The Blood of Olympus
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Aula Fixa I - Pericia com Arcos

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Re: Aula Fixa I - Pericia com Arcos

Mensagem por Febo em Qui Jun 21, 2018 4:31 pm

Modelo de Avaliação
Criatividade: 40
Ortografia: 40
Coerência: 30
Ações Realizadas: 20
Aparência: 20
Total: 150 exp
Bônus de aula: + 50

Aislynn Prescott
Criatividade: 40
Ortografia: 36
Coerência: 30
Ações Realizadas: 20
Aparência: 15
Bônus de aula: + 20
Total: 161 XP

comentário:
Primeiramente: por favor, muda a cor das falas! Segundamente: um treino bem feito. Encontrei alguns erros um tanto quanto pesados (como "paço", por exemplo), então te peço muito cuidado ao revisar seus textos. No mais, querida, parabéns.

Kevin H Kingsman
Criatividade: 30
Ortografia: 15
Coerência: 25
Ações Realizadas: 15
Aparência: 20
Bônus de aula: + 20
Total: 115 XP

comentários:
Talvez eu tenha dado uma recompensa maior do que a merecida, Kevin. Eu sei que você pode fazer melhor. Seu texto ficou bastante corrido, dando-me a impressão de que você o fez às pressas. Além disso, tem uma coisa que me incomoda bastante: você deixa uma só frase por parágrafo. As frases servem para dividir as informações passadas. E os pontos finais (é disso que teu texto precisa!) separam tais informações, além de dar ao leitor um segundo para respirar e compreender o que é lido.

Se você quiser, querido, podemos conversar por MP para eu te ajudar. Smile


Atualizados.
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Re: Aula Fixa I - Pericia com Arcos

Mensagem por Josephine Diëhl Nieckhale em Ter Jul 03, 2018 1:25 pm


A dinamarquesa estava no Chalé de Quione, dormindo em um profundo sono, quando foi acordada por um dos idiotas qualquer do seu novo lar, mandando-a acordar. Josie o xingou em um perfeito dinamarquês e revirou seus olhos se levantando. Pegou seus pertences de higiene, botas de montaria, uma legging preta, a blusa do Acampamento e um casaco de couro da Moschino, além de um par de lingerie. Seguiu para o banheiro do local, tomando um banho rápido. Respirou assim que acabou, secando seus cabelos e os escovando. Logo saiu do local, piscando em deboche, acertando a genitália daquele que gritou consigo. — Se gritar novamente comigo, eu pego uma adaga, corto seu amiguinho entre as pernas e dou para um dos animais do acampamento, entendeu? — A ameaça tinha sido eficiente, logo o garoto correu. A loira revirou seus olhos, então amarrou seus cabelos em uma trança, logo partindo para a área onde seria a aula que teria.

Seus passos eram tranquilos e despreocupados. Ok, ela era conhecida e as vezes, ela era parada, para responder perguntas referentes ao como era ser uma princesa. Isso a fez bufar. Josie adorava aquilo de ser princesa, mas não era professora para responder perguntas daquele assunto. Apenas continuou seus passos, completamente decidida a ignorar qualquer um que a parasse. Ao chegar, viu um pequeno grupo de semideuses ali. Estava curiosa. Observou as armas de madeira e sorriu depois de constatar que iria manusear um arco. Se controlou, para não dar um pequeno pulo de alegria. Então, viu a instrutora. Era morena, tinha olhos azuis e um ar imponente. Ela se sentiu de imediato, um nada inferior. — Atenção. Pretendo falar apenas uma vez. Para quem não me conhece, sou Emmanuelle Henz, filha de Poseidon. Para evitar perguntas idiotas, não importa muito o motivo de eu ser a instrutora. A atividade é simples. Atirem naqueles três alvos, do menor para o maior. Então, podem ir embora. — Explicou, e foi aí que Josephine tremeu na base.

Só conversava com uma garota qualquer que soltava fofocas do local. Jo revirou seus olhos. Seu interesse em fofocas eram nulos. — Busquem fatos, fofas. Fofocas destroem vidas. Meu pai quase foi deposto por fofocas. Então, aquietem e se querem saber, busquem a verdade de vez soltarem boatos. — Concluiu com um sorriso debochado, enquanto se virava, esperando o processo da formação de fila, para que pudessem praticar aquela aula. Ela estava na fila do arco de 20 metros. Fechou seus olhos, enquanto pensava em como o faria. Passou as mãos sobre sua trança, deixando que sua respiração se tranquilizasse. Respirou novamente. E logo sentiu sua agitação diminuir. Maldito calor. Ela não gostava. Como uma boa filha da deusa da neve, ela preferia o frio.

Logo, a vez da filha de Quione chegou. Josephine respirou profundamente, depois de pegar o arco de madeira que o local disponibilizava, junto da alijava de flechas. A verdade era que aquele arco não era nada confortável em sua mão. Era um pouco pesado. Ela bufou. — Como vocês usam essa coisa pesada? Pelos... Deuses? — Questionou, levemente confusa. Contou mentalmente até dez. Colocou uma flecha sobre a corda. Apenas respirou. — Como atiro com essa coisa? — Questionou. A instrutora apenas riu. Aproximou-se, primeiramente exibindo a postura. Jo a imitou. — Parece que vou matar alguém. Gostei! — E continuou observando o método da outra, para que pudesse seguir. Apenas assentiu. A semideusa fechou seus olhos esverdeados. Contou novamente até dez e logo soltou a flecha. Ao ver seu erro, ela revirou seus olhos. Repetiu o processo de armar a flecha. É ignorou tudo ao seu redor. Contou até dez. Então soltou, depois de esticar a corda do arco até seus lábios, mas claro não perto deles. A tensão que a corda faria, poderia a machucar. Viu a flecha voar, então errar. Revirou novamente os olhos. Já entediada e sentindo seu corpo suar, armou novamente o arco. Ajeitou a postura e logo disparou. Ao acertar, sorriu. Armando outra flecha, ela queria ver se era capaz. Ao soltar, ver que chegou perto, se deu por satisfeita, mas logo sentiu sua mão doer. Soltou o arco e sacudiu a mão. — Droga de arco pesado! — Grunhiu.

A loira respirou. Agora, partiu para a fila de 40 metros. Fechou seus olhos, sentindo novamente o pânico. Jose estava com medo. Novamente pegou o arco revirando os olhos. Porcaria pesada. A jovem continuou seus passos, esperando sua vez. Enquanto isso, conversava com a instrutora sobre a atividade e dicas para como manusear aquela arma, principalmente quando era pesada a sua mão. Ela apenas sorriu, enquanto a conversa seguia. Nenhuma vez, foi mencionado seu título, ser princesa. Tudo isso a aliviou. Provavelmente ela sabia quem era. Porém, não ser lembrada, a fez sorrir. Ao fim da conversa, logo chegou sua vez. — Lá vou eu passar vergonha de novo. — Soltou para a instrutora, antes de novamente erguer o arco pesado. Apenas colocou uma flecha na corda e no arco, ajeitando sua postura. Lembrou-se da dica. Não force demais o movimento. Isso faz seu braço doer mais, principalmente se a arma te é pesada. Ela relaxou seu corpo todo, cantando mentalmente a música que seu pai te cantava para dormir. Então, logo soltou. Contou mentalmente até dez, com seus olhos fechados. E logo os abriu, vendo a flecha um pouco longe e fora de onde devia. Revirou os olhos. Colocou outra flecha, repetindo o procedimento. Ela colocou outra flecha, ainda cantando a música de ninar baixo, sentindo um leve enjoo. Então soltou a flecha. Ao ver que tinha acertado, respirou fundo.

Antes de ir para a última fila, soltou o arco que fazia sua mão doer, indo para um canto, onde se agachou e respirou fundo. Por mais que ela estivesse enjoada, ela sabia porque era. A diferença do clima da cidade de Copenhague, para Nova York. Era grande e ela se sentia enjoada por aquilo. Pelo o fato de ser filha de Quione e estar a um bom tempo no calor, isso piorava seu enjoo. Ela fez um punhado de neve com um girar e sua mão, sabendo que logo derreteria. No entanto, aquela pequena quantia de neve a deixava melhor. Respirou profundamente enquanto se sentiu melhor alguns minutos depois. Se levantou, vendo a morena instrutora. — Se sente melhor? — Josie assentiu, e viu que ela era a única que faltava. Ergueu o arco e respirou fundo. Repetiu seu ritual, depois de colocar uma flecha e a soltou. Logo, viu que errou. E percebe que suas mãos tremiam. Sentou-se tensa. E contou até dez. Colocou outra flecha, então disparou. Outro erro. Ela não iria desistir. Colocou outra flecha. Então, fez um processo para esvaziar sua mente. Pensou apenas na flecha. E soltou. Ao ver que acertou, sorriu. — Obrigada por tudo. E esse arco é muito pesado, só pra constar, ok? — Agradeceu, antes de sair do local da aula, depois de depositar o pesado arco e alijava de flechas.



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Re: Aula Fixa I - Pericia com Arcos

Mensagem por Tessa S. Henz em Qui Jul 12, 2018 9:18 am


Meus lábios se fechavam em uma linha fina conforme meu corpo se movia em direção a arena onde ocorreria a primeira aula de Arquearia do que Emmanuelle denominara , curso de verão. Se você tem uma irmã gêmea com personalidade difícil e que pra somar a tudo isso ainda é caçadora de Ártemis, deve compreender que a sensação de ser a caçula nem de longe é uma das melhores. Ainda mais se você é tipo eu, preguiçosa ao extremo.  Naquela manhã por exemplo, meu plano era passar o dia todo em minha cama. A limpeza do chalé havia ocorrido na tarde anterior o que me permitia um grande descanso.

Mas, Emmanuelle pensara diferente. Segundo ela, meus planos furados haviam acabado de ter um fim. Ou eu aparecia em seu treinamento ou ela me arrastaria para o acampamento das caçadoras por tempo indefinido. Se você conhece pelo menos uma caçadora deve saber que elas não são pessoas que poderiam ser minimamente consideradas preguiçosas, que os deuses me livrassem de ter de acordar cedo por meses a fio. Então, eu colocara a roupa mais leve possível, prendera os cabelos, escovara os dentes e iniciara aquela caminhada que parecia estar durando bem mais do que eu desejava.

Foi inevitável entreabrir os lábios em surpresa ao notar a quantidade de pessoas que comparecera aquele treinamento. Era impossível que eu fosse a única semideusa em meio aquele grupo a ter sido arrastada até ali. Cruzei os braços a frente do corpo e me mantive em silencio esperando pacientemente que Emmanuelle abrisse seus lábios despejando seu conhecimento sobre nós. Minhas expectativas não foram deixadas de lado conforme a moça dava inicio a uma explicação básica do funcionamento dos arcos e flecha para em seguida permitir que a atividade daquela primeira aula fosse iniciada.

Aproximei-me discretamente do local onde haviam sido dispostos os arcos e puxei um de tamanho mediano, não era tão pesado quanto eu imaginara a principio, sua corda parecia maleável ao toque e se equilibrava quase que com perfeição em minha mão. Finalizando a escolha do arco passeia para as aljavas. Não havia muito que escolher por ali, considerando o fato de que todas as aljavas pareciam conter flechas comuns. Sem detalhes ou adornos que pudessem diferencia-las. Encaixei a aljava em meu ombro direito e segui em direção aos primeiros alvos.  

Divididos em vinte, trinta e quarenta metros todos pareciam iguais aos meus olhos inexperientes. Poderia ser mais difícil de atingir os que estivessem mais longe, mas se eu conseguisse pegar o jeito a partir dos primeiros alvos, a coisa se tornaria mais fácil quando se passasse para os seguintes. Como minha mãe costumava dizer em minhas inúmeras tentativas de deixar as coisas de lado, tudo era questão de pratica. Mesmo que essa pratica te fizesse ter vontade de afogar o ser mais gentil no mar mais profundo.

-É assim que você vai começar? Nada de arrumar a postura, nada de testar qual é o seu olho bom? Pensei que fosse melhor que isso Tess- a inconfundível voz de minha irmã se fez presente fazendo com que meus olhos se revirassem. –Não é porque vivemos no mesmo útero que pensamos da mesma maneira Emmanuelle- resmunguei em resposta retirando uma flecha da aljava e a lançando em direção ao ponto avermelhado, meus olhos focados unicamente naquele que seria meu alvo principal.

Certamente eu não esperava errar tão vergonhosamente como veio a acontecer, aquela seria apenas uma desculpa para Emmanuelle ficar no meu pé por mais tempo do que eu desejaria. –Como o esperado de pessoas preguiçosas, vai Tessa fica mais tempo deitada naquela cama!- provou Emmanuelle fazendo com que um sorriso irônico se entreabrisse em meus lábios antes que eu me virasse em sua direção. –Isso é uma permissão? Porque se for, já te entrego esse arco e volto pro chalé, não é como se eu quisesse estar aqui- murmurei docemente piscando meus olhos de maneira mais encantadora possível.

-Você não vai voltar pro chalé até que tenha atingido todos os alvos com perfeição, caso você tente pode ir preparada pra ir pro acampamento das caçadoras comigo. Agora, vamos arrumar essa postura- anunciou dando uma pequena pausa para observar o arco em minha mão e a aljava em meu ombro. –Abra suas pernas para que elas fiquem na mesma direção que seus ombros, agora leve o pé direito a uma passada á frente do esquerdo. Muito bem, agora vamos testar seu olho bom- conforme Manu ia falando eu seguia seus comandos, me sentindo um tanto quanto desconfortável. Eu não era muito boa em seguir ordens, principalmente se essas viessem da minha irmã.

-O olho bom é decidido com a facilidade com que ele consegue acompanhar o movimento da flecha até o alvo. Pra isso eu preciso que você pegue uma flecha. Isso. Agora, seu braço. Não levante tanto o ombro, se ele ficar muito tenso vai ser difícil pra você, use seu queixo pra apoiar o arco. Muito bem- anunciou Manu me auxiliando com o arco. –Feche seu olho direito, olhe para o alvo, mire e lance a flecha. Repita o mesmo movimento com o olho esquerdo e depois me diga com qual dos dois foi mais fácil- anunciou dando espaço para que eu pudesse realizar aquilo que havia sido pedido.

Fechei meu olho direito permitindo que meu olho esquerdo focasse o alvo antes de mim mão soltar a flecha, o caminho feito pela flecha pareceu bem mais rápido do que minha tentativa anterior, possivelmente devido a postura adotada. Não atingiu exatamente o alvo, mas ainda assim ficou bem próximo dele. Puxei outra flecha da aljava e me preparei para testar o olho direito. Não foi uma grande surpresa notar que aquele olho parecia ter muito mais facilidade e clareza ao acompanhar o movimento feito pela flecha, que inusitadamente caiu muito próxima á outra que eu havia lançado segundos.

-Olho direito?- questionou Manu dando um tapinha amigável em minhas costas. Assenti em concordância vendo-a assinalar para que uma das moças que a auxiliavam retirassem a flecha e trouxessem até nós. -No local que você acertou já é bom o suficiente para seguir para o alvo de trinta metros. Vou circular, caso precise de ajuda dá um gritinho- anunciou me dando as costas antes de seguir em direção aos demais "discípulos". Mesmo tendo recebido a permissão de Manu, eu não me sentia satisfeita com o resultado obtido. Eu não era nenhuma perfeccionista, longe disso. Mas, eu não achava certo seguir para outro alvo, antes de finalizar o primeiro completamente.

Com isso em mente, puxei uma nova flecha da aljava mirando o ponto que eu gostaria de acertar, lancei-a pouco depois de arrumar minha postura. O caminho foi praticamente perfeito atingindo o local exato onde o ponto avermelhado se fixava. Se aquele fosse um resultado de sorte inesperada, eu preferia não questionar demais, seguindo diretamente para o segundo alvo. Tendo passado pelo alvo de vinte metros, o de trinta não me pareceu tão intimidante. Pelo menos não até que eu me visse errando em uma escala muito maior do que o planejado. Quatro flechas lançadas, quatro flechas erradas.

Soltando um bufo de impaciência, busquei arrumar minha postura. Relaxei um pouco mais o braço e me preparei para focar o olho no caminho que eu desejava. Um sorriso dominou meus lábios quando o êxito se mostrou inevitável. Tentei mais uma vez buscando utilizar a mesma técnica, me sentindo muito feliz ao notar que o êxito não se baseara unicamente em sorte. O passo seguinte foi dado. O alvo de maior distância me encarando como um inimigo pronto a demonstrar que eu não era capaz. Soltei uma risada de deboche, sabendo que estava indo longe demais em minha imaginação.

Aceitei as flechas trazidas pela moça que acompanhava o treinamento com olhos de águia e comecei a arrumar minha postura. Eu supunha que com o tempo aquele tipo de coisa se tornaria natural, mas naquele momento tudo parecia difícil demais de se manter.  Mesmo leve, o arco se mostrava cada vez mais incomodo sob meu braço, meu corpo todo parecia reclamar da atividade física realizada pela primeira vez. O mar era minha praia, meu ambiente quase meu habitat natural. Respirando profundamente, dei inicio as tentativas que se mostrariam frustradas diante das cinco primeiras flechas, o sorriso confiante que se abriu em meus lábios no entanto, foram a premissa da flecha final que acertaria com sucesso o ponto avermelhado.

Busquei repetir o movimento mais quatro vezes até me dar por satisfeita com o resultado obtido. Eu por fim finalizara aquela pequena missão me passada, o que definia minha liberdade parcial. -Tão ruim quanto você imaginava?- questionou minha irmã estendendo a mão para que eu pudesse lhe entregar o arco e aljava de flechas. -Eu poderia dizer pior, mas isso não faria com que você me libertasse da prisão pronta para a próxima aula- anunciei em resposta esboçando um sorriso de canto. -Tchau Manu- murmurei por fim, dando as costas tanto para minha irmã, quanto para a arena que eu provavelmente me veria presa em mais uma manhã no dia anterior e nos que o seguiriam.


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Re: Aula Fixa I - Pericia com Arcos

Mensagem por Emmanuelle S. Henz em Sex Jul 20, 2018 6:14 pm

Modelo de Avaliação
Criatividade: 40
Ortografia: 40
Coerência: 30
Ações Realizadas: 20
Aparência: 20
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Bônus de aula: + 50

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Criatividade: 40
Ortografia: 38
Coerência: 30
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Coerência: 30
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Re: Aula Fixa I - Pericia com Arcos

Mensagem por Febo em Seg Jul 23, 2018 3:11 am

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Emmanuelle recebe 60xp + 100 dracmas.
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Re: Aula Fixa I - Pericia com Arcos

Mensagem por Nicholas Keeph em Sex Ago 03, 2018 4:20 pm

"Arcos, arcos, arcos."





O dia amanheceu como sempre: lindo. Todos os dias eram assim, seguidamente, sem mudar. Tomei o café sem pressa, como de costume. Mas hoje seria uma manhã diferente, ia participar de uma aula na arena com uma companhia bastante especial. “Certo, Luna?” “Certíssiiiiimooooo! Vamos arrasar. Arrasar, arrasar, arrasar!” A última parte foi cantarolando. Às vezes isso irrita... “Ei!” Mas em outras é bem divertido! “Ah...” “Jurava que quando ‘não pudesse tirar uma mulher da minha cabeça’ seria de outra forma.” “Ah, querido. Você deve ter feito alguma coisa muito boa pra poder me usar.” Em pouco tempo estava na arena.

Algumas pessoas já estavam ali e em poucos minutos a introdução da aula começou. O desafio parecia relativamente fácil: acertar três alvos em três distâncias diferentes. Mas aquela era uma aula iniciante, então o desafio era algo extremamente justo. A explicação da instrutora, Emannuelle, foi bem calma e detalhada. Ela mostrou a parte básica, aula iniciante, ne? De como segurar o arco, demonstrando a execução dos movimentos com e sem flechas. Logo depois usando uma para demonstrando e acertando os alvos, um por um, com extrema facilidade.

Apertei Luna com um pouco mais de força. “Ai! Calma! Respira fundo.” Ela sentia o nervosismo que eu não expunha, talvez por estar na minha mente, já que ela não deve ter sentido dor. Os filhos de Eros eram exímios arqueiros, a arma principal de Eros é um arco. Eu já tinha usado a Luna algumas vezes, mas eram treinos solos ou na hora que eu realmente precisei: quando ajudei a filha de Hefesto na floresta. Arcos, arcos, arcos. Posicionei-me sem mais olhar em volta, para os outros. Precisava de concentração.

Respirei fundo. Tentei ignorar tudo a minha volta ao fechar meus olhos. “1... 2... 3... 4...” Luna contou e silenciou-se em seguida, talvez tenha notado que aquilo não estava ajudando muito. Abri meus olhos virando para que encontrava-se a 20 metros de distância. Era um alvo simples com marcações indo do centro até as extremidades. Posicionei-me puxando a corda e logo fazendo uma flecha surgir. Segurei a flecha entre o indicador e o anelar da mão direita por alguns instantes. Senti a corda retesada, puxando-a com mais força liberei a flecha. O assobio dela foi curto e logo ela chocou-se contra o alvo, errando o centro por uma boa distancia, acertando-o por pouco. Apenas escutei o muxoxo vindo da instrutora e seus passos aproximando-se de mim.

– Você precisa levantar esse ombro, – Sua mão estava quente, ergueu meu ombro alguns centímetros – senão vai continuar acertando dessa forma. – Emanuelle afastou-se dois passos. – De novo, vamos lá. – Sua voz estava paciente, mas era pra fazer aquilo agora. Outra flecha surgiu na corda do arco. Meus olhos pousaram no mesmo alvo. – Não, não. Você vai atirar no próximo. – Ela mudou meu arco de posição e novamente ergueu meu ombro. Afastou-se mais uma vez e esperou que atirasse. A corda retesou mais uma vez ao puxa-la. Puxei até perto do meu rosto, mas reparei que já não conseguia enxergar muito bem o centro do alvo.  Soltei a flecha. Ouvi o zunido e o baque, esse último mais baixo, e consegui ver a flecha mais próxima do centro.

Virei para ver a expressão da instrutora, mas ela apenas partiu acenando positivamente com a cabeça. É, precisava melhorar logo. Olhei do meu arco para o terceiro, e último, alvo. Dei um sorrisinho ouvindo a risadinha da Luna em minha mente. Firmei meus pés diante do alvo. A distância? Quarenta metros. Parecia bastante complicado. Cavei o chão com a ponta do pé esquerdo, deixando o diante do direito. Meu braço esquerdo segurou o arco com mais força, equilibrando-o melhor. Suspirei puxando a corda mais uma vez. A flecha encaixou-se da mesma forma, surgindo entre meus dedos. Segurei minha respiração por um segundo e lancei-a.

O caminho executado pela flecha pareceu ir em câmera lenta por quase todo o trajeto. Até bater no alvo, dessa vez bem mais perto do centro. Dei um sorrisinho, sentindo-me satisfeito com o resultado. “Tenta de novo!” Luna soltou, por alguns segundos não lembrava de sua presença ali. Fiz o mesmo ritual, colocando-me em prontidão diante do alvo. “Dobra o joelho esquerdo, mas só um pouquinho.” Fiz como ela me pediu. Por um segundo minha postura ficou instável, mas logo em seguida consegui. Mirei o arco em direção ao alvo, agora percebendo que a flecha anterior não estava tão próxima quanto imaginei. “Para... Mira um pouco mais acima do alvo e atira quando estiver pronto.” E assim fiz. Senti por uns segundos o vento bater em minha mão e, ao me sentir preparado, soltei a flecha. Seu trajeto foi semelhante ao da anterior, mas ela fincou-se bem mais próxima do centro. Quase acertando o meio do alvo! Dei um abração mental de urso na Luna. Com os objetivos cumpridos parti de volta para o chalé. Já aguardando o próximo treino.
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Re: Aula Fixa I - Pericia com Arcos

Mensagem por Trevor M. Tikaani em Sex Ago 03, 2018 10:10 pm

Aula Arquearia
"Energia é o que tensiona o arco; decisão é o que solta a flecha."


Mini glossário
Inuit – Nação tribal localizada no norte (Alasca, Canadá etc)
Amaguk – Tribo da qual Trevor fizera parte no passado.


Miki observou o nascer do sol em paz. Sentado na areia da Praia de Fogos, o garoto outrora pertencente a uma tribo do norte, sustentava o olhar no horizonte. Perdido em pensamentos, mas encontrado em uma calmaria interior que não o envolvia há algumas noites. Seu olhar subiu alguns degraus, visualizando o céu ainda em uma mistura de tonalidades de azul, sabendo que a calmaria era temporária apenas por causa da lua.

Assim como o mar, Trevor sofria com as mudanças da fase do astro lunar. Em lua cheia, era quando o seu lobo interior tornava-se mais forte e descontrolado. No entanto, era em época de lua nova que se tornava um humano novamente. Ou, melhor pontuado, um semideus comum. Dos lábios levemente gélidos pelo frio das primeiras horas da manhã, um suspiro escapou. Trevor ergueu-se, ponderando ser melhor fazer algo útil com suas mãos para não deixar que os espíritos malignos sussurrassem palavras repletas de armadilhas.

Ao adentrar no chalé referente a sua mãe divina, descobriu que seus meios-irmãos ainda despertavam. Além de uma jovem de cabelo loiro e corpo muito magro, na visão de alguém que crescera priorizando a boa alimentação e retenção de gordura para sobreviver ao frio severo do norte. A escutou comentando sobre aulas de arquearia, palavras que conquistaram a atenção do inuit prontamente. Em poucas palavras, solicitou mais informações da garota, aprontando-se em seguida, pois a aula logo teria o seu início.

Na arena do Acampamento, encontrou uma nova instrutora, de olhos azuis como o mar que visitou naquela mesma manhã. Emmanuelle Henz era quem iria coordenar aquela aula e, apesar de ter movimentos contidos e palavras firmes, era prestativa em suas explicações e auxilio. Ter um momento para usar de sua arma predileta trazia para Miki um conforto familiar. Os Amaguk eram uma tribo de caçadores, sendo o arco e flecha um dos principais itens bélicos entre os aborígines.

Tikaani possuía o seu próprio arco, um que sempre o cumprimentava quando despertado. Porém, se assim fosse possível pontuar, aquele arco possuía uma personalidade preguiçosa, estaria acordado apenas horas mais tarde. Com o item em sua mão destra, Miki posicionou-se defronte o primeiro alvo. Achara graça de como as pessoas modernas fantasiavam os alvos, através de círculos que diminuíam em seu diâmetro e aumentava a precisão. Aquilo de fato poderia criar uma noção de centralidade, mas afastava a percepção de um alvo real. Ninguém apareceria com cores ao seu redor para auxiliar na mira, nem seria tão plano quanto aquela superfície. Porém, nada comentou, pois aquilo serviria ao seu propósito.

Posicionou o corpo como estava acostumado, um pé na frente do outro e o quadril levemente inclinado, mantendo uma posição um tanto lateral. Aproximou os dedos da mão destra do cordel de Iryak, o retraindo para fazer aparecer uma flecha feita de energia. Inclinou a cabeça para o lado, porém não fechou o seu olho para potencializar a sua visão dominante. Isso não era possível em um ambiente como as geleiras do Alasca, ele sempre precisou de sua visão completa para não acabar morrendo para  presa que tinha em sua mira. Prendeu a respiração por um breve segundo, para evitar que a ação não atrapalhasse, aumentando a estabilidade de tiro. Então soltou o cordel, observando o projétil cortar a distância em uma velocidade estonteante.

O próximo alvo era um tanto distante. Trevor posicionou mais uma vez e armou a postura de maneira firme. Seus movimentos foram similares aos da primeira vez, entretanto o seu tiro acertou o círculo intermediário do alvo e não o centro como esperava. De maneira calma, respirou fundo e experimentou um novo tiro, apenas para verificar se não era questão de ângulo ou o vento. Em sua terceira tentativa, mirou alguns centímetros mais acima e consertou a posição de seu cotovelo canhoto, buscando auxilio em sua postura para acertar o seu alvo. Dessa vez, a flecha criada a partir do arco atingira no limiar do diâmetro, mas estava dentro do menor círculo.  

O último alvo era o verdadeiro desafio. Com a maior distância, o alvo tornava-se naturalmente menor. A influência de coisas externas tornava-se ainda mais presente, o vento, o arco de queda e até mesmo a postura do Tikaani poderia influenciar no resultado final. Instigado pelo desafio, Miki não atirou de prontidão. Usou da estratégia de observação, tornando o olhar em direção aos companheiros de treinamento, analisando o modo como atiravam e, principalmente, como estavam errando. Pôde assim ter uma noção do ângulo que estaria errado e da força que teria de aplicar ao retesar o cordel.

Precisa de ajuda? — A voz baixa e gentil da instrutora ressoou ao seu lado, o fazendo sorrir pequeno e negar com um simples gesto de cabeça. — Ok.

Ela não insistiu, o que agradou ao Miki. Ele respirou fundo, encarando o seu desafio pronto para enfrenta-lo. Com os olhos fixos no alvo, Trevor ajustou a postura e logo esticava o arco a sua frente. Os dedos foram para o cordel, o puxando para que gerasse a flecha. Fez a mira com calma, a respiração presa durante aqueles breves segundos. Assim que se satisfez com o ângulo, retesou ainda mais o cordel e finalmente deixou o projétil escapar de seus dedos. O sorriso vitorioso foi inevitável, ao visualizar que tinha acertado o seu alvo.

FPA

Informações:

Nível 3
Nome do poder:  Perícia com Lâminas Curtas e Arco I
Descrição: Você tem uma certa habilidade com lâminas curtas (como espadas curtas e adagas) e também possui boa mira com o uso do arco.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: +10% de assertividade.
Dano: 5% de dano da arma

• Iryak [ Arco élfico com cerca de 1 metro e 50 com runas entalhadas por toda a sua espessura, a corda é feita de um material transparente e de resistência alta, encantada para conjurar flechas incorpóreas e infinitas. |Efeito 1: O arco possui personalidade própria, cria uma ligação com a mente de seu portador (semideus) e poderá se comunicar mentalmente com ele. | Efeito 2: As flechas desse arco são incorpóreas, para materializa-las basta puxar a corda e elas magicamente aparecem no arco, além disso, são infinitas. |  Efeito 3: O metal utilizado para fabricar o arco, também possui 25% de resistência a magia, portando, magias lançadas contra o semideus que estiver na posse desse arco, terão um efeito reduzido na mesma porcentagem. | Arandur | Sem espaço para gemas | Beta | Status: 100% sem danos | Mágico | Arsenal do acampamento]
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Re: Aula Fixa I - Pericia com Arcos

Mensagem por Emmanuelle S. Henz em Dom Ago 05, 2018 7:18 pm

Nicholas
Recompensas: 50 XP.
Leia é importante:

Nicholas, eu realmente detesto fazer isso, mas infelizmente você não conseguiu a pontuação necessária para conseguir a habilidade, vou explicar o porque. Tudo começa com a Luna. Primeiramente eu achei que era uma NPC, afinal você a descreve como uma mulher e dá a entender que ela seja uma semideusa, demorei a entender que na realidade você estava falando com o seu arco (Irak) e isso só aconteceu no terceiro paragrafo quando você disse que abraçou ele. O arco nem em spoiler está e eu só reconheci o armamento falante porque eu tenho uma outra aluna que usa a mesma arma (conquistada pelo arsenal), ou nem teria compreendido. Além disso eu encontrei muitos erros no seu texto e até o meu nome foi escrito errado, observe:

" Emannuelle, foi bem calma e detalhada." - O certo é Emmanuelle.

" Logo depois usando uma para demonstrando e acertando os alvos" - O correto é demonstrar, não demonstrando.

Também encontrei outros erros significativos que te prejudicaram na minha avaliação e justamente por isso peço que refaça a aula.

Trevor
150 xp e 150 dracmas.



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Re: Aula Fixa I - Pericia com Arcos

Mensagem por Vulcano em Seg Ago 06, 2018 4:48 pm

Emmanuelle, avaliei a aula do Nicholas e vi sim que está certa em retirar a habilidade ganha. Eu mesmo não percebi que era um arco, mesmo lendo o motivo de ter retirado a habilidade antes de ler o treino, antes de ler uma segunda vez.

Emmanuelle recebe 30xp + 50 dracmas.

Avaliado.


Última edição por Vulcano em Seg Ago 13, 2018 10:37 am, editado 1 vez(es)
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Re: Aula Fixa I - Pericia com Arcos

Mensagem por Éter em Seg Ago 06, 2018 9:16 pm

Atualizado
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Re: Aula Fixa I - Pericia com Arcos

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