The Blood of Olympus
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[CCFY] Hela A. Deverich & Adachi Kou

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[CCFY] Hela A. Deverich & Adachi Kou

Mensagem por Hela A. Deverich em Sex Mar 24, 2017 8:08 pm


Japan
 ♦ listening Amelia with Adachi♦ words: xxx ♦

A escuridão é perturbadora de várias formas, para muitas pessoas. Mas Hela não era uma das pessoas que se perturbava com isso. Ela estava nessa vida há mais tempo do que parecia e, depois de muito questionar, ela apenas aprendera a aceitar. Claro que não tudo, apenas seu destino e o rumo estranho que ele parecia tomar.

Se perguntassem a ela meses antes o que ela pensava da vida, ela tinha certeza absoluta de que não demoraria para a morte lhe abraçar e leva-la desse mundo. Entretanto, atualmente, ela duvidava disso cada vez mais. Talvez a morte fosse apenas levar aqueles que faziam alguma diferença em sua vida e mantinham o pouco de humanidade que ela possuía.

Ela não sabia ao certo, no momento, qual era exatamente sua função naquele lugar, muito menos, naquele planeta. Mas afinal, ela precisava de uma função?

Talvez sim, talvez não. Nem mesmo ela sabia dizer, de fato, o que queria para si e de si. Talvez um pouco de paz. Talvez, só talvez, ela quisesse ser uma pessoa normal, com pais normais, uma rotina normal... mas ela tinha que admitir que, bem no fundo, ser semideusa lhe permitia coisas que ser uma mera mortal jamais iriam proporcionar.

Seus devaneios começavam a se estender pela madrugada quando ela novamente notou a figura sombria que parecia sempre acompanhar a ela e a irmã durante as noites, velando seu sono como um pai zeloso que ela nunca tivera - embora sua irmã fosse discordar fortemente -.

O homem que tivera uma noite de prazer com Hécate jamais seria um pai digno, da mesma forma que ela nunca seria uma filha pródiga. Afinal, filhas pródigas não chegavam em casa com perfume de homem misturado ao cigarro mentolado e bebida alcoólica. E filhas pródigas não arrastavam a irmãzinha ingênua para se tatuarem no mesmo lugar, com a mesma frase. Elas também não arranjavam briga sempre que podiam. Havia uma extensa lista de coisas que filhas pródigas não fariam e Hela precisava admitir que tinha feito, senão tudo, uma boa parte.

Sentando-se na cama, ela começou a sentir que a presença do tal ser enfraquecia. - Espera! - conseguiu dizer em um sussurro que poderia ter sido um grito, se não houvesse outras pessoas dormindo ali. - Eu não vou... não vou lhe atacar. - disse enquanto erguia as mãos, mostrando-as nuas. - Na verdade, é só curioso. Nunca te vi por perto quando estou sem a Robin.

Ela não sabia bem o que dizer ou fazer. Era uma presença tão escura que suas suspeitas apenas aumentavam. "Você é mais esperta e intuitiva do que isso.", a voz ecoou em sua cabeça. E como em um estalar de dedos, as ideias e lembranças se juntaram em sua mente. - Você... - conseguiu balbuciar. Esperava até mesmo a própria morte, mas Érebus? Piscou algumas vezes, atordoada.

"Eu sabia que você era esperta. Demorou mais do que eu imaginei. Mas eu sabia que um dia iria descobrir.", novamente a voz soava clara. Certo. Ela já estava com dor de cabeça. - O que faz aqui? Deuses não vêm aqui se não desejam algo... desculpe se isso soa rude. - na verdade, ela não devia se desculpar. Não dava a mínima se soava rude. Mas ele era seu patrono, seu mestre. Ela jurara lealdade. Precisava demonstrar algum respeito.

"Apenas me certificar de que estou fazendo a escolha certa.", a voz ecoou mais fraca e não demorou muito para que ela abandonasse o cômodo, assim como a presença. Hela podia sentir a cabeça latejando, era uma sensação horrorosa. Ainda confusa com a última frase, ela apenas se deitou de novo. Precisava dormir. Já estava até alucinando, ao que parecia.

Partindo desse ponto, não demorou para que ela pegasse no sono e um sonho esquisito tomasse conta de seu subconsciente. Ela estava em um terreno amplo que mais parecia um antigo e abandonado templo japonês. Tudo parecia em câmera lenta e havia um garoto caindo lentamente com uma espada semelhante a de um samurai em sua mão. Em alguns passos, ela pôde notar que o rosto lhe era familiar. - “Adachi!”- sua voz parecia ecoar, mesmo que ela não tivesse gritado de fato.

Percebeu o motivo da queda do garoto em um lapso. Uma gigante serpente com oito cabeças. Aquilo era mito, não? Apesar de que, teoricamente, sua mãe e sua existência também era. Sacou a própria espada exatamente ao mesmo tempo em que tudo ao seu redor parecia voltar a velocidade normal.

Sentou-se na cama com os fios de cabelo grudados no rosto, inspirou e expirou diversas vezes. Precisava encontrar o irmão.

Esperou até que o sol começasse a surgir no horizonte para se esgueirar até o chalé de sua genitora. Abriu a porta de modo silencioso e caminhou até o dormitório dos meninos. Procurou pelo garoto, o que não era difícil visto que só haviam três. - Adachi! - ela sussurrou, tocando no ombro do jovem. - Adachi! - o sacudiu, ouvindo alguns resmungos ao que ela murmurou um “shhh”.

Viu o mesmo abrir os olhos, sobressaltado, e cobriu a boca do moreno. - Eu não vou te atacar. Preciso falar com você. Se arrume e me encontre atrás do chalé de Érebus. Entendeu? - ela apenas esperou pela resposta do mesmo antes de caminhar para fora dali, ignorando os olhares de uma de suas “irmãs”.

Estava atrás do Chalé, a movimentação de campistas começava a aumentar e ela se perguntava qual o motivo da demora do garoto até que este pareceu brotar em sua frente como mágica. - Até que enfim! Eu tive um sonho bizarro. E você estava nele. - embora ele não tivesse demonstrado, ela podia sentir a confusão que emanava dele. Contou sobre tudo que vira no sonho e, ao terminar, a expressão pensativa do menino lhe era bastante clara. - Você não está pensando em… - ela se calou. Ah, ele estava pensando sim.

Ouviu a explicação do mesmo sobre a tal cobra do sonho e acabou por morder o inferior com força, seu pensamento vagando entre ir ou não. Levá-lo ou não. Bem. Eles iriam pro Japão. E ela duvidava bastante sobre seus dotes com a tal língua oriental. Então, precisava levar o mesmo. Um pesado suspiro saiu de seus lábios enquanto ela olhava ao redor. - Hoje, às onze, você me encontra na entrada da floresta. Cuidado com as Harpias. Pegue tudo o que precisar. - ela disse, visivelmente contrariada. O labirinto a levaria ao último lugar que ela queria ir acompanhada de alguém tão inexperiente. Ao Japão. No tal templo. Ou ao menos assim ela esperava.

Não demorou para que ela terminasse de arrumar suas coisas. Alguns de seus necromantes olhavam para a, extremamente organizada, mochila. Entretanto ela se mantinha com a expressão tão séria que nenhum deles sequer lhe dirigiu a palavra. Sabia que alguns deles se questionavam se ela iria em alguma missão. Ela até iria, mas escondida e por própria conta. Não poderia contar para ninguém.

Quando a hora chegou, ela estava na entrada da floresta. Chegou, praticamente, ao mesmo tempo que o irmão. Não demorou para que eles se esquivassem em direção a entrada do labirinto, saltando alguns troncos caídos, correndo ao ouvirem algum barulho e - no caso de Hela - tropeçando em algumas raízes.

Estavam lá, na tal entrada e ela sentia certa dificuldade em controlar as próprias emoções. A última pessoa que fora com ela em uma missão, acabara morrendo. Por outro lado, ela também evitara a morte de Alexis. Sua mão tocou a entrada e logo ela se esgueirou para dentro junto de Kou. Os lábios comprimidos em uma linha fina, indicavam que tudo que ela desejava era que ele sobrevivesse. O que seria quase impossível se eles chegassem ao Japão. Talvez por essa razão, após caírem em algumas armadilhas e fazerem mais curvas do que ambos puderam contar eles tenham saído em um grande e mal iluminado castelo.

- Ao menos não havia nenhum monstro. - disse, referindo-se ao labirinto. Hela bateu a poeira da roupa enquanto dizia. O irmão parecia tirar algumas teias de aranha e, ao olhar em volta, sua expressão foi de quem tomou um soco no estômago. Hela rapidamente fixou os olhos no rosto do menino ao sentir as emoções do mesmo oscilar, sentindo sua inquietação. - Você o conhece. Onde estamos? - murmurou, os olhos estreitos, a mão esquerda se fechando com força em torno do cabo da espada.

Ouvir no nome do lugar a deixou com a testa franzida e com uma grande interrogação sobre a cabeça. Mas como nem ela, nem Adachi eram de falar, apenas saíram dali e começaram a procurar por um meio de ir até o tal templo.

Passou os dedos pela ponta do nariz, precisava fortalecer a névoa ao redor de ambos. Não queria conflitos desnecessários. Usaria magia simples, somente o suficiente para que suas armas não fossem visíveis e suas auras fossem mais fracas. Tinham um tempo limitado e precisavam ser rápidos.

Caminharam por horas, ignorando o frio que fazia. Hela conseguia suportar bem, mesmo que só usasse a surrada jaqueta de couro por cima de uma regata branca. Já estavam fora da cidade, e continuavam a caminhar. Haviam ido em todos os templos que Adachi achara semelhante à detalhada descrição que Hela dera.

Em um determinado momento, Hela estava visivelmente mau humorada e cansada. Decidiu então que o ideal seria tentar, com sorte, ver se aquela estrada tinha futuro. Embora ela sempre tivesse uma boa intuição e noção de quais caminhos tomar, uma espiada no futuro era sempre bem vinda.

Ignorando a confusão do irmão quando ela parou e se abaixou tocando o solo frio, ela se concentrou em onde eles estariam dali alguns minutos se continuassem por aquele caminho e, qual não foi sua surpresa, quando viu que o caminho os levaria direto ao templo. Na mais completa animação de saber que não haviam tomado um rumo errado, ela se levantou, sem mais espionar e segurou no braço do garoto mais alto, puxando-o consigo em passos apressados. Ele próprio parecia prestes a protestar em cansaço, o que arrancou risadas baixas - até um tanto sufocadas - da menor.

Ao avistarem o grande portão, o rapaz tentou abrir o cadeado e lhe dirigiu uma simples palavra. Hela respirou fundo, buscando na mochila o livro onde continham os feitiços. Folheou algumas páginas e, por fim, encontrou aquilo que buscava. A mão direita estava estendida sobre o cadeado enquanto ela sentia o mistério passado pelo local alterando a cor de seus olhos. - “Patefacio.” - murmurou, ouvindo um “clic” meio sofrido por parte do cadeado quando este se abriu. Guardou o livro de volta e suspirou de forma pesada, soltando as correntes do portão.

As grades pesadas de ferro estavam escancaradas e os jovens adentraram o templo, Hela sentindo um misto de emoções em seu interior enquanto sua face permanecia tão séria quanto antes. Adentraram o templo e, enquanto alguma outra coisa chamou a atenção de Adachi a Deverich apenas seguiu no rumo de uma estátua que usava um colar prateado com o que parecia uma esmeralda cravada no centro do pingente. Passou a mão pelos colares que já usava e, um tanto receosa, ela tocou no da estátua. Não sentiu qualquer feitiço ou ameaça e cuidadosamente o retirou. Havia propriedades mágicas, Hela só não sabia dizer o que.

O barulho de uma espada sendo desembainhada chamou a atenção de Hela. - O que é isso? - murmurou para o moreno, a resposta lhe causou um certo desconforto, até que ele baixou os olhos para o que estava nas mãos dela. - Isso? Eu não sei, meu irmão. Mas acho melhor a gente dar o fora. Parece até que foi um alarme falso.

Colocou o colar no pescoço, caminhando em direção à saída com o garoto que levava a lâmina consigo. Mordia o lábio a cada três segundos, um pressentimento ruim tomava conta de seu peito a medida que se aproximava da saída. Como uma calmaria antes da tempestade. Tudo havia sido muito fácil.

A viagem. A chegada. A busca pelo templo. Tudo muito fácil, muito simples. Experiência e bom senso diziam para a morena que aquilo não era normal. Comum. Ao menos não quando a situação envolvia gente como eles.

De forma perspicaz, ela se viu olhando fixamente na porta de saída do templo. Já estavam bem próximos quando ela ouviu um sibilo baixo e uma movimentação estranha ao redor do templo. - Espera. - murmurou baixo, se encostando na parede próxima da porta.

Esticou o pescoço tentando ver do lado de fora do templo. O que ela viu lhe causou um arrepio na espinha. A famosa serpente de oito cabeças.

Sacou a espada com a canhota, viu-a tornar-se uma foice longa com cabo de madeira escuro e uma lâmina negra bastante afiada. - Eu vou tentar distrair ela. Você ataca por trás. - disse baixo, para o menino e antes mesmo de ter uma confirmação,  ela saiu de dentro do templo.

Não demorou muito para que a cobra a notasse e então ela começou a correr. Primeiramente, se esquivou de um lado para o outro enquanto as cabeças tentavam atacá-la e ao sair do campo de alcance da serpente, ela pulou as grades que ladeavam o templo. Precisava de mais espaço pra correr.

Sendo seguida de perto pela serpente gigante, ela esperava que Adachi aproveitasse a brecha. Conseguia, vez ou outra e fazendo uso da foice, causar feridas na criatura, que apenas se enfurecia mais.

Um erro fez com que ela tropeçasse no próprio pé e algo que Adachi fez foi o suficiente para que parte das cabeças se voltassem para ele enquanto Hela usava a foice para bater e perfurar aquelas que investiam contra si.

Enquanto ela pensava que seria um péssimo jeito de morrer daquela forma, sentiu o colar em seu pescoço esquentar e uma luz verde brilhante começou a emanar dali.

De repente, tudo parecia imóvel. As cabeças se moviam em câmera lenta e ela pôde ver que uma delas estava prestes a abocanhar o menino mais alto. Aproveitou-se daquela desacelerada no tempo para correr em direção ao mesmo e arrancar fora a cabeça da besta que se aproximava dele enquanto jogava o corpo contra o do menino bem a tempo de se safar, uma vez que o tempo voltara ao normal. - Como foi mesmo que mataram ela da primeira vez?! - Hela tinha a respiração ofegante, seu peito subia e descia de forma pesada ao que se puseram de pé, correndo de volta para o templo na esperança de fechar o portão.

Acabaram se separando quando um golpe da cauda da serpente fez a terra estremecer e ela se viu segurando na grade de metal para não perder o equilíbrio. A serpente parecia ficar bem desnorteada ao perder uma cabeça, o que lhe conferiam vantagem de tempo. - Você arranca as caudas. Eu cuido das cabeças. - sua voz soava alta e clara para o menino, mantinha as emoções sob controle. Precisavam agir se quisessem sobreviver.

Foi quando um lampejo de ideia passou pela cabeça de Hela. Enquanto a serpente se focava em avançar contra ela, a morena apenas se manteve imóvel fazendo com que tentáculos escuros e sólidos começassem a se enroscar ao redor do monstro, prendendo-o no solo de maneira eficaz. Ainda sim, não era seguro se aproximar das cabeças. Hel sabia que não fizera nada além de uma prisão, uma distração. Distração essa que lhe demandava muita energia.

Ela podia sentir o cansaço físico que começava a tomá-la e, se não agissem rápido, ter ido até ali seria uma péssima ideia. Foi quando ela sentiu uma presença nova. Seu primeiro pensamento foi soltar um xingamento, enquanto movia a foice em direção ao homem que - por pouco - escapou. Já ia perguntar quem era o homem quando, talvez por ter se desconcentrado, a cobra acabou por se soltar e tentou  abocanhar o homem, passando direto por ele sem nenhum sucesso.

“Ok. Bizarro.”, foi o pensamento que passou pela mente da garota morena enquanto ela erguia a lâmina da foice e desferia um golpe em forma de arco, rasgando do pescoço até a ponta da mandíbula da serpente, vendo o homem - até então estranho - passando uma lâmina de ferro negro - possivelmente ferro estígio - de modo a decapitar a criatura.

- Prendam ela. - foi o que ela ouviu o homem dizer e, mesmo que ela sentisse que não deveria obedecer ninguém, ela viu a foice tomar a forma de uma longa e pesada corrente negra.

Fazia uso das duas mãos, a cobra estava cada vez mais desnorteada e mais furiosa. Ela parecia menos capaz de lutar a cada parte arrancada. Então Hela girou a corrente com toda a maestria que possuía, fazendo o metal escuro e pesado se enroscar ao redor do pescoço da serpente.

De onde estava, a menina não conseguia ver o irmão, mas ela podia senti-lo, e só rezava aos deuses para que ele estivesse bem. Só quando o homem estranho arrancou a cabeça que Hela mantinha presa que ela pôde notar que a serpente já não tinha todas as caudas.

Apesar de não conhecer o homem, algo dizia que ele poderia ser parente - possivelmente  pai - de Kou. Hela sentiu um par de presas se fincar em seu braço e soltou um xingamento de maneira ríspida enquanto tornava o braço invisível para tirá-lo de dentro da cabeça que o homem já arrancara.

Ele era rápido.

A corrente voltou a ser uma espada e a menina - usando-se apenas do braço bom - girou a lâmina, vendo uma rajada de vácuo atingir a cabeça que tentava abocanha-la outra vez. A rajada foi forte o suficiente para Hela aproveitar a brecha e arrancar fora outra cabeça.

De algum modo, que ela não soube explicar, a cobra caiu, agonizando. Ok. Aquilo era muito estranho, mas ela não tinha tempo a perder. Usou a espada para, com a ajuda do homem e do irmão, terminar o que haviam começado.

Quando terminaram, Hela se encontrava completamente suada e cansada. Seus músculos queimavam de exaustão e sua respiração estava ofegante e pesada. - Precisamos colocar os pedaços em urnas. - o homem disse com calma. - Vi algumas dentro do templo. - a menina respondeu. Olhava para o irmão de forma atenta. - Vou ir buscar algumas. - ela saiu em direção ao interior do templo e meteu a mão dentro do bolso interno do casaco, pegando um cigarro.

Tragou-o com calma, sentia que o menino e o homem precisavam conversar. Pegava as urnas com cuidado, enfileirando-as na escadaria entre uma tragada e outra. Assim que terminou com o cigarro a menina o enfiou dentro de uma urna e foi buscar os pedaços da serpente, levando-os até lá, os espremendo até que coubessem - os outros dois fazendo o mesmo -.

Assim que terminaram o homem os levou de volta para o dentro do templo onde eles encontraram as mochilas (que Hela nem lembrava de ter deixado ali), agora tomado pela escuridão e, em uma viagem que causou vertigem, ânsia e tontura em Hela, eles estavam de volta na floresta do Acampamento.  

- Obrigada, senhor. - murmurou baixo, se curvando em um ângulo de noventa graus, demonstrando respeito pelo homem mais velho. - Hey, irmão… vamos? - gentilmente, a mão suja de sangue e terra se encontrava estendida para o menino que parecia hesitante. Um sorriso leve passou pelos lábios da menina enquanto ele segurava sua mão e o homem desaparecia nas sombras.

Caminharam de volta com calma, em passos lentos e cuidadosos pela trilha que os levava até o chalés. - Sabe… tomar um banho e… comer algo. - ela disse para o irmão com certa preocupação. - Eu vou até a enfermaria… - ergueu o braço que ainda sangrava.

Hela só não estava morta porque já ingerira um pouco de ambrósia antes de viajar de volta. - Eu levo você. - ouviu o rapaz de dizer. - Pode ser… alguém deve estar querendo notícias suas. - ela riu ao ver a expressão no rosto dele e (mesmo cansada, machucada e sentindo-se mais fraca a cada minuto) eles caminharam devagar e em silêncio até a enfermaria. Muito mais leves agora do que quando saíram do Acampamento.

Item adquirido na CCFY:
Amulet of the Fates: Quando usado, faz com que tudo ao seu redor para muito mais lento e assumir uma tonalidade verde, enquanto ele continua se movendo a uma velocidade normal. Só pode ser usado uma vez por narração (MvP, PvP e/ou Evento) e o efeito só dura um turno.

Itens Levados:

Armas:

-Faca de Bronze celestial

-Camiseta do acampamento Meio Sangue/Jupiter

-Colar de Contas do acampamento

*Arco Mágico: Consiste em um arco de material escuro, tende-se a crer que seja ferro estígio. A corda da arma é de tom claro, quase transparente. Em toda a extensão do arco vê-se o nome do filho da Magia entalhado. As flechas são mágicas, surgem ao esticar da corda, as mesma são envoltas por uma aura negra que é capaz de aumentar em 5% o dano causado no oponente. [Transforma-se em um colar para as garotas e em um bracelete para os rapazes.]

§ - Sword of the Vacuum - Uma espada com a lâmina negra, que quando o jovem a utiliza, ela pode lançar uma rajada de vácuo, que ao invés de jogar o alvo para longe, faz com que o local acertado seja contraído/esmagado de certa forma (não esmaga completo, apenas causa grande dor).

§ -Cover of Darkness/Κάλυψη του σκότους - Uma capa que cobre o corpo do necromante de Érebus, impedindo que qualquer um o veja, ou escute onde ele está, é como se o mesmo não estivesse no local. Apenas quem os necromantes querem que os veja, os vê.

♈ Arsenal [Anel brilhante feito em aço polido, com uma pedra preciosa esbranquiçada minúscula em seu centro. Possui o efeito de alterar uma arma, mudando assim sua forma, detalhes, e qualquer outra coisa que o portador desejar, desde que as alterações sejam apenas físicas. Ou seja, utilizando o efeito do anel, é possível transformar uma lança em uma espada ou faca, ou qualquer outro item de ataque. Um escudo circular pode ser transformado em um broquel, ou um escudo de corpo. Os materiais dos itens podem ser alterados, mas seus efeitos sempre serão os mesmos (exemplo: uma espada elétrica ainda causaria dano por eletricidade se transformada em uma lança).]

Caixa grande de ambrósia (18 cubos) [Foram consumidos 2 pedaços.]

3 litros de néctar dos deuses

Cantil mágico – Um cantil atribuído a deusa Nike (abençoado) que contem um liquido claro inacabável que recupera vida e força durante um combate ou uma luta (restaura 15 hp e 15 mp), podendo ser usado apenas uma vez durante a luta, missão, pvp ou mvp).

Shuriken’s: Três lâminas de mão afiadas feitas de bronze celestial. Se assemelham a uma estrela de quatro pontas e são de fácil lançamento, por serem muito afiadas quando acertam o alvo podem ter uma perfuração mais limpa, o que permite ao corte ser mais profundo.

: Bolinhas de Natal mordentes: Quando lançadas contra o oponente mordem a primeira parte do corpo que encontrarem (a mordida se assemelha a mordida de uma piranha (sim o peixe), o que pode causar perfuração e sangramentos). A caixa de plástico contém 4 bolinhas, e elas sempre retornam para suas caixinhas depois de usadas.

Grimório: Encadernado com couro vermelho, é um livro de feitiços selado, que apenas se abre pelas mãos de seu portador – qualquer outro indivíduo que conseguir abrir o grimório, só verá páginas em branco – a capa tem o desenho de um pentagrama de cinco pontas, e é coberto por símbolos. O Nome do portador é gravado na capa.

Livro de Poções: Encadernado em couro azul, é um livro de ensinamentos para preparo de poções, desde o efeito, a quantidade de rendimento, ingredientes e efeitos, tudo contido dentro do livro de poções.


Pastilha restauradora: Uma cartela de prata com 10 pastilhas presas. Possuem uma coloração dourada bem clara, e emitem um brilho esbranquiçado que aparenta ter um conteúdo duvidoso, quando na verdade faz o inverso. As balinhas contidas nessa cartela tem propriedades restauradora, que faz com que o semideus que ingerir a balinha recupera 20 de HP e 20 de MP em sua barra instantaneamente. Em contrapartida, não é possível ingerir mais de duas balas por vez, ou as pastilhas terão um efeito reverso, fazendo o semideus perder HP e MP, ao invés de recuperar. (presente de Zeus)

☾ Luva [Trata-se de uma luva de aparência comum, entretanto possui um compartimento que permite a semideusa de guardar quaisquer poções ou frascos dentro da mesma. O compartimento é protegido magicamente, de maneira que a luva parece colada na pele, mesmo quando cheia de poções (o máximo é dez poções). Além disso foi projetado para suportar e proteger o conteúdo guardado, sendo que tais poções não irão sofrer qualquer ação caso a semideusa caia ou lute, por exemplo. Está carregada de três poções de invisibilidade.]

Frasco de Perfume Inebriante: Vidro de tamanho mediano, com líquido rosa claro em seu interior, rotulados e selados. Aqueles que sentem o cheiro do perfume também sem lembrar do cheiro que mais o agrada, e portando se sentirá atraído a ponto de querer agarrar a pessoa a todo custo, após o efeito passar no entanto não se lembrara exatamente de nada que fez, o efeito pode durar até um dia inteiro dependendo da intensidade da poção.

Guardião dos sonhos: Para aqueles que veem de longe apenas um pedaço de giz nas mãos de um semideus, um giz feito de material completamente transparente. Nas mãos de seu portador, um cajado repleto de magia. Ao toque do semideus o pequeno pedaço translúcido transforma-se em um cajado completo, quase do tamanho de seu portador, com um brilho arroxeado, ou azulado – a cor fica a critério do dono – e um cristal em seu topo. O Cajado solta faíscas brilhantes, e amplia o controle do semideus sobre seus poderes, ou seja, torna seus ataques mágicos mais precisos, dando equilíbrio ao seu portador. O Artefato está coberto de runas de equilíbrio, pensamento positivo, e perseverança, o que permite foco em batalha. Seu nome foi dado de acordo com sua propriedade, pois o cajado é capaz de captar os sonhos presentes em outro ser, e estimular a mente do inimigo com imagens de tais sonhos, de forma a distraí-lo por pelo menos dois turnos, dando chance ao portador de atacar.

Algas respiratórias: Saquinho de algas marinhas com propriedades mágicas, quem consumir tais algas será capaz de respirar embaixo d'água por até uma hora.

Espelho refletor – Para muitos aparenta ser um espelho de mão comum, adornado com cristais prateados e simples, porém muito sofisticado. O espelho refletor tem duas propriedades distintas, sendo a primeira delas um tanto óbvia, e a segunda não muito acolhedora. Acontece que esse espelho é capaz de refletir uma pessoa pelo seu demônio interior, seus piores temores e medos, ou seja, aquilo que a todo custo ela não quer se tornar, ao mesmo tempo, a pessoa refletida no espelho não terá qualquer qualidade, mas sim o defeito mortal daquele que lhe é refletido, tendo também seus piores defeitos. Como se não bastasse isso ser notoriamente cruel, o espelho refletor – também conhecido como o espelho da verdade embutida – traz esse demônio interior, o reflexo da pessoa, para a realidade atual, tornando-se o pior inimigo. É uma arma lendária, mortal, e certamente muito perigosa. Em mãos erradas certamente causaria um estrago sem tamanho.  {só tem efeito uma vez por missão ou evento, o monstro refletor que sai do espelho tem um total de 150 HP e ao ser destruído não poderá voltar durante o evento ou a missão, já que o efeito do espelho terá se apagado}

Anéis: Anéis de fada geralmente delicados e cobertos por pequenas plantas e pedras preciosas tem o poder de transmitir o pensamento ao portador que o usa. Tal objeto é sempre vendido em par e não tem tamanho, pois se ajusta ao dedo do portador conforme esse o desliza, como se fosse moldável a pessoa. Ambos os portadores do par quando em uso poderão conversar em pensamento um com o outro. Fadas tem ciúmes de seus objetos, logo raramente alguém que não seja uma fada possui um adereço como esse.(Par com o anel de Robin).

Reflexo - Um pedaço de espelho inquebrável. Quando este objeto entra em contato com o sangue de Hela, a duplicata surge tão sádica quanto a própria necromante. O duplo permanece por apenas uma rodada, podendo ajudar ou prejudicar a garota (dependendo do que o narrador achar justo). Pode ser usado apenas uma vez por missão ou evento.

Espírito ancestral: Gargantilha de prata com um pingente de ampulheta. Quando o semideus tiver a mente tomada por ilusões de um inimigo, o espírito é ativo, toma a mente do semideus e a limpa até deixá-la clara novamente. (Só pode ser usado uma única vez por evento/luta, ou missão.)

Poção de cura: Serve para regeneração rápida, qualquer ferida, ou veneno ingerido pelo semideus, será curado pela poção, e além disso, a poção ainda recupera 50% do seu MP/HP. (Só pode ser usada uma única vez).

Gotinha de sorte: Uma pequena gota de cristal para ser ingerida como uma pílula. Quem ingerir a gotinha de sorte, terá sorte durante um turno inteiro, nesse turno, três ações realizadas por você em postagem, darão certo.

Pó Dourado: Pó mais comum entre as fadas, é o que permite as fadas darem vida a coisas ou fazer um objeto, pessoa voar. O pozinho ainda tem outros tipos de magia, faz plantas crescerem mais rápido, deixa uma fruta podre nova de novo, pode deixar alguém feliz, é feito de magia boa e pode ainda ter propriedades de cura. (saquinho para três magias)

Mordor [Um machado de guerra com cerca de setenta centímetros de comprimento, mais pesado do que um machado comum e com as duas extremidade afiadas. É necessário usar as duas mãos para melhorar o manejo da arma| Bronze celestial e Madeira | Possui veneno de píton na ponta da cabeça esquerda do machado, que proporciona uma leve paralisia no local atingido pelo veneno, mas o efeito só dura dois turnos || Não apresenta espaço para gemas | Beta | Status: 100%, sem danos | Comum | Bingo Olimpiano ]

Contas e Tatuagens:

->Conta do seu progenitor: Bordo com uma varinha entalhada. A conta do progenitor será a primeira recebida por aqueles que entram no acampamento, cada progenitor terá a sua, mas a propriedade das contas é única, essa permite a entrada livre no acampamento, bem como a possibilidade e o dom de falar com seus irmãos mentalmente, desde que esses permaneçam dentro da área mágica do acampamento, seu lar.

->Conta de Ouro: A sétima conta do acampamento é referente aos cavaleiros apresentados pelo senhor do medo. As lutas foram de dificuldade extrema, e com toda certeza apresentaram aos semideuses um desafio e tanto. A conta tem a cor de ouro, e um par de asas com um escudo entalhada. O efeito dessa conta é de proteção, pois, o semideus com a conta de ouro consegue ativar um escudo protetor por uma única rodada, o escudo é invisível, e funciona como um campo de força capaz de repelir ataques mentais e físicos por um único turno. (Pode ser usado uma vez por evento ou missão.)

->Conta da Imaginação: A oitava conta do acampamento é referente ao reino da imaginação. Certamente que muitos se recordam de como foi enfrentar os seres mais fofos – e perigosos – de um reino desconhecido, para quem não se recorda, não sabe o quanto foi memorável. A conta apresenta uma coloração de tons roxos com detalhes azulados, e seu entalhe é um livro de contos de fadas, com criaturas pulando soltas. A conta tem um efeito distinto de qualquer outro, pois pode invocar por duas rodadas – apenas uma vez por evento ou missão – um dos amigos da imaginação para ajudá-lo em uma batalha. Esse amigo em questão é Yago, com sua fúria pronta para fazer baderna.

Marca do tempo: Uma tatuagem em forma de ampulheta, que ficará marcada na nuca do semideus, um pouco abaixo da orelha, é pequena, porém perceptível. Tal marca proporciona ao semideus um bônus de força e precisão em seus poderes ativos durante dois turnos, nesses dois turnos, todos os poderes ativos usados pelo semideus, terão um dano de 20% a mais ao atingirem o inimigo. Além disso, durante um turno inteiro – de sua escolha – a ampulheta se expande como um campo de força, e envolve o semideus, durante esse turno, ele ficará protegido contra-ataques mentais e físicos, nada pode entrar nessa barreira, mas isso não impede nada de sair, ou seja, o semideus ainda poderá atacar. (Essa marca não tem gasto de MP, ou HP, pois se trata de uma liberação de reserva de poder, como se o semideus estivesse acumulando energia, e libertasse ela em um momento de risco). Essa tatuagem só poderá ser usada uma vez por evento, luta, missão, ou etc. Essa tatuagem não é permanente, ela desbota conforme o uso, por isso, só será permitido utilizá-la cinco vezes, depois disso, ela sumira por completo. (Reservatório cheio, 5 chances de uso).

Poderes e Habilidades:

Poderes e Habilidades de Érebus:

Poderes Passivos:

Nível 8
Nome do poder: Controle Emocional.
Descrição: O semideus torna-se capaz de colocar as próprias emoções sobre controle, principalmente com a chegada da noite, entretanto tal poder ainda é bastante descontrolado. Isso, no entanto, não significa que o semideus irá esconder as emoções. Apenas irá controlar o medo que sente, por exemplo.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum
Extra: Nenhum.

Nível 9
Nome do poder: Fraqueza imunológica
Descrição: O sistema imunológico dos necromantes é resistente, de maneira que, caso envenenados, o efeito será retardado. Entretanto toxinas mais fortes irão derrubá-los da mesma maneira e rapidez.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum
Extra: Nenhum.

Nível 12
Nome do poder: Ocultação
Descrição: Em situações onde o semideus se sente ameaçado ele torna-se capaz de ocultar as próprias emoções, como o vazio.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum
Extra: Sua presença ainda poderá ser sentida, entretanto suas emoções não serão desvendadas.



Nível 14
Nome do poder: Emoções I
Descrição: Quando a escuridão é estabelecida os necromantes de Érebus poderão não ser afetados por ataques mentais ou emocionais, entretanto há um risco de falha a depender do estado emocional do necromante.
Gasto de Mp:
Gasto de Hp:
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum
Extra: Nenhum.

Nível 15
Nome do poder: Visão das trevas III
Descrição: Em tal nível o filho de Érebus irá conseguir enxergar normalmente na escuridão, porém isso não lhe garante nenhuma visão de raio x ou relacionado. Consegue enxergar até setenta (70) metros ao seu redor sem dificuldade.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum
Extra: Nenhum.

Nome do poder: Olhos dos Cosmo III
Descrição: Os Necromantes de Érebus já não são afetados visualmente por explosões de porte grande ou exposição dos astros (tais como Lua, Sol). Porém apenas seus olhos não se afetam, já que os poderes relacionados as sombras são reduzidos na presença de astros luminosos.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum
Extra: Nenhum.



Nível 18
Nome do poder: Ponto Fraco II.
Descrição: O necromante é capaz de, ao entrar numa batalha durante a escuridão, conseguir identificar possíveis pontos fracos do seu inimigo. Em tal nível o semideus consegue identificar possíveis três pontos fracos.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum
Extra: Nenhum.

Nível 20
Nome do poder: Trucidar
Descrição: Ao entrar numa batalha o necromante se torna capaz de lidar com danos físicos com uma facilidade maior, aguentando determinados danos sem se desviar do seu foco.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum
Extra: Nenhum.

Nome do poder: Perícia com Lâminas III.
Descrição: Neste nível os afiliados de tal Deus desenvolvem uma perícia com lâminas em geral, independente da arma.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: +30% de assertividade no manuseio de lâminas.
Dano: + 30 de dano ao ser acertado pela arma do semideus, pois a precisão será mais certeira.
Extra: Tal poder não pode ser combinado ao poder denominado "Perícia com Foice e Correntes".

Nível 23
Nome do poder: Benção da Escuridão.
Descrição: Quando o necromante está no mais completo breu sua força e velocidade são melhorados.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: +15% em força e velocidade.
Dano: Nenhum
Extra: Nenhum.

Nível 25
Nome do poder: Perícia com Foice e Correntes VIII.
Descrição: Os Necromantes de Érebus possuem uma facilidade natural com o manejo de tais armas, podendo rapidamente usá-las em uma ofensiva quanto na defensiva.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: +50% de assertividade no manuseio de Foices e Correntes.
Dano: + 45 de dano ao ser acertado pela arma do semideus, pois a precisão será mais certeira.
Extra: Nenhum.

Nível 27
Nome do poder: Sentidos aguçados II
Descrição: Quando a escuridão é estabelecida o semideus poderá ter seus sentidos (com exceção da visão) aguçados, sentindo cheiros com maior facilidade etc. Entretanto o necromante não irá se tornar um rastreador nato, por exemplo.
Gasto de Mp:
Gasto de Hp:
Bônus: +30% em todos os sentidos.
Dano]

Poderes Ativos:

Nível 5
Nome do poder: Dissipação I.
Descrição: Os necromantes, em decorrência a proximidade com as sombras e espíritos, poderão fazer com que o corpo passe a ser composto apenas de essência, nesse nível é possível apenas tornar um membro do corpo (como perna, braço) intangível.
Gasto de Mp: - 15 de MP.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum
Extra: Nenhum.

Nível 28
Nome do poder: Umbracinese V
Descrição: Em tal nível o semideus poderá invocar um noite, ausente de estrelas, no entanto a mesma irá durar dois turnos. O controle das sombras e escuridão atinge seu máximo.
Gasto de Mp: - 60 de MP (invocação da noite) ou - 40 de MP.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Nenhum.
Dano: - 60 de HP.
Extra: Nenhum.


Poderes e Habilidades de Hécate:

Poderes Passivos:

Nível 1
Nome do poder: Detector de Magia
Descrição: Filhos de Hécate/Trivia sentem quando se aproximam de uma natureza mágica - seja outro filho de Hécate/Trivia, um feiticeiro, item mágico ou criatura que esteja sob o efeito de algum encantamento.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Sempre sabem quando estão na presença de outra pessoa com magia, item, ou monstro.
Dano: Nenhum


Nível 6
Nome do poder: Amante da Lua
Descrição: Durante a noite, o filho de Hécate/Trivia tem seus poderes mágicos aumentados de acordo com a luz da lua, ou seja, quando mais intensa ela for sobre o semideus, mais poderosos seus feitiços serão.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +20% de força em seus feitiços.
Dano: +10% de dano se o feitiço acertar o oponente.

Nível 8
Nome do poder: Sensitivo
Descrição: Os filhos de Hécate/Trivia são bastante sensitivos e possuem a capacidade de ler auras e emoções, estas se manifestam através de seus olhos que mudam de cor de acordo com quem se está lendo.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum

Nível 9
Nome do poder: Olhos Noturnos
Descrição: Os filhos de Hécate/Trivia enxergam tão bem no escuro quanto de dia, à noite não incomoda sua visão de fato, portanto, desde que a escuridão ao redor não seja algo mágico, ou com efeito de cegueira e etc, o filho da deusa da magia irá continuar vendo normalmente.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: A escuridão normal não afeta a visão da prole da magia.
Dano: Nenhum

Nível 15
Nome do poder: Descendente da Magia III
Descrição: Você andou praticando? O resultado do seu esforço e do seu treinamento lhe fizeram um feiticeiro experiente, e agora sua magia além de ter ficado mais forte, lhe tornou um bruxo experiente.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus:  Ganha 20% de força em seus feitiços (em poderes ativos).
Dano: +15% de dano se os feitiços acertarem.


Nível 17
Nome do poder: Pericia com Punhais II
Descrição: Agora o semideus consegue atacar e se defender de forma precisa, seu manejo com punhais é impressionante, e ele descobriu que essa arma, além de ser perfeita para ele, também pode ajudá-lo em rituais do futuro.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +70% de assertividade no manuseio de punhais.
Dano:  +15% de dano se o inimigo for acertado pela arma do semideus.


Nível 18
Nome do poder: Resistência a Magia
Descrição: O semideus possui uma resistência a magias de nível igual, ou até dois níveis acima do seu. Ex: Se o filho de Hécate/Trivia estiver no nível 10, níveis abaixo o afetarão menos, ou equivalentes, e pessoas até dois níveis acima dele, no caso nível 12, também terão um efeito menor. Acima disso, o filho de Hécate/Trivia ainda receberá todo o dano.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Qualquer magia ou feitiço lançado contra o filho de Hécate/Trivia, possui um efeito de 50% menor do que em outros semideuses.
Dano: Nenhum

Nível 19
Nome do poder: Cura Noturna III
Descrição: Bastam os raios da lua ou as sombras para que seus ferimentos comecem a se fechar e criarem uma casca preta, como de uma ferida, feitas de pura energia negra, você aprendeu a lidar com elas, e agora as feridas mais fundas se fecham mais rapidamente, e as mais leves se curam por completo. Uma grande parte de sua energia também será restaurada.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Recupera +40 HP e +40 MP
Dano: Nenhum

Nível 30
Nome do poder: Clarevidência III
Descrição: O dom chegou ao seu ápice. Você apenas se sente cansado - desde que o use com moderação - e pode ver de forma mais definida o futuro além de poder voltar para qualquer momento do passado, além de agora exigir apenas plena concentração.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum

Nível 33
Nome do poder: Pericia com Punhais III
Descrição: Você se tornou um mestre no manejo de punhais, essa arma em suas mãos, não é apenas mortal, mas também perfeita. Você consegue usa-la para diminuir seu gasto de energia, e acertar pontos críticos com ela.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +100% de assertividade no manuseio de punhais. Consegue diminuir o gasto de MP desde que use o punhal para realizar os rituais de sangue. A MP então será reduzida pela metade, sendo que, se o gasto era de 20, gastara apenas 10.
Dano:  +20% de dano se o inimigo for acertado pela arma do semideus.


Poderes Ativos:

Nível 9
Feitiço: Patefacio
Descrição: Usado para destrancar quaisquer fechaduras.
Gasto de Mp: - 30 de MP.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Caso seja realizado durante a lua nova, há uma chance de +30% de que ele funcione corretamente.
Dano: Nenhum.
Extra: Apenas verbal.

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Hela A. Deverich
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Re: [CCFY] Hela A. Deverich & Adachi Kou

Mensagem por Adachi Kou em Sab Mar 25, 2017 10:07 pm


JAPAN
Caring for things brings a lot of trouble.
A noite se estendia durante as horas as quais se passavam assim que o sol se despedisse, dando espaço para o breu total. Para muitos a escuridão poderia ser perturbadora, mas para o garoto de olhos e cabelos tão negros como a própria, era torturante, despertando sua própria loucura mental.

Dois anos se passaram desde sua pequena aventura no castelo corvo em Matsumoto, dois anos se passaram desde que sua curiosidade aguçada tomasse uma decisão precipitada em vir para o acampamento meio-sangue, dois anos se passaram desde que ainda tentava se adaptar ao local o chamando de "lar" com muita dificuldade, porém sequer tinha interesse de descobrir os primeiros nomes de seus dois "irmãos" que dividiam o mesmo dormitório no chalé de sua mãe.

Adachi em seus delírios noturnos, quando as vozes em sua cabeça tornavam-se mais eloquentes. O garoto já tentará fugir diversas vezes do acampamento para traçar o caminho em busca da voz que o chamava, mas quando estava prestes a sair silenciosamente do local, sua mente trazia a tona as poucas pessoas que prezavam pelo seu bem estar e então com muita dificuldade voltava ao seu leito e aguardaria com muita inquietude a sentença do próprio destino.

Alexis... ㅡ  Sussurrou para si mesmo, um sussurro quase inaudível, enquanto as imagens de uma garota de pele clara, cabelos longos e um sorriso tão resplandecente quanto o brilho do sol passar pela mente de Kou, fazendo-o esboçar um pequeno sorriso. A princípio quando Hela os apresentou, o filho de Hécate não foi com a cara da garota em questão, a achando muito tagarela e intrometida, mas com a insistência de Alexis, ele fora cedendo aos poucos dando espaço para suprir sentimentos bons um tanto desconhecidos para o mesmo.

Agora sua mente ia se acalmando aos poucos, não totalmente, mas o suficiente para que pudesse conseguir descansar as poucas horas restantes, enquanto seus olhos iam ficando pesados os pensamentos se dirigiam em seu pai, sentia falta de Setsuke, mesmo ele não sendo um pai muito presente, mas era o que mais entendia o mais novo nessas horas. Também parou de culpá-lo por ter nascido e por ser seu filho. O mal já estava feito, então não teria como mudar sua própria história. Adormeceu logo em seguida, depois de muito custo, deixando os sonhos tomarem conta de si na prisão do seu subconsciente.
                                                         
Estava de volta ao castelo corvo, em seu interior meia dúzias de lamparinas  iluminavam o salão principal, mas ao olhar ao redor a escuridão era nítida aos olhos de alguém comum.  Não lembrava como tinha chegado lá, não lembrava como sairá do acampamento sem alguém ter percebido e muito menos de como chegou  ao Japão tão depressa, só sabia que estava ali por alguma razão em especial.

Passaram-se alguns minutos, quando ouviu passos num ritmo determinado se aproximarem de onde o japonês estava, sentindo a presença de uma magia um tanto quanto poderosa, vindo ao seu encontro. O semideus ainda não sabia do que se tratava, mas com toda certeza queria fugir dali o mais depressa possível. Porém suas pernas pareciam ter criado raízes no mármore do chão e não havia jeito de correr para os portões de saída, mesmo sabendo que poderiam estar lacrados.

Avistou a silhueta de um homem muito parecida com a que vira várias vezes saindo das sombras de muitos lugares distintos em Matsumoto, só para criar mais conflitos na cabeça de Kou. ㅡ Otou-san...?ㅡ A voz do Adachi mais novo saiu em um tom de incredulidade, pois mesmo que se passassem anos reconheceria seu pai na escuridão. As íris negras do rapaz mantinham-se vidradas com tal surpresa, mas sentia haver algo de errado e com passos hesitantes começou a caminhar até onde o mais velho continuava parado.  Mantinha assistindo fixamente  a suposta figura de seu pai com certa curiosidade e medo.  ㅡ Otou-san? ㅡ Ao estar bem próximo de Setsuke, voltou a chamá-lo, mas não conseguia obter resposta alguma. Quando deu meia volta para se afastar e fugir, seu braço fora agarrado com tanta força que fez o menor quase gritar de dor. Virou-se novamente para olhar o que o havia machucado e para a sua surpresa o homem tinha desaparecido e deu lugar a uma gigantesca cobra de sete cabeças. Kou cair pra trás, depois de alguns passos para trás foram dados e em sua mente a voz feminina de alguém o chamava em sussurros e em seguida algo tocar-lhe o ombro.

Acordou do seu pesadelo um tanto atordoado, mas ao ter os olhos invadidos pela claridade soltará alguns resmungos por sido acordado de uma forma tão bruta, como ele mesmo deduzirá. Porém sua boca foi coberta por uma mão feminina e em seguida a mesma pessoa emitiu um "shh" o mandando ficar quieto. Ele obedeceu, mas o gesto da garota o deixou nervoso, sobressaltando as pupilas ao descobrir de quem se tratava ao fitar Hela.

Em primeira instância ele pensou o porquê ela estaria ali tão cedo no chalé de Hécate e também no dormitório masculino zelando pelo sono dele. Se perguntava se a líder dos necromantes estaria ali por muito tempo, mas não falou nada, se manteve quieto ouvindo as instruções da mesma, assentindo em seguida na medida que ela esperava uma resposta e logo a viu saindo com pressa dali.

Kou ficou um tempo indeterminado na mesma posição, sem mover, um  músculo sequer do corpo magro, sua cabeça latejava um pouco e a única coisa que precisava no instante era o aconchego de suas cobertas, entretanto não podia mais, tinha combinado de ir encontrar sua irmã atrás do chalé de Erebus e precisava agir o mais depressa possível.

O sol incomodava o neto de Hades. Preferia ter aquela conversa em um local mais escuro e frio, mas mesmo sonolento concordou em ir falar com Hela sob a claridade e cumpriria a promessa ao firmar o compromisso.

Kou suspirou pesadamente, enquanto seu olhar acompanhava seus pés em cada movimento dado. Pois ele mantinha a cabeça baixa, evitando completamente o sol e evitando o brilho intenso se chocasse contra seu rosto, não estava afim de  chocar o seu rosto contra o astro. Escondia sua cabeça por baixo do capuz de seu casaco em tons cinzas ao qual estava usando, mas sentia-se um pouco estranho ao usá-la em um dia onde o clima era quente. Isso o fez lembrar de suas idas na praia com suas duas tias de criação Yano e Mayumi, pois elas forçavam o garoto a ir para a praia em dias quentes como esse quando mais novo e ele por sua vez ia totalmente vestido para se proteger do sol e ficava sob o guarda sol lendo um livro qualquer para passar o tempo, ignorando completamente o fato das duas reclamarem por ele não ir se divertir em um lugar lindo como aquele. Um pequeno sorriso ameaçou a aparecer em seu semblante ao lembrar desses detalhes de sua vida, mas fechou os lábios em menos de um minuto ao ouvir seu nome sendo chamado por uma voz doce e feminina; e assim o japonês levantou a cabeça para olhar quem seria.ㅡ Kou-chan aonde você está indo? ㅡ Alexis indagou, analisando o garoto da cabeça aos pés sem desmanchar o sorriso amplo ao qual seus lábios cheios traziam consigo, nada fora do comum pra dizer ao certo.

 Oh. Eu estava indo falar com a Hela... ㅡ O sorriso que antes não tinha mostrado-se, acendeu novamente na face do garoto, baixando a cabeça mais um vez na esperança de esconder aquele pouco de ânimo ao ver a filha de Apolo parada na sua frente. ㅡ Parece ser algo importante. ㅡ Completou, levantando a cabeça outra vez e vira a garota balançar em sinal positivo. ㅡ Está indo treinar? ㅡ  Perguntou ao notar Lexi segurando um arco em suas delicadas mãos e deu a ela um meio sorriso.

Oh sim! Está um dia tão lindo, não acha? ㅡ Kou segurou-se para não fazer uma careta depois de receber tal pergunta, mas como Alexis o conhecia tão bem logo percebeu o desconforto do rapaz.ㅡ Sinto muito, Kou-chan! Eu fico tão animada com dias assim... Esqueço completamente sua desavença com a luz do sol.

Não se desculpe. A culpa não é sua de qualquer jeito. ㅡ Conteve um riso baixo e suspirou pesadamente. ㅡ Preciso ir agora, ou a minha irmãzinha ficará furiosa se eu não aparecer. Até mais tarde. ㅡ Se despediu. Fazendo uma pequena reverência, sendo retribuído do mesmo modo e seguido de um belo sorriso para gravar em seus pensamentos do maior. Então começou a caminhar em direção ao chalé de Erebus. virando-se apenas para olhar uma última vez para trás e como passe de mágica a coreana já havia desaparecido de vista. Respirou fundo, voltando a caminhar até o local onde a líder dos necromantes tinha dito para ele ir. Não​ negava estar de certa forma apreensivo com aquele assunto a sua espera.

De longe avistou Deverich á sua espera, atrás do tal chalé como ambos teriam combinado. Um suspiro pesado saiu de seus lábios ao se aproximar da garota experiente em modo hesitante, observando a movimentação de campistas aumentarem gradativamente a cada minuto passado.

Ao se aproximar o suficiente de Hela, sentiu uma forte inquietação ao deixar o olhar cair sobre o dela, depois de ter sido repreendido pelo seu pequeno atraso. Pensou em dar alguma explicação sobre Isso, mas não queria prolatar, queria chegar ao ponto principal.

A confusão na sua mente demonstravam a mesma expressão na sua face, ao ouvir a explicação da outra a sua frente com atenção. Pensava no sonho que ele teria tido, antes da mais velha invadir seu dormitório para acordá-lo ao que o sol raiou pela manhã.

Pensava no pai, pois o Adachi mais velho estava no mesmo sonho junto daquela maldita cobra e sentia uma súbita ânsia em querer revê-lo de qualquer forma.

Desde que entrará no acampamento, o neto da morte estava certo da sua pequena mudança dentro de si. Havia surgido na sua vida várias outras pessoas cujas criará um vínculo muito forte e passaria a ter um pouco de interesse em pequenos detalhes do cotidiano alheio.

Mordeu o lábio inferior, ponderando de modo pensativo cada palavra dita da explicação, enquanto pensava em diversas maneiras de como chegar ao templo chamado castelo corvo. Seria arriscado, mas precisava provar para o pai a sua capacidade e pelo menos uma vez na vida deixá-lo orgulhoso do filho.

Ao notar que Hela teria terminado de falar. Logo sentindo o tom da voz feminina entrar pelos seus ouvidos. Percebendo então da facilidade de entrar na sua cabeça, como uma observadora perspicaz. ㅡ Você não está pensando em... ㅡ Ela se interrompeu, calando-se em seguida. Dava pra deduzir que ela estava pensando a mesma coisa. ㅡ Não estou pensando em nada de errado. ㅡ Retrucou, escondendo em si o medo de estar sendo muito precipitado. Porém se fosse um alarme falso, pelo menos tinham tentado. Tomou fôlego, começando a explicar o seu sonho, não deixando de detalhar bem para convencer a irmã daquilo.

Não estava certo se o seu truque haveria de ter dado certo, a expressão alheia encontrava-se muito pensativa. Por quê ela levaria um garoto tão inexperiência para uma missão perigosa, não é? Sua mente divagava, á procura de respostas para tal pergunta. Sua mente continuava em branco. Não obtendo ideia alguma de argumento.

Uns minutos se passaram, até ouvir um suspiro sair pelos lábios de Hela. Notava também, enquanto a fitava o rosto, a expressão era totalmente contrariada ao começar a dar as devidas instruções. ㅡ Hoje, às onze, me encontre na entrada da floresta. Cuidado com as Harpias. Pegue tudo o que precisar. ㅡ Ele memorizava cada uma das instruções que ela dava. Por fim, assentindo com a cabeça, sem precisar que palavras fossem ditas.

A mochila já estava nas suas costas. Suas coisas foram devidamente conferidas duas á três vezes, não esquecendo nenhum detalhe passar batido sobre o seu olhar. Tampouco seus "colegas quarto" questionaram sobre isso. O que era muito bom. Pois não era muito bom com mentiras, ainda mais em situações como aquela.

Chegou na entrada da floresta no horário informado. Ele havia chegado praticamente no mesmo tempo que a irmã. Não demorou muito para ele seguir o mesmo caminho dela, á entrada do labirinto. Desviavam de alguns troncos caídos pela mata. Devido as suas pernas compridas, ele não tinha dificuldade de caminhar por ali, mas percebia que Hela tropeçava durante as passadas pelo tronco, às vezes. Pensou em ajudá-la, mas não o fez. Não iria querer causar constrangimento nela.

Estavam lá, estavam na tal entrada do labirinto. Fora dos limites do acampamento, e provavelmente sem retorno para o mesmo no momento. A inquietude e os seus medos predominavam em Adachi bem lá no fundo mais obscuro de seu ser. A viagem ao seu país natal, o deixava receoso. Pois suas últimas lembranças do , não teriam sido nada boas. Ele quase conseguiu um encontro com a morte. Se não fosse seu pai, não estaria cometendo o mesmo erro outra vez, após seguir sua irmã caindo em algumas armadilhas e não calcular direito as curvas até saírem em um castelo mal iluminado.

Os lábios de Kou se contraíram, numa reação desdenhosa com o ambiente. Aquela construção era bem familiar aos orbes do garoto, deixando-o com um gosto amargo na boca, enquanto engolia em seco. Tentava inutilmente controlar suas emoções, pois elas afloravam vários dos seus sentimentos e os misturavam. Não era á toa que durante dezesseis anos seu pai escondeu de si suas origens, ele era um menino muito fraco e patético. Deveria ser o mesmo pensamento de Setsuke, em relação ao filho. Um suspiro pesado esvaiu-se dos pulmões de Kou, limpando com certa agilidade, as teias de aranha adquiridas em suas roupas, durante o percurso. ㅡ Ao menos não havia nenhum monstro. ㅡ A voz da menor o fez sair de seu transe melancólico e voltar para a realidade. A fitou com o cenho franzido, questionando-se se havia sido uma boa ideia a encarar diretamente. A sua expressão, não era das melhores. Ele concluiu ao que ela começou a falar outra vez em um murmúrio. ㅡ Você o conhece. Onde estamos? ㅡ  O maior assentiu, sentindo um nó se formar em seus estômago. Estava desconfortável ao falar sobre o local, mas precisava. ㅡ Matsumoto-jo, mais conhecido como Castelo Corvo. ㅡ Tomou fôlego, antes de retornar a falar. ㅡ Esse é um, dos três castelos mais famosos do Japão.

Agradeceu mentalmente por a sua companhia não ser muito falante, não achava que conseguiria falar mais alguma coisa por agora, notava um fio de dúvida pairando no semblante da menor. Cada minuto valia ouro, então saíram dali  depressa e começaram a procurar o templo em questão.

O frio, para Kou, era uma das menores preocupações do garoto. Como nasceu e cresceu num local, onde o inverno era um tanto rigoroso, não ligava nem um pouco em sair de casa apenas com um moletom sobre o corpo. O cansaço, se dava pelo fato de estarem caminhando por horas pela cidade, sem ter encontrado sequer o templo cujo os detalhes batiam com a descrição do sonho de Hela.

Depois de muito rodar, Adachi sabia o quão a irmã sentia-se desgastada, ao esgueirar um olhar de canto para ela e observar o mau humor claramente estampado na face feminina. Pensou em se desculpar por aquilo, porém não saberia o porquê​ de estar se desculpando e resolveu que não era hora de abrir sua boca. Só quando necessário.

A confusão tornou-se eminente aos olhos do rapaz, ao que a menor se abaixou, tocando o solo frio. Não esperava receber resposta sobre o gesto, muito menos saber o que ela estava pensando, ou se procurava alguma solução para o problema de ambos. O braço dele foi agarrado com certa força, pela garota depois dela ter se levantado e com passos apressados os dois seguiram um caminho praticamente sem fim. Ele queria protestar contra as atitudes alheias, mas só conseguiu arrancar risadas baixas da garota. Decidiu dar de ombros e rir junto, se aquilo fosse considerado uma risada.

Ao chegarem em frente aos portões do templo, Kou se ocupou em tentar ver como eles dariam um jeito de entrar no lugar, sem precisar destruir o cadeado manualmente. Resmungou baixo, misturando as duas línguas, no caso o inglês e o japonês. Virou-se para Hela, que permanecia atrás de si observando cada movimento do mais novo. ㅡ Perdão, mas você consegue abrir? ㅡ A voz masculina sairá em um murmúrio baixo, indicando o objeto simples. Em seguida a viu tirar um livro de dentro da sua mochila, o folheando até parar em uma página da sua escolha e murmurando um feitiço. Ouviu-se um som de um "clic", vindo do cadeado.

Dentro do templo, o silêncio predominava. Apenas ouvia seus próprios passos e os da irmã no soalho oco de madeira. Em uma parede próxima, chamando a atenção de Adachi, pairava um pergaminho, contendo escritos em kanji. Mas como o tempo havia sido cruel, com o tal papel, ele tinha dificuldade em decifrar exatamente o significado das frases completas.

Se mantinha em alerta, enquanto lia  atentamente o pouco que conseguia perante aquele pergaminho desgastado e roído pelas traças. Causando-lhe arrepios, ao saber o que aquilo significava e deu alguns passos pra trás, como se aquilo fosse repelir todo o medo possível. Então, ouviu o barulho de uma espada sendo desembainhada.ㅡ O que é isso? ㅡ A mestiça o questionou em um murmúrio, e a reação dele foi negar com a cabeça. A reação do desconforto era nítida no rosto alheio, mas não poderia dar-lhe uma resposta sem realmente ter certeza. Abaixou o olhar, dando-se conta do colar ao qual as mãos de Hela seguravam. ㅡ E o que é isso? ㅡ Ele indagou curioso, apontando para o colar com uma pedra parecida com esmeralda. ㅡ Isso? Eu não sei, meu irmão. Mas acho melhor a gente dar o fora. Parece até que foi um alarme falso. ㅡ Ele assentiu, mas no fundo acreditava não ser um alarme falso. Estava errada.

Desde muito novo, falavam para o garoto que a morte e a vida andavam um do lado da outra, só bastasse um pequeno erro para colocar tudo a perder. A viagem de volta ao Japão, não estava sendo tão difícil de suportar, como ele teria pensado que aconteceria. Porém a sua desconfiança, com a facilidade de tudo que ocorrerá da sua chegada até o templo, consistia em algo suspeito. Ainda mais para seres como eles.

Acompanhou com os olhos na direção da porta de saída, onde mestiça mantinha o olhar fixo naquele ponto. Aguçava um pouco a curiosidade do moreno, mas esperaria ela dar o sinal para que pudesse se mover para sair daquele lugar o mais depressa possível. Tinha certeza de que os escritos no tal pergaminho estavam falando a verdade, não era apenas uma lenda urbana. Sua mente mentalizava todas as palavras, juntando as frases e a história começava a se formar aos poucos. Um sibilo ecoou em seus ouvidos, lhe causando um arrepio na espinha, mas precisava se manter firme e confiante. Ele estava certo em sua teoria. - Espera. - A irmã murmurou, se encostando na parede e ele imitou sua ação instantaneamente.  

Segundos depois, a mais velha esgueirou seu pescoço para o lado de fora do templo, tomando o maior cuidado para não ser notada pelo suposto monstro. Mas voltou à posição inicial e o irmão notou o terror incrustado nos castanhos alheios. Ele desconfiava do que se tratava de imediato, nem precisaria esticar o pescoço.

Hela sacou sua espada, e viu-a se transformar uma foice longa com cabo de madeira escuro e uma lâmina negra bastante afiada.  Kou repetiu o gesto, tocando em seu bracelete para ativar o arco mágico. - Eu vou tentar distrair ela. Você ataca por trás. - Ela disse num tom baixo, fazendo ele assentir com um "ok" sussurrado e apertar a arma em sua destra com força. - Tome cuidado, irmã. Que os deuses a protejam. - Sussurrou para a menina, antes dela ir em direção às portas.

Tomou fôlego, ao vê-la  partindo. Ele não tinha tanta experiência como ela, mas tentaria o possível e o impossível para salvar vossas peles e voltar para "casa" em perfeito estado. Isso seria seu maior desejo. Esticou seu pescoço para ver se podia se preparar para atacar a cobra de oito cabeças. Percebeu estar com sorte, depois de ver ao longe a cobra ocupada demais em querer tirar a vida da mestiça e saiu do seu "esconderijo".

Caminhou depositando muita cautela em seus passos, para fora das grades do templo. Empunhava seu arco mágico, enquanto uma flecha se materializou em sua mão livre. Suas mãos suavam e tremiam ao mesmo tempo. Precisava se manter seguro de si, mas achava isso um ato muito trabalhoso de seu cérebro captar. A irmã contava com ele. Tinha chamado-o para aquela missão, porque confiava nele. Ajeitou a arma, mirando a cobra. No caso o alvo. Nem tudo era perfeito, o tempo aperfeiçoaria aos poucos. E como o azar anda perto da sorte, igual a vida e a morte. Não foi diferente, quando soltou o ar rapidamente, fazendo o barulho da sua respiração chamar a atenção da fera. Por uma bobeira, resultou em uma corrida valendo sua vida. Ouvindo algo se arrastar pelo solo, atrás de si.

Maldição! Maldição! Maldição! ㅡ Repetia, praguejando para si, enquanto aumentava suas passadas. Estava começando a sentir o ar esvair de seus pulmões. Às vezes uma tosse rouca fazia parte do seu repertório ofegante. Observava a paisagem á procura de um esconderijo, mas não havia nada naquele lugar a não ser espaço limpo. Pelo seu senso de direção, a cidade ficava bem longe daqui. O pânico tomava conta da sua mente, dificultando-o a pensar com razão. Uma experiência dessas seria uma ótima história, ao ser contada para o seus descendentes num futuro distante. Claro, caso ele sobrevivesse.

Suas pernas travaram. O moreno não conseguia dar sequer um passo. A cobra estava cada vez mais próxima, mas ele apenas desistiu e caiu no chão. Pedia mentalmente propondo um milagre. Uma coisa rara de ocorrer, mas não impossível. A cobra se aproximou, uma de suas cabeças estava pronta para abocanhar Adachi, fazendo-o novamente no susto empunhar sua arma, mirando a flecha bem dentro de uma das bocas do bicho. Seria um jeito péssimo de morrer? Talvez. Entretanto não morreria sem contra-atacar. Seu orgulho se parecia com o de Setsuke. Soltou a flecha, sentindo algo impressionante estranho no ar, provavelmente a menor estava usando magia. Ele conseguia detectar, principalmente quando seus sentidos aguçados notaram a presença dela. A cabeça decapitada da cobra ao seus pés, deveriam ser obra da garota e ele se afastou de imediato, para não ter os dentes da cabeça cravados na sua pele e levantou do chão agilmente.  ㅡ Como foi mesmo que mataram ela da primeira vez?! ㅡ A pergunta dela o pegou desprevenido. Lembrava dela ter mencionado algo sobre e também do que ele teria lido no papel, daquele maldito templo abandonado. Atordoado, levou uns minutos para organizar as ideias. ㅡ Na lenda… ㅡ Soltou um suspiro falando alto, ao que ele correu para ajudar a irmã a fechar os portões pesados. - Dizia que o pai das oito meninas a matou arrancando suas oito cabeças e caudas. Faltam sete cabeças, precisamos ser rápidos. Ah, outra coisa. Na quarta cauda é o lar do artefato que estamos á procura. - Disse rapidamente, dando algumas pausas para recuperar o ar perdido durante a corrida.

A terra estremeceu, após  uma das caudas da cobra tocarem o solo com a raiva enrustida no ato. Fazendo o moreno se desequilibrar e quase cair, se não fosse pelas grades de metais, onde uma das mãos dele segurava com firmeza e a outra segurava no braço da menor para que ela não caísse no chão. No entanto, ela conseguiu ser mais esperta e se segurar na grade antes dele. Murmurou um pedido de desculpas e soltou o braço da mais velha em seguida. Avistava a serpente de longe se debater atordoada sem uma cabeça, conferindo vantagens para ambos os irmãos.  ㅡ Você arranca as caudas. Eu cuido das cabeças. ㅡ A voz da garota soava alta e clara. A canhota, na qual se permitia estar livre, fez sinal de que entendia sua proposta. Precisavam agir ou a morte os encontraria.

A ideia da distração era boa, se não precisassem gastar tanta energia em fazê-lo. Notava o cansaço alheio contagiando todo ambiente, enquanto ele preparava terreno para cortar as as partes inferiores da serpente, que dava um nó em seu próprio corpo misturando as sete restantes e ameaçadoras cabeças. Não tão ameaçadoras, quando sentiu a presença de alguém e um homem de traços orientais passar por eles e pela cobra e decapitando mais uma de suas cabeças. Usava uma lâmina feita de ferro estígio. O sangue do rapaz mais novo congelou, seus olhos nem tanto pequenos se arregalaram ao reconhecer o seu próprio a figura masculina. ㅡ O-otou-san!? ㅡ Chamou o pai em tom surpreso, sendo encarado com um olhar sério e furioso. Teria o decepcionado? O bolo em sua garganta, indicava coisas nada boas ao terminar do dia.

Prendam ela.ㅡ O Adachi mais velho ordenou para os jovens. A expressão da menor era de desgosto, após receber ordens de um estranho para ela. Mas como não retrucaria aquela decisão, a foice já não existia mais em suas mãos, sendo substituída por uma enorme corrente negra e com agilidade, a menina prendia a cobra nela.

Enquanto a menina arrancava as cabeças com agilidade. Kou se esgueirou até as caudas agitadas, sacando sua faca de bronze, para começar a arrancar as oito o mais depressa possível. Queria fazer aquele trabalho sujo, sem que a irmã percebesse sua presença. Ela mantinha-se ocupada demais em arrancar as cabeças. A quarta cauda era mais difícil de ser cortado, por conta da relíquia que a mesma carregava no seu interior. Por sorte, seu pai havia criado um clone seu, para ajudar o garoto a arrancar a última cauda que faltava, usando novamente a lâmina para cortar a parte do corpo do ofídio e a arrancando  em um golpe só.

Impressionante.

Obtendo a Kusanagi-no-Tsurugi, já em mãos, o jovem  sentia seu corpo corroído pela exaustão.  Seu peito subia e descia simultaneamente, como se ele tivesse corrido em uma maratona por dias, talvez semanas. Respirar nunca pareceu uma ação simples, ficar tão dolorida em toda a sua vida. ㅡ Precisamos colocar os pedaços em urnas. ㅡ A voz do mais velho sempre soando autoritária, mesmo estando calma.  ㅡ Eu vi algumas dentro do templo ㅡ A garota respondeu e seu olhar se repousava no Adachi mais novo. ㅡ Vou ir buscar  algumas. ㅡ O menino fez menção de acompanhá-la, mas o mentor o puxar pelo braço, não tendo escolha de locomoção e   ficar no lugar. Virou-se dando de cara com aquela expressão que deixava o menino feito um gato amedrontado e sua ansiedade começou a se acelerar. ㅡ Otou-san, eu... ㅡ Começou a falar em um tom muito baixo, mas o outro fez sinal com a mão, impedindo o garoto de continuar. Ele sabia que Setsuke não continha um pingo de interesse em querer escutar suas lamúrias.  ㅡ Você podia ter morrido, sabia? Um dia eu não vou estar aqui para te amparar, Adachi Kou. Tem Alguma noção do perigo? ㅡ A seriedade na voz de seu progenitor, causavam ao menino pequenos tremores. Por sorte, o filho de Hades tinha uma paciência divina para com seu único filho. O garoto desviou o olhar para os seus próprios pés, na esperança de acalmar o medo sobre as palavras rudes do pai. ㅡ Kou... Você tem muito a aprender. Muito mesmo. ㅡ  O homem disse ainda em tom calmo. ㅡ Eu sei que a nossa relação pai e filho não é das melhores, nunca fui presente por medo que tipos como aqueles... ㅡ Apontou para o monstro esquartejado, fazendo o menino olhar na direção. ㅡ O tirassem de mim. ㅡ As irís  de Kou indicavam um pedido de desculpas, ao encara-lo . ㅡ Porém... Estou orgulhoso de você, meu filho. ㅡ Surpreendido pela confissão do homem, seguido de um tapinha nas costas e ele não conseguia reagir contra aquilo. Esperava ser xingado, amedrontado e todas outras coisas ruins. Aquilo para ele era tão surreal, quanto a serpente que matará a pouco. ㅡ Obrigado. ㅡ Murmurou, abrindo um sorriso pequeno sorriso para mostrar sua gratidão.

Quietos, os dois homens não eram muito de engatar diálogos longos sem ser necessário. Sendo assim, não trocaram quaisquer palavras até Hela surgir com as pesadas urnas em mãos e o irmão foi correndo ao seu auxílio para ajudá-la a carregar. As colocou no chão, perto de onde eles iriam utilizar, com a ajuda dos dois presentes guardava os pedaços rapidamente e com cuidado para não cometer nenhum erro.

Estando tudo pronto e no seu devido lugar. O pai levou os garotos de volta para dentro do templo, seguida foram tomados por uma escuridão desconcertante e estavam de volta ao ponto inicial. A floresta.

Despediu-se do seu progenitor, enquanto agradecia em silêncio imitando a saudação da moça ao seu lado. Curvou o corpo num ângulo de noventa graus em sinal de respeito, mas não emitiu um som da sua boca. O garoto só queria voltar para o seu chalé para tomar uma ducha e comer algo. Porventura passar na enfermaria para tratar suas dores físicas e também para levar o seu par. Porque o sangramento no braço continuava sem estancar. - Hey, irmão… vamos? -  A menor estendia a mão desejando que o outro a pegasse e apresentou um pouco de hesitação antes de fato consumar a ação.

A caminhada seria um pouco longa para os dois, já que apresentavam o cansaço imenso, contudo agora agiam mais tranquilamente e não precisavam de muita pressa.  - Sabe… tomar um banho e… comer algo. - Ela começou a falar usando seu tom preocupado, mas iria primeiro leva-la para cuidar da ferida e deste modo se preocuparia consigo mais tarde. - Eu vou até a enfermaria… - Ela levantou o braço ruim e com aquilo sua vontade de guiá-la até lá.

Eu levo você - Um suspiro pesado saiu dos seus lábios, quando ele abaixou-se o suficiente para a menina subir em suas costas. - Suba nas minhas costas, baka. Não precisa se forçar. - A princípio a menor hesitou, mas no fim subiu em seu dorso.  - Pode ser… alguém deve estar querendo notícias suas. - As suas bochechas esquentaram ao ouvi-la falar, entretanto não disse nada. Tão logo se ergueu e começou a andar com Hela até o chalé hospitalar. Cumprindo sua promessa de carregá-la um dia em suas costas.



Itens levados:


-Faca de Bronze celestial
-Camiseta do acampamento Meio Sangue/Jupiter
-Colar de Contas do acampamento

*Arco Magico: Consiste em um arco de material escuro, tende-se a crer que seja ferro estígio. A corda da arma é de tom claro, quase transparente. Em toda a estenção do arco vê-se o nome do filho da Magia entalhado. As flechas são magicas, surgem ao esticar da corda, as mesma são envoltas por uma aura negra que é capaz de aumentar em 5% o dano causado no oponente. [Transforma-se em um colar para as garotas e em um bracelete para os rapazes.]

*Capa das Trevas : Uma capa negra, com um tecido mágico de textura semelhante à seda, que pode ser usado preso nos ombros. Quando ativado, é capaz de esconder o semideus sombras, tornando-se impossível de ser usado em lugares iluminados demais e, portanto, sem sombras.

Item encontrado na CCFY:
Kusanagi-no-Tsurugi: Uma espada que foi extraída de dentro da cobra de oito cabeças. É milenar, estilo samurai, e possui algumas propriedades mágicas herdadas da serpente como ser capaz de envenenar pouco a pouco qualquer coisa que seja cortada por ela. Não é um veneno letal de imediato, no entanto, quanto mais cortes, mais veneno haverá no corpo.

Poderes e Habilidades:

Poderes de Hades:

Poderes Passivos:


Nível 1
Nome do poder: Respiração subterrânea
Descrição: Respirar em locais de baixa pressão e em locais subterrâneos e fechados é o mesmo que respirar ao ar livre para os filhos de Hades/Plutão, eles não são afetados por locais assim, e chegam a se sentir tão bem quanto ao ar livre, se não melhor.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Não é afetado por locais fechados, cavernas, ou locais com pressão baixa.
Dano: Nenhum

Nome do poder: Visão Noturna
Descrição: Os filhos de Hades/Plutão enxergam tão bem no escuro, quanto no claro. A escuridão por magia ainda é capaz de afetar eles, mas a escuridão natural, como apagar a luz, ou entrar em uma caverna sem qualquer claridade não irá afetar o filho do deus dos mortos
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Desde que não seja escuridão magica que impeça a visão, não serão afetados.
Dano: Nenhum

Poderes Ativos:



Poderes de Hécate:

Poderes Pasivos:


Nível 1
Nome do poder: Descendente da Magia I
Descrição: O filho de Hectare/Trivia é descendente direto da magia, ela corre por seu sangue, e para ele, age como um condutor natural. Essa ligação lhe permite uma aprendizagem rápida de feitiços, conhecimento de livros antigos, bem como realização dos mesmos. Ao aprender sobre magia, a prole de Hécate/Trivia, também fica mais forte.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus:  Ganha 10% de força em seus feitiços (em poderes ativos).
Dano: +5% de dano se os feitiços acertarem.

Nome do poder: Detector de Magia
Descrição: Filhos de Hécate/Trivia sentem quando se aproximam de uma natureza mágica - seja outro filho de Hécate/Trivia, um feiticeiro, item mágico ou criatura que esteja sob o efeito de algum encantamento.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Sempre sabem quando estão na presença de outra pessoa com magia, item, ou monstro.
Dano: Nenhum
Poderes Ativos:




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Re: [CCFY] Hela A. Deverich & Adachi Kou

Mensagem por Zeus em Dom Mar 26, 2017 2:53 pm


HELA AVALIAÇÃO
Realidade de postagem + Ações realizadas – 900 xp
Escrita: Gramatica, erros, pontuação, coerência, concordância e etc – 1,000 xp
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 900 xp
TOTAL: 2.800 x 5 = 14,000XP + 9.000 dracmas

+ • Amuleto of the fates [Um amuleto de ouro aparentemente comum, com uma pedra de jade em seu centro, que quando ativo, fica com uma aura brilhante, assumindo sua forma mágica. | Quando usado, faz com que tudo ao seu redor diminua o tempo, ou seja, o tempo para o usuário do amuleto continua normal, mas o cenário ao redor, e para as pessoas presentes nele o tempo fica muito mais lento. O efeito dura apenas um turno, e depois disso entra no modo de espera, ou seja, é preciso aguardar outros cinco turnos para ativa-lo novamente. | Arambarium e Ouro | Não possui espaço para gemas | Alfa | Status 100% não apresenta danos |Mágico | Conquistado no evento: A mente liberta]

+Gema Fantasma – A gema dá a arma de seu portador a propriedade fantasma, ou seja, cada vez que a arma do semideus atingir seu oponente, uma camada de nevoa cobrira os olhos de seus inimigos, danificando 50% de sua visão. Só pode ser colocada em uma única arma, e além disso, a gema consome parte do MP de seu usuário, tendo um gasto de 30 MP por turno usado. O efeito dura apenas o turno em que o efeito fantasma atingir, ou seja, cada vez que a arma do semideus atingir seu oponente, o efeito é ativado, e o MP é perdido.

ADASHI AVALIAÇÃO
Realidade de postagem + Ações realizadas – 500 xp
Escrita: Gramatica, erros, pontuação, coerência, concordância e etc – 900 xp
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 900 xp
TOTAL: 2.800 x 5 = 9.200 xp + 7.000 dracmas

+ • Kusanagi-no-Tsurugi [Uma espada de lamina reta de 1 metro de 20 centímetros de cumprimento. Seu estilo antigo apresenta-se como algo raro, milenar no estilo samurai| A espada mágica possui propriedade de envenenamento continuo, que causam uma dor aguda enquanto o veneno permanecer correndo na corrente sanguínea, o que também faz com que o oponente do semideus acabe sofrendo de hemorragia, aumentando o dano em +15 HP por turno ou corte da espada. | Arandur| Espaço suficiente para uma gema | Alfa | Status 100% arma intacta| Evento a menta liberta]

+ Gema Fantasma – A gema dá a arma de seu portador a propriedade fantasma, ou seja, cada vez que a arma do semideus atingir seu oponente, uma camada de nevoa cobrira os olhos de seus inimigos, danificando 50% de sua visão. Só pode ser colocada em uma única arma, e além disso, a gema consome parte do MP de seu usuário, tendo um gasto de 30 MP por turno usado. O efeito dura apenas o turno em que o efeito fantasma atingir, ou seja, cada vez que a arma do semideus atingir seu oponente, o efeito é ativado, e o MP é perdido.



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Re: [CCFY] Hela A. Deverich & Adachi Kou

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