The Blood of Olympus
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Dream Creation

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Dream Creation

Mensagem por Emmanuelle S. Henz em Qua Dez 21, 2016 2:45 pm

Laboratorio
A mente que se abre para uma nova ideia, jamais voltara ao seu tamanho original
Descrição
É possível identificar as estrelas sobre o teto daquele estranho lugar. Pequeno de certa maneira, mas grande ao mesmo tempo. Mesas e balcões de trabalho se espalham por todo o aposento, e um lustre pende do teto. Arcos, bonecos, frascos e vidros também são distribuídos por todo o aposento, sejam dependurados pelas paredes, ou presos a estantes. Projetos não terminados se encontram aos fundos, onde também podemos encontrar um espelho de tamanho médio. Durante a noite uma claraboia se abre no teto, iluminando o lugar pela luz da lua.
Extra
• Manu não trabalha para fora, ou seja, seu laboratório é algo totalmente privativo, pois a mesma não faz projetos para outros.
• Geralmente suas criações, poções, amuletos, e etc, são dadas as caçadoras, ou a pessoas mais próximas.
• Quase ninguém tem permissão de entrar no lugar.




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Re: Dream Creation

Mensagem por Emmanuelle S. Henz em Qua Dez 21, 2016 5:31 pm



Se eu sou uma espada, eu sou uma espada feita de vidro, e eu sinto que estou começando a estilhaçar
Vamos fingir que sabemos amar e quem sabe um dia poderemos aprender

Prologo
Existe certa flexibilidade quando se lida com alguns deuses. Não todos é claro, alguns podem ser bem temperamentais, mas se souber exatamente o que responder, como agir, e o que perguntar, basta algumas poucas ações e eles estarão como a raposa em o pequeno príncipe, completamente cativados. Emmanuelle ao longo dos anos aperfeiçoara esse talento, convivendo com Lady Ártemis. Sua imortalidade lhe proporcionara certas regalias que nenhum outro semideus conseguiria no acampamento, mas isso não quer dizer que o conhecimento, signifique alguma vantagem, longe disso. Aquela garota apenas sabia como conversar com os deuses, e quando precisava, pedir ajuda a eles, é claro que sempre precisava ficar devendo um favor em troca, e nem sempre era algo relativamente fácil. Os deuses podem ser bastante gananciosos, mais do que ninguém a prole de Poseidon sabia disso.

...

Alguns dias antes
A forja de Hefesto ficava dentro de um vulcão, perdida em meio a uma ilha qualquer do mar de monstros. Não era um lugar agradável, e vivia repleto de armadilhas. Ali, curvado sobre uma mesa de trabalho encontrava-se o deus, não muito animado com a proposta de uma semideusa qualquer, e essa semideusa era Emmanuelle. Insistente que só ela lhe tinha pedido algo bastante incomum, mas não completamente improvável. Ela queria um projeto, na verdade dois, pequenos como insetos a caber na palma da mão de uma menina, ou melhor, duas meninas diferentes entre si. Manu estava em busca de autômatos, réplicas para ser mais exata, uma de beija flor, e uma de borboleta. Não era um favor muito grande, e levaria questão de segundos para o deus concluir seu pedido, mas ele estava bastante resistente quando a cumprir a parte do acordo.

— Bem, tem mesmo algo que eu quero fazer nas últimas semanas, mas não sei se você está apta a atender meu pedido — O deus ergueu a cabeça da mesa de trabalho, e encarou a semideusa. Manu mordeu os lábios para não revirar os olhos, eles sempre queriam algo, como citado anteriormente por essa mesma autora, os deuses são gananciosos. Hefesto não era diferente, mas era bastante rude com suas palavras.

— Não é como se o que eu pedi valesse um grande risco certo? Me diga o que quer, posso ao menos tentar? — Perguntou a garota, não querendo parecer petulante perto de um deus que poderia pulveriza-la. Manu era imortal, não doida. Hefesto coçou a barba na altura do queixo, a qual essa autora deve dizer está pegando fogo, mas ele não reparou, acredita-se que não repararia mesmo que estava com a cara toda queimada. Será que ao menos sente? No momento, acredita-se que não.

— Pois assim será feito, vou te dizer exatamente o que quero de você...

Depois disso, a coisa tornou-se realmente perigosa. Não para Emmanuelle, mas para um casal muito conhecido no monte Olimpo. Mais tarde naquele mesmo dia Emmanuelle visitou um spa abandonado a muitos anos na Califórnia. Fora Hefesto quem a enviara é claro, de uma maneira rápida e bastante eficaz, também lhe dera uma forma de voltar direto para o covil do deus – como Emmanuelle carinhosamente apelidara o vulcão fumegante que Hefesto trabalhava – de forma que, bastava instalar aquele monte de apetrechos.

Resumindo a história acima, Emmanuelle fora convocada para criar uma pequena armadilha com fios incríveis, uma rede inquebrável, e acender algumas câmeras. Tudo isso apenas para pegar Ares e Afrodite em flagrante uma segunda vez. É de conhecimento geral que Afrodite trai Hefesto – seu marido – com Ares, assim como todos sabem que Hefesto não gosta nada disso, e tenta de tudo para fazer com que os dois passem vergonha em público, mandando-os para rede nacional – mais conhecida como a TV Hefesto, o canal do olimpo – pegos em flagrante durante um encontro qualquer. Com isso, já podemos supor que a missão de Emmanuelle, é justamente para isso, e naquele fim de tarde ela perdeu boas horas executando o processo. E tudo para conseguir um par de autômatos, um anel, um bracelete, e bolinhas de vidro...

...

Momento presente
Sobre a mesa de trabalho mais ao canto era possível se ver um beija flor e uma borboleta, com os formatos originais, e não a forma com que podiam tomar quando não estivessem em uso, e tudo porque Manu precisava deles assim. Pequenas o suficiente para caber na palma de mão, e frutos de um favor qualquer ao deus das forjas - não precisamos voltar ao constrangimento que foi conseguir aqueles dois objetos, Não é mesmo – algo que acabou gerando uma tremenda confusão. A luz da lua banhava o centro do pequeno aposento, onde uma semideusa de olhos esverdeados pegava-se encarando aquelas duas estatuetas. Tinha planos para elas é claro, e para isso precisava de tempo, tempo esse que geralmente não possuía.

Já passava da meia noite, e há muito que Emmanuelle devia estar na cama, até porque na manhã seguinte tinha muito o que fazer, mas não conseguia. Algo a atraíra para o laboratório naquela noite, e levada pelo impulso de terminar algo acabou acendendo um pequeno caldeirão, que agora fumegava próximo da entrada. A garota balançou a cabeça e caminhou até a aljava mais próxima, retirando dali uma flecha de prata lunar – material utilizado apenas pelas caçadoras – e usou a força para quebra-la em pedaços menores. Caminhou então até o caldeirão já bem aquecido, retirou a tampa e atirou o material para dentro, no intuito de derrete-lo. Poderia parecer maluca? Sim, mas todos os seus passos estavam sendo bem trabalhados naquela noite.

Manu se aproximou do par de autômatos, abrindo os buracos de centro daquela parafernália, e colocou o tubo na parte de dentro, era vidro antes de ser reforçado com prata celestial para que não se rompesse em seu centro. O tubo, possuía três pequenas entradas, separadas para formar um triangulo, onde seria possível injetar poções diferentes. Cura, antídotos para venenos, e antidoto do amor. Emmanuelle é claro pensara em tudo isso com antecedência, daria vida a eles em algum momento – que não era o presente – mas, por hora, reconfortava-se em saber que atrás de si tinha frascos previamente preparados de todos os três conteúdos, algo que vinha trabalhando com afinco por noites a fim.

A prole de Poseidon separou os fracos, uma seringa e um conta gotas ao canto, e foi checar o caldeirão, vendo a prata fumegar dentro do recipiente fechado, amassada e tomando forma de liquido aos poucos. Tampou-a de novo enquanto trabalhava em outras coisas – que não os autômatos – ajeitou o anel ao canto, formando um par de mini flechas venenosas – do tamanho de agulhas – e as encaixando na parte de dentro, ajeitou o botão na parte interna, selou e guardou. Era algo simples e trabalhado ao mesmo tempo. O Anel foi parar em uma caixinha ao canto, e Manu pulou para a segunda das mesas, na qual repousara uma caixa de injeções – menores do que as comuns – todas feitas de vidro, porém resistentes o suficiente. Manu preencheu-as com poção contraveneno, e poções de cura, e fechou-as em mini caixas com quatro delas em casa, duas com conteúdo de veneno e duas com conteúdo para cura.

A garota se locomovia rapidamente por todos os cantos, indo de uma mesa a outra até parar em uma em especifico, a que continha o segundo presente de Tessa. Pegou-se encarando o bracelete com certo fascínio, pois sabia que aquilo de alguma maneira um dia poderia vir a salvar a vida da irmã – não mais que o autômato do outro lado da sala – e lhe dar algum tempo. Manu ajeitou os dois compartimentos ali presentes, injetando os minidiscos envenenados até que estivesse completo, fechou-os e guardou em uma caixinha preta, então voltou ao caldeirão fumegante. A prata tinha derretido, e bastava agora concluir seu primeiro projeto. Manu pegou o primeiro dos autômatos – o beija flor – e usou uma espécie de pinça grande para mergulha-lo na prata, de forma que o tornasse ainda mais resistente, repetiu é claro o processo com o segundo.

Deixou-os checando por umas boas horas enquanto voltava a trabalhar ao redor, cuidando das bolinhas geladas ao canto – do tamanho de bolinhas de gude, e impregnadas com rajadas de gelo e tempestades, o poder de Emmanuelle contido em seu centro, mais precisamente de suas cartas de dominação, de forma que pudesse soltar as bolinhas apenas quando necessário – deixou-as posicionadas em caixinha, cada qual contendo seis delas ao todo, e tampou-as sobre a mesa, também as deixando num canto. Mais tarde naquela noite trabalhou nos tubos para recarregar os autômatos, pois os mesmos possuíam quantidade de poção suficiente apenas para duas aplicações, e precisariam ser recarregadas com frequência. Dois tubos para cada seriam suficientes por hora, poderia fazer mais se preciso fosse.

Ao ter a prata seca terminou de modelar cada um dos autômatos, então fez algo realmente surpreende, e que a muito não utilizada em seu bem prazer. Usou o poder, o mesmo que lhe dava permissão para animar qualquer coisa que não possuísse vida própria, e os programou – ambos os autômatos – para que pudessem vir a proteger suas portadoras – as novas donas – sempre que sentissem que essas estavam machucadas demais – algo mais sério – para curar os ferimentos mais leves, e retirar o veneno do corpo, ou alguma espécie de ilusão causadas por amor falso e esquecimento. Guardou-os então em suas respectivas caixinhas, junto aos tubos de carreamento, e sentou-se para admirar as estrelas.

Epilogo
Certos sacrifícios são necessários, mesmo se isso significar passar uma noite – ou algumas – sem dormir, e dar a cara a tapa para convencer um deus. Manu sabia de tudo isso quando foi atrás de conseguir o material que precisava para salvar aqueles que amava, mas no fim das contas, valeu a pena.
Criação abaixo:

Hummingbird: Um autômato de cura no formato de um beija flor. Foi banhado em prata lunar, por isso emite um brilho esbranquiçado, tendo os olhos feitos de vidro verde brilhante. O beija flor foi animado com a benção “Lady da Luz” de Emmanuelle, por isso acredita que sua missão de vida é curar Tessa, dessa forma, sempre que a semideusa estiver muito machucada, envenenada, ou com efeito de amor e esquecimento no corpo, o beija for irá reagir, aplicando o antidoto contrário em seu corpo, ou a poção de cura. Um tubo em seu centro permite a aplicação rápida por meio de agulhas, contendo duas agulhas para abertura no triangulo do tubo, dentro contém: Antidoto para veneno, poção de cura simples, e antidoto para poção do amor ou do esquecimento. O efeito de cada poção pode ser conferido no laboratório de poções. O autômato se fecha até virar um pingente de beija flor, preso a uma corrente de prata lunar. Sempre retorna ao dono, por que foi programado para cuidar da semideusa em questão.

Butterfly: Um autômato de cura no formato de uma borboleta. Foi banhado em prata lunar, por isso emite um brilho esbranquiçado, tendo os olhos feitos de vidro verde brilhante. A Borboleta foi animada com a benção “Lady da Luz” de Emmanuelle, por isso acredita que sua missão de vida é curar Ariel, dessa forma, sempre que a semideusa estiver muito machucada, envenenada, ou com efeito de amor e esquecimento no corpo, a borboleta irá reagir, aplicando o antidoto contrário em seu corpo, ou a poção de cura. Um tubo em seu centro permite a aplicação rápida por meio de agulhas, contendo duas agulhas para abertura no triangulo do tubo, dentro contém: Antidoto para veneno, poção de cura simples, e antidoto para poção do amor ou do esquecimento. O efeito de cada poção pode ser conferido no laboratório de poções. O autômato se fecha até virar um pingente de borboleta, preso a uma corrente de prata lunar. Sempre retorna ao dono, por que foi programado para cuidar da semideusa em questão.

Tubos: Feitos de vidro e reforçados com prata lunar, a parte de dentro tem três entradas que formam um triangulo, cada uma contendo duas agulhas com poções diferentes. Antidoto para veneno, poção de cura simples, e antidoto para poção do amor ou do esquecimento. O efeito de cada poção pode ser conferido no laboratório de poções. O tubo serve para recarregar o autômato. (x2)

Bolinhas geladas: Uma caixa contendo seis bolinhas do tamanho de uma bolinha de gude, transparentes e com circulação de gelo em sua parte interna – geada e tempestade, poderes presentes nas cartas de dominação de Emmanuelle – o poder contido é liberado quando a bolinha é quebrada, geralmente ao ser lançada contra o adversário, fazendo com que uma pequena rajada de gelo saia de dentro da mesma, congelando a parte que for atingida – uma mão, um braço, uma perna – o poder contido é pequeno, e serve mais para ganhar tempo. (x6 bolinhas)

Luna: Anel feito de prata lunar com uma pedra de opala preta em seu centro, pequena e delicada. O anel contém dois mini atiradores, escondidos em compartimentos pequenos na lateral do anel – um de cada lado – e servem para lançar mini flechas, cobertos com veneno de Kanima e Jequitiri. As flechas são menores que agulhas, e tão finas quanto, por isso é difícil identifica-las. O Anel é capaz de soltar até 3 das mini flechas por vez, que voam em direção ao adversário. Por serem impregnadas com dois tipos de veneno, também tem dois efeitos aqueles que forem atingidos pelas agulhas. O veneno de Kanima causa paralisia – o que não dura muito tempo, já o jequitiri causa aglutinação das células vermelhas do sangue, formando coágulos e impedindo a circulação corpórea fere  também as mucosas da boca, faringe e cordas vocais. A inflamação causa inchaços que impedem a passagem do ar e podem levar à asfixia. Se a agulha perfurar o veneno entra.  

Protectio: Bracelete de prata lunar com duas curvinhas no centro – são na verdade porta minidiscos – é repleto de inscrições gregas, palavras de conforto e encorajamento. Quando se aperta a pedra em seu centro – uma pequena safira – o bracelete abre dois compartimentos, e solta mini discos – menores do que a ponta de um dedo polegar – que voam em direção ao inimigo, no intuito de corta-lo, os discos tem dentes em suas pontas, invisíveis a olho nu – e foram impregnados com veneno de Kanima e sementes de jequitiri – também um veneno – se o usuário for atingido por qualquer um desses mini disquinhos, acabara sendo paralisado pelo veneno de Kanima, já o jequitiri causa aglutinação das células vermelhas do sangue, formando coágulos e impedindo a circulação corpórea  fere  também as mucosas da boca, faringe e cordas vocais. A inflamação causa inchaços que impedem a passagem do ar e podem levar à asfixia. Basta ser cortado pelo disco para que o veneno penetre.  

Cure: Uma caixinha contendo quatro injeções de vidro resistentes. São menores do que um dedo, e por serem feitas de vidro e o liquido contido dentro ser transparente, acabam sendo muito bem disfarçadas – ou seja, a visão para quem vê de longe é quase nula, faz parecer que o objeto nem está ali – tais injeções estão retendo poções de cura, e antídotos para veneno. São quatro, sendo duas com antidoto de veneno, e duas de poções de cura. As de veneno ao serem aplicadas faz com que o veneno dentro do corpo do usuário suma, pois quebra o efeito do veneno no corpo, sangue e etc. já a poção de cura serve para curar ferimentos leves. Por serem injeções a aplicação é mais rápida, e o efeito também é imediato.
Benção:

Cartas de dominação: Como campeã do campeonato realizado pela deusa do gelo, a semideusa adquiriu uma nova arma. Trata-se de três cartas que dão a menina o poder de dominar o gelo, podendo transforma-lo em arma ou usa-lo de outra forma. A primeira carta é a utilizada para que se transforme o gelo em arma. A segunda é a dominação do gelo, podendo esculpi-lo no que se bem desejar. A terceira e mais poderosa é a que da ao portador a habilidade de se tornar um semi rei do gelo, fazendo com que o mesmo domine todas as formas de tal elemento.

Lady da Luz: Possui uma aura ao redor do corpo que é pouco visível para os humanos comuns e para os semideuses que não tem poderes mágicos, essa é azul clara, bastante semelhante ao céu. Essa habilidade mágica permite que o jogador possa fazer com que objetos inanimados ganhem vida, fazendo com que estes objetos atendam ao seu comando. O objeto pode atacar seus inimigos ou fazer ações comandadas pelo portador que lhes deu vida, mas a cada ação feita por seus objetos, um movimento é retirado do turno ou rodada em batalha. Além disso, a semideusa pode invocar pegasus alados, dominantes de diferentes tipos de elementos. Como a terra, o fogo e o ar. Os pegasus obedecem ao seu comando, mas apenas um deles pode ser invocado por vez. Cada pegasus, pode tanto atingir com o elemento que dominava quanto sugar os poderes de semideus que dominam um elemento desse tipo. O convocação deve ser bem planejada, e se usada em demasia pode causar um desmaio espontâneo, caso sua energia corporal não for recuperada. Por fim, a semideusa pode invocar sua irmã gêmea em campo de batalha devido ao elo que as mesmas possuem. Ao invocar Tessa, a semideusa automaticamente suga um pouco de seu poder do caos, fazendo com que seu poder sobre objetos, também funcione com seres comuns, e semideuses.
Materiais usados sem ser os que conseguiu com Hefesto:

- Prata Lunar
Moldes de Arco = 50 Dracmas
Tinta – (Uso: 5 Forjas) = 5 dracmas
Vidro – (Uso: 5 Forjas) = 10 dracmas
litros de água de cocô - 8 dracmas (x2)
3 litro de néctar dos deuses - 45 dracmas
Caixa grande de ambrósia (18 cubos) - 50 dracmas
Pacote com três cascas secas de Taipan - 12 dracmas
200 ml (4.000 gotas) de óleo de Argan - 6 dracmas
2 litros de água mineral pura - 5 dracmas
Poções:

Poção da dor: Criada da mistura da flor de jequitiri e cristais de oxalato de cálcio a poção ao ser ingerida causa aglutinação das células vermelhas do sangue, formando coágulos e impedindo a circulação corpórea fere também as mucosas da boca, faringe e cordas vocais. A inflamação causa inchaços que impedem a passagem do ar e podem levar à asfixia

ઊ Veneno de Kanima : Um pequeno frasco que possui um liquido viscoso em seu interior. Trata-se do veneno de um monstro da mitologia chinesa, o Kanima. O veneno deste monstro é capaz de manter o seu oponente paralisado por até três rodadas. (x4)

Antidoto para amor/esquecimento - Efeitos: O antidoto do esquecimento e da poção do amor, faz com que qualquer feitiço ou poção do esquecimento que tenha sido dada ao individuo tenha seu efeito findado. A mesma coisa ocorre com a poção do amor.

Antidoto para Venenos - Efeitos: O antidoto para poções venenosas age no organismo da pessoa que o toma retirando qualquer veneno que a pessoa possa ter ingerido, fazendo com que o individuo a toma-la expila um suor esverdeado de seus poros.

Poção de cura Simples - Efeitos: A poção de cura simples pode curar pequenos machucados feitos por espadas, e também pequenas doenças como uma gripe, enjoo, diarreia, queimaduras e dor de estomago.

Thanks Panda



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Re: Dream Creation

Mensagem por Hades em Qua Dez 21, 2016 6:01 pm

A avaliação é definida da seguinte maneira, como podem conferir abaixo:
Realidade de postagem + Ações realizadas – 400 xp
Escrita: Gramatica, erros, pontuação, coerência, concordância e etc – 300 xp
Habilidade condizente com os itens criados – 100 xp
TOTAL: 800 de XP.

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Realidade de postagem + Ações realizadas – 400 xp
Escrita: Gramatica, erros, pontuação, coerência, concordância e etc – 300 xp
Habilidade condizente com os itens criados – 100 xp
TOTAL: 800 de XP.

POSTAGEM VALIDADA E AVALIADA.
ATUALIZADO POR HEFESTO


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Re: Dream Creation

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