The Blood of Olympus
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Panda's Laboratory

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Re: Panda's Laboratory

Mensagem por Pandora M. Drumachesky em Dom Dez 25, 2016 12:39 pm



Tenho que parar de ser tão preguiçosa, mas ao mesmo tempo, não consigo. Respirei jogada no sofá ao canto do laboratório, babando sobre uma almofada de bichinho que tinha conseguido contrabandear para o acampamento a alguns dias. Respirei fundo, agarrando a pelúcia mais forte, e me recusando a levantar, mesmo sabendo que precisava. Eu tinha muito o que fazer, mas na verdade não era obrigada, eu queria, me planejara durante noites a fim para conseguir fazer aquilo, e agora estava ali, jogada de qualquer jeito sobre um sofá velho. Grande Pandora, você merece o Oscar de urso do ano, pois nem os ursos de superam no sono, na fome, e na preguiça.

Abri os olhos, encarando o ambiente ao redor, e me deparei com as luzes ainda apagadas, o que me fizera querer voltar a dormir no mesmo minuto. Resmunguei ao lembrar que não podia, e cocei os olhos, até que esses se adaptassem e ajustassem a escuridão do laboratório. Na verdade, o escuro para mim nunca fora problema, meus olhos estranhamente conseguem ver tão bem na calada da noite, se ajustam, tão bem quanto de dia, se não for melhor, mas sei que minha vista pode ser prejudicada por isso. Ergui-me do sofá e acendi as velas, já ligando o fogo para acender três caldeirões simultaneamente.

Coloquei os caldeirões nas chamas ardentes, e despejei no primeiro um litro de agua, deixando-o ali para aquecer. Passei ao segundo, despejando agora apenas meio litro. No terceiro despejei álcool etílico, apenas meio litro, também deixando para ferver junto a um pouco de agua. Deixei o fogo no médio, eu demoraria propositalmente enquanto preparava o restante dos ingredientes. Deixei duas colheres ao canto, e uma concha, apesar de não querer misturar uma poção com outra, por isso também deixei uma vasilha de agua ao lado, e um pano branco para limpar os instrumentos a cada nova mexida nas poções, diferentes entre si.

Separei um conta gotas, colocando dentro gotas de vanilla musk, cortei a bergamota sobre o pilão, e separei também a pinça de escorpião do tártaro. Me movia rapidamente pelo aposento, separando e cortando ingredientes. Joguei o pacote de pó de pedra do submundo ao lado, o pote de pétalas de rosa, as caldas de cão infernal, e juntei com os frascos já em gotas que precisava, era uma benção que a loja vendesse tudo isso já preparado. Me pergunto quanto tempo levaria para transformar as pedras em pó com apenas um pilão, vender já embalado quase me faz gritar vivas, sim, sou naturalmente preguiçosa, nunca escondi isso de ninguém.

Joguei o pacote com folhas de gota carnívora, e busquei o frasco com veneno de píton, também separando ao lado dos caldeirões. Comecei pelo elixir de prometeu, pegando dois olhos de ciclope e espremendo entre os dedos – agora enluvados por luvas de plástico que descartaria em breve – deixando o liquido escorrer por entre os dedos até despejar sobre a água. Com a mão livre puxei a colher mexendo a poção por alguns poucos minutos, até deixar a água gosmenta e nojenta. O cheiro também não era dos melhores. Peguei a faca, picando a calda de cão infernal em pedacinhos sobre a tabua de madeira, e também despejei sobre o caldeirão de água fervente, e aumente o fogo, deixando-as se dissolver.

Passei ao caldeirão seguinte, enquanto a primeira poção derretia as caldas presentes. Despejei o pó de monstro, e remexi a mistura para que o pó dissolvesse dentro da água, adquirindo uma coloração dourada minutos mais tarde. Por fim acrescentei a pinça de escorpião, e também aumentei o fogo, aquela poção precisava de cerca de meia hora para que a pinça derretesse sobre a água dourada. Tempo suficiente para concluir as outras duas. Passei ao terceiro caldeirão. Despejei sobre ele essência de baunilha sobre o álcool, a deixando derreter conforme usava a segunda colher para mexer a poção, após claro, limpa-la, pois tinha usado para mexer o elixir de prometeu, e não queria divertir o efeito de uma para a outra.

Adicionei as duas notas de cassis sobre a mistura, sem parar de mexer a poção, e esperei que a coloração mudasse para um roxo claro. Acrescentei as rosas vermelhas, deixando-as derreter desaparecendo no liquido, e coloquei por fim bergamota e mandarina. Continuei mexendo por um tempo, até conseguir a mistura que queria, então peguei o conta gotas, usando-a para despejar apenas cinco gotinhas de vanilla musk, a quantidade errada poderia fazer a poção dar completamente errada, e eu não queria isso. Mexi a poção com a colher em fogo baixo, até que a mesma ficasse rosa clara, o que indicava que estava pronta. Tampei o caldeirão deixando que descansasse, então voltei ao primeiro.

As caldas de cão infernal tinham derretido por completo, e a poção já tinha adquirido um aspecto vermelho. Limpei a colher, a lavando e secando, antes de mergulhar novamente naquela poção, mexendo-a no sentido horário por um tempo, vendo-a borbulhar sobre o cadeirão negro, então desliguei o fogo. Precisava esperar que a poção amornasse antes de continuar com aquela, por isso, passei ao segundo caldeirão novamente. Já fazia meia hora exata que a pinça tinha sido mergulhada na água, e dissolvida sobre o pó dourado, o que me dava a liberdade necessária para seguir em frente.

Usei a tabua de madeira e a faca para amassar as folhas de plantas carnívoras, e despejei-as sobre a água fervente em tons de dourado, deixe-as fervendo por mais uns minutos, então desliguei o fogo. Puxei o frasco de veneno de píton, e puxei apenas uma gotinha com o conta gotas, despejando-a sobre o liquido dourado. Então tampei aquele caldeirão assim como fizera com o terceiro, pois, a poção também fora concluída. Voltei ao primeiro caldeirão, agora com água morna. Usei a balança para medir as gramas do pó de pedra do submundo, 500 ao todo, e recolhi-as sobre um segundo pacotinho, despejando-as sobre o caldeirão de agua avermelhada, e por fim, remexi-a até misturar seu último ingrediente, a concluindo também.

Usei a concha, e separei o elixir de prometeu primeiro, em um kit de seis frascos transparentes com tamanho mediano. Rotulando e deixando em um ambiente mais aquecido, pois a poção fria não tinha efeito, de forma que também precisaria aquecer o conteúdo novamente cada vez que fosse usá-lo. Destampei o caldeirão dourado, com veneno, e repeti o processo, limpando a concha antes de mergulhar no liquido, usando também um funil para despejar em seis frascos – um pouco menores do que os anteriores – rotulando e guardando na prateleira destinada. Repeti o processo pela terceira vez, agora com perfume inebriante, separando apenas cinco frascos dele, e despejando o restante em um frasco de perfume vazio, ao qual tampei rapidamente, guardando em uma caixinha e separando no canto. Limpei toda a bagunça deixada, e voltei a guardar os ingredientes, tinha terminado.

Poções Abaixo:
Frascos de Elixir de Prometeu: Vidros de tamanho mediano, com liquido vermelho em seu interior, selados e rotulados. Quando ingerido, segundo o livro de poções, faz com que o semideus consiga passar no meio do fogo ou tocar ele sem se queimar. Ele ainda pode fazer "bolas de fogo" com a sua Energia, usando 20 de MP para cada bola feita. Dura três turnos. (x6)

Frascos de Perfume Inebriante: Vidros de tamanho mediano, com liquido rosa claro em seu interior, rotulados e selados. Aqueles que sentem o cheiro do perfume também sem lembram do cheiro que mais o agrada, e portando se sentira atraído a ponto de querer agarrar a pessoa a todo custo, após o efeito passar no entanto não se lembrara exatamente de nada que fez, o efeito pode durar até um dia inteiro dependendo da intensidade da poção. (x5)

Frascos de Veneno: Vidros com frascos de tamanho pequeno, apresentam a coloração dourada, o frasco foi selado e rotulado. O efeito:  Os primeiros enjoos são enjoo e o desmaio, logo após o semideus terá hemorragia interna e externa podendo causar sérios danos ao corpo do semideus, ou até levar a morte dependendo da quantidade de veneno ingerido.

Perfume Inebriante: Um frasco de perfume de tamanho médio, sem rotulo, com uma tampinha dourado, o vidro é preto, impedindo qualquer um de ver o que tem dentro. Aqueles que sentem o cheiro do perfume também sem lembram do cheiro que mais o agrada, e portando se sentira atraído a ponto de querer agarrar a pessoa a todo custo, após o efeito passar, no entanto, não se lembrara exatamente de nada que fez, o efeito pode durar até um dia inteiro dependendo da intensidade da poção. O efeito é valido para quem sente o perfume, e não para quem o usa. Por isso, se a poção for passada no corpo, o perfume terá o efeito naqueles que estiverem por perto, o semideus com tal perfume, fica irresistível.

Itens usados:

1 litro de água fervendo
2 caudas de cão infernal
2 olhos de ciclope
50g de pó de pedra do Submundo
+Frasco de Perfume
1 pinça de rabo de escorpião do tártaro.
2 Folhas de planta carnívora.
1 Gota de veneno de Pithon,
100g de pó de monstro
½ Litro de Agua Fervente.
20 pétalas de rosa vermelha
5 gotas de vanilla e Musk
2 notas de cassis
1/2 litro de álcool etílico
1 pedaço pequeno de bergamota
1 frasco de mandarina.
TENHO TUDO NA MINHA MOCHILA, E ALGUNS COMPREI POR ULTIMO, O QUE USEI PODE TIRAR DO ARSENAL JÁ
Meus itens de magia:

Cajado Negro ou Varinha Negra: As feiticeiras de Circe tem o total arbítrio para escolherem entre uma varinha ou um cajado quando aceitas pela mesma como sua seguidora. Cabo simples adornado com perolas roxas que emitem uma luz purpura cintilante. Seu portador tem a capacidade de evocar nevoa negra. Tal nevoa permite ao usuário uma fuga rápida, já que deixa o inimigo no escuro por um período curto de tempo, além disso o cajado ajuda a feiticeira a ter controle sobre seus dons e poderes, além de auxiliar na pratica de magia. Quando não esta em uso se transforma em um anel.

Grimorio: Encadernado com couro vermelho, é um livro de feitiços selado, que apenas se abre pelas mãos de seu portador – qualquer outro individuo que conseguir abrir o grimorio, só vera páginas em branco – a capa tem o desenho de um pentagrama de cinco pontas, e é coberto por símbolos. O Nome do portador é gravado na capa.

*Ghostly Blade :Uma adaga de dois gumes, feita de prata e ouro branco. Seu cabo é feito de cristal, com um reservatório para almas recolhidas. Quando esse reservatório estiver cheio - máximo de sete almas -, a lâmina da adaga exalará um cheiro de carne putrefata, que matará o alvo com a ausência de oxigênio aos poucos; enquanto ainda não há almas suficientes para isso, a adaga se fortalece com cada alma recolhida.






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Re: Panda's Laboratory

Mensagem por Pandora M. Drumachesky em Dom Dez 25, 2016 3:19 pm



Pausa para o almoço, porque comer é a parte mais importante do dia. Deveriam ter sido alguns minutos, mas foram algumas horas – eu disse que estou competindo com pandas certo? Não era mentira – e só então retomar o trabalho. E eu estava literalmente sentada sobre mais uma porção de marcas sobre o solo. As janelas ainda fechadas, mas o clima era fresco.

A vida devia ser mais fácil, conseguir itens deveria ser mais fácil, mas não eram. A primeira coisa que eu precisava, invocar fantasmas e itens, é, não é exatamente uma coisa fácil, mas se eu queria concluir aquele ritual maluco no qual tinha preparado dias antes, era melhor começar e logo. Desenhei o pentagrama no chão, separei o cajado e o grimorio, e coloquei minha adaga bem no centro, eu precisaria daquilo se quisesse sugar as almas rapidamente, o que não é aconselhável para quem não tem experiência. Não é o meu caso graças a minha mãe, Melinoe, a deusa dos fantasmas.

Desde pequena sou seguida por espirito, mas nos últimos meses, parece que o respeito deles para com minha pessoa aumentou um pouco mais, já não me perturbam, não tentam puxar meus cobertores a noite, basta que eu levante o dedo e eles me obedecem. Curioso não é mesmo? Os vivos aqui, loucos pelo meu sangue, e os fantasmas querendo me beijar, é, a coisa foi invertida um pouco, mas isso não importa no momento, eu só precisava de alguns deles, já tinha um Eidolon preso na adaga – conquistado a muito custo por minha pessoa – agora faltava o restante. Fechei os olhos ao me sentar no pentagrama de convocação, segurei o cajado com a mão esquerda, e a adaga com a mão direita.

O vento se tornou frio, o ambiente escureceu e a janela bateu ao canto, meus cabelos esvoaçaram com o vento repentino, e eu pude sentir o ar ficando gelado – tanto quanto minha pele de morta – enquanto convocava um espirito alternativo. Quando voltei a abri-los, lá estava o fantasma de um menino, bem a minha frente. Era translucido como qualquer espírito, mas tinha características de uma criança travessa que não possuía mais de 14 anos. Muito curioso. Sorri em direção a ele.

— Não era bem o que eu esperava, mas acho que vai servir — Murmurei, abrindo um sorriso e o olhando de cima abaixo.

— Então do que vamos brincar, com quem eu tenho que aprontar, ou você é uma daquelas chatas que só querem pedir alguma coisa muito mais chata e ir embora? — O defeito do menino, ele falava muito, mas como eu disse devia ser útil para uma marionete, um recipiente de proteção. Ele gostava de aprontar, e apesar de isso ser considerado de certa maneira defeituoso, para mim seria perfeito.

— Eu? Tenho muitos planos para você, mas não agora — Ergui a adaga, concentrei o poder, e puxei o espirito do menino direto para minha lamina. Funcionava como um aspirador, com a diferença de que eu sempre ficava cansada, mas dava certo. Respirei fundo ao olhar a adaga coberta de fumaça, menos um, faltavam três agora.

Depois disso? Continuei invocando espíritos, mas de uma maneira bem diferente. Eu não queria humanos, pois eram um tanto mais complicados de controlar, e já tinha um deles, tudo que eu precisava para criar uma marionete travessa, agora faltavam três animais. Fechei os olhos e voltei a me concentrar, as marcas no chão ficaram mais fortes, meu cajado brilhou de uma maneira estranha, e o vento dentro do recinto derrubou algumas pequenas coisas, a bagunça para arrumar seria grande, mas eu não me importava de qualquer maneira.

Esperei pelos minutos seguintes que a invocação desse certo, e por fim, quando voltei a abri-los lá estavam, o gato, o corvo e a fênix devidamente invocados. Dessa vez não perdi tempo conversando com eles, puxei a adaga, e os recolhi para dentro de meu recipiente de almas, concluindo parte do meu trabalho. Ao fim de tudo isso? Eu tive que dormir, recuperar as forças, pelas 24 horas que se seguiram, quando de verdade começaria meu verdadeiro trabalho.

Meus itens de magia:

Cajado Negro ou Varinha Negra: As feiticeiras de Circe tem o total arbítrio para escolherem entre uma varinha ou um cajado quando aceitas pela mesma como sua seguidora. Cabo simples adornado com perolas roxas que emitem uma luz purpura cintilante. Seu portador tem a capacidade de evocar nevoa negra. Tal nevoa permite ao usuário uma fuga rápida, já que deixa o inimigo no escuro por um período curto de tempo, além disso o cajado ajuda a feiticeira a ter controle sobre seus dons e poderes, além de auxiliar na pratica de magia. Quando não esta em uso se transforma em um anel.

Grimorio: Encadernado com couro vermelho, é um livro de feitiços selado, que apenas se abre pelas mãos de seu portador – qualquer outro individuo que conseguir abrir o grimorio, só vera páginas em branco – a capa tem o desenho de um pentagrama de cinco pontas, e é coberto por símbolos. O Nome do portador é gravado na capa.

*Ghostly Blade :Uma adaga de dois gumes, feita de prata e ouro branco. Seu cabo é feito de cristal, com um reservatório para almas recolhidas. Quando esse reservatório estiver cheio - máximo de sete almas -, a lâmina da adaga exalará um cheiro de carne putrefata, que matará o alvo com a ausência de oxigênio aos poucos; enquanto ainda não há almas suficientes para isso, a adaga se fortalece com cada alma recolhida.
Poderes:
23-Exército Fantasmagórico: Meus filhos podem fazer um exército de 20 almas, todas de 30 de HP, para atacar e defender, porém ficará cansado e esperará 3 turnos para usar esse poder.

5- Mediunidade 2: Meus filhos podem conversar com qualquer espírito , até se esse esteja dentro da pessoa.
13-Controle da alma: Nesse nível você poderá convocar e tomar posse da alma, fazendo-a com que ela faça o que o filho de Melinoe quiser.






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Re: Panda's Laboratory

Mensagem por Héstia em Dom Dez 25, 2016 4:23 pm

Produção de Poções e Invocação validados

Avaliação da Produção I
Realidade de postagem + Ações realizadas –  500 xp
Escrita: Gramatica, erros, pontuação, coerência, concordância e etc – 500 xp
Habilidade condizente com os itens criados – 200 xp
TOTAL: 1200 xp

Avaliação da Produção
Realidade de postagem + Ações realizadas –  400 xp
Escrita: Gramatica, erros, pontuação, coerência, concordância e etc – 500 xp
Habilidade condizente com os itens criados – 200 xp
TOTAL: 1100 xp


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Re: Panda's Laboratory

Mensagem por Pandora M. Drumachesky em Dom Dez 25, 2016 4:52 pm



32 Horas depois
Nota: A garota está de volta ao laboratório, e esses fatos aconteceram algumas horas após a fabricação das poções utilizadas em suas invenções nessa postagem, assim como as almas capturadas por sua adaga maligna uper Punk.

...

Fechei as portas e janelas do ambiente, o fedor de magia velha e invocação do demônio já tinha deixado o ambiente para trás, e agora o ar voltava a cheirar mofo e incenso. Revirei os olhos, acendendo algumas velas para iniciar meus rituais macabros dos quais poucos tinham conhecimento, eu nunca deixava que ninguém visse como as armas, encantamentos, poções e qualquer coisa era feita ali dentro. Dava o resultado, a coisa toda pronta, mas não mostrava como fazia para ter tudo aquilo. Eu era um completo enigma, e sinceramente gostava disso.

Sentei-me ao centro do pentagrama de invocação – já desenhado – puxei a adaga e o cajado uma segunda vez, junto a ele, o livro de feitiços – mais conhecido como meu grimorio pessoal – para melhor controle da minha magia. Fechei os olhos e procurei me concentrar no que precisava, solidar e puxar uma porção de objetos diferentes, desde armas, a joias e vestimentas, curioso não é mesmo? Sim, mas é necessário para o que farei a seguir, presentear bons amigos com magia. Afinal, um toque de magia extra nunca faz mal.

Concentrei a mente a vagar pela dimensão oposta, procurando primeiro pelas armas, duas foices do reino do inferno, uma espada de ouro imperial e bronze celestial, um arco de bronze, um anel negro, uma marionete de madeira – vagamente a lembrança do pinocchio na mente, é claro que isso não passa de uma mera coincidência – duas boxer negras com bolsinhos extras, e chicotes de couro. Um par de luvas de dragão surgiu a seguir, e meu entulho cresceu quando conjurei também um bracelete com de três pingentes, e uma corrente de prata, também com um pingente. O chicote veio a seguir, juntamente é um apetrecho de cartas com compartimento, e cartas de baralho em branco, feitas de prata.

Eu disse que não era pouco, e minha magia fora em partes sugadas, o que me dificultaria dali para frente, mas eu sabia exatamente o que fazer. Juntei meu entulho separando pelas mesas de trabalho. As armas foram para a esquerda, a boxer e as luvas para a direita, e no centro o pingente, o bracelete, e o anel. Passei a andar pelo ambiente, separando frascos do veneno fabricado anteriormente, e do perfume inebriante. Liguei o fogo para aquecer o elixir de prometeu, e coloquei o grimorio aberto sobre a mesa de centro onde estavam as joias, a adaga ao seu lado.

Prendi os cabelos em um coque mal feito, e puxei primeiro a marionete, e um frasco de tinta, pintando e decorando o boneco. Olhos azuis, boca vermelha, um chapeuzinho para combinar, bochechas coradas de vergonha, porque ele viveria em constante travessura. Decorei-o e vesti-o, deixando o bonequinho tão fofo que quase me senti com vontade de aperta-lo. Puxei então a adaga e o cajado, fincando a lamina perto da madeira, e transferindo a alma do menino de 14 anos para dentro do boneco, que viria a ser seu novo recipiente.

Usei o cajado para prender a alma ao boneco, que piscou aturdido, tentando pular pelo laboratório, mantive o mesmo firme no lugar enquanto trabalhava nos delates, criando a runa de união em cima do coração dele, e por fim o completando com os fios de bronze. — Ah me deixa brincar, me deixa brincar! — Ele se sacudia, e não tive escolha senão prender o boneco dentro de um bau, trancando-o com um cadeado, ele ficaria ali até se comportar, ou até ir direto para a dona verdadeira, que faria melhor uso dele do que eu.

— Voltemos ao trabalho — Disse a mim mesma, sorrindo ao desligar o fogo, onde o elixir de prometeu se encontrava devidamente fervido – apenas um frasco, pois não usaria muito daquilo – juntei-a novamente dentro de uma bacia, e usei o conta gotas para recolher parte da poção. Fui em direção a mesa de tecidos, puxei o cajado e o conta gotas e pinguei as gotinhas do elixir sobre as luvas de couro de dragão, passando o cajado ao mesmo tempo para selar as luvas e fortalecer as mesmas com o feitiço, fazendo ao mesmo tempo a poção se unir as luvas. Completei a criação com a runa de Naudhiz para que a propriedade de foto tivesse um efeito mais efetivo.

Guardei as luvas de lado, reenchi o conta gotas e fui em direção ao arco presente na outra mesa, separei metade das flechas presentes na aljava, e ajeitei as pontas para frente, pingando gotinhas de elixir sobre elas, e selando-as com um feitiço, assim como fizera com as luvas, e marcando a runa Naudhiz em suas pontas. Ao concluir, fechei o frasco de elixir e voltei a guarda-lo, lavei e sequei o conta gotas até me ver livre dos requisitos da poção de prometeu, e por fim abri o frasco de veneno. Teria que ser mais cuidadosa com esse, com efeitos errados poderia causar um estrago e tanto. Enchi o conta gotas com a poção, e fui direto par as foices, virando as laminas em minha direção.

O cajado persistia em minha mão esquerda, e a dominante estava segurando o conta gotas de maneira firme, eu suava conforme pingava o veneno sobre a lamina, o selando para uni-lo a lamina até se tornar parte delas, repeti o mesmo processo com a segunda. E parti em direção a espada, também pingando parte do veneno, isso se repetiu com o restante das flechas presentes no arco. Fechei o veneno em seguida, guardando-o na prateleira de chave, aquilo era perigoso demais para deixar as vistas de qualquer idiota, não que muitos entrassem em meu laboratório, mas é como dizem, melhor remedir que remediar.

Lavei o conta gotas novamente, limpando para tirar o veneno presente no vidro com cuidado, dessa vez esterilizei o objeto com álcool ao final, com medo de que o veneno não tivesse saído por completo. Puxei então o frasco de poção inebriante, enchendo o conta gotas com o liquido de cor rosa claro. Uma única gota foi derramada na espada de ouro e bronze, a fazendo reluzir em meio ao ambiente, curioso e bonito. Uni-as e selei com o cajado, antes de passar ao chicote, foi um conta gotas cheio da poção para esse em especial, pois seu efeito seria único. Passei o cajado e selei a arma, fazendo com que o couro – mais precisamente a ponta do chicote de couro – sugasse o liquido completamente.

Voltei a encher o conta gotas, pingando uma gota em cada umas das boxer presentes, e trabalhei nelas nos minutos seguinte. Coloquei efeito de neon animando as duas vestimentas, e ainda fiz questão de dar propriedades magicas a um par de camisinhas – para cada umas das boxers – e prender um chicote de couro de domadores – macio e para artes de sedução – na parte direita, guardando-as em caixas com tampas, e laços de cetim preto, completamente embrulhadas para presente. Estavam lindas. Para o anel negro no centro da mesa, uma marca de força e a runa de Kenaz para renovação do semideus em questão. Guardei-o em uma caixinha de veludo preto, também o deixando de lado pelos minutos que se seguiram.

Por fim o bracelete os pingentes. Separei todos os 4 pingentes sobre a mesa, um panda para o colar, um gato, um corvo, e uma fênix para o bracelete. Cortei a palma da mão deixando o sangue pingar sobre as joias douradas, e usei o cajado para retirar os espíritos de dentro da adaga, concentrando meu poder em um de cada vez, e os mandando direto para os novos recipientes. Os pingentes serviriam de casa de animação para os espíritos capturados. Selei-os com a runa Raidho para que os espíritos se sentissem ligados com as semideusas que protegeriam, duas especialmente importantes para minha pessoa. Eu as considerara melhores amigas, mas confesso que um dia também já fora apaixonada por elas. É uma história longa, e deveras complicada, uma hora quem sabe contarei a vocês.

As cartas ficaram por último no meio daquela bagunça, selei nevoa dentro delas, e runas de barulho, algo para causar susto, não machucar, mas que também provocariam fuga e divertimento, pelo menos para seu portador. Esse era meu melhor amigo, alguém de deveras importância em meu repertorio de amizade. Ao fim de tudo isso não me restou muita alternativa, tive que mordiscar um pedaço de ambrosia para recuperar as forças – um cubo apenas – e também beberiquei uma quantidade pequena de néctar. Me joguei no sofá ao fim da tarde, já passava e claro muito da meia noite, mas o meu trabalho estava feito.


Criação abaixo:
Pingente de Panda: Um pequeno panda em miniatura preso a uma corrente de prata. O pingente serve como recipiente, e prende um Eidolon (capturado por Pandora em um evento) tal espirito preso, foi ligado a semideusa por uma runa, e preso ao pingente por outra, portanto, sente-se na obrigação de proteger a portadora do pingente em questão – no caso Lauren – sempre que a semideusa estiver em perigo, o Eidolon sai de dentro do pingente, e toma o corpo do adversário de Lauren por um turno inteiro, ficando a mercê das vontades de Lauren e do espirito que lhe possuiu, pois espirito estará em seu corpo. (ele tem 100 de HP de vida segundo informação no bestiário, é um Eidolon mais fraco). O Eidolon retorna ao pingente toda vez que tiver concluído seu trabalho em campo, pois é submisso de seu recipiente, no caso, o pingente de Panda. {Criação da Panda}

Luvas de Couro: Banhadas com o elixir de prometeu e seladas com a runa de Naudhiz e um feitiço de fixação. As luvas permitem ao portador passar pelo fogo – apenas duas vezes – sem se queimar, sofrendo apenas uma leve ardência, semelhante a ardência de estar exposta ao sol. A luva ainda permite a semideusa criar bolas de fogo com sua energia, usando 20 de MP para cada bola feita, as bolinhas surgem na ponta dos dedos das luvas da semideusa. São feitas de couro negro de dragão, por isso a resistência é um tanto maior. {Criação da Panda}

Marionete Animada: Uma filha de Melinoe é dada a prender espíritos, em marionetes esse poder é ainda mais fácil. O boneco não tem mais de meio metro de altura, é feito de madeira, e tem pequenos fios de bronze que o ligam aos dedos de Tessa. A marionete possui em seu interior um espirito arteiro – um fantasma – que sente um desejo profundo de sempre aprontar, mas não o faz com sua dona, e sim com seus inimigos (travessuras como abaixar as calças, prender um rabo de burro com tachinhas na parte de trás do semideus, amarrar os pés, entre outras coisas), são constantes. O espirito foi selado junto a semideusa pela runa de ligação Raidho o que faz com que o espirito se sinta na obrigação de permanecer sempre ao seu lado, e defende-la, mesmo que com travessuras. {Criação da Panda}

Chicote Inebriante: Feito de couro trançado, com o cabo de bronze celestial que se adapta ao punho de seu portador – o que facilita o manejo – com pequenas rosas desenhadas. O chicote é longo, e sua ponta se abre em pequenos seguimentos que soltam essência da poção perfume inebriante. A poção tem um efeito mais fraco na arma, mas aqueles que sentem o cheiro de tal perfume, sentirão o cheiro daquilo que mais gosta no mundo, ficando zonzos ou desnorteados, o que faz com que percam a linha do raciocínio perfeito, e sintam-se fascinados por sua portadora. Um efeito de paixão. O perfume só se solta ao comando da semideusa, para abrir o compartimento da ponta – que exala o perfume – ela precisa pressionar a rosa no vermelha no centro do cabo de bronze em sua mão. {Criação da Panda}

Foice envenenada: Feita de ferro estigio e totalmente negra, a foice tem o tamanho exato do semideus, e ajusta-se perfeitamente a mão do garoto. A arma é leve, e sua lamina foi banhada de veneno, fazendo com que aqueles que forem cortadas pela arma – e que tiverem o veneno injetado em sua corrente sanguínea, ou em qualquer parte do corpo – sofra hemorragia constante, ou seja, um machucado, por menor que seja, não irá parar de sangrar pelo veneno impregnado na lamina, outro efeito que o veneno pode causar é o enjoo repentino, e uma leve tontura, fazendo o semideus, monstro, ou adversário que for cortado pela lamina, sentir-se como um doente. {Criação da Panda} (x2)

Essa Boxer Danada: Uma cueca Boxer preta, que no escuro apresenta ganha um brilho de neon esverdeado, onde os dizeres “todos a bordo” aparecem entalhados na parte de trás do corpo do semideus. Na parte da frente um gogoboy dançante surge também em verde neon, e fica se movendo e dançando de um lado para outro. Na parte esquerda da boxer encontra-se um pequeno bolcinho que comporta até duas camisinhas, e nele foram colocados duas em especiais. As camisinhas não apenas brilham no escuro, mas também estimulam o semideus a ficar ainda mais “animado”, e ainda exalam cheirinho de morango. Por terem sido banhadas em perfume inebriante, fazem com que o parceiro do semideus se sinta atraído por ele ainda mais, querendo agarra-lo, pois se sente estimulado – a quantidade foi pequena, por isso o efeito também é menor – já do lado esquerdo da cueca, um pequeno chicote de dom, feito de couro macio (para brincadeirinhas rs), foi pendurado, para dar um charme a mais a peça preta. O chicote também brilha no escuro, mas em tons de prata, o que o deixa charmoso. A cueca acompanha um quepe de policial e uma gravata preta. {Criação da Panda} (x2)

Inferno Apaixonado: Uma espada feita de ferro estágio e ouro imperial – metade e metade - de tamanho médio que se ajusta ao punho da semideusa perfeitamente, de forma que a lamina nunca fique desconfortável em suas mãos. O nome da espada está gravado sobre a lamina, e abaixo o nome de portadora – o nome de Ariel – que reluz sobre a espada a cada nova investida da semideusa com a arma. A lamina foi banhada e selada com gotas de veneno, o que faz com que aqueles que forem cortadas – e que tiverem o veneno injetado em sua corrente sanguínea, ou em qualquer parte do corpo – sofra hemorragia constante, ou seja, um machucado, por menor que seja, não irá parar de sangrar enquanto o veneno estiver dentro do corpo do oponente ferido por tal espada. Além disso, a lamina ainda foi banhada pela poção de perfume inebriante, o que faz com que os inimigos de Ariel se sintam atraídos pela lamina da espada, encantados por ela. De uma forma mais clara, faz com que os inimigos queiram ser cortados pela lamina. (O efeito não é valido para filhos de Eros, ou Afrodite, ou qualquer um que não tenha resistência a magia relacionada ao amor, ou ilusão, pois a poção é exatamente sobre isso). {Criação da Panda}

Anel: Escuro como a noite, com pequenos escritos em ouro brilhante – runas – e frases de incentivo, o anel dobra a força do semideus em 30% durante três turnos. O tempo de ativação da runa selada com a marca de força extra, runa de resistência, mais marca de força do cajado de Pandora. {Criação da Panda}
Truque de Mestre: Um bracelete de bronze celestial com dois compartimentos. Um para guardar cartas e outro para lançar cartas. Cada compartimento se abre – um para esquerda e um para direita – ao toque do semideus em seu bracelete. As cartas são feitas em um material resistente, semelhante a prata que emitem um brilho dourado por seus escritos – runas – foram seladas com efeito de som – o que causa um barulho estrondoso semelhante a um tiro, só que mais alto – e fumaça – nevoa do cajado de Pandora – que faz com que assim que exploda, o tiro, barulho, distraia os inimigos, e a nevoa tome parte do local durante um turno (cada carta), permitindo uma distração e tanto. Contem 30 cartas, e é recarregável. {Criação da Panda}

Animais fantasmas: Três pequenos pingentes de jade trançados e presos a um anel – um corvo, uma fênix, e um gato – em miniatura, mini marionetes. Em cada pingente, um espirito selado – fantasmas das mesmas criaturas em questão - vinculados a semideusa por uma runa de união, o que faz com que se sintam na obrigação de protege-la. Durante um turno – de sua escolha – as criaturas saltam do anel e ganham vida, expandindo-se para o tamanho do animal, a protegendo, lutando em seu lugar. As criaturas também podem servir de comunicadores, ou seja, quando Pipper precisar enviar um recado, os pingentes podem se transportar pelas sombras, e chegar mais rapidamente aquele para quem ela enviou a mensagem. Quando terminam sua missão, retornam ao anel como pingente. (Cada criatura tem 50 de HP). {Criação da Panda}

Kelsey: Um arco de bronze celestial com escritos em ouro imperial. Sua corda é mais resistente que o comum, e suas flechas – também feitas de bronze celestial – tem a ponta um pouco mais fina. Metade das flechas presentes nesse arco foram impregnadas com veneno, o que faz com que aqueles que forem perfurados pela ponta de tais flechas, sofram hemorragia constante enquanto o veneno estiver presente na corrente sanguínea. A outra metade foi banhada em elixir de prometeu e selada com a runa Naudhiz o que faz com que elas se incendeiem assim que deixam o arco, soltando pequenas labaredas de fogo que causam queimaduras pequenas. {Criação da Panda}
Itens usados:

+ Um anel Negro
+ Um arco e flecha de bronze
+ Duas foices de ferro estigio
+ Um aparelho para lançar cartas de prata (semelhantes a um baralho)
+ Uma espada metade ouro imperial, metade bronze celestial
+ Duas cuecas Boxers
+ Uma Marionete
+ Uma corrente e um pingente
+ Um bracelete e 3 pingentes
Tudo invocado o que ta ai em cima
Poção elixir de prometeu, poção perfume inebriante, e o veneno, já postados em sua criação
Meus itens de magia:

Cajado Negro ou Varinha Negra: As feiticeiras de Circe tem o total arbítrio para escolherem entre uma varinha ou um cajado quando aceitas pela mesma como sua seguidora. Cabo simples adornado com perolas roxas que emitem uma luz purpura cintilante. Seu portador tem a capacidade de evocar nevoa negra. Tal nevoa permite ao usuário uma fuga rápida, já que deixa o inimigo no escuro por um período curto de tempo, além disso o cajado ajuda a feiticeira a ter controle sobre seus dons e poderes, além de auxiliar na pratica de magia. Quando não esta em uso se transforma em um anel.

Grimorio: Encadernado com couro vermelho, é um livro de feitiços selado, que apenas se abre pelas mãos de seu portador – qualquer outro individuo que conseguir abrir o grimorio, só vera páginas em branco – a capa tem o desenho de um pentagrama de cinco pontas, e é coberto por símbolos. O Nome do portador é gravado na capa.

*Ghostly Blade :Uma adaga de dois gumes, feita de prata e ouro branco. Seu cabo é feito de cristal, com um reservatório para almas recolhidas. Quando esse reservatório estiver cheio - máximo de sete almas -, a lâmina da adaga exalará um cheiro de carne putrefata, que matará o alvo com a ausência de oxigênio aos poucos; enquanto ainda não há almas suficientes para isso, a adaga se fortalece com cada alma recolhida.
Poderes usados:

Nível 15:
Invocação III: Seu pentagrama está completo, seu corpo mais forte e seu controle é total, pode invocar animais mais pesados e qualquer tipo de arma que deseje em combate, desde correntes, a lanças e afins, no entanto, essas não terão qualquer propriedade magica, apenas material resistente.

10-Fantoches: Poderá retirar ou colocar espíritos em um corpo qualquer, mas ele ainda terá a mesma personalidade

5- Mediunidade 2: Meus filhos podem conversar com qualquer espírito , até se esse esteja dentro da pessoa.

Nível 2
Encantamentos I- Nesse nível as feiticeiras de Circe começam a desenvolver sua maldição da bruxa, podendo lançar encantamentos mais leves.
Criker – Faz com que uma quantidade media de névoa envolva o inimigo confundindo-o sob sua localização. Também podendo ser usado para que a feiticeira se esconda em meio a névoa.

Nível 8:
Manipulação de Nevoa II: Agora seu controle está completo, você já é capaz de mudar a cena completamente e um cão infernal pode se tornar apenas um mascote qualquer em um passe de magica. Pode criar cenas de ilusão fazendo as pessoas acreditarem que o que veem é realmente aquilo que você criou.
Runas do Grimorio:

Kenaz
Posição normal: Renovação (dura 3 turnos desde o momento de sua ativação).
Invertida: Perda de prestígio social (dura 3 turnos desde o momento de sua ativação).
Naudhiz

Posição normal: Invocação de Fogo (Tal runa deverá ser aliada a outras runas para ter efeito mais efetivo, caso não seja, uma pequena área, irá surgir o elemento invocado.

Raidho
Posição normal: Causa união, geralmente aplicada a grupos de pessoas (dura 3 turnos desde o momento de sua ativação).
Observação: Isso para magia de campo, foi colocado como marca permanente dentro do anel, então a runa funciona quando o semideus estiver em posse do item, de forma que, a proteção seria o brilho refletivo do perigo, e a união, a ligação entre as mentes.

Marca do anel - Lança: Dobra a força do usuário o deixando mais forte e com ataques mais letais.





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Re: Panda's Laboratory

Mensagem por Perséfone em Dom Dez 25, 2016 5:20 pm

Avaliação da Produção
Realidade de postagem + Ações realizadas –  500 xp
Escrita: Gramatica, erros, pontuação, coerência, concordância e etc – 500 xp
Habilidade condizente com os itens criados – 200 xp
TOTAL: 1200 xp


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Re: Panda's Laboratory

Mensagem por Lauren L. Hill em Seg Dez 26, 2016 12:50 pm

Nome: Lauren L. Hill
Serviço: Par de itens com propridades magicas
Descrição detalhada: [Dor de Andromeda] Um par de pulseiras feitas em ouro branco que quando Skylar for atingida e sofrer algum dano, irá consequentemente compartilhar a dor com a namorasa prole de Ares, Lauren. A magia de compartilhar a dor funciona apenas de Skylar Liech para Lauren L. Hill.
Prazo de entrega: ate a 00h do dia 26/12
Algo mais: Ambas as pulseiras devem ir para o inventario do casal.

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Re: Panda's Laboratory

Mensagem por Pandora M. Drumachesky em Seg Dez 26, 2016 10:42 pm



Aprender feitiços, estudar runas e compreender o misticismo por trás do encantamento de objetos é um exercício que exige tempo para ser aprimorado à perfeição. Apesar da, até então macumbeira quase profissional, pensar no ato de comer como uma técnica altamente demorada para se elevar a perfeição – e por esse motivo insistia em comer sempre que podia, para melhorar suas técnicas. Variando entre degustação de alimentos até na pratica conhecida como devorar qualquer coisa com capacidade para encher o bucho. Potencialmente você ou encontraria a prole de Melinoe explorando as vastas terras encantadas do refeitório – aprimorando técnicas, por favor –, dormindo (e isso poderia ser em qualquer lugar, qualquer lugar mesmo) ou enfiada no laboratório. Fazendo macumba, é obvio. Afinal não há motivos para chamar alguém de macumbeira se essa pessoa realmente não for uma macumbeira, pff.

E, quase contrariando seus desejos naturais de dormir, a adolescente estava no ultimo local citado. Sentada como um índio, com os cabelos embolados acima da cabeça e desenhando símbolos à medida que bocejava. Tentando resistir à tentação de adormecer e sonhar (novamente) com pizzas gigantes, com bastante queijo, por favor. Mas, infelizmente, precisava encantar algo para pessoas, ou seja, nada de dormir por ao menos uma hora. O grimório, assim como o livro de poções e o de criação de amuletos e talismãs estavam abertos e apoiados nas pernas de Pandora. E, obviamente, o sono não a deixava pensar com clareza sobre qual livro deveria fazer uso naquele momento.

Se limitando a desenhar os símbolos dos talismãs necessários no chão. Tratavam-se de três talismãs ritualísticos: um do amor, um de objetos e um simples.  Afinal a encomenda que havia recebido naquela manhã indicava que seriam dois objetos, especificamente pulseiras, de garotas que possuíam um vínculo amoroso e que desejavam sentir dor caso a outra estivesse sentindo. Obviamente, Pandora não evitou pensar no seu grande amor... a comida. Será que ela preferia ser cortada com faca ou os dentes eram melhores?! Esse era uns dos mistérios do universo (obviamente o da cabeça da semideusa).

Você se lembra de que a prática leva a perfeição, certo?! Então querido leitor, depois de anos de macumba, a feiticeira poderia desenhar aqueles talismãs de olhos fechados – o que quase era o caso – que iria desenha-los com perfeição. Eu sei, tem gente que nasce com o dom da macumba nas veias, fazer o que. Mas, por via das dúvidas, após bons minutos em pura inércia – sentindo o pré-sono e a sensação maravilhosa de estar quase sonhando –, Pandora checou novamente os desenhos, afim de não cometer erros.

O primeiro talismã, o mais simples de todos, afastaria daquele ambiente qualquer energia negativa que pudesse estar impregnada em Pandora ou em qualquer material. Já a segunda afastaria as energias da própria semideusa do objeto, afim de deixa-lo puro e livre de influências. E, por fim, a terceira visaria unir e fortificar os laços já existentes das jovens. E, após a parte mais fácil, a semideusa estendeu o braço no ar. Fechando os olhos enquanto se esforçava para materializar algo que não fosse a pizza com quem tinha um caso não-tão-secreto de amor.

A sensação era pior do que estar a doze horas com o estomago vazio. Afinal seu cérebro atingia uma dimensão distinta do plano real, buscando algo que se adequasse ao que as jovens desejavam. Basicamente um par de pulseiras finas, feitas de ouro comum, porém com um pouco mais de resistência. Afinal seria péssimo caso acabassem quebrado durante alguma batalha. E, assim que a prole de Melinoe sentiu os dedos de fecharem em torno de uma caixa o símbolo anteriormente desenhado em torno dos pulsos e do próprio corpo tornou-se cinza. Desaparecendo antes que a menina abrisse os olhos. A caixa possuía coloração escura e dentro estavam as pulseiras invocadas.

De imediato a feiticeira brandiu o cajado, fazendo com que uma runa fosse gravada no fecho da pulseira, de maneira discreta. Tal runa interligava as portadoras: Lauren e Skylar, servindo apenas para ambas. Fazendo com que, caso uma fosse ferida, a outra compartilharia do sofrimento, mas de modo que apenas a prole de Ares viesse a sentir dor caso Skylar fosse ferida e não o contrário. Uma magia relativamente simples e limpa. Porém que demandava energia.

De maneira que a adolescente cheirou o ambiente, sentindo o ar moldado em pura magia. E, naquele instante ela não evitou pensar se poderia utilizar dos seus poderes para conseguir alguma comida eterna.
Criação abaixo:
Dor de Andrômeda: Um par de pulseiras feitas em ouro branco que quando Skylar for atingida e sofrer algum dano, irá consequentemente compartilhar a dor com a namorada prole de Ares, Lauren. A magia de compartilhar a dor funciona apenas de Skylar Liech para Lauren L. Hill. {Criação da Panda}
Meus itens de magia:

Cajado Negro ou Varinha Negra: As feiticeiras de Circe tem o total arbítrio para escolherem entre uma varinha ou um cajado quando aceitas pela mesma como sua seguidora. Cabo simples adornado com perolas roxas que emitem uma luz purpura cintilante. Seu portador tem a capacidade de evocar nevoa negra. Tal nevoa permite ao usuário uma fuga rápida, já que deixa o inimigo no escuro por um período curto de tempo, além disso o cajado ajuda a feiticeira a ter controle sobre seus dons e poderes, além de auxiliar na pratica de magia. Quando não esta em uso se transforma em um anel.

Grimorio: Encadernado com couro vermelho, é um livro de feitiços selado, que apenas se abre pelas mãos de seu portador – qualquer outro individuo que conseguir abrir o grimorio, só vera páginas em branco – a capa tem o desenho de um pentagrama de cinco pontas, e é coberto por símbolos. O Nome do portador é gravado na capa.

Livro de Poções: Encadernado em couro azul, é um livro de ensinamentos para preparo de poções, desde o efeito, a quantidade de rendimento, ingredientes e efeitos, tudo contido dentro do livro de poções.

Livro para criação de Talismãs e Amuletos: Encadernado em couro branco, repleto de símbolos dourados com dizeres de sorte, aprendizagem e ensinamento. Abre-se ao toque do dono, geralmente o nome do mesmo será gravado em sua capa. O livro contem os ensinamentos, passo a passo para criação, efeitos de amuletos, efeitos de pedra e os rituais da lua, bem como os dias de mau agouro.
Poderes usados:

Nível 15:
Invocação III: Seu pentagrama está completo, seu corpo mais forte e seu controle é total, pode invocar animais mais pesados e qualquer tipo de arma que deseje em combate, desde correntes, a lanças e afins, no entanto, essas não terão qualquer propriedade magica, apenas material resistente.
RUNAS/TALISMÃS:
Talismã Ritualistico: Afasta energias negativas que possam está impregnas no semideus no momento do ritual, fazendo com que tudo de ruim se mantenha afastado, garantindo sucesso nos rituais e/ou em poções. Funciona apenas em rituais/preparo de poções onde más energias proviniente de outras pessoas podem afeta-lo.

Talismã Ritualistico de Objetos: Ao encantar objetos é preciso afastar energias, afim de não deixar com que nada influencie na criação do objeto. Tal runa faz com que a própria energia do mago não afete o encantamento do objeto, por mais forte que tal energia seja.

Talismã Ritualistico, Amor: Trata-se de um talismã que serve unicamente para encantar objetos e/ou armas que o dono possui intenção de fortalecer/proteger laços de amor. Tal talismã só é usado no momento de criação do objeto, sendo que não cria nenhum sentimento apenas une e protege o que já existe.




Obs: serão cobrados 300 dracmas.


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Re: Panda's Laboratory

Mensagem por Psique em Sex Dez 30, 2016 3:58 pm

Produção de Poções e Invocação validados

Método de Avaliação:
Realidade de postagem + Ações realizadas –  500 xp
Escrita: Gramatica, erros, pontuação, coerência, concordância e etc – 500 xp
Habilidade condizente com os itens criados – 200 xp
TOTAL: 1200 xp

Avaliação da Produção:
Realidade de postagem + Ações realizadas –  500 xp
Escrita: Gramatica, erros, pontuação, coerência, concordância e etc – 500 xp
Habilidade condizente com os itens criados – 200 xp
TOTAL: 1200 xp
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Re: Panda's Laboratory

Mensagem por Pandora M. Drumachesky em Dom Jan 01, 2017 12:37 pm



Em dias comuns não permito intrusos no meu cantinho, até porque acredito que meu espaço ritualístico me pertença, e que seja algo muito pessoal. Em dias como aquele, em que o sol brilha e entra pela janela – para me incomodar, pois sou um urso e gosto de hibernar no inverno, no verão, e todos os outros dias restantes do ano – eu mudo de ideia. Na verdade, não foi esse motivo que me levou a permitir a entrada de Ariel no aposento, foi a amizade que construímos durante as últimas semanas, e o pedido incomum quanto ao seu presente.

— Nunca suguei poderes de alguém antes, é por isso que vou precisar de algumas coisinhas, me dá deu dedo primeiro — Pedi ao me aproximar de Ariel, se quisesse fazer o feitiço funcionar de forma precisa, ia precisar do sangue da filha de Hades. Esperei que ela estendesse a mão, e espetei seu dedo com uma agulha, apertando até sair gotinhas de sangue, então pinguei-as em um bisturi, fechei e deixei ao canto. — Pode limpar — Entreguei o lencinho a ela, e um curativo para fechar o machucado, eu me mutilava com frequência por causa das runas, mas minha pele sempre voltava ao normal, não fazia muita diferença.

Eu sei, isso é meio sádico, mas a recompensa é deveras satisfatória, e por isso continuo fazendo, já nem sinto tanta dor, você se acostuma com ela depois de um tempo. Bizarro não é mesmo? Eu vejo apenas como parte de um ritual de poder. — Vamos começar recolhendo os seus poderes, porque o restante não tenho como fazer com você aqui, preciso me concentrar e fazer sozinha, por isso — Levantei duas bolinhas. — Vou usar de recipiente e sugar o que você tem a me dar para dentro disso, consegue expandir o poder para fora? Só assim tenho como capturar — Expliquei rapidamente, e esperei que a filha de Hades abrisse um sorriso macabro, naquele momento soube que o poder não era exatamente um problema para ela, melhor para mim.

Fiz com que ela se erguesse a minha frente, preparei as bolinhas, o pentagrama de símbolos de proteção, a adaga de rituais e o cajado, pronta para capturar a magia. Esperei que Ariel se concentrasse no que precisava ser feito, e quando as sombras tomaram conta do lugar, soube que estava dando certo. Tive que capturar um pedacinho em especial dentro da bolinha/recipiente, e sela-la com magia, antes de começar a outra parte, na qual torva-se um pouco mais complicada. — Expanda o campo de força, isso, consegue visualizar ele? — Eu não conseguia, mas ela sim, tudo que sentia era a aura do poder que emanava daquela menina.  

Toquei a ponta da lamina em sua testa, da minha adaga e projetei parte do poder para dentro dela, fazendo um corte supérfluo para extrair o poder. Ao mesmo tempo que capturei parte do poder de leitura de mentes, que permitiria expandir o selamento da tatuagem, também o banhei com o sangue da mentalista, deixando o poder dela fluir por entre meus dedos. — Pronto, pode parar, cansada? Desculpe pela testa — Eu não sentia muito, fora ela, afinal, quem pedira para participar dos meus rituais loucos, e extrair o poder dela para uma arma, a culpa era toda dela – em partes-  minha apenas por ter aceitado.

— Pegue, vai te deixar melhor — Atirei dois cubos de ambrosia em direção a garota, bebendo um pequeno frasco de néctar para dobrar minha força nos minutos seguintes. — Está liberada, te entrego a caixinha no fim da noite, por hora, sigo sozinha — Pedi, caminhando até a porta para liberar a garota, depois do que tinha passado, era bem provável que não voltasse, a não ser é claro que fosse tão sádica quanto eu. Uma bruxona, macumbeira, louca e preguiçosa e faminta! Eu daria tudo por um burrito naquele momento.

Fechei as janelas, e apaguei as luzes, acendi as velas no ambiente e fui para meu canto preferido naquela pequena sala, o campo de rituais já marcado pelas cinzas de magia antiga. Desenhei as linhas do pentagrama, e deixei em seu centro a adaga e o cajado, abri o grimorio e posicionei entre eles, então me sentei em seu centro, concentrando-me na invocação. Aquilo tinha se tornado um habito, conforme meu conhecimento se expandia e minhas criações vinham a público, mais pessoas me procuravam, era de fato, algo curioso, sendo eu tão preguiçosa.

O funcionamento era fácil, entrar no plano oposto e puxar dele objetos aleatórios era simples, porei requeria uma concentração tremenda, e um leve borbulhar no estomago, que subia pela garganta e deixava minhas mãos parecendo gelatina. Puxei o colar com meia asa primeiro, e depois uma porção de tatuagens de borboleta, presas a uma cartela muito bem-feita. Quando voltei a abrir os olhos, ambos os objetos estavam materializados a minha frente, agora sólidos e resistentes. Sorri tranquila, espreguiçando-me ao sentir o pentagrama se desfazer por completo. Juntei os dois, o cajado, a adaga e o grimorio, e coloquei tudo em cima da mesa, preparando a outra parte do ritual.

Comecei passando as inscrições para o colar de asa, a parte mais simples dele, pinguei gotas do sangue de Ariel, e conjurei o feitiço para selamento, usando o cajado para fundir as sombras ao colar, e fechando-o com uma runa de proteção que deveria ajudar a jovem Emmanuelle. Thurisaz, a runa de proteção, também foi usada na tatuagem de borboleta, a qual cortara e deixara sobre o papel, pinguei sobre ela as gotas de sangue de Ariel, e as fundi com os dois outros poderes, leitura de mentes e proteção do pensamento, junto a isso, feitiços para selar ambos, e deixar que a tatuagem sumisse sobre a pele, aparecendo apenas quando estivesse ativa, mesmo que por pouco tempo.

Meu punho encontrava-se fechado, com sangue pingando pelo corte recente, pois precisava dele para preencher as runas, ao fim de tudo isso, coloquei um curativo sobre o corte, guardei as duas coisas em uma caixinha, e separei um frasco de veneno. Um pedido que geralmente não concederia, mas poderia fabricar mais deles se preciso fosse, por hora, aquele frasquinho de perigo, seria o presente de um outro alguém. Deitei-me no sofá ao fim de tudo, pois, precisava urgentemente de um cochilo, mais tarde passaria no refeitório para encher a barriga com algo delicioso.

Criação abaixo:
← Nephilim: Corrente de prata, pingente com uma forma de uma asa prateada e brilho esbranquiçado, promove a proteção de Emmanuelle contra o escuro e qualquer coisa que faça referência as sombras e seus atentados. Dentro da asa está escrito "Para que você se lembre: Um lado de minhas asas está com você, então sem ti, não consigo voar. - A." Sombras estão embutidas, prontas para lhe formar um escudo protetor contra ataques físicos com duração de até 20 segundos.

← Ezilum: Tatuagem pequena com uma forma de borboleta com asas azuis e detalhes pretos que ficam invisível quando não usada, promove a proteção de Manu contra qualquer ataque mental. Também é capaz de extinguir um campo de força que lhe permite ler a mente do oponente por 5 segundos e lhe manter protegida ao mesmo tempo, por meio de um bloqueio emitindo enquanto o campo está envolvendo-a. Some segundos depois após o uso.

Meus itens de magia:

Cajado Negro ou Varinha Negra: As feiticeiras de Circe tem o total arbítrio para escolherem entre uma varinha ou um cajado quando aceitas pela mesma como sua seguidora. Cabo simples adornado com perolas roxas que emitem uma luz purpura cintilante. Seu portador tem a capacidade de evocar nevoa negra. Tal nevoa permite ao usuário uma fuga rápida, já que deixa o inimigo no escuro por um período curto de tempo, além disso o cajado ajuda a feiticeira a ter controle sobre seus dons e poderes, além de auxiliar na pratica de magia. Quando não esta em uso se transforma em um anel.

Grimorio: Encadernado com couro vermelho, é um livro de feitiços selado, que apenas se abre pelas mãos de seu portador – qualquer outro individuo que conseguir abrir o grimorio, só vera páginas em branco – a capa tem o desenho de um pentagrama de cinco pontas, e é coberto por símbolos. O Nome do portador é gravado na capa.

Livro de Poções: Encadernado em couro azul, é um livro de ensinamentos para preparo de poções, desde o efeito, a quantidade de rendimento, ingredientes e efeitos, tudo contido dentro do livro de poções.

Livro para criação de Talismãs e Amuletos: Encadernado em couro branco, repleto de símbolos dourados com dizeres de sorte, aprendizagem e ensinamento. Abre-se ao toque do dono, geralmente o nome do mesmo será gravado em sua capa. O livro contem os ensinamentos, passo a passo para criação, efeitos de amuletos, efeitos de pedra e os rituais da lua, bem como os dias de mau agouro.
Poderes usados:

Nível 15:
Invocação III: Seu pentagrama está completo, seu corpo mais forte e seu controle é total, pode invocar animais mais pesados e qualquer tipo de arma que deseje em combate, desde correntes, a lanças e afins, no entanto, essas não terão qualquer propriedade magica, apenas material resistente.
RUNAS/TALISMÃS:
Talismã Ritualistico: Afasta energias negativas que possam está impregnas no semideus no momento do ritual, fazendo com que tudo de ruim se mantenha afastado, garantindo sucesso nos rituais e/ou em poções. Funciona apenas em rituais/preparo de poções onde más energias proviniente de outras pessoas podem afeta-lo.

Talismã Ritualistico de Objetos: Ao encantar objetos é preciso afastar energias, afim de não deixar com que nada influencie na criação do objeto. Tal runa faz com que a própria energia do mago não afete o encantamento do objeto, por mais forte que tal energia seja.

Talismã Ritualistico, Amor: Trata-se de um talismã que serve unicamente para encantar objetos e/ou armas que o dono possui intenção de fortalecer/proteger laços de amor. Tal talismã só é usado no momento de criação do objeto, sendo que não cria nenhum sentimento apenas une e protege o que já existe.

Thurisaz
Posição normal: Proteção (dura 3 turnos desde o momento de sua ativação).
Duplique meu xp, tenho o bichinho azul:
Dia de sorte: É um bônus de um mês para um semideus de sorte, onde, durante 30 dias a partir da data que essa bonificação for colocada no perfil, toda xp ganha pelo semideus multiplica por 2. Lembrando que essa bonificação só é válida para XP, para níveis não. (Valido até 30/01/2017)

Observação: É uma validação, os itens já estão na ficha, mas as meninas me pediram uma postagem para validar os mesmos, o frasco de veneno foi para a ficha do Hell, eu o criei em postagens anteriores e tinha alguns frascos.





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Re: Panda's Laboratory

Mensagem por Psique em Dom Jan 01, 2017 12:59 pm

Produção de Poções e Invocação validados

Método de Avaliação:
Realidade de postagem + Ações realizadas –  500 xp
Escrita: Gramatica, erros, pontuação, coerência, concordância e etc – 500 xp
Habilidade condizente com os itens criados – 200 xp
TOTAL: 1200 xp

Avaliação da Produção:
Realidade de postagem + Ações realizadas –  500 xp
Escrita: Gramatica, erros, pontuação, coerência, concordância e etc – 500 xp
Habilidade condizente com os itens criados – 200 xp
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Deuses Estagiários
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