The Blood of Olympus
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Aula Fixa IV- Pericia com Arcos

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Re: Aula Fixa IV- Pericia com Arcos

Mensagem por Emmanuelle S. Henz em Sex Abr 06, 2018 11:54 am

Modelo de Avaliação
Criatividade: 40
Ortografia: 40
Coerência: 30
Ações Realizadas: 20
Aparência: 20
Total: 150 exp
Bônus de aula: + 50
Bônus Geral: +50 por cada aluno presente na aula.

Alyson E. V. Schwartz  
Criatividade: 40
Ortografia: 38
Coerência: 30
Ações Realizadas: 20
Aparência: 20
Bônus de aula: + 50
Bônus Geral: +100
Total: 298

Pietro Di Giorgio  
Criatividade: 40
Ortografia: 37
Coerência: 30
Ações Realizadas: 20
Aparência: 20
Bônus de aula: + 50
Bônus Geral: +100
Total: 297


Ps: Eu não fiz comentários individuais de cada aula por falta de tempo, raramente faço esses comentários também. Contudo dou liberdade para qualquer um dos presentes me procurar via MP caso deseje essa avaliação detalhada.



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Emmanuelle S. Henz
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Re: Aula Fixa IV- Pericia com Arcos

Mensagem por Circe em Seg Abr 09, 2018 4:53 pm

XP: 30 (x30) = 60
DEACMAS: (x50) = 100

Atualizados


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Re: Aula Fixa IV- Pericia com Arcos

Mensagem por Aislynn Prescott em Qui Jun 14, 2018 3:10 pm


O nascimento de uma arqueira
  

Diferente da aula anterior, Aislynn não ficou surpresa ao saber que a instrutora os deslocou para a floresta. Compreendia que treinar na arena não era o suficiente, precisava estar em uma situação mais real, mais do que uma simulação. Querendo ou não, na projeção o indivíduo possui a consciência de que sua vida não depende de seu tiro, irá sobreviver mesmo que falhe. Parando frente à mata densa junto com os demais, olhou para Emmanuelle que começou a explicação.  

O tempo todo ela ficava atenta aos comandos e o objetivo que deveria conquistar nesta aula. Olhou para a floresta, a última vez que esteve no lugar foi atacada por um cão infernal, achou que jamais voltaria, todavia, precisava enfrentar seus medos. Apertou o arco em mãos, a arma é a prova de que não era a mesma, precisava se lembrar desse detalhe. Comparado às aulas anteriores, poucos campistas estavam presentes, por isso, não demorou a chegar à sua vez de ser mandada para um lugar aleatório.  

Respirando fundo, colocando o arco nas costas, caminhou para dentro da floresta pelo caminho indicado. O seu primeiro objetivo seria encontrar rastros da corça mais próxima. Não sabia como, e a precária luz por conta das diversas matas e arvores não ajudava. Resolveu começar a olhar para o chão, buscando pegadas que se assemelhavam a de sua presa, mas havia tantas com diferentes formas que acabou desistindo.  

— Se eu fosse uma corça, onde estaria? — Questionou. A primeira ideia foi um lugar aconchegante ou que tivesse alimento. Por ser um herbívoro, provavelmente seria mais fácil de encontrá-lo em algum canto que fornecesse alimentos de fonte vegetal. Mudando seu objetivo, Aislynn começou a procurar por algo assim. Difícil, já que a maior parte da floresta era húmida e lamacenta por falta da entrada da luz solar. Uma característica que a ajudava a não gostar do ambiente.

Andou por um tempo, com cautela, sem ver vestígio do animal ou com o que ela considerava ser favorável para a corça alimentar-se. Um sorriso formou em seu rosto quando, finalmente, após passar por algumas copas e afastar galhos da arvore que atrapalhava seu andar, encontrou uma aria verde. O local possuía frestas suficientes para o sol iluminar aquela pequena parte, permitindo que a grama crescesse, sem contratempos.  

Não havia qualquer corça por perto, mas Aislynn era paciente, iria aguardá-la aparecer. Posicionou-se um pouco mais atrás, agachando-se entre os arbustos. Deixou seu arco pronto junto com uma flecha da aljava, para não precisar se preocupar em tirá-lo de suas costas, sem realizar ruídos, quando avistar seu alvo. Aguardou uma, duas, três horas talvez? Esperou, sem ter noção precisa do tempo, apenas que, a seu ver, havia se passado muito. Começou a questionar se realmente é uma boa ideia permanecer dessa forma, mas um barulho a interrompeu.  

O rumo que o som vinha ganhou toda a sua concentração. Esticou seu arco, acreditando ser quem tanto esperava. Entre os galhos um pequeno animal se aproximou, para a sua decepção era apenas um porco do mato. Suspirou. Estava prestes a abaixar o arco quando outro animal apareceu, vindo da mesma direção. Este era maior, possuía pernas finas, uma pelagem curta e avermelhada. As galhadas crescendo em sua cabeça indicavam que se tratava de um jovem macho. Finalmente a sua presa chegou.  

Esperou o animal se acomodar, por sorte, não parecia estar na defensiva, o que indicava que ele não sabia de sua presença. A corça cheirou a grama, posteriormente começou a comê-la. Aislynn, aproveitando a deixa, esticou um pouco mais a corda de seu arco com a flecha posicionada. Usou seu queixo de apoio, com um dos olhos fechados, concentrando-se na coxa da pata traseira. Assim que a corça andou um pouco para o lado, buscando as partes mais férteis de sua refeição. A semideusa soltou a flecha.  

Um choro ecoou, mas para a sua supressa não era a da corça, mas sim do porco do mato que havia esquecido completamente. A pequena criatura passou exatamente no instante que ela atirou a flecha. Notando o perigo eminente, a corça disparou com extrema agilidade para longe, buscando sua sobrevivência. — Desculpa, desculpa, desculpa. —  Pediu já correndo para perto do porco caído. A flecha acertou a sua barriga, o sangue jorrava, ele se debatia no chão.  Não parecia um adulto pela altura, mas também não poderia ser considerado um filhote.  

Esquecendo-se da corça, Aislynn tentava se aproximar do animal ferido, mas era difícil. Ela realmente não sabia o que fazer nesta situação, não queria ter ferido, se não tomasse providências ele morreria sem qualquer objetivo. Lembrando-se do poder de cura que possuía graças ao seu pai, uma vez que conseguiu usar em humanos, resolveu testar a sorte naquele animal. Não sabia se daria certo, mas precisava tentar. Com agilidade, pegou a flecha e puxou, sua mão foi mordida, mas ignorou a dor, o mínimo que merecia pela burrada que cometeu.  

Com o sentimento de culpa que a perturbava, vendo aquele pobre animal sofrendo por uma de suas flechas, começou a cantar: — sorry, I know that I let you down. Is it too late to say I'm sorry now? — Cantou baixinho, em um tom gentil, mas triste. Mesmo que ele não a compreendesse, queria se desculpar de alguma forma. Aos poucos, o porco foi se acalmando, parando de se debater, sua barriga subia e descia conforme a sua respiração. O ferimento parou de sangrar, Aislynn abriu os olhos, ainda cantando, a tempo de ver o animal se levantar e correr para longe. Sorriu aliviada. — Sorry now? — Terminou o canto.  

Olhando para o seu arco no chão e a flecha que retirou do animal, os pegou e levantou. Passou as mãos pelo cabelo, preocupada, esqueceu completamente do motivo de ter vindo para este lugar. Andou para frente, depois para trás até ter a ideia de parar e respirar. Precisava reorganizar a mente. Provavelmente a corça já estava longe, ainda mais com a velocidade que a viu correr. Todavia, ainda existiam seus rastros e, dessa vez, poderia distinguir as suas pegadas.  

Correu para o lado da floresta que ela se enfiou e se abaixou. Dentre todas que o chão possuía, a dela era a única que indicava que havia corrido, deixando as traseiras malfeita devido ao impulso. Rapidamente seguiu a trilha, alguns galhos quebrados pelo caminho ajudavam a ter a certeza que era a sua presa. A corça realmente correu um grande trajeto, mesmo acelerada, mas concentrando-se na trilha, Aislynn ainda não a encontrou.  

Começando a ficar ofegante, parou um pouco e sentou em uma pedra. Será que estava seguindo as erradas? Ou andando em círculos, quem sabe. O único jeito de descobrir se estava fazendo certo ou não, era continuar, afinal, não havia outra pista, não uma que conseguia identificar. Não conseguira retornar e esperar outra corça naquele lugar, e, mesmo que quisesse, estava com sangue, o que seria um bom motivo para animais herbívoros não se aproximar por um tempo.  

Ao voltar à trajetória, para a sua surpresa, acabou chegando a um lugar que ficava de frente a uma pequena montanha e, na metade dela, havia uma caverna. O melhor era que a corça estava na entrada desta, limpando seu pelo calmamente. O tempo que Aislynn ficou cuidado do outro animal foi o suficiente para ela se acalmar, acreditando que estava novamente em segurança. Temendo fazer movimentos bruscos e ela correr, preferiu analisar para saber se conseguiria acertá-la daquele lugar.  

A distância lembrava um pouco a sua primeira aula, quando teve que acertar um alvo a 40 metros. Não poderia ter certeza se estava certa, mas era o melhor palpite que teria no momento, com sua pouca experiência. Posicionou a flecha que usou anteriormente, tencionou ao máximo a corda, não se esqueceu de separar as pernas e flexionar um pouco mais a da frente, uma posição que estava tornando-se um habito. Fechou seu olho esquerdo e tentou mirar, mas tinha dificuldade de visualizar direito sua presa por conta da distância.  

Forçou ao máximo sua visão, precisava acertar as pernas, de preferência na coxa ou tornozelo. Quando acreditou estar mirando no lugar indicado, soltou. Não queria demorar muito, temia que ela acabasse com sua limpeza e sumisse. O animal levantou a sua orelha, como se tivesse escutado algo, mas era tarde demais. Lá debaixo, Aislynn conseguiu apenas vê-lo se desequilibrar e cair. Rapidamente ela correu até a montanha, procurou o lugar que o animal usou para subir e, quando finalmente encontrou, aumentou a velocidade.  — Por favor, por favor.  — Pedia, temendo ter acertado um ponto vital, como ocorreu com o porco.  

O alivio veio de imediato ao encarar as patas dianteiras do animal se debatendo, as traseiras não podiam fazer nada por conta da flecha cravada entre as duas canelas. — Isso! — Socou o ar. Ofegante, se aproximou, o que fez a corça se debater ainda mais, se continuasse assim ela poderia se machucar.  — Calminha amigo... — pediu. Retirou a fita que prendia o seu cabelo, desfazendo o rabo de cavalo. Em um movimento rápido, repetindo o que fez com a flecha no porco, agarrou as patas da frente e, reunindo toda a sua força para lutar contra a corça, amarrou com a fita, apertando forte. Infelizmente precisava apertar, ou poderia facilmente se soltar, afinal, não era uma corda.  

Notando a respiração irregular, a tremedeira do animal, Aislynn colou sua mão sobre a cabeça dele e a acariciou. — Vai ficar tudo bem, te levarei para um lugar que vão te deixar novinho em folha. — Colocou sua outra mão sobre a barriga dele. Permaneceu dessa forma por um tempo, notando que aos poucos o animal se acalmava. Seria difícil levá-lo, ainda mais se continuasse a se debater, além disso, a semideusa se colocou no lugar da criatura, ser atacada em seu recinto, não deveria ser a melhor sensação do mundo.  

Olhou para o horizonte a sua frente, por ser um lugar alto era possível ver parte a floresta. Felizmente, era a parte que precisava, avistou o acampamento e agora sabia qual direção caminhar. — Vamos lá amigo. — Falou, agachando-se e, com extremo esforço, o colocou entre o pescoço e suas costas. Mesmo jovem, ele era quase da sua altura, o que dificultava, além do peso ser muito mais do que estava costumada a pegar. — De pouco em pouco chegaremos lá. — Continuava a conversar, conforme descia a montanha e tomava o rumo do acampamento.  

Ocorreram diversas pausas durante o retorno, ela tomava todo o cuidado a cada vez que o colocava no chão. Quanto mais andava, menos acreditava que iria chegar ao seu objetivo. Parecia que a floresta não tinha fim, o suor estava por todo o corpo, nessa altura já tinha a roupa toda encharcada, colada, mas de forma alguma iria desistir mesmo que sua mão estivesse doendo devido à mordida anterior. Ao escutar vozes, seus olhos brilharam, foi o necessário para juntar o restante de suas forças e caminha o que faltava. Aos poucos começou a avistar a instrutora que, sentada em uma pedra, aguardava seus alunos.  

Aislynn, ao chegar, ajoelhou e depositou o animal na frente de Emanuelle, com todo o cuidado, mesmo que quisesse jogá-lo por conta do peso, não o fez, era um ser vivo e deveria ser respeitado. Suas pernas estavam fracas, o corpo completamente dolorido, sequer sabia se conseguiria chegar até o seu chalé. Todavia, as palavras que ouviu foi como se valesse todo o esforço desde que começou as primeiras aulas até agora. — Parabéns Aislynn. Considere-se uma arqueira digna. — Seus olhos começaram a lacrimejar, não por tristeza, pelo contrário.  

— O-o... obrigada! — Conseguiu dizer antes de cair no choro enquanto sorria. Sabia que ainda tinha muito a caminhar, que não era o suficiente, mesmo assim, precisava comemorar mais uma vitória em sua vida. Tentava limpar as lacrimas com as mãos desesperadamente, mas não conseguia, elas insistiam em cair. De qualquer forma para que as impedir? A felicidade deveria ser aproveitada e não interrompida, mesmo que expressasse de uma forma constrangedora.
NOTA:
Como na aula anterior, Aislynn preferiu não fazer as próprias flechas por conta do brilho.
A música citada é sorry do Justin Biber. Todavia, não com aquela animação toda, claro. Imagino mais o cover feito pela Tayler Buono. O trecho utilizado significa:
Desculpa, eu sei que te decepcionei. É tarde demais para pedir desculpas?
PODERES PASSIVOS:
Nível 5  
Nome do poder: Concentração de Arqueiro I  
Descrição: Arqueiros precisam se concentrar para acertarem o alvo, pois qualquer distração, podem fazer seu tiro certeiro sair pela culatra. Os filhos de Apolo têm a benção de seu pai, que faz com que eles sejam mais calmos e objetivos quando precisam realizar uma tarefa que exija concentração.  
Gasto de Mp: Nenhum  
Gasto de Hp: Nenhum  
Bônus: + 15% de vantagem ao realizarem uma tarefa que exija concentração.  
Dano: Nenhum  

Nível 7  
Nome do poder: Arqueiro II  
Descrição: Sua perícia está crescendo, a sua habilidade com o arco se desenvolveu com precisão, e agora, além de conseguir atingir o alvo com uma flecha, também aprendera a manusear duas, e a usar o arco como porrete.  
Gasto de Mp: Nenhum  
Gasto de Hp: Nenhum  
Bônus: +20% de assertividade no manuseio do arco.  
Dano: + 10% de dano ao ser acertado pela arma do semideus.
PODERES ATIVOS:
Nível 10
Nome do poder: Canção da cura I.
Descrição: Com sua voz encantadora e seus dotes de curandeiro, os filhos de Apolo/Febo podem cantar uma canção que cura todos ao seu redor, exceto a si, numa área de 3 metros.
Gasto de Mp: 40 de MP
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +10* de HP e MP para todos os aliados ao redor do usuário.
Dano: Nenhum
EQUIPAMENTO:
Arco [Um arco de ouro imperial com peso mediano possuinte de um cordão invisível onde ao se retesar, forma-se flechas luminosas de tons alaranjados. Segurando-a por muito tempo, é capaz de assistir a flecha escurecer proporcionando assim ao atirar o projétil, ver que ondas sonoras são capazes de se propagarem para auxiliar o semideus. Atirada inicialmente é capaz de manar ondas de 135 decibéis que fazem separar o vácuo, porém ao se aguardar um tempo relativo se concentrando na presa até sua ponta se avermelhar, a flecha será capaz através do som brando, vibrar os objetos e corpos a sua volta com 140 decibéis. Na sua lateral possui o nome do pai escrito no dialeto grego. | Efeito 1: Possui uma corda que aclama as flechas. | Efeito 2: Possui duas combinações de dois tipos de sons igualmente brandos. Todavia, a segunda opção poderá ser apenas destravada pelo semideus se não correr o risco de ser atacado por monstros ou humanos e possui o efeito de consequência por até dois turnos em eventos e um em missão. | Ouro Imperial | Espaço para um gema | Beta | Status: 100% sem danos | Mágico | Arsenal do acampamento]

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Re: Aula Fixa IV- Pericia com Arcos

Mensagem por Febo em Qui Jun 21, 2018 8:13 pm

Modelo de Avaliação
Criatividade: 40
Ortografia: 40
Coerência: 30
Ações Realizadas: 20
Aparência: 20
Total: 150 exp
Bônus de aula: + 50

Aislynn Prescott
Criatividade: 40
Ortografia: 35
Coerência: 25
Ações Realizadas: 20
Aparência: 20
Bônus de aula: + 50
Total: 190 XP

comentários:
Além do fato de você ter abusado um pouco no carregar da corça pela longa distância, considerando o porte dela e da sua personagem, encontrei alguns errinhos na escrita, como "húmida" ao invés de "úmida" e "surpressa". Então, por isso, seu treino ficou muito bom. Embora não fosse necessário explorar tanto, você o fez e ficou ótimo. Parabéns!
Atualizada.
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Re: Aula Fixa IV- Pericia com Arcos

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