The Blood of Olympus
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Restaurante, Bar e Café

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Re: Restaurante, Bar e Café

Mensagem por Diana L. H. Drumachesky em Seg Out 30, 2017 8:00 pm



O estanho


Diana estava sentada no colo da mãe, olhando de maneira curiosa para o rapaz à sua frente, observou sem dizer nada por algum tempo... Mas a garota não era muito de guardar os pensamentos para si mesma, tratou logo de falar em um tom de total descrença.

- Mãe, Poquê ele tem cabelo na caa? Ati ó! – Passou a mão pelo próprio rosto, na parte de baixo das bochechas, no queixo e acima dos lábios. – Tio, cê é um fauno gande?

Direcionaou o olhar para Abramov, assim que terminou seu questionamento, mantendo o rosto franzido e os braços cruzados ao redor da barriga.

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Re: Restaurante, Bar e Café

Mensagem por Abramov Levitz em Ter Out 31, 2017 1:28 am




CAFÉ CARIBENHO
Acasos da vida de um semideus
Um silêncio breve tomou conta do momento quando a questão do casamento foi levantada. Abramov não sabia da separação, por não ser íntimo de nenhuma das duas, e acabou ficando surpreso com a descoberta. Porém, a chegada da criança quebrou o clima chato. A presença de Diana foi como uma brisa agradável em meio ao calor, refrescante e relaxante.

— Um fauno? — piscou os olhos, tendo sido pego desprevenido pela pergunta. — Uhn, sou. Meus chifres ainda estão crescendo — levou os os dedos indicadores de ambas as mãos à cabeça, simulando dois chifres. — Tá vendo? Vai ser tipo assim quando eles crescerem — brincou, sem perceber que estava com o bigode sujo da espuma do café novamente. Quando notou, se limpou às pressas e se ajeitou na cadeira, constrangido.
Kyra


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Re: Restaurante, Bar e Café

Mensagem por Pandora M. Drumachesky em Sab Nov 04, 2017 5:18 pm




Eu sabia que era educado segurar a vontade de rir, mas não fui capaz de conter a gargalhada perante a pergunta de Diana. — Filha ele não [...] — Tentei dizer, mas Abramov foi mais rápido e entrou na onda da minha filha, fingindo ser algo que não era apenas para, agradar? Não sei a palavra certa, mas sei que me surpreendi com sua reação, algo que me fez encara-lo surpresa e meio perplexa, mas certamente divertida.

— Ah sim, um fauno muito poderoso pelo jeito, sua tia contratou um ser da natureza Didi! — Brinquei com ela, rindo divertida. — O que acha disso? — Perguntei a pequena, apenas para ver o que ela diria ou faria com a nova informação jogada na roda. Eu adorava cada um daqueles momentos com a minha menina, sempre aprendia uma coisa nova com sua maneira de ver o mundo, tão peculiar e diferente, simplesmente me encantava.




Pandora Maya Drumachesky



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Re: Restaurante, Bar e Café

Mensagem por Charlotte A. Blackwell em Qua Nov 08, 2017 12:33 pm

▬A mascara Monstro

Eu tinha me acostumado com o restaurante lotado, mas aquilo estava fora do normal. A pandevie tinha aberto as portas para uma festa noturna de Hallowen, dando chance aos semideuses e funcionários de se fantasiarem como bem entendessem. Era justamente por isso que eu tinha mudado meu turno e agora estava trabalhando durante a noite, já que durante o dia o restaurante tinha sido fechado para preparativos e decoração. O lugar estava lindo, o cenário era perfeito e a comida servida era divina, a música rolava solta e semideuses se jogavam na pista em pura euforia.  Em meio a isso, eu servia mesas com bebida, petiscos e atendia os clientes com a boa cortesia de sempre.

— Vão ser, duas tortinhas de abobora, uma garrafa de rum e dois pratos de baratas carameladas com cobertura de Marshmallow, isso? — Perguntei ao garoto que estava atendendo, apenas para confirmar seu pedido. As comidas da noite eram inusitadas no nome e tinham mesmo forma de aranha, barata e até outros bichos. O fundue era servido no caldeirão e os espetos e talhares lembravam tridentes e varinhas, tudo estava mágico e bastante divertido.

— Um caldeirão fumegante também — Ele completou, anotei rapidamente e me afastei para pegar seu pedido.

Voltei ao balcão e pendurei minha anotação ao lado da janela da cozinha, para em seguida circular pelo salão em busca de uma nova mesa. O lugar estava cheio, não podia parar um minuto para pensar sem ser atropelada por alguém em busca de comida ou informação. Nesse momento, fui detida no meio do caminho por uma mão viscosa, que a princípio, acreditei ser parte de uma fantasia. Curiosa virei o corpo de lado para encarar a criatura e foi assim que acabei me deparando com nada mais, nada menos do que um monstro esquisito.

Os olhos da máscara tinham sido removidos e davam a impressão de estarem ocos, da cintura para cima, a mulher estava nua, mas onde deveriam estar suas pernas, existiam um par de caldas reptilianas assustadoras. Engoli seco, puxei o braço e tentei me afastar, mas o monstro me impediu.

— Por favor me ajude, ninguém acredita em mim aqui, eu, eu... ESTOU AMALDIÇOADO! — Quis rir daquela piada, mas por algum motivo, não consegui. Minha testa se franziu em confusão e a careta que nasceu em meu rosto foi simplesmente inevitável.

— Esse tipo de brincadeira não devia ser permitida, me desculpe, mas eu tenho que trabalhar! — Puxei meu braço novamente, agora com mais força para conseguir me soltar dele, seu aperto ficou ainda mais forte.

— Eu te imploro, eu já pedi a todo mundo desse salão e ninguém ajuda, não sou um monstro! Sou um semideus, estava com a mascara, minha namorada me enfeitiçou e eu virei isso! — Ela gesticulava de maneira impaciente, frisava muita coisa e cuspia verdades em minha cara, sim, verdades, porque eu naturalmente possuía um detector de mentiras que impedia as pessoas de me enganarem. Suspirei baixinho.

— Mas, o que eu posso fazer? — Perguntei baixinho.

— Remova a máscara! Eu preciso que remova a máscara! — Ela explicou, franzi a testa.

— Como faço isso? Sou médica, mas, isso é magia — Franzi a testa pensativa.

— Me ajude a encontrar uma bruxa! — Pediu.

— Mas eu não... — Pensei um pouco, espera aí, eu não só conhecia uma bruxa, como também trabalhava para uma! — Vem comigo! — Pedi baixinho, o puxando pela mão em direção a parte dos fundos, onde ficava a escada para o segundo andar.

— Onde está me levando? —Perguntou.

— Para uma bruxa, a dona do estabelecimento — Expliquei, subindo as escadas rapidamente com a criatura em meu encalço, algo que não durou mais do que alguns segundos. Logo, parava a frente do escritório de Evie.

— Se comporte — Sussurrei antes de bater na porta e ouvi-la gritar um já vai.

Não demorou muito para que Evie surgisse no batente, abrindo a porta de súbito e me encarando com o cenho franzido.

— Isso não é um monstro! — Soltei. — É confuso, mas não é um monstro, e eu não sei como eu sei, mas eu sei que eu sei — Me embolei toda, fiquei vermelha e tentei me explicar. — Ele me encontrou e está enfeitiçado e eu preciso que quebre o feitiço dele, porque, eu não sei porque também — Franzi a testa e encarei Evie, obtendo a certeza de que provavelmente tinha dado um nó em sua cabeça.

Respirei fundo.

— Enfim, isso não é um monstro! — Conclui.

— Isso, eu não sou um monstro, me ajuda moça! Eu provoquei minha namorada e ela enfeitiçou minha máscara para me fazer parecer alguém que eu não sou — Ele continuou.

— E agora precisamos da sua ajuda para remover ela — Completei, radiante por finalmente ter colocado minhas ideias no lugar.

— Calma, vamos com calma, você foi enfeitiçado — Ela apontou em direção ao monstro, ambos assentimos. — E você está ajudando, porque não acha que ele está mentindo — Apontou para mim, assentimos juntos novamente, e Evie, fez o inesperado. Soltou uma gargalhada alta que assustou nós dois.

— O que foi? — Perguntei sem entender.

— Nada, apenas, é curioso a forma que ela usou para amaldiçoar o namorado — Evie se recompôs, ajeitou a postura e se aproximou para analisar a situação. — Efeito de magia de transformação, hum — Ela apoiou os dedos na lateral do rosto da criatura, murmurou algo e fez faíscas arroxeadas saírem da ponta de seus dedos, no minuto seguinte, já puxava a máscara para fora do rosto do monstro, o fazendo encolher e se transformar.

O menino que antes era uma lâmia, agora parecia mais um jovem com 18 anos, cabelos dourados e lindos olhos azuis.

— Obrigada! Eu estava sufocando aí dentro! — Ele agradeceu, me fazendo rir e Evie fazer o mesmo.

— Eu fico com isso, é perigoso demais deixar solto por aí — Evie apontou a máscara, ambos assentimos.

— Vou voltar para o meu trabalho, obrigada pela ajuda Evie! — Acenei brevemente, a garota mais velha sorriu e o menino também agradeceu.

A sensação de dever cumprido se apoderou do meu peito, ambos saímos dali e eu voltei ao trabalho, já o menino ao meu lado foi.... bem, fazer o que ele estava fazendo antes de ser amaldiçoado.
Passiva:

Nível 25
Nome do poder: Convicção Inabalável
Descrição: Médicos não podem deixar-se abalar por nada: eles dificilmente ficarão assustados ou abalados com algo, assim como serão surpreendidos com menos eficácia e nenhuma mentira lhes escapa, embora às vezes os mentirosos mais hábeis, como os filhos de Éris, consigam ocultar em parte sua mentira. Omissão não é afetada, pois não é uma mentira.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Capazes de detectar facilmente mentiras de semideuses com nível igual ou inferior, exceto os semideuses com habilidades para tal.
Dano: Nenhum




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Re: Restaurante, Bar e Café

Mensagem por Febo em Qua Nov 08, 2017 6:05 pm


Modelo de Avaliação


Método de Avaliação:

Valores máximos que podem ser obtidos

Máximo de XP da missão: 1500 XP

Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Realidade de postagem + Ações realizadas: 41%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc: 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência: 26%


RECOMPENSAS: 1305 XP + 1305 dracmas + 1 Doce Roleta

STATUS:

HP:  390/440
MP: 440/440

Comentários:

Em termos de ortografia só posso parabenizá-la, está realmente impecável. Em termos de narrativa, apesar da história ter ficado bastante aceitável, acredito que todo o enredo ficou curto e talvez tenha faltado um pouco mais de ação. Pareceu que tudo ocorreu de uma forma muito simples, sem grandes dificuldades. Mesmo que seja uma semideusa poderosa, tente atentar-se em colocar algo que a coloque em perigo. Lembre-se que missões One Post's, diferente das narradas, é necessário quase sempre dificultar ao máximo a vida do personagem. No mais, parabéns e continue evoluindo.


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Re: Restaurante, Bar e Café

Mensagem por Charlotte A. Blackwell em Dom Fev 04, 2018 5:21 pm

Someday, somehow, I'm gonna make it all right but not right now

Já passava das nove da noite quando o restaurante encheu mais uma vez. Meus dedos ao redor da bandeja pareciam um tanto mais trêmulos pelo dia cheio de trabalho, mas eu ainda sorria, gostava do que fazia e fazia por prazer nas horas em que não estava na enfermaria. Me agradava estar perto de pessoas em um ambiente como aquele e conversar o dia todo com desconhecidos. Eu amava – simples assim – ouvir historias e me distrair naquele restaurante por boa parte da noite, quando servia o café.

Meus turnos agora eram um pouco diferentes por conta dos trabalhos como curandeira, eu tinha que revezar entre os diversos plantões na enfermaria do meio sangue as horas que trabalhava como garçonete, justamente por isso eles variavam. Evie tinha sido compreensiva e até gostara de ter uma garçonete trabalhando em períodos variados, assim sempre tinha uma funcionaria em algum dos turnos que precisava, o que para ela – e para mim também – era mais do que ótimo.

Eu tinha acabado de deixar mais um pedido sobre a mesa de número três quando os primeiros acordes do violão de Jeremy voltaram a soar no pequeno restaurante, e junto a ele aquela voz...

Virei-me depressa ao reconhece-la e me peguei encarando o rosto de anjo da minha irmã e a pessoa que mais amava no mundo. Sua voz rouca tinha prendido a atenção de boa parte dos clientes – e a minha também – fazendo os olhares da maioria ficarem vidrados em sua imagem. Contudo, o olhar dela estava fixo em mim, os azuis presos nos meus castanhos enquanto ela cantava. Eu senti todo o magnetismo de sua voz em meu corpo e com isso também fiquei completamente arrepiada.

Minhas bochechas adquiriram tons de vermelho e só relaxei e voltei a mim quando a mão de Brielle tocou meu ombro, despertando-me do torpor em que eu me encontrava. — Charlie o pedido da mesa cinco! — A menina riu baixo, me fazendo assentir e correr atender a mesa que me aguardava. Ainda assim pelo restante da noite minha atenção não foi a mesma, pois estava totalmente voltada para ela e a voz dela que ainda soava naquele cômodo. A parte mais engraçada? É que em meio a isso até esqueci de perguntar que diabos ela estava fazendo ali.




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