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Restaurante, Bar e Café

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Re: Restaurante, Bar e Café

Mensagem por Sun Hee em Qua Maio 24, 2017 5:44 pm

Work, Trabalho, 작업

♥ Be happy, make happy, happinnes is the only way to face life. ♥

O que não conseguia? Me suportar? Ficar perto de mim? Por essa eu não havia esperado, na verdade... esse foi um fora que eu não havia pensado, talvez porque não tivesse sido um, mas eu não entendi até o rosto dele estar perto demais.

Os lábios dele tocaram os meus e foram pedindo espaço, se movendo em sincronia comigo. Cada toque era macio e aconchegante, sem que eu me desse conta, meus braços envolviam-no num abraço, eu estava nas pontas dos pés e meus olhos fechados.

Eu não precisava ver nada do que estava acontecendo, apenas sentir o calor dele sendo irradiado para mim, seus sentimentos me inundando de paz. Eu o apertei mais forte contra mim, eu queria ter certeza de que ele era real, de que eu podia senti-lo, era bom saber que ele estava ali tão perto.

Já se sentiu como se tudo ao seu redor tivesse apagado num borrão? Não importa barulho, não importa confusão, não importa nada nem ninguém ao seu redor e você poderia desistir de tudo para ficar presa naquele instante?
Mesmo que dali em diante tudo desse errado, aquele momento valeria cada dificuldade. E como se eu não pudesse mais explodir em felicidade, ao saber que ele pensava em mim como eu havia pensado nele por tanto tempo, senti os lábios dele movendo-se contra os meus.

“Eu preciso de você, Sun Hee!”

E eu precisava estar ali, apenas.

Sorri, eu estava verdadeiramente feliz, era como se eu tivesse esperado aquilo por muito tempo e finalmente tivesse acontecendo. Talvez, se eu não houvesse esperado tanto, a mágica não fosse tamanha. Ainda era cedo para certas verdades, mas eu já as conhecia, meu coração pertencia somente a ele. Minha leadade, minha vida... Aquela garoto havia me despido de qualquer dúvida, eu queria estar ao lado dele e estaria pelo tempo que ele quisesse.

"baby baby 그대는 caramel macchiato  [...] baby baby 그대는 café latte 향보다"

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Re: Restaurante, Bar e Café

Mensagem por Abramov Levitz em Seg Set 18, 2017 12:03 am




CAFÉ CARIBENHO
Acasos da vida de um semideus
"Como eu nunca vim aqui antes?" Foi o primeiro pensamento, ao adentrar o recinto.

Sendo um cliente antigo da loja Pandevie, seus passos dentro daquele lugar sempre foram: entrar, comprar, pagar e sair. Nunca foi muito chegado ao Acampamento Júpiter e à Nova Roma. No fundo, sempre achou que aquela fantasia de viver para sempre em paz e feliz era baboseira. Afinal, nem todos podiam desfrutar daquele luxo, e, seu senso de justiça apitava negativamente para isso. Contudo, por mais contraditório e hipócrita que pudesse parecer, lá estava ele, conhecendo o lugar onde iria trabalhar. Melhor dizendo, os arredores. Elena lhe convidou para trabalhar em sua nova loja, e, por nunca ter trabalhado na vida, achou que seria uma boa experiência. Afinal, seus pais sempre tiveram dinheiro, e, mesmo bancando o jovem revoltado que não liga para dinheiro a adolescência inteira, no fundo era bastante mimado.

— Não é uma Starbucks, mas... — comentou consigo mesmo, já dentro da cafeteria.

Sua primeira impressão foi de que o lugar era incrível, mesmo para ele que, como semideus, já viu de tudo. Seus olhos percorreram todo o espaço do primeiro andar, mas foi o café que mais lhe chamou a atenção. Obviamente então não demorou até achar uma mesa para chamar de sua. "Ou talvez seja melhor que a Starbucks", considerou, conforme sentiu os aromas dos grãos impregnarem seu olfato. Apaixonado por café, sempre foi muito exigente com a qualidade dos que tomava. Era a única coisa da qual fazia questão de ser chato, pois a bebida quente sempre lhe lembrou de uma viagem querida com sua mãe, quando menor. Assim, dirigiu-se à varanda, na expectativa de sentir a melancólica brisa da tarde.

— Um caribenho, por favor — pediu, quando abordado pela atendente.

A escolha foi peculiarmente intencional. Sua última missão como ceifador foi justamente em uma ilha caribenha, logo, por que não fazer um brinde à ela, ponderou.

"Por quanto tempo isso vai durar?" Se questionou a respeito da tranquilidade com a qual os pedestres andavam.

Por se tratar do primeiro andar, ficou sentado ao lado da rua, em uma cena digna de comédia romântica. Só que nesse caso ele seria o mocinho solitário que não sabe o que quer da vida. E, se o amor de sua vida aparecesse, com toda certeza não iria perceber, por estar tão preocupado com a situação da guerra. De tão entretido em seus próprios pensamentos, sequer percebeu quando a jovem retornou com seu café, espantando-se quando ela lhe tocou o ombro direito.

— Obrigado — agradeceu, um pouco sem graça pelo susto que levou.

O choque de realidade veio quando encostou a boca na porcelana levemente aquecida. Adorava como as xícaras ficavam em um meio termo de quente e frio nas bordas, pela temperatura naturalmente gelada do material, e a quentura do líquido que as preenchia. O pensamento lhe divertiu ao ponto de esboçar um sorriso bobo, com direito à bigodinho de baunilha em cima dos lábios superiores. Saboreou lentamente sua bebida, lembrando-se da noite de acampamento com sua mãe, onde ouviu pela primeira vez histórias sobre deuses e monstros. Naquele tempo, era inocente e tudo lhe impressionava. Instigado pela curiosidade repentina, se perguntou como teria sido se já soubesse naquela época que era um semideus.

— Outra resposta que nunca vou ter — sussurrou, antes de colocar o café de volta na mesa e o mexer com a colher.
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Re: Restaurante, Bar e Café

Mensagem por Pandora M. Drumachesky em Seg Set 18, 2017 12:24 pm




— Senhora? — A garota questionou, me fazendo erguer o olhar e sorrir fracamente.

— Está tudo bem, Marta, é apenas cansaço por ter abusado um pouquinho demais da minha energia, acho que preciso tomar um ar — Expliquei, abrindo um sorriso um pouco maior para tentar convencer a velha senhora.

Eu estava no estoque, tinha duplicado e triplicado os itens que estavam faltando a alguma semana, usado e abusado da magia para conseguir aumentar a quantidade de itens presentes em nosso arsenal de venda, algo que em teoria, era fácil, mas na pratica quando usado em excesso, se tornava um pouco demais. Marta era uma das funcionárias da loja, uma senhora que morava em Nova Roma e tinha por volta dos 40 anos de idade, tinha sido contratada justamente por isso, para garantir que os mais jovens – como eu e Evie – tivessem o mínimo de responsabilidade dentro do café.

Tanto eu, quanto minha sócia, prezávamos pelo bom convívio entre nossos funcionários, por um atendimento adequado, um ambiente limpo e um cenário mágico que agradece e atraísse ainda mais semideuses para nosso lugar. O lucro que vinha dele era grande, então o pouco que fazíamos, já valia – e muito – apena.

— Eu vou descer para a Varanda, peça a Rachel para me levar uma caneca de Mocha Vienna para mim, com uma dose extra de Néctar! — Pedi educada, abrindo a porta e saindo, deixando a senhora para trás.

Desci para o primeiro andar rapidamente, ignorei todos os clientes do estabelecimento e fui direto para o lado de fora, eu realmente precisava de ar. — Finalmente — Suspirei baixinho, agarrando a porta de vidro e saindo para a varanda, apenas para quebrar a distância entre meu corpo e as barras de ferro e tragar o ar com força para dentro dos pulmões. O vento fresco me agradava, o cheiro do café era gostoso e o barulho ao redor tinha aumentado, mas de uma maneira gradativa.

Fechei os olhos por um momento e me permiti relaxar, sentindo o corpo aos poucos voltar ao normal. Meus músculos ainda estavam um tanto quanto dormentes e minha expressão não devia ser das melhores, mas o bom humor tinha voltado. Suspirei novamente, vire-me em direção ao café e me recostei na varanda, apenas aproveitando o momento, foi só então que notei o desconhecido sentado a uma curta distância de mim. Nunca o tinha visto, não era um frequentador assíduo do café e também não me parecia um romano. Desviei o olhar para o seu braço, notando que este não possuía a tatuagem dos iniciantes e nem a marca da legião, o que me soava bastante curioso.

O garoto, ou melhor, o homem a minha frente, devia ter por volta dos 20 anos de idade, era mais alto que eu e muito músculo, irradiava uma aura de liderança semelhante à de Evie, com um poder tão grande quanto, além disso, era bastante bonito para ser um humano qualquer. Semideus... percebi rapidamente, novato ou grego, completei mentalmente antes de me aproximar. — O gosto é do seu agrado? — Questionei, me referindo ao café, o que era bem obvio.

Fazer pesquisa para agradar ou melhorar a qualidade do produto nunca é demais, certo? — O café, digo, gostou? — Completei, abrindo um sorriso largo e até mesmo simpático antes de ser interrompida. Marta tinha enviado Rachel para me entregar o café, e eu permiti a interrupção, pegando a xicara e agradecendo a garota antes de deixa-la partir e retornar minha atenção ao garoto. Vê-lo me perto me fez ter a impressão de que já o conhecia, como se o tivesse visto em algum lugar, infelizmente no momento, eu não me lembrava de onde.




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Re: Restaurante, Bar e Café

Mensagem por Abramov Levitz em Seg Set 18, 2017 1:17 pm




CAFÉ CARIBENHO
Acasos da vida de um semideus
A aproximação repentina de uma outra pessoa trouxe Abramov de volta para a realidade. Tão imerso em seus pensamentos melancólicos, só a notou quando ela dirigiu-se diretamente a ele. Sua primeira impressão foi de que se tratava de alguma filha de Afrodite, ou, nesse caso, Vênus, pela beleza estonteante da semideusa. Contudo, havia algo nela que lhe incomodava por não entender o que era. E, no momento em que ela sorriu, pôde se sentir mais tranquilo e despreocupado, ainda sem saber o motivo real daquilo.

— Tá muito bom — meneou a cabeça positivamente, antes de sentir que ainda estava com um bigode da baunilha e limpar a boca.

Não entendeu o motivo da pergunta, afinal, inúmeras eram as maneiras de se iniciar uma conversa com um desconhecido. Todavia, perguntar sobre café é tão efetivo quanto perguntar sobre signo, ponderou. De qualquer forma, o semideus levou cerca de dez segundos antes de se tocar de que fazia papel de mal-educado. Por isso, quase que instintivamente, se levantou para tentar ser cordial, só que, sem jeito como era, acabou batendo o joelho na mesa e derrubou o café com tudo.

— Merda — praguejou, inutilmente tentando impedir a bebida de escorrer pela superfície. — Eu ia perguntar se você não queria sentar, mas...
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Re: Restaurante, Bar e Café

Mensagem por Pandora M. Drumachesky em Seg Set 18, 2017 2:24 pm




Se meu sorriso antes era largo, agora rasgava minhas bochechas. Ver alguém elogiando os produtos da Pandevie era sempre uma ótima maneira de começar o dia, ali, não seria diferente, mas não era apenas isso que me divertia. Eu não sou acostumada a ver homens como ele – grandes, altos, bonitos e musculosos – se atrapalhando como crianças ao beber café, ou seja, estava presenciando uma cena inédita de um adulto sujo de baunilha, com direito a bigode e tudo, um chame.

— Isso é... nossa! — Cai na gargalhada ao perceber o garoto derrubar o café sobre si mesmo, batendo na mesa ao tentar se levantar. A cena por si só era bastante cômica, mas confesso, me deixou com um pouquinho de dó. — Mds! — Ri baixinho, recompondo a compostura antes de ir ajuda-lo.

— Se queimou? — Perguntei um pouco mais calma, estendendo um lenço para ele antes de ir em direção a porta de vidro. — Rachel! — Chamei. — Pode me trazer uma toalha e uma muda de roupas limpas do terceiro andar? Temos uma emergência — me virei para o garoto. — O que você estava bebendo? Vou pedir outro café para você.




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Re: Restaurante, Bar e Café

Mensagem por Abramov Levitz em Seg Set 18, 2017 2:41 pm




CAFÉ CARIBENHO
Acasos da vida de um semideus
A gargalhada da garota o fez ficar um pouco irritado, pois detestava parecer um pateta, e, sem perceber, acabou ruborescendo. Contudo, não era como se alguém pudesse evitar rir de uma cena cômica como aquela. Portanto, não demorou até ele mesmo começar a rir.

— Não — respondeu, por de fato não ter se queimado. — Um caribenho, mas não precisa, já tava no finalzinho, de verdade — garantiu, com um sorriso amistoso estampado em sua face.

Conforme sacudiu as calças, percebeu que a inquirente demandava a presença da atendente, ou seja. — Você é a... Pandruma? — questionou, com a sobrancelha direita arqueada.

Apesar de já ter comprado na Pandevie antes, conhecia apenas Evie, pois a pretora já lecionou algumas vezes no acampamento grego. Já Pandruma - como ouviu um dos clientes falar -, era uma incógnita para ele.
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Re: Restaurante, Bar e Café

Mensagem por Pandora M. Drumachesky em Ter Set 19, 2017 9:34 pm




— Então será um caribenho — Completei meu pedido a Rachel antes de deixa-la se afastar de vez, indo atrás das coisas que eu solicitara.

— Pandruma? — Perguntei curiosa, voltando minha atenção para o rapaz, o ajudando com a mesa antes de me sentar à sua frente, um tanto curiosa com o apelido repentino. Pandruma... combinação de nome com sobrenome talvez? Gargalhei alto ao pensar nisso, atraindo a atenção do jovem em minha direção.

— Oh! Bem, eu acho que sim? — Perguntei incerta, levando as mãos até os cabelos, os bagunçando de maneira desleixada.

— Eu acredito que o nome certo seria Pandora, mas você pode me chamar de Panda — Dei de ombros, estendendo a mão em direção a ele. — E você seria? Nunca o vi por aqui... — Resmunguei incerta.




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Re: Restaurante, Bar e Café

Mensagem por Abramov Levitz em Qua Set 20, 2017 12:08 pm




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A ajuda por parte da semideusa foi muito bem vinda, ainda mais com as gargalhadas espontâneas que quebraram o clima de tensão. Mais relaxado, Abramov se permitiu respirar aliviado novamente. Fazer papel de tonto era algo que ele detestava, ainda que, ironicamente, isso fosse comum no seu dia a dia. De qualquer forma, já de pé, o rapaz estranhou o achismo por parte de Pandruma, até que entendeu que na verdade se tratava de Pandora.

— Ah, foi mal. Eu ouvi uns rapazes falando esse nome na loja e — apontou com o polegar esquerdo para a Pandevie, como uma criança que precisa indicar do que fala. Contudo, sua postura mudou quando a ouvinte estendeu a mão.

— Abramov — apertou a mão da nova conhecida com firmeza, antes de sacudi-la levemente. Seus olhos encararam os da garota por alguns segundos, inexpressivos e profundos. Só então, pós cumprimento, que se permitiu explicar. — Eu sou grego. Mas já vim aqui antes. Na real, já até comprei algumas paradas suas.
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