The Blood of Olympus
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Escritório da Pretoria

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Re: Escritório da Pretoria

Mensagem por Kyra C. Ferreli em Ter Nov 07, 2017 12:26 pm




enchantress
Volta teu rosto sempre na direção do sol, e então, as sombras ficarão para trás.

A vantagem de ter a mente mais avançada do que de qualquer outro semideus, é justamente perceber detalhes que ninguém mais consegue, como o fato de Evie estar demorando demais em suas analises, levando seus pensamentos para um rumo completamente diferente. Normalmente, eu evitava ler seus pensamentos, mas naquele momento, estávamos tão... ligadas, que as imagens que perpassavam sua mente, também acabaram vagando pelas minhas, e a consequência disso, foi justamente o arquear de sobrancelhas em sua direção.

Minha mulher pareceu acordar de seus pensamentos apaixonados por um momento, me fez sorrir discretamente enquanto pegava os papeis e os analisava rapidamente. Mordi o cantinho dos lábios, tombei a cabeça de lado e deixei que o olhar vagasse por todo seu corpo, parando na curva delicada de seu pescoço. Assenti brevemente a sua pergunta enquanto deixava meus próprios pensamentos vagarem para aquela manhã, quando fomos interrompidas por nossos pequenos.

Desde que voltamos da ilha não tivemos tempo para aproveitar uma a outra, não que isso fosse um problema, mas confesso, sentia saudade dela. A burocracia, o trabalho e as lojas tomavam todo nosso tempo durante o dia, à noite, nossos filhos exigiam atenção e bem, nenhuma de nós conseguia negar isso a eles, porque também sentíamos falta dos pequenos. No fim de tudo estávamos sempre cansadas demais, o que nos fazia dormir agarradas, sem tentar ou querer nada.

— Obrigada — Dispersei meus pensamentos ao agarrar o papel e colocá-lo dentro do envelope. Eu precisava pensar e ser racional por nós duas naquele momento, até porque, conhecia o autocontrole de Evie, mas pior, conhecia o efeito que ela tinha sobre mim. Se começássemos algo, eu não conseguiria parar, tão pouco ela o faria.

Levantei-me rapidamente e ajustei a saia. — Evie? Eu vou passar na loja e volto para casa em uma hora, mais tarde podemos passear com os gêmeos — Mordi o lábio, merda de pensamentos! Evie podia tentar controla-los algumas vezes, mas parecia perdida e eu estava tomando o mesmo rumo. Cada imagem e questionamento dela era como um reflexo perfeito em minha cabeça, batiam com força e se recusavam a dispersar e sair, ficavam ali, martelando e brincando com minha força de vontade. — Amor, eu vou indo — Avisei, sabendo que se ficasse ali por mais tempo não sairia tão cedo.

Virei-me de costas para ela e comecei a andar em direção a porta, se eu saísse logo... talvez tivesse uma chance – curta – de resistir a ela, mas quem disse que ela permitiu? Sua voz me atingiu em cheio, arrepiou-me a nuca e me fez estremecer de leve. Seu tom mandão sempre fora uma espécie de ponto fraco para mim, ela não era passiva, eu também não era, mas merda, eu adorava quando ela ficava daquele jeito! Era praticamente impossível de resistir.

Voltei-me em direção a ela devagar, por fora serena, por dentro uma explosão de hormônios que me fazia sentir como uma maldita adolescente necessitada! Sim, esse era o efeito de Evie Farrier sobre mim. Encarei-a curiosa, arqueei a sobrancelha perante seu novo tom e parei no mesmo lugar, a fitando de maneira petulante. — Não me lembro de precisar de permissão para sair pretora — Devolvi a altura, abrindo um sorriso malicioso ao perceber o quanto eu podia ser malvada. Ah sim! Por Evie Farrier, eu realmente viraria uma menininha malvada.

Seu corpo se levantou da cadeira, meu olhar acompanhou seus movimentos, desceu por suas curvas e subiu novamente, demorou-se sobre os lábios, o nariz arrebitado e por fim alcançou seus olhos, percebendo ali aquele jeito dominador, mandão e extremamente sexy. Estremeci novamente, percebendo naquele momento o quanto seu escritório parecia pequeno e quente para nós duas. Foi assim, que eu tomei minha decisão. Nós duas sabíamos que eu já tinha fantasiado momento como aquele, que eu queria, que eu já tinha dito a ela que tinha fantasias sobre públicos e ser pega em flagrante...

Eu não podia negar que o perigo era um ótimo atrativo naquele momento...

Eu não podia negar que a queria...


Trinquei os dentes com a nova ordem, mas não me movi, permaneci naquela briga interna com ela, uma troca de olhares faiscantes que eu sabia que não poderia vencer. Abri um sorriso lateral e malicioso, e sem olhar para a porta forcei minha mente a rodar a chave, usando a telecinese para trancar nós duas naquele lugar. Ah sim... eu tinha acabado de entrar no joguinho dela e obtinha a certeza de que não iria me arrepender.

Meus saltos bateram de leve sobre o piso brilhante ao andar em direção a ela, meu olhar penetrou o dela mais profundamente e eu ia propositalmente devagar, até parar a sua frente, com o rosto a centímetros do dela. — Me obrigue... — Desafiei de maneira cínica, sim, eu não ia me entregar assim tão fácil, ela sabia provocar, mas eu também sabia como jogar faíscas para provocar o incêndio.
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Re: Escritório da Pretoria

Mensagem por Evie Farrier em Ter Nov 07, 2017 1:15 pm




É MAIS 18
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AVISO: CONTEÚDO DE +18, SE FOR LER ESTEJA AVISADO.

Eu era inevitavelmente alguém que amava uma batalha e um desafio. E se havia algo que Kyra sabia fazer era me desafiar de uma maneira provocativa ao ponto de me por de joelhos – as vezes literalmente – em nossos pequenos embates. Nós éramos orgulhosas, ao menos até o momento em que nossas mentes se perdiam e as emoções nos dominavam e conduziam. Nesse ponto, nada mais importava além de nós duas em um momento só nosso. No entanto, até que fosse chegado nesse momento, nós jogávamos.

Petulante e atrevida. Charmosa e fatal. Essa era as descrições perfeitas para a minha mulher naquele momento. Ela tinha começado a sua jogada desde o momento em que me respondeu de maneira teimosa. A aproximação lenta que não tirava a sedução de cada movimento de seu corpo. O modo como andava, o barulho que os saltos faziam ao colidir contra o chão, o rebolado de seu quadril. Os olhos verdes que me encaravam divertidos, intensos e desejosos. Ah sim, eu sempre soube desse fetiche de minha amada, de ter uma aventura em um local público, da vontade de ter o perigo nos envolvendo como um cobertor. Ser em meu escritório, um lugar onde representava o trabalho de alguém de patente superior... Apenas tornava aquilo ainda mais pecaminoso.

Ela parou a minha frente, com aquele jeitinho sapeca e desafiador. O cheiro natural tão delicado e presente quase fora o suficiente para me nocautear. Eu poderia desistir de tudo naquele momento, do joguinho de provocações e apenas beijá-la. Mas isso tiraria toda a diversão do momento.

-Tsc, tsc – fiz o som de negação ao estalar a língua no céu de minha boca. Tirei o apoio da mão destra da mesa, levando em direção ao queixo da legionária. Segurei de maneira firme, mas ainda inofensiva, a puxando em minha direção para deixar nossos lábios bem próximos. O tom de minha voz ainda era imperativo, apenas um tanto mais rouco – Eu não vou obrigar você a nada, Ferreli. Eu vou mandar e você vai obedecer porque quer. Eu tenho em mente algumas coisas que você nem imagina.

Eram mais de quatro anos juntas. Nós duas poderíamos interpreta uma a outra com um singelo olhar. Qualquer micro expressão nos dizia algo e, raramente, errávamos. A muito tempo eu havia dado permissão para que Kyra entrasse em meus pensamentos quando ela quisesse, pois estávamos confortáveis uma com a outra a esse ponto. Ali estava a minha dica para filha da deusa do amor, eu sabia que ela escorregaria e olharia em minha mente, se já não o estivesse fazendo.

Era impossível não se tornar uma bela de uma pervertida quando se namorava uma garota como a Kyra. Isso tornava ainda mais fácil imaginar as coisas sem ter uma sombra de dúvidas. Deixei que minha mente fosse preenchida por imagens, mas imagens totalmente quentes e do mais puro e gostoso sexo. Eram cenas de nós duas, das possibilidades que poderíamos fazer naquele lugar.

A primeira coisa que imaginei foi tê-la contra a parede, ao lado da estante de livros, rasgando a blusa branca enquanto devorava o pescoço, para logo depois levantar uma das pernas dela e maltratar a coxa com uma mão boba e possessiva. Mas logo mudava para uma ainda mais intensa, em que a tinha sentada no sofá e eu estava ali, de joelhos entre suas pernas, inclinada e a devorando como bem sabia que ela gostava. Deixei uma última cena ser preenchida na minha mente, com ela sentada na mesa, as pernas ao meu redor. As mãos dela arranhando minhas costas com certo desespero, uma de minhas mãos entre as pernas dela, a outra, segurando-lhe o cabelo de maneira firme e dominadora. Eu tive de literalmente pensar que aquelas imagens estavam virando fumaça, pois minha própria respiração já começava a ficar pesada e meu corpo reagia exigindo que alguma coisa fosse feita.

- Eu vou permitir algo – desviei o rosto para próximo do ouvido dela – Você pode ficar molhada com o que viu na minha mente, querida.

A sensação que eu tinha era que meu corpo estava preparado para a ação. O coração disparado, a coragem renovadora, o ímpeto de achar que conquistaria o mundo graças as emoções borbulhantes. Afastei brevemente da garota ruiva, mas apenas para apoiar minhas mãos sobre a superfície amadeirada da mesa e saltar sobre ela em um movimento ágil e gracioso. As ações seguintes foram feitas com precisão, sem dar brechas para que ela escapasse. Minhas mãos repousaram sobre a cintura feminina, a erguendo com extrema facilidade, para então coloca-la sentada sobre a mesa. Depois, meus dedos foram de encontro a parte de trás dos joelhos, os entreabrindo para que eu pudesse encaixar meu corpo entre as pernas macias dela. Só então eu a puxei em minha direção, ainda a segurando no mesmo lugar, para obriga-la a ficar sentada mais próximo da beirada da mesa, o corpo tão próximo do meu que era como se faíscas de atração nos puxasse uma para a outra.

- Desabotoa minha camisa, babygirl – a ordem dessa vez veio em um tom sutil, carinhoso. Os dedos seguiram para cima, tocando suavemente a pele alva da coxa, penetrando ousadamente um pouco o tecido da saia. Meus olhos não desviavam dos dela, atraídos por aquele brilho esverdeado das irises de minha mulher.  – Mas não a tire.

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Re: Escritório da Pretoria

Mensagem por Kyra C. Ferreli em Ter Nov 07, 2017 3:16 pm




+18
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Aviso: A postagem a seguir pode conter cenas de sexo, não sendo indicada para menores de 18 anos, logo, não gosta não leia.

Se fosse pecado desejar Evie Farrier como eu a desejava naquele momento, que os deuses me perdoem, mas eu queimaria no inferno com muito prazer. O sorriso em meus lábios tinha deixado de ser discreto em algum momento, a malicia estava estampada em minha face, bem como o olhar desafiador, que subjugava todas as atitudes da mulher a minha frente.

O jogo tinha começado e o placar marcava um a zero.

Nossas respirações se misturavam, nossos olhares estavam fixos um no outro, sua mão subiu e agarrou meu queixo de forma a fazer nossos lábios perderem a distância significativa que representava meu autocontrole. Eu poderia ter me afastado se quisesse, poderia fazê-la se ajoelhar e implorar o contrário, a questão era: Eu queria:

Não, eu não queria estar no controle, queria ser a maldita submissa naquele momento, queria que ela me tomasse, queria que me fizesse gritar e sussurrar palavras safadas em seu ouvido, ao mesmo tempo que a desejava ardentemente, também queria que ela me tomasse. Ah deuses, eu nem me importava se fosse parecer uma vadia, porque seria a vadia dela, e por ela, qualquer mínimo detalhe por mais sujo que fosse, valeria a pena.

Fui embargada pelo sussurro andante de sua voz, seu tom imperativo e mandão mexeu com todos os meus sentidos, e de repente, seu perfume tinha ficado mais forte. Era como se tudo conspirasse contra mim naquele momento, eu tinha noção de cada detalhe do corpo da minha namorada, de sua voz, do seu cheiro... o pior de tudo, que saber disso mexia comigo, me fazia entrar em um frenesi sem escapatória, que só tendia a piorar.

E aconteceu.

Eu queria reagir e fazer minhas pernas me obedecerem, não conseguia. Estava tremula e me sentia invadida, enquanto imagens pecaminosas perpassavam minha mente, tão nítidas que me faziam desejar que todas se tornassem reais. Naquele momento percebi que ler os pensamentos da minha mulher não era apenas vantajoso, era cair no precipício, levantar e no fim, me render a ela. Se me colocassem algemas naquele momento e me mandassem ajoelhar, o efeito seria o mesmo.

Eu já não sentia minhas pernas e as sensações das imagens perante meu corpo eram completamente reais. Conforme seus beijos imaginativos tocavam minha pele e suas mãos subiam por meu corpo, arrepios também se alastravam, faziam meu ventre formigar e meu corpo todo aquecer, eu estava em um estado... simplesmente lastimável. Meu centro pulsava sem permissão, minha calcinha já tinha virado trapo, estava tão encharcada que chegava a manchar o tecido da saia, a blusa em meu corpo roçava em partes sensíveis, e em nada ajudava a consciência do fato de seus lábios estarem tão próximos dos meus.

Fechei os olhos e soltei um gemido baixinho. Minha boca ficou seca, os mamilos se tornaram sensíveis e endureceram, chegando a machucar sobre a renda do sutiã, que no momento, parecia apertado demais. Minha respiração se tornou falha, meu coração disparou freneticamente no peito e os pensamentos dela viraram fumaça, me permitindo perceber que assim como eu, ela não estava em seu melhor estado.

— Evie... — Arfei baixinho, levando minhas mãos aos seus ombros para tentar sustentar o peso do meu corpo, merda, minhas pernas tinham ficado bambas só com aquilo! E ela ainda fizera questão de piorar meu estado com sua maldita voz! Tão rouca e tão pertinho do meu ouvido...

Suspirei alto, mas não tive chance de responder sua provocação. Meus pensamentos estavam tão embaralhados e bagunçados naquele momento, que cada movimento dela foi visto como uma surpresa inesperada e inevitavelmente boa. Quando dei por mim, já estava sentada sobre a superfície de sua mesa, com seus dedos roçando em minha pele, causando arrepios e formigamentos que faziam meu centro pulsar vergonhosamente, me deixando ainda mais molhada.
No minuto seguinte nossos corpos já se chocavam e meu olhar voltava em direção ao dela, fazendo faíscas de amor e prazer serem trocadas silenciosamente.

Eu queria beija-la.

Queria tortura-la...

Queria fazê-la sentir tão vulnerável, exposta e molhada quanto eu!

Ah sim! Eu seria uma menina má.

Eu daria o troco
.

Abri um sorriso malicioso perante seu pedido, suas mãos subiam por meu corpo e deixam um rastro de fogo por onde passava, mas devo admitir que eu gostava e muito da sensação. — Sabe amor... você é muito mandona — Meus dedos correram por sua camisa, abriram o primeiro botão bem de leve, fazendo as pontas roçarem em sua pele antes de irem para o segundo, fazendo a ideia surgir em minha mente. Seria maldade provocar aquilo nela, mas se eu a quisesse tão rendida e perdida quanto eu estava, então sim, a faria perder o controle e fazer exatamente o que eu queria.

Concentrei a energia na pontinha dos dedos, assim, quando passei ao segundo botão, também descarreguei parte daquele poder para o corpo dela, visando ampliar seus sentidos e seu prazer, provocando sensações que eu sabia que a fariam queimar de dentro para fora. Meu sorriso se alargou, meu olhar desceu para os lugares que agora eu revelava cuidadosamente, e assim, eu abri o terceiro e o quarto botão. Demorei-me nos dois últimos propositalmente, sempre fazendo questão de roçar em sua pele e enviar mais ondas de amor e prazer por seu corpo.

Ao fim de tudo, ainda fiz questão de abrir as mãos, apoia-las na lateral de seu corpo e subir lentamente por elas, enviando mais descargas de energia sedutora para mexer com seu corpo. — Muito mandona – Ergui meu olhar e pisquei safada em direção a ela. — Não geme muito alto amor, as pessoas estão ouvindo — Sussurrei cínica em seu ouvido ao descer as mãos novamente, apenas para arranhar seu quadril. Ao mesmo tempo que o fazia, também roçava o salto em sua perna, enviando a mesma descarga de energia que enviava para o restante do seu corpo. E tudo porque?

Eu a queria fora de controle.

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Re: Escritório da Pretoria

Mensagem por Evie Farrier em Ter Nov 07, 2017 8:24 pm




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AVISO: CONTEÚDO DE +18, SE FOR LER ESTEJA AVISADO.

O risinho divertido escapou ao escutar a colocação dela. Sim, eu era mandona e controladora. E ela me amava exatamente assim. Certamente que haviam vezes em que os papeis eram invertidos, que a filha de Vênus me tinha implorando dengosa por mais, prometendo fazer o que ela almejasse. No entanto, ali era o meu escritório, o meu local de trabalho, seriam as minhas regras a prevalecerem. Ela sabia disso, mas não significava que tornaria o ato mais fácil. Qual seria a graça disso afinal?

Não deixei de expressar o meu contentamento ao sentir as mãos dela sobre o primeiro botão da camisa com um sorriso discreto e soberbo. Um sorriso que morreu prontamente assim que os dedos dela roçaram minha epiderme no segundo botão. Eu poderia resistir facilmente a socos, a golpes poderosos por conta de minha resistência como guerreira. Mas nada disso era eficaz quando Kyra roçava em meu corpo daquela maldita forma. Minha pele tinha arrepiado por inteiro, minhas pupilas dilataram rapidamente e minha respiração tornou-se pesada, fazendo meu peito subir e descer visivelmente. Isso não atrapalhou a minha namorada, ela prosseguiu com seu golpe sujo que eu tanto amava, me deixando louca com o mais singelo dos toques. Em algum momento eu tinha fechado os olhos, para apreciar a energia de prazer sendo despejada sobre mim, espalhando-se por toda a minha pele, esquentando cada pedacinho de meu corpo e tornando minha calcinha em um item incomodo, por estar tão molhada. Como resposta, minhas mãos pararam sobre as coxas, apertando a carne com determinado gosto a cada vez que a energia vinha com mais força e fazia-me pulsar.

O suspiro pesado foi expelido por entre meus dentes, a minha mandíbula travou impedindo que um gemido manhoso escapasse. As mãos dela tocaram diretamente minha pele, espalmadas, possessivas e quentes. Ao tornar a abrir os olhos, eu sabia que a estava encarando de maneira intensa e pesada, exibindo em cada detalhe de meu rosto o quanto a desejava naquele momento. Eu tinha um bom autocontrole. Tinha. Verbo no pretérito. Tudo pareceu nublar quando a garota ruiva sentada em minha mesa arranhou o meu quadril. O maldito ponto fraco de meu corpo jogou uma onda de prazer enorme diretamente em meu sexo, fazendo grunhir enquanto arranhava as coxas dela de maneira inconsciente.

-Merda Kyra – reclamei baixinho e por mais que eu tentasse manter-me dignamente, meu orgulho esvaiu de meu corpo assim que ela lançou a energia mais uma vez sobre meu corpo. Tão quente. Tão atrevida. Definitivamente minha! Soltei as mãos da coxa dela, levando diretamente para o colarinho da blusa. Se eu via vantagens em ter uma força espetacular quando comparado a outros semideuses? Sim. Pois foi extremamente fácil rasgar aquele pedaço de pano em um único movimento – Você me deixa louca, mulher!

Depois de jogar o tecido em qualquer canto, minha mão destra foi em direção a nuca da filha de Vênus. Rocei os dedos, deixei que subissem e embolassem nos fios castanhos avermelhados, dotados de uma cor rubra fascinante. Era um ato carinhoso, que contrastava com o ato de segurá-lo de maneira firme e dominante, mas ainda assim na medida certa para não a machucar. Aproximei o rosto do dela vagarosamente, deixando que a lentidão e meus movimentos fosse um verdadeiro castigo. Havia aquela tensão gostosa criada ao retardar o que mais queríamos, parecia consumir ainda mais a nossa sanidade, dando combustível ao desespero que era desejar uma a outra naquele nível tão profundo e intenso.

- Babygirl... – chamei de maneira carinhosa, passando a pontinha da língua por sobre o lábio inferior dela, o contornando de maneira sedutora – Eu não serei gentil.

Foi o aviso dado em tom de promessa, proferido milésimo de segundos antes que minha boca tomasse a dela em um beijo. Era um toque desde o princípio intenso e imperativo. Meus lábios exigiam dela o mesmo ritmo, minha língua atrevidamente adentrou a boca, apenas para exigir da língua dela a atenção que eu almejava. Minha mente dava giros, loops violentos e constantes enquanto minha boca a devorava no beijo. Era fodidamente gostoso beijá-la daquele modo, produzindo sons vulgares, deixando que a língua brincasse ousadamente. Eu poderia ficar horas a beijando e estaria contente, isso era um fato. Mas naquele momento eu queria muito mais do que isso. Enquanto ainda a beijava, levei minha mão livre pelo pequeno espaço que separava meu corpo do dela, deslizando pela barriga, roçando os dedos pelo ventre e permitindo que ele invadisse o tecido.

Eu não enrolei, não fui provocadora. Deixei que meus dedos adentrassem a calcinha e explorassem toda a intimidade molhada, tocando gentilmente, como pedia que fosse o primeiro toque em um ponto tão sensível e vulnerável. Fora impossível não gemer de maneira abafada quando a senti tão molhada, foi ainda mais difícil conter-me e não deflorar Kyra ali mesmo. Eu não queria acabar com a brincadeira ainda. Minha boca ainda não estava formigando e nem mesmo meus pulmões queimavam implorando por oxigênio, então eu a continuaria beijando enquanto a tocava. Porém, conhecendo as reações de minha mulher, diminui o ritmo do beijo, o deixando sensual e lento a partir do momento em que meus dedos esbarraram no ponto pulsante, iniciando uma massagem circular constante, lenta, mas exercendo uma pressão um tanto forte, na medida que eu já sabia que ela gostava.

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Re: Escritório da Pretoria

Mensagem por Kyra C. Ferreli em Sex Nov 10, 2017 2:40 pm




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Soube que meus objetivos foram atingidos com sucesso no momento exato em que seus dedos tocaram minha blusa, confesso que já perdi a conta de quantas roupas perdi nesses quatro anos. Evie era bruta e no sexo não gostava de tecido algum lhe atrapalhando, assim sendo, toda vez que perdia o controle acabava rasgando minhas roupas e me deixando em um estado implorativo, toda dengosa e querendo mais. Dessa vez, não foi diferente. Seus dedos roçaram minha pele e o tecido de minhas vestes foi atirado longe, ela tinha se livrado das roupas com a mesma facilidade que teria rasgado uma folha de papel, e deuses isso era malditamente sexy! Eu amava o fato de que minha namorada era mais forte, amava sua pegada firme e possessiva em meu corpo, mas melhor que isso.
Amava quando ela perdia o controle.

— Evie — Choraminguei baixinho entre seus lábios, evitando fazer o que tanto queria enquanto sua língua traçava o contorno da minha boca, me atiçando e provocando eroticamente. Sua mão a essa altura já tinha subido por meus cabelos, fazendo os dedos se enroscarem nos fios e provocarem arrepios gostosos em minha nuca. Era algo que eu nunca tinha revelado a ela, mas incrivelmente, aquele ato sempre me deixara extremamente sensível, pingando, desejosa pelo que estava por vir.

Eu sabia que ela estava criando aquele clima propositalmente e confesso, a espera era uma verdadeira tortura. Contudo, cada detalhe naquele jogo de sedução era necessário, tanto eu quanto ela sabíamos disso, era algo provocante, que fazia crescer a tensão entre nós e fazia com que ambas entrassem um estado diferente, presas em uma bolha que pertencia só a nós duas. Evie podia ser a faísca, mas eu era a chama e queria incendiar.

Eu não serei gentil.

Não seja!

Quis gritar para ela, mas não tive tempo, perdida e rendida como estava eu já não funcionava direito. Naquele momento, não importava se eu tinha a mente mais avançada do acampamento, porque eu não conseguiria pensar direito nem mesmo se quisesse. Evie já tinha me dominado completamente, seus lábios sobre os meus eram rudes, seu beijo tinha gosto de pecado, era bom, fodidamente bom! Eu gemia baixinho entre os lábios dela, tentava acompanhar seus movimentos e brincar com sua língua. Ao mesmo tempo, a puxava possessiva e desesperadamente para mim, arranhava seu quadril e apertava sua cintura, tudo para tentar aplacar o prazer que dominava meu corpo, algo que só piorou quando suas mãos desceram pelo meu corpo.

Deuses!

Se antes eu estava perdida, agora já tinha entrado em um estado de loucura completa. Arfei contra sua boca, mordi seu lábio inferior e o puxei para mim de leve, chupando forte, sem me importar se a machucaria. Isso só serviu para que Evie se tornasse ainda mais atrevida. Seus dedos adentraram o tecido da minha saia, meus dedinhos do pé se enrolaram em expectativa. Sua mão adentrou minha calcinha, a minha subiu e agarrou seus cabelos, os puxando de leve conforme seus dedos deslizavam para dentro, tocando meus lábios, testando a temperatura, brincando com meu prazer. Ah sim! Eu já não estava molhada, estava pingando vergonhosamente por ela, o tecido da calcinha tinha virado trapo, minhas coxas estavam quentes e meu sexo se fechava dolorosamente ao redor de nada.

Eu precisava de alivio, e Evie estava me torturando.

Torturando deliciosamente.

Deslizando para dentro, tocando, brincando, puxando, beijando.


Gemi abafado contra seus lábios, seus dedos tornaram a subir e tocaram meu clitóris, eu não aguentei. Soltei sua boca de qualquer jeito e arfei em busca de ar.

— Mais forte — Pedi embriagada.

Meu coração disparou frenético e minha mão livre subiu por suas costas, apenas para descer arranhando forte em seguida enquanto gemidos baixos escapavam por meus lábios. Com a outra mão, puxei os fios de Evie para trás e a obriguei a curvar a cabeça, exibindo seu pescoço que prontamente foi tomado por meus lábios. A castiguei como queria, mordi, lambi, beijei e suguei forte, deixando marcas avermelhadas em sua pele, que mais tarde ficariam roxas.

Quem disse que eu me importava?

Kyra


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Re: Escritório da Pretoria

Mensagem por Becka Klasfox La'Fontaine em Sab Dez 22, 2018 7:11 pm



Se ficar o bicho pega se correr o bicho come.

O romano estava tomado pela tensão da guerra. O exercito já estava pronto e os semideuses que restavam estavam a posto no romano para auxiliar na proteção dos que ficavam para trás, afinal a cidade não poderia ficar sozinha.

Romeo desceria junto aos legionários para o inferno e Becka ficaria para trás a fim de disponibilizar recursos aos que necessitassem de ajuda para embarcar na jornada. Para tal tinha pedido as crianças de Nova Roma que espalhassem folhetos indicando o dia e o horário que gregos e romanos deveriam comparecer ao escritório para solicitar os recursos que precisariam para descer ao inferno.

A loira disponibilizaria a proteção e as armas necessárias para ajuda-los a sobreviver a invasão ao palácio de Nox, mesmo sabendo que muitos deles provavelmente nem voltariam. O conselho não tinha dinheiro suficiente para suprir as necessidades do exército, mas Becka tinha e faria o possível para conseguir envia-los para a guerra de uma maneira – no mínimo – descente. Se tinha uma chance – mesmo que remota – de salva-los, então faria o possível para que isso acontecesse.



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Quer ser feliz? Seja louco, sorria sempre mesmo sem motivo..
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Re: Escritório da Pretoria

Mensagem por Noah William em Seg Jan 14, 2019 7:34 pm




Son of the Sun
Ainda existe esperança quando alguém acreditar.
“Eu não sei se deveria fazer isso.” Foi meu último pensamento antes de dar um passo em direção ao portal que levava ao Acampamento Júpiter. Pensei muito para tomar essa decisão e a verdade é que para me tornar um guerreiro seria necessário estar disposto a sacrificar e testar meus limites.

Quando abri os olhos eu já estava no Acampamento Júpiter e alguns campistas me olhavam de forma natural. Suspeitei que nesse tempo de guerra eles já estavam acostumados a receber visitas do nosso acampamento. – Eu gostaria de falar com Becka. – Disse com um sorriso no rosto enquanto encarava um campista aleatório.

O caminho até o escritório da mulher foi quieto e repleto de tensão, provavelmente ele já imaginava qual era meu objetivo ali. Ele me deixou parado frente a uma porta e se foi sem nem mesmo se despedir. Suspirei e bati enquanto empurrava a porta lentamente, uma campista loira já estava no lugar mexendo com alguns papeis atrás de uma mesa. – Becka, suponho. – Adentrei o local e suspirei. –Sou Noah William. Gostaria de sua ajuda para participar da guerra, disseram que poderia me ajudar. -

Kyra


Dreams
Se existe algo como a paz eu quero encontrar, ainda existe esperança quando alguém acreditar.
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Re: Escritório da Pretoria

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