The Blood of Olympus
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Restaurante, Bar e Café

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Mensagem por Evie Farrier em Dom Maio 07, 2017 5:22 pm

Pandevie Magie, Primeiro Andar;




O primeiro ambiente a ser encontrado ao entrar na Pandevie Magie é o restaurante. Bastante amplo, com mesas redondas e retangulares bem posicionadas. Possui o clima ideal e uma música ambiente para promover ainda mais o conforto dos clientes. As janelas foram encantadas pelas donas, gerando um efeito bastante agradável e inovador: elas mudam o cenário que está sendo visto. Em um momento você se sentirá almoçando a beira mar, em outro poderá ser um jantar com a vista de uma cidade grande. O restaurante conta com uma equipe bem instruída para que o atendimento seja do bom e do melhor, essa equipe é liderada por um legionário chamado Gerrard. O Menu contém uma variedade enorme de pratos a la cart, assim como uma adega com as melhores opções para bebidas. As sobremesas são especiarias inigualáveis. Se existisse algum deus cozinheiro, a staff da cozinha teria sido abençoado por ele.
Restaurante, Bar e Café PxFcBvz


Restaurante, Bar e Café 8CQStfxAo seguir para a esquerda, o cliente irá encontrar o bar do estabelecimento. É uma área comum e constantemente frequentada por jovens acima dos 18 anos. Toda quinta e sexta feira a noite uma banda se apresenta. Caso tenha interesse em apresentar-se aqui, basta entrar em contato com a gerência ou com as donas do local. O cachê por noite é de 150 dracmas. Aqui, além da boa música, será possível encontrar os mais variados tipos de bebida (é necessária apresentar uma ID com idade igual ou superior a 18 anos). O vasto menu de possibilidades vai até cervejas alemãs até os drinks mais exóticos. Além da venda de petiscos para acompanhar a bebida. Ao comando da área do bar estava Elyse D'Ávila, uma jovem e espirituosa grega. A ideia de contratar gregos apenas corroborava o que as donas queriam: um lugar onde todos pudessem se divertir, independente de quem e de onde você vinha. Junto com a senhorita D'Ávila, havia mais três funcionários. As duas garçonetes eram gêmeas e muito belas, devo dizer. Filhas de Afrodite de semelhança absurda! Se chamavam Lill e Jill. Quanto ao garoto, bom... Sua aparência era talvez um pouco peculiar para um semideus. Ele não estava em forma como todos os outros campistas, o que era algo raro de se ver. Porém, ele tinha estilo! Uma barba muito bem-feita e preenchida que poderia chamar a atenção de qualquer um. Gordo é o seu nome. Isso mesmo, Gordo. Pelo menos é assim que ele gosta de ser chamado

Restaurante, Bar e Café FiyFtRBAo seguir para a direita, o cliente irá deparar-se com uma cafeteria. É um lugar muito aconchegante e com uma linda decoração ao estilo Coffee Store europeu. Há sofás e poltronas, mesas com cadeiras acolchoadas e, um pouco mais pela lateral, um acesso para a varanda para quem almeja aproveitar o clima enquanto usufrui das iguarias vendidas. Aqui você poderá encontrar uma grande variedade de cafés e seus derivados. Para ajudar em sua escolha click aqui. Além do café, também é servido uma ampla variedade de acompanhamentos, como muffins, cupcakes, bolos, doces etc O café era comandado pela jovem simpática e muito colorida Sun Hee, filha de Arcus.

BY MILA // MKD


EVIE FARRIER
I am the bone of my sword. Steel is my body and fire is my blood.
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Mensagem por Daniel J. Smith em Ter Maio 23, 2017 10:20 pm

Work, Trabalho, 작업

♥ Be happy, make happy, happinnes is the only way to face life. ♥

Apesar de ter um dia turbulento no júpiter, servindo a segunda coorte – que aliás era um dos meus maiores orgulhos – eu ainda estava cheia de energia para comandar o meu trabalho. Claro, como uma filha de Arcus, normalmente eu era amistosa e no café eu conhecia o mais variado tipo de semideus.

Para alguém como eu, o que poderia ser mais legal do que conhecer e conversar? Servir café era algo que eu jamais teria me imaginado fazer, nem meu pai! Meu pai era um homem de posses, mas ali em Nova Roma eu aprendi a usar do meu próprio esforço para conquistar o que era necessário.

Honestamente, o velho Lee amava isso.

“Humildade é a base do bom guerreiro!”
Eu amava aquele velhinho dos olhinhos puxados, ai que saudade estava de papai! Quando o mundo fosse melhor e finalmente a gente pudesse conviver em paz, eu iria comprar uma casinha do lado da dele e iríamos pescar nos domingos! Embora eu odiasse pescar, já viu que coisa chata ficar esperando um peixe morder a isca?

Enquanto não fosse o caso, eu serviria cafés deliciosos com ajuda dos funcionários da cafeteria. Eram três ao todo: um filho de Hipnos, que me gastava de tanto ter que fazê-lo acordar para ir trabalhar, uma filha de Vênus que flertava com metade dos nossos clientes e uma filha de Vulcano que era a benção na minha vida.

- Lizzie, boa noite! – Cumprimentei uma cliente fidelidade do Pandevie. – O de sempre, Querida?

- Por favor, Sunny! Poderia me trazer um brownie também?

- Eu mesma vou preparar o seu Moccha! Hoje temo bolinhos coloridos de sabor surpresa, não gostaria de experimentar um? – Levantei as mãos com a melhor expressão de garantia, separando-as a partir do centro como se estivesse espantando qualquer possível dúvida quanto à qualidade do bolinho. – Todos que provaram ficaram muito satisfeitos!

A senhora me olhou com um pouco de dúvida, mas pareceu não resistir ao meu sorriso animado enquanto aguardava uma resposta da cliente.

- Se for ruim, posso pedir meu dinheiro de volta? – Ela brincou.

- Eu apostaria meu salário que você vai amar! Trago tudo em um instante!

No café, usávamos patins coloridos para nos deslocar mais rápido entre os clientes, isso também ajudava a dar um ar mais moderno e pitoresco ao ambiente, naquela noite eu usava patins rosa pastel peludinhos e um vestido curto esvoaçante com as costas nuas florido em um tom de azul royal e creme. Quando eu andava, o efeito do vestido era muito bonito, isso já havia me rendido algumas cantadas dos clientes.

Claro que é chato quando um cliente fica flertando, mas eu aproveitava para vender as coisas que menos saiam no cardápio, junto com uns sorrisos simpáticos. Realmente era um trabalho muito divertido!

Comecei a juntar rapidamente os ingredientes do Moccha, coloquei na máquina e esperei o milagre do café expresso acontecer. Eu monitorava, pressão, temperatura, quantidade do café, tudo devia está perfeito, para que a bebida negra resultante fosse divina como uma verdadeira obra dos deuses.

Servi o bolinho de chocolate branco colorido em um pratinho, todos tinham o mesmo sabor chocolate branco e baunilha, mas existiam várias cores desse bolinho. Eu havia usado diversas anilinas para atrair os clientes pela curiosidade, como o sabor era padrão e um que costumava ser bem aceito, estava vendendo como água, para o desespero da minha funcionária dorminhoca que ainda não tinha tido um tempinho para roubar uma cochilada.
Café pronto! Coloquei tudo numa bandeja e desfilei entre as mesas com meu vestido esvoaçante, cheguei até Lizzie e a servi.

- Pronto, vejamos se vai amar ou adorar tanto que vai pedir outro! - Brinquei sorrindo, quando avistei o Sr. Hansberg. Era um senhor muito sisudo e calado, sempre pedia um expresso puro sem açúcar, algumas vezes acompanhado de um salgado.

Sorri e gesticulei para Lizzie que ainda experimentava seu pedido e me desloquei direto para máquina, preparando um expresso, no caminho observei um dos clientes pedindo a conta. Cutuquei a Lety, filha de Vulcano, e pedi que atendesse o casal em questão.

Logo depois do senhor Hansberg sentar na mesa, o café estava pronto e eu já me deslocava até ele com o café e um pequeno bolinho salgado que eu havia feito como amostra grátis para pesquisar a aprovação do paladar pelo público antes de adicioná-lo ao cardápio.

- Café expresso médio sem açúcar? – Questionei enquanto já o servia. Depois de muito tempo tentando, muito mesmo, consegui arrancar um sorriso modesto do senhor que acenava com a cabeça positivamente. – Por favor, experimente o nosso novo bolinho, por conta da casa! E nos diga o que achou!

Deixei o prato com o pequeno bolinho sobre a mesa e voltei a supervisionar os demais funcionários. Evie e Pandora me dava uma liberdade incrível para tocar o café, isso me fazia sentir ótima, além disso, facilitava muito a progressão do ambiente. Em pouco tempo eu já havia mexido muitas coisas por ali, com aprovação delas, claro! E tudo tinha sido muito bem recebido pelos clientes. Cá para nós, acho que eu tinha um talento para esse tipo de trabalho!

Comecei a limpar algumas mesas e segui dando ordens, ainda tinha muita coisa para fazer até a hora de fechar.


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Última edição por Sun Hee em Qua Maio 24, 2017 5:49 pm, editado 6 vez(es)


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Mensagem por Renly d'Alviano em Ter Maio 23, 2017 11:37 pm



walk the line

É inegável que, por onde quer que você olhe, sempre haverá bagunça dentro do pequeno cubículo que eu tenho a coragem de chamar de quarto ainda que, para os padrões onde já vi durante um bom tempo em minha vida, isso seja quase como um paraíso de tão grande. Papéis, rabiscos e roupas estavam jogados pelo chão; fitas com gravações das músicas favoritas de Finlandês - assim como as minhas próprias - estavam jogadas em cima da mesa junto com minha mochila e com as conquistas de mais uma missão bem sucedida a pedido de Timmor. — Just like the Pied Piper, led rats through the streets. — Sussurrei enquanto girava a vassoura nas mãos e continuava varrendo, recolhendo e separando o que era pra ser jogado fora e as coisas que ficariam comigo naquela bagunça que eu ainda lutava para arrumar inutilmente já que, em questão de horas, tudo voltaria a estar bagunçado como sempre. Roupas rasgadas, camisas manchadas de sangue ou queimadas e isso sem falar na própria quantidade de sangue que havia no chão do meu quarto já que, muitas vezes, eu chegava tão cansado e machucado das missões que simplesmente me deitava ali e dormia para depois seguir até a enfermaria. O ritmo da guitarra voltava a explodir no rádio sobre minha mesa e eu não consegui me segurar, rindo com o jeito que a música mexia comigo. — We dance like marionettes, swaying to the symphony... — Então, com um impulso tomado pela eletricidade e pelo momento que a música criou, ergui a vassoura e a desci contra o chão com força o suficiente para destruir o objeto com uma risada enquanto gritava o final do verso, claro, the symphony of destruction.

Eu demorei ainda mais para catar todas as coisas e os cacos de madeira espalhados no quarto até não restar uma farpa dentro do lugar mas, no fim, me sentia orgulhoso do que fiz; orgulhoso e um tanto curioso com a quantidade de coisa que havia comprado para filha de Arcus sem perceber e que, infelizmente, nunca havia tido a oportunidade de a entregar. — Será que ela vai gostar disso aqui? — Perguntei enquanto pegava um dos presentes e olhava com atenção para ver se não estava quebrado, sujo ou gasto afinal, agora parecia que nós tínhamos um laço por mais forte do que antes - ainda não era como se fôssemos namorados mas a atração e a vontade de estar perto dela era semelhante a isso, consegue entender? Magoar a garota não parecia uma decisão tão sábia assim e nem era mais tão engraçada quanto antes embora tirar ela do sério apenas para ver seu rosto tomado por uma raiva momentânea fosse uma fonte de risada maravilhosa para espantar os meus problemas. — Céus, eu to pensando demais nisso. — Sussurrei antes de negar com a cabeça e me dar alguns tapas na cara como se me obrigasse a parar de pensar na filha de Arcus mas não era tão bem assim que isso funcionava.

Em meia hora, lá estava eu entrando pela porta da cafeteria em que a jovem trabalhava e o cheiro de seus cabelos chegou a mim bem antes que o cheiro do café propriamente dito. — Você não deveria estar preocupada com outros clientes? — Perguntei antes de abrir um sorriso contente em ver como ela estava feliz ali, era bom ver como ela se divertia e isso - de alguma maneira mínima - tornava meu dia um pouco mais colorido e menos pesado. Eu caminhei até o balcão e então me apoiei sobre este assim que ela apareceu na minha frente. — Dois cafés. Um irlandês e outra a sua escolha - e eu não vou aceitar um não como resposta. — Sussurrei calmamente antes de me ajeitar no banco elevado que ficava à frente do balcão. De forma igual, deslizei o estojo de maquiagem por baixo dos braços para que a garota pudesse ver e ergui minhas sobrancelhas ao encontrar seus olhos. — Isso também não, viu? Não aceito devoluções. — Brinquei antes de dar uma breve risada e indicar para ela ir fazer nosso café e voltar o mais rápido possível para aproveitar aquele pouco momento comigo.


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Mensagem por Daniel J. Smith em Qua Maio 24, 2017 12:24 am

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♥ Be happy, make happy, happinnes is the only way to face life. ♥

Ele estava ali, eu o vi ainda de longe. O garoto magro com cabelos descoloridos adentrava o café com a sua agilidade habitual, sua aura emitia tons amistosos e alegre – O que era uma raridade de ver nele, sejamos bem honestos quanto a isso – o que fez meu coração escapar uma batida.

Eottoke¹!?”


Rapidamente prestei atenção no cliente que falava comigo, fingi que estava prestando atenção, na verdade. Belisquei de leve o braço do filho de Hipnos para acordá-lo do sorrateiro cochilo e obriga-lo a atender o cliente no meu lugar. Fui para trás do balcão e me virei para máquina.

Sabe quando seu nervosismo é tanto que você sente suas bochechas quentes? Minhas mãos estavam geladas e eu não conseguia evitar prender a respiração. Eu não queria demonstrar o nervosismo que ele me causava, mas parecia tão inevitável.

Eu conseguia perceber ele se aproximando do balcão, e sua voz suave e rouca pelo fumo excessivo ecoava como um alarme para acelerar ainda mais meu coração. Eu me virei para encará-lo como se esperasse qualquer outro cliente, mas não era qualquer um dos meus impressionantes clientes, era ele. Ai Júpiter! Eu nunca sabia como reagir quando era ele!

Se eu fosse capaz de voar, sairia voando naquele instante. Talvez fosse o medo de flutuar ou as borboletas no estômago que me faziam prender a respiração sem perceber. Ao fita-lo, meus olhos encontraram-se com os dele: dois círculos escuros e profundos como pequenos abismos feitos para se perder. A ausência cor nos seus cabelos, na sua pele alva, nas suas roupas monocromáticas faziam-lhe o favor de acentuar a escuridão dos olhos e me atrais infinitamente para dentro deles.

Eu amava os detalhes e cada cicatriz no rosto que contavam sua história e me fazia querer guarda-lo em um potinho para proteger e cuidar. Ainda não tínhamos tido muitas oportunidades de conversar após os acontecimentos da festa de aniversário dele e do Gê, isso me deixava ainda mais nervosa.

- Bem, vou tentar um chocolate quente, não é bom dar muito café para uma pessoa agitada. – E eu não precisava dizer isso,

"Ai Vênus, me ajuda."


Preparei os cafés, tentando não tremer enquanto o fazia. Em algum momento eu conseguiria agir normalmente na presença dele? Minha tensão foi notada quase que imediatamente pela filha de Vênus que se ofereceu gentilmente para me cobrir enquanto eu tomava um chocolate quente ao lado do garoto em uma das mesinhas do estabelecimento. No fundo, ela só queria um bom material de fofoca para dar alegria à sua vida.

- Bem... – Falei soando menos nervosa do que eu estava. – A que devo a honra da sua ilustre presença no nosso café? Digo... Eu nunca o vi por aqui, mas... Em fim. Espero que goste.

Naquele ponto, minhas habilidades de comunicação eram tão boas quanto as de um pobre filho de Timmos. Não estava sendo fácil.

1. Expressão coreana que significa " Como, O que devo fazer?"

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Última edição por Sun Hee em Qua Maio 24, 2017 1:54 am, editado 1 vez(es)


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Mensagem por Renly d'Alviano em Qua Maio 24, 2017 12:58 am



walk the line

Cá entre nós, quando você precisa se habituar ao jeito que as pessoas vivem, é quase automático reparar alguns pontos que permitem saber quando alguma coisa está acontecendo ou não e você quer um exemplo? Sun Hee evita olhar nos meus olhos quando alguma coisa está errada, quando se sente nervosa ou, até mesmo, quando se sente irritada - embora essa última ocorra apenas vez ou outra e sinceramente? Eu gosto da atitude quase heroica que a filha de Arcus tem sempre que ergue sua cabeça e a voz para me encarar, olhar para mim de igual para igual ou até como se estivesse acima de minha própria pessoa. Talvez seja a velocidade, me peguei pensando enquanto a observava conversar com uma outra menina e esta, a segunda, parecia estar se oferecendo para fazer os cafés e tomar conta do balcão enquanto Sunny tomaria um café comigo. Ou talvez seja por eu ser ranzinza demais, outro pensamento enquanto a observava sair de perto do balcão e não tardei a seguir a legionária pelo saguão até a mesa que ela escolheu para nós dois enquanto minha mente ainda tratava de trabalhar em uma razão convincente e não tão estúpida para justificar o motivo de ambos ficarem assim, tão nervosos quando estão um perto do outro.

O café foi servido e eu apoiei o cotovelo sobre a mesa, encostando e encaixando meu rosto na palma aberta de minha mão enquanto olhava para o chocolate quente da filha de Arcus em um pensamento que me tirou um pouco da atenção até eu voltar ao mundo com sua pergunta. — Não sou uma presença tão ilustre assim, por favor. — Comecei enquanto ela parecia fazer graça da situação embora seu nervosismo estivesse tamanho a ponto de ser ouvido pelos meus sentidos aguçados - o coração batendo acelerado parecia até querer disputar com o meu que tentava me matar de pressão alta enquanto eu lutava para não deixar o sentimento transparecer em meu rosto. — Lhe entregar o presente, tomar um café e... Agradecer. — Então fiz uma breve pausa para tomar um gole do meu café e, junto com o líquido quente, reunir o pouco de coragem que me restava sempre quando o assunto tratava de Sun Hee. — Obrigado pelo presente e... Pela festa também. — Sussurrei enquanto colocava a xícara de volta à mesa e observava seu líquido preto com certa calma, dando uma breve pausa para que ambos pudessem... Digerir as palavras ditas e continuar a conversa sem surtarem ou discutirem. — Eu soube que recebeu minha capa de presente do seu aniversário... Tem feito um bom uso desde então? — Esta era minha tentativa de manter o assunto e, céus, eu me sentia tão idiota por não saber que assunto puxar na frente dela; era como voltar ao colegial e estar diante de alguém que se gosta mas ter medo de dizer.


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Mensagem por Daniel J. Smith em Qua Maio 24, 2017 1:25 am

Work, Trabalho, 작업

♥ Be happy, make happy, happinnes is the only way to face life. ♥

Certo, vamos por partes.

Ele estava ali para me ver.

Sim, para me ver. Ai Vênus do Olimpo! Ele estava li para me ver mesmo. Eu sentia uma vontade estúpida de apertá-lo em meus braços por isso, de sorrir e ficar com aquele sorriso estampado na cara pelo resto do dia.

Ele me fazia ter vontade de simplesmente cruzar o espaço entre nós e o beijar, na frente de todos e quem liga? Já se sentiu tão desesperado para estar perto de alguém que estar ao lado sem tocá-lo é castigo maior do que não ver? Era algo assim que eu sentia naquele instante.

A parte seguinte era o presente, primeiro eu não entendi do que se tratava, mas depois fiz associação com a capa que eu havia recebido com um bico frustrado por não ter sido entregue por ele mesmo.

Aos poucos, meu cérebro estava retomando o controle, fazendo com que minhas habilidades de comunicação voltassem ao normal. Isso não mudava nada o barulho ensurdecedor das borboletas no meu estômago ou a bateria que era meu coração. Isso não mudava nada a singular atração que meus olhos tinham pelo rosto dele.

- Recebi. – Comuniquei com um sorriso e pausei para um gole de chocolate e respirar – Mas eu só fiz testá-la! Devo admitir que quase bati numa árvore!

Lembrei-me do episódio e ri, realmente havia sido uma cena cômica. Eu não sabia controlar a capa direito, por isso ia de um lado para o outro, para cima e para baixo sem controle algum. Tudo isso enquanto alguns campistas da segunda me seguiam preocupados, gritando meu nome e tentando me pegar pelas pernas, quando eu estava mais próxima ao chão. De fato, eu havia batido o ombro numa árvore, mas algo que a própria capa me protegeu do impacto.

Eu ainda ria, tentando me recompor após as lembranças do incidente quando o fitei novamente. Era como se ele brilhasse para mim, como um oppa de um dorama, eu poderia jurar que minhas pupilas formavam corações pretinhos quando eu o olhava, mas dessa vez eu estava mais tranquila. E não, eu não fazia ideia do motivo.

Era um grande mistério a montanha russa de sensações que ele me transmitia, por isso, bebi mais um gole de chocolate assim que me acalmei da crise de riso.

- Será muito útil para mim, eu gosto dela porque me faz lembrar de você.

VÊNUS! O que eu acabara de cuspir? Foi tão espontâneo, tão inesperado! Tomei outro gole de chocolate, por Baco! Falar com aquele homem demandava um litro de chocolate, minha xícara já tinha menos que a metade.

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Mensagem por Renly d'Alviano em Qua Maio 24, 2017 11:39 am



walk the line

Havia algo particular dentro da garota que parecia ter um certo magnetismo sobre mim e, como sempre, eu não conseguia explicar os motivos para que me sentisse bem ou particularmente ligado à ela sem acabar pensando em amor e, quanto mais eu tentava negar a mim mesmo que estava começando a gostar da filha de Arcus, maior era o efeito dela em minha cabeça - como uma música antiga em que, quanto mais você tenta esquecer, mais você lembra dos versos e, quando vê, já está cantando a toda a música e até mesmo no mesmo tom que o cantor. Eu não vou cantar essa música. Pensei enquanto cobria os lábios com xícara de café ao beber mais um gole do mesmo e observar a forma como seus lábios se moviam; agitados e impulsivos, animados até mesmo quando formavam um bico de decepção por não ter recebido o presente de minhas mãos e eu, como já era esperado, me acabei em um suspiro levemente cansado antes de colocar o objeto na mesa de novo. — Tente não se matar com a capa, por favor. — Eu sussurrei com um toque de seriedade mas meus olhos... Eles entregavam a preocupação breve que sentia pela garota. Eu sabia que não estaria no acampamento no dia de seu aniversário e que, muito provavelmente, voltaria ao acampamento apenas no dia do meu aniversário mas isso não queria dizer que ficaria menos preocupado com a filha de Arcus e sua capa - pelo contrário, a notícia de que ela quase atingiu uma árvore apenas serviu para me fazer pensar se a ideia do presente fora realmente boa.

Eu novamente me peguei admirando seu riso e a forma como seus lábios se moviam, me perdendo em pensamentos um tanto bobos e precisei fechar os olhos para que fosse pego em meus momentos de devaneio. Eu não... Cantarei essa música. Cada vez que forçava minha mente a negar, a recusar o que ocorria ou simplesmente tentar ignorar a imagem dela com os olhos fechados, não. Nada disso funcionava quando se tratava de Sun Hee e, como seu próprio apelido sugeria, Sunny tinha um efeito solar em minha vida que me fazia querer fugir e, ao mesmo tempo, me banhar naquele raio de sol que ela mesma representava. Ela, com certeza, deve ter algum pezinho em Febo. Eu me peguei pensando voltava a colocar a xícara de café na mesa e procurando me recuperar do ritmo constante que aparecia em minha mente junto, claro, com as batidas frenéticas de meu coração ao passo que Sun Hee se acalmava de sua crise de riso e, mais uma vez, conseguia me deixar vermelho.

Não fora um vermelho de raiva, no fundo; vermelho de felicidade, vermelho por saber que fiz algo certo ao menos uma vez na vida e a vergonha de ter acertado justamente com a filha de Arcus me fazia querer gritar ao céus toda a felicidade que eu sentia naquele momento mas também me fazia querer afundar a cabeça no solo e esconder toda a vergonha que sentia naquele exato momento. Respire fundo, Renly. Eu me lembrei mentalmente de respirar por que, do contrário, acabaria morrendo com a falta de ar. — Você é louca por gostar de algo que a lembre de mim... — Com tantas coisas boas para dizer, eu tinha que estragar o momento, não é? Eu podia sentir o ritmo crescendo em minha mente mas, ainda sim, não era capaz de reconhecer as letras da música; cantarolei levemente o trecho desconhecido em minha mente enquanto voltava a esconder os lábios com café e fechava meus olhos. Talvez eu cante só um verso... Fora o que me peguei pensando assim que a imagem de seu rosto se formou no escuro que tomava conta dos meus olhos.


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Restaurante, Bar e Café Empty Re: Restaurante, Bar e Café

Mensagem por Daniel J. Smith em Qua Maio 24, 2017 1:04 pm

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As cores de uma aura indicam muitas coisas sobre uma pessoa e como ela se sente, isso sempre me tranquilizava porque, em geral, eu entendia como a pessoa estava se sentido e a partir daí era possível me portar de modo adequado aos sentimentos dela. E apesar de conseguir ver aura dele, iluminando o espaço em volta de seu corpo franzino, nada além de uma grande interrogação vinha à minha mente.
Eu poderia jurar que ele estava feliz e ouvir um comentário rude ou ter a absoluta certeza de que ele estava zangado e apenas vir silêncio. O que Renly D’Alviano fazia e o que sentia eram coisas independentes, isso me deixava insegura quanto ao que esperar do garoto, ao mesmo tempo instigada. Um dia eu conseguiria prever seus movimentos?

No fundo, eu sabia que gostava dela há muito tempo já, mesmo antes da festa. Admitir isso era um pouco constrangedor, mas a maior parte do meu empenho tinha sido para fazer algo por ele, embora eu não tenha nem um pouco acertado nisso. Não pude conter a minha cara de desânimo quando esse pensamento me ocorreu, suspirei, balancei suavemente a cabeça, como se isso fosse afastar o pensamento de mim.

- Olá, Edwin! Ora, que bom que veio! – Exclamei ao reconhecer um vizinho do meu prédio que entrara e vinha em minha direção. Virei de volta ao garoto e pedi um minuto. Edwin era exageradamente amistoso e veio diretamente a mim num momento inadequado, eu diria.

Mas eu estava no trabalho, a final, mostrei o cardápio daquela noite e recomendei o café que mais saia na casa: o cappuccino. Edwin demorou contando de seu cachorro e de como havia gostado da ideia dos bolinhos coloridos enquanto eu tentava terrivelmente escapar de suas garras e voltar à mesa.

Meu sorriso aos poucos foi ficando cansado, algo que Lety notou de cara e, pedindo licença, interrompeu a conversa com a desculpa que precisava de ajuda com alguns itens que estavam em falta na cozinha. – De fato, haviam acabado algumas coisas, era uma lista com no máximo 3 itens. Voltei a Edwin, pedi licença e informei que iria fazer algumas compras, em seguida fui até o filho de Mercúrio, prendi a respiração por dois segundos e falei um pouco rápido demais.

- Você poderia me ajudar com as compras? - Mostrei o papel cheio de, 3 itens para comprar. Era tão nítido que aquilo era apenas uma desculpa para passar mais um tempo com ele que eu deveria ter ficado com vergonha de mim mesma.

Mas, eu estava na fase de admitir que queria estar um pouco mais perto. Eu já havia negado o suficiente, e nem sabia se ainda estaríamos vivos no dia seguinte – essa era uma realidade muito forte na vida de um legionário – então, eu não sentia que perder tempo era uma opção. Esse era um pensamento que me ocorria a algum tempo já... principalmente durante os treinos da segunda coorte, quando eu podia observá-lo de longe e ver um conjunto novo de cicatrizes e hematomas a cada semana.

Okey, era isso, eu queria falar para ele, mas a imprevisibilidade do garoto me dava medo, se eu não fosse correspondida, bem... Eu não sabia como lidar com isso, eu não queria pensar muito nisso, também.

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Mensagem por Renly d'Alviano em Qua Maio 24, 2017 2:24 pm



walk the line

Eu me sentia magnetizado e a força dessa atração estava me fazendo perder a cabeça; eu estava ficando louco e memórias quanto ao beijo que aconteceu durante meu aniversário estavam indo e vindo em doses quentes e agradáveis como as ondas no mar. E ainda há quem diga que o amor não seja um mar de rosas, huh? Eu me peguei pensando enquanto a gente ria, se olhava e mantinha implícito esse desejo que havia em nossos olhos; não era um motivo para o fim do mundo mas a sensação de estar me envolvendo com uma pessoa que sempre estava correndo por aí e que tanta gente gosta... Minha auto-estima não era alta o suficiente para me fazer superar o baque que eu receberia se a resposta quanto a isso fosse uma negativa. Fale para ela, idiota! O pensamento subiu uma oitava, bem acima do ritmo leve que ecoava em minha cabeça e eu lentamente busquei seus dedos durante aquele silêncio que se formou entre nós...

Mas então houve o chamado para o trabalho e eu a deixei partir com um suspiro, não podia impedir ela de trabalhar pois a filha de Arcus se sentia feliz com isso e eu não queria a privar disso. Tomei o café com calma, tocando a xícara vazia de novo na mesa e suspirando, o que estava acontecendo comigo? Em momentos, tudo que eu queria era estar perto de Sun Hee e a beijar, abraçar a jovem e nunca mais soltar seu corpo pequeno como, em outros casos, eu me sinto tão inútil e incapaz de ser bom o suficiente para ela. — Que vida, hein... — Sussurrei enquanto suspirava e apoiava os dedos na mesa, pronto para me levantar quando a jovem se aproximou e me perguntou se eu gostaria de ir no mercado com ela. —Cl-Claro! — Eu sussurrei enquanto me aproximava da garota e a acompanhava da cafeteria até o mercado.

A ficha só fora cair quando estávamos fora do local de trabalho e a vida romana começou a tomar forma diante dos meus olhos. — Essa foi a melhor maneira de chamar alguém pra sair que eu já vi na minha vida. — Sussurrei sem olhar para a garota e então sorria, negando com a cabeça e agora virando o rosto para encontrar seus olhos. — Quais as possibilidades de não haver os produtos no mercado mais próximo e a gente precisar ir para um mais longe? — Eu perguntei enquanto apertava o passo e andava na frente dela, de costas para o mundo e de frente para ela - risco de cair? Grande mas eu não ligo, sinceramente. — Eu precisava falar com você... — Sussurrei antes de a tocar no ombro e fazer a filha de Arcus parar, talvez perto demais de mim e isso era... Eu não sabia explicar.


Ask me again if i give a fuck
Renly d'Alviano
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II Coorte
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Mensagem por Daniel J. Smith em Qua Maio 24, 2017 2:55 pm

Work, Trabalho, 작업

♥ Be happy, make happy, happinnes is the only way to face life. ♥

Céus, que vergonha! Tinha realmente sido ridiculamente evidente.

Senti o sangue correr pelo meu corpo, deixando minhas bochechas quentes e vermelhas de timidez. O Renly não era estúpido, claro que ele havia notado, mas se ele tinha aceitado, então queria ir, não era?
Acho que eu estava da cor de um morango maduro quando ele sugeriu que o mercado poderia ser um pouco mais distante do que o esperado.

Eu mantinha os braços recuados, as mãos sobre o colo, como se – de alguma maneira – eu pudesse segurar meu coração para não correr por aí ou bater tão rápido que eu infartaria.

Era uma confusão de emoção tão grande que eu imaginava que minha Aura estava irisada como a mamãe. O sorriso no meu rosto estava tão fixo que parecia ter sido esculpido ali. Olhei para a lista de compra e eram coisas como guardanapo, detergente e canela.

- Acho que são coisas bem difíceis de encontrar no mercado! – Corroborei com a desculpa esfarrapada que estávamos nos dando.

Todavia, “eu precisava falar com você” era um método antigo de tortura e eu já estava imaginando mil possibilidades de tudo aquilo dar errado. Eu pensei seriamente em sair correndo, não foi aquele pensamento que dá e passa como o impulso de se jogar de um lugar alto, mas um pensamento embasado, real e que por pouco, muito pouco mesmo, não se tornou uma realidade.

“Calma! Se for um não, é melhor que ele fale logo e você não fique desse jeito, não é!?”

Não, não era. Eottoke¹!? Na minha mente com TDAH várias cenas dele dizendo que devíamos esquecer os acontecimentos da festa me invadiam. Eu fui dispensada mentalmente com todas as variantes que eu era capaz de imaginar, de rude à simpático, vários foras.

“Ai Cupido! E se eu correr?”

Eu estava tão ervosa que poderia parar tudo o que estava fazendo, sentar e chorar de ansiedade, mas ao invés, concordei com um aceno de cabeça enquanto me concentrava na profundidade que os olhos dele tinham.

Aquele olhar parecia ser um ponto de foco, por algum motivo qualquer aquilo me acalmava e fazia meu mundo girar melhor. Ainda que ele fosse o motivo de estar tudo desmoronando na minha cabeça, ele era a cura que eu precisava para me tranquilizar.

Estendi a mão para tocar na dele, dessa vez, não por impulso ou excesso de álcool, mas porque eu buscava nele algum conforto até que ele dissesse o que queria dizer.

"baby baby 그대는 caramel macchiato  [...] baby baby 그대는 café latte 향보다"

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