The Blood of Olympus
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Restaurante, Bar e Café

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Re: Restaurante, Bar e Café

Mensagem por Diana L. H. Drumachesky em Seg Out 30, 2017 8:00 pm



O estanho


Diana estava sentada no colo da mãe, olhando de maneira curiosa para o rapaz à sua frente, observou sem dizer nada por algum tempo... Mas a garota não era muito de guardar os pensamentos para si mesma, tratou logo de falar em um tom de total descrença.

- Mãe, Poquê ele tem cabelo na caa? Ati ó! – Passou a mão pelo próprio rosto, na parte de baixo das bochechas, no queixo e acima dos lábios. – Tio, cê é um fauno gande?

Direcionaou o olhar para Abramov, assim que terminou seu questionamento, mantendo o rosto franzido e os braços cruzados ao redor da barriga.

Diana L. H. Drumachesky
Diana L. H. Drumachesky
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Re: Restaurante, Bar e Café

Mensagem por Abramov Levitz em Ter Out 31, 2017 1:28 am




CAFÉ CARIBENHO
Acasos da vida de um semideus
Um silêncio breve tomou conta do momento quando a questão do casamento foi levantada. Abramov não sabia da separação, por não ser íntimo de nenhuma das duas, e acabou ficando surpreso com a descoberta. Porém, a chegada da criança quebrou o clima chato. A presença de Diana foi como uma brisa agradável em meio ao calor, refrescante e relaxante.

— Um fauno? — piscou os olhos, tendo sido pego desprevenido pela pergunta. — Uhn, sou. Meus chifres ainda estão crescendo — levou os os dedos indicadores de ambas as mãos à cabeça, simulando dois chifres. — Tá vendo? Vai ser tipo assim quando eles crescerem — brincou, sem perceber que estava com o bigode sujo da espuma do café novamente. Quando notou, se limpou às pressas e se ajeitou na cadeira, constrangido.
Kyra


I never promised you an open heart or charity
I never wanted to abuse your imagination
Abramov Levitz
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Re: Restaurante, Bar e Café

Mensagem por Pandora M. Drumachesky em Sab Nov 04, 2017 5:18 pm




Eu sabia que era educado segurar a vontade de rir, mas não fui capaz de conter a gargalhada perante a pergunta de Diana. — Filha ele não [...] — Tentei dizer, mas Abramov foi mais rápido e entrou na onda da minha filha, fingindo ser algo que não era apenas para, agradar? Não sei a palavra certa, mas sei que me surpreendi com sua reação, algo que me fez encara-lo surpresa e meio perplexa, mas certamente divertida.

— Ah sim, um fauno muito poderoso pelo jeito, sua tia contratou um ser da natureza Didi! — Brinquei com ela, rindo divertida. — O que acha disso? — Perguntei a pequena, apenas para ver o que ela diria ou faria com a nova informação jogada na roda. Eu adorava cada um daqueles momentos com a minha menina, sempre aprendia uma coisa nova com sua maneira de ver o mundo, tão peculiar e diferente, simplesmente me encantava.




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Não tenha pena dos mortos, e sim dos vivos.
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Re: Restaurante, Bar e Café

Mensagem por Charlotte A. Blackwell em Qua Nov 08, 2017 12:33 pm

▬A mascara Monstro

Eu tinha me acostumado com o restaurante lotado, mas aquilo estava fora do normal. A pandevie tinha aberto as portas para uma festa noturna de Hallowen, dando chance aos semideuses e funcionários de se fantasiarem como bem entendessem. Era justamente por isso que eu tinha mudado meu turno e agora estava trabalhando durante a noite, já que durante o dia o restaurante tinha sido fechado para preparativos e decoração. O lugar estava lindo, o cenário era perfeito e a comida servida era divina, a música rolava solta e semideuses se jogavam na pista em pura euforia.  Em meio a isso, eu servia mesas com bebida, petiscos e atendia os clientes com a boa cortesia de sempre.

— Vão ser, duas tortinhas de abobora, uma garrafa de rum e dois pratos de baratas carameladas com cobertura de Marshmallow, isso? — Perguntei ao garoto que estava atendendo, apenas para confirmar seu pedido. As comidas da noite eram inusitadas no nome e tinham mesmo forma de aranha, barata e até outros bichos. O fundue era servido no caldeirão e os espetos e talhares lembravam tridentes e varinhas, tudo estava mágico e bastante divertido.

— Um caldeirão fumegante também — Ele completou, anotei rapidamente e me afastei para pegar seu pedido.

Voltei ao balcão e pendurei minha anotação ao lado da janela da cozinha, para em seguida circular pelo salão em busca de uma nova mesa. O lugar estava cheio, não podia parar um minuto para pensar sem ser atropelada por alguém em busca de comida ou informação. Nesse momento, fui detida no meio do caminho por uma mão viscosa, que a princípio, acreditei ser parte de uma fantasia. Curiosa virei o corpo de lado para encarar a criatura e foi assim que acabei me deparando com nada mais, nada menos do que um monstro esquisito.

Os olhos da máscara tinham sido removidos e davam a impressão de estarem ocos, da cintura para cima, a mulher estava nua, mas onde deveriam estar suas pernas, existiam um par de caldas reptilianas assustadoras. Engoli seco, puxei o braço e tentei me afastar, mas o monstro me impediu.

— Por favor me ajude, ninguém acredita em mim aqui, eu, eu... ESTOU AMALDIÇOADO! — Quis rir daquela piada, mas por algum motivo, não consegui. Minha testa se franziu em confusão e a careta que nasceu em meu rosto foi simplesmente inevitável.

— Esse tipo de brincadeira não devia ser permitida, me desculpe, mas eu tenho que trabalhar! — Puxei meu braço novamente, agora com mais força para conseguir me soltar dele, seu aperto ficou ainda mais forte.

— Eu te imploro, eu já pedi a todo mundo desse salão e ninguém ajuda, não sou um monstro! Sou um semideus, estava com a mascara, minha namorada me enfeitiçou e eu virei isso! — Ela gesticulava de maneira impaciente, frisava muita coisa e cuspia verdades em minha cara, sim, verdades, porque eu naturalmente possuía um detector de mentiras que impedia as pessoas de me enganarem. Suspirei baixinho.

— Mas, o que eu posso fazer? — Perguntei baixinho.

— Remova a máscara! Eu preciso que remova a máscara! — Ela explicou, franzi a testa.

— Como faço isso? Sou médica, mas, isso é magia — Franzi a testa pensativa.

— Me ajude a encontrar uma bruxa! — Pediu.

— Mas eu não... — Pensei um pouco, espera aí, eu não só conhecia uma bruxa, como também trabalhava para uma! — Vem comigo! — Pedi baixinho, o puxando pela mão em direção a parte dos fundos, onde ficava a escada para o segundo andar.

— Onde está me levando? —Perguntou.

— Para uma bruxa, a dona do estabelecimento — Expliquei, subindo as escadas rapidamente com a criatura em meu encalço, algo que não durou mais do que alguns segundos. Logo, parava a frente do escritório de Evie.

— Se comporte — Sussurrei antes de bater na porta e ouvi-la gritar um já vai.

Não demorou muito para que Evie surgisse no batente, abrindo a porta de súbito e me encarando com o cenho franzido.

— Isso não é um monstro! — Soltei. — É confuso, mas não é um monstro, e eu não sei como eu sei, mas eu sei que eu sei — Me embolei toda, fiquei vermelha e tentei me explicar. — Ele me encontrou e está enfeitiçado e eu preciso que quebre o feitiço dele, porque, eu não sei porque também — Franzi a testa e encarei Evie, obtendo a certeza de que provavelmente tinha dado um nó em sua cabeça.

Respirei fundo.

— Enfim, isso não é um monstro! — Conclui.

— Isso, eu não sou um monstro, me ajuda moça! Eu provoquei minha namorada e ela enfeitiçou minha máscara para me fazer parecer alguém que eu não sou — Ele continuou.

— E agora precisamos da sua ajuda para remover ela — Completei, radiante por finalmente ter colocado minhas ideias no lugar.

— Calma, vamos com calma, você foi enfeitiçado — Ela apontou em direção ao monstro, ambos assentimos. — E você está ajudando, porque não acha que ele está mentindo — Apontou para mim, assentimos juntos novamente, e Evie, fez o inesperado. Soltou uma gargalhada alta que assustou nós dois.

— O que foi? — Perguntei sem entender.

— Nada, apenas, é curioso a forma que ela usou para amaldiçoar o namorado — Evie se recompôs, ajeitou a postura e se aproximou para analisar a situação. — Efeito de magia de transformação, hum — Ela apoiou os dedos na lateral do rosto da criatura, murmurou algo e fez faíscas arroxeadas saírem da ponta de seus dedos, no minuto seguinte, já puxava a máscara para fora do rosto do monstro, o fazendo encolher e se transformar.

O menino que antes era uma lâmia, agora parecia mais um jovem com 18 anos, cabelos dourados e lindos olhos azuis.

— Obrigada! Eu estava sufocando aí dentro! — Ele agradeceu, me fazendo rir e Evie fazer o mesmo.

— Eu fico com isso, é perigoso demais deixar solto por aí — Evie apontou a máscara, ambos assentimos.

— Vou voltar para o meu trabalho, obrigada pela ajuda Evie! — Acenei brevemente, a garota mais velha sorriu e o menino também agradeceu.

A sensação de dever cumprido se apoderou do meu peito, ambos saímos dali e eu voltei ao trabalho, já o menino ao meu lado foi.... bem, fazer o que ele estava fazendo antes de ser amaldiçoado.
Passiva:

Nível 25
Nome do poder: Convicção Inabalável
Descrição: Médicos não podem deixar-se abalar por nada: eles dificilmente ficarão assustados ou abalados com algo, assim como serão surpreendidos com menos eficácia e nenhuma mentira lhes escapa, embora às vezes os mentirosos mais hábeis, como os filhos de Éris, consigam ocultar em parte sua mentira. Omissão não é afetada, pois não é uma mentira.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Capazes de detectar facilmente mentiras de semideuses com nível igual ou inferior, exceto os semideuses com habilidades para tal.
Dano: Nenhum




Charlotte Aimée Blackwell
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Re: Restaurante, Bar e Café

Mensagem por Febo em Qua Nov 08, 2017 6:05 pm


Modelo de Avaliação


Método de Avaliação:

Valores máximos que podem ser obtidos

Máximo de XP da missão: 1500 XP

Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Realidade de postagem + Ações realizadas: 41%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc: 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência: 26%


RECOMPENSAS: 1305 XP + 1305 dracmas + 1 Doce Roleta

STATUS:

HP:  390/440
MP: 440/440

Comentários:

Em termos de ortografia só posso parabenizá-la, está realmente impecável. Em termos de narrativa, apesar da história ter ficado bastante aceitável, acredito que todo o enredo ficou curto e talvez tenha faltado um pouco mais de ação. Pareceu que tudo ocorreu de uma forma muito simples, sem grandes dificuldades. Mesmo que seja uma semideusa poderosa, tente atentar-se em colocar algo que a coloque em perigo. Lembre-se que missões One Post's, diferente das narradas, é necessário quase sempre dificultar ao máximo a vida do personagem. No mais, parabéns e continue evoluindo.


Atualizado por Hércules.
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Re: Restaurante, Bar e Café

Mensagem por Charlotte A. Blackwell em Dom Fev 04, 2018 5:21 pm

Someday, somehow, I'm gonna make it all right but not right now

Já passava das nove da noite quando o restaurante encheu mais uma vez. Meus dedos ao redor da bandeja pareciam um tanto mais trêmulos pelo dia cheio de trabalho, mas eu ainda sorria, gostava do que fazia e fazia por prazer nas horas em que não estava na enfermaria. Me agradava estar perto de pessoas em um ambiente como aquele e conversar o dia todo com desconhecidos. Eu amava – simples assim – ouvir historias e me distrair naquele restaurante por boa parte da noite, quando servia o café.

Meus turnos agora eram um pouco diferentes por conta dos trabalhos como curandeira, eu tinha que revezar entre os diversos plantões na enfermaria do meio sangue as horas que trabalhava como garçonete, justamente por isso eles variavam. Evie tinha sido compreensiva e até gostara de ter uma garçonete trabalhando em períodos variados, assim sempre tinha uma funcionaria em algum dos turnos que precisava, o que para ela – e para mim também – era mais do que ótimo.

Eu tinha acabado de deixar mais um pedido sobre a mesa de número três quando os primeiros acordes do violão de Jeremy voltaram a soar no pequeno restaurante, e junto a ele aquela voz...

Virei-me depressa ao reconhece-la e me peguei encarando o rosto de anjo da minha irmã e a pessoa que mais amava no mundo. Sua voz rouca tinha prendido a atenção de boa parte dos clientes – e a minha também – fazendo os olhares da maioria ficarem vidrados em sua imagem. Contudo, o olhar dela estava fixo em mim, os azuis presos nos meus castanhos enquanto ela cantava. Eu senti todo o magnetismo de sua voz em meu corpo e com isso também fiquei completamente arrepiada.

Minhas bochechas adquiriram tons de vermelho e só relaxei e voltei a mim quando a mão de Brielle tocou meu ombro, despertando-me do torpor em que eu me encontrava. — Charlie o pedido da mesa cinco! — A menina riu baixo, me fazendo assentir e correr atender a mesa que me aguardava. Ainda assim pelo restante da noite minha atenção não foi a mesma, pois estava totalmente voltada para ela e a voz dela que ainda soava naquele cômodo. A parte mais engraçada? É que em meio a isso até esqueci de perguntar que diabos ela estava fazendo ali.




Charlotte Aimée Blackwell
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Re: Restaurante, Bar e Café

Mensagem por Beau G. Edmond em Seg Jan 28, 2019 11:07 pm






Drinkin' that ice cold beer
Runnin' them red dirt roads out, kicking up dust



O fim da batalha no tártaro marcou também o término da minha busca de vingança contra a deusa da noite, por mais que não tenha enfrentado-a diretamente, ficando com os deuses esse papel, eu me sentia mais leve, como se todo o peso em minhas costas tivesse desaparecido. Por conta daquela divindade eu traí as deusas que jurei lealdade, quase morri e ainda tive pesadelos por bastante tempo. Agora tudo estava acabado.

Com a vitória, um súbito sentimento de vazio pairou dentro de mim. Com o meu objetivo maior realizado, o que restava para o meu futuro? Ou melhor, o que faria agora sem uma meta? Não tive como negar que aquela sensação mexeu comigo, me deixando um pouco perdido. Sentimento esse que, por sorte, foi deixado para trás assim que escutei um grupo de semideuses falando sobre uma possível reunião de comemoração pós-guerra. Como há tempo não participava de uma roda de socialização, vi naquela situação um possível escape para esvaziar a mente e relaxar depois de tudo o que aconteceu.

Tratei de avisar ao Prowler e a pequena Ais sobre a comemoração, o local que estava marcado, pelo que entendi, possuía ambientes mistos o que possibilitaria a presença da menor, não precisando ficar junto aos adultos. Apesar de desejar a presença deles, sabia que podiam estar cansados e por isso não insisti, esperava que eles aparecessem em algum momento. Kero dispensou qualquer saída, se jogando na minha cama e iniciando um ronco em poucos segundos, talvez as batalhas foram demais para o felino com mais de cem anos.

— Velhote.

Comentei enquanto retirava toda a roupa rasgada e ensanguentada, jogando-as no chão, no canto do quarto que levava o nome de Hespéria – em algum momento eu decidiria o que iria fazer com aqueles trapos, se jogarei fora ou se guardarei de recordação. O banho demorado serviu para tirar toda a energia ruim do ambiente anterior, assim para relaxar todos os músculos, que aos poucos começavam a incomodar agora que o corpo estava frio.

A escolha de roupa não foi um processo demorado, pelo contrário, peguei os primeiros itens que combinavam e que cobririam a maior parte de meu corpo, escondendo as marcas de guerra ao máximo. Finalizei a preparação espirrando um pouco de perfume nas áreas de maior fixação e saí do quarto deixando uma fera alada adormecida em minha cama para trás.

Apesar de nunca ter pisado no acampamento romano, eu sabia dos portais que ligavam os acampamentos, por isso não tive problemas em chegar a Nova Roma. Meu andar pelas ruas era ao mesmo tempo que atento, apressado, não sabia quanto tempo tinha demorado, por isso, por mais que estivesse curioso em descobrir toda aquela nova região, queria chegar logo ao local de encontro.

A loja que possuía todo o atrativo para seus fregueses desde bar a um restaurante, possuía o nome de uma romana que conheci anos atrás, a primeira com quem saí em uma missão em dupla. Evie talvez fosse a dona dali. Esperava que pudesse encontra-la por lá. Adentrei ao ajeitar a camisa de botões que estava aberta sobre a branca.

O movimento não lá tão movimentado, algumas pessoas andavam de um lado para o outro, conversando ou apenas trocando de lugar. Não reconheci nenhum dos poucos rostos ali presentes enquanto subia a escada do primeiro andar. Talvez minha demora não tivesse sido tanta assim afinal, ou talvez já tenham ido embora. Coloquei as mãos nos bolsos dianteiro da calça e segui até o bar, onde me encostei sobre a bancada e cumprimentei uma das garçonetes gêmeas.

— Boa noite. Um Blue Lagoon por favor.

x wearing this







Kiss
me beneath
the milky twilight
Beau G. Edmond
Beau G. Edmond
Guardiões das Hesperides
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Re: Restaurante, Bar e Café

Mensagem por Aislynn Prescott em Ter Jan 29, 2019 6:32 pm

O mundo é grande demais para permanecermos apenas em um lugar
Aventure-se
Olhando sua aparência uma última vez no espelho do seu quarto, Aislynn acreditou estar pronta. Preferiu deixar os seus cabeços soltos, fazia um bom tempo que não os deixava assim. Olhou para os pés, sequer sonharia em utilizar salto, por isso o bom e velho tênis estava calçado deixando-a confortável. O macacão preto que escolheu também permitia ficar livre caso resolvesse dançar, era a sua primeira festa então não fazia ideia do que esperar. Sua arrumação não levou mais do que trinta minutos, gostava de ser pratica e não utilizava maquiagem, o máximo era um creme na pele e cacau nos lábios para não os deixar ressecados.  

Saiu do chalé de Apolo, preferiu ficar por ali para ser mais fácil encontrar Aloy. A semideusa estava muito agitada, o que a fazia segurar sua pequena bolça com força. Sentia-se dessa forma desde que ficou sabendo por Beau da festa, esperava comer muito e se divertir bastante. Enquanto andava até o chalé de Pobhos permitia que sua imaginação fluísse sobre o que esperar da celebração. Mesmo que os tempos de paz não durassem, deveria aproveitar enquanto permanece e com toda a certeza era isso que faria esta noite. Ao encontrar com o filho do medo, Aislynn sorriu ao ver que ele tinha realmente caprichado na roupa, era simples, contudo possuía estilo.  

— Vou te apresentar a todos que conheço. — Tagarelava animada enquanto realizavam a travessia do portal situado na biblioteca que permitia chegar a Nova Roma. — Ah, e antes que eu esqueça. Nyx é uma deusa que causou muitos problemas, essa cidade ficou destruída depois de uma invasão comandada por ela. — Tentou colocá-lo a par da situação antes de chegar. — Descemos até o tártaro onde a cede dela ficava e a guerra começou. Foi um jeito que encontraram para acabar de vez com as loucuras dela. — Seu sorriso no decorrer dos fatos não estava mais presente, aquele assunto só trazia pensamentos ruins que gostaria de esquecer. — Tivemos muitas perdas, principalmente quando invadiu a Nova Roma.  Contudo, os deuses prenderam ela em seu próprio castelo e cá estamos.

Ao fim da explicação ela parou de andar, pois chegaram no local desejado: Pandevie Magie. A semideusa adentrou no recinto e subiu as escadas acompanhada do garoto para que pudessem chegar no restaurante onde foi marcado. Aislynn mordeu o lábio inferior não aguentando de tanta ansiedade e controlando um sorrisinho bobo. O primeiro conhecido que ela reparou não podia ser nada menos do que Beau, o rapaz conseguia chamar a atenção até de longe. A filha do Sol acenou com empolgação na direção que ele estava e, sem pedir permissão, ignorando completamente a etiqueta ela puxou pelo braço Aloy fazendo-o atravessar o recinto até ficar ao lado do filho de Eros que estava tendo o seu pedido entregue.  

— Beua, este é  Alöysius Lecter! — Disse mostrando o rapaz. — Aloy este é Beau! — Após esse pequeno movimento a pequena, ainda empolgada, aproximou-se do balcão para fazer o seu pedido também. Não era fã de café, porém gostava muito dos enfeites que colocavam na bebida. — Por favor, poderia me trazer um Caramelo Macchiato? — Pediu, empolgada. Posteriormente olhou ao redor e franziu o cenho, será que teria uma música para dançar?

ROUPA


The A³B Squad
Aislynn Prescott
Aislynn Prescott
Guardiões das Hesperides
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Idade : 13
Localização : Tomando um Sol por ai

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Re: Restaurante, Bar e Café

Mensagem por Alöysius Lecter em Ter Jan 29, 2019 7:27 pm



OK,
DONT BE FREAK
PANDEVIE, acompanhado de Aislynn.



Alöy tinha um motivo para sorrir, mesmo que sutilmente, pela primeira vez. Não era um sorriso momentâneo - ele estava, pela primeira vez após os incidentes, normal. Não sabia como, mas tinha arranjado alguém com quem andar, e isso o deixava desconfortável de certo modo: as únicas pessoas com quem ele já fora terno tinham morrido. Relutando com a cabeça, Alöysius quis afastar aquele incômodo. Sabia que deveria estar contente em não se tratar de mais uma perda, ou catástrofe, mas sim, algo de fato bom.

Já havia se despedido de Ais à muito, e ainda se encontrava estagnado, de frente para todas as (reles) vestes que possuía. Ela teria dito a ele que não precisava ser nada de mais, mas mesmo assim, ele tentaria ficar no mínimo "aprazível"; acabou optando por uma calça preta com um cinto de couro,  erguendo-a, e vestiu uma peita avermelhada que possuía, sem fazer muita distinção. Achava que seria suficiente. Antes de sair novamente, trancou seu cômodo para que ninguém adentrasse, ainda mais Zendayä, quem ele sabia que já tinha vasculhado-o uma vez.

Prendendo a chave no cós, aguardou lá fora para que quando Ais aparecesse, não precisasse se aproximar das acomodações de Phobos.

Assim que ela surgiu mais a frente, Alöy se ergueu para cumprimentá-la. No percurso até o umbral que os levaria para Roma, ele se manteve atento às falas da morena, olhando-a de vez em nunca, quando queria ter mais certeza do que estava sendo dito - de acordo com ela, eles haviam passado por um massacre pouco antes de Alöysius aparecer, um progênie de Phobos que poderia muito bem ter sido útil, mas que surtira tarde demais. O menor gostaria de ter feito algo, pois afinal, muitos morreram.

Quando terminaram de atravessar, ele se deparou um resquício aparente de seu passado: parecia que havia voltado para lá em um piscar de olhos. Ele esboçou uma risada longa, que cessou quando Ais o encarou admirada pela sua reação. Só faltava ver Öphélia disposta ao lado de alguém, falando de tudo que era possível.

Ao limpar a garganta, assentindo para sua anfitriã, então, ele a acompanhou pelos arredores até alcançar um homem que ela provavelmente prezava. "Um veterano...".

- Beau, este é  Alöysius! - ela diz, apontando-o: - Alöy este é Beau!

O menor hesitou em estender-lhe a mão. Não fisionomicamente, mas internamente. Esse era o jeito de Alöysius, não tinha como ele deixar de avaliá-lo de breve, antes de por fim, aproximar-se com um aperto:

- Prazer, sou da prole de Phobos. Ela quis que eu viesse - disse sem nem um agravante em sua voz, e depois analisou o que tinha para pedir em um cardápio largado por ali: - E um Amaretto, por favor - sibilou para que fosse preparado adjunto com o de Aislynn.



ROUPA
Alöysius Lecter
Alöysius Lecter
Filhos de Phobos/Timmos
Filhos de Phobos/Timmos

Idade : 14

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Re: Restaurante, Bar e Café

Mensagem por Prowler em Ter Jan 29, 2019 7:29 pm


Let the celebrations begin, Nox fell
After the terrible clashes in the Tartar, it's tea time
A vitória sobre Nox mexeu com todos os semideuses envolvidos, do Júpiter ao Meio-Sanue, guerreiros dos mais variados tipos festejavam o fim daquela fatídica guerra. Em seu ar insólito, Prowler apenas sentia que uma parte do dever havia sido cumprido. O mundo não estava são e nem seguro, porém, por hora, era possível descansar e talvez, só talvez, se divertir um pouco.

Beau havia comentado sobre uma pequena comemoração que iriam fazer, ao que parecia no Pandevie Magie. Depois de tudo que passou junto a seus companheiros, a prole de Ceres resolveu socializar um pouco com eles, conhecê-los melhor. No fim das contas, eles só haviam se encontrado na intenção do dever. Claro que a esperança de ver Louise por ali era uma ponta solta. Desde que a filha de Vênus acabou o relacionamento deles, o garoto não teve a oportunidade de conversar com a moça.

Vestindo algumas roupas leves, Prowler avistou os colegas juntos, contrastando com os demais semideuses que passeavam por ali. Ele não sabia bem o que falar ou o que fazer, apenas aproximou-se, sem muitas expressões faciais.

— Não esperava encontrá-los em ambientes assim. — pôs o loiro, achegando-se perto dos guardiões. — Na verdade, não esperava frequentar também. — bufou, olhando para o desconhecido perto de Aislynn, o que gerou um certo ciúme na prole de Ceres, que naquele instante não entendeu bem, mas assentiu a Alöysius, acenando com a mão. — Um copo de água, por favor. — pediu o rapaz, sentando-se ao lado de Beau, ao tempo que tentava interagir com os semideuses próximos.

Poderes:
Passivos:
-
Ativos:
-

Observações:
- FPA
- Roupas

Itens:
-




PROWLER • SON OF CERES
Prowler
Prowler
Guardiões das Hesperides
Guardiões das Hesperides

Idade : 18
Localização : Acampamento Júpiter

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Re: Restaurante, Bar e Café

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