a habilidade de, basicamente, se adaptar ao usuário em relação ao seu peso e equilíbrio. Envolta por energia negra, a arma pode facilmente 'incrementar' as habilidades dos filhos de Nyx, fazendo com que este não precise 'criar' a energia para poder usá-la. (Só pode usar a energia negra da arma 3 vezes por missão/PvP/MvP){By Nyx}

*Escudo Estelar: Escudo feito de titânio, com pequenos cristais incrustrados que lembram uma noite escura com pequenas estrelas no céu, é indestrutível e perfeito para lutas corpo a corpo.


#04

Com: NPC's
Roupas: Uniforme de Legionária

everytime I think I'm closer to the heart.


Missão:
Escolta dos Senadores -> Alguns senadores romanos precisam ir até o centro de São Francisco, eles precisam de seguranças para assegurar que essa pequena viagem seja feita da maneira mais discreta e segura possível. Você foi um dos selecionados para levar dois senadores até o Centro da Cidade,* porém, com figuras importantes, esteja preparado para uma viagem turbulenta. Para essa missão, enfrente pelo menos um ataque de monstro aos senadores. Lembre-se, a prioridade são os políticos romanos! E lembre-se que nem sempre os monstros são o maior perigo. Afinal existem campistas e famílias descontentes com aqueles que ocupam tais cargos e nem todos são justos o bastante para contestarem de maneira limpa. Local de Postagem: São Francisco. Recompensa: Entre 850 xp a 1000 xp dependendo da qualidade da missão + 500 a 700 dracmas de acordo com o narrador.


Tópico criado com a devida autorização de Quione, segundo o tópico de dúvidas: http://www.bloodolympus.org/t117p130-duvidas
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Luna Blackwood
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Re: Missão Fixa - Escolta dos Senadores (São Francisco)

Mensagem por Arcus em Seg Maio 22, 2017 8:02 pm

Avaliação de Luna Blackwood:

Sua narração foi muito interessante, Querida, mas você pecou um pouco em não me falar o nível dos NPCs, aí a titia assumiu que eles tinham o seu nível.

Fez alguns estragos hein? Vamos perder alguns dracmas para pagar esse carro da danação e a danação que os senadores ficaram.

Duvidas, MP pra tia, terei prazer em escutá-la.

Recompensa: 900XP e 500 dracmas
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Arcus
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