The Blood of Olympus
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☪ Nightwish ☪

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Re: ☪ Nightwish ☪

Mensagem por Kyra C. Ferreli em Dom Maio 07, 2017 9:38 pm

Nome: Kyra C. Ferreli
Serviço: Encantamento de Objeto
Descrição detalhada: Cantil - Quero um cantil de água que nunca esvazie, sempre vai ter água nele.
Extra:Nadinha


DO YOU EVER WONDER IF THE STARS SHINE OUT FOR YOU?
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Re: ☪ Nightwish ☪

Mensagem por Evie Farrier em Dom Maio 07, 2017 9:39 pm

Cobro um lap dance \o/ sahuashasuhasuashasuhas
Midira, cobrar nada porque é simples, dá pra fazer de graça \o/
Ok, ela não deixou ser de graça, vai ser 1,99


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Re: ☪ Nightwish ☪

Mensagem por Evie Farrier em Ter Maio 09, 2017 9:44 pm




Hora da Macumba!
I put a spell on you


Eu não sabia o que tinha acontecido anos atrás quando os deuses ficaram tão no cio ao ponto de gerar filhos quase ao mesmo tempo. O fato é que abril e maio estava sendo dois meses repletos de aniversários. Entretanto, havia duas pessoas que se encontrava no meio desse fato curioso que mereciam presentes especiais e incríveis. Foi pensando nisso que eu tinha reservado a noite inteira para poder passar no laboratório, fazendo meus próprios presentes para os dois garotos, assim como atendendo pedidos de quem almejava presenteá-los.

O laboratório encontrava-se bem iluminado e fresco, havia deixado as janelas abertas para que a brisa noturna circulasse pelo ambiente. O som também estava ligado em um volume ambiente, por mais que para algumas pessoas a música acabasse atrapalhando a concentração, para mim era como um relaxante que permitia minha criatividade fluir.

Primeiro lidaria com um presente em conjunto. Sun Hee havia pagado caro para o próprio Leo Valdez forjar uma arma especial para o seu até-então-não-namorado-mas-quase-lá. Eu a tinha ali, bem a minha frente e não podia negar que era um item forte e belo. E agora eu estava prestes a deixa-lo melhor ainda. Peguei a luva, a minha caneta mágica e algumas velas, seguindo para o meu canto cheio de almofadas. Eu gostava de estar confortável quando estava prestes a criar algo.

Depois de acender as velas, sentei sobre uma enorme e confortável almofada, tendo as luvas em meu colo. As velas não estavam ali para enfeite ou auxiliar com a iluminação. Em verdade, estar rodeada de um elemento tão natural e poderoso como o fogo, ajudava a canalizar a energia natural e a realizar as magias. Ainda mais que meu ramo mágico era deste elemento. Peguei a minha caneta mágica e a luva destra, girando o item com tinta sanguínea em meus dedos enquanto analisava bem as garras de adamantino, analisando onde poderiam ser feitas as runas que eu tinha em mente.

Depois de traçar um plano de ação, ajeitei minha postura e firmei a caneta em minhas mãos. Não uma caneta qualquer, mas uma que me permitia desenhar as runas usando já de meu próprio sangue como tinta. Aquilo facilitava demasiadamente o processo de criação. Selecionei a garra do dedo indicador e tracei cuidadosamente a runa Fehu em sua posição normal. Essa runa era conhecida como a runa que atraia sucesso. Em minha mente estava a ideia de que aquela runa ajudaria Renly a ter mais chances de acertar seus golpes, o que em nosso mundo poderia acabar se tornando algo crucial. A segunda runa foi desenhada já era uma velha conhecida minha, pois já a tinha usado muitas vezes em outros encantamentos. Perdhro era a runa do ar, sendo desenhada ali o meu intuito era o de fazer com que o elemento revestisse as garras e potencializasse o impacto de um ataque. Eu imaginava o quanto de dano a mais o lobo ranzinza conseguiria tirar em um soco enquanto usasse aquelas garras.

Runas escolhidas desenhadas, era hora de selar e por magia de verdade ali. Dobrei o tecido com cuidado em meu colo e assumi quase uma posição de meditação. Para aquela luva com garras, como havia usado a runa do ar, iria deixar que o vento que adentrava as janelas preenchesse mais os meus sentidos. Levou um certo tempo até ter a concentração que eu queria e a sensibilidade com o elemento. Eu sentia cada roçar da brisa sobre minha pele exposta, o tato extremamente sensível ao ar. Abri minhas mãos sobre a garra destra, deixando que a minha energia e a do vento fosse transferida para o item. Aquele era um processo que sempre deixava um desgaste, não foi à toa que, momento depois, eu estava ofegante e com a visão turva por alguns segundos.

Deixei a garra da mão destra de lado e peguei o outro par. Repeti o processo de desenhar a runa Fehu, pois caso não o fizesse, apenas os golpes realizados com a mão direita receberiam o encanto de atrair sucesso. Runa desenhada no dedo indicador, era hora da segunda runa ser tracejada. Para a mão canhota, havia escolhido uma runa em particular: Naudhiz, a runa do fogo. Era a primeira vez que estava encantando uma arma com tal runa, mas devia dizer que era particularmente fácil fazê-lo, graças a minha conexão com o seu elemento. A minha intenção ao marcar a arma com essa runa era fazer com que as pontas das garras, em sua parte mais afiada, aquecessem. Iriam estar tão quentes que o metal iria ficar avermelhado, evidenciando visivelmente o seu estado. Assim, Renly poderia com a mão esquerda provocar queimaduras em seus ataques. Para evitar que o material derretesse, mesmo sendo adamantino, no terceiro dedo acrescentei a runa Gebo. Desenhando a runa do equilíbrio, eu esperava que isso mantivesse tanto o metal quanto o fogo em harmonia, sem provocar danos ao item.

Mais uma vez, quando as runas estavam completas, chegava o momento de selá-las e aplicar magia as palavras de poder. Porém, diferente do primeiro ato de selamento, eu iria buscar auxilio do fogo contido nas chamas das velas. Concentrei-me no calor e no brilho que o fogo gerava, permiti que levasse o tempo suficiente para que minha própria energia entrasse em harmonia com a do elemento. Quando isso aconteceu, as pequenas chamas duplicaram de tamanho, permitindo que eu finalmente iniciasse o processo de transferir minha energia mágica para a garra. O processo durou cerca de sete minutos e, quando teve fim, as chamas das velas se apagaram em harmonia e uma respiração pesada escapou de meus lábios. Cocei os olhos e inspirei fundo várias vezes até que a sensação de desgaste sumisse de meu corpo.

Luvas finalizadas, talvez fosse hora de apenas descansar um pouco e curtir a uma ou duas músicas.

(...)


Eu estava encarando aquele pedido com o cenho franzido. Era irônico, certo? Na maior parte do tempo eu vinha para o laboratório para esquecer dos problemas que eu tinha fora daquelas paredes que protegiam o meu lado mágico. Mas, ali a minha frente, eu tinha um pedido do meu problema mais perigoso, lindo e irritante. Kyra havia solicitado um presente para o Gerrard. Desde quando eles eram amigos? Desde quando eu sentia irritação por ela parecer intima de alguém e eu não saber que tipo de relação eles tinham

Resmungando, revirei os olhos para mim mesma e peguei o cantil. Mesmo que minha mente repetisse que isso não era problema meu, que não deveria estar pensando essas coisas... Um bico proeminente persistia em meus lábios enquanto eu retornava para minhas almofadas com a Bloody Magic em mãos.

Girei o cantil de um litro e meio em minhas mãos, tentando analisar qual seria os melhores locais para desenhar as runas. O pedido de Kyra era bastante simples, apesar de se tornar desafiador já que eu nunca havia feito algo com o elemento água ainda. Ela havia pedido para que aquele cantil sempre renovasse a água, sempre ficasse cheio novamente. O que eu considerava um ótimo item para um filho de Netuno.

Plano de ação feito, abri a tampa do cantil militar para verificar que não havia água nenhuma lá dentro. Fechei novamente e virei a frente dele em minha direção. Girei a caneta mágica em meus dedos deixando minha mente concentrar-se. Só então, comecei a desenhar a runa Kenaz. Essa era a runa da renovação, seguindo a ideia de que a água deveria sempre renovar-se, mantendo-se sempre limpa e saudável. A segunda runa foi desenhada no verso do cantil, sendo essa a runa Sowelo. Era a runa que provocava a regeneração, seguindo o princípio de que a runa iria regenerar a água sempre que esta estivesse no fim. A terceira e última runa foi a Eihwaz, desenhada no fundo do cantil. Era a runa da água, indispensável para que toda a magia acontecesse da forma que havia sido solicitada.

Terminada as runas, coloquei o cantil sobre minhas pernas, abrindo as palmas sobre o item.  Tentei relaxar os ombros, deixar minha mente livre de pensamentos ruins. Acalmei meu coração, afastando os sentimentos que eram estranhos. Infelizmente, descrever isso não transpassa o tempo que isso realmente levou. É complicado concentrar-se a esse nível, quase que como fazer uma meditação quando se estava confuso e agitado. Porém, permiti que minha energia mágica selasse as runas apenas quando atingi esse nível, mesmo que apenas 20 minutos depois.

Quando terminei, estava exausta. Tudo o que eu queria era deitar sobre minha cama com o ar-condicionado no mínimo possível, deixando o ambiente de meu quarto o mais frio possível. Vantagens de se ter uma mansão, certo? E um apartamento... Sorri um tanto travessa, imaginando o que Kyra faria quando descobrisse que eu havia sido a sua benfeitora e auxiliado na compra de seu imóvel. Oh, havia gastado uma quantia grande, mas valeria a pena se a fosse ver castigando os lábios enquanto me fitava furiosa. Ri um pouco sem conseguir conter, o peito contendo um coração animado com a imagem que minha mente havia formado. Mas no segundo seguinte minha expressão fechava e estava novamente resmungando e reclamando comigo mesma por pensar aquelas coisas. Agora era hora de entrar em contato com os donos dos itens, não ficar imaginando a reação de uma ruiva filha de Vênus que me tirava do sério.

•//•


Itens Finais

Sun Hee

• Garras Felizes [São garras extremamente afiadas, acopladas em uma luva negra que cobre todo o antebraço. Essas garras possuem mais duas formas: quando inativas elas assumem a aparência de duas pulseiras com desenhos lupinos; sua terceira forma envolve a transformação em lobo, pois ela ajusta-se aos membros superiores, tornando-se garras para lobos. Para acionar as garras, o usuário precisa girar o pulso duas vezes em seu próprio eixo, assim o material irá desdobrar-se até ter sua forma completa de garras. Elas se adaptam automaticamente para a forma lupina. As garras foram encantadas com runas e possuem efeitos mágicos| Efeito 1: Mudança de forma; Efeito 2: Possui pedras ametista em cada garra, conferindo a propriedade veneno para o item. Ao ferir o inimigo, provoca 20 de dano por turno. Efeito 3: A garra destra possui a runa Fehu e Perdhro, respectivamente a runa que atrai sucesso e a runa do ar. Quando a runa Fehu é ativada, as chances de sucesso ao realizar um golpe duplicam (-10HP pra ativar). Quando a runa Perdhro é ativada, por três turnos as garras são revestidas por uma corrente de ar. Essa corrente irá aumentar o impacto dos golpes em 30% (-5HP a cada turno ativo). Efeito 4: A garra esquerda possui a runa Fehu, tendo o mesmo efeito que a garra direita, e a runa Naudhiz e Gebo, respectivamente as runas do fogo e do equilíbrio. Ao ativar a runa Naudhiz, as garras da mão esquerda esquentarão ao ponto de o metal ficar vermelho, conferindo assim a capacidade de provocar queimaduras por 3 turnos (-5HP a cada turno ativo). A runa Gebo permite que o metal não derreta, mantendo o equilíbrio entre a magia de fogo e o item. | Material: Adamantino, ametistas e tecido | Espaço para duas pedras: ocupados | Resistência: Alfa | Status: 100%, sem danos | ???? | Forjado por Leo Valdez; Encantado por Evie Farrier; Presente de Sun e Evie]


Kyra

• Cantil de Água [Um cantil de metal estilo militar, suportando 1,5l de água. Ele foi encantado com três runas para obter um resultado mágico. | Efeito: Graças as runas Kenaz, Eihwaz e Sowelo seladas magicamente em seu metal, o cantil nunca estará vazio. Ou seja, a água contida ali dentro será sempre renovada ao se esgotar. Ela começa a se regenerar quando atinge 1/3 do cantil, passando a preenche-lo com o líquido novamente. | Alumínio | Resistência: Sigma | Sem espaço para gemas | Status: 100%, sem danos | Encantado por Evie Farrier, presente dado por Kyra]


Informações:

Fehu
Posição normal: Atrai Sucesso (dura 3 turnos desde o momento de sua ativação, tem 15% de chances de funcionar).
Invertida: Atrai azar (dura 3 turnos desde o momento de sua ativação, tem 15% de chances de funcionar).

Perdhro
Posição normal: Invocação de Ar (Tal runa deverá ser aliada a outras runas para ter efeito mais efetivo, caso não seja, uma pequena área, irá surgir o elemento invocado. Será o suficiente para caber na mão de uma pessoa e desaparecerá depois de um turno).

Naudhiz
Posição normal: Invocação de Fogo (Tal runa deverá ser aliada a outras runas para ter efeito mais efetivo, caso não seja, uma pequena área, irá surgir o elemento invocado. Será o suficiente para caber na mão de uma pessoa e desaparecerá depois de um turno).

Gebo
Posição normal: Equilíbrio (dura 3 turnos desde o momento de sua ativação, tem 15% de chances de funcionar).

•••

Kenaz
Posição normal: Renovação (dura 3 turnos desde o momento de sua ativação).

Eihwaz
Posição normal: Invocação da Água (Tal runa deverá ser aliada a outras runas para ter efeito mais efetivo, caso não seja, uma pequena área, irá surgir o elemento invocado. Será o suficiente para caber na mão de uma pessoa e desaparecerá depois de um turno).

Sowelo
Posição normal: Tal Runa é capaz de Causar regeneração de algum meio natural, por exemplo, uma flor esmagada é capaz de retornar a sua forma anterior.


Habilidades


Ramo das Ar (Ramo Principal) + Ramo do Fogo (Ramo Secundário).

Nível Intermediário – Nível 23 – Seus feitiços estão mais fortes, e você já tem certo controle daquilo que faz – mas ainda não completamente – suas marcas são completas, e se tornaram resistentes, as poções já funcionam corretamente, assim como as armas, mas seus efeitos ainda não são assim tão fortes, causam sim ferimentos e machucados, mas esses não terão 100% da força que teriam se sua magia fosse completa.

Itens


• Blood Magic [Uma caneta aparentemente comum, porém de aparência elegante. Porém essa caneta não funciona com tinta normal, mas apenas com sangue. Para encher o tubo, é preciso encostar a ponta da caneta em um pequeno machucado ou qualquer fonte do sangue a ser usado. Sua grafia varia de acordo com o desejo do dono, podendo ser mais forte e assim usando mais da tinta sangrenta, ou mais fina e delicada. Feita basicamente de arambarium - metal que conduz magia com mais facilidade – e ouro compondo todos os detalhes. | Efeito: Ela tem o efeito de sempre retornar ao dono depois de algum tempo. Foi encantada para criar runas mais duradouras, e com uma intensidade 10% maior do que de uma runa original, além disso, a caneta diminui o gasto de MP em 50%, e da choques em qualquer um que tentar rouba-la. A caneta possui sangue suficiente para a criação de até 10 runas, depois disso precisa ser recarregada novamente. | Arambarium e Ouro | Resistência: Beta | Status: 100%, sem danos | Mágica | Forjado por Leo Valdez e Encantado por Pandora] (x2)

Grimorio: Encadernado com couro vermelho, é um livro de feitiços selado, que apenas se abre pelas mãos de seu portador – qualquer outro individuo que conseguir abrir o grimorio, só vera páginas em branco – a capa tem o desenho de um pentagrama de cinco pontas, e é coberto por símbolos. O Nome do portador é gravado na capa. – 1.200 Dracmas

Livro de Poções: Encadernado em couro azul, é um livro de ensinamentos para preparo de poções, desde o efeito, a quantidade de rendimento, ingredientes e efeitos, tudo contido dentro do livro de poções. - 700 Dracmas


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Re: ☪ Nightwish ☪

Mensagem por Quione em Qui Maio 11, 2017 9:55 pm

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Em ambas as postagens avaliadas por mim, teve um excelente desempenho. Escrita perfeita, meus parabéns.



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Re: ☪ Nightwish ☪

Mensagem por Hades em Qui Maio 11, 2017 10:14 pm

Atualizado.


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Re: ☪ Nightwish ☪

Mensagem por Evie Farrier em Ter Jun 06, 2017 11:19 am


Magic is in the air
deslize a imagem!

Encantando ou sendo encantada?
~~~~


Adentrei o laboratório com uma caneca fumegante de café preto. Acendi as lâmpadas deixando o meu segundo lugar favorito iluminado. Fazia um pouco de tempo que não entrava ali e me permitia dar vazão a minha mente inquieta e criativa. Mas naquela noite eu não resisti. Uma ideia atormentava e perseguia minha mente, deixando-me inquieta e incapaz de concentrar em outra coisa. Então ali estava, no meio da madrugada, deixando uma ruiva de lado para poder sanar aquele ímpeto criativo.

Caminhei até o balcão do meu laboratório, repousando a caneca ali enquanto o circulava para pegar um mini-grimório em uma gaveta. Era um livro de couro azul com meu nome no centro, um artefato mágico simples, mas que ali continha inúmeras possibilidades. E uma delas latejava em minha mente implorando para escapar e concretizar. Armada com o meu pequeno livro de feitiços e minha caneta mágica, segui até uma de minhas mesas de estudo e sentei ali. Estava pronta para escrever quando eu senti... Nada. Absolutamente nada. Franzi o cenho, sabendo que quando se realizava um ato mágico o “nada” era na verdade um gritante “algo está errado”.

Um feitiço não poderia ser criado como um poema. Eram frases estruturadas e com significados para mim. Elas precisavam ser dotadas de poder para serem seladas naquele pedaço de papel, deixando escapar a sua influência no mundo assim que proferidas. Era claro que realizar tal coisa sem estar em um ambiente preparado em nada ajudaria. Levantei de maneira quase afobada da cadeira, andando a passadas largas por todo o meu laboratório. Peguei velas para ter o apoio do elemento do fogo. Abrir todas as janelas para que o ar noturno e natural se tornasse ainda mais presente. Fui para o lado de fora, pegar terra fértil do jardim mais próximo, colocando em quatro pontos diferentes ao redor de minha mesa. Copos de água foram colocados entre uma vela e outra.

Agora eu estava em um ambiente mais propício para que coisas extraordinárias pudessem ser criadas. Irônico ser algo tão simples, correto? Mas a natureza possuía uma energia própria que poderia auxiliar e até mesmo emprestar um pouco do poder. O fluxo tornava-se melhor e a magia se tornava ainda mais limpa, por assim dizer.

Voltei a sentar em minha cadeira, peguei a minha caneta mágica e deixei que a ponta perfurasse a ponta de meu dedo. Aquele modelo era similar as canetas tinteiros, usadas décadas atrás e que sempre provocavam uma letra mais cursiva. Ao menos, era essa a sensação que os filmes deixavam ao mostrar as cartas antigas. Aquela picada inofensiva era para que a caneta sugasse meu sangue. Tão singular quanto parecia, usar o meu líquido vital como tinta era um dos pontos mais fortes daquele item. Com o tubo completamente preenchido, levei o dedo a boca e o suguei como faria uma criança ao ser picada, parando apenas quando o gosto metálico sumiu.

Verdadeiramente pronta para começar, relaxei os ombros e permitir que minhas pálpebras fechassem lentamente. Para uma pessoa que assistisse a cena, nada demais estaria acontecendo. Poderia parecer até mesmo tedioso. Mas uma meditação simples sempre fazia com que meu fluxo de energia circulasse mais facilmente. Era preciso se conectar as vezes para que tudo fosse propício a criação.

O latim surgiu na minha mente de forma natural. Não questionei aquele instinto de escrever o feitiço na linguagem antiga. Eu tinha em mente o que desejava e deixava que a inspiração me guiasse. As palavras vinham como se tivessem vontade própria, tocando suavemente minha mão e guiando sobre o grimório aberto. A página em branco agitou-se com uma brisa gentil, como se soubesse que ela não seria mais um pedaço de papel qualquer.

“Cibum et clavum. Aequalis animae. Cor eius palpitat. Aurantium medietates. Duo amatores, fratres. Quae duae vires attrahunt. pulchra somnium viventium.”

As frases do encantamento do feitiço surgiam. Eram escritas em uma caligrafia longe de ser bonita, mas que continham o necessário para deixar a letra legível. Quando depositei o ponto final, pisquei várias vezes como se estivesse saindo de um leve transe. Franzi o cenho enquanto relia as frases. No final, apenas dava de ombros, não poderia saber se estava certo ou errado sem testar.

Aquele era o encantamento do Feitiço de Vinculação. Eu queria deixar duas coisas distintas interligadas, pertencentes uma a outra. Era parte de um processo maior que eu possuía em mente, um que envolvia todo um ritual de invocação. Iria testar todo o meu plano logo depois, porém, primeiro, precisava terminar de criar esse feitiço que vinculava um item a alguém.

Antes de mais nada, tinha de selar aquelas palavras no livro. Estalei os dedos, respirei fundo uma, duas vezes. Tudo isso apenas para acalmar, mais uma vez, meu espírito e sintonizá-lo melhor com minha energia. Pairei as mãos sobre o livro mágico, as palmas a centímetros da página rabiscada com meu sangue. Por dois minutos inteiros nada aconteceu. Era um processo, afinal de contas. Começou de maneira sutil. Primeiro os ventos circularam ao redor da mesa. Depois, as chamas pareceram crescer cinco centímetros. A água produzia um som pequeno de colisão contra a borda do copo, como se estivesse se agitando. Eu sentia aquele friozinho na barriga e minha energia acumulando-se em minhas mãos. A sensação era como se pequenos fios saíssem de minha epiderme e conectassem com o pequeno grimório, cedendo e doando a minha energia mágica. Eu vi as palavras brilhando, uma a uma, sendo absorvidas pelo livro encantado.

Quando teve fim, meu corpo foi jogado contra a cadeira. As velas apagaram e uma das janelas fechou com força. Eu ofegava, buscando ar com arfadas longas. Passei as costas de minha mão destra em minha testa, enxugando o suor que nem ao menos tinha sentido antes. Era esse o preço de selar algo, afinal, magia sempre exigia alguma coisa em troca.

(•••)

Depois de beber uma grande quantidade de café, eu estava pronta para a segunda parte do meu plano. Era a parte mais delicada e complexa, pois exigiria a combinação de vários fatores para que minha intenção desse certo.

Sobre minha mesa de trabalho agora repousava a minha espada. A minha favorita, ao menos. Forjada detalhadamente com todos os meus requisitos, Supremancy merecia o nome que tinha. Em sua forma mais usual, ela era uma espada não muito longa, possuindo dois fios de corte. Feita de adamantino e ouro imperial, o seu designe era lindo e não escondia a sua letalidade. Ela possuía uma segunda forma, a de duas espadas gêmeas, mas era a primeira que estava presente no momento.

Puxei um banco alto, pois naquele momento iria debruçar-me sobre o meu mais complexo jogo de palavras de poder feito até aquele momento. Era algo arriscado e que poderia, provavelmente, danificar a minha arma caso desse errado. Eu não me perdoaria se isso acontecesse, pois aquela espada já se ajustava ao meu punho como se fosse uma extensão do meu corpo. Por isso respirei fundo, planejei e repensei tudo para que não errasse em nenhum momento.

O primeiro passo era desenhar os talismãs. Era a primeira vez que usava desses artifícios, mas depois de estuda-los – finalmente – no livro que havia obtido meses atrás, eu compreendia a sua grande utilidade. Usando de minha caneta mágica – reabastecida com o meu sangue – eu fiz o primeiro talismã. Era o ritualístico para objetos, com o único e singelo intuito de proteger a minha arma para que não fosse danificada no meio de todo aquele processo. O segundo talismã foi o da sorte. Talvez o mais importante de todos, já que tudo na vida recebia uma dosagem variável da sorte. Segundo o livro, aquele talismã oferecia uma grande porcentagem de sucesso quando cravado em armas e armaduras, o que vinha a calhar ao meu propósito. O último talismã desenhado na extensão da lâmina de minha espada, era o de combinação. Ele faria com que as runas se conectasse e trabalhassem ainda melhor. Ao menos, era o que eu esperava.

Ao terminar os talismãs, endireitei a postura deixando um gemido escapar de meus lábios ao sentir a coluna reclamar. Deuses, eu só tinha 20 anos e já estava reclamando de dores! Talvez eu pudesse culpar as horas que passava debruçada em pergaminhos e papeis no escritório da pretoria. Às vezes queria poder levar as coisas de maneira mais suave como Rebecka fazia, mas era algo difícil para alguém tão centrada quanto eu.

O próximo passo era mais fácil, pois já estava acostumada com a linguagem rúnica. Aquelas palavras de poder apenas deslizavam cada vez mais fácil sempre que as usava. As concentrei no talismã de combinação, afinal ele havia sido escrito no metal com esse propósito. A primeira runa era a Fehu, a palavra que atraia sucesso. O seu significado justificava a sua necessidade de estar ali. A segunda era a mais importante, a runa Raidho causava união e esse era o princípio básico de tudo aquilo. Ligar itens a uma pessoa, criando vínculo e união entre eles. A terceira era Gebo, a runa do equilíbrio. Tendo tantos processos e palavras de poder, aquela poderia provocar a hamornia necessária para que nada entrasse em colapso. Eu estava tentando evitar que minha arma simplesmente explodisse a minha frente. A última runa desenhada ao redor do talismã era a Dagaz, esta provocava mudanças. Havia um pensamento lógico para escolher tal palavra de poder. Eu queria provocar uma mudança física e espacial da arma, fazê-la ir ao seu dono através de um ritual de invocação.

Runas finalizadas, eu observei a minha arma mordendo o lábio inferior incerta. Sabia que nada havia sido selado ainda. Eu poderia apenas limpar minha arma e impedir que um desastre acontecesse. Mas meu lado teimoso e convicto falava mais alto, calando aquela voz de insegurança. Eu precisava tentar ou seria atormentada todos os dias pela possibilidade e pela covardia. Oh merda, eu nunca era uma covarde! Decidida, peguei um isqueiro simples e comum, engolindo em seco antes de fazer o que planejava.

Diferente das outras vezes, eu selaria as palavras escritas com meu sangue pedindo auxilio do elemento fogo. Um elemento do qual eu possuía certa experiencia e influência, graças ao meu ramo. Engoli em seco, olhei para o alto rezando para ninguém em específico, mas antes que desistisse finalmente o fiz. Risquei o isqueiro fazendo a singela chama nascer no item, então o aproximei da minha espada. O processo seguinte foi mágico e lindo. As chamas queimaram em específico onde estavam as runas, as fazendo queimar enquanto eram seladas. Havia aquele cheiro estranho, o som que as chamas faziam e o brilho alaranjado quase hipnotizante.

Quando o fogo cessou, as runas e talismãs estavam cravados em minha arma, selados. Não havia mais volta. Soltei uma longa respiração, levando minha mão destra até o meu ombro esquerdo, o apertando com uma tentativa quase falha de aliviar a tensão. Afinal de contas, eu não havia finalizado ainda.

Era hora do último passo. O item estava pronto para ser ligado a alguém, era necessário fazer a marca de vinculação. Engoli em seco sabendo que aquilo não seria algo suave ou tranquilo, provavelmente provocaria dor. Mas era o preço a pagar por uma magia como aquela. Peguei a minha caneta uma última vez, a balançando para testar se ainda estava cheia. Parecia estar o suficiente para um último trabalho. Eu fiz um simples pentagrama sobre meu pulso esquerdo, com a runa Raidho – a que causava união – no centro. No final, joguei a caneta sobre a mesa e respirei fundo várias vezes.

Precisei de uma porção grande de tempo para me preparar psicologicamente para o que aconteceria. Afinal, estava selando uma runa em mim mesma por definitivo. Assim que a ideia se tornou mais natural e meu coração não vacilou mais, deixei que meu fluxo de energia corresse mais livremente dentro de mim. Segurava meu antebraço, minha mão fechada em punho a pouco centímetros do desenho feito sobre minha pele. Quando começou foi como um formigar. Depois começou aquela dor similar a uma faca cortando a minha carne. Franzi o cenho respirando pelo nariz, buscando controlar-me... Até o primeiro gemido agonizado escapar. O desenho em meu pulso começava a brilhar, o selamento atingindo o seu auge.

“Cibum et clavum. Aequalis animae. Cor eius palpitat. Aurantium medietates. Duo amatores, fratres. Quae duae vires attrahunt. pulchra somnium viventium.”

Repetia o feitiço, sabendo que o grimório estava aberto um pouco acima da espada. As letras escritas e seladas no livro começavam a brilhar. Em sintonia, as palavras mágicas cravadas no metal de minha espada reluziram. Repeti o feitiço uma última vez, com mais força e vontade, minha voz conseguindo soar determinada mesmo em meio a dor excruciante. Quando acabou, as palavras de poder pararam de brilhar e meu braço parecia pesar uma tonelada.

Debrucei sobre a mesa, ofegante e com a vista turva. A dor ainda reverberava sobre minha pele, provocando um incomodo constante, mas suportável. Não sei quanto tempo passei ali me recuperando, estava desgastada e podia jurar que o laboratório começava a ficar timidamente iluminado. O sol já estava nascendo?

Ergui meu corpo o sentindo pesado e lento. Mas havia o teste a ser feito, ou tudo aquilo teria sido em vão. Caminhei para o lado oposto a mesa em que repousava a minha espada. Eu precisava pegar uma distância segura para que houvesse sentido no que iria fazer. Acabei por alcançar o outro lado do comodo, encostando minha costas na parede fria por não ter fé de que me manteria sobre minhas pernas por muito tempo.

Aquele processo seria definitivo para finalizar o ritual. Tudo o que havia sido feito, todos os procedimentos, a criação do feitiço e o selamento das runas... Tudo fazia parte de um ritual de invocação. A última parte apenas definiria o modo técnico de como ele funcionaria, mas tudo havia feito parte do procedimento. Estiquei meu braço esquerdo enquanto levava a mão destra para a boca. Sem temor, posicionei a lateral do polegar abaixo dos dentes caninos, mordendo com força o suficiente para machucar e sangrar. Passei o dedo sobre a tatuagem e abri a palma de minha mão a minha frente. Minha mente focava em minha arma, em seu nome, em sua forma.

Então aconteceu. Ela se materializou a minha frente, sua forma física aparecendo em pleno ar, na altura de minha palma. Ela flutuou por dois segundos e estava começando a cair quando finalmente reagi. Peguei ela de mal jeito, quando me machucando ao quase agarrar a lâmina extremamente afiada. O sacrifício de sangue, mesmo que pouco, era necessário para ativar o ritual e para dar algo em troca pela invocação. A magia era sempre uma negociação, afinal.

Oh deuses, havia funcionado! Rindo, deixei que meu corpo cansado deslizasse sobre a parede, ainda segurando a minha espada como se pudesse abraça-la. Mas era algo estúpido, acabaria machucada por seu corte afiado. Encostei a cabeça contra a parede, pensando em fechar os olhos por alguns segundos. O que se provou uma tolice, já que adormeci ali mesmo, desgastada, mas com um sorriso vitorioso nos lábios.


Serviços
Resultado

Enchantress!
Arcando com as consequências!


Arma no final:

• Supremacy [Supremacy é uma espada de tamanho mediano, de duplo corte. Mas possui a habilidade de separar-se e transforma-se em duas espadas gêmeas, de corte único. O fio de corte é extremamente afiado. Em sua forma original ela é feita de adamantino e ouro imperial e com as pedras de esmeralda real e rubi real conferindo um bônus no crítico e no dano provocado. As pedras mágicas são localizadas na empunhadura. Quando separadas, as espadas gêmeas assumem um dos metais e uma das pedras. A espada de ouro imperial é acompanhada com o rubi real, que acrescenta 20 de dano causado, esse material provoca sangramento continuo apenas em semideuses, assim como perda contínua de 10 de dano. A espada de adamantino leva a esmeralda real, que aumenta o crítico em 30%, esse material provoca sangramento continuo em todos (menos seres divinos). A arma também possui em sua lâmina runas e talismãs inscritos, provocando um encantamento de ligação entre a usuária e a arma. Esse encantamento permite que a arma seja chamada através de um pequeno ritual de invocação: o sangue do usuário tem de respingar sobre a runa de Raidho selada no corpo, oferecendo um pequeno sacrifício para que a arma apareça a sua frente. | Efeito: Ela tem o efeito de sempre retornar ao dono depois de algum tempo – Bônus¹: Sangramento contínuo em semideuses + 20 de dano bruto e efeito de 10 HP por turno após um golpe efetivo – Bônus²: Sangramento em qualquer inimigo + 30% de chance extra de se conseguir dano crítico e efeito de 10 HP por turno após um golpe efetivo. A arma possui o encantamentos que a ligam com Farrier, permitindo que seja invocada pela mesma seguindo o ritual de invocação.| Adamantino e Ouro Imperial | Rubi Real e Esmeralda Real | Resistência: Alfa| Status: 100%, sem danos. |Comum - Mágico | Nível mínimo para manejo: 30| Forjado por Andrew J. Parker]


Tatuagem:
○ Uma tatuagem feita na altura do pulso, possuindo o desenho de um pentagrama com uma runa no centro. Essa palavra de poder é a Raidho, representando a ligação de Evie com suas armas marcadas. A tatuagem faz parte da ativação de um ritual de invocação, em que ao respingar sangue sobre a tatuagem, a romana consegue invocar a sua frente uma arma que fez parte do processo ritualístico. Essa arma foi previamente marcada e encantada, sendo ligada a tatuagem.




Itens, habilidades etc:

Obs: O feitiço foi criado diretamente em um item propício a isso, não foi uma criação de feitiço feito sem um auxílio mágico.
Mini Grimorio: Um pequeno livro de couro azul marinho, com o nome do semideus em seu centro, que só se abre ao toque de seu dono. O livro contém páginas em branco, e permite ao dono do grimorio criar dois feitiços únicos e exclusivos – necessita de postagem dentro do laboratório de poções, e da aprovação para que o feitiço seja selado dentro do mini grimorio, junto ao seu efeito – cada vez que o livro for aberto, o feitiço será liberado, seja um ou outro, fica a escolha do semideus. Porém, o feitiço também terá gasto de MP, decidido no momento de sua criação.
Livro para criação de Talismãs e Amuletos: Encadernado em couro branco, repleto de símbolos dourados com dizeres de sorte, aprendizagem e ensinamento. Abre-se ao toque do dono, geralmente o nome do mesmo será gravado em sua capa. O livro contem os ensinamentos, passo a passo para criação, efeitos de amuletos, efeitos de pedra e os rituais da lua, bem como os dias de mau agouro.

Grimorio: Encadernado com couro vermelho, é um livro de feitiços selado, que apenas se abre pelas mãos de seu portador – qualquer outro individuo que conseguir abrir o grimorio, só vera páginas em branco – a capa tem o desenho de um pentagrama de cinco pontas, e é coberto por símbolos. O Nome do portador é gravado na capa. – 1.200 Dracmas

• Blood Magic [Uma caneta aparentemente comum, porém de aparência elegante. Porém essa caneta não funciona com tinta normal, mas apenas com sangue. Para encher o tubo, é preciso encostar a ponta da caneta em um pequeno machucado ou qualquer fonte do sangue a ser usado. Sua grafia varia de acordo com o desejo do dono, podendo ser mais forte e assim usando mais da tinta sangrenta, ou mais fina e delicada. Feita basicamente de arambarium - metal que conduz magia com mais facilidade – e ouro compondo todos os detalhes. | Efeito: Ela tem o efeito de sempre retornar ao dono depois de algum tempo. Foi encantada para criar runas mais duradouras, e com uma intensidade 10% maior do que de uma runa original, além disso, a caneta diminui o gasto de MP em 50%, e da choques em qualquer um que tentar rouba-la. A caneta possui sangue suficiente para a criação de até 10 runas, depois disso precisa ser recarregada novamente. | Arambarium e Ouro | Resistência: Beta | Status: 100%, sem danos | Mágica | Forjado por Leo Valdez e Encantado por Pandora] (x2)

• Supremacy [Supremacy é uma espada de tamanho mediano, de duplo corte. Mas possui a habilidade de separar-se e transforma-se em duas espadas gêmeas, de corte único. O fio de corte é extremamente afiado. Em sua forma original ela é feita de adamantino e ouro imperial e com as pedras de esmeralda real e rubi real conferindo um bônus no crítico e no dano provocado. As pedras mágicas são localizadas na empunhadura. Quando separadas, as espadas gêmeas assumem um dos metais e uma das pedras. A espada de ouro imperial é acompanhada com o rubi real, que acrescenta 20 de dano causado, esse material provoca sangramento continuo apenas em semideuses, assim como perda contínua de 10 de dano. A espada de adamantino leva a esmeralda real, que aumenta o crítico em 30%, esse material provoca sangramento continuo em todos (menos seres divinos)| Efeito: Ela tem o efeito de sempre retornar ao dono depois de algum tempo – Bônus¹: Sangramento contínuo em semideuses + 20 de dano bruto e efeito de 10 HP por turno após um golpe efetivo – Bônus²: Sangramento em qualquer inimigo + 30% de chance extra de se conseguir dano crítico e efeito de 10 HP por turno após um golpe efetivo. | Adamantino e Ouro Imperial | Rubi Real e Esmeralda Real | Resistência: Alfa| Status: 100%, sem danos. |Comum - Mágico | Nível mínimo para manejo: 30| Forjado por Andrew J. Parker]


Habilidades


Nível 2
Nome do poder: Escritos antigos
Descrição: O semideus é diretamente ligado a línguas demoníacas antigas, bem como ensinamentos bruxos, o latim – de onde provem boa parte dos feitiços – e simbologia. Podendo traduzi-las e entende-las de forma perfeita, também conseguindo falar com perfeição.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Isso permite ao semideus descobrir novos feitiços e poderes, e inclusive executa-los, se for preciso.
Dano: Nenhum

Nível 30
Nome do poder: Bom Magico IV
Descrição: Nyx/Nox sempre foi temida, seus filhos não são diferentes. Como mágicos experientes, conforme se desenvolvem, também adquirem a capacidade de sua mãe, podendo conseguir realizar feitiços mais fortes do que qualquer outro semideus, superando-os de uma maneira impressionante. Seus feitiços são precisos e certeiros, e o semideus com toda certeza se tornou um feiticeiro experiente em magia.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Ganha 40% de força em seus feitiços (em poderes ativos).
Dano: +20% de dano se os feitiços acertarem


Runas e talismãs

Fehu
Posição normal: Atrai Sucesso (dura 3 turnos desde o momento de sua ativação, tem 15% de chances de funcionar).

Raidho
Posição normal: Causa união, geralmente aplicada a grupos de pessoas (dura 3 turnos desde o momento de sua ativação).

Gebo
Posição normal: Equilíbrio (dura 3 turnos desde o momento de sua ativação, tem 15% de chances de funcionar).

Dagaz
Posição normal: Provoca mudanças (Dura um turno ao ser ativada).


Talismã Ritualistico de Objetos
Ao encantar objetos é preciso afastar energias, afim de não deixar com que nada influencie na criação do objeto. Tal runa faz com que a propria energia do mago não afete o encantamento do objeto, por mais forte que tal energia seja.

Talismã Ritualistico de Sorte
O mais fraco dentre os talismãs, porém essencial. Tal talismã faz com que, ao colocar magia em alguma arma ou armadura, os encatamentos ali presentes possuam o funcionamento desejado. Provoca 15% de sorte na hora de encantar armas/armaduras.

Talismã de Combinação
Através de tal talismã é possível combinar até quatro runas, formando um círculo entre as quatro. Tal talismã deverá ser desenhado no meio das runas, sendo que o mesmo não necessita de ativação.


Regras importantes

AMULETOS DE MAGIA PERMANENTE
São amuletos que possuem uma magia forte o suficiente para não se dissipar ao longo dos anos, nem se desgastar. Sendo necessária extremo poder magico e, por tais motivos, apenas semideuses ligados profundamente a magia como Feiticeiras de Circe e proles de Nyx/Nox e Hécate/Trivia conseguem produzi-los.

Nível Avançado – A partir do nível 45 – Suas armas finalmente ganharão um efeito efetivo, suas marcas estão completas, as runas já funcionam perfeitamente, a poção já não tem falhas, e é possível que seu envenenamento seja melhor do que o esperado.


-Criação de novos rituais: A partir do nível 45.






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Re: ☪ Nightwish ☪

Mensagem por Ananke em Ter Jun 06, 2017 8:27 pm

Forma de avaliação:

Forma de Avaliação: Realidade de postagem + Ações realizadas – 700 xp
Escrita: Gramatica, erros, pontuação, coerência, concordância e etc – 1000 xp
Habilidade condizente com os itens criados – 500 xp
TOTAL: 2,200 xp

Avaliação:

Forma de Avaliação: Realidade de postagem + Ações realizadas – 700 xp
Escrita: Gramatica, erros, pontuação, coerência, concordância e etc – 1000 xp
Habilidade condizente com os itens criados – 500 xp
TOTAL: 2,200 xp

Sua escrita é agradável e fluída, sem ser difícil a leitura ou deixa-la cansativa. O processo de criação foi bem descrito e condizente com o que desejava. Parabéns, semideusa.
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Re: ☪ Nightwish ☪

Mensagem por Hefesto em Qua Jun 07, 2017 3:57 pm

Atualizado




SENHOR DAS FORJAS
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Re: ☪ Nightwish ☪

Mensagem por Evie Farrier em Sab Jun 10, 2017 11:05 am


Magic is in the air
deslize a imagem!

Encantando ou sendo encantada?
~~~~


A minha frente estavam livros empilhados da maneira mais organizada possível. A mesa a qual eles estavam apoiados, encontrava-se repleta não apenas com o objeto já mencionado, mas também com folhas cheias de rabiscos e anotações. Eu estava com uma caneca com o logo da SPQR repleta do líquido escuro mais delicioso já processado: café. Enquanto bebericava do meu néctar particular, meus olhos deslizavam atentamente pelas páginas do livro aberto sobre a mesa.

Acho que toda pessoa dotada de magia alcançava esse ponto algum dia. Um momento em que o conhecimento em que se tinha já não era o suficiente para sanar a sede provocada pela curiosidade. Eu queria saber mais, desvendar os mistérios e criar novas coisas. O que eu já sabia, apesar de ser uma contagem relativamente alta, já não era mais o suficiente para conter meu espírito inquieto. Então ali estava eu, em meu laboratório. Estudar, pesquisar e criar. Queria ter tido essa mesma motivação e dedicação quando estava na escola.

Em um papel anotado com minha caligrafia minimamente legível estava o começo daquilo tudo. Conviver com Pandora, uma das maiores feiticeiras dessa geração, me fazia perceber que apesar de sermos “magas”, a magia se manifestava de maneira diferente para nós duas. Assim como sabia que para filhos de Trívia era diferente. Mas se o elemento mágico era comum a todos nós, como e por que se manifestavam de maneira tão divergente uma da outra? Certamente que a base dos feitiços eram as mesmas, já que a palavra verbalizada – ou seja, os encantamentos proferidos – era dotada de um poder forte o suficiente para que modificar ou controlar o ambiente e a natureza.

Então pensei que parte do poder mágico estava ligado a linguagem humana. Chegar nessa conclusão causou um alvoroço em minha mente, instigando aquela necessidade de pesquisar mais sobre isso. Debrucei-me em leituras de filósofos, principalmente figuras como Lev Vygotsky e Piaget. Ambos acreditavam que a linguagem era fundamental para a formação do ser humano como nós o conhecemos, em sua completa complexidade e refém da cultura na qual estava inserido. No fim, aquele pedaço de papel possuía todas as conclusões que eu havia chegado.

Encantamentos, feitiços, a natureza da magia em si era formada pela autossugestão. A linguagem rúnica e o latim, basicamente usadas para entoar ou criar encantamentos e feitiços, é a linguagem mais eficiente para isso até então descoberta. Isso era confirmado por toda a experiência em encantar itens que eu tinha, desde as mais diversas combinações de runas que eu já havia feito para buscar algum tipo de feitiço ou encantamento.

A linguagem reforma o subconsciente humano para que possamos intervir sobre os princípios desse mundo. Sendo assim, diferente do que se acredita, a magia não se trata de aprender apenas sobre os princípios e leis naturais que regem a nossa realidade. Magia trata-se de sondar o coração da humanidade. Seguindo esse princípio, influenciar o mundo através da linguagem é um dos fundamentos da magia.

Magia tem algo similar com a gramática e a sintaxe que ajuda a reformar seu subconsciente do jeito que você quer. Assim, os encantamentos na verdade nada mais são do que palavras chaves para ativar o feitiço guardado no seu subconsciente. É um jogo de associação. Realizar um feitiço ou encantamento sem ter um conhecimento prévio sobre ele aumentará exacerbadamente as chances de falha.

Por isso, ao criar um feitiço ou encantamento, a linguagem usada possui um sentido que apenas eu entenderia. As palavras seriam associadas e gravadas em meu subconsciente, dotadas dos significados empregados por mim para influenciar o mundo ao meu redor.

Foi ao idealizar isso que eu simplesmente precisava testar a hipótese e comprovar todo o meu devaneio. Então o livro aberto a minha frente não tinha nenhum conteúdo filosófico sobre a linguagem ou sobre magia. Ele falava sobre como os telescópios funcionavam. Eu pretendia criar um feitiço ocular que me permitia ter uma visão telescópica, permitindo assim enxergar a grandes distâncias. Eu já imaginava que isso não poderia ser usado em batalhas ou com o corpo muito em movimento. Ao fazer isso com o tipo de visão que desejava apenas provocaria um tremendo borrão a minha frente, impedindo-me de enxergar corretamente. Por isso ao mover um telescópio, os movimentos eram dos mais gentis, afinal a mudança de poucos centímetros da base era proporcionalmente maior para a visão adquirida.

Ampliar a visão de algo nada mais era do que aumentar a sua capacidade de captar a luz do ambiente. Nosso olho possui a retina grande o suficiente apenas para enxergar a uma distância considerável. Quanto mais distante, menos luz vai recebendo e menos detalhes vão sendo percebidos. Porém, quanto mais perto, mais visível é o objeto, tornando possível enxergar os mínimos nuances do item.

Um telescópio era formado por uma combinação de lentes que recolhem muita luz de um objeto distante e traz essa luz, ou imagem no caso, para um ponto ou foco. A ideia básica é a de buscar luz para formar uma imagem brilhante no interior do telescópio e, em seguida, usar algo como uma lupa para ampliar a imagem brilhante para que ela ocupe muito espaço na retina de quem observa.

Anotei todas essas informações para só então rasgar a folha de papel e ir para o meu ninho feito de muitas almofadas. Era o lugar mais confortável em meu laboratório e eu sabia, devido a experiência que eu tinha, de que iria levar um tempo até aperfeiçoar aquele feitiço. Sentada de pernas cruzadas em estilo índio, endireitei minha postura e me preocupei primeiramente em acalmar meu espírito. Em nada adiantaria deixar que minha mente continuasse agitada, sendo que precisaria de concentração para criar algo inteiramente novo.

Minutos se passaram até minha respiração estar regularizada e minha mente mais calma. Peguei mais uma vez o papel idealizando meus objetivos e buscando palavras de significado para mim. Afinal, eu precisaria associar o poder proferido a uma combinação de palavras.

-Videbit!

A palavra em latim escapou de meus lábios, determinada e contendo o meu primeiro fio de esperança. Nada aconteceu a princípio e meus lábios contraíram. Estaria errada em minhas conclusões ou...

-Oh merda!

Minha visão escureceu rapidamente. Minha respiração tornou-se errônea enquanto sentia a minha cabeça latejando cada vez mais forte. A dor atrás de meus olhos começou suavemente, obrigando-me a fechar os olhos. Pelo menos a teoria das palavras associadas no subconsciente a linguagem falada estava certa. Mas merda! Rosnei, concentrei e esperei. Ao abrir os olhos novamente, minha visão turva foi ganhando foco aos poucos.

Engoli em seco, finalmente idealizando o quão perigoso era criar feitiços do nada. Algo de muito errado poderia acontecer e tornar-se permanente. Ao lidar com feitiço ocular, eu poderia acabar ficando cega ou modificando todo o meu modo de ver o mundo, tornando a visão disfuncional. Olhei para minhas mãos sobre minhas pernas, ponderando se deveria mesmo continuar. Porém, aquele lado meu teimoso e até mesmo orgulhoso acabou falando mais alto. Eu era uma criadora, eu já possuía conhecimento e domínio suficiente para ter confiança no que estava fazendo. Se eu hesitasse, magia voltar-se-ia contra mim e me dominaria. Oh, acredite, a força da natureza era estupidamente poderosa.

Uma palavra não era o suficiente para equilibrar minha visão as proporções tão grandes que eu almejava. Massageei meus olhos e busquei a concentração necessária mais uma vez.

-Videbit amplius!

A minha visão escureceu mais rapidamente, porém não deixei que o desespero me domar novamente. Franzi o cenho, mordi meu lábio inferior e procurei enxergar alguma coisa. O foco foi vindo aos poucos, exigindo um esforço tremendo que fazia minha testa suar e os cabelos de minha nuca molharem. Piscava lentamente, com medo de que se forçasse demais as pálpebras, a magia quebraria e deixaria sequelas em meus globos oculares.

A sensação era de que horas haviam passado até conseguir focalizar uma das quinas de minha parede. Eu sabia disso por reconhecer a madeira do piso em conexão com a parede branca. Ofeguei ao ver os detalhes dos entalhes e uma formiga enorme passando como se tivesse metros e mais metros de tamanho. Quando percebi estar ficando agitada demais, fechei os olhos lentamente, desejando que o feitiço tivesse seu fim. Quando as pálpebras se ergueram, lá estava a minha visão natural, um tanto turva até focalizar novamente.

Levantei agitada, derrubando o papel que estava no meu colo em qualquer canto. Corri para fora do laboratório, finalmente fazendo o teste do que eu realmente almejava com aquela visão ampliada. Respirei fundo ao lançar meu olhar para o céu noturno, vislumbrando todo o céu estrelado de Nova Roma. E de pensar que aquele mesmo manto negro com pontos brilhantes era o domínio de uma deusa inflexível como minha mãe. Engoli em seco tentando afastar toda a lamúria que sentia ao relacionar a minha genitora com os acontecimentos ruins das últimas semanas. Aquele era um momento para ser glorioso.

-Videbit amplius.

O feitiço deslizou por minha língua suavemente, mas sem perder a determinação no tom. Minha visão ampliou enormemente em um tempo menor que um segundo, causando uma leve tontura que me fez apoiar a mão na parede de fora do meu laboratório. Por sorte, esse foi o movimento mais sábio que havia feito em toda a noite, pois a visão que eu tive era de fazer qualquer um cair.

Eu via o universo.

Não em uma maneira metafórica ou exagerada. Ali, com aquela visão, eu estava conseguindo ver os corpos celestes como faria se estivesse usando um poderoso telescópio. Meu queixo havia caído inconscientemente, meu coração disparava em júbilo pela visão que eu tinha. Ousei mover um pouco os olhos para o lado, tendo a visão de uma poeira estrelar, como se algum astro brilhante tivesse passado por ali e deixado o seu rastro. Também vi planetas, algo que meu conhecimento baixo de astronomia não me permitia identificar. Desculpe professora Lindsey, eu dormia em suas aulas de ciências.

Fechei os olhos mais uma vez, demorando em permitir que as pálpebras erguessem novamente por sentir a magia ainda circulando através do meu globo ocular. Eu conseguia sentir uma pontada atrás da cabeça, provavelmente ocasionada por todo o esforço e pela grande captação e luz pela qual eu não estava acostumada. Um preço a pagar junto com toda a fadiga provocada pelo uso da magia. Um preço barato pela paisagem que eu havia visto.



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Enchantress!
Arcando com as consequências!



Criação do Feitiço:

Nome: Videbit amplius
Efeito: É um feitiço ocular que permite a visão telescópica. Ao falar o feitiço a visão amplifica enormemente, permitindo que seja vislumbrado detalhes que estão em uma distância extrema. É preferível usar esse feitiço para observar o universo.
Gasto de MP: 70MP por turno ativo.
Extra: Não pode ser usado em batalhas, pois os movimentos constantes impedem a focalização da visão, além de provocar uma enxaqueca instantânea.


Info:
• Ao criar um feitiço o semideus poderá ganhar o equivalente a 1.500 a 2.800 de XP. A depender da magia criada. Sendo que tal valor poderá variar.

• A criação de feitiços é exclusiva para semideuses pertencentes ao grupo de Feiticeiras de Circe, proles de Nyx/Nox, Hécate/Trivia e Perséfone/Prosérpina. Sendo que os mesmos deverão estar no nível quarenta (40) ou mais para estarem aptos a criarem feitiços.


Nível 30
Nome do poder: Bom Magico IV
Descrição: Nyx/Nox sempre foi temida, seus filhos não são diferentes. Como mágicos experientes, conforme se desenvolvem, também adquirem a capacidade de sua mãe, podendo conseguir realizar feitiços mais fortes do que qualquer outro semideus, superando-os de uma maneira impressionante. Seus feitiços são precisos e certeiros, e o semideus com toda certeza se tornou um feiticeiro experiente em magia.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Ganha 40% de força em seus feitiços (em poderes ativos).
Dano: +20% de dano se os feitiços acertarem

Nível 2
Nome do poder: Escritos antigos
Descrição: O semideus é diretamente ligado a línguas demoníacas antigas, bem como ensinamentos bruxos, o latim – de onde provem boa parte dos feitiços – e simbologia. Podendo traduzi-las e entende-las de forma perfeita, também conseguindo falar com perfeição.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Isso permite ao semideus descobrir novos feitiços e poderes, e inclusive executa-los, se for preciso.
Dano: Nenhum




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Re: ☪ Nightwish ☪

Mensagem por Evie Farrier em Seg Jun 12, 2017 10:21 am


Magic is in the air
deslize a imagem!

Encantando ou sendo encantada?
~~~~


Aquele era um dos momentos em que eu tinha uma ideia louca, mas que me perseguia e me obrigava a obedecer o ímpeto de criação. Porém, pela primeira vez, estava criando algo fora do meu laboratório. Não que a minha mansão não fosse um local seguro, mas meu laboratório possuía aquele ar de ser apenas meu para que eu pudesse ter as minhas inseguranças e incertezas.

Porém era impossível colocar uma moto lá dentro. Ainda me perguntava como Pandora havia conseguido invocar a Destruidora em seu laboratório, mas aquela garotinha preguiçosa era um verdadeiro monstro quando se tratava de magia. E sim, isso era um elogio. Então ali estava minha moto Yamaha VMax, um modelo exclusivo e em tom vermelho, parada no meio de meu quintal. Aquele havia sido um dos maiores presentes que já ganhei em toda a minha vida, talvez tendo um valor sentimental a mais por ter vindo de alguém importante para mim.

O fato era que eu almejava fazer um upgrade em meu veículo e, para isso, precisaria fazer em casa ao invés do laboratório apenas pela questão de conforto e logística. Depois de rodear a moto e planejar onde seria entalhada cada runa, retirei de meu bolso minha caneta mágica – Blood Magic – pronta para começar o trabalho.

A primeira runa foi a Kenaz, desenhada bem sobre o centro do tanque. A palavra de poder significava renovação e o meu intuito com ela era de nunca perder a minha moto. Seu material não era especial como os metais que os filhos de Vulcano podiam manipular. Tão resistente quanto um veículo comum, apesar de ter todo o seu lado único. Não planejava pedir que um ferreiro a modificasse, eu gostava dela do jeitinho que era, porém não ignorava o fato de qualquer coisa poderia amassar a lataria, por exemplo. Então aquela runa estaria ali para renová-la sempre que machucada, ferida ou até mesmo destroçada. Sabia que quanto maior fosse o estrago, mais demorado seria a sua renovação.

O segundo desenho foi, na verdade, um talismã de proteção ao objeto. Segundo meus planos, aquela moto seria completamente encantada e, abençoar um item outrora comum com aquele nível de magia, poderia sobrecarrega-lo. Então protege-lo da própria magia era um bom passo a ser feito.  Na lateral esquerda do tanque, ao lado do símbolo da Yamaha, desenhei o principal talismã: o de combinação. Ele permitiria que as próximas runas desenhadas ao seu redor funcionassem em harmonia, sem provocar nenhum conflito entre si.

Feito o talismã, mexi meus ombros para relaxar meus músculos, a posição e a concentração já começando a afetar o meu cérebro e corpo hiperativo. Girei a caneta em minhas mãos, decidindo qual a ordem que faria as runas. A princípio, a runa Fehu parecia uma ótima escolha a ser feita. Desenhei a runa que atraia sucesso no topo do talismã, sua função explicava por si só o motivo de tê-la ali. A runa desenhada no campo a esquerda foi a Raidho, essa provocava a união. Apesar de toda palavra de poder usada em um encantamento fosse fundamental, a Raidho provava-se elementar, sem ela todo o encantamento perderia o seu objetivo. A esquerda foi desenhada a runa do equilíbrio, Gebo; logo abaixo dela a runa Dagaz que provocava mudanças.

Terminada toda a parte artística do encantamento, sentei sobre a moto e respirei fundo. Olhei para o céu claro, contendo um impropério contra mim mesma por não estar fazendo isso a noite. Era quando o véu de minha mãe dominava que eu me tornava mais forte. Irônico, já que minha relação para com ela era praticamente nula, quase negativa. Porém ao pensar no motivo de não estar trabalhando a noite em minhas peripécias mágicas possuía nome e sobrenome, endereço e Netflix. Ri de meus próprios pensamentos, sabendo que Kyra provavelmente estaria me esperando pronta para fazer um monte de nada, apenas curtindo a presença uma da outra.

-Ok, já me distrai demais.

Estalei dedo por dedo antes de pousar minhas mãos sobre o tanque da moto. Era preciso agora deixar que minha concentração aumentasse e energia fluísse ainda mais, sendo direcionada para as palmas de minhas mãos. Aquele era o procedimento mais simples para selar as palavras de poder sobre alguma superfície: cedendo parte de minha energia para que elas obtivessem o seu real poder. Sem esse processo, elas seriam apenas marcas sobre a lataria da moto, sem nenhum real sentido ou função. Quando as marcas feitas por mim minutos antes começaram a brilhar suavemente, eu sabia que elas estavam absorvendo e se fixando. Minutos depois, eu estava ofegante e com a vista levemente turva, um pequeno preço a pagar por tudo aquilo.

Primeira parte concluída, era hora de prosseguir com o ritual. Corri em direção a uma mesinha, onde havia deixado previamente o meu mini-grimório. Algo que havia ganhado a muito tempo atrás e que me permitia criar alguns poucos feitiços, mesmo que no momento tivesse apenas um. Com o livro em mãos, fui para a lateral da moto, ajoelhando sobre a grama para ter uma posição mais confortável. Respirei fundo antes de abrir o pequeno item mágico na página sobre o feitiço, passando a segurá-lo com a mão direita enquanto levava o pulso esquerdo em direção as runas no talismã. Em meu pulso havia uma tatuagem de um pentagrama com a runa Raidho no centro. Ao nivelar as runas de igual significado eu senti um leve formigar em minha pele, como se as palavras de poder estivessem reconhecendo aquela proximidade.

- “Cibum et clavum. Aequalis animae. Cor eius palpitat. Aurantium medietates – comecei a entoar o feitiço que havia criado para fazer parte daquele ritual de invocação - Duo amatores, fratres. Quae duae vires attrahunt. pulchra somnium viventium.”

As runas e o feitiço faziam parte de um ritual que eu havia criado há pouco tempo atrás. Enquanto entoava o canto do feitiço mais uma vez, sentia a minha tatuagem formigar de maneira cada vez mais incomoda. Ao mesmo tempo, a palavra Raidho também passava a brilhar em uma tonalidade azul suave. Estava finalmente vinculando a Destruidora a mim, para que futuramente pudesse invoca-la em campo quando fosse necessário.

Quando teve fim a pele ao redor do pentagrama estava levemente vermelha, o suor escorria pela lateral de meu rosto e nuca. Cai sentada no chão gramado, cansada e com um sorriso vitorioso no lado. Definitivamente a magia exigia um preço, mas sempre valia a pena quando se usava da maneira certa.


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Resultado

Enchantress!
Arcando com as consequências!


Nova descrição da arma


• Destruidora [Uma moto do modelo Yamaha totalmente negra. Foi encantada e modificada, atinge a velocidade de até 320 cavalos e apresenta algumas peculiaridades. A moto foi encantada com magia, logo pode ficar intangível, ou seja, basta pressionar um botão um pouco abaixo do acelerador e ela literalmente vai atravessar materiais sólidos. Sua segunda propriedade é dada pelo segundo botão, esse permite a Yamaha sobrevoar e flutuar livremente pelos ares, nesse estado as rodas da moto recuam, e abaixo de si uma nevoa surge, dificultando aos inimigos a seguirem seu rastro facilmente. Mas, isso não é tudo. Assim que seu portador monta na moto é equipado para ficar tão protegido quanto o restante do veículo, ao colocar os pés no apoiador duas botas circularão suas pernas, no guidão surgem luvas, e isso tudo não é suficiente para completar seu visual. A combinação de botas e luvas se expande, e formam uma roupa protetora ao redor de seu portador, com manoplas nos pulsos e uma couraça para proteger o peito, por ser emborrachada se ajusta perfeitamente ao corpo do piloto da moto, e foi encantada para se tornar intangível com o restante do equipamento, impedindo o piloto de se machucar. Por último, mas menos importante, a frente do veículo foi equipada com um compartimento secreto, dentro dele é possível guardar pequenas coisas de artilharia, como dardos, e lançar em seus inimigos, para isso basta apertar o terceiro botão da moto, o de coloração vermelha.  A moto também possui em sua lataria runas e talismãs inscritos, provocando um encantamento de ligação entre a usuária e o veículo. Esse encantamento permite que a Destruidora seja chamada através de um pequeno ritual de invocação: o sangue do usuário tem de respingar sobre a runa de Raidho selada no corpo, oferecendo um pequeno sacrifício para que a arma apareça a sua frente. | Efeito 1: Intangibilidade; mecanismo de voo e artilharia; Efeito 2: A moto possui o encantamentos que a ligam com Farrier, permitindo que seja invocada pela mesma seguindo o ritual de invocação; Efeito 3: Graças a runa Kenaz a moto se reconstrói depois de danificada, seguindo o princípio de que quanto mais danificada mais tempo leva para recuperar seu status completo | Metal e Borracha| Espaço para uma Gema | Gama | 100% sem danos | Mágico | Criação da Pandora, encantada por Evie. ]

Info:
Itens

Mini Grimorio: Um pequeno livro de couro azul marinho, com o nome do semideus em seu centro, que só se abre ao toque de seu dono. O livro contém páginas em branco, e permite ao dono do grimorio criar dois feitiços únicos e exclusivos – necessita de postagem dentro do laboratório de poções, e da aprovação para que o feitiço seja selado dentro do mini grimorio, junto ao seu efeito – cada vez que o livro for aberto, o feitiço será liberado, seja um ou outro, fica a escolha do semideus. Porém, o feitiço também terá gasto de MP, decidido no momento de sua criação.

Livro para criação de Talismãs e Amuletos: Encadernado em couro branco, repleto de símbolos dourados com dizeres de sorte, aprendizagem e ensinamento. Abre-se ao toque do dono, geralmente o nome do mesmo será gravado em sua capa. O livro contem os ensinamentos, passo a passo para criação, efeitos de amuletos, efeitos de pedra e os rituais da lua, bem como os dias de mau agouro.

Grimorio: Encadernado com couro vermelho, é um livro de feitiços selado, que apenas se abre pelas mãos de seu portador – qualquer outro individuo que conseguir abrir o grimorio, só vera páginas em branco – a capa tem o desenho de um pentagrama de cinco pontas, e é coberto por símbolos. O Nome do portador é gravado na capa. – 1.200 Dracmas

• Blood Magic [Uma caneta aparentemente comum, porém de aparência elegante. Porém essa caneta não funciona com tinta normal, mas apenas com sangue. Para encher o tubo, é preciso encostar a ponta da caneta em um pequeno machucado ou qualquer fonte do sangue a ser usado. Sua grafia varia de acordo com o desejo do dono, podendo ser mais forte e assim usando mais da tinta sangrenta, ou mais fina e delicada. Feita basicamente de arambarium - metal que conduz magia com mais facilidade – e ouro compondo todos os detalhes. | Efeito: Ela tem o efeito de sempre retornar ao dono depois de algum tempo. Foi encantada para criar runas mais duradouras, e com uma intensidade 10% maior do que de uma runa original, além disso, a caneta diminui o gasto de MP em 50%, e da choques em qualquer um que tentar rouba-la. A caneta possui sangue suficiente para a criação de até 10 runas, depois disso precisa ser recarregada novamente. | Arambarium e Ouro | Resistência: Beta | Status: 100%, sem danos | Mágica | Forjado por Leo Valdez e Encantado por Pandora]

Habilidades


Nível 2
Nome do poder: Escritos antigos
Descrição: O semideus é diretamente ligado a línguas demoníacas antigas, bem como ensinamentos bruxos, o latim – de onde provem boa parte dos feitiços – e simbologia. Podendo traduzi-las e entende-las de forma perfeita, também conseguindo falar com perfeição.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Isso permite ao semideus descobrir novos feitiços e poderes, e inclusive executa-los, se for preciso.
Dano: Nenhum

Nível 30
Nome do poder: Bom Magico IV
Descrição: Nyx/Nox sempre foi temida, seus filhos não são diferentes. Como mágicos experientes, conforme se desenvolvem, também adquirem a capacidade de sua mãe, podendo conseguir realizar feitiços mais fortes do que qualquer outro semideus, superando-os de uma maneira impressionante. Seus feitiços são precisos e certeiros, e o semideus com toda certeza se tornou um feiticeiro experiente em magia.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Ganha 40% de força em seus feitiços (em poderes ativos).
Dano: +20% de dano se os feitiços acertarem

Talismas e Runas

Fehu
Posição normal: Atrai Sucesso (dura 3 turnos desde o momento de sua ativação, tem 15% de chances de funcionar).

Raidho
Posição normal: Causa união, geralmente aplicada a grupos de pessoas (dura 3 turnos desde o momento de sua ativação).

Gebo
Posição normal: Equilíbrio (dura 3 turnos desde o momento de sua ativação, tem 15% de chances de funcionar).

Dagaz
Posição normal: Provoca mudanças (Dura um turno ao ser ativada).

Kenaz
Posição normal: Renovação (dura 3 turnos desde o momento de sua ativação).


Talismã Ritualistico de Objetos
Ao encantar objetos é preciso afastar energias, afim de não deixar com que nada influencie na criação do objeto. Tal runa faz com que a propria energia do mago não afete o encantamento do objeto, por mais forte que tal energia seja.

Talismã de Combinação
Através de tal talismã é possível combinar até quatro runas, formando um círculo entre as quatro. Tal talismã deverá ser desenhado no meio das runas, sendo que o mesmo não necessita de ativação.




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Evie Farrier
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