The Blood of Olympus
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Restaurante, Bar e Café

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Restaurante, Bar e Café

Mensagem por Evie Farrier em Dom Maio 07, 2017 5:22 pm

Pandevie Magie, Primeiro Andar;




O primeiro ambiente a ser encontrado ao entrar na Pandevie Magie é o restaurante. Bastante amplo, com mesas redondas e retangulares bem posicionadas. Possui o clima ideal e uma música ambiente para promover ainda mais o conforto dos clientes. As janelas foram encantadas pelas donas, gerando um efeito bastante agradável e inovador: elas mudam o cenário que está sendo visto. Em um momento você se sentirá almoçando a beira mar, em outro poderá ser um jantar com a vista de uma cidade grande. O restaurante conta com uma equipe bem instruída para que o atendimento seja do bom e do melhor, essa equipe é liderada por um legionário chamado Gerrard. O Menu contém uma variedade enorme de pratos a la cart, assim como uma adega com as melhores opções para bebidas. As sobremesas são especiarias inigualáveis. Se existisse algum deus cozinheiro, a staff da cozinha teria sido abençoado por ele.


Ao seguir para a esquerda, o cliente irá encontrar o bar do estabelecimento. É uma área comum e constantemente frequentada por jovens acima dos 18 anos. Toda quinta e sexta feira a noite uma banda se apresenta. Caso tenha interesse em apresentar-se aqui, basta entrar em contato com a gerência ou com as donas do local. O cachê por noite é de 150 dracmas. Aqui, além da boa música, será possível encontrar os mais variados tipos de bebida (é necessária apresentar uma ID com idade igual ou superior a 18 anos). O vasto menu de possibilidades vai até cervejas alemãs até os drinks mais exóticos. Além da venda de petiscos para acompanhar a bebida. Ao comando da área do bar estava Elyse D'Ávila, uma jovem e espirituosa grega. A ideia de contratar gregos apenas corroborava o que as donas queriam: um lugar onde todos pudessem se divertir, independente de quem e de onde você vinha. Junto com a senhorita D'Ávila, havia mais três funcionários. As duas garçonetes eram gêmeas e muito belas, devo dizer. Filhas de Afrodite de semelhança absurda! Se chamavam Lill e Jill. Quanto ao garoto, bom... Sua aparência era talvez um pouco peculiar para um semideus. Ele não estava em forma como todos os outros campistas, o que era algo raro de se ver. Porém, ele tinha estilo! Uma barba muito bem-feita e preenchida que poderia chamar a atenção de qualquer um. Gordo é o seu nome. Isso mesmo, Gordo. Pelo menos é assim que ele gosta de ser chamado

Ao seguir para a direita, o cliente irá deparar-se com uma cafeteria. É um lugar muito aconchegante e com uma linda decoração ao estilo Coffee Store europeu. Há sofás e poltronas, mesas com cadeiras acolchoadas e, um pouco mais pela lateral, um acesso para a varanda para quem almeja aproveitar o clima enquanto usufrui das iguarias vendidas. Aqui você poderá encontrar uma grande variedade de cafés e seus derivados. Para ajudar em sua escolha click aqui. Além do café, também é servido uma ampla variedade de acompanhamentos, como muffins, cupcakes, bolos, doces etc O café era comandado pela jovem simpática e muito colorida Sun Hee, filha de Arcus.

BY MILA // MKD


EVIE FARRIER
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Re: Restaurante, Bar e Café

Mensagem por Sun Hee em Ter Maio 23, 2017 10:20 pm

Work, Trabalho, 작업

♥ Be happy, make happy, happinnes is the only way to face life. ♥

Apesar de ter um dia turbulento no júpiter, servindo a segunda coorte – que aliás era um dos meus maiores orgulhos – eu ainda estava cheia de energia para comandar o meu trabalho. Claro, como uma filha de Arcus, normalmente eu era amistosa e no café eu conhecia o mais variado tipo de semideus.

Para alguém como eu, o que poderia ser mais legal do que conhecer e conversar? Servir café era algo que eu jamais teria me imaginado fazer, nem meu pai! Meu pai era um homem de posses, mas ali em Nova Roma eu aprendi a usar do meu próprio esforço para conquistar o que era necessário.

Honestamente, o velho Lee amava isso.

“Humildade é a base do bom guerreiro!”
Eu amava aquele velhinho dos olhinhos puxados, ai que saudade estava de papai! Quando o mundo fosse melhor e finalmente a gente pudesse conviver em paz, eu iria comprar uma casinha do lado da dele e iríamos pescar nos domingos! Embora eu odiasse pescar, já viu que coisa chata ficar esperando um peixe morder a isca?

Enquanto não fosse o caso, eu serviria cafés deliciosos com ajuda dos funcionários da cafeteria. Eram três ao todo: um filho de Hipnos, que me gastava de tanto ter que fazê-lo acordar para ir trabalhar, uma filha de Vênus que flertava com metade dos nossos clientes e uma filha de Vulcano que era a benção na minha vida.

- Lizzie, boa noite! – Cumprimentei uma cliente fidelidade do Pandevie. – O de sempre, Querida?

- Por favor, Sunny! Poderia me trazer um brownie também?

- Eu mesma vou preparar o seu Moccha! Hoje temo bolinhos coloridos de sabor surpresa, não gostaria de experimentar um? – Levantei as mãos com a melhor expressão de garantia, separando-as a partir do centro como se estivesse espantando qualquer possível dúvida quanto à qualidade do bolinho. – Todos que provaram ficaram muito satisfeitos!

A senhora me olhou com um pouco de dúvida, mas pareceu não resistir ao meu sorriso animado enquanto aguardava uma resposta da cliente.

- Se for ruim, posso pedir meu dinheiro de volta? – Ela brincou.

- Eu apostaria meu salário que você vai amar! Trago tudo em um instante!

No café, usávamos patins coloridos para nos deslocar mais rápido entre os clientes, isso também ajudava a dar um ar mais moderno e pitoresco ao ambiente, naquela noite eu usava patins rosa pastel peludinhos e um vestido curto esvoaçante com as costas nuas florido em um tom de azul royal e creme. Quando eu andava, o efeito do vestido era muito bonito, isso já havia me rendido algumas cantadas dos clientes.

Claro que é chato quando um cliente fica flertando, mas eu aproveitava para vender as coisas que menos saiam no cardápio, junto com uns sorrisos simpáticos. Realmente era um trabalho muito divertido!

Comecei a juntar rapidamente os ingredientes do Moccha, coloquei na máquina e esperei o milagre do café expresso acontecer. Eu monitorava, pressão, temperatura, quantidade do café, tudo devia está perfeito, para que a bebida negra resultante fosse divina como uma verdadeira obra dos deuses.

Servi o bolinho de chocolate branco colorido em um pratinho, todos tinham o mesmo sabor chocolate branco e baunilha, mas existiam várias cores desse bolinho. Eu havia usado diversas anilinas para atrair os clientes pela curiosidade, como o sabor era padrão e um que costumava ser bem aceito, estava vendendo como água, para o desespero da minha funcionária dorminhoca que ainda não tinha tido um tempinho para roubar uma cochilada.
Café pronto! Coloquei tudo numa bandeja e desfilei entre as mesas com meu vestido esvoaçante, cheguei até Lizzie e a servi.

- Pronto, vejamos se vai amar ou adorar tanto que vai pedir outro! - Brinquei sorrindo, quando avistei o Sr. Hansberg. Era um senhor muito sisudo e calado, sempre pedia um expresso puro sem açúcar, algumas vezes acompanhado de um salgado.

Sorri e gesticulei para Lizzie que ainda experimentava seu pedido e me desloquei direto para máquina, preparando um expresso, no caminho observei um dos clientes pedindo a conta. Cutuquei a Lety, filha de Vulcano, e pedi que atendesse o casal em questão.

Logo depois do senhor Hansberg sentar na mesa, o café estava pronto e eu já me deslocava até ele com o café e um pequeno bolinho salgado que eu havia feito como amostra grátis para pesquisar a aprovação do paladar pelo público antes de adicioná-lo ao cardápio.

- Café expresso médio sem açúcar? – Questionei enquanto já o servia. Depois de muito tempo tentando, muito mesmo, consegui arrancar um sorriso modesto do senhor que acenava com a cabeça positivamente. – Por favor, experimente o nosso novo bolinho, por conta da casa! E nos diga o que achou!

Deixei o prato com o pequeno bolinho sobre a mesa e voltei a supervisionar os demais funcionários. Evie e Pandora me dava uma liberdade incrível para tocar o café, isso me fazia sentir ótima, além disso, facilitava muito a progressão do ambiente. Em pouco tempo eu já havia mexido muitas coisas por ali, com aprovação delas, claro! E tudo tinha sido muito bem recebido pelos clientes. Cá para nós, acho que eu tinha um talento para esse tipo de trabalho!

Comecei a limpar algumas mesas e segui dando ordens, ainda tinha muita coisa para fazer até a hora de fechar.


"baby baby 그대는 caramel macchiato  [...] baby baby 그대는 café latte 향보다"

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Última edição por Sun Hee em Qua Maio 24, 2017 5:49 pm, editado 6 vez(es)




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Re: Restaurante, Bar e Café

Mensagem por Sun Hee em Qua Maio 24, 2017 12:24 am

Work, Trabalho, 작업

♥ Be happy, make happy, happinnes is the only way to face life. ♥

Ele estava ali, eu o vi ainda de longe. O garoto magro com cabelos descoloridos adentrava o café com a sua agilidade habitual, sua aura emitia tons amistosos e alegre – O que era uma raridade de ver nele, sejamos bem honestos quanto a isso – o que fez meu coração escapar uma batida.

Eottoke¹!?”


Rapidamente prestei atenção no cliente que falava comigo, fingi que estava prestando atenção, na verdade. Belisquei de leve o braço do filho de Hipnos para acordá-lo do sorrateiro cochilo e obriga-lo a atender o cliente no meu lugar. Fui para trás do balcão e me virei para máquina.

Sabe quando seu nervosismo é tanto que você sente suas bochechas quentes? Minhas mãos estavam geladas e eu não conseguia evitar prender a respiração. Eu não queria demonstrar o nervosismo que ele me causava, mas parecia tão inevitável.

Eu conseguia perceber ele se aproximando do balcão, e sua voz suave e rouca pelo fumo excessivo ecoava como um alarme para acelerar ainda mais meu coração. Eu me virei para encará-lo como se esperasse qualquer outro cliente, mas não era qualquer um dos meus impressionantes clientes, era ele. Ai Júpiter! Eu nunca sabia como reagir quando era ele!

Se eu fosse capaz de voar, sairia voando naquele instante. Talvez fosse o medo de flutuar ou as borboletas no estômago que me faziam prender a respiração sem perceber. Ao fita-lo, meus olhos encontraram-se com os dele: dois círculos escuros e profundos como pequenos abismos feitos para se perder. A ausência cor nos seus cabelos, na sua pele alva, nas suas roupas monocromáticas faziam-lhe o favor de acentuar a escuridão dos olhos e me atrais infinitamente para dentro deles.

Eu amava os detalhes e cada cicatriz no rosto que contavam sua história e me fazia querer guarda-lo em um potinho para proteger e cuidar. Ainda não tínhamos tido muitas oportunidades de conversar após os acontecimentos da festa de aniversário dele e do Gê, isso me deixava ainda mais nervosa.

- Bem, vou tentar um chocolate quente, não é bom dar muito café para uma pessoa agitada. – E eu não precisava dizer isso,

"Ai Vênus, me ajuda."


Preparei os cafés, tentando não tremer enquanto o fazia. Em algum momento eu conseguiria agir normalmente na presença dele? Minha tensão foi notada quase que imediatamente pela filha de Vênus que se ofereceu gentilmente para me cobrir enquanto eu tomava um chocolate quente ao lado do garoto em uma das mesinhas do estabelecimento. No fundo, ela só queria um bom material de fofoca para dar alegria à sua vida.

- Bem... – Falei soando menos nervosa do que eu estava. – A que devo a honra da sua ilustre presença no nosso café? Digo... Eu nunca o vi por aqui, mas... Em fim. Espero que goste.

Naquele ponto, minhas habilidades de comunicação eram tão boas quanto as de um pobre filho de Timmos. Não estava sendo fácil.

1. Expressão coreana que significa " Como, O que devo fazer?"

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Última edição por Sun Hee em Qua Maio 24, 2017 1:54 am, editado 1 vez(es)




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Re: Restaurante, Bar e Café

Mensagem por Sun Hee em Qua Maio 24, 2017 1:25 am

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♥ Be happy, make happy, happinnes is the only way to face life. ♥

Certo, vamos por partes.

Ele estava ali para me ver.

Sim, para me ver. Ai Vênus do Olimpo! Ele estava li para me ver mesmo. Eu sentia uma vontade estúpida de apertá-lo em meus braços por isso, de sorrir e ficar com aquele sorriso estampado na cara pelo resto do dia.

Ele me fazia ter vontade de simplesmente cruzar o espaço entre nós e o beijar, na frente de todos e quem liga? Já se sentiu tão desesperado para estar perto de alguém que estar ao lado sem tocá-lo é castigo maior do que não ver? Era algo assim que eu sentia naquele instante.

A parte seguinte era o presente, primeiro eu não entendi do que se tratava, mas depois fiz associação com a capa que eu havia recebido com um bico frustrado por não ter sido entregue por ele mesmo.

Aos poucos, meu cérebro estava retomando o controle, fazendo com que minhas habilidades de comunicação voltassem ao normal. Isso não mudava nada o barulho ensurdecedor das borboletas no meu estômago ou a bateria que era meu coração. Isso não mudava nada a singular atração que meus olhos tinham pelo rosto dele.

- Recebi. – Comuniquei com um sorriso e pausei para um gole de chocolate e respirar – Mas eu só fiz testá-la! Devo admitir que quase bati numa árvore!

Lembrei-me do episódio e ri, realmente havia sido uma cena cômica. Eu não sabia controlar a capa direito, por isso ia de um lado para o outro, para cima e para baixo sem controle algum. Tudo isso enquanto alguns campistas da segunda me seguiam preocupados, gritando meu nome e tentando me pegar pelas pernas, quando eu estava mais próxima ao chão. De fato, eu havia batido o ombro numa árvore, mas algo que a própria capa me protegeu do impacto.

Eu ainda ria, tentando me recompor após as lembranças do incidente quando o fitei novamente. Era como se ele brilhasse para mim, como um oppa de um dorama, eu poderia jurar que minhas pupilas formavam corações pretinhos quando eu o olhava, mas dessa vez eu estava mais tranquila. E não, eu não fazia ideia do motivo.

Era um grande mistério a montanha russa de sensações que ele me transmitia, por isso, bebi mais um gole de chocolate assim que me acalmei da crise de riso.

- Será muito útil para mim, eu gosto dela porque me faz lembrar de você.

VÊNUS! O que eu acabara de cuspir? Foi tão espontâneo, tão inesperado! Tomei outro gole de chocolate, por Baco! Falar com aquele homem demandava um litro de chocolate, minha xícara já tinha menos que a metade.

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Re: Restaurante, Bar e Café

Mensagem por Sun Hee em Qua Maio 24, 2017 1:04 pm

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♥ Be happy, make happy, happinnes is the only way to face life. ♥

As cores de uma aura indicam muitas coisas sobre uma pessoa e como ela se sente, isso sempre me tranquilizava porque, em geral, eu entendia como a pessoa estava se sentido e a partir daí era possível me portar de modo adequado aos sentimentos dela. E apesar de conseguir ver aura dele, iluminando o espaço em volta de seu corpo franzino, nada além de uma grande interrogação vinha à minha mente.
Eu poderia jurar que ele estava feliz e ouvir um comentário rude ou ter a absoluta certeza de que ele estava zangado e apenas vir silêncio. O que Renly D’Alviano fazia e o que sentia eram coisas independentes, isso me deixava insegura quanto ao que esperar do garoto, ao mesmo tempo instigada. Um dia eu conseguiria prever seus movimentos?

No fundo, eu sabia que gostava dela há muito tempo já, mesmo antes da festa. Admitir isso era um pouco constrangedor, mas a maior parte do meu empenho tinha sido para fazer algo por ele, embora eu não tenha nem um pouco acertado nisso. Não pude conter a minha cara de desânimo quando esse pensamento me ocorreu, suspirei, balancei suavemente a cabeça, como se isso fosse afastar o pensamento de mim.

- Olá, Edwin! Ora, que bom que veio! – Exclamei ao reconhecer um vizinho do meu prédio que entrara e vinha em minha direção. Virei de volta ao garoto e pedi um minuto. Edwin era exageradamente amistoso e veio diretamente a mim num momento inadequado, eu diria.

Mas eu estava no trabalho, a final, mostrei o cardápio daquela noite e recomendei o café que mais saia na casa: o cappuccino. Edwin demorou contando de seu cachorro e de como havia gostado da ideia dos bolinhos coloridos enquanto eu tentava terrivelmente escapar de suas garras e voltar à mesa.

Meu sorriso aos poucos foi ficando cansado, algo que Lety notou de cara e, pedindo licença, interrompeu a conversa com a desculpa que precisava de ajuda com alguns itens que estavam em falta na cozinha. – De fato, haviam acabado algumas coisas, era uma lista com no máximo 3 itens. Voltei a Edwin, pedi licença e informei que iria fazer algumas compras, em seguida fui até o filho de Mercúrio, prendi a respiração por dois segundos e falei um pouco rápido demais.

- Você poderia me ajudar com as compras? - Mostrei o papel cheio de, 3 itens para comprar. Era tão nítido que aquilo era apenas uma desculpa para passar mais um tempo com ele que eu deveria ter ficado com vergonha de mim mesma.

Mas, eu estava na fase de admitir que queria estar um pouco mais perto. Eu já havia negado o suficiente, e nem sabia se ainda estaríamos vivos no dia seguinte – essa era uma realidade muito forte na vida de um legionário – então, eu não sentia que perder tempo era uma opção. Esse era um pensamento que me ocorria a algum tempo já... principalmente durante os treinos da segunda coorte, quando eu podia observá-lo de longe e ver um conjunto novo de cicatrizes e hematomas a cada semana.

Okey, era isso, eu queria falar para ele, mas a imprevisibilidade do garoto me dava medo, se eu não fosse correspondida, bem... Eu não sabia como lidar com isso, eu não queria pensar muito nisso, também.

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Re: Restaurante, Bar e Café

Mensagem por Sun Hee em Qua Maio 24, 2017 2:55 pm

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♥ Be happy, make happy, happinnes is the only way to face life. ♥

Céus, que vergonha! Tinha realmente sido ridiculamente evidente.

Senti o sangue correr pelo meu corpo, deixando minhas bochechas quentes e vermelhas de timidez. O Renly não era estúpido, claro que ele havia notado, mas se ele tinha aceitado, então queria ir, não era?
Acho que eu estava da cor de um morango maduro quando ele sugeriu que o mercado poderia ser um pouco mais distante do que o esperado.

Eu mantinha os braços recuados, as mãos sobre o colo, como se – de alguma maneira – eu pudesse segurar meu coração para não correr por aí ou bater tão rápido que eu infartaria.

Era uma confusão de emoção tão grande que eu imaginava que minha Aura estava irisada como a mamãe. O sorriso no meu rosto estava tão fixo que parecia ter sido esculpido ali. Olhei para a lista de compra e eram coisas como guardanapo, detergente e canela.

- Acho que são coisas bem difíceis de encontrar no mercado! – Corroborei com a desculpa esfarrapada que estávamos nos dando.

Todavia, “eu precisava falar com você” era um método antigo de tortura e eu já estava imaginando mil possibilidades de tudo aquilo dar errado. Eu pensei seriamente em sair correndo, não foi aquele pensamento que dá e passa como o impulso de se jogar de um lugar alto, mas um pensamento embasado, real e que por pouco, muito pouco mesmo, não se tornou uma realidade.

“Calma! Se for um não, é melhor que ele fale logo e você não fique desse jeito, não é!?”

Não, não era. Eottoke¹!? Na minha mente com TDAH várias cenas dele dizendo que devíamos esquecer os acontecimentos da festa me invadiam. Eu fui dispensada mentalmente com todas as variantes que eu era capaz de imaginar, de rude à simpático, vários foras.

“Ai Cupido! E se eu correr?”

Eu estava tão ervosa que poderia parar tudo o que estava fazendo, sentar e chorar de ansiedade, mas ao invés, concordei com um aceno de cabeça enquanto me concentrava na profundidade que os olhos dele tinham.

Aquele olhar parecia ser um ponto de foco, por algum motivo qualquer aquilo me acalmava e fazia meu mundo girar melhor. Ainda que ele fosse o motivo de estar tudo desmoronando na minha cabeça, ele era a cura que eu precisava para me tranquilizar.

Estendi a mão para tocar na dele, dessa vez, não por impulso ou excesso de álcool, mas porque eu buscava nele algum conforto até que ele dissesse o que queria dizer.

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Re: Restaurante, Bar e Café

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