The Blood of Olympus
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Teste de Centurião para Guilherme - Adoradoras de Baco

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Teste de Centurião para Guilherme - Adoradoras de Baco

Mensagem por Athena em Sab Jan 28, 2017 3:04 pm


As adoradoras de Baco

Todos os anos durante alguns meses elas voltam, elas sempre voltam pra causar algazarra, não é bom tê-las por perto. São como meninas, dançam e cantam, enquanto causam o terror por onde passam. Só respeitam uma pessoa no mundo, ou melhor, um deus, aquele que idolatram, aquele que seguem, e aquele que por dias passam a festejar, Baco As Mênades não são gentis, são cruéis e derramam sangue, e quando chegam novamente a floresta está claro que vão causar confusão. Naquela manhã Luta fora avisada de sua presença, ficando a par de que elas andaram assustando os habitantes do acampamento, as Ninfas do bosque, e devorando criaturas, incendiando arvores. Na ultima vez que estiveram no acampamento meio sangue Leo Valdez dera um jeito nelas, mas Baco não era crédulo que o garoto conseguiria o feito uma segunda vez, apenas a menção do nome o fazia estremecer todo. Agora, as seguidoras do deus do vinho resolveram atormentar o acampamento romano com sua graça (nada gentil), destruindo parte da floresta, atormentando e se alimentando de seus habitantes.
Regras e Instruções:


-Sobre Mênades: São Ninfas seguidoras de Baco passam dias festejando em homenagem a ele, porém, de um jeito cruel.  Durante o culto, dançavam de uma maneira muito livre e lasciva, em total concordância com as forças mais primitivas da natureza. Os mistérios que envolviam o deus provocavam nelas um estado de êxtase absoluto, entregando-se a desmedida violência, derramamento de sangue, sexo, embriaguez e autoflagelação. Normalmente eram representadas vestidas com uma pele de veado, com uma grinalda de hera e empunhando um tirso (bastão envolto em ramos de videira).

-Essas criaturas acabam voltando uma vez por ano no acampamento, geralmente perto do natal, se infiltram na floresta e causam terror a tudo e todos, obviamente estão procurando por Baco, instigadas pelo poder do Deus.

-Elas não são bem vindas, portando, devem ser expulsas e banidas do acampamento cada vez que acontece, Leo Vadez conseguiu uma vez – No passado – com a ajuda de Piper e Jason. Agora desistiram do meio sangue, e encontraram no Jupiter um local para atormentar.

-Dessa vez você foi escalada para banir as criaturas do acampamento, pode levar contigo dois NPC’s, mas ao menos um deve retornar ferido. Lembre-se que não é exatamente uma missão fácil, elas são completamente loucas, sem respeito, e carnívoras.

-Você tem 10 dias a partir da data de hoje para realizar a missão

-Mínimo de 45 linhas e sabemos que pode fazer mais do que isso. Não use templates berrantes, ou fonte menor que o tamanho 12.

-Duvidas Mp. Boa sorte.
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Athena
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Re: Teste de Centurião para Guilherme - Adoradoras de Baco

Mensagem por Guilherme R. Mckinnon em Qui Fev 02, 2017 9:15 pm



Pela Legião

A frente de outros dois meio sangues a prole de Marte se encontrava. O nervosismo era demonstrado em sua respiração, seus olhos azuis como o mar refletiam a seriedade dos acontecimentos. As adoradoras de Baco haviam invadido o acampamento Júpiter e o sangue de campistas começou a se espalhar. Pouco a pouco mais campistas morriam, assustando a população. O senado sentindo-se ameaçado com a situação, ordenou não só o selamento da cidade, como um levante a toda a legião. As ordens eram simples: as coortes deviam proteger a população; e um pequeno grupo de até três campistas devia ser enviado para a floresta para erradicar a ameaça.

A noite caía e a lua cheia iluminava o portão Pretoriano. A sua frente um pequeno grupo de semideuses se encontrava vestido para o combate, suas ordens eram seriam simples mas sua missão não. Sua tarefa era erradicar a ameaça das adoradoras de Baco, e dado o cargo de liderança a prole de Marte, que teria de capturar junto a uma prole de Terror, e um legado de Vênus e de Ceres.
Luca a legado, puxara a beleza de sua avó, possuía cabelos e pele, ambos negros, seus olhos eram verdes, algo muito belo, ela era uns 15 cm mais baixa que Guilherme, 170 de altura mais ou menos, carregava consigo uma grande mochila, e duas gládios.
Mattew sobrinho de Guilherme , ou mais ou menos, este possuía olhos e cabelos negros, alto, porte atlético, mais velho que os outros dois, carregava uma espada, e uma lança, carregava uma mochila media repleta de itens.


Todos os três se encontravam nervosos demonstrando certos tipos de tique. Guilherme girava seu machado incessantemente em torno de suas mãos; o filho de Terror estralava seus dedos continuamente; e a legado parecia se manter segura com a situação, não esboçava emoção. Logo o líder da equipe se interpôs tentando demonstrar força. — Somos filhos de deuses, somos filhos de Roma, essas Ninfas não nos deterão, iremos proteger o que precisa ser protegido e mata-las se for preciso, ouviram legionários? Por Júpiter!! — berrou o semideus de marte demonstrando confiança. Os outros dois em uníssono responderam. — Por Júpiter!!!

Marcharam juntos repassando a missão, a prioridade seria derrota-las não importava como. A cada passo para dentro do bosque mais alto, o som da algazarra se tornava mais alto, se viam copos descartáveis, garrafas de whisky entre outras bebidas por toda a trilha por entre as arvores. O semideus da primeira coorte, Guilherme, mantinha seu machado em seu punho de ferro, enquanto seu escudo se encontrava a frente do corpo amarrado em seu braço esquerdo. Seus olhos estreitos pela luz que derivava do centro da floresta ofuscava com seu brilho intenso os jovens legionários que buscavam esconder-se atrás das arvores, mantinham sua presença oculta e escondiam seus rastros para que nada os revelasse. Todos os três abaixaram-se atrás de um velho tronco caído, tinham uma bela visão da clareira onde as ninfas se encontravam.

De uma velha clareira esquecida a uma festa gigantesca, se viam centenas de mesas repletas dos mais variados tipos de bebidas, doces e salgados, a cada arvore um retrato de Baco na maioria em cenas constrangedoras, balões cobriam a grama e havia luz, muita luz sem fonte, mas havia como se milhares de globos de discotecas estivessem ali, tocava Indie Rock no volume máximo, o som vinha de duas grandes caixas do tamanho da casa da tia louca de alguém.

Um plano simples lhe foi proposto por Matthew, o filho de Terror tinha algo que o levava a simplicidade, fora considerado o melhor estrategista da legião, o plano seria dividir e conquistar. Atrai-las aos poucos para fora da clareira e embosca-las.
— Luca você cuida das armadilhas, vá para o lado leste e nos aguarde com algo que as detenha, Mattew você fica comigo, iremos atrailas para Luca. — orientou Guilherme.
— Sim senhor. — sussurrou Luca.
— Podemos usar da bebida que trouxe para atrai-las, o que o senhor acha ? — Sugeriu Mattew com confiança. O líder da equipe assentiu aceitado a ideia de Mattew
no silêncio da noite, as capturar e banir. A missão de Luca, a garota da equipe, o Legado de Vênus e Ceres, ela devia preparar armadilhas por todo o perímetro do bosque. Enquanto isso, Mattew e Guilherme deviam encontrar um modo de atrai-las para tais armadilhas.

A Prole de Terror Pânico, Mattew, retirou de sua mochila um garrafão de vinho tinto, a o qual o esse o usaria como isca. Guilherme o escoltaria para que nada atrapalhasse o plano.

Mattew não se encontrava em sua primeira missão, mas sabia o perigo que esta trazia. O garoto tinha seus 18 anos, possuía porte atlético e um olhar sombrio, seus olhos negros estavam bem abertos para a situação. Sabia o que podia acontecer, sabia que as ninfas eram loucas e poderiam usar disso contra sua equipe. O mesmo carregava sua lança em nas costas e em sua mão o garrafão de vinho, este se fez de embriagado aproximando-se da entrada da clareira. Suas mãos tremulas seguravam a garrafa enquanto o mesmo cambaleava e berrava insanamente atraindo a atenção das ninfas. — Ei Venham tenho mais bebida, Vamos dançar gatinhas—, três delas conseguiram escutar a voz do garoto em meio, a musica alta que tocava no lugar, para ser exato as outras quinze apenas não o escutaram, elas o cercaram dançando a sua volta. O mesmo berrava e as chamava de belas tentando engana-las e, pouco a pouco, estas pareciam depositar cada vez mais sua atenção a o rapaz que pouco a pouco lentamente, passo a passo, as levava para o interior da floresta.
— Belo semideus, venha torne-se nosso servo, podemos lhe apresentar aos maiores prazeres do mundo. — tentavam as ninfas conquistar o Filho de Terror.
Guilherme observava Mattew sobre a cabeça do mesmo, o filho de Marte pulava entre as copas das arvores do bosque, mantinha-se pronto para ataca-las quando necessário. Foi quando em um salto mal sucedido quebrou um galho que, em um estralo seco, caiu sobre o chão alarmando as seguidoras de Baco. De belas garotas transformaram-se em loucas por sangue, seus olhos tornaram se esferas brancas de puro ódio, estavam mais rápidas, uma delas se encontrava de quatro e se locomovendo como um animal selvagem. As três saltaram juntas sobre o rapaz sacando seus bastões sacados de seu repouso em bainhas de couro grosso amarrados nas cinturas das menades, a prole de Terror estava perdida, o garoto fora acertado na cabeça caindo sobre o barro úmido do local. Guilherme saltou do auto da arvore para proteger seu parceiro de equipe.

O garoto sacou se machado o segurando firme, seus olhos possuíam chamas avermelhadas e seu corpo um brilho. A aura furiosa de Guilherme veio à tona, seu braço mecânico parecia reluzir a luz da lua e em um berro alto este avançou contra as ninfas. Inicialmente as três avançaram sobre este lhe desferindo ataques ágeis e poderosos, golpes em guilhotina, desciam do lado do corpo e eram desferidos,no seu escudo de ouro imperial, que com o brilho do luar reluziu ofuscando as ninfas. que Elas recuaram três passos, Guilherme sobre elas avançou derrubando uma das três. Usando de seu machado e seu peso corporal, estas conseguiram se levantar, e atacar novamente, uma destas desarmou a prole de Marte enquanto este ainda tentava se levantar do barro molhado, enfurecido o semideus evocou seus pecados gêmeos, duas lamina de 60 cm, belas gládios, estas então foram direcionadas as menades, Guilherme parecia dançar com as laminas, se locomovia com agilidade, as ninfas conseguiam desviar de seus golpes porem uma delas foi lenta, o semideus a acertou com o cabo de sua lamina na testa, enquanto ela tentava o agarrar por trás, caindo desacordada, mas de alguma forma em segundo se levantou.

Luca, que ainda aguardava seus amigos, quando se encontrou atônita quando escutou os berros enfurecidos de seu líder. A garota logo retrocedeu seus passos até avistar o duelo desigual. Guilherme se encontrava ao chão, sobre uma das ninfas, e Mattew ainda desacordado balbuciava algumas palavras sem nexo. A neta de Ceres logo se aproximou com rapidez, avocando invocando um caixão de árvore para a ninfa que era sobreposta pela prole de Marte, e pouco a pouco a mesma era coberta por pedaços de cascas de arvore. Mas Luca não parou por ai e evocou o visgo do diabo. Vários tentáculos negros agarravam as pernas das outras duas que ainda se mantinham em pé. Guilherme assustado, pulou para o lado e agarrou Mattew, saindo do alcance dos tentáculos que só sobreviveriam no escuro daquela noite.

Já presas as três ninfas seriam usadas como isca, grandes correntes foram retiradas das três mochilas, de alguma forma todos sabiam que teriam que prende-las alguma hora, estás foram amarradas com a corrente trazida por Luca na base de três pinheiros. Mattew que recobrara sua consciência, estava com um grande corte na cabeça e alguns arranhões pelo rosto. Ele seria colocado na guarda das três, Luca armaria as armadilhas e Guilherme combateria uma a uma se necessário. Este já sentindo o que estava por vir, logo evocou dois de seus esqueletos para ajudarem na captura das ninfas, os esqueletos levantaram pouco a pouco do chão abaixo dos pés do grupo. Seres pálidos feitos de ossos, vestiam velhos trapos de guerra ainda manchados de sangue, portavam espadas e não possuíam globos oculares, Guilherme ainda assim não entedia como estes enxergavam, após anos os evocando ainda não fazia sentido.

Luca pulou para lado no susto caindo sobre os braços de Mattew que sorriu com a reação da garota. Todos os três sorriram então, sem saber o motivo apenas riram, Guilherme deduziu que pelo estresse de sua equipe qualquer coisa era engraçada naquele momento, todos então se preparam para atrair agora todas as outras 15 ninfas Os esqueletos foram enfeitados para a festa, Guilherme havia coletado itens como perucas, fitas de crepom entre outros matérias que se encontravam pelo chão, provavelmente deixados pelas seguidoras de baco, os esqueletos avançaram em direção a festa e mas não foram recebidos bem, logo ao adentrarem na clareira foram vistos como o que eram distração, as ninfas que já haviam sentido falta de suas companheiras raptadas avançaram sobre estes o tornando em pilhas de ossos.

Enquanto os esqueletos estavam tentando sobreviver as ninfas, Guilherme, Mattew e Luca armavam redes sobre as arvores onde as ménades capturadas se encontravam presas. Todas as três desacordadas, as outras quinze logo adentraram no campo de visão dos legionários que as surpreenderam queimando as arvores a volta destas, Luca Havia Trazido grandes quantidades de álcool, e grande gama de outros itens combustíveis, como gasolina. A rede solta das arvores, caindo sobre as ninfas e sobre o fogo, esta então queimou soltando a maioria das menades, algumas presas pelos balaços e contrapesos da rede se mantinham presas sobre o chão.

Guilherme avançou sobre três das sete que sobraram. Este avançou levando seu machado de encontro aos bastões das ninfas os partindo. Em um movimento lançou seu corpo contra as três fazendo as recuar, estas furiosas, viram o vacilo, o garoto escorregou que o fez o torcer o pé. Com suas estacas que sobraram de seus bastões, as menades perfuravam, e rasgavam a pele de Guilherme, o garoto se encontrava deitado ao chão. Com aquela distração, Mattew criara uma ilusão de Baco e, para manter a realidade da ilusão, Luca criou parreiras aos pés do falso deus. As ninfas apaixonadas por seu patrono vibraram, enquanto as chamas das arvores queimavam o ar, o deus falso fechou o semblante a suas seguidoras que em segundos se encontravam cercadas por ilusões. Quando por si deram-se perceberam, estavam presas e acorrentadas umas as outras, as correntes de antes haviam sido uteis como dizia Vênus, e melhor trazer e não precisar do que não trazer e precisar. Guilherme estava quase desacordado ao chão, as ninfas haviam o ferido muito mas seu plano havia dado efeito, e todas foram presas

Mattew colocou seu líder sobre as costas, enquanto este ainda dava ordens  o dizendo o que fazer. Eles ainda teriam que leva-las para o acampamento.

Luca então correra a frente de seus amigos em direção a cidade, onde consigo trouxe a cavalaria, metade da legião fora disposta para a escolta das ninfas até o acampamento, soldados de todas as coortes marchavam pelo bosque até onde as ninfas se encontravam presas, não ouve festa, ouve apenas uma marcha silenciosa pelos caminhos tortuosos da trilha do bosque, vidas haviam sido perdidas, por mero descuido.

Poucos segundos após se viam quadrigas, feita de madeira vermelha e totalmente entelhada com os brasões de Marte, a sua frente quatro, grandes cavalos negros marchavam juntos puxando as jaulas de ferro negro, trazendo as para o acampamento todas as ninfas foram presas e seriam reenviadas para onde não deviam ter saído e a frente da comoção estavam Mattew e  Luca carregando Guilherme sobre suas costas, rumo a um dia de paz.






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Re: Teste de Centurião para Guilherme - Adoradoras de Baco

Mensagem por Vênus em Sex Fev 03, 2017 10:31 am


Resultado

Guilherme, acredito que seus erros tenham melhorado muito desde sua última avaliação, lida por mim também, e por outros dois deuses, mesmo que eu não tenha contribuído na escrita dela para lhe dar um retorno. Seus erros de português diminuíram, mas ainda não estão gradativos o suficiente, você repete muitas palavras, e eu posso citar vários trechos do seu texto em que isso acontece. Vou deixar um exemplo abaixo, apenas para que você entenda.

Luca a legado, puxara a beleza de sua avó, possuía cabelos e pele, ambos negros, seus olhos eram verdes, algo muito belo, ela era uns 15 cm mais baixa que Guilherme, 170 de altura mais ou menos, carregava consigo uma grande mochila, e duas gládios. Mattew sobrinho de Guilherme , ou mais ou menos, este possuía olhos e cabelos negros, alto, porte atlético, mais velho que os outros dois, carregava uma espada, e uma lança, carregava uma mochila media repleta de itens.

A palavra carregava aparece pelo menos 3 vezes em um trecho pequeno, sendo repetida duas vezes em uma mesma linha inclusive. Substituir tais palavras pode tornar seu texto mais agradável, menos repetitivo.

A palavra carregar tem inúmeros sinônimos, observe: portar, trazer, deslocar, levar, transportar, conduzir. E alguns outros que não me lembrarei de cabeça.
Outras observações a considerar, em relação a missão desenvolvida:

A missão tratava das mênades, seguidoras de Dionísio/Baco, correto? Essas criaturas não são comuns, elas são abençoadas por um deus, e mesmo Dionisio tem certo receio delas, não exatamente por teme-las, mas evita-las por considera-las irritantes. Elas são mais fortes do que a maioria dos monstros da mitologia, incluindo o próprio Drakon, seus dentes são capazes de romper praticamente tudo, e em questão de segundos. Elas não pensam, são lunáticas, e não abrem brechas para conversas, se não forem convencidas ou enganadas, elas só se importam com duas coisas na vida: Dionísio, e as festas de Dionísio. Observei algumas coisas no seu texto que falhariam em sua missão de forma desastrosa.

A primeira delas, a forma que você usou para prender as mênades. Correntes, caixões de madeira, e coisas semelhantes não surtiriam efeito algum contra elas, elas romperiam tais armamentos com uma destreza impressionante. Posso ressaltar isso com o trecho do livro de Riordam abaixo, onde Leo Valdez – também citado anteriormente em sua missão – desenvolve algo único para conseguir detê-las e sem machuca-las.
Trecho:

Ela batia contra as barras de tecido, mas até mesmo sua superforça não era páreo para o material dourado. As outras mênades sibilavam, gritavam e acertavam as laterais da gaiola com seus bastões de tirso.
Leo pulou para o chão.
― Esta é minha festa agora, senhoritas. Esta jaula é feita de rede hefestiana, uma pequena fórmula que meu pai inventou. Talvez vocês tenham ouvido a história. Ele pegou sua esposa Afrodite o traindo com Ares, então Hefesto jogou uma rede dourada sobre eles e os colocou em exposição. Eles ficaram presos até que meu pai decidisse que eles podiam sair. Essa rede aqui? É feita do mesmo material. Se dois deuses não foram capazes de escapar dela, vocês não tem a menor chance.
Leo esperava seriamente que ele estivesse certo sobre isso. As mênades inquietas enfureciam-se em sua prisão, subindo umas nas outras e tentando rasgar a malha sem nenhum sucesso.
Piper desceu as escadas e se juntou a ele.
― Leo, você é incrível.
Valdez só conseguiu prender as Mênades devido ao material de Hefesto, então creio que suas correntes, e cascas de arvores, e até mesmo o visgo, não seriam efetivos contra elas. Porque? A força delas se sobressai a de qualquer monstro, e a dentição – presas e garras – poderiam destruir o material facilmente. Para que tenda melhor, observe um segundo trecho sobre elas, onde claramente elas se mostram superiores a outras criaturas.
Trecho 2:

O drakon era mais ou menos do tamanho de um vagão de metrô. Ele não possuía asas, mas sua boca era cheia de dentes cortantes. Chamas saiam de suas narinas.
Escamas prateadas cobriam seu corpo como uma malha metálica polida. Quando o drakon viu as ninfas, ele rugiu novamente e cuspiu chamas em direção ao céu.
As garotas não pareceram notar. Elas continuaram dando cambalhotas, rindo e empurrando umas em cima das outras de brincadeira.
― Nós temos que ajudá-las ― Piper sussurrou. ― Elas serão mortas!
― Espere aí ― Leo disse.
― Leo ― Jason censurou. ― Nós somos heróis. Não podemos deixar essas garotas inocentes...
― Relaxa! ― Leo insistiu.
Algo naquelas garotas o incomodava – uma história que ele só lembrava pela metade. Como conselheiro do chalé de Hefesto, Leo fez com que ler sobre itens mágicos se tornasse uma atividade sua, para no caso de ele precisar construí-los algum dia. Ele tinha certeza que já tinha lido alguma coisa sobre mastros de pinha envolvidos com cobras.
― Observe.
Finalmente, uma das garotas notou o drakon. Ela gritou de alegria como se tivesse encontrando um cachorrinho fofo. Ela pulou em direção ao monstro e as outras garotas a seguiram, cantando e rindo, o que pareceu deixar o drakon confuso. Ele provavelmente não estava acostumado com sua presa parecendo tão alegre.
Uma ninfa em um vestido vermelho sangue deu uma cambalhota e foi parar na frente do drakon.
― Você é Dioniso? ― ela perguntou esperançosa.
Isso parecia ser uma questão estúpida. Verdade, Leo nunca vira Dioniso antes, mas ele tinha certeza que o deus do vinho não era um drakon cuspidor de fogo.
O monstro soprou fogo no pé da garota. Ela simplesmente dançou no mesmo lugar. O drakon avançou e pegou o braço da menina com sua mandíbula. Leo estremeceu certo de que a ninfa ia ter o braço amputado bem na sua frente, mas ela arrancou o braço da boca do monstro junto com vários dentes quebrados do drakon. Seu braço estava perfeitamente bem. O drakon fez um som algo entre um rosnado e um ganido.
― Malcriado ― a garota ralhou. Ela se virou para as suas amigas animadas. ― Não é Dioniso! Ele precisa se juntar a nossa festa!
As ninfas gritaram alegres e cercaram o monstro.
Piper prendeu o fôlego.
― O que elas estão... ai, deuses. Não!
Leo não costumava sentir pena de monstros, mas o que aconteceu em seguida foi horrível de verdade. As garotas se jogaram em cima do drakon. Suas risadas alegres se transformando em rosnados cruéis. Elas atacaram com seus mastros de pinha, com unhas que se tornaram garras longas e brancas, e com dentes que se alongaram até parecem presas de lobo.
O monstro cuspiu fogo e cambaleou, tentando fugir, mas as adolescentes eram demais para ele. As ninfas dilaceraram e rasgaram o drakon até que ele lentamente se desfizesse em pó, seu espírito retornando ao Tártaro.
Jason fez um barulho como se estivesse engolindo algo. Leo tinha visto seu amigo em todo tido de situação perigosa, mas nunca tinha visto Jason parecer tão pálido.
Piper estava tapando seus olhos, balbuciando:
― Ai, deuses. Ai, deuses.
Leo tentou fazer com que sua voz não tremesse.
― Eu li sobre essas ninfas. Elas são seguidoras de Dioniso. Eu me esqueci como elas se chamam...
― Mênade ― Piper tremeu. ― Eu ouvi falar sobre elas. Pensava que elas tinham existido apenas nos tempos antigos. Elas participavam das festas de Dioniso. E quando elas ficam muito agitadas...
Ela apontou para a clareira. Ela não precisava dizer mais nada. A náiade Brooke os tinha alertado. Suas primas loucas rasgavam suas vitimas em pedaços.
― Nós temos que dar o fora daqui ― Jason disse.
Mais duas coisas, você conversou com uma delas, dizendo inclusive que tais criaturas se insinuaram para você. Isso não aconteceria, elas são loucas, e só seguem, e se importam com o Deus Dionisio. Leo Valdez as enganou ao se passar pelo deus, fingindo ser eles por um curto período de tempo – o suficiente para conseguir bolar um plano e não sair morto de cara – Enquanto Pipper e Leo apenas seriam vistos como sacrifícios por elas, sendo ameaçados de morte a cada um segundo. Caso queira ver melhor, outro trecho abaixo.
Trecho 3:

Leo olhou para cima. Ele não notou as mênades se aproximando, subindo as pedras em um silêncio absoluto ainda mais assustador que suas risadas. De cima das pedras elas olharam para baixo, sorrindo encantadoramente, suas unhas e dentes de volta ao normal. Víboras enroladas em seus cabelos.
― Olá! ― A garota de vestido vermelho sangue sorriu para Leo. ― Você é Dioniso?
Havia apenas uma resposta para isso.
― Sim! ― Leo gritou. ― Absolutamente. Eu sou Dioniso.
Ele se pôs de pé e tentou corresponder ao sorriso da garota.
A ninfa bateu palmas alegre.
― Maravilhoso! Meu lorde Dioniso? Sério?
Jason e Piper se levantaram, armas a postos, mas Leo esperava que isso não se transformasse numa luta. Ele tinha visto o quão rápido aquelas ninfas podiam se mover. Se elas resolvessem entrar no modo processador de comida, Leo duvidada que ele e seus amigos tivessem chance.
As mênades deram risadinhas, dançaram e empurraram umas as outras. Muitas despencaram de cima da pilha de pedras caindo pesadamente no chão. Isso não parecia incomodá-las. Elas apenas se levantavam e continuavam brincando.
Piper deu uma cotovelada nas costelas de Leo.
― Hã, lorde Dioniso, o que você está fazendo?
― Está tudo bem ― Leo olhou para os seus amigos como se fosse, Está tudo sem dúvida, sem dúvida mesmo, nada bem. ― As mênades são minhas assistentes. Eu adoro essas meninas.
As mênades bateram palmas e giraram ao redor dele. Muitas conjuraram cálices do nada e começaram a beber de um gole só... seja lá o que estivesse dentro.
A garota de vermelho olhou desconfiada para Piper e Jason.
― Lorde Dioniso, esses são sacrifícios para a festa? Nós devemos rasgá-los em pedaços?
― Não, não! ― Leo respondeu apressadamente. ― Ótima oferta, mas, hã, sabe, talvez devêssemos começar devagar. Com, tipo, apresentações.
A garota estreitou os olhos.
― Com certeza você se lembra mim, meu lorde. Eu sou Babette.
― Hã, certo! ― Leo disse. ― Babette! Claro.
Minha última observação é referente ao fogo usado, essas Ninfas não podem ser detidas pelo fogo, porque simplesmente são imunes a ele. Como dito, são criaturas abençoadas por um deus, imortais, lunáticas, loucas, sádicas e extremamente fortes. Você pode observar isso abaixo.
Trecho 4:

Isso parecia ser uma questão estúpida. Verdade, Leo nunca vira Dioniso antes, mas ele tinha certeza que o deus do vinho não era um drakon cuspidor de fogo.
O monstro soprou fogo no pé da garota. Ela simplesmente dançou no mesmo lugar. O drakon avançou e pegou o braço da menina com sua mandíbula. Leo estremeceu certo de que a ninfa ia ter o braço amputado bem na sua frente, mas ela arrancou o braço da boca do monstro junto com vários dentes quebrados do drakon. Seu braço estava perfeitamente bem. O drakon fez um som algo entre um rosnado e um ganido.
Última coisa, em alguns pontos do seu texto você afirma ter machucado essas Ninfas, como dito, elas são seguidoras de Dionisio, e o deus não gosta que essas criaturas sejam machucadas. Ele te amaldiçoaria caso isso acontecesse, e aconteceu segundo seu texto, devido a isso, seu personagem ganhara uma maldição por ter machucado as seguidoras. Mais uma vez, deixo um trecho do texto, para mostrar o motivo de ter ganhado a maldição.
Trecho Final:

Parte 1
― Não. Nós não podemos matá-las ― Piper repetiu. ― Qualquer um que mate uma mênade é amaldiçoado por Dioniso. Você não tinha lido as histórias antigas? Pessoas que matavam seus seguidores ficavam loucas ou se transformavam em animais ou... bem, coisas ruins.
― Pior do que deixar as mênades nos rasgar em pedaços? ― Jason indagou.
(observação, você não as matou, as machucou, portanto, observe abaixo)
Parte 2
― Ah, não, ele iria se importar! ― Quíron explicou. ― Elas ainda são suas seguidoras, mesmo ele as odiando. Se vocês a machucassem, Dioniso seria forçado a enlouquecer ou matar vocês. Provavelmente os dois. Então ótimo trabalho. ― Ele olhou para Argo. ― O mesmo plano da última vez?
Resultado do teste: Reprovado, tenta novamente. Sabemos que você pode melhorar se buscar as informações coerentes para deixar seu texto com sentido, erros de português podem ser trabalhados, pontuação, e outras coisas idem. Vejo que melhorou desde a última tentativa, portanto, continue trabalhando, pois, acreditamos que você tenha potencial suficiente para se sair bem. Tente de novo.

Recompensas: 800 xp +1000 Dracmas

Maldição: Lunatic – O semideus foi amaldiçoado por Dionisio, e, portanto, toda vez que estiver em batalha pode acabar cedendo a loucura da festa. Durante um turno inteiro o filho de Marte sentira uma vontade incontrolável de dançar, festejar e beber. Nesse turno, se tornara incapaz de batalhar conforme o seu desejo, cedendo a vontades primitivas muito mais fortes do que ele.



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Re: Teste de Centurião para Guilherme - Adoradoras de Baco

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