The Blood of Olympus
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또 하나의 the shadow Δ

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또 하나의 the shadow Δ - Página 2 Empty Re: 또 하나의 the shadow Δ

Mensagem por Kim Nayoung em Sex Out 18, 2019 9:04 am


Essa CCFY leva em conta uma missão de um evento antigo: o passado revive.

As unhas estavam manchadas de cores distintas, não pela ação de algum esmalte, mas pela tinta que se agarrava as pontas dos seus dedos e outras partes de seu corpo, manchando a blusa branca e calça de coloração escura que trajava. Nem mesmo os cabelos escuros, presos no topo da cabeça, haviam se salvado dos pontos de tinta que grudaram de forma anormal nos fios. As cores principais que sujavam suas mãos e corpo consistiam em branco, prata e vários tons de azul. Quem quer que visse a semideusa sentada no topo de uma escada, com um sorriso parcialmente satisfeito no rosto e coberta de tinta ao pintar o teto do próprio chalé não poderia encontrar motivos negativos ou sombrios por trás de suas escolhas.

Mas o fato é que a guerra deixou evidências pelo chalé, seu brilho durante a noite parecia medonho, como se a manifestação da possível tristeza e ódio de Nyx estivesse se propagando pelo ambiente. A realização do fato foi o suficiente para perturbar a semideusa – seus pensamentos ainda não estavam alinhados e o sofrimento que sentia somado a energia ruim do ambiente em nada acrescentavam –, que demorou dois dias para reunir aquilo que precisava. Acrescentando magia a tinta que aplicava no teto, reforçando a pintura existente de forma que ao menos aqueles que resolvessem ficar ali não fossem tão atormentados pelo clima pesado presente no chalé. As roupas, camas e pertences estavam devidamente cobertos, assim como o chão.

Caso olhasse para baixo ela seria capaz de ver diversos cartazes de um mesmo ator em filmes diferentes – doados por alguns campistas do chalé Afrodite, após a notícia de que o rapaz em questão estava envolvido em algum escândalo de namoro – e a situação poderia ser descrita apenas como cômica, afinal o chalé estava irreconhecível daquela forma. Ao longo daquela tarde alguns de seus irmãos a visitaram, alguns demonstrando surpresa e outros caindo no riso ao verem o estado do ambiente, ao menos ninguém teve a coragem de criticar seus esforços.

Primeiro ela havia tentado energizar o lugar com suas energias excessivamente positivas – como havia descrito uma de suas irmãs –, mas não havia resultado em nada como ela já esperava, afinal a positividade e conforto durava apenas algumas horas. A própria magia se mostrando instável ao tentar imprimir tais sentimentos, mas ela gostava de acreditar que existia negatividade demais no chalé.

O que levou Pipper a métodos mais… diretos. Que no caso consistia em pintar o chalé por dentro com tinta "batizada" de energias boas, que provinham de elementos específicos e não dela. Bem, caso não funcionasse ela poderia simplesmente pedir para retirarem o nome de Nyx do chalé, ele poderia se chamar "Chalé 27, Bolinha". Mas não achava que seria para tanto. Ao menos suas mascotes estavam consigo, Leo brincava com as latas de tinta vazias – ele era inteligente demais para lamber a tinta, mas estava deitado nela e se sujando com todas as cores – e Peaches voava pelo chalé produzindo alguns sons fofinhos e desviando sem motivos, talvez achando que estava em alguma luta em sua imaginação.

Ela não poderia deixar de rir e apreciar a situação, esquecendo-se dos problemas que a acompanhavam em dado instante.

O cheiro de tinta era forte e deixava seu nariz – e as suas vias respiratórias – meio dormentes e com uma leve queimação, mas nada que uma passada na enfermaria não fosse resolver.

Por fim a adolescente se viu dando os tratos finais na própria pintura, após efetuar feitiços para que a tinta secasse mais rápido. Admirando o trabalho que exibia um céu estrelado, era imperfeito e tinha falhas, algumas das estrelas estavam tortas, como se uma criança tivesse as desenhado, porém dava a sensação de… casa. Infelizmente terminar o trabalho de pintura significava que ela precisava arrumar o chalé todo e dar um banho nas mascotes. Tudo isso antes do toque de recolher, mesmo que as Harpias do Acampamento não a assustasse ainda não era legal entrar em batalhas quando estava cansada. E seus irmãos precisavam dormir.

De imediato a adolescente passou a arrumar as coisas, realizando mais encantamentos para que o cheiro da tinta se dissipasse, aliviando o incômodo que sentia no próprio nariz. Deixando o chalé de Nyx, que estava cheio de lixo – sobretudo papéis sujos – e seguida pelas duas mascotes que também estavam cobertos de tinta, assim como ela. Mas ninguém a olhou estranho ou torto, afinal semideuses por si só eram peculiares e suas atividades incomuns não despertavam tanta curiosidade assim. Logo ela seguiu para dar um banho nas mascotes e nela mesma, chegando no chalé – que estava muito bonito, a propósito – após o jantar. Recolhendo o lixo e os papéis com facilidade.

A sua cama ficava em proximidade com a janela e o luar entrava e todo vapor, como se ela fosse uma pedrinha que deveria ser energizada em contato com a luz da lua. E o fato sempre lhe causava algum riso, mas suas memórias a levaram até a própria mãe – não a Deusa, mas aquela que havia a criado, alimentado e dado todo amor e compreensão do mundo –. Sabia que ela estava bem, afinal ela sempre foi cuidadosa cheia de calma. Porém sentia falta dela, mesmo que agora estudasse por conta própria, fazendo provas regulares pelo governo, ainda sentia vontade de voltar para casa, principalmente por estar sozinha... Sentia falta da mãe e da tia. Até mesmo sentia falta do barulho dos tiros da sua rua e dos homens que andavam armados, achando que ela teria medo deles. A decisão de voltar para casa veio fácil, assim como o sono.

Assim que o dia clareou, trazendo o cheiro de tinta pelo encantamento não ter sido forte o suficiente – totalmente sua culpa, ela assumia – a adolescente se levantou, decidida a finalmente ir para casa, numa favela localizada na Califórnia. Mas primeiro Pipper reforçou o feitiço, preocupada que talvez fosse acordar seus irmãos com o cheiro de tinta e arrumou uma mochila com roupas, armas e objetos que julgava como importantes, vestindo a costumeira roupa que usava para treinos: calça leggin e uma blusa branca folgada. Suas armas estavam em sua maioria empilhadas na sua mochila, apenas a espada escura estava ao alcance de Pipper, estando embainhada ao redor da cintura da semideusa. Havia uma consciência de que sendo filha de uma deusa sempre haveria criaturas e monstros interessados em si. Não em um sentido bom.

E antes mesmo que o sol pudesse começar a aquecer o solo do Acampamento Meio-Sangue ela o deixou, se enfiando na floresta que abraçava o local e chegando com facilidade a pista que existia ali perto. Ela frequentava o acampamento desde os treze anos, não sendo exatamente uma surpresa que ela realmente soubesse se guiar para qual lado da pista seguir, mas Pipper também sabia que nenhum ônibus pararia por ali e as alternativas que tinha consistiam em caminhar ou conseguir um meio de transporte.

Alcançar um dracma de ouro na sua bolsa não foi um trabalho difícil pelo fato de manter o dinheiro, mortal e divino, separados da sua bagunça, junto com seus documentos. A esfinge de Zeus parecia julgá-la em seu entalhe na moeda brilhante e ela sentiu como se estivesse fazendo um grande esforço para manter-se bem. Era óbvio que não estava bem. Os sinais do extremo cansaço emocional estavam espalhados por todo seu rosto e ela sentia apenas vontade de dormir, sem qualquer esperança. Mas não queria que as pessoas que ainda se importavam – especificamente sua família mortal – pudessem se preocupar, principalmente levando-se em conta o fato de sua mãe conseguir ver seu futuro com tanta facilidade. Ela deveria estar preocupada.

– Stêthi, ô hárma diabolês! – O grego antigo fluiu com facilidade pela língua dela, apesar das palavras parecerem direcionadas ao nada. E Pipper logo jogou a moeda no asfalto, que foi engolida pelo mesmo. Fazendo com que o chão onde a moeda tinha caído escurecesse e ganhasse um tom avermelhado. O lugar onde estava tingido de vermelho era grande o suficiente para que um carro saísse dali. Por reflexo ela deu um passo para trás e observou quando o táxi surgiu. A coloração era cinza-escuro e ele parecia feito de fumaça, não sendo uma novidade a adolescente. Ela abriu a porta, sem esperar que qualquer uma das três pudesse perguntar para onde estava indo, murmurando ser passagem para um e que iriam para a Nova York. O táxi das irmãs cinzentas infelizmente não poderia levá-la até o outro lado do país, mas ao menos chegaria ao aeroporto em segurança.

A três estavam em uma discussão nada amigável sobre quem deveria estar com o olho e tudo que Pipper conseguia pensar era em como felizmente a estrada estava vazia. Ela havia fechado os olhos para evitar o enjoo pela velocidade e já tinha colocado o cinto improvisado. – Vire à esquerda, sua bruxa velha! – Uma delas berrou e a Kang sentiu como se ela fosse uma taça sendo quebrada por gritos.

Algumas horas mais tarde e com os ouvidos latejando pelo barulho das três irmãs, Pipper finalmente tinha saltado no aeroporto de Nova Iorque. Conseguir embarcar foi mais fácil do que ela havia esperado inicialmente, não haviam sinais de monstros pelo ambiente e ela sabia que era consequência do colar que disfarçava seu cheiro. A passagem também não havia consistido em um gasto de fato, afinal ela tinha conseguido com um filho de Hermes, dando dracmas em troca. O avião era simples e o voo prometia durar apenas quatro horas, ela não viu qualquer necessidade em marcar a linha das poltronas com runas. Naquele ponto Pipper duvidava que uma queda de avião pudesse matá-la, se acordasse a tempo poderia salvar a si mesma e algumas pessoas.

Lentamente ela permitiu que o sono a envolvesse, apagando quase por completo. Ainda que às vezes ouvisse vozes e passos pelo avião. O despertar dela foi conquistado com facilidade, os músculos reclamando do pouco espaço e iluminação precária lhe parecendo alta demais. Seu primeiro movimento foi levantar-se, desorientada por ter dormido por tanto tempo. O sol ainda brilhava através das janelas e o avião estava pousando, deslizando pela pista com facilidade. Apesar da posição ruim o sono havia a ajudado a pensar com clareza e sua cabeça não parecia mais tão pesada e afogada em sofrimento como antes. Parecia que Pipper sempre se esquecia de como dormir a fazia bem. Naqueles dias ela apenas se concentrava em dormir tempo o suficiente para ficar em pé, evitando o sono sempre que sonhava com a mulher que pensou que amaria por toda a vida. E, parando para refletir sobre si mesma, ela acabou percebendo que sua última refeição decente tinha sido há quase quinze horas, ainda no Acampamento.

Seu cabelo estava pressionado em direções estranhas e ela sabia que era uma causa perdida, então Pipper simplesmente esfregou os olhos e vestiu o suéter confortável por cima da blusa branca e suas botas mais uma vez antes de desembarcar.

Apesar de amar a Califórnia e toda a energia caótica que fluía da cidade, Pipper sentia como se estivesse errado estar de volta tão drasticamente. Como se o destino estivesse puxando-a para aquele lugar e ela estava cansada de resistir. Ela tinha vivido tempo demais como semideusa para reconhecer que o sobrenatural estaria em qualquer lugar. Em cada beco poderiam haver monstros. Todo mundo tinha ocorrências estranhas para contar, como livros se transformando em cinzas do nada ou a estranha história de um medalhão. E ela reconhecia que não era aquilo que a assustava. E sim a inevitabilidade do destino, aparentemente. O aeroporto não ficava perto de onde morava, mas por algum motivo ela continuou caminhando em direções aleatórias, entrando em ônibus aleatórios e seguindo um fluxo puramente intuitivo. Não havia motivos para adiar o inevitável quando seu corpo todo parecia indicado a seguir por uma direção. E não foi exatamente uma surpresa quando Pipper chegou a um lugar que conhecia apenas de memórias distantes e que não pertenciam a ela.

A rua onde estava era ladeada de pequenos prédios cinzentos, suas calçadas cheias de led e pessoas despidas. Havia lixo pelo chão, junto com garrafas quebradas. O cheiro ali era de cigarro e maconha, formando uma mistura que não era exatamente nova ao nariz dela. No fundo de sua mente ela achava o que estava fazendo era uma completa loucura sem explicação racional, mas não haviam arrependimentos. O bar que entrou se chamava The Reason's Piece e a sua arquitetura lhe era familiar, ainda que houvesse visto o mesmo lugar em um sonho distante. Dentro o lugar fedia a fumaça e a álcool e as luzes eram tão opressoras quanto ela esperava, ainda que pudesse enxergar bem, seus olhos ainda doíam pela velocidade com que as luzes piscavam. Pipper sentou-se no bar e fechou os olhos por alguns segundos para evitar que as luzes a incomodassem, mas ela logo abriu os olhos quando um barulho próximo a despertou.

Pipper não queria e nem pediu uma caneca de cerveja e, no entanto, um barman ainda colocou um copo diante dela com um barulho satisfeito. – Obrigado, senhor –, disse Pipper, surpresa. – Mas não acredito que seja para mim. – O barman não disse nada. E ela não fez nenhum movimento para pegar a cerveja e o barman também não fez nenhum movimento para sair ou que indicasse que iria parar de encarar Pipper como se estivesse desmantelando sua própria alma, Pipper sorriu a contra gosto, consciente de que algo estava errado. – Como você está hoje? – Ela perguntou, a voz cheia de falsa alegria e verdadeira incerteza, sem compreender exatamente o que estava acontecendo. Não esperava encontrar uma pessoa tão anormal quanto aquele barman.

– Oh, a animação dos jovens. Como você sabe, criança, é a mesma coisa todos os dias, muito movimento e pouco dinheiro. –  Respondeu o homem, com um sorriso colado no rosto e fixado no lugar ao lado da adolescente. Sua expressão era como um retrato que alguém havia pintado e que nunca havia visto a verdadeira felicidade, descrevendo-a enquanto estava completamente bêbado. – Como você está? –  Pipper não podia sentir nenhuma malícia do homem, mas algo estava errado, muito errado, e os dois pareciam estar cientes disso.

Se o fato de estar sendo abordada tão incisivamente não fosse perturbador o suficiente, o sorriso falso do homem e o ânimo geral teriam sido suficientes para enviar a sensação de gelo em cascata na espinha de Pipper. Ela era ruim em fingir, mas já tinha visto a mentira escorrer com facilidade pelos poros de homens e mulheres durante toda a sua vida para saber que esse homem, esse barman cheirava a desespero, como se desejasse fazer algo e não pudesse agir. – Estou bem. Meu nome é Pipper, e você é? – Ela questionou, tentando soar confiante no que estava falando.

– Noah, ao seu serviço, Pipper!–  Ele indicou repentinamente, jogando as mãos no ar como se tivesse feito uma grande declaração, e Pipper recuou pelo susto. Assim que ele falou algo parecia ter mudado e, de imediato ela recuou, sem compreender aquela pessoa a sua frente. – Já retorno, cuidado com os ciclopes, eles ficam mais agressivos nessa época do ano. – ele sussurrou e puxou um pedaço de pano do bolso do avental. Antes que Pipper pudesse dizer mais alguma coisa, o homem a abandonou para encarar a parede próxima ao que parecia ser os banheiros, sua respiração acelerando e os olhos indo de um canto a outro. – Onde, onde, onde hoje? Onde, onde, onde amanhã? Sempre aqui, sempre aqui, mas onde, onde, onde... –  ele disse enquanto se afastava. Foi inevitável para ela não arquear a sobrancelha em uma evidente dúvida, assistindo o homem desconhecido com interesse.

Ele era um semideus ou pelo menos um legado. Enquanto ele se afastava, retirou os óculos do rosto e pareceu tatear as paredes, como se buscasse uma coisa específica no concreto. A cada momento que passava Noah se tornava mais maníaco. Ela estava tão concentrada em assistir Noah em seu comportamento anormal que ela não percebeu que havia uma pessoa ao seu lado, precisamente a pessoa que buscava. Se o ar do bar já era peculiar, ele havia se tornado completamente estranho e foi inevitável para ela não pular para trás, a mão indo diretamente para a lâmina escura. Quando seus olhos passaram pela figura conhecida de Jonghyun o seu corpo pareceu congelar no meio de sua ação. Ele era tão familiar e parecia igual as suas memórias, ainda que nunca realmente houvesse o visto pessoalmente, além do dia que Nyx havia a entregado para ele, onde era apenas um bebê. Naquela época ele parecia abatido, magro e doente, como se não possuísse forças para sobreviver outro dia. Mas agora o Kim parecia saudável, quase vivo. Mas seus olhos estavam encobertos por um charme intencional, como se ele cobrisse suas verdadeiras feições com uma máscara tecida delicadamente ao longo dos anos. Aquele era seu pai, ela tinha certeza.

Uma figura paterna que lhe foi negada desde o momento que foi trazida ao mundo, nascida de uma Deusa antiga e de um semideus com a vida arruinada e que era obrigado a se prostituir para pagar dívidas. Pipper conhecia a história dele tão bem, ainda que não o conhecesse. Seus gostos e opiniões pessoais lhe eram tão indecifrável quanto as emoções que ele escondia. – Noah fica nervoso com semideuses, existem muitos monstros por perto. – Ele falou, sua voz soando estranha para os ouvidos de Pipper e ela se viu voltando a sentar, sem desviar os olhos do Kim.

– Peço desculpas. – Ela disse lentamente, com a voz desprovida de arrependimento, a cabeça indicando a espada para que ele entendesse que não havia intenção de ataque. – Mas não acredito que eu esteja entendendo o que está acontecendo. – Pipper indicou, consciente que sua voz soava bastante quebrada, como se não falasse há algum tempo. Jonghyun indicou o copo de cerveja intocado e ela negou, ainda era menor de idade e honestamente não sabia se podia confiar naquele barman e muito menos em seu pai. Ele assentiu, sentando-se ao lado dela e, por alguns segundo, Pipper estudou o rosto dele antes de embainhar a lâmina escura de volta e permitir que seu rosto se transformasse em algo mais gentil. – Estou ouvindo.

Ele parecia segurar o riso e puxou o copo de cerveja intocado para si mesmo, os braços tatuados e cheio de músculos ficando evidentes, da última vez que ela o viu em memórias, há dezessete anos, ele não tinha tantas tatuagens visíveis. Talvez uma ou duas, mas agora ele parecia completamente pintado pela tinta permanente. – Esse bar tem semideuses como administradores, aqui acontecem algumas atividades que você poderia chamar como ilegais. Às vezes brigas entre monstros, mercado de itens, essas coisas. Há também serviços para humanos. –  Ele moveu a mão de forma vaga e Pipper entendeu.

– Serviços como prostituição. – Murmurou, vendo a forma como os olhos dele pareciam se estreitar como se ela estivesse falando algo que fosse… secreto. Mas ele assentiu e continuou. – Noah é responsável por atender os semideuses, ele pode oferecer qualquer um de nossos serviços se eles puderem pagar em dracmas. Mas hoje não é exatamente um dia muito bom, alguns monstros estão descontrolados como se algum semideus poderoso estivesse por perto. – Ele sorriu, como se soubesse exatamente que a semideusa poderosa estava sentada ao seu lado e Pipper assentiu, sentindo a boca ficar seca com a vontade de verbalizar que sabia que ele era seu pai. Mas ela sabia que não era hora. Então as informações que fluíram eram… seguras. – Qual o seu nome? Eu sou Pipper.

Ele apenas riu, em um humor mais genuíno e apontou para o próprio crachá onde era possível ler ‘Krys’. Um nome falso obviamente.

– Você também é um semideus. – Pipper murmurou e ele assentiu. – Você é filha de um Deus poderoso, como os três grandes? Não sentimos sua presença exatamente, mas você parece como um deles. – Ela negou com a cabeça, movendo os olhos pela sala, ainda sem encontrar sinais de Noah pelo ambiente. – Sou filha de Nyx, legado de Afrodite. – ela murmurou, sentindo a tensão se espalhar pelas feições do homem e que eram semelhantes às dela. Ela nunca soube realmente qual a relação dele com a genitora, se eles realmente tiveram alguma paixão e romance ou se tudo que nutriram foi o interesse mútuo. Mas era óbvio que ele sabia que Nyx era a divindade que era a mãe de sua filha. Talvez naquele momento ele já soubesse que ela poderia ser sua filha, já que ele questionou quantos anos ela tinha. Mas antes que pudesse pensar em responder um barulho alto parecia provir diretamente do subsolo, como se algo estivesse tentando se soltar.

Seu corpo reagiu automaticamente e ela se levantou, junto com Jonghyun que parecia inclinado a mandá-la ficar ali, mas Pipper o encarou de volta, com o queixo elevado como se o desafiasse a discordar. Ela quase perdeu o indício de sorriso que vinha dele, mas ele logo se moveu pelo bar, indicando que ela deveria segui-lo. Como ela esperava o lugar tinha entradas específicas, como o labirinto de dédalo, mas o símbolos eram diferentes, ainda que fossem gregos. Uma dessas entradas estava próxima a parede dos banheiros, exatamente onde ela tinha observado Noah tateando o concreto desesperadamente. Diferente do barman o seu pai parecia exatamente onde ir e assim que a passagem se abriu, os separando das demais pessoas. Pipper desembainhou a lâmina escura, enxergando perfeitamente bem na escuridão do ambiente.

Jonghyun parecia saber exatamente como se mover pelo local, mesmo que não conseguisse enxergar tão bem no escuro. Sua linguagem corporal não era ameaçadora e sim cautelosa, e ela não hesitou em segui-lo pelos corredores escuros, ouvindo rugidos que ficavam cada vez mais altos, assim como os sussurros nervosos de Noah e de uma outra pessoa. E suas dúvidas foram respondidas assim que ela chegou a uma sala de amplitude maior e que tinha uma gaiola média com... um dragão filhote aprisionado. O dragão era um tipo que Pipper nunca tinha realmente visto e ele parecia amedrontado e assustado, suas asas estavam machucadas e suas feições exibiam um sofrimento que não parecia certo. Pipper não evitou que seus lábios formasse um feitiço, mentalmente murmurando 'dormierunt' ao focar o pequeno dragão, que caiu no sono quase de imediato. Não era o que ela realmente queria fazer em tal situação, porém ela não poderia ser descuidada e nem colocar o dragão em estado de maior irritação.

Jonghyun parecia calmo, consciente de que ela tinha conjurado o feitiço e nenhuma das outras pessoas na sala pareciam cientes que o dragão machucado estava realmente adormecido, continuando a discutir. Até que o Kim limpou a garganta, murmurando em um tom calmo: – O que está acontecendo, chefe?

Um homem de aparência irritada e punhos grandes pareceu finalmente perceber a presença dele, elevando a mão como se a presença de Jonghyun ali fosse inútil. – Alguém tentou roubar meu dragão, como se eu fosse perdê-lo, só os Deuses sabem como foi difícil consegui-lo. Já não me basta o lucro que perdi semana passada quando vocês dois deixaram aquela vagabunda fugir com os dois bebês. – Ele suspirou, elevando a mão até a cabeça. – Parece que vocês não sabem o valor de filhos do senhor do Olimpo, ainda mais bebês. – Pipper sentiu o próprio corpo ficar tenso, ela ainda estava parcialmente no corredor, com Jonghyun a sua frente, escondendo sua presença. E sem hesitar, ela sentiu o próprio corpo tornar-se invisível. A conclusão lhe veio fácil. Sabia que seu pai, um filho de Afrodite, era obrigado a se prostituir e ela não duvidava que houvessem outras pessoas na mesma situação que ele. Ela não sabia exatamente o que aconteceu com Noah, mas ele parecia desprovido de malícia e infeliz. Sendo também óbvio que ele não estava ali por vontade própria.

De forma silenciosa ela deixou a mochila no corredor e contornou o corpo de Jonghyun, que nem reagiu, fingindo que nada acontecia.

Não havia qualquer vergonha por parte dela em atacar enquanto estava invisível, consciente que aquele homem era um semideus experiente e antigo. Ela não conseguia encontrar arrependimentos. Aquele homem havia acabado com a sanidade do seu pai, além de traficar bebês semideuses, aparentemente. Pipper não conseguia impedir-se de se sentir cheia de raiva. E era notável que tal sentimento lhe dava algum incentivo afinal seus olhos estavam pintados em tons vermelhos, ainda que seu corpo não fosse visível. Ela moveu a espada escura e atingiu o homem na altura do estômago. A reação dele foi imediata, golpeando o ar e, por pouco, Pipper não foi pega. – Que merda é essa?! – Ele gritou, olhando em volta e tanto Noah como Jonghyun recuaram de imediato.

Pipper não hesitou em atacar de novo, abrindo um corte superficial no braço do homem que julgava como um filho ou legado de Ares. Mas daquela vez ela foi pega, sentindo a mão dele se fechar em torno do seu cabelo e mover a mão livre para socá-la no rosto. Pipper sabia que se tomasse o golpe iria desmaiar, pela força do seu oponente, então lhe pareceu óbvio colocar a espada entre o rosto e o punho do homem. Que acabou decepando alguns de seus dedos e espirrando o sangue diretamente no rosto dela. O ferimento não pareceu abalá-lo o suficiente, ainda que dois de seus dedos estivesse no chão. Ele logo a arremessou numa das paredes com violência. – Uma mulher, hein. Como se uma vagabunda pudesse me vencer.

Foi inevitável para ela o ignorar, tudo o que saía de seus lábios eram coisas machistas idiotas e Pipper sabia que se perder em sua raiva não a levaria a nada. Infelizmente ela também sabia que em força física jamais se igualaria a ele e ele tinha confiança em seu físico. Então ele avançou antes que Pipper pudesse se levantar, desferindo um chute na altura do estômago da semideusa e expulsando todo o ar que ela mantinha em seus pulmões, a dor que a atingiu expulsou o controle que ela tinha, seu corpo se tornando visível e sequer percebendo quando a mão dele se fechou em seu pescoço a erguendo do chão com facilidade. – Parece que dei sorte hoje. – Ele murmurou, mas Pipper não era idiota e antes de tudo ela era uma bruxa.

Seus olhos se fixaram no homem, as palavras vindo com facilidade em sua mente 'Dolores Parturientis' junto com o desejo se infligir dor e os efeitos foram imediatos, ele havia a soltado preenchendo a sala com seus gritos e cambaleando sem rumo, como se não controlasse mais o seu corpo. Pipper sabia que precisava matá-lo naquele momento, caso ele se recuperasse iria deixá-la inconsciente e até mesmo impedi-la de falar, mas não confiava no próprio corpo para se mexer naquele momento. Aquele chute havia a machucado mais do que ela tinha esperado.

– Alguém... precisa matar ele, com minha espada. – Pipper indicou, os olhos se fixando em Jonghyun e Noah, que pareciam chocados em um canto. Ela não tinha poder o suficiente para influenciar qualquer um dos dois, mas o Kim parecia mostrar os mesmos genes e inclinações que norteavam a personalidade de Kang, mesmo que fosse algo que ele nunca fez. Jonghyun avançou, pegando a espada de Pipper a cravando diretamente no peito do homem caído e agonizando de dor, silenciando seus gritos e Pipper finalmente respirou com mais calma. – Existe mais algum chefe? –  Ela questionou, erguendo a blusa e vendo a pele aberta em uma ferida superficial que não parecia feia. Noah parecia assustado demais para falar e Jonghyun negou. – Certo, vocês estão livres, agora. Eu tenho dracmas e vocês podem ajudar as outras pessoas que estão… – ela começou, mas o ar parecia lhe deixar e em um segundo Jonghyun estava ao seu lado, seus olhos exibindo realmente suas emoções verdadeiras pelo que parecia ser a primeira vez da noite. – Meu nome verdadeiro é Kim Nayoung. – Ela murmurou e o choque em seu rosto quase a fez rir.

Ela esperava que pudessem ter tempo para alinhar as coisas, mas naquele instante ela sentia que era necessário arrumar a bagunça. Algo lhe dizia que aquele homem que haviam assassinado tinha aliados e que eles não ficariam felizes com tudo aquilo. Noah poderia ser um semideus, mas pela sua atitude Pipper supunha que havia algum trauma forte e infligido durante os anos que ele permaneceu naquele lugar, deixando suas ações confusas e quase desconexas como se ele não tivesse certeza de como agir. Jonghyun parecia mais calmo e… decidido entre os dois. – Eu preciso que vocês reúnam as pessoas que ele mantinha como presos e tragam pra cá, quando for noite eu posso nos levar até um lugar seguro junto com o dragão, sejam discretos. – Pipper falou com calma após respirar fundo, seus olhos se movendo entre Noah e Jonghyun até que os dois concordaram. O primeiro deles saindo da sala após alguns segundos, mas o Kim pareceu hesitar por algum tempo antes de retirar a lâmina escura do corpo morto e homem e entregá-la a Nayoung.

Ele sabia que ela era a filha que tinha abandonado há dezessete anos. Pipper sorriu e fechou os olhos assim que ele saiu da sala, a respiração do dragão a acalmando enquanto esperava que a confiança depositada nos dois não fosse em vão. Faltava pouco tempo para o anoitecer.

Passivos:
Nome do poder: Visão Noturna
Descrição: Têm sua íris dilatada, aumentando o foco, e consequentemente a distância a que se pode enxergar. O personagem toma posse da concentração para que consiga perceber se há pessoas no local através de pontos cegos, sendo capazes de detectar inimigos através de suas sombras. A sombra durante a noite, torna o corpo ainda mais vulnerável, e para os filhos de Nyx/Nox ela se tinge de negro no corpo dos inimigos. Assim sendo, quando essa visão está ativa, eles conseguem detectar essa sombra, e rastrear seus inimigos, mesmo que eles estejam invisíveis.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Conseguirão detectar até mesmo inimigos invisíveis, desde que não estejam protegidos por uma magia, ou poder de nível superior ao seu.
Dano: Nenhum

Nome do poder: Aliado da Noite
Descrição: Quando lutam durante a noite os filhos de Nyx/Nox ganham uma força extra de campo, que permite que suas habilidades sejam aprimoradas de uma maneira surpreendente. Os atributos de força, agilidade, esquiva, e velocidade, são melhorados.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +25% de força, velocidade, agilidade, e esquiva.
Dano: Nenhum

Nome do poder: Pericia com Laminas II
Descrição: Conforme o treinamento do semideus evoluiu, sua precisão com laminas se tornou ainda mais evidente. Agora, outros tipos de laminas também se tornam perfeitas em suas mãos, e mesmo sem nunca ter manejado essa arma, terá certa facilidade em lutar com elas. Espadas longas e lanças, podem virar armas tão mortais em suas mãos, que é melhor seus inimigos se afastarem.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +70% de assertividade no manuseio de laminas (adagas, espadas, lanças, e etc).
Dano: +35% de dano se o oponente for acertado pela arma do semideus.

Nome do poder: Imunidade Noturna
Descrição: À noite o corpo do filho de Nyx/Nox fica mais resistente a ataques que envolvam venenos, magias e ataques mentais que envolvam sua fisiologia e psicologia (habilidade que deixam tonto, paralisados, com medo, que obedeça a outros e etc.). Esse poder não funciona durante o dia.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Ataques relacionados a veneno, magia, ataques mentais, ou etc, terão o dano reduzido em 50% durante a noite. Não funciona durante o dia.
Dano: Nenhum

Nome do poder: Imunidade abaixo de 0º
Descrição: Por mais que os semideuses estejam em algum lugar em que o clima esteja abaixo de zero, eles não são afetados, sentem frio, mas não chegam a ser afetados como os filhos de outros deuses, acostumando-se com facilidade as mudanças bruscas.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: A mudança brusca de temperatura não o afeta tanto
Dano: Nenhum
Ativos:
Nível 10
Feitiço: Dormierunt.
Descrição: Um inimigo de nível igual ou inferior ao seu irá facilmente cair no sono.
Gasto de Mp: - 25 de MP.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Caso seja realizado durante a lua nova, há uma chance de +30% de que ele funcione corretamente.
Dano: Nenhum.
Extra: Feitiço apenas verbal.

Nível 90
Feitiço: Dolores Parturientis
Descrição: Considerada uma dor equivalente a quebrar vinte ossos ao mesmo tempo, a dor do parto é uma das piores do mundo e, ao pronunciar essas simples palavras você poderá fazer seu inimigo se curvar de dor. Não importa o quanto ele seja resistente, desde que ele seja de nível igual ou inferior ao seu, ele sentirá essas terríveis dores.
Gasto de Mp: - 250 de MP.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Caso seja realizado durante a lua cheia, há uma chance de +30% de que ele funcione corretamente. É necessário, também, que seu conjurador seja um tanto sádico, do contrário a dor que o alvo sentirá não será tão efetiva.
Dano: - 500 de HP.
Extra: Com certo treino, pode ser utilizado não verbalmente.
Bênçãos:
Nome da benção: Fúria Sangrenta
Descrição: Os olhos do semideus se tornam vermelhos escarlate, garras crescem no lugar de suas unhas e caninos crescem. Todas as capacidades corpóreas da pessoa são dobradas por 3 turnos.
Gasto de MP: 50 de MP.
Gasto de HP: Nenhum.
Bônus: 50% em melhoria em todas as capacidades físicas.
Dano: Nenhum.
Extra: Uma vez a cada 5 turnos.

Nome da benção: Vampirismo
Descrição: Benção dada através de uma mordida por uma vampira de poderes desconhecidos, tal mordida dá a Pipper a capacidade de ter uma natureza dual. A parte mortal torna-se vampira, combinada a parte divina, porém não totalmente, já que apenas a mordida não a torna completamente vampira (ao menos sua parte mortal). Lhe dando caninos levemente alongados e a capacidade de ingerir sangue como uma das formas de manutenção da vida, sendo capaz de recuperar o hp através do sangue. Além disso o envelhecimento físico passa a se tornar menor e a sua resistência a situações adversas, como ficar sem respirar, ser afogada etc. torna-se maior.
Gasto de MP: Nenhum.
Gasto de HP: Nenhum.
Bônus: +20% de resistência a situações físicas, como locais rarefeitos, ser afogado etc. E possibilidade de ingerir sangue para recuperar o próprio HP, sendo que – por exemplo – ao diminuir 80 do HP de alguém ela irá recuperar 40 do próprio HP.
Dano: Nenhum.
Extra: A recuperação de HP caso retirada de algum semideus irá ser divida por dois em relação ao HP perdido do inimigo. E caso ela tome sangue se algum semideus ficará impossibilitada de utilizar poderes ativos por três turnos.
Habilidades:
Nome do poder: Corpo Intuitivo I
Descrição: Após um árduo treinamento no qual o semideus pôs o corpo a prova, estressando-o até o limite, o semideus ganhou a capacidade de se adaptar a qualquer situação adversa. A habilidade lhe confere a capacidade de manter suas bonificações de agilidade e velocidade mesmo que sua movimentação esteja limitada por outros fatores que não sejam ferimentos e magias.
Gasto de MP: Nenhum
Gato de HP: Nenhum
Bônus: +30% de Velocidade e +30% Agilidade, também não perderá bonificações destes atributos quando estiver com movimentação limitada por algo que não seja lesão, congelamento ou magia.
Extra: livro Truques não Revelados aplicado.

Nome: Vigor Egrégio
Descrição: Após árduos treinos onde seu condicionamento físico foi elevado e testado além do limite, o semideus passou a desenvolver uma resistência mais notável. Golpes desarmados mal o afetam e condicionamentos ruins são suavizados. Dores simples são facilmente ignoradas por ele também.
Gasto de MP: Nenhum.
Gasto de HP: Nenhum.
Bônus: 15% no atributo constituição.
Dano: Nenhum.
Extra: Nenhum.

Nome da Habilidade: Realização Mental
Descrição: A habilidade permite que o semideus tenha facilidade em realizar feitiços não-verbais, os evocando com a própria mente sem que seja necessário perder tempo murmurando os encantamentos. Feitiços que exigem a fala ainda devem ser feitos de formas verbais, assim como rituais.
Gasto de HP: Nenhum.
Gasto de MP: Nenhum.
Extra: Nenhum.
Dano: Nenhum.
Armas:
Golden Magic [Um colar que possui um pingente a escolha do seu dono. Seu formato ou estilo em nada se compara a magia que está presente nesse acessório | Efeito: Ele esconde em 75% a presença semidivina do usuário, permitindo que ele passe despercebido por monstros e use até mesmo tecnologia mais avançada. Monstros superiores e mais poderosos ainda conseguem reconhecer o usuário do colar como um semideus, mesmo que leve um tempo para distinguir a aura | Prata ou Ouro | Sem espaço para gemas | Gama | 100% sem danos | Mágico | Comprada na Pandevie Magie]

☾다크 블레이드 [Trata-se de uma lâmina escura que se assemelha – a primeira olhada – a alguma espada proveniente do submundo. A lâmina possui um metro de comprimento e o seu cabo foi fabricado para se encaixar na mão da semideusa, possuindo espaço para três jóias. O seu corte é extremamente preciso e é possível cortar dos dois lados da lâmina. | Efeito 1: Sugadora de energia; o armamento do semideus será capaz de sugar – através de um corte – parte do MP do adversário de seu portador, e converte-lo para si. Dessa forma, 30% do MP do adversário do semideus ao ser cortado com essa arma, será roubado e convertido ao portador do armamento. Essa habilidade poderá ser usada uma única vez por luta, evento ou missão, se a pessoa que for atingida por essa arma tiver um MP superior à do usuário que empunha a arma, o MP deste fica cheio, mas não aumenta. | Efeito 2: Roubo de vida; o dano causado pela arma do semideus poderá ser convertido em HP para seu portador. 25% do dano retirado é convertido em HP para quem empunhar o armamento. | Efeito de retorno: A arma sempre retorna ao dono, caindo ao seu lado. | Material semidivino indetectável. | Espaço para três gemas. | Alfa Prime | Status 100% Sem danos. | Necessário possuir nível 22 para domínio completo desse armamento. | Lendária | Dano base de 40 (para humanos, monstros e semideuses). | Evento de natal 2017.]
Sobre Recompensa:
Bem, eu gostaria de obter o dragão oriental e a mudança de nome. Aqui no fórum, nesse link, tem os tipos de dragões e inclui o dragão oriental, dai.



the night
"We carry all of the power we need inside ourselves already."

Kim Nayoung
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Líder de Nyx
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Mensagem por Macária em Sex Out 18, 2019 12:34 pm


Pipper

Valores máximos que podem ser obtidos


Máximo de recompensa a ser obtida: 20.000 xp e dracmas 10.000 xp e dracmas
Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Recompensa obtida: 10.000 xp e dracmas 5.000 XP e dracmas

Comentário:
Pipper,
Eu só notei um único erro de digitação em seu texto. Estarei alterando seu nome para Kim Nayoung e colocando a mascote em seu perfil. Apenas deixo claro que a redução da XP se deve pelo fato de ser uma mascote lendária. No mais, meus parabéns. Não se esqueça de pedir para alterar seu nome no registro de mascotes e no registro de avatares.



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