The Blood of Olympus
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Searching- Missão teste para Elizabeth Windsor

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Searching- Missão teste para Elizabeth Windsor

Mensagem por Héstia em Qui Abr 06, 2017 11:02 pm


Searching
Se havia uma coisa que Circe não suportava, era ser passada para trás. Ela era uma deusa vingativa, assim como  fora uma mulher da mesma forma. Era inaceitável para ela que um homem, um dos seres mais nojentos já criados adentrasse em sua ilha e a manchasse com sua falta de escrúpulo. Ela estava enraivecida, mas sabia que não poderia intervir de maneira direta. Uma de suas feiticeiras foi trazida em sua presença. Em questão de segundos a garota foi colocada a par da situação. Um reles humano havia adentrado sua ilha junto a seus parceiros, sua beleza enfeitiçara uma das seguidoras da deusa, e então ela não só entregara a ele seus segredos como duas de suas crianças. A missão de Elizabeth seria simples. Ela deveria encontrar esse homem, e trazer as duas meninas de volta ao lar. Enquanto isso, Circe faria com que a traidora sofresse as consequências de seus atos impensados.
Regras:
-Mínimo de 40 linhas.
-Você tem 15 dias para responder a postagem, passando disso o teste será enviado para a lixeira.
-As duas crianças levadas, são irmãs gêmeas, proles de uma das seguidoras de Circe. As garotinhas tem oito anos, são extremamente hiperativas, e podem tentar te persuadir. Sua missão é levadas de volta para a ilha de Circe.
-Você deve enfrentar pelo menos dois monstros em sua jornada.
-Você pode levar um acompanhante (NPC), para te ajudar na missão de resgate, mas apenas você e as crianças devem voltar para “casa” com vida.
-Uma base foi dada, o enredo fica á seu critério, surpreenda-me.


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Re: Searching- Missão teste para Elizabeth Windsor

Mensagem por Elizabeth Windsor em Seg Abr 17, 2017 5:17 pm

SEARCHING
Não pare, continue caminhando. Pare de usar a máscara de Mana e caminhe com seus próprios pés, se ainda não desistiu..


(PRÓLOGO)
Elizabeth só ficou sabendo do bafafá quando foi convocada para ir até o escritório de Circe. A jovem princesa havia deixado o Acampamento para trás quando resolveu se juntar à deusa feiticeira, mas apenas por tempo determinado, uma vez que desejava aprender sobre feitiçarias e afins, e voltaria para o mesmo quando seu treinamento tivesse acabado.

O plano era esse, pelo menos.

A passos largos a loira andava pelos corredores do Spa, os murmurinhos se faziam presentes em cada grupinho de garotas reunidas. Nymeria andava a seu lado despreocupadamente, afinal ela realmente não tinha nada para pensar ou fazer. Sorte a dela.

— Fiquei sabendo que lady Circe irá puni-la. — escutou de uma das garotas sussurrar para outra, ligeiramente aflita com a situação.

— Tenho certeza que vai. Não acredito que ela fez isso com as gêmeas. — completou a colega, fechando as mãos na altura do coração.

Lizzie mordeu o lábio inferior em nervosismo. Não era ela quem seria punida, claro, afinal não fizera nada, mas então quem seria? E por quê? Ficou se perguntando isso até chegar às portas duplas que separava ela de sua patrona, então bateu e escutou um “entre” tão seco quanto as areias do deserto. Respirou fundo e entrou.

Circe estava sentada em atrás de sua mesa, ambas as mãos entrelaçadas abaixo do queixo, os cotovelos apoiados na mesa de carvalho. Os cabelos negros estavam bem alinhados e trançados, como sempre, mas a expressão que mantinha em sua face não era nem um pouco amigável.

— Sente-se, Elizabeth. — ordenou e foi prontamente atendida, afinal a loira não era burra de não atender os desejos de um deus. Não estava a fim de virar pastel de semideusa ou coisa pior. — Você sabe o que eu mais odeio, filha de Nyx?

— Homens? — disse em tom de pergunta, fazendo a deusa concordar com a cabeça.

— Exato. Mas outra coisa que eu odeio é ser passada para trás. — falou, colocando-se de pé e caminhando até a filha de Nyx, ficando de frente para ela. — E aconteceu um fato imperdoável nesta ilha. Um homem conseguiu entrar aqui, e uma de minhas seguidoras foi tola o suficiente para cair nos encantos dele.

Elizabeth escutava tudo atentamente, sentindo um arrepio percorrer sua espinha. Não odiava os homens como sua patrona odiava, mas não morria de amores por eles. Haviam exceções, claro, como o amigo de seu pai, Edward Elric, aquele que lhe ensinara muitas coisas, e alguns empregados do palácio de Windsor, mas não falaria aquilo para a deusa no momento.

— Rebekah será punida devidamente por essa afronta. Ela entregou a ele alguns segredos e pior, duas de minhas crianças: Myrcella e Arya. — Circe praticamente bufava em ódio, e Lizzie deu graças aos deuses que não seria ela a ser punida. — Felizmente esse bastardo está em um lugar que você conhece bem: Londres.

— Becka usou magia para leva-lo até lá? — a filha de Nyx arregalou os olhos em surpresa enquanto Circe apenas concordava com a cabeça. Bom, se estava em Londres havia alguém a quem podia pedir ajuda, e como conhecia as gêmeas, seria fácil encontra-las lá. — Conte comigo, m’lady. Irei trazer as gêmeas de volta.

(UM)
Lizzie caminhava pelas ruas de Londres, os olhares de todos sobre ela. Muitos a cumprimentaram de perto, outros de longe, afinal ela é a princesa da Inglaterra e herdeira do trono. Seu pai, Mana, vivia dizendo o quanto era importante ela se comportar como uma dama e o quanto isso valia para a sociedade.

Respirou fundo pelo nariz e soltou pela boca enquanto encarava o colar com um pentagrama que a deusa lhe dera. “É um portal” dissera Circe. “Um portal portátil. Ache as gêmeas e resgate-as. Para abrir o portal é só jogar o pentagrama no chão e pedir para voltar para cá.”

Circe até mesmo havia achado a localização das gêmeas e passado para a arcana. Elizabeth suspirou novamente e parou de caminhar apenas quando chegou aos portões do palácio de Buckingham, onde foi parada por dois soldados.

— Quem se aproxima do palácio real? — um dos guardas perguntou, fazendo a menina levantar uma sobrancelha.

— Elizabeth Windsor, filha de Mana de Windsor e neta da rainha Elizabeth. — falou em alto e bom tom, fazendo os guardas engasgarem e cumprimentarem ela. — O que está acontecendo aqui? Geralmente esse lugar fica aberto para visitação.

— Sinto muito, vossa alteza. — um dos guardas falou enquanto abria os portões e dava passagem para a menina, que não tardou em adentrar o lugar e ser acompanhada por um deles. — Está uma confusão aqui dentro, por isso estamos fechados.

— Confusão? — perguntou enquanto colocava as mãos dentro dos bolsos do sobretudo preto. Londres estava fria naquele dia, mas milagrosamente não estava chovendo (embora o céu estivesse nublado). Os passos dela eram apressados, queria chegar logo e pedir ajuda a seu tutor.

— Sim. Aparentemente há alguma coisa no palácio que está revirando coisas e mais coisas. Ninguém sabe o que é e mesmo com a magia da deusa Nyx não conseguimos vê-lo. — o guarda admitiu, envergonhado. Lizzie abanou as mãos em um claro sinal de “tudo bem” e, assim que chegou a frente das grandes portas duplas, o guarda as abriu e deu passagem para a semideusa.

Estava em casa.

Elizabeth caminhou pelo hall de entrada em direção ao segundo andar, pronta para procurar por Edward, quando algo passou por si. Sentiu apenas o vento produzido, então olhou para os lados a fim de ver o que era, uma vez que seu sexto sentido praticamente iluminou como um giroflex. E, no final do corredor, olhando para ela, haviam duas crianças.

Não. Dois Venti.

Pareciam muito com elfos, os olhos fendados e as orelhas pontudas. Ambos sorriram quando viram a loira e avançaram rapidamente, balançando tudo que encontraram no caminho e fazendo a menina cair sentada com a rajada de vento. Elizabeth grunhiu em frustração e colocou-se de pé, batendo as mãos na barra da saia.

— Haha. Muito engraçado. — disse, então abriu um sorriso brincalhão. — Vocês querem se divertir? Então vamos brincar. — a menina levou dois dedos aos lábios e, após colocar o indicador e o polegar na boca, ela assoviou.

Os Venti tombaram a cabeça de lado, levemente confusos, até que de repente uma enorme bola de pelos apareceu correndo, indo parar aos pés de Lizzie, erguendo-se nas patas traseiras e jogando as dianteiras no peito da semideusa, que novamente caiu sentada no chão. Nii-Go, seu husky siberiano, estava em cima dela, lambendo-lhe as bochechas animadamente enquanto as risadas da feiticeira ecoavam no corredor.

— Sabia que me escutaria de onde estivesse, Nii-Go. — acariciou o focinho de seu cachorro, então encarou os Venti, que se aproximavam devagar e com curiosidade. Eram monstros ainda crianças, então seriam mais fácies de manipular. Afinal, a patrona da filha de Nyx lhes ensinava como. — Este é Nii-Go, meu fiel cão. Vocês gostaram dele? — ela perguntou, vendo ambos concordarem com a cabeça. — Podem brincar com ele quando quiserem. Mas peço que deixem de bagunçar o palácio e assustar os visitantes. Estamos combinados? — acrescentou um enorme sorriso ao final da frase, o que fez com que os monstros concordassem com a cabeça novamente e começassem a brincar com seu cão.

Agora podia ir sossegada atrás de Edward. Girou nos calcanhares e recomeçou sua caminhada para a biblioteca e, quando chegou, cumprimentou um dos guardas na porta, que a abriu para a princesa após um cumprimento formal. Lizzie adentrou o cômodo já o varrendo com os olhos, e encontrou seu tutor sentado próximo à grande janela que dava para o jardim.

— Ed? — a loira o chamou suavemente, fazendo o loiro erguer os olhos de seu exemplar de Shakespeare e encarar a moça, um sorriso se abrindo em seus lábios. Ele devia ter, no mínimo, uns 40 anos e sempre se vestia elegantemente, uma vez que, em função de sua tutela sobre Lizzie, a rainha o condecorou Duque.

— Princesa! — o livro foi deixado sobre a mesa de madeira com um baque suave, e tão logo o homem estava à frente da pequena, a envolvendo em um abraço acolhedor e paternal. — Pensei que não voltaria para casa.

— Na verdade estou aqui por que preciso de um favor. — disse tristemente, arrancando um suspiro do velho homem.

— Sou todo ouvidos.

(DOIS)
— Você tem certeza? — Lizzie perguntou pela quinta vez, fazendo com que Ed suspirasse pesadamente.

— Elizabeth, quem cuida dos assuntos místicos da Inglaterra?

— A família real. — ela respondeu naturalmente, mesmo que tenha descoberto isso apenas depois de se tornar uma semideusa. Pelo que lhe contaram, desde que a rainha Victória tomou o poder no século XIX, ela possuía ligações com deuses gregos e tudo mais (o que explicava muita coisa estranha que acontecia no palácio quando era mais nova).

— Exato. Então acredite quando eu digo que é aqui. — o homem bufou impacientemente. Claro que sabia onde ficava, consultara todos os responsáveis pelo monitoramento místico da Inglaterra para ver onde fora aberto o último portal para aquele lugar. Pelo informado fora perto do Palácio de Westminster, a casa do Parlamento.

Provavelmente aquele a quem a princesa procurava estaria ali. Então ele reuniu o máximo de agentes da polícia que conseguiu, afinal não deixaria que nada de ruim acontecesse com a loira.

Lizzie suspirou e esperou dentro do carro blindado, enquanto a polícia montada e alguns guardas da família corriam de um lado para o outro para procurar por pistas ou pela descrição das gêmeas. Recostou-se no banco de trás enquanto desenhava círculos em seu copo de chá – afinal já eram cinco horas da tarde em Londres – e encarou a feição de seu “pai”. Ed estava com um semblante sério, as sobrancelhas franzidas e falava com alguém no telefone celular.

Os cabelos loiros estavam curtos – o que causou uma enorme decepção em Elizabeth, afinal adorava o cabelo longo dele. O sobretudo bege com o símbolo da casa de Windsor, o qual ganhara da própria rainha para se tornar o tutor real da menina, estava perfeitamente alinhado com o terno preto. Bom, pelo menos ele não tirara a barba.

A semideusa bebericou seu chá e virou os olhos na direção oposto a qual estava olhando antes e avistou, em uma ruela deserta, uma coisa suspeita. Duas garotinhas ruivas pulavam ao redor de um homem muito bonito, como se quisessem alguma coisa, e ele aparentemente não possuía muita paciência com elas, já que levantou a mão e fez ambas se encolherem. Lizzie inflou as bochechas e saiu do carro, abrindo a porta com cuidado e fechando-a devagar para não chamar atenção de ninguém.

— Ei você! — falou para o homem, que pareceu se engasgar com a própria saliva. — Não erga a mão para uma garota que... Myrcella? Arya? — os olhos claros de Elizabeth se arregalaram ao notar que se tratava das crianças de sua patrona. Eram as gêmeas.

Os olhos delas pareceram se iluminar ao verem a arcana, que notou que ambas estavam levemente machucadas: arranhões se faziam presentes pelos braços e rosto, assim como pó e fuligem.

— Você! — ela praticamente rosnou para ele, avançando sem pensar duas vezes. Porém ela parou assim que ele levou a mão à cintura, puxando uma arma. A filha de Nyx não tinha pleno conhecimento sobre armas de fogo, uma vez que nunca se interessou por isso, mas sabia que era uma coisa perigosa o suficiente para colocar medo em qualquer pessoa que ficasse na mira de uma. — Sabe para quem está apontando isso, moço?

— Sei. E também sei que se eu atirar em você irão me matar. — ele disse, convicto. — Mas sabe, tem coisas na vida que não podemos perder a oportunidade. Eu vi coisas... Muitas coisas. Monstros, seres estranhos. Mas aquela menina me ajudou.

— Rebekah. Você a manipulou. — Lizzie mantinha o tom de voz neutro e calmo, apesar de estar uma pilha de nervos. — A pergunta é: por quê?

— Bom, eu ganhei duas novas mercadorias. — ele disse enquanto apontava para as gêmeas. Então voltou-se para a loira com um sorriso cruel. — E agora, a princesa da Inglaterra.

— Resumindo, você é um mercador que faz parte do tráfico humano. É isso? — a loira franziu a testa enquanto maquinava algo em sua mente. Ela precisaria de ajuda, não podia lidar com um mortal comum com suas armas. Aparentemente ele via através da névoa, pois havia citado os monstros, mas ainda assim era um mortal comum. — Vamos fazer uma troca. Liberte as gêmeas e eu fico no lugar delas.

Era uma jogada arriscada, mas teria que ser efetiva. Ainda se lembrava de algumas coisas que aprendera com Karasuma, seu professor particular de luta corporal e autodefesa, então deveria servir. Só esperava que ele fosse tão burro quanto era bonito.

— Pagariam bem por você. É bonita, e ainda uma princesa. — ele ponderou sem tirar os olhos da loira, a arma ainda apontada na direção dela. — Mas veja bem: elas são crianças. Pagam melhor por elas.

Os olhos de Elizabeth se arregalaram em surpresa, antes de adquirirem o mais puro nojo e raiva. Pela primeira vez na vida a loira estava com raiva. Muita raiva. Levou dois dedos à boca, lembrando-se do “grito de socorro” que ela e Edward havia mostrado aos guardas da família real quando a semideusa era uma criança, e assoviou o mais alto que conseguiu, repetindo-o três vezes em intervalos de tempo diferentes.

Jogou-se ao chão e rolou de lado, retirando uma adaga da bota e ficou de pé, apontando-a para o pescoço do homem, deixando que a lâmina fizesse um corte e escorresse um pouco de sangue nela.

— Myrcella. Arya. Saiam daqui e procurem por um homem alto e loiro, com barba e sobretudo bege. Edward é o nome dele. Tragam-no para cá junto com os guardas. — pediu, o tom de voz, pela primeira vez na vida, perdendo o controle e saindo carregado de ódio. As meninas correram daquele lugar rapidamente. — Abaixe a arma e renda-se. Você receberá a punição da justiça inglesa. Por ordem da princesa Elizabeth Windsor II, filha do príncipe Mana Windsor e neta de sua majestade real, a rainha Elizabeth, você está preso.

Lizzie encarava o homem nos olhos, mas mantinha-se atenta a qualquer movimento que poderia fazer. Ele era um traficante de pessoas, provavelmente um procurado da polícia inglesa ou pior, da Interpol. Não poderia dizer com certeza, pois apesar de sempre ler jornais e estar atenta aos noticiários, ela não conseguia lembrar-se de todos os rostos e nomes dos procurados. Afinal nunca foi responsável pela própria segurança.

Esperou alguns segundos e começou a escutar passos. Em um ato desesperado, o homem soltou a arma e retirou uma faca do cós da calça, atingindo Elizabeth na cintura, fazendo-a gritar e soltar a adaga que segurava, caindo no chão com a mão em cima do ferimento. Ele abaixou para pegar a arma, e então dois tiros puderam ser ouvidos.

Ed estava com sua arma em punhos, o cano soltava uma leve fumaça. Os olhos marejados de dor da loira voltaram-se para o homem a seu lado, que tinha um ferimento no peito e sangue saindo dele. As mãos estavam erguidas, com a arma apontada para frente, o que fez o coração da semideusa falhar uma batida. As íris voaram para seu tutor e se arregalaram ao notar que o mesmo estava caído no chão, uma poça de sangue se formando ao seu redor.

— Rápido, a princesa foi ferida! — a voz de Lugonis, o capitão da guarda pessoal da família real, soou alta e em bom tom na ruela, e tão logo três guardas se reunirão ao redor da loira.

— Ed? — a voz fraca da filha de Nyx atraiu a atenção do moreno, que lançou a ela um olhar preocupado e se aproximou devagar. — Lugonis, como está o Ed?

— Sinto muito, vossa alteza. — ele falou com pesar. Lágrimas brotaram nos olhos da pequena enquanto mordia o lábio inferior para conter a vontade de gritar e praguejar. Seu tutor, aquele que considerava um pai para si estava morto. E nada no mundo mudaria aquela verdade.

(EPÍLOGO)
— Agradeço por ter trazido Myrcella e Arya de volta, Elizabeth. — a voz de Circe soava satisfeita. Depois de dar uma acalmada nos ânimos em Londres, a arcana não quis saber do tratamento dos médicos mortais e tão logo voltou para a Ilha de Circe com as gêmeas. Assim que pisou no lugar ela apagou e somente acordou no dia seguinte, na enfermaria e com o ferimento quase curado.

Magia de sua patrona, provavelmente.

— Não há de que, m’lady. — deu de ombros quando respondeu. Circe, em solidariedade, fez um cafuné na loira, que se limitou a encarar as mãos.

— Não sou a maior adoradora de homens, e você sabe. Não lamento a morte de qualquer um deles. — a deusa torceu o nariz em desgosto e crispou os lábios, mas logo abriu um sorriso (um tanto quanto forçado) para a semideusa. — Espero que se recupere logo, meu bem.

E, dito isso, a deusa saiu da ala das enfermarias, deixando Elizabeth sozinha para chorar a perda de Edward.

Observações:
Bom, algumas coisas a dizer sobre a missão:
1º. Foi dito que era preciso enfrentar dois monstros durante a jornada, mas não necessariamente o jeito de derrota-los; logo,
não apelei para a violência - até também por que a Lizzie não é adepta à violência :v
2º. Com muita dor no coração matei o tuto dela - sim, isso faz parte da trama da Elizabeth q
3º. Preferi deixar o homem que invadiu a ilha de Circe como um mortal comum - mais um fato para ser adicionado à trama pré-definida da personagem.
Acho que é só. Qualquer dúvida, MP



Lizzie ♥
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Re: Searching- Missão teste para Elizabeth Windsor

Mensagem por Héstia em Ter Abr 25, 2017 9:20 am

Teste recusado:
Elizabeth, infelizmente tive de recusar seu teste. Tudo me pareceu acontecer fácil demais. Você não teve grandes dificuldades para conseguir encontrar as crianças ou derrotar os monstros o que me pareceu muito irreal. Sua missão foi bem criativa, entretanto  não supriu a necessidade que eu teria de ver seu desempenho como líder das feiticeiras.


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Re: Searching- Missão teste para Elizabeth Windsor

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