The Blood of Olympus
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[OP] Missão para Robin (Ceifadora)

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[OP] Missão para Robin (Ceifadora)

Mensagem por Quione em Qua Fev 22, 2017 5:28 pm


Nunca julgue as pessoas só por seus erros.
Estranhamente, Robin estava inquieta naquela noite, seu corpo se contorcia em agonia durante o sono profundo ao qual estava submetida. Em sua mente, nada mais do que imagens de morte e muito sangue apareciam. Não era algo que a doce Robin gostasse de ver.

Ainda sim, tudo poderia ficar pior. A presença do deus dos sonhos no quarto acalmou o corpo da menina, mas não a mente. Robin estava presa no mundo dos sonhos e mal sabia disso.

Tomou consciência - durante o sonho - em uma sala mal iluminada, como uma cabana abandonada na floresta. O a poeira do chão a havia sujado e ela se viu vestida para uma caçada, completamente armada. Em sua frente havia uma caixinha de madeira onde um bilhete claro e instrutivo se encontrava:

"Há momentos na vida onde nossos demônios nos surpreendem e nos superam. Julgamos os outros por suas escolhas, mas não sabemos qual seria nossa reação diante de tal circunstância. Seus sonhos têm repetidamente revivido momentos, que você julgou como erradas as atitudes tomadas quando outras pessoas passaram por ele. Agora é sua vez de se ver, talvez literalmente, em sua pele."

A garota estava confusa. Principalmente ao sair da cabana e se deparar com um homem enfeitiçado e armado, pronto para matar. O homem, era seu pai.


Informações e Regras.:


• Como você sabe, o mundo dos sonhos é diferente do mundo físico. Você não pode, de fato, morrer, mas pode acabar presa.

• Seu pai é seu último obstáculo para a liberdade. Assim que sair da cabana você irá para uma situação menos grave que você julgou que as pessoas envolvidas tiveram a reação errada. Como vai lidar com seu pai, fica a seu critério. Mas ele guarda o portal de saída dali.

• Narre, pelo ou menos, duas situações onde você pensa que outra atitude poderia ter sido tomada antes de chegar ao confronto com seu pai.

• Objetos levados e poderes usados devem estar em spoiler ao final do post.

• Você tem até dia 11/03 para postar.

• Qualquer dúvida, tire por MP ou Chatbox.

• Boa sorte, criança.



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Re: [OP] Missão para Robin (Ceifadora)

Mensagem por Robin A. Deverich em Sex Mar 10, 2017 11:42 pm

HUHUH
DREAMS
NIGHTMARE (Yes? plis, no!)


Calor, agonia, seu corpo todo estava repleto de pequenas gotas de suor. Robin não sabia dizer o porquê, porém seus sonhos sempre eram invadidos por fogo, destruição e morte. Em meio ao caos, corpos eram queimados, e naquele sonho, ela parecia querer lutar pela sua vida, porém nada parecia lhe convir para isso. Seus companheiros de estimação a olhavam preocupados, esperando o momento em que a garota fosse finalmente acordar de seus sonhos, entretanto isso não aconteceu.

Aos poucos o seu corpo fora se acalmando devido a presença do deus dos sonhos, e o quarto então voltou ao silêncio total. Porém para Robin, ela havia despertado, mas não estava mais em seu quarto. O lugar era totalmente desconhecido para si, mas pressupôs que estivesse em uma cabana devido a decoração de seu interior. Receosa, a garota tocou-lhe o próprio corpo em busca de algum sinal, tentando entender o porquê ela estava ali vestida em suas típicas roupas de caçada, o que incluía suas armas e sua amada foice nas costas, mas lembrava-se perfeitamente de que havia deitado em sua cama na noite anterior.

Olhou ao redor com curiosidade em buscar de mais algumas pistas, encontrando uma pequena caixinha sobre o chão. Aproximou-se da mesma, agarrando-a com receio, verificando primeiramente se não havia alguma runa mágica que fosse lhe impedir de verificar seu conteúdo. E logo a abriu, estranhando ao pegar o pequeno bilhete que estava escrito em letras gregas, fazendo Robin tomar consciência da ilusão que se encontrava. Em um pulo, a garota levantou-se ligeiro e correu em direção a única porta presente, abrindo-a com toda força aparente.

{...}

A força usada pela garota de cabelos coloridos para abrir a porta fora desnecessária. Em um impacto, ela se via em um ambiente a qual ela nunca poderia imaginar que estaria, a qual trazia lembranças que ela definitivamente queria guardar em seu coração, e outras a qual ela desejava com toda a sua alma esquecer. Robin se via em uma mistura de sentimentos confusos e desesperador. Passos mínimos e lentos de alguém desacreditada em sua própria situação eram dados, e quando levantou seus olhos para uma coluna especifica do ambiente domiciliar que ela reconhecia perfeitamente bem como a sala de estar, pode ver o relógio marcando exatamente 03:53 da manhã. Suas sobrancelhas praticamente uniram-se pela careta que fizera, pois lembrava perfeitamente que naquele horário quando criança, ela já se encontrava em perfeito sono.

Caminhou ainda curiosa pelo corredor que levava ao quarto, passando pelo típico espelho que ela e sua irmã adoravam, já que sempre paravam ali para comparar quaisquer diferenças não muito aparente entre elas. Porém o que vira lhe assustou tanto quanto pode imaginar. Seus cabelos não estavam mais coloridos, e sim em um tom leve de castanho, sua maquiagem era mais pesada, a deixando com aparência bem mais velha do que era, e suas roupas... aquilo definitivamente não era ela, e Robin só obteve certeza quando viu o corpo do seu pai vivo atrás de si. - Esta é a hora que você chega em casa, Hela? – Robin olhou para o homem por cima de seu ombro, depois virou-se devagar para olha-lo de frente, porém foi a pior escolha que ela poderia ter feito. Sentiu então, o impacto feito pela brutalidade de seu pai ao tocar-lhe seu rosto, caindo sobre uma pequena mesa e então, diretamente para o chão. Ela não sabia ao certo como não havia conseguido evitar aquilo, e principalmente, o porquê doía tanto. Sentia seus pulmões lutarem por tentar obter qualquer ar disponível, porém nada saia de sua garganta. ''Por que eu não venho até aqui? '' perguntou à si mesma, sentindo em sua própria pele o fato de que ela mesma nunca havia ido salvar Hela.

Tocou o chão com a palma de suas duas mãos, esforçando-se para levantar, olhando para o homem com toda a raiva que ela estava sentindo naquele momento, não só de si mesma, mas dele. - Você tem que respeitar a mim, principalmente se não quiser que eu faça o mesmo com a sua irmã. – Robin soltou um longo suspiro, notando o homem se abaixar e agarrar seu braço com força, lhe arrastando até a sala. - mais precisamente em frente ao sofá- e a largando sobre o chão, proferindo um chute em sua perna. Ela via com toda a certeza que aquele homem não era o seu pai. - Você aprenderá a me respeitar de uma forma ou outra. Não vê a Robin? Está dormindo como um anjo. Você não chegará aos pés dela. – Robin -no corpo de Hela- sentiu as lágrimas brotarem em seu rosto antes ver novamente seu pai levantar a mão, a fechando em um punho para então, lhe proferir um murro tão forte que a fez simplesmente apagar.

{...}

Desta vez, o som de buzinas e pessoas conversando foram o suficiente para fazer com que Robin despertasse dentro de seu próprio inferno do inconsciente. A garota levantou a cabeça, piscando algumas vezes ao tentar descobrir o local onde ela estava. Notou então, o passar de pessoas em uma calçada e quando virou-se para o lado, percebeu que havia dormido na mesa de uma lanchonete de fastfood. Desnorteada, a garota se levantou de forma lenta, sentindo estranhamente sua parte intimida dolorida, a fazendo questionar no que exatamente ela estava fazendo ali.

Levantou-se com cuidado, segurando-se na mesa por mais tempo, buscando equilíbrio para o seu corpo antes de tomar o rumo que ela pensou ser o certo naquele momento. Seus passos eram lentos, e seus olhos miravam o caminho ao redor, vendo pessoas seguirem suas vidas sem medo. Robin estava atenta, olhando para dentro das lojas em curiosidade mínima, apenas buscando algo que fossem lhe distrair do seu receio aparente, passando em frente a uma loja de TV. Mirou primeiramente algumas reportagens, que ela sentia já ter visto, virando-se para uma tela desligada, desta vez, ela novamente viu a imagem de Hela, confirmando que estava em outra sensação de tortura psicológica. - Onde eu estou? – Pronunciou para si mesma, tentando lembrar-se de onde a Robin daquela época se encontrava. Preocupada, a garota virou-se novamente para o seu caminho, e correu com todas as forças que possuía.

Naquela época, Hela não era tão forte, dificultando para Robin se esforçar nos passos rápidos. Dobrou a esquina de sua casa e teve a visão que não gostaria mais de ter. Seu pai estava ali, parado, com a expressão comum de que estava bastante zangado com ela. - Appa? – Sussurrou ofegante, parando em frente a ele com seu coração acelerado não só pela corrida, mas pelo medo. - Sabe que horas são? – o homem de olhos puxados perguntou de forma exigente, a fazendo engolir a saliva em receio, já imaginando o que viria a seguir. Robin o encarou por longos segundos, antes de vê-lo se aproximar e agarrar seu braço com força. - Você nunca aprende, não é? – E com força, o homem lhe puxou até um beco, a qual Robin conhecia perfeitamente a fama, pois tinha pessoas más que agrediam por simples prazer.

Tentou se soltar a todo custo, puxando seu braço – a qual doía pela força que ele usava – ou gritava por ajuda, mas naquele momento, parecia que ninguém viria, e ninguém veio. Ela então, desistiu de defender-se, sendo arrastada pelo beco adentro, tendo apenas o baque do chão contra o seu corpo, e risadas maliciosas e demoníacas. - Deem uma lição nela pra mim? Compro a bebida que quiserem. – E com apenas confirmações e mais risada, Robin sentiu chutes em seu corpo e o sangue quente rasgar sua garganta, a fazendo cuspir no chão frio, úmido e completamente sujo daquele lugar. Dessa vez, ela não fez o esforço de pedir-lhe que parasse, apenas se deixou ali, recebendo cada golpe e sofrendo cada dor até o momento em que novamente viu a escuridão tomar conta de si.

{...}


Desta vez, as coisas pareciam não conter mais o limite do senso exigido. Robin encontrou-se novamente na cabana, seu rosto estava em prantos de dor ao pensar no que afinal sua irmã já havia passado bem debaixo do seu nariz, e por ser alguém tão frágil ela simplesmente não pôde defendê-la. A garota de cabelos claros não sabia dizer, e o único pensamento que ela estava tendo era que precisava sair daquele lugar para, mesmo ao longe, sem aceitar o sacrifício de Hela para Erebus, ela pudesse estar de olho na garota.

Ansiosa, a ela olhou novamente ao redor do local a qual se encontrava, aquela cabana estava começando a lhe dar agonia. E por fim, olhou novamente para porta, analisando-a de todas as formas que poderia, tentando encontrar qualquer indício de uma saída evidente, porém, nada fora encontrando. - Por Thanatos... – Proclamou, a garota então puxou todo o ar para os seus pulmões e o soltou conforme ela abria a porta novamente, preparando mentalmente para mais uma lembrança vivida de Hela Ahn Deverich, porém ela fora surpreendida novamente.

A porta fora aberta com força, mas o ambiente externo desta vez não era mais uma lembrança, e sim a floresta escura onde a cabana se encontrava. Robin desceu os degraus, caminhando lentamente para a frente do lugar, sendo este o suficiente para que ela desse uma boa olhada ao redor. -  Que diabos... – Profanou, notando a fumaça extremamente branca sair de seus lábios conforme respirava, mesmo assim, ela parecia não ligar para o extremo frio. A garota levou a mão para trás, tocando o cabo tão reconhecido de sua foice e a puxou como um todo para frente, a revelando em sua total glória de preparação para qualquer perigo que surgisse. Pelo tamanho de sua arma, a garota a virou, deixando tocar-lhe o chão, notando-se a faísca começarem a surgir sobre as folhas molhadas das árvores que se encontravam ao chão, e a cada passo que a garota dava, o rastro de seu toque quente era deixado para trás.

Os olhos azuis da ceifadora se tornaram os típicos vermelhos cor de sangue, mostrando o quão atenta a um possível batalha ela estava. Seus passos eram silenciosos, porém ela podia ouvir com clareza passos descuidados, tomando agilidade e adentrando a floresta em busca do portador do barulho. Em sua corrida, a garota cortou alguns galhos a qual lhe atrapalhavam, abrindo caminho para um lugar amplo e sem quais árvore, como um círculo gramado em meio a floresta. Seus olhos se fixaram no que pareceu um homem em meio o vasto campo, seu corpo balançava como se estivesse movido a bebida alcoólica enquanto em sua mão, havia uma espada do tamanho médio. A garota não acreditava, porém aqueles ombros, seu semblante, e forma corporal lhe lembravam a pessoa a qual ela tinha mais ressentimento no momento, seu pai.

A garota deu passos rápidos em direção ao homem, ela queria questioná-lo no lugar de Hela, precisava da certeza de que tudo aquilo que ela havia vivido no corpo de sua irmã não fosse mais que uma peça de algum deus brincalhão. Parou então, em frente, o notando com características tão diferentes a quais ela estava acostumada em vê-lo, já que agora, ela estava com sua própria imagem. - Você realmente fez tudo aquilo com a Hela? – Questionou em alto e bom som, assustando-se ao notar que ele apenas havia levantado sua cabeça em uma risada irônica, como se estivesse possuído. - Você sempre foi inocente, minha queria Robin. E era isso que eu amava em você, diferente de sua irmã, que tem a personalidade tão parecida com a mãe de vocês. – A garota mantinha-se ereta, porém apertava a foice com tanta força, que por um momento ficou com medo de que a mesma pudesse quebrar. - Então, você realmente espancou a Hela? – De fato, seu coração não queria saber aquela resposta, porém sua consciência já possuía a certeza. - Ela merecia, meu amor... – Robin sentira metaforicamente seu coração se partir, ela definitivamente estava machucada de toda as formas, podendo sentir raiva, desapontamento e tristeza.

- Você não tem humanidade? – gritou, sentindo as lágrimas escorrerem sobre suas bochechas quentes. - Não, e isso tudo é culpa da sua mãe. – O ouviu pronunciar, vendo-o apertar a espada em frente a si, enquanto um sorriso ainda mais largo aparecia em seu rosto. Robin sentia-se devastada.

Percebeu então, que o próprio pai avançaria na garota. - Escudo Sombrio. – Pronunciou baixinho em um soluço, notando a sombra cobrir-lhe rapidamente, impedindo que a espada lhe toca-se. - Como ousa, hm? – Engoliu as lágrimas, tendo seus olhos vermelhos se escurecendo. - Você a machuca, e agora quer fazer isso a mim? – gritou novamente, puxando a foice para a frente de si, em uma ira que a pequena Robin acabara de conhecer. O Homem deu alguns passos para trás, mantendo ainda o sorriso em seu rosto. - Posso ser inocente, mas não sou frágil. – Cuspiu, fazendo com que o escudo de sombra em frente ao seu corpo desaparecesse, e com passos ágeis, pulou em um ataque em direção ao seu pai, vendo a lâmina de sua foice choca-lhe com a espada que ele segurava. Pelo impacto, a garota fora empurrada para trás, assim como homem, tocando-lhe o chão com perfeita graciosidade.

A garota então, levantou a mão esquerda em direção ao homem. - Corvi – Pronunciou, e com o típico grito animal, vários corvos surgiram por trás da garota, indo em direção ao homem com fúria, entretanto, Robin surpreendeu-se ao vê-lo que continha habilidades estranhas com a espada, matando alguns dos corvos a quais iam em sua direção, tendo alguns que lhe acertaram, deixando rastros de sangue em partes expostas de seu corpo.  – Acha que isso é o suficiente?  – O ouviu questionar, puxando novamente a foice para frente do seu corpo. - Não, mas agora eu estou sem paciência pra você. – Com passos rápidos, o homem correu em direção a garota desta vez, atacando-lhe com toda sua força aparente. Robin desviava de seus golpes, porém não evitara ser atingida em seu braço direito – a qual ela manuseava sua foice. - fazendo-a com que a mesma o deixasse cair sobre o chão, tocando-lhe a mão esquerda sobre o ferido em uma tentativa de interromper o sangramento.

Um gemido de dor foi proferido de seus lábios, a qual sentia-se exausta por toda a ação que estava tendo desde o momento a qual havia pisado sobre o chão daquela cabana. E decidida, a garota separou seus braços, trazendo a palma das mãos para cima, sentindo o sangue de seu braço escorrer pela sua jaqueta agora rasgada. E então, fora surgindo esferas de tonalidade roxa em suas mãos, que giravam em uma ânsia pelo alvo. E com força, a garota lançou as duas esferas seguidamente da outra em direção ao homem que colocou a espada em sua frente para defesa, porém não fora o suficiente para protegê-lo, tendo a esferas o paralisando. Robin suspirou, aproximando-se lentamente dele, olhando-o em sua total convicção e analise própria. - Sabe... – Sussurrou, parada em frente ao homem, esticando seu braço esquerdo até sua bota, e retirando a faca inicial, a qual havia ganho em seu primeiro dia no acampamento. - Você merece muito mais do que ela, Appa. – Pronunciou, empurrando a espada dele para o lado, e enfiando sua faca com toda força que lhe restava sob o coração do homem, o notando voltar aos poucos ao seu estado de movimento. A garota deu alguns passos para trás, presenciando o homem tão conhecido por ela cair sobre o chão em agonia, e aos poucos, parar quaisquer movimentos que demonstrasse conter vida em seu corpo.

Sentindo-se ainda mais devastada, a garota se aproximou de sua foice, a carregando com a mão esquerda, e logo se aproximou do corpo do homem, abaixando-se o suficiente para pegar a sua faca, a limpando sobre o tecido de sua calça antes de guardá-la novamente na bota. - Espero que você não volte mais desta vez. – E tomando uma distância acessível, a garota apontou a foice em direção ao corpo e concentrou-se para ceifá-lo, porém tudo novamente se tornou escuro, antes de Robin abrir seus verdadeiros olhos e finalmente acordar de seu inferno.

Em um grito, Robin sentou-se sobre a cama, sentindo o bater das assas de Poe em seu colo, e o miado rouco de Ravi no chão. - O que... – Suas bochechas estavam molhadas devido as lágrimas que havia derramado ao presenciar o seu sonho. Arrastou-se até a parede, encolhendo-se sobre a mesma e voltando ao seu rio de lágrimas, mantendo seu estado de sofrimento até o sol amanhecer a qual perguntava-se do porquê Hela simplesmente não havia lhe obedecido, ou fugido com Robin antes de tudo aquilo acontecer, para que ela finalmente, pudesse se esforçar e encarar mais um dia ali.


Poderes e Habilidades:


Poderes de Hécate:


Passivos:
Nome do poder: Detector de Magia
Descrição: Filhos de Hécate/Trivia sentem quando se aproximam de uma natureza mágica - seja outro filho de Hécate/Trivia, um feiticeiro, item mágico ou criatura que esteja sob o efeito de algum encantamento.

Nome do poder: Amante da Lua
Descrição: Durante a noite, o filho de Hécate/Trivia tem seus poderes mágicos aumentados de acordo com a luz da lua, ou seja, quando mais intensa ela for sobre o semideus, mais poderosos seus feitiços serão.

Ativos:
Nome do poder: Esfera Paralisante
Descrição: O semideus faz crescer sobre a ponta dos dedos duas mini esferas de energia arroxeada, e lança contra o inimigo, o membro que for atingido por essas esferas, ficara paralisado durante um turno inteiro ( o turno seguinte aquele que o semideus lançou a esfera), o que lhe dá uma chance maior de atacar.

Feitiço: Corvi
Descrição: Um bando de corvos surge e começam a atacar os oponentes. Eles duram por dois turnos antes de explodirem em penas.

Poderes de Ceifadores:


Passivos:

ʡ The Blade - Sua habilidade com armas que possuem lamina como: Adagas, espadas, lanças e principalmente foices, são perfeitas podendo fazer cortes precisos sem nunca ter manuseado uma arma dessas antes.

ʡ  Visão Noturna – Seus olhos adquiriram a capacidade de ver no escuro, com ainda mais claridade e melhor percepção de tudo do que quando há luz.

Ativos:






Última edição por Robin A. Deverich em Sab Maio 27, 2017 1:25 pm, editado 2 vez(es)


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Re: [OP] Missão para Robin (Ceifadora)

Mensagem por Quione em Sab Mar 11, 2017 10:45 am

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Atualizado por Vênus


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Re: [OP] Missão para Robin (Ceifadora)

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