The Blood of Olympus
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Alojamento Feminino

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Mensagem por Narrador Principal em Dom Maio 04, 2014 9:41 pm


Alojamento Feminino
No acampamento jupiter diferente do meio sangue, os semideuses são divididos em coortes, e em vez de chalés possuem alojamentos, são pequenos espaços com beliches, não são tão confortáveis quanto os do acampamento meio sangue, são mais o estilo militar, esse aqui é o alojamento das meninas. Meninos não podem entrar aqui.
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Mensagem por Ethan Burkhoff em Qua Fev 08, 2017 7:34 pm


IF I HAD MET THIS GIRL...

Missão Fixa:
Faxina em Casa -> As Coortes do acampamento devem sempre estar arrumados e limpos. Os semideuses limpam suas "casas" regularmente. Hoje é o seu dia da faxina! Limpe a sua coorte (ou arrume-o da melhor forma possível) e deixe-o apresentável. Como os alojamentos são divididos em masculinos e femininos, aqueles que limparem ambos terão um adicional na recompensa. Locais de Postagem: Coorte que participa Recompensa: 100-150 XP, 150 dracmas para quem limpar apenas o seu alojamento, quem limpar tanto o feminino quanto o masculino terá o adicional de 100 xp e 100  dracmas (Necessário realizar duas postagens, uma no alojamento feminino da coorte e uma no masculino).


Parei em frente a porta do alojamento feminino. Será que realmente não existia ninguém ali? Não podia entrar ali sem permissão, afinal, nem todas as garotas se sentiam confortáveis com a presença de um homem em seu local reservado. Bati na porta três vezes e esperei algum tipo de resposta.

O silêncio serviu como a resposta que eu queria. Abri a porta sem medo, afinal, não encontraria ninguém. A trilha sonora agora pertencia a alguma dessas cantoras da atualidade que são todas trabalhadas no autotune, não me importava mais, já havia escutado a música que queria então qualquer outra que viesse a seguir não me interessaria.

O alojamento feminino era idêntico ao masculino, composto por beliches e pela cômoda com roupas de cama. Talvez, a única diferença, era o tom rosa que enfeitava as paredes dali. Como sabia o que fazer, não perderia tempo. Coloquei o som em cima da primeira mesinha que vi e virei para pegar a vassoura.

- Ué, cadê?


Uma coisa típica sobre mim: esquecimento. Eu ia varrer sem vassoura? Levei a destra de encontro a minha testa, dando um tapa leve enquanto fechava a cara. Retornei a ala masculina para pegar o equipamento esquecido, reaparecendo onde estava em poucos segundos. Coloquei a pá em um canto da parede e dei inicio a varrição.

Diferentemente do quarto ao qual pertencia, aquele tinha bem menos poeira. Provavelmente alguém esteve lá há pouco tempo. A limpeza de pó durou cerca de metade de uma música. Juntei tudo próximo a pá e, com o auxilio da vassoura, coloquei tudo dentro dela. Despejando toda a sujeira em um grande lixeiro que tinha no corredor ao lado de fora.

Como não queria demorar e estava repetindo tudo que tinha feito no alojamento anterior, tratei logo de retirar as roupas de cama dos beliches. Estava na sétima cama quando algo me chamou a atenção, me fazendo parar tudo que estava fazendo. Ao retirar o lençol daquela cama, notei um rasgão vertical no colchão. Não era um rasgão qualquer, era visivelmente intencional. Além disso, no canto superior, era possível notar uma ponta de papel.

Larguei o pano que cobria o lençol no chão, levando as mãos de encontro ao papel. Estava amarelado, o que indicava que era velho. Se eu puxasse, talvez rasgasse.  Tentei abri o rasgão um pouco mais, o suficiente para enfiar a destra lá dentro e segurar no corpo do papel. Retirando-o de lá junto com um pouco de enchimento do estofado.  Sentei na cama ao lado enquanto abria a carta. O texto estava em uma caligrafia perfeita, queria ter a letra daquela pessoa:

"Olá, se você teve acesso a essa carta, é porque não estou mais entre os vivos."



Ler aquilo me fez arrepiar todos os possíveis cabelos que existiam em meu corpo. Eu era um pouco medroso, principalmente quando se tratava em algo relacionado a morte. Balancei a cabeça de um lado para o outro e continuei com a leitura.

"Me chamo Selena, sou filha de Vênus. Ou melhor, era. Decidi escrever para que minha história de amor não morresse junto comigo.  Logo nos meus primeiros dias de acampamento, me apaixonei por um rapaz loiro, musculoso e de olhos azuis. Bem diferente dos outros filhos do mesmo deus.  Levi era um descendente de Marte diferente. Ele não era bruto como seus irmãos. Ele tinha uma pureza, tinha amor.

Foi o primeiro a se oferecer para me ajudar no meu treinamento. Nunca fui boa com armas, mas precisaria aprender. Pois bem, nos encontrávamos todo fim de tarde para treinar. Na nossa segunda semana de ‘treinamento’ já nem ligávamos mais para o motivo que levava a nos encontrarmos. Só queríamos passar um tempo juntos e a sós. Conversávamos dos mais diversos assuntos.

Mais uma semana foi preciso para que ele me pedisse em namoro. Eu já estava completamente entregue a ele, imaginava nosso futuro juntos e não conseguia me imaginar sem aquele sorriso todo dia. Mas, como nem tudo é perfeito, três dias depois ele foi convocado para o campo de batalha. Vários semideuses partiram em uma missão arriscada. Antes de ir, ele me entregou uma flor roxa, rara, de nome: Lilá. Que floresce a noite em uma determinada colina longe daqui.

Eu achava que o primeiro mês de sua ausência seria o mais angustiante, estava enganada. Os seguintes foram piores. Além da angustia no peito de não ter noticias dele, outra angustia crescia em mim. Mas essa, só foi possível descobrir depois de dois meses. Eu carregava o fruto de nosso amor. Mais um mês se passava e nada.

Até que no quinto mês de gestação, escuto um trompete ecoar por todo o acampamento. Três sinais, sabia que significava retorno de guerreiros que saíram em missão. Não me importei com as roupas que usava ou com o peso da criança dentro de mim, saí correndo desesperada para a entrada no acampamento. Trinta e seis combatentes saíram para a batalha. Vinte e sete retornaram. No meio dos mortos, estava o pai do meu bebê.

Dali em diante, meu mundo desmoronou. A criança ficava ainda mais inquieta dentro de mim. Eu não dormia, não parava de chorar, não me alimentava direito. Eu tinha perdido a vontade de viver. Provavelmente daí, você já sabe o que aconteceu. Roubei um frasco de veneno de um filho de Baco e vou virar todo assim que acabar esta carta.

Farei isso longe de onde irei colocá-la, por isso peço que ao encontrá-la, leve para o pretor atual. Também peço desculpas a todos que magoei, mas era o melhor a se fazer. Em breve estaremos juntas ao meu amor.

Eu, Levi e a nossa querida Lilá."



As lágrimas começaram a escorrer logo no começo da carta. Eu já não tinha mais noção de onde estava. Havia entrado de cabeça naquele depoimento ao ponto de mexer com toda minha estrutura. Eu soluçava, corizava, reagia de uma maneira que não tinha controle. Tentava me recompor, mas foi preciso exatamente vinte minutos para que o choro diminuísse.

Eu precisava entregar aquela carta a pretora atual, mas não podia deixar aquilo desorganizado aquela maneira. Redobrei a carta, guardando-a em um dos bolsos da minha calça e levantei o mais rápido que podia.

Continuei a retirar a roupa de cama das camas que faltavam e juntei com as que já haviam sido retiradas, jogando-as juntas no cesto de roupa suja. Abri a gaveta da cômoda metalizada e peguei novas vestimentas pros colchões. Dez minutos se passaram até que todas as camas estivessem forradas e tudo estivesse organizado.

Não conferi duas vezes, ao ver que tudo estava pronto, corri para fora dali, entregaria a carta ainda hoje.


© Haymon Derrier para Lotus Graphics


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Mensagem por Érebus em Qui Fev 09, 2017 2:26 am


Missão Avaliada!

Ethan Burkhoff:

Essa é a segunda parte da sua avaliação, mas a bad bateu feio, eu iria avaliar mais umas coisas hoje, mas depois disso, vou dormir. Eu não tenho comentários a fazer, sua narração estava ótima, só esqueceu de um "r" em uma palavra, procura ai, e sente a badvibe das trevas comigo.

Sua pontuação:

Pontos bônus: 100 Dracmas e 100 XP.
Atualizado por Nyx!


I'm the Fucking Dark Lord
A VIDA É SÓ UM POUCO DE LUZ EM MEIO A ESCURIDÃO
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Mensagem por Romeo Bernocchi em Ter Maio 22, 2018 1:28 pm

Inspeção IV

Respirei fundo e contive a vontade absurda de revirar os olhos quando duas garotas se opuseram à minha entrada no alojamento feminino da quarta coorte. Novamente, algumas legionárias não entendiam que da mesma forma em que centuriãs entravam nos quartos dos meninos, centuriões entravam no das meninas. Era nossa função.

Gastei uns bons minutos para explicar pela enésima vez o motivo pelo qual fazíamos isso. A paciência era uma virtude e eu felizmente a possuía. Do contrário, teria empurrado as garotas e entrado de uma vez por todas. Mas isso era errado. Éramos todos companheiros, membros da Duodécima Legião Fulminata.

Deu. — falei, empregando força na voz. — Deu por hoje. Isso faz parte do meu trabalho. Se vocês quiserem, podem me supervisionar enquanto verifico as coisas. — movi os dedos indicadores e os médios ao dizer a palavra "supervisionar", a fim de driblar as garotas.

Após uma entreolhada, elas assentiram positivamente e saíram da porta do alojamento, abrindo espaço. Um suspiro aliviado escapou pelos meus lábios e eu me impulsionei para dentro, já puxando do bolso o bloquinho de notas e a caneta que sempre carregava.

A ideia de puni-las mais do que deveria surgiu na minha mente quando encontrei o lugar em perfeito estado. Minha consciência, no entanto, não me permitiu fazer isso. Esbocei um sorrisinho, contente pelo grau de organização e limpeza das garotas da quarta coorte, e me virei para elas.

Tudo numa boa. Parabéns. — disse ao começara me dirigir à porta. — Mas eu sugiro que vocês não tentem evitar que um centurião entre aqui. Eu deixei isso passar, mas saibam que eu sou o mais calmo, paciente e gentil. Os outros não são assim. — agora, forcei um sorrisinho e destaquei o único papelzinho do bloco, colando-o na porta amadeira em seguida. Os dizeres eram simples:

"Obstrução.
As legionárias da IV Coorte estão encarregadas pela limpeza da casa de banho pelo resto da semana."

E eu não queria saber. Precisei me concentrar para conter o sorriso maléfico que tentava brotar nos meus lábios enquanto as duas meninas, incrédulas, resmungavam e gritavam. Apressei minhas passadas para me afastar o mais rápido possível; não precisava me estressar mais um pouco com elas.

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Mensagem por Emil Sorensen em Qua Set 19, 2018 12:39 am








Inspeçãomensal


--
Fazer a inspeção sempre é doloroso, ainda mais quando ela é feita no alojamento de sua própria coorte, não mostrar favoritismo era essencial para mim nessa função, não bastava ser honesto, tinha que parecer honesto. Naquela manhã adentrei quase que sorrateiramente no alojamento vazio, aparentemente estava tudo em completa harmonia até que abri um dos armários, uma pilha de roupas entre outras coisas caiu por cima de mim, levando meus sentimentos ao limiar da irritação.

Antes de abrir o lindo armário, revistava cada beliche, todos extremamente bem arrumados, mas sabia que algo estava sendo omitido de mim, essas meninas eram mais inteligentes do que pareciam o problema? Eu não era tão burro quanto elas pensavam.

--Engraçado, querendo esconder a sujeira logo de mim-- suspirei pegando uma caneta e escrevendo palavras de carinho para as meninas, elas mereciam, não é?

''Por obséquio, as roupas devem ser dobradas e lavadas, o alojamento feminino estará responsável pela limpeza de toda a coorte pelo período de 1 semana.''

Escrevi sobre o espelho do armário, logo após me retirando do local e dando por encerrada a vistoria do dia, desapontado porém não surpreso. A realidade era que minha coorte ainda era rebelde, aos poucos eu teria que resolver esse ímpeto deles pois necessitava de pessoas confiáveis ao meu lado, naquele momento eles não chegavam nem perto disso,
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Mensagem por Brandon Handler em Sex Out 26, 2018 9:28 pm




Uma coisa sobre meninas. Elas não são tão limpas quanto nos fazem acreditar. Sério. A primeira coisa que eu notei ao chegar ao alojamento feminino foi a quantidade de coisinhas jogadas sobre as camas. –Você tem certeza que eu preciso fazer isso?- perguntei em direção a porta, local em que Charles se posicionava. Ele se negara a entrar, mesmo quando dissera que as meninas haviam dado permissão para que eu entrasse. Uma confissão. Eu nunca antes havia entrado no quarto de uma menina. Meninas eram estranhas e tinham coisas demais. Coisas que eu não entendia e que me deixavam confuso demais. Mas em compensação, o alojamento delas não tinha nenhum pozinho. Alívio era o nome da emoção que veio com tudo quando eu notei que pelo menos naquele momento eu me livrara daquele pano molhado.

–Mas o que diabos é isso? – me perguntei ao ver uma caixinha cheia de saquinhos em cima da cama. Curiosidade é um bichinho estranho sabe? Eu juro que não queria fazer o que fiz em seguida, mas foi inevitável. Olhando para a porta para verificar se Charles estava me vigiando, comecei a assobiar como forma de distração antes de pegar um dos pacotinhos dentro da caixinha e abri-lo. –Pra que elas precisam de um band aid tão grande? Que coisa mais estranha- anunciei enrolando o band aid e colocando de volta na caixinha.  Não queria ninguém dizendo por aí que eu havia fuçado em coisas que não deveria. Juntando todos os pertences que haviam na cama, coloquei dentro da caixa de madeira que ficava ao lado da cama.

Havia tanta maquiagem ali, que a menina que ocupava aquela cama provavelmente ganharia em um concurso de quem tem mais produto pra esconder os defeitinhos do rosto. Passando de cama em cama, fui juntando os produtos de cada uma das meninas e guardando nas caixas que pertenciam a cada uma. Aquela era uma tarefa simples, principalmente considerando que o que se seguiria seria a troca de lençóis. Mesmo sujos, eu podia dizer com certeza que os lençóis das meninas eram bem mais cheirosos do que os dos meninos. Uma coisa sobre lençóis. Tira-los é uma das coisas mais fáceis do mundo. Coloca-los? É tipo um quebra cabeça indecifrável onde quando você coloca uma ponta, a outra se solta como em um passe de mágica.

Lutando com os lençóis, levei bem mais tempo para poder coloca-los que eu pensava ser possível. Mas ainda assim, como não havia obtido nenhuma reclamação vindo de meu vigia, era como se eu ainda estivesse no tempo exato. –Handler, vai demorar muito? As meninas estão querendo voltar- perguntou Charles da porta, franzindo o cenho ao ver em que eu trabalhava. –Cara, você acha que é fácil? Ainda faltam duas camas e eu nem terminei essa daqui ainda- resmunguei em resposta, após bufar ao ver mais uma ponta se soltar. Eu sabia que não devia me irritar com aquelas coisas, mas era praticamente impossível. Assim que terminei a última cama, segui em direção a porta com o saco de roupa suja nas mãos.  –Vamos, nosso centurião tem mais algumas atividades pra você- e com essas palavras, fui guiado em direção a minha próxima atividade do dia.
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Mensagem por Zeus em Sab Out 27, 2018 12:45 pm


Avaliação


Método de Avaliação:
Realidade de postagem + Ações realizadas – 40%
Escrita: Gramatica, erros, pontuação, coerência, concordância e etc – 40%
Habilidade condizente com os itens criados – 20%
TOTAL: 150 xp

Realidade de postagem + Ações realizadas – 40%
Escrita: Gramatica, erros, pontuação, coerência, concordância e etc – 40%
Criatividade e outras considerações – 20%
TOTAL: 150 XP

comentário:
Eu também me assustaria se tivesse que lidar com absorventes, em verdade eles nunca são um bom sinal.




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Mensagem por Maxwell Wittelsbach em Qui Dez 20, 2018 10:56 pm

wittelsbach siblings
cause he is the fury of death and she is the lightning bolt
Maxwell cruzou a pequena distância que separava as duas coortes, quarta e quinta, sem se preocupar com os olhos curiosos sobre si. Sabia que sua aparência estava deveras exótica, principalmente por conta do lápis de olho e delineador borrados em seus olhos, por conta do suor excessivo após a prática de treinamentos. Gostava, por vezes, de usar aqueles dois itens porque achava que realçavam o contorno felino de seus olhos, sem dar a mínima foda para o que as pessoas pensavam sobre um homem usando maquiagem; ele não ligava para o que nenhuma delas pensava, no geral, afinal.  

Vestira-se todo de preto e seus brincos adornavam as orelhas, bem como o piercing que usava no lábio. Sabia muito bem que aquele tipo de vestuário o deixava com uma presença mais agressiva, e era justamente por isso que optava por lutar com aquela aparência. Odiava que achassem seu rosto delicado demais para umas porradas, porque ele em si não tinha nada de frágil. Poderia matar com um movimento de mãos, e sequer sentiria algum remorso.

Rumou a passos tranquilos para a coorte de sua irmã de criação, Cheryl, sem preocupar-se em ser interceptado por algum centurião em um alojamento que não fosse o seu. Ainda por cima, dirigiu-se automaticamente à ala de dormitórios femininos, procurando pelas curvas esguias e marcantes da filha de Júpiter. Ignorou, como sempre, todos os olhares que dispensavam sobre sua figura, os olhos negros apenas procurando pelo rosto conhecido.  

Mantinha as mãos para trás do corpo, juntas, quando avistou a prima-irmã jogada em sua cama.  

Parece que alguém se tornou uma preguiçosa de primeira — deixou que sua voz profunda (embora não tanto quanto a do rapaz atraente que conhecera outro dia, no templo de Plutão) ressoasse pelo ambiente, enquanto paulatinamente aproximava-se do móvel sobre o qual o corpo da mulher deitava-se. — Não é, Cheryl?
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Mensagem por Cheryl Wittelsbach em Sex Dez 21, 2018 1:38 pm

FINGE QUE TEM UM TÍTULO LEGAL, SE NÃO QUISER, PROBLEMA SEU.
I'm a motherfucking woman, baby, alright, i don't need a man to be holding me too tight

Cheryl estava sonhando que matava vários machos durante uma de suas missões. Ela se deleitava na agonia deles enquanto apenas conseguia sentir o êxtase e a paz consequente daquilo. A filha de Júpiter terminava de degolar um dos machos quando foi subitamente acordada por uma voz grave de um homem ao lado de sua cama. Se ela não tivesse percebido quem era teria matado ele logo de início, porém ela não iria perder a chance de ferrar com ele.

De forma rápida ambas as mãos começaram a agir quando seus olhos finalmente tinham terminado de abrir, graças aos treinamentos que teve durante toda a sua vida ela conseguia ser rápida e fatal, caso quisesse. A sua canhota foi na direção do colarinho do menino, puxando-o para baixo, deixando seus rostos praticamente colados, a destra pegou a faca no criado mudo e foi em direção ao pescoço de Max, fazendo um ardido corte no local, nada que fosse o matar, apenas um pequeno machucado que escorreria um pouco de sangue.

— Garoto, da próxima vez você pode ter certeza de que eu vou cortar o seu pinto fora, beleza?

Ela jogou a faca de volta no criado mudo se sentando na cama logo em seguida. Pegou o seu lacinho que estava ali também e amarrou o cabelo em um perfeito rabo de cavalo. Ela suspirou fundo olhando o garoto com todo o ódio que possuía por homens na sua vida, ele era um dos únicos que ela conseguia suportar e mesmo implicando horrores com ele, o amava como um irmão.

— Sério, Maxwell, da próxima vez que me acordar, eu juro que eu faço da sua vida um verdadeiro inferno. Depois de te matar vou assar o seu corpo e comer ele no almoço.

(C) Ross


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Mensagem por Maxwell Wittelsbach em Sex Dez 21, 2018 9:54 pm

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Maxwell sequer surpreendeu-se pela reação da irmã de criação. Um sorriso cínico formou-se em seu rosto, esticando os lábios finos ao sentir o beijo gélido da faca de Cheryl, extraindo-lhe um filete de sangue irrelevante que bordou sua pele pálida de um tom rubro intenso. Não doeu; ou, se doeu, Max estava imune àquela sensação — se tornara assim com o passar do tempo. Retomou a postura assim que seu colarinho foi solto pela mão agressiva da filha de Júpiter, sentando-se na beirada de sua cama sem nem pedir permissão. Eles não precisavam, afinal. Entre tapas e xingamentos, sabiam que eram pessoas únicas um ao outro pelo simples fato de não terem se matado diante de tantas oportunidades.  

Inútil, Cheryl — respondeu-a de imediato, o tom de voz carregado de um timbre entediado, como se as palavras ameaçadoras da prima-irmã não surtissem efeito em si. Afinal, eles eram daquele jeito: sempre enchendo o saco um do outro, como cão e gato. — Você sabe que meu pau é de ferro — levou a mão ao próprio membro, mexendo nele e o ajeitando dentro das calças, sem a menor gota de pudor correndo em suas veias. — Além do que... Você não quer acabar com a diversão do seu irmão, não é? Como vou foder pessoas por aí sem meu pau? — inclinou a cabeça num falso gesto de tristeza e preocupação.  

Maxwell olhou ao redor, os olhos negros perscrutando as faces dos companheiros de coorte de Cheryl. Não gostava de rostos novos por simplesmente serem novos — o filho de Plutão não conseguia confiar em nenhum deles. Era por esse motivo que, naquele momento, agradecia por sua insônia frequente: era sempre o último a adormecer na quinta coorte, e, quando o fazia, despertava pelo menos dez vezes durante a noite, até que chegasse o momento em que suas pálpebras não conseguiriam mais ficar fechadas sobre os olhos.

Como você consegue dormir assim, hum? — perguntou, voltando seu olhar para a semideusa deitada sobre a cama. — Com todas essas pessoas aqui... Acordadas... Podendo passar uma faca nesse seu pescocinho charmoso?
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