The Blood of Olympus
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A Fogueira

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Re: A Fogueira

Mensagem por Robin A. Deverich em Sab Dez 31, 2016 7:46 pm

HUHUH
HAPPY
NEW YEAR (Yes? Yes!)
Animada com certeza não seria algo a qual pudesse estar. Robin soltava longo suspiros enquanto admirava o anel estranho em seu dedo, ultimamente, ela passara mais tempo pensando em sua vida e treinando suas habilidades novas do que realmente fazendo algo mais útil. Ela podia ouvir gritos e risadas que ecoavam da floresta e batiam diretamente sobre as paredes grossas do seu chalé, e a pontada de curiosidade em apenas conferir o andamento da ceia de entrada de ano a deixava irritada.

De qualquer forma, ela pensou que não faria mal algum em apenas dar uma olhada. Levantou-se preguiçosamente de sua cama, calçando os coturnos ligeiramente pesados em seus pés pálidos revestidos pela meia preta sentindo um leve picada em sua mão, fazendo se sentir agoniada o suficiente para coçar levemente. – Que legal, mosquitos do inverno. – Resmungou, alcançado seu casaco e cachecol antes de sair de seu chalé os vestindo.
Sua respiração era pesada devido ao vento incrivelmente gelado, porém seus passos eram firmes sobre a camada de neve que ainda persistia em se encontrar naquele lugar. Robin estranhamente se sentia incomodada com as coisas, antes ela simplesmente iria sorrir e dar um simples ‘’Ola’’ para aqueles que passavam ao seu lado, porém no momento, ela apenas subiu à beira de seu cachecol para cobrir seus lábios, pós as mãos dentro de seu casaco e prosseguiu em direção ao lugar mais quente do acampamento, a fogueira.

Eventualmente não pode deixar de esboçar um mínimo sorriso ao ver o quão os seus colegas de acampamento pareciam felizes. Alguns apenas se limitavam a comer, outros bebiam e riam de forma afoita. Não esperou ser convidada, aproximou-se de uma das mesas de bebidas e serviu de vinho. Ela deu um gole longo, se engasgando de começo com o teor, porém o gosto lhe parecia agradável, dando continuidade em degustar o vinho, não esquecendo de então, levantar uma taça em uma oferenda única a sua progenitora, para em seguida, curvar sua cabeça para senhor a qual ela mantinha lealdade.

Ela não saberia dizer quantos copos havia tomado, e nem o porquê havia feito aquilo sem ao menos comer antes. Com certeza a garota se arrependeria amargamente no dia seguinte ao acordar. Robin havia exagerado na bebida, e sem tanta consciência de suas ações, ela deu a volta sobre a fogueira, tropeçando em alguns pedaços de galhos secos antes de encontrar os filhos de Afrodite, notando aquele a qual ela vencera em um de seus treinos. – YAAH! – Berrou para eles, soluçando em seguida, chamando atenção dos campistas que lhe olhavam com expressões de julgamento. Ela então gargalhou, levantando os braços e mexendo seu quadril de um lado para o outro em uma melodia imaginária. - I have a pen, I have an apple. Uh! Apple-Pen! – Cantarolou, movendo suas mãos de um lado para o outro, enquanto rebolava da forma mais desastrada possível, podendo ouvir murmúrios ao fundo com ‘’Isso não é fofo’’ ou ‘’Essa garota é louca”. - I have a pen, I have pineapple. Uh! Pineapple-Pen! – Girou seu corpo, deixando suas costas amostra para os filhos de Afrodite, mexendo a bunda em um gingado nada sensual, antes de virar seu corpo novamente, usando um tom um tanto zombeteiro. - Apple-Pen, Pineapple-Pen. Uh! Pen-Pineapple-Apple-Pen. – Ela tinha que admitir, aquilo era divertido em sua concepção exagerada pelo álcool, porém sentiu-se frustrada quando notou o pequeno grupo se levantar e deixar Robin sozinha com sua apresentação incrivelmente falha e bêbada.

Entediada, iria procurar sua nova isca, avistando o espelho que era sua irmã em um canto próximo a uma garota pequena, reconhecendo a filha de Nyx, a qual batalhara com ela em uma noite qualquer. Aproximou-se ligeiramente, após encher sua caneca de vinho novamente. – Hela Idiota. – Resmungou, virando-se em seguida para Pipper. – Olá pequena garota. – deu de ombros, abrindo um sorriso desajustado. – Feliz ano novo para vocês. -


— I am still in ruin
Nobody knows who i am.!


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Re: A Fogueira

Mensagem por Hela A. Deverich em Sab Dez 31, 2016 7:56 pm


New Year
 ♦ listening This is what makes us girls with Pipper & Robin♦ words: xxx ♦


A necromante estava com a mão no bolso do casaco, procurando pelo velho maço amassado de cigarros quando notou uma aproximação.

Rapidamente ela terminou de sorver o líquido da taça e a despachou antes mesmo que a prole da noite se aproximasse. A mão que estava no bolso apenas saiu dali furtivamente enquanto ela sorria de maneira amigável para a pequena garota em sua frente. - Feliz ano novo, Pipper. - pegou um dos pacotes de jujuba que costumava carregar consigo para comer quando estivesse entediada e o abriu, estendendo para a garota. - Aceita? - ofereceu à mesma, sem desviar o olhar da mesma.


Porém sua atenção logo foi desviada para sua cópia, ao menos fisicamente, fiel. As sobrancelhas se elevaram, formando uma expressão levemente chocada no rosto da morena. - Você está bêbada. - disse em tom conclusivo. Hela era acostumada a tomar um porre. Mas Robin? Até onde a morena sabia, a gêmea jamais tinha colocado álcool na boca até aquela noite. Seu olhar variou entre Pipper e Robin com certo embaraço. Por mais que bebesse, Hela nunca ficara naquele estado perto da irmã. Também não fumava perto de outras pessoas. Então, por que diabos Robin achara legal encher a cara?

De qualquer modo, ao menos a garota não tinha uma foice apontada para o rosto da Deverich ligeiramente mais alta. - Feliz ano novo pra.voce também e chega de álcool, meu amor. - disse em tom carinhoso, passando a mão pela cintura da mesma, de modo que ela parasse de cambalear. - Não está bebendo nada que tenha álcool, não é? - perguntou para Pipper. Um sorriso travesso brincava em seus lábios. Não sabia se ria da irmã ou fingia-se de séria para Pipper.


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Re: A Fogueira

Mensagem por Dimitri Lancaster em Dom Jan 01, 2017 1:10 pm

I'm bigger than my body.
O copo era avermelhado, assemelhava-se àqueles que você vê por aí, em filmes adolescentes, os quais demonstram aquilo que eles mais desejam: sex and drugs and rock n roll. Chacoalhei o volume líquido dentro de tal recipiente, olhando o movimento de centrífuga. Estava distraído em meus pensamentos que nem notei no desaparecimento repentino do meu boné favorito. Estava sobre o topo da minha cabeça e, do nada, *puft*. Cadê? Ah, foda-se mesmo, é só um boné, não tem valor sentimental. Suguei a bebida pelo gargalo, enquanto deparou-se com a resposta da mais baixa. De acordo com suas palavras, ela era um espírito da natureza, mais precisamente, uma flor de margarida. Minha face ficou, visivelmente, surpresa diante de tal informação, o que se tornava visível com a arqueadura em meus celhos.

— Um espírito da natureza? — Reagi com um questionamento, debatendo o indicador no plástico frágil do copo. Levou o resto da bebida à boca, desfrutando do restante do líquido alcoólico em, desta vez, pequenos goles. Tardou uma certa fatia de tempos para findar tudo. — Que maneiro. — Soltei o comentário, ostentando somente uma sobrancelha arqueada, meio que em uma expressão sugestiva. Abriguei o copo entre a dobra do braço, ao mesmo tempo em que entrelacei os mesmos membros, cruzando-os. — Ahn? — O som foi automático, saiu com o "elogio" sobre as suas pernas, estas que estava escondidas pela calça jeans azulada que eu vestia.  — Se acha elas bonitas assim, deveria imaginar quando estou sem roupa. — Ergui as mãos e fiz um gesto qualquer. — Zoeira. Ou não .

— Aliás. — Desci o olhar, reparando nas pernas femininas, na região livre do vestido. — Também gosto das suas pernas. — Falei, admitindo. Sorri de modo malicioso, mas ri brevemente, abafando tal expressão. — Elas são... lindas. — Mordi meus lábios, olhando novamente para as chamas da fogueira. — Feliz ano novo por sinal.



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Re: A Fogueira

Mensagem por Serena Kiev Razvan em Dom Jan 01, 2017 2:34 pm



Girando o pescoço algumas vezes, Serena ouvia os estalos dos ossos repetidas vezes, um tique que adquirira havia muito tempo, assim como estalar as falanges das mãos quando estava nervosa ou entediada. Embora fosse uma noite festiva em muitos aspectos, apenas optara por um vestido fino de algodão na altura dos joelhos e uma jaqueta preta de couro sobre o mesmo, em sua cabeça um chapéu que mal cobria os longos cabelos dourados.
“"Hmm, sei lá, tem a ver com confraternizarmos e fingirmos ou tentarmos ser… Como é que dizem por aqui? Sociáveis.”, respondeu indiferente à Ahri que perguntava pela enésima vez a razão de irem para a pequena festa na fogueira, jogando alguns petiscos para Vlad e Dracul que as observavam curiosos. Era fato conhecido que as trigêmeas apenas interagiam entre si, as aglomerações, se pudessem ser evitadas, seriam evitadas. Não era o caso daquela noite, aparentemente não tinham muitas opções, e felizmente ninguém havia cogitado a ideia de roubar comida e levar para o chalé… Sem bem pensando, ela devia ter pensado nisso antes.

"Acho que para essas pessoas é algo importante a se comemorar. Eles não tem culpa se somos, você sabe, assim.”, comentou em tom reflexivo ao se levantar da beirada da cama e ajustar a jaqueta da irmã sobre os ombros dela. Lançando um olhar para Mihay, que permanecia anormalmente calada - não que fosse muito falante em outros dias - enquanto Ahri tentava chamá-la de volta à realidade. De alguma forma, a jovem sabia o que poderia estar se passando na cabeça da mais nova, e certamente era o que Ahri também pensava. Nunca antes elas tiveram qualquer tradição de família quanto a chegada de novos anos ou no Natal.
Com um muxoxo discreto, a mais velha lembrou-se de uma vez em que tentara fazer as duas irmãs acreditarem no Papai Noel como as outras crianças da escola, contudo os pedidos de “faça a mamãe voltar de onde quer que ela tenha ido” e “só quero que Yver seja um bom pai esse ano” fez com que ela desistisse da missão e esquecesse da ideia para sempre. “"Vem, nada de cara feia hoje. Só teremos que aguentar até meia noite, ou até estarmos fartas da ceia.”, sentenciou, estendendo a mão e tomando a da mais nova entre as suas enquanto seguiam as três para fora do chalé.

Obviamente, o curto trajeto até a clareira fora feito em silêncio, cada uma inserida em suas próprias divagações, o que de certa forma era estranho, visto que antes de chegarem ao acampamento sua relação era, se possível, ainda mais estreita. Ahri continuava com seu comportamento explosivo, Mihay continuava a ser a pessoa assustadora de sempre, contudo, algo nelas vinha mudando e Serena sabia disso, pois se sentia verdadeiramente diferente desde então, e não apenas pelo fato de agora nem saber se estava viva (era uma relação estranha esta com a morte, flertar com ela, estar inserida nesse mistério e ainda assim caminhar entre os vivos), não obstante, sua percepção de mundo e de si mesma estava agora em constante ebulição. Um gostinho de desajuste que lhe era assustador e bem vindo.

Sentiu um vinco se formar entre suas sobrancelhas ao adentrarem o círculo que fora feito involuntariamente pelos outros campistas ao redor da grande - e quando digo grande é grande mesmo - fogueira, que crepitava convidativa a uma noite de diversão e, enfim, acho que já entenderam. Não podia discordar do comentário ácido de Ahri sobre a perda de tempo daquilo, contudo, tentou sorrir, falhando miseravelmente… Em seu rosto uma expressão perturbada e desconfortável tomara lugar. "Vamos apenas comer e ir embora daqui.”, murmurou ao ver um dos campistas mais novos irem em direção às três para um cumprimento. "Não. Se. Atreva.”, disse entre dentes antes que o rapaz lhe tocasse de fato.
"Ahri, está tudo bem?”, ouviu-se perguntando a irmã do meio, que tinha uma expressão de irritação e desconforto no rosto, levando a mão à nuca. “"Traga algo para nós… Vamos arranjar um lugar para nos sentarmos um pouco.”, pediu à ela, virando-se para Mihay a sugerir um local mais afastado da aglomeração de adolescentes.

Mal haviam se acomodado nos assentos improvisados de pedra e risadinhas fizeram com que levantasse a cabeça a fim de observar o que se passava ali. Alguém devia ter bebido demais, pois alguns garotos davam gritos de incentivo e algumas meninas lançavam ao centro do que seria a pista de dança, olhares de ciúme ou desaprovação. "Crianças…”, murmurou pensando se era possível que alguém ali ficasse de fato alcoolizado, certamente que seria necessária uma quantidade considerável de alcool para fazer um semideus perder o controle sobre si mesmo, não? “Bom, pelo menos ela parece mais normal que as irmãs agora.”, ouviu alguém rir lançando à ela e à Mihay um olhar furtivo.
Olhando de soslaio para a caçula, indicou com o queixo o centro da aglomeração e se levantou, estacando passos depois ao presenciar a cena grotesca. Ahri. Cantando. E dançando. Dançando muito.

Seus olhos se arregalaram e a boca abriu-se ligeiramente. "Mas que por… O que deu nela?!”, rosnou estupefata para ninguém em especial. O showzinho durara bons três minutos no mínimo. Os gritos ao redor aumentavam, os olhares surpresos se tornavam em diversão e deboche enquanto a menina parecia possuída por alguma entidade bem vulgar e rebolativa. A tez pálida da semideusa a cada instante assumia um tom mais violento de vermelho com as ações da irmã.
Sorte ou não, tão rápido quanto começara, o espetáculo teve fim. Ahri voltando ao estado resmungão e irritadiço de sempre enquanto se dirigia até onde Serena ainda estava prostada. "Acho que preciso absorver o que acabei de presenciar antes de tentar qualquer piadinha... ”, murmurou olhando a irmã como se ela fosse uma completa estranha. "O que deu em você?”, disse sob o fôlego, conduzindo-a até o local onde anteriormente estivera sentada.





Serena
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Re: A Fogueira

Mensagem por Pandora M. Drumachesky em Dom Jan 01, 2017 2:37 pm



Sou o tipo de pessoa que em noites normais permanece deitada na cama, dormindo e comendo, de preferência só esticando o braço para alcançar a comida, de olhos fechados e ainda deitada. Acontece que era noite de fogueira, e isso significava que a comida seria farta naquela noite, e eu também acordara me sentindo estranha, tinha chegado a pegar pertences de Natasha que nem me pertenciam, espero que ela não se importe com o sumiço de suas balas de menta, tentem entender que elas estavam me chamando. Isso não importa no momento, a fogueira me aguarda, e o estranho impulso de pegar coisas que não pertencem está me chamando, preciso sair do chalé antes que queira retira-lo do chão com magias proibidas.

Vesti o casaco e fechei o zíper, calçando os tênis antes de sair do chalé das feiticeiras, caminhei rápida e apressadamente até a fogueira, já repleta de campistas e criaturas. Aquele instinto voltou a me consumir por completo, eu precisava pegar as coisas alheias – era como respirar, algo totalmente fora do meu controle – e foi isso que eu fiz ao me aproximar de um garoto com um boné sobre a cabeça, ele facilitara meu trabalho ao deixar a aba para trás, surrupiei mesmo, e ainda abri um sorriso maroto. – Valeu, eu sempre quis um desse – Coloquei-o na minha própria cabeça, e numa imitação muito feminina dele, deixei a aba para trás, acenando marotamente ao me afastar, escondendo-me por entre os demais campistas. Ser baixinha nesse momento se tornou uma vantagem.

Passei as mãos pelo short de uma garota, puxando uma barra de chocolate do bolso de trás do jeans dela. Meus dedos tinham ganhado vida própria àquela altura do campeonato, e eu não faço ideia do que está acontecendo comigo, mas voltemos. Coloquei a barra no bolso da blusa, a ocultando dos olhares curiosos, e segui pelas mesas a procura de conhecidos, foi quando me deparei com o trio de asiáticas mais ao fundo. Pipper, Hela e Robin, divertindo-se entre risadas e bebidas. Sorri comigo mesma ao me aproximar. As mãos sobre os bolsos, o boné roubado na cabeça, e uma postura completamente relaxada de quem não tinha feito nada, mas eu tinha, e sabia disso, só estava, totalmente fora de controle.

Olhei para o trio, um sorrisinho amarelo presente no rosto, então puxei a bebida das mãos de Pipper de uma forma delicada, porém não educada – é feio roubar as coisas dos outros, mas eu já disse que estou sem controle certo? Então – olhei-a rindo, e beberiquei boa parte do mesmo. – Boa noite meninas, aliais bela dancinha Robin, se rebolasse mais certamente teria chamado a atenção da festa toda – Brinquei, dando de ombros, e me virei para procurar uma cadeira, atrás de mim uma mesa tinha uma delas vazia, então a puxei sem cerimonias. Não foi uma ideia, com isso, fiz o garoto que estava prestes a se sentar nela cair de bunda no chão, e agora ele não parecia nada contente.

– A culpa foi sua – Fui cara de pau em dizer isso, mas de fato, não estava me importando com nada disso no momento, eu precisava daquela cadeira, era quase uma necessidade biológica do meu corpo, querer aquilo, precisar daquilo. Não importa, o garoto não estava contente, mas algo mudou tudo, isso, e sabem o que foi? Macarena! Isso mesmo, aquela dança maldita que contagia todo mundo e te faz querer dançar quase obrigatoriamente. Fui tomada por um segundo espirito, e as coisas desandaram de vez. – Ah! Por Melinoe que é mesmo Macarena, volta a rebolar Robin! – Gritei para menina, jogando a cadeira de encontro ao garoto e começando a dançar ali mesmo. Braço para a frente, cintura para o lado, as mãos na cabeça e.… pula!

Essa sou eu dançando e cantando Macarena que nem uma maluca, sinceramente, não faço ideia do que aconteceu comigo, mas desconfio que seja culpa dos bolinhos de chocolate que ingeri mais cedo, eles estavam mesmo adocicados demais. Acho que alguém gritou as minhas costas, mas eu estava me divertindo tanto que nem me importei, e quando a música acabou? Fiquei triste, tomada por uma onda estranha de realidade que me despertou por completo, e com isso, bem, veio a avalanche de sensações ao entender o que estava fazendo. – Malditos deuses – Murmurei, soltando um suspiro quase manhoso, antes de ocupar o assento ao lado de Pipper, sorrir docemente e perguntar. – Então, o que diabos foi isso mesmo? – Eu estava maluca.

Maldições:
5. Hermes aparentemente achou que seria engraçado se você passasse a agir como os filhos dele. Você já não é capaz de controlar aquele instinto que te leva a pegar coisas que não lhe pertencem, e também andou pregando peças do tipo jogar presente no chalé de Afrodite escrito “para a mais bela” apenas para ver as garotas se matar. As travessuras e os roubos agora fazem parte de você, e mesmo que você tente, e reprima o instinto suas mãos agem sozinhas! (Dura 1 turno on e vale 200 xp)

❀ Macarena, HEY!: Dionisio achava que tudo estava muito parado, precisando agitar em um grande festejo, lançando sobre a flor rosa uma vontade incontrolável de dançar e cantar Macarena. (Duração de 1 post on/Valendo 250 XP)

Duplique meu xp, tenho o bichinho azul:
Dia de sorte: É um bônus de um mês para um semideus de sorte, onde, durante 30 dias a partir da data que essa bonificação for colocada no perfil, toda xp ganha pelo semideus multiplica por 2. Lembrando que essa bonificação só é válida para XP, para níveis não. (Valido até 30/01/2017)





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Re: A Fogueira

Mensagem por Yoon Bom em Dom Jan 01, 2017 3:22 pm

daisy, daisy
give me your answer, do
Capturei  meu ínfero, segurando o riso ao ver uma garota passar atrás do meu companheiro, roubando-lhe o boné. Soltei meu beiço, o flexionando para fazer biquinho. Na verdade, eu não me sentia nem um pouco triste pelo roubo do acessório, era bem mais engraçado do que triste.

Meu crânio se moveu para cima e para baixo, concordando lentamente com a pergunta. — É... — Sussurrei, andando em volta do maior até ficar na frente do mesmo. Ergui os olhos pelo corpo dele, encarando seus lábios, depois seus olhos, repetidamente. — Você é muito alto. — Conclui, com um balançar de ombros.

Movi minhas pernas enquanto subia um pouco mais o vestido, exibindo-as para ele. Estendi meus lábios de um modo animado, começando uma dancinha, com uma mão no copo e a outra no pano branco. Parei com a brincadeira, jogando a cabeça para trás e soltando uma gargalhada.

— Happy Near. — Levei o copo de plástico vermelho até a boca, virando o líquido e jogando o recipiente no chão. Já era o segundo copo de vodka que ingeria naquela noite e eu estava ficando mais feliz com o passar do tempo.

Abri mais ainda o sorriso, estendendo meu braço para a multidão, roubando um novo copinho de uma pessoa aleatória. — Vamos jogar um jogo! Que tal verdade ou desafio? — Encarei-o  e ergui minha mão, esperando que ele batesse nela, em um hifive.
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Re: A Fogueira

Mensagem por Dimitri Lancaster em Dom Jan 01, 2017 7:42 pm

I'm bigger than my body.
"Happy Near". Bastou uma piada com o meu nome, sim, meu nome é verdadeiramente e oficialmente Near, para que sobrevestisse a pele de minha testa com um palmo destro, enquanto apoiava este mesmo braço sobre o outro. — Diva merda, hein. — Escondeu a face na mesma palma de antes, escondendo a minha expressão de decepção. Nem era de vergonha, mas sim de decepção. — Esperava uma piada melhor vinda de uma ninfa, Cidade de Springfield. — Revirou a brincadeira, enquanto remexia os ombros para o lado, e meu corpo, para os lados, balançando os quadris, em uma dança no mesmo instante em que ela fazia o mesmo.

E parei com a agitação mecânica de meus membros instintivamente, deixando de pagar aquele mico horrendo. Esmaguei o plástico do copo entre minhas falanges, até que perdeu a sua forma inicial, transformando-se em alguma coisa absolutamente destroçada. Como não tinha mais funcionalidade daquele jeito, só me importei em fazer um movimento de vaivém com o punho, lançando o recipiente avermelhado nas chamas moventes da fogueira. Foi incinerado posteriormente.  — Que jogo? — Voltei minha atenção à garota de mais baixa estatura. Visivelmente era menor, pois o topo de sua cabeça, ponto mais alto da escultura de qualquer pessoa, a menos que ela tenha os galhos. Bem, o cume alcançava o meu tronco, bem no peitoral. — Verdade ou Desafio? — Realcei.

— Tá beleza. — Voltei a cruzar meus braços, um ao outro. Bati um de meus pés, ao mesmo tempo em que fazia os mesmos com as pontas de meus dedos nos bíceps. Revirei meus globos claros, olhando momentaneamente o céu estrelado acima do cenário suspirei. — Pode começar. — Estava inquieto. Por fim, coloquei meus punhos nos bolsos da calça jeans — E quero desafio. — Respondi, mirando-a pelos cantos dos olhos.


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Re: A Fogueira

Mensagem por Emmanuelle S. Henz em Dom Jan 01, 2017 7:58 pm



Não precisamos de uma resposta, pois tudo está nesse seu sorriso
Não pense em nada, não diga sequer uma unica palavra, apenas ria comigo...

Desconcertada, outra palavra não a definiria melhor naquele momento. Emmanuelle nunca recebera bem os elogios, sempre fora muito transparente, e acabava se sentindo um tanto sem jeito sempre que os recebia. – Não estava nos planos – Murmurou em resposta, abrindo um sorriso tranquilo ao sentir o corpo relaxar, mas esse momento durou pouco. A atenção de Ariel fora tomada completamente, e Manu se virou para entender o que ela encarava, até se deparar com as duas garotas. Arregalou os olhos ao reconhecer os cabelos loiros de Sadie, mas nada disse, e para completar toda a baderna Ariel a pegara pela mão a puxando para o centro onde todos se encontravam. As bochechas da caçadora adquiriram um tom de vermelho incindível, porém compreendia as ações tomadas pela morena, que no momento intimidava boa parte do grupo com a postura seria. Manu nada disse, mas se pegou desviando o olhar para o corpo da mais jovem, da loirinha que permanecia deitada na grama, e arqueou a sobrancelha.

A filha de Poseidon não esperava que a irmã arrumasse tamanha confusão em seu primeiro dia no acampamento, mas tão pouco iria repreenda-la, pois não acreditava que fosse o momento. Anos antes tinha cuidado daquela mesma menina, agora crescida e com um corpo esbelto, Manu podia ver seus olhos presentes no olhar daquela mesma criança. Sorriu, revirando os olhos como se dissesse que conversariam mais tarde, e então se virou para a cena mais cômica que já presenciara. Ariel brigava com a irmã mais nova – que era uma deusa e que irritada, poderia destruir boa parte do acampamento – como se desse um sermão em uma criança, o engraçado de tudo isso, era que Ariel não devia saber ideia de quem era aquela menina, mas Manu sabia.

Quando terminou, deu as costas as duas deusas e voltou-se para ela. Manu fingiu-se de séria, contendo o sorriso ao se afastar, sem dizer uma única palavra. Esperou que se afastassem o suficiente, deixando a multidão para trás aos poucos, ficando mais ao canto, onde poderiam conversar sem que qualquer curioso atrapalhasse, e foi aí que Ariel voltou a falar. Fechou os olhos para receber o beijo, e ronronou manhosamente contra seus lábios, a puxando contra si pela cintura. – Hm, estávamos juntas a apenas algumas horas, já estava com saudade? – Brincou, sabendo que entendia o sentimento perfeitamente. Manu traçou caricias sobre a pele exposta da mais velha, e abriu um sorriso maior entre seus lábios, não conseguindo se conter por mais tempo, acabou rindo baixinho, abrindo os olhos e deixando escapar. – Você fica muito atraente brigando com sua irmã mais nova, as duas ali – Apontou discretamente com a cabeça, erguendo o olhar de encontro ao dela. – São deusas menores, e a que você puxou pelo ombro, é sua irmã, a que estava apanhando, era a minha – Manu mordeu os lábios, tentando não rir ainda mais da situação.

Thanks Panda



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Re: A Fogueira

Mensagem por Ariel Sehn Kahlfels em Seg Jan 02, 2017 4:39 pm



Quando a informação de que uma de suas irmãs era uma das envolvidas da briga, e que a dita cuja era uma deusa menor, a morena não esboçou nenhuma expressão diferente do que um rosto irritadiço e assombroso. Seu olhar negro começava a esvanecer e o tom azulado voltava vagarosamente para os olhos da mentalista. − Enquanto ela estiver sob as condições do acampamento, é mais uma dentre todos os campistas. Não temeria uma deusa ou qualquer outro tipo de espécie com quem poderia lidar, estou levando a sério a responsabilidade que me foi dada. − Respondeu, fitando os olhos esverdeados de Emmanuelle. Ela realmente não temeria a jovem e suas forças, estava mais surpresa com o fato de não tê-la visto no chalé de Hades, porém, estava passando mais tempo sozinha no espaço para os mentalistas do que outra coisa. − Pelo menos ela não apanhou, né?! − Deu de ombros. Um suspiro escapou pelos lábios da semideusa mais alta, que estava ainda mais perto da filha de Poseidon. − Aliás, a senhorita não me disse se quer ir comigo. Já esteve em New York antes? − Perguntou, torcendo para que Manu aceitasse o convite de sair do acampamento com ela.

Parando para olhar ao redor, ainda não tinha visto Lauren ou algum dos outros amigos mais próximos, o que era um pouco frustante. Ainda tinha que agradecê-los pelos cuidados prestados com o incidente do minotauro, e não poderia deixar passar em branco. − Viu a Lauren ou o Hell? Eu ainda não falei com eles desde o... Você sabe. − Não se tratava de um trauma obtido. De certo, temia estar de volta a NY, mas era algo do próprio sub-consciente. Era apenas uma maneira de falar e não se lembrar do que tinha acontecido.



roupa aqui. apenas a roupa, cabelo e maquiagem fazem parte do conjunto citado no post. ariel usa uma rasteira prendendo no pé, para não ficar exageradamente alta. suas dores impedem o uso de saltos.
happy new year














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Re: A Fogueira

Mensagem por Evie Farrier em Seg Jan 02, 2017 5:40 pm



EVIE FARRIER

Happy New Year

Menções no post: Guilherme

Raaarw #2


Evie sempre teve como uma de suas marcas ser direta. Não gostava de rodeios, não desviava olhares. Então sabia reconhecer quando deixava alguém nervoso, mesmo que suavemente. Buscou rapidamente por um lugar ponde pudesse abandonar suas sandálias, podendo assim ter ambas as mãos livres. Retornou ao lugar onde estava, próxima do legionário sustentando um semblante sereno até ter a permissão para que pudesse ser curiosa.

-Eu não sei como perguntar isso de outra forma sem me exaltar – Farrier começou e olhou para o braço do garoto, sem conter a sua fala ser acompanhada por gesto de mãos – Como você conseguiu uma dessas?! O que pode fazer? Desculpe se isso traz alguma lembrança ruim, mas é que não é todo dia que eu vejo algo como... isso!

Tinha consciência de que estava se intrometendo, porém, como evitar? A sua frente estava alguém que tem mais do que cicatrizes de guerra, ele possuía um braço mecânico! Qual seria a história por detrás daquilo? Teria sido doloroso? As questões ferviam na mente criativa da romana, mas evitaria lançar aquele bombardeio no garoto para não deixa-lo nervoso ou acuado. Não era de seu temperamento afastar as pessoas, não quando estava querendo tanto saber sobre um determinado assunto. Então manteve-se perto, os olhos claros buscando os de Guilherme igualmente claros. Seus ombros estavam relaxados, demonstrando uma guarda relativamente baixa. Ela não permitia que sua mente esquecesse que estava ali para um momento de lazer, não haveria problemas em ceder um pouco, certo?


rise and rise again until lambs become lions

Don’t give up!




EVIE FARRIER
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Evie Farrier
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Re: A Fogueira

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