The Blood of Olympus
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( ʤ · run on gαsolıne

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( ʤ · run on gαsolıne

Mensagem por Hela A. Deverich em Ter Dez 20, 2016 3:11 pm


Go on and light a cigarette...
 ♦ listening Trouble with xxx♦ words: 2006 ♦


A narrativa que segue abaixo serve para entender um pouco melhor como funciona a mentalidade e as atitudes de Hela Ahn Deverich.

O princípio



Era uma noite quente na tão famosa Califórnia, Jack era um jovem de 23 anos que havia acabado de assumir o negócio da família e comemorava com os amigos. Foi quando viu uma das mais belas e misteriosas mulheres de toda sua vida.

O que ele, certamente, não esperava, é que aquela única noite de prazer lhe renderia responsabilidades para uma vida toda.

21 de abril de 1998


Já era noite, a lua minguante brilhava com toda a serenidade do mundo pelo céu tomado de nuvens quando o jovem Jack viu uma mulher parada em sua sala com dois bebês em seu colo.

Ela então contou a ele quem era e qual era a natureza das crianças que ela lhe entregava.

Assim a criança que parecia ser um pouco maior e que já tinha os olhos abertos, olhando o mundo curiosamente recebeu o nome de Hela. Uma homenagem a deusa nórdica do submundo. Enquanto a menina de olhos fechados que parecia dormir tranquilamente recebeu o nome de Robin, em homenagem à falecida tia que fora uma pessoa doce e muito sábia.

Presságio


Nada, verdadeiramente bizarro ou grandioso acontecera na vida das gêmeas até uma certa noite, onde Hela empurrara uma Robin assustada que tentava acorda-la de seu sonho. Elas estavam com cinco anos e Robin estava jogada no chão quando a garota ligeiramente maior se sentou na cama. - Me desculpe, Rob. - murmurou baixo, um tanto atordoada ao que a irmã dissera ter ouvido Hela falar em uma língua estranha, mas que era - claramente - antiga.

- ... eu abri os olhos e então estava naquele lugar. O submundo do qual a vovó sempre nos conta histórias. - segredou ao que terminou a narrativa. - Tinha uma moça muito bonita lá. Acho que a conheço. - a pouca voz saiu ainda mais baixa.

Apenas mais uma narrativa...

Hela, definitivamente, não teve uma vida normal. Ambas as proles da magia viviam cercadas de esquisitices. Sempre que se irritava as coisas tomavam um rumo anormal.

A menina mais alta tinha um espírito sedento por sangue, onde ela demonstrava sempre ter ótimos instintos e reflexos. Hela era quem batia, raramente quem apanhava. Sempre defendia quem achava merecer. Não tinha amigos, nunca teve, acreditava que tal coisa lhe atrapalharia a capacidade aguçada de julgamento e reflexão.

Assumindo a culpa por cada evento estranho, tudo que ela recebia de seu pai era desafeto e broncas. Tinha tudo o que era necessário para ser uma filha pródiga e trazer orgulho ao homem que chamava de pai, entretanto em sua cabeça a ideia de que apenas ela ou Robin poderia ser a boa filha para que o universo mantivesse seu curso natural a mantinha em um caminho que cada vez mais a levaria para o fundo do poço.

Tendo problemas com o pai porque ele era mentiroso e sendo detestada por causa de seu gênio e seu ego, ela não sabia como aquela família poderia ser mais desestruturada.

Aos treze anos, ela já usava roupas escuras e maquiagem pesada para parecer mais velha e, de fato, ela parecia. Saía com os garotos de turmas acima para cometer vandalismo, sendo livrada pelo pai de um amigo que pagava suborno ao guarda, ou - em certas vezes - pela própria capacidade de ser ágil como um fantasma durante noite.

Claro que com a piora de sua conduta, a situação com seu pai não era das melhores. Eles brigaram de forma constante, onde Hela levava uma ou duas sacudidas. Vez ou outra, um tapa pela petulância, o que não mudava em nada seu modo de agir. Batendo a porta na cara do homem ao entrar no quarto, vendo Robin sentar sobressalta na cama e - muitas das vezes - até limpar o sangue de sua boca.

Não foram poucas as vezes onde a menina mais nova a questionava sobre suas atitudes, os lugares onde ia, as pessoas com quem andava... Robin, de fato, pareceu cansar-se de ver a irmã tomar a culpa por tudo mesmo quando não era ela a verdadeira culpada.

Ainda sim, sabia que não houvesse nada que pudesse fazer.

Aos quatorze anos, elas mudaram a cor de seus cabelos. O que finalmente as faria serem diferenciadas de fato. Hela não tinha ninguém além da irmã, mas notava que o fato de professores as confundir parecia irritar a menina que - agora - tinha os cabelos coloridos.

A única vez que Hela se lembra de ver o pai brigando com Robin fora quando ela, tentando manter o corpo igual ao da irmã a todo custo, fizera a mesma tatuagem que Hela, exatamente no mesmo lugar.

Naquele mesmo dia, a morena empurrara o homem e segurara no braço da irmã subindo até o quarto. Estavam a salvo. Ela se lembra de ter confortado a irmã, garantido que o pai a perdoaria, enquanto esta chorava e deixava sua camisa bege manchada com a maquiagem leve que usara.

Hela não dormira naquela noite.

Sentia-se claramente como uma ameaça à segurança e integridade de sua irmã. Mas não se via simplesmente indo embora para longe. As coisas ficaram piores quando sua avó veio a óbito. O pouco de sanidade que parecia restar em Hela havia ido embora.

Fora a única vez na vida onde Robin a vira chorar. Era um choro doloroso, sofrido. Ela se via gritando a cada vez que pegava no sono. Chegou a bater a cabeça na parede tantas vezes e com tanta força que o sangue quente pegajoso lhe escorria pela nuca.

Perdera o controle.

Quando o luto passou, ela se viu voltando para a bolha que dividia com sua irmã, ainda mais calada do que antes.

Elas existiam separadamente, Hela estava ciente disso. Ciente de que aquele cordão a manteria na superfície enquanto ele estivesse intacto. Mas algo começara a lhe assombrar.

A visão de monstros se tornava frequente. Ela se via correndo pela vida em quase todos os sonhos, acordando engasgada no próprio ar por vezes. Seu lado da cama ficava molhado com o suor de tal modo que parecia que alguém tinha virado um balde de água em sua cama.

Não apenas por uma ou duas vezes, ela via uma figura masculina e encapuzada a olhando pela janela do quarto, nessas horas ela se sentia completamente fascinada e tentada a ir até ele. Mas não demorava muito e ela piscava, então a figura sumia como sombra.

Já estava com quase dezesseis anos quando ouviu seu pai falando com uma mulher na sala. Gelou diante da possibilidade de aquela ser sua mãe. Eles se mudaram tantas vezes desde que elas nasceram. Como ela sabia onde estavam?

A presença da mulher era poderosa, ela sentiu isso antes mesmo de se atrever a olhar. Ficou ali. Parada ouvindo a conversa até que ela foi embora.

Não ouve porta batendo à sua saída. Seu pai apenas largou-se no sofá e ela correu de volta para o quarto, olhando as paredes fixamente, sentindo os pelos de sua nuca e braços se arrepiarem com o que sentira e vira ao entrar ali. Uma silhueta perfeita.

Gritou o nome da irmã e assim que a mesma se sentou a silhueta sumira.

Contou da conversa entre o pai e a estranha, sendo criticada por não ter olhado a aparência da mulher. Não disse para a irmã o porque não o fizera. Apenas deixou que passasse batido.

No dia de seu aniversário de dezesseis o pai a mandou até a rodoviária com a irmã, duas passagens, uma boa quantidade de dinheiro e um cartão onde ela poderia sacar mais dinheiro caso precisasse.

A explicação que ele lhe dera fora tão fantasiosa que ela se via duvidando de cada palavra. Mas antes mesmo de chegarem ao destino final do ônibus a ficha caíra. Era verdade. Ela tinha que acreditar. Tudo que lhe acontecera em sua vida...

Ainda sim, não acreditara em tudo. Desceu na grande NY e procurou um apartamento no subúrbio com a irmã. Não havia nada que pudessem fazer. O pai praticamente as expulsara, mas ela não acreditava que corriam perigo real de vida.

Estudavam pela manhã e Hela trabalhava em período noturno em um local que ela nunca contara a ninguém, nem mesmo a Robin - que ingenuamente acreditava que a irmã era balconista em uma lanchonete 24h -.

Hela vivia cercada de pessoas perigosas, de má índole, tendo o cheiro destas impregnados em seu corpo, o que lhe protegia dos monstros. Mas, com a idade, tornava-se inevitável que sua aura não fosse farejada.

Após ter a impressão de estar sendo perseguida por um ciclope, ela se viu questionando se não seria melhor procurar o tal Acampamento.

No dia seguinte, roubou as roupas de alguns dos clientes de seu trabalho e as vestiu, indo para casa. Acordou Robin de maneira delicada, dizendo que era hora de partirem. Sonolenta demais para questionar que roupas eram aquelas, Rob as vestiu.

Fizeram uma mala apenas com aquilo que consideravam estritamente necessário e de valor. Desceram pela escada de incêndio, mas não antes que Hela provocasse um incêndio no local de onde saíam.

Naquela altura, não havia nada que ela pudesse - de fato - perder além da irmã.

De carona em carona, elas chegaram ao Acampamento sãs e salvas. Algumas pessoas as olhavam torto ao verem suas roupas, outras questionavam curiosas o que elas faziam indo para um lugar no meio do nada.

Nada respondiam, nem mesmo elas sabiam o que responder. Em preces silenciosas, Hela só pedia para que chegassem bem ao novo lar. E de fato, chegaram.

Instantaneamente, a garota morena começara a treinar. Treinava de maneira árdua para mostrar à sua mãe que ela e Robin eram dignas de serem reclamadas. E mesmo em dias onde ela sentia sua fé naquilo tudo falhar, ela continuava a orar para sua genitora.

Já estava se sentindo cansada de tudo quando, durante o jantar, ela foi recebida por sua mãe. Uma filha de Hécate. Era como se, finalmente, ela houvesse se mostrado digna.

Ainda sim, mesmo no Acampamento, ela se vê lutando contra os próprios demônios. Não foi para o local por temer a própria morte. Foi para lá no intuito de garantir a segurança do sangue de seu sangue. Mas só chegando lá notou que, talvez, o melhor que ela poderia fazer por Robin, era mostrar-lhe que não deveria e não poderia depender de si.

Ela estava no fundo, tão no fundo que não deveria deixar ninguém se aproximar demais pois corria o risco de puxar a pessoa consigo. E esse era seu maior medo.

Ela era um universo único, vivo. Um mundo a parte como qualquer pessoa. Mas seus tons eram pesados, sobrecarregados de emoções e sentimentos que - para 90% das pessoas - poderia ser desagradável apenas imaginar.

Ela não era uma boa pessoa. Ela sempre fora muito consciente disso, era consciente também de que se não fosse por seu ego e autoaceitação, ela provavelmente seria bem deprimida com o que sabia de si. Porém, a não ser por alguns lapsos de consciência, ela não se arrependia de nada do que havia feito até aquele dia.

Talvez, somente talvez, ter destruído o cadáver do homem que fora seu pai. Mas a voz de seu patrono... ela lhe era, de alguma forma familiar, ainda sim, para Hela, parecia completamente estranha.

Sabia que um rosto bonito não salvaria sua alma, e por alguma razão, não sentia-se assustada com aquilo. Fizera o que achava certo. Sempre faria o que achasse certo, independente de ser ou não.

O Acampamento, no fim das contas, estava mostrando muito mais de sua humanidade e seus pontos fracos do que jamais havia deixado transparecer.

Em um pouco tempo lá, já sentira muito mais do que sentira durante toda a sua vida. Talvez, só talvez, os deuses estivessem ouvindo suas preces. E, só por um momento antes de sua morte, ela viesse a sentir o que era liberdade. Não que aquilo importasse de fato... mas se acontecesse, ela aproveitaria ao máximo.





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Hela A. Deverich
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Re: ( ʤ · run on gαsolıne

Mensagem por Hela A. Deverich em Qui Out 26, 2017 1:49 pm

you'll find me between the devil and the deep blue sea

Adendo (importante para o desenrolar da missão):
Charlotte Chwe é a mãe de Alexis C. Chwe (líder do chalé de Apolo). Ela é parte da razão de Hela ter recebido a marca da lealdade. Durante uma tentativa de ajudar a filha de Apolo a resgatar a mãe das garras de Nyx, Hela pediu um favor de alto preço para a mãe, recebendo a marca.

Hela perdera a cria do sol de vista. Sua amiga. Sua pequena protegida. Por mais que ela quisesse, sabia que não era uma ideia inteligente mudar o plano só para ir atrás de Alexis. Eram dois deuses. O que eles (meros semideuses) poderiam fazer sem ajuda divina? Isso mesmo. Nada. ㅡ Vamos atrás dela. Nós temos que achá-la! ㅡ o outro filho de Apolo ameaçou ir atrás da menina, mas a mão firme da necromante o fez parar. ㅡ Se quiser morrer e arriscar matá-la, vá em frente. Ou podemos seguir o plano original e eu vou conseguir ajuda. ㅡ visivelmente contrariado, Derek concordou em seguir Hela até uma parte mais afastada. Ao que parecia, eles não eram parte do jogo que viria a seguir.

Não demorou para que Hela encontrasse o local que era descrito como morada de sua mãe, cuidadosamente ela foi seguida pelo filho de Apolo. Foi então que viu uma mulher bonita, de cabelos escuros sentada em um tipo estranho de trono, olhando para um ponto fixo da parede rochosa. ㅡ Lady Hécate… ㅡ a menina se curvou para a mãe, como se ela fosse da realeza. ㅡ Sabia que viria. ㅡ a deusa disse com calma, seu olhar correndo de sua prole para a prole do sol. ㅡ Eu vou lhe dar o que quer, você sabe. ㅡ Hela estreitou os olhos. ㅡ Eu aceito. ㅡ disse prontamente, se colocando de pé. ㅡ Minha criança, você sabe que as coisas não vão ser exatamente assim, não sabe? ㅡ a deusa perguntou enquanto Hela levantava a manga do suéter escuro até a altura do cotovelo, deixando parte do braço direito exposto. ㅡ Sei sim, mãe. Mas eu preciso tentar. ㅡ a menina viu, na palma da mão da deusa, uma fina camada de fogo surgir. A deusa segurou na pele exposta, enquanto Hela engoliu em seco, respirando fundo, contendo a vontade de chorar provocada pela ardência que chegava até seus ossos. ㅡ Você finge ser algo que não é, minha querida. Você cresceu achando que era um monstro. Mas as coisas não são exatamente assim, não com você. ㅡ a mão livre da deusa tocou uma das mechas que se soltara do rabo de cavalo. ㅡ Você foi enganada a sua vida toda… por ser, simplesmente, quem você é.

E então Hela se viu na porta do labirinto. De frente com Deimos. ㅡ Gosta de joguinhos? ㅡ ela perguntou ao abaixar a manga e sacar a espada. ㅡ Conheço um bem divertido.

[...]

Era um dia normal no Acampamento. Só mais um dia em que Hela estava treinando algum campista mais inexperiente. E nesse caso, o tal campista era seu irmão.

Adachi novamente fora encurralado contra a parede com a lâmina no pescoço. ㅡ Você não pode ter medo de investir contra mim só porque eu sou sua irmã. ㅡ a mais velha disse com calma, abaixando a arma. Foi quando uma menina veio em direção aos dois e Hela a reconheceu como sendo Alexis. ㅡ Oi, criatura animada e saltitante. ㅡ disse em sua corriqueira rabugice.

Vocês estavam mesmo brigando? ㅡ ela perguntou, olhando de um para o outro. ㅡ Em minha defesa, é só um treino. ㅡ disse a mais velha, guardando a espada antes de pular o muro que separava a arena da arquibancada para se sentar, sendo seguida pelos outros dois.

Estava calor e não tardou para que Hela removesse o suéter de mangas longas que usava por cima da camisa branca que ficava bem justa em si. Foi só quando a filha de Apolo segurou seu braço direito que ela se lembrou do porque usava o suéter. ㅡ Você não tinha isso. ㅡ a menina tocou na marca, fazendo a expressão de Hela se contrair em sinal de dor. Algo que a mais velha não costumava demonstrar. ㅡ Está tudo bem…

Você sente dor… só quando tocamos nela ou quando tocamos em você também? ㅡ Hela puxou o braço, respirando fundo pela boca. ㅡ Isso é minha culpa… ㅡ a menina de Apolo abaixou a cabeça. Kou parecia confuso enquanto via o diálogo. ㅡ Tinha que ser assim. ㅡ a mais velha tocou no ombro da menina, o olhar era calmo, compreensivo. Os olhos se encontravam em um azul intenso, sentindo a tristeza que emanava da menina. ㅡ Lex… não fique assim. Não foi sua culpa. Só… tinha de ser. ㅡ murmurou, sem saber como dizer aquilo.

A garota mais jovem assentiu. ㅡ Isso é… alguma maldição? ㅡ a voz do irmão fez a garota desviar o olhar. ㅡ Devo um favor para nossa mãe. E ela me marcou com isso para garantir que eu vou cumprir… ㅡ admitiu, um sorriso cansado passando nos lábios vermelhos. De repente, o ar estava melancólico e Hela se sentia a pior companhia possível. ㅡ Vocês dois se cuidem. ㅡ ela disse ao se levantar, olhando ao redor antes de sair dali.  

Então, em poucos minutos, ela estava de volta no chalé. Lia um dos livros grossos sobre rituais enquanto ouvia a voz do corvo, tagarela e irritante, e observava o dragão comer pelo canto dos olhos. Hela era uma pessoa que estudava muito. Sobre muitas coisas. Especialmente magia. Seus poderes. E tinha facilidade naquilo.

Não tardou, no entanto, para que o cansaço do dia atarefado caísse sobre seus ombros e ela pegasse no sono.

Pouco depois, sentiu como se estivesse caindo através de sua cama e da terra até que se chocou contra o chão em uma pancada seca. Ouviu o tilintar de metais contra o solo rochoso, erguendo as mãos por instinto para proteger o rosto, e se levantou devagar, notando que estava cercada de suas próprias armas e livros de magia e poções. ㅡ Não havia um modo mais suave de fazer isso? ㅡ ela se viu questionando a deusa, enquanto limpava a poeira do corpo. ㅡ Na verdade, teria. Mas eu estava sem tempo para isso. ㅡ a divindade permanecia sentada em seu trono, os dedos passando pelos lábios pintados de um tom escuro. ㅡ Até que você não demorou a cobrar o favor.

Hécate riu. ㅡ Não, minha querida. Mas acho que você já sabia que seria rápido. ㅡ ela disse com um sorriso que Hela reconhecia como malicioso. ㅡ Eu tenho inibido meus poderes, mãe. Achei que soubesse disso… mas não é para isso que você me invocou. O que houve?

Há um tempo, um criado de Nyx me pediu um favor. Um grande favor. Mas ele correu para sua senhora e pediu para que ela o livrasse da minha marca. O que ela fez, é claro. ㅡ a deusa se colocou de pé, olhando a prole que reunia suas coisas dentro da mochila e respirava fundo, pensativa. ㅡ O que quer, mãe? Que eu o ache?

Sim. Quero que o ache e que me traga sua mão direita. Uma mão pela outra. ㅡ Hela piscou algumas vezes, aturdida com o pedido da deusa. Achar um criado de Nyx e lhe trazer sua mão direita. Parecia um pedido ousado demais.

Mãe… eu… ㅡ a deusa tocou em sua testa, colocando ali a perfeita imagem de como o jovem era. Loiro, olhos negros, pele bronzeada, uma cicatriz na bochecha. Parecia ter, pelo ou menos, uns vinte centímetros a mais que Hela. ㅡ O que ele pediu? ㅡ a voz da menina saiu como um fio tênue, prestes a se romper.

Ele me pediu para que a mãe de sua amiga fosse levada para sofrer nas mãos de Nyx. ㅡ Hela arregalou os olhos. Se colocando de pé. ㅡ Charlotte. ㅡ o maxilar de Hela rangiu quando ela trincou os dentes, sentindo-se tão furiosa que poderia matar a divindade se esta não fosse imortal. ㅡ Eu pedi sua ajuda para salvá-la. Ele pediu sua ajuda para matá-la. E você ajudou nós dois… e ainda mentiu. Disse que era o destino dela.

Ele também é meu filho. Mas quando pedi para ele cumprir a parte dele do acordo, ele se negou. Uma mão lava a outra. Eu quero a mão dele. E você não tem para quem recorrer. Tenho certeza que Nyx não aprova sua união com uma prole dela. ㅡ Hela abriu a boca algumas vezes, pronta para protestar. Desejando protestar. Mas era verdade. Ela não podia. E naquele momento, não importava se ele era seu irmão ou não. Ela só queria sua morte.

Iria matá-lo. Hécate queria sua mão. Não pedira sua morte e, em qualquer outra ocasião, Hela não a cogitaria. Mas aquilo era diferente. Ela tinha que fazê-lo. ㅡ Onde eu o encontro?

[...]

A semideusa foi devolvida em um ponto do Lincoln Park, em Denver. Hécate dissera que ela precisaria de roupas e sapatos, mas Hela não sabia onde conseguiria tais coisas no meio de um parque.

De fato, brotar em plena 05h da manhã, em um parque, não era algo divertido. Algumas pessoas que fazia caminhada pareceram não notá-la. Mas ela sabia que se notassem, achariam estranho uma garota trajando regata e shorts de algodão, com uma mochila nas costas.

Notou então que havia uma loja de conveniência de artigos esportivos - muito conveniente - do outro lado da rua e correu para lá do modo menos chamativo que conhecia. Leu a placa, notando que estava da W 13th Ave e suspirou de modo pesado, sentindo uma leve ardência nos pulmões quando adentrou a loja.

Posso ajudá-la? ㅡ a venderora parecia simpática, e também parecia uma cópia mais velha e menos radiante da Barbie. ㅡ Ah… eu preciso de roupas. Eu… bem. Roupas. Roupas e um tênis. ㅡ assentiu, vendo que a mulher sorria de forma doce. Talvez um tanto doce demais.

Notou que, estranhamente, aquela era a única loja aberta naquele horário. Ok, não era estranho que as outras lojas estivessem fechados, uma vez que era apenas cinco da manhã, mas… acho que deu para entender. Hela duvidava que aquela loja fosse uma 24h, ainda sim, se deixou ser guiada pela mulher até um provador, recebendo as roupas de ginástica que a loura estranha recolhera no meio do caminho. A legging preta entrou com facilidade e a blusa de corrida feita de um tecido fino e gelado poderia muito bem caber duas de si, mas Hela achou melhor manter aquela roupa mesmo.

Quando saiu, a mulher estava cantarolando, remexendo nos cabides e havia separado um  par de tênis de corrida pretos e meias vermelhas. Aquilo tudo estava muito estranho para a cabeça de Hela, mas não queria questionar. ㅡ Sabe, querida, é bem difícil levar a vida assim, não, é?

Como? ㅡ Hela se virou para olhá-la, já calçada, se colocando de pé em um súbito. ㅡ O que…? ㅡ tentou alcançar a mochila, notando que havia deixado-a dentro do provador. Hela notou que a mesma agora parecia mais bonita, seu cabelo pegava fogo e suas pernas eram diferentes uma da outra. Detalhe principal? Nenhuma das pernas era humana.  

Avisaram à senhora Nyx que você estaria aqui, atrás de seu irmão. Ele não está na cidade… ㅡ Hela mergulhou no chão em direção ao vestiário, sendo seguida pela empousa que parecia cansada de falar. Abriu a mochila, sendo puxada pelo tornozelo e arremessada contra o balcão do caixa. ㅡ Você foi bem esperta fingindo não notar nada… achou mesmo que eu a deixaria sair assim?

Não respondeu. A semideusa se focava em encontrar a espada dentro da mochila sem fundo, sua mão envolveu o cabo de alguma de suas armas e, para sua surpresa, acabou arrancando a faca de caça, feita de ouro imperial. ㅡ Na verdade, eu só não queria arriscar antes de saber que tipo de criatura era você. ㅡ Mentira. Mas a criatura não poderia saber, poderia?

Você é mesmo tola. ㅡ um sorriso vitorioso brotou nos lábios da criatura, enquanto todos os itens menores e mais leves da loja começaram a voar contra Hela em uma velocidade absurda.

A prole de Hécate se esquivava e se movia de um lado para o outro, tentando cortar distância entre si e a criatura de cabelos flamejantes, mas era difícil ir contra o mar de tênis, roupas e artigos de esporte que voavam contra si e, ao mesmo tempo em que avançava meio metro, a criatura recuava um. ㅡ Sua irmã, minha senhora, é muito boa para nós.

Finalmente as coisas pararam de voar, Hela acabara, sem querer, sendo soterrada debaixo de uma pilha de camisas, chutava o tecido e se desembolava de camisas, tendo o braço envolto pelas garras da criatura. ㅡ Mas Nyx prometeu muito mais do que Circe… ㅡ a criatura olhava Hela, talvez a julgando como fora de forma. Os braço da menina começou a sangrar minimamente, a faca era mantida firme na mão direita.

Nyx entende mais os monstros. A maioria de seus filhos são seres horríveis, ainda piores que nós. ㅡ o aperto se tornou mais forte, Hela fechou os olhos. ㅡ Ah, querida, não tema. Eu tenho uma morte bem lenta e dolorosa para você. Além do mais, mesmo que saia daqui, a cidade dos anjos é muito grande para que o encontre.

Só uma chance. Era tudo que Hela tinha. A criatura expôs os dentes e Hela girou a faca, cravando-a no braço da empousa, ao mesmo tempo em que erguia o joelho e lhe acertava na altura do que seria o estômago.

O braço livre foi usado para dar uma cotovelada em sua têmpora e, finalmente, a criatura livrou seu braço. ㅡ Infelizmente para você, não tenho tempo à perder. ㅡ Hela disse, cravando a faca no pescoço da criatura, puxando-a da esquerda para a direita de forma firme.

Antes que o sangue denso tivesse a chance de pingar no chão, a criatura explodiu em pó.

Hela se levantou e olhou ao redor, suspirando baixo ao notar que não havia mais nenhum monstro ali. Por um momento, enquanto escondia a faca, ela se sentiu um tanto humilhada. Nyx pensava mesmo que uma Empousai só daria conta dela? Bufou, pegando um lenço e o prendeu ao redor do braço, para cobrir as feridas.

Olhou ao redor, notando que o movimento começava a aumentar gradativamente. Ao que parecia, o semideus que ela fora procurar não se encontrava ali e ela não tinha a menor ideia de como começar começar a procurar.

Poderia rodar o país inteiro procurando por um ser humano com aquelas características e nunca encontrar. Mas sabia que sua mãe não  a ajudaria mais. Um suspiro pesado passou por seus lábios ao que ela parou em um food truck e pediu um chocolate quente.

Repassava mentalmente a conversa que tivera com a empousai. Ela dissera algo sobre cidade dos anjos. Bem, será que ela estava falando de Los Angeles? Las Vegas era a cidade do pecado e Nova Iorque a cidade que nunca dorme. A única cidade dos anjos que conhecia era L.A.

Pegou o copo de café e remexeu na mochila, pegando uns dólares amassados para pagar o rapaz do caminhão de comida. Continuou tomando o chocolate quente, não sabia muito bem como conseguir mais dinheiro, duvidava que sua carteira com o cartão de seu pai estivesse dentro da mochila e, mesmo que estivesse, seria um tanto incômodo para ela usar. Cartões são rastreáveis e, a última coisa que Hela precisa, é que o cartão de seu “desaparecido” pai seja registrado em uso.

A polícia, na certa, iria investigar quem fez uso do cartão e, a última coisa que Hela precisava, era sair do anonimato. Embora o fato daqueles executivos patéticos não acharem estranho que Jack e suas filhas gêmeas sequer tenham dado notícias no último ano.

Hela decidiu, então, que apelaria para o crime, desceu para dentro da estação de metrô e tratou de manipular a névoa. O guarda certamente gostaria de ver alguém que comprou seu bilhete e pagou a entrada, e foi isso que Hela o fez ver.

Suspirou aliviada quanto, ao pular a catraca, o guarda se manteve no mesmo lugar, o cabelo solto encobria seu rosto, ela caminhou até a plataforma e entrou no trem para Las Vegas. De lá, desceria na estação St. George Texaco e subiria até a rodoviária, onde pegaria um ônibus para Los Angeles.

Dali, ela seguiria até Santa Monica Beach. O plano era simples, mas, sendo uma semideusa, ela sabia que as coisas seriam bastante complicadas.

Seriam quinze horas dentro de um trem que ficaria se movimentando em alta velocidade, esperava então que não fosse atacada por nenhum monstro, mas ela sabia que não seria tão simples, ainda havia o risco de ser reconhecida por algum humano se baixasse a guarda. Mas não ia ser o medo de ser capturada que a manteria alerta, infelizmente.

Hela pegou no sono e, de início, foi suave. Mas então, ela estava em frente ao mar, em Malibu. Reconhecia o local das férias que tivera com a família - uma das poucas - sete anos antes. Antes das coisas ficarem ruins demais.

Ela reconheceu a área como sendo Zuma Beach, o menino que ela procurava estava ali. ㅡ Então é você o novo peão dela? ㅡ a voz soou difusa, Hela não sabia com quem ele estava falando. ㅡ Por quanto tempo ela vai te usar antes de se cansar?

Ele não podia estar falando com ela, podia? ㅡ O que ela lhe prometeu? Hécate não é muito diferente dos outros deuses. Ela diz coisas. Ela faz coisas. E ela cobra um preço. O que foi que ela lhe disse que teria se viesse atrás de mim?

A prole da magia se aproximou, segurando no braço da irmã. ㅡ Vou lhe dar o opção de não lutar para ela. Você está vendo onde eu estou. Sabe onde me encontrar.

Ele balançou a mão e o sonho se tornou uma névoa escura, Hela sentiu-se tossir e sufocar levemente durante o sono. Ou será que não era durante o sono?

Os murmúrios aumentaram, ficando mais presentes. Hela olhou pela janela, pareciam já ter entrado em Nevada, mas carros pretos e homens de terno haviam parado o trem. Ela viu um senhor grisalho, conversando com o maquinista e xingou baixo, se colocando de pé de modo sorrateiro. Pegou a capa de ocultação - que ela nunca usara e nunca vira motivo para usar, mas agradecia sua mãe por tê-la levado-a para o submundo -.

Colocou a capa ao redor do corpo e se esquivou para o banheiro, deixando a cabine aberta. Estava em um ponto que seria impossível que alguém esbarrasse em si, e por isso, estava um tanto livre para pensar em alguma coisa. Aqueles homens estavam procurando por vestígios de semideuses. Não havia como eles saberem que ela estava lá.

Notou um respiradouro mediano no teto do vagão, ela poderia passar por ali? Sua cabeça cabia? Fechou a porta sem fazer barulho, os homens haviam entrado, pareciam estar procurando por sinais de magia com um tipo de detector. Hela não sabia qual o raio de alcance daquela merda, mas sabia que ele ficaria louco quando se aproximasse do banheiro, empurrou a tampa da claraboia, empurrando a mochila para o teto do trem, tirou a capa, subindo na pia enquanto se sentia extremamente grata por pesar menos de cinquenta quilos.

Passou o braço direito e a cabeça, fazendo força para içar o corpo com o uso de um só braço, tentando não fazer nenhum barulho anormal para alguém que usa o banheiro. Suspirou de forma pesada, mordendo o lábio e passou o outro braço, puxando o corpo para cima do veículo metálico. O dia havia acabado de amanhecer e Hela não fazia ideia de quanto tempo - exatamente - ela havia dormido. Ela não ousou ficar de pé, apenas se arrastou, tentando se manter o menos visível possível. Voltou a usar a capa, deitando-se sobre o trem após cobrir a claraboia de novo. Esperava que, ao menos ali, sua presença fosse indetectável.

Os minutos que se seguiram foram de tensão. Ouviu conversas baixas que pareciam se questionar se o aparelho era capaz de ler através de portas, um silêncio rápido e certa concordância de que estava limpo. Ao que parecia, nenhum semideus havia sido capturado naquele trem. Hela sentiu-se aliviado. Mas ainda prendia a respiração. A mochila estava oculta consigo, sob a capa, mas ela temia não conseguir se segurar no teto por tempo suficiente para sumir da vista d’A Seita e retornar para o seu lugar.

Mas ela conseguiu escapar, ao menos por hora, estava a salvo. Não sabia quanto tempo sua maré de boas escolhas ia durar. Mas como filha de Hécate, ela costumava saber qual caminho percorrer.

A semideusa voltou para dentro do trem com dificuldade, enfiando a capa de volta na mochila antes de voltar para seu lugar.

[...]

Certa vez, Hela se sentara no topo de um prédio, assistindo à briga de duas garotas. Ela havia decidido não se meter até que a coisa ficasse feia demais, ou se uma delas tentasse matar a outra. Ela se lembrava de que, na ocasião, ela não considerara chutes como muita coisa. Mas agora ela estava com duas enormes patas de cão infernal em seu peito.

Todo o ar de seus pulmões haviam sumido e sua cabeça rodava enquanto seu braço ferido latejava. Pensando bem, um chute ou arranhão poderia ser muita coisa.

Hela chegara até Las Vegas, onde entrara em um cassino e fizera seus trinta dólares - conseguidos da carteira de um estranho - virarem pouco mais de mil em uma mesa de poker com valores baixos. Pegara então o dinheiro e comprara a passagem para L.A.  

O ônibus havia acabado de entrar na cidade, ainda em uma parte “mais tranquila” quando um bando de Harpias o atacou, e não foi só isso, Hela notou que haviam grandes cães infernais.

Três harpias ela poderia lidar, mas três harpias e dois cães infernais eram um problema grande.

Hela puxou o colar de seu pescoço quando uma das Harpias abriu um buraco o teto, três flechas foram lançadas em sequência e ela explodiu em pó, uma segunda Harpia entrou pela larga janela da parte traseira e cravou as garras no ombro de Hela, que deu uma boa cotovelada na criatura e atirou duas flechas quando se virou para olhá-la.

A semideusa podia sentir o sangue quente e pegajoso, mas precisava ignorar. A terceira Harpia parecia irritada por ter perdido sua amiga, ela entrou pela porta da frente, Hela armou uma flecha, mas os cães começavam a pular contra a lataria.

As pessoas não se arriscavam a passar pela adolescente armada, gritando em desespero, coisa que Hela ignorava. Ela armou a flecha novamente, fazendo a mira certeira para atingir a cabeça da criatura, mas só conseguiu atingi-la de raspão.

Puxou a corda novamente, mas precisou se esquivar para o lado, para evitar ser atingida no rosto, um suspiro pesado saiu de seus lábios quando as garras afiadas rasparam na pele de seu braço.

Soltou a mochila e enfiou a mão dentro da mesma assim que abriu o zíper, puxando a faca de ouro imperial e a cravando no pescoço da criatura. Puff. A Harpia era pó dourado.

Pegou a mochila e desceu pela traseira do ônibus, se deparando um o primeiro cão que a notara, ele não teve tempo de dar o bote, a lâmina dourada atravessou sua cabeça. Mas Hela não pôde dizer o mesmo do outro, que a derrubou no chão.

Ainda tinha a visão turva, mas se focou em golpear o monstro tanto quanto conseguia, rolando para o lado quando ele se afastou todo coberto de sangue. Um xingamento saiu por seus lábios e ela inspirou o ar profundamente ao se colocar de pé.

O monstro tentou abocanhá-la, mas em um gesto rápido, Hela atingiu-o entre os olhos, vendo uma nuvem dourada explodir.

As pessoas no ônibus começavam a pegar seus celulares, provavelmente pra filmarem ou tirar fotos. Ela não queria saber qual seriam as opiniões. Então, pegou a mochila e correu pelo acostamento, ignorando a dor dos ferimentos e o cansaço da batalha. Se embrenhou por entre as plantas tropicais que margeavam a pista, tropeçando algumas vezes.

Se, mais tarde, você perguntasse a ela quanto ela correu, ela não saberia dizer. Talvez seis ou sete quilômetros para o meio da vegetação antes de topar com os muros de uma larga residência. Estava ofegante, os pulmões queimavam e a blusa estava empapada de sangue.

Tirou a mochila das costas e se sentou, tirando a blusa para analisar os ferimentos, mas não teve tempo de fazê-lo de forma decente. Um dardo rápido a atingiu no pescoço, sua visão ficou turva, mas antes de cair do sono ela sentiu-se um pouco mais relaxada. O dardo que extraíra de si era rústico demais para pertencer A Seita.

Caiu em completa inconsciência questionando a própria inteligência. Ela era mesmo tão burra assim? Ou estava apenas fora de forma?

[...]

Acordou em uma cama macia, usava roupas limpas e havia uma jovem de pele verde colocando uma bandeja sobre o criado mudo. ㅡ Onde…? ㅡ uma pontada atingiu a cabeça de Hela.

A Ninfa não a respondeu, apenas saiu do local rapidamente e fechou a porta do quarto. A roupa que usava estava um tanto larga. As calças deveriam ser ao menos dois números maiores, enquanto a camisa era visivelmente um artigo da seção masculina. Seus ferimentos - ao menos boa parte - estavam melhores, mas naqueles mais profundos ela ainda podia sentir que havia gaze ali.

Hela mexeu na mochila, que estava aos pés da cama e encontrou a faca de caça, prendendo-a na cintura com cuidado para que não a cortasse. Sabia que um corte daquela arma no lugar certo poderia ser mortal.

Então a porta do quarto abriu, revelando a pessoa que fizera Hela cruzar o país. ㅡ Não se preocupe. Não quero lutar com você… não por enquanto. ㅡ ela garantiu, mostrando as mãos limpas, o que não fez com que Hela relaxasse.

Ele maneou a cabeça para que ela o seguisse, o que, após pegar a mochila, a semideusa fez ainda com a postura tensa. ㅡ Você podia ter me matado. ㅡ ela disse em tom definitivo. A expressão severa.

Poderia, irmãzinha. Mas matar indefesos não é do meu feitio. Tenho amor por uma boa batalha. Sei que sabe o que é isso… ㅡ ele parou em uma ampla sala. Tudo na casa era tão claro que os olhos de Hela estavam doendo.

Ouvi muito ao seu respeito. Eu soube que tentou impedir a morte de Charlotte Chwe. Brava atitude… mas não funcionou, não é? Bem, ela mereceu. Tentou dar às costas para Nyx. Mas… eu queria lhe oferecer uma posição junto à senhora da noite. ㅡ ele estendeu a mão direita. Tudo que Hela precisava fazer era segurá-la e arrancá-la fora.

Também ouvi sobre você. Receio que você não cumpra suas promessas. ㅡ ela desviou rapidamente os olhos para a própria marca. ㅡ E receio que não saiba que eu já tenho meu lado nessa guerra. Estou aqui para cumprir meu trabalho, porque diferente de você, eu cumpro com o que prometo.

Você sabe o que ela me pediu para fazer? Ela me pediu a mão de um assassino! Eu não posso… ㅡ as mãos do rapaz se fecharam em punhos. ㅡ Você é fraco. Não se deve julgar o que certo ou errado. Não cabe a nós. Mas acho que temos dois assassinos nessa sala.

Ela encomendou minha morte? ㅡ ele demonstrou irritação, caminhando para perto da mesa, onde sua espada se encontrava. Faca contra espada. Aquilo parecia meio injusto.

Ela me pediu sua mão. Direita. ㅡ murmurou, sorrindo um tanto travessa. ㅡ Era você o assassino de quem ela queria a mão, não é? Eu só queria entender porque ela precisa da sua mão…

Ele ergueu a espada e apontou para Hela, a aproximando do peito da mesma. ㅡ Junte-se a Nyx ou morra.

É assim que vocês recrutam? ㅡ um risinho de escárnio saiu pelos lábios da semideusa. ㅡ Eu nunca me juntaria à Nyx. Eu sirvo à Érebus. ㅡ a mão da garota se fechou ao redor da lâmina, empurrando-a para o lado, o que causou um corte mediano quando o loiro tentou empurrar a lâmina no coração de Hela.

O joelho de Hela atingiu-o entre as pernas, fazendo-o se curvar, ela pegou a espada do mesmo e a jogou do outro lado da sala. ㅡ Eu nunca vou me juntar à ela e sua falsa nobreza.

Ele partiu para cima de Hela com punhos limpos, tentou acertar o rosto da semideusa, que se esquivou para a direita, recuando em direção à espada. Ele tentou de novo e de novo, mas ainda parecia com dor, ao passo que Hela continuava mais rápida, mesmo que deixasse um rastro de sangue - pingando de sua mão - para trás enquanto cruzavam a sala. Ela empurrava móveis e atirava objetos, nenhum parecia disposto a usar os poderes que tinham ㅡ Já chega! ㅡ ele derrubou-a no chão quando pulou para cima da semideusa e suas mãos envolveram seu pescoço.

Ela caiu perto da espada, mas não perto o suficiente, seu braço esticado, seus dedos se prenderam ao redor do cabo, seus pulmões ardiam e ela tentava não se debater para poupar oxigênio. ㅡ Você não parece temer a morte, espero que mantenha essa determinação ao ser julgada. ㅡ conseguiu fechar a mão ao redor do cabo da lâmina e o perfurou na altura das costelas, vendo a ponta da lâmina sair do outro lado de seu corpo.

Sangue pingou no rosto da garota diretamente da boca do irmão. O apertou em torno do pescoço relaxou e ele parecia chocado. ㅡ Nunca abaixe a guarda. ㅡ ela disse em tom baixo, rouca pelo aperto na garganta.

Puxou a lâmina e segurou a mão direita do mesmo, arrancando-a. Sentiu um pouco de ânsia, mas correu até a mochila e a pegou, vendo o ambiente mudar, ficar mais escuro e seu corpo voltar àquela sensação de queda livre antes de se chocar contra o sofá de veludo.

Muito bem. ㅡ a voz da deusa continha certo pesar. ㅡ Eu sei que ele poderia ter vivido, mas ele ia…

Te matar. Sim. Mas você considerou matá-lo, não é? ㅡ recolheu a mão do morto. ㅡ Sim. Considerei. Por que precisa da mão?

Hécate a colocou em um tipo de altar ao lado de um crânio. ㅡ Mãe…? ㅡ agora Hela estava com um pouco de medo da deusa. ㅡ Agora, você precisa fazer mais uma coisa para mim.

Mãe, o que são essas coisas?! ㅡ Hela podia se sentir um tanto histérica de ouvir aquele pedido depois de observar o macabro altar.

Há muitos séculos, eu desmontei meu cajado. Era um cajado diferente dos demais. Muito poderoso. Mortal para qualquer não imortal que tentasse usá-lo. Eu coloquei algumas condições para que ele fosse remontado. O crânio de um cavaleiro. A mão de um assassino. O sangue de um traidor. A dor de um dos meus. ㅡ ela fitou Hela fixamente, causando um arrepio esquisito no corpo de sua prole.

Que tipo de dor. ㅡ a menina balançou a cabeça de forma negativa. ㅡ Sua avó mentiu para você bem mais do que imagina.

Meu pai era bastardo. Ela já contou. ㅡ a deusa se sentou ao lado da menina, lhe causando estranhos arrepios. ㅡ Sua avó era pagã. Sabe disso. Ela cultuava os nórdicos. E ela sabia que seu pai havia matado sua tia.

Ele… ㅡ os dedos da deusa passaram pelo cabelo da menina. ㅡ Sua avó fez um acordo. Com Hela. Ela queria um lugar melhor para o filho. A deusa concordou, mas ela precisaria de uma alma inocente para fazer isso. Ele deveria ser morto por alguém que fosse sangue do sangue dele. Do mesmo modo que ele fez com a irmã.

Ela não… ㅡ balançou a cabeça veemente. ㅡ Ela fez. Escolheu você. E você seguiu o plano dela. Sua avó sabia quem eu era antes mesmo de vocês demonstrarem poder. Você recebeu uma maldição. Uma que deveria ter te matado. Eu sempre soube que seria forte, mas não esperava que conseguisse curar o envelhecimento acelerado que a maldição causa todas as vezes que usa seus poderes.

Por que está me contando isso?! ㅡ se colocou de pé. ㅡ Eu preciso disso. E você precisa se livrar disso. Pode morrer durante a guerra se exagerar com seus poderes. E eu preciso do poder depositado nessa maldição para remontar meu cajado.

Ela se colocou de pé, com toda sua majestade. ㅡ Temos um acordo? ㅡ ela tinha a mão estendida para a cria, que a segurou temerosa. ㅡ Temos, sim.

Itens levados:

• Faca de Bronze Celestial [ Uma faca de lâmina curta - cerca de 10 cm - com cabo em madeira envolvido em couro para tornar o manuseio melhor. | Não produz feridas em mortais. | Bronze celestial, madeira e couro. | Sem espaço para gemas. | Alfa. | Status 100%, sem danos. | Comum. | Nível 1. | Item inicial. ]

+ Camiseta laranja do Acampamento Meio-Sangue/Camiseta roxa do Acampamento Júpiter.

+ Colar de contas do Acampamento.

*Arco Mágico: Consiste em um arco de material escuro, tende-se a crer que seja ferro estígio. A corda da arma é de tom claro, quase transparente. Em toda a estenção do arco vê-se o nome do filho da Magia entalhado. As flechas são magicas, surgem ao esticar da corda, as mesma são envoltas por uma aura negra que é capaz de aumentar em 5% o dano causado no oponente. [Transforma-se em um colar para as garotas e em um bracelete para os rapazes.]

§ - Sword of the Vacuum - Uma espada com a lamina negra, que quando o jovem a utiliza, ela pode lançar uma rajada de vácuo, que ai invés de jogar o alvo para longe, faz com que o local acertado seja contraído/esmagado de certa forma (não esmaga completo, apenas causa grande dor).

§ -Cover of Darkness/Κάλυψη του σκότους - Uma capa que cobre o corpo do necromante de Érebus, impedindo que qualquer um o veja, ou escute onde ele está, é como se o mesmo não estivesse no local. Apenas quem os necromantes querem que os veja, os vê.

♈️ Arsenal [Anel brilhante feito em aço polido, com uma pedra preciosa esbranquiçada minúscula em seu centro. Possui o efeito de alterar uma arma, mudando assim sua forma, detalhes, e qualquer outra coisa que o portador desejar, desde que as alterações sejam apenas físicas. Ou seja, utilizando o efeito do anel, é possível transformar uma lança em uma espada ou faca, ou qualquer outro item de ataque. Um escudo circular pode ser transformado em um broquel, ou um escudo de corpo. Os materiais dos itens podem ser alterados, mas seus efeitos sempre serão os mesmos (exemplo: uma espada elétrica ainda causaria dano por eletricidade se transformada em uma lança).]

Grimório: Encadernado com couro vermelho, é um livro de feitiços selado, que apenas se abre pelas mãos de seu portador – qualquer outro individuo que conseguir abrir o grimório, só vera páginas em branco – a capa tem o desenho de um pentagrama de cinco pontas, e é coberto por símbolos. O Nome do portador é gravado na capa.

Livro de Poções: Encadernado em couro azul, é um livro de ensinamentos para preparo de poções, desde o efeito, a quantidade de rendimento, ingredientes e efeitos, tudo contido dentro do livro de poções.

☾ Luva [Trata-se de uma luva de aparência comum, entretanto possui um compartimento que permite a semideusa de guardar quaisquer poções ou frascos dentro da mesma. O compartimento é protegido magicamente, de maneira que a luva parece colada na pele, mesmo quando cheia de poções (o máximo é dez poções). Além disso foi projetado para suportar e proteger o conteúdo guardado, sendo que tais poções não irão sofrer qualquer ação caso a semideusa caia ou lute, por exemplo. Está carregada de três poções da invisibilidade.]

Guardião dos sonhos: Para aqueles que veem de longe apenas um pedaço de giz nas mãos de um semideus, um giz feito de material completamente transparente. Nas mãos de seu portador, um cajado repleto de magia. Ao toque do semideus o pequeno pedaço translucido transforma-se em um cajado completo, quase do tamanho de seu portador, com um brilho arroxeado, ou azulado – a cor fica a critério do dono – e um cristal em seu topo. O Cajado solta faíscas brilhantes, e amplia o controle do semideus sobre seus poderes, ou seja, torna seus ataques mágicos mais precisos, dando equilíbrio ao seu portador. O Artefato está coberto de runas de equilíbrio, pensamento positivo, e perseverança, o que permite foco em batalha. Seu nome foi dado de acordo com sua propriedade, pois o cajado é capaz de captar os sonhos presentes em outro ser, e estimular a mente do inimigo com imagens de tais sonhos, de forma a distrai-lo por pelo menos dois turnos, dando chance ao portador de atacar.

Anéis: Anéis de fada geralmente delicados e cobertos por pequenas plantas e pedras preciosas tem o poder de transmitir o pensamento ao portador que o usa. Tal objeto é sempre vendido em par e não tem tamanho, pois se ajusta ao dedo do portador conforme esse o desliza, como se fosse moldável a pessoa. Ambos os portadores do par quando em uso poderão conversar em pensamento um com o outro. Fadas tem ciúmes de seus objetos, logo raramente alguém que não seja uma fada possui um adereço como esse.(Par com o anel de Robin).

Espirito ancestral: Gargantilha de prata com um pingente de ampulheta. Quando o semideus tiver a mente tomada por ilusões de um inimigo, o espirito é ativo, toma a mente do semideus e a limpa até deixa-la clara novamente. (Só pode ser usado uma única vez por evento/luta, ou missão.)

Mordor [Um machado de guerra com certa de setenta centímetros de cumprimento, mais pesado do que um machado comum e com as duas extremidade afiadas. É necessário usar as duas mãos para melhorar o manejo da arma| Bronze celestial e Madeira | Possui veneno de píton na ponta da cabeça esquerda do machado, que proporciona uma leve paralisia no local atingido pelo veneno, mas o efeito só dura dois turnos || Não apresenta espaço para gemas | Beta | Status: 100%, sem danos | Comum | Bingo Olimpiano ]

• Amuleto of the fates [Um amuleto de ouro aparentemente comum, com uma pedra de jade em seu centro, que quando ativo, fica com uma aura brilhante, assumindo sua forma mágica. | Quando usado, faz com que tudo ao seu redor diminua o tempo, ou seja, o tempo para o usuário do amuleto continua normal, mas o cenário ao redor, e para as pessoas presentes nele o tempo fica muito mais lento. O efeito dura apenas um turno, e depois disso entra no modo de espera, ou seja, é preciso aguardar outros cinco turnos para ativa-lo novamente. | Arambarium e Ouro | Não possui espaço para gemas | Alfa | Status 100% não apresenta danos |Mágico | Conquistado no evento: A mente liberta]

• Punhal Ritualístico [Uma lâmina comum feita de prata comum, seu cabo possui desenhos decorativos e parece se encaixar na mão do portador. É extremamente afiada.| Efeitos e Bônus: Nenhum.|Prata. |Não possui espaço para gemas. |Beta.| 100%|Lâmina comum.| Nível 1 | Aula de Magia Aplicada, dada por Kang Pipper.] + Runa Naudhiz: O semideus poderá fazer uso de tal runa sem ser necessário o uso do grimório, invocando uma bola de fogo ao desenhar runa em algum local natural (o que inclui o corpo humano) a energizando com sangue. O fogo irá durar um turno. [-10 de hp por corte]

• Vooke, Sword of the Dark Lord [Uma espada que se ajusta perfeitamente a seu portador. Essa espada feita de darkanium, o minério primordial, que pode ser dificilmente encontrado em alguns locais do submundo, tem uma aparência semelhante ao aço, sendo reluzente e completamente polido. Tem inscrições simples, com os dizeres: "Sword of the Dark Lord", em filetes de ouro, pois pertenceu ao próprio Érebus, passando de mão em mão entre seus filhos, como uma herança. Seu tamanho é ajustável, enquanto transita entre um tamanho e outro, sombras parecem se solidificar ou evaporar do metal. No lugar de um pomo comum, encontra-se um diamante gigantesco encrustado no local, que emite um brilho vermelho quando os poderes da espada são ativados. | Ajuste: A espada é ajustável a qualquer tamanho que o portador desejar, podendo se conter a milímetros, como até mesmo três metros limite; Bainha: Sua bainha se ajusta assim como a espada, quando juntas, a bainha de ouro da espada faz com que todo seu peso seja praticamente reduzido a zero, ficando extremamente leve de carregar; Vooke: A verdadeira magia da arma, enquanto o portador segurar a arma, todo seu gasto de mana com poderes de trevas são reduzidos pela metade e todos seus danos por estes mesmos poderes são dobrados. | Darkanium | Possível remover o diamante para adicionar uma gema | Alfa Prime | 100% de Status | Lendária | Requisitos: Conhecimentos sobre as trevas e nível 30 | Despojo de Guerra por derrotar o Espírito de Trevas]

• Faca de Caça [ Uma faca de caça feita em ouro imperial. Sua lâmina é curta, tendo cerca de 20cm, e seu cabo se encaixa perfeitamente na mão do usuário, dando equilíbrio perfeito para um bom manuseio. A faca possui uma ligação com o dono e, não importa onde foi perdida, sempre reaparece ao seu lado. | A arma contém a lâmina envenenada, provocando 20% a mais de dano e tendo chance de envenenar caso atinja a corrente sanguínea causando -15HP por 4 turnos. | Ouro imperial | Espaço para uma gema simples. | Beta | Status 100%, sem danos. | Épica | Nível 5 | Quando o passado revive.]

Blood Magic [Uma caneta aparentemente comum, porém de aparência elegante. Porém essa caneta não funciona com tinta normal, mas apenas com sangue. Para encher o tubo, é preciso encostar a ponta da caneta em um pequeno machucado ou qualquer fonte do sangue a ser usado. Sua grafia varia de acordo com o desejo do dono, podendo ser mais forte e assim usando mais da tinta sangrenta, ou mais fina e delicada. Feita basicamente de arambarium - metal que conduz magia com mais facilidade – e ouro compondo todos os detalhes. | Efeito: Ela tem o efeito de sempre retornar ao dono depois de algum tempo | Arambarium e Ouro | Resistência: Beta | Status: 100%, sem danos | Mágica | Forjado por Leo Valdez]

• Cupid Ring [Um anel de ouro com um fino fio vermelho cortando o centro do aro, na parte interna das alianças há a frase "A mais doce das minhas memórias" e as iniciais de Kang Pipper logo após o fim da frase. Possui Thurisaz e Raidho gravadas uma ao lado da outra. | Traz proteção a quem usa pelo fato de possuir a runa Thurisaz e faz com que o casal que a usa possua uma forte ligação. | Ouro | Sem espaço para gemas| Beta | Status 100%, sem danos | Mágica  | Loja de Afrodite, encantadas por Hela A. Deverich]

Livro para criação de Talismãs e Amuletos: Encadernado em couro branco, repleto de símbolos dourados com dizeres de sorte, aprendizagem e ensinamento. Abre-se ao toque do dono, geralmente o nome do mesmo será gravado em sua capa. O livro contem os ensinamentos, passo a passo para criação, efeitos de amuletos, efeitos de pedra e os rituais da lua, bem como os dias de mau agouro.

• Lá’ Mor del Vênus [ Um chicote com cabo de ouro imperial e material brilhante, que fica mais nítido a luz do luar. Tal chicote é adornado com um brilho sutil arroxeado, o que denuncia o seu poder. Tem cerca de 2 metros de comprimento e mais 40 cm no cabo| O principal efeito do chicote é sua mutação, ele pode virar um bastão longo com uma boca de serpente na ponta, que possui dois dentinhos afiados, essas ao grudarem no adversário acabam soltando no sangue uma toxina diferente, que faz o oponente do semideus entrar em êxtase, ou seja, ele sentira o prazer semelhante ao de um orgasmo, e evitara atacar por um turno inteiro. A segunda propriedade, a mais legal, é que o chicote é mutável, e pode virar um brinquedo erótico para causar prazer, um chicote de couro comum que provoca mais prazer aos atingidos por ele, então para quem gosta de um bom jogo sado, esse item é perfeito. Transforma-se em um pingente de coração quando não está em uso. | Ouro imperial e material raro não identificado | Não possui espaço para gemas | Beta | Status: 100% sem danos | Épico | Loja especial do dia dos namorados]

• Aljava com flechas paralisantes [ Aparentemente uma aljava comum com flechas comuns, mas que contém uma toxina rara extraída de uma planta da ilha. Além disso a aljava vem com dez flechas e, quando essas se acabam, são respostas automaticamente após dois turnos. | Causa paralisia no membro atingido por um turno. | Madeira, ferro estígio e toxina desconhecida | Beta | 100% sem danos | Épico | Festival das estações. ]

• Presa: Um frasco de liquido verde borbulhante. Quem bebe desse liquido terá presas de vampiro durante dois dias inteiros. (Contém o suficiente para uma magia).

• Mørk [ Aros feitos de ouro branco com três pequenas ametistas incrustadas no centro onde, ao lado das pedras, é possível ver entalhes da serpente Jörmungandr à direita e de um trevo de quatro folhas à esquerda (representando o lado nórdico de Hela e o lado cigano de Pipper), na parte interna das alianças encontra-se gravado apenas os nomes das jovens em uma caligrafia fina e delicada. | As alianças permitem que as semideusas tenham uma ligação mental, podendo se comunicar por pensamentos independente de onde se encontram e também podem alertar quando uma das duas se encontra em iminente perigo, dando a chance de que uma vá ao socorro da outra. | Ouro Branco e Ametista | Hela e Pipper ]

• Punhal ritualístico [Com lamina fina, é um pouco menor que uma espada pequena, mas perfura mais fundo. Sua ponta possui dois pequenos dentes afiados, levemente curvados, quando perfura um corpo e retira com força dobra o tamanho da ferida no oponente | É bom para canalizar magia, traz sorte em rituais. | Arambarium | Espaço para duas gemas | Beta | 100% sem danos | Épico | Necessário nível 5 para empunhar perfeitamente | Festival das estações. ]

• Faca [Com cabo de madeira e lâmina de trinta centímetros de comprimento, fio único. Melhor efeito no corte. | Madeira e Aço | Efeito: Comum | Não apresenta suporte ou espaço para gemas | Resistência: Sigma | Status: 100%, sem danos | Comum | Curso de Forjas ]

Maldição de Nascença:

Maldição de deterioração [A semideusa sofre com envelhecimento precoce e acelerado em caso de abuso dos poderes. Não é uma maldição permanente, visto que pode ser retirada, no entanto a maldição só pode ser extraída de Hela se houver um receptáculo. Embora a maldição não funcione em Hela como deveria - visto que seus órgãos se recuperam do dano com descanso e sua aparência física continua intacta -, um uso desenfreado e de longa duração dos poderes de modo contínuo podem levá-la à morte.]

Duplicador de XP:

XP Pack Insanamente Insano do BO – O personagem ganha 5000 XP automaticamente. Por 2 meses OFF, todo ganho de XP do semideus é duplicado. (xp não níveis). [Válido até 22/11/2017]

OBS: Não retirar, ainda, a Marca da Lealdade do perfil de Hela.

BY MITZI



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Re: ( ʤ · run on gαsolıne

Mensagem por Arcus em Qui Out 26, 2017 11:46 pm

Avaliação de Hela

Recompensas: 5.520 dracmas e 11.040 XP (duplicador contabilizado).
Comentários:

Querida, o desenvolvimento da sua personagem é incrível! Eu acho o background da Hela impressionante, a carga emocional, o peso das decisões... Adoro a forma como ação e consequências são trabalhadas na trama da pequena.

Foi, realmente, uma boa história!

Tenho que destacar as cenas de batalha, são muito claras e diretas, odeio enrolação e mistura de batalha com pensamento porque fico bem perdida.

Seguem os critérios de avaliação, valores máximo à esquerda e valores obtidos à direita.

20% - Gramática - 12%
30% - Criatividade - 30%
50% - Enredo e batalhas - 50%

Observações de gramática:
O excesso de pontos dificulta a fluidez do texto, além disso, houve momentos que você separou objeto do resto da frase e itens que seriam separados em vírgula, um ponto só deve ser usado após uma oração completa. Eu entendo o efeito de pausa, mas a leitura as vezes fica comprometida. A gente lê parecendo carro velho brecando.

Não só os pontos, mas as vírgulas estavam em excesso e, por causa da escolha por exagerar na pontuação, faltaram elementos conectivos para dar fluidez. Muitas pausas nos faz dispersar.

-- Esses (↑) foram os principais motivos do desconto em gramática --

E observava o dragão comer pelo canto dos olhos ► Entre comer e pelo acredito que precisa de uma vírgula, ou mudar a ordem da frase. A sensação da tia foi que seu dragão como pelo canto do olho ao invés da boca.

Loja fosse uma 24h, ainda sim ► Ainda assim, querida.

Suspirou aliviada quanto, ao pular a catraca, o guarda se manteve no mesmo lugar ► Quando ao invés de quanto.

Assim que abriu o zíper, puxando a faca de ouro imperial e a cravando no pescoço da criatura. ► Nesse caso, quando usa assim que isso aconteceu aquilo outro também aconteceu, ao invés de cravando (gerúndio) deveria usar no passado.

Se deparando um o primeiro cão que a notara
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Re: ( ʤ · run on gαsolıne

Mensagem por Hela A. Deverich em Qui Jan 04, 2018 7:19 pm



Already choking on my pride.
 ʤ  listening Castle & Angel on fire with Brontë & Keera  ʤ words: 3625  ʤ


Informativo::

1. Essa missão é atemporal e se passa pouco depois da Cidade dos Monstros, sendo que A Seita ainda não tinha o poder que tem hoje.
2. Essa missão se passa cerca de um mês depois que Hela descobre sobre sua maldição de nascimento.
3. É a primeira de três partes onde Hela irá recuperar as partes do cajado de sua mãe e fazer um ritual para uni-las e, de quebra, se livrar de sua maldição.



Hela não havia tocado no pergaminho mágico desde que o recebera de Hécate. Ficava relutante em sair do Acampamento outra vez e ter de enfrentar o mundo sem saber quando abusaria da cota de poderes e morreria. Por que as coisas precisavam ser assim para ela?

“Isso não é uma jornada para um.”

A fala de Hécate continuava a rondar sua mente. Não. Não era uma jornada para um. Mas ela não tinha mais a irmã ao lado. E não podia – não queria – meter Pipper naquela encrenca. Seus necromantes também não deviam saber de sua fraqueza.

Continuou a andar pelo quarto, seus olhos se desviando para o pergaminho vez ou outra. Ainda tinha algo para pensar. Sobre a época em que Hécate destruíra o cajado. Era uma época de nobres, reis. Ela andava por entre os mortais. Entre aqueles que eram ricos. É claro que eles não sabiam, mas suas constantes guerras e más escolhas sempre a atraiam. Hela tinha o mesmo dom. Atrair pessoas com más escolhas.

Estremeceu.

Sabia que tinha a mesma postura que a mãe, por qual outro motivo as pessoas a temiam tanto? Hela era uma moça de classe média alta, que agira por seus primeiros anos de vida como se realmente fosse parte da realeza. E não importava o que diziam. Ela sempre se sentira forte.

Os olhos cinzentos, tempestuosos e preocupados, se voltaram para o pergaminho e ela o abriu sobre a mesa, se debruçando sobre a mesma. – Me mostre. Eu quero ver. Estou pronta para ver. – sussurrou, se concentrando no que almejava ver.

A localização do primeiro pedaço do cajado. De início, Hela pensou que havia enlouquecido. Mas não. Ela definitivamente havia visto certo. O ponto avermelhado como sangue surgiu no mapa, com a seguinte escrita ao lado “Ilha do Lago Loch Awe, Escócia”.

Hela sorriu, sem acreditar no que via. Mas então outro ponto surgiu no mapa, ganhando a mesma coloração do primeiro e ela apenas franziu a testa. Não sabia que era assim que iria funcionar.

Pegou um papel e anotou o endereço. Estranhamente familiar, já que se tratava da casa de campo que sua família tinha na Dinamarca. Hela se lembrava da vez em que fora para lá. Ela simplesmente provocara um incêndio em um acesso de raiva. Tinha pouco mais de oito anos.

Por ironia do destino, ninguém a socorrera do incêndio. Só uma mulher alta e morena, o que fizera todos os presentes a tratarem como louca por muitos anos depois do ocorrido. Era bizarro como a simples lembrança da casa trouxera essa lembrança de volta como se um selo se rompesse. Quem era a mulher? Sua mãe?

Saiu de seus devaneios ao ver um terceiro ponto carmim aparecer no pergaminho velho. A casa onde fora deixada com seu pai em Detroit. O local era um tanto luxuoso, possuindo alguns adornos dourados... ela não se lembra muito. Mudaram-se de lá pouco depois de ela ter idade para formar lembranças. Mas o endereço era familiar, isso era. Havia vistos muitas cartas endereçadas para lá. O motivo? Alguém devia saber. Ela não.

Esperou que o mapa tivesse terminado, mas parecia que não seria naquela hora. Naquele momento, tudo que Hela sentiu foi um frio horrível na barriga, a caneta caiu no chão e ela engoliu seco em seco.

“Mansão Deverich, Quebec, Canadá.”

Detestava aquele lugar mesmo antes de saber que era uma semideusa. Detestava aquele lugar pelo simples fato de ser frio o tempo todo. Não havia nada que ela fizesse que pudesse melhorar o tempo ali. Era sempre frio, tão frio que fazia as vias aéreas doerem. As tábuas rangiam sem nenhum motivo. Ela se sentia observada.

Fechou o mapa e o guardou de volta na prateleira, entre o grimório e o livro de rituais. Sabia que havia algo de ruim naquela mansão. Se iria para lá, precisaria de uma arma poderosa.

Ainda virada para a prateleira, ela sentiu os ombros relaxarem. Lentamente, se virou e olhou para o baú onde guardava algumas de suas coisas. Abriu-o e tirou as roupas, livros e objetos que se encontravam por cima, olhou o embrulho no fundo do balcão e o pegou.

A espada de Érebus. Ela jurara para si mesma nunca usar tal arma.

Olhou a espada que recebera de presente dos necromantes, mas ela podia sentir a aura pesada e sombria da espada de seu mestre. Aquela arma por si só já era um objeto de inestimável poder.

Colocou-a de volta no baú e guardou as coisas. Decidiria o que levar pela manhã. Por hora, só desejava descansar um pouco.

[...]

Quando o dia amanheceu, Hela tinha tudo o que precisava consigo. Para casos de emergência, ela contaria apenas com o fato de poder enviar mensagens de íris e o pequeno papel com endereços que se encontrava sob seu colchão.

O corvo havia partido já na noite anterior, pois teria de parar para descansar. A semideusa suspirou de forma pesada, sua garganta um pouco ressecada. Havia pego, além de seus itens, comida, água e um pouco de ambrósia e néctar na enfermaria. Só os deuses sabiam o que ela iria enfrentar.

Subiu nas costas do dragão assim que chegaram a uma clareira no meio da floresta e segurou firmemente em seu pescoço. – Vamos, Brontë. – Ela sorriu para o dragão. Havia feitos as contas e, por ar, levaria cerca de doze horas para cruzarem o oceano. Por sorte, como Brontë era adulto, ele deveria conseguir fazer a rota sem descanso. Mas ela precisaria mantê-lo forte.

A semideusa se mantinha firme, acariciando o pescoço do dragão vez ou outra, mantendo a respiração presa para evitar sofrer com a falta de oxigênio em respirar um ar tão rarefeito. A viagem seguia tranquila, até que um trio de grifos aparecendo quando já estavam no ar há cerca de sete ou oito horas.

Seus músculos doíam pelo frio intenso – mesmo que a menina estivesse bem agasalhada – e seus dedos demoraram mais do que o habitual para responder. Puxou a espada, se segurando com a força das pernas no dragão, conseguindo facilmente arrancar a cabeça do primeiro grifo, que parecia determinado em atacar Brontë sem notar que a verdadeira ameaça era Hela, ao passo que o dragão queimava as asas do segundo, que caía em espiral sem controle de seu rumo, tendo a morte como destino certo.

A distração de Hela fez com que ela fosse empurrada, quase caindo das costas do dragão, ao passo que as garras da criatura que tentara derrubá-la arranharam de maneira dolorosa suas costas.

A semideusa xingou baixo, se ajeitando de volta nas costas do réptil e desferiu um golpe em diagonal que apenas raspou no dorso do grifo, que emitiu um grito agudo o suficiente para causar dor de ouvido em Hela.

Brontë soltou nova coluna de fogo em direção ao ser alado, movendo-se de forma tão brusca que obrigou Hela a abraçar seu pescoço com o braço direito – o oposto àquele que mantinha a espada firmemente empunhada –.

Uma das asas começou a pegar fogo e Hela chutou a cabeça do grifo no instante em que esse tentava bicar seu pé, só para, em seguida, atravessar seu corpo com a espada, vendo-o se transformar em pó.

Guardou a espada novamente. Podia sentir o sangue descendo quente por suas costas, ainda que em menor quantidade, sendo resfriado pelo vento gélido. Sentia seu corpo tremer um pouco. Ou talvez muito até. Parecia que a parte interna de seu corpo pulava, toda sua carne e todo seu ser tremia com o frio intenso.

Por sorte, o tempo parecia estar ruim demais até para os monstros e, no meio de noite, o dragão pousou em um local que parecia ser zona rural. Estava se questionando se estariam muito longe do lado, quando ela viu que estavam na borda de um amontoado de água. – Isso daqui... será que é o lugar? – ela sussurrou, movendo as mãos nervosamente para tentar se aquecer. – Onde deseja ir?

A voz do homem a fez ter um sobressalto. – Uma das ilhas de Loch Awe. – disse com certa firmeza. – Bem, isso fica um pouco longe, digo, a depender da ilha. A do Castelo é um pouco longe. – O homem disse em tom pensativo. Mas com sua bicicleta, você deve chegar lá em três horas, no máximo. “Bicicleta. Sério?”, ela pensou, contendo a vontade de rir. – Certo... lá eu encontro as ruínas de Kilchurn? – a menina franziu a testa, por que diabos perguntara aquilo? – Bem, um dos únicos modos de chegar até lá é pelo lago. Você está em um extremo. O castelo se encontra em outro. – Hela concordou.

Sentia-se estranha com aquele homem por perto. E Brontë ainda estava tomando uma água no lago. Hela se questionava o quanto a névoa ali era forte para fazer seu dragão parecer uma simples bicicleta. – Bem, obrigada. – Murmurou, tocando com a mão no dorso do dragão, que passou o nariz úmido e gelado pela camisa da semideusa.

Hela montou nas costas do mesmo e o homem sorriu um pouco, com a aparência completamente transformada. – Não há de quê... Hela. – E então, desapareceu. Estupefata com o que havia acontecido ali, ela olhou para frente, forçando-se a enxergar o máximo possível na escuridão noturna. – Vamos para aquela direção. – Ela apontou em sua frente para o dragão e, logo, ele alçou vôo, cruzando os domínios de Nyx com eficiência.

Sabia que Keera possivelmente já havia percorrido todo o castelo e, também, já estava em espera de si em um local próximo, dado o horário em que o corvo havia partido. Mas o tempo não fora tanto quando o homem estimara para que Hela chegasse. Talvez apenas uma hora tivesse passado quando ela pulou das costas de Brontë, sentindo que suas bochechas continham mais circulação de sangue do que o usual. – A área está limpa. – A voz de Keera soou próxima de seu ouvido, a fazendo se sobressaltar. – Zeus... não faça mais isso.

Ele emitiu seu típico ruído de corvo. – Assustada? – ele perguntou em tom debochado, Hela sacou a espada. – O que acha? – resmungou, caminhando para dentro das ruínas. A ave apenas se calou, não ousando (ao menos daquela vez) debochar de Hela.

A semideusa adentrou o local e sentiu-se surpresa. A névoa devia fazer um ótimo trabalho com os humanos, porque o que ela via ali era simplesmente incrível. O palácio parecia em nada ter sofrido com o tempo. Hela podia ver os corredores de pedra e as tochas que queimavam em fogo grego. Definitivamente aquele local tinha mais para contar do que ela poderia imaginar.

Seus passos ecoavam pelos corredores do palácio que ainda parecia conter toda sua glória. Ela tinha a mão firmemente envolta no cabo da espada, a respiração se tornava mais densa e difícil enquanto o tempo se mostrava mais frio e impiedoso à medida que ela descia para as masmorras.

Era como se a magia do pedaço esquecido do cajado tomasse conta de seu ser e o atraísse como um pedaço de metal é atraído por um imã. Seus olhos rapidamente se acostumaram com a ausência de luz, mas sua mente estava inquieta e seu nariz não se adaptava ao forte cheiro de pó e mofo que residia naquele lugar.

Notou um baú de madeira, vendo que ele estava lacrado. Keera se agitou antes de alçar voo e pousar nas barras de uma das celas. – E agora? – ela murmurou, para ninguém em específico. Se abaixou na frente do baú e passou a mão pela tranca. Era um cadeado antigo e, pelo tempo, deveria estar enferrujado. Mas estava perfeitamente limpo e polido.

A semideusa tentou abri-lo com um feitiço. Mas o cadeado e se recusou a abrir. – Ok, onde deuses podem guardar chaves? – ela resmungou e a resposta veio do lugar mais inusitado. – Dentro da cela. – Hela se sobressaltou, levando a mão até a boca ao ver uma garota de vestes claras cobertas de sangue. Sua pele era branca e seus cabelos loiros. – Quem é você?

A loira se aproximou, fazendo Hela recuar e esbarrar no baú. – Helena. – respondeu a jovem. – A filha esquecida de um nobre mais esquecido ainda. Morta por heresia. Não vê o sangue que desce por meu pescoço? Parece-lhe falso? – Hela piscou algumas vezes. – Heresia? Você é um fantasma. – Concluiu, respirando fundo ao raciocinar. – Sim. Um fantasma. Eu dei à luz a um menino forte e saudável. Mas só porque o batizei com um nome diferente daquele esperado pelos católicos... como pode ver, não havia misericórdia para mulheres na minha época.

Keera farfalhou as asas, atraindo a atenção de Hela por um instante. – Ainda não há. Bem, você pode ir. Só tem que se desprender desse plano. – Tentou não soar rude ao sugerir que partir era tão simples. – Ir para onde? – ela murmurou, negando com a cabeça. – Deuses vieram aqui depois. Uma delas quem colocou esse baú que estava olhando. Há mais ou menos uns cem anos. Se Deus não existe, para onde eu irei? Eu tenho ficado aqui. E espero o dia em que conseguirei vingança.

Hela não gostava daquela conversa. Parecia conversa de doido. – Vingança? – a menina olhou para Keera como quem diz “por favor, encontre a porcaria das chaves”. – Sei bem o que é esperar o momento de se vingar e, não vou negar, traz muito alívio. Mas não sei se vale tanto a pena. Mesmo que Deus não exista, ainda há um lugar para ir depois daqui. Não precisa ficar.

O corvo pousou no ombro de Hela, soltando um molho de chaves em sua mão. Parece que, felizmente, ele a conhecia melhor do que ela imaginava. – O mundo humano é miserável. Você deveria partir. Eu partiria.

A criatura emitiu um riso quase perturbador. – Então parta. – Avançou contra Hela e, para a surpresa da necromante, as mãos gélidas envolveram seu pescoço, asfixiando com um força sobre-humana.

A fantasma ergueu o corpo esguio da morena como se ela nada pesasse e, por um momento, Hela se questionou se já não estava morta – talvez tivesse morrido no meio da travessia – e apenas sua alma não se dera conta disso. Mas a julgar pela expressão da loira quando percebeu de fato o que fazia, Hela viu que ela estava tão surpresa quanto ela própria. – Eu posso te tocar. – Ela disse com certa euforia, arremessando Hela contra a parede.

O mundo pareceu se turvar, como as águas do lago que se encontrava fora do castelo. – Eu posso te tocar! – a necromante, tossia, sentindo o corpo tremer, passou a mão direita pelo pescoço. – Eu posso me vingar. – Ela ainda soava eufórica. Dessa vez, com uma pitada de “homicida”.  – Por que quer me matar? – conseguiu dizer, ainda de joelhos, após tomar fôlego. – Sua família. Um de seus ancestrais. Francisco. Ele ordenou minha morte. Para que? Para ter descendentes como você?

“Merda.”, foi o que Hela pensou. Hécate colocara pedaços do cajado onde a sua família tinha passado. Mulherzinha ardilosa. Se colocou de pé no exato momento em que as mãos da criatura se chocaram contra seu corpo, jogando-a para longe uma segunda vez. – Você está entre o mundo dos vivos e dos mortos. – Ela pareceu satisfeita pela descoberta. Hela puxou a espada e atravessou o corpo e Helena, que emitiu um grito agudo demais.

Hela colocou a mão no rosto da mulher e imaginou que a estava empurrando para longe. Para o Hades. Para o exato lugar onde ela deveria estar desde sua morte. O grito de Helena foi se tornando mais alto e distante na mesma proporção, até que o silêncio finalmente pareceu tomar o lugar de volta. – Keera! – ela chamou o corvo, notando que ele estava empoleirado na grade, a chave no bico. – Você devia me ajudar. – Rosnou, trincando o maxilar e pegou a chave. – Desculpe. Achei que a chave era mais importante. – Ela negou ao balançar a cabeça e abriu o baú, vendo um pedaço de madeira escura no meio de um monte de tecidos caros.

Bufou. – Vamos sair daqui. – Agora que parte da adrenalina e calor de dissipara, ela sentia dor e frio outra vez. Não teve nenhum outro problema além de Helena. Não naquele castelo. Guardou o cajado na mochila que havia deixado guardada sob o corpo do dragão e colocou-a nas costas antes de voltar a subir no dorso do réptil. – Keera, quero que volte ao Acampamento e encontre Pipper. Pelo visto, aqui as coisas serão mais rápidas do que eu pensei.

O corvo emitiu o ruído típico de ave e alçou voo. – Espere um pouco. – Pediu ao dragão, passando as mãos pelo rosto ao tentar se lembrar do próximo local. Sua cabeça doía. Por sorte, iriam para a casa de campo de sua família. Ah, sim. Dinamarca. – Dinamarca, Brontë. Prometo que podemos descansar lá.

Dessa vez, não enfrentaram muitos problemas. Tirando o grupo de dez aves que Brontë fritou com seu hálito de fogo, eles conseguiram terminar aquela travessia de modo tranquilo.

Pousaram no grande jardim, deteriorado pelo tempo. E Hela comprimiu os lábios em uma fina linha ao olhar ao redor. Se aproximou da porta com Brontë em seu encalço e pegou a chave escondida sobre o batente, abrindo as pesadas portas duplas de madeira.

Esperou que o dragão entrasse e olhou ao redor. Os móveis estavam cobertos por panos brancos. O chão coberto por uma espessa camada de pó. Hela notou que a lareira estava vazia, como era de se esperar. Mas havia alguma lenha tão empoeirada quanto o chão empilhada ao lado da mesma.

Balançou a cabeça de forma negativa e colocou alguns pedaços de lenha para queimar, sentindo o calor aos poucos, de forma muito bem vinda. Tirou a jaqueta rasgada, o suéter e a blusa do Acampamento, puxando um dos panos brancos de um item na parede que ela lembrava ser um espelho.

Respirou fundo, aliviada, ao ver que não estava tão feio quanto pensara. Sabia que ali tinha água quente, só precisava ligar a energia, ainda sim, achou melhor não fazê-lo. Tecnologia atraía monstros. Ela tinha impressão de que até mesmo energia os atraía.

Foi até o banheiro e molhou o pano branco, lavando uma parte dele para tirar o pó antes de passa-lo em suas costas. Afinal, não tinha a mínima intenção de piorar a própria situação. Os lábios se comprimiram em uma linha fina e Hela balançou a cabeça algumas vezes, pensando em como proceder.

Tinha ambrósia e néctar na mochila, também tinha comida para si e para o dragão, mordeu o canto da boca quando um vento frio passou por uma vidraça quebrada e retornou até a sala, pegando uma blusa nova.

Vestiu-se com cuidado, colocando o suéter e o casaco rasgados de volta. Pegou um cubo de ambrósia e o ingeriu, sentindo-se um pouco melhor. Até sua cabeça parecia melhor, mais leve, coisa que ela nem notara estar errada até aquele momento.

Sentou-se perto da lareira, de frente para Brontë e acendeu algumas bombinhas, jogando-as pela garganta do dragão que se alimentava de pequenas explosões. Não se importou muito com o cheiro de pólvora que estava em sua mão quando foi comer. Quando se era uma semideusa, muitos hábitos de higiene não faziam tanto sentido assim.

Comeu o sanduíche sem muita preocupação. Dormiria, já que a magia do cajado ainda não a atraíra. Colocou mais lenha na fogueira e tirou o pano do sofá, sacudindo-o para se livrar do pó e espirrando mais de uma vez. Deitou-se e, de imediato, sua mente foi puxada para as profundezas do sono.

Viu uma mulher loira, de olhos escuros, três faces pareciam tremular. – Mãe? – chamou a deusa, um tanto confusa. Nunca vira Hécate naquela forma. – Você está se dando bem, criança. Não posso deixar a dormência do cajado acabar sem que atraia monstros. Quando achar o pedaço escondido aí, um portal irá se abrir, te levando de volta para a América.

Hela sentiu-se confusa. – Mas por que? – a deusa sorriu, contente com a ingenuidade de sua própria prole. – O cajado é poderoso. Assim que ele sentir que há sangue do meu sangue perto dele, ele irá leva-la até seu esconderijo. Mas também atraíra criaturas horríveis e, receio eu, você não conseguiria se livrar de um exército desses sozinha. Mande seu animal ir embora. Acorde!

A garota se sentou sobressaltada no sofá. Seu coração batia descompassado e ela podia sentir o mesmo magnetismo que sentira no palácio. – Brontë! Acorda! – ela chacoalhou o dragão, vendo-o bufar ao abrir os olhos. – Vá embora. Agora. – ele pareceu querer teimar, mas a garota pegou a mochila perto dele e trincou o maxilar. – Agora. – rosnou a ordem, deixando óbvio que não estava aberta a discussões.

Seguiu aquele fluxo de energia até o sótão e viu uma caixa de madeira vermelha, abrindo-a só para dar de cara com o novo pedaço de magia. Viu que um portal se abria no mesmo tempo em que ela guardava o cajado na mochila.

Mas naquele mesmo instante, um monte de criaturas que Hela desconhecia haviam se materializado. A semideusa arregalou os olhos, ouvindo barulhos nos andares debaixo e foi recuando pelo portal até que caiu lá dentro. O primeiro pensamento que lhe ocorreu foi: obrigada, mãe.

Foi uma queda livre por um tempo tão longo que ela quase sentiu-se a própria Alice dos livros de Lewis enquanto caía pela toca do coelho. Estava abraçada com a mochila e só rezava consigo mesma para todos os deuses – especialmente Tique – que tivesse sorte de não cair em um lugar duro e naquela velocidade porque, certamente, quebraria alguma parte de seu corpo.

Então, chocou-se contra um monte felpudo de feno quando menos esperava. Ficou quieta alguns instantes, tentando detectar se alguma parte de seu corpo doía mais do que era usual. Aparentemente nada. Se colocou de pé e olhou ao redor. Um estábulo. Com pégasos.

Balançou a cabeça veemente, saindo da construção de cara onde sua mãe tinha mandado-a.

Acampamento Meio-Sangue. O lar dos semideuses.


Conseguidos na missão (não necessário colocar em minha mochila):

Partes do cajado de Hécate: 2/4
Duplicadores.:

Nome: Pacote intermediário de XP - Nível 2
Descrição: Por 1 mês em OFF, todo ganho de XP do semideus é duplicado. (Valido até 13/01/2017)

Nome: Pacote intermediário de Dracmas - Nível 3
Descrição: Por 2 meses em OFF, todo ganho de dracmas do semideus é duplicado. Válido até 05/02/2018
Itens levados.:

No corpo:

+ Colar de contas do Acampamento.

• Arsenal [Anel brilhante com uma pedra preciosa, esbranquiçada e minúscula em seu centro | Aço | . Possui o efeito de alterar uma arma, mudando assim sua forma, detalhes, e qualquer outra coisa que o portador desejar, desde que as alterações sejam apenas físicas. Ou seja, utilizando o efeito do anel, é possível transformar uma lança em uma espada ou faca, ou qualquer outro item de ataque. Um escudo circular pode ser transformado em um broquel, ou um escudo de corpo. Os materiais dos itens podem ser alterados, mas seus efeitos sempre serão os mesmos (exemplo: uma espada elétrica ainda causaria dano por eletricidade se transformada em uma lança) | Não possui espaços para gemas | Comum | Resistência: Sigma | Status: 100%, sem danos | Comum | Comprado na loja ].

•  Anéis [ Anéis de fada geralmente delicados e cobertos por pequenas plantas e pedras preciosas tem o poder de transmitir o pensamento ao portador que o usa. Tal objeto é sempre vendido em par e não tem tamanho, pois se ajusta ao dedo do portador conforme esse o desliza, como se fosse moldável a pessoa. | Ambos os portadores do par quando em uso poderão conversar em pensamento um com o outro. Fadas tem ciúmes de seus objetos, logo raramente alguém que não seja uma fada possui um adereço como esse. | Par com o anel de Robin. | Desconhecido. | Sem espaço para gemas. | Beta. | Status 100%, sem danos. | Mágico. | Loja especial.]

• Espirito ancestral [Gargantilha de prata com um pingente de ampulheta. | Quando o semideus tiver a mente tomada por ilusões de um inimigo, o espirito é ativo, toma a mente do semideus e a limpa até deixa-la clara novamente, podendo ser usado uma vez por narrativa. | Prata. | Sem espaço para gemas. | Beta. | Status 100%, sem danos. | Mágico. |Evento “O passado, presente e futuro”.]

• Cupid Ring [Um anel de ouro com um fino fio vermelho cortando o centro do aro, na parte interna das alianças há a frase "A mais doce das minhas memórias" e as iniciais de Kang Pipper logo após o fim da frase. Possui Thurisaz e Raidho gravadas uma ao lado da outra. | Traz proteção a quem usa pelo fato de possuir a runa Thurisaz e faz com que o casal que a usa possua uma forte ligação. | Ouro | Sem espaço para gemas| Beta | Status 100%, sem danos | Mágica  | Loja de Afrodite, encantadas por Hela A. Deverich]

• Mørk [ Aros feitos de ouro branco com três pequenas ametistas incrustadas no centro onde, ao lado das pedras, é possível ver entalhes da serpente Jörmungandr à direita e de um trevo de quatro folhas à esquerda (representando o lado nórdico de Hela e o lado cigano de Pipper), na parte interna das alianças encontra-se gravado apenas os nomes das jovens em uma caligrafia fina e delicada. | As alianças permitem que as semideusas tenham uma ligação mental, podendo se comunicar por pensamentos independente de onde se encontram e também podem alertar quando uma das duas se encontra em iminente perigo, dando a chance de que uma vá ao socorro da outra. | Ouro Branco e Ametista | Hela e Pipper ]

• Amuleto “Of the fates” [Um amuleto de ouro aparentemente comum, com uma pedra de jade em seu centro, que quando ativo, fica com uma aura brilhante, assumindo sua forma mágica. | Quando usado, faz com que tudo ao seu redor diminua o tempo, ou seja, o tempo para o usuário do amuleto continua normal, mas o cenário ao redor, e para as pessoas presentes nele o tempo fica muito mais lento. O efeito dura apenas um turno, e depois disso entra no modo de espera, ou seja, é preciso aguardar outros cinco turnos para ativa-lo novamente. | Arambarium e Ouro | Não possui espaço para gemas | Alfa | Status 100% não apresenta danos |Mágico | Conquistado no evento: A mente liberta]

• Vooke, Sword of the Dark Lord [Uma espada que se ajusta perfeitamente a seu portador. Essa espada feita de darkanium, o minério primordial, que pode ser dificilmente encontrado em alguns locais do submundo, tem uma aparência semelhante ao aço, sendo reluzente e completamente polido. Tem inscrições simples, com os dizeres: "Sword of the Dark Lord", em filetes de ouro, pois pertenceu ao próprio Érebus, passando de mão em mão entre seus filhos, como uma herança. Seu tamanho é ajustável, enquanto transita entre um tamanho e outro, sombras parecem se solidificar ou evaporar do metal. No lugar de um pomo comum, encontra-se um diamante gigantesco encrustado no local, que emite um brilho vermelho quando os poderes da espada são ativados. | Ajuste: A espada é ajustável a qualquer tamanho que o portador desejar, podendo se conter a milímetros, como até mesmo três metros limite; Bainha: Sua bainha se ajusta assim como a espada, quando juntas, a bainha de ouro da espada faz com que todo seu peso seja praticamente reduzido a zero, ficando extremamente leve de carregar; Vooke: A verdadeira magia da arma, enquanto o portador segurar a arma, todo seu gasto de mana com poderes de trevas são reduzidos pela metade e todos seus danos por estes mesmos poderes são dobrados. | Darkanium | Possível remover o diamante para adicionar uma gema | Alfa Prime | 100% de Status | Lendária | Requisitos: Conhecimentos sobre as trevas e nível 30 | Despojo de Guerra por derrotar o Espírito de Trevas] [Por ser um material alfa prime, considerei que seu dano é superior ao de outras armas, sendo que um ou dois golpes seria o suficiente para liquidar uma fada.]

Girl on Fire [ Jaqueta de couro feminina. Seu corte predomina curvas e o tecido é liso, não apresenta grandes detalhes por ser uma peça para promover mistério, luxo e elegância. | Efeito 1:  Tem resistência a fogo, ataques relacionados a esse elemento perdem 70% da eficácia, diminuindo o dano na mesma porcentagem sobre o usuário. | Efeito 2: Tem efeitos regenerativos, portanto, caso rasgue, fure ou qualquer coisa semelhante, o tecido se remonta e se regenera depois de 2 turnos. Durante esses dois turnos em que a jaqueta está danificada, o efeito do fogo é reduzido em 30%.| Tecido mágico | Sem espaço para gemas | Alfa | Status: 100% sem danos | Mágico | Comprado na Ferreli & García - Mode et style]

☾ Luva [Trata-se de uma luva de aparência comum, entretanto possui um compartimento que permite a semideusa de guardar quaisquer poções ou frascos dentro da mesma. | O compartimento é protegido magicamente, de maneira que a luva parece colada na pele, mesmo quando cheia de poções (o máximo é dez poções). Além disso foi projetado para suportar e proteger o conteúdo guardado, sendo que tais poções não irão sofrer qualquer ação caso a semideusa caia ou lute, por exemplo. | Está carregada de três poções da invisibilidade. | Tecido encantado. | Beta. | Sem espaço para gemas. | Status 100%, sem danos. | Mágico. | Presente de Pipper.]

•  Arco Mágico [Consiste em um arco de material escuro, tende-se a crer que seja ferro estígio. A corda da arma é de tom claro, quase transparente. Em toda a extensão do arco vê-se o nome de seu portador entalhado. | Efeito 1: O arco transforma-se em um bracelete. | Efeito 2: Ao puxar a corda sem ter posicionada uma flecha na mesma, o próprio arco criará uma flecha feita de ferro estígio, envolta em uma aura de sombra que aumenta em 10% o dano. | Ferro Estígio. | Beta. | Sem espaço para gemas. | Status 100%, sem danos. | Mágico. | Arsenal do Acampamento.]

• Mochila sem fundo [Mochila de prata com material simples, sem bolsos laterais, com um único zíper, uma única entrada e uma única saída.| A mochila não possui fundo, foi encantada para caber inúmeros objetos, ou seja, seu espaço é infinito, tudo que você colocar dentro dela permanece ali, desde que passe pela parte de cima, ou seja, você precisa conseguir colocar o item pelo buraco, que é largo o suficiente para passar até uma panela de pressão. Para pegar o item de volta basta colocar a mão dentro da mochila e pensar nele, e ele retorna para suas mãos.| Indefinido | Sem espaço para gemas | Alfa | Status: 100% sem danos |Lendário e mágico | Loja especial do dia dos namorados]

Na mochila:

Consumíveis:
+ Pastilha restauradora: Uma cartela de prata com 10 pastilhas presas. Possuem uma coloração dourada bem clara, e emitem um brilho esbranquiçado que aparenta ter um conteúdo duvidoso, quando na verdade faz o inverso. As balinhas contidas nessa cartela tem propriedades restauradora, que faz com que o semideus que ingerir a balinha recupera 20 de HP e 20 de MP em sua barra instantaneamente. Em contrapartida, não é possível ingerir mais de duas balas por vez, ou as pastilhas terão um efeito reverso, fazendo o semideus perder HP e MP, ao invés de recuperar. (presente de Zeus) [Hela ingeriu duas na rodada anterior]

+ Poção de cura: Serve para regeneração rápida, qualquer ferida, ou veneno ingerido pelo semideus, será curado pela poção, e além disso, a poção ainda recupera 50% do seu MP/HP. (Só pode ser usada uma única vez).

+ Pó Dourado: Pó mais comum entre as fadas, é o que permite as fadas darem vida a coisas ou fazer um objeto, pessoa voar. O pozinho ainda tem outros tipos de magia, faz plantas crescerem mais rápido, deixa uma fruta podre nova de novo, pode deixar alguém feliz, é feito de magia boa e pode ainda ter propriedades de cura. (saquinho para três magias)

+ Pílulas de Energia [Uma caixinha com 3 pastilhas esverdeadas com gostinho de abacaxi. Uma pílula dessas ingerida serve para reanimar o semideus completamente, o mantendo acordado por mais 48 horas, e restaurando suas energias em 100%, ou seja, a força, a agitação será tudo renovada, e o cansaço desaparecera por completo do corpo | Resistência: Sigma | Status 100%, sem danos | Mágico | Encantado por Pandora]

+ Presa: Um frasco de liquido verde borbulhante. Quem bebe desse líquido terá presas de vampiro durante dois dias inteiros. (Contém o suficiente para uma magia). [x2]

+ Pão de Mel [ É um pequeno pão de mel recheado com Néctar | Ao consumi-lo, o personagem recupera automaticamente 50 MP. | Usável durante a batalha, uso único, some após ser ingerido | Mágico | Evento, cidade dos monstros. ] (x4)

+ Bombom de Morango [ Pequeno bombom de chocolate, recheado com morango, Néctar e Ambrosia | Ao consumi-lo, o personagem recupera automaticamente 100 MP e 100 HP. | Não usável durante a batalha, uso único, some após ser ingerido | Mágico | Evento, cidade dos monstros. ] (x2)

Armas e Itens:
• Faca de Bronze Celestial [ Uma faca de lâmina curta - cerca de 10 cm - com cabo em madeira envolvido em couro para tornar o manuseio melhor. | Não produz feridas em mortais. | Bronze celestial, madeira e couro. | Sem espaço para gemas. | Alfa. | Status 100%, sem danos. | Comum. | Nível 1. | Item inicial. ]

• Aura Negra [Uma espada com cerca de um metro de lâmina, possuindo dois gumes. Lembra o estilo das espadas medievais. Seu cabo é feito em prata e possui desenhos de ossos. Na lâmina é possível ver desenhos turvos como fumaça, que demonstram o poder contido dentro de si. | O efeito da espada, quando ativado, é lançar uma rajada de vácuo forte o suficiente para causar compressão do local atingido, o que não causa cortes, mas causa uma dor extrema. Tem um gasto de 10 MP por rajada de vácuo e é necessário que seu portador tenha domínio completo da arma para utilizá-lo. | Ferro estígio e prata. | Não possui espaço para gemas. | Resistência beta. | 100%, sem danos. | Nível 3. | Lendária. | Presente de Reclamação do grupo Necromantes de Érebus.]

• Cantil mágico [Um cantil atribuído a deusa Nike (abençoado) que contém um líquido claro inacabável que recupera vida e força durante um combate ou uma luta. | Recupera 15 de HP e MP. Só pode ser usado uma vez por narrativa. | Desconhecido. | Sem espaço para gemas. | Beta. | Status 100%, sem danos. | Mágico. | Roleta.] (Usei isso no meio do combate para "aliviar" a situação da Hela.)

• Guardião dos sonhos [Para aqueles que veem de longe apenas um pedaço de giz nas mãos de um semideus, um giz feito de material completamente transparente. Nas mãos de seu portador, um cajado repleto de magia. | Ao toque do semideus o pequeno pedaço translúcido transforma-se em um cajado completo, quase do tamanho de seu portador, com um brilho arroxeado, ou azulado – a cor fica a critério do dono – e um cristal em seu topo. O Cajado solta faíscas brilhantes, e amplia o controle do semideus sobre seus poderes, ou seja, torna seus ataques mágicos mais precisos, dando equilíbrio ao seu portador. O Artefato está coberto de runas de equilíbrio, pensamento positivo, e perseverança, o que permite foco em batalha. Seu nome foi dado de acordo com sua propriedade, pois o cajado é capaz de captar os sonhos presentes em outro ser, e estimular a mente do inimigo com imagens de tais sonhos, de forma a distrai-lo por pelo menos dois turnos, dando chance ao portador de atacar. | Desconhecido. | Sem espaço para gemas. | Beta. | Status 100%, sem danos. |  Mágico. |Presente de Hécate.]

• Mordor [Um machado de guerra com cerca de setenta centímetros de comprimento, mais pesado do que um machado comum e com as duas extremidade afiadas. É necessário usar as duas mãos para melhorar o manejo da arma.| Bronze celestial e Madeira | Possui veneno de píton na ponta da cabeça esquerda do machado, que proporciona uma leve paralisia no local atingido pelo veneno, mas o efeito só dura dois turnos || Não apresenta espaço para gemas | Beta | Status: 100%, sem danos | Comum | Bingo Olimpiano ]

• Faca de Caça [ Uma faca de caça feita em ouro imperial. Sua lâmina é curta, tendo cerca de 20cm, e seu cabo se encaixa perfeitamente na mão do usuário, dando equilíbrio perfeito para um bom manuseio. A faca possui uma ligação com o dono e, não importa onde foi perdida, sempre reaparece ao seu lado. | A arma contém a lâmina envenenada, provocando 20% a mais de dano e tendo chance de envenenar caso atinja a corrente sanguínea causando -15HP por 4 turnos. | Ouro imperial | Espaço para uma gema simples. | Beta | Status 100%, sem danos. | Épica | Nível 5 | Quando o passado revive.]

• Lá’ Mor del Vênus [ Um chicote com cabo de ouro imperial e material brilhante, que fica mais nítido a luz do luar. Tal chicote é adornado com um brilho sutil arroxeado, o que denuncia o seu poder. Tem cerca de 2 metros de comprimento e mais 40 cm no cabo| O principal efeito do chicote é sua mutação, ele pode virar um bastão longo com uma boca de serpente na ponta, que possui dois dentinhos afiados, essas ao grudarem no adversário acabam soltando no sangue uma toxina diferente, que faz o oponente do semideus entrar em êxtase, ou seja, ele sentira o prazer semelhante ao de um orgasmo, e evitara atacar por um turno inteiro. A segunda propriedade, a mais legal, é que o chicote é mutável, e pode virar um brinquedo erótico para causar prazer, um chicote de couro comum que provoca mais prazer aos atingidos por ele, então para quem gosta de um bom jogo sado, esse item é perfeito. Transforma-se em um pingente de coração quando não está em uso. | Ouro imperial e material raro não identificado | Não possui espaço para gemas | Beta | Status: 100% sem danos | Épico | Loja especial do dia dos namorados]

• Aljava com flechas paralisantes [ Aparentemente uma aljava comum com flechas comuns, mas que contém uma toxina rara extraída de uma planta da ilha. Além disso a aljava vem com dez flechas e, quando essas se acabam, são respostas automaticamente após dois turnos. | Causa paralisia no membro atingido por um turno. | Madeira, ferro estígio e toxina desconhecida | Beta | 100% sem danos | Épico | Festival das estações. ]

• Punhal ritualístico [Com lâmina fina, é um pouco menor que uma espada pequena, mas perfura mais fundo. Sua ponta possui dois pequenos dentes afiados, levemente curvados, quando perfura um corpo e retira com força dobra o tamanho da ferida no oponente | É bom para canalizar magia, traz sorte em rituais. | Arambarium | Gema 1: Ametista Imperial, ao cortar envenena o alvo, causando 35 de dano por turno. (Não enfraquece o alvo com o dano.) Dura 5 turnos. | Espaço para uma gema | Beta | 100% sem danos | Épico | Necessário nível 5 para empunhar perfeitamente | Festival das estações. ]
Poderes e Habilidades:

Poderes dos Necromantes:

Poderes passivos:

Nível 2
Nome do poder: Desavenças Naturais  
Descrição: Como Necromante de Érebus você nutre certa desavença por filhos de Hades, Zeus e Nyx. Pois tais Deuses foram os responsáveis por prender Érebus no tártaro – apesar de Nyx ser irmã gêmea e esposa de tal Deus primordial. Vale ressaltar que o sentimento de implicar e/ou tirar sarro existe, mas cabe ao semideus segui-lo ou não.  
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Nenhum.
Dano: Nenhum.
Extra: Nenhum.

Nível 5
Nome do poder: Desejo de Vingança.
Descrição: Movidos pelo desejo de vingança do próprio Érebus, os semideuses são capazes de nutrir profundas desavenças com os filhos de Nyx. Muitas vezes tal raiva e desejo de vingar não possuem motivos sólidos. Vale ressaltar que o sentimento de implicar e/ou tirar sarro existe, mas cabe ao semideus segui-lo ou não.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Nenhum.
Dano: Nenhum.
Extra: Nenhum.

Nível 7
Nome do poder: Sensibilidade II
Descrição: Em tal nível o semideus é capaz de, em contanto com a escuridão, sentir os sentimentos daqueles que o rodeiam (incluindo monstros capazes de sentir e Deuses). Torna possível também que, o semideus consiga visualizar, por alguns segundos, quais sentimentos serão sentidos em um futuro proximo de um minuto. Porém cabe ao narrador determinar as limitações do poder.  
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum
Extra: Nenhum.

Nome do poder: Cura Sombria.
Descrição: Ao entrar em contato com as sombras (é necessário um ambiente escuro, como um quarto durante a noite etc) automaticamente os necromantes sentem-se melhor, passando ter o corpo curado. Porém em tal nível é impossível curar ferimentos grandes ou cortes profundos. É necessário ressaltas que sombras criadas pelo próprio semideus não irão cura-lo. +10 hp por turno.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum
Extra: Nenhum.

Nível 8
Nome do poder: Controle Emocional.
Descrição: O semideus torna-se capaz de colocar as próprias emoções sobre controle, principalmente com a chegada da noite, entretanto tal poder ainda é bastante descontrolado. Isso, no entanto, não significa que o semideus irá esconder as emoções. Apenas irá controlar o medo que sente, por exemplo.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum
Extra: Nenhum.

Nível 9
Nome do poder: Domínios Inimigos
Descrição: Com a chegada da noite terrestre os Necromantes de Érebus sentem-se constantemente observados e desconfortáveis, apesar da escuridão. Pois trata-se dos domínios de Nyx.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum
Extra: Nenhum.

Nome do poder: Fraqueza imunológica
Descrição: O sistema imunológico dos necromantes é resistente, de maneira que, caso envenenados, o efeito será retardado. Entretanto toxinas mais fortes irão derruba-los da mesma maneira e rapidez.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum
Extra: Nenhum

Nível 12
Nome do poder: Ocultação
Descrição: Em situações onde o semideus se sente ameaçado ele torna-se capaz de ocultar as próprias emoções, como o vazio.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum
Extra: Sua presença ainda poderá se sentida, entretanto suas emoções não serão desvendadas.

Nível 15
Nome do poder: Olhos dos Cosmo III
Descrição: Os Necromantes de Érebus já não são afetados visualmente por explosões de porte grande ou exposição dos atros (tais como Lua, Sol). Porém apenas seus olhos não se afetam, já que os poderes relacionados as sombras são reduzidos na presença de astros luminosos.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum
Extra: Nenhum.

Nível 18
Nome do poder: Ponto Fraco II.
Descrição: O necromante é capaz de, ao entrar numa batalha durante a escuridão, conseguir identificar possíveis pontos fracos do seu inimigo. Em tal nível o semideus consegue identificar possíveis três pontos fracos.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum
Extra: Nenhum.

Nível 20
Nome do poder: Trucidar
Descrição: Ao entrar numa batalha o necromante se torna capaz de lidar com danos físicos com uma facilidade maior, aguentando determinados danos sem se desviar do seu foco.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum
Extra: Nenhum.

Nível 23
Nome do poder: Benção da Escuridão.
Descrição: Quando o necromante está no mais completo breu sua força e velocidade são melhorados.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: +15% em força e velocidade.
Dano: Nenhum
Extra: Nenhum.

Nível 25
Nome do poder: Perícia com Foice e Correntes VIII.
Descrição: Os Necromantes de Érebus possuem uma facilidade natural com o manejo de tais armas, podendo rapidamente usá-las em uma ofensiva quanto na defensiva.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: +50% de assertividade no manuseio de Foices e Correntes.
Dano: + 45 de dano ao ser acertado pela arma do semideus, pois a precisão será mais certeira.
Extra: Nenhum.

Nível 27
Nome do poder: Sentidos aguçados II
Descrição: Quando a escuridão é estabelecida o semideus poderá ter seus sentidos (com exceção da visão) aguçados, sentindo cheiros com maior facilidade etc. Entretanto o necromante não irá se tornar um rastreador nato, por exemplo.
Gasto de Mp:
Gasto de Hp:
Bônus: +30% em todos os sentidos.
Dano: Nenhum
Extra: Nenhum.

Nível 30
Nome do poder: Respiração Sombria IV
Descrição: O semideus torna-se capaz de suspender a respiração por um longo período de tempo (até quatro horas), porém tal habilidade pode torna-se falha quando o semideus está em domínios além, como o tártaro.
Gasto de Mp: Nenhum..
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum
Extra: Nenhum.

Nível 40
Nome do poder: Visão das trevas IV
Descrição: Em tal nível o filho de Érebus irá conseguir enxergar normalmente na escuridão conseguindo identificar perfeitamente até cem (100) metros. A visão do semideus, mesmo se o mesmo possuir algum problema como miopia, na escuridão ele irá enxergar como se seus olhos fossem perfeitos.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum
Extra: Nenhum.

Nível 45
Nome do poder: Emoções III
Descrição: Quando a escurição é estabelecida os necromantes de Érebus poderão não ser afetados por ataques mentais ou emocionais, entretanto há um risco de falha a depender do estado emocional do necromante.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: +30% de Resistência a ataques mentais.
Dano: Nenhum
Extra: Nenhum.

Nome do poder: Perícia com Lâminas IV.
Descrição: Nesse nível os afiliados de tal Deus desenvolvem uma pericia com lâminas em geral, independente da arma.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: +50% de assertividade no manuseio de lâminas.
Dano: + 50 de dano ao ser acertado pela arma do semideus, pois a precisão será mais certeira.
Extra: Tal poder não pode ser combinado ao poder denominado "Perícia com Foice e Correntes".
Poderes ativos:


Poderes de Hécate:

Poderes Passivos:

Nível 1
Nome do poder: Detector de Magia
Descrição: Filhos de Hécate/Trivia sentem quando se aproximam de uma natureza mágica - seja outro filho de Hécate/Trivia, um feiticeiro, item mágico ou criatura que esteja sob o efeito de algum encantamento.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Sempre sabem quando estão na presença de outra pessoa com magia, item, ou monstro.
Dano: Nenhum

Nível 5
Nome do poder: Língua de Cobra
Descrição: O semideus possui certa afinidade com cobras, e eles o respeitam. Ele consegue se comunicar e entender o que as serpentes falam, mas não podem dar ordens, apenas conseguir informações.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Podem extrair conhecimento ou informações ao falar com esses animais.
Dano: Nenhum

Nível 6
Nome do poder: Amante da Lua
Descrição: Durante a noite, o filho de Hécate/Trivia tem seus poderes mágicos aumentados de acordo com a luz da lua, ou seja, quando mais intensa ela for sobre o semideus, mais poderosos seus feitiços serão.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +20% de força em seus feitiços.
Dano: +10% de dano se o feitiço acertar o oponente.

Nível 7
Nome do poder: Comunicação Lupina
Descrição: Tendo como progenitora divina Hécate/Trivia, que tem certo controle sobre os lobos, os filhos desta deusa adquirem o mesmo dom da mãe. Podem comunicar-se mentalmente com eles e até pedirem certos favores. Os animais não lhe obedecem, mas escutam você e podem até ajuda-lo de alguma maneira, pois, lhe respeitam.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Podem lhe dar informações ou realizar pequenos favores se forem convencidos.
Dano: Nenhum

Nível 8
Nome do poder: Sensitivo
Descrição: Os filhos de Hécate/Trivia são bastante sensitivos e possuem a capacidade de ler auras e emoções, estas se manifestam através de seus olhos que mudam de cor de acordo com quem se está lendo.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum

Nível 9
Nome do poder: Olhos Noturnos
Descrição: Os filhos de Hécate/Trivia enxergam tão bem no escuro quanto de dia, a noite não incomoda sua visão de fato, portanto, desde que a escuridão ao redor não seja algo magico, ou com efeito de cegueira e etc, o filho da deusa da magia irá continuar vendo normalmente.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: A escuridão normal não afeta a visão da prole da magia.
Dano: Nenhum

Nível 15
Nome do poder: Descendente da Magia III
Descrição: Você andou praticando? O resultado do seu esforço e do seu treinamento lhe fizeram um feiticeiro experiente, e agora sua magia além de ter ficado mais forte, lhe tornou um bruxo experiente.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus:  Ganha 20% de força em seus feitiços (em poderes ativos).
Dano: +15% de dano se os feitiços acertarem.

Nível 18
Nome do poder: Resistência a Magia
Descrição: O semideus possui uma resistência a magias de nível igual, ou até dois níveis acima do seu. Ex: Se o filho de Hécate/Trivia estiver no nível 10, níveis abaixo o afetarão menos, ou equivalentes, e pessoas até dois níveis acima dele, no caso nível 12, também terão um efeito menor. Acima disso, o filho de Hécate/Trivia ainda recebera todo o dano.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Qualquer magia ou feitiço lançado contra o filho de Hécate/Trivia, possui um efeito de 50% menor do que em outros semideuses.
Dano: Nenhum

Nível 19
Nome do poder: Cura Noturna III
Descrição: Bastam os raios da lua ou as sombras para que seus ferimentos comecem a se fechar e criarem uma casca preta, como de uma ferida, feitas de pura energia negra, você aprendeu a lidar com elas, e agora as feridas mais fundas se fecham mais rapidamente, e as mais leves se curam por completo. Uma grande parte de sua energia também será restaurada.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Recupera +40 HP e +40 MP
Dano: Nenhum

Nível 25
Nome do poder: Olhos multicoloridos.
Descrição: A prole de Hécate/Trivia possui a habilidade natural de modificar a coloração dos olhos de acordo com as emoções sentidas no momento, no entanto, é impossível controlar a coloração por mais que as emoções do semideus estejam controladas naquele momento. Sendo que a coloração base dos olhos de tais semideuses não modificam, no entanto há um brilho correspondente da cor dos olhos da prole.
Azul: Tranquilidade, serenidade e/ou harmonia.
Verde: Esperança, liberdade e/ou saúde.
Amarelo: Luz, calor, inveja e/ou otimismo.
Roxo: Espiritualidade, magia e/ou mistério.
Rosa: Romantismo, ternura e/ou ingenuidade.
Vermelho: Paixão, energia, ódio e/ou excitação.
Laranja: Alegria, vitalidade, prosperidade e/ou sucesso.
Marrom: Seriedade e/ou integridade.
Cinza: Neutralidade e/ou estabilidade.
Branco: Paz e/ou pureza.
Preto: Morte, medo, solidão e/ou isolamento.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: As proles de Hécate/Trivia conhecem o significado, logo apenas outro semideus filho de tal prole poderá identificar seus significados. +5% de dano ao executar feitiços com a coloração roxa nos olhos.
Dano: Nenhum.

Nome do poder: Criadora de Poções I
Descrição: O semideus aprende a criar e desenvolver poções próprias, estudando com afinco e aprendendo a divisão de ingredientes, suas propriedades e magnitudes, podendo criar coisas mais fortes, únicas e realmente poderosas.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Poções feitas por filhos de Hécate/Trívia são 20% mais potentes.
Dano: Em caso de venenos, ou poções que causam dano, as poções realizadas por filhos de Hécate/Trívia ganham um bônus de +15% de dano.

Nível 30
Nome do poder: Clarevidência III
Descrição: O dom chegou ao seu ápice. Você apenas se sente cansado - desde que o use com moderação - e pode ver de forma mais definida o futuro além de poder voltar para qualquer momento do passado, além de agora exigir apenas plena concentração.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum

Nível 33
Nome do poder: Pericia com Punhais III
Descrição: Você se tornou um mestre no manejo de punhais, essa arma em suas mãos, não é apenas mortal, mas também perfeita. Você consegue usa-la para diminuir seu gasto de energia, e acertar pontos críticos com ela.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +100% de assertividade no manuseio de punhais. Consegue diminuir o gasto de MP desde que use o punhal para realizar os rituais de sangue. A MP então será reduzida pela metade, sendo que, se o gasto era de 20, gastara apenas 10.
Dano:  +20% de dano se o inimigo for acertado pela arma do semideus.

Nível 50
Nome do poder: Progresso em rituais
Descrição: Magia é poder, e quando envolve rituais de usuários e varinhas, isso fica ainda mais forte. O filho de Hecate/Trivia, trabalha para desenvolver sua magia e fica mais forte, potencializando seus atributos e indo muito além do esperado. Ao desenvolver o progresso de rituais, também consegue realiza-los fora do tempo, isso permite ao semideus conseguir realizar qualquer ritual independente da lua no céu, porém, seus rituais terão uma força diminuída em 50% se forem realizados fora do período equivalente.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Pode realizar rituais fora do período da lua exigido, porém a força do poder é reduzida em 50%.
Dano: Nenhum

Nível 60
Nome do poder: Pericia com Varinhas IV
Descrição: Você se tornou um bruxo poderoso, um feiticeiro impressionante. A varinha sempre foi a arma perfeita para o seu personagem, e agora que sabe disso, pode usa-la com uma precisão impressionante, usando em batalha para atacar e se defender, e ainda lançando feitiços para todos os lados, poupando assim uma grande parte de sua energia.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +100% de assertividade ao lutar com essa arma. O semideus que usar a varinha para executar o feitiço, reduzindo o gasto de MP pela metade, assim sendo, um feitiço que gasta 10 MP para ser realizado, na posse de uma varinha só gastaria 5 MP. (O semideus deverá lançar o feitiço pela varinha, ou o gasto ainda será o mesmo).
Dano: +20% de dano se for acertado pela magia executada pela arma do semideus.
Poderes ativos:





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Re: ( ʤ · run on gαsolıne

Mensagem por Ares em Sex Jan 05, 2018 12:15 am


Hela Deverich



Método de Avaliação:
Valores máximos que podem ser obtidos

Total de XP que pode ser alcançado (nível X): 25.000 XP e 30.000 dracmas

Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%


Realidade de postagem + Ações realizadas – 40%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 15%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

RECOMPENSAS: 42.500XP (21.250 x Duplicador) + 51000 Dracmas (25.500 x Duplicador)

Status:
Não vou fazer descontos, devido a missão atemporal, pareceu-me justo.

Comentários:

Eu gostei de toda sua missão, narrativa e descrição dos cenários. Me deu uma profunda imersão na historia e preciso ler o desenvolver desta trama, então, mesmo que não seja eu avaliando, vou perder meus minutos com sua você. Como não tiveram muitos combates, houve o desconto de 10% nas ações e devido a minha mente ter dado um bug, na parte do cara que aparece do nada no lago e da explicação da bike, -5% de coerência. Se você der uma lida vai ver que ficou confuso. Inclusive no dialogo ali.

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Re: ( ʤ · run on gαsolıne

Mensagem por Hela A. Deverich em Sab Jan 13, 2018 10:45 pm

If the morning light don't steal our soul we'll walk away from empty gold
 ʤ  listening empty gold with Pipper & Hécate  ʤ words: 2431  ʤ

Informativo:

1. Essa missão é atemporal e se passa pouco depois da Cidade dos Monstros, sendo que A Seita ainda não tinha o poder que tem hoje.
2. Essa missão se passa cerca de um mês depois que Hela descobre sobre sua maldição de nascimento.
3. É a segunda de três partes onde Hela irá recuperar as partes do cajado de sua mãe e fazer um ritual para uni-las e, de quebra, se livrar de sua maldição.

medo
/ê/
substantivo masculino
1. psic estado afetivo suscitado pela consciência do perigo ou que, ao contrário, suscita essa consciência.
"m. ao se sentir ameaçado"
2. temor, ansiedade irracional ou fundamentada; receio.
"m. de tomar injeções"
3. apreensão em relação a (algo desagradável).
"m. de decepcionar"

"Ninguém nasce mal, assim como ninguém nasce sozinho. Eles tornam-se assim, seja por escolha ou por circunstâncias."

ㅡ Espada de Vidro

Depois de voltar ao Acampamento, Hela tratou de seus ferimentos e, enquanto repousava, começou a reunir ingredientes para seu ritual de “desintoxicação”.

Tinha conseguido a água de coco e até mesmo comprara de uma contrabandista o restante dos ingredientes que sua mãe disse que usaria para lhe preparar. Mesmo que Hécate quem fosse conduzir quase todo o ritual, Hela não confiaria tanto assim nela.

Tralha reunida e pedaços do cajado devidamente salvos em sua mochila, era a hora mais difícil: contar para Pipper.

A semideusa mordia o lábio e andava de um lado para o outro, torcendo os dedos nervosamente enquanto pensava sobre o que fazer. – Problema no paraíso? – questionou uma das necromantes. Hela forçou-se a sorrir.

O sorriso saiu fraco, evidentemente cansado. – Não é bem por aí. – Ela disse com a expressão pensativa. – Como se conta coisas complicadas para a pessoa que ama?  - Questionou em visível frustração, se sentando na cama. – Está partindo em missão de novo?

A garota se encostou na cama em frente aquela que Hela se sentava. – Estou. – A jovem assentiu. – Pipper vai entender. Eu acho. Ela sempre entende, pelo que você diz. – Hela passou as mãos pelo rosto, se colocando de pé em súbito. – Eu preciso que você cuide de tudo até eu voltar. Não abandone os outros. E não deixe ninguém fazer besteira. E se eu não voltar... – a garota abriu a boca, como se quisesse protestar. Hela segurou seu braço, erguendo a esquerda em sinal de “pare”. – Se eu não voltar, quero que guarde meu lugar.

A jovem assentiu e Hela pegou a mochila e a espada, colocando-as nos devidos lugares.

Sabia que naquele momento Pipper estaria na Arena. Lecionando ou treinando.

Dito e certo, Hela logo localizou a figura pequena e de cabelos longos que era Pipper focada em dar aula de magia. Esperou até o momento em que ela começaria a andar por entre seus alunos para puxá-la até um canto, cobrindo sua boca. – Não grita. – pediu com certa urgência, rindo em nervosismo. – Eu estou indo. Preciso que me encontre lá em dois dias. Talvez menos.

Puxou o papel do bolso, com os endereços anotados. – Quebec. Brontë vai ficar. Ele tem minhas ordens para te obedecer. – A menina murmurou com calma, acariciando o rosto da mais nova. – Eu... posso morrer antes de te ver de novo. Eu amo você, Pipper. – Respirou fundo, balançando a cabeça. – Se eu morrer, prometa para mim, não vai fazer besteira.

Riu um pouco, sentindo-se mais aliviada ao ouvir o comentário da mais nova. – Eu te vejo lá. – disse em um murmúrio, dando um selinho na mesma e saindo de cena antes que os alunos começassem a protestar.

[...]

Sair do Acampamento fora a parte fácil. Ela esperava ter uma viagem tão tranquila quanto a que tivera na Europa. Quer dizer, tão poucas batalhas para alguém como ela? Que conseguia se meter em três ou quatro em uma simples missão de resgate em seu país? Bem, apenas duas em meio continente era um senhor avanço.

Mas ali estava ela, sua lâmina cruzada com a lança de uma lâmia. E não uma lâmia qualquer. E sim a rainha. Sabia, desde sempre, que ir pela I-80 poderia ser uma das piores ideias que ela teria. Deuses, como ela podia ter pego carona com a droga de um mortal de havia o táxi das irmãs cinzentas?

A criatura forçou a lança, jogando Hela no chão e a semideusa rolou para a esquerda bem a tempo de se safar da ponta de bronze que a teria atingido entre as costelas. Ergueu a perna, fazendo com que seu pé esquerdo atingisse em cheio no que deveria ser o estômago da lâmia.

A criatura serpente xingou e arranhou a perna de Hela que grunhiu com a dor que lhe tomou só para cravar a espada – mais longa do que o usual – no peito da mulher. – O cajado... – ela tentou dizer, porém Hela já de encontrava de joelhos em sua frente, girando a espada cravada na altura do coração da criatura.

Aquilo foi o suficiente para que ela se desfizesse em pó.

A necromante passou as mãos pelo rosto e pegou o cantil mágico dentro da mochila, tomando um gole antes de jogar o restante sobre os arranhões na perna. Se colocou de pé e voltou para o carro. Ao menos a criatura não o destruíra quando o jogou para o acostamento.

Pegou a faca de caça do banco e a colocou de volta na mochila. Não sabia que algum monstro poderia resistir a um golpe de ouro imperial. Mas lâmia resistira. Talvez pelo fato de que era uma filha de Poseidon – ao menos em alguns mitos – ou talvez só fosse realmente um vaso ruim.

Hela deu partida no carro e continuou dirigindo. Ainda tinha mais algumas horas de viagem até chegar em sua antiga casa em Detroit.

Não havia muito que ela pudesse fazer. Ou muito que ela tivesse de pensar. Revivendo suas lembranças, ela via um local amplo, com paredes de vidro, bem iluminado. Decorações luxuosas e frequentes visitas de uma mulher em específico. Naquela época, as coisas não eram tão ruins para o lado de Hela. Naquela época, o ódio de Jack por ela não era muita coisa.

Mas naquela época ela não tinha poderes estranhos. Também não tinha tanta dificuldade em controlar as emoções. Não tinha de acobertar os surtos da gêmea. Sequer havia surtos. Ela era bem tratada. Foi o mais próximo de ser amada que ela chegou. Até o momento em que chegou no Acampamento.

Largando seus devaneios, ela parou em um posto de gasolina na beira da estrada. Ainda tinha dinheiro mortal. O recebia em um envelope periodicamente enviado ao seu antigo local de trabalho pelo co-CEO de Jack.

Pegou cerca de duzentos dólares quando a bomba indicou que o tanque estava cheio. Adentrou a lojinha de vidros encardidos e olhou ao redor, vendo apenas um senhor de cerca de cinquenta anos atrás do balcão.

Hela se aproximou do mesmo e apontou para o vidro. – Cigarros e chiclete de menta, por favor. – pediu de modo gentil, colocando as notas amassadas sobre o balcão. – O combustível ficou em cem dólares. – Ele a olhou, franzindo a testa. – Você parece familiar.

Hela sentiu o corpo enrijecer, seus músculos ficaram tensos ao que ela assumiu uma postura repentina. – Talvez seja minha irmã. – Mentiu descaradamente. – Talvez. – Ele pareceu concordar. Manteve a destra no cabo da espada, enquanto com a canhota pegava o cigarro e os chicletes.

Ela se preparou para sair, mas ouviu passos se aproximando. – Mas creio que não existam muitas necromantes na família Deverich. – Ela o ouviu dizer antes que ele a atingisse na nuca. A garota perdeu o equilíbrio, caindo no chão em uma posição, no mínimo, embaraçosa.

Ele sorriu satisfeito. – Então os boatos são verdadeiros... você tem mesmo um pezinho no mundo dos mortos. – Ela se virou, arrastando-se até encostar as costas no vidro. – Sabe, eu nunca pensei que teria a oportunidade de ferir Jack machucando uma de suas meninas, mas aquele desgraçado... não é nada pessoal, querida.

Ela riu com escárnio, o que fez o homem a olhar surpreso. – Você acha mesmo que ele liga para mim? Não. Ele não liga. Inclusive. Eu o matei. – O homem retribuiu o mesmo sorriso maníaco dela, segurando em seu pescoço com uma firmeza que ela juraria ser impossível para um homem morto.

Chutou o estômago do mesmo, o que fez com que ele risse. Ele estava morto. Era um fantasma. Só ela se feria. Xingou baixo e sacou a espada. O divertimento dele só pareceu aumentar. Mas Hela não daria a ele aquele gostinho. Tinha certeza que cairia se o vidro fosse estilhaçado. Então, ergueu a lâmina e chocou o cabo contra o vidro com toda sua força.

Ouviu o barulho do mesmo trincando e, antes que o homem pudesse raciocinar, chutou o vidro com a mesma força que utilizara na espada, fazendo-o estilhaçar. Caiu no chão, tomando um banho com todo o vidro que caía. Pequenos arranhões se formaram em seus braços quando ela os ergueu para proteger o rosto.

O homem gritou em fúria e Hela se colocou de pé, correndo até o carro. Debruçou-se para dentro do mesmo através da janela e pegou a mochila, tentando se concentrar em achar a faca de ouro imperial. Ela feria a essência. Até um fantasma seria atingido por aquilo.

Sentiu a canhota se agarrar ao cabo da faca, a espada estava – havia um tempo – jogada no chão ao seu lado. Então, o homem envolveu seu pescoço com as duas mãos, pressionando o corpo esguio e relativamente pequeno contra o próprio.

Hela sentiu vontade de gritar, tinha a mochila em uma mão e a faca estava na outra. – Se eu fosse vivo... você é uma gracinha. – Trincou o maxilar. Odiava aquilo. Sempre odiara o fato de acharem que podiam tocá-la sem permissão. Mesmo que fosse um simples aperto de mão. – É uma pena que esteja morto. Espero que isso doa. – Conseguiu dizer com dificuldade, vendo pequenos pontinhos luminosos.

Tirou a mão da mochila e ao abaixar a mão, moveu-a para trás com uma precisão incrível, acertando na altura do que deveria ser a virilha do homem. Ele a soltou e ela puxou a faca. Sequer precisou de um novo golpe, quando ele abriu a boca para xinga-la, transformou-se em nada.

Deu um suspiro de alívio, encostando-se no carro. Fechou os olhos, tentando recuperar o fôlego e jogou a mochila para dentro do carro outra vez. Pegou seu dinheiro de volta, assim como a espada e pegou o cigarro e chicletes – ambos caídos no chão – antes de retornar ao carro e dar partida.

Continuou dirigindo, se bem se lembrava, mais uma hora e chegaria no local que precisava estar.

Acendeu um cigarro quando parou em um sinal vermelho, tragando-o com calma enquanto pensava onde poderia estar o pedaço do cajado. Talvez estivesse no sótão. Sim, talvez. Seria o primeiro local onde ela olharia. Até porque, morando em um duplex, não havia porão. Talvez nem mesmo houvesse um sótão.

Bateu no volante, sentindo-se frustrada. Seu antigo quarto tinha umas tábuas soltas. Era estranho que se lembrasse disso. Mas elas sempre rangiam quando Hela passava.

Mordeu o inferior levemente ao estacionar na garagem do prédio. Sabia que aquela era uma jogada arriscada. Mas decidiu tentar assim mesmo. Entrou na porta das escadas de incêndio, subindo-as com rapidez até que estivesse no 25° andar.

O apartamento era o 2506. Começou a andar pelo corredor, a cabeça baixa e os cabelos soltos escondiam sua identidade. – 2503...2504...2505... aqui! – disse para si mesma, usando a faca de ouro para arrombar a fechadura. Rezou apenas para não haver um alarme e, como nenhum som se propagou, ela percebeu que não havia.

Foi direto para o quarto, procurando pelas tábuas e usou a faca para puxar e arrancar as tábuas soltas de seu quarto, enfiando a mão no espaço vazio – bem maior do que ela esperava que fosse – acabando por se deitar até que sua mão conseguisse alcançar o objeto redondo e relativamente comprido que ali se ocultava.

Pegou o pedaço de madeira e o meteu na mochila, já estava pronta para sair quando notou uma mulher parada na porta. – Precisa de ajuda? – questionou e, Hela sequer lhe deu tempo de avançar. Atacou primeiro, vendo os cabelos da criatura assumirem sua real forma: fogo.

Ela arranhou o rosto de Hela e Hela lhe cortou a garganta. Transformou-a em pó. Como sempre.

Pegou a mochila e saiu dali o mais rápido e do modo mais discreto que conseguia, sem se importar em colocar as tábuas no lugar. Quebrou todas as câmeras de segurança da escada de incêndio enquanto descia.

Não podia se dar ao luxo de ser vista saindo depois de uma funcionária sumir.

Entrou no carro e deu a partida, saindo do hotel antes que fosse tarde demais. Manteve o rosto escondido o máximo possível enquanto dirigia para a saída da cidade. Precisava pegar a ON-401 em direção ao Canadá. E se manter nela por cerca de doze hora até chegar à Quebec.

Esperava que Pipper estivesse bem. Que tudo estivesse dando o mais certo possível para ela. Ou tão certo quanto poderia dar para uma criança primordial.

Ao menos a aliança em seu dedo não estava diferente do de costume.

“Proteja-nos, mãe.”, pediu em pensamento, uma reza silenciosa para Hécate em busca de proteção se fez presente e a noite finalmente começava a tomar o céu.

O sono começava a se apossar de Hela cerca de seis horas depois, o que a fez ligar o rádio em uma estão que tocava uma música antiga, de uma banda morta.

Cantarolou no ritmo da música, acendendo um cigarro. A fronteira do Canadá já havia ficado para trás havia muito e, até então, a viagem estava tranquila. Talvez Hécate a estivesse guardando de fato.

Agradeceu, silenciosa como sempre.

Terminou o cigarro e colocou o filtro no porta-copos. Precisava se manter desperta se não quisesse sofrer um acidente. E precisava se manter em movimento se quisesse evitar monstros. Eles nunca eram tão rápidos ao ponto de detectar semideuses em constante movimento.

Hela deixou-se divagar sobre as memórias que tinha da mansão Deverich. O local amplo, escuro e frio mesmo no verão. Mesmo com a lareira e calefação. Hela sempre se sentia observada. Rodeada. Cercada. Sufocada.

Não gostava da sensação que a observavam no banho. Enquanto comia, dormia ou brincava com Robin. Odiava, definitivamente, a sensação horrível que tomava conta de seu ser quando descia ao porão. O cheiro de mofo, bolor e morte.  

Tinha quase certeza, para sua infelicidade, que o cajado estaria lá.

O sol começava a apontar rosado e limpo quando ela estacionou no jardim da propriedade. Pegou a mochila e já estava com a faca de caça em punho. Não precisou abrir ou destrancar a porta. Ela já se encontrava aberta.

Hela desceu as escadas até o porão, piscando poucas vezes antes de se adaptar ao escuro que tomava o cômodo. Viu o pedaço em uma caixa de vidro, em um tipo de alta, colocada sob uma luz neon – estranha escolha e, estranhamente, acesa – que fazia alguma coisa que ali fora derramada brilhar.

Hela usou o cabo da faca para quebrar o vidro e pegou o pedaço do cajado, colocando-o junto dos outros. Quando subiu as escadas, notou um altar rústico de pedra, um pentagrama desenhado com icor no chão e os ingredientes cozinhando em um caldeirão na lareira.

A mão decepada – ela decepara – estava no altar, assim como a caveira. Hela suspirou de forma pesada. Então, olhou para a porta e viu Pipper ali, de pé. – Está na hora.


Conseguidos na missão (não necessário colocar em minha mochila):

Partes do cajado de Hécate: 4/4
Duplicadores.:

Nome: Pacote intermediário de XP - Nível 2
Descrição: Por 1 mês em OFF, todo ganho de XP do semideus é duplicado. (Valido até 13/01/2017)

Nome: Pacote intermediário de Dracmas - Nível 3
Descrição: Por 2 meses em OFF, todo ganho de dracmas do semideus é duplicado. Válido até 05/02/2018
Itens levados.:

No corpo:

+ Colar de contas do Acampamento.

• Arsenal [Anel brilhante com uma pedra preciosa, esbranquiçada e minúscula em seu centro | Aço | . Possui o efeito de alterar uma arma, mudando assim sua forma, detalhes, e qualquer outra coisa que o portador desejar, desde que as alterações sejam apenas físicas. Ou seja, utilizando o efeito do anel, é possível transformar uma lança em uma espada ou faca, ou qualquer outro item de ataque. Um escudo circular pode ser transformado em um broquel, ou um escudo de corpo. Os materiais dos itens podem ser alterados, mas seus efeitos sempre serão os mesmos (exemplo: uma espada elétrica ainda causaria dano por eletricidade se transformada em uma lança) | Não possui espaços para gemas | Comum | Resistência: Sigma | Status: 100%, sem danos | Comum | Comprado na loja ].

• Espirito ancestral [Gargantilha de prata com um pingente de ampulheta. | Quando o semideus tiver a mente tomada por ilusões de um inimigo, o espirito é ativo, toma a mente do semideus e a limpa até deixa-la clara novamente, podendo ser usado uma vez por narrativa. | Prata. | Sem espaço para gemas. | Beta. | Status 100%, sem danos. | Mágico. |Evento “O passado, presente e futuro”.]

• Cupid Ring [Um anel de ouro com um fino fio vermelho cortando o centro do aro, na parte interna das alianças há a frase "A mais doce das minhas memórias" e as iniciais de Kang Pipper logo após o fim da frase. Possui Thurisaz e Raidho gravadas uma ao lado da outra. | Traz proteção a quem usa pelo fato de possuir a runa Thurisaz e faz com que o casal que a usa possua uma forte ligação. | Ouro | Sem espaço para gemas| Beta | Status 100%, sem danos | Mágica  | Loja de Afrodite, encantadas por Hela A. Deverich]

• Mørk [ Aros feitos de ouro branco com três pequenas ametistas incrustadas no centro onde, ao lado das pedras, é possível ver entalhes da serpente Jörmungandr à direita e de um trevo de quatro folhas à esquerda (representando o lado nórdico de Hela e o lado cigano de Pipper), na parte interna das alianças encontra-se gravado apenas os nomes das jovens em uma caligrafia fina e delicada. | As alianças permitem que as semideusas tenham uma ligação mental, podendo se comunicar por pensamentos independente de onde se encontram e também podem alertar quando uma das duas se encontra em iminente perigo, dando a chance de que uma vá ao socorro da outra. | Ouro Branco e Ametista | Hela e Pipper ]

• Amuleto “Of the fates” [Um amuleto de ouro aparentemente comum, com uma pedra de jade em seu centro, que quando ativo, fica com uma aura brilhante, assumindo sua forma mágica. | Quando usado, faz com que tudo ao seu redor diminua o tempo, ou seja, o tempo para o usuário do amuleto continua normal, mas o cenário ao redor, e para as pessoas presentes nele o tempo fica muito mais lento. O efeito dura apenas um turno, e depois disso entra no modo de espera, ou seja, é preciso aguardar outros cinco turnos para ativa-lo novamente. | Arambarium e Ouro | Não possui espaço para gemas | Alfa | Status 100% não apresenta danos |Mágico | Conquistado no evento: A mente liberta]

• Vooke, Sword of the Dark Lord [Uma espada que se ajusta perfeitamente a seu portador. Essa espada feita de darkanium, o minério primordial, que pode ser dificilmente encontrado em alguns locais do submundo, tem uma aparência semelhante ao aço, sendo reluzente e completamente polido. Tem inscrições simples, com os dizeres: "Sword of the Dark Lord", em filetes de ouro, pois pertenceu ao próprio Érebus, passando de mão em mão entre seus filhos, como uma herança. Seu tamanho é ajustável, enquanto transita entre um tamanho e outro, sombras parecem se solidificar ou evaporar do metal. No lugar de um pomo comum, encontra-se um diamante gigantesco encrustado no local, que emite um brilho vermelho quando os poderes da espada são ativados. | Ajuste: A espada é ajustável a qualquer tamanho que o portador desejar, podendo se conter a milímetros, como até mesmo três metros limite; Bainha: Sua bainha se ajusta assim como a espada, quando juntas, a bainha de ouro da espada faz com que todo seu peso seja praticamente reduzido a zero, ficando extremamente leve de carregar; Vooke: A verdadeira magia da arma, enquanto o portador segurar a arma, todo seu gasto de mana com poderes de trevas são reduzidos pela metade e todos seus danos por estes mesmos poderes são dobrados. | Darkanium | Possível remover o diamante para adicionar uma gema | Alfa Prime | 100% de Status | Lendária | Requisitos: Conhecimentos sobre as trevas e nível 30 | Despojo de Guerra por derrotar o Espírito de Trevas]

Girl on Fire [ Jaqueta de couro feminina. Seu corte predomina curvas e o tecido é liso, não apresenta grandes detalhes por ser uma peça para promover mistério, luxo e elegância. | Efeito 1:  Tem resistência a fogo, ataques relacionados a esse elemento perdem 70% da eficácia, diminuindo o dano na mesma porcentagem sobre o usuário. | Efeito 2: Tem efeitos regenerativos, portanto, caso rasgue, fure ou qualquer coisa semelhante, o tecido se remonta e se regenera depois de 2 turnos. Durante esses dois turnos em que a jaqueta está danificada, o efeito do fogo é reduzido em 30%.| Tecido mágico | Sem espaço para gemas | Alfa | Status: 100% sem danos | Mágico | Comprado na Ferreli & García - Mode et style]

•  Arco Mágico [Consiste em um arco de material escuro, tende-se a crer que seja ferro estígio. A corda da arma é de tom claro, quase transparente. Em toda a extensão do arco vê-se o nome de seu portador entalhado. | Efeito 1: O arco transforma-se em um bracelete. | Efeito 2: Ao puxar a corda sem ter posicionada uma flecha na mesma, o próprio arco criará uma flecha feita de ferro estígio, envolta em uma aura de sombra que aumenta em 10% o dano. | Ferro Estígio. | Beta. | Sem espaço para gemas. | Status 100%, sem danos. | Mágico. | Arsenal do Acampamento.]

• Mochila sem fundo [Mochila de prata com material simples, sem bolsos laterais, com um único zíper, uma única entrada e uma única saída.| A mochila não possui fundo, foi encantada para caber inúmeros objetos, ou seja, seu espaço é infinito, tudo que você colocar dentro dela permanece ali, desde que passe pela parte de cima, ou seja, você precisa conseguir colocar o item pelo buraco, que é largo o suficiente para passar até uma panela de pressão. Para pegar o item de volta basta colocar a mão dentro da mochila e pensar nele, e ele retorna para suas mãos.| Indefinido | Sem espaço para gemas | Alfa | Status: 100% sem danos |Lendário e mágico | Loja especial do dia dos namorados]

Na mochila:

Consumíveis:
+ Pastilha restauradora: Uma cartela de prata com 8 pastilhas presas. Possuem uma coloração dourada bem clara, e emitem um brilho esbranquiçado que aparenta ter um conteúdo duvidoso, quando na verdade faz o inverso. As balinhas contidas nessa cartela tem propriedades restauradora, que faz com que o semideus que ingerir a balinha recupera 20 de HP e 20 de MP em sua barra instantaneamente. Em contrapartida, não é possível ingerir mais de duas balas por vez, ou as pastilhas terão um efeito reverso, fazendo o semideus perder HP e MP, ao invés de recuperar. | Usos: 2/10 (presente de Zeus)

+ Poção de cura: Serve para regeneração rápida, qualquer ferida, ou veneno ingerido pelo semideus, será curado pela poção, e além disso, a poção ainda recupera 50% do seu MP/HP. (Só pode ser usada uma única vez).

+ Pó Dourado: Pó mais comum entre as fadas, é o que permite as fadas darem vida a coisas ou fazer um objeto, pessoa voar. O pozinho ainda tem outros tipos de magia, faz plantas crescerem mais rápido, deixa uma fruta podre nova de novo, pode deixar alguém feliz, é feito de magia boa e pode ainda ter propriedades de cura. (saquinho para três magias)

+ Pílulas de Energia [Uma caixinha com 3 pastilhas esverdeadas com gostinho de abacaxi. Uma pílula dessas ingerida serve para reanimar o semideus completamente, o mantendo acordado por mais 48 horas, e restaurando suas energias em 100%, ou seja, a força, a agitação será tudo renovada, e o cansaço desaparecera por completo do corpo | Resistência: Sigma | Status 100%, sem danos | Mágico | Encantado por Pandora]

+ Presa: Um frasco de liquido verde borbulhante. Quem bebe desse líquido terá presas de vampiro durante dois dias inteiros. (Contém o suficiente para uma magia). [x2]

+ Pão de Mel [ É um pequeno pão de mel recheado com Néctar | Ao consumi-lo, o personagem recupera automaticamente 50 MP. | Usável durante a batalha, uso único, some após ser ingerido | Mágico | Evento, cidade dos monstros. ] (x4)

+ Bombom de Morango [ Pequeno bombom de chocolate, recheado com morango, Néctar e Ambrosia | Ao consumi-lo, o personagem recupera automaticamente 100 MP e 100 HP. | Não usável durante a batalha, uso único, some após ser ingerido | Mágico | Evento, cidade dos monstros. ] (x2)

Armas e Itens:
• Faca de Bronze Celestial [ Uma faca de lâmina curta - cerca de 10 cm - com cabo em madeira envolvido em couro para tornar o manuseio melhor. | Não produz feridas em mortais. | Bronze celestial, madeira e couro. | Sem espaço para gemas. | Alfa. | Status 100%, sem danos. | Comum. | Nível 1. | Item inicial. ]

• Cantil mágico [Um cantil atribuído a deusa Nike (abençoado) que contém um líquido claro inacabável que recupera vida e força durante um combate ou uma luta. | Recupera 15 de HP e MP. Só pode ser usado uma vez por narrativa. | Desconhecido. | Sem espaço para gemas. | Beta. | Status 100%, sem danos. | Mágico. | Roleta.] (Usei isso no meio do combate para "aliviar" a situação da Hela.)

• Guardião dos sonhos [Para aqueles que veem de longe apenas um pedaço de giz nas mãos de um semideus, um giz feito de material completamente transparente. Nas mãos de seu portador, um cajado repleto de magia. | Ao toque do semideus o pequeno pedaço translúcido transforma-se em um cajado completo, quase do tamanho de seu portador, com um brilho arroxeado, ou azulado – a cor fica a critério do dono – e um cristal em seu topo. O Cajado solta faíscas brilhantes, e amplia o controle do semideus sobre seus poderes, ou seja, torna seus ataques mágicos mais precisos, dando equilíbrio ao seu portador. O Artefato está coberto de runas de equilíbrio, pensamento positivo, e perseverança, o que permite foco em batalha. Seu nome foi dado de acordo com sua propriedade, pois o cajado é capaz de captar os sonhos presentes em outro ser, e estimular a mente do inimigo com imagens de tais sonhos, de forma a distrai-lo por pelo menos dois turnos, dando chance ao portador de atacar. | Desconhecido. | Sem espaço para gemas. | Beta. | Status 100%, sem danos. |  Mágico. |Presente de Hécate.]

• Faca de Caça [ Uma faca de caça feita em ouro imperial. Sua lâmina é curta, tendo cerca de 20cm, e seu cabo se encaixa perfeitamente na mão do usuário, dando equilíbrio perfeito para um bom manuseio. A faca possui uma ligação com o dono e, não importa onde foi perdida, sempre reaparece ao seu lado. | A arma contém a lâmina envenenada, provocando 20% a mais de dano e tendo chance de envenenar caso atinja a corrente sanguínea causando -15HP por 4 turnos. | Ouro imperial | Espaço para uma gema simples. | Beta | Status 100%, sem danos. | Épica | Nível 5 | Quando o passado revive.]

• Punhal ritualístico [Com lâmina fina, é um pouco menor que uma espada pequena, mas perfura mais fundo. Sua ponta possui dois pequenos dentes afiados, levemente curvados, quando perfura um corpo e retira com força dobra o tamanho da ferida no oponente | É bom para canalizar magia, traz sorte em rituais. | Arambarium | Gema 1: Ametista Imperial, ao cortar envenena o alvo, causando 35 de dano por turno. (Não enfraquece o alvo com o dano.) Dura 5 turnos. | Espaço para uma gema | Beta | 100% sem danos | Épico | Necessário nível 5 para empunhar perfeitamente | Festival das estações. ]
Poderes e Habilidades:

Poderes dos Necromantes:

Poderes passivos:

Nível 2
Nome do poder: Desavenças Naturais  
Descrição: Como Necromante de Érebus você nutre certa desavença por filhos de Hades, Zeus e Nyx. Pois tais Deuses foram os responsáveis por prender Érebus no tártaro – apesar de Nyx ser irmã gêmea e esposa de tal Deus primordial. Vale ressaltar que o sentimento de implicar e/ou tirar sarro existe, mas cabe ao semideus segui-lo ou não.  
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Nenhum.
Dano: Nenhum.
Extra: Nenhum.

Nível 5
Nome do poder: Desejo de Vingança.
Descrição: Movidos pelo desejo de vingança do próprio Érebus, os semideuses são capazes de nutrir profundas desavenças com os filhos de Nyx. Muitas vezes tal raiva e desejo de vingar não possuem motivos sólidos. Vale ressaltar que o sentimento de implicar e/ou tirar sarro existe, mas cabe ao semideus segui-lo ou não.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Nenhum.
Dano: Nenhum.
Extra: Nenhum.

Nível 7
Nome do poder: Sensibilidade II
Descrição: Em tal nível o semideus é capaz de, em contanto com a escuridão, sentir os sentimentos daqueles que o rodeiam (incluindo monstros capazes de sentir e Deuses). Torna possível também que, o semideus consiga visualizar, por alguns segundos, quais sentimentos serão sentidos em um futuro proximo de um minuto. Porém cabe ao narrador determinar as limitações do poder.  
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum
Extra: Nenhum.

Nome do poder: Cura Sombria.
Descrição: Ao entrar em contato com as sombras (é necessário um ambiente escuro, como um quarto durante a noite etc) automaticamente os necromantes sentem-se melhor, passando ter o corpo curado. Porém em tal nível é impossível curar ferimentos grandes ou cortes profundos. É necessário ressaltas que sombras criadas pelo próprio semideus não irão cura-lo. +10 hp por turno.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum
Extra: Nenhum.

Nível 8
Nome do poder: Controle Emocional.
Descrição: O semideus torna-se capaz de colocar as próprias emoções sobre controle, principalmente com a chegada da noite, entretanto tal poder ainda é bastante descontrolado. Isso, no entanto, não significa que o semideus irá esconder as emoções. Apenas irá controlar o medo que sente, por exemplo.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum
Extra: Nenhum.

Nível 9
Nome do poder: Domínios Inimigos
Descrição: Com a chegada da noite terrestre os Necromantes de Érebus sentem-se constantemente observados e desconfortáveis, apesar da escuridão. Pois trata-se dos domínios de Nyx.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum
Extra: Nenhum.

Nome do poder: Fraqueza imunológica
Descrição: O sistema imunológico dos necromantes é resistente, de maneira que, caso envenenados, o efeito será retardado. Entretanto toxinas mais fortes irão derruba-los da mesma maneira e rapidez.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum
Extra: Nenhum

Nível 12
Nome do poder: Ocultação
Descrição: Em situações onde o semideus se sente ameaçado ele torna-se capaz de ocultar as próprias emoções, como o vazio.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum
Extra: Sua presença ainda poderá se sentida, entretanto suas emoções não serão desvendadas.

Nível 15
Nome do poder: Olhos dos Cosmo III
Descrição: Os Necromantes de Érebus já não são afetados visualmente por explosões de porte grande ou exposição dos atros (tais como Lua, Sol). Porém apenas seus olhos não se afetam, já que os poderes relacionados as sombras são reduzidos na presença de astros luminosos.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum
Extra: Nenhum.

Nível 18
Nome do poder: Ponto Fraco II.
Descrição: O necromante é capaz de, ao entrar numa batalha durante a escuridão, conseguir identificar possíveis pontos fracos do seu inimigo. Em tal nível o semideus consegue identificar possíveis três pontos fracos.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum
Extra: Nenhum.

Nível 20
Nome do poder: Trucidar
Descrição: Ao entrar numa batalha o necromante se torna capaz de lidar com danos físicos com uma facilidade maior, aguentando determinados danos sem se desviar do seu foco.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum
Extra: Nenhum.

Nível 23
Nome do poder: Benção da Escuridão.
Descrição: Quando o necromante está no mais completo breu sua força e velocidade são melhorados.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: +15% em força e velocidade.
Dano: Nenhum
Extra: Nenhum.

Nível 25
Nome do poder: Perícia com Foice e Correntes VIII.
Descrição: Os Necromantes de Érebus possuem uma facilidade natural com o manejo de tais armas, podendo rapidamente usá-las em uma ofensiva quanto na defensiva.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: +50% de assertividade no manuseio de Foices e Correntes.
Dano: + 45 de dano ao ser acertado pela arma do semideus, pois a precisão será mais certeira.
Extra: Nenhum.

Nível 27
Nome do poder: Sentidos aguçados II
Descrição: Quando a escuridão é estabelecida o semideus poderá ter seus sentidos (com exceção da visão) aguçados, sentindo cheiros com maior facilidade etc. Entretanto o necromante não irá se tornar um rastreador nato, por exemplo.
Gasto de Mp:
Gasto de Hp:
Bônus: +30% em todos os sentidos.
Dano: Nenhum
Extra: Nenhum.

Nível 30
Nome do poder: Respiração Sombria IV
Descrição: O semideus torna-se capaz de suspender a respiração por um longo período de tempo (até quatro horas), porém tal habilidade pode torna-se falha quando o semideus está em domínios além, como o tártaro.
Gasto de Mp: Nenhum..
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum
Extra: Nenhum.

Nível 40
Nome do poder: Visão das trevas IV
Descrição: Em tal nível o filho de Érebus irá conseguir enxergar normalmente na escuridão conseguindo identificar perfeitamente até cem (100) metros. A visão do semideus, mesmo se o mesmo possuir algum problema como miopia, na escuridão ele irá enxergar como se seus olhos fossem perfeitos.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum
Extra: Nenhum.

Nível 45
Nome do poder: Emoções III
Descrição: Quando a escurição é estabelecida os necromantes de Érebus poderão não ser afetados por ataques mentais ou emocionais, entretanto há um risco de falha a depender do estado emocional do necromante.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: +30% de Resistência a ataques mentais.
Dano: Nenhum
Extra: Nenhum.

Nome do poder: Perícia com Lâminas IV.
Descrição: Nesse nível os afiliados de tal Deus desenvolvem uma pericia com lâminas em geral, independente da arma.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: +50% de assertividade no manuseio de lâminas.
Dano: + 50 de dano ao ser acertado pela arma do semideus, pois a precisão será mais certeira.
Extra: Tal poder não pode ser combinado ao poder denominado "Perícia com Foice e Correntes".
Poderes ativos:

Nenhum.
Poderes de Hécate:

Poderes Passivos:

Nível 1
Nome do poder: Detector de Magia
Descrição: Filhos de Hécate/Trivia sentem quando se aproximam de uma natureza mágica - seja outro filho de Hécate/Trivia, um feiticeiro, item mágico ou criatura que esteja sob o efeito de algum encantamento.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Sempre sabem quando estão na presença de outra pessoa com magia, item, ou monstro.
Dano: Nenhum

Nível 5
Nome do poder: Língua de Cobra
Descrição: O semideus possui certa afinidade com cobras, e eles o respeitam. Ele consegue se comunicar e entender o que as serpentes falam, mas não podem dar ordens, apenas conseguir informações.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Podem extrair conhecimento ou informações ao falar com esses animais.
Dano: Nenhum

Nível 6
Nome do poder: Amante da Lua
Descrição: Durante a noite, o filho de Hécate/Trivia tem seus poderes mágicos aumentados de acordo com a luz da lua, ou seja, quando mais intensa ela for sobre o semideus, mais poderosos seus feitiços serão.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +20% de força em seus feitiços.
Dano: +10% de dano se o feitiço acertar o oponente.

Nível 7
Nome do poder: Comunicação Lupina
Descrição: Tendo como progenitora divina Hécate/Trivia, que tem certo controle sobre os lobos, os filhos desta deusa adquirem o mesmo dom da mãe. Podem comunicar-se mentalmente com eles e até pedirem certos favores. Os animais não lhe obedecem, mas escutam você e podem até ajuda-lo de alguma maneira, pois, lhe respeitam.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Podem lhe dar informações ou realizar pequenos favores se forem convencidos.
Dano: Nenhum

Nível 8
Nome do poder: Sensitivo
Descrição: Os filhos de Hécate/Trivia são bastante sensitivos e possuem a capacidade de ler auras e emoções, estas se manifestam através de seus olhos que mudam de cor de acordo com quem se está lendo.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum

Nível 9
Nome do poder: Olhos Noturnos
Descrição: Os filhos de Hécate/Trivia enxergam tão bem no escuro quanto de dia, a noite não incomoda sua visão de fato, portanto, desde que a escuridão ao redor não seja algo magico, ou com efeito de cegueira e etc, o filho da deusa da magia irá continuar vendo normalmente.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: A escuridão normal não afeta a visão da prole da magia.
Dano: Nenhum

Nível 15
Nome do poder: Descendente da Magia III
Descrição: Você andou praticando? O resultado do seu esforço e do seu treinamento lhe fizeram um feiticeiro experiente, e agora sua magia além de ter ficado mais forte, lhe tornou um bruxo experiente.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus:  Ganha 20% de força em seus feitiços (em poderes ativos).
Dano: +15% de dano se os feitiços acertarem.

Nível 18
Nome do poder: Resistência a Magia
Descrição: O semideus possui uma resistência a magias de nível igual, ou até dois níveis acima do seu. Ex: Se o filho de Hécate/Trivia estiver no nível 10, níveis abaixo o afetarão menos, ou equivalentes, e pessoas até dois níveis acima dele, no caso nível 12, também terão um efeito menor. Acima disso, o filho de Hécate/Trivia ainda recebera todo o dano.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Qualquer magia ou feitiço lançado contra o filho de Hécate/Trivia, possui um efeito de 50% menor do que em outros semideuses.
Dano: Nenhum

Nível 19
Nome do poder: Cura Noturna III
Descrição: Bastam os raios da lua ou as sombras para que seus ferimentos comecem a se fechar e criarem uma casca preta, como de uma ferida, feitas de pura energia negra, você aprendeu a lidar com elas, e agora as feridas mais fundas se fecham mais rapidamente, e as mais leves se curam por completo. Uma grande parte de sua energia também será restaurada.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Recupera +40 HP e +40 MP
Dano: Nenhum

Nível 25
Nome do poder: Olhos multicoloridos.
Descrição: A prole de Hécate/Trivia possui a habilidade natural de modificar a coloração dos olhos de acordo com as emoções sentidas no momento, no entanto, é impossível controlar a coloração por mais que as emoções do semideus estejam controladas naquele momento. Sendo que a coloração base dos olhos de tais semideuses não modificam, no entanto há um brilho correspondente da cor dos olhos da prole.
Azul: Tranquilidade, serenidade e/ou harmonia.
Verde: Esperança, liberdade e/ou saúde.
Amarelo: Luz, calor, inveja e/ou otimismo.
Roxo: Espiritualidade, magia e/ou mistério.
Rosa: Romantismo, ternura e/ou ingenuidade.
Vermelho: Paixão, energia, ódio e/ou excitação.
Laranja: Alegria, vitalidade, prosperidade e/ou sucesso.
Marrom: Seriedade e/ou integridade.
Cinza: Neutralidade e/ou estabilidade.
Branco: Paz e/ou pureza.
Preto: Morte, medo, solidão e/ou isolamento.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: As proles de Hécate/Trivia conhecem o significado, logo apenas outro semideus filho de tal prole poderá identificar seus significados. +5% de dano ao executar feitiços com a coloração roxa nos olhos.
Dano: Nenhum.

Nome do poder: Criadora de Poções I
Descrição: O semideus aprende a criar e desenvolver poções próprias, estudando com afinco e aprendendo a divisão de ingredientes, suas propriedades e magnitudes, podendo criar coisas mais fortes, únicas e realmente poderosas.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Poções feitas por filhos de Hécate/Trívia são 20% mais potentes.
Dano: Em caso de venenos, ou poções que causam dano, as poções realizadas por filhos de Hécate/Trívia ganham um bônus de +15% de dano.

Nível 30
Nome do poder: Clarevidência III
Descrição: O dom chegou ao seu ápice. Você apenas se sente cansado - desde que o use com moderação - e pode ver de forma mais definida o futuro além de poder voltar para qualquer momento do passado, além de agora exigir apenas plena concentração.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum

Nível 33
Nome do poder: Pericia com Punhais III
Descrição: Você se tornou um mestre no manejo de punhais, essa arma em suas mãos, não é apenas mortal, mas também perfeita. Você consegue usa-la para diminuir seu gasto de energia, e acertar pontos críticos com ela.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +100% de assertividade no manuseio de punhais. Consegue diminuir o gasto de MP desde que use o punhal para realizar os rituais de sangue. A MP então será reduzida pela metade, sendo que, se o gasto era de 20, gastara apenas 10.
Dano:  +20% de dano se o inimigo for acertado pela arma do semideus.

Nível 50
Nome do poder: Progresso em rituais
Descrição: Magia é poder, e quando envolve rituais de usuários e varinhas, isso fica ainda mais forte. O filho de Hecate/Trivia, trabalha para desenvolver sua magia e fica mais forte, potencializando seus atributos e indo muito além do esperado. Ao desenvolver o progresso de rituais, também consegue realiza-los fora do tempo, isso permite ao semideus conseguir realizar qualquer ritual independente da lua no céu, porém, seus rituais terão uma força diminuída em 50% se forem realizados fora do período equivalente.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Pode realizar rituais fora do período da lua exigido, porém a força do poder é reduzida em 50%.
Dano: Nenhum

Nível 60
Nome do poder: Pericia com Varinhas IV
Descrição: Você se tornou um bruxo poderoso, um feiticeiro impressionante. A varinha sempre foi a arma perfeita para o seu personagem, e agora que sabe disso, pode usa-la com uma precisão impressionante, usando em batalha para atacar e se defender, e ainda lançando feitiços para todos os lados, poupando assim uma grande parte de sua energia.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +100% de assertividade ao lutar com essa arma. O semideus que usar a varinha para executar o feitiço, reduzindo o gasto de MP pela metade, assim sendo, um feitiço que gasta 10 MP para ser realizado, na posse de uma varinha só gastaria 5 MP. (O semideus deverá lançar o feitiço pela varinha, ou o gasto ainda será o mesmo).
Dano: +20% de dano se for acertado pela magia executada pela arma do semideus.
Poderes ativos:

Nenhum.




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Hela A. Deverich
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Re: ( ʤ · run on gαsolıne

Mensagem por Morfeu em Dom Jan 14, 2018 5:43 pm


Hela A. Deverich


Método de Avaliação:

Valores máximos que podem ser obtidos

Máximo de XP da missão: 20.000 XP   

Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Realidade de postagem + Ações realizadas: 46%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc: 17%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência: 26%


RECOMPENSAS: 35.600 XP + 35.600 dracmas (Considerando os duplicadores).



Comentários:

Parabéns pelo texto, escrita direta ao ponto, mesmo que isso as vezes deixe algumas pontas soltas, você faz bem, mas sempre esteja atenta para que o texto não pareça vago demais. Deixo só como sugestão que utilize os NPC's com mais riqueza, dar nome a necromante por exemplo, por mais que seja um detalhe, deixa o texto mais "fechado".




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Re: ( ʤ · run on gαsolıne

Mensagem por Hela A. Deverich em Dom Abr 29, 2018 7:20 pm

Cross my heart, hope to die, to my lover, I'd never lie.
 ʤ  listening Young God with Pipper & Hécate ʤ words: 2038  ʤ


Contextualizando:

1. Essa CCFY se passa pouco após A Cidade dos Monstros. A Seita ainda não possuia grande poder quanto tem hoje.
2. Essa missão se passa um mês depois que Hela descobre sobre a "Maldição de deterioração" e é uma tentativa de se livrar dela.
3. É a terceira de três partes, ou seja, a última missão - assim espero - que envolve essa maldição.
4. Hela viajou para quatro pontos específicos do mundo para recuperar as partes do cajado de Hécate - que havia sido destruído pela própria deusa e necessitava um ritual específico para ser remontado -.
5. O acordo de Hela com a mãe era que o cajado fosse o receptáculo da maldição de Hela ao passo que Hela doaria essência vital durante o processo para que o item fosse revitalizado.
6. A primeira e a segunda parte tratam da busca de Hela, onde ela descobre que a maldição também a torna uma necromante "acima da média" até pelo fato de que os mortos podem tocá-la já qua sua maldição provém da deusa nórdica Hela, a governante do submundo nórdico, e por essa razão, a semideusa tem "um pé" no mundo dos mortos. Sendo acessível à eles.
7. Hela teme não conseguir lidar sozinha com o ritual e pede ajuda para Pipper, tendo combinado de antemão com a namorada onde e quando deveriam se encontrar, sendo o ponto de encontro a Mansão Deverich, onde muita sujeira se esconde atrás de todo o luxo do local - será desenvolvido mais adiante -.
8. Eu fiz as duas primeiras partes sem pedir nenhuma recompensa, mas nessa eu desejo algo específico além da retirada da maldição e, para isso, eu abro mão de toda xp se necessário for.

“Poder é um jogo perigoso.”
–  A Rainha Vermelha


maldição
substantivo feminino
1.
ação ou efeito de amaldiçoar ou maldizer.
"o prefeito lançava maldições a seus opositores"
2.
p.met. palavra ou conjunto de palavras que revela a vontade de que algo negativo aconteça; imprecação, praga.
"tapava os ouvidos para não ouvir a maldição da bruxa"


Hela olhou da mãe para a namorada. Não sabia o que dizer, não sabia por onde começar. Viu um sorriso presunçoso da parte da deusa que apenas se aproximou de si com familiar elegância. Um ar de realeza que pouco combinava com o lugar onde a deusa habitava: o submundo.

Hela poderia facilmente reconhecer a si mesma naquela compostura. Tão parecidas. Mas ao mesmo tempo extremamente diferentes. A deusa pegou a mochila das mãos de sua cria e pegou os pedaços de cajado, alinhou-os sobre o altar rústico de pedra e Hela viu Pipper se aproximar um pouco.

Mas a namorada parou de avançar quando Hécate jogou a mochila em um canto e parou atrás da filha, as mãos nos ombros da jovem. – Você está aqui para enfrentar seu passado. Cada ponta é um ancestral. E você sabe que é fruto de traição, Hela... – a menina trincou o maxilar, sentindo-o estalar com a força que aplicava. – Você só pode usar uma arma. Escolha bem.

Ela se afastou e a necromante abaixou a cabeça. Devia ser algo inusitado, Hela nunca abaixava sua cabeça para ninguém, mas sentia o medo maior do que anteriormente, crescendo em seu peito. Não sabia como lidar. Não sabia o que fazer, como prosseguir.

Olhou a faca de ouro imperial e tomou sua decisão. Tirou a espada e seu coldre, jogando-os em um canto, fez o mesmo com os colares e até o anel arsenal. – Só uma arma. – A deusa repetiu, olhando a mão da filha que carregava dois anéis. – Não são armas. – disse com convicção, olhou para Pipper. Estivera alheia sobre a presença da namorada ali até aquele momento, não focando na existência da jovem filha de Nyx.

A deusa sorriu e Hela apenas se aproximou da mais nova, segurando seu rosto entre as mãos. – Pipper, eu... me desculpe por isso. Eu amo você. Eu... – a voz da mais velha se perdeu. Não conseguia falar. A sensação de morte iminente apenas crescia em si. Deu um beijo terno na testa da mais nova. Não queria larga-la.

Fora previamente avisada: uma vez que começasse, não teria mais volta. Teria de ir até o fim. Abraçou a outra com força, possivelmente temendo que fosse a última vez que faria aquilo. Não queria partir. Pela primeira vez, sentia-se inquieta em pressentir a morte pairando sobre sua cabeça. Pela primeira vez, desejava um pouco mais de tempo.

A jovem balançou a cabeça e soltou a mais nova, olhando a deusa com parte de sua determinação de volta. Mas era uma coisa vacilante. Bem diferente da confiança que Hela costumava demonstrar. – Você precisa sofrer. – A deusa disse com firmeza, Hela sorriu fracamente. Não se sentia como sempre. Não se sentia forte, confiante, louca ou qualquer coisa do tipo. Sentia-se fraca e assustada. Como uma menininha. – Eu estou sempre sofrendo. – Rebateu, ao menos o tom ácido era o mesmo que costumava ter.

Hécate não discutiu. – Quando começar, vai ter de ir até o fim. Primeiro, o cajado vai usar da sua energia ruim. Sua maldição e sua runa. Sua marca. Se você demorar demais, ele vai começar a te consumir. Eu não tirei sua runa porque precisava dela para nos ligar. Mas não posso te salvar se isso der errado. – Ela continuou e a garota assentiu. Não tinha como rebater. – Não sei se vai tirar tudo que você tem com aquela deusa. Mas sei que não vai mais te afetar. Mesmo que sobre algo, não vai ser o suficiente para ser letal.

Hela engoliu seco, apertando o cabo da faca até que os nós de seus dedos tornaram-se brancos. – Você tem certeza? De que quer fazer isso. – A imortal questionou. – Não. Mas não tenho muita escolha. Posso fazer isso e acabar morrendo ou não fazer e morrer. Também não tem muita coisa nessa vida que eu tenha certeza. – Olhou a criança de Nyx ali presente. “Eu amo você, Pipper.”, pensou consigo mesma, torcendo que a outra entendesse aquelas palavras através de seu olhar.

Odiaria que a última coisa que Pipper visse em seus olhos fosse medo. Então, a deusa anunciou que iria começar. Hela colocou a destra aberta sobre o cajado e concentrou-se em canalizar a magia que possuía dentro de si.

Sentiu uma forte fisgada na parte baixa de seu abdômen, que lentamente começou a subir por seu corpo até se tornar intensa na parte detrás de seus olhos, mas ignorou da melhor forma possível. Era uma coisa estranha quando sua voz e a de uma deusa saiam em perfeita harmonia, como se uma só garganta fosse capaz de comportar duas vozes.

O icor dourado começou a reluzir e o que parecia ser uma barreira surgiu em formato de círculo ali. Ela não saberia dizer se estava sonhando. Mas o tempo parecia parado. Até que ela se afastou do altar. Tudo estava silencioso. E então ela percebeu, quando os ditos ancestrais surgiram: ela era, nada mais, do que seu próprio espírito. Fora do corpo, em sua própria dimensão.

O que será que os outros viam? O que será que Pipper via? Ela não sabia, mas quando fitou as duas outras figuras femininas, elas pareciam imóveis. Congeladas no tempo. Hela esperava que não. Porém, numa coisa Hécate tinha razão, cada ponta do pentagrama lhe enviaria um ancestral. Cinco pontas. Cinco ancestrais. Cinco batalhas. E pouquíssimo tempo.

O primeiro dos fantasmas foi um homem de armadura. Ele avançou contra Hela, que se esquivou e deu uma rasteira no homem. Ele urrou em ódio, se colocando de pé. Erguendo a espada o homem tentou desferir um golpe que poderia ter arrancado o braço de Hela, mas apenas atingiu de raspão.

A semideusa segurou a espada e chutou o peito do homem com força o suficiente para derrubá-lo outra vez. Jogou a espada para longe e subiu no peito do homem, se abaixando para enfiar a lâmina no globo ocular do outro.

O fantasma desapareceu em luz, embora fosse um guerreiro, não parecia acostumado com uma luta tão ágil e desordenada. Hela sentiu um baque forte contra a cabeça e caiu no chão zonza, olhou para cima e viu uma mulher vestida como uma camponesa, armada com o que parecia ser uma barra de ferro.

Hela chutou o joelho da jovem, ouvindo um “crec”. A mulher urrou e Hela desferiu um novo chute, recebendo uma pancada com a barra de ferro – que ela notara ser um atiçador de lareira – sentindo o exato momento em que a ponta lateral semelhante à um gancho perfurou sua carne na altura das costelas.

A mulher caiu sobre Hela, a fantasma levou as mãos até o pescoço da necromante, começando a asfixiá-la. Mas Hela foi mais rápida e cortou-lhe a garganta. Não sabia porque alguns de seus ancestrais a odiavam. Mas eles odiavam. E queriam seu sangue – talvez sua alma – como pagamento por algo que ela sequer cometera.

Sentiu quando a maldição abandonou seu corpo, finalmente drenada. Mas ela ainda precisava lidar com três espíritos. Seu avô e seu pai. Ambos partiram juntos para cima da garota em uma fúria muda.

Jack estalou o cinto que acabara de puxar dos passantes da calça social, a camisa branca tinha alguns botões abertos. Hela sentiu uma intensa agonia e certa paralisia quando o avô prendeu os dedos por seu cabelo e a atirou no chão. Também sentiu dor quando a fivela do cinto acertou sua bochecha com uma pancada seca.

Podia sentir sua própria energia se esvaindo. Não havia mais nenhuma maldição para ser sugada. O cajado começava a matá-la. – Você vai morrer aqui. Vai ficar conosco, remoendo em amargura a dor de ficar eternamente no limbo. – O avô colocou a mão no ombro do filho. – Você foi fraco, Jack. Além de um bastardo, você é fraco. Nunca teve coragem suficiente para matá-la quando ela ainda não podia com você.

Jack a chutou, batendo contra uma Hela nada resistente com o cinto. Ela apenas se encolhia. Estava com medo. Assustada. Perturbada. Ferida. Ela tinha medo de morrer ali e ficar presa. Ela tinha medo de não ser boa ou forte o bastante. Tinha medo de perder quem amava. De magoar Pipper. De transformar a vida da menina em um inferno na terra.

O sr. Deverich se uniu ao filho, se ajoelhando em frente a neta e lhe desferindo diversos socos. Hel não reagia. Paralisada pela enxurrada de lembranças de dolorosos momentos. Odiava o avô por ter feito Jack um homem ruim. Odiava o pai por tê-la feito ruim. E se odiaria se fizesse isso com seus próprios filhos. Se é que ela viveria o suficiente para tê-los. – Você é fraca. Vai morrer aqui.

Subitamente algo mudou.

Hela riu, ela sempre ria. Queriam ela morta desde o dia que souberam de sua existência. Queriam sua dor. Queriam seu corpo sem vida alguma. A risada fez Jack cerrar os punhos ao passo que o grisalho apenas apertou o ombro do filho, parecendo temer a súbita histeria no riso da neta. A necromante se colocou de pé e balançou a cabeça algumas vezes. Parecia um tempo longo. Mas não eram mais do que segundos.

Deverich olhou o pai no fundo dos olhos, cansada de alimentar tanto ódio. Tivera sua vingança e vingaria outros. Mas nunca, jamais, voltaria a deixar seu ódio por um morto afetá-la. – Vá embora, Jack. Não me importo mais com você. Eu vou te matar uma última vez e achar um novo inferno. Cansei de você, Jack. – Ela disse com calma, enfiando a lâmina de ouro na testa do pai antes mesmo que ela pensasse em voltar a espanca-la.

O avô a olhou com surpresa, mas não teve reflexo para reagir à facada que tomou no peito. Fora fácil demais mata-los depois de desacreditar nos monstros que a cercavam. Ela só precisava parar de teme-los. Temer seu fardo. Temer seu sangue.

Hela caminhou até o espírito restante, olhou a avó fixamente nos olhos. – O que eu te fiz? – questionou com a testa enrugada. – Além de matar meu filho? Nada. Mas a morte dele foi minha culpa. – A idosa murmurou, Hela apenas assentiu, ela tivera energia pela histeria e pela adrenalina que aquele momento a proporcionara, mas começava a vacilar. – Não vou lutar, Hel. – A garota assentiu, sentia-se aliviada e grata. Podia sentir o cansaço e a própria fragilidade.

A menina cravou a faca no lado esquerdo do peito da avó, vendo-a irradiar uma luz brilhante e então uma mão esquelética segurar seu braço. Era Hela, a deusa, com seu corpo e forma real. Metade esquerda um cadáver em decomposição, metade direita uma linda mulher.

A semideusa apenas olhou-a atônita. – Você conseguiu sobreviver. Mais do que isso, conseguiu se livrar de minha maldição, Hela. Sua avó era uma mulher esperta. Engenhosa. Não desejava sua morte, é por isso que recebeu meu nome. – a deusa sorria, o que causava estranhos arrepios na nuca da mortal.

Hela apenas observava sua xará mortal com uma diversão latente no olhar. – Nosso nome nos deixará eternamente ligadas. Você pode ter se livrado de minha maldição. Com bravura, devo acrescentar. Mas estaremos sempre ligadas. Não são muitas pessoas que encarariam um ritual tão arriscado. Menos ainda são as pessoas que sobreviveriam. Como sua mãe, eu moro no submundo, mas diferente de sua mãe, eu quem governo o reino dos mortos. A Casa das Névoas. E não é névoa o que sua mãe é? Nos parecemos tanto e ao mesmo tempo somos tão diferentes. Como prova de minha admiração, eu lhe deixo um presente. Espero que tornemos a nos ver. Como iguais que somos e não como inimigas, que é o que deveríamos ser. – A voz da deusa saiu quase como um sussurro na última frase.  

Então tudo escureceu, tornou-se frio. Hela não entendia o que a deusa queria dizer. Mas estava sentindo-se fraca demais para tentar compreender. Lembrava-se de pensar com certa indiferença: o presente dela é a morte. Então, é assim que eu morro? Melhor do que o esperado.

[...]


Quando acordou, a primeira coisa que Hela viu foram os olhos de Pipper. Parecia preocupada. Na verdade, ela transbordava preocupação. – Eu estou bem. – Forçou a voz – rouca e muito falha – a sair da garganta, que estava seca. – O que aconteceu? Eu... achei que tinha morrido.

De fato, ela pensara. Notou pelo canto dos olhos que seu dragão e o corvo estavam dormindo em um canto da sala – como se tivessem velado seu sono, assim como sabia que Pipper devia ter feito –. Ouviu todo o relato da namorada e franziu a testa, confusa. Nada daquilo fazia muito sentido, embora ela pudesse sentir que era verdade. O que Pipper dizia era real. – Obrigada. – Sussurrou com um pequeno sorriso, beijando menina com incrível suavidade. Ainda se sentia cansada e sabia que possuía algumas feridas que iam além do que poderia ver. Mas não fazia muita diferença naquele momento.

Segurou nas mãos da mais nova, olhando-a nos olhos. Não tinha certeza se deveria mesmo propor aquilo que rondava sua mente. Mas pensou que deveria tentar. – Eu sei que você é jovem demais e que talvez até esse namoro seja errado, mas... estamos prestes a enfrentar uma guerra. E eu não tenho certeza se nós duas vamos sobreviver. – comprimou os lábios em uma linha fina, pensando em como prosseguir. – Eu amo você. E eu tenho plena certeza disso. Tenho plena certeza de querer passar o resto da minha vida com você.

Pipper... não precisa ser no próximo mês. Nem no próximo ano. Mas... você aceitaria se casar comigo? Isso é... se a gente sobreviver. – sorriu levemente, respirando fundo, enquanto aguardava a resposta.

bênção
substantivo feminino
1.
ato ou efeito de benzer ou de abençoar.
"o rabino fez a bênção do vinho"
2.
voto de felicidade e proteção divina formulado em favor de alguém.
"a bênção do pai ao filho que parte"

Retirar do meu perfil:
Maldição: Marca da Lealdade
Descrição A runa marcada a fogo no braço direito da menina é sinal de que ela deve um favor à sua mãe.
Consequência: Essa runa impede que ela se negue a fazer o favor ou o faça de maneira incompleta. Também a obriga a fazer o favor, independente do que lhe foi pedido, desde coisas triviais até coisas mais complexas.
Extra: A runa irá sumir assim que ela cumprir algum favor para Hécate.

Maldição: Maldição de deterioração
Descrição A semideusa sofre com envelhecimento precoce e acelerado em caso de abuso dos poderes.
Consequência: Embora a maldição não funcione em Hela como deveria - visto que seus órgãos se recuperam do dano com descanso e sua aparência física continua intacta -, um uso desenfreado e de longa duração dos poderes de modo contínuo podem levá-la à morte.
Extra: Não é uma maldição permanente, visto que pode ser retirada, no entanto a maldição só pode ser extraída de Hela se houver um receptáculo.

Não esquecer de atualizar aqui (clica) também após retirarem as maldições do meu perfil.
O que desejo como recompensa:

Nome da benção: Deusa dos Mortos
Descrição:  Mesmo que Hela tenha se livrado da maldição, ela ainda possui uma ligação com a deusa: seu nome. Foi o truque utilizado por sua avó para que ela tivesse alguma chance de sobreviver, portanto, a deusa nórdica decidiu presentear Hela por ter realmente sobrevivido. Sempre que Hela desejar, seu corpo assumirá um aspecto semelhante ao corpo da deusa: o lado esquerdo torna-se putrefato e em avançado estado de decomposição. Esse aspecto lhe confere duas coisas: intimidação e controle sobre os mortos que se encontram no local.
Gasto de MP: -30% do MP total.
Gasto de HP: -10% do HP total.
Bônus: Inigmigos hesitarão em atacar e os mortos dos locais se tornam obedientes subordinados.
Dano: Nenhum.

Não esquecer de atualizar a bêncão aqui (clica) caso eu a receba.
Itens levados.:

No corpo:

+ Colar de contas do Acampamento.

• Arsenal [Anel brilhante com uma pedra preciosa, esbranquiçada e minúscula em seu centro | Aço | . Possui o efeito de alterar uma arma, mudando assim sua forma, detalhes, e qualquer outra coisa que o portador desejar, desde que as alterações sejam apenas físicas. Ou seja, utilizando o efeito do anel, é possível transformar uma lança em uma espada ou faca, ou qualquer outro item de ataque. Um escudo circular pode ser transformado em um broquel, ou um escudo de corpo. Os materiais dos itens podem ser alterados, mas seus efeitos sempre serão os mesmos (exemplo: uma espada elétrica ainda causaria dano por eletricidade se transformada em uma lança) | Não possui espaços para gemas | Comum | Resistência: Sigma | Status: 100%, sem danos | Comum | Comprado na loja ].

• Espirito ancestral [Gargantilha de prata com um pingente de ampulheta. | Quando o semideus tiver a mente tomada por ilusões de um inimigo, o espirito é ativo, toma a mente do semideus e a limpa até deixa-la clara novamente, podendo ser usado uma vez por narrativa. | Prata. | Sem espaço para gemas. | Beta. | Status 100%, sem danos. | Mágico. |Evento “O passado, presente e futuro”.]

• Cupid Ring [Um anel de ouro com um fino fio vermelho cortando o centro do aro, na parte interna das alianças há a frase "A mais doce das minhas memórias" e as iniciais de Kang Pipper logo após o fim da frase. Possui Thurisaz e Raidho gravadas uma ao lado da outra. | Traz proteção a quem usa pelo fato de possuir a runa Thurisaz e faz com que o casal que a usa possua uma forte ligação. | Ouro | Sem espaço para gemas| Beta | Status 100%, sem danos | Mágica  | Loja de Afrodite, encantadas por Hela A. Deverich]

• Mørk [ Aros feitos de ouro branco com três pequenas ametistas incrustadas no centro onde, ao lado das pedras, é possível ver entalhes da serpente Jörmungandr à direita e de um trevo de quatro folhas à esquerda (representando o lado nórdico de Hela e o lado cigano de Pipper), na parte interna das alianças encontra-se gravado apenas os nomes das jovens em uma caligrafia fina e delicada. | As alianças permitem que as semideusas tenham uma ligação mental, podendo se comunicar por pensamentos independente de onde se encontram e também podem alertar quando uma das duas se encontra em iminente perigo, dando a chance de que uma vá ao socorro da outra. | Ouro Branco e Ametista | Hela e Pipper ]

• Amuleto “Of the fates” [Um amuleto de ouro aparentemente comum, com uma pedra de jade em seu centro, que quando ativo, fica com uma aura brilhante, assumindo sua forma mágica. | Quando usado, faz com que tudo ao seu redor diminua o tempo, ou seja, o tempo para o usuário do amuleto continua normal, mas o cenário ao redor, e para as pessoas presentes nele o tempo fica muito mais lento. O efeito dura apenas um turno, e depois disso entra no modo de espera, ou seja, é preciso aguardar outros cinco turnos para ativa-lo novamente. | Arambarium e Ouro | Não possui espaço para gemas | Alfa | Status 100% não apresenta danos |Mágico | Conquistado no evento: A mente liberta]

• Vooke, Sword of the Dark Lord [Uma espada que se ajusta perfeitamente a seu portador. Essa espada feita de darkanium, o minério primordial, que pode ser dificilmente encontrado em alguns locais do submundo, tem uma aparência semelhante ao aço, sendo reluzente e completamente polido. Tem inscrições simples, com os dizeres: "Sword of the Dark Lord", em filetes de ouro, pois pertenceu ao próprio Érebus, passando de mão em mão entre seus filhos, como uma herança. Seu tamanho é ajustável, enquanto transita entre um tamanho e outro, sombras parecem se solidificar ou evaporar do metal. No lugar de um pomo comum, encontra-se um diamante gigantesco encrustado no local, que emite um brilho vermelho quando os poderes da espada são ativados. | Ajuste: A espada é ajustável a qualquer tamanho que o portador desejar, podendo se conter a milímetros, como até mesmo três metros limite; Bainha: Sua bainha se ajusta assim como a espada, quando juntas, a bainha de ouro da espada faz com que todo seu peso seja praticamente reduzido a zero, ficando extremamente leve de carregar; Vooke: A verdadeira magia da arma, enquanto o portador segurar a arma, todo seu gasto de mana com poderes de trevas são reduzidos pela metade e todos seus danos por estes mesmos poderes são dobrados. | Darkanium | Possível remover o diamante para adicionar uma gema | Alfa Prime | 100% de Status | Lendária | Requisitos: Conhecimentos sobre as trevas e nível 30 | Despojo de Guerra por derrotar o Espírito de Trevas]

Girl on Fire [ Jaqueta de couro feminina. Seu corte predomina curvas e o tecido é liso, não apresenta grandes detalhes por ser uma peça para promover mistério, luxo e elegância. | Efeito 1:  Tem resistência a fogo, ataques relacionados a esse elemento perdem 70% da eficácia, diminuindo o dano na mesma porcentagem sobre o usuário. | Efeito 2: Tem efeitos regenerativos, portanto, caso rasgue, fure ou qualquer coisa semelhante, o tecido se remonta e se regenera depois de 2 turnos. Durante esses dois turnos em que a jaqueta está danificada, o efeito do fogo é reduzido em 30%.| Tecido mágico | Sem espaço para gemas | Alfa | Status: 100% sem danos | Mágico | Comprado na Ferreli & García - Mode et style]

•  Arco Mágico [Consiste em um arco de material escuro, tende-se a crer que seja ferro estígio. A corda da arma é de tom claro, quase transparente. Em toda a extensão do arco vê-se o nome de seu portador entalhado. | Efeito 1: O arco transforma-se em um bracelete. | Efeito 2: Ao puxar a corda sem ter posicionada uma flecha na mesma, o próprio arco criará uma flecha feita de ferro estígio, envolta em uma aura de sombra que aumenta em 10% o dano. | Ferro Estígio. | Beta. | Sem espaço para gemas. | Status 100%, sem danos. | Mágico. | Arsenal do Acampamento.]

• Mochila sem fundo [Mochila de prata com material simples, sem bolsos laterais, com um único zíper, uma única entrada e uma única saída.| A mochila não possui fundo, foi encantada para caber inúmeros objetos, ou seja, seu espaço é infinito, tudo que você colocar dentro dela permanece ali, desde que passe pela parte de cima, ou seja, você precisa conseguir colocar o item pelo buraco, que é largo o suficiente para passar até uma panela de pressão. Para pegar o item de volta basta colocar a mão dentro da mochila e pensar nele, e ele retorna para suas mãos.| Indefinido | Sem espaço para gemas | Alfa | Status: 100% sem danos |Lendário e mágico | Loja especial do dia dos namorados]

Na mochila:

Consumíveis:
+ Pastilha restauradora: Uma cartela de prata com 8 pastilhas presas. Possuem uma coloração dourada bem clara, e emitem um brilho esbranquiçado que aparenta ter um conteúdo duvidoso, quando na verdade faz o inverso. As balinhas contidas nessa cartela tem propriedades restauradora, que faz com que o semideus que ingerir a balinha recupera 20 de HP e 20 de MP em sua barra instantaneamente. Em contrapartida, não é possível ingerir mais de duas balas por vez, ou as pastilhas terão um efeito reverso, fazendo o semideus perder HP e MP, ao invés de recuperar. | Usos: 2/10 (presente de Zeus)

+ Poção de cura: Serve para regeneração rápida, qualquer ferida, ou veneno ingerido pelo semideus, será curado pela poção, e além disso, a poção ainda recupera 50% do seu MP/HP. (Só pode ser usada uma única vez).

+ Pó Dourado: Pó mais comum entre as fadas, é o que permite as fadas darem vida a coisas ou fazer um objeto, pessoa voar. O pozinho ainda tem outros tipos de magia, faz plantas crescerem mais rápido, deixa uma fruta podre nova de novo, pode deixar alguém feliz, é feito de magia boa e pode ainda ter propriedades de cura. (saquinho para três magias)

+ Pílulas de Energia [Uma caixinha com 3 pastilhas esverdeadas com gostinho de abacaxi. Uma pílula dessas ingerida serve para reanimar o semideus completamente, o mantendo acordado por mais 48 horas, e restaurando suas energias em 100%, ou seja, a força, a agitação será tudo renovada, e o cansaço desaparecera por completo do corpo | Resistência: Sigma | Status 100%, sem danos | Mágico | Encantado por Pandora]

+ Presa: Um frasco de liquido verde borbulhante. Quem bebe desse líquido terá presas de vampiro durante dois dias inteiros. (Contém o suficiente para uma magia). [x2]

+ Pão de Mel [ É um pequeno pão de mel recheado com Néctar | Ao consumi-lo, o personagem recupera automaticamente 50 MP. | Usável durante a batalha, uso único, some após ser ingerido | Mágico | Evento, cidade dos monstros. ] (x4)

+ Bombom de Morango [ Pequeno bombom de chocolate, recheado com morango, Néctar e Ambrosia | Ao consumi-lo, o personagem recupera automaticamente 100 MP e 100 HP. | Não usável durante a batalha, uso único, some após ser ingerido | Mágico | Evento, cidade dos monstros. ] (x2)

Armas e Itens:
• Faca de Bronze Celestial [ Uma faca de lâmina curta - cerca de 10 cm - com cabo em madeira envolvido em couro para tornar o manuseio melhor. | Não produz feridas em mortais. | Bronze celestial, madeira e couro. | Sem espaço para gemas. | Alfa. | Status 100%, sem danos. | Comum. | Nível 1. | Item inicial. ]

• Cantil mágico [Um cantil atribuído a deusa Nike (abençoado) que contém um líquido claro inacabável que recupera vida e força durante um combate ou uma luta. | Recupera 15 de HP e MP. Só pode ser usado uma vez por narrativa. | Desconhecido. | Sem espaço para gemas. | Beta. | Status 100%, sem danos. | Mágico. | Roleta.] (Usei isso no meio do combate para "aliviar" a situação da Hela.)

• Guardião dos sonhos [Para aqueles que veem de longe apenas um pedaço de giz nas mãos de um semideus, um giz feito de material completamente transparente. Nas mãos de seu portador, um cajado repleto de magia. | Ao toque do semideus o pequeno pedaço translúcido transforma-se em um cajado completo, quase do tamanho de seu portador, com um brilho arroxeado, ou azulado – a cor fica a critério do dono – e um cristal em seu topo. O Cajado solta faíscas brilhantes, e amplia o controle do semideus sobre seus poderes, ou seja, torna seus ataques mágicos mais precisos, dando equilíbrio ao seu portador. O Artefato está coberto de runas de equilíbrio, pensamento positivo, e perseverança, o que permite foco em batalha. Seu nome foi dado de acordo com sua propriedade, pois o cajado é capaz de captar os sonhos presentes em outro ser, e estimular a mente do inimigo com imagens de tais sonhos, de forma a distrai-lo por pelo menos dois turnos, dando chance ao portador de atacar. | Desconhecido. | Sem espaço para gemas. | Beta. | Status 100%, sem danos. |  Mágico. |Presente de Hécate.]

• Faca de Caça [ Uma faca de caça feita em ouro imperial. Sua lâmina é curta, tendo cerca de 20cm, e seu cabo se encaixa perfeitamente na mão do usuário, dando equilíbrio perfeito para um bom manuseio. A faca possui uma ligação com o dono e, não importa onde foi perdida, sempre reaparece ao seu lado. | A arma contém a lâmina envenenada, provocando 20% a mais de dano e tendo chance de envenenar caso atinja a corrente sanguínea causando -15HP por 4 turnos. | Ouro imperial | Espaço para uma gema simples. | Beta | Status 100%, sem danos. | Épica | Nível 5 | Quando o passado revive.]

• Punhal ritualístico [Com lâmina fina, é um pouco menor que uma espada pequena, mas perfura mais fundo. Sua ponta possui dois pequenos dentes afiados, levemente curvados, quando perfura um corpo e retira com força dobra o tamanho da ferida no oponente | É bom para canalizar magia, traz sorte em rituais. | Arambarium | Gema 1: Ametista Imperial, ao cortar envenena o alvo, causando 35 de dano por turno. (Não enfraquece o alvo com o dano.) Dura 5 turnos. | Espaço para uma gema | Beta | 100% sem danos | Épico | Necessário nível 5 para empunhar perfeitamente | Festival das estações. ]
Poderes e Habilidades:

Poderes dos Necromantes:

Poderes passivos:

Nível 2
Nome do poder: Desavenças Naturais  
Descrição: Como Necromante de Érebus você nutre certa desavença por filhos de Hades, Zeus e Nyx. Pois tais Deuses foram os responsáveis por prender Érebus no tártaro – apesar de Nyx ser irmã gêmea e esposa de tal Deus primordial. Vale ressaltar que o sentimento de implicar e/ou tirar sarro existe, mas cabe ao semideus segui-lo ou não.  
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Nenhum.
Dano: Nenhum.
Extra: Nenhum.

Nível 5
Nome do poder: Desejo de Vingança.
Descrição: Movidos pelo desejo de vingança do próprio Érebus, os semideuses são capazes de nutrir profundas desavenças com os filhos de Nyx. Muitas vezes tal raiva e desejo de vingar não possuem motivos sólidos. Vale ressaltar que o sentimento de implicar e/ou tirar sarro existe, mas cabe ao semideus segui-lo ou não.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Nenhum.
Dano: Nenhum.
Extra: Nenhum.

Nível 7
Nome do poder: Sensibilidade II
Descrição: Em tal nível o semideus é capaz de, em contanto com a escuridão, sentir os sentimentos daqueles que o rodeiam (incluindo monstros capazes de sentir e Deuses). Torna possível também que, o semideus consiga visualizar, por alguns segundos, quais sentimentos serão sentidos em um futuro proximo de um minuto. Porém cabe ao narrador determinar as limitações do poder.  
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum
Extra: Nenhum.

Nome do poder: Cura Sombria.
Descrição: Ao entrar em contato com as sombras (é necessário um ambiente escuro, como um quarto durante a noite etc) automaticamente os necromantes sentem-se melhor, passando ter o corpo curado. Porém em tal nível é impossível curar ferimentos grandes ou cortes profundos. É necessário ressaltas que sombras criadas pelo próprio semideus não irão cura-lo. +10 hp por turno.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum
Extra: Nenhum.

Nível 8
Nome do poder: Controle Emocional.
Descrição: O semideus torna-se capaz de colocar as próprias emoções sobre controle, principalmente com a chegada da noite, entretanto tal poder ainda é bastante descontrolado. Isso, no entanto, não significa que o semideus irá esconder as emoções. Apenas irá controlar o medo que sente, por exemplo.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum
Extra: Nenhum.

Nível 9
Nome do poder: Domínios Inimigos
Descrição: Com a chegada da noite terrestre os Necromantes de Érebus sentem-se constantemente observados e desconfortáveis, apesar da escuridão. Pois trata-se dos domínios de Nyx.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum
Extra: Nenhum.

Nome do poder: Fraqueza imunológica
Descrição: O sistema imunológico dos necromantes é resistente, de maneira que, caso envenenados, o efeito será retardado. Entretanto toxinas mais fortes irão derruba-los da mesma maneira e rapidez.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum
Extra: Nenhum

Nível 12
Nome do poder: Ocultação
Descrição: Em situações onde o semideus se sente ameaçado ele torna-se capaz de ocultar as próprias emoções, como o vazio.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum
Extra: Sua presença ainda poderá se sentida, entretanto suas emoções não serão desvendadas.

Nível 15
Nome do poder: Olhos dos Cosmo III
Descrição: Os Necromantes de Érebus já não são afetados visualmente por explosões de porte grande ou exposição dos atros (tais como Lua, Sol). Porém apenas seus olhos não se afetam, já que os poderes relacionados as sombras são reduzidos na presença de astros luminosos.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum
Extra: Nenhum.

Nível 18
Nome do poder: Ponto Fraco II.
Descrição: O necromante é capaz de, ao entrar numa batalha durante a escuridão, conseguir identificar possíveis pontos fracos do seu inimigo. Em tal nível o semideus consegue identificar possíveis três pontos fracos.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum
Extra: Nenhum.

Nível 20
Nome do poder: Trucidar
Descrição: Ao entrar numa batalha o necromante se torna capaz de lidar com danos físicos com uma facilidade maior, aguentando determinados danos sem se desviar do seu foco.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum
Extra: Nenhum.

Nível 23
Nome do poder: Benção da Escuridão.
Descrição: Quando o necromante está no mais completo breu sua força e velocidade são melhorados.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: +15% em força e velocidade.
Dano: Nenhum
Extra: Nenhum.

Nível 25
Nome do poder: Perícia com Foice e Correntes VIII.
Descrição: Os Necromantes de Érebus possuem uma facilidade natural com o manejo de tais armas, podendo rapidamente usá-las em uma ofensiva quanto na defensiva.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: +50% de assertividade no manuseio de Foices e Correntes.
Dano: + 45 de dano ao ser acertado pela arma do semideus, pois a precisão será mais certeira.
Extra: Nenhum.

Nível 27
Nome do poder: Sentidos aguçados II
Descrição: Quando a escuridão é estabelecida o semideus poderá ter seus sentidos (com exceção da visão) aguçados, sentindo cheiros com maior facilidade etc. Entretanto o necromante não irá se tornar um rastreador nato, por exemplo.
Gasto de Mp:
Gasto de Hp:
Bônus: +30% em todos os sentidos.
Dano: Nenhum
Extra: Nenhum.

Nível 30
Nome do poder: Respiração Sombria IV
Descrição: O semideus torna-se capaz de suspender a respiração por um longo período de tempo (até quatro horas), porém tal habilidade pode torna-se falha quando o semideus está em domínios além, como o tártaro.
Gasto de Mp: Nenhum..
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum
Extra: Nenhum.

Nível 40
Nome do poder: Visão das trevas IV
Descrição: Em tal nível o filho de Érebus irá conseguir enxergar normalmente na escuridão conseguindo identificar perfeitamente até cem (100) metros. A visão do semideus, mesmo se o mesmo possuir algum problema como miopia, na escuridão ele irá enxergar como se seus olhos fossem perfeitos.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum
Extra: Nenhum.

Nível 45
Nome do poder: Emoções III
Descrição: Quando a escurição é estabelecida os necromantes de Érebus poderão não ser afetados por ataques mentais ou emocionais, entretanto há um risco de falha a depender do estado emocional do necromante.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: +30% de Resistência a ataques mentais.
Dano: Nenhum
Extra: Nenhum.

Nome do poder: Perícia com Lâminas IV.
Descrição: Nesse nível os afiliados de tal Deus desenvolvem uma pericia com lâminas em geral, independente da arma.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: +50% de assertividade no manuseio de lâminas.
Dano: + 50 de dano ao ser acertado pela arma do semideus, pois a precisão será mais certeira.
Extra: Tal poder não pode ser combinado ao poder denominado "Perícia com Foice e Correntes".
Poderes ativos:

Nenhum.
Poderes de Hécate:

Poderes Passivos:

Nível 1
Nome do poder: Detector de Magia
Descrição: Filhos de Hécate/Trivia sentem quando se aproximam de uma natureza mágica - seja outro filho de Hécate/Trivia, um feiticeiro, item mágico ou criatura que esteja sob o efeito de algum encantamento.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Sempre sabem quando estão na presença de outra pessoa com magia, item, ou monstro.
Dano: Nenhum

Nível 5
Nome do poder: Língua de Cobra
Descrição: O semideus possui certa afinidade com cobras, e eles o respeitam. Ele consegue se comunicar e entender o que as serpentes falam, mas não podem dar ordens, apenas conseguir informações.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Podem extrair conhecimento ou informações ao falar com esses animais.
Dano: Nenhum

Nível 6
Nome do poder: Amante da Lua
Descrição: Durante a noite, o filho de Hécate/Trivia tem seus poderes mágicos aumentados de acordo com a luz da lua, ou seja, quando mais intensa ela for sobre o semideus, mais poderosos seus feitiços serão.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +20% de força em seus feitiços.
Dano: +10% de dano se o feitiço acertar o oponente.

Nível 7
Nome do poder: Comunicação Lupina
Descrição: Tendo como progenitora divina Hécate/Trivia, que tem certo controle sobre os lobos, os filhos desta deusa adquirem o mesmo dom da mãe. Podem comunicar-se mentalmente com eles e até pedirem certos favores. Os animais não lhe obedecem, mas escutam você e podem até ajuda-lo de alguma maneira, pois, lhe respeitam.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Podem lhe dar informações ou realizar pequenos favores se forem convencidos.
Dano: Nenhum

Nível 8
Nome do poder: Sensitivo
Descrição: Os filhos de Hécate/Trivia são bastante sensitivos e possuem a capacidade de ler auras e emoções, estas se manifestam através de seus olhos que mudam de cor de acordo com quem se está lendo.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum

Nível 9
Nome do poder: Olhos Noturnos
Descrição: Os filhos de Hécate/Trivia enxergam tão bem no escuro quanto de dia, a noite não incomoda sua visão de fato, portanto, desde que a escuridão ao redor não seja algo magico, ou com efeito de cegueira e etc, o filho da deusa da magia irá continuar vendo normalmente.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: A escuridão normal não afeta a visão da prole da magia.
Dano: Nenhum

Nível 15
Nome do poder: Descendente da Magia III
Descrição: Você andou praticando? O resultado do seu esforço e do seu treinamento lhe fizeram um feiticeiro experiente, e agora sua magia além de ter ficado mais forte, lhe tornou um bruxo experiente.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus:  Ganha 20% de força em seus feitiços (em poderes ativos).
Dano: +15% de dano se os feitiços acertarem.

Nível 18
Nome do poder: Resistência a Magia
Descrição: O semideus possui uma resistência a magias de nível igual, ou até dois níveis acima do seu. Ex: Se o filho de Hécate/Trivia estiver no nível 10, níveis abaixo o afetarão menos, ou equivalentes, e pessoas até dois níveis acima dele, no caso nível 12, também terão um efeito menor. Acima disso, o filho de Hécate/Trivia ainda recebera todo o dano.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Qualquer magia ou feitiço lançado contra o filho de Hécate/Trivia, possui um efeito de 50% menor do que em outros semideuses.
Dano: Nenhum

Nível 19
Nome do poder: Cura Noturna III
Descrição: Bastam os raios da lua ou as sombras para que seus ferimentos comecem a se fechar e criarem uma casca preta, como de uma ferida, feitas de pura energia negra, você aprendeu a lidar com elas, e agora as feridas mais fundas se fecham mais rapidamente, e as mais leves se curam por completo. Uma grande parte de sua energia também será restaurada.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Recupera +40 HP e +40 MP
Dano: Nenhum

Nível 25
Nome do poder: Olhos multicoloridos.
Descrição: A prole de Hécate/Trivia possui a habilidade natural de modificar a coloração dos olhos de acordo com as emoções sentidas no momento, no entanto, é impossível controlar a coloração por mais que as emoções do semideus estejam controladas naquele momento. Sendo que a coloração base dos olhos de tais semideuses não modificam, no entanto há um brilho correspondente da cor dos olhos da prole.
Azul: Tranquilidade, serenidade e/ou harmonia.
Verde: Esperança, liberdade e/ou saúde.
Amarelo: Luz, calor, inveja e/ou otimismo.
Roxo: Espiritualidade, magia e/ou mistério.
Rosa: Romantismo, ternura e/ou ingenuidade.
Vermelho: Paixão, energia, ódio e/ou excitação.
Laranja: Alegria, vitalidade, prosperidade e/ou sucesso.
Marrom: Seriedade e/ou integridade.
Cinza: Neutralidade e/ou estabilidade.
Branco: Paz e/ou pureza.
Preto: Morte, medo, solidão e/ou isolamento.
Gasto de Mp: Nenhum.
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: As proles de Hécate/Trivia conhecem o significado, logo apenas outro semideus filho de tal prole poderá identificar seus significados. +5% de dano ao executar feitiços com a coloração roxa nos olhos.
Dano: Nenhum.

Nome do poder: Criadora de Poções I
Descrição: O semideus aprende a criar e desenvolver poções próprias, estudando com afinco e aprendendo a divisão de ingredientes, suas propriedades e magnitudes, podendo criar coisas mais fortes, únicas e realmente poderosas.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Poções feitas por filhos de Hécate/Trívia são 20% mais potentes.
Dano: Em caso de venenos, ou poções que causam dano, as poções realizadas por filhos de Hécate/Trívia ganham um bônus de +15% de dano.

Nível 30
Nome do poder: Clarevidência III
Descrição: O dom chegou ao seu ápice. Você apenas se sente cansado - desde que o use com moderação - e pode ver de forma mais definida o futuro além de poder voltar para qualquer momento do passado, além de agora exigir apenas plena concentração.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum

Nível 33
Nome do poder: Pericia com Punhais III
Descrição: Você se tornou um mestre no manejo de punhais, essa arma em suas mãos, não é apenas mortal, mas também perfeita. Você consegue usa-la para diminuir seu gasto de energia, e acertar pontos críticos com ela.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +100% de assertividade no manuseio de punhais. Consegue diminuir o gasto de MP desde que use o punhal para realizar os rituais de sangue. A MP então será reduzida pela metade, sendo que, se o gasto era de 20, gastara apenas 10.
Dano:  +20% de dano se o inimigo for acertado pela arma do semideus.

Nível 50
Nome do poder: Progresso em rituais
Descrição: Magia é poder, e quando envolve rituais de usuários e varinhas, isso fica ainda mais forte. O filho de Hecate/Trivia, trabalha para desenvolver sua magia e fica mais forte, potencializando seus atributos e indo muito além do esperado. Ao desenvolver o progresso de rituais, também consegue realiza-los fora do tempo, isso permite ao semideus conseguir realizar qualquer ritual independente da lua no céu, porém, seus rituais terão uma força diminuída em 50% se forem realizados fora do período equivalente.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Pode realizar rituais fora do período da lua exigido, porém a força do poder é reduzida em 50%.
Dano: Nenhum

Nível 60
Nome do poder: Pericia com Varinhas IV
Descrição: Você se tornou um bruxo poderoso, um feiticeiro impressionante. A varinha sempre foi a arma perfeita para o seu personagem, e agora que sabe disso, pode usa-la com uma precisão impressionante, usando em batalha para atacar e se defender, e ainda lançando feitiços para todos os lados, poupando assim uma grande parte de sua energia.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +100% de assertividade ao lutar com essa arma. O semideus que usar a varinha para executar o feitiço, reduzindo o gasto de MP pela metade, assim sendo, um feitiço que gasta 10 MP para ser realizado, na posse de uma varinha só gastaria 5 MP. (O semideus deverá lançar o feitiço pela varinha, ou o gasto ainda será o mesmo).
Dano: +20% de dano se for acertado pela magia executada pela arma do semideus.
Poderes ativos:

Nenhum.



Última edição por Hela A. Deverich em Sab Jul 07, 2018 6:34 pm, editado 1 vez(es)



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Re: ( ʤ · run on gαsolıne

Mensagem por Kang Pipper em Sex Jul 06, 2018 11:58 pm

PARTE III, (YOU MAKE ME) BEGIN
“Love is not possession. It is not ‘being completed.’ It is two people walking along the path of life and saying, “I want to hold your hand along the way.”

Pipper não gostava daquela área da cidade: a rua trilhada e marcada pelo lixo revirado sobre as calçadas imundas, o ar denso e cheiro de cigarro impregnados por todos os cantos. Com indivíduos desconhecidos que espalhavam-se pelo ambiente, trajando roupas escuras com volumes anormais nos quadris em um indicativo de que estavam armados. Alguns portavam facas que reluziam na fraca iluminação fornecida pelos postes. Durante a infância Pipper costumava temer tais homens, mas o medo se dissipou à medida que notou que nada lhe fariam caso estivesse longe e, sendo uma semideusa, o temor se tornava ainda mais escasso. Ela sabia se defender.

A Kang avançou com confiança, estabelecendo um silêncio adornado de tensão, suprimindo as próprias expressões faciais que tendiam a se contorcer em desgosto ao cheirar o álcool impregnado nos becos. Os olhos interessados não deixaram de segui-la. Faziam dois anos que não retornava para casa em definitivo e as figuras ali presentes, sobretudo ladrões e traficantes, não deveriam mais reconhecê-la como a filha da cigana. Mas nenhum deles lhe dirigiu a palavra e Pipper os ignorou, atravessando as ruelas adornadas de lixo. Pipper sabia que em proximidade existia um condomínio de luxo, o claro contraste entre ricos e pobres, humanos e 'loucos', muito claro e perturbador.

A casa diminutiva e apertada entre dois pequenos prédios continuava colorida e adornada de plantas – algumas subindo pelas paredes antigas e com sinais de rachaduras evidentes –. Pipper conhecia a própria mãe bem o suficiente para saber que Blanca deveria estar a esperando, afinal o conhecimento da cigana sobre as cartas nunca foi falho. E, comprovando o que a adolescente sabia, a mulher abriu a porta com um sorriso pintando o rosto marcado pela idade.

- Mãe!

Blanca a abraçou como a muito tempo não fazia, mesmo que Pipper já houvesse retornado para casa em visitas que não duravam mais do que uma semana, da ultima vez que haviam se visto a Kang havia sido expulsa do colégio interno onde havia conseguido uma bolsa de estudos. E, honestamente, a adolescente sentia muito, ainda que não se recordasse exatamente dos acontecimentos. A cigana lhe concedeu espaço para que entrasse, ainda que a noite fosse incapaz de deixar Pipper doente, Blanca ainda preocupava-se. O braço da mãe ainda permanecia sobre os ombros magros da adolescente e a julgar pelo olhar fornecido Blanca sabia que algo estava errado.

- O que houve? Você parece mais magra e cansada.

Blanca comentou em um sussurro, empurrando Pipper em direção ao sofá único que enfeitava a sala pintada de amarelo berrante enquanto sumia na porta que levava a cozinha. A sala possuía apenas um sofá que deveria ter a idade da Kang, decorado com um crochê amarelado pelo tempo. Ainda havia uma mesa redonda que estava arrumada e com algumas cartas viradas, em um indicativo claro que Blanca estava procurando pelo futuro de Pipper. Ela sequer sentou-se no sofá, retirando os sapatos e se sentando numa das duas cadeiras, analisando as cartas dispostas sobre a mesa. Cavaleiro de paus era acompanhada pela morte e dois de copas. O significado das cartas lhe vindo com facilidade ao analisar que estava prestes a voar para o Canadá, em uma espécie de missão para garantir que a namorada estivesse saudável e bem. Os riscos existiam e eram palpáveis, restava apenas que Pipper os aceitasse. Mesmo que as próprias escolhas e ações fossem óbvias – que, de fato, desceria até o Hades caso fosse necessário para trazer Hela de volta – ainda sentia-se insegura e insuficiente.

Por isso estava ali, visitando a mãe, em busca de algum conforto e certeza de que as coisas poderiam dar certo. Quando Blanca retornou havia um prato cheio de comida e um copo na outra mão, a preocupação sendo visível em suas feições. Pipper não evitou o sorriso afetuoso, aceitando a comida mesmo que o estômago estivesse em péssimo estado devido ao nervosismo que sentia.

- Mãe, eu não posso ficar aqui por muito tempo, eu preciso ir em breve.

A cigana assentiu, indicando o cavaleiro de paus sobre a madeira. O significado da carta era o impulso de agir, representado pelo fogo. A carta poderia significar tanto a coragem como a movimentação de fato. Pipper gostava de pensar que havia um equilíbrio entre os dois significados, ao menos naquela situação em específico.

- Eu sei. Você está fazendo a coisa certa, Pipe. – Blanca sorriu, sentando-se e retirando outra carta do baralho arrumado sobre a mesa. A carta retirada tratava-se da estrela, que era representada por uma mulher jogando água em um rio. – Está tudo bem, você vê?

Pipper havia crescido compartilhando do conhecimento sobre as cartas e, assim como o destino poderia ser mutável, nenhuma previsão era totalmente assertiva, dependendo exclusivamente de cada ação das pessoas. Mas, claro, ela não verbalizou nada do que se passava em seus pensamentos, assentindo para a mãe à medida que comia. De mesma forma Pipper sabia que Blanca não tinha o conhecimento do que ela estava fazendo, apenas sabia que ela estava prestes a fazer algo importante.

De qualquer modo Blanca não perguntou, escolhendo confiar no silêncio da adolescente.

O relógio na parede marcava duas da manhã e ela sabia que deveria se mover caso quisesse chegar no horário correto. Pipper suspirou uma, duas vezes, antes de levantar o próprio corpo e, sem que palavras fossem necessárias, ela abraçou a mãe adotiva e saiu para a noite novamente. Como Hela havia intruído, Brontë havia lhe obedecido, absorvendo as preocupações verbalizadas de Pipper enquanto sobrevoavam os céus rumo a Califórnia e permanecerá nas proximidade enquanto a adolescente buscava o conforto – com a mãe – que lhe era necessária para a situação. Mesmo que fosse jovem já havia visto e experimentado diversas coisas ao decorrer da vida, mas isso nunca impediu que pudesse se sentir perdida ou com medo.

Mas claro, o destino parecia disposto a travar uma batalha contra a semideusa em dado momento, desafiando-a a cumprimir com o que seu coração desejava – que era principalmente juntar-se a Hela, possivelmente pelo vínculo de sangue recém formado, além de todo o amor que nutria pela namorada –. Antes que pudesse alcançar o dragão estrelado que sobrevoava a uma distância mínima, uma mão pertencente a um indivíduo desconhecido a agarrou pelo ombro, pressionando uma lâmina contra o pescoço de Pipper com a mão direita.  

A dois anos caso algum desconhecido pudesse agarrá-la em meio a uma noite como aquela e pressionar uma faca contra sua garganta, Pipper teria a certeza de que não viveria para ver o dia amanhecer, congelada de medo para responder. Mas o tempo havia passado e ela era uma semideusa, armada com armas que não machucariam humanos mas poderiam facilmente assustá-los sem a névoa.

- Pode ir passando tudo, princesa. – O homem murmurou em um tom agressivo, aumentando o aperto que exercia sobre o ombro de Pipper.

Ela poderia ter revirado os olhos e zombado do autoritarismo expresso na voz alheia ou a maneira como ele tornava-se agressivo a cada segundo que passava sem que houvesse uma resposta direta da Kang. Por fim, o desejo de estar em movimento, precisamente indo para perto de Hela, era maior do que divertir-se com a tentativa de um assalto. Pipper apenas segurou o pulso do homem, afastando a faca do pescoço e empurrando a própria cabeça contra o nariz alheio sem dar tempo para que houvesse uma reação ou gritos de ajuda. Obviamente o homem a soltou e, na mesma velocidade, ela correu, ativando as asas através do selo e voando até o dragão.

- Desculpa a demora, Bron. Agora vamos para o Canadá, sim?! Precisamos ir muito, muito rápido. – Ela indicou, assim que estava sentada sobre o dorso do dragão e com as asas escuras desativadas novamente, ignorando o fato de que talvez o mascote pudesse achá-la anormal pelo apelido ou forma carinhosa como se referia. O fato é que conversar a ajudava e infelizmente Brontë não tinha muito escolha se não ouvi-la. – Eu estive pensando, você tem uma namorada ou namorado?

O dragão não parecia incomodado, então Pipper continuou conversando e falando qualquer bobagem que lhe vinha com facilidade a mente, observando o fluxo de prédios que pareciam mais como um oceano e que nunca terminava. Exceto pelos pequenos picos de área preservada. Eles estavam em algum local nas proximidades da divisão entre os Estados Unidos e o Canadá quando o ar ao redor mudou. Era o perigo se aproximando e Pipper podia sentir o arrepio involuntário a enquanto retirava a espada da bainha e ativava as asas novamente, por pura precaução. E não demorou muito para que a adolescente vislumbrasse aves feitas de metal, voando contra Brontë e parecendo dispostas a arrancarem um pedaço da semideusa. Ela não evitou um guincho insatisfeito, aguardando o momento certo para tentar golpear algumas das aves com a espada feita de ferro estígio.

Mas aparentemente Brontë possuía mais vantagem ao lidar com as criaturas, cuspindo chamas em área e as afastando o suficiente para que Pipper pudesse golpear as mais inteligentes – que evitavam a boca do dragão –. Ainda assim eram muitos autômatos e eventualmente as aves descobriram que não poderiam de fato causar algum estrago no dragão, focando na adolescente, que naquele momento rebatia as aves de metal sem muita paciência. Mal notando que possuía cortes espalhados pelos braços e pescoço, talvez até alguns rasgos pelas roupas. Mas os monstro apenas a deixaram em paz quando ela desistiu da espada e passou a atacá-los com bolas de energia escura, bebendo da energia e bênção que a noite lhe oferecia de bom grado.

Os cortes obviamente desapareceram da pele da semideusa após alguns minutos com os olhos fechados e ouvindo o ruído do vento e, após isso, Pipper continuou a falar como se nenhum ataque houvesse ocorrido. Ela estava acostumada a lidar com tudo aquilo afinal, fazia parte do que ela era. E, por mais que se sentisse nervosa com qualquer batalha, naquele momento a Kang mantinha a mente focada nos seus objetivos atuais. Ela sequer deu atenção a mudança na paisagem ou ao amanhecer que se aproximava, falando sobre qualquer idiotice com mais facilidade do o habitual. Quebec ficava mais ao oeste, pelo que conhecia, mas de algum modo pareciam que estavam voando o tempo todo em uma reta. E, pela última vez, Pipper sussurrou o endereço que havia decorado naqueles dois dias que Hela havia lhe dado como tempo para que viesse a encontrá-la.

Caso estivesse em um momento melhor, mais feliz, a adolescente poderia ter pensando em alguma piada sobre a casa – uma mansão na realidade – de aspecto pomposo e magnata. Mas apenas o ato de descer do dragão e pedir que ficasse ao redor já provocava uma onda de pânico genuína a Pipper. A morte era uma parte comum a vida da adolescente, desde que se tornou capaz de compreender o significado por trás da palavra. Havia sobretudo crescido em uma comunidade cigana, lhe sendo ensinado desde a infância que a morte não era algo ruim ou para se chorar. Porém a ideia de ter que viver sem algumas das pessoas que mais amava lhe era agridoce, principalmente tratando-se de Hela. O pensamento por si próprio já era doloroso e vivenciar uma situação real onde a namorada poderia morrer…

Ela não fechou os olhos e muito menos suspirou, como costumava fazer em situações difíceis. O estado de nervosismo que estava não permitia que fizesse isso. E, sentindo o coração palpitar contra os ossos, Pipper atravessou a fachada e chegou até a porta, ignorando a sensação de que era observada através das janelas. A porta, naturalmente, estava entreaberta e não foi exatamente uma surpresa para a adolescente observar tudo o que compunha um possível ritual em andamento. O espanto, em partes, veio pela presença da mãe de Hela, Hécate. E talvez fosse unicamente pela presença da divindade que Pipper impediu-se de ir até Hela, andando pouco pela sala e sem saber o que deveria ser feito. O nervosismo se instalando permanentemente em seu estômago.

Em algum momento Hela e Hécate passaram a conversar, o tom sério utilizado sendo o suficiente para Pipper afastar a mente da conversa, observando o sangue divino que manchava o chão no formato de um pentagrama. Se por um lado rituais de sangue eram complicados, ela não podia imaginar a complicação que envolvia aquele ritual em específico que era ativado com sangue divino. Havia também uma caldeirão, uma mão e ao que parecia partes de um cajado.

A Kang suspirou, olhando para Hela em um receio absurdo de que as coisas pudessem correr de forma errada. No fundo existia a convicção de que, de fato, as coisas correriam para fora dos trilhos em algum momento e era por isso que estava ali. Para garantir que Hela vivesse. E, como se a mais velha soubesse o que se passava nos pensamentos da adolescente, ela se aproximou, selando os lábios na testa de Pipper. Não sem antes se desculpar e falar que a amava… soando como uma despedida, a voz falhando, como se houvesse sentimentos demais para serem verbalizados.

- Eu também te amo! Não se desculpe e, por favor, não se esqueça que eu vou fazer o possível para tudo dar certo. – Pipper indicou, com mais medo e seriedade na voz do que desejava que houvessem. E, o tempo que passaram ali, juntas, parecem apenas segundos quando se findou.

Hela afastou-se, traçando uma conversa com Hécate. O conteúdo presente nas palavras era estranho, Pipper ouvia o que era pronunciado, mas não compreendia com precisão. Mas as palavras de Hécate lhe eram fáceis de entender, ela não poderia salvar Hela caso algo desse errado, mas não havia nada que pudesse impedir Pipper de salvá-la.

Por uma última vez, Hela volveu os olhos rumo a adolescente e, em seus olhos, havia… um turbilhão de sentimento e coisas não ditas. Havia receio também e talvez medo. Pipper sentiu um arrepio subir pela coluna, a medida que Hela volveu os olhos para um outro canto, o ritual sendo iniciado antes que pudessem ter mais algum tempo. O sangue divino que pintava o chão pareceu reluzir e brilhar, como se fossem na verdade luzes e, naquele momento, ela sequer conseguia achar beleza no ritual. Assistindo quando uma espécie de cúpula dourada pareceu provir do sangue divino, fechando-se ao redor de Hela e… bloqueando por completo a visão que a Kang possuía da mais velha.  

- Que… que merda é essa? – Pipper questionou, a voz se tornando mais aguda e sem respeito, sem sequer olhar para Hécate, a atenção fixa na cúpula dourada.

Os dedos estavam fechados em punhos e ela sequer sonhava em interferir, tendo o conhecimento de que poderia fazer tudo tornar-se pior caso interferisse. Ela havia, de fato, estudado sobre rituais de riscos e era exatamente por tais motivos que estava tão nervosa e adornada de receios. Tinha medo que os riscos fossem muito mais do que poderia pagar.

- Completamente normal, nada fora do comum. – Hécate indicou, também não olhando para Pipper.

E o silêncio se instalou, denso como o ar que as envolvia naquele momento. A noção de tempo de dissolvendo no nervosismo que envolvia o corpo da semideusa. Parecia que o tempo sequer avançava, movendo-se ao próprio modo. E cada momento servia para aumentar o temor que Pipper sentia.

- Hécate, o que está acontecendo? – Pipper perguntou, talvez buscando alguma distração.

Mas a Deusa nunca teve a chance de explicar o que acontecia na barreira dourada, já que a mesma se desfez, revelando o corpo desacordado de Hela, junto a alguns ferimentos espalhados pelo corpo da mais velha. Mas Pipper sequer os analisou com detalhes, invadindo o círculo mágico que, naquele momento não mais tinha utilidade. A adolescente apenas segurou a cabeça de Hela a aproximou as testas, o próprio desejo, somado ao desespero que sentia, foram o suficiente para fazerem o poder de Pipper funcionar. E, nenhuma sensação do mundo se equiparava aquela.

O centro de gravidade havia se modificado e, por um longo tempo, havia apenas ela e Hela, como polos de energia diferentes, lutando para entrarem em uma compatibilidade. E Pipper continuava a sentir o desespero, somado a pressa. Ignorando a tontura e a forma como o universo parecia girar, a conectando unicamente a Hela, que parecia ser seu ponto gravitacional. Quando abriu os olhos, a adolescente notou que estava feito, que estavam ligadas.

A consciência de Hela estava… flutuando e seu corpo – que naquele instante era compartilhado com Pipper – estava fraco. Mas ela estava viva. A adolescente sequer notou quando começou a chorar, fechando os olhos em um desejo que parte das dores de Hela pudessem ser absorvidas pelo próprio corpo. Desfazendo o poder assim que notou que a namorada estava apenas dormindo.

Hécate não mais estava ali e, naquele momento Pipper não se deu ao trabalho de tentar levar Hela para algum outro canto da sala espaçosa, comparando as marcas gêmeas que encontrava no próprio braço como no da mais velha. Eram duas cobras entrelaçadas, uma na cor branca e outra na cor preta. Aquela tatuagem era um sinal que tudo havia ido bem e que não importava a situação, ambas poderiam contornar a situação. Ela fechou os olhos, apoiando a cabeça quase na barriga de Hela, segurando a mão direita da namorada e ouvindo o batimento cardíaco.

Em algum momento os mascotes havia entrado na sala, ocupando o espaço que desejavam. Pipper perdeu a conta do tempo que permaneceu ali, deitada ao lado de Hela, ouvindo a respiração e o som do vento lá fora. Sequer a incomodava a sensação de que haviam coisas a espreitando pelos cantos daquela casa. E, em algum momento, os batimentos cardíacos de Hela se alteraram, fazendo a adolescente erguer o rosto de imediato. Não dando tempo para que a mais velha raciocinasse antes de abraçá-la com mais força do que deveria.

- Pelos Deuses, eu achei por um momento que você pudesse ter morrido, Hela! – Pipper exclamou, com a voz abafada por estar abraçada a namorada, sem mais lágrimas para chorar.

E, em um suspiro, Pipper passou a contar as coisas que haviam ocorrido – a pedido da asiática –, mesmo que outros acontecimentos ainda lhe soassem confusos, afinal ela não era capaz de compreendê-los. Indicando as tatuagens que compartilhavam e a ligação estabelecida. A adolescente sabia que parte da energia de Hela estava mesclada em si e o mesmo ocorria com a mais velha. A ligação de sangue e de aura as tornavam próximas a ponto de sentirem caso algo ocorresse a outra. Mas a adolescente não sabia quais eram os outros efeitos, apesar de não arrepender-se. Suspeitando que, talvez, caso uma delas morresse, só retornariam do mundo dos mortos – como reencarnações – juntas. Suas vidas estavam conectadas.

- Eu amo você. – Pipper suspirou, selando os lábios aos de Hela mais vezes do que poderia contar nos dedos.    

E, de algum modo, Hela sempre parecia ter algo a falar para surpreender a adolescente. Primeiro havia aqueles olhos coloridos de um tom entre rosa e vermelho, a olhando com determinadas doses de seriedade – mesmo que houvesse acabado de sobreviver de um ritual complicado –. Utilizando aquele tom doce e cheio de carinho que Pipper poderia simplesmente sufocá-la com tanto amor. E as palavras que deixaram os lábios de Hela a deixaram quase em choque.

A Kang ficou parada com a boca aberta, encarando Hela por alguns segundos, antes que pudesse ser capaz de reagir de fato.

- Oh.

Ela sussurrou como uma estúpida, ainda tentando processar a informação de que Hela desejava que pudessem se casar em algum momento no futuro.

- Mas. Assim… Oh meus Deuses. É claro que eu quero casar com você. Digo, nós meio que somos casadas?! Hela, precisamos esperar até eu ter dezoito anos! E nosso namoro não é errado, que idéia… Mas sim, eu acho que minha avó e minha mãe podem ajudar, você deveria ir numa festa cigana algum dia…

Infos:
Armas:
• Faca de Bronze Celestial [ Uma faca de lâmina curta - cerca de 10 cm - com cabo em madeira envolvido em couro para tornar o manuseio melhor. | Não produz feridas em mortais. | Bronze celestial, madeira e couro. | Sem espaço para gemas. | Alfa. | Status 100%, sem danos. | Comum. | Nível 1. | Item inicial. ]

• Ghost [Uma espada curta e irregular, envolvida por uma aura negra, seu cabo é envolto em couro e sua lâmina é feita de ferro estígio. Se adapta muito bem ao seu usuário, sendo bastante equilibrada. | Efeito 1: Aumenta o poder dos filhos de Nyx e permite que tais crianças consigam fazer uso/manipulação da energia escura que está ao redor da lâmina sem que haja gasto de MP por criação de tal elemento. (Pode ser usado por apenas 3 turnos.) Efeito 2: +10% de dano contra criaturas de luz. | Ferro estígio e couro. | Sem espaço para gemas. | Beta. | Status 100%, sem nenhum dano. | Mágica. | Arsenal do Acampamento.]

• Arsenal [Anel brilhante com uma pedra preciosa, esbranquiçada e minúscula em seu centro | Aço | Possui o efeito de alterar uma arma, mudando assim sua forma, detalhes, e qualquer outra coisa que o portador desejar, desde que as alterações sejam apenas físicas. Ou seja, utilizando o efeito do anel, é possível transformar uma lança em uma espada ou faca, ou qualquer outro item de ataque. Um escudo circular pode ser transformado em um broquel, ou um escudo de corpo. Os materiais dos itens podem ser alterados, mas seus efeitos sempre serão os mesmos (exemplo: uma espada elétrica ainda causaria dano por eletricidade se transformada em uma lança) | Não possui espaços para gemas | Comum | Resistência: Sigma | Status: 100%, sem danos | Comum | Comprado na loja.]

• Estrela de Davi [Um pequeno pingente de prata preso a uma corrente de ferro. A estrela apresenta seis pontas, mas apenas 3 delas servem para algo. Quando ativado transforma-se em uma das três armas a seguir: Arco e flecha da lua (feitos de prata lunar e com flechas mais finas e rápidas que o normal perfurar mais fundo do que qualquer outro arco, se a pessoa retirar a flecha do corpo ao ser atingido o estrago será maior). Espada de prata (feito de prata lunar assim como arco, a espada se ajusta perfeitamente a mão do usuário, sempre será leve para o portador tornando seu manuseio ainda mais fácil, inscrições de grego antigo adornam a arma, e se alguém for atingido duas vezes seguidas pela espada o terceiro golpe será ainda mais letal, a arma dobra a força e o peso, e ao atingir o corpo causa cortes mais profundos). Escudo refletor: Aparentemente um escudo/espelho (Ao ser ativado surge na frente do corpo do semideus, quando ativo o escudo é capaz de proteger qualquer ataque mental desferido contra o portador da arma, tais ataques serão refletidos e retornam a pessoa que lançou, o escudo não protege ataques físicos, apenas mentais). Quando inativo volta a ser a corrente. | Arco e flecha: +15% de dano; Espada: +15% de dano nos dois primeiros golpes e +30% em um terceiro golpe; Escudo: Confere imunidade à magia e redução de dano de outros ataques. | Prata lunar. | Sem espaço para gemas. | Alfa. | Status 100%, sem danos. | Mágico. | Nível 5 | TV Hefesto - A Roleta do Azar.]

• Cupid Ring [ Um anel de ouro com um pequeno rubi incrustado, de um lado do rubi é possível ver a runa Raidho, enquanto do outro lado é possível ver Thurisaz. Na parte interna das alianças há a frase "Lembre-se do perigo de onde viemos" e as iniciais de Hela Deverich logo após o fim da frase. | Traz proteção a quem usa pelo fato de possuir a runa Thurisaz e faz com que o casal que a usa possua uma forte ligação. | Ouro e rubi | Sem espaço para gemas| Beta | Status 100%, sem danos | Mágica  | Loja de Afrodite, encantadas por Hela A. Deverich]

• Mørk [ Aros feitos de ouro branco com três pequenas ametistas incrustadas no centro onde, ao lado das pedras, é possível ver entalhes da serpente Jörmungandr à direita e de um trevo de quatro folhas à esquerda (representando o lado nórdico de Hela e o lado cigano de Pipper), na parte interna das alianças encontra-se gravado apenas os nomes das jovens em uma caligrafia fina e delicada. | As alianças permitem que as semideusas tenham uma ligação mental, podendo se comunicar por pensamentos independente de onde se encontram e também podem alertar quando uma das duas se encontra em iminente perigo, dando a chance de que uma vá ao socorro da outra. | Ouro Branco e Ametista | Hela e Pipper ]
Poderes:
Ativos:
Nível 68
Nome do poder: Absorção de Aura
Descrição: O filho de Nyx/Nox consegue juntar o próprio corpo com o de outra pessoa durante dois turnos, durante esses turnos parte do poder da prole do deus da noite será compartilhada com aquele junto ao seu corpo (poderes até o nível 20, ativos e passivos de ambos os lados). E no terceiro turno, quando se separarem, dois poderes que foram utilizados por aquele que se juntou ao filho de Nyx/Nox (do lado dele, não do filho da deusa da noite), poderão ser usados por ele mesmo sem estar junto ao corpo. Isso acontece porque parte da aura do aliado da prole de Nyx/Nox, é absorvida por ele, então uma pequena partícula dos poderes daquela pessoa, também vem para ele.
Gasto de Mp:  100 MP
Gasto de Hp:  Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: Nenhum
Extra: Dura dois turnos a junção de corpos, sendo que o filho de Nyx/Nox é expulso do corpo no terceiro turno, e ainda saíra com dois dos poderes dos utilizados pelo seu aliado em batalha (poderes do aliado, não dele), para usar durante os dois turnos seguintes. O poder não fica com o filho de Nox/Nyx, só dura esses dois turnos seguintes, depois, desaparecem.

Nível 65
Nome do Poder: Manipulação de Energia Escura III
Descrição: Poderá criar até sete bolas de energia escura e elas causarão feridas semelhantes a uma queimadura de terceiro grau.
Gasto de Mp: 15 por esfera criada.
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Nenhum
Dano: 20 por esfera liberada, totalizando um dano de 100 HP.
Extra: Nenhum
Passivos:
Nível 1
Nome do poder: Visão Noturna
Descrição: Têm sua íris dilatada, aumentando o foco, e consequentemente a distância a que se pode enxergar. O personagem toma posse da concentração para que consiga perceber se há pessoas no local através de pontos cegos, sendo capazes de detectar inimigos através de suas sombras. A sombra durante a noite, torna o corpo ainda mais vulnerável, e para os filhos de Nyx/Nox ela se tinge de negro no corpo dos inimigos. Assim sendo, quando essa visão está ativa, eles conseguem detectar essa sombra, e rastrear seus inimigos, mesmo que eles estejam invisíveis.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Conseguirão detectar até mesmo inimigos invisíveis, desde que não estejam protegidos por uma magia, ou poder de nível superior ao seu.
Dano: Nenhum

Nível 2
Nome do poder: Escritos antigos
Descrição: O semideus é diretamente ligado a línguas demoníacas antigas, bem como ensinamentos bruxos, o latim – de onde provem boa parte dos feitiços – e simbologia. Podendo traduzi-las e entende-las de forma perfeita, também conseguindo falar com perfeição.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Isso permite ao semideus descobrir novos feitiços e poderes, e inclusive executa-los, se for preciso.
Dano: Nenhum

Nível 5
Nome do poder: Proteção
Descrição: Nyx/Nox é uma mãe zelosa quando se trata dos filhos, e concede a eles uma proteção invejável. Seus corpos tem um escudo e resistência natural, que impede criaturas, e espíritos malignos, bem como demônios, de tomarem seu corpo e sua mente.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Qualquer criatura que tentar violar o corpo do filho de Nyx/Nox de maneira baixa, será expulso, e terá uma parte da alma machucada.
Dano: 10% de dano na barra de HP (retirado do total), da criatura que tentar violar o corpo do filho de Nyx/Nox.

Nível 6
Nome do poder: Aliado da Noite
Descrição: Quando lutam durante a noite os filhos de Nyx/Nox ganham uma força extra de campo, que permite que suas habilidades sejam aprimoradas de uma maneira surpreendente. Os atributos de força, agilidade, esquiva, e velocidade, são melhorados.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +25% de força, velocidade, agilidade, e esquiva.
Dano: Nenhum

Nível 14
Nome do poder: Imunidade Noturna
Descrição: À noite o corpo do filho de Nyx/Nox fica mais resistente a ataques que envolvam venenos, magias e ataques mentais que envolvam sua fisiologia e psicologia (habilidade que deixam tonto, paralisados, com medo, que obedeça a outros e etc.). Esse poder não funciona durante o dia.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Ataques relacionados a veneno, magia, ataques mentais, ou etc, terão o dano reduzido em 50% durante a noite. Não funciona durante o dia.
Dano: Nenhum

Nível 15
Nome do poder: Pericia com Laminas II
Descrição: Conforme o treinamento do semideus evoluiu, sua precisão com laminas se tornou ainda mais evidente. Agora, outros tipos de laminas também se tornam perfeitas em suas mãos, e mesmo sem nunca ter manejado essa arma, terá certa facilidade em lutar com elas. Espadas longas e lanças, podem virar armas tão mortais em suas mãos, que é melhor seus inimigos se afastarem.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: +70% de assertividade no manuseio de laminas (adagas, espadas, lanças, e etc).
Dano: +35% de dano se o oponente for acertado pela arma do semideus.

Nível 30
Nome do poder: Bom Magico IV
Descrição: Nyx/Nox sempre foi temida, seus filhos não são diferentes. Como mágicos experientes, conforme se desenvolvem, também adquirem a capacidade de sua mãe, podendo conseguir realizar feitiços mais fortes do que qualquer outro semideus, superando-os de uma maneira impressionante. Seus feitiços são precisos e certeiros, e o semideus com toda certeza se tornou um feiticeiro experiente em magia.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Ganha 40% de força em seus feitiços (em poderes ativos).
Dano: +20% de dano se os feitiços acertarem

Nível 32
Nome do poder: Imunidade abaixo de 0º
Descrição: Por mais que os semideuses estejam em algum lugar em que o clima esteja abaixo de zero, eles não são afetados, sentem frio, mas não chegam a ser afetados como os filhos de outros deuses, acostumando-se com facilidade as mudanças bruscas.
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: A mudança brusca de temperatura não o afeta tanto
Dano: Nenhum

Nível 70
Nome do poder: Cura Noturna IV
Descrição: Ao estar imerso na escuridão, os filhos da deusa podem recuperar energia de forma involuntária. Feridas pequenas, e cortes superficiais agora se fecham completamente, feridas fundas se tornam cicatrizes, e grande parte de sua energia é restaurada, permitindo que o semideus fique forte novamente. (Pode ser usado uma vez a cada 3 turnos).
Gasto de Mp: Nenhum
Gasto de Hp: Nenhum
Bônus: Recupera +100 MP e 100 HP
Dano: Nenhum
Bênçãos:
Nome da benção: Asas demoníacas
Descrição: Poder permite que a semideusa a partir de um selo – Losango negro – na nuca, abra asas negras de um demônio. Permite o semideus voar a até 100 Km/h sem prejuízo nenhum, sem gasto de MP.
Gasto de MP: Nenhum.
Gasto de HP: Nenhum.
Bônus: Nenhum.
Dano: Nenhum.
Extra: Nenhum.
Ritual:
Ritual: Ligação de Almas e Compatibilidade Energética
Descrição: O ritual pode-se apenas ser utilizado uma vez durante toda a existência de um indivíduo (e da pessoa que é ligada consequentemente) e não é rompido nem através da morte. E seus efeitos consistem em uma bênção conjunta que confere as duas pessoas uma troca de MP e HP, que faz com que o valor de ambos os campos se igualem entre os dois portadores (apenas uma vez por missão, mvp, pvp etc. independentemente das duas pessoas possuírem a marca, se uma usar será contado para ambos) e bônus de 15% ao lutarem em conjunto. O ritual é feito em até duas partes, no mínimo, e três partes no máximo. A primeira parte consiste na abertura da energia dos envolvidos, sendo necessária a purificação do local, sal grosso, sangue de ambos, essência de salvia e olíbano – primeiramente quem realiza o ritual deverá purificar o ambiente seja usando runas ou itens como arruda, alecrim etc. após purificar o local é necessário desenhar a runa Raidho e a energizar com o sangue de ambos, espalhando uma mistura entre sal, essência de salvia e olíbano pela runa, para que haja a selagem da união. Ao concluir a primeira parte ambos estarão ligados através do sangue e entrando em sintonia espiritual, mas ainda não foi concluído. A segunda parte consiste nas energias entrarem em sintonia, podendo ser realizada através de um outro ritual ou de algum feitiço que permita a sintonização energética, com isso a pessoa que é passiva ao ritual entrará em uma espécie de sono induzido que consiste na aceitação da ligação. Caso a pessoa não aceite a ligação todos os efeitos do ritual será cancelado. O ritual estará completo quando aparecer uma marca especifica em uma parte determinada do corpo de ambos os envolvidos.
Gasto de Mp: - 400 de MP na primeira parte e o gasto de MP na segunda parte é determinado pelo narrador e/ou pelo novo ritual que permite compatibilidade de energias (para que sejam trocadas).
Gasto de Hp: Nenhum.
Bônus: Caso seja realizado durante a lua cheia, há uma chance de +30% de que ele funcione corretamente.
Dano: Nenhum.
Extra: A ligação, caso bem-sucedida, concede uma bênção a ambos os portadores.

Nome da benção: Ligação de Aura
Descrição: Consiste na tatuagem de duas cobras entrelaçadas, sendo uma branca e uma preta. As duas tatuagens são localizadas no antebraço das semideusas e seus efeitos consistem em uma bênção conjunta que confere as duas pessoas uma troca de MP e HP, que faz com que o valor de ambos os campos se igualem entre os dois portadores (apenas uma vez por missão, mvp, pvp etc. independentemente das duas pessoas possuírem a marca, se uma usar será contado para ambos) e bônus de 15% de força e força ao utilizarem feitiços e poderes ativos ao lutarem em conjunto.
Gasto de MP: Nenhum.
Gasto de HP: Nenhum.
Bônus: Nenhum.
Dano: Nenhum.
Extra: 15% de força e força ao utilizarem feitiços e poderes ativos ao lutarem em conjunto.


the night
"We carry all of the power we need inside ourselves already."

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Kang Pipper
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Re: ( ʤ · run on gαsolıne

Mensagem por Éter em Ter Jul 10, 2018 8:13 pm


Hela A. Deverich


Método de Avaliação:

Valores máximos que podem ser obtidos

Máximo de recompensa: 20.000 XP  + 20.000 dracmas

Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 30%

Realidade de postagem + Ações realizadas – 50%
Escrita: Gramática, erros, pontuação, coerência, concordância, etc – 20%
Criatividade/Estratégia em combate + inteligência – 25%

Recompensa: 19.000 (-50% por estar recebendo a benção) = 9.500 exp e 20.000 dracmas. Benção adquirida, verifique a versão final em spoiler, pois ela foi editada para acrescentar detalhes importantes. Maldições removidas.

Comentário:
Eu admito que tive de olhar um pouco as postagens anteriores, para que o contexto ficasse completo em minha mente. Você foi brilhante e dedicada em sua ideia de enredo, separando por partes e sendo paciente para poder. Os 5% retirados foi em questão de criatividade em combate. Eu esperava um pouco mais de detalhes nas técnicas de combate, apesar de entender que o desafio emocional também estava em jogo. PS: PARABÉNS PELO NOIVADO
Benção Final:
Nome da benção: Deusa dos Mortos
Descrição:  Mesmo que Hela tenha se livrado da maldição, ela ainda possui uma ligação com a deusa: seu nome. Foi o truque utilizado por sua avó para que ela tivesse alguma chance de sobreviver, portanto, a deusa nórdica decidiu presentear Hela por ter realmente sobrevivido. Sempre que Hela desejar, seu corpo assumirá um aspecto semelhante ao corpo da deusa: o lado esquerdo torna-se putrefato e em avançado estado de decomposição. Esse aspecto lhe confere duas coisas: intimidação e controle sobre os mortos que se encontram no local.
Gasto de MP: -30% do MP total.
Gasto de HP: -10% do HP total.
Bônus: Inimigos de nível menor hesitarão em atacar e os mortos dos locais se tornam obedientes subordinados.
Dano: Nenhum.
Extra: O controle dos mortos funciona apenas com os que se encontra no ambiente; não funcionando em criaturas que são classificados previamente como morto-vivo. Caso um semideus seja reanimado por essa habilidade, ele possuirá apenas o FPA, sem ter os poderes passivos e ativos, pois trata-se apenas de um corpo sem alma ou energia. O morto sob o controle da semideusa terá a mesma condição corporal em que se encontra: se estiver sem braço, permanecerá de igual maneira. Se o corpo estiver putrefato, também apresentará as características de deterioração.

Kang Pipper


Leia Atentamente:
Jovem semideusa, eu achei a sua participação fundamental nessa parte da jornada de Hela. Ficou claro que o casal possui um vínculo em que a vida das duas se entrelaçam. Vocês tem uma carga de postagem juntas enorme e acredite, isso me ajudou a pensar sobre benção que você solicitou.

Porém... Você a usou antes que ela estivesse validada! Isso é um erro, pois vamos supor que ela precise ser modificada, como foi feita aqui mesmo com a benção solicitada por Hela nesta etapa. E se essa mudança ocasionasse em uma mudança também no método do ritual? Nunca se sabe... Por isso estou retirando toda a recompensa que você poderia ter nessa participação, para poder equilibrar com o fato de que estou validando o ritual e a benção de casal.
Benção:
Nome da benção: Ligação de Aura
Descrição: Consiste na tatuagem de duas cobras entrelaçadas, sendo uma branca e uma preta. As duas tatuagens são localizadas no antebraço das semideusas e seus efeitos consistem em uma bênção conjunta que confere as duas pessoas uma troca de MP e HP, que faz com que o valor de ambos os campos se igualem entre os dois portadores (apenas uma vez por missão, mvp, pvp etc. independentemente das duas pessoas possuírem a marca, se uma usar será contado para ambos) e bônus de 15% de força e força ao utilizarem feitiços e poderes ativos ao lutarem em conjunto.
Gasto de MP: Nenhum.
Gasto de HP: Nenhum.
Bônus: +15% de força
Dano: +15% em ativos e feitiços.
Extra: Só funciona em combates em conjunto, benção não será "ativada" quando separadas.

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Éter
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Re: ( ʤ · run on gαsolıne

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