The Blood of Olympus
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CCFY - A cidade dos anjos - Lilith Eltz Chermont

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CCFY - A cidade dos anjos - Lilith Eltz Chermont

Mensagem por Lilith Eltz Chermont em Qui Mar 16, 2017 9:49 pm




the queen of skies,
not everything is as you want it to be, sometimes when it gets tricky.

Podia sentir os primeiros raios de sol atingindo a janela do chalé de número um do acampamento meio sangue, naquela altura do campeonato tudo que desejava era continuar dormindo até mais tarde. Em finais de semana como aquele nunca tinha oportunidade de aproveitá-los como desejava, nem sei dizer porque esperei que isso acontecesse naquele momento. Uma batida na porta fez-me suspirar, esperava que fosse alguma pedrinha jogava por outro campista que tentava me sacanear numa hora como aquela. Se mostrou ser um erro tal pensamento, pois quase instantaneamente várias outras batidas se seguiram. -Não estou! —Gritei enquanto tapava os ouvidos com o travesseiro tentando abafar o barulho. -Lilith! Quíron a chamou, vá depressa, ele tem uma missão para você. —A voz do representante do chalé de Apolo soou grave e um pouco divertida. “Qual é, são sete horas da manha, não sou obrigada a me levantar, meu Zeus!” a vozinha em minha cabeça tiquetaqueou. As batidas retornaram com mais força fazendo a porta chacoalhar um pouco. -Ah! Inferno, já me levantei!—Xinguei irritadiça enquanto jogava meu travesseiro contra a porta. -Já estou descendo até a casa grande, avise logo ao Quíron. —Marchei até a porta do chalé. Abri a porta e me deparei com o mesmo campista ali me esperando e sorrindo. -Não tem a mínima graça. —Bufei com o cabelo todo bagunçado e o pijama de coelhinhos que o fizeram cair na gargalhada. Apontei o dedo na face do garoto com os olhos faiscando. -Nem se atreva a rir de algo. —Contive a raiva em minhas palavras. Caminhar até a casa grande nem foi o pior dos males, o ruim mesmo foi caminhar em meio a grama molhada do orvalho que deixava minhas pernas geladas.

Precisei dar apenas algumas batidas na porta para que o próprio Quíron a abrisse, ele parecia estar se divertindo e muito com minha expressão de pura raiva por ter sido acordada numa hora como aquelas. -Entre Lilith, estava atrás de você. —Sua voz soava passiva e categórica. Dei alguns passos em direção ao recinto contemplando uma garotinha pouco mais nova que eu sentada em um dos sofás parecendo bastante apreensiva. "Será que Zeus teve outro filho? Será que vou ganhar uma irmã?" franzi a testa com os pensamentos. -Tá, sem enrolação, porque me chamou aqui tão cedo? —Arqueei uma das sobrancelhas levemente delineada. -Eu quero acabar logo com isso e voltar a dormir. —Joguei meu corpo no sofá e cruzeis as pernas enquanto sentia meu cabelo chacoalhar de leve. -Vai pra lá mana, vai. —Empurrei a menina enquanto me espalhava ainda mais pelo sofá. O centauro pigarreou demonstrando uma pequena irritação, o vi titubear pelos cantos até que, por fim, pareceu achar as palavras certas. -Preciso que leve-a para um lugar. —O vi apontar para a menina. Bufei. O que ele esperava que eu fosse? Uma espécie de babá? -Quíron, eu não sou babá de ninguém, porque deveria levá-la sei la onde? Ela não tem pernas? Tenho certeza que já é bem grandinha. —Saltei do sofá rumando para a porta. Não faria o trabalho de cuidar de uma garota que tinha quase minha idade, eu nem era paga pra isso. -Lilith. Você é a única campista desocupada do acampamento, o local que ela precisa ir fica localizado em Los Angeles, será um evento de cosplays. —Quíron conseguiu acertar bem em cheio meu ponto fraco, eu gostava de animes e tal, mas dizer que eu era desocupada me irritava um pouco. Eu iria sim na missão, mas apenas porque queria mostrar que era capaz. -Vou arrumar minhas coisas. —Disse por fim saindo da casa grande.

Não precisava de muita coisa para o tal evento, apenas duas mudas de roupa e minhas armas para caso houvesse algum tipo de emergência. Tudo isso cabia perfeitamente bem em minha mochila, ao menos as roupas, já que as armas ao menos tinha ajeitado da forma mais cômoda para que eu as pegasse. -O problema é que eu não vou ter fantasia alguma. —Suspirei enquanto pensava no dinheiro que gastaria para conseguir o ingresso. Uma batida na porta chamou minha atenção, não estava esperando ninguém naquele momento, inclusive, Quíron tinha combinado de me encontrar no pinheiro de Thalía. -Quem é? —Mordi o lábio inferior. A voz infantil não me deixava enganar, a garotinha que estava no sofá de Quíron até agora pouco estava me chamando. Com passos pesados abri a porta a encarando, em suas mãos se encontravam dois ingressos para o evento e atrás dela ainda, o garoto que outrora havia batido em minha porta para me acordar. Agora tudo fazia sentido, ela era do chalé de Apolo. -Pois não? —Olhei de um para o outro. -O que estão querendo de mim no momento? —Contive o melhor que pude a irritação, mas acabou sendo audível quando minha voz subiu duas oitavas. -Podemos entrar? —O representante falou aparentando estar meio sem graça. Abri espaço para que passassem e fechei a porta enquanto observava o garoto segurar um daqueles sacos de brinquedos gigante, como o papai Noel. -Acho que não estamos no natal. —Falei de forma significativa apontando o saco. Eles riram. Steve abriu-o mostrando seu conteúdo, várias roupas de cosplay estavam juntas ali e muitas pareciam ser do meu tamanho. -O que vocês planejam? —Dei um passo pra trás. O garoto revirou os olhos. -Pra levar minha irmã ao evento, você precisa ir vestida a caráter e como já sabíamos a alguns dias que seria você, fiz questão de arranjar algumas roupas do seu número. —O ouvi dizer maroto. Meus olhos faiscaram de raiva, já faziam semanas que tinham decidido que eu deveria ir e ninguém sequer me avisou ou sequer pediu minha opinião. -Eu odeio todo mundo. —Sentei inconsolada na cama. -Então, encontrei algumas roupas que vão combinar com você. Quer experimentar todas ou podemos escolher? —A filha de Apolo falou. Balancei a cabeça enquanto dava de ombros, tudo que queria no momento era deitar em minha cama e voltar a dormir como eu tinha planejado fazer desde o princípio. -Só coloca a roupa dentro da mochila. —Falei apontando para minha mochila quase toda preparada.

Argos já estava nos esperando próximo a estrada de asfalto que nos levaria para Los Angeles, ele nos observava com cara de quem não estava lá tão animado para o serviço, fazendo-me sentir certa simpatia por ele. Cumprimentei-o com uma pequena mensura e um pouco estupefata observei o carro em que ele usaria para nosso transporte. -Tem certeza que isso ai é seguro? —Arqueei uma das sobrancelhas ao vê-lo concordar. Observei a filha de Apolo no banco de trás fazendo sinal para que me juntasse a ela. Sinceramente, não esperava que conseguíssemos sair do lugar com aquele carro, tinha certeza de que ele era emprestado ou coisa parecida, já tinha escutado muitos boatos de que Argos costumava usar carros bons. -Certo, chegue pra lá. —Empurrei a menina para a janela e me ajeitei dentro do carro. -Abby. —Me virei para a garota, não tinha entendido o que ela havia dito. -Meu nome é Abby, se você vai me proteger, achei que gostaria de saber isso. —Percebi com surpresa que ainda não tinha perguntado seu nome. -Muito bem Abby, não vou me esquecer disso. —O sorriso forçado que saiu de meus lábios não pareceu ajudar a melhorar o clima. Encostei a cabeça no banco e fechei os olhos apenas acordando duas vezes, na primeira quando o carro parou de funcionar e precisamos arranjar água e na segunda vez quando chegamos a Los angeles.

Não foi tão difícil assim acharmos um banheiro para nos trocarmos, o problema foi encontrar algum em condições de uso, quando finalmente achamos, deparei-me com a situação de minha fantasia, apenas um micro short e uma blusa que mais parecia um sutiã compunham o look, mas o pior de tudo, era a maldita capa que incomodava toda vez que tentava erguer ou mexer os braços. -Eu odeio você Abby, sério, me fazer usar algo assim, é tão vergonhoso que mal consigo imaginar. —Mordi os lábios tentando pensar em como alguém conseguiria usar aquela roupa na vida real. -Black Rock Shooter não é mais meu anime preferido. —Fiz bico enquanto fazia dois rabos no cabelo. Observei-a por alguns instantes com uma pontada de inveja por usar a roupa da Louise de Zero no Tsukaima, mas principalmente por cair tão bem nela. Bufei ao constar que eu era a única que não tinha ficado legal com o cosplay escolhido. -Inferno de capa. —Choraminguei enquanto adentrávamos o evento. A melhor parte da missão em si, era o conteúdo do local em que estávamos, com toda a certeza as comidas e jogos valeriam apena ter acordado tão cedo em um sábado. As máquinas de karaokê foram as que mais me chamaram a atenção, mas como tinha que vigiar a garota, acabei por ir com ela em um palco improvisado onde estava sendo anunciado o começo de um show.

Um grito chamou-me a atenção, muitas pessoas também começaram a procurar de onde ele havia vindo. Notei um pouco surpresa que um garotinho se encontrava no chão com lágrimas escorrendo por seu rosto, ele balbuciava algo sobre as vozes em sua cabeça pararem o que no fundo era realmente estranho, principalmente em um evento como aquele. Quando estava prestes a voltar a minha atenção para o show que tinha começado a alguns instantes atrás, notei uma figura seguindo em direção ao pequeno, seu andar engraçado e a forma protetora como agia fez minha ficha cair, um sátiro estava ali fazendo o resgate do semideus que a meu ver não parecia acreditar em quem realmente era. Sem muito sucesso para deixar o garoto tranquilo, o mesmo olhou para trás parecendo um pouco assustado, quase no mesmo momento, segurou a mão do semideus e o levou para as portas dos fundos, onde provavelmente era a saída. Logo atrás, uma bela mulher caminhou toda elegante para a mesma direção que eles, se não fosse por sua expressão, eu nunca perceberia o que ela era realmente. -Merda! Uma empousa aqui. —Virei-me para Abby quase instintivamente, ela parecia concentrada demais no show para notar qualquer problema, talvez fosse bom não envolvê-la em tudo aquilo, mas eu não poderia deixar a empousa caçá-los, principalmente porque quando estava chegando no acampamento pela primeira vez, quase perdi minha irmã.

Correr com aquela capa simplesmente não tinha nem um pouco de graça, me sentia uma babaca toda vez que ela flutuava um pouco. Na metade do caminho, parei para tirá-la e acabei me perdendo em um corredor com algumas portas. Sabia que tinham passado por uma delas, o problema era “qual”. Por sorte, não tinha sido tão difícil encontrar a saída, mesmo que tivesse me perdido por mais tempo, teria ouvido o choro e a gritaria vindo de uma rua sem movimento algum. Retirei o anel de meu dedo e o transformei em meu mini-raio, não estava preocupada com nenhum mortal, afinal, ninguém além dos semideuses via através da névoa. -No que fui me meter. —Suspirei adentrando a ruela. A cena com que me deparei parecia a de um filme de terror. A rua estava escura, mas não o suficiente para não enxergá-la, ela era curta e terminava pouco depois de começar. Uma criança estava jogando no chão aos prantos, enquanto a bela mulher estava com suas garras cravadas no pescoço do pobre sátiro que parecia não estar lá muito bem. Meu sangue gelou, confesso. Apesar de já ter enfrentado situações parecidas, nunca tinha visto alguém morrer, ao menos, ninguém que não fossem monstros. -Vocês estão bem? —Gritei feito uma idiota enquanto sentia o frio ricocheteando minha pele. -Solte-o agora! —Tentei soar autoritária para a empousa que apenas riu e lançou o sátiro contra a parede. Seu sorriso era perigoso, podia ser muito bem seus lábios para ter certeza no que ela devia estar pensando “mais um para o jantar”.

Engoli em seco e me posicionei para a batalha, não a deixaria matar mais ninguém, principalmente na minha frente. Sua aparência começou a mudar, a mulher bonita e sedutora agora era branca como mármore e lembrava muito uma vampira de filmes, a maior diferença visível eram suas pernas que diferenciavam do restante do corpo, sendo uma de bronze e outra de burro. Seria engraçado rir de uma criatura como aquela, mas após vê-la assassinar um sátiro, temia eu que não fosse capaz de vencê-la, principalmente por estar sozinha. Mordi o lábio inferior e comecei com minha lábia corporal, iria ao máximo fingir que não sentia medo para que pudesse deixá-la pelo menos preocupada com uma semideusa daquele tamanho. -Não vou deixar você devorar semideuses e sátiros na minha frente. —Tentei manter a confiança. -Fique longe do garoto, sua luta é comigo agora. —Criei bolas de energia em minhas mãos. -Garoto, levanta dai, vai lá dentro e procura uma menina chamada Abby, ela é baixinha, tem cabelos loiros e olhos cinzentos. Rápido, eu seguro esse monstros. —Usei minha autoridade para fazê-lo se levantar ainda meio duvidoso do que deveria fazer. Lancei lhes um olhar feio e o mesmo começou a correr na direção do evento, a empousa até tentou impedi-lo mas antes que pudesse ver, lancei as bolas de energia em seu peito, criando um leve chiado de queimado e a fazendo perder a oportunidade. -Sua luta é comigo. —Bati o pé. A criatura não parecia nada satisfeita comigo, pelo contrário, podia jurar que ela estava desejando ainda mais me matar. -Sua pirralha estúpida, como você ousa? —Ela proferiu parecendo estar com o orgulho ferido. Minha vontade sinceramente era correr, correr pro mais longe possível e arrastar aqueles dois comigo, mas sabia bem que não daria tempo. —Melhor não arriscar, não vou deixá-la passar. — Levei minha mão livre para a bainha e peguei minha faca. Corri em direção a empousa com a faca empunhada desferindo um golpo em sua barriga, pegando apenas de raspão. Antes de me afastar o suficiente dela, senti suas unhas cravarem em meu braço, fazendo com que eu perdesse a força e deixasse minha faca cair. —Merda. — Ganhei distancia da criatura enquanto lançava raios nela com meu mini-raio. Levantei minhas mãos para o céu chamando Juno, minha águia. —Juno, uma ajudinha — Pedi para minha companheira que começou a dar choques e golpes na criatura. —Pode vir, coisa feia. — Me posicionei de modo defensivo enquanto a via correr em minha direção com suas garras a amostra. Esquivei para a direita segurando seu pulso e com a perna lhes dei uma rasteira. Cai junto com a criatura por ter sido segurada também, suas garras cravadas em minha perna. A dor era horrível. Arfei baixinho segurando sua outra mão com mais força. Senti as gotículas de suor escorrerem por minha testa resistindo ao desejo de gritar. Estiquei a mão machucada de forma que consegui criar mais bolas de energia e lancei em seu rosto. Senti sua mão me largar e a vi recuar. Os ferimentos não eram profundos, por sorte, mas doíam bastante.

Um grito de dor me chamou a atenção, levantei o rosto e o corpo em direção ao barulho, era difícil de acreditar, mas a pequena Abby havia cravado suas duas adagas na perna da empousa que berrava de dor enquanto o outro semideus a olhava apavorado. —Abby! — Disse chamando-a pra perto. —Precisamos sair daqui. — Murmurei quando Abby me ajudou a caminhar até o outro lado da rua.

A filha de Apolo já havia retornado para a batalha, ela enfrentava com fervor a criatura mostrando obviamente não ser tão inofensiva quanto Quíron achou que fosse. —Saia de perto Abby! — Voltei a olhar Juno que parecia cada vez mais feroz ao atacar o monstro. Aproximei-me da empousai de forma sorrateira, já que ela visivelmente estava entretida com Abby e Juno, com meu mini-raio mesmo tomei distância e o usei para perfurar o que parecia ser a nuca da criatura, fazendo com que a mesma explodisse em pó. Soltei o peso do corpo sentando-me no chão gelado da calçada. Estava suja de suor e sangue, a fantasia estava arruinada com tantas manchas. Abby correu em minha direção segurando as mãos do menino, juntos trazendo minha faca. —Obrigada. — Resmunguei ainda meio sem fôlego. O rapazinho ainda chorava feito criança com medo do bicho papão. —O que você tem? Eu já a matei. —Proferi um pouco emburrada. Uma de suas mãozinhas apontou para o corpo do sátiro, ele estava morto, e pelo que eu lembrava, sátiros costumavam ser amigos de infância da pessoa até ela ter idade suficiente para ir ao acampamento. Acariciei seu cabelo tentando consolá-lo enquanto até mesmo Abby rompia-se em lágrimas. —Não fiquem assim, vou levá-los de volta pra casa, eu prometo. — Caminhei pesadamente em direção ao sátiro. Retirei dois dracmas do bolso e coloquei um em cada pálpebra do sátiro. Abri um sorriso para os dois. —Pronto, agora ele vai poder ir para o Elísio. —Caminhei ainda meio desengonçada até eles. —Vamos sair daqui o mais rápido que pudermos, estamos em um número muito grande, vão nos farejar muito mais rápido do que queremos. — Fiz sinal para que Abby pegasse nossas mochilas. —Meu bem, qual o seu nome? — Abaixei-me próxima ao garoto. Ele fez uma careta e parecia pensar em não me responder, mantive o olhar sobre ele. —Olha, vou ter que levá-lo ao acampamento meio sangue e depois contataremos seus pais, está bem? — O vi concordar com a cabeça. —Ótimo, vamos sair logo daqui. — Sussurrei ao ver Abby. —Assim que a noite cair, seremos caçados. — Fiz uma careta. Caminhamos por várias ruas da cidade  tentando ao máximo sermos discretos e caminhar por entre a multidão a fim de tentar mascarar nosso cheiro. Antes de chegarmos na divisão das cidades. —Abby, temos dinheiro ainda? — Olhei-a preocupada. A garota retirou várias notas de dólar de bolso com um sorriso. —Ótimo, temos que ir embora. — Falei bem séria.

Não foi tão complicado chamar as irmãs cinzentas, mas o maior problema foi a viagem de volta para casa. As mulheres ficaram o tempo todo brigando para ver quem enxergaria, isso incluía muitos pontos cegos para a motorista e vários quase acidentes por causa disso. Fomos capazes de chegar em segurança até a colina meio sangue. Precisei de ajuda para chegar a enfermaria, mas fora isso, tudo tinha dado certo.

Armas:
ϟ Faca de Bronze celestial
ϟ Mini Raio Mestre - Um anel que permite ao prole de Zeus soltar mini raios infinitos. Tem ¼ do poder do Raio de Zeus, a corrente elétrica que há nele pode gerar mais alguns raios minúsculos que causam graves queimaduras.
ϟ Electrizer: Um colar de fio negro com uma pequena pilha como pingente. Este item adiciona cerca de 25% mais de dano à golpes baseados em eletricidade.

Mascote:
Juno – Águia Elétrica.

Poderes:
ϟ Bolas de energia

Pedido:
OBS: Não estou pedindo todos os itens de uma vez, apenas dizendo quais itens gostaria de ganhar. (pode ser só um)

Benção: Garras – Um complemente a habilidade Parentesco I, agora além de ter garras de águia, essas mesmas garras são revestidas por uma camada de prata – tornando-se muito mais letais.

Equipamento: Arco Lunar – Arco prateado feito a mão que reluz ao luar. Faz com que qualquer flecha lançada por ele tenham uma camada de eletricidade junto, causando dano elétrico no alvo.

Aljava de flechas infinitas – Flechas comuns.








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Re: CCFY - A cidade dos anjos - Lilith Eltz Chermont

Mensagem por Quione em Dom Mar 26, 2017 2:56 pm

Realidade de postagem + Ações realizadas. –  500xp
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc. –  1,000 xp
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência.  – 1,000  xp
TOTAL: 2,500 x 4 = 10,000XP - 8,000 dracmas

(Os valores acima são referentes a valores máximos, não necessariamente significa que você terá essa pontuação.)

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Realidade de postagem + Ações realizadas. –  500xp
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc. –  900xp
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência.  – 950 xp
TOTAL: 2,350 x 4 = 9,400 - 7,900 dracmas

Nome da Benção: Garras de Rapina.
Descrição : Uma benção que serve de complemento ao poder Parentesco I das proles de Zeus/Júpiter. Tal bênção permite que as garras produzidas pelo poder citado - além de muito resistentes - sejam revestidas de prata, o que as torna ainda mais letais.
Gasto de MP: -5 de MP por turno ativo.
Gasto de HP: Nenhum.
Bônus: As garras não podem ser quebradas nem mesmo por ferro estígio.
Dano: -20 de HP por corte.
Extras: Nenhum.

Arco Lunar [ Arco prateado feito a mão que reluz ao luar, possui uma corda feita de um metal extremamente flexível e bastante resistente. | Faz com que qualquer flecha lançada por ele tenham uma camada de eletricidade junto, causando dano elétrico - de 5% - no alvo. | Prata e ouro. | Sem espaço para gemas.| Beta. | Status: 100%, sem danos | Mágica. | A Mente Liberta (evento) ]

Aljava Infinita[ Uma aljava comum feita de um tecido reforçado e abençoado pelos deuses, com flechas comuns, porém resistentes.| São flechas ideias para combate de monstros, pois suas pontas  são feitas de bronze celestial, a aljava é encantada e as flechas são inesgotáveis. | Aljava de tecido abençoado. Flehcas de madeira e bronze celestial. | Sem espaço para gemas.| Alfa Prime. | Status: 100%, sem danos | Mágica. | A Mente Liberta (evento) ]


Obs: Poderá me enviar uma MP, caso deseje saber como - exatamente - foi avaliado.

Aguardando Atualização.


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Re: CCFY - A cidade dos anjos - Lilith Eltz Chermont

Mensagem por Zeus em Dom Mar 26, 2017 5:22 pm

Atualizado


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Re: CCFY - A cidade dos anjos - Lilith Eltz Chermont

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