The Blood of Olympus
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A Fogueira

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Re: A Fogueira

Mensagem por Simon Montgomery em Sab Jan 28, 2017 7:08 pm

Lovers Gonna Love

O dia de um legionário sempre fora cansativo, e o de Simon não era diferente, após uma série de atividade, o garoto queria apenas descansar, afinal, não teria que fazer ronda pelo perímetro neste dia.
Os rumores sobre uma fogueira correram pelo acampamento o dia todo, algo que não era costume do acampamento romano, mas Simon precisava conferir com os próprios olhos. Ela seria acesa no período noturno, o período que Simon mais gostava de passear, pegando normalmente as rondas noturnas para fazer.
Simon vestiu roupas rotineiras para a ocasião, não ligava muito para coisas desse tipo, queria apenas relaxar. Sua roupa consistia em uma camiseta do Acampamento Júpiter, uma calça jeans de joelhos rasgados, seu bracelete e sua capa negra, nunca se sabia quando precisaria agir.
O garoto chegou quando todos já estavam quase para irem embora, estava acompanhado de sua Alice, seu corvo que quase sempre ficava no perímetro do acampamento, saindo apenas em extrema necessidade. O garoto aconchegou-se na parte mais sombria e solitária, sentando-se em um tronco de arvore, abraçou Alice que roçou a cabeça no peito do garoto e cobriu-a com parte da capa, a aquecendo com a temperatura que fazia.
Simon estava apenas observando as pessoas conversando e dançando, comendo e bebendo, enquanto acariciava as penas do animal. Alice encarou-o com o canto de olho, percebendo o desconforto do garoto, mas não disse nada devido a timidez de falar em público.
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Re: A Fogueira

Mensagem por Mihay Kiev Razvan em Seg Jan 30, 2017 10:31 am

A noite trouxera surpresas pelas quais ela não estava preparada, e em algum momento, Mihay se viu sozinha. É claro, que a garota não poderia estar a par de danças e beijos, e nem se sentia confortável daquela maneira, e o limite para que inventasse uma desculpa e saísse dali se deu no momento exato em que viu Ahri com os lábios colados ao de outro semideus. Podia dizer que estava em choque, e que não estava preparada para ver a irmã se desenvolvendo, ou crescendo. Assim sendo, em algum momento ela deixou as gêmeas Razvan, endireitou a postura, e se misturou aos convidados da festa. Fora no meio da noite, quando o crepúsculo já chegara ao seu fim, e o agito da música deixara de soar estridente, para causar alvoroço e agitação desnecessária.

A garota se esquivou por entre os convidados, e alcançou Serena em algum momento. Mihay costumava ser discreta, e dificilmente era notada pelas pessoas ao redor, algo, que ao seu ver, se tornara uma qualidade admirável e a fazia se sentir misteriosa, levemente liberta. A necromante abaixou-se a altura de Serena, e lhe sussurrou ao pé do ouvido um rápido. – Preciso ir – Sem explicar para onde, ou o que faria, até porque, ela mesmo não sabia o que estava acontecendo. Precisava sair dali. Essa era a única coisa pairando em sua mente, e adenda as festividades, a jovem filha de Eris se afastou. Escutou os gritos da irmã mais velha as suas costas, mas ignorou ao puxar o capuz da capa sobre a cabeça, e se perder na multidão. Mais tarde, naquela mesma noite, a garota se viu sentada a beira da praia, encarando as ondas se quebrarem enquanto se maravilhava com a explosão de fogos.



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Re: A Fogueira

Mensagem por Ethan Burkhoff em Seg Jan 30, 2017 9:09 pm


TAKE ME AWAY
from here

A chegada ao acampamento Júpiter não foi tão difícil quanto imaginei que seria. Depois de ouvir todas as historias do meu pai sobre os desafios que ele enfrentou para poder ser aceito, imaginei  que teria que passar pelo mesmo para chegar ao local. Enganei-me. Após  um teste rápido com Lupa, lá estava eu, sendo recepcionado por todos. Ethan, o filho de um dos mais famosos semideuses de Trivia:  Joseph. Forçava um sorriso toda vez que me reconheciam.

Eu não queria estar ali. Sabia que não pertencia aquele lugar. Eu sabia quem era minha verdadeira mãe, embora ela não tivesse me reconhecido ainda. Um filho de uma deusa grega com um semideus romano era de causar confusão em qualquer um. Cresci ouvindo coisas positivas sobre aquele acampamento e negativas sobre o grego. Então, não tive a oportunidade de escolher para qual iria, tive que obedecer as ordens de meu pai.

A lua já estava em seu topo quando decidi presenciar a festa na fogueira. Um pouco de ar fresco e socialização não seria de todo mal. Usava uma calça jeans clara, com uma camisa roxa e tênis branco. O cabelo perfeitamente arrumado. Bufei um pouco ao ver tanta gente reunida naquele lugar. Eu não era bom com socialização, não seria agora que aquilo mudaria. Caminhei por entre as pessoas até encontrar uma bebida, ao qual peguei sem nem perguntar o que era e levei aos lábios.

A doçura daquele líquido teria me deixado em êxtase se não fosse por uma leve ardência que veio de minha perna assim que bebi.  Não sabia o que era, mas na mesma hora uma coceira tomou conta da área afetada. Abaixei-me, levantei um pouco a calça para ver a parte do ardor e avistei um leve inchaço vermelho. Alguma coisa havia me picado? Cocei o local, voltando a ficar ereto em seguida.

Eu não sabia dizer, mas de repente algo dentro de mim começou a crescer e tomar conta do meu corpo. Eu mexia um braço de um lado para o outro, enquanto tentava pará-lo com o que eu ainda tinha o controle. O que danado estava acontecendo? Quando achava que não podia piorar, era vez da minha perna direita se movimentar da mesma maneira. Em pouco tempo eu estava parecendo aqueles bonecos de posto que se balançam loucamente.

Avistei uma mesa ao lado da fogueira e corri até ela, subindo nela sem me preocupar com o que tinha ali. Afinal, não tinha controle mesmo. O boneco de posto havia se transformado em um dançarino de Magic Mike. Meu quadril se mexia para frente e para trás como se uma música sensual estivesse tocando. Eu já estava um pimentão de tão vermelho que estava, muitos presentes agora tinham sua atenção em mim. Era possível ouvir as risadas vindo de todo o lado.

Quando eu achava que não podia piorar, estava enganado: retirei a camisa. Girando-a com a mão direita no alto algumas vezes, antes de colocá-la por ente minhas pernas e puxá-la para frente e para trás. A única coisa que eu queria, era ir embora dali. Já tinha chamado a atenção demais. E parece que o espírito que estava me possuindo – pelo menos, era aquilo que eu imaginava – decidiu colaborar e atender ao meu pedido.

Assim que passaram carregando uma jarra de ponche, minha mão foi em direção a alça do objeto e tomou de posse do outro ser. Tentei me desculpar,  mas já estava do outro lado da mesa, requebrando. Esperava que aquele liquido não fosse para o que eu imaginava que era. Mais uma vez, havia me enganado. Fechei os olhos – já que era a única coisa que tinha controle – quando minha mão que segurava a jarra foi levantada de modo que ficasse em cima de mim.

A medida que meu corpo ia sendo jogado para trás, minha mão virava, fazendo com que o liquido derramasse aos poucos sobre meu tórax. Enquanto isso, a outra mão ia ‘espalhando’ ou apenas alisando mesmo, a área melada com um suco. Um arrepio percorreu todo meu corpo ao ser tocado por aquela bebida gelada. Finalmente recuperei o controle quando todo o liquido foi derramado.

Caí de joelhos na mesa, com a cabeça baixa, sem conseguir ergue-la de maneira nenhuma. Até que um rapaz moreno se aproximou com um sorriso nos lábios.

— Parabéns — Ele falou em meio a risada — Pela performance.

Ótimo, agora todos lembrariam do garoto filho de Joseph, que pirou durante a primeira festa ao qual frequentou. Tratei de pegar a camisa e sair dali correndo o mais rápido que podia.

Monstrinho do Azar (Retirada):
Monstrinho do azar: Hoje não é seu dia de sorte, você pegou justo aquele que te deixaria com um azar danado. Aparentemente o monstrinho do azar aprontou uma com você, e agora, picado por uma criaturinha que é menor que uma pulga, o mico será tremendo. Você agora terá que postar na fogueira, dançando na frente de todo mundo, não é muita coisa, mas certamente te fara passar vergonha durante a noite.

Obs¹: Para se livrar da maldição é necessário realizar uma postagem em ON Game na fogueira de ano novo, lembrando que, essa maldição se não for retirada de seu perfil ela sera revertida em uma segunda maldição, que poderá ser usada contra seu personagem quando um narrador bem entender. Vai correr o risco?

Maldição Inversa: Em caso da maldição não ser retirada do perfil, o monstrinho do azar irá aparecer para seu personagem quando bem entender, e ficara como o vilão podendo querer derrota-lo, soltando outras maldições sobre seu personagem. (Hp do monstrinho do azar é 800)

Obs²: Ao realizar essa postagem é necessário pedir atualização no tópico de: pedidos de atualização dentro do evento de ano novo. Tal postagem, se feita de forma correta, e satisfatória aos olhos do narrador, pode lhe render até 200 XP em sua barra de níveis. Legal não é mesmo? Aproveite! A maldição não é de todo ruim.

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Re: A Fogueira

Mensagem por Sadie em Seg Jan 30, 2017 10:03 pm

Reencontro?!
Quando o mundo não gira...
Quando se é prole de dois deuses que não se dão muito bem, a milhares de oportunidades a serem aproveitadas. A não ser claro, contra todas as possibilidades seus pais resolvem concordar com a única coisa que te deixa em uma armadilha capaz de acabar com todas as suas esperanças. –Sadie querida, não é tão ruim assim. Sua mãe tem razão- palavras certeiras, atingindo meu coração como flechas de gelo moldadas por tia Ártemis. Bufei, passando as mãos por minhas madeixas loiras em um obvio sinal de minha frustração. Meu pai era a ultima opção antes de meu corpo ser jogado junto ao corpo de milhares de semideuses naquele acampamento meio-sangue que eu me livrara por pouco.

-Pai, pensa comigo tá?  Imagina ter de se livrar dos problemas do mar do norte? Você sabe que não há ninguém mais capaz que eu pra assumir esse posto. Eu seria uma duquesa dos mares excelente, eu tenho seus genes lembra?- murmurei usando de minha voz doce. Pra ser sincera, aquela tonalidade havia me tirado de mais enrascadas do que eu pensara ser possível. Meu pai tinha um ego um pouco grande demais, o que facilitava e muito minha vida como causadora de problemas. –Sadie querida, você seria incrível. Mas sua mãe me alertou sobre essa voz, ela disse que eu me deixo ser enganado por ela. Um absurdo claro. Eu o deus dos mares manipulado? Nunca- murmurou papai esboçando sua feição de indignação.

-Então é assim? Quando eu não sirvo mais vocês querem se livrar de mim? Que tipo de pai faz isso com um filho? Deve ser por isso que os semideus vivem em conflito com vocês! – bufei antes de dar as costas para o meu pai, me retirando de seu reino. Ter uma passagem direita para o Olimpo era algo que facilitava minha locomoção. Se com meu pai não havia funcionado, com a minha mãe nem adiantaria tentar. Atena, a deusa da sabedoria era um osso duro de roer. Sim, eu uso metáforas antiquadas, nada que seja da conta de qualquer pessoa intrometida por ai. –Sadie? Suas coisas já foram mandadas pro acampamento. Quiron ira recepciona-la – anunciou mamãe sentada no trono de sua imensa biblioteca. –Mãe!- supliquei fazendo o beicinho que costumava desarma-la no passado.

Não tive nem tempo de continuar minha suplica, quando me vi no acampamento meio-sangue. Mesmo tempo sido a muito tempo atrás, eu ainda me lembrava das construções bem feitas, do campo de morango e todos os locais destinados aos treinamentos. –Então é assim que vai ser dona Atena? Que seja!- resmunguei olhando em direção ao céu. –Seja bem vinda ao acampamento meio-sangue Sadie- anunciou a voz conhecida de Quiron. –Obrigada Quiron, vou super apreciar minha estadia na prisão dos deuses- ironizei esboçando um sorriso falso. –Por que eles não podem chegar de bom humor! Pelo raio mestre de Zeus!- murmurou Quiron erguendo suas mãos em direção ao céu. –Onde eu vou ficar afinal?- questionei impaciente batendo os pés no chão.

-Na festa da fogueira, uma comemoração especial para os semideuses, vá até lá e se divirta- anunciou Quiron apontando em direção as luzes. –Serio isso? Não posso simplesmente sair por ai e matar um monstro ou outro?- questionei já sentindo o ímpeto de me trancar em algum lugar. Um segredo sobre um descendente? Nós não controlamos muito bem nossos poderes em determinadas situações. Outro segredo? Odiamos  pessoas que se intrometem demais em nossas vidas. –Não, não pode- murmurou Quiron, ao que responder em um dar de ombros, tendo meus movimentos guiados pela luz que meus olhos viam a frente.

Como tudo que os deuses costumavam colocar a mão, aquela festa tinha muita pompa, muita coisa desnecessária e provavelmente muitas pessoas inconvenientes. A começar pelas garotas desnecessárias que subiam em mesas para poder dançar. Sim, eu estava me referindo aquela loira estranha que dançava como se o mundo pertencesse a ela. E obvio que não pertencia. A coisa toda a aconteceu rápido demais para que eu pudesse me situar, em um minuto a babaca gritava algo desconexo em minha direção, para no segundo seguinte seu corpo estar acima do meu em um ataque covarde. Minha mão foi de encontro a seu pulso impedindo que seu ataque se concretizasse. –Primeiro, patricinha? Cadê sua criatividade?Seus cabelos são tão loiros quanto os meus- murmurei dando um empurrão em seu corpo, retirando-o de cima do meu. –Segundo, quem você pensa que é pra pensar que eu perderia meu precioso tempo com você?- questionei arqueando minha sobrancelha esquerda em um sinal de pouco interesse.

?





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Re: A Fogueira

Mensagem por Vênus em Ter Jan 31, 2017 3:17 pm

Atualizado e Encerrado


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..
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Re: A Fogueira

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