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Quando o Passado Revive - Illidan Braum Wrynn

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Quando o Passado Revive - Illidan Braum Wrynn

Mensagem por Illidan Braum Wrynn em Qua Maio 17, 2017 9:37 pm

Quando o Passado Revive.


Era segunda feira no acampamento dos gregos e eu estava na trabalhando na forja ao nordeste do chalé de Hermes. A forja com a qual eu trabalhava era feita tijolos amontoados um sobre o outro dando o aspecto de uma grande casa, os tijolos eram pintados de cor branca e acima da porta de madeira feita de carvalho havia a imagem desenhada de uma bigorna e um martelo cruzados um sobre o outro, não havia nenhum letreiro pois todos os campistas sabiam pela imagem que ali era o lugar de criação de equipamentos tais como espadas escudos couraças botas braceletes e etc.

Naquela segunda era a minha folga embora o dono do estabelecimento tinha insistido para eu aproveitar a minha folga sem adentrar na forja, eu era teimoso quanto a isso, pois dentro da forja ou ao menos próximo da mesma  eu me sentia confortável e em casa pois eu me lembrava do meu falecido tio com o qual eu tinha grande amor e principalmente admiração, pois foi este que me ensinou a base de como fazer uma espada e outras coisas relacionada a forja.

Estava caminhando em direção ao chalé de Hermes ao adentrar observava vários campistas e indeterminados ali, aquilo como sempre estava cheio, mas eu não me importava com a quantia de gente que tinha ali eu só queria descansar um pouco. Subia as escadas feitas de madeira e ao subir elas faziam grunhido devido ao meu peso e altura, ao chegar no topo da escada observava um corredor com várias portas próximas uma das outras e com numerações próximo a esse corredor tinha um pequeno balcão com diversas chaves, eu pegava com minha mão direita a chave que era do quarto número oito, andava até a porta e girava a maçaneta adentrando no quarto e caía no sono me jogando na cama, como estava bastante cansado pude adentrar o mundo dos sonhos rapidamente.

O que era para ser um bom sonho se tornou uma péssima lembrança, via meu tio me pedindo ajuda pois estava sendo cercado por homens com os quais o matavam com diversos tiros em toda extensão de seu corpo no sonho eu gritava desesperadamente e corria em direção a ele, neste momento eu tinha acordado e meu corpo estava repleto de suor, meu coração palpitava muito rápido por consequência disso eu ficava ofegante por um breve período, cerca de dois minutos depois eu voltava ao normal e saía daquele quarto as pressas descia as escadas rapidamente e pedia no balcão que estava próximo um copo de água cheio bebia rapidamente e colocava os braços apoiados sobre o balcão enquanto estava sentado na cadeira pensando naquele sonho, minha expressão era séria e me perguntava o por que daquilo.

Vamos lá Braum, foi só um sonho não foi nada demais.

Depois do pensamento  me dirigia para fora do chalé voltava para a forja e como lá era a minha ‘’casa’’ eu  entrava e ia até um corredor e entrava em meu quarto lá eu dormia um sono profundo, dessa vez dormia bem sem sonhos estranhos de pessoas que morreram. Embora a saudade do meu tio fosse imensa a realidade é que ele estava morto devido as doze balas que adentraram dentro de sua carne assim o matando-o.

Ao acordar na terça-feira me levantava em um pulo de minha cama e estava muito animado para forjar novos equipamentos naquele dia,  abria a gaveta do meu armário pegava minha camisa de couro marrom e minha calça também de couro da cor preta e me vestia devidamente. Saía do quarto e me dirigia a cozinha da forja situada no norte da grande oficina, o seu piso era feito de mármore de cor cinza escuro era brilhante e reluzia o reflexo de quem passava por ali para poder se alimentar. Abria a geladeira e pegava um leite misturava com o café e colocava um pouco de açúcar para adoçar o café com leite, colocava no forno micro-ondas e apertava o botão de um minuto e deixava o forno fazer o restante do trabalho.

Enquanto isso abria o armário feito de madeira pintada da cor branca e dentro tinha alguns pacotes de biscoitos pegava um recheado e abria e começava a comer enquanto comia ouvia o som do micro-ondas alertando que o café com leite já havia sido esquentado, pegava a grande caneca de plástico com o símbolo de uma bigorna e começava a beber, depois de comer todo o pacote de biscoitos e de beber todo líquido que estava na caneca, me dirigia tranquilamente a sala principal da oficina da forja, lá, alongava toda as minhas articulações e pegava meu martelo que estava pendurado na parede sendo segurado por um longo e grande prego, no cabo tinha uma alça feita de couro com a qual eu colocava sobre meu braço para martelar as irregularidades dos metais dando forma a espadas e etc.
Próximo da onde tinha o grande caldeirão de água para esfriar os metais quentes tinha um telefone na parede que estava tocando, James meu amigo desde que cheguei no acampamento atendeu e disse que era pra mim, ao pegar o telefone ouço nada mais nada menos do que uma voz muito parecida com a do meu tio.

- Braum meu sobrinho a quanto tempo.

Ao ouvir tais palavras reconheci que era a voz de meu tio fiquei em choque, o telefone caía no chão e eu ficava parado e sem reação como uma estátua, ficava cerca de dez segundos parado olhando para o nada, depois de voltar ao meu estado normal eu desabafava com James.

- James, há alguns dias tenho recebido sinais de meu falecido tio. Ontem foi um sonho, hoje foi esse telefonema, ou eu estou ficando louco ou eu não sei o que realmente está acontecendo comigo.  

James sorria brevemente e compreendia o que eu estava sentindo e me deu alguns conselhos.

-Braum Braum Braum, você não é o único que está percebendo esses sinais, eu também perdi alguém muito próximo de mim e também estou recebendo sinais semelhantes.  O jeito é esperar até ver o que vai acontecer, deixe acontecer naturalmente meu amigo.

Ele depois do breve conselho colocava sua mão sobre meu ombro dando um sorriso, ele era um dos poucos me compreendiam ali e eu ficava aliviado por não ser o único a ser perturbado por essas coisas.
Na sexta feira na parte da manhã ás 8:00, começava-se mais um dia de trabalho, na quinta feira o dia tinha sido normal, sem muitas surpresas e emoções como nos demais e eu esperava que nesse dia eu não tivesse muitas surpresas ou coisas do tipo. Os clientes começavam a adentrar e fazer pedidos para a balconista que tinha longos cabelos castanhos escuros e era filha também de Hefesto pois tinha em todo o seu corpo alguns músculos definidos.

Ela me entregava um papel e o cliente era um filho de Ares que queria uma espada longa de duas mãos feitas de bronze, caminhava para uma gaveta aonde nós guardávamos alguns metais em boa qualidade e pegava o bronze que era o metal da espada de duas mãos da prole de Ares, caminhava até o forno e colocava toda a barra do bronze sobre o forno para esquenta-lo mais rápido, enquanto isso andava até a uma mesa feita de madeira ela tinha o formato retangular e era de carvalho já estava velha e suja de preto devido ao seu uso constante, naquela mesa pegava uma pinça grande com o qual posicionava próximo de outra mesa pequena perto do forno. Depois de um breve tempo o bronze já estava no ponto, seu aspecto era avermelhado devido a quentura do forno, pegava a enorme pinça e retirava do forno,  apoiava-o numa bigorna que tinha ao lado esquerdo do forno em uma distância aproximada de um metro.

Pegava meu martelo e começava a martelar de baixo pra cima tratando o metal incandescente tirando as impurezas e consequentemente dando aos poucos forma a espada, martelava a ponta de cima dando o aspecto a futura lâmina da espada e fazia isso com as duas partes do metal que seria os fios da espada.  Caminhava agora até a um maquinário na forja que usaria para lixar os fios da espada, ligava a máquina através de um botão que estaria atrás na parte inferior da mesma e a lixadeira era ligada, a lixa estava sendo segurada por uma roldana que rodava em uma alta velocidade, colocava a espada e movia ela lentamente de cima abaixo em ambas as suas extremidades, feito isso agora pegava um pouco de tinta vermelha e pintava com um pincel o punhal da espada ela tinha vinte centímetros e eu a encaixava na espada e em seguida a soldava com o soldador fazendo-o se prender a espada e enfim ela tinha ficado pronta.

Fazia o teste de corte cortando o abacaxi com as duas lâminas que eu fiz nela a espada estava 100% perfeita ela tinha um metro e meio seu cabo era avermelhado e tinha lâminas super afiadas em suas duas extremidades tinha terminado esse trabalho pela tarde as 16:00 horas e descansei nas outras três. Quando estava para fechar a forja percebi que o homem que trabalhava enviando cartas aos campistas me deu uma carta branca com um selo vermelho, ao romper o selo e abrir a carta o que eu não queria que tivesse acontecido aconteceu, a letra da carta era praticamente idêntica a letra de meu falecido tio e na carta tinha um convite.

Conteúdo da Carta.
Spoiler:
Caro e amado Braum, venho por meio deste lhe convidar para me ver novamente e nos reencontrarmos. Vá até a forjaria que esta localizada a noroeste do acampamento, lhe esperarei lá.

Meus sentimentos novamente estavam confusos mais eu decidi dar um basta nessa situação, peguei uma tocha com fogo que estava no lado de fora pendurado na entrada da forja com a qual eu trabalhava e fui em direção ao noroeste como dizia a carta. Ao chegar lá achei uma forja que parecia uma cabana abandonada ao adentrar não vi nada apenas um alçapão eu agachei-me e puxei a alça de metal abrindo e adentrando o alçapão, aquilo era muito nostálgico para mim as paredes abaixo da forja abandonada eram feitas de pedras amontoadas umas sobre as outras com uma coloração preta, nas paredes tinham várias tochas era uma sala e nela tinha uma única entrada que era um corredor que ao final desse tinha uma grande porta de metal.

-Não é possível, não pode ser. Será!?

Perguntei para mim mesmo enquanto abria aquela grande porta, e adentrei ali. O lugar tinha três mesas retangulares de madeira um pouco gastas perto das paredes tinham várias estantes aonde tinham capacetes espadas escudos feitos de diversos metais tais como bronze prata e ouro, no canto da parede tinha uma grande gaveta de madeira gasta pelo tempo ao ir até lá abria a gaveta e via alguns pequenos minérios de bronze ouro prata e outras coisas, vendo aquilo eu automaticamente me emocionava chorava de saudade do meu tio pois aquilo me lembrava de tudo que ele tinha me ensinado na forja quando vou para próximo do forno vejo um homem sentado numa cadeira que se levantava até a mim.

TIO!?

Olhei para ele e vi as marcas dos tiros mais ele estava em pé ali diante de mim, era um homem de estatura um pouco baixa da minha tinha seus 35 anos de idade um metro e setenta cabelos grisalhos e em seu corpo além das cicatrizes das balas tinha marcas de queimados devido a forja. Não me contive e corri até ele o abraçando como nunca abracei alguém na vida como ali e agora o beijei em seus cabelos grisalhos e com lágrimas nos olhos começava a falar.

Ah, tio que saudade que eu estava de você, você não sabe o quanto que me fez falta, tudo que me ensinou relacionado a forja, sabe, eu até queria me vingar daqueles que lhe mataram mas decidi por não fazer isso, e sim continuar o legado das forjas em sua homenagem.

E o seu tio o respondeu.

Meu precioso sobrinho, fico feliz que tenha continuado o legado das forjas e a vingança nunca será o caminho certo a se percorrer. Percebo que você evoluiu muito desde quando era um pequeno garoto de seis anos em? Hahaha. Ah, a propósito na gaveta aqui por perto eu tenho uma coisa para você.

O homem de cabelos grisalhos pegou uma espada de bronze velha e torta e mostrou para o seu sobrinho. Era a primeira espada que tinha forjado ao ver aquilo começo a chorar mais ainda e meu tio com o qual eu considerava como um pai enxugou as minhas lágrimas e colocou sua mão direita sobre meu ombro esquerdo dizendo.

-Você deve ter passado maus bocados Braum, eu espero que com a minha morte você tenha tratado as pessoas bem, não as culpe por terem atitudes más, quando a vida lhe der leite coalhado tenha paciência, você consegue queijo muito bom hahahaha.

Vendo o quão era sábio o meu tio eu desabafava.

Tio, eu confesso que eu fiz o oposto disso, já bati e tratei mal muita gente daqui do acampamento heheh eu os culpava por serem o que são.

Seu tio o olhava com um tom de reprovação e me chamava para perto, eu fui e recebi um tapa no rosto que o deixou temporariamente vermelho.

-Não se deve tratar as pessoas mal Braum, você deve estar com seus 19 anos ainda tem muito o que aprender, mas, com a minha suposta morte você amadureceu bastante para sua idade, as pessoas não são más Braum, elas só estão perdidas ou carentes de amor e de compaixão, e claro, existem exceções. Você é um bom homem Braum tem um coração grande e puro só falta achar alguém com o qual você possa confiar. Ah, a propósito me chame de Zack esse é o meu nome.

Eu tinha ficado surpreso pois nunca tinha ouvido o nome do meu tio, era a primeira vez, e isso consequentemente me deixava feliz, e então eu fiz um pedido a meu Zack meu tio.

O que acha de forjarmos uma espada para lembrarmos daquele época?

Zack apenas concordou com a cabeça e assim começamos novamente a trabalhar em uma espada para relembrar os bons momentos os quais eu vivenciei ao lado do meu tio que eu o considerava como o pai que eu não tinha e ali se encerrava a conversa e começava o trabalho para forjar uma nova espada.  



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Re: Quando o Passado Revive - Illidan Braum Wrynn

Mensagem por Nyx em Qua Maio 24, 2017 3:05 pm


O passado se torna o presente


Método de Avaliação

Spoiler:
Essa primeira parte é bastante ligada a trama do personagem e ao clímax do encontro entre o personagem e alguém que já foi importante, de alguma forma, na vida dele e não pertence mais a esse plano. Portanto, será avaliado os seguintes quesitos:

• Escrita: Será avaliado a gramática, a concordância e a fluidez de escrita.

• Criatividade e coerência: Será avaliado aqui o modo como você fez a postagem, se há coerência entre seu personagem e a proposta do evento, se o nível condiz com o que você diz.

• Desenvolvimento da trama: Nenhuma trama pessoal é melhor do que a outra, entretanto, aqui será avaliado o enredo como um todo. Se houve riqueza de detalhes, se houve realidade de escrita, se a personalidade de seu personagem é visível, se houve coerência nas interações desenvolvidas etc

Exp: A primeira parte recebe a metade da experiência total divulgada no post sobre o evento.
Do nível 1 ao 10: 2.500

Dracmas: A primeira parte recebe 5 mil dracmas.
Item: Recebe apenas no final, na avaliação da segunda parte..

Avaliação

Experiência: 1.250
Dracmas: 2.000
Comentário:
Bem Braum, vamos aos pontos negativos de sua avaliação, que creio, que foi o que pesou mais na sua narrativa, dito isso, explicarei o motivo da minha nota a você.

Começarei pela sua ortografia, que bem... precisa melhorar muito. As construções de suas frases são muito confusas, as palavras ficam sentido algum e eu tive que ler seu texto pelo menos 3 vezes seguidas para entender e captar a mensagem que você queria me passar através deste. Você pega muito em pontuação, sentido, e as vezes nem encontro palavras com acentos. Eu recomendo que você consiga um BETA (alguém que possa corrigir seus textos e explicar os erros antes de postar) ou que passe a usar um processador de textos, um corretor online também funciona. Espero que veja isso como uma crítica para melhoria, e que continue tentando ajustar os seus erros, porque é com eles que a gente aprende.

Deixarei um exemplo abaixo para o caso de não ter entendido o que eu disse acima:

Ex: Era segunda feira no acampamento dos gregos e eu estava na trabalhando na forja ao nordeste do chalé de Hermes.

Essa é a primeira frase do seu texto, e ela já está errada. Arrumei-a para você abaixo, para que tente entender a diferença.

CORRETA: Era segunda feira no acampamento grego, e eu estava na forja, trabalhando. Esta ficava localizada a nordeste, próxima ao chalé de Hermes.
Entende a diferença? Eu dei sentido a frase, separei com virgulas para não deixar o texto confuso ou bagunçado, retirei o que não servia naquela frase e busquei novas palavras, tente você também.

Quanto a historia: Eu achei que você fugiu um pouco do roteiro proposto, o tio morto, as mensagens recebidas estão okay, nenhum erro até então. Mas achei que no geral, você poderia ter ido melhor, não encontrei a parte em que você marca o encontro com ele, ele apareceu literalmente do nada para você e então vocês conversam e começam a forjar do nada... Mas no geral, você cumpriu o que foi proposto, então está tudo bem.


Segunda Parte

O garoto e seu tio se distraíram com o trabalho, deixando que o mundo ao redor fosse completamente esquecido, com isso, não perceberam quando as coisas fugiram totalmente do controle. O homem morto deveria ser levado de volta ao inferno, e o servo leal da deusa da noite já tinha chego para busca-la. Seu halito bateu contra as costas de ambos, e o fedor ao redor foi quase insuportável. Braum podia deixar seu tio ir embora e ser morto logo em seguida, ou podia lutar para salvar o homem que tanto venerava, como faria consigo mesmo.

Instruções e explicações

• Nyx/Nox é tida como primeira rainha do submundo, antes que os outros deuses surgissem e tomassem esse posto, teve o poder suficiente para invocar esses mortos e fazê-los entrar em contato com o semideus. Este é um verdadeiro ataque psicológico, pois, mesmo tendo retornado eles têm um prazo para retornarem para o submundo novamente.

• O dia do encontro é o prazo final e eles dizem isso ao semideus com um medo intenso, pois um monstro estaria encarregado de levar o morto de volta para o submundo, por bem ou por mal.

• Escolha a ser feita: Caso eles sejam mortos por esse monstro, eles cairiam nos campos de sofrimento eternamente. Caso eles voltem por vontade própria, eles seguiriam para o Elísio. Cabe ao semideus e seguir sua trama: deixar que o revivido morra pelas mãos do monstro e sofra por toda a eternidade; ou salvá-lo ao derrotar o monstro, permitindo que o morto retorne ao submundo em paz. Ele só consegue retornar dessa forma depois que o monstro seja derrotado.

• Caso seja a primeira opção, ele assistirá passivo a morte da pessoa ou fazer com que o revivido morra em algum momento da batalha. Porém terá de derrotar o monstro depois disso, pois não contente a fera também tentará levar o semideus para o inferno. Caso o semideus escolha a segunda opção, ele terá a chance de salvar o revivido e dar um último adeus, sabendo que a alma dele estará em um paraíso.

• O monstro é um Ghoul/Carniçal. Abaixo seguirá uma descrição mais detalhada do monstro.

Sobre o Ghouls/Carniçais (Retirado do Bestiário):

Semelhantes aos zumbis, ghouls são criaturas medonhas que se alimentam dos corpos dos mortos, ou dos vivos que ousam pisar em seus domínios. Mais resistentes que seus parentes mortos-vivos, os ghouls não são necessariamente criaturas mortas. São imortais e imunes à doenças, mas seu corpo se decompõe como se estivessem mortos. São uma espécie de demônio que se alimenta de carniça, e são inteligentes, apesar de lentos e incapazes de falar claramente. Também podem ser vistos constantemente com hienas de estimação, animais que constantemente se alimentam com eles.


Poderes Passivos:

► Imunidade à doenças e magias mentais, ou de sono. Não são afetados por magias que utilizem persuasão ou qualquer outro tipo de ilusão. São imunes à venenos e também resistentes à frio e ácido. Ataques que utilizem efeitos de escuridão não os afetam.

► Resistência: ghouls são imunes a lacerações e golpes físicos. Em contrapartida, são vulneráveis à magias de luz e fogo.

► Garras: Ghouls possuem unhas afiadíssimas, e praticamente indestrutíveis. São capazes de dilarecer materiais como couro, ferro e madeira.

Poderes Ativos

► Hálito Venenoso - A saliva dos ghouls possui uma sustância venenosa capaz de provocar efeitos alucinógenos em suas vítimas. Com sua mordida, a criatura pode provocar um estado temporário de confusão mental num adversário. Mas apenas sentir o cheiro de seu hálito, pode provocar alucinações febris.

Armamento:
► Peças de armaduras roubadas de cadáveres (capacete, peitorais incompletos, etc)

► Espadas e adagas feitas a partir dos ossos dos cadáveres que devoram.


Status base: 100 hp/ 100 mp
Nível mínimo: 2
Taxa de variação: Aumento de 5 HP/MP por nível.


Regras

- Prazo de postagem: 20 dias
- O revivido não irá, de forma alguma, permanecer no plano humano. Obrigatoriamente ele irá retornar para o submundo, por bem ou por mal (isso é de sua escolha)
- Irá notar que eu não descrevi nível ou barra de hp/mp do Duplo, por ser One-Post, você deverá narrar o nível de dificuldade do monstro de maneira realista a sua personagem e ambiente.
- Boa sorte.









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Re: Quando o Passado Revive - Illidan Braum Wrynn

Mensagem por Illidan Braum Wrynn em Sab Maio 27, 2017 5:33 pm

Parte 2: Quando o Passado Retorna.


Depois de ter forjado a espada juntamente com meu tio deixava ela sobre a mesa perto do forno, aonde forjávamos. Eu admirava o trabalho juntamente com meu tio, fizemos uma bela espada longa de duas mãos, feita de bronze, para relembrar a minha tão amada infância. Um hálito fora do comum batia sobre nossas costas, e logo em seguida, um cheiro pútrido de defunto pairava por toda aquela forja, quando me virei para analisar o que era, me deparo com um ser do além, vindo dos portais do mundo inferior. O monstro parecia ser um morto vivo e tinha uma couraça feita de ferro velho, uma espada feita de carne e ossos humanos, e em sua cinta velha de latão havia cerca de duas adagas feitas a partir de carne e ossos humanos, ele também tinha um pequeno escudo feito de ferro enferrujado.
 
Enquanto observava o monstro, pegava da mesa de madeira próximo da fornalha com a qual estávamos trabalhando um escudo de bronze. Em seguida pegava de meu bolso meu canivete mágico. Fazia o canivete virar uma chave de fenda, em seguida apertava um botão que tinha na chave de fenda, fazendo-a virar um taco de um metro feito de metal. Em seguida rasgava um pedaço de minha vestimenta e encharcava aquele pedaço com graxa, e assim amarrava no meu rosto na parte do nariz, fazia isso com o objetivo de me precaver do cheiro de defunto que aquele monstro tinha.
O morto vivo começava o ataque e dava uma estocada com a espada em direção ao estômago do meu tio. Colocava meu escudo de bronze sobre o caminho ficando na frente de meu tio, o que fazia com que a estocada do monstro e meu escudo se colidissem um com o outro. Segurava firmemente o taco de metal, e dava um cruzado no rosto do zumbi com o taco acertando-o em cheio, porém, aquilo não surtia efeito algum. Estava sendo pressionado pela criatura que agora usava sua outra mão onde estava equipado com um escudo e com suas unhas afiadíssimas começava a me atacar, mas eu colocava o escudo grande de bronze sobre minha frente tomando o dano por mim.

Essa luta estava intensa, e eu estava sendo pressionado para a lareira que estava acesa, o monstro parou por hora a sua investida evitando a proximidade com o calor. Sentia próximo de mim o calor da lareira, e notei que talvez aquilo funcionasse com aquele morto vivo, então apertei o botão com o qual eu tinha feito surgir o taco de metal, e ele se voltou a uma chave de fenda com a qual eu guardava no bolso. Mantinha meu escudo posicionado para defesa e não tirava o olho do monstro, peguei uma tocha acesa que estava na parede, próximo da lareira e comecei a avançar contra o monstro. Começava a espanta-lo com o fogo que estava aceso na tocha, e o monstro evitava as chamas, mas, mesmo assim, atacou com a espada em direção a minha perna direita, agilmente tive tempo de posicionar o escudo para me defender e a espada bateu no escudo, e consequentemente, devido ao atrito do bronze com a espada de osso do zumbi, várias faíscas serem vistas.

Com a mão com a qual eu estava segurando o escudo, eu aproximava ela semiaberta próximo do fogo da tocha com a qual eu estava segurando, e conseguia controlar da tocha uma pequena quantia de fogo com o qual eu usava para atingir o monstro. Ele usava seu escudo de ferro enferrujado, e se defendia de meu ataque, porém isso fez com que ele desse alguns passos para trás. Isso o deixava mais raivoso ainda, o monstro começava a dar ataques seguidos com sua espada, eram várias estocadas e ataques em diagonais, sendo a maioria visada no tronco e nas pernas. Abaixei meu corpo e me mantive em postura defensiva, ampliando ainda mais a defesa feita pelo escudo de bronze. Ele era arranhado em diversos pontos, aquele escudo por mais resistente que fosse não iria aguentar muitas investidas daquele monstro.

Enquanto eu estava fazendo pressão com a tocha acesa começava a bolar uma estratégia para enfiar aquele monstro na lava que estava incandescente, para assim dar um verdadeiro fim que aquela coisa merecia. Apontava minha tocha parcialmente para o monstro e com movimentos ofensivos com a mão direita, começava a atacar o zumbi com algumas pequenas labaredas de fogo que visava acertar a parte de seu corpo que aparentemente não tinha proteção, eram suas pernas. Alguns dos ataques com o fogo acertava a perna direita do morto vivo, e isso o deixava ainda mais raivoso, agora, ele começava a atacar incessantemente com sua espada de osso, e agora começava a morder.

Colocava o escudo sobre a minha frente, recebendo todo o dano do ataque feroz do zumbi, o escudo outrora resistente de bronze estava começando a amassar com as incessantes mordidas e ataques do monstro. Com a mão esquerda movia todo o fogo da tocha para próximo de minha mão esquerda, com o qual eu aumentava e começava a queimar com aquele fogo o pescoço do monstro com o qual urrava de dor, em seguida eu começava a empurra-lo com o escudo para o forno aonde havia lava, ele tentava fugir mais eu não dava aberturas para ele. Forcei-o para dentro do forno e ele empurrava tentando fugir, mas eu dei um empurrão com o escudo, e através de minha força o colocava dentro do forno e fechava a porta do forno.

Ele ficava preso e se debatendo tentando sair mais não conseguiria, pois o forno era realmente pesado com cerca de cento e cinquenta quilos. Ele pegava a espada de ossos e suas adagas e atacavam no meu tio para tentar como último feito acabar com tudo, porém, eu me mantive a frente de meu tio com o escudo absorvendo o dano de uma adaga e da espada. Porém a última adaga por um descuido meu atingia em raspão minha perna esquerda, fazendo um arranhão em minha perna. Via o morto vivo ruir perante a lava com o qual ele estava meu olhar era frio perante aquele que tentou levar meu tio para o submundo falava algumas palavras em seco e com um tom de raiva.

-Queime. Queime até morrer, nunca mais toque em meu tio.

O monstro começava a gritar de dor, porém eu era indiferente à dor do monstro, apenas via ele se contorcer de dor e por fim, adicionava todo o fogo da tocha dentro do forno e o fogo e a lava consumia aos poucos o zumbi o transformando em cinzas. Depois de confiscar se ele havia mesmo virado pó, voltei minha atenção ao meu tio, e vi uma aura branca em volta dele e atrás dele um portal para o mundo inferior. A aura emitia uma luz intensa como se fosse angelical, e meu tio dizia algumas palavras para mim.

-Braum, meu garoto.. Esqueci-me de lhe falar, eu saí um tempo do submundo e vim para esse plano, isso com a autorização da rainha do submundo, Nyx, porém, no nosso encontro esse tempo proposto por Nyx tinha acabado, por isso, ela mandou um ghoul para me levar ao submundo. Agora posso retornar em paz para o mundo inferior. Lembre-se, independente do que as pessoas fizerem a você, sempre as trate bem, talvez um dia elas precisem de você e você delas. Faça amigos, tenha uma namorada ou uma esposa, seja feliz e se cuide meu amado sobrinho.

Terminada a fala de meu tio, eu começava a chorar de tristeza e emoção, era uma mistura enorme de vários sentimentos que eu não conseguiria identificar. Meu tio vinha até a mim e colocava sua testa encostada sobre a minha e me dava um beijo carinhoso em minha testa, e se despedia com um sorriso no rosto adentrando o portal do mundo inferior e indo embora com um lindo sorriso.

Ajoelhava-me no chão e com as mãos sobre meu rosto começava a chorar muito. Depois de um longo tempo chorando voltei-me ao normal pensando nas palavras que meu tio disse, e me levantava com o auxilio de meu joelho e dava um sorriso para mim mesmo, eu iria agora fazer amizade com vários semideuses e os tratar de uma maneira atenciosa e carinhosa. Caminhava até a porta da forja e me retirava dali, agora iria fazer novos amigos com os quais eu poderia ou não confiar.

Obs:
Spoiler:
Tentei melhorar o texto usando o word (o meu é o de 2007) ainda vou melhorar gradativamente conforme for tentando errando acertando etc.
                               



       
     


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Re: Quando o Passado Revive - Illidan Braum Wrynn

Mensagem por Hades em Sab Maio 27, 2017 10:49 pm


O passado se torna o presente


Método de Avaliação

Spoiler:
Essa primeira parte é bastante ligada a trama do personagem e ao clímax do encontro entre o personagem e alguém que já foi importante, de alguma forma, na vida dele e não pertence mais a esse plano. Portanto, será avaliado os seguintes quesitos:

• Escrita: Será avaliado a gramática, a concordância e a fluidez de escrita.

• Criatividade e coerência: Será avaliado aqui o modo como você fez a postagem, se há coerência entre seu personagem e a proposta do evento, se o nível condiz com o que você diz.

• Desenvolvimento da trama: Nenhuma trama pessoal é melhor do que a outra, entretanto, aqui será avaliado o enredo como um todo. Se houve riqueza de detalhes, se houve realidade de escrita, se a personalidade de seu personagem é visível, se houve coerência nas interações desenvolvidas etc

Exp: A primeira parte recebe a metade da experiência total divulgada no post sobre o evento.
Do nível 1 ao 10: 2.500

Dracmas: A primeira parte recebe 5 mil dracmas.
Item: Recebe apenas no final, na avaliação da segunda parte..

Avaliação

Experiência: 2.080
Dracmas: 3.500
Comentário:
Olá, Braum. Definitivamente o seu texto apresentou melhoras em relação ao anterior e eu acredito que você irá mostrar mais avanços, gradativamente.
A segunda parte do evento apresentou alguns erros em relação a virgulas, períodos longos e ponto final. Porém foram erros mínimos a se considerar o seu texto anterior, o que comprova a sua melhora.
Por exemplo: “Depois de ter forjado a espada juntamente com meu tio deixava ela sobre a mesa perto do forno, aonde forjávamos.” O correto, nesse caso, seria separar com virgula a palavra tio da palavra deixava, pois se refere a espada e não a uma ação do seu tio e poderia criar uma confusão, logo a frase concertada ficaria assim: “Depois de ter forjado a espada juntamente com meu tio, deixava ela sobre a mesa perto do forno, aonde forjávamos.”
E, sobre a coerência, eu acredito que você ainda tem o que melhorar nesse ponto, no entanto para o seu nível atual e a considerar suas melhoras, o seu texto é coerente.

Caso tenha alguma dúvida a minha caixa de MP estará aberta.

Item

Nesse evento, por ser particular de cada um e cada um ter desenvolvido de forma diferente, nada mais justo do que o item também ser único para cada um. Porém, para não ser injusta nas minhas escolhas, o item desse evento será montado por você! Veja a lista abaixo, faça suas escolhas e mande por MP para mim o item final!


Tipo: Escolha o seu tipo de item abaixo, acrescente uma descrição específica caso queira, é apenas o visual da arma e o seu tipo. Caso não descreva, será usado o padrão da loja, com tamanho e demais informações. Caso queira Arco ou Besta, ele virá automaticamente com um pacote de 30 dardos/flechas.

• Espada [escolha o seu tipo]
• Faca de Caça
• Adaga
• Arco [escolha o seu tipo]
• Besta [escolha o seu tipo]
• Lança [curta ou longa]
• Foice
• Chicote
• Escudo


Material: Escolha o material que você deseja que sua arma tenha, é possível apenas a escolha de um material. A escolha do material interfere diretamente no dano que a arma vai provocar, assim como o bônus natural do material.

• Ferro estígio
• Bronze Celestial
• Ouro Imperial
• Oricalcio


Efeito 1: Poderá escolher um dos efeitos elementais abaixo. Apesar de estar descrito “arma”, o efeito irá adaptar-se ao tipo dela. Exemplo: serão as flechas a serem encantadas.

• Fogo [a arma será coberta por chamas, provocando 20% a mais de dano e tendo chance de provocar queimaduras]

• Ar [a arma é revestida por uma fina corrente de ar, tão fina que acaba permitindo um corte mais afiado, provocando 20% a mais de dano e dobra as chances de causar danos a materiais de resistência superior]

• Elétrico [a arma é revestida pelo elemento raio, provocando 20% a mais de dano e tendo a chance de provocar paralisia pelo choque]

• Veneno [a arma é coberta por veneno, provocando 20% a mais de dano e tendo a chance de envenenar caso atinja a corrente sanguínea, causando -15HP por 4 turnos]

• Gelo [a arma é revestida por uma fina e dura camada de gelo, provocando 20% a mais de dano e tendo a chance de provocar lentidão no movimento]

Efeito 2: Poderá escolher apenas um dos efeitos abaixo

• Acessório: escolha um acessório que a arma poderá se transformar, especificando qual.
• Ligação com o dono: a arma sempre irá retornar para o dono, aparecendo ao seu lado.



Ἅιδης
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Hades
Deuses Olimpianos
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Re: Quando o Passado Revive - Illidan Braum Wrynn

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