The Blood of Olympus
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Mensagem por Lois Belserion em Sex Jul 12, 2019 12:38 pm

Mother earth is by my side
Bell havia chegado a pouco tempo no acampamento Júpiter, maus bocados sa passaram e ele sequer pretendia querer reviver aqueles momentos. O garoto dormiu na terceira coorte mesmo sem saber quem era seu pai divino, uma sensação de distanciamento entre os próprios integrantes. Ao sair do seu quarto ele via que seu corpo pedia desesperadamente por comida, ”a fome é o melhor tempero, tenho certeza que comerei até explodir”.

Caminhava para fora de sua coorte vendo toda aquela correria de aglomerados e aglomerados de pessoas de um lado para o outro:

— Que eu não tenha que ser uma dessas pessoas.

Comentava discretamente para si, um colega que havia ajudado Lois a se instalar na coorte 3 surgia atrás dele o puxando pelo braço e dizendo enquanto Bell tentava lidar com o susto:

— Venha logo Lois, temos que comer, pois os dias por aqui no acampamento Júpiter são sempre cheio de afazeres.

O semideus ainda com uma de suas mãos em sua barriga e a outra sendo puxada pelo seu colega seguiam para o refeitório. Um certo nervosismo pairava a mente do garoto, ”esse momento é sempre o pior, um monte de gente que não conheço”. Olhando para o céu limpo ele respirava profundamente tentando lidar com isso da melhor maneira possível, o tumulto e gritos se originaram do refeitório, com a companhia de seu colega de coorte e sua grande fome ele se via obrigado a ir em tal lugar.

Um monte de mesas espalhadas junto de cadeiras e diversas pessoas que riam e gritavam, elas pareciam estar tendo um bom momento. O frio na barriga lhe dava calafrios, pois se juntava a fome que sentia deixando seu corpo fraco e pulsante. O olhar de Bell ficava vazio por alguns momento, um enjoo forte passava pelo seu corpo, era como se algo estivesse para ser expurgado, ele caia se sentando no chão suando frio e focado em sua respiração. Alguns olhos se voltavam para o menino que logo soltava algo que nunca soltou, uma luz verde acima de sua cabeça surgia com a forma de duas tochas cruzadas e um ramo de trigo. A sensação estranha desaparecia, seu colega o ajudava a se levantar dizendo:

— Parabens, filho de Ceres, vamos comer logo que após isso você irá fazer sua tatuagem.

— Fazer o que?

Respondia em tom de surpresa seguindo seu colega.
.
Lois Belserion
Lois Belserion
III Coorte
III Coorte


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Mensagem por Nari No-eul em Sex Jul 12, 2019 1:46 pm

superhuman

stronger than a rhino

N
ari havia chego a poucos dias no acampamento romano, seus traços orientais eram comuns dentre tantos outros que haviam naquele lugar, mas ainda sim eram exoticos de certa forma. Seu corpo pequeno a fazia se esconder em meio aos muitos. A coreana estava naquele momento sentada no refeitório aproveitando seu almoço, sua mente estava tão longe naquele momento que por pouco não havia percebido que uma garouta havia tropeçando a seu lado e se machucado. O grito da filha de arcus acabou tirando Nori de seus pensamentos e a garota logo foi ajudar a acidentada

—Céus... Esta tudo bem? Venha... Vou te ajudar— Ela estendeu a mão para a garota e logo se voltou para a arma que estava no chão. Uma especie de faca pequena muito afiada e com o cabo bem trabalhado, Nori se encantou com a arma pegando a mesma e colocando sobre a mesa

—Devia tomar mais cuidado... essa arma pode acabar matando você. Esta bem afiada pelo jeito—

A filha de Arcus assentiu enquanto Nori a ajudava a limpar o machucado e o pequeno corte em sua mão, mas antes que pudesse perceber, um estranho impulso a preencheu e a garota usou com maestria a arma que estava acima da mesa que havia sido recem forjada. —Você e boa com isso... — a garota exclamou e Nori acabou rindo baixo após cortar pequenos pedaços de sua camisa para lhe ajudar. Nori começou a sentir um estranho enjoo e algo esquentando em seu corpo; a filha de Arcus ficou com pena de Nori mas achou estranho a elevação de temperatura a deixando quieta, Nori sentiu os olhos arderem e as mãos aos poucos esquentarem mais e mais, o simbolo de um martelo e uma bigorna acabaram aparecendo em sua mão e a filha de Arcus correu para chamar um Centurião de sua coorte para ajudar a outrora indefinida.
Minutos mais tarde, Nori estava deitada em uma das camas da Coorte II esperando por alguma resposta e um garoto moreno acabou entrando.—Essas marcas... Vamos fazer sua Tatuagem. Bem vinda Nori, filha de Vulcano.




No-eul Nari

Filha de Vulcano
❄️
Nari No-eul
Nari No-eul
II Coorte
II Coorte


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Mensagem por Soleil Bohren Zwahlen Hoje à(s) 11:25 am

❖ Bem-vinda(s)! ❖


Após deixar a minha mãe em um ataque rebelde meu e de minha irmã, estávamos sem rumo e despreparadas para a vida que viria. Por mais que tivéssemos ciência disso, partimos. Nossa maior força seria nosso amor uma pela outra, o que foi, por ironia, destruído quando uma criatura a separou de mim no percorrer de nossa jornada. Algo que destruíra não só o nosso sentimento como também meus melhores neurônios.

— Esteja bem, irmã. — Eu já estava em segurança no acampamento Júpiter, nada que me proibiu continuar-me insegura por estar rodeada de uma cultura que antes eu achava que era um mito arcaico para crianças.

Estava reclusa, farta, sozinha e cansada. Flores e sementes de angústia brevemente se plantavam em meu interior, que não iria nem processar os movimentos de alegria dos partidários irmãos legionários. E isso foi confirmado, com o meu bufar de insaciedade pelo tédio aparente.

— Hmpf. — Amargurei-me, recuando meus passos e fechando-me apenas para mim mesma.

Aquele seria um local de comida, notável refeitório. Os semideuses e as coortes renomadas que eu havia acabado de conhecer planejavam festejar abundantemente um fato que eu não sabia o que seria. Somente o que me fluía era o desejo por estar perto de minha gêmula, o que não aconteceria tão brevemente como eu acreditava.

— Ei, venha festejar com a gente! — Uma prole de Júpiter procurou puxar minha mão direita, no intuito de convocar-me a participar da festa.

— Eu não vou! Vai para lá e me deixa no meu canto! Aliás, seu cachecol está ridículo. — Da mesma forma que eu era astuta e corajosa, podia ser inteiramente irritante e insensível. Minha sinceridade era um veneno para mim e a todos ao meu redor por isso tentava sempre que podia controlar minha língua.

Tal ato, magoando a outra, a fez movimentar-se para o outro lado da festividade, me deixando novamente a sós com o destino.

Essa vulgaridade, no entanto, deu a crer que eu era nojenta. E realmente eu era. Os outros convidados, aflitos pela minha presença, não pensavam na possibilidade de se aproximar de mim novamente.

— " Não se aproximem daquela ruiva ali, ela é grossa e totalmente chata, não vale a pena! " — Os cochichos provindos de lados obscuros da comemoração não me atingiam, pelo contrário, me tornariam uma pessoa ainda mais feliz por não estar junto a eles.

— Se minha irmã estivesse aqui ela me aconselharia a dançar e pedir desculpas. Mas eu não vou! — Sentir saudades da personalidade da mais velha já estava se tornando um hábito, até que enxerguei alguém que conhecia.

— ARIELLL! — Era difícil conter minha animação após duas semanas sem ver a minha única irmã preferida e perceber que era ela — por conta da mesma ter os olhos mais claros que o meu e o cabelo um pouco arruivado também menos intenso — foi um êxtase que nunca senti antes.

Nos reunimos em um abraço que demorou alguns minutos.

— Também é tão bom te ver, maninha! — Tínhamos muitas coisas para falar e com certeza discutir sobre aquela história louca de semideusas, claro.

Antes que notássemos, um símbolo de bigorna translúcido pairou sobre nossas cabeças, chamando a atenção dos convidados da festa para nós duas, de canto.

— São duas filhas de Vulcano. — disseram.

「R」


two inseparable twins
Soleil Bohren Zwahlen
Soleil Bohren Zwahlen
Sem grupo
Sem grupo

Idade : 20

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