The Blood of Olympus
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♦ Gincana

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♦ Gincana

Mensagem por Hela A. Deverich em Ter Jan 10, 2017 5:09 pm


Gincana
dos necromantes 



Introdução

O circuito estava montado, a asiática passou a mão pela testa, limpando o suor. Havia fixado um recado na cabeceira de cada cama do chalé e até mesmo na porta do local. Apesar de, normalmente as atividades de um chalé serem apenas para os moradores deste, outras pessoas também tinham livre arbítrio de participar se desejassem.

Havia montado um circuito que aparentemente era completamente normal, mas ela era um prole da magia e, como tal, havia feito armadilhas. Aquele que desse um passo em falso iria ter sérios problemas - sérios, mas não letais -.

Seria como uma corrida de obstáculos no meio da floresta. Ela mesma havia invocado os monstros que usariam naquela atividade. Havia pneus enfileirados em algumas partes, uma espécie de poço sem fundo que não passava de uma ilusão com magia que ela havia feito onde eles poderiam facilmente cruzar usando as cordas que estavam muito bem trançadas e amarradas acima do mesmo e, em trechos aleatórios, os monstros surgiriam.

Além das adversidades já citadas, haviam armadilhas camufladas por folhas caídas que poderiam prendê-los pelo tornozelos e iça-los - ou talvez isso acontecesse com uma das redes -. O fato é que aquilo iria servir para testar algumas coisas, como agilidade, capacidade de lidar com as adversidades e provar que, não importa o quanto você seja forte ou bom, sempre há a possibilidade de, até mesmo a coisa mais boba lhe pegar de guarda baixa.

As corridas seriam a mesmo tempo, mas os participantes se dividiriam em grupos de três para seguir, cada um por um dos caminhos que Hela montara.

A garota - e alguns clones seus - já estavam a postos para socorrer alguém, se fosse necessário assim que a largada foi dada.

Informação

Hela passará as instruções assim que todos estiverem presentes. A formação dos trios e o caminho que irão seguir ficarão a critério de vocês.

Os caminhos estarão separados em cores: azul, laranja, vermelho, verde, roxo, preto, cinza, branco e rosa. Ao todo, há um total de nove caminhos. Alguns são mais complicados do que outros, mas creio que não será um problema. A gincana foi feita pensando no fato de que a maioria de vocês já está acima do nível 10. O fim da corrida os levará para o lugar de largada ( ou seja, vocês irão terminar aonde começaram). Embora vocês venham a trabalhar em trio, as premiações serão individuais. Considerem a Hela presente ao menor grito de vocês por socorro ( o que que duvido que venha a acontecer).


Personagem

Apesar da aparência rude e da pouca fala, Hela não é do tipo que realmente pouco se importa. Desde que você não a toque, não haverá problemas em falar com ela e, educadamente, obter sua resposta - desde que não seja uma pergunta considerada estúpida, aí ela acabará sendo um pouco rude -.

Missão

Concluir o circuito com o mínimo de ferimentos possíveis em menor tempo. Detalhe: a missão só será dada como concluída quando os três participantes chegarem ao final.

Recompensas


450XP - 750 Dracmas

Obs.: Não é porque você participou que, necessariamente, irá receber a premiação máxima.

Obs.2: Aqueles que, aos meus olhos, se destacarem, irão ganhar um extra de 50XP e 50 Dracmas.


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Hela A. Deverich
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Re: ♦ Gincana

Mensagem por Mihay Kiev Razvan em Dom Fev 26, 2017 11:51 am

Caro leitor, eu não sou o tipo de autora que pode escrever grandes histórias, fabulas, ou aventuras sobre heróis que se tornaram famosos, sou uma reles amadora sentada em um notebook qualquer, em uma cidade qualquer, e contando os dias de treinamento, sobre uma heroína qualquer. Mihay, é a protagonista dessa singela história, uma garota simples, e sem qualquer atrativo, com cabelos lisos escorridos, corpo magro demais, e um sorriso sapeca a qual pouco demonstra.  E também, é essa garota, que teria um dia e tanto. Não vamos chamar de aventura, porque são desafios já estabelecidos, e que apesar de não fazerem parte de sua rotina, estarão presentes antecipadamente, visto que sua líder, já os esperava em campo.

As dez em ponto a garota tinha se posicionado de fronte ao grupo de seguidores do lorde das trevas. Formavam um círculo perfeito, mas não se encaravam, todos cobertos por capas escuras, e ocultos do sol forte que banhava seus rostos, os tornando assustadoramente estranhos durante o dia. Ninguém ousou pronunciar-se entre o grupo com cerca de 10 membros presentes, incluindo a líder, contudo, o voto de silencio não se devia ao fato de serem completos estranhos. Mihay sabia o que cada um dos presentes era capaz de fazer, contudo, mantinha-se a uma distância respeitável e discreta, assim como a maioria. Do grupo presente, aquela garota era certamente a mais silenciosa.

Hela estava em centro ao grupo, passando informações relacionadas ao treinamento do dia. Falava de maneira simples, entendível, porém deixava claro que não seria uma tarefa fácil. O percurso tinha sido montado no intuito de desafiar os semideuses, e honrar a destreza que possuam diante os demais. Sendo os necromantes o grupo mais fiel de seguidores já conhecido pelo acampamento, era meio obvio que se manteriam unidos. Os times seriam divididos em grupos de três, e poderiam escolher sua própria trilha. Mihay não precisava se virar para saber que sua equipe já estava formada antes mesmo de saber que precisariam juntar-se e virar uma em campo.

Serena e Ahri eram, e sempre seriam suas companheiras, suas sombras, que lutavam de uma forma única em conjunto, mas que separadas, poderiam ser consideradas seres insignificantes e até mesmo, inúteis. Não que fossem, longe disso, eram eximias lutadoras, e assassinas sem coração, mas ao mesmo tempo, separadas viraram bolas confusas, e mais fracas. Não era algo que conseguissem controlar, mas estavam melhorando desde que passaram a viver no acampamento. — Então, qual vai ser? — Serena, a mais velha das gêmeas, questionou as irmãs. Mihay não se pronunciou de primeira instancia, analisando o campo em si.

— O preto — Respondeu ela, abrindo um sorriso de canto, o que raramente fazia. — A morte está pedindo carona, e eu não tenho medo daquele barqueiro — Deu de ombros, de um jeito meio brincalhão. As irmãs não contrariaram a escolha da mais nova, e raramente o faziam. Quando uma delas decidia algo, as outras simplesmente seguiam, sem questionar ou perguntar sobre possíveis infortúnios. Para quem vê de fora, isso pode parecer absurdo, para elas, as irmãs sombrias, não era.

O fato é que desde muitos jovens as irmãs Razvan sempre foram assim, não precisavam de palavras, podiam se comunicar por gestos e olhares, uns reles toques, elas sabiam, sabiam o que conseguiam fazer, e não precisavam de muito para tal. Tinham é claro, suas diferentes e peculiaridades, mas eles não ficavam sempre evidentes, e raramente eram demonstrados. Ahri era explosiva, Serena era calma, tranquila, de um jeito sábio e discreto, e Mihay era discreta, cruel e muito fria, isso pode ser caracterizado pelo simples fato de que fora ela a enfiar a faca no coração do pai, e tinha que confessar, não se arrependia por isso. Se lhe dessem a escolha de retroceder e mudar tal passado, ela escolheria deixar tudo da mesma maneira, porque brincar com o passado pode ter consequências graves no futuro.

Mas...

Voltemos ao ponto chave, a questão aqui não é o passado das irmãs Razvan, tão pouco o que as levou a cometer um assassinato, e sim um treinamento de um dia qualquer, onde o sol brilha e os pássaros cantam, deixando nossa protagonista levemente enjoada pelo exibicionismo desnecessário da vida. — Como sabemos quando isso vai começar? — Questionou Ahri. A doida brincava com a maça de guerra dependurada no ombro como se fosse um bastão, quando na verdade, era arma de destruição em massa. — Começa naquilo — Serena apontou a frente com o queixo, e foi aí que as meninas se depararam com um grupo de velhos pneus sobre o solo.

Mihay arqueou a sobrancelha, sendo do tipo que sempre espera e se prepara para o pior, são as coisas simples que realmente a surpreendem. — É sério? — Questionou ela, suspirando desgostosa da situação em que se metera, era um treinamento ou um teste para adentrar o exército afinal? — Parece que sim — Respondeu Serena, e foi a pessoa a seguir em frente naquele percurso. Parecia simples e fácil, e de fato o era, pular de pinéu em pinéu era uma tarefa monótona, e até mesmo chata, mas foi o que elas fizeram. Uma a uma, saltando sobre as rodas de borracha e seguindo em direção ao outro lado, pela pista negra a qual se encontravam.

A floresta se fechava ao redor das garotas, ocultando desafios e mistérios dos quais elas se sentiam prontas para encarar, mas não desejavam. Mihay compartilhava tal sentimento com as irmãs, e enquanto pisava sobre a terra arenosa, quebrando galhos e folhas pelo caminho, também se distraia, perdendo-se entre pensamentos melhores, entre lembranças ruins, e o próprio desgosto. Suspirou, e levando a mão as luvas massageou os pulsos, na tentativa de acalmar a tensão no presente no corpo, mas isso não ajudou de fato.  

Ao longe, um barulho foi ouvido, despertando as meninas para o que parecia ser o desafio de fato. Mihay voltou a respirar naquele momento, não gostava de surpresas, e ter sido alertada de que algo estava prestes a acontecer, a aliviava tremendamente. A filha de Éris se preparou para o que seria uma batalha de três, armando-se das garras presentes nas luvas sobre os punhos, e curvando os dedos para dentro, a fim de conseguir flexibilidade e controle. Quando as três galinhas surgiram – monstros metade mulher e metade galinha – ela estava pronta. O nome correto não é esse, mas vamos chama-las assim no momento, até que essa autora se recorde do nome apropriado, ou do termo usado para se referir a tais feras.

O que importa é que, independente da luta, elas estavam preparadas. O número tinha se igualado, e cada monstro teria uma das gêmeas especialmente para si. Mihay não perdeu tempo, partiu para a galinha da direita, e enquanto via o monstro reclamar, gritar, e ameaçar come-la, também se concentrava na batalha. Aquelas criaturas não eram espertas, mas eram rápidas, e letais. Mihay saltou sobre a pedra mais próxima, e usou os galhos baixos de uma arvore qualquer a fim de impulsionar o corpo para frente, usando os pés para empurrar o tronco do monstro, e ganhando um arranhão na perna em troca. Insatisfeita com sua performance, a garota puxou a espada, deixando apenas uma das luvas com as laminas ativas.

— Maldição — Rosnou a garota, apoiando um dos pés em frente ao corpo e lançando a espada em diagonal contra o corpo da galinha, essa por sua vez, saltou abrindo as asas, e a encarando com intenções maliciosas. Não pensem que tais intenções se referiam a perda de roupa, e ao amor, paixão presente entre dois corpos que se adoram, e sim a algo impuro e muito malvado, como destruir, matar, mutilar o corpo daquela pequena. MIhay tinha outros planos, atacar e matar antes de ser morta, e o faria sem hesitar, pois, não era do tipo que pestanejava em batalha.

A garota não conseguia ver as gêmeas, ou saber como estavam se saindo, estava de costas para ambas, e seu campo de visão era limitado a frente, pois, obviamente não tinha olhos nas costas, o que devemos concordar seria bastante bizarro. Era possível ouvir o tilintar das laminas em campo, os gritos de fúria e de corpos se chocando, mas ela tentou ignorar enquanto estocava com a lamina uma segunda vez, e bloqueava as garras do monstro com as luvas, usando as laminas curvas presentes nessa para empurrar o monstro, e arranhar seu braço em seguida. Seus pés se moviam em sincronia, mas não a chutavam. Uma perna do monstro era feita de metal, a outra parecia a perna de um burro, mas a força presente nas duas eras assustadoramente estranha, assim como o restante do corpo do monstro.

O monstro soltou um gemido estranho, e avançou contra a prole de Eris jogando suas garras no rosto da jovem semideusa, em resposta, para não ser atingida, Mihay colocou o braço enluvado para bloquear o ataque, e ao mesmo tempo, lançou a espada de encontro a barrida da fera.  O resultado disso foi um par de unhas afiadas fincadas na carne de seu antebraço, e uma espada cortante causando um estrago considerável na barriga do monstro. Mihay fechou a cara, baixou um pouco o braço e ignorou a dor, fitando o inimigo de frente, enquanto trabalhava a mente e preparava a sua maldição, ao conseguir quebrar a barreira da mente daquele monstro, colocou sobre ela a maldição do esquecimento, e a obrigou a solta-la. Isso permitiu que a garota puxasse a espada, e fizesse o monstro se ajoelhar em sua frente, e o final perfeito para esse desafio, foi cortar sua cabeça fora, e transforma-la em pó.

Mihay voltou a respirar, com sangue pingando do braço e manchando a capa escura. Virou-se para as irmãs, que as observavam igualmente sujas de pó dourado e arranhões, mesmo que estivessem em uma situação melhor do que a mais nova. Mihay deu de ombros, e indicou o caminho livre atrás de si. — Vamos? — Perguntou, as irmãs assentiram, e elas seguiram em frente. O que aconteceu a seguir pode ser resumido em poucas palavras, os desafios eram amplos, porém estavam mais para provas de sobrevivência e resistência do que desafios de morte. E entre saltar buracos, se pendurar em cordas e matar insetos, Mihay se viu cheia de arranhões, manchada de lama, e coberta de folhas e galhos, com partes da pele clara pinicando irritadas pela quantidade de sujeira.

Quando terminaram o percurso, as irmãs Razvan pareciam ter saído de um treinamento do exercício. Parte de seus cabelos estavam fora do lugar, tinham arranhões sobre a pele, e a sujeira já foi mencionada, mas o mais importante, eram que estavam vivas. O grupo esperou os demais necromantes que aos poucos, se reuniram novamente em um círculo, esses estavam igualmente acabados pelo treinamento. As palavras finais de Hela se seguiram com uma dispensa, e tudo que Mihay desejava, era voltar para a cama, tomar um banho demorado, e pensar no quando a tarde tinha sido inútil.
Armas:

Arm Changer - Inicialmente uma colar que tem um pomo de ouro como pingente. Na primeira vez que o semideus o usa o pomo se transforma na arma que o filho de Éris desejar. [Transforma-se em um par de luvas negras idênticas, cada luva quando ativada cria três garras, uma para cada dedo do centro, tais garras se estendem por cima dos dedos principais os fazendo curvar para dentro, as mãos em punho. O material das garras é desconhecido, e não podem ser quebradas por materiais mais levianos como bronze celestial, as laminas são mais afiadas e causam cortes mais profundos, se alguém tentar rouba-las as laminas se voltam contra o ladrão, perfurando partes vitais do seu corpo.] [Item retorna ao pescoço do filho de Éris depois de dois turnos caso o perca].

Purgatory Sowrd - Essa espada é feita de ferro estígio a cada vítima que morre por sua lâmina têm sua alma presa, tornando a espada mais forte. Quando o semideus usar esta espada durante a batalha os seus adversários poderão ouvir os gritos de dor e desespero dos mortos em batalha por todos os filhos de Éris, causando medo. [Número de almas - 00].

§ -Cover of Darkness/Κάλυψη του σκότους - Uma capa que cobre o corpo do necromante de Érebus, impedindo que qualquer um o veja, ou escute onde ele está, é como se o mesmo não estivesse no local. Apenas quem os necromantes querem que os veja, os vê.
Poderes:
Nível 16
Nome do poder: Maldição do Esquecimento I
Descrição: O filho de Éris/Discórdia, pode amaldiçoar o inimigo, o fazendo se esquecer de tudo o que estava fazendo, ou de algo que muito importa durante um curto período de tempo, ficando ineficaz e vulnerável em batalha.
Gasto de Mp: 25 MP
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: 5 HP
Extra: Dura apenas um turno, nesse turno, o inimigo não se lembrara de como lutar, de onde está, ou o que estava fazendo, lhe dando a chance perfeita para atacar.


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Re: ♦ Gincana

Mensagem por Hela A. Deverich em Dom Mar 19, 2017 8:29 am

Modo de Avaliação
Realidade de postagem + Ações realizadas – 100 xp
Escrita: Gramatica, erros, pontuação, coerência, concordância e etc – 100 xp
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência  – 150 xp
Espirito de Equipe – 100 xp
Bônus - 50 xp (para quem merecer)
Até: 750 dracmas ( +50 de bônus) = 800 dracmas

Total: 500 xp - 800 dracmas

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Re: ♦ Gincana

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