The Blood of Olympus
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One Post para Íkarus de Ares

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One Post para Íkarus de Ares

Mensagem por Quione em Qui Maio 04, 2017 1:25 pm


Ferro Velho

A prole de Ares acordou um tanto atordoada. Não se lembrava de ter dormido no meio do deserto. Aliás, não se lembrava sequer de ter saído de dentro do Acampamento.

Ainda confuso, o rapaz olhou ao redor, se colocando de pé e pôde notar que suas armas estavam ali, jogadas bem no meio daquela terra seca. Sentia-se furioso com aquela situação num todo, afinal, acordar no meio do deserto só com aquelas poucas  armas e sem nenhum suprimento poderia resultar em sua morte.

Como se a situação já não fosse ruim o suficiente, o filho de Ares sentiu a terra estremecer e ao olhar para trás pôde notar que havia um grande autômato de bronze. Sua forma era bem semelhante à de um gigante e ele carregava consigo uma lança de madeira que poderia simplesmente trucidar a cria de Ares. - Eu o aconselho a lutar se quiser sair daqui com vida. - notou um homem um tanto feio surgiu por seu lado direito. - Sobreviva e eu lhe devolvo para aquele Acampamento da mesma forma que te tirei de lá.


Regras:

- Você pode levar até três armas.

- Não faça atos heroicos que não sejam condizentes com o seu nível e/ou experiência. Tais atitudes podem resultar em perda de algum membro ou morte.

- Você deve narrar como foi acordar no meio do deserto e ser desafiado pelo deus. Deve também me dizer que deus é esse e quais motivos ele teria para te desafiar.

- Preciso de um mínimo de 30 linhas e nós dois sabemos que isso é insignificante.

- Poderes e armas devem constar em spoiler no final da narrativa.

- Dúvidas podem ser tiradas comigo por MP.

- Você terá até o dia 15/05, às 14h para postar.

- Boa sorte, criança.


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Re: One Post para Íkarus de Ares

Mensagem por Íkarus Dähl Bouwknech em Qui Maio 04, 2017 10:50 pm



Íkarus havia passado uma noite de sono um tanto quanto agitada para os padrões do jovem semideus, com ruídos e sensações de mal-estar o tempo inteiro, como se estivesse sendo conduzido a algum lugar desconhecido e por algo ou alguma coisa ainda mais desconhecida. O jovem enquanto passava por aquela espécie de pesadelo, não se incomodou o suficiente para acordar pois deduziu consigo mesmo que tudo não passava de fruto da sua imaginação e além disso estava curioso para saber o significado daquele sonho ou seja lá o que aquelas sensações queriam lhe dizer. No entanto, a prole do deus da guerra até então não esperava pelo que estava por vir, a verdade fatídica era que ele foi sequestrado e estava prestes a encarar o seu inesperado destino. Qual a sua identidade e qual seriam os motivos para que levaram o culpado a essa investida era o que Íky empenharia-se em saber.

Horas haviam se passado desde que o semideus havia sido sequestrado, despertou-se daquele estado de profundo sono e lhe restara resquícios do que havia passado durante a noite, como um pequeno enjoo e tremendo desconforto por encontrar-se dormindo no chão e, diga-se de passagem, no meio do nada. De fato, foi uma grande surpresa acordar naquele local provido de um clima árido que o mesmo de imediato deduziu ser “um pedacinho do inferno” por não ter absolutamente nada a não ser cascalhos de vários tamanhos e milhares de dunas de areia. — Mas que merda tramaram comigo dessa vez mano? Eu aposto minhas fichas que tudo foi orquestrado por algum filho de Hermes muito mal-intencionado. — Afirmou consigo mesmo enquanto ainda se recompunha-se do desconforto e tentava localizar-se, uma tarefa um tanto quando complicada considerando o fim de mundo em que Íkarus estava.

Ao se pôr de pé e praticamente restaurado dos recentes sintomas, Íkarus ainda se dedicava em localizar-se naquele deserto e logo notou que suas armas estavam a alguns metros à frente, por conta disso o semideus tomou conhecimento que não se tratava de uma insignificante brincadeira e um pressentimento apontava um grande perigo naquela situação. Já era esperado que o autor daquela investida se faria presente a qualquer momento, Íky se precaveu em tomar posse das suas armas e logo depois manteve todos os seus sentidos em alerta, sua intuição estava afiada pois de algum modo ainda desconhecido ela lhe auxiliava e o alertava nas mais diversas situações e casos em que o jovem se encontrava. — Apareça, dê as caras como um verdadeiro homem seu covarde! — Gritava, esbravejava aos quatro ventos, encontrava-se com os ânimos inflamados para com o responsável e por não ter suprimentos ou armas o suficiente para as situações que poderia ter de encarar.

Mantinha-se em estado de alerta e ainda bastante irritado, estava guardando toda sua raiva e empenho para o primeiro sinal ou sombra de ser que aparecesse em seu caminho, sorte ou azar, não demorou muito até que após “um pequeno terremoto” deduzia o rapaz, e alguns metros à frente – quinze para ser preciso – uma gigantesca besta de aço surgisse, surpreendendo-o de imediato. — Mano, seria esse um transformer? Pelas barbas de Zeus, eu tô literalmente fudido agora. — Afirmou preocupado, medo não era um sentimento que o acompanhava em suas batalhas, mesmo sendo um semideus novo e ainda inexperiente Íkarus compartilhava uma espécie de personalidade e modo de agir bem típicos das proles e até mesmo do próprio deus da guerra, seu progenitor. De repente, uma voz desconhecida empunhou um tom de voz um tanto sarcástico ao proferir certas palavras, um homem estranho e ao ver do Íkarus “dotado com uma beleza extremamente rara” surgiu há alguns metros à direita do rapaz, seguro o suficiente para não sofrer com um possível ataque do mesmo.

Aquele estranho senhor que apesar de aparentar estar beirando a casa dos cinquenta anos de idade ainda sim exalava uma disposição a ser extremamente poderoso em comparação ao jovem semideus, o mesmo afirmou que para manter-se vivo Íkarus teria que vencer a batalha contra aquela espécie de gigante de bronze e só após isso o rapaz poderia voltar para o acampamento. Era realmente estranho e tortuoso o fato que aquele senhor era o responsável pelo seu sequestro e desconhecido eram os motivos que o levaram a isso, no entanto, em seu subconsciente era possível ouvir aqueles fortes ruídos como se o mesmo se encontrasse em uma forja, esses ruídos ecoavam e ecoavam na mente do rapaz ao ponto do mesmo deduzir quase que com a plena certeza que aquele homem em questão era um deus, e Hefesto era o nome dele. Era uma forma totalmente estranha de presumir as coisas, mas não demorou muito, praticamente de imediato o homem assentiu confirmando sua identidade. — Agora sim tudo isso faz sentido, Hefesto, Ares e Afrodite tem umas histórias bem loucas de sexo e traição. Se eu não me engano Ares deu um trato na Afrodite, não é mesmo? — Esboçou um sorriso, tirando sarro da situação mesmo que pudesse ser esfacelado por aquele deus ou até mesmo por aquele autômato que o mesmo havia criado para aquela batalha.

— Pois bem, que assim seja! Acho que não são necessárias mais explicações, vamos ao que interessa! — Completou pouco antes de retirar do bolso seu item de reclamação conhecido como “a moeda das armas”. Íkarus pressionou a mesma na face correspondente a uma espada e, de imediato se fez presente aquele objeto extremamente pontiagudo e de uma coloração vermelha como se estivesse sempre marcada com sangue. O semideus não tinha muitas chances de vencer aquele gigante de aço em um único e fatal golpe, mas estava apostando em uma certa estratégia de batalha que havia elaborado minutos antes assim que teve certeza que enfrenta-lo era o seu destino. Íkarus correu e posicionou-se atrás de uma ou duas dunas de cumprimento o suficiente para fornece-lo uma proteção de corpo inteiro, na verdade contava com aquilo para impedir a visão e o contato direto com aquele autômato.

O deus das forjas havia criado mais uma obra de arte, apesar de tudo, aquele ser artificial de bronze se movia com uma certa lentidão por ser alto e robusto e ainda contava com um material pesado e resistente como o bronze, Íkarus avaliava essas características cuidadosamente enquanto o gigante aproximava-se do local onde o semideus estava. Com sua espada em punho o semideus esperou o momento certo para que pudesse investir em seu ataque. Assim que o autômato chegou a uma distância nada mais que três metros do semideus, o filho de Ares de certa forma o surpreendeu tornando por um mínimo momento o seu corpo totalmente visível servindo de isca para o gigante que em um urro de raiva investiu um soco brutal de cima para baixo em direção ao semideus, Íkarus esperava por isso e desviou ao saltar em um ângulo reto em direção ao interior do gigante segundos antes do mesmo completar aquele golpe que caso atingisse o jovem rapaz com certeza o levaria a morte. O golpe do gigante acertou nada mais que aquela duna de areia em que Íky estava alguns segundos antes, teve quase que certeza que apesar de uma estrutura maciça e bem trabalhada, o gigante não contava com um cérebro desenvolvido pois era apenas um objeto bruto e extremamente violento.

Íkarus teria que usar sua inferioridade a seu favor, contava com seu pequeno tamanho e rapidez em comparação ao seu oponente. Após desviar-se do primeiro ataque, Íkarus com sua espada direcionou algumas dezenas de cortes rápidos no sentido horário e anti-horário onde seria as pernas daquele gigante, uma investida de Íkarus para estudar a condição daquele oponente que se demonstrou bem resistente aos ataques, mas ainda sim saindo com danos como quais uma certa instabilidade em pé. Após o contra-ataque, o semideus saltou e rolou alguns mínimos metros a esquerda do gigante para não facilitar os ataques e, na tentativa de tornar sua localização imprevisível para aquela criação de Hefesto. Íkarus teria que fazer mais algumas investidas e cortes mais sérios se quisesse sair de lá com vida, o gigante portava uma lança da altura de um prédio e extremamente pontiaguda, mas não parecia saber fazer mais que estocadas violentas e na área onde Íkarus estivesse e não aonde ele poderia estar caso desviasse.

Os dois oponentes estavam a alguns minutos batalhando em uma situação que mais parecia um pique-pega em uma brincadeira de pique-esconde, Íkarus mantinha-se em correr, saltar e pular usando as dunas que cercavam aquele deserto a seu favor para desviar e evitar ataques e a sua previsibilidade para o adversário, buscava estuda-lo e descobrir os seus pontos fracos. Apesar de uma grande determinação e sede por vitória do filho de Ares ainda sim se viu acumulando um grande cansaço por conta do esforço e do local onde estava batalhando, o deserto era de fato o maior inimigo daquela batalha. — Eu preciso achar logo o ponto fraco dele ou eu vou acabar sendo vencido pelo cansaço e consequentemente acabar de encontro com aquela lança, mas que merda! — Desabafou ao se esgueirar pelos cantos tentando novamente evitar o contato com aquela máquina. Talvez por sorte do adversário ou, quem sabe azar do semideus, enquanto o desabafo de Íky e um breve descuido foi atingido pela onda de choque de um dos ataques do oponente, que fora brutal e o lançou alguns metros para fora de onde antes se localizava. Íkarus não exalou em momento algum medo ou dor diante da fatalidade e agora encontrava-se com alguns danos que prejudicaram sua locomoção, não poderia mais contar com a sua velocidade.

Íkarus estava com um ferimento aberto na perna e que sangrava continuamente, estava com menos aptidão física por conta da desidratação e do cansaço que aquele ambiente causava, no entanto, mantinha-se ainda focado na batalha como se esses sintomas fossem facilmente descartáveis do entendimento do semideus, um sinal de força e doutrinação do psicológico. Retirou do seu bolso um artefato cujo nome era “Pingente de sangue” que ao utiliza-lo fez com que quatros seres surgissem a seu favor, eram zumbis e eram falecidos guerreiros. Não se fazia necessário o uso de ordens verbais para que os guerreiros agissem, bastando apenas uma estruturação mental do plano para que eles o pusessem em prática e assim o fizeram. Íkarus estava com sua capacidade física bem comprometida e contava com esse auxílio para que executassem o que ele denominava como o “ataque da penitência”, o tão esperado ataque fatal.

Os guerreiros armados com espadas e lanças se dividiram em duplas e se aproximaram do adversário sorrateiramente pelos flancos, enquanto Íky que mancando aos trotes servia de isca pois era ele quem prendia a atenção e era o adversário que Hefesto havia programado para receber as investidas da máquina. O autômato empenhou-se na tentativa de acerta-lo com diversas estocadas e urros afrontosos enquanto mesmo que ferido fazia o possível para evita-los, esse tempo e atenção ganhos foram cruciais para a investida dos guerreiros que ás inúmeras estocadas conseguiram com dificuldade decepar as pernas do autômato que logo caiu no chão sem demonstrar muita resistência. — Agora sim eu peguei você ferro velho, au revoir! — Sussurrou baixinho passando desapercebido, não queria estragar a surpresa. Aquela era a melhor chance que Íkarus teria pois sem a capacidade de se locomover o autômato ficaria as traças na tentativa de feri-lo, sem muitas opções, a não ser, feri-lo com a lança de qualquer maneira.

Íkarus encontrava-se logo atrás de uma pequena duna enquanto o autômato que parecia estar em uma espécie de curto circuito ou em um estado de atordoamento pelos danos quem o foram infligidos mantinha-se caído logo a frente, era quase certo que aquele seria o último e o golpe que levaria o fim daquele conflito. Íkarus em um salto emergiu daquela duna em direção ao local onde a máquina se encontrava, ela aguardava o seu tão esperado golpe e em um e bem rígido corte decepou aquilo que seria a cabeça do autômato, encerrando assim o seu funcionamento de uma vez por todas, finalmente. Por incrível que possa parecer, Íkarus contava com uma grande força bruta que fazia-o ter um tremendo impacto em seus golpes. Após o feito até que um tanto heroico pois mais parecia uma cena de filme, Íkarus retirou e chutou a cabeça em direção aos pés de onde o deus se encontrava como telespectador, de alguma estranha forma, Hefesto mantinha-se surpreso e com um olhar de aprovação para com o semideus e a sua criação. — Você está satisfeito com a derrota, é isso mesmo? Espero que Zeus esteja vendo isso e que você tenha a punição que mereça! Ah e eu espero que o meu coroa também esteja de algum lugar assistindo isso pra ele saber que eu dou conta do recado, mesmo que contando com a sorte. — Afirmou e assentiu aos céus logo em seguida.

Hefesto esboçou um leve sorriso como se seu autômato rendesse o esforço e seja lá mais o que ele havia investido na sua criação, parecia esperar um resultado como esse apesar de ainda sim estar convicto de sair dali ao menos com algum membro da prole de Ares. A divindade não tardou em acionar uma espécie de dispositivo ou alavanca que revelou um portal com inscrições desconhecidas e antigas, logo assentiu para que o jovem semideus por ali cruzasse para que enfim pudesse retornar ao acampamento. — Ok, isso tudo foi realmente muito estranho, mas eu não tô mais ligando, só quero ir embora desse lugar! Meu pai me colocou em uma furada com esse lance todo de ser o amante da Afrodite! — Disse Íkarus ao recolher suas coisas e acionar o pingente que fez com que seus soldados zumbis desaparecessem como poeira no deserto. Cansado e mancando, estava com demasiadas escoriações e um corte na perna que o impedia de se locomover cada vez mais conforme o tempo passava, mas ainda sim mantinha-se firme e com isso recolheu-se se retirando daquele local ao cruzar aquele portal. Sequer trocou algum olhar com a divindade, pretendia chegar o mais rápido possível no acampamento rumo a enfermaria e com certeza lembraria-se de nunca mexer com uma mulher casada, ou teria que se acostumar com vinganças desse tipo.


Itens do Semideus:

• Faca de Bronze Celestial [ Uma faca de lâmina curta - cerca de 10 cm - com cabo em madeira envolvido em couro para tornar o manuseio melhor. | Não produz feridas em mortais. | Bronze celestial, madeira e couro. | Sem espaço para gemas. | Alfa. | Status 100%, sem danos. | Comum. | Nível 1. | Item inicial. ]

❃ Moeda das Armas: De ouro imperial, em um lado a imagem de uma espada e na outra de uma lança, quando uma das faces e pressionada, esta vira o item correspondente, Espada: Metade prata metade bronze, ambos vermelhos, extremamente afiadas, Lança: Longa e de ouro negro, cabo de couro preto e resistente.

❃ Pingente de Sangue: Pingente feito do sangue dos guerreiros mais vitoriosos. Ao utilizar esse item, as almas dos guerreiros virão em seu favor e lhe proporcionarão um exército de até 4 guerreiros zumbis.

Poderes Passivos:

Nível 1
Nome do poder:  Espírito de Guerra
Descrição: Ares/Marte é o deus da guerra, profundo amante de combates e um dos principais deuses amantes da morte. Seus filhos possuem um espírito parecido com o do deus, de modo que todos os conhecimentos referentes a guerra (Como sinais de comunicação, técnicas de sobrevivência básica, manuseio de armas e tudo mais o que tiver ligação direta com guerra), surgem naturalmente na mente do semideus, mesmo que ele jamais tenha passado por alguma situação de dificuldade.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Conseguem elaborar planos, ler mapas e criar estrategias com mais facilidade.
Dano: Nenhum

Nível 3
Nome do poder: Força I
Descrição: A força é sem dúvida alguma a principal arma de um guerreiro, que o faz vencer seus inimigos mesmo que precise utilizar apenas seus punhos. Independente do porte físico do filho de Ares/Marte e da sua idade, o semideus terá a força de um atleta de MMA profissional, sendo capaz de carregar forças superiores aos demais campistas, e causar danos maiores.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +10% de força
Dano: +5% de Dano se o ataque do semideus atingir.



demigod live | facing an automaton | hephaestus: do not fuck with me!


My wicked tongue Where will it be? I know if I'm onto you, you must be on to me. You want me? I walk down the hallway, The bedroom's my runway, slap me!


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Re: One Post para Íkarus de Ares

Mensagem por Quione em Sex Maio 05, 2017 6:53 pm


Olha só, eu preciso dizer que achei bem divertida a forma como você lidou com toda a situação e, ao mesmo tempo, bem contente sobre como você levou a sério a minha recomendação para tomar cuidado com atos excessivamente heróicos. Meus parabéns, Ikarus, é muito bom ler algo bem feito. Agora, vamos a forma de avaliação:

Forma de avaliação:

Forma de Avaliação: Realidade de postagem + Ações realizadas – 1000 xp
Escrita: Gramatica, erros, pontuação, coerência, concordância e etc – 1000 xp
Estratégia em batalha –  1000  xp
TOTAL: 3.000 xp – 4.000 dracmas

Avaliação:

Forma de Avaliação: Realidade de postagem + Ações realizadas – 850 xp
Escrita: Gramatica, erros, pontuação, coerência, concordância e etc – 950 xp
Estratégia em batalha –  800 xp
TOTAL: 2.600 xp – 3.900 dracmas

• Bracelete Vermelho [ Um escudo feito de bronze celestial com o rosto de um javali entalhado, os olhos do animal são duas pedras de rubi que emitem um brilho intenso quando ativos. Quando não utilizado se torna um bracelete de couro com o entalhe de duas lanças cruzadas. | Os rubis emitem um brilho intenso - graças a um encanto - o que permite ao usuário se defender com eficácia. (Apenas uma vez por narrativa)| Bronze celestial, rubis e couro. | Sem espaço para gemas. | Alfa | Status  100%, sem danos. |Mágica| Nível 5 | Ferro Velho (Missão One Post) ]



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Re: One Post para Íkarus de Ares

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